Cartas para Gonzaguinha – Em Concerto

Esta semana, o Teatro Riachuelo Rio recebe em seu palco o show “Cartas para Gonzaguinha – Em Concerto”, que faz uma breve passagem pelo ano de 1981, ainda sob um regime ditatorial e diante de uma grave crise econômica no Brasil. Na história que será contada por um talentoso elenco em transmissões online entre os dias 04 e 07 de março (qui-sáb: 20 / dom: 19h), trabalhadores de uma fábrica lutam por melhores condições de vida e emprego, e mandam cartas para Gonzaguinha respondendo à pergunta “O que é a vida?”, com a promessa de contribuírem para a letra da música que se tornou, posteriormente, um dos maiores sucessos de toda a sua carreira e um marco na luta por direitos. Os profissionais relembram conflitos vividos durante os últimos anos da ditadura no Brasil, interpretando outras canções do cantor e compositor.

Serviço:

Cartas para Gonzaguinha – Em concerto (Live)

Datas: De 04 a 07 de Março, quinta a sábado às 20h e domingo às 19h 
Transmissão pela plataforma do Teatro Riachuelo

Vendas Online: https://site.bileto.sympla.com.br/teatroriachuelorio/ 

Valor: R$ 10,00

Classificação: 14 anos
 Duração: 90m

“A Árvore” on-line no Teatro FAAP

Atriz familiarizada com as linguagens do teatro, cinema e televisão, Alessandra Negrini decidiu, junto com os criativos de seu mais novo trabalho, o híbrido A ÁRVORE, transformar a inquietação em arte e pensar em coisas além da pandemia. Criada durante o isolamento social, a obra de ficção poética estreia dia 26 de fevereiro para 24 apresentações na plataforma digital Tudus de sexta a domingo, integrando a programação online do Teatro FAAP. Produção de Alessandra Negrini e Gabriel Fontes Paiva, texto de Silvia Gomez, criação e roteirização de Ester Laccava, que assina direção com João Wainer. De 26 de fev a 18 de abril, sextas e sábados às 20h e domingos às 19h.

Em seu primeiro solo e segunda produção (a primeira foi Uísque e Vergonha),  Negrini encarna a personagem que, progressivamente, vê seu corpo passar por uma metamorfose e se transformar em uma estrutura vegetal. A atriz enxerga várias camadas dramatúrgicas na história de A, mulher que faz uma espécie de relato de viagem da própria transformação, reinventando assim um estado de espírito. “A Árvore é um relato. Um relato de amor. A personagem A nos conta a sua história, a sua aventura mais íntima e nos oferece o testemunho de ver o seu corpo se transformando em algo outro. As angústias a as alegrias dessa viagem viram palavras e imagens potentes que ela mesma cria. É uma escrita performática, um filme, uma página, uma peça, uma narrativa dessa metáfora de virar algo que não é mais si mesmo. A ideia de virar uma árvore lhe parece bela e necessária e não ha mais como escapar”, elabora Negrini.

Alessandra Negrini costuma brincar dizendo que A Árvore é “a peça que nasceu filme, um produto muito interessante, um produto da pandemia.” Antes da obra estrear, Alessandra pode ser vista no streaming na nova série da Netflix, Cidade Invisível, que mistura thriller e folclore, em oito episódios. Para dar corpo ao trabalho em A Árvore, a atriz uniu-se a Gabriel Fontes Paiva para produzir e ambos aguardaram a escrita do texto proposto por Silvia Gomez, a partir de uma pesquisa da autora – Prêmios APCA e Aplauso Brasil de melhor dramaturgia em 2015 por & ldqu o;Mantenha fora do alcance do bebê” – sobre anomalias, metamorfoses, estranhamentos e delírios, tema de texto anterior escrito para o Centro de Pesquisa Teatral (CPT) em 2019.

Para a direção, Alessandra havia convidado Ester Laccava, com quem trabalhara em Uísque e Vergonha (direção de Nelson Baskerville, 2019)“Conhecia o gênio criativo de Ester, sabia que estaria em boas mãos. Aí veio a pandemia. Ficamos com o projeto parado e Ester topou fazer a peça online.” Um artista nunca vai deixar de se expressar. A pandemia nos obrigou a seguir caminhos fora do planejado e do que estamos acostumados. Isso irá refletir nas pesquisas dos criadores. Foi muito bom trabalhar em novas linguagens e com artistas de outras áreas”, comenta o produtor Gabriel Fontes Paiva

Da biologia à literatura fantástica

O primeiro monólogo da Silvia Gomez, trata de um movimento vertical da personagem, uma mulher que, após uma grande perda, vê seu corpo transformar-se em uma estrutura vegetal. Uma das inspirações de Silvia Gomez veio na forma de imagem. “Um dia, regando uma planta na estante, vi um fio do meu cabelo preso a ela. Pedi para meu filho fotografar e transformei o episódio em textos. Nesta peça, ele disparou a cena da metamorfose, elaborando a sensação de certa forma delirante (ou não, rs) de ter sido agarrada por aquela planta, como se ela tivesse algo a dizer.” Ao sopro da ideia, juntou-se a pesquisa em livros como “Revolu&c cedi l;ão das plantas”, do biólogo Stefano Mancuso. Para Silvia, a peça pergunta sobre nossa relação de amor e ruínas com esta casa, o planeta. “O Mancuso fala sobre como precisamos adotar a metáfora das plantas para pensar nosso futuro coletivo. E talvez tentar sentir como árvore, pensar como árvore e agir como árvore seja uma forma de buscar novas perguntas – e respostas – para essa relação”.

Admiradora do fantástico, conta que tenta fazer com esta peça um agradecimento à literatura fantástica, ao teatro do absurdo e a outras escritas vertiginosas, fontes de formação e alimentação artística, entre elas nomes como Kafka, Murilo Rubião, Ionesco, Clarice Lispector e Silvina Ocampo. “As personagens que escrevo são essas que, de repente, olham para a realidade, mas não cabem mais nela, adentrando então um espaço de delírio que, para mim, é na verdade, extr ema lucidez. Justamente como o real sempre me pareceu – e agora terrivelmente mais – delirante”, completa Silvia Gomez, indicada ao Prêmio Shell de dramaturgia em 2019 por “Neste mundo louco, nesta noite brilhante”. 

Serra da Mantiqueira, um teatro e Centro de São Paulo

Durante os primeiros quatro meses de ensaio, Ester Laccava concebeu, ainda sozinha, a encenação para a câmera, e debruçou-se sobre a criação e a roteirização, e os outros quatro meses seguintes, regeu toda a equipe criativa para a realização e finalização do trabalho. “Fico impressionadíssima com a imaginação da Ester”, elogia Alessandra, ressaltando o trabalho da encenadora. “O processo começou já numa fotossíntese imediata dentro de mim, revendo filmes com outro olhar, já não de espectadora. Foram oito meses intensos de trabalho, sabendo que não poderia ter Tim Burton como referência (risos), e que o teatro viria como origem de tudo, mas não como manifestação re al nesse momento. Deixei meus cavalos soltos para correr nessas duas vias (teatro/cinema) e busquei revelar em imagens, intensões, conexões, fluxos de narrativa, inserções metafóricas, a transformação de um ser humano ao se dar conta que é só no espelho da mãe natureza que nós humanos podemos fazer ainda algum sentido neste planeta”, detalha Ester.  Como numa peça, foram levantados cenário e figurino, além de Ester fazer questão de usar um teatro como locação, o da FAAP, desafiando ainda mais esse híbrido. As externas foram captadas na mata da Serra da Mantiqueira e nas ruas do Centro de São Paulo.

Direção a quatro mãos

Como a intenção não era fazer uma peça filmada, seria fundamental ter o olhar de um diretor de cinema. Assim entrou na equipe criativa João Wainer, “um profissional em quem confio, um artista brilhante, também com sua genialidade.” A partir daí, Ester e João trabalharam juntos na direção. “João Wainer chega para ser o “através” entre encenação e plateia, pois é por meio da câmera que poderemos ter mais público nesse momento, o público seguro em suas casas. Pela primeira vez criei pensando na câmera como moldura da cena, enquadramento detalhado daquilo que entende s er o mais importante para o espectador olhar”, diz Ester, 39 anos de carreira, indicada a Melhor Atriz para o prêmio APCA 2019 por Ossada e indicada ao Shell de Melhor Atriz por A Festa de Abigaiú.

João Wainer conta que entrou no processo como um tradutor para a linguagem do cinema do que estava sendo concebido para o teatro. “Elas me explicavam o que tinham imaginado para a cena e eu apresentava soluções para funcionar na tela do cinema. A parte conceitual, a construção das cenas, foi toda feita nos ensaios pela Ester”, afirma João. O cineasta acredita na qualidade de um produto dirigido a quatro mãos. “Eu e Ester viemos de experiências diferentes e, ao mesmo tempo, absolutamente complementares. Dirigir a quatro mãos é um aprendizado muito interessante,” diz ele, que fez seu primeiro longa de ficção 4X4, com Chay Suede, Mariana Lima e Alexandre Nero, e está na segunda te mporada da série documental sobre o PCC, Primeiro Cartel da Capital.

Para roteiro

Espetáculo – A ÁrvoreIdealização e interpretação – Alessandra Negrini. Texto de Sílvia GomezCriação e roteirização – Ester Laccava.  Direção – Ester Laccava e João Wainer. Direção de Produção – Gabriel Fontes Paiva. Realização: Fontes Realizações Art ísticasProdutores Associados: Alessandra Negrini e Gabriel Fontes Paiva. Assessoria de Imprensa – M. Fernanda Teixeira (Arteplural). Na programação online do Teatro FAAP pela plataforma Tudus. Ingressos – R$30,00.  Duração – 70 min. Classificação etária – 14 anos. Em plataforma digital no Teatro FAAP http://www.teatrofaap.com.br na plataforma da Tudus. http://www.tudus.com.br

De 26 de fev a 18 de abril, sextas e sábados às 20h e domingos às 19h.

O Meu Sangue Ferve Por Você – Nas Telas

Embalado por clássicos do cancioneiro brega, como “Alma Gêmea”, “Sandra Rosa Madalena”, “Garçom”, “Escrito nas Estrelas”, “Você Não Vale Nada, Mas Eu Gosto De Você” e “Evidências”, o espirituoso espetáculo O Meu Sangue Ferve Por Você volta ao cartaz, agora em temporada online, de 26 de fevereiro a 21 de março, com sessões gratuitas de sexta a domingo, às 20h.

Sucesso de público e crítica há mais de 10 anos, o musical estava em cartaz em março do ano passado e teve sua temporada interrompida devido à pandemia. Com roteiro de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Tony Lucchesi, a comédia lotou os teatros por onde passou, ao contar a história de um quadrilátero amoroso que vive intensamente as alegrias e as dores do amor. Nas apresentações atuais, será exibida uma gravação do espetáculo feita no teatro, com opção de assistir também com audiodescrição e intérprete de libras. A nova temporada contará com lives com os atores, oficina sobre criação de projetos culturais e masterclass de humor. O projeto O Meu Sangue Ferve Por Você – Nas Telas tem patrocínio do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

Em cena, os atores Ana Baird, Cristiana Pompeo, Pedro Henrique Lopes e Victor Maia dão vida a quatro personagens: a mocinha virgem, o canalha, a mulher da vida e o bom moço rejeitado, que cantam as alegrias e dores de viver um amor intensamente. Com o espírito das grandes chanchadas, a trama acompanha a inocente Creuza Paula e o cafajeste Elivandro, que vivem uma relação tranquila até a chegada do ex-namorado da moça, Fernando Sidnelson, que vai se meter na vida do casal. A amante de Elivandro, Sandra Rosa Madalena, completa o quarteto que vai passar por momentos românticos, desentendimentos e reconciliações. Uma mistura que faz o público torcer pelo canalha, ter raiva da mocinha e chorar de rir do início ao fim.

O repertório foi atualizado pelo autor Pedro Henrique Lopes e pelo diretor Diego Morais, que incluíram outras canções consagradas de décadas passadas e músicas mais atuais. “A gente tentava brincar só com as músicas do passado, mas as pessoas não se cansam de sofrer por amor e cantar sobre isso, então tivemos que atualizar o roteiro. E tem coisa mais brega e mais atual que dor de cotovelo?”, questiona Pedro.

A temporada contará também com duas “lives” com o elenco nas redes sociais do espetáculo, lembrando casos irreverentes dos 10 anos de história com o espetáculo; a Masterclass “A atriz e o humor”, com Ana Baird, que terá duração de 2 horas (80 vagas); e a Oficina de Criação de Projetos Culturais, com Pedro Henrique Lopes, com duração de 6 horas, em 2 dias (40 vagas).

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

Ficha técnica:

Texto: Pedro Henrique Lopes

Narrações: Cristiana Pompeo

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Tony Lucchesi

Elenco: Ana Baird (Sandra Rosa Madalena), Cristiana Pompeo (Creuza Paula), Pedro Henrique Lopes (Elivandro) e Victor Maia (Fernando Sidnelson).

Design de Luz: Pedro Henrique Lopes eLúcio Bragança Junior

Design de Som: Leonardo Carneiro e Bernardo Nadal

Cenário: Clivia Cohen

Figurinos: Clivia Cohen,Ana Baird e Cristiana Pompeo

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção e Realização: ENTRE Entretenimento

Patrocínio: Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

Serviço:

O Meu Sangue Ferve por Você – Nas Telas

Temporada: de 26 de fevereiro a 21 de março

Dias e horários: Sexta a domingo, às 20h

Ingressos: gratuitos, com retirada pelo Sympla: https://www.sympla.com.br/omeusangueferveporvoce

Duração: 75 minutos

Classificação: Livre

Lives: dias 25/02 e 18/03, às 20h no Instagram @omeusangueferveporvocee

Masterclass: “A atriz e o humor”, com Ana Baird (80 vagas): dia 28/03, 15h às 17h. Inscrições pelo link www.omeusangueferveporvoce.com.br

Oficina: Criação de Projetos Culturais, com Pedro Henrique Lopes (40 vagas): dias 23 e 25 de março, às 18h. Inscrições pelo link www.omeusangueferveporvoce.com.br

CINDERELLA volta em cartaz em São Paulo

Com coreografias adaptadas ao protocolo de ações contra a Covid-19, atores com máscara e a realidade do cotidiano da pandemia inserida no espetáculo, tanto na encenação como no texto, o clássico musical Cinderella reestreia dia 20 de fevereiro de 2021, aos sábados e domingos, em duas sessões, 15h e 18h30, no Teatro Bradesco. Responsável pela direção geral e adaptação, Billy Bond tratou de incluir, em algumas cenas, de forma sutil, marcações ressaltando a importância do uso do álcool gel e do distanciamento social.

O Teatro Bradesco se adaptou ao novo momento e reduzirá sua lotação em conformidade com orientações dos governos municipal e estadual de São Paulo, que originalmente é de 1.459 lugares para 580 pessoas por sessão. A sanitização é feita por uma empresa credenciada e especializada, com produtos específicos sugeridos nos protocolos das autoridades antes dos espetáculos. O protocolo do teatro prevê lugares especialmente reservados para famílias sentarem juntas de forma segura. Serão realizadas sessões acessíveis com Libras dias 20 e 27/2 às 15h.

Uma das histórias de amor mais famosas de todos os tempos ganha uma roupagem contemporânea para encantar todas as gerações. Realização da Campo da Produção e Black & Red Produções. Os ingressos já estão à venda. Confira o serviço completo abaixo.

Sinopse – Depois da morte da mãe, a jovem Cinderella vai viver com o pai na casa da madrasta e suas duas filhas, as três invejosas de sua beleza. Maltratada e obrigada a fazer os serviços domésticos, ainda era alvo de deboches e malvadezas até que encontra sua fada madrinha. Um encanto leva Cinderella ao baile promovido pelo príncipe, que está à procura de uma princesa entre as moças do reino.

Com 26 atores, 16 pessoas no corpo de baile e orquestra ao vivo, o musical tem 180 figurinos e quatro cenários principais. Em Cinderella, em média, 48 profissionais trabalham durante a sessão – do maquiador à produtora, passando por técnicos, atores e bilheteiros. O musical é uma adaptação de Billy Bond e Lilio Alonso para o livro dos Irmãos Grimm. Cinderella tem os diálogos e as músicas cantadas em português, além de efeitos especiais e de iluminação. Para criar o clima e envolver o público no mundo da fantasia, o espetáculo lança mão de recursos como gelo seco, ilusionismo e aromas diferenciados. Telões exibem tecnologia de última geração (como 4D) com o intuito de fazer a plateia se sentir parte do espetáculo. Entre os truques, os destaques são a levitação e o vôo de um fantasma, num recurso ilusionista.

São 37 músicas especialmente compostas para ilustrar as cenas. “Sempre tentamos contar a história como foi escrita originalmente pelo autor. A tecnologia moderna, como os telões de LED, os efeitos especiais, os cenários e figurinos e a música ajudam a narrar a história e a prender o espectador, principalmente as crianças, que são muito inteligentes”, afirma Billy Bond. Billy revela que a partir dos anos 2000 sedimentou seu formato de encenar espetáculos musicais com total liberdade de criação. Italiano naturalizado argentino, o aclamado diretor é também responsável pela encenação de Mágico de Oz, Natal Mágico, Peter Pan, Cinderella e Os Miseráveis, entre outros.

Sobre Billy Bond – O diretor Billy Bond é um dos mais importantes encenadores de musicais para a família em atividade no Brasil. Nome de destaque no cenário do showbizz, o diretor Billy Bond – que morou muitos anos na Argentina – fez carreira no Brasil. É responsável também por produções como O Mágico de Oz, Peter Pan, Branca de Neve, After de Luge, Rent, Les Miserables e O Beijo da Mulher Aranha, entre muitas outras. Billy também foi cantor e produtor de rock. No fim dos anos 60, lotava espaços em meio à ditadura do país com o grupo de hard rock Billy Bond Y La Pesada. Também produzia espetáculos pop. Alguns duramente reprimidos pela polícia, como o que fez em 1972 no Luna Park. Chegou a ter mais de 100 músicas censuradas na época da Ditadura. No Brasil, conheceu a banda Secos & Molhados através do Willie Verdaguer, baixista deles, que era argentino. Quando Ney Matogrosso deixou o grupo, Billy o produziu em carreira solo (por volta de 1975). Na época também atuou como vocalista da banda Joelho de Porco. Produtor responsável pela vinda da banda Queen aos Brasil, nos anos 80. Hoje, à frente da Black & Red Produções descobriu nova fórmula para produzir e dirigir musicais de sucesso que arrebatam cerca de 900 mil espectadores pelo Brasil, sendo mais de 100 mil desses no Teatro Bradesco, nos diversos espetáculos que leva ao centro cultural.

PERSONAGENS

MADRASTRA  –Yasmine Mahfuz. CINDERELLA –Vanessa Ruiz.  PRINCIPE HENRY  – Diego Luri. O REI RUPERT – Luiz  Pacini. IRMà CRISELDA- Luana Marthins. IRMà ANASTÁCIA – Ana Luiza. A FADA BOA- Paula Canterini. NEMESIO ASSISTENTE DO REI – Marcio Yacoff. GUARDA / MENSAJEIRO –Italo Rodrigues.

A CORTE – Corpo de Baille

Alessandra Lorena, Alvaro de Padua, Amanda Portela, Camyla Gimenes, Carla Ribeiro, Luan Oliveira, Luiza Madureira, Marcia Souza, Mayla Betti, Nicole Peticov, Willian Rodolpho.

Crianças do Baile – Clarinha Jordão e Davi Okabe. Ratos – Denis Pereira, Luana Oliveira, Marcia Souza, Willian Rodolpho.

Ficha técnica:

Direção de Dramaturgia: Marcio Yacoff. Arranjos e direção musical: Vila/Bond. Adereços e próteses: Gilbert Becoust. Diretor Vocal: Thiago Lemmos. Designer de Coreografia: Italo Rodrigues. Realização Cenográfica: Cyrus oficinas. Designer de figurinos:  Carlos Alberto Gardin. Designer make up artist: João Boccaletto. Direção Técnica: Angelo Meireles. Fotos:  Henrique Tarricone. Assessoria de Imprensa – Arteplural. Direção Geral de Produção: Andrea Oliveira.

Direção Geral: Billy Bond. ​Realização: Black & Red Produções.

Serviço

CINDERELLA. Dias 20, 21, 27 e 28 de fevereiro, com duas sessões por dia, sábados e domingos, sempre às 15h e 18h30. – Sessões de libras dias 20 e 27/02 às 15h. Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo). Classificação: Livre. Duração: 90min.

http://www.teatrobradesco.com.br

Ingressos

Camarote: R$ 160,00. Camarote Popular: R$ 74,00.

Plateia: R$ 160,00. Plateia Popular: R$ 74,00.

Plateia Superior: R$ 140,00. Plateia Superior Popular: R$ 74,00.

Balcão Nobre: R$ 80,00. Balcão Nobre Popular: R$ 74,00.

Frisa VIP: R$ 80,00. Frisa VIP Popular: R$ 74,00. Frisa: R$ 70,00.

Lei Federal de Incentivo à Cultura

Patrocínio: Cielo. Apoio: Ticket e Coperalcool.

Realização: Campo da Produção, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal – Pátria Amada Brasil

PROTOCOLOS DE SEGURANÇA DO TEATRO BRADESCO

O Teatro Bradesco, em São Paulo, reabriu a partir do dia 7 de novembro seguindo rigorosamente todos os protocolos de distanciamento e higiene sugeridos por órgãos de saúde estaduais e municipais. As medidas adotadas visam maior segurança e serão acatadas tanto pelo público quanto por profissionais do teatro e público.

Confira algumas das medidas de monitoramento, higiene, sanitização, distanciamento e comunicação adotadas:

– sinalizações e demarcações no chão, informando o distanciamento correto;

– medição de temperatura;

– orientação do público sobre chegada antecipada e saída escalonada para sessões com a finalidade de evitar aglomerações;

– álcool em gel disponível em todo interior do teatro;

– higienização dos espaços internos de forma mais frequente e intensa antes, durante e após as sessões;

– espaçamento entre assentos e setores para garantir distanciamento seguro entre o público;

– uso de equipamentos individuais de proteção pelos profissionais que estarão trabalhando;

– uso obrigatório de máscaras faciais para todos que estiverem dentro do teatro.

Além disso, bebedouros podem ser utilizados somente para encher recipientes de uso pessoal. As vendas de alimentos e bebidas no foyer do espaço, bem como o serviço de chapelaria não estão em funcionamento. As sessões de fotos e autógrafos entre artistas e público após os shows ou antes das apresentações, assim como os intervalos dos espetáculos, estão igualmente suspensos por período indeterminado.

A bilheteria física local segue fora de funcionamento. As vendas seguem ocorrendo exclusivamente de forma online e por totens de auto-atendimento na área comum do Shopping. A equipe do teatro, que trabalha nas apresentações, também seguirá protocolos de segurança e higiene, bem como o uso de equipamentos individuais de proteção, troca e descarte adequado.

Tanto em ambientes internos, backstage e salas, quanto nos espaços acessados pelo público, nova comunicação foi feita visando a orientação e atenção aos novos procedimentos e cuidados. As novas sinalizações estão presentes nas tvs, telas, banheiros, mas também para artistas e profissionais que estarão trabalhando no local.

DISTANCIAMENTO SOCIAL DINÂMICO

O distanciamento social dinâmico é adequado e ajustado para cada compra. O mecanismo foi criado para garantir, por meio do sistema no mapa de plateia, o distanciamento adequado entre o público. O sistema utilizado pela plataforma Uhuu (canal de comunicação, venda de ingressos, produtos e serviços) funciona sempre que uma nova compra é feita. Por exemplo, ao se adquirir dois assentos, automaticamente, o sistema fará o bloqueio do entorno dos lugares adquiridos, limitando a venda a nova capacidade da casa.

O SHOPPING

Na fase amarela do Plano São Paulo,  o shopping pode funcionar por 10h, das 12h às 22h.

Vivências de mulheres do interior baiano inspiram espetáculo Sertão Sem Fim, que estreia no Teatro Sérgio Cardoso

Em 2018, a atriz Tertulina Alves retornou à Macaúbas, município localizado no interior da Bahia onde passou parte de sua infância, para dialogar com mulheres que vivem na região e experimentam de diferentes formas as condições do sertão nordestino. Os relatos foram unidos à história da própria Tertulina e se transformaram na peça Sertão Sem Fim, que estreia dia 5 de fevereiro, sexta-feira, 19h, no Teatro Sérgio Cardoso. A dramaturgia é de Rudinei Borges dos Santos e a direção é de Donizeti Mazonas.
 
Na peça, Tertulina interpreta Bastia, personagem que traz em seu corpo essas diferentes formas de se viver o sertão. As mulheres mais presentes na construção da personagem são a avó de Tertulina, Maria Tertulina, que nasceu  no sertão  Bahia, na região de Três Outeiros de Macaúbas e migrou para São Paulo, encontrada recém-nascida em um cesto de palha num curral; Maria Izabel, moradora da comunidade de Três Outeiros de Macaúbas e conhecida até hoje, com mais de 80 anos, como a Rainha das Cavalgadas; e da própria Tertulina Alves, cuja infância no sertão foi marcada por um período de forte seca.
 

   
“Por sua vitalidade, força e imagem mítica – uma verdadeira Iansã – a Dona Izabel – a rainha da cavalgada, como é conhecida na região – se tornou para mim uma referência para a construção de ‘Bastia’, personagem central de Sertão Sem Fim”. Tertulina Alves

 
A história de Bastia é marcada por uma imensa tragédia pessoal: seu marido, o vaqueiro Dão Sálvio, foi covardemente assassinado por fazendeiros da região. O motivo da morte de Dão Sálvio era a prosperidade do casal, que trabalhou duramente durante o período de estiagem e conseguiu adquirir um rebanho de sessenta cabeças de gado. Montada em um cavalo, ela percorre a cidade com o corpo morto do marido, em busca de justiça.
 
“No Sudeste ainda há um imaginário sobre o sertão que o remete quase sempre a seca. Em Sertão Sem Fim buscamos pensar em outras possibilidades de se retratar esse espaço. A Maria Izabel, por exemplo, é uma mulher que foi arrimo de família desde os 10 anos, tendo de trabalhar longe de casa, em espaços onde chovia com mais frequência, para que pudesse trazer sustento para a família”, conta a atriz.
 
Tertulina teve ainda outras conversas marcantes com mulheres de idades e relações distintas com o espaço – incluindo uma jovem de 25 anos que deixou a cidade e mulheres de 45, 75 e 100 anos, sendo essa última a responsável por contar à Tertulina histórias sobre a sua avó, que a atriz perdeu quando era criança.
 
Os relatos foram transferidos para Rudinei, dramaturgo e poeta ficcionista que assina a dramaturgia do espetáculo. “As narrativas, os trajetos e a história oral de mulheres sertanejas que eu sequer conhecia foram um convite sobretudo ao exercício da escuta e da empatia. O que eu tinha em mãos era o registro de áudios, uma voz miúda, quase ao longe, que me contava uma trajetória de luta na terra e pela terra, fragmentos de memórias que testemunhavam a desigualdade social e as injustiças do Brasil profundo”, diz Rudinei.
 
SOBRE A MONTAGEM
O corpo tem um lugar fundamental no processo de criação de Sertão Sem Fim. Donizeti Mazonas, artista com ampla experiência em dança e teatro, foi convidado para assumir a direção da peça e sugeriu, desde o início, propostas que não caíssem em regionalismos ou visões estereotipadas sobre o Nordeste e o sertão.
 
“Nossa questão foi olhar para o universo dessa mulher, nas suas questões que incluíam a falta de chuva, as desigualdades, a dificuldade de construir seu espaço no mundo e as injustiças”, diz Donizeti, complementando que a peça traz o sertão pra dentro da personagem, como se ele fosse também seu corpo. “O texto vem de um espectro de narrativa muito poética, o que ajudou a pensarmos na Bastia como o próprio sertão, sendo ela uma tradução da chuva, da aridez e da natureza”.
 
A peça teve o espaço cênico pensado pelo artista plástico Eliseu Weide e, com poucos objetos a vista, tem a síntese como premissa. “Os elementos são bastante sintéticos para se dar a vastidão e a multiplicidade do que pode ser o sertão”, explica Donizeti Mazonas.
 

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Voltar aos sertões é voltar à aridez da vida, mas é reencontrar
 flor onde há cacto – Rudinei Borges dos Santos
 
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O dramaturgo Rudinei Borges dos Santos conta também sobre outros aspectos que o apoiaram na criação do texto: “Passei dias ouvindo aquelas vozes, labutando para amalgamar os relatos de Tertulina e daquelas matriarcas tão parecidas com a minha mãe e a minha bisavó Eva e, talvez, tão parecidas comigo. Algo aconteceu quando comecei a ouvir os áudios ao mesmo tempo em que contemplava minuciosamente as fotografias de Araquém Alcântara, o maior fotógrafo deste país. É de causar emoção a delicadeza com que Araquém fotografa cada marca no rosto da gente sertaneja. Ali, naquele encontro entre palavra e imagem, nasceu Sertão Sem Fim, uma composição ficcional inspirada na vida e na residência de pessoas esquecidas num Brasil em frangalhos”.
 
Para Tertulina, a peça também estabelece um ponto de empatia com o público ao expor na cena a história de uma mulher que vai atrás de justiça. “Essa mulher passou anos construindo uma história com inúmeras dificuldades e esse algo foi ceifado. Esse corte injusto na sua vida por ser lido como as inúmeras dificuldades que nós temos enfrentado no Brasil de hoje”, ressalta.
 
SINOPSE
Sertão Sem Fim faz o cruzamento da história de três mulheres da comunidade de Três Outeiros de Macaúbas (BA): Maria Tertulina, Tertulina Alves (sua neta) e Maria Izabel, moradora daquela comunidade, conhecida na região como a rainha das cavalgadas. Desse cruzamento nasce a narrativa mito-poética sobre Sebastiana (Bastia).
 
FICHA TÉCNICA
Idealização, Pesquisa e Interpretação: Tertulina Alves
Dramaturgia: Rudinei Borges dos Santos
Direção: Donizeti Mazonas
Cenografia e Figurino: Eliseu Weide
Desenho de Luz e operação: Hernandes de Oliveira
Designer Gráfico: Hernandes de Oliveria
Música: Gregory Slivar
Operação de som: Viviane Barbosa
Fotos: Keiny Andrade
Produção Executiva: MoviCena Produções (Jota Rafaelli)
Assistente de Produção: Leandro Dias
Assessoria de Imprensa: Canal Aberto
Mídias sociais: Agência CLOCKWORK
Costureira: Benê Calistro
Artesã: Cida Souza
 
SERVIÇO
SERTÃO SEM FIM
De 5 a 22 de fevereiro de 2021
Segundas, terças, quartas, quintas e sextas-feiras, 19h
Ingressos*: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).
* Toda a verba arrecadada será doada para a ONG Casa de Isabel
Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno
Capacidade reduzida: Até 50 espectadores.
Duração: 60 min. | Classificação: Livre

Freud – Einstein, Maio de 1933

O espetáculo Freud-Einstein, Maio de 1933 tem como mote uma troca de cartas real ocorrida em 1932 mas ambientado em um encontro fictício entre Sigmund Freud (1856 – 1939) – o pai da psicanálise -, e Albert Einstein (1879 – 1955), físico teórico responsável por propor a Teoria da Relatividade Geral. A partir deste ponto nasce a nova peça da companhia Circo Mínimo, que estreia dia 23 de janeiro de 2021, com exibição gratuita nas redes sociais de diversas unidades de CEUs. Adaptada por Rodrigo Matheus, a peça foi escrita pelo psicanalista, dramaturgo e escritor francês Alain Didier-Weill (1939 – 2018). O projeto foi contemplado pela 9ª Edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura.

Após cada uma das exibições, Rodrigo faz uma conversa ao vivo com o público sobre os conceitos abordados no texto e a situação política do ano de 1933, em paralelo com os dias atuais. O trabalho foi concebido já no âmbito digital, com direção assinada pela cineasta Lygia Barbosa, diretora de Laerte-se, Lutando para vencer e Haenyeo –  A Força do Mar, entre outros. Rodrigo Matheus está em cena como Albert Einstein ao lado de Karen Nashiro (Anna Freud) e Joca Andreazza (Sigmund Freud), além do músico Leonardo Padovani.

Sobre o texto de Alain Didier-Weill

‘Freud-Einstein: Maio de 1933” foi escrito pelo psicanalista e dramaturgo francês Alain Didier-Weill e foi baseado na troca de cartas que realmente ocorreu entre Einstein e Freud, em 1932, cartas estas que foram publicadas mais tarde com o título de “Por que a guerra?”. Além do dado real da correspondência entre as duas figuras emblemáticas do século XX, o autor insere em seu texto dramatúrgico um encontro ficcional, supostamente ocorrido em 10 de maio de 1933, no dia em que Joseph Goebbels, então Ministro de Propaganda de Hitler, fez um importante pronunciamento à nação alemã.

