“Alices” no Teatro do Leblon

O encontro inesperado de duas mulheres desperta suas memórias e relatos de violências sofridas em seus relacionamentos. Inédito no Rio, Alices foi escrito por Jarbas Capusso Filho e inspirou a montagem homônima que tem direção de Leo Gama. A partir do texto original e relatos das atrizes Mitzi Evelyn e Carolina Stofella, o espetáculo traz à tona o debate sobre a violência e impunidade contra as mulheres no Brasil. A estreia será no dia 16 de maio, no Teatro Leblon. A temporada terças e quartas, às 21h, até 28 de junho.

Em janeiro de 2010, em Belo Horizonte, Maria Islaine de Morais, de 31 anos, estava trabalhando quando for surpreendida pelo ex-marido, que a matou com sete tiros. Antes do crime, ele já havia ameaçado diversas vezes a vítima, que registrou pelo menos oito boletins de ocorrência contra ele. Comovido com este brutal assassinato, o dramaturgo e roteirista Jarbas Capusso Filho resolveu escrever sobre a violência contra as mulheres.

Em 2012, a atriz Mitzi Evelyn se encantou com o texto de Capusso e convidou a atriz Carolina Stofella para participar do projeto, até então inédito no Brasil. “A peça aborda o tema de forma contundente, porém poética e lúdica. Queremos chamar atenção do público para uma reflexão sobre a violência que ainda destrói tantas mulheres”, destaca a idealizadora.

Para dirigir o espetáculo, Mitzi convidou Leo Gama, que trabalha na TV Globo há 30 anos e atualmente é Gerente Artístico de Pesquisa de Criadores, que abrange o corpo criativo da emissora com autores, diretores e assistentes de direção. Esta será sua estreia no teatro, como diretor. “Adaptamos o texto original a partir de um intenso trabalho feito nos ensaios, onde as atrizes buscaram em suas memórias vivências que trouxeram verdade à peça”, destaca Gama, que também assina a adaptação.

SOBRE LEO GAMA (DIREÇÃO E ADAPTAÇÃO)

Carioca, formado pela PUC/RJ em Publicidade e Propaganda, Leo Gama trabalha na TV Globo há 30 anos, onde iniciou sua carreira como estagiário da Agência da emissora. Foi assistente de produção, coordenador de produção e produtor de elenco. Assinou o elenco de comerciais para a Coca-Cola, Citibank, O Globo e outros. Foi um dos primeiros profissionais a ocupar o cargo de produtor de elenco da emissora. Foi assistente de direção na novela Suave Veneno, de Aguinaldo Silva e direção de Ricardo Waddington. Coordenou o departamento de pesquisa de elenco, iniciando um processo investigativo do trabalho do ator com o objetivo de revelar novos talentos. No momento, é gerente artístico de pesquisa de criadores.

SOBRE MITZI EVELYN

Catarinense, formada em Artes Cênicas pelo Senac/SC, graduada em cinema pela Universidade Estácio de Sá, e pós graduada em Arte e Filosofia na PUC. Fez parte do elenco da peça “Zoológicos”, direção de Leandro Mariz, pela qual recebeu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no XVI Festival Nacional de Teatro de Guaçuí. Atuou em “Uma Sociedade”, com direção de Lelette Coutto e “Pas-de-deux”, com direção de Luisa Bresolin. No cinema, atuou em “Lua em Sagitário”, “Histórias Íntimas” e “Mea Culpa”. Na televisão, participou da série “Divã” e das novelas “I Love Paraisópolis”, “A Favorita” e “Caras e Bocas”. No canal GNT, atuou nos seriados “Gente Lesa gera Gente Lesa”, dirigido por Silvio de Andrade; e “Flerte”, com direção de Luciana Alcaraz.

SOBRE CAROLINA STOFELLA

Catarinense, formada em artes cênicas pela CAL em 2001, com MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, trabalhou no teatro com Michel Bercovitch, Thierry Tremouroux, João Brandão, Roberto Alvim, Ricardo Karman entre outros diretores. No cinema, atuou em “A Partilha” de Daniel Filho e “Histórias Íntimas” de Julio Lelis. Na televisão, fez parte do elenco de “Malhação” e “Os Caras de Pau” da TV Globo.

FICHA TÉCNICA

Texto: Jarbas Capusso Filho

Direção e adaptação: Leo Gama
Elenco: Mitzi Evelyn e Carolina Stofella

Iluminação: Aurélio de Simoni

Cenografia: Pati Faedo

Figurinos: Marie Salles

Trilha original: João Paulo Mendonça

Preparação de elenco: Ana Abbott

Visagismo: Deborah Rocha

Direção de produção: Rafael Fleury

Coordenação geral: Márcio Costa

Assistente de direção e standin: Carolina Taulois

Cenotécnico: Pará Produções

Iluminador assistente: Guiga Ensa

Alfaiate: Bené Cardoso

Bordadeira: Ale Miranda

Costureira: Fafá Casado

Pintura em tecido: Piscila Pires

Foto Still: Serginho Carvalho

Programação visual: Thiago Ristow

SERVIÇO | ALICES

Estreia no dia 16 de maio

De 16 de maio a 28 de junho

Terças e quartas, às 21h.

