Sessão extra de “Tom na Fazenda” dia 10 de fevereiro

Em cartaz desde março de 2017, o espetáculo “Tom na Fazenda estreia a nona temporada em 1º de fevereiro (sábado) no Teatro Petra Gold. Idealizado pelo ator e produtor Armando Babaioff, que também assina a tradução, a montagem tem apresentações de sexta a domingo, às 19h30, até 16 de fevereiro. Dirigida por Rodrigo Portella, a peça traz no elenco Gustavo Vaz, Camila Nhary e Soraya Ravenle (substituindo Kelzy Ecard), além do próprio Babaioff. Desde sua estreia, “Tom na Fazenda” fez 185 apresentações e já foi vista por mais de 25 mil pessoas.

A peça é baseada na obra Tom à la Farme, do autor canadense Michel Marc Bouchard. Foi numa conversa com um amigo que Babaioff tomou conhecimento do filme Tom na Fazenda (2013), adaptação da peça homônima, com direção do franco-canadense Xavier Dolan. Arrebatado pela obra, o ator começou a traduzir a peça, que aborda a inabilidade do indivíduo para lidar com o preconceito, a impotência, a violência e o fracasso.

Em cena, o publicitário Tom (Armando Babaioff) vai a uma fazenda no interior para o funeral de seu companheiro. Ao chegar, descobre que a sogra (Soraya Ravenle) nunca tinha ouvido falar dele e tampouco sabia que o filho era gay. Nesse ambiente rural e austero, Tom é envolvido numa trama de mentiras criada pelo truculento irmão (Gustavo Vaz) do falecido, estabelecendo com aquela família relações de complicada dependência. A fazenda, aos poucos, vira cenário de um jogo perigoso, onde quanto mais os personagens se aproximam, maior a sombra de suas contradições.

“No ano em que traduzi a peça, 347 pessoas foram assassinadas pelo simples fato de serem quem eram. O Brasil é o país que mais mata homossexuais no mundo, mais do que nos 13 países do Oriente e da África onde há pena de morte aos LGBT. O que me fascina em Tom na Fazenda é essa possibilidade de falar de assuntos que eu realmente acho necessário. Eu sinto essa necessidade de dizer para o mundo verdades das quais eu acredito”, diz Babaioff. “Manter o espetáculo em cartaz enquanto tiver público para nos assistir se tornou uma regra. Temos que resistir neste tempo em que a cultura é atacada de uma forma muito covarde e cruel”, completa Babaioff.

Tom na Fazenda” conta uma história bastante comum entre jovens de várias gerações, mesmo de culturas diferentes. No Canadá, no Brasil, no Oriente Médio, no Japão ou na África do Sul, homens e mulheres jovens aprendem a mentir antes mesmo de aprenderem a amar. As famílias, guardiãs das normas sobre a sexualidade, garantindo sempre a heteronormatividade, inserem nos próprios membros a semente da homofobia.

“Todo redemoinho que devastará a vida dos que fogem das normas surge no núcleo de suas próprias famílias”, comenta Rodrigo Portella, que opta, mais uma vez por uma encenação com poucos elementos para que as sutilezas das relações propostas pelo texto se sobressaiam. “Bouchard compôs uma obra de estrutura impecável. Ele vai fundo nas contradições dos seus personagens, o que os torna muito próximos de nós”, acredita o diretor.

TRAJETÓRIA DO ESPETÁCULO

 

Tom na Fazenda” estreou no Rio de Janeiro em março de 2017 no Oi Futuro, com patrocínio da Oi. As temporadas seguintes no Rio de Janeiro — nos teatros SESI Centro, Dulcina, Poeirinha, Cesgranrio, Leblon e no Imperator —, quase sempre com ingressos esgotados, no entanto, não tiveram qualquer recurso vindo de leis de incentivo. Este ano, o espetáculo vai circular pelo Canadá, Estados Unidos e França. De 3 a 12 de março, “Tom na Fazenda” cumpre temporada no Usine C, em Montreal, e, no dia 20 do mesmo mês, haverá uma apresentação no Quick Center for the Arts, em Connecticut. De 3 a 26 de julho, a peça faz parte da programação do Festival de Avignon.

Esta não é a primeira vez que “Tom na Fazenda” ganha carreira internacional. Em junho de 2018, o espetáculo foi apresentado no Festival TransAmériques (FTA), em Montreal, no Canadá –  um dos mais importantes eventos de artes cênicas do mundo —, com legendas em inglês e francês. A indicação foi do próprio autor da obra, o dramaturgo canadense Michel Marc Bouchard, que mora em Montreal e assistiu à peça em sua estreia, no Rio. As três apresentações naquele país renderam à peça o prêmio de melhor espetáculo estrangeiro pela Associação de Críticos de Teatro de Québec.

INDICAÇÕES E PRÊMIOS

 

·         Prêmio Aplauso Brasil 2019 (5 indicações): Iluminação (Tomás Ribas), Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard) e Espetáculo Independente.

·         Espetáculo vencedor do Prêmio APCA 2019 na categoria teatro.

