“Salina (a última vértebra)” na CAIXA Cultural

Uma história atemporal e universal, o mais novo projeto do grupo Amok Teatro, Salina (a última vértebra), faz sua estreia na CAIXA Cultural Rio de Janeiro em temporada de 6 a 30 de julho de 2017. Com direção de Ana Teixeira e Stephane Brodt, a peça dá vida ao texto do autor francês Laurent Gaudé e propõe um mergulho numa África ancestral ao abordar o exílio, o ódio e o perdão. As apresentações serão realizadas de quinta a domingo, no horário de 19h nas quintas e sextas e às 18h nos sábados e domingos. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

Salina (a última vértebra) conta a saga da personagem que dá nome ao espetáculo. Casada à força e violada por seu marido, ela dá à luz Mumuyê Djimba, um filho que ela detesta tanto quanto o pai. Quando seu marido se encontra agonizante num campo de batalha, Salina vive isso como uma libertação. Mas, acusada de deixar o esposo morrer, ela é banida de sua cidade e exilada no deserto.  Da sua ira e desejo de vingança, nasce Kwane, que trava uma guerra com seu irmão, Djimba. Uma reviravolta surpreendente acontece no destino de Salina e da areia e das lágrimas, nasce o perdão.

“Inédita no Brasil, a obra propõe um retorno ao conto africano tradicional, onde encontramos o épico, as paixões, o combate e a parte sombria do indivíduo. O texto oferece um campo privilegiado para recriar uma identidade mestiça a partir da experiência dos atores e de elementos da cultura afro-brasileira”, explica Ana Teixeira.

Criado pelo Amok Teatro, o espetáculo foi concebido através da formação de atores com oficinas, pesquisas de linguagem cênica, além de intercâmbio e ensaios. O projeto pretende ultrapassar o âmbito da estética e gerar espaços de reflexão através de uma história que vai da tragédia grega à epopeia africana.

 

Sobre o Amok Teatro:

Dirigido por Ana Teixeira e Stephane Brodt, o Amok Teatro caracteriza-se pela dedicação a um processo contínuo de pesquisa sobre a arte do ator e as possibilidades de encenação. Desde sua fundação em 1998, o grupo tem recebido diversos prêmios do teatro nacional e um grande reconhecimento da crítica e do público por seus espetáculos, sendo considerado, hoje, como uma das companhias de maior prestígio da cena carioca contemporânea.

Os processos de formação e criação estão profundamente ligados nos trabalhos do Amok Teatro. A pedagogia responde à necessidade de promover uma dimensão do teatro que não se limita a produção de espetáculos e busca transmitir valores artísticos que não têm como único objetivo os resultados.

Como marca, os espetáculos do grupo trazem questões contemporâneas sem perder de vista a afirmação da cena como um espaço cerimonial. Merece destaque o trabalho anterior: A Trilogia da guerra. O projeto abordou sobre 3 diferentes guerras com 3 linguagens cênicas distintas, circulou por várias cidades do Brasil e esteve recentemente na China.

 

“O trabalho do Amok Teatro se caracteriza por um rigor formal e uma intensidade que se afirma no corpo do ator, como sendo o lugar em que o teatro acontece. Com Salina (a última vértebra), o Amok abre um novo ciclo de pesquisa, sempre centrada no trabalho do ator, mas desta vez, investigando as relações entre teatro e rito”, conclui Stephane Brodt.

Mais informações em: http://www.amokteatro.com.br/

FICHA TÉCNICA

Texto: Laurent Gaudé

Direção: Ana Teixeira e Stephane Brodt

Elenco:

Cridemar Aquino: Saro Djimba e Mumuyé Djimba

Ariane Hime: Salina

Graciana Valladares: Sowumba

Luciana Lopes: Mama Lita

Reinaldo Junior: Kwane M’krumba

Robson Feire: Oráculo

Sergio Ricardo Loureiro: Sissoko Djimba

Sol Miranda: Alika

Tatiana Tibúrcio: Khaya Djimba

Thiago Catarino: Kano Djimba

Participação: Tatiana Henrique e André Lemos

Música: Fábio Mukanya Soares

Luz: Renato Machado

Assistente de Direção: Vanessa Dias

Coreografias: Tatiana Tibúrcio

Cenário, objetos e Figurinos: Ana Teixeira e Stephane Brodt

Bonecos: Maria Adélia

Tradução: Ana Teixeira

Revisão do Texto: Sol Miranda

Operação de luz: Andreia Teixeira

Intercâmbio: Mestre Jorge Antonio Dos Santos e Marcio Antonio Dos Santos

Pesquisa: Amok Teatro

Produção executiva: Jfter Paulo

Direção administrativa e financeira: eureka Idias/Sonia Dantas

Divulgação: LEAD Comunicação

SERVIÇO

Salina (a última vértebra)

Datas: de 6 a 30 de julho de 2017 (de quinta a domingo)

Horário: quintas e sextas, às 19h; sábados e domingo, às 18h

Duração: 220 min com 15 min de intervalo

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia

Lotação: 176 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Classificação: 12 anos

