Espetáculo “A Protagonista” estreia em ambiente virtual nesta sexta-feira

Previsto para estrear no Sesc Tijuca em 20 de março deste ano, mas cancelado por conta da pandemia da Covid-19, o espetáculo “A Protagonista” ganha temporada on-line a partir desta sexta-feira (18/9) dentro da programação do projeto Arte em Cena, do Sesc RJ.  Encenado pelo Coletivo Paralelas e transmitido pela plataforma Zoom, o espetáculo levanta a reflexão sobre os agentes que limitam a livre atuação da mulher na sociedade, tomada por vigilância e opressão.

A peça foi adaptada pelo grupo para ser realizada na plataforma virtual. Além da mudança de formato do ambiente presencial para o digital, o espetáculo teve seu enredo atualizado ao contexto pandêmico. Nessa nova versão, passa a contemplar a opressão ao gênero feminino no que se refere à exposição e espetacularização da mulher, a sobrecarga no acúmulo de funções e o controle sobre as decisões de sua vida, agora de modo virtual, em que suas escolhas e ações passam ainda mais pela vigilância social.

O enredo mostra um jogo que mistura ficção e realidade. Uma atriz convidada, que não ensaiou o espetáculo, chega para viver a experiência de uma nova funcionária em um ambiente de trabalho virtual. No decorrer da peça, ela se relaciona com as funcionárias antigas da empresa, vividas pelas atrizes fixas do espetáculo. Essas mulheres entrelaçam suas histórias a partir de questões que perpassam esse momento de relações e trabalhos remotos.

Colaboração de Miwa Yanagizawa – “A Protagonista” é o terceiro espetáculo do Coletivo Paralelas. Ele surge como uma expansão das pesquisas desenvolvidas em “Piranha não dá no mar”, peça participante do projeto Mostra Regional de Artes Cênicas, do Sesc RJ, no qual nomes consagrados das artes cênicas do país contribuem com elementos para espetáculos de companhias de diferentes localidades do estado. No caso do Coletivo Paralelas, a colaboração foi de Miwa Yanagizawa, vencedora do último prêmio Shell na categoria direção com o trabalho “Nastácia”. Para “A Protagonista”, a parceria com a atriz e diretora se mantem, e o grupo decide aprofundar a investigação do jogo como instrumento cênico e a reflexão sobre os agentes que limitam a livre atuação da mulher na sociedade.

SERVIÇO

“A Protagonista”

Temporada: de sexta a domingo, às 20h, de 18/9 a 11/10

Gratuito

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 60 minutos

Formulário para participação: disponível na “Bio” do Instagram do Coletivo Paralelas (@coletivoparalelas) ou por meio de solicitação ao e-mail contato.coletivoparalelas@gmail.com.

OBS: No formulário, espectador informar o dia que deseja assistir. O link/ID de chamada na plataforma Zoom será disponibilizado 1 hora antes de cada apresentação.

FICHA TÉCNICA

Criação: Carol Babosa, Juliana Soure e Tatiane Santoro

Direção: Juliana Soure

Orientação artística: Miwa Yanagizawa

Direção audiovisual: Laís Dantas

Dramaturgia: Juliana Soure e Renata Sofia

Roteiro audiovisual: Renata Sofia

Elenco: Aliny Ulbricht, Carol Barbosa, Rosa Nogueira, Tatiane Santoro

Atrizes convidadas: Bárbara Assis, Bárbara Jordão, Caju Bazerra, Dani Anatólio,

Débora Crusy, Fernanda Dias, Gabriella Cristina, Gabriela Estolano, Geandra Nobre,

Lidiane Oliveira, Rebecca Gotto e Vika Flôr

Orientação teórica: Pâmela Carvalho

Preparação corporal: Camila Rocha

Iluminação: Nina Balbi

Figurino: Carla Costa

Mídias, design gráfico e fotografia: Franco Albuquerque

Direção de produção: Mariana Rego

Produção executiva: Julia Abreu

Assessoria de imprensa: Duetto Comunicação

Realização: Coletivo Paralelas

SINOPSE

Uma atriz convidada, que não ensaiou o espetáculo, chega para viver a experiência de uma nova funcionária em um ambiente de trabalho virtual. No decorrer da peça ela se relaciona com as funcionárias antigas da empresa, vividas pelas atrizes fixas do espetáculo. Em um jogo que mistura ficção e realidade, essas mulheres entrelaçam suas histórias a partir de questões atravessadas por esse momento de relações e trabalhos remotos.