Teatro do Leblon – sala Marília Pêra (Rua Conde de Bernadote, 26 – Leblon)

Preço: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Informações: (21) 2529-7700

Capacidade: 408 lugares

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Gênero: Drama

“Entregue seu coração no recuo da bateria” na Sala Baden Powell

Ninguém duvida de que o Brasil é o país do carnaval, mas “Entregue seu coração no recuo da bateria” nos lembra ainda melhor de que nascemos em uma nação feita de homens e mulheres que se apaixonam. É uma delícia ver esse espetáculo. Aplausos! (trecho da crítica de Rodrigo Monteiro).

“Entregue Seu Coração no Recuo da Bateria” é daqueles espetáculos que faz-nos deixar o teatro leves e contentes. Uma bonita história, bem desenvolvida e muito bem encenada. Foi lindo ter visto o teatro cheio e com um público verdadeiramente entusiasmado. Aplaudo de pé!” (trecho da crítica de Renato Mello, do Botequim Cultural).

É Carnaval no Rio. O mestre-sala Claudinho já está na concentração da escola de samba, à espera de mais um glorioso desfile na Marquês de Sapucaí, ao lado da sua mulher, a porta-bandeira Ceci. Mas, cansada do jeito mulherengo do marido, ela decide terminar o casamento – e se recusa a entrar na avenida. Assim começa o espetáculo Entregue seu coração no recuo da bateria, que, depois de três bem-sucedidas temporadas no Centro e na Zona Norte, chega ao palco da Sala Baden Powell, na Zona Sul, dia 1º de junho.

Com direção de Joana Lebreiro e elenco que reúne os atores Pedro Monteiro, Gabriela Estevão e Jorge Luiz Jeronymo (locutor oficial da Estação Primeira da Mangueira), a peça faz uma grande homenagem à Sapucaí, às grandes histórias de amor e à força feminina. 

Com texto de Pedro Monteiro, idealizador do projeto, e Marcus Galiña, o espetáculo resgata a trajetória do relacionamento entre Ceci e Claudinho, traçando um paralelo com os quesitos de avaliação de um desfile de escola de samba na Marquês de Sapucaí. “Depois de montar os espetáculos Os Ruivos, que tratava do preconceito; Funk Brasil – 40 anos de baile, homenagem ao gênero; e Um de nós, cujo tema era a busca de um sonho, quis contar uma história de amor em um ambiente onde a mulher é tratada como uma rainha”, explica Pedro Monteiro. “Criar essa história dentro do universo do samba veio naturalmente, já que tenho uma ligação afetiva com o gênero desde criança, quando frequentava os bailes infantis do Bairro de Fátima na década de 80”.

Em sua terceira parceria com Pedro, Joana Lebreiro avalia que a peça toca no tema da memória, objeto de estudo da diretora em cena e em sala de aula. “O personagem do Jeronymo, o Dionísio, carrega com ele a história do samba”, observa Joana. “O que mais me emociona neste espetáculo é justamente o fato de ele tratar de um episódio que se passa nos bastidores de um desfile. A gente começa a imaginar quantas tramas de amor e dor existem no Carnaval na Sapucaí”. Quem conhece muitas dessas histórias é o ator e radialista Jorge Luiz Jeronymo, que interpreta um diretor de harmonia no espetáculo, e na vida é a voz oficial dos ensaios da Mangueira há uma década. “Como a Joana diz, meu personagem é um griot do Carnaval, ou seja, o personagem que leva consigo todas as tradições daquele universo. E esse é um universo do qual eu faço parte de verdade desde os 14 anos”, acrescenta Jeronymo.

A atriz Gabriela Estevão – que, pela segunda vez, forma um casal com Pedro Monteiro no teatro – também faz parte do universo do samba carioca. Ano passado, ela foi eleita musa do Carnaval de rua pelo jornal O Globo pela atuação como porta-bandeira do bloco Meu Bem, Volto Já. Apesar da experiência, na hora de viver uma porta-bandeira no teatro, foi preciso estudar muito. “Minha maior preocupação foi a questão técnica. A porta-bandeira na avenida é uma rainha, por isso fiz questão de estudar todos os movimentos e a postura correta”, lembra a protagonista, que ressalta ainda a importância que o espetáculo dá à luta feminina. “O texto foge dos estereótipos ligados à mulher e isso deixa toda a equipe mexida”.