Acesso para pessoas com deficiência

Shopping Tijuca traz o conto “A Árvore da Alegria”

Neste domingo, dia 9 de Julho, o Clubinho do Shopping Tijuca recebe a contação de história “A árvore da Alegria”, com a Cia Pé do Ouvido. A atração começa às 15h e promete prender a atenção dos pequenos com a história de uma pequena sementinha que cai do bico de um sabiá e é arrastada para debaixo da barriga de uma grande pedra. No dia seguinte, a voz grita: “Me tirem daqui! Eu quero crescer, eu quero crescer”.  A Pedra e os bichos da floresta se comovem e se mobilizam para salvar a semente e ajudá-la a cumprir o seu destino: se tornar uma grande árvore, com o propósito de levar muita alegria ao todos que vivem ao seu redor.

Serviço

Clubinho Shopping Tijuca

Data e hora: 9 de Julho, às 15h.

Local: espaço Tijuca Play – piso L1 – Av. Maracanã, 987 – Tijuca. Mais informações pelo telefone 3094-6605 ou pelo Facebook: www.facebook.com/shoppingtijuca.com

“Nunca fui canalha” no Teatro Serrador

E aí? Você é canalha? Já foi? Canalha ou não, você vai se divertir com a comédia “Nunca fui canalha”, texto de Tatá Lopes e Martha Mendonça que estreia no próximo dia 7 de julho, sexta-feira, no Teatro Serrador, na Cinelândia.  A temporada vai até o dia 29 de julho, quintas, sextas e sábados, às 19h30

No palco, Tatá dá vida a quatro mulheres canalhas inspiradas nas personagens do livro “Canalha: substantivo feminino”, de Martha Mendonça. Três das personagens estão no livro – Diana, Leila e Rebeca; a exceção é Santinha, criada especialmente para Tatá. Com direção de Victor Garcia Peralta, a peça faz uma análise bem-humorada do caráter humano. É Martha quem conta como surgiu a parceria com Tatá e, depois, com o diretor.

– Conheci Tatá em 2011, quando ela fez conosco o Sensacionalista na TV. Eu já a tinha visto no “Surto” e gostava muito da pegada de humor dela. O tempo passou, e, em 2014, voltamos a trabalhar juntas na redação do “Zorra”. Foi bacana ver que ela, além de ótima atriz, era uma redatora de mão cheia. Foi lá que Tatá começou a conversar comigo sobre fazer um monólogo das “Canalhas” – um desejo que ela tinha, na verdade, desde que lancei o livro. A nós se juntou, um pouco depois, o diretor, Victor Peralta, que trouxe novos rumos para o nosso texto.

A peça não é uma transposição do livro para o teatro. As personagens da obra são apenas uma parte que costura o texto. O espetáculo é mais direto, menos sutil. O texto ácido é deliciosamente divertido, irreverente e não poupa ninguém. Ou quase ninguém. Afinal de contas, o que mais tem no mundo é gente canalha.

Os espectadores vão identificar muitos deles em suas vidas – ora de passagem, ora tentando roubar a cena mesmo. Alguns vão até se identificar também, mesmo que batam no peito e digam “nunca fui canalha”. Mas a verdade é como descreveu o dramaturgo Nelson Rodrigues: “No Brasil, quem não é canalha na véspera é canalha no dia seguinte”. Para conforto do público, Tatá e Martha fazem de tudo para defendê-lo: “Gente canalha não vai ao teatro. Canalha só fica em casa. Vendo série. Série sobre outros canalhas.”

Em meio a canalhas de todos os tipos – do “canalha ostentação” à canalha religiosa, passando pelo canalha político, claro! –, a peça só poupa o público, a ficha técnica, eu, você e, claro, quem mora em Mauá.

Currículos

Tatá Lopes – Atriz e coautora

Atriz, produtora e roteirista. Formada na CAL, foi produtora na Cia de Ópera Seca de Gerald Thomas e com o diretor João Falcão em diversos espetáculos, como “Homem objeto” e “Clandestinos”. É autora, produtora, diretora e atriz do espetáculo “Surto”, com amis de um milhão de espectadores, e na montagem de “Mamãe não pode saber”, de João Falcão. Participou do espetáculo “Pirou?!”, de Regiana Antonini, com direção de Michel Bercovitch. Atuou em peças da mesma autora, como “Doidas e santas”, com direção de Ernesto Piccolo. Participou dos programas “Oncotô” (TV Brasil), “Vampiro carioca”, “A grande família” (Rede Globo) e “Sensacionalista” (Multishow), do qual foi também corroteirista. Assina também como roteirista (além de atuar) o seriado “Alucinadas”, do Multishow. Participou do filme “E aí, comeu?”, de Bruno Mazzeo. É autora do livro “Crônicas de um blog abandonado”. Assina, juntamente com Adeline Ramalho, o canal de humor “Minutos de sabedoria”, com mais de um milhão de visualizações. Já no teatro, a última foi peça “Apesar de você”, texto de Gabriela Amaral e Celso Taddei, com direção do Henrique Tavares e Márcio Trigo. Atualmente, é roteirista do programa Zorra, da TV Globo.