·         Espetáculo vencedor do prêmi0 de melhor espetáculo estrangeiro da Associação de Críticos de Teatro de Québec.

·         30º Prêmio Shell de Teatro (5 indicações): Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenografia (Aurora dos Campos) e Música (Marcelo H.). Espetáculo vencedor em duas categorias: Direção (Rodrigo Portella) e Ator (Gustavo Vaz).

·         5º Prêmio Cesgranrio de Teatro (7 indicações): Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenário (Aurora dos Campos), Iluminação (Tomás Ribas), Espetáculo e Especial (Lu Brites, pela preparação corporal). Espetáculo vencedor em três categorias: Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz) e Cenografia (Aurora dos Campos).

·         6º Prêmio Botequim Cultural (10 indicações): Direção, Espetáculo, Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard e Camila Nhary), Figurino (Bruno Perlatto), Cenografia (Aurora dos Campos), Iluminação (Tomás Ribas) e Música (Marcello H). Espetáculo vencedor em sete categorias: Melhor Espetáculo, Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard) e Cenografia (Aurora dos Campos) e Iluminação (Tomás Ribas).

·         12ª Prêmio APTR (6 indicações): Espetáculo, Produção, Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Iluminação (Tomás Ribas) e Cenografia (Aurora dos Campos). Vencedor na categoria Melhor Espetáculo.

·         Espetáculo vencedor do 7º Prêmio Questão de Crítica.

·         Prêmio Cenym de Teatro Nacional (17): Espetáculo, Direção, Ator (A. Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Camila Nhary e Kelzy Ecard), Texto Adaptado, Qualidade Artística, Qualidade Técnica, Elenco, Preparação Corporal (Lu Brites), Iluminação, Cenário, Montagem, Cartaz ou Programação Visual (Bruno Dante), Fotografia de Publicidade (José Limongi, Renato Mangolin e Ricardo Brajtman) e Trilha Sonora (Marcello H).  Espetáculo vencedor em oito categorias: Espetáculo, Direção, Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard), Qualidade Artística, Montagem e Preparação Corporal (Lu Brites).

Temporadas anteriores:

1ª – Oi Futuro (de 24 de março a 14 de maio de 2017)

2ª – Teatro Sesi Centro (de 31 de agosto a 30 de setembro de 2017)

3ª – Teatro Poeirinha (de 6 de outubro a 17 de dezembro de 2017)

4ª – Teatro Dulcina (12 a 28 de janeiro de 2018)

5ª – Teatro Cesgranrio (de 3 de março a 1 de abril de 2018)

6ª – Teatro Leblon (de 14 de abril a 27 de maio de 2018)

7ª – Imperator (de 10 a 23 de novembro de 2018)

8ª – Sesc Santo Amaro, SP (de 16 de março a 14 de abril de 2019)

SOBRE MICHEL MARC BOUCHARD (autor)

Michel Marc Bouchard nasceu em Saint-Coeur-de-Marie, em Quebec, no Canadá. Formado em teatro pela Universidade de Ottawa, fez sua estreia profissional como dramaturgo em 1983 com Contre-nature de Chrysippe Tanguay, Écologist, e, desde então, escreveu mais de 25 peças que foram traduzidas em diversas línguas e apresentadas em muitos países e festivais. Bouchard foi condecorado Cavaleiro da Ordem Nacional de Quebec, em 2012.

Sua obra mais conhecida é Lillies (Les Feluettes ou la Répétition d’un Drame Romantique), que posteriormente foi roteirizada e dirigida por John Greyson em seu filme homônimo. The Painter Madonna foi sua primeira peça traduzida para o inglês. Entre suas obras mais conhecidas, destaque para The Coronation Voyage (Le Voyage du Couronnement), Down Dangerous Passes Road (Le Chemin des Passes-Dangereuses) e Written on Water (Les Manuscrits du Déluge). Sucessos no teatro, as peças The Orphan Muses (Les Muses Orphelines) e Tom at the Farm (Tom à la Farme) também foram adaptadas para o cinema pelos diretores Robert Favreau e Xavier Dolan, respectivamente.

Ao longo de sua carreira, Bouchard foi agraciado com importantes prêmios de artes cênicas no Canadá: Prix Journal de Montreal, Prix du Cercle des Critiques de L’outaouaisMoore Award Dora Mavor for Outstanding New PlayFloyd S. Chalmers Award Canadian Play. Recebeu nove prêmios Jessie Richardson Theatre Awards para as peças Lillies e Les Muses Orphelines.

SOBRE ARMANDO BABAIOFF (Idealizador, tradutor e ator)

Formado pela escola Estadual de Teatro Martins Pena e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO) em Artes Cênicas. Como integrante da Quantum Cia. de Teatro, Babaioff fez de diversas montagens sob a direção de Rodrigo Portella. Em 2004, protagonizou, ao lado de Vera Fischer, A Primeira Noite de um Homem, com direção de Miguel Falabella.