Na troca de cartas, Freud buscou compreender os movimentos subjetivos, os sintomas e sofrimentos daquela sociedade em que estavam inseridos e acabou por elencar elementos fundamentais da trama social e dos principais impasses civilizatórios da contemporaneidade. Nessa dimensão, as questões que Einstein lhe endereçara acerca da destrutividade e malignidade do homem, exacerbadas desde a Primeira Grande Guerra e pela significativa insegurança vivida no entreguerras, ecoou menos apaixonante em Freud do que Einstein imaginou. E isto elevou o tom das cartas, o que faz com que o encontro se torne uma troca de acusações, situação que vai se tornando cada vez mais insustentável. Ana Freud, filha do psicanalista, exerce o papel de contraponto, questionando as duas figuras e incitando outros temas para o debate.

Segundo Rodrigo, é possível traçar um paralelo entre esse período anterior à Segunda Guerra ao que vivemos hoje em dia. “Nestes dois momentos da história há um cenário de negacionismo, polarização política e líderes políticos tiranos”, afirma o artista. A questão prossegue bastante atual e evidencia as (de)formações sociais e os encaminhamentos políticos da atualidade no mundo e, em nosso caso específico, no Brasil.

A MONTAGEM

A relação com a arte circense, especialidade do Circo Mínimo, está presente de um modo bem peculiar na peça: os artistas interpretam uma trupe que irá ensaiar o texto Freud-Einstein, Maio de 1933. O recurso potencializa tanto o aspecto teatral quanto o circense. Ao longo do espetáculo, há movimentos como pirâmides, malabares e subidas. “Nós estamos encenando artistas mambembes, o que também é uma citação ao circo feito no começo do Século XX, em que havia textos ensaiados poucos dias antes da apresentação”, conta Rodrigo.

A estética cuidadosa, inspirada em um circo destruído, é trabalho do cenógrafo e figurinista Marco Lima, que trouxe à cena elementos como figurinos envelhecidos, cordas, trapézios e lixeiras de palhaço. O acompanhamento musical de Leonardo Padovani ajuda a dar o tom da discussão entre os dois cientistas. A gravação do espetáculo foi realizada em três noites e a captação de vídeo está registrada por meio de longos planos-sequência e cortes de câmera fixa.

EINSTEIN
O que você escreveu sobre a natureza humana governada por duas pulsões sem dúvida é algo muito penetrante. Mas isso diz respeito apenas ao que é eterno no homem. Você não deixou que se escutasse uma única palavra do que você teria a dizer sobre o que se passa, aqui e agora, em maio de 1933, quando triunfam Hitler, o antissemitismo, as ideias sobre a arte degenerada, sobre a grandeza dos arianos… Estou começando a me irritar.

FREUD
É verdade, você está prestes a perder a calma.

EINSTEIN
Como você consegue manter a calma nessas circunstâncias?

FREUD
Isso não é uma qualidade Albert, é o meu maior defeito. Não me deixo levar pela emoção.

EINSTEIN
Por que não quer ou por que não pode?”

ALAIN DIDIER-WEILL (1939 – 2018)

Psicanalista e dramaturgo. Foi membro da École Freudienne de Paris, fundada por Jacques Lacan. Um dos idealizadores do Inter-Associatif de Psychanalyse, criou a Association Insistance (Paris/Bruxelas). Autor de vários livros, entre os quais Lacan e a clínica psicanalítica, Nota azul: Freud, Lacan e a arte, Os Nomes do Pai e Un mystère plus lointain que l’inconscient. Entre suas peças de teatro, destacam-se Pol, Les trois cases blanches e Vienne 1913.

SOBRE A COMPANHIA

Companhia de espetáculos de circo/teatro e referência no circo contemporâneo brasileiro, o Circo Mínimo foi fundado em 1988 por Rodrigo Matheus, com o espetáculo de mesmo nome, em parceria com Alexandre Roit e Camila Bolaffi (Espetáculo indicado ao prêmio MAMBEMBE – Categoria revelação, pela pesquisa de linguagem). Produziu Prometeu (Prêmios de Melhor Espetáculo do Festival de Curitiba de 1996, prêmio do público, e de Melhor Espetáculo de Rua, prêmio da crítica, no mesmo Festival), Deadly (Vencedor do III Festival de Teatro Físico e Visual da Cultura Inglesa e em 1999, do Total Theatre Awards – People’s Choice, Melhor Espetáculo de Teatro Físico, na opinião do público do Fringe Festival de Edimburgo, Escócia), Gravidade Zero, História de Pescador, NuConcreto, João e o Pé de Feijão, Simbad, o Navegante (Em 2015, foi o espetáculo mais premiado no Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem; recebeu o prêmio de Melhor Espetáculo do ano, segundo o jornal O Estado de São Paulo, e de segundo melhor espetáculo, pelo jornal Folha de São Paulo), entre outros. Já apresentou espetáculos na Espanha, Inglaterra, Escócia, Alemanha, Colômbia, México e Argentina, além de diversos estados brasileiros.

SINOPSE

Freud-Einstein, Maio de 1933 explora um encontro fictício entre dois ícones da ciência livre, Sigmund Freud e Albert Einstein, logo após ambos terem tido a oportunidade de atacar a ascensão do Terceiro Reich em correspondência patrocinada pela Liga das Nações (o embrião da ONU), e o que os leva a discutirem suas falhas e inseguranças.

FICHA TÉCNICA

A partir do texto original de Allain Didier Weill, tradução de Cristiane Cardoso Lollo

Direção: Lygia Barbosa

Elenco: Karen Nashiro (Anna Freud), Joca Andreazza (Sigmund Freud), Rodrigo Matheus (Albert Einstein) e Leonardo Padovani (Músico)

Concepção e adaptação do texto: Rodrigo Matheus

Consultoria Dramatúrgica: Alexandre Roit

Direção de Fotografia: Paulo Gambale (Maká)

Direção de Arte (Cenografia e Figurinos): Marco Lima

Iluminação: Gabriel Greghi

Trilha sonora: Leonardo Padovani

Direção de Atriz e Atores: Carla Candiotto

Coordenação Geral: Rodrigo Matheus

Produção: Marcela Marcucci

Assistência de Produção: Priscila Guedes e Ulisses Dias (Bará Produções)

Programação Visual: Fernando Sato – CasadaLapa

SERVIÇO

FREUD-EINSTEIN, MAIO DE 1933

Após cada sessão, Rodrigo Matheus entra ao vivo para um bate-papo com o público

CEU Parque Bristol

23 de janeiro de 2021

Sábado, 10h e 14h

https://www.facebook.com/vemproceuparquebristol

CEU Aricanduva

29 de janeiro de 2021

Sexta-feira, 15h e 18h
https://www.facebook.com/CeuAricanduva

CEU Alvarenga 
30 de janeiro de 2021

Sábado, 10h e 14h
https://www.facebook.com/ceualvarengadresa

CEU Navegantes

6 de fevereiro de 2021
Sábado, 10h e 14h

https://www.facebook.com/ceunavegantes.sme

CEU Paraisópolis

11 de fevereiro de 2021

Quinta, 14h e 16h

https://www.facebook.com/CEUParaisopolis

CEU Inácio Monteiro

12 de fevereiro de 2021

Sexta, 10h e 14h
https://www.facebook.com/inaciomonteiro.ceu

Duração: 60 min. | Classificação: 14 anos

Redes Sociais do Circo Mínimo

Facebook: https://www.facebook.com/CircoMinimoBR

Instagram: https://www.instagram.com/circominimo/

YouTube: https://www.youtube.com/user/CMinimo

“Amazona” nas ruas da Cinelândia

Os arredores da praça da Cinelândia servirão de cenário para a encenação de “Amazona”, thriller itinerante que reestreia no próximo dia 9 de fevereiro no Centro do Rio. Com texto e direção de Ricardo Cabral, o espetáculo imersivo do grupo Teatro Caminho conta a história de quatro mulheres que lideram a vingança da terra sobre a cidade. Além das sessões presenciais, a peça terá transmissão ao vivo pelo YouTube com intérprete de libras.

A encenação convida o público para uma ação poético-botânica: plantar sementes pelas frestas do concreto e nos buracos do meio-fio, esperando o dia em que a mata vai brotar pelo asfalto e tomar a cidade. A peça estreou em 2018 no Rio e, desde então, percorreu cidades como Lisboa e Belo Horizonte.

Para construir a dramaturgia original, ao longo de sete meses de trabalho, o grupo realizou uma série de performances – ou aventuras – em um processo que contou com mais de 20 artistas colaboradores. “Tivemos um aulão de subidas em árvore no canteiro central da Presidente Vargas. Uma artista cruzou a Rio Branco costurando à roupa os lixos que encontrava pelo chão. Eu passei dias regando o concreto da praça Tiradentes e do largo da Carioca”, relembra o diretor e dramaturgo. “A partir dos materiais que coletamos e das histórias que ouvimos, chegamos à história dessas mulheres que abrem mato sobre o asfalto esperando o dia em que a natureza vai tomar a cidade.”

Sobre o grupo

A reestreia de “Amazona” celebra os sete anos do Teatro Caminho. Baseado no Rio de Janeiro, o coletivo nasceu em 2014 e, desde então, tem investigado especialmente as implicações entre cena, espaço e itinerância. Seu primeiro trabalho foi “Casa vazia”, espetáculo de 24 horas de duração que acontecia em casas da cidade. Em 2017, a companhia estreou “Eu vou aparecer bem no meio do seu sonho”, site-specific que levava o público pelas ruínas de uma biblioteca abandonada. Em 2018, realizaram pelo Centro do Rio a série de ações “aventuras estranhas”, da qual nasceu “Amazona”, e, em 2020, estrearam o solo “O filho do presidente”, primeira produção brasileira especialmente concebida para o live streaming.

Protocolos de segurança

O espetáculo foi adaptado para atender às restrições impostas pela pandemia da Covid-19 e segue os protocolos de segurança determinados pelas autoridades de saúde. Elenco e público reduzido usarão máscaras durante toda a sessão e o espetáculo incorporou na dramaturgia a medição da temperatura dos espectadores, a distribuição de álcool em gel e o monitoramento da distância segura entre o grupo.

Mais informações em teatrocaminho.com

Instagram: @teatrocaminho

FICHA TÉCNICA:

Elenco | Anna Clara Carvalho, Camila Costa, Chris Igreja, Marcéli Torquato e Victor Seixas

Direção Geral e Dramaturgia | Ricardo Cabral

Direção de Arte | Anna Clara Carvalho e Gunnar Borges

Direção de Produção | Aline Mohamad

Realização | Teatro Caminho

SERVIÇO:

Amazona

De 9 a 14 de fevereiro de 2021

Horários: 9, 10, 11 e 12 (terça a sexta) às 20h | 13 e 14 (sábado e domingo) às 18h e às 20h

Local: Praça Floriano (Cinelândia) – O ponto de encontro exato será informado no ato da reserva

Gratuito (Reservas pelo telefone 21 98091-4194)

Capacidade: 8 pessoas

Duração: 70 minutos

Obrigatório o uso de máscaras durante toda a sessão

Transmissão ao vivo no canal Teatro Caminho no Youtube

As Desmemorias da Emília- A Marquesa de Rabicó

Emília – A Marquesa de Rabicó, a boneca mais famosa do mundo da literatura infanto-juvenil, resolveu escrever suas “desmemorias”, que segundo ela, são fatos esquecidos com meias verdades inteiras contadas do seu jeitinho. Para tal missão, ela resolveu contar com a ajuda do seu amigo inseparável: O sábio Visconde de Sabugosa.
Espetáculo 3 estrelas pela Crítica da Folha
Espetáculo 2 estrelas pela Crítica da Veja

Ficha Técnica:

Direção e Concepção: Muriel Vitória
Iluminação:  Iohann Iori Thiago
Produção:  Grupo Trapo
Elenco: Vitória Rabelo ( Emília ) , Diego Britto ( Visconde ), Isaque Patrício ( Pedrinho ), Marília Pacheco ( Dona Carochinha ), Lucas Soares ( Príncipe Escamado ) e Layana Cattoni ( Cuca )

Serviço:
Espetáculo “As Desmemorias da Emília- A  Marquesa de Rabicó ”
Teatro Raposo – Sala Irene Ravache Shopping Raposo
Rodovia Raposo Tavares km 14, 5, 11A – Jardim Boa Vista (Zona Oeste), São Paulo – SP
De 06 a 27 de fevereiro de 2021
Sábados as 16:00 hrs
Gênero: Infanto-Juvenil
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: 07 anos

Valor do Ingresso: $50,00  inteira e $25,00 meia 

Sobre o Grupo Trapo
Grupo Trapo que completa 21 anos de trabalho, volta à cena com uma temporada do espetáculo infanto-juvenil “As Desmemorias da Emília – A  Marquesa de Rabicó ” concebido e dirigido pelo jovem diretor Muriel Vitória. A história é uma ficção baseada na obra de Monteiro Lobato (A obra do autor entrou em Domínio Público em 2019)
Emília decide escrever suas desmemorias, que são memórias contadas de um jeitinho diferente e especial, pois trata-se de fantasia, para isso ela conta com a ajuda do Visconde de Sabugosa e de outros personagens do sítio: Pedrinho, D.Carochinha, Príncipe Escamado resolvem contribuir com as tais desmemorias, inclusive fazendo com que a Boneca de Pano reflita sobre sua existência. O que eles não poderiam esperar era por uma visita inesperada da Cuca – a Jacaroa mais temida do Sítio do Picapau Amarelo.
 www.facebook.com/grupotrapo  http://www.instagram.com/grupotrapo

Histórico do Grupo/ Cia ou Artista: Grupo Trapo é um grupo de teatro da cidade de São Paulo, criado em 2000 pelo ator e diretor Muriel Vitória. Desenvolve trabalhos baseados em comportamentos humanos e cultura popular, utilizando como expressão e estética os elementos corporais pautados no Teatro de Investigação Corporal. Tem como foco montagens teatrais oferecidas a espaços populares para difundir a arte a todos os tipos de público e fomentar temas que são pertinentes na sociedade atual, mediadas principalmente, por questões que afetam a todos diretamente ou indiretamente seja nos conceitos, nas relações pessoais ou até mesmo na pr&am p;am p;oa cute;pria arte, na crença, na cultura popular. Atua diretamente na região do extremo sul da cidade de São Paulo. Apoia iniciativas e luta há onze anos com ações que visam o estreitamento de laços entre a arte e a sociedade.
Montagens Realizadas

“ As Desmemorias da Emília – A Marquesa de Rabicó ” 2019
Teatro Folha
Projeto de Circulação Biblioteca Viva ( Secretaria Municipal de Cultura –SP )
Teatro Municipal de Mococa-SP
Auditório Claudio Santoro – Campos do Jordão-SP
Teatro Municipal Waldir Silveira Mello – Marília-SP
Teatro Estação das Artes – São João da Boa Vista-SP

“ Escola de Mulheres 2000 D/C ” – 2019
Teatro Amadododito
Ceu das Artes – Sorocaba-SP
Auditório Claudio Santoro – Campos do Jordão-SP
Teatro Municipal Waldir Silveira Mello – Marília-SP

“ O Banquete no Éden ” – 2019
Nosso Canto- Teatro Sede do Grupo Trapo
Festival Satyrianas 2019 – Estação Satyros

Abelha Rainha
Teatro Amadododito – São Paulo-SP _ Junho e Julho _ 2016
Teatro Municipal Arthur de Azevedo – SP _ Outubro 2017

“O Quintal da Casa de Doroty ” inspirado livremente na obra de L. Frank Baum.
– Teatro Municipal Adelia Lorenzetti – Lençóis Paulista/SP _ 2017
– Teatro José Goulart – Franca/SP _ 2017
– Festival das Artes – Teatro Nósmesmos – Itu/SP _ 2017
– Teatro Frida Kahlo – São Paulo/SP _ 2015
– Festival de Inverno – Serra do Itapety – Mogi das Cruzes/SP _ 2015

“O Planeta Fantástico do Principezinho” inspirado na obra de Antoine de Sant- Exupéry;
– Teatro Municipal Adelia Lorenzetti – Lençóis Paulista/SP _ 2017
– Teatro Mario Covas – Caraguatatuba/SP _ 2017
– Centro Cultural Jd. Morada do Sol – Indaiatuba/SP _ 2017
– Festival das Arte – Teatro Nósmesmos – Itu/SP _ 2017
– Teatro Jardim Sul – São Paulo/SP _ 2016
– Biblioteca Monteiro Lobato – São Paulo/SP _ 2015
– Festival de Inverno – Serra do Itapety – Mogi das Cruzes/SP _ 2015
– Sesc Piracicaba – Piracicaba/SP _ 2014

“O Sorriso do Gato de Alice”, inspirado na obra de Lewis Carrol. Diretor: Muriel Vitória; – Teatro Municipal Adelia Lorenzetti – Lençóis Paulista/SP _ 2017
– Teatro Mario Covas – Caraguatatuba/SP _ 2017
– Teatro José Goulart – Franca/SP _ 2017
– Centro Cultural Jd. Morada do Sol – Indaiatuba/SP _ 2017
– Teatro Municipal de Barueri – Barueri/SP _ 2017
– Circulação pelas Bibliotecas públicas na cidade de São Paulo (Biblioteca Pública Hans – – Cristian Andersen; B.P. Padre José de Anchieta; B.P. Viriato Corrêa; B.P. Belmonte;-

– B.P. Monteiro Lobato; B.P.Mário Schenberg e B.P. Álvares de Azevedo _ 2014 — Festival de Teatro da cidade de São Paulo – Teatro União Cultural – Indicação aos prêmios de: Iluminação, Figurino e Cenografia – São Paulo/SP _ 2014
– Sesc Piracicaba – Piracicaba/SP _ 2014

“Levi ”, de Muriel Vitória. Diretor: Muriel Vitória;
– Teatro Oscarito – São Paulo/SP _ 2013
– Casa de Cultura Professora Maria Bove Conegliean – Lençóis Paulista/SP _ 2015

“Senhora Sertão, Menina”, de Muriel Vitória. Diretor: Muriel Vitória;
– Teatro Municipal de Osasco – Osasco/SP _ 2015
– Cine Teatro Coronel Raimundo – Santana de Parnaíba/SP _ 2014
– Teatro Amadododito – São Paulo/SP _ 2012
“Ave, Maria”, de Muriel Vitória. Diretor: Muriel Vitória;
– Teatro Amadododito – São Paulo/SP _ 2015

“Salve Rainha”, de Muriel Vitória. Diretor: Muriel Vitória;
– Teatro Amadododito – São Paulo/SP _ 2015

“Pane no Circo”, de Muriel Vitória. Diretor: Muriel Vitória;
– Cine Teatro Coronel Raimundo – Santana de Parnaíba/SP _ 2014
– Casa de Cultura Professora Maria Bove Conegliean – Lençóis Paulista/SP _ 2014
– Festival Nacional de Teatro – Congonhas/MG _ 2013
– Teatro Amadododito – São Paulo/SP _ 2011
– Festival Agosto d’arte – Ceu Casa blanca – São Paulo/SP _ 2009

“O Sítio e Alice”, Baseado na obra de Monteiro Lobato. Dir. e adaptação: Muriel Vitória (2005);
– Centro Cultural Valdelice – Embu das Artes/SP _ 2005

“Chega de Estresse”, de Muriel Vitória. Diretor: Muriel Vitória
– Festival de teatro Ruth Escobar – São Paulo/SP _ 2003

Sucesso de público e crítica em São Paulo “Carmen, a Grande Pequena Notável” estreia no CCBB Rio de Janeiro

Há pouco mais de 90 anos Carmen Miranda (1909-1955) cantava pela primeira vez na rádio carioca Roquete Pinto. Portuguesa radicada no Brasil, a cantora estava prestes a se tornar um dos maiores símbolos da cultura brasileira para todo o mundo. Em comemoração a essa data, Carmen, a Grande Pequena Notável, com direção de Kleber Montanheiro, estreia dia 04 de fevereiro no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ). O espetáculo fica em cartaz até 28 de março, com apresentações quintas e sextas às 18h e sábados e domingos às 16h. O projeto tem patrocínio do Banco do Brasil.

O musical é inspirado no livro homônimo de Heloisa Seixas e Julia Romeu, que venceu o Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não Ficção em 2015. Quem dá vida à diva é a atriz Amanda Acosta.

Para contar essa história, o espetáculo adota a estrutura, a estética e as convenções do Teatro de Revista Brasileiro, no qual Carmen Miranda também se destacou. “Utilizamos a divisão em quadros, o reconhecimento imediato de tipos brasileiros e a musicalidade presente, colaborando diretamente com o texto falado, não como um apêndice musical, mas sim como dramaturgia cantada”, explica o diretor Kleber Montanheiro.

Esse tradicional gênero popular faz parte da identidade cultural brasileira, mas recentemente está em processo de desaparecimento da cena teatral por falta de conhecimento, preconceito artístico e valorização de formas americanizadas e/ou industrializadas de musicais.

A encenação tem a proposta de preservar a memória sobre a pequena notável, como a cantora era conhecida, e a época em que ela fez sucesso tanto no Brasil como nos Estados Unidos, entre os anos de 1930 e 1950. Por isso, os figurinos da protagonista são inspirados nos desenhos originais das roupas usadas por Carmen Miranda; já as vestes dos demais personagens são baseadas na moda dessas décadas.

“As interpretações dos atores obedecerão a prosódia de uma época, influenciada diretamente pelo modo de falar ‘aportuguesado’, o maneirismo de cantar proveniente do rádio, onde as emissões vocais traduzem um período e uma identidade específica”, revela Montanheiro.

A cenografia reproduz os principais ambientes propostos pelo livro. Esses espaços físicos são o porto do Rio de Janeiro, onde Carmen desembarca criança com seus pais; sua casa e as ruas da Cidade Maravilhosa; a loja de chapéus, onde Carmen trabalhou; o estúdio de rádio; os estúdios de Hollywood e as telas de cinema; e o céu, onde ela foi cantar em 5 de agosto de 1955. Cada cenário traz ao fundo uma palavra composta com as letras do nome da cantora em formatos grandes. Por exemplo, a palavra MAR aparece no porto, e MÃE, na casa dos pais da cantora.

SINOPSE

O musical conta a história da cantora Carmen Miranda, de sua chegada ao Brasil ainda criança, passando pelas rádios, suas primeiras gravações em disco, pelo cinema brasileiro e o Cassino da Urca, ao estrelato nos filmes de Hollywood. Inspirado no livro homônimo infanto-juvenil de Heloisa Seixas e Julia Romeu, o espetáculo conta e canta para toda a família os 46 anos de vida dessa pequena notável que levou a música e a cultura brasileira para os quatro cantos do mundo.

Sobre a temporada no CCBB RJ

O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro funciona de quarta à segunda, das 9h às 18h. O CCBB RJ está adaptado às novas medidas de segurança sanitária: entrada apenas com agendamento on line (eventim.com.br), controle da quantidade de pessoas no prédio, fluxo único de circulação, medição de temperatura, uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool gel e sinalizadores no piso para o distanciamento. No teatro a capacidade foi reduzida para 50%, com higienização completa antes de cada apresentação/sessão, além do distanciamento de 2 metros entre as poltronas.

Sobre Kleber Montanheiro – direção, cenários e figurinos

Produtor, ator, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador, Kleber Montanheiro trabalhou como assistente e criador de grandes mestres do teatro nacional: Gianni Ratto, Roberto Lage, Wagner Freire, Antônio Abujamra, Myriam Muniz, Naum Alves de Souza, entre outros.

Como diretor, ganhou os prêmios APCA 2008, por “Sonho de Uma Noite de Verão”; e FEMSA 2009, por “A Odisséia de Arlequino”. Como cenógrafo e figurinista, venceu os prêmios APCA e FEMSA 2012, por “A História do Incrível Peixe Orelha”. Como iluminador, recebeu o prêmio FEMSA 2013, pelo trabalho em “Crônicas de Cavaleiros e Dragões”, de Paulo Rogério Lopes.

As últimas peças dirigidas por ele foram “Alô Alô Theatro Musical Brazileiro” (2017), de sua autoria com Amanda Acosta; “Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo” (2016), de Cassio Pires, a partir da obra de Henrik Ibsen; “Os Dois Cavalheiros de Verona” (2015), de William Shakespeare; “A Lenda do Cigano e O Gigante” (2015) e “Navio Fantasma – O Holandês Voador” (2015), ambos de Paulo Rogério Lopes; e “Sobre Cartas & Desejos Infinitos” (2015), de Ana Luiza Garcia.

Sobre Heloisa Seixas – autora do livro e adaptadora teatral

A carioca Heloisa Seixas trabalhou muitos anos na imprensa do Rio de Janeiro antes de se dedicar exclusivamente à literatura. É autora de mais de 20 livros, incluindo romances, contos, crônicas e obras infanto-juvenis, além de peças de teatro. Foi quatro vezes finalista do prêmio Jabuti, com os livros “Pente de Vênus”, “A porta”, “Pérolas absolutas” e “O oitavo selo”, este último também finalista do prêmio São Paulo de Literatura e semifinalista do prêmio Oceanos.

Seu livro mais recente é o romance “Agora e na hora”, lançado em abril pela Companhia das Letras. Além dos musicais “Era no tempo do rei” e “Bilac vê estrelas”, ambos em parceria com Julia Romeu, Heloisa fez para o teatro a peça “O lugar escuro”, uma adaptação de seu livro homônimo sobre a doença de Alzheimer. Este espetáculo rendeu para a atriz Camilla Amado o Prêmio Especial APTR de 2014.

Sobre Julia Romeu – autora do livro e adaptadora teatral

Em parceria com Heloisa Seixas, Julia Romeu escreveu os musicais “Era no tempo do rei” (2010), com músicas de Aldir Blanc e Carlos Lyra; e “Bilac vê estrelas” (2015), que venceu os prêmios Bibi Ferreira de Melhor Musical Brasileiro, Shell e APTR, com canções de Nei Lopes. As duas também são autoras do livro “Carmen: A grande pequena notável”, a biografia de Carmen Miranda para crianças, vencedora do Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não Ficção de 2015. Além disso, ela trabalha como tradutora literária há mais de dez anos e é mestre em Literaturas de Língua Inglesa pela UERJ.

Instagram oficial do espetáculo: https://www.instagram.com/musicaldacarmen/

FICHA TÉCNICA

CARMEN, A GRANDE PEQUENA NOTÁVEL

PATROCÍNIO: BANCO DO BRASIL

REALIZAÇÃO: CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL

DRAMATURGIA: HELOISA SEIXAS e JULIA ROMEU

DIREÇÃO: KLEBER MONTANHEIRO

DIRETORA ASSISTENTE: LARISSA MATHEUS

ELENCO: AMANDA ACOSTA – Carmen Miranda, DANIELA CURY – Mãe / Freira / Corista, GUH REZENDE – Pai / Freira / Mario Cunha / Empresário Americano, FERNANDA GABRIELA – Aurora Miranda / Secretária do Cassino / Corista, JÚLIA SANCHES – Madame Boss / Madre Maria José / Isaura / Corista, SAMUEL DE ASSIS – Criança / Josué de Barros / Dono do Cassino

DIREÇÃO MUSICAL E ARRANJOS: RICARDO SEVERO

MUSICOS: BETINHO SODRÉ, MAURICIO MAAS, MONIQUE SALUSTIANO e FERNANDO PATAU

CENÁRIO E FIGURINOS: KLEBER MONTANHEIRO

ASSISTENTE DE CENÁRIO E FIGURINOS: THAÍS BONEVILLE

PRODUÇÃO DE ÉPOCA: LUMA YOSHIOKA

CENOTÉCNICO: EVAS CARRETERO

PINTURA ARTÍSTICA DE CENOGRAFIA E FIGURINOS: VICTOR GRIZZO

VISAGISMO: ANDERSON BUENO

COREOGRAFIA e DIREÇÃO DE MOVIMENTO: KEILA FUKE

ILUMINAÇÃO: MARISA BENTIVEGNA

ADEREÇOS: MICHELE ROLANDI

COSTUREIRAS: CREUZA MEDEIROS e MARILUCE CONSTANTINA DA COSTA

DESIGN DE SOM: ANDRÉ OMOTE

FOTOS e REGISTRO EM VIDEO: LEEKYUNG KIM

PROJETO GRÁFICO: HERON MEDEIROS

ASSESSORIA DE IMPRENSA: MERCADOCOM / RIBAMAR FILHO

OPERADOR DE LUZ: MATHEUS MACEDO

OPERADOR DE SOM: KLEBER MARQUES

CAMAREIRO: JÔ NASCIMENTO

CONTRARREGRAGEM: MARCOS VALADÃO

MICROFONISTA: EDER SOUSA

PRODUÇÃO EXECUTIVA E DIRETOR DE PALCO: REGILSON FELICIANO

ACOMPANHAMENTO ARTÍSTICO: Aruana Granier, Domenica Guimarães, Eder Sousa, Franklin Almeida, Julia Walther, Laura Santini, Letícia Esposito, Lucas Martinez, Lucas Profirio, Luísa Gouvêa, Maiara Schultz, Marcos Junior Valadão, Maria Alina Corsi, Mila Fogaça, Paula Mares, Raíssa Tomasin, Rodrigo Odone, Rodrigo Santiago, Weslley Rocha

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E ADMINISTRAÇÃO: MAURÍCIO INAFRE

IDEALIZAÇÃO DO PROJETO: KLEBER MONTANHEIRO

SERVIÇO

Carmen – A Grande Pequena Notável

Centro Cultural Banco do Brasil RJ

R. Primeiro de Março, 66 – Centro – TEATRO I

Temporada: 4 de fevereiro à 28 de março, quintas e sextas às 18h e sábados e domingos às 16h.

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) 

Classificação: livre. Recomendado para crianças a partir de 5 anos

Duração: 70 minutos

Capacidade: 75 lugares

Informações: (21) 3808-2020
Venda online: https://www.eventim.com.br/event/teatro-carmen-a-grande-pequena-notavel-musical-centro-cultural-banco-do-brasil-rio-de-janeiro-13546680/

“Questão de Falha” no Teatro Faap

Enquanto não entra em cartaz presencialmente por conta da pandemia da Covid-19, a peça QUESTÃO DE FALHA terá seu processo de criação aberto ao público, de forma online, a partir de 5 de fevereiro., com sessões dias 5,6 e 7, 19, 20 e 21 de fevereiro. Sexta e sábado às 21h30 e domingo às 19h. Os ingressosn custamR$ 20,00 (preço único) e a transmissão acontece pela Sympla, direto da casa do ator. http://www.sympla.com.br

Na sala, cinco homens estão criando um espetáculo – escrevendo o texto, improvisando e pesquisando sobre o tema – e convidam para mesma sala online até 150 pessoas por sessão. Com duração de 60 minutos e ingressos até R$ 30,00, a  encenação será ao vivo, pela plataforma Sympla, com trechos pré-gravados. Com direção de Gabriel Fontes Paiva, texto de Daniel Belmonte e Fabrício Branco e atuação de Otávio Muller, QUESTÃO DE FALHA é uma comédia de autoficção e parte da temática da desconstrução do masculino para repensar de forma divertida a sociedade patriarcal e o machismo. André Prado assin a a luz e assistência de direção e é o diretor técnico responsável pelas novas tecnologias e direção de arte.

A peça será encenada ao vivo da casa de Otávio Muller e contará com cenas pré-gravadas. A transmissão acontece de forma digital. O público irá participar ativamente do processo de criação do espetáculo. Além da exposição do trabalho, conversará com a equipe discutindo a montagem, sugerindo, experimentando junto com o elenco e o grupo de criação. Alguns poderão até se arriscar a dirigir o ator ou a atuar. “O público estará na mesma sala que a gente e, em alguns momentos, com a câmera ligada. Otávio irá apresentar o projeto e encenar online algumas cenas, e gravações serão exibidas. É como se fosse uma peça online com improvisos e participaç& amp; atilde;o ativa do publico”, explica o diretor, responsável pela encenação de Neste Mundo Louco Neste Mundo Brilhante, A Golondrina, Marte, Você está aí? e Uma Espécie de Alasca. Otávio será desafiado a falar de suas falhas e dos homens de forma geral em relação às mulheres e à sociedade. A comédia parte da história e do histórico do próprio Otávio Muller no tema para criar as críticas. “A ideia é fazer tudo muito engraçado. Será uma autocrítica, reconhecer os erros, falar muito mal de mim mesmo”, conta o ator Otávio Muller.

Sobre a direção

O diretor imagina uma cenografia simples, “que permita resignificar os espaços juntamente com a luz porque contamos histórias em lugares diversos”. A trilha sonora será do roqueiro Chuck Hipolito quando na versão presencial.“Neste instante, o importante é a participação do público. Mostrar para eles o que escrevemos, alguns ensaios, alguns pensamentos. Queremos ouvi-los e que se divirtam com a gente. Temos nos divertido muito neste processo. O Otávio, além de um ator extraordinário, que sempre surpreende com interpretações inusitadas, é um cara divertidíssimo. Acho que o publico vai adorar conhecer este processo e participar dele.  