Para levar para o palco a fidelidade do desfile, a porta-bandeira Selminha Sorriso, há mais de 20 anos na Beija-Flor, foi convidada para o posto de preparadora de dança do casal na peça. É o primeiro trabalho dela no teatro. “Foi mais um desafio na minha carreira, deu um frio enorme na barriga. Ao mesmo tempo, fiquei muito emocionada porque várias dos episódios que eles contam em cena fazem com que eu me lembre da história da minha vida, da minha paixão de desfilar”, conta Selminha. Também fazem parte da equipe Marieta Spada (cenário e figurino), Marcelo Alonso Neves (direção musical), Nathália Mello (diretora de movimento), Fernanda Mantovani e Thiago Mantovani (iluminadores) e Brunna Napoleão (assistente de direção). O projeto é assinado pela Animart Produções e por Pedro Monteiro.

A trilha sonora, que reúne sambas-enredos que fizeram sucesso na avenida entre 1984 e 2015, será como um quarto personagem na peça, responsável por mexer com as emoções e lembranças de todo o público presente.

Ficha Técnica:

Texto: Pedro Monteiro e Marcus Galiña

Direção: Joana Lebreiro

Elenco: Gabriela Estevão, Pedro Monteiro e Jorge Luiz Jeronymo.

Cenário e Figurino: Marieta Spada

Direção musical: Marcelo Alonso Neves

Diretora de Movimento: Nathália Mello

Iluminação: Fernanda Mantovani e Thiago Mantovani

Assistente de direção: Brunna Napoleão

Direção de Produção: Jenny Mezencio

Produção: Pedro Monteiro

Serviço

Entregue seu coração no recuo da bateria

Sala Baden Powell: Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 360

Telefone: 2555-1067

Dias e horários: 5ª e 6ª, às 20h.

Preço: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Lotação do teatro: 470 pessoas

Duração: 1h15.

Classificação indicativa: 10 anos

Funcionamento da bilheteria: 4ª a domingo, das 15h às 21h.

Temporada: de 1º de junho a 28 de julho.

“Janis” no Oi Futuro

O espetáculo Janis, monólogo musical sobre Janis Joplin, estreia no dia 25 de maio no Oi Futuro Flamengo, com Carol Fazu no papel-título. A peça vai mostrar a trajetória de Janis Joplin, a cantora com voz forte e marcante, lembrada pela atitude rebelde da geração beat, os temas de dor e perda de suas músicas, que transformaram a menina que cantava no coro local de sua cidade no Texas na principal voz branca de rockblues de todos os tempos.

Idealizado por Carol Fazu, fã de Janis, o espetáculo traz uma dramaturgia inédita de Diogo Liberano, direção de Sergio Módena, direção musical de Ricco Viana e cenografia e figurinos de Marcelo Marques. Carol estará sozinha no palco, acompanhada de cinco músicos, evocando Janis, que marcou uma geração e é reverenciada até hoje como uma de nossas maiores cantoras.

Janis traz uma dramarurgia que mistura aspectos biográficos e ficcionais e texto entremeado de canções, em que a atriz vai à essência e às emoções do personagem, sem reproduzir nem imitar a cantora. “Essa Janis é uma junção de muitos pontos de vista sobre a vida da cantora. Tem um pouco das minhas experiências, um tanto de invenção, muitas falas ditas originalmente por Janis e também aquilo que a própria atriz Carol Fazu trouxe ao projeto”, descreve o dramaturgo.

Em cena, uma trama inédita e original inspirada na vida e obra de Janis Joplin, personagem intensa, contestadora, que não abriu concessões e foi um retrato de sua geração e da contracultura dos anos 60.  Está lá o universo da cantora, sua vida, as emoções que experimentou pela vida e suas refexões sobre solidão, ambição, sucesso, amor, sexo, culpa, rejeição e família. Sentimentos atemporais, comuns a todos nós hoje. Com 14 músicas, é um espelho do que ela vivenciou na vida e colocou em suas canções, que são sucesso até hoje. 

 

Neste monólogo musical Carol faz uma homenagem a Janis, interpretando as histórias permeadas por suas canções como Cry Baby, Little Girl Blue, Kozmic Blues, Maybe, Me and Bobby McGee, Piece of my Heart, Mover Over, Mercedez Benz, Tell Mama e Try (Just a Little Bit Harder).  

Sobre Janis Joplin

Janis Joplin cresceu no Texas ouvindo músicos de blues e cantando no coro local. Fez de sua voz a sua caracterísitca mais marcante, tornando-se um dos ícones do rock psicodélico e dos anos 60. Todavia, problemas com drogas e álcool encurtaram sua carreira. Morta em 1970, aos 27 anos, de uma overdose de heroína possivelmente combinada com os efeitos do álcool, Janis cultivou uma atitude rebelde e se vestia como os poetas da geração beat.