 

No teatro, participou ainda dos espetáculos O Santo e a Porca (2008), de Ariano Suassuna, com direção de João Fonseca, pelo qual foi indicado ao prêmio de melhor ator coadjuvante pela APTR; A Gota d’Àgua (2009), de Chico Buarque e Paulo Pontes, também com direção de João Fonseca; Rockantygona (2011), baseado na obra de Sófocles, com direção de Guilherme Leme Garcia; Escola do Escândalo, de Richard B. Sheridan, com direção de Miguel Falabella; A Propósito de Senhorita Júlia, de August Strindberg, dirigida por Walter Lima Jr.; O que Você Mentir Eu Acredito, de Felipe Barenco, com direção de Rodrigo Portella.

 

Em 2009, criou a produtora ABGV Produções Artísticas, em parceria com o amigo e ator Gustavo Vaz. Pela primeira vez atuou também como produtor de teatro, com a peça Na Solidão dos Campos de Algodão, com texto de Bernard Marie Koltès e direção de Caco Ciocler. O espetáculo lhe rendeu uma indicação ao Prêmio de Melhor Ator pela APTR.

 

Na TV, pode ser visto interpretando o personagem Diogo Cabral em Bomsucesso, onde viveu seu primeiro vilão na tv, indicado ao Prêmio Melhores do Ano. Antes disso esteve em Segundo Sol, de João Emanuel Carneiro, também na TV Globo. Estreou na emissora na novela Páginas da Vida (2006), de Manoel Carlos. Também na Globo, participou das novelas Duas Caras (2010/2011), Ti-ti-ti (2010), Sangue Bom (2013) e A Lei do Amor (2016). Protagonizou a série DOAMOR, ao lado da atriz Maria Flor, no canal Multishow.  No cinema, protagonizou o longa Prova de Coragem, baseado no romance Mãos de Cavalo, do autor gaúcho Daniel Galera e com a direção de Roberto Gervitz. Recentemente, protagonizou o filme “O Homem Livre” com a direção de Alvaro Furloni que estreou nos cinemas de todo Brasil em 2019. 

SOBRE RODRIGO PORTELLA (diretor)

Natural de Três Rios, no interior do Rio, Rodrigo Portella é formado em Direção Teatral pela UniRio.  Em 27 anos de carreira, dirigiu 23 espetáculos e escreveu nove peças teatrais, sendo indicado quatro vezes ao Prêmio Shell pelas peças Uma História Oficial (2013), Antes da Chuva (2014),  Alice Mandou Um Beijo (2016) e Insetos (2018).  Esta última em comemoração os 30 anos da Cia dos Atores.

Foi com Antes da Chuva, da Cia Cortejo, que Portella começou a ser reconhecido por seu trabalho. Com ela, percorreu dezenas de cidades pelo projeto Palco Giratório, participou dos maiores festivais de teatro do país, além de turnês na Argentina, Equador, Alemanha e Chile. Matérias na imprensa legitimaram e reconheceram a importância do movimento feito por Portella na contramão do senso comum, por trocar, em 2010, a capital pelo interior, como espaço potencial para a verticalização do seu processo criativo, funcionando como um impulso para a circulação nacional. Em Três Rios, dirigiu por quatro anos o Festival Internacional Off Rio, os Pontos de Cultura Teatro Aberto e o Centro de Produção Audiovisual.

Atualmente, circula também com os espetáculos Os Impostores (2019) e As Crianças (2019), esse último indicado a 14 prêmios em diversas categorias no Rio e em São Paulo. Portella também se dedica à sua pesquisa de mestrado em direção pela UniRio. É também professor do curso superior de teatro do Instituto Cal de Arte e Cultura.

SERVIÇO

 

TOM NA FAZENDA

Temporada: de 1 a 16 de fevereiro de 2020.

Apresentações: de sexta a domingo, às 19h30 – Sessão extra: 10 de fevereiro, às 19h30, seguida de debate com o elenco e direção.

Local: Teatro Petra GoldSala Marília Pêra. Rua Conde de Bernadotte 26, Leblon. Tel.: 2529-7700.

Ingressos: R$ 70 (sexta e sábado) e R$ 80 (domingo) – meia-entrada para os casos previstos em lei.

Duração: 120 min. Lotação: 400 lugares. Classificação etária: 18 anos.

Facebook e Instagram: @tomnafazenda

FICHA TÉCNICA

Texto: Michel Marc Bouchard.

Tradução: Armando Babaioff.

Direção: Rodrigo Portella.

Elenco: Armando Babaioff, Soraya Ravenle, Gustavo Vaz e Camila Nhary.

Cenografia: Aurora dos Campos.

Iluminação: Tomás Ribas.

Figurino: Bruno Perlatto.

Direção Musical: Marcello H.

Guitarras e violões: Jr Tostoi e Marcello H.

Preparação Corporal: Lu Brites.

Coreografia: Toni Rodrigues.

Programação visual: Bruno Dante.

Mídias Sociais e Contrarregra: Egídio La Pasta.

Hair Stylist: Ezequiel Blanc.

Assistente de cenografia: Manu Libman.

Assistente de figurino: Luísa Marques.

Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela.

Produção executiva: Milena Monteiro.