Sobre o texto

Quando o encenador e produtor Gabriel Paiva propôs o tema do espetáculo a Otávio Muller, o ator logo sugeriu os dois autores, com quem já trabalhara anteriormente.  Daniel Belmonte autor do longa B.O, e roteirista da nova fase do programa Zorra e A Gente Riu Assim, da Rede Globo) e Fabrício Branco (dramaturgo premiado pela montagem de Solo e A Pena, ambos de 2019, além de Sanfre, de 2015, direção de Carmen Frenzel;  Triptografia, de 2017, dirigido por Pedro Kosoviski e Marco André Nunes e de Distorções, de 2019) escrevem o texto a quatro mãos, em primeira pessoa.

A linha da autoficção norteou o caminho da escrita. As cenas foram criadas a partir provocação sobre as histórias do Otávio. O processo de escrita tem sido colaborativo a partir de reuniões online. Daniel Belmonte e Fabrício Branco assistem os ensaios em plataforma digital junto com o diretor. Em seguida, escrevem as cenas separadamente para depois trocar opiniões, interferindo na escrita um do outro do outro, por vezes acrescentando, subtraindo falas ou até alterando a disposição de diálogos.  “Daniel e eu nos revezamos na criação das cenas propostas e trocamos durante a criação, para melhor adequar ao discurso e tornar o humor o principal direcionamento de toda a nossa escrita”, detalha Fabrício. 

“Daniel e eu já tínhamos sonhado em desenvolver um trabalho conjunto e essa foi nossa primeira oportunidade. Juntos, colhemos as informações sobre a história de vida do Otávio, pesquisamos o assunto proposto e sugerimos as falas que ganharam vida em um personagem quase real.” “Estamos descobrindo como fazer um processo teatral à distância, tendo de adaptar os procedimentos de construção dramatúrgica, a elaboração do texto, e transpor para este novo universo de distanciamento social”, conta Daniel. Ambos concordam que facilita o fato de já terem trabalhado com Otávio, com quem possuem intimidade artística.

Otávio – personagens marcantes

É fato a genialidade de Otávio Muller para construir personagens inusitados, sempre carismáticos e engraçados. Não à toa coleciona dezenas de papeis marcantes na televisão, no cinema e no teatro. Entre os mais recentes trabalhos do artista no teatro, destaque para a direção do monólogo Mais Preta do que Nunca, de sua ex-mulher, Preta Gil, em 2019, e a comédia Loloucas, com Heloisa Périssé e Maria Clara Gueiros (2020), esta última com a temporada interrompida pela pandemia. No palco fez, ainda, A Vida Sexual da Mulher Feia, que também dirigiu. Na televisão, destaque para o Djalma, da série Tapas & Beijos. Otávio participou da nova fase do Zorra e da Escolinha do Professor Raimundo , além de ter voltado a fazer novela – a próxima da Globo das 21h, de Lícia Manzo.  No cinema, durante a pandemia o ator esteve longa Álbum de Família (Nelson Rodrigues), de Daniel Belmonte, em que atuava com sua própria família. “Quer participar do processo de criação de uma peça? O que acha de, ao invés de assistir me ajudar a montar uma peça falando mal de mim mesmo?”, convida Otávio Muller.

Para roteiro

Questão de Falha. Espetáculo integra a programação online do Teatro FAAP. Com Otávio Muller. Montagem estreia seu processo de criação em vários ensaios abertos a partir de 5 de fevereiro, sexta, às 21h. Temporada – Dias 5,6 e 7, 19, 20 e 21 de fevereiro. Sexta e sábado às 21h30 e domingo às 19h. Capacidade da sala – 150 pessoas. Transmissão online. Encenado ao vivo, possui trechos pré-gravados. Duração – 60 minutos. Classificação etária- 16 anos.  Plataforma digital – Sympla. Ingressos – R$ 20,00 (preço único). Transmissão pela Sympla direto da casa do ator. http://www.sympla.com.br

Ficha técnica

Direção – Gabriel Fontes Paiva. Texto – Daniel Belmonte e Fabrício Branco. Atuação – Otávio Muller. Direção técnica, Luz e Edição de vídeo – André Prado. Gênero – Comédia de autoficção baseada nas experiências do ator Otávio Muller sobre o tema da desconstrução do masculino. Assessoria de Imprensa – M. Fernanda Teixeira/Arteplural. Realização – Fontes Realizações Artísticas.

Nelson Gonçalves – O Amor e O Tempo

Comemorando dois anos desde a sua estreia no palco do Teatro Clara Nunes, o musical que celebra o centenário de um dos maiores ídolos da música brasileira está de volta. Visto por mais de 20 mil pessoas em diversas temporadas no Rio e em São Paulo, NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO está de volta ao palco do Teatro Clara Nunes até 30 de janeiro. E além da nova temporada, o musical tem uma novidade imperdível: sessões com transmissão ao vivo nos dias 17, 24 e 30 de janeiro, às 19h, com venda on-line pelo link: http://bit.ly/NelsonLives ou pelo site da Tudus. O valor dos ingressos para a transmissão é único: R$20.


Já no Teatro Clara Nunes, em temporada presencial obedecendo a todas as normas de segurança elaboradas pela Organização Mundial da Saúde, pelo Ministério da Saúde e pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, o espetáculo vai até 30 de janeiro, de quinta a sábado, às 20h; e domingos, às 19h e tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e da Estácio.  

Mais do que nunca, num momento tão delicado para todos, o espetáculo vem resgatar a emoção e as mensagens de esperança e superação presentes na história e no repertório de Nelson Gonçalves e adaptadas para o musical, que tem texto do escritor Gabriel Chalita, além de 33 canções interpretadas pelos protagonistas: o produtor, idealizador da peça e ator Guilherme Logullo, e a atriz e cantora Jullie. A direção é de Tânia Nardini, a direção musical de Tony Lucchesi, a cenografia de Doris Rollemberg e os figurinos de Fause Haten

Os dois intérpretes – únicos atores em cena – trazem à tona os dois lados desse grande ídolo, num diálogo constante entre o amor ou o lado emocional (Logullo) e o tempo ou o lado racional (Jullie). 

Para a nova temporada, o tradicional palco da Gávea, no Rio de Janeiro, receberá a plateia com 50% de sua capacidade e protocolos de segurança sanitária, além de distanciamento social. O distanciamento social também vai acontecer no palco, com algumas adaptações na montagem, e os atores serão testados periodicamente.

“O espetáculo é muito apropriado para esse momento porque fala de superação, fala de um dos maiores cantores da história do Brasil, que apesar de muitos altos e baixos, sempre se levantou. A volta do boêmio, agora, tem um pouco desse recorte da volta de um tempo bom que todos nós esperamos”, declara o escritor Gabriel Chalita, que frisa ainda o esforço da produção para dar vida ao musical em tempos de pandemia. “Num momento tão delicado para os artistas, é um acalanto ver a peça voltar num teatro que tem responsabilidade com a saúde e com a segurança das pessoas. É importante ver a arte manter-se viva agora”.

Continuar produzindo também é motivo de orgulho para o idealizador, protagonista e produtor do espetáculo, Guilherme Logullo. 

“Como produtor, é fantástico fazer o espetáculo acontecer e poder empregar essas pessoas que estão há praticamente um ano inteiro sem trabalhar. Voltar e também ver esses artistas voltando à cena aos poucos, claro, com todos os cuidados, é muito gratificante”, completa.

A atriz e cantora Jullie também analisa o novo momento. “É muito bom voltar aos palcos depois de tanto tempo distante. Ainda estamos num momento delicado, então precisamos estar atentos e tomar todo o cuidado necessário, será um retorno diferente”, diz.

Os ingressos já estão à venda pelo link: http://bit.ly/NelsonGoncalvesIngressos

O ESPETÁCULO

A figura humana de Nelson Gonçalves e os seus sentimentos são o fio condutor do musical. Seus desejos, pensamentos, amores e anseios são retratados no texto de Chalita e nas canções escolhidas para compor a delicada e sensível história. Em NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO, a linguagem poética se destaca e é utilizada numa narrativa não-linear, totalmente inspirada nas emoções do cantor. 

“Escrevi um texto que, de alguma forma, foge um pouco dos musicais tradicionais. Nelson Gonçalves foi um homem que amou profundamente e que, também por isso, sofreu. NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO traça um diálogo entre a razão e a emoção, reforçado pela força e dramaticidade das canções interpretadas por ele. As músicas entrelaçam essas falas o tempo todo, enfatizando essa disputa de sentimentos”, explica Chalita, que também se preocupou em levar o público à reflexão das próprias inquietudes e sentimentos. “Todos nós temos esses dois lados”.

Clássicos eternizados na voz poderosa do cantor e compositor, como “Naquela Mesa”, “A Volta do Boêmio”, “Chão de Estrelas”, entre tantos outros, não poderiam ficar de fora. Definido por seu idealizador e produtor, Guilherme Logullo, como uma “junkie box”, a volta do musical vai fazer os fãs do rei do rádio se emocionarem mais uma vez.

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO não é uma obra biográfica, mas uma homenagem. Foi a forma que encontramos de trazer a essência de Nelson para a cena”, comenta Logullo.

A DIREÇÃO E A DIREÇÃO MUSICAL

Uma das principais diretoras e coreógrafas em atividade no país, Tânia Nardini é responsável pela direção de NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

“É extremamente desafiador homenagear um homem como Nelson Gonçalves que tocou o coração e a vida de tantas pessoas, ainda mais numa proposta que foge do tradicional. Apesar de falarmos do artista Nelson Gonçalves, o fio condutor aqui é o ser humano e as suas dualidades: o que é mais forte? O tempo ou o amor?”. 

Tão desafiador quanto dirigir é trazer uma nova roupagem musical às canções do espetáculo, tarefa concedida ao premiado diretor musical e arranjador, Tony Lucchesi, que, para NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO, estabeleceu uma desconstrução dos arranjos de alguns dos clássicos do rei do rádio para contar e mostrar separadamente esses dois elementos: o tempo e o amor. 

“As músicas têm um papel muito importante em cena, pois ajudam na estrutura narrativa do texto, desenrolando a história. E foi um desafio trazer uma voz tão potente, tão forte como a do Nelson para um outro contexto”, diz.

Completam o dream team criativo de NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO o renomado figurinista Fause Haten, e a cenógrafa Doris Rollemberg.

SINOPSE: Vivendo um conflito constante entre o amor (a emoção) e o tempo (a razão), os protagonistas trazem à tona as emoções vividas por Nelson Gonçalves ao longo de sua vida e carreira, cantando seus maiores sucessos, numa homenagem ao centenário do cantor e compositor brasileiro, um dos maiores vendedores de discos do país. Nelson Gonçalves é revivido por meio das canções e das emoções do casal de protagonistas. 

SOBRE GUILHERME LOGULLO: Ator, cantor e bailarino, nascido em São Paulo, Guilherme Logullo se formou em teatro musical em Londres. Participou do elenco de grandes montagens musicais no Brasil como ‟A Bela e a Fera‟, ‟Chicago‟, ‟West Side Story‟, “Priscilla, A Rainha do Deserto”, “Elis, A Musical”, “Como Vencer na Vida sem Fazer Força” e, mais recentemente, de “Bibi, Uma Vida em Musical” e “Pippin”. Na TV, fez “Rock Story” e “Babilônia”. NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO é sua estreia como produtor. Em seus dois anos de trajetória, a peça passou por três temporadas no RJ, uma em São Paulo, além de diversas apresentações no interior paulistano. Logullo também é o criador do podcast “Eu, Ator”.

SOBRE JULLIE: Jullie é uma das atrizes e cantoras mais requisitadas em grandes montagens musicais. Protagonizou os espetáculos “Tudo Por Um Popstar”, “Constellation – Uma Viagem Musical Pelos Anos 50” (que lhe rendeu uma indicação como melhor atriz na primeira edição do Prêmio Reverência), integrou o elenco de “60! Década de Arromba – Doc. Musical”, da turnê 2018 de “O Musical da Bossa Nova”, participou da temporada carioca de “A Noviça Rebelde” (sub de Maria Von Trapp), entre outras produções. Jullie também é compositora e lançou digitalmente o álbum autoral “Até o Sol”. Dubladora desde 2007,  deu voz à diversas personagens em filmes/ séries como “Trolls” (Poppy) e “Pé Pequeno” (voz cantada da Meechee). E mais recentemente, protagonizou personagens em “Divertida Mente” e “Trolls 2”.

SOBRE GABRIEL CHALITA: Gabriel Chalita revelou-se escritor já aos 12 anos, quando publicou seu primeiro livro. Hoje, tem uma obra composta por mais de 80 títulos. Doutor em Filosofia do Direito e em Comunicação e Semiótica, deu início à carreira política aos 19 anos, como vereador e presidente da Câmara Municipal de Cachoeira Paulista. Exerceu os cargos de secretário da Juventude, Esporte e Lazer e de secretário da Educação do Estado de São Paulo; neste último, instituiu os Programas Escola da Família, Escola de Tempo Integral e Caminho das Artes. Foi também presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), por dois mandatos, e vereador da cidade de São Paulo. Foi deputado federal pelo PMDB-SP – eleito com mais de meio milhão de votos – e secretário de Educação do município de São Paulo. É professor universitário, membro da Academia Brasileira de Educação, presidente da Academia Paulista de Letras e palestrante.

SOBRE TÂNIA NARDINI: Tania trabalhou com os mais importantes produtores, atores e diretores de teatro e televisão do Brasil. Esteve à frente da direção dos espetáculos “Priscilla – A Rainha do Deserto” e “Nuvem de Lágrimas”, além de ser coreógrafa e diretora associada nas produções “O Rei e Eu” e “West Side Story”. Coreografou “Raia 30” e “Cauby! Cauby! Uma Lembrança” e é a diretora responsável por todas as montagens do espetáculo “Chicago” em qualquer parte do mundo, desde 2007.

SOBRE TONY LUCCHESI: Vencedor do Prêmio Bibi Ferreira e do Prêmio Reverência 2018 na categoria “Melhor Direção Musical” por “Bibi, uma Vida em Musical”, Tony Lucchesi é diretor musical, arranjador e preparador vocal dos espetáculos: “Bibi – Uma Vida em Musical”, “60! Década de Arromba – Doc. MusicaI”, “VAMP” (também compositor das canções originais), “Rock ln Rio Now” (Lisboa- 2016). É compositor, arranjador e diretor musical do espetáculo “Vem buscar-me que ainda sou teu” (RJ – 2016), e diretor musical dos espetáculos “Godspell” (RJ- 2015), com direção de João Fonseca e “Matilda” (RJ- 2016), com direção de Gustavo Klein, ambos práticas de montagem realizadas pelo CEFTEM. O artista ainda é arranjador Vocal das edições do programa “The Voice Brasil” (Tv Globo); pianista do espetáculo “Beatles num céu de diamantes”, e pianista/co-arranjador do espetáculo “Milton Nascimento – Nada será como antes”, de Cláudio Botelho e Charles Moeller. Também assina a Direção de canção dublada do Beck Studios. Seus últimos trabalhos foram os filmes “Hotel Transylvania 1 e 2”, além das séries “Miraculous – As aventuras de Ladybug”, “Odd Squad”, entre outras (Canal Gloob).

SOBRE FAUSE HATEN: Estilista renomado e eternizado nos palcos do país por sua montagem de “Lili Marlene, um Musical”, produção idealizada pelo próprio artista, que escreve o texto, dirige e assina as canções. Conhecido por trabalhos performáticos e cheios de personalidade, Haten vai trazer sua criatividade para o universo de Nelson Gonçalves.

FICHA TÉCNICA:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO 

Um musical idealizado por Guilherme Logullo e Gabriel Chalita

Direção e coreografia: Tânia Nardini

Roteiro: Gabriel Chalita

Elenco: Guilherme Logullo e Jullie

Coordenação Artística: Guilherme Logullo

Cenografia: Doris Rollemberg 

Figurinos: Fause Haten

Direção Musical e arranjos: Tony Lucchesi

Direção de Produção: Jenny Mezencio

Assistência de direção e movimento: Nadia Nardini 

Visagista: Diego Nardes 

Design de Som: Gabriel D’Angelo

Design de Luz: Renato Machado

Redes Sociais e Assessoria de Imprensa: Prisma Colab

SERVIÇO:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO 

Temporada: De 8 a 30 de janeiro de 2021.

Horários: de quinta a sábado, às 20h. Domingo, às 19h.

Local: Teatro Clara Nunes

Endereço: Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea.

Duração: 60 minutos.

Bilheteria online: www.tudus.com.br

Vendas pelo link: http://bit.ly/NelsonGoncalvesIngressos

Bilheteria oficial: Teatro Clara Nunes – De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos, das 15h às 22h.

Telefone: 2274-9696

Valores: R$80, inteira; e R$40, meia-entrada.

350 lugares – O teatro opera com 50% da sua capacidade de plateia. 

Livre.

SERVIÇO – SESSÕES COM TRANSMISSÃO AO VIVO:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO 

Datas: 17, 24 e 30 de janeiro
Horários: 19h
Ingressos pelo link: http://bit.ly/NelsonLives ou pelo site da Tudus.
Valor único: R$20.

PROTOCOLOS DE SEGURANÇA:

– O Teatro Clara Nunes está utilizando 50% da sua capacidade de assentos na plateia;

– Desinfecção dos assentos antes das apresentações;

– Aferição de temperatura na entrada do Shopping da Gávea;

– Sinalização de distanciamento na fila para a entrada do público;

– Álcool em gel disponível;

– Equipe de profissionais utilizam EPIs;

– Tapete sanitizante na entrada;

– Ingressos pela bilheteria on-line: Tudus;

– Na hora, é possível comprar ingressos com uma hora de antecedência. Há distanciamento na fila;

– É respeitado o distanciamento social entre as poltronas do teatro.

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças

O projeto “Férias no Teatro”, que une recreação, música, diversão e espetáculo para toda a família, vai ocupar o palco e o foyer do Teatro Multiplan VillageMall, na Barra da Tijuca, de 14 a 31 de janeiro, com atividades de quinta a domingo. No foyer do teatro, a partir das 15h, haverá recreação com monitores e muitas brincadeiras. Às 17h, no palco do teatro, as famílias poderão se divertir com o espetáculo “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças”, do projeto Grandes Músicos para Pequenos, que conta passagens da infância de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, no interior do Nordeste. Visto por mais de 100 mil pessoas, o musical acompanha a descoberta do amor do jovem Luizinho, que se apaixona por Nazarena, filha de um coronel que não permite o namoro deles. O resultado é uma fábula inocente, voltada para todas as idades, e embalada por grandes sucessos do músico, como “Asa Branca”, “Que Nem Jiló”, “Baião”, “O Xote das Meninas”, “Olha Pro Céu”, entre outros.

“As crianças se divertem e os adultos sempre se emocionam. E o que buscamos é exatamente isso: um espetáculo que, ao mesmo tempo, aproxime as gerações, valorize a cultura brasileira, e que desperte a curiosidade. Muitas crianças pedem aos pais para escutarem as canções de Luiz Gonzaga depois de assistirem ao musical”, conta o diretor Diego Morais.

Todos os protocolos de segurança, distanciamento e combate ao Covid-19 serão adotados no evento, de acordo com as instruções das secretarias municipais e estaduais de saúde

FICHA TÉCNICA – LUIZ E NAZINHA:

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Guilherme Borges

Texto: Pedro Henrique Lopes

Elenco: Pedro Henrique Lopes (Luizinho), Aline Carrocino (Nazinha), Martina Blink (Santana / Elvira) e Sergio Somene (Januário / Raimundo)

Cenário: José Claudio Ferreira

Figurino e adereços: Wanderley Nascimento

Iluminação: Pedro Henrique Lopes

Produção e realização: Entre Entretenimento

SERVIÇO:

Teatro Multiplan (VillageMall)

Av. das Américas, 3900 – Piso SS1, Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ

Temporada: 14 a 31 de janeiro de 2021

Horário: Quinta a Domingo, 15h (recreação no Foyer) e 17h (Espetáculo)

Duração do espetáculo: 60 minutos

Telefone: (21) 3030-9970

Ingressos na Bilheteria do Teatro o no site Sympla

Valor dos Ingressos: 

Plateia VIP: R$ 100 / R$ 50 (meia)

Camarotes e Frisas: R$ 90 / R$ 45 (meia)

Plateia: R$ 80 / R$ 40 (meia)

Plateia Superior: R$ 60 / R$ 30 (meia)

Link para Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/67258/d/93542

CCBB São Paulo apresenta a estreia de 20.000 Léguas Submarinas

Um misterioso veículo subaquático. Uma tripulação cheia de segredos. Um monstro assombrando os oceanos. Três tripulantes que acabaram de chegar. E você, já entrou em um submarino? O palco será o oceano; as cortinas, as paredes do submarino. Poltronas e corredores viram cabines enquanto varas de luz fazem as vezes do equipamento de mergulho. Nesta aventura, atores serão os tripulantes e o público; os passageiros.

A ideia de transformar o teatro num autêntico submarino está na concepção de encenação do novo espetáculo da Cia Solas de Vento, formada pelos atores Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues, e assinada pelo diretor convidado Alvaro Assad. 20.000 Léguas Submarinas estreia dia 16 de janeiro no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil-SP e fecha a trilogia sobre a obra de Júlio Verne. A intenção é mexer com a fantasia do público. A temporada vai até 14 de fevereiro, com sessões aos sábados e domingos às 15 horas.

Inspirados pelas viagens extraordinárias do escritor francês Júlio Verne (1828-1905), um dos pioneiros do gênero ficção científica, a Cia Solas de Vento deu a largada na apresentação do projeto Viagens Extraordinárias alternando duas criações do repertório do grupo – A Volta ao Mundo em 80 Dias (2011) e Viagem ao Centro da Terra (2015) -, entre 28 de novembro e 20 de dezembro de 2020. Em seguida, os três espetáculos entram em cartaz simultaneamente de 20 de fevereiro a 11 de abril de 2021, aos sábado, às 11h e às 15h, e domingos às 15 horas, em um total de 25 sessões. Veja as datas no serviço, ao final do texto.

Júlio Verne, conhecido como o homem que previa o futuro, foi um dos maiores escritores franceses de todos os tempos e um dos mais influentes da literatura mundial. Além de escritor de romances de aventuras, é considerado um dos pais da ficção científica. Seus escritos anteciparam equipamentos que só surgiram muitos anos depois, como televisão, submarino, nave espacial, fax etc. A Volta ao Mundo em 80 Dias foi escrita em 1872 e narra uma exótica aposta de um estranho personagem e seu criado ao redor do mundo, contra o tempo.

A montagem

A partir da análise do romance 20.000 Léguas Submarinas, escrito em 1869, o diretor e os atores desenvolveram um repertório de ações, jogos e esboços de cenas, usando os recursos oferecidos pelo vocabulário físico da pantomima e pelo vídeo com elementos que darão forma aos cenários da aventura. O diretor Alvaro Assad enxerga o teatro como um lugar de transformação. “Atravessar os corredores e entrar na plateia diante de um palco é fazer acordo com o imaginário. No teatro para todas as idades, esse lugar é desafiador e rico de simbologias e troca. Júlio Verne nos brinda com as mais significativas viagens no imaginário. Em 20.000 Léguas Submarinas vamos às profundezas do oceano em um meio de transporte fantástico. Nada melhor do que transformar o espaço do teatro nesse universo. Transportar os espectadores para os elementos subaquáticos”

Para o encenador, a livre adaptação para o teatro de uma das obras literárias mais famosas de Júlio Verne foi desafiadora, como toda criação de obra cênica.   “Principalmente quando trabalhamos com um dos livros mais potentes de Júlio Verne e criamos uma enorme história sem palavras. Desenvolver roteiro em forma de pantomima, junto com elenco e o roteirista/dramaturgo Bobby Baq, faz com que a equipe esteja uníssona nessa concepção. Roteiristas, elenco (André Schulle, Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues), direção e aporte de luxo da música e direção de arte”

Cenografia, projeções e técnica de circo

Com a proposta de criar os efeitos aquáticos descritos no romance, a cenografia será elaborada para receber e jogar com as projeções de vídeo. O principal elemento cenográfico é o corpo de cada ator, com seus comportamentos físicos descrevendo a espacialidade ao seu redor. A direção de arte contará com adereços que estarão a serviço da história. As ações executadas pelos atores ao vivo, muitas delas com as técnicas circenses, também serão exibidas, oferecendo ao espectador um efeito de zoom ou um ângulo de visão diferente, recurso que dará uma dimensão fantástica às peripécias, criando ilusões e imagens inusitadas.

Figurino, visagismo, iluminação, trilha sonora

Alvaro Assad acredita que conceber uma encenação é criar a harmonia do diálogo entre todas as áreas da criação. “A direção de arte de Renato Bolelli e Vivianne Kiritani dialoga com figurinos e adereços nesse espaço de tempo fictício, sem perder o humor, necessário para o jogo de cena do elenco.”  O diretor conta que o visagismo de Cleber de Oliveira traz um visual fantástico de histórias em quadrinho, tornando, através da maquiagem, próteses e pêlos, o elenco irreconhecível e surpreendentes. A música original de André Vac, de acordo com Assad, pontua o espetáculo como um cinema mudo, com sua marca em perfeita sintonia com a movimentação em cena e o jogo de projetar que é identidade do Solas de Vento. Compostos a partir da necessidade de desempenho físico dos atores, os figurinos darão a cada personagem características arquetípicas de maneira a enfatizar seus traços psicológicos. A iluminação de Marcel Gilber preencherá os episódios da viagem para além das cores e efeitos e será criada por lanternas e refletores manipulados pelos próprios atores. A música mesclará temas incidentais e a edição da trilha sonora será realizada a partir das partituras de ações dos atores.

Sobre a história

No livro, Verne criou o submarino Náutilus completamente autónomo do meio terrestre, movido somente pela eletricidade. O engenheiro e dono de tal feito é o Capitão Nemo, que, com sua tripulação, cortou qualquer relação com as nações e com a humanidade. Vivem somente do que o mar lhes dá – a comida e a matéria-prima que necessitam para a produção de eletricidade, tudo vem do mar. Mas a humanidade não conhece a existência da obra-prima de engenharia que o capitão Nemo criou em segredo, e, quando este, com ou sem intenção, começou a provocar desastres em navios e embarcações, o mundo começou a temê-lo, julgando-o um monstro marinho.  “Para ressaltar as ideias do autor, tomamos a liberdade de não seguir ao pé da letra a sua narrativa, mas de concentrar na essência da história, ou seja, nas transformações que ocorrem nos personagens, traduzidas e atualizadas para o público de hoje”, informam os atores.

“Um aspecto importante do romance é o constante jogo entre espaços fechados e abertos. Os protagonistas se deparam, ora protegidos por estreitas salas e corredores do submarino Nautilus, ora se aventurando na imensidão do mundo oceânico, frente a uma fauna desconhecida e ameaçadora. O conjunto dos recursos que serão desenvolvidos durante o processo de criação visam recriar cenicamente esses efeitos”, explica Ricardo.

Trajetória da Cia Solas de Vento

Em 2011 o grupo estreou seu primeiro infantil, A Volta ao Mundo em 80 Dias, com direção de Carla Candiotto. Sucesso de público e crítica, a peçaganhou os prêmios APCA de Melhor Diretora e Ator e FEMSA de Melhor Ator. Em setembro de 2015 veio Viagem ao Centro da Terra, dirigida pelo premiado Eric Nowinski (Cia Meninas do Conto e Fabulosa Companhia), com indicações pelo ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem nas categorias de Melhor Espetáculo, Melhor Ator e Melhor Trilha Sonora Original.

“A Cia Solas de Vento pesquisa a apropriação de formas de expressão como a dança e as técnicas circenses, para aliar a contextos teatrais. Dessa simbiose de possibilidades corporais, nasce uma linguagem de Teatro Físico onde o corpo do intérprete é o motor principal da dramaturgia. Cada recurso, integrado cuidadosamente à obra, serve como uma lupa para ampliar os sentimentos vividos pelos personagens e alcançar assim uma nova dimensão às peripécias da história”, comentam Ricardo e Bruno sobre o trabalho da Cia. Solas de Vento.

Ficha Técnica

Adaptação livre do romance de Julio Verne. Idealização: Cia Solas de Vento. Direção:  Alvaro Assad. Elenco: André Schulle, Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues, com participações de Bobby Baq e Marcel Gilber.

Dramaturgia: Bobby Baq e Alvaro Assad em colaboração com Elenco. Música Original: André Vac. Direção de Arte e Figurinos:Renato Bolelli e Vivianne Kiritani Visagismo: Cleber de Oliveira. Cenografia: Cia. Solas de Vento e Alvaro Assad. Cenotecnia: Cesar Augusto e Jeremias da Silva. Adereços: Chico Matheus e Elenco Costureira: Judite Lima. Desenho de Luz: Marcel Gilber. Design de Vídeo: Rodrigo Gontijo. Operações Técnicas: Luana Alves. Arte Gráfica: Sato do Brasil. Fotos: Mariana Chama. Vídeos: Cassandra Mello. Produção: Natalia Salles. Assistente de Produção: Anna Belinello. Gestão: Doble Cultura e Social. Realização:CCBB SP e Cia Solas de Vento.

Para roteiro

Viagens Extraordinárias – 2O.OOO Léguas Submarinas – de 16 de janeiro a 14 de fevereiro de 2021 – sábado e domingo, 15h – 10 sessões.

Viagens Extraordinárias – a Trilogia: 2O.OOO Léguas Submarinas, Viagem ao Centro da Terra e A Volta ao Mundo em 80 Dias – de 20 de fevereiro a 11 de abril de  2021 –  sábado, 11h e 15h, e domingo 15h – 25 Sessões (sessão extra a definir).

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Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico, Triângulo SP, São Paulo–SP

Aberto todos os dias, das 9h às 21h, exceto às terças

Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô

Informações: (11) 4298-1270

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Acesso e facilidades para pessoas com deficiência | Ar-condicionado | Cafeteria e Restaurante | Loja

Estacionamento conveniado: Rua da Consolação, 228.

Traslado gratuito até o CCBB (aprox. 10 min), das 14h às 23h.

No trajeto de volta, a van tem parada na estação República do Metrô. A van funciona a partir das 14h até o último evento.

Valor: R$ 14 pelo período de até 6 horas. É necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.

Nelson Gonçalves – O Amor e O Tempo

Comemorando dois anos desde a sua estreia no palco do Teatro Clara Nunes, o musical que celebra o centenário de um dos maiores ídolos da música brasileira, que vendeu mais de 80 milhões de discos em sua longa carreira, está de volta. Visto por mais de 20 mil pessoas em diversas temporadas no Rio e em São Paulo, NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO retornará aos palcos cariocas dia 8 de janeiro, mais uma vez no Teatro Clara Nunes, obedecendo a todas as normas de segurança elaboradas pela Organização Mundial da Saúde, pelo Ministério da Saúde e pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. A temporada vai até 30 de janeiro, de quinta a sábado, às 20h; e domingos, às 19h e tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e da Estácio.

Mais do que nunca, num momento tão delicado para todos, o espetáculo vem resgatar a emoção e as mensagens de esperança e superação presentes na história e no repertório de Nelson Gonçalves e adaptadas para o musical, que tem texto do escritor Gabriel Chalita, além de 33 canções interpretadas pelos protagonistas: o produtor, idealizador da peça e ator Guilherme Logullo, e a atriz e cantora Jullie. A direção é de Tânia Nardini, a direção musical de Tony Lucchesi, a cenografia de Doris Rollemberg e os figurinos de Fause Haten

Os dois intérpretes – únicos atores em cena – trazem à tona os dois lados desse grande ídolo, num diálogo constante entre o amor ou o lado emocional (Logullo) e o tempo ou o lado racional (Jullie). 

Para a nova temporada, o tradicional palco da Gávea, no Rio de Janeiro, receberá a plateia com 50% de sua capacidade e protocolos de segurança sanitária, além de distanciamento social. O distanciamento social também vai acontecer no palco, com algumas adaptações na montagem, e os atores serão testados periodicamente.

“O espetáculo é muito apropriado para esse momento porque fala de superação, fala de um dos maiores cantores da história do Brasil, que apesar de muitos altos e baixos, sempre se levantou. A volta do boêmio, agora, tem um pouco desse recorte da volta de um tempo bom que todos nós esperamos”, declara o escritor Gabriel Chalita, que frisa ainda o esforço da produção para dar vida ao musical em tempos de pandemia. “Num momento tão delicado para os artistas, é um acalanto ver a peça voltar num teatro que tem responsabilidade com a saúde e com a segurança das pessoas. É importante ver a arte manter-se viva agora”.

Continuar produzindo também é motivo de orgulho para o idealizador, protagonista e produtor do espetáculo, Guilherme Logullo. 

“Como produtor, é fantástico fazer o espetáculo acontecer e poder empregar essas pessoas que estão há praticamente um ano inteiro sem trabalhar. Voltar e também ver esses artistas voltando à cena aos poucos, claro, com todos os cuidados, é muito gratificante”, completa.

A atriz e cantora Jullie também analisa o novo momento. “É muito bom voltar aos palcos depois de tanto tempo distante. Ainda estamos num momento delicado, então precisamos estar atentos e tomar todo o cuidado necessário, será um retorno diferente”, diz.