Martha Mendonça – coautora

Carioca, escritora, roteirista e jornalista. Hoje é redatora da TV Globo, integrando a equipe do humorístico “Zorra”. Esteve nas redações de O Dia e Época, onde escreveu sobre Comportamento e Cultura por 15 anos.  Foi redatora do site Sensacionalista e do Jornal Sensacionalista, do canal Multishow. Lançou os livros “Mulheres no ataque”, pela Editora Planeta, “Eu e você, você e eu”,  “Canalha, substantivo feminino”,  “40, um romance feminino” e “A História Sensacionalista do Brasil, pela Editora Record. O livro “Canalha, substantivo feminino” se transformou em série de TV do canal GNT, com três temporadas. O projeto também foi vendido para o canal americano Hulu, que fará uma versão da série. É coautora do espetáculo teatral “Os Difamantes”.  Atualmente, está em cartar com a peça “Ela é meu marido”, escrita em parceria com Nelito Fernandes.

Victor Garcia Peralta – Diretor

Formado no “Piccolo Teatro Di Milano”, na Itália. No Brasil, alguns de seus trabalhos: “Decadência”, de S. Berkoff, com Beth Goulart e Guilherme Leme; “Felizes da vida”, de J. Langsner, com Guilherme Leme e Lucélia Santos; “Dorotéia minha”, com Beth Goulart; “Os homens são de Marte, e é pra lá que eu vou”, com Mônica Martelli, (Prêmio Qualidade Brasil de melhor direção); “Não souo feliz, mas tenho marido”, de V. Gomez Thorpe, com Zezé Polessa; “Um marido ideal”, de Oscar Wilde, com Herson Capri, Edwin Luisi e Bianca Byngton; “Quartett”, de H. Müller, com Beth Goulart e Gulherme Leme; “Você está aí?”, de J. Daulte, com Cláudia Ohana; “Alucinadas”, de Bruno Mazzeo, Fábio Porchat e Palatinik, com Luciana Fregolente e Renata Castro Barbosa; “Tudo que eu queria te dizer”, de Martha Medeiros, com Ana Beatriz Nogueira; “Também queria te dizer”, de Martha Medeiros, com Emílio Orciollo; “Sexo, drogas e rock’n roll”, com Bruno Mazzeo; “O submarino”, de Miguel Falabella, com Marcus Melhem e Luciana Braga.

Ficha Técnica

Elenco: Tatá Lopes

Direção: Victor Garcia Peralta

Texto: Martha Mendonça e Tatá Lopes

Direção de Produção: Marcela Casarin

Assistência de Produção: Janyne Sousa

Produção de Apoios: Lívia Machado

Cenografia: Dina Salem Levy

Cenotécnico: Paulo Denizot

Figurino: Luiza Fardin

Visagismo para fotos: Ítalo Santana

Costureira: Marenice Alcântara

Iluminação: Paulo Denizot

Supervisão de Movimento: Cristina Amadeo

Programação Visual: Rico Vilarouca

Fotografia: Leonardo Miranda

Assessoria de Imprensa: Sheila Gomes

Comunicação Digital: Lê Bottino

Produção: Mãe Joana Filmes e Produções

Realização: Os Surtados Produções Artísticas

Serviço:  Nunca fui canalha, de Tatá Lopes e  Martha Mendonça

Teatro Municipal Serrador

De 7 a 29 de julho – Quintas, Sextas e Sábados, às 19h30

Ingressos a R$ 40 (inteira) e R$ 20(meia)

Gênero: Comédia ácida

Classificação: 12 anos

Duração: 60 minutos

“Bandeira 2 – Um Show de Humor e Samba” com Claudio Cinti no Beco das Garrafas

Com este Show, Cláudio Cinti, (atualmente no elenco do novo ZORRA da TV Globo), lança, pela Warner Music, seu primeiro CD, “Bandeira 2”.

O Show “Bandeira 2” cumpriu temporada de sucesso no  CCC – Centro Cultural Carioca, na região da Lapa, e a partir de julho, estará em cartaz, 1 vez por mês, no lendário Beco das Garrafas, em Copacabana, com estreia para o dia 15, às 19h.

Cinti interpreta sambas de sua autoria, sambas em parceria com Zé Maurício e sambas consagrados como Vai Vadiar, Conselho e Sem Compromisso, entre outros. Neste show, Cinti entremeia canções com histórias engraçadas do universo dos taxistas, fazendo o público se sentir dentro da história em vários momentos, pois afinal, quem nunca contou ou ouviu uma boa história durante uma corrida de táxi.

As composições de Cinti têm uma pegada de humor, tais como os sambas “Sou Taxista”, “Vou Passar a Toyota Pro Meu Nonme”, “O Tal do Marajá” e “Tá Tudo Certo Pra Dá Merda”. O Show mistura humor e sambas, a partir de histórias contadas pelo personagem “O Taxista”, baseado em situações vividas pelo próprio Cinti. Para o show do dia 15, Cinti convidou as cantoras e atrizes, Cristiana Pompeo e Renata Ricci, ambas com vasta experiência em musicais, para uma participação especial.