 

O sucesso veio depois de suas apresentações no Festival Pop de Monterey em 1967, quando se transformou numa estrela. Mais. Provou que branco podia cantar blues. Também exibiu outro tipo de beleza e sensualidde, que nada tinham a ver com as mocinhas bem-comportadas. Enquanto cantava, virava a cabeça como se estivesse chicoteando com os próprios cabelos. O público se apaixonou por ela e Janis, mais do que uma cantora, se transformava no símbolo feminino do rock.

 

Seu quarto e último álbum Pearl foi lançado seis meses após sua morte e alcançou o primeiro lugar nas paradas com Me and Bobby McGee. E o sucesso continuou. Janis Joplin passou à condição de mito. 

 

Solitária no meio da multidão, frustrada no auge do sucesso, Janis Joplin, a menina do Texas, não conseguiu sobreviver às pressões da vida. Mas sua fulminante trajetória bastou para trazer para o rock, definitivamente, a emoção do blues sem meias palavras, a sensualidade explícita, a tristeza cortante. E a sensação de que viver é correr todos os riscos. 

 

Sinopse

Janis é um monólogo musical que evoca a emblemática figura da cantora norte-americana Janis Joplin, falecida em 1970, aos 27 anos. Em cena, a atriz Carol Fazu, dirigida por Sergio Módena, numa dramaturgia original de Diogo Liberano, se apresenta numa trama que combina as canções mais icônicas de Joplin, fatos de sua biografia e o encontro com o público presente. Nesse encontro, temas como a fama e o sucesso, família, liberdade, o amor e a solidão, abrem uma reflexão sobre o ser humano, o seu estar no mundo e a importância de ser quem se é.

Carol Fazu

Carol estudou música na Escola de Música de Brasília e depois teatro (Tablado) e cinema e TV (Artcênicas), no Rio de Janeiro, onde fez cinema, novelas, séries e teatro. Na TV fez as novelas Insensato Coração, Escrito nas Estrelas e Viver a Vida, a minissérie A Téia, e os seriados Cilada, A Grande Família, Tapas e Beijos, Lolô e Tavinho e Sangue Bom, na TV Globo, e Por isso Sou Vingativa e Uma Rua Sem Vergonha, no Multishow.

No teatro seus últimos espetáculos foram Mulheres de Caio, peça baseada em quatro histórias do escritor Caio Fernando Abreu, com direção de Delson Antunes, e Anônimas, com direção de Roberto Naar. No cinema trabalhou com os diretores Lula Buarque de Hollanda (O Vendedor de Passados), Breno Silveira (Gonzaga, de Pai para Filho) e Flávio Tambellini (Malu de Bicicleta).

Carol se interessa também pela escrita; estudou roteiro com os globais Márcio Trigo e Celso Taddei, é autora do curta Oito, da peça Ainda não Terminei de Gostar de Você (coautora com Marcélli Oliveira, roteirista do Zorra), e é integrante do núcleo de criação para audiovisual da FM Produções. Em 2014, realizou seu primeiro trabalho internacional, a série Revê Sans Faim, uma coprodução França/Costa do Marfim.

Sergio Módena

É bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp é também formado pela École Philipe Gaulier, em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes como diretor são: Os Vilões de Shakespeare, de Steven Berkoff, Bossa Nova em Concerto, pocket musical com roteiro dele e de Rodrigo Faour, Esse Vazio, de Juan Pablo Gomez, Como Me Tornei Estúpido, adaptação da obra de Martin Page feita por Pedro Kosovski, O Último Lutador, de Marcos Nauer e Tereza Frota, Ricardo III, de William Shakespeare, A Arte da Comédia, de Eduardo De Filippo, Politicamente Incorretos, Forró Miudinho, Bossa Novinha – A festa do pijama e Sambinha, musicais de Ana Velloso; A Revista do Ano – O Olimpo Carioca, de Tânia Brandão, As Mimosas da Praça Tiradentes, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche e o show Paletó de Lamê – Os Grandes Sucessos (dos outros).

Adaptou o conto O Soldadinho e Chumbo, de H. C. Andersen para o espetáculo O Soldadinho e a Bailarina, em parceria com Gustavo Wabner, com Luana Piovani e direção de Gabriel Villela. É sócio fundador da Trupe Fabulosa Produções Artísticas, em parceria com os atores Gustavo Wabner e Érika Riba.

Seus últimos trabalhos receberam mais de trinta indicações e treze prêmios nas principais premiações do Rio de Janeiro: Ricardo III (Cesgranrio, Shell, APTR, FITA e APCA-SP), A Arte da Comédia (Cesgranrio, Shell, FITA e APCA-SP) e os musicais Sambinha e Bossa novinha (prêmios Zilka Salaberry e CEBTIJ). Em 2016 ganhou o prêmio CBTIJ de melhor direção por “Forró Miudinho” (o musical saiu vencedor também em mais cinco categorias, incluindo espetáculo, texto, coletivo de atores e coreografia).