Os ingressos já estão à venda pelo link: http://bit.ly/NelsonGoncalvesIngressos

O ESPETÁCULO

A figura humana de Nelson Gonçalves e os seus sentimentos são o fio condutor do musical. Seus desejos, pensamentos, amores e anseios são retratados no texto de Chalita e nas canções escolhidas para compor a delicada e sensível história. Em NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO, a linguagem poética se destaca e é utilizada numa narrativa não-linear, totalmente inspirada nas emoções do cantor. 

“Escrevi um texto que, de alguma forma, foge um pouco dos musicais tradicionais. Nelson Gonçalves foi um homem que amou profundamente e que, também por isso, sofreu. NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO traça um diálogo entre a razão e a emoção, reforçado pela força e dramaticidade das canções interpretadas por ele. As músicas entrelaçam essas falas o tempo todo, enfatizando essa disputa de sentimentos”, explica Chalita, que também se preocupou em levar o público à reflexão das próprias inquietudes e sentimentos. “Todos nós temos esses dois lados”.

Clássicos eternizados na voz poderosa do cantor e compositor, como “Naquela Mesa”, “A Volta do Boêmio”, “Chão de Estrelas”, entre tantos outros, não poderiam ficar de fora. Definido por seu idealizador e produtor, Guilherme Logullo, como uma “junkie box”, a volta do musical vai fazer os fãs do rei do rádio se emocionarem mais uma vez.

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO não é uma obra biográfica, mas uma homenagem. Foi a forma que encontramos de trazer a essência de Nelson para a cena”, comenta Logullo.

A DIREÇÃO E A DIREÇÃO MUSICAL

Uma das principais diretoras e coreógrafas em atividade no país, Tânia Nardini é responsável pela direção de NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

“É extremamente desafiador homenagear um homem como Nelson Gonçalves que tocou o coração e a vida de tantas pessoas, ainda mais numa proposta que foge do tradicional. Apesar de falarmos do artista Nelson Gonçalves, o fio condutor aqui é o ser humano e as suas dualidades: o que é mais forte? O tempo ou o amor?”. 

Tão desafiador quanto dirigir é trazer uma nova roupagem musical às canções do espetáculo, tarefa concedida ao premiado diretor musical e arranjador, Tony Lucchesi, que, para NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO, estabeleceu uma desconstrução dos arranjos de alguns dos clássicos do rei do rádio para contar e mostrar separadamente esses dois elementos: o tempo e o amor. 

“As músicas têm um papel muito importante em cena, pois ajudam na estrutura narrativa do texto, desenrolando a história. E foi um desafio trazer uma voz tão potente, tão forte como a do Nelson para um outro contexto”, diz.

Completam o dream team criativo de NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO o renomado figurinista Fause Haten, e a cenógrafa Doris Rollemberg.

SINOPSE: Vivendo um conflito constante entre o amor (a emoção) e o tempo (a razão), os protagonistas trazem à tona as emoções vividas por Nelson Gonçalves ao longo de sua vida e carreira, cantando seus maiores sucessos, numa homenagem ao centenário do cantor e compositor brasileiro, um dos maiores vendedores de discos do país. Nelson Gonçalves é revivido por meio das canções e das emoções do casal de protagonistas. 

SOBRE GUILHERME LOGULLO: Ator, cantor e bailarino, nascido em São Paulo, Guilherme Logullo se formou em teatro musical em Londres. Participou do elenco de grandes montagens musicais no Brasil como ‟A Bela e a Fera‟, ‟Chicago‟, ‟West Side Story‟, “Priscilla, A Rainha do Deserto”, “Elis, A Musical”, “Como Vencer na Vida sem Fazer Força” e, mais recentemente, de “Bibi, Uma Vida em Musical” e “Pippin”. Na TV, fez “Rock Story” e “Babilônia”. NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO é sua estreia como produtor. Em seus dois anos de trajetória, a peça passou por três temporadas no RJ, uma em São Paulo, além de diversas apresentações no interior paulistano. Logullo também é o criador do podcast “Eu, Ator”.

SOBRE JULLIE: Jullie é uma das atrizes e cantoras mais requisitadas em grandes montagens musicais. Protagonizou os espetáculos “Tudo Por Um Popstar”, “Constellation – Uma Viagem Musical Pelos Anos 50” (que lhe rendeu uma indicação como melhor atriz na primeira edição do Prêmio Reverência), integrou o elenco de “60! Década de Arromba – Doc. Musical”, da turnê 2018 de “O Musical da Bossa Nova”, participou da temporada carioca de “A Noviça Rebelde” (sub de Maria Von Trapp), entre outras produções. Jullie também é compositora e lançou digitalmente o álbum autoral “Até o Sol”. Dubladora desde 2007,  deu voz à diversas personagens em filmes/ séries como “Trolls” (Poppy) e “Pé Pequeno” (voz cantada da Meechee). E mais recentemente, protagonizou personagens em “Divertida Mente” e “Trolls 2”.

SOBRE GABRIEL CHALITA: Gabriel Chalita revelou-se escritor já aos 12 anos, quando publicou seu primeiro livro. Hoje, tem uma obra composta por mais de 80 títulos. Doutor em Filosofia do Direito e em Comunicação e Semiótica, deu início à carreira política aos 19 anos, como vereador e presidente da Câmara Municipal de Cachoeira Paulista. Exerceu os cargos de secretário da Juventude, Esporte e Lazer e de secretário da Educação do Estado de São Paulo; neste último, instituiu os Programas Escola da Família, Escola de Tempo Integral e Caminho das Artes. Foi também presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), por dois mandatos, e vereador da cidade de São Paulo. Foi deputado federal pelo PMDB-SP – eleito com mais de meio milhão de votos – e secretário de Educação do município de São Paulo. É professor universitário, membro da Academia Brasileira de Educação, presidente da Academia Paulista de Letras e palestrante.

SOBRE TÂNIA NARDINI: Tania trabalhou com os mais importantes produtores, atores e diretores de teatro e televisão do Brasil. Esteve à frente da direção dos espetáculos “Priscilla – A Rainha do Deserto” e “Nuvem de Lágrimas”, além de ser coreógrafa e diretora associada nas produções “O Rei e Eu” e “West Side Story”. Coreografou “Raia 30” e “Cauby! Cauby! Uma Lembrança” e é a diretora responsável por todas as montagens do espetáculo “Chicago” em qualquer parte do mundo, desde 2007.

SOBRE TONY LUCCHESI: Vencedor do Prêmio Bibi Ferreira e do Prêmio Reverência 2018 na categoria “Melhor Direção Musical” por “Bibi, uma Vida em Musical”, Tony Lucchesi é diretor musical, arranjador e preparador vocal dos espetáculos: “Bibi – Uma Vida em Musical”, “60! Década de Arromba – Doc. MusicaI”, “VAMP” (também compositor das canções originais), “Rock ln Rio Now” (Lisboa- 2016). É compositor, arranjador e diretor musical do espetáculo “Vem buscar-me que ainda sou teu” (RJ – 2016), e diretor musical dos espetáculos “Godspell” (RJ- 2015), com direção de João Fonseca e “Matilda” (RJ- 2016), com direção de Gustavo Klein, ambos práticas de montagem realizadas pelo CEFTEM. O artista ainda é arranjador Vocal das edições do programa “The Voice Brasil” (Tv Globo); pianista do espetáculo “Beatles num céu de diamantes”, e pianista/co-arranjador do espetáculo “Milton Nascimento – Nada será como antes”, de Cláudio Botelho e Charles Moeller. Também assina a Direção de canção dublada do Beck Studios. Seus últimos trabalhos foram os filmes “Hotel Transylvania 1 e 2”, além das séries “Miraculous – As aventuras de Ladybug”, “Odd Squad”, entre outras (Canal Gloob).

SOBRE FAUSE HATEN: Estilista renomado e eternizado nos palcos do país por sua montagem de “Lili Marlene, um Musical”, produção idealizada pelo próprio artista, que escreve o texto, dirige e assina as canções. Conhecido por trabalhos performáticos e cheios de personalidade, Haten vai trazer sua criatividade para o universo de Nelson Gonçalves.

FICHA TÉCNICA:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO 

Um musical idealizado por Guilherme Logullo e Gabriel Chalita

Direção e coreografia: Tânia Nardini

Roteiro: Gabriel Chalita

Elenco: Guilherme Logullo e Jullie

Coordenação Artística: Guilherme Logullo

Cenografia: Doris Rollemberg 

Figurinos: Fause Haten

Direção Musical e arranjos: Tony Lucchesi

Direção de Produção: Jenny Mezencio

Assistência de direção e movimento: Nadia Nardini 

Visagista: Diego Nardes 

Design de Som: Gabriel D’Angelo

Design de Luz: Renato Machado

Redes Sociais e Assessoria de Imprensa: Prisma Colab

SERVIÇO:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO 

Reestreia: 8 de janeiro de 2021.

Temporada: De 8 a 30 de janeiro de 2021.

Horários: de quinta a sábado, às 20h. Domingo, às 19h.

Local: Teatro Clara Nunes

Endereço: Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea.

Duração: 60 minutos.

Bilheteria online: www.tudus.com.br

Vendas pelo link: http://bit.ly/NelsonGoncalvesIngressos

Bilheteria oficial: Teatro Clara Nunes – De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos, das 15h às 22h.

Telefone: 2274-9696

Valores: R$80, inteira; e R$40, meia-entrada.

350 lugares – O teatro opera com 50% da sua capacidade de plateia. 

Livre.

PROTOCOLOS DE SEGURANÇA:

– O Teatro Clara Nunes está utilizando 50% da sua capacidade de assentos na plateia;

– Desinfecção dos assentos antes das apresentações;

– Aferição de temperatura na entrada do Shopping da Gávea;

– Sinalização de distanciamento na fila para a entrada do público;

– Álcool em gel disponível;

– Equipe de profissionais utilizam EPIs;

– Tapete sanitizante na entrada;

– Ingressos pela bilheteria on-line: Tudus;

– Na hora, é possível comprar ingressos com uma hora de antecedência. Há distanciamento na fila;

– É respeitado o distanciamento social entre as poltronas do teatro.

Renata Ricci e coletivo vocal apresentam show CANTRIX canta Gil dia 18 de dezembro

Coletivo vocal feminino formado por quatro atrizes e cantoras, três delas conhecidas do teatro musical brasileiro, o grupo CANTRIX traz em seu DNA uma proeminente veia dramática. O fato do quarteto vir dos palcos faz a condução cênica ser o ponto forte dos shows das artistas. É com esta pegada que Renata Ricci, Yael Pecarovich, Vanessa Mello e Valéria Barcellos apresentam o espetáculo CANTRIX canta Gil em transmissão online no dia 18 de dezembro, às 21 horas. A direção é de Gláucia da Fonseca.

Paulista que morou 10 anos no Rio, Renata Ricci – a única da formação original – ganhou prêmios de Melhor Atriz Coadjuvante em Gypsy e Hebe o Musical (como Lolita Rodrigues). Antes da pandemia, estava em cartaz com Forever Young. Compôs o elenco também da segunda montagem brasileira de Sweet Charity. Yael Pecarovich, nascida no Uruguai e radicada no Brasil, interpretou o papel de Gal Costa em Rita Lee Mora ao Lado, além de ter integrado a ficha técnica do musical em homenagem a Nelson Rodrigues. Já a baiana Vanessa Mello esteve em Annie – o Musical, Dona Summer, Cantando na Chuva, Billy Elliot e A Pequena Sereia – Musical. Vem somar-se ao grupo a atriz e cantora gaúcha de voz potente Valéria Barcellos, mulher trans e negra.

Reunindo antigas amigas e retomando de forma independente uma história que começou há 17 anos, em um c rso de formação de banda feminina, o grupo, que já passou por algumas formações – Ana Canãs, Miranda Kassim e Aline Muniz já integraram o grupo – se encontra agora em um novo momento, ainda como um quarteto vocal feminino, pouco tradicional e menos ainda formal. Embaladas pelo repertório de Gilberto Gil, elas escolheram sucessos do cantor e compositor para cantar e contar sobre a força da mulher em uma essencialmente feminista, com um show repleto de história e atitude.

Desta vez o grupo vem com um objetivo claro em mente: Formar um ‘time’ composto por mulheres para muito além do palco. A atriz e cantora Renata Ricci neste retorno assume também a produção dos shows e deixa claro a importância de buscar por mulheres trabalhando em cada função por trás da cortina, seja ela técnica, criativa ou artística. “A maternidade me fez admirar muito mais as mulheres e enxergá-las de uma outra maneira. Comecei então a ficar incomodada por me sentir apenas proclamando o discurso feminista e não fazendo nada efetivo a respeito. Percebi que a melhor maneira de empoderar uma mulher é dando um lugar para ela”, diz Renata.

Ativistas identificadas com temas como a luta pela diversidade sexual, em espírito coletivo o quarteto compartilha os créditos da direção, dos figurinos, do roteiro e até dos arranjos do show, e divide o palco Roberta Kelly (bateria/percussão) e Karina Muniz (piano) Decididas a encontrar um setlist que tivesse como foco principal um ‘discurso’ musical atual, o processo de imersão em diversas referências logo conectou as cantrizes ao universo de Gilberto Gil, porém despertou nelas uma dúvida pontual: ‘Seguir com o conceito do feminino e apresentar canções de uma potência como Madonna, ícone de luta pela liberdade sexual, ou manter Gilberto Gil e toda a identificação com o momento do grupo?’. A decisão ficou por conta da essência do ícone baiano, que em seu repertório conceitual tem por hábito lançar um olhar delicado sobre as relações e as pessoas, além de seu histórico musical e pessoal com relação as questões de gênero.

Ao longo do show, canções consagradas são costuradas por um enredo cênico, muito mais real do que ficcional, e passível de um bom improviso – o que condiz com o novo ritmo do quarteto, que, fora do palco, encara a vida corrida da mulher que, além de artista, por vezes atua como mãe, filha, esposa e amiga. E é justamente contando um pouco de si e de suas experiências, que cada uma delas revela sua identidade mais sincera em um show-teatral cheio de música brasileira e feminilidade, e que busca, em tempos de empoderamento, colocar luz de maneira leve sobre questões importantes, saindo do já conhecido discurso e ressaltando aquilo que uma das canções do próprio Gil assegura: “Novo tempo sempre se inaugura…”.

Repertório

Abertura com medley de Palco, Toda Menina Baiana, Realce. Tempo Rei, A Novidade, Super-Homem, Paz, Drão, Refazenda, Punk da Periferia, Expresso 2222. O medley que abre o show também fecha, mas com arranjo e levadas diferentes.

Ficha técnica

Com Renata Ricci, Vanessa Mello, Yael Pecarovich e Valéria Barcellos. Banda: Karina Muniz (piano) e Roberta Kelly (bateria/percussão). Direção: Gláucia da Fonseca. Duração: 70 min. Transmitido via ZOOM da Cia de Revista. Fotos: Paola Prado.

Show – CANTRIX canta Gil. Dia 18 de dezembro, às 21h.

Transmissão via ZOOM. Vendas via Sympla.

Valores colaborativos, de R$ 20 a R$ 100 reais.

https://www.sympla.com.br/cantrix-canta-gil__1061066

De Casa Com Arte, coletiva no Centro Cultural Correios: 29 artistas e 85 obras

Concebido logo no início do isolamento social, quando os seus idealizadores, Carlos Bertão e Alê Teixeira, contraíram o Coronavírus, o projeto DE CASA COM ARTE foi segmentado em duas fases, tendo como objetivo inicial a realização de quinze leilões beneficentes de obras doadas por 39 artistas visuais. Na primeira, contou com a participação de 21 profissionais, com vendas realizadas pela plataforma Arte na Fonte, através de sete leilões digitais, com três obras cada.  Com o valor arrecadado nessa fase, doado à Central Única das Favelas – CUFA, através do projeto Mães da Favela, foram adquiridas cestas básicas, beneficiando 350 famílias residentes em diversas comunidades carentes do Rio de Janeiro. Já na segunda etapa, mais 24 obras foram doadas e leiloadas pela mesma plataforma, tendo o valor arrecadado sido dividido em partes iguais entre a CUFA e o Retiro dos Artistas.

Em reconhecimento à generosidade dos artistas doadores, Carlos e Alê decidiram produzir uma exposição no Centro Cultural Correios, com a participação de 29 dos 39 doadores, com cerca de 85 obras em diferentes mídias (instalações, esculturas, pinturas e colagens). A curadoria ficou a cargo de Carlos Bertão, enquanto Alê Teixeira assinou o design e iluminação expositivos.

“A exposição aberta no Rio é apresentada como um reconhecimento e agradecimento à paixão e à compaixão de todos os 39 artistas que doaram suas obras para os dois leilões e que se destacaram por sua generosidade e empatia”, explica Alê Teixeira

“Encerramos a primeira etapa já pensando em uma segunda, em 2021, caso o Coronavírus siga afetando a vida dos mais necessitados”, diz Carlos Bertão, que revela ter conseguido um total de R$ 90 mil em arrecadação.

Artistas que participam da exposição:

Bel Magalhães, Bere Bastos, Beto Fame, Bruno Big, Cacá Barcellos, Claudia Teruz, Eduardo Scatena, Elimar Matos, Esther Ohana, Fabiano Fernandes, Gustavo Matos, Iza Valente, Jeremias Ferraz, Liliane Braga, Lucio Volpini, Marcella Madeira, Marcello Rocha, Maria Eugênia Baptista, Mulambo, Myriam Glatt, Patricia Secco, Pietrina Checcacci, Pina Bastos, Roberta Cani, Roberto Romero, Rodrigo Villas, Rogerio Silva, Selma Jacob, Solange Escosteguy.

Serviço:       

“DE CASA COM ARTE – ARTISTAS DO BEM”

Coletiva reúne cerca de 85 obras de 29 artistas.

Curadoria: Carlos Bertão e Alê Teixeira.

Até 10 de janeiro de 2021

Centro Cultural Correios

Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20.

Visitação: de terça a sábado, das 12h às 19h

Entrada gratuita

“Na Sala com Clarice” no CCBB

O projeto patrocinado pelo Banco do Brasil segue os moldes de um acontecimento gastronômico, oferecendo ao público um “cardápio literário” com entrada, prato principal e sobremesa, representados pelos contos e crônicas da autora. Serão oferecidas 15 opções para cinco serem escolhidas e apresentadas na sequência. A peça tem duração de 60 a 90 minutos, variando em função das escolhas do dia.

A cada rodada da apresentação, que é gratuita, alternam os elementos oferecidos ao público para estimular sua escolha: leitura de pequenos trechos; apresentação das sinopsesexposição de objetos relacionados aos textos, sem que o público conheça sequer seus títulos. 

O critério de seleção das obras seguiu uma linha afetiva “Escolhi primeiramente textos que me atravessam, que me intrigam, alguns que me divertem, muitos que me emocionam, outros que me questionam, uns que me colocam diante do espelho ou à beira do mistério indizível. Depois tive que abrir mão de muitos contos, porque queria quase tudo. Meu critério era muito amplo, quase uma falta de critério. Então cortei da lista, primeiro, os contos mais extensos que, sozinhos, já dariam uma peça. 

Mas fui me dando conta de que a seleção estava diversa, uma espécie de panorama de muitas das facetas de Clarice e achei bom que assim fosse. Primeiro porque a obra dela é mesmo multifacetada e sempre me chegou de formas igualmente diversas. E porque todos nós somos mesmo muito vastos, cheios de nuances e contradições. E especialmente Clarice nunca se furtou de procurar conhecê-las, de mostrá-las, de mergulhar nelas.”, conta Odilon.

Esse caráter interativo possibilita que o público se posicione subjetivamente diante do leque de opções que lhe é oferecido, contribuindo para que haja um entrelace dos imaginários comuns dos espectadores reunidos naquela sessão. Um formato que visa aproximar ainda mais o público do acontecimento cênico-literário, implicando-lhes em sua construção e considerando cada dia como um percurso único.

A proposta deste projeto é apresentar alguns de seus textos na íntegra, oralizando a palavra escrita com vistas a potencializar o encontro desta com o público. Um trabalho que pretende ser acessível e convidativo, mas sem simplificações. O espectador será munido de ferramentas para acessar outras camadas da obra de Clarice, praticamente sem cortes no seu original.

A aplicação do método das Ações Vocais (de Constantin Stanislavski), que Odilon Esteves vem estudando desde 2002, aproxima o espectador do texto e das imagens propostas pela autora. O minimalismo da encenação visa concentrar-se no essencial, descartando tudo o que seja supérfluo no cenário e figurino, ou redundante e ilustrativo no movimento e na ação física, para dar espaço à imaginação do espectador e jogar com ela. A escuta como lugar de potência. 

| CICLO DE PALESTRAS |

         Além das apresentações, o projeto propõe um ciclo de palestras sobre Clarice Lispector nos dias 14 de dezembro, 11 de janeiro e 25 de janeiro com abordagens que aprofundam a leitura e a análise de sua obra, ministradas por:

Nádia Battella Gotlib (14 de dezembro) mestre, doutora e professora livre-docente pela Universidade de São Paulo, onde atuou, desde 1970, como professora e pesquisadora nas áreas de Literatura Portuguesa e Literatura Brasileira. Atualmente é professora colaboradora do Programa de Pós-Graduação de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa. 

Noemi Jaffe (11 de janeiro), é escritora, professora e crítica literária. Doutora em literatura brasileira pela USP, dá aulas de Escrita Criativa na Casa do Saber, no curso de Formação de Escritores do Instituto Vera Cruz e n’A Escrevedeira. Também trabalha como crítica literária para o jornal Folha de São Paulo.

Maria Homem (25 de janeiro) – graduada em Psicologia pela USP, com mestrado em Psychanalyse et Esthétique  pelo Collège International de Philosophie e pela Universidade Paris VIII, e doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP. Atualmente colabora com a PUC-SP e FAAP. Tem experiência na área de Psicanálise, Cultura e Estética, atuando principalmente nos seguintes temas: psicanálise, literatura, cinema e subjetividade. 

Clarice aos olhos do ator

“A escrita de Clarice já reverberou em mim de muitas formas. A primeira obra que conheci foi “A hora da estrela”, na adolescência. E Macabéa me doía, porque eu conheci várias Macabéas no norte de Minas Gerais, onde nasci. Porque eu amo várias Macabéas que cuidaram de mim quando criança ou trabalharam para minha família, e muitas morreram antes de eu saber o que fazer por elas. 

Quantas vezes as contradições humanas nos textos de Clarice me convidaram a encarar as minhas próprias! Quantas vezes me senti estrangeiro, mesmo na cidade onde nasci! Tenho fotos em que pareço triste, mas na lembrança tenho certeza de que estava alegre, a despeito de não estar sorrindo. Em seus livros, encontro mundos onde caibo. E onde cabem meus amigos, minha família, e todo o mundo que desconheço. 

Além do mais, seu dia a dia ordinário tem aura de realidade mítica. Clarice teve algum convívio, foi lida e admirada por muitos dos meus ídolos: Chico Buarque, Fernanda Montenegro, Carlos Drummond de Andrade. 

E junto do seu amor por Recife, tem também uma relação forte com Minas. A proximidade com tantos mineiros, a admiração profunda por Lúcio Cardoso, a amizade com Fernando Sabino, a carta em que fala sobre “Grande Sertão: Veredas” de Guimarães Rosa… Na crônica “Das vantagens de ser bobo”, que é um estandarte contra a cultura da esperteza, essa doença do “levar-vantagem-em-tudo-e-a-qualquer-custo” tão recorrente  no Brasil, ela descreve o bobo como a antítese do esperto, e afirma que há lugares que facilitam ser bobo, e Minas Gerais é um exemplo disso. Enfim… queria ter sido contemporâneo dela, mas só nasci onze meses após sua morte. E no entanto, abraçado a seus livros, atravessei a pandemia na companhia de Clarice.”  

| CCBB, CENTENÁRIO DE CLARICE e TEATRO ON-LINE |

O CCBB começou as comemorações do centenário de Clarice em março de 2020 com a estreia, no Rio de Janeiro, do musical “A HORA DA ESTRELA – O Canto de Macabéa”, protagonizado por Laila Garin. Uma semana depois, a temporada teve que ser suspensa em função do isolamento físico. Para não dar uma pausa a essa comemoração tão importante, NA SALA COM CLARICE chega para uma celebração via streaming. 

“O CCBB sempre fomentou novos formatos, sabe da importância disso. Como espectador e frequentador deste espaço vi a renovação acontecer muitas vezes. Além disso a cele bração do centenário de Clarice Lispector não podia parar. “NA SALA COM CLARICE” continua a festa começada com “O CANTO DE MACABÉA” e, segundo o próprio CCBB, este musical volta à cena em 2021, quando as condições sanitárias permitirem”, comenta Odilon.

Atualmente os 4 CCBBs reabriram, mas continuam ofertando programação digital, como forma de permitir às pessoas uma alternativa cultural aos eventos presenciais.

| SINOPSE | 

NA SALA COM CLARICE – peça literária on-line, em celebração ao centenário de Clarice Lispector, em que o público escolhe, a partir de um cardápio de textos da autora, quais gostaria de ouvir naquela sessão. Obras que compõem um panorama de suas múltiplas facetas, incluindo narrativas em que podemos perceber a própria Clarice em diferentes fases da vida.

| FICHA TÉCNICA |

Textos: Clarice Lispector. Concepção e atuação: Odilon Esteves. Codireção e direção de arte: Fernando Badharó. Trilha sonora: Barulhista. Iluminação:Lucas Pradino. Intérprete de Libras: Marcella Alves de Sousa. Produção Executiva: Ricelli Piva. Direção de produção: Juliana Sevaybricker. Produção: Agentz Produções 

Duração: de 60 a 90 minutos (dependendo das escolhas do público)

Classificação etária: 12 anos

Ingressos gratuitos pelo site: https://www.sympla.com.br/nasalacomclarice

Lotação: 995 pessoas

| TEMPORADA + PALESTRAS|

Apresentações: 06 a 20 de dezembro | 09 a 31 de janeiro | sábados às 20h e domingos às 19h

Sessão especial “Centenário de Clarice”: 10/12 (quinta-feira) às 20h

Sessões com intérprete de LIBRAS: 18/12 e 29/01 (sextas-feiras) às 20h

Palestras

14/12/2020 – Nádia Battella Gotlib

11/01/2021 – Noemi Jaffe

25/01/2021 – Maria Homem

“Pá de Cal Ray-Lux)” no CCBB Rio

O Teatro II do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, recebe de 26 de novembro a 20 de dezembro, o espetáculo “Pá de Cal (Ray-lux)”, dramaturgia inédita do premiado autor Jô Bilac, direção de Paulo Verlings, realização da Cia Teatro Independente, com Carolina Pismel, Isaac Bernat, Orlando Caldeira, Pedro Henrique França e Ruth Mariana no elenco. O projeto tem patrocínio do Banco do Brasil através da Lei de Incentivo Federal. As representações acontecem de quinta a sábado, às 18h, e domingo, às 17h. Os ingressos estão a venda exclusivamente pela internet: www.eventim.com.br
A trama de “Pá de Cal (Ray-lux)” parte da morte de um personagem central, ou seja, ele está ausente. O mesmo acontece com suas irmãs que mandam representantes para a reunião “familiar” na qual irá se definir o destino do pai dessa família e também o destino da mãe do morto (uma ex empregada da família), que também manda um representante legal. O morto também é representado por uma pessoa com quem conviveu em terras estrangeiras. Além de uma morte traumática a peça lida com a terceirização de responsabilidades e de como essas representatividades interferem na boa condução das questões. Toda a ação se desenrola na casa onde mora o patriarca, local que é foco de uma disputa pela posse, revelando interesses divergentes entre as partes. Conflitos inesperados emergem a partir desse encontro. Com o passar do tempo, as relações entre pai e seus filhos – representados – se revelam aos espectadores cada vez mais límpidas e latentes.
– O espetáculo narra uma relação “familiar” por uma perspectiva diferente. Através das representatividades discutimos o quanto nós hoje na contemporaneidade terceirizamos nossas relações –, comenta o diretor Paulo Verlings, também responsável pelo argumento e idealização da peça. – Atravessamos questões como culpa, ausência de diálogo e afeto, a partir de um acontecimento trágico.
A expressão “Pá de Cal” quer dizer que fará uma última referência a um assunto não prazeroso. Já “Ray-lux” se refere ao nome de uma urna funerária tão cara, que custa o preço de um automóvel.
Para a escalação do elenco a Cia Teatro Independente pensou em arquétipos bem distintos para formar um elenco brasileiro, com muitas diversidades, personagens reais, pessoas críveis.
Ficha técnica
Dramaturgia: Jô BilacDireção: Paulo VerlingsDiretora Assistente: Mariah ValeirasElenco: Carolina Pismel, Isaac Bernat, Orlando Caldeira, Pedro Henrique França e Ruth MarianaCenário: Mina QuentalFigurinos: Karen BrusttolinIluminação: Ana Luzia Molinari de SimoniTrilha Sonora: Rodrigo MarçalDireção de Movimento: Toni RodriguesAssessoria de Imprensa: Ney MottaProgramação Visual: André SennaFotos de Divulgação: Paula KossatzDireção de Produção: Jéssica SantiagoArgumento e Idealização: Paulo Verlings Realização: Teatro Independente e 9 Meses Produções
Serviço
Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro IIRua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de JaneiroInformações: 21 3808-2020Temporada: 26 de novembro a 20 de dezembro de 2020Apresentações: Quintas, sextas e sábados, às 18h, e domingos, às 17h.Valor do ingresso: R$ 30 (inteira) e R$15 (meia entrada)VENDAS EXCLUSIVAS PELO SITE www.eventim.com.brNão recomendado para menores de 14 anosCapacidade de público: 76 lugaresDuração: 70 minutos
Funcionamento do CCBB
A partir do dia 26 de novembro, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro terá novo horário de funcionamento, das 9h às 18h.  O CCBB RJ está adaptado às novas medidas de segurança sanitária: entrada apenas com agendamento on line, controle da quantidade de pessoas no prédio, fluxo único de circulação, medição de temperatura, uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool gel e sinalizadores no piso para o distanciamento. No teatro a capacidade foi reduzida para 50%, com higienização completa antes de cada apresentação/sessão, além do distanciamento de 2 metros entre as poltronas.

“Prisioneiros do Medo – os bastidores do Isolamento”, até 21 de dezembro

Fica em cartaz até o dia 21 de dezembro, no Youtube, Prisioneiros do Medo – os bastidores do isolamento. Ao todo, a primeira temporada contará com 10 episódios, que entrarão no ar todas às segundas-feiras, sempre às 19h. De acordo com o idealizador do projeto, o ator, roteirista e diretor Ney Ferreira, todas as histórias do projeto, que mistura web teatro com websérie, estão ligadas ao mesmo tema: o enfrentamento do medo ao longo do isolamento social por conta da pandemia da Covid-19. “Cada pequena história tem um título e os artistas podem se revezar e contribuir com outras histórias, inclusive com outras funções, entre as 3 que compõe cada núcleo: ator/atriz, dramaturgo(a) e diretor(a)”, explica Ferreira.

Os primeiros episódios desta temporada reúnem histórias originais de humor refinado e dramas profundos, tais como “Abel Days, uma estória por vez, do jet set português!”, “Agorafobia”, “Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”, “Descobertas ao redor do mundo, será?”, “Dez ave-marias antes do dormir”, “Efeito pandemia cerebral”, “Máquina de lavar”, “Mania de limpeza”, “Minha doce amarga vida”, “Monólogos da vacina”, “Nós voltaremos”, “O ilustre desconhecido”, “O voo do beija-flor”, “Os sonhos não acabam”, “Tem alguém aí?”, “Você não está só” e “Um astro confinado”.

Para colaborar com a produção foi criada uma vaquinha virtual para a compra do ingresso solidário. Cada pessoa paga o valor que puder e achar justo para acompanhar a apresentação, basta acessar o link http://vaka.me/1178558.

Segundo Ney, a ideia de Prisioneiros do Medo – Os Bastidores do Isolamento, é que seja um trabalho artesanal, feito com pouca edição, propositalmente para passar a real percepção de que se trata de algo feito em casa. “No conjunto, é algo que tem todo um valor artístico e humano muito grande, pois aborda este tema universal que é o medo neste momento tão difícil, e reúne artistas veteranos e iniciantes, para mostrar que é possível produzir arte de forma coletiva e independente, assim como trocar experiências mesmo de forma virtual e à distância”, ressalta.

Sinopse – PRISIONEIROS DO MEDO – Os bastidores do isolamento – Trabalho de criação coletiva onde várias histórias se cruzam por uma situação em comum ao longo dos 10 episódios: o  enfrentamento do medo ao longo isolamento social por conta da pandemia da Covid-19.