A direção é de Alexandre Régis, mesmo diretor do consagrado espetáculo de humor “Nós na Fita”, com Leandro Hassum e Marcius Melhem.

 

Cláudio Cinti é ator, compositor e intérpreteNascido e criado no Rio de Janeiro, é um sujeito que podemos considerar como típico carioca… “Malandro do Bem, Contador de Histórias. Com vasta experiência, principalmente em programas de humor, Cinti atualmente está no ar no Novo “ZORRA”, na TV Globo.  Além de ter participado de vários outros programas de humor, tais como: “Os Caras de Pau”, “Tá no Ar – A TV na TV”, “Cilada”, “Tapas e Beijos”. “A Grande Família”, “Os Normais”, entres outros.

 

Serviço – “Bandeira 2” – Um Show de Humor e Samba:

Local: Beco das Garrafas, Rua Duvivier, 37, Copacabana

 

Data: 15 de julho, sábado

Horário: às 19h

 

Duração do show: 1h20

Telefone: 2543-2962 / 99697-1752

 

Valor: R$ 40 (antecipado R$ 30)

 

Classificação etária: 16 anos

Capacidade: 80 lugares

Ficha Técnica – “Bandeira 2” – Um Show de Humor e Samba:

Show

Roteiro e Produção: Cláudio Cinti

Compositor, Cantor e Comediante: Cláudio Cinti

Direção Musical: Zé Maurício

Direção Geral: Alexandre Régis

 

Banda

 

Contra baixo e Violão – Zé Maurício

Cavaco – João do Cavaco

Sax e Flauta – Vitor Neto

Percussão – Mauro Oliveira

Bateria – Miro

                                    

“Pescadores de Almas” no Parque das Ruínas

Através da própria biografia Walkiria Kaminski narra o início do contato mediúnico que a levou a vivenciar o suicídio da pintora Jeanne Hébuterne: esse é o fio condutor para a dramaturgia de um dos livros espíritas mais lidos da atualidade. Pescadores de Almas, inédito nos palcos, é a mais nova produção da Dendrobates Cultura, com direção de Daniel Archangelo e a atuação de Tatiana Sobral. O espetáculo fará sua primeira temporada a partir de 01 de Julho no Teatro do Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas (Rua Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa).

 

Entre os livros espíritas mais vendidos da atualidade Pescadores de Almas apresenta uma narrativa arrebatadora. Através de caminhos pessoais levanta questões fundamentais sobre o suicídio. Em todo mundo as doenças emocionais têm se multiplicado, e muitas situações limites são enfrentadas com a solidão: O sofrimento enlouquece, nos diz Walkiria Kaminski.

 

A história contada no livro vai além da religião. Estamos diante um depoimento biográfico que se cruza com muitas outras vidas e histórias. Que traz em detalhes o momento da morte de uma personalidade histórica. Além disso todo processo de construção da dramaturgia é repleto de poesia visual. O resultado será um lindo espetáculo construído com extrema delicadeza. Explica o diretor Daniel Archangelo.

 

Pescadores de Almas traz em ótima performance a atriz Tatiana Sobral, além de um trabalho visual extremamente cuidadoso. Como uma forma de construir laços culturais, um dos objetivos da Dendrobates Cultura é buscar textos inéditos com novos pontos de vista, um movimento fundamental para compreender nossa própria realidade.

 

A escolha em adaptar uma obra literária tem a ver com a história que ela conta e com o ponto de vista que ela defende. A história de uma médium brasileira que conta com presença de vários pintores históricos, que se mescla a história da vida de Amedeo Modigliani e se choca com o suicídio de Jeanne Hébuterne precisa ser levada aos palcos. É um depoimento único que traz consigo um ponto de vista pouco presenciado em cena. Argumenta Archangelo

 

 

A conferir: Pescadores de Almas no Teatro do Parque das Ruínas – Rio de Janeiro – de 01 a 29 de Julho.

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais Sobre Walkiria Kaminski:

Walkiria Kaminski é paranaense, graduada em Letras pela Unicentro do Paraná, mestre em Teoria Literária pela PUC Paraná e pós-graduada em Arte Terapia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Com mestrado e doutorado na área de saúde mental, Walkiria atua como voluntária em ações terapêuticas nas favelas brasileiras atendendo a crianças esquizofrênicas, psicóticas e autistas. Médium psicopictográfica, Walkiria é a iniciadora do movimento Arte Cura no Brasil. Aos 65 anos de idade, ministra palestras e apresentações de arte mediúnica em 20 estados brasileiros.

 

 

 

Ficha Técnica:

Autora: Walkiria Kaminski

Direção: Daniel Archangelo

Elenco: Tatiana Sobral

Cabine: Daniele de Deus

Comunicação: Aline Peres

Assistência de Produção: Gabriel Piedro

Arte Designer: Pedro Amaro

Fotos: Lia Ximenes

Teaser e Filmagem: Charlote Produções

Realização: Dendrobates Cultura

 

 

 

 

Serviço:

Pescadores de Almas

Temporada: de 01 a 29 de Julho de 2017

Horários: 16Hs (sábados)

Local: Teatro do Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas (Rua Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa).