1ª Feira Literária de Tiradentes – FLITI de 8 a 11 de outubro

A 1ª Feira Literária de Tiradentes – FLITI é 100% gratuito cuja proposta principal é o incentivo à leitura e ao hábito de ler através do contato com autores, programações lúdicas e atividades artísticas literárias para todas as faixas etárias.

O tema principal da 1ª edição da FLITI será a diversidade cultural mineira: A herança deixada  pelos africanos e indígenas. A dança, a culinária e a arte barroca também serão destaque na programação com participação de escritores locais e nacionais, editoras e livreiros.

A FLITI pretende estimular a participação dos moradores de Tiradentes e cidades próximas com atividades para diversos públicos e faixas etárias.

“A partir da leitura de um livro é possível experimentar papéis, descobrir possibilidades nunca pensadas, refletir sobre determinadas situações coletivas e individuais e ser impulsionados a sonhar e recriar suas vidas. O livro é um objeto transformador, que torna possível transportar o leitor para o mundo fictício, onde se pode encontrar respostas para muitas das perguntas do

mundo real. Neste sentido a Feira Literária de Tiradentes – FLITI é um importante elo articulador de atividade cultural, que vem a contribuir para que os espaços públicos voltem a ser lugares onde a sociedade se expressa e também onde pode adquirir  conhecimento na diversidade de ofertas culturais e literárias”, diz a idealizadora da FLITI Cristina Figueiredo da Korporativa. 

Acessibilidade e Democratização

A maior parte das atividades será realizada na praça principal da cidade de Tiradentes que possui em seu entorno acesso facilitado e prioritário para o público PNE. Alguns eventos da FLITI contarão com a presença de um intérprete de LIBRAS para atender aos deficientes auditivos.

Todos os eventos na FLITI serão gratuitos. O acesso aos lugares onde ocorrerão as atividades artísticas literárias, assim como os encontros com autores, sessões para autógrafos e contação de histórias serão totalmente gratuitos. As atividades da FLITI ocorrerão em espaços públicos. Vale ressaltar que crianças e adolescentes da rede pública de ensino estarão diretamente convidadas e vinculadas à feira literária. Os conteúdos produzidos ao longo da FLITI serão disponibilizados em mídia digital e, ainda, através das redes sociais do evento (instagram e facebook)

Flexibilização das medidas de isolamento social de forma responsável

A FLITI  esta seguindo todos os protocolos baseado no Minas Consciente. Ação do governo  destinado orientação  de forma responsável, da flexibilização das medidas de isolamento social em cada município, permitindo a retomada parcial da economia e observando o impacto no sistema de saúde. (https://www.mg.gov.br/minasconsciente)

https://www.facebook.com/feiraliterariadetiradentes/

https://www.instagram.com/flitifeiraliterariatiradentes/

1ª Edição da FLITI Feira Literária de Tiradentes

Data: 8 a 11 de outubro de 2020

Locais:  Praça central da cidade de Tiradentes – MG

Horário:

“Cardinal”, peça que aborda o feminicídio no Sertão do Ceará, faz sessão única no YouTube