Sobre o idealizador – Ney Ferreira, idealizador e diretor geral da série Prisioneiros do Medo – Os Bastidores do Isolamento, exibida no canal Dramanet, é também radialista, dramaturgo, roteirista, ator, diretor, publicitário, compositor, produtor, comunicador. Exerceu atividades em diversas emissoras de Brasília, Goiânia, São Paulo e Rio de Janeiro, com mais de vinte mil horas de conteúdo realizado. Iniciou sua vida profissional na TV/Rádio Nacional de Brasília (atual EBC), e fez o primeiro programa de televisão ao vivo para todo o Brasil, no início dos anos 80, o Show da Cidade, que durou mais de 20 anos e foi campeão de audiência. Passou por Record, Band, TV Brasília, Rádio Planalto, Rádio Capital, Rádio Globo, entre outras. Na teledramaturgia, destaque para os trabalhos Uma família em apuros (1997), Geração valente (1998), Serra do Luar, minissérie em 20 capítulos produzida em 1999/2000 e exibida na NET, e a  primeira novela de Brasília, Terra Prometida, em 2002/2003.

Ficha Técnica

Prisioneiros do Medo – Os Bastidores do Isolamento

Elenco: Abel Dias, Andrea Paola, Angelo Mayerhofer, Beth Grandi, Cassia Gentile, Cida Azevedo, Elton Lellis, Jonatas Arone, Juliana Teixeira, Isa D’Morais, Leonardo Arena, Maria Fernanda Gurgel, Morgana Alvares, Ney Ferreira, Nicole Cordery,  Patrick D’Orlando, Ruth Cruz

Dramaturgos: Abel Dias, Andrea Paola, Angelo Mayerhofer, Cassia Gentile, Jean Mendonça, Leonardo Arena, Marco Miranda, Maria Fernanda Gurgel, Morgana Alvares, Ney Ferreira, Nicole Cordery, Patrick D’Orlando, Ruth Cruz

Diretores: Andrea Paola, Angelo Mayerhofer,  Cassia Gentile, Jean Mendonça, Leonardo Arena, Marco Miranda, Maria Fernanda Gurgel, Morgana Alvares, Ney Ferreira, Nicole Cordery, Patrick D’Orlando, Ruth Cruz

Moderação do Zoom e YouTube: Felipe Fonseca

Direção Administrativa: Jean Mendonça

Direção Geral: Ney Ferreira

Apoio Institucional: Sevilha Comunicação

Serviço
Prisioneiros do Medo – Os Bastidores do Isolamento
Gênero: drama e comédia                        
Quando: Segundas – até 21/12

Horário: 19h

Classificação: Livre

Local: YouTube – Canal Dramanet

Assessoria de imprensa: Sevilha Comunicação

Musicar na Nuvem no CCBB | Duo mexicano Chalanes del Amor, Isadora Canto e Grupo Costurando Histórias são destaques da programação

O Musicar – Festival de Música Infantil continua até 15 de novembro em sua primeira edição on-line e totalmente gratuita, dentro do projeto #CCBBemCASA. Maior festival de música infantil do país, o Musicar na Nuvem vai transmitir mais de 50 atrações voltadas para toda a família. Esta semana, um dos destaques é o grupo mexicano Chalanes del Amor, expoentes da cena popular latino-americana, que promovem a oficina “Jarana y Diversión” no sábado (31/10), às 15h, mostrando os saberes e cantigas infantis mexicanas, caribenhas e latinas. No domingo (1/11), às 17h, o grupo também se apresenta, virtualmente, pela primeira vez num festival brasileiro, numa viagem festiva por ritmos, saltos, versos e sorrisos.

Outro destaque é a paulista Isadora Canto, que apresenta a oficina “Acalanto: Música na Gestação” na sexta (30/10), às 11h. Isadora se inspira na maternidade para compor suas músicas, campeãs das trilhas sonoras de parto. A oficina vai promover um encontro da mulher com o seu bebê antes do nascimento, uma experiência profunda que vai fortalecer a comunicação e o vínculo afetivo “mãe-bebê”. No sábado (31/10), às 17h, tem o podcast “Retalhos de Arrepiar“, com a tradicional trupe carioca Grupo Costurando Histórias. No centro da cantoria e da roda de histórias, criaturas de dar medo! A pedido das crianças, o grupo tem pesquisado monstros que vivem no Brasil e descobriu aspectos que ajudam a enfrentá-los ou fugir deles. Causos e lendas assustadores ganham cor e textura embalados por canções autorais.

As atividades desta semana no Musicar começam na quarta (28/10), às 20h, com o webinar “Educação Musical: um jogo chamado música“, ministrado por Teca Alencar de Brito. Na quinta (29/10), às 15h, tem a oficina “Brincantinho“, com Cris Velasco e Mika Rodrigues. No sábado (31/10), às 11h, tem o show “Meia Volta e Meia” com o Mundo Aflora. O domingo (1/11) vai ficar mais feliz com o show/oficina “Revoada“, de Fê Lelot, às 11h. E no mesmo dia, às 15h, ainda acontecerá a oficina “Ilha da Música“, com os artistas brasilienses Sandra Oakh e Ramiro Marques, um espetáculo sensível para crianças de 0 a 5 anos e família. 

Todas as atividades são gratuitas e serão transmitidas pelo Youtube e pelo Spotify do Musicar. A programação ainda contará com shows, vivências, oficinas, podcasts e webinars e inclui artistas internacionais como a moçambicana Lenna Bahule. O festival conta com o patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Com curadoria de Bebel Nicioli, a programação contempla atrações que vão da música de concerto ao passinho, passando pelo frevo, o samba e o rock. “A proposta é envolver criativamente as crianças e suas famílias pela brincadeira e o prazer da livre expressão”, explica a musicista e educadora, à frente do festival desde 2017. “Fazer música é escutar, dançar, tocar, cantar, desenhar e percutir o corpo. É um processo de experimentação sensível” – completa.

O festival, que já realizou três edições no CCBB Brasília e uma edição no CCBB Belo Horizonte, estrearia neste ano no Rio de Janeiro e em São Paulo. Com o isolamento social e uma programação 100% on-line, as atrações agora poderão ser vistas por crianças e famílias de todo o país. As transmissões serão feitas pelo Youtube (www.youtube.com/musicarfestival) e pelo Spotify (spotify.com/user/musicar.festival) do festival.

Programação dividida em quatro pilares

Os Shows na Nuvem reúnem grupos referência no cenário da música infantil brasileira e internacional. Gravados nas rotundas dos CCBBs Rio de Janeiro e São Paulo e em outras cidades do país, serão transmitidos pelo Youtube para as casas das crianças e suas famílias. Neste bloco, os destaques ficam por conta das apresentações de Bia Bedran, Farra dos Brinquedos, Helio Ziskind, Duo Karma (Cuba), Lenna Bahule (Moçambique) e Chalanes del Amor (México).

Nas Oficinas e Brincadeiras Musicais os artistas propõem às crianças vivências musicais e corporais, em oficinas gravadas especialmente para o festival. O diálogo entre o passinho e o frevo será tema da oficina ministrada pela Passinho Brazil Cia de Dança, enquanto ritmos e instrumentos latino-americanos dão o tom da oficina comandada pelos mexicanos do Chalanes Del Amor. Música para bebês e crianças, música na gestação e percussão corporal também são destaque na programação.

Os Podcasts para Crianças oferecem contações de histórias musicadas que exercitam a escuta e a imaginação das crianças. “Cordel Animado”, com a pernambucana Mariane Bigio, “Passarinho, que som é esse?”, com Hélio Ziskind, e ‘Contos indígenas’, com Marcia Wayna Kambeba, estão na programação.

E as crianças não são o único público bem-vindo no Musicar. O ciclo Webinar para Adultos, voltados para famílias e educadores, reúne conversas com especialistas sobre música, brincadeiras e infância. As entrevistas serão realizadas ao vivo, com transmissão pelo Youtube, mediadas pela curadora do festival Bebel Nicioli.

Sobre o Musicar:

Nascido em 2017, o Musicar é o maior festival de música voltado para crianças do Brasil, com programação para todas as idades. Nele, o público é incentivado a explorar os sons em suas lúdicas manifestações, seja em apresentações ao vivo, vivências, artes, instalações interativas, brincadeiras e oficinas educativas.

É um convite às crianças para voar pelos ares da música: escutar as cores, desenhar as notas, dançar os sons. O Musicar – Festival de Música Infantil foi estruturado para apresentar às crianças uma amostra da multiplicidade e diversidade de linguagens, repertórios e vivências, de forma que possam se envolver criativamente com uma música em constante processo de invenção, exatamente como é a infância. O contato lúdico com uma música que estimule a inteligência e a sensibilidade tem se revelado importante para uma boa relação tanto entre crianças e adultos quanto entre as próprias crianças.

musicar.art.br

facebook.com/musicarfestival

instagram.com/musicarfestival

Programação completa:

Dia 28/10 (quarta-feira)

20h – Webinar Educação Musical: um jogo chamado música (Teca Alencar de Brito – SP e Adriana Rodrigues – RJ) – Youtube

Dia 29/10 (quinta-feira)

15h – Oficina Brincantinho (Cris Velasco e Mika Rodrigues – SP) – Youtube

(Atividade com libras e audiodescrição)

Dia 30/10 (sexta-feira)

11h – Oficina Acalanto: Música na Gestação (Isadora Canto – SP) – Youtube

(Atividade com libras e audiodescrição)

Dia 31/10 (sábado)

11h – Show Meia Volta e Meia (Mundo Aflora – SP) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

15h – Oficina Jarana y Diversión (Chalanes Del Amor – México) – Youtube

17h – Podcast Retalhos de Arrepiar (Grupo Costurando Histórias – RJ) – Spotify

Dia 01/11 (domingo)

11h – Show/Oficina Revoada (Fê Lelot – SP) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

15h – Oficina Ilha da Música (Sandra Oakh e Ramiro Marques – DF) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

17h – Show Chalanes Del Amor (Chalanes Del Amor – México) – Youtube

Dia 04/11 (quarta-feira)

20h – Webinar A Música Tradicional da Infância (Lydia Hortelio – BA e Lucilene Silva – MG) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

Dia 05/11 (quinta-feira)

11h – Vivência Desenho, Som e Movimento (Yasmim Flores e Jadde Flores – Projeto “Pintura Viva” – SP) – Youtube

Dia 06/11 (sexta-feira)

15h – Vivência Desenho, Som e Movimento (Yasmim Flores e Jadde Flores – Projeto “Pintura Viva” – SP) – Youtube

17h – Podcast Histórias Brasileiras (Thaiane Leal e Renata Neves – RJ) – Spotify

Dia 07/11 (sábado)

11h – WI-FI SHOW – com a Banda Larga do Bando de Palhaços (Bando de Palhaços – RJ) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

15h – Show O Gigante da Floresta – 20 anos (Hélio Ziskind – SP) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

17h – Oficina Brinquedos e Brincadeiras Cantadas da Infância (Lucilene Silva – BA) – Youtube

Dia 08/11 (domingo)

11h – Show Crianceiras | Canções de Manoel de Barros (Crianceiras – MS) – Youtube –(Atividade com libras e audiodescrição)

15h – Oficina Jugando en Casa con Dúo Karma (Dúo Karma – Cuba) – Youtube

17h – Show Abre La Ventana (Dúo Karma – Cuba) – Youtube

Dia 11/11 (quarta-feira)

20h – Webinar Um Olhar Para o Brincar (Adelsin – MG e Renata Meirelles – SP) – Youtube

Dia 12/11 (quinta-feira)

11h – Oficina Brincadeiras e Cantigas populares e infantis de Moçambique (Lenna Bahule – Moçambique) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

17h – Podcast Histórias de Boca: Jesuína e a Cabaça (Cristiane Velasco e Fernando Bahia – SP) – Spotify

Dia 13/11 (sexta-feira)

15h – Show/Oficina Brincando com a Música com a Palhaça Rubra (Lu Lopes – SP) – Youtube

17h – Podcast Contando Histórias Negras (Grupo Ujima – RJ) – Spotify

Dia 14/11 (sábado)

11h – Show/Oficina A Roda Viva do Brincar (Tião Carvalho – MA) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

15h – Oficina O Ritmo do Meu Corpo (MUSICOPAI – MG) – Youtube

17h – Show Samba de Côco Erêmin (Grupo Samba de Côco Erêmin e Mestre Assis Calixto – PE) – Youtube

Dia 15/11 (domingo)

11h – Show/Oficina Brincando o Brasil – Pernambuco (Histórias de Brincar – RJ) – Youtube- (Atividade com libras e audiodescrição)

15h – Oficina Criaturas Instrumentosas e Máscaras Sonéticas (Adriano Castelo Branco – SP) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

17h – Concerto Projeto Bem Me Quer Paquetá (Orquestra Jovem Paquetá e Tim Rescala – RJ) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

Serviço:

Musicar na Nuvem

De 10 de outubro a 15 de novembro de 2020

Youtube – www.youtube.com/musicarfestival

Spotify – spotify.com/user/musicar.festival

Acesso gratuito

Classificação etária: Livre

CCBB nas Redes Sociais:

Belo Horizonte

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Brasília

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Rio de Janeiro

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São Paulo

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Monólogo “Minha Amiga John Lennon”, da atriz Tais Luna

Com texto, direção e interpretação da atriz Taís Luna, o experimento cênico Minha Amiga John Lennon estreia dia 9 de outubro, às 20 horas, em linguagem digital, com transmissão via streaming pela plataforma ZOOM, com duração de 30 minutos e sessões às sextas e sábados às 20 horas. No monólogo, a palestrante Karen é a convidada da noite na 21a. Conferência de Depoimentos Inúteis para contar ao público o fato inusitado, que transformou sua vida, vivenciado durante o período de isolamento social. O acontecimento levará Karen por diversas reflexões e paralelos sobre como o chamado “novo normal”, imposto à humanidade pela pandemia do novo Coronavírus, está mexendo com o cotidiano das pessoas, e também sobre as suas intersecções com os nossos comportamentos sociais e afetivos em tempos de sobrecarga de estímulos na Era da Informação.

Taís Luna é artista autoral, atua, escreve e dirige trabalhando nas áreas audiovisual e teatral. Entre seus trabalhos como atriz, destaque para a participação no projeto de Fomento ao Teatro E Se Fez a Humanidade Cyborg em Sete Dias, do grupo Os Satyros, na peça Não Permanecerás, em 2014. Ao lado da Cia Ouro Velho, atuou nos musicais O Lugar de Onde se Vê e O Novo Rei de Beleléu, em circulação pelo estado de São Paulo por meio de editais. Desde 2017 publica suas criações no canal Descontínuo – por Taís Luna, no Youtube, com destaque para a série História do Teatro com Téspis e a websérie A Invejosa. Graduada em 2009 em Comunicação Social, com ênfase em Publicidade e Propaganda, pela Fundação Cásper Líbero, também tem formação de atriz pela Escola de Atores Wolf Maya, em 2013

Ouvinte de Caetano Veloso, Belchior, Milton Nascimento e Alceu Valença, gosta de Pink Floyd e tem na Arte e na Estética assuntos prediletos de suas leituras, que incluem também Filosofia e Linguística, além de flertes com Alquimia e Espiritualidade. Paulistana da zona Norte, cresceu em Santana sonhando em ser atriz e hoje, aos 32 anos, Áries com ascendente em Touro, mantém acesa a chama da inquietude. “Somos bombardeados por informações de todos os lados, convivemos com um volume grande de estímulos através das mídias, o que torna superficial grande parte das referências que nos chegam. Em meio a tantos excessos, nossos sentidos acabam ficando adormecidos. Nosso olhar sensível para o outro, e para o mundo, fica encoberto pelo utilitarismo e pela futilidade. Estamos nos aprofundando a cada dia na cultura do individualismo. E a pandemia escancara essa insensibilidade, mostra que as ações individuais das pessoas têm impacto no coletivo, na nossa sobrevivência como espécie.”  

Taís faz uma quarentena mais rígida e observou, em pequenos passeios perto de casa, a movimentação das pessoas nas ruas. “Observo esse mar de gente, com atitudes diversas, e fico pensando como estão interpretando a realidade da Covid. A peça é uma metáfora sobre o que tem o poder de nos “saltar aos olhos”, de nos fazer enxergar o que está além, e não o que está nas nossas fantasias ou em ideias pré-concebidas.”

Ficha Técnica

Minha Amiga John Lennon – Experimento cênico de Taís Luna. Temporada – De 9 a 31 de outubro, oito sessões, às sextas e sábados às 20 horas, . Ingressos – R$ 22,50 + R$ 2,50 (taxa do serviço da Sympla).

Criação, Texto, Atuação, Iluminação, Figurino, Direção e Produção Artística: Taís Luna. Produção Executiva e Divulgação: Àtrupe Cultura e Marketing. Assessoria de Imprensa – M. Fernanda Teixeira/ Arteplural. Agradecimento: Marcel Soares.

Para acessar a transmissão – IMPORTANTE:

1) Baixar o aplicativo Zoom https://zoom.us. Onde você vai assistir, celular ou computador.

2) Fazer um cadastro e logar no site https://www.sympla.com.br   . Mais perto da estreia o link estará aberto para compra

3) Acessar a área meus ingressos e clicar em ACESSAR TRANSMISSÃO (disponível 15 minutos antes do horário de início do evento).

Qualquer dúvida: Entre em contato, por whatsapp com M. Fernanda Teixeira no (011) 9.9948-5355.

Espetáculo “A Protagonista” estreia em ambiente virtual nesta sexta-feira

Previsto para estrear no Sesc Tijuca em 20 de março deste ano, mas cancelado por conta da pandemia da Covid-19, o espetáculo “A Protagonista” ganha temporada on-line a partir desta sexta-feira (18/9) dentro da programação do projeto Arte em Cena, do Sesc RJ.  Encenado pelo Coletivo Paralelas e transmitido pela plataforma Zoom, o espetáculo levanta a reflexão sobre os agentes que limitam a livre atuação da mulher na sociedade, tomada por vigilância e opressão.

A peça foi adaptada pelo grupo para ser realizada na plataforma virtual. Além da mudança de formato do ambiente presencial para o digital, o espetáculo teve seu enredo atualizado ao contexto pandêmico. Nessa nova versão, passa a contemplar a opressão ao gênero feminino no que se refere à exposição e espetacularização da mulher, a sobrecarga no acúmulo de funções e o controle sobre as decisões de sua vida, agora de modo virtual, em que suas escolhas e ações passam ainda mais pela vigilância social.

O enredo mostra um jogo que mistura ficção e realidade. Uma atriz convidada, que não ensaiou o espetáculo, chega para viver a experiência de uma nova funcionária em um ambiente de trabalho virtual. No decorrer da peça, ela se relaciona com as funcionárias antigas da empresa, vividas pelas atrizes fixas do espetáculo. Essas mulheres entrelaçam suas histórias a partir de questões que perpassam esse momento de relações e trabalhos remotos.

Colaboração de Miwa Yanagizawa – “A Protagonista” é o terceiro espetáculo do Coletivo Paralelas. Ele surge como uma expansão das pesquisas desenvolvidas em “Piranha não dá no mar”, peça participante do projeto Mostra Regional de Artes Cênicas, do Sesc RJ, no qual nomes consagrados das artes cênicas do país contribuem com elementos para espetáculos de companhias de diferentes localidades do estado. No caso do Coletivo Paralelas, a colaboração foi de Miwa Yanagizawa, vencedora do último prêmio Shell na categoria direção com o trabalho “Nastácia”. Para “A Protagonista”, a parceria com a atriz e diretora se mantem, e o grupo decide aprofundar a investigação do jogo como instrumento cênico e a reflexão sobre os agentes que limitam a livre atuação da mulher na sociedade.

SERVIÇO

“A Protagonista”

Temporada: de sexta a domingo, às 20h, de 18/9 a 11/10

Gratuito

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 60 minutos

Formulário para participação: disponível na “Bio” do Instagram do Coletivo Paralelas (@coletivoparalelas) ou por meio de solicitação ao e-mail contato.coletivoparalelas@gmail.com.

OBS: No formulário, espectador informar o dia que deseja assistir. O link/ID de chamada na plataforma Zoom será disponibilizado 1 hora antes de cada apresentação.

FICHA TÉCNICA

Criação: Carol Babosa, Juliana Soure e Tatiane Santoro

Direção: Juliana Soure

Orientação artística: Miwa Yanagizawa

Direção audiovisual: Laís Dantas

Dramaturgia: Juliana Soure e Renata Sofia

Roteiro audiovisual: Renata Sofia

Elenco: Aliny Ulbricht, Carol Barbosa, Rosa Nogueira, Tatiane Santoro

Atrizes convidadas: Bárbara Assis, Bárbara Jordão, Caju Bazerra, Dani Anatólio,

Débora Crusy, Fernanda Dias, Gabriella Cristina, Gabriela Estolano, Geandra Nobre,

Lidiane Oliveira, Rebecca Gotto e Vika Flôr

Orientação teórica: Pâmela Carvalho

Preparação corporal: Camila Rocha

Iluminação: Nina Balbi

Figurino: Carla Costa

Mídias, design gráfico e fotografia: Franco Albuquerque

Direção de produção: Mariana Rego

Produção executiva: Julia Abreu

Assessoria de imprensa: Duetto Comunicação

Realização: Coletivo Paralelas

SINOPSE

Uma atriz convidada, que não ensaiou o espetáculo, chega para viver a experiência de uma nova funcionária em um ambiente de trabalho virtual. No decorrer da peça ela se relaciona com as funcionárias antigas da empresa, vividas pelas atrizes fixas do espetáculo. Em um jogo que mistura ficção e realidade, essas mulheres entrelaçam suas histórias a partir de questões atravessadas por esse momento de relações e trabalhos remotos.

1ª Feira Literária de Tiradentes – FLITI de 8 a 11 de outubro

A 1ª Feira Literária de Tiradentes – FLITI é 100% gratuito cuja proposta principal é o incentivo à leitura e ao hábito de ler através do contato com autores, programações lúdicas e atividades artísticas literárias para todas as faixas etárias.

O tema principal da 1ª edição da FLITI será a diversidade cultural mineira: A herança deixada  pelos africanos e indígenas. A dança, a culinária e a arte barroca também serão destaque na programação com participação de escritores locais e nacionais, editoras e livreiros.

A FLITI pretende estimular a participação dos moradores de Tiradentes e cidades próximas com atividades para diversos públicos e faixas etárias.

“A partir da leitura de um livro é possível experimentar papéis, descobrir possibilidades nunca pensadas, refletir sobre determinadas situações coletivas e individuais e ser impulsionados a sonhar e recriar suas vidas. O livro é um objeto transformador, que torna possível transportar o leitor para o mundo fictício, onde se pode encontrar respostas para muitas das perguntas do

mundo real. Neste sentido a Feira Literária de Tiradentes – FLITI é um importante elo articulador de atividade cultural, que vem a contribuir para que os espaços públicos voltem a ser lugares onde a sociedade se expressa e também onde pode adquirir  conhecimento na diversidade de ofertas culturais e literárias”, diz a idealizadora da FLITI Cristina Figueiredo da Korporativa. 

Acessibilidade e Democratização

A maior parte das atividades será realizada na praça principal da cidade de Tiradentes que possui em seu entorno acesso facilitado e prioritário para o público PNE. Alguns eventos da FLITI contarão com a presença de um intérprete de LIBRAS para atender aos deficientes auditivos.

Todos os eventos na FLITI serão gratuitos. O acesso aos lugares onde ocorrerão as atividades artísticas literárias, assim como os encontros com autores, sessões para autógrafos e contação de histórias serão totalmente gratuitos. As atividades da FLITI ocorrerão em espaços públicos. Vale ressaltar que crianças e adolescentes da rede pública de ensino estarão diretamente convidadas e vinculadas à feira literária. Os conteúdos produzidos ao longo da FLITI serão disponibilizados em mídia digital e, ainda, através das redes sociais do evento (instagram e facebook)

Flexibilização das medidas de isolamento social de forma responsável

A FLITI  esta seguindo todos os protocolos baseado no Minas Consciente. Ação do governo  destinado orientação  de forma responsável, da flexibilização das medidas de isolamento social em cada município, permitindo a retomada parcial da economia e observando o impacto no sistema de saúde. (https://www.mg.gov.br/minasconsciente)

https://www.facebook.com/feiraliterariadetiradentes/

https://www.instagram.com/flitifeiraliterariatiradentes/

1ª Edição da FLITI Feira Literária de Tiradentes

Data: 8 a 11 de outubro de 2020

Locais:  Praça central da cidade de Tiradentes – MG

Horário:

“Cardinal”, peça que aborda o feminicídio no Sertão do Ceará, faz sessão única no YouTube

Dia 20 de setembro, às 19h, reestreia, em sessão única, a peça Cardinal, vencedora na Categoria Drama – Juri Técnico, do 1º Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro, promovido pela Cia Banquete Cultural. Segundo a jurada Luciana Bicalho, trata-se de um trabalho instigante, que mescla o cotidiano recente pelo qual passamos e uma interpretação cênica forte, consolidada na temática proposta. “O espetáculo se dá em cortes entre a repetição do dia a dia, que ainda tem possibilidade cênica de se pesquisar mais nuances nos gestos, e o extra-cotidiano, muito bem encenado e que emerge a partir da problemática denunciada: o feminicídio no sertão do Ceará”, comenta Luciana.
De acordo com o diretor do Festival, Jean Mendonça, Cardinal é um convite a adentrar no universo feminino em pleno sertão cearense. “Uma mulher desdobrável em tantas que já habitaram o lugar, o sanatório, aquela casa e vizinhança. Aproximação e distanciamento na ótica de uma câmera que penetra fundo no íntimo de uma mulher”, ressalta ele.
Sinopsede Cardinal: A ancestralidade feminina indígena está posta nos corpos que compõem esta obra. O texto, escrito pela atriz/performer/dramaturga Bárbara L. Matias, tenta entender como pensar a relação entre o índice de feminicídio no Estado do Ceará, e sua existência quanto mulher cidadã. Como uma obra artística fictícia, pode ser totalmente influenciada pela realidade da intérprete. Cardinal está dentro de uma produção cênica que transita pela hibridação das linguagens do teatro, performance e cinema, assim o espetáculo traz e faz um recorte do que está sendo exercitado e pensado na criação cênica contemporânea em suas dimensões expansivas. Enquanto poética, o espe tá ;culo suscita que o espectador, por meio dos sentidos sensoriais,  tenha a oportunidade de vivenciar uma criação que o desperte a pensar possibilidades outras de entrecruzar linguagens.
De acordo com a jurada Silvana Stein,  Bárbara L. Matias tem atuação envolvente durante toda apresentação, onde o canto da atriz também atua. Ela conta que do início ao fim, a água é um elemento primordial na dramaturgia: a água que higieniza, que acalenta no banho, que hidrata seres e plantas, a água que aparece em forma de sangue sobre uma mesa e na segunda pele da atriz como mancha de sangue no vestido.
Para a apresentação foi criada uma Vakinha virtual para a compra do ingresso solidário. Cada pessoa paga o valor que puder e achar justo para acompanhar a apresentação. Basta acessar o link: http://vaka.me/1356388. Cardinal terá sessão única, dia 20 de setembro, domingo, às 19h, no Canal da Cia Banquete Cultural, no YouTube.

Sobre o Festival
Segundo o diretor do Festival, Jean Mendonça, o 1º Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro, realizado de maio a agosto de 2020, foi uma catarse coletiva, do primeiro ao último espetáculo a se apresentar em tempo real pelo Zoom na primeira fase, quanto online pelo YouTube na segunda fase. “A experiência de ver o acontecimento cênico se dando aos nossos olhos em tempo real através de uma tela de celular ou de um computador, foi mais uma confirmação de que essa forma de fazer teatro é mesmo possível e que a conexão da presença atores X público realmente é mantida, mesmo que de uma forma diferente da tradicional. Muito interessante ver os artistas se reinventando e tornando a experiência cada vez mais agradável”, explica. < br /> Para Jean, a história do nosso tempo está sendo reescrita. O cenário pandêmico, como outros eventos catastróficos da humanidade, vem para rearranjar as estruturas, mostrar novos valores, novas visões, novos fazeres. “Não podemos só nos apegar aos fatos ruins que são notícias verdadeiras e que tanto nos atormentam diariamente. Precisamos fazer alguma coisa, apesar disso tudo. Precisamos re-existir! Este Festival nos mostra que somos todos vencedores!”, finaliza.
Serviço
Espetáculo:Cardinal
Gênero: drama                        
Quando: 20/09 (domingo)
Classificação: 14 anos
Horário: 19h
Local: YouTube – Canal da Cia Banquete Cultural
Organizador do evento: Cia Banquete Cultural
Assessoria de imprensa: Sevilha Comunicação

Ficha Técnica do espetáculo
Direção e Iluminação: Jamal Corleone
Atuação e Dramaturgia: Bárbara L Matias
Cenotécnica e Operação de Som: Francisco Francieudes
Produção: Equipe Cardinal

A pesquisa de “Narrativas” e o nascimento do Teatro e Jardim

NARRATIVAS surgiu no contexto da Pandemia de 2020. Na procura por alternativas ao fechamento dos teatros e a paralização das atividades no campo da cultura, o artista André Roman remexendo alguns de seus escritos resolveu contar algumas histórias pessoais que remontam a sua infância e ancestralidade, ambas ligadas à terra, ao cultivo de subsistência em pequena escala e ao modo de vida simples do interior. Criado para o Edital Cultura Presente nas Redes da SECEC RJ, NARRATIVAS propõe uma experimentação inspirada nas rupturas espaciais e temporais já operadas nas artes cênicas e busca fazer um trânsito entre a linguagem teatral e performática e o audiovisual, servindo-se de procedimentos modernos da produção artística do século XX, como a montagem e a colagem, a foto-performance e a vídeo-performance. O processo de criação fez uso de textos de diferentes momentos da vida do artista para contar parte de sua história, e em suas rupturas temporais e espaciais, ganhou uma significação universal, pela compreensão de que nossas histórias também dizem do outro. Toda a espacialidade foi concebida a partir da apropriação espacial do mini jardim e da mini horta do artista que compõe o Mini Horto do André e, faz uso de plantas comestíveis cultivadas por ele, uma outra dimensão, oculta e particular, deste ato performático chamado NARRATIVAS.

A equipe reúne um pequeno time de craques em torno do seu nascimento. A direção artística foi capitaneada pela diretora teatral Chía Rodriguez, responsável pela direção de Consertam-se Imóveis, espetáculo que Roman produziu a partir de 2016, estabelecendo desde então uma sólida parceria com a artista. A dramaturgia de Roman teve orientação dramatúrgica de Luciana Zule, parceira de longa data, com quem o artista trabalha desde 2012. A montagem, edição e efeitos sonoros, são assinadas por Augusto Rodrigues, artista por quem Roman se encantou,

após conhecer a produção criada na parceria Augusto Rodrigues, Dora Abreu & Maria Magnólia, com a performance Euletrônico.

A pesquisa de NARRATIVAS marca o nascimento de uma outra ideia, o TEATRO DE JARDIM. Nascido dentro do Mini Horto do André, o TEATRO DE JARDIM propõe a apropriação da sua espacialidade e de seus elementos naturais como plantas e flores cultivadas pelo artista, nas suas criações cênicas. O TEATRO DE JARDIM é uma ideia que visa o fomento da produção artística local, a transmissão online de eventos artísticos, saraus, palestras, encontros e apresentações realizadas nas suas dependências, bem como futuramente, apresentações presenciais para pequenos grupos de 10 pessoas, com degustação gastronômica temática e ainda, ações de arte e natureza, com foco no atendimento a escolas públicas do próprio bairro onde funciona. No mês de outubro, o Teatro de Jardim vai estrear O Menino que Plantava Flores, uma singela encenação com bonecos feita numa parceria com o ator e manipulador de bonecos Márcio Nascimento.

Para acompanhar o TEATRO DE JARDIM basta acessar o instagram @minihorto_teatrodejardim.

SINOPSE

NARRATIVAS é um mergulho nas lembranças de infância de um menino do campo. A encenação reelabora algumas situações da vida do menino e do homem artista aos 42 anos de idade. No processo, o público passeia visualmente pela espacialidade da horta e do jardim, enquanto vai construindo junto a cena apresentada, a sua produção de sentido pessoal, a partir deste trabalho que visa resgatar a importância benfazeja do contato do homem com a natureza e de como podemos ser melhores e mais felizes criando pequenos espaços de cura e beleza em nosso cotidiano.

FICHA TÉCNICA

Direção Geral: Chia Rodríguez

Argumento e Dramaturgia: André Roman

Espetáculo virtual “Memórias de um Suicida” no mês setembro amarelo

Neste espetáculo inédito baseado na grande obra de Yvonne A. Pereira, Camilo Cândido Botelho – pseudônimo de autor Camilo Castelo Branco – descreve a famosa médium Yvonne A. Pereira e sua dolorosa experiência pós-morte pelo suicídio. O espetáculo traz não somente um “apelo à valorização pela vida” mas também trata da grandeza da Misericórdia Divina para com os suicidas. Esta obra nos oferece a oportunidade de conhecer o Universo e a vida em sua plena concepção.

A imortalidade da alma e  a moral cristã são temas confortadores aos corações em sofrimentos, bem como outros temas relevantes estudados para a compreensão de que “nenhuma tentativa para o reerguimento moral será eficiente se continuarmos presos à ignorância de nós mesmos”.
A morte não é o fim e há um caminho de reconstrução para todos.