Capacidade: 70 lugares
Bilheteria: Tel.: (21) 3916-2600

Ingressos: R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia entrada para os casos previstos em lei)

Duração: 55 minutos

Classificação: 14 anos

 

 

“Fauna” em cartaz no CCJF

O Centro Cultural da Justiça Federal recebe, para uma curta temporada, de 16 de junho a 16 de julho, o espetáculo Fauna, de Romina Paula, com direção de Erika Mader e Marcelo Grabowsky, com Eduardo Moscovis, Erika Mader que também assina a produção da montagem –, Erom Cordeiro e Kelzy Ecard.

Ambiciosa e sutil, Fauna é a terceira obra da atriz, diretora e dramaturga Romina Paula, autora que reflete a nova cara da dramaturgia argentina. A peça é um ensaio sobre a representação, o lugar da arte na vida e vice-versa. Metalinguagem. Uma homenagem, ainda que melancólica, ao teatro. Uma reflexão sobre a relação e as fronteiras entre arte e vida, ficção e realidade. Ao longo da trama, confundem-se a história sobre a pesquisa para a realização de um filme e a história das relações entre os personagens, provocando no espectador múltiplas interpretações. O que é real? O que é representação?

Com essa mesma sutileza, Fauna questiona a condição do feminino e do ser mulher, suas fraquezas, seus artifícios, seu lugar na sociedade. Questões sobre gênero, orientação sexual, o lugar da mulher na esfera pública e o papel da maternidade na vida de uma mulher.

O texto de Romina Paula conta a história de um cineasta e uma atriz que vão ao campo pesquisar o mito de Fauna, uma espécie de amazona, culta e selvagem, para fazer um filme de ficção sobre ela. Lá, recebem a ajuda de Maria Luísa e Santos, filhos de Fauna, que se encarregam de apresentá-los à figura de sua mãe. Os quatro personagens ensaiam para o filme e discutem a importância, ou não, da representação desta realidade. À medida que o tempo passa, os personagens vão se revelando, como se a exposição à ficção, em vez de protegê-los, os expusesse ainda mais.

Depois de dois trabalhos bem sucedidos como diretora teatral – Sóbrios, de Adam Rapp, e Os Insones, adaptação do livro de Tony Bellotto –, a atriz, apresentadora e produtora Erika Mader desta vez divide a tarefa com Marcelo Grabowsky, diretor assistente do espetáculo Amor em Dois Atos, do premiado autor Pascal Rambert, que rendeu o prêmio APTR de melhor ator a Otto Jr. A opção pela parceria se deu pois, além de dirigir, Erika também vai estar no palco como atriz. Ela interpreta Julia, a atriz, amante de José Luís, fascinada pelo mito de Fauna e quer viver a personagem no cinema. Eduardo Moscovis da vida ao cineasta José Luís, apaixonado por Julia, que cede aos encantos da bela atriz e inicia pesquisa sobre a misteriosa Fauna para seu novo filme de ficção. Kelzy Ecard e Erom Cordeiro interpretam os enigmáticos filhos de Fauna, Maria Luísa, uma mulher culta e sofisticada, e Santos, um bronco, desconfortável entre paredes.

Este espetáculo é realizado pelo Ministério da Cultura e conta com o patrocínio da Austral através da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet e pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Brookfield por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.

O Espetáculo contará com a presença de intérprete de libras em 04 sessões e distribuirá 10% dos ingressos  à rede pública de ensino e Instituições sem fins lucrativos.

 

FICHA TÉCNICA

Elenco: Eduardo Moscovis, Erika Mader, Erom Cordeiro e Kelzy Ecard

Texto: Romina Paula

Tradução: Hugo Mader

Direção: Erika Mader e Marcelo Grabowsky

Assistência de Direção: Luciana Novak
Luz: Renato Machado
Cenário: Fernando Mello da Costa
Figurino: Antônio Guedes
Direção de Movimento: Toni Rodrigues

Direção Musical: Marcello H.
Programação Visual: Luiza Chamma

Fotografia: Bruno Machado (estúdio) e Bruno Mello (de cena)
Direção de Produção: Erika Mader
Produção Executiva: Marcela Büll

Assistente de Produção: Ramon Alcântara
Administração Financeira: Alan Isidio
Diretor de Palco: Tarso Gentil
Contrarregra: Adanilo Reis
Operador de Som: Leandro Bacellar
Operador de Luz: Ramon Alcântara

Assistente de Figurino: Renata Mota

Bilheteria: Waldivia Juncken
Assessoria de Imprensa: Daniella Cavalcanti
Consultoria: Cristiana Giustino
Realização: Auch Produçõe