Diogo Liberano

Graduado em Artes Cênicas – Direção Teatral e Mestre em Performance e Teatro pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É professor da Faculdade CAL de Artes Cênicas, dramaturgo-coordenador do Núcleo de Dramaturgia SESI Rio de Janeiro e diretor artístico e de produção da companhia carioca Teatro Inominável, junto a qual assina a curadoria e a direção artística da Mostra Hífen de Pesquisa-Cena, Mostra Bienal de Artes da Cena, desde 2012.

Como dramaturgo, dentre quase 30 peças escritas e encenadas, destacam-se: Sinfonia Sonho (2011) do Teatro Inominável, Maravilhoso (2013) com direção de Inez Viana, LaborAtorial (2013) em comemoração aos 25 anos da Cia dos Atores, com direção de Cesar Augusto e Simon Will, O Narrador do Teatro Inominável, Inquérito (2015), dramaturgia que integra o espetáculo Real – Uma Revista Política do grupo Espanca! de Belo Horizonte/MG, e Os Sonhadores (2016) dirigida por Vinicius Arneiro. Como diretor, dentre 20 peças encenadas, destacam-se Sinfonia Sonho (2011), Vermelho Amargo (2013), de Bartolomeu Campos de Queirós, Uma Vida Boa (2014), de Rafael Primot, O Narrador (2015), A Santa Joana dos Matadouros (2015) com Marina Vianna, e O Leão no Aquário (2017) com a Minha Nossa Cia de Teatro de Curitiba/PR.

Por seu trabalho foi indicado aos principais prêmios de teatro do Rio de Janeiro: Prêmio Shell (em 2015, pela dramaturgia de O Narrador e, em 2016, pela de Os Sonhadores), Cesgranrio (em 2015, pela dramaturgia de O Narrador e pela direção de A Santa Joana dos Matadouros, junto com Marina Vianna e, em 2016, pela dramaturgia de Os Sonhadores), APTR (em 2013, pela dramaturgia de Maravilhoso) e Questão de Crítica (em 2012, pela direção de Sinfonia Sonho e pela curadoria e direção artística da Mostra Hífen de Pesquisa-Cena).

Ficha Técnica

Idealização e interpretação: Carol Fazu

Dramaturgia: Diogo Liberano

Direção geral: Sergio Módena

Direção musical: Ricco Viana

Cenografia e figurinos: Marcelo Marques

Iluminação: Fernanda Mantovani & Tiago Mantovani

Banda: Marcelo Muller (baixo), Arthur Martau (guitarra), Eduardo Rorato (bateria), Gilson Freitas (saxofone) e Antônio Van Ahn (teclado)

Programação visual: Cacau Gondomar e Bruno Sanches

Direção de produção: Alice Cavalcante e Ana Velloso

Produção executiva: Alice Cavalcante, Ana Velloso e Vera Novello

Produção e Realização: Sábios Projetos e Lúdico Produções

Serviço

Espetáculo: “Janis” – monólogo musical com Carol Fazu

Dramaturgia: Diogo Liberano

Direção: Sergio Módena

Local: Teatro Oi Futuro Flamengo (Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo/RJ- Tel.: (21) 3131-3060)

Estreia: 25 de maio de 2017, quinta-feira

Temporada: de 26 de maio a 16 de julho de 2017, de quinta a domingo às 20h

Preço:  R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Duração: 80 minutos

Capacidade: 63 lugares

Classificação: 14 anos

“Chama no Azeite” no Teatro dos Grandes Atores

Após o sucesso do “Talk-Show de Bola”, visto por mais de 80.000 pessoas nos principais palcos cariocas, a partir de 09 de Junho de 2017 o time do POP BOLA ESPORTE CLUBE volta aos palcos com espetáculo inédito “Chama no Azeite”. Seguindo o formato stand-up comedy, em cena Alexandre Araújo, Alexandre Tavares, Lopes Maravilha, Alex Calheiros e Frajola contam histórias diversas. Além do futebol e atualidades do mundo esportivo, os humoristas vão caricaturando o cotidiano e as relações humanas, abordando temas que geram identificação e interação com a plateia de forma leve e divertida.

No palco, duas mesas e quatro cadeiras dão vida ao cenário. O espetáculo conta com sonoplastia ao vivo, no estilo radiofônico, em todas as apresentações, acompanhando cada história com sons e músicas, muitas vezes no improviso.

OS HUMORISTAS

 

ALEXANDRE ARAÚJO

Jornalista, radialista, roteirista e compositor, é o apresentador do programa. Fora do humorístico esportivo, já passou pela Fox Sports, Canal Viva, Multishow , Sportv, Record, Premiere Combate. Em rádio, já trabalhou em emissoras como: Bradesco Esportes, OI FM, FM O Dia, MPB FM, Globo AM, Band AM SP, Rádio 9 de Julho, Estadão, entre outras. É tricolor assumido, sem duplo sentido, e torcedor da boa São Clemente.