Dia 20 de setembro, às 19h, reestreia, em sessão única, a peça Cardinal, vencedora na Categoria Drama – Juri Técnico, do 1º Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro, promovido pela Cia Banquete Cultural. Segundo a jurada Luciana Bicalho, trata-se de um trabalho instigante, que mescla o cotidiano recente pelo qual passamos e uma interpretação cênica forte, consolidada na temática proposta. “O espetáculo se dá em cortes entre a repetição do dia a dia, que ainda tem possibilidade cênica de se pesquisar mais nuances nos gestos, e o extra-cotidiano, muito bem encenado e que emerge a partir da problemática denunciada: o feminicídio no sertão do Ceará”, comenta Luciana.
De acordo com o diretor do Festival, Jean Mendonça, Cardinal é um convite a adentrar no universo feminino em pleno sertão cearense. “Uma mulher desdobrável em tantas que já habitaram o lugar, o sanatório, aquela casa e vizinhança. Aproximação e distanciamento na ótica de uma câmera que penetra fundo no íntimo de uma mulher”, ressalta ele.
Sinopsede Cardinal: A ancestralidade feminina indígena está posta nos corpos que compõem esta obra. O texto, escrito pela atriz/performer/dramaturga Bárbara L. Matias, tenta entender como pensar a relação entre o índice de feminicídio no Estado do Ceará, e sua existência quanto mulher cidadã. Como uma obra artística fictícia, pode ser totalmente influenciada pela realidade da intérprete. Cardinal está dentro de uma produção cênica que transita pela hibridação das linguagens do teatro, performance e cinema, assim o espetáculo traz e faz um recorte do que está sendo exercitado e pensado na criação cênica contemporânea em suas dimensões expansivas. Enquanto poética, o espe tá ;culo suscita que o espectador, por meio dos sentidos sensoriais,  tenha a oportunidade de vivenciar uma criação que o desperte a pensar possibilidades outras de entrecruzar linguagens.
De acordo com a jurada Silvana Stein,  Bárbara L. Matias tem atuação envolvente durante toda apresentação, onde o canto da atriz também atua. Ela conta que do início ao fim, a água é um elemento primordial na dramaturgia: a água que higieniza, que acalenta no banho, que hidrata seres e plantas, a água que aparece em forma de sangue sobre uma mesa e na segunda pele da atriz como mancha de sangue no vestido.
Para a apresentação foi criada uma Vakinha virtual para a compra do ingresso solidário. Cada pessoa paga o valor que puder e achar justo para acompanhar a apresentação. Basta acessar o link: http://vaka.me/1356388. Cardinal terá sessão única, dia 20 de setembro, domingo, às 19h, no Canal da Cia Banquete Cultural, no YouTube.

Sobre o Festival
Segundo o diretor do Festival, Jean Mendonça, o 1º Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro, realizado de maio a agosto de 2020, foi uma catarse coletiva, do primeiro ao último espetáculo a se apresentar em tempo real pelo Zoom na primeira fase, quanto online pelo YouTube na segunda fase. “A experiência de ver o acontecimento cênico se dando aos nossos olhos em tempo real através de uma tela de celular ou de um computador, foi mais uma confirmação de que essa forma de fazer teatro é mesmo possível e que a conexão da presença atores X público realmente é mantida, mesmo que de uma forma diferente da tradicional. Muito interessante ver os artistas se reinventando e tornando a experiência cada vez mais agradável”, explica. < br /> Para Jean, a história do nosso tempo está sendo reescrita. O cenário pandêmico, como outros eventos catastróficos da humanidade, vem para rearranjar as estruturas, mostrar novos valores, novas visões, novos fazeres. “Não podemos só nos apegar aos fatos ruins que são notícias verdadeiras e que tanto nos atormentam diariamente. Precisamos fazer alguma coisa, apesar disso tudo. Precisamos re-existir! Este Festival nos mostra que somos todos vencedores!”, finaliza.
Serviço
Espetáculo:Cardinal
Gênero: drama                        
Quando: 20/09 (domingo)
Classificação: 14 anos
Horário: 19h
Local: YouTube – Canal da Cia Banquete Cultural
Organizador do evento: Cia Banquete Cultural
Assessoria de imprensa: Sevilha Comunicação

Ficha Técnica do espetáculo
Direção e Iluminação: Jamal Corleone
Atuação e Dramaturgia: Bárbara L Matias
Cenotécnica e Operação de Som: Francisco Francieudes
Produção: Equipe Cardinal

A pesquisa de “Narrativas” e o nascimento do Teatro e Jardim

NARRATIVAS surgiu no contexto da Pandemia de 2020. Na procura por alternativas ao fechamento dos teatros e a paralização das atividades no campo da cultura, o artista André Roman remexendo alguns de seus escritos resolveu contar algumas histórias pessoais que remontam a sua infância e ancestralidade, ambas ligadas à terra, ao cultivo de subsistência em pequena escala e ao modo de vida simples do interior. Criado para o Edital Cultura Presente nas Redes da SECEC RJ, NARRATIVAS propõe uma experimentação inspirada nas rupturas espaciais e temporais já operadas nas artes cênicas e busca fazer um trânsito entre a linguagem teatral e performática e o audiovisual, servindo-se de procedimentos modernos da produção artística do século XX, como a montagem e a colagem, a foto-performance e a vídeo-performance. O processo de criação fez uso de textos de diferentes momentos da vida do artista para contar parte de sua história, e em suas rupturas temporais e espaciais, ganhou uma significação universal, pela compreensão de que nossas histórias também dizem do outro. Toda a espacialidade foi concebida a partir da apropriação espacial do mini jardim e da mini horta do artista que compõe o Mini Horto do André e, faz uso de plantas comestíveis cultivadas por ele, uma outra dimensão, oculta e particular, deste ato performático chamado NARRATIVAS.