SERVIÇO

Temporada de 16 de junho a 16 de julho

Sessão para convidados: dia 15 de junho (quinta), às 19h

Horário: quarta a domingo às 19h

Local: Centro Cultural da Justiça Federal

Endereço: Av. Rio Branco, 241 – Centro

Telefone: (21) 3261-2550

Lotação: 141 lugares

Duração do espetáculo: 80 minutos

Preço: R$40,00

Classificação indicativa: 14 anos

Bilheteria: de quarta a domingo, das 16h às 19h. Contato: (21) 3261-2565

ERIKA MADER (diretora e atriz, como Julia)

Macintosh HD:Users:erikamader:Desktop:Fauna:Realidade:Elenco:Erika Mader Site FR.jpgDiretora, produtora, atriz e apresentadora. Dirigiu e adaptou a peça ‘Os Insones’ (2016), adaptação do texto de Tony Bellotto, que teve duas temporadas no Rio de Janeiro e foi eleita uma das cinco melhores peças em cartaz pela revista Veja Rio; produziu a premiadíssima peça ‘A Importância de Ser Perfeito’ (2013), dir. Daniel Herz; e a peça ‘Stand Up’ (2013), dir. Matheus Souza, com sessões lotadas no teatro Gláucio Gill (RJ); dirigiu e adaptou ‘Sóbrios’ (2012), de Adam Rapp, considerada uma das sete melhores peças em cartaz na cidade pela revista Veja Rio e uma das dez melhores peças do ano pelo JB Online. Na TV, atuou em séries e novelas; apresentou os programas ‘Lugar Incomum’ e ‘Bastidores’ no Multishow, onde também comandou transmissões de eventos ao vivo. No cinema, atuou nos longas ‘Apenas o Fim’, dir. Matheus Souza, e ‘Podecrer!’, dir. Arthur Fontes; dirigiu o curta ‘Se Não Fosse o Onofre’, selecionado para o Festival do Rio e para o Brazilian Film Festival LA. No teatro, como atriz, foi dirigida por Hamilton Vaz Pereira e Domingos Oliveira, dentre outros.

MARCELO GRABOWSKY (diretor)

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Marcelo Grabowsky é diretor de cinema e teatro, roteirista, produtor e sócio da Mirada Filmes. Seu primeiro filme, o longa-metragem documentário “Testemunha 4” (2011), estreou na Semana dos Realizadores, RJ, onde recebeu o Prêmio Especial para Melhor Direção, e entrou em cartaz em 2012. Dirigiu e roteirizou o curta de ficção “Cloro” (2014), selecionado para os festivais New York Film Festival, Curtas Vila do Conde, Festival do Rio, Festival Internacional de Curtas de SP, entre outros, e ganhador do prêmio de Melhor Curta no Festival de Milão. Co-dirigiu os curtas experimentais “Vídeo-chamada” (2015) e “Tribuna de Honra” (2014) e foi diretor assistente e roteirista do longa documentário “Romance de Formação” (2011), de Julia De Simone. Com Erika Mader, foi co-diretor do curta “Se Não Fosse o Onofre” (2008). No teatro, foi diretor assistente da peça “Amor em dois atos” (2016), dirigida por Luiz Felipe Reis, além de diretor de vídeo para a mesma. Foi assistente de direção de longas como “Vermelho Russo”, de Charly Braun, “Órfãos do Eldorado”, de Guilherme Coelho, “Sudoeste”, de Eduardo Nunes, e de diversos curtas-metragens.

 

 

 

 

EDUARDO MOSCOVIS (ator, como José Luís)

Macintosh HD:Users:erikamader:Desktop:eduardo-moscovis_0.jpgEduardo Moscovis consagrou-se ao longo de sua brilhante carreira como um dos grandes galãs da televisão brasileira, além de ter vivido personagens marcantes no cinema e no teatro. Na Globo, protagonizou inúmeras novelas, entre elas ‘A Regra do Jogo’, ‘Alma Gêmea’, ‘Senhora do Destino’, ‘O Cravo e a Rosa’, ‘Pecado Capital’ e ‘Por Amor’. No GNT, apresentou o programa ‘Saia Justa’ e atualmente protagoniza as séries ‘Lucia McCartney’ e ‘Questão de Família’. No teatro, segue no elenco do premiado espetáculo ‘Um Bonde Chamado Desejo’, que volta aos palcos em outubro, e entre tantos outros trabalhos, podemos destacar sua atuação em ‘Corte Seco’, ‘Por Uma Vida Um Pouco Menos Ordinária’, ‘Tartufo’, ‘Norma’ e ‘Elas Não Usam Black-tie’. No cinema, fez sucesso em ‘Pequeno Dicionário Amoroso 2’, ‘Os Homens São de Marte… E É Pra Lá que Eu Vou’, ‘Corações Sujos’, ‘Cabeça a Prêmio’, ‘Sem Controle’, e está para lançar o longa de Allan Fiterman, ‘Berenice Procura’, previsto pra o segundo semestre de 2017.