Produção: Galharufa Produções.

Idealização: ABGV Produções Artísticas 

Instituto Caleidos leva dança contemporânea para escolas de São Paulo

Crianças, jovens, adultos, professores e gestores de 30 escolas da rede municipal de ensino de São Paulo terão a oportunidade de vivenciar e apreciar a dança de uma maneira diferente. Entre os meses de março a setembro de 2020, estudantes e docentes de escolas da rede municipal de ensino de São Paulo circularão pela sede do Instituto Caleidos por meio do projeto Leituras de Dança, elaborado e coordenado pelos diretores do Caleidos, Isabel Marques e Fábio Brazil. Esta é a terceira edição do projeto que já ocorreu em 2010, contemplado pelo ProAC, e em 2014, com apoio de fundo coletivo. Ao todo, o projeto pretende atingir um público de cerca de 2.100 pessoas da rede municipal de ensino de São Paulo. O foco do projeto Leituras da Dança 2020 serão os direitos humanos nos processos artístico/educacionais.

O Projeto Leituras da Dança versão 2020 terá 33 apresentações de espetáculos de dança contemporânea, encontros de formação com professores/gestores e um seminário sobre dança e educação. Com isso, os participantes poderão desfrutar de experiência artística com formação continuada e ainda ter bases para implantação de atividades de dança nas escolas. Em oito meses de trabalho, o projeto alcançará 30 escolas, dialogando com diretamente com escolas de todas as regiões da cidade.

Apresentações artísticas do Caleidos Cia. servirão de epicentro para o desenvolvimento das outras atividades do projeto. Com temáticas e abordagens artísticas diferentes, três espetáculos diferentes serão compartilhados com estudantes de EMEI, EMEF e EJA assim como com professores, funcionários e gestores escolares. Os três espetáculos têm como foco a defesa e discussão dos direitos humanos em diferentes faces: a ludicidade, a LGBTfobia e a igualdade de gênero.

Em setembro, para finalizar o projeto, professores e gestores participantes do projeto Leituras da Dança, assim como a comunidade escolar como um todo, se encontrarão em um Seminário sobre dança e educação, discutindo o desenvolvimento do projeto nas escolas em diálogo com especialistas. O projeto Leituras da Dança 2020 tem realização da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Arte e Educação
Desde 1996, quando foi criado, o Caleidos Cia. traça interfaces diretas entre sua produção artística em dança e os processos educacionais. Em Leituras de Dança não seria diferente. Os diretores da cia. entrecruzam suas experiências acadêmicas, artísticas, docentes e de assessoria educacional trazendo propostas para que as escolas possam ampliar o acesso à dança contemporânea discutindo diferentes formas de relacionar a produção cultural da cidade com a educação escolar.

O projeto Leituras da Dança surgiu, em 2010, da necessidade de dialogar com crianças da Educação Infantil sobre a possibilidade da experiência artística estar diretamente relacionada aos processos de educação nas escolas. Com isso, almejava-se transformar espectadores de dança em leitores críticos da dança/mundo, a partir da fruição de espetáculos e cursos de formação de professores. “Essas atividades, de cunho educativo, permitiram a integração entre arte e educação, entre artistas e público e entre arte e cidadania”, explica Isabel Marques. Na época, o foco do projeto foi a interatividade e a ludicidade da dança para crianças pequenas.

Na versão 2020, o projeto Leituras de Dança se amplia e trabalhará com diferentes espetáculos e faixas etárias, assim como diferentes focos de diálogo entre a dança, a educação e a sociedade. Espetáculos e atividades de formação abordarão de três formas diferentes a defesa dos direitos humanos no sentido de dialogar sobre o direito à ludicidade, o direito à diversidade sexual e o direito à igualdade de gênero no mundo de hoje.

A Cia.
Fundada por Isabel Marques em 1996, e codirigida por Fábio Brazil desde 1998, o Caleidos Cia. desenvolve trabalho cênico nas interfaces entre a dança e a educação. Pautada pela investigação sobre a interatividade na dança contemporânea, o Caleidos Cia. de Dança pesquisa as relações entre a dança, a poesia e o jogo cênico, dialogando com os princípios de Rudolf Laban e Paulo Freire. Em seus 23 anos, produziu 25 espetáculos em duas linhas de trabalho: a lúdica, que propõe jogos de dançar para todos os corpos e a linha crítica, pautada em reflexões sobre direitos humanos e a cidadania. Apresentou-se em diversos estados do Brasil e no exterior, dialogando com públicos de diversas idades e culturas corporais

Desde a sua criação, os objetivos do Caleidos Cia. de Dança mantiveram-se inalterados: abrigar e desenvolver as atividades de iniciação, apreciação, reflexão, pesquisa e criação em arte em suas interfaces com a educação por meio de atividades artísticas (produção de espetáculos e eventos de dança), docentes (cursos, workshops, eventos) e de pesquisa (seminários, encontros, publicações).