ALEXANDRE TAVARES

Radialista, é o representante da nação rubro-negra. Dono de uma potente voz grave, sucesso em cabarés e boates de Copacabana, presta inúmeros serviços  como Mestre de Cerimônia nos principais eventos do país. Tatá também está todos os dias na JB FM.  Há quem diga que a idade é grande culpada pela lenda de que não sabe o hino completo do Flamengo.

LOPES MARAVILHA

Radialista e botafoguense, é o criador de inúmeros bordões, como: “Olha o Malte” e “Escorregar não é cair”. Quase um senhor de meia idade, Lopes tem tolerância zero com ouvintes, animais e companheiros de trabalho. Homem de sorte, só passou por grandes empresas (Mesbla, Sapasso, Banco Nacional), ajudando a falir todas antes de chegar ao Pop Bola. Antes de brilhar no rádio, Lopes era crooner do grupo “Gostoso é assim”.

ALEX CALHEIROS

O caçula da turma tem estrela. O barbudo foi escolhido após um longo e doloroso processo de seleção. Mal chegou e seu time foi campeão após 12 anos. Calheiros é roteirista, jornalista e publicitário, e adora filmes cults. Figurinha fácil nos jogos do Vasco é facilmente identificado pelo seu chapéu estilo Crocodilo Dundee do nordeste. Falem mal dele, mas nunca de seu time.

FRAJOLA

Frajola é o mais novo membro intumescido do grupo. Eterno suplente de Toni Platão, o homem que corre atrás do Piu-Piu honra a fama e defende o Fluminense com unhas bem feitas e dentes careados. O tricolor é conhecido por usar “enfim” em todas as frases e é uma aposta da base do Pop Bola. Frajola é o organizador do tradicional “Freak of the Year”, tradicional festa do jocoso programa.

SOBRE O POP BOLA

O programa, que em 2017 comemora 15 anos, já esteve presente em diversas rádios: Rádio Cidade, FM O Dia, MPB Fm, Bradesco Esportes e Oi Fm, sempre líder de audiência. Atualmente faz parte da programação da Rádio Globo (FM 98,1 / AM 1220), sendo líder absoluto de audiência, com dois programas (de segunda a sexta das 16h às 17h, e domingos das 20h às 22h).

Foi escolhido como melhor programa de rádio (Prêmio Escola de Rádio 2009, 2012 e 2015). O POP BOLA é tricampeão!

Pioneiros no formato para rádio, o POP BOLA dá voz a arquibancada e usa o bom humor afiado desde sua estreia em 2002, carregando uma legião fiel de seguidores.

Inicialmente conhecidos como “Rock Bola” (na Rádio Cidade), em 2013 o grupo mudou de nome e passou a ser chamado de POP BOLA. Os integrantes originais e o formato consagrado foram mantidos até 2015, ano em que foi realizado o maior reality show da história do rádio.

Mas enganam-se os que associam o POP BOLA apenas ao futebol e ao rádio. Os representantes dos quatro grandes clubes cariocas também passeiam por outras modalidades esportivas e outras mídias: dos boletins de MMA até as paralimpíadas, além de assuntos do momento, novelas e curiosidades. Conteúdos bem-humorados nos mais variados suportes midiáticos, com comunicadores por excelência que também atuam na TV, teatro, eventos institucionais e na internet.

SERVIÇO

Temporada: 09 de Junho a 29 de Julho de 2017.

Local: Teatro dos Grandes Atores

Endereço: Avenida das Américas, 3900 – Barra da Tijuca (Shopping Barra Square)

Telefone: (21) 3325-1645

Horário: Sextas e sábados, às 23h.

Valor do Ingresso: R$70,00 (inteira)/ R$35,00 (meia)

Capacidade: 336 lugares

Gênero: Stand-up comedy

Classificação: 18 anos

Duração: 75 minutos

FICHA TÉCNICA

Texto e Atuação: Alexandre Araújo, Alexandre Tavares, Alex Calheiros, Frajola e Lopes Maravilha

Iluminação: Frederico Eça

Fotos de Divulgação: Pedro Arantes

Design Gráfico: Marcello Queiroz

Direção de Produção: Caio Bucker

Produção Executiva: Ricardo Fernandes

Assessoria de Imprensa: Dois Pontos Assessoria

Realização: Bucker Produções Artísticas e Pop Bola

 

SOBRE A DIREÇÃO DE PRODUÇÃO

CAIO BUCKER

Formado em Cinema e mestrando em Filosofia da Arte, é o produtor do espetáculo. Vascaíno, tem mais de 10 anos de carreira, tendo trabalhado com grandes nomes do humor, como Bemvindo Sequeira, Nany People, Charles Paraventi, Claudia Rodrigues, Fernando Ceylão, Gorete Milagres e Zéu Britto. No teatro, produziu diversos espetáculo, entre eles “Acepipes”, “Deixa Solto”, “Então…Nany People Deu no que Deu” e “Garotos”. Atualmente, está em turnê com os espetáculos “Delírios da Madrugada”, “Filódaemprego.com” e “Baker Street 221B”.