 

 

EROM CORDEIRO (ator, como Santos)

Macintosh HD:Users:erikamader:Desktop:Fauna:Realidade:Elenco:Erom Cordeiro.jpgErom Cordeiro coleciona grandes trabalhos em teatro, televisão e cinema. Na Globo, acaba de protagonizar a série ‘Supermax’, ao lado de Cléo Pires e Mariana Ximenes. Também atuou na série ‘Alemão’ e nas novelas ‘Amor Eterno Amor’, ‘Império’, ‘América’ e está prestes a estrear três séries: ‘1 Contra Todos’, na Fox, ‘O Negócio’, na HBO, e ‘Natureza Morta’, na CineBrasil. No cinema, participou de inúmeros filmes, entre eles ‘Vingança’, que lhe rendeu a indicação a melhor ator no Festival de Cinema de Gramado, ‘Heleno’, de José Henrique Fonseca, ‘O Palhaço’, de Selton Mello, e ainda vai estrear, no próximo ano, quatro longas-metragens. Erom já atuou em mais de trinta peças teatrais, ao lado dos grandes mestres Aderbal Freire-Filho, Amir Haddad, Bia Lessa e Ulysses Cruz. Sua atuação em ‘Em Nome do Jogo’ lhe rendeu a indicação ao Prêmio Quem de melhor ator.

 

 

KELZY ECARD (atriz, como Maria Luísa)

Macintosh HD:Users:erikamader:Desktop:Fauna:Realidade:Elenco:Kelzy Ecard.JPGKelzy Ecard consagrou-se como um dos grandes nomes do teatro contemporâneo brasileiro. Em 2015, deu vida à Hanna Arendt no espetáculo ‘Por Amor ao Mundo – Um Encontro com Hannah Arendt’ e atuou em ‘El Pânico’, dirigido por Ivan Sugahara. Em 2014, atuou em ‘Desalinho’, peça indicada a dois prêmios Cesgranrio. Em 2013, recebeu os prêmios APTR e CENYM de melhor atriz coadjuvante por sua atuação no brilhante ‘Incêndios’, de Wadji Mouwaad, com direção de Aderbal Freire-Filho. Em 2012, atuou em ‘Breu’, de Pedro Brício, onde foi indicada aos prêmios Shell, Quem e Questão de Crítica como melhor atriz. Em 2007, atuou em ‘Rasga Coração’, onde também recebeu o prêmio APTR de melhor atriz em papel coadjuvante. Outros trabalhos marcantes são o musical ‘Um Violinista no Telhado’, de Charles Möeller e Cláudio Botelho e ‘Gota D’água’, dirigido por João Fonseca. Atualmente, Kelzy está em cartaz com o espetáculo ‘Tom na Fazenda’, grande sucesso de público e crítica.

“Mata Teu Pai” no Galpão Gamboa

Mata Teu Pai”, de Grace Passô (vencedora dos Prêmios Shell RJ e Cesgranrio na categoria Melhor Texto da temporada 2016, por “Vaga Carne”), é uma livre adaptação do mito de Medéia e foi escrita especialmente para a atriz Debora Lamm. Com direção de Inez Viana e direção de produção de Maria Albergaria, este novo projeto da Cia OmondÉ é a primeira parte de uma trilogia, concebida por Inez, que se propôs a fazê-la, posteriormente, também nas linguagens da dança e da ópera. Entre expatriados e imigrantes, Medéia questiona valores atuais, como o feminismo e o preconceito. A peça volta aos palcos do Rio de Janeiro em 10 de junho no Galpão Gamboa, com apresentações de sábado a segunda, às 20h, até o dia 26.

– “PRECISO QUE ME ESCUTEM!”, diz Medéia em sua primeira fala na peça MATA TEU PAI, de Grace Passô. E ela, aliás, elas, têm muito a dizer sobre nossos dias, nossos tempos tristes, onde imperam o retrocesso e a intolerância. Medéia está em movimento, vive em meio a escombros da cidade onde agora está. Encontra mulheres: síria, cubana, paulista, judia, haitiana. Se vê na mesma condição de imigrante. Algumas tornam-se suas cúmplices, outras suas algozes. Percorre um caminho interior, onde decide que quem tem que morrer é Ele, que a desprezou e tirou seu direito de ser sua mulher. “Que direitos temos nós?”. Ela tem consciência de seus direitos e luta por eles. Para além de um paralelo sobre o mito, Grace Passô recria a sua feiticeira, performantizada por Debora Lamm, e a insere nos dias de hoje, criando assim um debate sobre a condição da mulher atual. Também propõe uma mudança na história, inaugurando uma nova perspectiva e versão para o mito – explica a diretora Inez Viana.

A encenação se baseia no discurso de Medéia, onde o público tem papel fundamental. Junto com a atriz Debora Lamm também estão em cena AsMeninasDaGamboa, um grupo de 10 senhoras da terceira idade, moradoras da região da Gamboa, que formam um coro, espécie de inconsciente de Medéia.

– Medéia é uma protagonista feminina que desafia o amor romântico. Na tragédia de Eurípedes, ela ressignifica o sentimento quando foge com o ser amado, o que fará dela uma estrangeira. Mata o irmão e mais adiante mata seus próprios filhos que tem com Jasão ao se ver traída por ele. A Medéia de “Mata Teu Pai” leva consigo o discurso e angústias do mundo atual. Dar voz a uma personagem milenar será sempre um desafio – comenta Debora Lamm.