A equipe reúne um pequeno time de craques em torno do seu nascimento. A direção artística foi capitaneada pela diretora teatral Chía Rodriguez, responsável pela direção de Consertam-se Imóveis, espetáculo que Roman produziu a partir de 2016, estabelecendo desde então uma sólida parceria com a artista. A dramaturgia de Roman teve orientação dramatúrgica de Luciana Zule, parceira de longa data, com quem o artista trabalha desde 2012. A montagem, edição e efeitos sonoros, são assinadas por Augusto Rodrigues, artista por quem Roman se encantou,

após conhecer a produção criada na parceria Augusto Rodrigues, Dora Abreu & Maria Magnólia, com a performance Euletrônico.

A pesquisa de NARRATIVAS marca o nascimento de uma outra ideia, o TEATRO DE JARDIM. Nascido dentro do Mini Horto do André, o TEATRO DE JARDIM propõe a apropriação da sua espacialidade e de seus elementos naturais como plantas e flores cultivadas pelo artista, nas suas criações cênicas. O TEATRO DE JARDIM é uma ideia que visa o fomento da produção artística local, a transmissão online de eventos artísticos, saraus, palestras, encontros e apresentações realizadas nas suas dependências, bem como futuramente, apresentações presenciais para pequenos grupos de 10 pessoas, com degustação gastronômica temática e ainda, ações de arte e natureza, com foco no atendimento a escolas públicas do próprio bairro onde funciona. No mês de outubro, o Teatro de Jardim vai estrear O Menino que Plantava Flores, uma singela encenação com bonecos feita numa parceria com o ator e manipulador de bonecos Márcio Nascimento.

Para acompanhar o TEATRO DE JARDIM basta acessar o instagram @minihorto_teatrodejardim.

SINOPSE

NARRATIVAS é um mergulho nas lembranças de infância de um menino do campo. A encenação reelabora algumas situações da vida do menino e do homem artista aos 42 anos de idade. No processo, o público passeia visualmente pela espacialidade da horta e do jardim, enquanto vai construindo junto a cena apresentada, a sua produção de sentido pessoal, a partir deste trabalho que visa resgatar a importância benfazeja do contato do homem com a natureza e de como podemos ser melhores e mais felizes criando pequenos espaços de cura e beleza em nosso cotidiano.

FICHA TÉCNICA

Direção Geral: Chia Rodríguez

Argumento e Dramaturgia: André Roman

Espetáculo virtual “Memórias de um Suicida” no mês setembro amarelo

Neste espetáculo inédito baseado na grande obra de Yvonne A. Pereira, Camilo Cândido Botelho – pseudônimo de autor Camilo Castelo Branco – descreve a famosa médium Yvonne A. Pereira e sua dolorosa experiência pós-morte pelo suicídio. O espetáculo traz não somente um “apelo à valorização pela vida” mas também trata da grandeza da Misericórdia Divina para com os suicidas. Esta obra nos oferece a oportunidade de conhecer o Universo e a vida em sua plena concepção.

A imortalidade da alma e  a moral cristã são temas confortadores aos corações em sofrimentos, bem como outros temas relevantes estudados para a compreensão de que “nenhuma tentativa para o reerguimento moral será eficiente se continuarmos presos à ignorância de nós mesmos”.
A morte não é o fim e há um caminho de reconstrução para todos.

Um belíssimo espetáculo que proporcionará ao público uma imersão nos valores cristãos e nos ensinamentos da Caridade e o Amor.
UMA GRANDE HISTÓRIA, UMA LINDA MONTAGEM TEATRAL, DIRETO EM SUA CASA!