Um belíssimo espetáculo que proporcionará ao público uma imersão nos valores cristãos e nos ensinamentos da Caridade e o Amor.
UMA GRANDE HISTÓRIA, UMA LINDA MONTAGEM TEATRAL, DIRETO EM SUA CASA!

Garanta já o seu ingresso:
https://www.sympla.com.br/espetaculo—memorias-de-um-suicida__917681

Cininha de Paula lança curso on-line para o público maior de 60 anos

A CN Artes, escola de atores dirigida pela atriz e diretora Cininha de Paula, abre uma programação de cursos on-line totalmente voltada para o público com mais de 60 anos.  “Cante, Dance e Atue” tem como proposta ensinar, de forma lúdica e divertida, as várias linguagens do universo artístico por meio da internet. “A nossa intenção é trazer alegria, união, inclusão social e digital para essas pessoas tão afetadas pela pandemia. Queremos brincar. E brincar não tem idade”, argumenta Cininha de Paula.

Quem sabe, para muitos idosos, seja esse o momento de revisitar sonhos antigos e dar vazão aos seus desejos, após cumprir etapas da vida como ver os filhos criados, realização profissional e padrão de vida estabilizado. Investir num curso, sem qualquer pretensão de se tornar profissional, pode ser muito satisfatório. Está provado que a arte proporciona saúde física e mental, desenvolvendo a capacidade cognitiva, melhorando o raciocínio, a concentração e a memória – o antídoto para aqueles que veem o ato de envelhecer como sinônimo de demência.

No formato online, o aluno tem a oportunidade de fazer o curso de qualquer lugar. O palco é a sua sala de estar; o professor, a tela do computador, celular ou tablet, com total interação. As aulas terão no mínimo 10 e no máximo 20 participantes e serão realizadas uma vez por semana pelo aplicativo Zoom, durante 4 ou 5 meses, dependendo do curso. Ao final, os alunos farão uma apresentação, que poderá ser assistida pelo canal da CN Artes no Youtube.

Programação dos cursos

Musical: atividades de canto, dança e teatro. Duração: 5 meses. Carga horária: 3 horas semanais. Turmas: sextas-feiras, das 18h às 21h; sábados, das 14h às 17h. Início do curso: 18 de setembro (sexta) e 19 de setembro (sábado).

Audiovisual: apresenta a linguagem da interpretação para a câmera, com cenas e memorização de textos. Duração: 5 meses. Carga horária: 2 horas semanais. Turmas: segundas-feiras, das 19h às 21h. Início do curso: 21 de setembro.

Roteiro: construção de uma história, a partir de uma ideia do aluno. Duração: 4 meses. Carga horária: 2 horas semanais. Turmas: quartas-feiras, das 20h às 22h.Início do curso: 23 de setembro.

Comédia- serão trabalhados exercícios do humor. Duração: 4 meses. Carga horária: 2 horas semanais. Turmas: quintas-feiras, das 20h às 22h.Início do curso: 24 de setembro

Inscrições e mais informações pelo WhatsApp (21) 99742-2693  e

(11) 96315-6914.

Investimento mensal: R$ 350,00.

Todos os cursos terão a supervisão geral de Cininha de Paula.

“Cante, Dance e Atue” conta com o apoio de parceiros do segmento 60 + (Filha & Cia -Gestão de Idosos,  Raizes.etc,  Núcleo 60+, Aging 2,  Ativen Envelhecimento Ativo e Unibes Cultural).

O espetáculo “Nefelibato” terá exibição on-line nos dias 12, 19 e 26 de setembro, às 21h

Pelas ruas da cidade, Anderson oscila entre a lucidez e a loucura – ele hoje é apenas a sombra de um homem outrora bem-sucedido, mas que perdeu tudo: sua empresa, todas as suas economias, o grande amor da sua vida e um parente querido. Na fronteira com o delírio, mas ainda capaz de lampejos de sabedoria, essa pungente figura é interpretada pelo ator Luiz Machado no solo “Nefelibato”. Escrito por Regiana Antonini, dirigido por Fernando Philbert e com supervisão artística de Amir Haddad, o monólogo, que está há quatro anos percorrendo os palcos do país, terá três sessões este mês a partir de material pré-filmado: dias 12, 19 e 26 de setembro, às 21h. Os ingressos estarão disponíveis na plataforma IClubbe; para comprar, basta acessar www.iclubbe.com/nefelibato na data e horário da sessão escolhida e fazer o seu login. O ingresso é válido apenas para um login por compra.

A trama é ambientada na década de 90, mas dialoga muito com o Brasil de hoje. Em cena, os efeitos devastadores do Plano Collor, que levaram Anderson a se tornar morador de rua. O país voltava a ter um governo eleito democraticamente e a inflação galopante exigia medidas drásticas. A saída da nova equipe econômica foi confiscar parte da caderneta de poupança da população, o que levou milhares de brasileiros ao desespero e à bancarrota. Muitos enlouqueceram. Esse é o caso de Anderson, que ainda amarga outras perdas em sua vida.

Com 25 anos de carreira (incluindo teatro, TV e cinema), Luiz Machado tem em “Nefelibato” o primeiro monólogo. “Anderson é alguém que vive situações limite. Um equilibrista no fio tênue entre lucidez e loucura, vida e poesia”, diz o ator. O quanto de loucura é necessário para o ser humano não perder a própria vida? Essa pergunta acompanhou o diretor Fernando Philbert ao longo do processo da montagem. “Quis tratar do instinto de sobrevivência que o ser humano tem e esquece que tem. Viver na rua é o caminho que ele encontrou para continuar vivo”, destaca o diretor.

Trechos de críticas

Luiz emociona com o olhar. Penetra na alma e nos faz questionar, em plena área de cracolândia paulistana, onde Nefelibato está em cartaz, toda a realidade que tentamos fazer invisível está ali e coexiste com a cidade. – Kyra Piscitelli, site Aplauso Brasil

“Nefelibato” é um espetáculo que, através da admirável atuação de Luiz Machado, dialoga eficientemente com a consciência de um personagem que mantém-se íntegro em valores, mesmo que lançado ao despenhadeiro emocional pela indiferença da nossa sociedade. – Renato Mello, site Botequim Cultural

Luiz Machado

Com 25 anos de carreira, Luiz Machado formou-se ator pela Universidade do Rio de Janeiro (Uni-Rio) em 1994. No teatro, trabalhou em 37 peças, tendo produzido quatro delas. Trabalhou com diretores como João Bethencourt (de quem foi também assistente em “Como matar um playboy”), Maria Clara Machado, Domingos Oliveira, João Fonseca, entre outros. Em 2016, estreou “Nefelibato”, seu primeiro solo, no Porão da Casa de Cultura Laura Alvim.

Na TV, fez parte da série “Z4” (Netflix) e integrou a segunda temporada da série “Magnifica 70” (HBO), com direção de Claudio Torres. Protagonizou a série “Família imperial”, coprodução do Canal Futura com a TV Globo, com direção de Cao Hamburguer. Na TV Globo, atuou em mais de 30 produções, como as novelas “Flor do Caribe” e “América” e os humorísticos “Zorra total”, “A grande família”, “A diarista” e “Sob nova direção”. Atuou também em cinco novelas da Rede Record, entre elas, “Poder paralelo” e “Chamas da vida”.

No cinema, fez “Paixão e acaso”, de Domingos Oliveira, “Transeuntes”, de Eric Rocha, e “Nosso lar”, de Wagner de Assis.

Ficha técnica:

Texto – Regiana Antonini

Supervisão artística – Amir Haddad

Direção – Fernando Philbert

Interpretação – Luiz Machado

Cenografia e figurino – Teca Fichinski

Iluminação – Vilmar Olos

Música – Maíra Freitas

Direção de movimento – Marina Salomon

Preparação vocal – Edi Montecchi

Design gráfico – Cláucio Sales

Assessoria de imprensa – Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Assistente de direção – Alexandre David

Assistente de cenário – Juju Ribeiro

Direção de produção – Joaquim Vidal

Realização – LM Produções Artísticas

Serviço:

Nefelibato – Exibições virtuais

Homem oscila entre a lucidez e a loucura após perder tudo e ser obrigado a viver nas ruas

Temporada: 12, 19 e 26 de setembro, às 21h.

Ingressos: R$ 20

Onde comprar e assistir: IClubbe (www.iclubbe.com/nefelibato).  

Classificação etária: 14 anos

Nas redes sociais:

Facebook: facebook.com/espetaculonefelibato/

Instagram: @espetaculonefelibato

“O Menino que Visitou a Lua” dia 29 de agosto

O Menino que visitou a Lua” é um filme ao vivo para ser visto de casa. Isso mesmo, é teatro, é cinema e é TV, tudo junto e misturado e livre para todos os públicos.

No contexto da pandemia, o Cegonha Bando de Criação, sempre afeito à mistura entre arte e tecnologia, aventura-se por novos experimentos. Descortinando a ideia de apresentação online com transmissão ao vivo, os atores, cada um de sua casa e a diretora com uma mesa de controle fazendo os cortes de câmera e inserts de vídeo, operam a realização e transmissão do espetáculo em tempo real. 

Desse modo o filme ao vivo mistura live action, cinema de animação e teatro de bonecos. Assim, contam a poética história de “O Menino que visitou a Lua”, texto de Tauã Delmiro, vencedor do Prêmio Jovens Dramaturgos SESC 2011. Vida Oliveira assina a direção geral e Miguel Araujo a confecção e direção dos bonecos. O elenco conta com Pedro Ivo Maia (que também assina a trilha sonora) e Brisa Rodrigues. Além de atores e bonecos, o espetáculo conta animações em vídeo criadas pelo artista Renato Vilarouca. O Cegonha Bando de Criação surgiu em 2017 e trabalha com teatro, tv e cinema misturando arte, teatro de animação e tecnologia em todos os seus trabalhos. Em 2019 o grupo trabalhou em uma pesquisa sobre cinema ao vivo no Visgraf, laboratório do IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) que deu origem a inspiração para este trabalho.

Sinopse

A peça apresenta três personagens: Pedro, Maria e a Lua. Pedro e Maria são amigos e matam as saudades durante o isolamento social, por meio de uma vídeo-chamada. Na conversa entre momentos divertidos, contam sobre suas vidas, seus problemas, e reelaboram o bullying vivido por Maria na escola entre as outras crianças e as dificuldades de ser aceita pela cor da sua pele. Entre os assuntos, Pedro vai relatando suas visitas míticas à complexa e encantadora Lua e a relação complicada que os dois mantém, servindo esta relação de metáfora aos conflitos familiares no mundo real.

Ficha Técnica

Encenação: Vida Oliveira

Texto: Tauã Delmiro

Idealização e confecção das formas animadas: Miguel Araujo

Elenco: Brisa Rodrigues, Miguel Araujo e Pedro Ivo Maia

Vídeos animados: Renato Vilarouca

Trilha sonora original: Pedro Ivo Maia

Identidade visual: Guilherme Borges | GB Design

Assessoria em Comunicação: André Roman

Produção: Leana Alcântara

Direção de produção: Vida Oliveira

Realização: Cegonha – Bando de Criação

Ficha Técnica no Instagram: @cegonha_bandodecriacao | @vida_oliveira_ | @migoleu | @andreromaninfante | @tauadelmiro | @renatovilarouca | @gbdesign.art.br | @le_alcantara | @brisarod

Serviço:

Última apresentação através da Youtube

Sábados dia 29/08/2020 às 16h.

Duração: 25 min.

Classificação etária: Livre para todos os públicos, uma proposta para a família.

Acesso

R$ 15,00 com acesso ao vivo e link disponível por mais 48h após a sessão ou,

R$ 10,00 para acesso ao vivo.

Link para compra de ingressos | Como funciona?

Através do link https://www.sympla.com.br/cegonha-bandodecriacao o espectador poderá realizar a compra do ingresso e após a confirmação, o mesmo receberá por e-mail todas as informações e o link para acesso ao espetáculo no Youtube.

“Tempestuosa Depressagem” no Canal do Sesc RJ

Nesta quinta, 27, em que se comemora o Dia da e do profissional atuante em Psicologia, a atriz Flavia Souza apresenta o solo Tempestuosa Depressagem no Canal do Sesc RJ, no YouTube.Flavia Souza, atriz, coreógrafa, coordenadora da Associação Cultural Grupo Afrolaje leva à cena esta temática com enfoque na população negra que diante de uma estrutura social racista, vive o problema de forma invisibilizada, tornando-se ainda mais vulnerável num contexto pandêmico. A montagem tem participação especial da cantora e jongueira Daniella Gomes (Grupo Afrolaje) e direção de Tatiana Tiburcio.

 A apresentação será seguida de uma mesa sobre o tema, ao vivo, com Flavia Souza, Tatiana Tiburcio e a psicóloga clínica Claudina Damasceno Ozório, co-fundadora do PapoPreta: saúde e bem estar da mulher negra.

 Sinopse: Com elementos da performance, dança e artes visuais, Tempestuosa Depressagem discorre sobre as subjetividades da saúde mental a partir de um recorte racial, com especial foco nas mulheres e suas dificuldades em identificar e tratar essa questão.

  Serviço:

O Que? Tempestuosa Depressagem, apresentação acompanhada de uma roda de conversa com Flavia Souza Tatiana Tiburcio e a psicóloga Claudina Damasceno Ozório

Quando? 27 de agosto, quinta -feira – 19h

Onde? Canal do Sesc RJ – youTube

Sesc RJ – YouTubeCom 21 unidades no estado, somos referência nas áreas de Cultura, Educação Social, Saúde, Esporte, Lazer e Turismo. Nossa missão é promover atividades que co…www.youtube.com

Duração: 30 minutos \\ Classificação: Livre

Flavia Souza: atriz, cantora, coreógrafa, escritora, coordenadora da Associação Cultural Grupo Afrolaje. Atuou em mais de 20 montagens de teatro e musicais. No cinema, integrou o elenco de Um Suburbano Sortudo, de Roberto Santucci, Pequena África, de Zòzimo Bulbul, Medida Provisória, de Lazaro Ramos, Cidade dos Homens, de Fernando Meirelles. Na Rede Globo, fez participação na novela Viver a Vida. Bacharel em Dança pela UFRJ, pós graduada em Docência no Ensino Fundamental e Médio pela AVM/ Universidade Cândido Mendes.  Realizou temporadas internacionais com grupos diversos por países da Europa e América Latina.

Tatiana Tiburcio: atriz, diretora e coreógrafa. Idealizadora do projeto Negro Olhar – Ciclo de Leituras Dramatizadas com Autores e Artistas Negros, pelo qual ganhou o Prêmio Movimentos Criativos Itaú Cultural em 2014. Produziu, dirigiu e roteirizou o curta A FACE NEGRA DO AMOR, exibida no Cine Odeon, no Encontro Internacional de Cinema Negro Zózimo Bulbul, 2019. Atuou como preparadora de elenco do filme MEDIDA PROVISÓRIA (a ser lançado) com direção de Lázaro Ramos e, ao lado do mesmo, assinou a direção do espetáculo O MÉTODO GRONHOLM.

 Ficha Técnica

Texto e atuação: Flavia Souza

Direção: Tatiana Tiburcio

Roteiro: Flavia Souza e Tatiana Tiburcio

Participação Especial: Daniella Gomes

Assistente de Produção e Projeção de Vídeo: Ivan Karu

Figurino: Nina Monteiro

Iluminação: Zindi Gonzaga

DJ: Bieta

Apresentação online:

Câmera e Edição: Leonardo Souza

Iluminação: Rubens Gonzaga

Intervenção do vídeo:

Roteiro e direção: Flavia Souza

Direção de Fotografia: Natália Rodrigues

Luz e som: Nathalia Sarro

Participantes: Rosane de Assis, Xandy Carvalho, Vanda Ferreira Pedagoga, Marta Oliveira, Gessica Justino, Ruth Pinheiro, Edmeire Exaltação, Rachel Nascimento.

Colaboração na Pesquisa: Gustavo Melo, Kelly Regina e Rosane Assis

O Menino que Visitou a Lua

O conceito de espetáculo online e o grupo “O Menino que visitou a Lua” é um filme ao vivo para ser visto de casa. Isso mesmo, é teatro, é cinema e é TV, tudo junto e misturado e livre para todos os públicos.

No contexto da pandemia, o Cegonha Bando de Criação, sempre afeito à mistura entre arte e tecnologia, aventura-se por novos experimentos. Descortinando a ideia de apresentação online com transmissão ao vivo, os atores, cada um de sua casa e a diretora com uma mesa de controle fazendo os cortes de câmera e inserts de vídeo, operam a realização e transmissão do espetáculo em tempo real.

Desse modo o filme ao vivo mistura live action, cinema de animação e teatro de bonecos. Assim, contam a poética história de “O Menino que visitou a Lua”, texto de Tauã Delmiro, vencedor do Prêmio Jovens Dramaturgos SESC 2011. Vida Oliveira assina a direção geral e Miguel Araujo a confecção e direção dos bonecos. O elenco conta com Pedro Ivo Maia (que também assina a trilha sonora) e Brisa Rodrigues. Além de atores e bonecos, o espetáculo conta animações em vídeo criadas pelo artista Renato Vilarouca. O Cegonha Bando de Criação surgiu em 2017 e trabalha com teatro, tv e cinema misturando arte, teatro de animação e tecnologia em todos os seus trabalhos. Em 2019 o grupo trabalhou em uma pesquisa sobre cinema ao vivo no Visgraf, laboratório do IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) que deu origem a inspiração para este trabalho.

Sinopse

A peça apresenta três personagens: Pedro, Maria e a Lua. Pedro e Maria são amigos e matam as saudades durante o isolamento social, por meio de uma vídeo-chamada. Na conversa, contam sobre suas vidas, problemas e momentos divertidos. Entre os assuntos, Pedro vai relatando suas visitas míticas à complexa e encantadora Lua e a relação complicada que os dois mantém, servindo esta relação de metáfora aos conflitos familiares no mundo real.

Ficha Técnica

Encenação: Vida Oliveira

Texto: Tauã Delmiro

Idealização e confecção das formas animadas: Miguel Araujo

Elenco: Brisa Rodrigues, Miguel Araujo e Pedro Ivo Maia

Vídeos animados: Renato Vilarouca

Trilha sonora original: Pedro Ivo Maia

Identidade visual: Guilherme Borges | GB Design

Assessoria em Comunicação: André Roman

Produção: Leana Alcântara

Direção de produção: Vida Oliveira

Realização: Cegonha – Bando de Criação

Ficha Técnica no Instagram

@cegonha_bandodecriacao | @vida_oliveira_ | @migoleu | @andreromaninfante | @tauadelmiro | @renatovilarouca | @gbdesign.art.br | @le_alcantara

Serviço:

Apresentações através da plataforma Streamyard

Sábados dias 22 e 29/08/2020 às 16h.

Duração: 25 min.

Classificação etária: Livre para todos os públicos, uma proposta para a família.

Ingressos

R$ 15,00 com acesso ao vivo e link disponível por mais 48h após a sessão ou,

R$ 10,00 para acesso ao vivo.

Link para compra de ingressos | Como funciona? Através do link https://www.sympla.com.br/cegonha-bandodecriacao o espectador poderá realizar a compra do ingresso e após a confirmação, o mesmo receberá por e-mail todas as informações e o link para acesso ao espetáculo na plataforma Streamyard.

Festival de Teatro On-line é sugestão de programa cultural para o final de semana

Durante todo o mês de agosto acontece o 1º Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro. A mostra competitiva, promovida pela Cia Banquete Cultural, conta com 10 apresentações de teatro on-line em tempo real, sendo 5 dramas e 5 comédias. De acordo com Jean Mendonça, diretor do festival, foi muito difícil escolher apenas 8 espetáculos para o evento, como previsto originalmente, devido ao grande volume de projetos, vindos de todas as partes do Brasil, a organização estendeu para 10 selecionados. A escolha foi embasada no critério artístico: presença, precisão, espontaneidade, relevância social e qualidade de som e imagem do vídeo. “Depois de muitos empates, chegamos aos escolhidos. Dramaturgias potentes, contemporâneas e cheias de vigor artístico. Um orgulho ter todas essas experimentações cênicas na web”, explica Jean.

A proposta do Festival surgiu bem no início da pandemia no Brasil, em março, quando a classe artística ainda estava pensando em como seria a retomada das artes cênicas, mas sem esboçar reação. A ideia foi exatamente fomentar a possibilidade de um novo fazer teatral, ao vivo por meio das plataformas digitais, ao que batizaram de teatro-web. Segundo ele, a Cia Banquete Cultural não estava interessada no pioneirismo, embora considere esse ato histórico importante, mas sim na real continuidade das artes cênicas. “Fomos na contramão e arriscamos com uma dramaturgia ambientada neste momento pandêmico, a partir do meu texto inédito Ata-me as mãos aos pés da cela. O resultado ficou acima do esperado, mesmo limitado por falta de recursos e pelo pouco domínio da tecnologia. Isso nos provou que seria um caminho possível, e que outros artistas poderiam avançar conosco nestes estudos”, comenta.  As sessões do Ata-me as mãos aos pés da cela, foram realizadas em julho, pelo YouTube, como um pré-evento do Festival.  

A programação

Entre os dias 1º e 15 de agosto, sempre aos sábado e domingos, serão apresentados ao vivo pela plataforma Zoom, os trabalhos dos artistas e coletivos teatrais selecionados. A sala contará com uma plateia virtual de 90 pessoas, sendo 40 espectadores voluntários, 40 convidados, 5 integrantes do júri técnico e 5 organizadores do Festival. Todos os espectadores vão permanecer ocultos, ou seja, câmeras e microfones desligados. A participação é gratuita e os  interessados em assistir ao vivo, devem enviar um e-mail para  banqueteculturalproducoes@gmail.com. O link e a senha para acesso à sala virtual do Zoom serão enviados por e-mail pela Cia Banquete Cultural.

Já na segunda quinzena de agosto, de 16 a 30, os vídeos gravados das apresentações feitas em tempo real pelo Zoom serão exibidos pelo YouTube, no canal da Cia Banquete Cultural. Nessa etapa todo o público está convidado a participar como espectador e jurado.  “As pessoas terão a oportunidade de assistir gratuitamente a todos os espetáculos do Festival e ainda votar no preferido, apertando o botão do like. Todas as curtidas serão computadas como voto do Júri Popular.”, explica Jean.  O anúncio dos dois premiados, sendo um em cada categoria, será realizado por meio de uma live no canal da Cia Banquete Cultural, no YouTube, na segunda-feira, dia 31 de agosto, às 20h.

Confira a programação completa

Zoom –  01/08 (sábado) / YouTube – 16/08 (domingo)

18h – comédia – Coração de Palhaço, com Grupo Experimental de Pesquisa em Artes

19h30 – drama – Realidade Suicida, com Erick Antoniazzi

Zoom – 02/08 (domingo) / YouTube – 22/08 (sábado)

18h – comédia – Exagerei no rímel, com Maira Cibele e Roberta Chaves

19h30 – drama – Pandas ou Era uma Vez em Frankfurt, com Nicole Cordery, Mauro Schames e Bruno Kott


Zoom –  08/08 (sábado) / YouTube – 23/08 (domingo)

18h – comédia – O manual de como encontrar um bom partido, com Trupe do Fuxico

19h30 – drama – 12 segundos, com Teatro do Dragão


Zoom – 09/08 (domingo) / YouTube – 29/08 (sábado)

18h – comédia – Piruá de Circo, com Rodrigo Bruggemann (Palhaço Piruá)

19h30 – drama – Safe & Comfort, com Carranca Coletivo


Zoom – 15/08 (sábado) / YouTube – 30/08 (domingo)

18h – comédia – As desventuras do Capitão Rabeca, com Damião e Cia de Teatro

19h30 – drama – Cardinal, com Bárbara L. Matias


Ficha Técnica do evento

1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro

Promotora do evento: Cia Banquete Cultural

Realização do Evento: De 1º a 31 de agosto de 2020

Zoom: 1ª a 15 de agosto

YouTube: 16 a 30 de agosto

Premiação: 31 de agosto de 2020

Mais informações do eventobanqueteculturalproducoes@gmail.com

Assessoria de Imprensa: Sevilha Comunicação

Encontro Poético virtual com Gerald Thomas

A Faculdade Cesgranrio realiza, no próximo sábado (25/07), às 18h, um Encontro Poético virtual com Gerald Thomas. O evento será transmitido ao vivo através do link: bit.ly/EncontroGeraldThomas. O bate-papo sobre oba e carreira do autor e diretor de teatro será mediado por Juliana Pamplona e Maria Assunção, professoras do curso de Teatro da Faculdade Cesgranrio.

Espetáculo “Altissonante” on-line

O espetáculo circense Altissonante, primeiro solo da artista da Cia. Barnabô e co-fundadora do Circo Zanni Lu Menin, realizou no início de 2020 parte do projeto de circulação através do Edital Proac, passando nos meses de fevereiro e março pelas cidades de Piracaia, Sorocaba, Carapicuíba e Botucatu. Com o início da pandemia e a necessidade de isolamento social, o projeto será concluído totalmente online, através de novas atividades, além da apresentação do espetáculo na versão “em casa”.

A programação terá a apresentação do espetáculo Altissonante, solo circense de Lu Menin, com direção de Lu Lopes, na versão domiciliar. A artista fará a apresentação do espetáculo na íntegra e ao vivo através do quintal da sua própria casa.  Esta versão será exibida através do canal do You Tube e Facebook de Lu Menin dia 31 de julho às 18h. Esta apresentação será também gravada e disponibilizada em plataformas virtuais ou redes sociais criadas pelos espaços culturais das cidades onde o espetáculo seria de fato apresentado: Piracicaba, Jundiaí e Campinas.

Está  programada uma live entre a artista Lu Menin e a diretora Lu Lopes no dia 01 de agosto às 18h, em que discutirão esta nova linguagem do circo através das câmeras e do isolamento social, e como se deu a versão on-line deste espetáculo.

Também está prevista a Oficina de Circo: “O Corpo Acrobático no Solo e no Ar”, onde a artista propõe uma adaptação das oficinas que seriam presenciais, ao formato on-line e sendo assim, abrangendo também os aéreos, desde que o artista tenha acesso a seu aparelho nos encontros. A proposta são 3 dias de encontros, 2 horas por dia com estudo de bases acrobáticas, aquecimento integrado com circo, dança e capoeira, e na prática, o que os corpos acrobáticos estão conseguindo realizar neste momento específico. Complementando à prática física, pensamentos e referências de estudo sobre a criação e aprimoramento da percepção corpo mente integrados agregando camadas de intenções ao trabalho físico. Como opções de objetivos, podem ter trabalhos já começados assim como projetos que podem ter nos encontros um início! Pode-se dizer que será um grupo de estudo teórico prático do corpo acrobático criativo se adaptando a essa nova realidade.

Pré requisitos: Artistas circenses profissionais ou em formação já iniciada, assim como artistas cênicos de outras áreas com interesse no trabalho acrobático, maiores de 18 anos, residentes no estado de São Paulo. Necessário acesso a internet e equipamentos de realização da sua técnica.

A Oficina  será realizada através da plataforma Zoom nos dias 27, 28 e 29 de julho, das 15h00 às 17h00 e terá 20 vagas. Os interessados devem se inscrever através do email: ciabarnabo@gmail.com , enviar currículo e carta de intenção até o dia 22 de julho. O resultado dos selecionados será publicado nas redes sociais da Cia. Barnabô e Lu Menin no dia  24 de julho.

Apesar das novas adaptações, as versões on-line destas atividades terão um maior alcance de público, uma vez que um maior número de pessoas serão atingidas com essa programação.

Altissonante estreou em  abril de 2019 no Sesc Pompéia. Também realizou algumas apresentações no Tendal da Lapa, além de ser convidada para a encerrar a V Mostra de Arte Circense de São José dos Campos (SP).

A encenação do espetáculo solo da artista circense Lu Menin expõe suas virtuoses acrobáticas e traz no roteiro importantes temas sobre o feminino. Ela constrói a própria trajetória em um aparelho que chamamos de Aereotório –  uma estrutura autoportante em forma de oratório.

O espetáculo se apropria das artes do circo através das técnicas de parada de mãos e acrobacias aéreas, mas também constrói sua dramaturgia com canto, dança e teatro físico. Todos esses elementos são abraçados pela estética barroca que nos remete aos oratórios e às obras sacras do século XVIII, repletas de rococós, cores e informações visuais.

Não por acaso, a artista que é natural das Minas Gerais, traz no seu imaginário toda a riqueza da arte das cidades históricas, e no momento que decide e se apropria de sua criação solo, todo esse repertório chega com ela pelo olhar feminino de mulher, mãe, esposa e circense.

Sinopse Altissonante: um solo de Lu Menin, traz uma linguagem multifacetária do circo, através das técnicas de parada de mãos, acrodança, junto com o canto, a dança e o teatro físico. Um espetáculo que trata das inquietações da mulher moderna, com todas as batalhas diárias, os ideais e as formas de lidar com essa necessidade de ser várias mulheres em uma só. Tudo isso com uma delicadeza estética e um olhar crítico de como a sociedade lida com essa mulher completa, dona de si e com total controle do mundo em que vive.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO:

Elenco: Lu Menin

Direção artística: Lu Lopes

Assistente de direção: Maíra Campos

Olhar Dramatúrgico: Nereu Afonso

Coreografia: Marina Abib e Letícia Doretto

Preparação vocal: Ju Cassou

Treinador técnico: Paulo Maeda

Direção Técnica: Pablo Nordio

Cenografia: Lu Menin, Lu Lopes, Dodô Giovanetti e Pablo Nordio

Figurino e trilha sonora: Lu Menin e Lu Lopes

Edição de áudio: Arturo Cussen

Produção executiva: Cristiani Zonzini

Assessoria de imprensa: Fabio Camara

FICHA TÉCNICA VERSÃO ON-LINE EM CASA:

Elenco: Lu Menin

Direção artística: Lu Lopes

Assistente de direção: Maíra Campos

Olhar Dramatúrgico: Nereu Afonso

Coreografia: Marina Abib e Letícia Doretto

Cenografia: Lu Menin, Lu Lopes, Dodô Giovanetti e Pablo Nórdio

Figurino e trilha sonora: Lu Menin e Lu Lopes

Edição de áudio: Arturo Cussen

Artes gráficas: Rodrigo Pocidônio

Direção Técnica: Pablo Nordio

Operação de luz: Dodô Giovanetti

Operação de som: Guilherme Diniz

Vídeo:  Cibele Appes, Edu Luz, Gustavo Borges e Rodrigo Fonseca

Produção executiva: Cristiani Zonzini

Assessoria de imprensa: Fabio Camara

SERVIÇO:

Altissonante (versão em casa)

Data: 31 de julho (sexta-feira) 18h00

Instagram: @ciabarnabo

Youtube: Canal Lu Menin

Facebook: Cia. Barnabô (https://www.facebook.com/meninordio02)

Live com Lu Menin e Lu Lopes

Data: 01 de agosto (sábado) 18h00

Instagram: @ciabarnabo

Oficina de Circo – O Corpo Acrobático

Data: 27,28 e 29 de julho (segunda, terça e quarta) das 15h00 às 17h00

Link através da Plataforma Zoom

Inscrições: até o dia 22 de julho: ciabarnabo@gmail.com

A lista com os selecionados será publicada no dia 24 de julho nas redes sociais da Cia Barnabô:

Instagram: @ciabarnabo @luzmenin

Facebook:  Cia Barnabô (https://www.facebook.com/meninordio02)

Este projeto é realizado pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa – Proac, Edital Proac 9/2019 – Produção e Circulação de Espetáculos Circenses.

Shopping Metropolitano Barra traz releituras de clássicos infantis

O Mundinho Kids on-line, projeto do Shopping Metropolitano Barra dedicado a atividades infantis em casa no período de quarentena, traz, em julho, releituras de clássicos infantis. Nos episódios da quinta edição do projeto on-line, o shopping contará com a parceira da cia de teatro ‘Mas, que trará duas histórias contadas em quatro episódios com duração de 10 minutos: Chapeuzinho Vermelho os 3 porquinhos e um único lobo mau; e Quarentena na Terra do Nunca. Os episódios seguem aos domingos, sempre às 16h.

“Mesmo com a reabertura do Shopping, sabemos que por enquanto os eventos internos não serão permitidos. Então resolvemos manter o Mundinho Kids no formato online, assim conseguimos levar entretenimento para os pequenos dentro de casa neste momento delicado”, afirma Eliza Santos, gerente de marketing do Shopping Metropolitano Barra.

Confira a programação completa:

12/07 – Episódio 1: Chapeuzinho Vermelho os 3 porquinhos e um único lobo mau
Os pequenos poderão se divertir com as clássicas histórias da Chapeuzinho Vermelho e dos Três Porquinhos contadas de maneira única enfrentando um inimigo em comum.

19/07 – Episódio 2: Chapeuzinho Vermelho os 3 porquinhos e um único lobo mau Crianças e pais poderão acompanhar a continuação da história e descobrir um final muito divertido.

26/07 – Episódio 3: Quarentena na Terra do Nunca

A história da Terra do Nunca foi trazida para os tempos atuais e passará pela quarentena também, uma maneira divertida de mostrar para os pequenos um pouco do que todos estão passando.