Cia Urbana de Dança da coreógrafa Sônia Destri estreará espetáculo 25 de maio – SESC Ginástico – Cinco Passos Pra Não Cair no Abismo

 “Cinco passos pra não cair no abismo” | Companhia Urbana de Dança – Esse trabalho fala das histórias que são possíveis mudar e tantas outras, quase todas, que ainda continuam sendo as mesmas. Pensando no texto do Caio Fernando Abreu “Vórtice, voragem, vertigem“, a coreógrafa Sonia Destri Lie e os dançarinos da Companhia Urbana de Dança desenvolveram a nova criação que, de acordo com Sonia, deveria ter se chamado “voragem“ – aquilo que sorve ou devora, pois é assim que a companhia se sente, tanto no abismo dos perigos de ser periférico, quanto os de estrelas falsas e de beijos e desejos.
Aqui não há sinais de que o grupo vá desistir de sua história de 12 anos mesmo diante das dificuldades: a ideia é dançar para não cair em nenhum desses abismos.
Uma das mais atuantes na cidade do Rio de Janeiro, a Companhia Urbana de Dança reúne oito dançarinos negros, que buscam na linguagem urbana e nas técnicas contemporâneas o caminho para suas criações. A Companhia começou sua carreira no Espaço SESC e em Festivais como Biennale de Lyon e o Festival de Biarritz.

Vídeo:

Ficha técnica

Coreografia : Sonia Destri Lie e Companhia Urbana de Dança

Direção artística e dancing design: Sonia Destri Lie

Elenco: Tiago Sousa, Miguel Fernandes, Andre Virgilio, Rafael Balbino, Julio Rocha, Jessica Nascimento e Johnny Britto

Produção musical: Rodrigo Marçal

Operação de luz e som: Ton Bernardesi Assistência de direção: Tiago Sousa

Ensaio e assistência de coreografia: Miguel Fernandez

Assistência de Produção: Jessica Nascimento /Criação de luz : Renato Machado

Assessoria de imprensa: Claudia Bueno

Serviço:

Teatro Sesc Ginástico – Av. Graça Aranha, 187 – Centro, Rio de Janeiro

Quinta-feira a sábado – 25 a 27 de maio – 19h

 domingo –  28 de maio  – 18h

Classificação indicativa para maiores de 14 anos

Duração: 45 minutos

Ingressos: R$ 25 / R$ 12

Casa Quintal de Artes Cênicas promove Oficina Sortida: Duda Maia, Janaina Azevedo e Michel Bercovitch

Criada pela atriz Bianca Byington, a Casa Quintal de Artes Cênicas realiza, nos dias 27 e 28 de maio (sábado e domingo), a Oficina Sortida. Trata-se da primeira oficina totalmente idealizada, produzida e bancada pela Casa – nas diversas outras realizadas desde a inauguração, em julho de 2016, o imóvel apenas serviu de espaço para que outros artistas ministrassem suas próprias aulas.

Como o nome sugere, três profissionais de áreas artísticas distintas vão conduzir a Oficina Sortida: Duda Maia, Janaina Azevedo e Michel Bercovitch. A ideia está ligada à proposta central da Casa Quintal: promover encontros. Serão dois dias de programação (confira abaixo).

Duda Maia apresenta “O corpo que brinca e joga”, que busca a conscientização da estrutura física do aluno, a partir de noções básicas de sua anatomia. “A libertação do som”, de Janaina Azevedo, tem como objetivo promover o encontro entre voz, corpo e espaço para alcançar a liberação de sons reprimidos. Já o ator e diretor Michel Bercovitch ministra a oficina “A atriz, o ator e as palavras” que visa investigar a importância da palavra no universo cênico, através de exercícios e jogos, improvisações e criação, partituras e musicalidade.

A cada mês, a Casa promoverá uma nova programação. As inscrições estão abertas a todos os interessados, sendo da área artística ou não, e podem ser feitas pelo e-mail oficinasortida@gmail.com. O valor é de R$ 300. Mais informações pelos telefones: (21) 7819-0155 e 9 8298-9001 (Whatsapp). A Casa Quintal das Artes Cênica fica na Rua Silvio Romero, 36 – Lapa.