Garanta já o seu ingresso:
https://www.sympla.com.br/espetaculo—memorias-de-um-suicida__917681

Cininha de Paula lança curso on-line para o público maior de 60 anos

A CN Artes, escola de atores dirigida pela atriz e diretora Cininha de Paula, abre uma programação de cursos on-line totalmente voltada para o público com mais de 60 anos.  “Cante, Dance e Atue” tem como proposta ensinar, de forma lúdica e divertida, as várias linguagens do universo artístico por meio da internet. “A nossa intenção é trazer alegria, união, inclusão social e digital para essas pessoas tão afetadas pela pandemia. Queremos brincar. E brincar não tem idade”, argumenta Cininha de Paula.

Quem sabe, para muitos idosos, seja esse o momento de revisitar sonhos antigos e dar vazão aos seus desejos, após cumprir etapas da vida como ver os filhos criados, realização profissional e padrão de vida estabilizado. Investir num curso, sem qualquer pretensão de se tornar profissional, pode ser muito satisfatório. Está provado que a arte proporciona saúde física e mental, desenvolvendo a capacidade cognitiva, melhorando o raciocínio, a concentração e a memória – o antídoto para aqueles que veem o ato de envelhecer como sinônimo de demência.

No formato online, o aluno tem a oportunidade de fazer o curso de qualquer lugar. O palco é a sua sala de estar; o professor, a tela do computador, celular ou tablet, com total interação. As aulas terão no mínimo 10 e no máximo 20 participantes e serão realizadas uma vez por semana pelo aplicativo Zoom, durante 4 ou 5 meses, dependendo do curso. Ao final, os alunos farão uma apresentação, que poderá ser assistida pelo canal da CN Artes no Youtube.

Programação dos cursos

Musical: atividades de canto, dança e teatro. Duração: 5 meses. Carga horária: 3 horas semanais. Turmas: sextas-feiras, das 18h às 21h; sábados, das 14h às 17h. Início do curso: 18 de setembro (sexta) e 19 de setembro (sábado).

Audiovisual: apresenta a linguagem da interpretação para a câmera, com cenas e memorização de textos. Duração: 5 meses. Carga horária: 2 horas semanais. Turmas: segundas-feiras, das 19h às 21h. Início do curso: 21 de setembro.

Roteiro: construção de uma história, a partir de uma ideia do aluno. Duração: 4 meses. Carga horária: 2 horas semanais. Turmas: quartas-feiras, das 20h às 22h.Início do curso: 23 de setembro.

Comédia- serão trabalhados exercícios do humor. Duração: 4 meses. Carga horária: 2 horas semanais. Turmas: quintas-feiras, das 20h às 22h.Início do curso: 24 de setembro

Inscrições e mais informações pelo WhatsApp (21) 99742-2693  e

(11) 96315-6914.

Investimento mensal: R$ 350,00.

Todos os cursos terão a supervisão geral de Cininha de Paula.

“Cante, Dance e Atue” conta com o apoio de parceiros do segmento 60 + (Filha & Cia -Gestão de Idosos,  Raizes.etc,  Núcleo 60+, Aging 2,  Ativen Envelhecimento Ativo e Unibes Cultural).

O espetáculo “Nefelibato” terá exibição on-line nos dias 12, 19 e 26 de setembro, às 21h

Pelas ruas da cidade, Anderson oscila entre a lucidez e a loucura – ele hoje é apenas a sombra de um homem outrora bem-sucedido, mas que perdeu tudo: sua empresa, todas as suas economias, o grande amor da sua vida e um parente querido. Na fronteira com o delírio, mas ainda capaz de lampejos de sabedoria, essa pungente figura é interpretada pelo ator Luiz Machado no solo “Nefelibato”. Escrito por Regiana Antonini, dirigido por Fernando Philbert e com supervisão artística de Amir Haddad, o monólogo, que está há quatro anos percorrendo os palcos do país, terá três sessões este mês a partir de material pré-filmado: dias 12, 19 e 26 de setembro, às 21h. Os ingressos estarão disponíveis na plataforma IClubbe; para comprar, basta acessar www.iclubbe.com/nefelibato na data e horário da sessão escolhida e fazer o seu login. O ingresso é válido apenas para um login por compra.

A trama é ambientada na década de 90, mas dialoga muito com o Brasil de hoje. Em cena, os efeitos devastadores do Plano Collor, que levaram Anderson a se tornar morador de rua. O país voltava a ter um governo eleito democraticamente e a inflação galopante exigia medidas drásticas. A saída da nova equipe econômica foi confiscar parte da caderneta de poupança da população, o que levou milhares de brasileiros ao desespero e à bancarrota. Muitos enlouqueceram. Esse é o caso de Anderson, que ainda amarga outras perdas em sua vida.