O Caleidos instala-se na interface híbrida entre a arte e a educação. Despregando-se dos estigmas convencionais de que arte e educação são campos distintos, a cia. de dança desenvolve espetáculos comprometidos com o diálogo e a reflexão com o público – valor da educação – e ao mesmo tempo comprometidos com a interação e pesquisa da linguagem da dança – valor da arte.  Desde a sua fundação, o Caleidos Cia. criou projetos e espetáculos que no conjunto refletem a face híbrida da cia de dança: arte e educação dialogam com a finalidade de que a arte não seja escolarizada e de que o ensino de dança não perca sua potência artística.

Projeto Leituras da Dança
Realização: Instituto Caleidos e Secretaria Municipal de Cultura
www.institutocaleidos.com
Coordenação: Isabel Marques e Fábio Brazil
Público alvo: professores e escolas da rede municipal de ensino de São Paulo
Data: de março a setembro de 2020
Local: Instituto Caleidos – Rua Mota Pais, 213 – Lapa – São Paulo
Inscrições: até 15 de fevereiro pelo site https://www.institutocaleidos.com/leituras-da-danca.html
Descrição: Apresentação de espetáculos, atividades formativas, seminário gratuitos e com transporte para estudantes, professores, gestores e funcionários de escolas da Rede Municipal de Ensino de São Paulo
Vagas: 30 grupos (30 pessoas) de diferentes escolas do município

Curso de Verão – O Teatro de Eduardo Wotzik no Clube Manouche em fevereiro

O premiado diretor de teatro Eduardo Wotzik, com 40 anos de carreira e mais de 50 espetáculos no currículo, vem compartilhar seus conhecimentos no Clube Manouche com um extraordinário curso de verão. O curso intensivo Teatro de Eduardo Wotzik terá 32horas/aula, distribuídas em duas semanas, para alunos selecionados, acima de 16 anos.

Inscrições mediante currículo para wotzikproducoesartisticas@gmail.com e um vídeo de até 30 segundos se apresentando para o mesmo email ou para o WhatsApp: (21) 96758-0561. Informações sobre valores e formas de pagamento pelo email ou telefone: wotzikproducoesartisticas@gmail.com  / (21) 96758-0561.

“Café com Rivotril” no Cândido Mendes

Estreia dia 03 de fevereiro, no Teatro Cândido Mendes de Ipanema, em curta temporada a comédia “Café com Rivotril” escrita pela atriz, produtora e professora Manuela Rainha, que atua ao lado de Carolina Alfradique e Felipe Recco que compõem o Grupo Teatral Amigos de Décadas e tem direção de Diego Estteve. A peça enfoca 3 amigos artistas desempregados que buscam de alguma forma ganhar dinheiro para sobreviver e pagar as contas. Com personalidades totalmente diferentes tentam sobreviver aos  acontecimentos da atualidade compartilhando seus dramas, tristezas e conquistas no desenrolar da trama. O espetáculo além de entreter o público, também é uma crítica social abordando assuntos como o desemprego de artistas, a automedicação, a depressão, o alcoolismo e a autoexposição nas redes sociais, mas também mostra a capacidade que o artista tem de se reinventar.

Durante o bate papo com café no final das reuniões do então grupo de estudos “Amigos de Décadas”, gerou-se a discussão sobre o desemprego dos artistas e também que eram privilegiados, por após mais de 10 anos de formados, todos eles estarem vivendo da arte, lecionando, dançando, dirigindo ou atuando, e por este motivo os artistas tomavam café para acordar e clonazepam para dormir. Surgiu então o questionamento sobre a morte da Arte. Em 2019, pleno século XXI, as ferramentas tecnológicas deixaram as pessoas conectadas, mas não tão próximas. Cada encontro é munido de energia potencializada e natural. O virtual não oferece essa energia, só o teatro mesmo. A comédia teatral é um refresco para uma geração em crise. Uma catarse positiva. Assim foi criada de forma coletiva a sinopse do espetáculo “Café com Rivotril”.

SINOPSE

No subúrbio carioca, três amigos atores, Cláudia, Fabrício e Mariana, acabam morando juntos para dividirem as despesas. Cláudia é uma mulher bem resolvida, vaidosa, mas se acha melhor que os outros. Mariana, que é também bailarina, é zen e toma florais. Fabrício é gay e acabou um mestrado sobre a presença de palco do ator. Em suas buscas por trabalho e sobrevivência, se tornam artistas multimídias, permeando em diversas áreas e também se colocando em inúmeras confusões.

SOBRE A AUTORA

Manuela Rainha, nascida e criada no subúrbio do Rio de Janeiro, começou sua carreira sendo filha de Cláudio Marzo e Nívea Maria na novela “Olhai os Lírios do Campo” em 1980 aos 3 anos de idade na Rede Globo. Bacharel em Artes Cênicas pela extinta UniverCidade, fez Licenciatura e hoje é professora de artes. Dá aula numa escola particular nas redondezas do Jacaré, Jacarezinho e Manguinhos. Sua primeira peça se chama RING e esteve em cartaz em 2012 na UCAM. RING é um jogo teatral criado de um texto escrito por ela, que ganhou um concurso de dramaturgia e foi encenado no Gláucio Gil em 2009 e em 2011 foi trabalho de conclusão de curso. Desde então, Manuela mergulhou na dramaturgia, fez cursos de roteiro, de dublagem, de comédia e até de teatro musical. Passou no vestibular para Artes Cênicas na UniRio, não cursou e se tornou representante propagandista da indústria farmacêutica por oito anos, trabalhando em multinacionais. Após seu divórcio, teve uma crise de depressão, foi quando decidiu seguir seus dons e talentos até então esquecidos.