02/08 – Episodio 4: Quarentena na terra do nunca (continuação)
Um final surpreendente poderá ser acompanhado por todos na continuação dessa história divertida.

SERVIÇO:

Mundinho Kids Online – Shopping Metropolitano Barra

Dias 12, 19, 26 de julho e 02 de agosto

Horário: às 16h

Instagram do Shopping Metropolitano Barra

Mais informações: https://www.shoppingmetropolitanobarra.com.br/

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

O Shopping Metropolitano Barra foi inaugurado em 2013 numa das áreas que mais cresce no Rio de Janeiro: o Centro Metropolitano. Com amplo estacionamento e cerca de 200 lojas, o shopping é o espaço ideal para passear com a família, encontrar os amigos e ter acesso a ótimas marcas e restaurantes voltados a um público diversificado. Com arquitetura inovadora, o projeto recebeu ainda dois prêmios ouro – um do International Council of Shopping Center (ICSC) e outro da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

Pensando sempre na comodidade de seus clientes, o Shopping Metropolitano Barra foi o primeiro do Rio a lançar uma plataforma exclusiva de e-commerce, o ON Stores (https://loja.shoppingmetropolitanobarra.com.br/). Pioneiro na indústria brasileira de shoppings, o marketplace foi lançado pela CCP, administradora do shopping, para ampliar a conveniência dos clientes e agregar oportunidades de negócios aos lojistas. A inovação foi também premiada pela Abrasce.

#EmCasaComSesc apresenta o monólogo TRAGA-ME A CABEÇA DE LIMA BARRETO!

Celebrando três anos em cartaz, sendo assistido por mais de 20 mil pessoas em diferentes cidades do Brasil, o monólogo Traga-me a Cabeça de Lima Barreto! terá inédita apresentação – online e ao vivo – no próximo dia 12 de julho (domingo) às 21h30, no perfil @SescAoVivo no Instagram e na página do SescSP no YouTube, dentro do projeto #EmCasaComSesc. Trata-se de uma iniciativa do Sesc São Paulo que reúne uma série de apresentações com reconhecidos artistas brasileiros que sempre apresentam seus trabalhos nas unidades da instituição e, agora, em tempos de isolamento social por conta da crise causada pelo novo coronavírus, têm a experiência de levar seus repertórios a um número ainda maior de pessoas.

A apresentação se dará no endereço do ator Hilton Cobra, no bairro de Santa Teresa, no centro do Rio de Janeiro, bairro onde se concentra grande população de profissionais da cultura e da arte, cercado por comunidades de favela, o que o faz um bairro majoritariamente negro.

Escrita pelo diretor e dramaturgo Luiz Marfuz, especialmente para comemorar os 40 anos de carreira do ator Hilton Cobra, com direção de Onissajé (Fernanda Júlia), a peça mostra uma imaginária sessão de autópsia na cabeça de Lima Barreto, conduzida por médicos eugenistas, defensores da higienização racial no Brasil, na década de 1930. O propósito seria esclarecer “como um cérebro considerado inferior poderia ter produzido uma obra literária de porte se o privilégio da arte nobre e da boa escrita é das raças tidas como superiores?. A partir desse embate, a peça mostra as várias facetas da personalidade e da genialidade de Lima Barreto, refletindo sobre loucura, racismo e eugenia, a obra não reconhecida e os enfrentamentos políticos e literários de sua época.

A narrativa ganha força com trechos dos filmes “Homo Sapiens 1900” e “Arquitetura da Destruição” – ambos cedidos gentilmente pelo cineasta sueco Peter Cohen – que mostram fortes imagens da eugenia racial e da arte censurada pelo regime hitlerista. O cenário, de Marcio Meirelles – um manifesto de palavras – contribui para a força cênica juntamente com o figurino de Biza Vianna, a luz de Jorginho de Carvalho, a direção de movimento de Zebrinha, a música de Jarbas Bittencourt e a direção de vídeos de David Aynan. Os atores Lázaro Ramos, Caco Monteiro, Frank Menezes, Harildo Déda, Hebe Alves, Rui Manthur e Stephane Bourgade – todos amigos e admiradores do trabalho de Cobra, emprestam suas vozes para a leitura em off de textos de apoio à cena. 

“Não consigo respirar”

Hilton Cobra, que criou a Cia dos Comuns em 2001, com o propósito de trazer à cena uma cosmovisão artisticamente negra especialmente no âmbito das artes cênicas, fala da motivação para encenar Traga-me a cabeça de Lima Barreto!: “É importante e providencial discutir eugenia e racismo a partir de Lima Barreto nesses tempos de pandemia, onde a população negra é a mais atingida e de amplo  debate sobre racismo, principalmente depois do ocorrido com o George Floyd, negro americano que foi assassinado em Minneapolis, no dia 25 de maio de 2020 (dia em que se celebra o dia de África), estrangulado por um policial branco que ajoelhou-se em seu pescoço durante uma abordagem por supostamente usar uma nota falsificada de vinte dólares. Também é um reconhecimento à Lima – um autor tão pisoteado, tão injustiçado, que pensou tão bem esse Brasil, abriu na literatura brasileira ‘a sua pátria estética’, os pisoteados, loucos, os privados de liberdade – esses são os personagens de Lima Barreto. Acredito que ele deve ter sido, se não o primeiro, um dos primeiros autores brasileiros que colocaram esse ‘submundo’ em qualidade e com importância dentro de uma obra literária”. É bom ressaltar que como George Floyd, Lima Barreto nunca consegui respirar livremente, mas ainda assim produziu uma das obras mais geniais e consistentes do Brasil pós-império.

Ficha Técnica:

Hilton Cobra – Ator | Luiz Marfuz – Dramaturgia | Onissajé (Fernanda Júlia) – Direção| Cenário: Vila de Taipa (Laboratório de Investigação de Espaços do Teatro Vila Velha), Erick Saboya, Igor Liberato e Márcio Meireles | Desenho de Luz: Jorginho de Carvalho e Valmyr Ferreira| Figurino: Biza Vianna| Direção de Movimentos: Zebrinha| Direção Musical: Jarbas Bittencourt|Direção de vídeo: David Aynan| Design gráfico: Bob Siqueira e Gá, Produção executiva: Elaine Bortolanza e Júlio Coelho | Fotos: Adeloya Magnoni e Valmyr Ferreira | Op. câmera: Lílis Soares | Op. áudio e vídeo: Duda Fonseca | Operador de luz: Lucas Barbalho.

Participações especiais (voz em off): Lázaro Ramos, Caco Monteiro, Frank Menezes, Harildo Deda, Hebe Alves, Rui Manthur e Stephane Bourgade 

“E foram quase felizes para sempre” dia 11 de julho

“E foram quase felizes para sempre”, espetáculo assinado e estrelado por Heloisa Périssé, está na programação do projeto “Palco Instituto Unimed-BH Em Casa”. Apresentação será no dia 11 de julho (sábado), às 20h30, direto do Teatro Claro Rio, com transmissão ao vivo pelos canais no Youtube do Sesc em Minas (SescemMinasGerais), do Teatro Claro Rio (TeatroClaroRio) e pelo Canal 500 da Claro.

Texto da atriz aborda, de forma divertida, os relacionamentos e coloca em questão a instituição do casamento, gerando uma identificação imediata em todos os casais, sejam eles bem ou mal sucedidos.

“É a primeira vez que me apresento sem uma plateia que esteja dentro do teatro. Nunca fiz uma peça com transmissão simultânea, e acho que é de suma importância essa “reinvenção”! O momento pede isso, novos caminhos, outras perspectivas, e o projeto “Palco Instituto Unimed-BH em Casa” chega justamente com tudo isso”, diz Heloisa Périssé, que subirá ao palco do Teatro Claro Rio para a sua estreia on-line e ao vivo no dia 11 de julho (sábado), às 20h30, com a peça “E foram quase felizes para sempre”. A transmissão será simultânea pelos canais no Youtube do Sesc em Minas (SescemMinasGerais) e do Teatro Claro Rio (TeatroClaroRio) e pelo Canal 500 da Claro.

A proposta do “Palco Instituto Unimed-BH em Casa” é oferecer ao público espetáculos dotados dos mesmos rigores técnicos aplicados nas apresentações presenciais, em um palco especialmente preparado com sistemas especiais de vídeo, iluminação e sonorização, que vão assegurar ao público a melhor experiência, com todo o respeito que o teatro merece. A estreia do projeto ocorreu no dia 27 de junho, com a apresentação da peça “Os Vilões de Shakespeare”, protagonizada por Marcelo Serrado.

O acesso às transmissões será GRATUITO e durante as apresentações o público poderá fazer doações (via QR Code) para o Mesa Brasil Sesc, programa de combate à fome e ao desperdício de alimentos promovido pelo Sesc, em uma edição especial em benefício das campanhas “APTR ao Lado do Trabalhador de Teatro” e “Salve a Graxa BH” que estão oferendo apoio ao sustento de profissionais do setor teatral que estão impedidos de exercer suas funções durante a pandemia. Os espetáculos contarão ainda com tradução simultânea de libras e áudio transcrição para garantir o acesso das pessoas com deficiências auditivas e visuais.

“E foram quase felizes para sempre”
O espetáculo é a primeira comédia solo escrita e encenada pela atriz Heloisa Périssé. A história se passa na noite de autógrafos da escritora Letícia Amado. Ela viajou um ano e meio, atrás dos melhores resorts, melhores praias e hotéis para que as pessoas pudessem viajar com seus amores e curtir uma lua de mel inesquecível. Só que durante o período da procura, por conta de suas diversas viagens, ela se separa do marido, e no dia da sua tão esperada noite de autógrafos, quando ela finalmente está lançando seu livro, CANTINHO PRA DOIS, vê o ex-marido beijando uma nova namorada. E agora? Mas ela confessa que sempre teve um relacionamento muito conturbado com Paulo Vitor. E nessa peça “desabafo”, onde ela vai contar suas desventuras, muita gente vai acabar se identificando. Bom, a identificação pode ser para algumas pessoas, mas a diversão vai ser geral.

Essa não é a primeira vez que a atriz se aventura a escrever e, desta vez ela fala sobre relacionamentos e trabalho, problemas que estão presentes na vida de todas as pessoas, colocando em questão a instituição do casamento. Tudo isso, é claro, com um olhar bem humorado e contemporâneo. Seu texto gera uma identificação imediata em todos os casais, sejam eles bem ou mal sucedidos. Essa é uma questão que, pelo menos em algum momento da vida, atinge a todos, independente de cor, raça ou classe social.

FICHA TÉCNICA
Autor: Heloisa Périssé.
Direção: Susana Garcia.
Cenário: Miguel Pinto Guimarães.
Figurino: Reka Koves.
Iluminação: Maneco Quinderé.
Trilha musical: Alexandre Elias.
Diretor de Palco: Alvaro Donatti.
Operador de Luz: Ge Barbosa.
Operador de Som: Glaucia Maria.
Produção e Administração: Filomena Mancuzo.
Realização: HP Produções Artísticas Ltda.
Link para imagem: https://vimeo.com/71470400/56487b6873

SERVIÇO: “PALCO INSTITUTO UNIMED-BH EM CASA
• Sempre às 20h30
• Gratuito|Transmissão ao vivo, pelos canais no Youtube do Sesc em Minas (SescemMinasGerais) e do Teatro Claro Rio (TeatroClaroRio) e pelo Canal 500 da Claro
• Próxima exibição:
• “E foram quase felizes para sempre”, com Heloísa Perissé – Sábado – Dia 11/07 (classificação: 14 anos)

O “Palco Instituto Unimed-BH em Casa”, uma iniciativa da Pólobh, produtora sediada em Belo Horizonte, MG, tem patrocínio do Instituto Unimed-BH e do Programa Sociocultural Unimed-BH, viabilizado por mais de 5,1 mil médicos cooperados e colaboradores ao, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Tem realização do Ministério da Cidadania e Governo Federal, patrocínio da Pottencial Seguradora e apoio cultural do Sesc em Minas e MIP Engenharia, promoção exclusiva da Rádio Alvorada e apoio da Coreto Cultural, Culturadoria, Fredizak, HBA, Jornal O Tempo, Rádio Super Notícia e SouBH.

Instituto Unimed-BH
Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, desde 2003, desenvolve projetos visando ampliar o acesso à cultura, estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, valorizar espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história, o Instituto destinou R$120 milhões ao setor cultural, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e da Lei Federal de Incentivo à Cultura, viabilizado pelo patrocínio de mais de 5.100 médicos cooperados e colaboradores. No último ano, mais de 850 mil pessoas foram alcançadas por meio de projetos de cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura.
Saiba mais em www.institutounimedbh.com.br

Cuidado rigoroso
A produção dos espetáculos do “Palco Instituto Unimed-BH em Casa” seguirá todos os protocolos e recomendações relacionados à prevenção da Covid-19 tais como a restrição do número de profissionais a trabalho nas montagens, o rigor no controle de circulação nas dependências do teatro (apenas pessoas a trabalho) e a medição da temperatura de todos os profissionais antes do acesso. Além disto, as áreas ocupadas serão frequentemente higienizadas, e haverá a disponibilização de álcool gel em diferentes setores, além da distribuição de máscaras para todos os envolvidos. Outras ações são a higienização do material antes de entrar no teatro (cenários, figurinos etc.), e o impedimento do consumo de alimentos e bebidas no local. Haverá, ainda, a presença de um bombeiro brigadista durante as atividades, para assegurar que todas as medidas serão cumpridas.

Live Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças será apresentada neste domingo, dia 12 de julho, às 16h

O premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’ apresenta a sua terceira livezinha: Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’, dia 12 de julho, às 16h. Com direção de Diego Morais e roteiro de Pedro Henrique Lopes, o programa vai reunir trechos pré-gravados do musical infantil homônimo e quadros inéditos para toda a família. A apresentação faz parte do projeto Diversão em Cena e vai ser exibida em suas redes sociais, Facebook (facebook.com/DiversaoEmCena), Instagram (@diversaoemcena) e Youtube (bit.ly/diversaoemcena).

‘Tropicalinha’ conta a história do Reino de Pindorama, governado por uma rainha autoritária (Martina Blink), que toma o poder e baixa decretos proibindo a música e as cores no lugar. Dois amigos, Cae (Pedro Henrique Lopes) e Gil (Orlando Caldeira), se unem para trazer sons e cores de volta ao reino, em alusão ao movimento tropicalista. Também estão no elenco, Flora Menezes (Pobo), Hamilton Dias (Lindoneia) e Rafael de Castro (Juca). O musical não é biográfico, mas é inspirado em momentos vividos por Caetano Veloso e Gilberto Gil na juventude. No repertório, estão músicas como “Tropicália”, “Força estranha”, “Alegria, alegria”, “Vamos fugir”, “Andar com fé”, “Divino Maravilhoso”, “Expresso 2222” e “Você é linda”.

A programação online inédita do Grandes Músicos para Pequenos já contou com duas lives em junho, que ainda podem ser assistidas: ‘Luiz e Nazinha – Luiz Nazinha para Crianças’ (https://www.youtube.com/watch?v=wq5srKtw-WI) e ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’ (https://www.youtube.com/watch?v=UK-JRF8MRoc). O carismático personagem Mêlo, do espetáculo ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’, interpretado por Pedro Henrique Lopes, é o cicerone das três apresentações. A ideia do projeto é despertar a curiosidade das crianças sobre os artistas e sua obra com atividades temáticas e informações sobre os músicos homenageados. Outras atividades estão disponíveis no canal do Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

“Agora, temos mais um canal de interação com as famílias que acompanham o projeto. Com os teatros fechados, é importante que se criem atividades virtuais atraentes que estimulem as crianças. Nosso objetivo é iniciar uma nova fase, com conteúdos audiovisuais elaborados para unir todas as gerações”, explica o diretor Diego Morais.

Contemplado na Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela sua relevância ao teatro infantil, o projeto Grandes Músicos para Pequenos foi criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Assistido por quase 200 mil pessoas, seus espetáculos somam juntos 13 prêmios de teatro infantil, entre outras 42 indicações.

As exibições ao vivo são transmitidas pelas redes sociais, Facebook (facebook.com/DiversaoEmCena) e Instagram (@diversaoemcena), e Youtube (bit.ly/diversaoemcena) do “Diversão em Cena”, projeto que democratiza o acesso ao teatro infantil, criado e mantido pela ArcelorMittal.

Grandes Músicos Para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Foi premiado no CBTIJ 2015 (melhor Atriz), além de outras 5 indicações. Depois,vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ – Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações; Bituca – Milton Nascimento para Crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações; Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações; e Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças, em 2019, vencedor do Musical Rio 2019 como Melhor Espetáculo Infantil, tendo recebido outras 3 indicações.

Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura cria programação cultural para adultos e crianças -on-line gratuitos no mês de julho

O Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura, localizado no bairro da Vila Madalena ao lado do Beco do Batman é um espaço  que busca conectar pessoas interessadas em arte e cultura popular.
Inaugurado em Janeiro 2020 (Antes da pandemia do Covid-19), o Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura é também o Teatro Sede do Grupo Trapo (Cia. De Teatro com 20 anos de trabalho e resistência na cidade de São Paulo fundado e dirigido por Muriel Vitória).  Devido à pandemia do COVID- 19 o atendimento presencial está suspenso, porém o Espaço e seus profissionais se reinventaram e está movimentando uma programação on-line em suas redes sociais com a colaboração de vários artistas da cena cultural paulistana e atrações para todos os públicos e idades. A programação também conta com diversos cursos artísticos também online de teatro, dança e canto para todas as idades.

Sobre o Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura
Grupo Trapo que completa 20 anos de trabalhos ininterruptos, inaugura em Janeiro o seu teatro-sede: NOSSO CANTO ESPAÇO DE ARTE E CULTURA situado na Vila Madalena ao lado do Beco do Batman. O Espaço busca promover o diálogo com diversas expressões artísticas como: o teatro, a dança, a música, a fotografia, vídeo-arte, a poesia a performance. Além de fomentar uma programação mensal com preços acessíveis e atividades diárias de Iniciação Teatral, Dança, Canto Popular e Workshops para todos os tipos de públicos.
www.facebook.com/nossocantoteatrowww.instagram.com/nossocantoteatro

Ficha Técnica

Supervisão Geral e Direção: Muriel Vitória
Curadoria de Programação Nosso Canto: Priscilla Rosa, Marília Pacheco, Diego Britto e Natália Codo
Setor de Comunicação Nosso Canto: Mariana Figueiredo , Rodrigo Marcoz, Victor Menezes, Márcio Lima e Layana Cattoni

Serviço

NOSSO CANTO ESPAÇO DE ARTE E CULTURA
Programação de julho

INSTAGRAM @nossocantoteatro
FACEBOOK @nossocantoteatro

Rua Medeiros de Albuquerque 357, Jardim das Bandeiras-  São Paulo – Ao lado do Beco do Batman.

Contribuição Consciente:
https://pagseguro.uol.com.br/checkout/nc/nl/donation/sender-identification.jhtml?t=8d2065310a54ab7b39d0d181d3bf668e428e8a8053fbd9525c6da0c67d69d0c5&e=true#rmcl

Peça on-line “Ata-me as mãos aos pés da cela” estreia dia 4 de julho

Para comemorar 7 anos, a Cia Banquete Cultural apresenta nos dias 04, 11, 18 e 25 de julho, das 19h às 20h10, pelo seu canal no YouTube, seu primeiro espetáculo on-line em tempo real: a leitura dramatizada de Ata-me as mãos aos pés da cela. Com autoria e direção de Jean Mendonça, o espetáculo inédito, tem no elenco Rose Abdallah, Beth Grandi e Elton Lellis, supervisão de Silvana Stein, produção e fotografia de Marcia Otto e direção de arte de Alexandra Arakawa.
 
De acordo com o autor e diretor da peça, Jean Mendonça,  Ata-me as mãos aos pés da cela é um experimento teatral online do mito de Medeia, encenado em tempo real. Tudo se passa através de imagens e sons captados pelos notebooks e celulares das duas protagonistas e do ator. O espetáculo é livremente inspirado nas “Medeias” de Eurípedes e Heiner Müller, no romance “As leis da gravidade” de Jean Teulé, e nos poemas, ensaios, escritos e entrevistas de Adélia Prado e Simone de Beauvoir.

Sinopse 

No tempo-futuro do presente, Medeia adverte sobre sua real identidade e justifica suas ações do passado. No tempo-presente, há uma pandemia lá fora. Medeia realiza uma vídeo-chamada para Delegada. Entre delírios e lembranças, está prestes a fazer uma confissão. A Delegada, mais preocupada com o que se passa em sua delegacia, esforça-se para compreender os relatos de Medeia.

Para assistir a leitura dramatizada, acesse o canal da Cia Banquete Cultural, no YouTube, todos os sábados de julho, a partir das 19h. Nesta temporada online, será exibida a gravação da leitura dramatizada, vídeos e áudios do espetáculo, feitos em tempo real com elenco e técnicos, cada um em seu espaço físico, distante um do outro, conectados apenas virtualmente. Para acessar o canal, clique aqui.

Serviço

Ata-me as mãos aos pés da cela – Um experimento teatral online

Estreia online: 04 de julho de 2020 – 19h

Apresentação: 04, 11, 18 e 25 de julho, sábados, das 19h às 20h10 (fuso de Brasília)

Local: Youtube – canal da Cia Banquete Cultural (l ink)


Ficha Técnica

Elenco: Beth Grandi, Elton Lellis e Rose Abdallah

Dramaturgia e Direção: Jean Mendonça

Supervisão cênica: Silvana Stein

Direção de arte: Alexandra Arakawa

Trilha sonora original: Betto Marque e Paula Pardón

Produção executiva e fotográfica: Marcia Otto

Assessoria de Imprensa: Sevilha Comunicação

Produção e Realização: Cia Banquete Cultural

Live ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’ será apresentada no domingo, dia 28 de junho

O projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’ apresenta a sua segunda livezinha: ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’, dia 28 de junho, às 16h, data em que o cantor e compositor completaria 75 anos. Com direção de Diego Morais e roteiro de Pedro Henrique Lopes, o programa vai reunir trechos pré-gravados do musical infantil homônimo e quadros inéditos para toda a família. A apresentação faz parte do projeto Diversão em Cena e vai ser exibida em suas redes sociais, Facebook (facebook.com/DiversaoEmCena), Instagram (@diversaoemcena) e Youtube (bit.ly/diversaoemcena).

A programação online inédita do Grandes Músicos para Pequenos começou, dia 14 de junho, com a live ‘Luiz e Nazinha – Luiz Nazinha para Crianças’ e vai contar ainda com um terceiro programa, em julho, inspirado no musical ‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’. O carismático personagem Mêlo, do espetáculo ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’, interpretado por Pedro Henrique Lopes, é o cicerone das três apresentações. A ideia do projeto é despertar a curiosidade das crianças sobre os artistas e sua obra com atividades temáticas e informações sobre os músicos homenageados. Outras atividades estão disponíveis no canal do Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

“Agora, temos mais um canal de interação com as famílias que acompanham o projeto. Com os teatros fechados, é importante que se criem atividades virtuais atraentes que estimulem as crianças. Nosso objetivo é iniciar uma nova fase, com conteúdos audiovisuais elaborados para unir todas as gerações”, explica o diretor Diego Morais.

Contemplado na Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela sua relevância ao teatro infantil, o projeto Grandes Músicos para Pequenos foi criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Assistido por quase 200 mil pessoas, seus espetáculos somam juntos 13 prêmios de teatro infantil, entre outras 42 indicações.

No dia 14/06, às 16h, trechos do espetáculo “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” foram exibidos e intercalados com atividades que levaram uma típica Festa Junina para a casa dos espectadores. Programa disponível no Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (https://www.youtube.com/watch?v=wq5srKtw-WI)

Em 28/06, às 16h, “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” vai fazer todo mundo cantar e dançar ao som do maior roqueiro do Brasil. Comemorando os 75 anos do cantor, os pequenos espectadores aprenderão a preparar tudo para uma festa de aniversário.

Em julho, em dia a ser confirmado, no mesmo horário, vai ser a vez de se divertir com as aventuras de Cae e Gil no “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças”. As inovações musicais e artísticas da Tropicália em conteúdo exclusivo para toda família, celebrando os 52 anos de lançamento do álbum que deu origem ao tropicalismo.

Todas as exibições ao vivo serão transmitidas pelas redes sociais, Facebook (facebook.com/DiversaoEmCena) e Instagram (@diversaoemcena), e Youtube (bit.ly/diversaoemcena) do “Diversão em Cena”, projeto que democratiza o acesso ao teatro infantil, criado e mantido pela ArcelorMittal.

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças

O musical é inspirado na infância de Luiz Gonzaga no interior nordestino e acompanha a descoberta do amor, quando o jovem Luizinho se apaixona por Nazarena, filha de um coronel que não permite o namoro entre eles. A fábula de amor inocente, voltada para toda a família, é embalada por grandes sucessos do músico, como “Asa Branca”, “Que Nem Jiló”, “Baião”, “O Xote das Meninas”, “Olha Pro Céu”, entre outros.

Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças

O espetáculo se inspira na infância e em grandes sucessos da carreira de Raul Seixas para contar a história de um menino que era criativo demais. Tão criativo que sua falta de atenção ao mundo real começou a atrapalhá-lo na escola. A falta de foco e o excesso de energia de Raulzito trazem à cena questionamentos sobre a rotina e o tratamento de crianças que apresentam traços de hiperatividade e déficit de atenção (TDAH). A peça é embalada por grandes sucessos do artista como “Maluco Beleza”, “Gita”, “Mosca na Sopa”, “Como Vovó Já Dizia (Óculos Escuros)” e “O Carimbador Maluco (Plunct Plact Zuuum)”.

Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças

O espetáculo conta a história do Reino de Pindorama, governado por uma rainha autoritária, que toma o poder e baixa decretos proibindo a música e as cores no lugar. Dois amigos, Cae e Gil, se unem para trazer sons e cores de volta ao reino, em alusão ao movimento tropicalista. O musical não é biográfico, mas é inspirado em momentos vividos por Caetano Veloso e Gilberto Gil na juventude. No repertório, estão 43 músicas compostas por eles individualmente ou em parceria, entre elas “Tropicália”, “Força estranha”, “Alegria, alegria”, “Vamos fugir”, “Andar com fé”, “Divino Maravilhoso”, “Expresso 2222” e “Você é linda”.

Grandes Músicos Para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Foi premiado no CBTIJ 2015 (melhor Atriz), além de outras 5 indicações. Depois,vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ – Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações; Bituca – Milton Nascimento para Crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações; Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações; e Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças, em 2019, vencedor do Musical Rio 2019 como Melhor Espetáculo Infantil, tendo recebido outras 3 indicações.

As cinco peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores.O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

Mais sobre os espetáculos e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

FICHA TÉCNICA:

Direção Geral: Diego Morais

Direção Musical: Guilherme Borges e Claudia Elizeu

Roteiro: Pedro Henrique Lopes

Cenário e Figurinos: Clivia Cohen

Captação de Imagens e Transmissão: Zoe Filmes

Assessoria de Imprensa: Racca Comunicação (Rachel Almeida)

Produção e realização: Entre Entretenimento

Serviço:

Livezinha – Grandes Músicos para Pequenos

Live no Facebook, Instagram e Youtube do projeto Diversão em Cena:

Youtube: bit.ly/diversaoemcena

Facebook: https://www.facebook.com/DiversaoEmCena/

Instagram: @diversaoemcena

Dias  e horários 14/06 (‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’); 28/06 (“Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças”) e data a ser confirmada (‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’), às 16h.

Outras atividades disponíveis no Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

O Grupo Bestas Urbanas lança projeto virtual ‘Ideias para uma encenação futura’

Com a estreia de seu novo espetáculo adiada devido à quarentena no país e o fechamento dos teatros, o grupo Bestas Urbanas iniciou, este mês, um novo projeto: “Ideias para uma encenação futura”, série de vídeos lançados na página do Instagram @bestasurbanas. A ideia é partir da dramaturgia do espetáculo “Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo”, que será encenado no futuro. Para imaginar as cenas durante a quarentena, com episódios publicados quinzenalmente, às quintas-feiras – o primeiro vídeo já está no ar e o segundo será lançado esta semana. O texto de Lane Lopes, com direção de Francisco Ohana, acompanha a história de uma mulher, Mônica, que sai em busca de sua calcinha e de sua individualidade perdida, e procura outras formas de existir em um mundo no qual o ser humano é hiperativo, hiperestimulado e está constantemente cansado. Futuramente, o espetáculo vai estrear no Centro Cultural da Justiça Federal, no Centro. Enquanto isso, a peça Bestas Urbanas, que batizou o grupo, também será exibida no site do CCJF.

Antes do período de distanciamento, o processo de trabalho do Grupo Bestas Urbanas incluiu leituras e performances do texto, com participação do público, que interferiu no processo de criação e resultou no convite de outros atores e atrizes para o elenco. O objetivo é que essa ligação com o público não se perca no período de isolamento social.

“Este projeto é uma continuação, agora no ambiente virtual, do espírito do grupo de compartilhar nossa criação com o público e não apenas mostrar o espetáculo pronto”, explica o diretor do grupo, Francisco Ohana. “Agora, com a impossibilidade do encontro, criamos uma série de vídeos a partir da dramaturgia da Lane. Cada ator em sua casa, influenciado pelo momento que estamos vivendo, cria um vídeo inspirado em questões que a peça nos estimula a pensar, que depois são editados pelo Victor Lampert, com participação da Lane”, acrescenta.

A trama começa num dia aparentemente normal, quando Mônica vê sua calcinha escapar do varal e inicia uma corrida insana pelas ruas da cidade atrás de sua fugitiva intimidade. A busca, no entanto, acaba perdendo o sentido e a direção, tornando-se imprevisível, atravessando tempos e espaços diversos e, como num sonho, misturando e recombinando tudo pelo caminho. Entre as inspirações do texto, está a teoria desenvolvida pelo filósofo sul-coreano Byung-chul Han, segundo a qual vivemos na “Sociedade do Cansaço”, que nos diz que devemos alcançar todas as metas possíveis, nos deixando cada vez mais cansados mental e fisicamente.

“Vivendo em uma sociedade que lhe exige alcançar os melhores desempenhos, Mônica encontra, na busca por uma calcinha perdida, maneiras de se livrar de um cotidiano que a sufoca e enclausura”, explica a autora. “É correndo atrás da sua calcinha fugitiva que Mônica inicia um percurso por rostos e situações diversas, dentro de um fluxo que se torna uma investigação sobre o ritmo frenético produzido por uma sociedade adoecida”, acrescenta Lane, que escreveu a peça durante a quarta turma do Núcleo Firjan SESI de Dramaturgia, coordenado por Diogo Liberano, e teve a obra publicada pela Editora Cobogó.

Dramaturgo e diretor do grupo, Francisco Ohana viu na chance de montar ‘Só percebo que estou correndo quando vejo estou caindo’ a oportunidade de dar continuidade à pesquisa artística iniciada em 2018, quando idealizou o espetáculo ‘Bestas Urbanas’, com dramaturgia sua e direção de Andrêas Gatto, peça que acabou batizando o grupo.

“Tenho vontade, e uma necessidade real, de estar envolvido e fazer parcerias com autores de uma geração à qual eu pertenço e que me dá oportunidade de viver experiências e encontros artísticos muito importantes, o tempo todo, com seus grupos, em parcerias mais íntimas ou em iniciativas como o Núcleo de Dramaturgia, de onde esse texto veio. Há várias ações importantes que vinham acontecendo, e que continuaram online durante a quarentena, no intuito de reunir pessoas em um contexto de cidade, de país, muito adverso à criação. E agora então, pra onde vamos, ninguém sabe. Por isso a vontade de abrir o processo, deixar as pessoas entrarem na criação, romper as barreiras da sala de ensaio pra que a gente possa atravessar juntos esses desafios”, descreve Francisco Ohana. “O texto de Lane chama a atenção pelo formato vertiginoso: ele não é dividido em cenas, existe um fluxo contínuo que me lembra muito o da ‘Alice no País das Maravilhas’, no qual a personagens cai em buracos e vai mudando de universos muito rapidamente. Tem uma dimensão rítmica e sonora bem marcante, que pretendemos evidenciar numa montagem em que a música será elemento fundamental. Por enquanto, vamos tentar captar essa atmosfera nos vídeos lançados”, adianta o diretor.