Com uma ambientação simples, da cenógrafa Mina Quental, um campo minado se desenha no espaço, trazendo toda a sorte de lixo eletrônico, como caixas e mais caixas de carregadores de celular, baterias, teclados de computador, monitores etc. A luz de Nadja Naira e Ana Luzia De Simoni revela formas, rostos, corpos, de forma transversal, criando contradições nas imagens, para que o espectador possa construir junto, se sentindo parte da história. A direção de movimento de Marcia Rubin recria, a partir do coro de senhoras, uma atmosfera onírica, como se elas habitassem apenas o sonho de Medéia. A equipe de criação conta ainda com a direção musical de Felipe Storino, figurinos de Sol Azulay, caracterização de Josef Chasilew e programação visual de Felipe Braga.

Sexto espetáculo da Cia OmondÉ, pela primeira vez em forma de monólogo, “Mata Teu Pai” estreou nacionalmente em janeiro de 2017 no Espaço Cultural Sérgio Porto, Zona Sul do Rio de Janeiro. Em abril participou da programação oficial do Festival de Curitiba e agora volta ao Rio, após uma temporada de sucesso em São Paulo, onde ficou por todo o mês de maio no SESC Ipiranga, com lotação esgotada.

Em 2017 Debora Lamm celebra 20 anos de carreira

Recentemente, Debora Lamm concluiu as filmagens dos longas-metragens “Como é cruel viver assim”, roteiro de Fernando Ceylão com direção de Julia Rezende (seu personagem ‘Regina’ é uma empregada doméstica de caráter duvidoso) e “Chocante”, roteiro de Bruno Mazzeo com direção de Jhonny Araújo (seu personagem ‘Quézia’ é presidente do Fã Clube de uma boy bands dos anos 80 que tenta ressurgir com eles a todo custo). Ambos serão lançados em 2017.

Cria do O Tablado e com 11 indicações a prêmios de teatro como atriz e como diretora, tem quatro troféus no currículo. Participou de mais de 30 espetáculos dentre os mais recentes “5x Comédia”, de Antônio Prata, Gregório Duvivier, Jô Bilac, Julia Spadaccini e Pedro Kosovski; “Fatal”, de Jô Bilac, Pedro Kosovski e Marcia Zanelatto; “El Pânico”, de Rafael Spregelburd; “Infância, Tiros e Plumas”, de Jô Bilac; “Cock – Briga de Galo”; de Mike Bartlett; “Maravilhoso”, de Diogo Liberano; “O Médico e o Monstro”, de Georg Osterman; “Os Mamutes”, de Jô Bilac; e as “Conchambranças de Quaderna”, de Ariano Suassuna. É integrante da Cia OmondÉ desde sua formação, em 2010. No cinema foi protagonista do sucesso de bilheteria “Muita Calma Nessa Hora” e do premiado “Seja o Que Deus Quiser”, de Murilo Salles. Durante quatro anos, ao lado de Bruno Mazzeo, atuou no primeiro programa de dramaturgia da TV a cabo brasileira, o sucesso “Cilada”. Na TV Globo trabalhou com Mauricio Farias, Dennis Carvalho, Denise Saraceni, Gilberto Braga, Felipe Miguez, Isabel de Oliveira, Guel Arraes, entre outros, em séries e novelas como “Geração Brasil”, “Celebridade”, “Sabor da Paixão”, “Um Anjo Caiu do Céu”, “Junto e Misturado” e, atualmente, é uma das protagonistas do humorístico “Zorra”.

Ficha técnica

Texto: Grace Passô

Direção: Inez Viana

Performance: Debora Lamm

Participação: As Meninas da Gamboa

Direção de produção: Maria Albergaria

Direção de movimento: Marcia Rubin

Iluminação: Nadja Naira e Ana Luzia de Simoni

Cenário: Mina Quental

Figurino: Sol Azulay

Direção musical: Felipe Storino

Caracterização: Josef Chasilew

Programação visual: Felipe Braga

Foto e vídeos de divulgação: Elisa Mendes

Assessoria de imprensa: Máquina de Escrever Comunicação – Catharina Rocha e Mylène Neno

Produção executiva: Junior Dantas e Luís Antônio Fortes

Assistente de produção: Ana Clara Aló

Realização: Eu + Ela

Um projeto da Cia OmondÉ

Sinopse

Entre expatriados e imigrantes, Medéia questiona valores atuais, como o feminismo e o preconceito.

Serviço

MATA TEU PAI

Local: Galpão Gamboa – Rua da Gamboa 279. Tel.: (21) 98460- 1350 / 98460-1351

Site: galpaogamboa.com.br

Temporada: de 10 a 26 de junho – de sábado a segunda, às 20h

Ingressos: R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia-entrada), R$ 10 (classe teatral) e R$ 5 (moradores da região da Gamboa, Santo Cristo e Saúde)

Vendas pela internet: www.sympla.com.br/galpaogamboa

Classificação: 14 anos

Duração: 60 minutos