SOBRE O DIRETOR

Diego Estteve começou seus estudos em teatro em 2000 em Porto Alegre, no Teatro Escola de Porto Alegre e, ao mesmo tempo na Escola de Atores. Em 2005 mudou-se para o Rio de Janeiro onde graduou-se em Artes Dramáticas. No teatro atuou em mais de 20 peças e participou da direção de mais de dez. Em 2013 começou a trabalhar na Escola de Atores Wolf Maya como assistente de direção e como professor ministrou disciplinas de improviso, interpretação teatral e, atualmente, é professor de interpretação para TV e cinema. Já dirigiu diversos curtas metragens e foi diretor assistente de Wolf Maya em 3 longas. Recentemente dirigiu a websérie “Diário de Jaque” que foi indicada aos prêmios de Melhor Série, Melhor Direção e Melhor Elenco Infanto-juvenil no Rio Webfest Internacional 2018, saindo vencedora na categoria de elenco.

FICHA TÉCNICA:

Texto: Manuela Rainha

Direção: Diego Estteve

Elenco: Manuela Rainha, Carolina Alfradique e Felipe Recco

Assistente de Direção: Yasmin Martins

Direção de Movimento:

Cenário: Diego Estteve

Iluminação: Leandro Lelê

Visagismo: Diego Nardes

Assessoria de Imprensa: Maria Fernanda Gurgel

SERVIÇO

CAFÉ COM RIVOTRIL

DIAS: 03, 10 e 17 de fevereiro de 2020, segundas-feiras às 20 h.

LOCAL: Teatro Cândido Mendes – R. Joana Angélica, 63 – Ipanema – Próximo a Estação do Metrô Nossa Senhora da Paz.

PREÇO: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)

DURAÇÃO: 50 minutos

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 14 anos.

CAPACIDADE: 99 lugares

“Aponte” no Teatro Laura Alvim

A Dinamosfera Companhia de Dança apresenta de 6 a 21 de fevereiro, na Casa de Cultura Laura Alvim / Teatro Laura Alvim, em Ipanema, o espetáculo de dança contemporâneo Aponte, inspirado na obra musical de Maria Bethânia. Buscando trazer à cena as relações interpessoais, as transformações de um indivíduo e a voracidade e delicadeza de viver a vida em um dia e todos os dias de uma vida, a pequena temporada ocupará a sala principal às quintas e sextas-feiras com entrada a preços populares.

Com direção e concepção de Dinis Zanotto, Flavia Spinardi e Tamires Coutinho, o espetáculo Aponte caminha pelas novas linguagens e pesquisas sobre movimento, danças populares, danças a dois, dentre outras referências, na busca da construção de uma nova expressividade. A partir de algumas músicas de Maria Bethânia, como Olhos nos Olhos, Purificar o Subaé e Tua, os coreógrafos caminham por nuances individuais e coletivas, pelas diversas possibilidades de corpos distintos e também harmonizados.

“Escolhemos Bethânia pela grande força de atração que ela representa na música e na cultura brasileira. Suas músicas emocionaram gerações e ela até hoje se reinventa, brilha e arde como a chama viva que é. Para nós, dançar Maria Bethânia é convidar o público a reviver amores e emoções de suas vidas.”

__Dinis Zanotto

“Vamos com Bethânia pela sua grande força, seu canto ao cotidiano e à diversidade, seu caminho e carinho ao comum –  esse dia a dia que nos faz olhar pro lado, pro outro. Reunidos através do amor, suas auroras e crepúsculos, a voz  e a estrada cantada de Bethânia, tão nossa, tão latente. Elas relembram hoje espaços, tempos, paixões… A intensidade de sua voz encanta, e dançar suas músicas inaugura amores e emoções em nossas vidas. É festa e reencontro. É divindade! É devoção! É vida!”

__ Flávia Spinardi

“Este espetáculo surgiu para nós vindo do desejo de usar a música popular brasileira para aproximar o público da dança. Como um convite a conhecer a obra de Bethânia de uma nova forma.”

__ Tamires Coutinho

Sobre a DINAMOSFERA:

A Companhia de Dança é formada Dinis Zanotto, Flavia Spinardi e Tamires Coutinho. Bailarina, coreógrafa, atriz e diretora de movimento, Flávia Spinardi iniciou sua formação artística em teatro físico na UniRio e sua carreira na dança contemporânea com a companhia Corpos Nômades (SP) e Minik Mondó (SP). Formou-se Bacharel em Dança pela Faculdade Angel Vianna (RJ) em 2017 e continuou a desenvolver sua pesquisa em uma imersão em Gaga Movement na sede da Batsheva Dance Company em Tel Aviv, em Israel, em 2018.