Confira abaixo a programação de ambos os dias:

10h Café da manhã na Casa

10h30 Duda Maia

13h Almoço livre (o participante pode levar sua refeição ou sair para almoçar)

14h Sesta

14h30 Janaina Azevedo

16h30 Lanche na Casa

17h Michel Bercovitch

20h Encerramento

BAR aberto até 22h

Thammy Miranda estreia no teatro a comédia “T.R.A.N.S. – Terapia de relacionamentos amorosos neuróticos sexuais” na 5ª Mostra de Teatro Tiradentes em Cena – MG

Conhecido do grande público do grande público por assumir sua nova identidade de gênero, Thammy Miranda, ao lado da namorada Andressa Ferreira, fará a estreia nacional do espetáculo T.R.A.N.S – Terapia de Relacionamentos Amorosos Neuróticos Sexuais no dia 26 de maio durante a 5ª Mostra de Teatro Tiradentes em Cena. Com entrada FRANCA, a estreia acontece às 19h no SESI Tiradentes – Centro Cultural Yves Alves.

Com texto de Carlos Verahnnay, que também dirige e atua, T.R.A.N.S. retrata de forma leve e engraçada a história antagônica de um casal de classe média do Rio de Janeiro. A montagem reúne humor, sexo, filosofia e assuntos atuais numa trama envolvente, retratando a história do casal Rafael e Jéssica, que vê sua crise no relacionamento se acentuar com a chegada do filósofo Gustavo, trazendo muitos segredos consigo.

Em cena, Rafael (Thammy Miranda) surfista filhinho de papai, que não estuda, não trabalha, só pensa em curtir a vida, malhando e fazendo muito sexo, é convencido por Jéssica (Andressa Ferreira), estudante de Psicologia, a procurar uma analista para tentar entender melhor esse universo em que se encontra. Porém a terapia parece não fazer efeito, pois Rafael, como em tudo na sua vida, acaba não levando para sua analista os problemas que realmente afetam o seu relacionamento com Jéssica. A crise entre o casal se acentua com a chegada do amigo Gustavo (Carlos Verahnnay) que, sem querer, através de citações filosóficas, faz com que Jéssica se encante por ele.

“O ritmo das cenas terão a agilidade que nossa vida cotidiana de hoje está demandando, desta forma o espetáculo deixa “o seu recado”, de forma leve, bem humorada, deixando algumas mensagens que hoje em dia ainda discutimos de forma efusiva. O que poderia ser normal, no século XXI, infelizmente ainda não é, por esse motivo resolvi levantar em T.R.A.N.S essas questões, para que através da arte continuemos os debates desses assuntos. Artisticamente este espetáculo vem para, se não mudar, criar um rebuliço na cena carioca de 2017.” Carlos Verahnnay – autor, diretor e ator da peça.

A 5ª Mostra de Teatro Tiradentes em Cena acontece de 19 a 27 de maio, na cidade mineira de Tiradentes celebrando, nesta edição, a diversidade e a tolerância como temas. Duas grandes figuras do cenário teatral nacional: Amir Haddad e Tizumba serão os homenageados durante a Mostra que, ao longo de nove dias, apresentará mais de 20 espetáculos, além de rodas de conversas com convidados da área cultural, exposições, oficinas e lançamentos de livro.

Ao abordar a temática da tolerância, e consequentemente da diversidade, a mostra trará à cena as questões de identidade de gênero e orientação sexual, temas que têm despertado a curiosidade do público e muito discutido atualmente no país.

– A diversidade, a tolerância, a diferença, são questões que dão margem para inúmeras discussões, sejam sexuais, religiosas, sexistas ou de raça. Fizemos uma curadoria que abrangesse ao máximo os temas e que gerasse uma reflexão no público. Acredito que esta seja uma das funções da arte – Conta a idealizadora do Tiradentes em Cena, Aline Garcia.

Confira toda a programação através do site www.tiradentesemcena.com.br

PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÃO.

SINOPSE SUGERIA

“T.R.A.N.S. – Terapia de Relacionamentos Amorosos Neuróticos Sexuais” reúne humor, sexo, filosofia e assuntos atuais numa trama envolvente, retratando a história do casal Rafael e Jéssica, que vê sua crise no relacionamento se acentuar com a chegada do filósofo Gustavo, trazendo muitos segredos consigo.

FICHA TÉCNICA

Texto e direção: Carlos Verahnnay

Elenco: Thammy Miranda, Andressa Ferreira e Carlos Verahnnay

Direção de movimento: Maria Pia

Cenografia: José Dias

Figurino: Ingrid Pedroza

Iluminação: Patrícia Ferraz

Trilha sonora: Paulo Téspis

Fotografia: Helmut Hossmann

Projeto gráfico: Paulo Téspis

Assistente de produção: Bia Niz e Fernando Oliveira

Direção de produção: Carlos Verahnnay

Assessoria de imprensa: Minas de Ideias

Agência de publicidade: Fermento Mídias e Alternativas

SERVIÇO

Estreia NACIONAL: 26 de maio

Local: SESI Tiradentes – Centro Cultural Yves Alves

Endereço: R. Direita, 168 – Centro, Tiradentes – MG – Telefone: (32) 3355-1604

Horário: 19h

Duração: 75 min.

Classificação: 16 anos

Preço: GRATUITO

Gênero: Comédia