Francisco Ohana

Fundador da Cia. Bestas Urbanas, escreveu e idealizou espetáculo de mesmo nome, em cartaz no Rio de Janeiro entre maio e junho de 2019. Autor e ator em B.U.G., websérie dirigida por Alexandre Mello, com estreia prevista para 2020. Coautor e ator em FIGO/LIMÍTROFE e em BLOCO F/BRASÍLIA60. Dramaturgo da peça ISTAMBUL ISTAMBUL, dirigida por Jefferson Miranda e apresentada em Lisboa, em julho de 2019. Autor de TEO, dramaturgia encenada por Roberto Alvim e Juliana Galdino em 2018. Autor de CLASH!, a partir de “Cymbeline, rei da Britânia”, de Shakespeare, e RADIOATIVA – O PRIMEIRO DIA DO RESTO DE NOSSAS VIDAS, ambas dirigidas por Cesar Augusto. Coautor de NÃO ADIANTA MORRER, dirigida por Diogo Liberano, e de CRUA, encenada por Camila Simonin. Adaptou para a cena O CAMINHÃO DE MUDANÇAS VERMELHO, conto homônimo de John Cheever, peça dirigida por Andy Gercker no espaço do Armazém Cia. de Teatro, Rio de Janeiro, em 2015. Autor participante da terceira turma do Núcleo Firjan SESI de Dramaturgia, em 2017; sua dramaturgia ESCUTA!, criada durante as atividades do Núcleo, foi publicada em 2018 pela editora Cobogó. Foi artista participante e colaborador em dramaturgia do STUDIO CABARET VOLTAIRE, imersão multimídia da edição de 2018 do TEMPO FESTIVAL, Rio de Janeiro, com mediação artística de Jefferson Miranda. Diretor assistente de Moacir Chaves em IMAGINA ESSE PALCO QUE SE MEXE, peça que realizou quatro temporadas no Rio de Janeiro entre 2016 e 2017. Ao longo de sua formação, passou pela Escuela Internacional de Cine y Televisión (San Antonio de los Baños, Cuba) e pela Universidade de Edimburgo. Em 2013, seu conto GIBRALTAR foi terceiro colocado no Prêmio Off Flip de Literatura, que acontece paralelamente à Festa Literária Internacional de Paraty.

Lane Lopes

Lane Lopes é dramaturga, cientista social de formação e atualmente cursa Cinema e Audiovisual pela UFF. Integrou a quarta turma do Núcleo Firjan SESI de Dramaturgia, coordenada por Diogo Liberano, onde sua dramaturgia “Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo” foi selecionada para publicação pela Cobogó em 2019. Teve três dramaturgias encenadas nas Mostras de Teatro da UFRJ: “Histórias para Acordar” (2018; com temporada no Parque das Ruínas), “Eu vou tirar você desse lugar (2019) e “Que Parte de Nós” (2019). Também escreveu “É um crime dormir tranquilo nessa cidade”, lido na Semana de Dramaturgia Firjan SESI. Como atriz pesquisa Teatro Ritual e Antropológico e atuou em “Memórias de Sulawesi”, “Plaster” (2019), “Praga de Mãe” (2016) com direção de Gabo Barros e no longa-metragem “Cidade do Aço”, direção Julio Napoli.

Ficha Técnica:

Dramaturgia: Lane Lopes

Direção: Francisco Ohana

Elenco: Alexandre Paz, Davi Arap, Gabriel Leal, Gabriela Chalub, Maria Cândida Portugal, Natasha Pasquini, Paula Furtado, Ricardo Gaio, Tiago Kempski, Viviane dos Santos, Wladimir Alves (Grupo Bestas Urbanas)

Edição de vídeos para a web: Victor Lampert

Design: Ian Guerra

Iluminação: Gabriel Prieto

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Vídeo e Fotos: Isaac Pipano e Thaís Mandarino (Apenas Baleia)

Produção: Isadora Krummenauer

Serviço:

Projeto ‘Ideias para uma encenação futura’.

 Vídeos inspirados no texto “Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo”

Instagram do grupo Bestas Urbanas: @bestasurbanas

Site do CCJF: https://www10.trf2.jus.br/ccjf/programacao/

O premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’ lança programação online inédita dia 14 de junho

O premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela produtora Entre Entretenimento, lança programação online inédita voltada para toda a família. Com direção de Diego Morais e roteiro de Pedro Henrique Lopes, serão exibidas três lives, dias 14/06, 28/06 e 12/07, às 16h, com trechos pré-gravados de espetáculos e quadros inéditos com possibilidade de interação dos telespectadores. As apresentações fazem parte do projeto Diversão em Cena e serão exibidas em suas redes sociais, Facebook, Instagram e Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCWio-b1D6Sq8aHShfHJed0Q), com patrocínio da ArcelorMittal, através da Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria Especial de Cultura.

O carismático personagem Mêlo (Pedro Henrique Lopes), do espetáculo ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’, será o cicerone das três livezinhas. As apresentações terão cenas e atividades inspiradas em três peças do projeto: ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’ (14/06); ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’ (28/06) e ‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’ (12/07), com atividades temáticas e informações sobre os músicos homenageados para despertar a curiosidade das crianças sobre os artistas e sua obra. Outras atividades estão disponíveis no canal do Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

“Agora, temos mais um canal de interação com as famílias que acompanham o projeto. Com os teatros fechados, é importante que se criem atividades virtuais atraentes que estimulem as crianças. Nosso objetivo é iniciar uma nova fase, com conteúdos audiovisuais elaborados para unir todas as gerações”, explica o diretor Diego Morais.

Contemplado na Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela sua relevância ao teatro infantil, o projeto Grandes Músicos para Pequenos foi criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Assistido por quase 200 mil pessoas, seus espetáculos somam juntos 13 prêmios de teatro infantil, entre outras 42 indicações.

No dia 14/06, às 16h, trechos do espetáculo “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” serão exibidos e intercalados com atividades que levarão uma típica Festa Junina para a casa dos espectadores.

Em 28/06, também às 16h, “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” vai fazer todo mundo cantar e dançar ao som do maior roqueiro do Brasil. Comemorando os 75 anos do cantor, os pequenos espectadores aprenderão a preparar tudo para uma festa de aniversário.

No dia 12/07, no mesmo horário, vai ser a vez de se divertir com as aventuras de Cae e Gil no “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças”. As inovações musicais e artísticas da Tropicália em conteúdo exclusivo para toda família, celebrando os 52 anos de lançamento do álbum que deu origem ao tropicalismo.

Todas as exibições ao vivo serão transmitidas pelas redes sociais (Facebook e Instagram) e pelo canal do YouTube (https://www.youtube.com/channel/UCWio-b1D6Sq8aHShfHJed0Q) do “Diversão em Cena”, projeto que democratiza o acesso ao teatro infantil, criado e mantido pela ArcelorMittal.

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças

O musical é inspirado na infância de Luiz Gonzaga no interior nordestino e acompanha a descoberta do amor, quando o jovem Luizinho se apaixona por Nazarena, filha de um coronel que não permite o namoro entre eles. A fábula de amor inocente, voltada para toda a família, é embalada por grandes sucessos do músico, como “Asa Branca”, “Que Nem Jiló”, “Baião”, “O Xote das Meninas”, “Olha Pro Céu”, entre outros.

Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças

O espetáculo se inspira na infância e em grandes sucessos da carreira de Raul Seixas para contar a história de um menino que era criativo demais. Tão criativo que sua falta de atenção ao mundo real começou a atrapalhá-lo na escola. A falta de foco e o excesso de energia de Raulzito trazem à cena questionamentos sobre a rotina e o tratamento de crianças que apresentam traços de hiperatividade e déficit de atenção (TDAH). A peça é embalada por grandes sucessos do artista como “Maluco Beleza”, “Gita”, “Mosca na Sopa”, “Como Vovó Já Dizia (Óculos Escuros)” e “O Carimbador Maluco (Plunct Plact Zuuum)”.

Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças

O espetáculo conta a história do Reino de Pindorama, governado por uma rainha autoritária, que toma o poder e baixa decretos proibindo a música e as cores no lugar. Dois amigos, Cae e Gil, se unem para trazer sons e cores de volta ao reino, em alusão ao movimento tropicalista. O musical não é biográfico, mas é inspirado em momentos vividos por Caetano Veloso e Gilberto Gil na juventude. No repertório, estão 43 músicas compostas por eles individualmente ou em parceria, entre elas “Tropicália”, “Força estranha”, “Alegria, alegria”, “Vamos fugir”, “Andar com fé”, “Divino Maravilhoso”, “Expresso 2222” e “Você é linda”.

Grandes Músicos Para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Foi premiado no CBTIJ 2015 (melhor Atriz), além de outras 5 indicações. Depois,vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ – Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações; Bituca – Milton Nascimento para Crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações; Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações; e Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças, em 2019, vencedor do Musical Rio 2019 como Melhor Espetáculo Infantil, tendo recebido outras 3 indicações.

As cinco peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores.O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

Mais sobre os espetáculos e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

FICHA TÉCNICA:

Direção Geral: Diego Morais

Direção Musical: Guilherme Borges e Claudia Elizeu

Roteiro: Pedro Henrique Lopes

Cenário e Figurinos: Clivia Cohen

Captação de Imagens e Transmissão: Zoe Filmes

Assessoria de Imprensa: Racca Comunicação (Rachel Almeida)

Produção e realização: Entre Entretenimento

Serviço:

Livezinha – Grandes Músicos para Pequenos

Live no Facebook, Instagram e Youtube do projeto Diversão em Cena:

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCWio-b1D6Sq8aHShfHJed0Q

Facebook: https://www.facebook.com/DiversaoEmCena/

Instagram: @diversaoemcena

Dias  e horários 14/06 (‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’); 28/06 (“Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças”) e 12/07 (‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’), às 16h.

Outras atividades disponíveis no Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

Experiência Entretenimento lança a startup Momento Criança, em formato plataforma

Com o fechamento das escolas e a suspensão das aulas em todo o país, uma nova equação invadiu a cabeça dos pais: como entreter as crianças em casa durante a quarentena conciliando lazer e educação? Pensando nisso, a Experiência Entretenimento, grupo de empresas de cultura, lança a startup Momento Criança a partir de maio.

Trata-se de um serviço de assinatura online de espetáculos teatrais infantis que inclui outras atividades interativas como contação de histórias, lives diárias com personagens infantis e recreadores online, jogos e playlists com canções instrumentais para vários momentos do dia da criança e até na hora de dormir. Momento Criança vem com diversos conteúdos gratuitos aos usuários cadastrados como espetáculos teatrais, contações de histórias, mágica, animais, além de conteúdos voltados ao meio ambiente e toda a família.

Com acesso irrestrito, os assinantes podem assistir a todo o conteúdo disponível, agendar lives com os personagens favoritos da criançada, além de ter acesso e participar do Clubinho Infantil, uma recreação diária online, que traz ainda mais animação e diversão no dia a dia da criança.

A plataforma oferece ainda o cantinho verde, espaço em que a garotada aprende sobre reciclagem, sustentabilidade e dicas de como reaproveitar resíduos (lixo) que estão muito próximos a eles. Para as mães, um blog que permite a troca de experiências entre elas acerca do dia a dia. No Bicho Solto as crianças terão lições de como cuidar de seu bichinho de estimação, além de curiosidades do reino animal.

Outra novidade será o lançamento de uma série, até o fim de 2020, em formato teatral, do Sítio do Pica Pau Amarelo gravada em temporadas e episódios, provocando ainda maior entrosamento e despertando ainda mais a participação das famílias junto ao site.

O conteúdo artístico traz a supervisão de Ricardo Silva, que atualmente, é responsável pelo espetáculo Sítio do Pica Pau Amarelo que circula o país, na versão autorizada pela TV Globo.

Os estúdios do site ficam na Scuola di Cultura, em Niterói, onde se desenvolvem todos os conteúdos e gravações, além das lives, a Scuola di Cultura concentra espaços de leitura e salas para ensaios, além de um teatro de 70 lugares, que também encontra- se fechado devido a Pandemia.

Pensado e elaborado em tempo recorde pelo produtor carioca Fabrício Chianello, “Momento Criança” é também uma forma de fomentar a cultura nesse momento de crise pelo qual os artistas e a área, sobretudo teatral, vêm enfrentando. O sistema está sendo desenvolvido por André Júnior e sua equipe em Jaú / SP e todo arcado pelos sócios do projeto que, ainda, não possuem nenhum tipo de investidor.

– A Indústria cultural dribla o isolamento imposto pelo coronavírus migrando para plataformas virtuais. Queremos continuar entretendo as crianças, fazer parte de cada momento de seu dia com inúmeras atividades, e ao mesmo tempo oportunizar aos artistas de todo o Brasil a possibilidade de mostrarem os seus trabalhos e serem remunerados por isso, afirma Fernando Duarte, um dos sócios do projeto.

Espetáculos do Rio de Janeiro e São Paulo já estão na plataforma

Grandes sucessos entre o público do Rio de Janeiro e São Paulo já estão na plataforma. É o caso de “Porquinhos O Musical”, da Cia A’Dovalle do Rio, que já apresentou a releitura com músicas inéditas em grandes teatros cariocas e paulistas. A cia. paulista Ventilador de Talentos, com direção e supervisão artística de Grace Gianoukas, traz as Histórias da Dona Pureza, uma coleção de histórias e bonecos animados que ganham vida em histórias inéditas contadas por Zuzu Leiva e Nilton Marques. Além dessas, outras seis companhias já estão na plataforma, e a seleção não vai parar.

Oportunidade para artistas e produtores culturais em período de crise

As companhias e produtoras de diversas cidades do Brasil podem enviar por e-mail os seus conteúdos gravados para análise e, uma vez selecionados, irão incorporar a programação do site e receberão recursos pela liberação e exibição de suas obras.

Ainda sobre a plataforma, Fabrício Chianello acredita que a iniciativa permitirá que todos os trabalhos voltados ao público infantil poderão ser vistos, divulgados e difundidos enquanto passamos por essa crise e que, após a pandemia, o site terá a possibilidade de ser mais uma ponte de acesso entre o público e o artista.

A plataforma em streaming possui acesso rápido e fácil. “O site possui uma interface simples com conteúdos atraentes por um preço acessível e popular. A oportunidade para artistas que serão contratados através de seus conteúdos e para produtores culturais que terão comissionamento sobre as assinaturas comercializadas, são os ganchos para unir a classe com um produto criativo, diferenciado e atrativo para todo Brasil. Estamos consolidando uma ponte entre a tecnologia digital e a mais antiga forma de arte e entretenimento, para fazer com que mais pessoas possam ter acesso a ela.” Conclui.

O portal estará disponível no endereço www.momentocrianca.com.br a partir do dia 18 de maio com assinatura mensal de R$ 14,90. A assinatura anual possui 20% de desconto saindo por um custo mensal de R$ 11,92.

Momento Criança – Atrações já disponíveis:

MOMENTO CRIANÇA

Em lives diárias, pré-agendadas, os pequenos podem interagir com seus personagens favoritos, participando de jogos e atividades didáticas. Um momento único, exclusivo e especial. – Conteúdo exclusivo para assinantes

CLUBINHO INFANTIL 

Imagina seu filho e outros amigos de todo o Brasil em um clube onde a DIVERSÃO é quem manda. Brincadeiras de todo tipo, que a sua criança vai poder fazer sem sair de casa. O Clubinho funciona diariamente das 14h às 16h. – Conteúdo exclusivo para assinantes

RESPEITÁVEL PÚBLICO

Uma série de espetáculos online, dos mais variados temas, destinada ao público infantil. – Parte do conteúdo liberado para usuários apenas cadastrados. Assinantes tem acesso a todos os espetáculos e contações de histórias.

CANTINHO VERDE 

Que tal toda a família aprender a reutilizar o lixo que fabrica e construir pufs, vaso de flor e até uma poltrona. A bióloga Silvia Pires, responsável por 10 anos do setor de coleta seletiva da Companhia de Limpeza de Niterói – RJ. O Cantinho Verde fala sobre o meio ambiente e sobre sustentabilidade. – Parte do conteúdo liberado para usuários apenas cadastrados. Assinantes tem acesso a todos os espetáculos e contações de histórias.

PAIS E FILHOS – BLOG

Mães e Pais de todo o Brasil contam como estão passando os seus dias com seus filhotes. Conte você também a sua história! Informação e interatividade esperam por você. – Liberado para todos os usuários cadastrados

PLAYGROUND 

Joguinhos online para seus filhos não perderem um só minuto de diversão ao longo do dia. Hora de colocar suas habilidades em prática. – Liberado para todos os usuários cadastrados

MÁGICA DO MOMENTO

O mágico ilusionista Igor Millord, traz os melhores números de mágica e novidades do mundo dos mágicos. Abra Cadabra, a magia vai começar. – Liberado para todos os usuários cadastrados

BICHO SOLTO

Como cuidar do seu animal de estimação? Dicas de como tratar o seu PET e curiosidades do reino animal preenchem os conteúdos desse setor comandado por Ricardo Silva. – Liberado para todos os usuários cadastrados

DISQUINHO INFANTIL

Playlisyts com as melhores músicas instrumentais para dormir, chegou a hora de o seu pequeno dormir. – Parte do conteúdo liberado para usuários apenas cadastrados. Assinantes tem acesso a todos os espetáculos e contações de histórias.

Produtores e Cidades que já aderiram à comercialização de assinaturas:

São Paulo – São Paulo, Botucatu, Bauru, Piracicaba e Marília

Rio de Janeiro – Rio de Janeiro, Niterói, Campos, São Pedro da Aldeia e Cabo Frio

Minas Gerais – Divinópolis, Pará de Minas, Itaúna, Nova Serrana, Tiradentes, Barbacena, São João Del Rey

Paraná – Foz do Iguaçu

Goiás – Região metropolitana de Goiânia; Aparecida de Goiânia; Anápolis

Amazonas – Manaus

Rio Grande do Sul – Porto Alegre

Os sócios:

Fabrício Chianello – Idealizador, Produtor Cultural e Publicitário

Formado em publicidade, atua no segmento cultural desde 2006, produziu diversos artistas e espetáculos teatrais. No segmento publicitário, chefiou a parte de marketing do Teatro da Associação Médica Fluminense, e atua com  empresas através de ações que impulsionam mercado e conexão com o cliente final ao setor cultural. Atualmente produz os espetáculos O Ator e o Lobo, com Pedro Paulo Rangel, Parabéns Senhor Presidente, com Daniele Winits e Christine Fernandes.

Fernando Duarte – Idealizador, Autor e Produtor

Estimulado pela atriz Marília Pêra, o autor vem se consagrando como escritor teatral, dois deles, inclusive com direção da própria Marília. Com mais de 10 textos teatrais, atualmente circula com os espetáculos Em Casa a gente conversa, com Juliana Knust e Cássio Reis, Parabéns Senhor Presidente, com Danielle Winits e Christine Fernandes.

Ricardo Silva – Idealizador e Diretor Artístico

Especificamente voltado para trabalhos infanto juvenis, é formado em artes cênicas, cenografia, e ao longo do tempo se empenhou em direção artística. Atualmente dirige a Cia. Sassaricando de Teatro, que dentre muitas produções voltadas ao público infantil, detém os direitos do Sítio do Pica Pau Amarelo.

Patrícia Portugal  – Gestão de negócio e Marketing

Graduada pela UERJ e MBA em Gestão Empresarial com ênfase em logística na Fundação Getúlio Vargas (FGV), Patrícia Portugal atua desde 2001 na BALL (Multinacional Americana que atua no ramo de latas para bebidas). De Estagiária na área comercial à especialista de marketing, atualmente supervisiona toda a logística na América do Sul da empresa lidando com diversas instituições e empresas.

Serviço:

Momento Criança – Coladinho em Você

No ar: Maio de 2020, através do endereço www.momentocrianca.com.br

Experiência Entretenimento: www.experienciaentretenimento.com.br

Informações e contato: sac@momentocrianca.com.br – 21 96845-1556

Para envio de conteúdos gravados por artistas (espetáculos teatrais e contações de histórias) – artistas@momentocrianca.com.br

1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro está com as inscrições abertas para artistas de todo o país

Estão abertas as inscrições para o 1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro. Criado em comemoração aos 7 anos da Cia Banquete Cultural, o evento tem o objetivo de promover o desenvolvimento das artes cênicas no Brasil com o uso de novas tecnologias para exibição online, em tempo real e gravadas virtualmente. “O festival será realizado de forma totalmente virtual, objetivando promover a divulgação e a valorização dos espetáculos e artistas selecionados, bem como oferecer ao público uma forma gratuita e segura de entretenimento e cultura, conforme as orientações de isolamento social por conta da pandemia do COVID-19”, explica o diretor do evento, Jean Mendonça.

Totalmente gratuito, para participar o artista deve acessar a ficha de inscrição, até as 23h59 do dia 14 de junho, e preencher o formulário (aqui). Podem se inscrever artistas independentes e grupos de teatro, com espetáculos ou leituras dramatizadas, entre 30 e 60 minutos, nas categorias drama e comédia, sendo executados ao vivo e em tempo real, desde que não promovam aglomerações da equipe artística e técnica. De acordo com o diretor do evento, cada artista ou grupo pode inscrever até um espetáculo ou leitura dramatizada por categoria. A divulgação dos selecionados será realizada no dia 20 de junho, às 18h, em uma live que realizada na página da Cia Banquete Cultural no Facebook. Serão classificados oito trabalhos, sendo quatro em cada categoria, o primeiro colocado em cada categoria receberá uma premiação em dinheiro, no valor de R$ 600,00, e todos os classificados um certificado digital de participação. Mais informações podem ser adquiridas no regulamento do evento (acesse o link).

As apresentações dos selecionados para o 1º  Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro vão acontecer em dois momentos; primeiro será ao vivo e em tempo real, entre os dias 18 e 26 de julho, à noite nos finais de semana, por meio do aplicativo Zoom. E, a segunda etapa, que vai de 1º a 10 de agosto, será transmitida a gravação da primeira etapa pelo canal da Cia no Youtube, também à noite nos finais de semana. As duas apresentações premiadas ficarão disponíveis para o grande público no canal do YouTube da Cia Banquete Cultural, entre os dias 11 a 31 de agosto de 2020.

Comemoração dos 7 anos da Cia Banquete Cultural

Para comemorar 7 anos, a Cia Banquete Cultural apresenta nos dias 20 e 27 de junho e  4 e 11 de julho, às 19h, pelo seu canal de YouTube, seu primeiro espetáculo online em tempo real: Ata-me as mãos aos pés da cela. Com autoria e direção de Jean Mendonça, o espetáculo tem no elenco Rose Abdallah, Beth Grandi e Elton Lellis, supervisão de Silvana Stein, produção de Marcia Otto e direção de arte de Alexandra Arakawa. “Por ser o evento de abertura do festival, é recomendável que os inscritos e os selecionados assistam ao espetáculo na íntegra a fim de compreenderem o novo formato de teatro online em tempo real proposto pela Cia Banquete Cultural na sua pesquisa de novas formas do “fazer” teatral com o uso da tecnologia e das novas mídias”, ressalta Jean.

Sinopse da peça – No tempo-futuro do presente, Medeia adverte sobre sua real identidade e justifica suas ações do passado. No tempo-presente, há uma pandemia lá fora. Medeia realiza uma vídeo-chamada para Delegada. Entre delírios e lembranças, está prestes a fazer uma confissão. A Delegada, mais preocupada com o que se passa em sua delegacia, esforça-se para compreender os relatos de Medeia. Ata-me as mãos aos pés da cela é um experimento teatral online do mito de Medeia, encenado em tempo real. Tudo se passa através de imagens e sons captados pelos notebooks das duas protagonistas e do ator. Cada qual está em seu espaço físico, distante um do outro, conectados virtualmente. Os espectadores, como tal, veem tudo que se passa, sem interagirem”, explica o autor e diretor da peça, Jean Mendonça.

Ficha Técnica do evento

1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro
Promotora do evento:
Cia Banquete Cultural
Inscrição: de 17 de maio a 14 de junho de 2020 (link da ficha de inscrição)
Anúncio dos selecionados: 20 de junho de 2020 (facebook.com/banqueteculturalrj)
Realização do Evento: De 18 de julho a 10 de agosto de 2020, pelo aplicativo Zoom e pelo canal de YouTube da Cia Banquete Cultural de 11 a 31 de agosto.
Premiação: 10 de agosto de 2020
Mais informações do evento: banqueteculturalproducoes@gmail.com
Assessoria de Imprensa: Sevilha Comunicação – assessoria@sevilhacomunicacao.com.br

Ficha Técnica peça Online

Ata-me as mãos aos pés da cela
Apresentação:
20 e 27 de junho e 04 e 11 de julho, às 19h
Local: Canal do Youtube da Cia Banquete Cultural
Elenco: Beth Grandi, Elton Lellis e Rose Abdallah
Autor e Diretor: Jean Mendonça
Supervisão Cênica: Silvana Stein
Direção de Arte: Alexandra Arakawa
Trilha Sonora Original: Betto Marque e Paula Pardón
Produção executiva: Marcia Otto
Realização: Cia Banquete Cultural

Wolf Maya fala em live no Instgram sobre O tor no Isolamento

A Escola de Atores Wolf Maya promove hoje, dia 23 de maio, uma live com o ator e diretor Wolf Maya, fundador e diretor da instituição. Com o tema “O Ator no Isolamento”, a live tem início às 17h30 no Instagram – @escolawolfmaya.

Experiente não apenas como ator e diretor, como também no trabalho de formação de atores, o artista vai abordar importantes aspectos que os atores devem considerar nesse momento em que o país está em quarentena, devido à pandemia do Coronavírus, quando a arte não pode ser manifestada em sua forma original.

Wolf Maya é premiado e reconhecido mundialmente por sua trajetória na dramaturgia brasileira, tendo destaque como diretor em produções da Rede Globo. Iniciou a carreira como ator na década de 1970, participando de diversas peças teatrais e estreando na televisão. Na década seguinte, dedicou-se também à direção de novelas e produções de teatro, encenando espetáculos musicais de forma precursora no Brasil. É criador, presidente e professor da Escola de Atores Wolf Maya.

http://wolfmaya.com.br/live-com-wolf-maya-o-ator-no-isolamento/

Claudia Mauro é a primeira convidada do Teatro Cesgranrio para live de aniversário

Se você não vai ao teatro, o teatro vai até você!! O Teatro Cesgranrio entende a importância do isolamento social, mas não poderia deixar de comemorar seus quatro anos de sucesso. E dessa vez, a festa será on-line. Durante o mês de maio, serão exibidas quatro lives, no instagram do @centroculturalcesgranrio, com artistas que passaram pelo palco do teatro e fizeram história na casa. Na estreia, próxima terça, (05), às 20h, a atriz Claudia Mauro contará suas experiências no teatro e na vida e responder as dúvidas dos seguidores presentes na live. Também haverá uma performance musical do ator e cantor Edmundo Victor, que participou da 2º Oficina de Teatro Musical Cesgranrio. O bate-papo será semanal e comandado por Marcus Brandão, administrador do Teatro.

Sobre Claudia Mauro:

Cláudia Mauro estreou no teatro profissional em 1981.Passou pelo Tablado e CAL, no Rio de Janeiro e cursou Letras na PUC/RJ. Também fez cursos de dança em Londres em 1986 e 1987. Dançou no Brasil com Carlota Portella, Renato Vieira, Marly Tavares e Lennie Dale.

 

No teatro, Splish Splash, musical de sucesso nos anos 1988/89, no premiado Salve Amizade, de Flávio Marinho, Bodas de Papel, de Maria Adelaide Amaral, Caixa Dois, de Juca de Oliveira com direção de Fauzi Arapi, Nada de Pânico (Noises Off), tradução e adaptação de José Almino com direção de Enrique Diaz, Marco Nanini e Guel Arraes, A Flor do meu Bem-Querer, de Juca de Oliveira, dirigido por Naum Alves de Souza e OFF, de Manoel Carlos. Ainda no teatro trabalhou com Bibi Ferreira em DNA, nossa Comédia e José Possi Neto em O Baile. Em 1990 participou da Oficina de atores da TV Globo. Em seguida foi convidada para o humorístico A Escolinha do Professor Raimundo, com a personagem D. Capitu, entre 1991/1994. Atuou em várias novelas e programas na Rede Globo, e em Estrela de Fogo, na Record.

 

Seu primeiro texto foi – Cabaret Melinda -, em que também atuou, seu trabalho mais recente é a peça “A Vida Passou Por Aqui” onde assina o texto, no qual ganhou o prêmio de melhor texto nacional, inédito, no ano de 2017; foi indicada ao Cesgranrio e ao APTR nas categorias melhor atriz e melhor texto e ao Botequim Cultural na categoria melhor texto, ganhou o APTR de melhor autora.

Produtora inova ao criar oficinas de artes on-line gratuitas para crianças e jovens carentes

Fazendo da crise uma oportunidade de se reinventar no campo da produção e gestão cultural, a Produtora Constelar, com mais de 80 prêmios teatrais, criou um formato inovador de conteúdos digitais. Responsável pela programação do Teatro PetroRio das Artes, na Gávea, suspensa por conta da pandemia, a empresa comandada por Tatiana Trinxet se comprometeu a não paralisar sua frente de maior impacto social: as oficinas gratuitas de artes cênicas. Um dos pilares do Festival Arte Por Toda Parte, que promove a democratização no acesso e do protagonismo cultural, essas oficinas oferecem aulas a 120 crianças e adolescentes de comunidades da região, realizadas até 2019 no palco do teatro, que leva o naming rights da PetroRio, uma das maiores empresas independentes de produção de óleo e gás natural do Brasil, patrocinadora do projeto. Frente ao cenário de isolamento social e ciente do papel transformador da arte na vida das pessoas, principalmente dos mais carentes, a gestora resolveu apostar 100% no digital e contratou novos profissionais especializados em plataformas e redes sociais, para levar cultura e educação de qualidade não só para os inscritos nas oficinas de 2020, como para qualquer outro jovem interessado.

Assim nasceu o canal “Produtora Constelar”, no YouTube, que lança a playlist “Oficina Teatro Online”. A cada semana, duas de um total de 24 videoaulas serão liberadas nos próximos três meses, sendo a primeira delas, às 11h, para alunos entre 8 e 11 anos, comandada pelo professor Zé Helou, e a segunda às 11h30, para a faixa dos 12 aos 16 anos, com a professora Viviana Rocha. Quem estiver inscrito nas turmas terá poderá interagir diretamente com os professores através dos comentários, durante 45 minutos. Os conteúdos envolvem jogos, improvisação, criação de máscaras gregas, entre outros. Aqueles que não tenham conseguido vaga nas oficinas deste ano terão acesso ao mesmo conteúdo, porém como espectador, expandindo assim o alcance do projeto de arte-educação.

Pais, alunos, mestres e produção estão reunidos em grupos de Whatsapp para a circulação de informativos sobre a oficina e o recebimento dos exercícios propostos na última videoaula.

Qualificação Cultural On-line Gratuita

Devido a pandemia do COVID-19,  inúmeros profissionais irão precisar de inovar nos seus produtos,  criar novos projetos  e fortalecer as ideias para resgatar o tempo perdido.

Visando contribuir com profissionais de todo Brasil,  a CAW produções que realiza projetos nas mais variadas linguagens artísticas já qualificou cerca de 800 profissionais desde o ano de 2010 e em 2020 vai oferecer 100 bolsas de estudos em Cursos Online  de Qualificação.
Vagas para:
Produção de Eventos
Produção de Arte e Cenografia para Vídeos
Produção de Fotografia de Moda
Curadoria de Exposição
Cada curso tem uma carga horária diferenciada e método próprio,  mesclando prática online individual e em grupo, construção de redes entre os profissionais, melhorando assim cada projeto.
Além dos Cursos, tem vaga também para Consultoria de Projetos Culturais.
” É fundamental mantermos atualizados e inovar nossas habilidades para gerar novas ideias e projetos com objetivos alcançáveis, já na pandemia, temos que fortalecer o nosso conhecimento para superar quaisquer riscos do mercado”, ressalta a Coordenação de Ju Yao.
Para se inscrever basta solicitar a ficha de inscrição e o regulamento pelo e-mail:
Os Cursos terão início em Junho e podem participar pessoas acima de 18 anos de todo Brasil até dia 10 de Maio de 2020.
Foto: CAW

Está no ar o clipe do espetáculo Maria Madalena/s de Dinah Perry

O clipe do espetáculo Maria Madalena/s, com direção e texto de Dinah Perry, está disponível no youtube, https://youtu.be/_7wSXiVf20c A direção do vídeo foi de William Mazzar, gravado no Espaço Capital 35. No elenco, Ana Carolina Barreto, Atila Freire e Josefina Padilla. O roteiro musical é de Rodolfo Schwenger ao piano.

 

Sinopse: A trama baseia-se no mito religioso de Maria Madalena onde há tirania, centralização de poder, coação de pessoas, tentativa de extermínio e de desmanche social. Os sentimentos são ódio, inveja, descaso e raiva.

O conjunto dos espetáculos de Dinah Perry resultará também em um livro com sua técnica em arte cênica e movimento, que será lançado pela internet.

 

Ficha técnica:

Espetáculo/Gravação do Clip: Maria Madalena/s

Elenco / Ana Carolina Barreto/Atila Freire/Josefina Padilla

Rodolfo Schwenger/arranjos/roteiro musical/instrumentista (piano)

Jorge Garcia / Plano de Luz

William Mazzar/Filmagem

Thiago Sampaio/Edição

Patrícia Alessandri/arte e digitação

Ricardo Liberal/correção e digitação/livro

Arnaldo Torres/fotos

Direção e Texto autoral / Dinah Perry

 

Link do clipe: https://youtu.be/_7wSXiVf20c