Já Dinis Zanotto, também bailarino, coreógrafo e diretor de movimento, também desenvolve atividade como terapeuta corporal. Professor de dança com formação em dança contemporânea, ballet clássico, danças de salão, dança moderna e jazz, Zanotto também se graduou Bacharel em Dança pela Faculdade Angel Vianna. Como bailarino participa de novelas, programas de televisão, filmes e shows na Rede Globo e, como coreógrafo e intérprete, apresentou a Direção do Tempo é diferente aqui dentro no projeto Sesc EntreDança 2018.

Bailarina, coreógrafa, diretora e preparadora corporal, a professora de dança Tamires Coutinho, tem formação em dança contemporânea, sapateado, ballet clássico, danças urbanas e tecido acrobático. Iniciou seus estudos em teatro na CAL (RJ) e também se formou Bacharel em Dança pela Faculdade Angel Vianna (RJ) em 2017. Como bailarina, trabalhou com coreógrafos como Frederico Paredes, Renata Versiani e Flávia Tápias. Realiza e apresenta suas criações em festivais como Dança em Trânsito 2017 e Sesc EntreDança 2018.

Ficha Técnica:
 
Direção, concepção e coreografias: Dinis Zanotto, Flávia Spinardi e Tamires Coutinho 
Direção de produção: Bruno Mariozz 
Produção: Palavra Z 
Elenco: Anna Clara Franco, Caroline Monlleo, Denise Guerchon, Dinis Zanotto, Flavia Spinardi, Iago Damazio e Tamires Coutinho
Iluminação: Flavia Spinardi
Figurinos: Dinamosfera
Customização de Figurinos: Roberta Bussoni
Trilha Sonora Original: Gabriel Reis e João Mello
Redes Sociais: Caroline Monlleo
Identidade Visual: Dinis Zanotto 
 

SERVIÇO: Aponte  com a DINAMOSFERA Companhia de Dança

Casa de Cultura Laura Alvim / Teatro Laura Alvim: Avenida Vieira Souto, 176. Ipanema. Sala Principal. 

Telefone: (21) 2332-2016

Temporada: de 06 a 21 de Fevereiro de 2020

Quintas e Sextas, às 20h

Ingressos: R$ 50 inteira (R$25 meia entrada e lista amiga)

Capacidade de público: 186 lugares 4 cadeirantes
Acesso para portadores de necessidades especiais
Vendas também pelo site ingressorapido.com

Teatro do Incêndio abre inscrições para o Sol-te – Teatro para Crianças e Adolescentes

O projeto Sol-Te – Teatro para Crianças e Adolescentes é uma iniciativa da Cia. Teatro do Incêndio que oferece oficinas de teatro para crianças e adolescentes, principalmente da região do Bixiga, no bairro Bela Vista, comunidade na qual o teatro se insere.

As inscrições são grátis e devem ser feitas presencialmente, entre os dias 4 e 7 de fevereiro de 2020 (terça a sexta), das 14h às 20h.

 

Coordenado por Gabriela Morato, há seis anos, o Sol-te é dividido em duas turmas com 35 participantes cada: Pe.que.nos (6 a 12 anos) e E.vo.lu.ir (13 a 17 anos). Com início no dia 8 de fevereiro, as aulas são ministradas aos sábados, das 11h às 12h30 e das 13h30 às 15h, respectivamente, e vão até o dia 31 de julho.

Os interessados devem se dirigir à sede do Teatro do Incêndio (à Rua 13 de Maio, 48), acompanhados por um responsável, munidos dos documentos necessários.

O objetivo do projeto é estimular a criatividade e o aprendizado, além de ampliar referências por meio das artes cênicas e da conscientização social. Promove acolhimento e mergulho em diversas áreas culturais e artísticas, a partir do teatro, envolvendo também música, dança, circo e cultura popular brasileira. Segundo Gabriela, o trabalho busca por um espaço de aprendizagem que derrube padrões para erguer um lugar, inquieto e inventivo, no qual crianças e adolescentes possam expandir as experiências e valorizar a cultura e os saberes populares para construir sua própria visão de mundo.

Todas as atividades buscam o contato afetivo com a criança e o adolescente pelo desenvolvimento da linguagem, da lógica e da estética e, principalmente, pelo estímulo à criatividade e à imaginação. O Sol-te procura abrir as portas para a experimentação e estimular a expressão da liberdade e dos direitos, além de compartilhar o conhecimento, as artes e as emoções. “A proposta é incentivar o diálogo e a pesquisa sobre temas e questões sociais, estimular o ato de aprender não somente para futuros artistas locais, mas para a formação de cidadãos comprometidos com a importância da cultura, do encontro, da troca entre as pessoas”, explica Gabriela Morato.

Sol-Te – Teatro para Crianças e Adolescentes é uma ação permanente da Cia. Teatro do Incêndio, iniciada em 2014, oferecida gratuitamente em edições semestrais na sede do grupo. Esta edição do projeto (primeiro semestre de 2020) é uma realização do São Paulo Capital da Cultura e da Prefeitura de São Paulo.

Serviço

SOL-TE – Teatro para Crianças e Adolescentes

Inscrições grátis: 4 a 7 de fevereiro/2020

Terça a sexta, das 14h às 20h

Apresentar RG ou certidão de nascimento (cópias), comprovante de residência (cópia); foto 3×4 e documento com foto do responsável.

Público-alvo: jovens e adolescentes de 6 a 17 anos.

Início das aulas: 8 de fevereiro (sábados) – Pe.que.nos (às 11h) e E.vo.lu.ir (às 13h30)

Vagas: 35 por turma. Duração/aula: 90 min.

 

Local: Teatro do Incêndio

Rua Treze de Maio, 48 – Bela Vista/SP

Tel: (11) 2609 3730 / 2609 8561

http://www.teatrodoincendio.com/ / Nas redes @teatrodoincendio

Curso de Interpretação para TV e Cinema da Escola de Atores Wolf Maya tem inscrições abertas

A Escola de Atores Wolf Maya está com inscrições abertas, até o dia 2 de março, para o Curso de Interpretação para TV e Cinema. Os interessados de todo o país podem se inscrever pessoalmente na unidade em que desejam estudar – São Paulo e Rio de Janeiro – ou por e-mail.

Desenvolvido conforme a exclusiva metodologia do diretor Wolf Maya, o curso permite que o aluno desenvolva habilidades cênicas em frente às câmeras, aprendendo técnicas de enquadramento, posicionamento, áreas, planos e movimentos de câmera. As duas unidades da Escola de Atores Wolf Maya possuem estúdios de gravação profissionais, equipados com tecnologia de última geração que permitem ao aluno viver a rotina de gravação como a de uma emissora, além de professores  atuantes no meio artístico.

O candidato deve ter idade mínima de 15 anos, não havendo idade máxima para participar do curso. Os menores de idade precisam estar acompanhados pelos pais ou por responsável, tanto na inscrição, como no ato da matrícula.

Para a inscrição é necessário: Ensino Médio completo ou cursando; CPF, RG e comprovante de residência do aluno e do responsável (originais e cópia); DRT e currículo (apenas para o nível profissional, da Unidade SP); Pagamento da primeira parcela do curso.

São Paulo / Inscrições

R. Frei Caneca, 569 – Cerqueira César. Shopping Frei Caneca  – 3º Piso, Loja 401ª. SP/SP.Tel: (11) 3472-2444 e WhatsApp (11) 94790-8386. E-mail:cursos@wolfmaya.com.br.

 

Na Unidade São Paulo, o Curso de Interpretação para TV e Cinema tem duração de quatro meses, com aulas duas vezes por semana. As turmas são dividas em três níveis: Iniciante (alunos que não têm experiência com interpretação em frente às câmeras), Avançada (alunos que já participaram de cursos de interpretação para TV ou já fizeram trabalhos na televisão) e Profissional (atores e atrizes formados que possuem DRT e buscam aprimoramento na área).

Turma Iniciante: 9 de março a 23 de junho – segundas e terças, das 10h às 12h.

Turma Avançada: 10 de março a 24 de junho – terças e quartas, das 10h às 12h.

Turma Profissional: 11 de março a 25 de junho – quartas e quintas, das 10h às 12h.

Rio de Janeiro / Inscrições

 

Av. das Américas, 2.000. Barra da Tijuca – Freeway Center. RJ/RJ. Tel: (21) 3388-5864 e WhatsApp (21) 97919-2449. E-mail:cursos.rj@wolfmaya.com.br.

 

Na Unidade Rio de Janeiro, o Curso Intensivo de Interpretação para TV e Cinema tem três meses de duração, com aula uma vez na semana. As turmas são divididas em dois níveis: Iniciante (direcionada a alunos que nunca tiveram contato com o universo da televisão) e Avançada (por alunos que já participaram de cursos de interpretação para TV ou já fizeram trabalhos na televisão).

Turma Iniciante: dia 13 de março a 12 de junho – sextas-feiras, das 19h às 23h.

Turma Avançada: 20 de março a 19 de junho – sextas-feiras, das 19h às 23h.

Escola de Atores Wolf Maya

 

Criada em 2001, com o objetivo de preparar novos profissionais para o mercado de teatro, cinema e televisão, a Escola de Atores Wolf Maya é uma idealização do ator e diretor Wolf Maya, tendo uma unidade em São Paulo e outra no Rio de Janeiro. Já formou mais de 25 mil profissionais, tendo revelado diversos talentos entre seus alunos para televisão, teatro, teatro musical e cinema. A escola oferece também cursos complementares de Interpretação para TV e de Teatro Musical, entre outros. Possui um teatro em cada unidade – Teatro Nair Bello (SP) e Teatro Nathalia Timberg (RJ), estúdio profissional de TV/cinema com equipamentos de última geração, ilhas de pós-produção e todo o formato industrial para a prática do audiovisual.

http://wolfmaya.com.br/

Nas redes: @escolawolfmaya