Com 25 anos de carreira (incluindo teatro, TV e cinema), Luiz Machado tem em “Nefelibato” o primeiro monólogo. “Anderson é alguém que vive situações limite. Um equilibrista no fio tênue entre lucidez e loucura, vida e poesia”, diz o ator. O quanto de loucura é necessário para o ser humano não perder a própria vida? Essa pergunta acompanhou o diretor Fernando Philbert ao longo do processo da montagem. “Quis tratar do instinto de sobrevivência que o ser humano tem e esquece que tem. Viver na rua é o caminho que ele encontrou para continuar vivo”, destaca o diretor.

Trechos de críticas

Luiz emociona com o olhar. Penetra na alma e nos faz questionar, em plena área de cracolândia paulistana, onde Nefelibato está em cartaz, toda a realidade que tentamos fazer invisível está ali e coexiste com a cidade. – Kyra Piscitelli, site Aplauso Brasil

“Nefelibato” é um espetáculo que, através da admirável atuação de Luiz Machado, dialoga eficientemente com a consciência de um personagem que mantém-se íntegro em valores, mesmo que lançado ao despenhadeiro emocional pela indiferença da nossa sociedade. – Renato Mello, site Botequim Cultural

Luiz Machado

Com 25 anos de carreira, Luiz Machado formou-se ator pela Universidade do Rio de Janeiro (Uni-Rio) em 1994. No teatro, trabalhou em 37 peças, tendo produzido quatro delas. Trabalhou com diretores como João Bethencourt (de quem foi também assistente em “Como matar um playboy”), Maria Clara Machado, Domingos Oliveira, João Fonseca, entre outros. Em 2016, estreou “Nefelibato”, seu primeiro solo, no Porão da Casa de Cultura Laura Alvim.

Na TV, fez parte da série “Z4” (Netflix) e integrou a segunda temporada da série “Magnifica 70” (HBO), com direção de Claudio Torres. Protagonizou a série “Família imperial”, coprodução do Canal Futura com a TV Globo, com direção de Cao Hamburguer. Na TV Globo, atuou em mais de 30 produções, como as novelas “Flor do Caribe” e “América” e os humorísticos “Zorra total”, “A grande família”, “A diarista” e “Sob nova direção”. Atuou também em cinco novelas da Rede Record, entre elas, “Poder paralelo” e “Chamas da vida”.

No cinema, fez “Paixão e acaso”, de Domingos Oliveira, “Transeuntes”, de Eric Rocha, e “Nosso lar”, de Wagner de Assis.

Ficha técnica:

Texto – Regiana Antonini

Supervisão artística – Amir Haddad

Direção – Fernando Philbert

Interpretação – Luiz Machado

Cenografia e figurino – Teca Fichinski

Iluminação – Vilmar Olos

Música – Maíra Freitas

Direção de movimento – Marina Salomon

Preparação vocal – Edi Montecchi

Design gráfico – Cláucio Sales

Assessoria de imprensa – Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Assistente de direção – Alexandre David

Assistente de cenário – Juju Ribeiro

Direção de produção – Joaquim Vidal

Realização – LM Produções Artísticas

Serviço:

Nefelibato – Exibições virtuais

Homem oscila entre a lucidez e a loucura após perder tudo e ser obrigado a viver nas ruas

Temporada: 12, 19 e 26 de setembro, às 21h.

Ingressos: R$ 20

Onde comprar e assistir: IClubbe (www.iclubbe.com/nefelibato).  

Classificação etária: 14 anos

Nas redes sociais:

Facebook: facebook.com/espetaculonefelibato/

Instagram: @espetaculonefelibato

“O Menino que Visitou a Lua” dia 29 de agosto

O Menino que visitou a Lua” é um filme ao vivo para ser visto de casa. Isso mesmo, é teatro, é cinema e é TV, tudo junto e misturado e livre para todos os públicos.

No contexto da pandemia, o Cegonha Bando de Criação, sempre afeito à mistura entre arte e tecnologia, aventura-se por novos experimentos. Descortinando a ideia de apresentação online com transmissão ao vivo, os atores, cada um de sua casa e a diretora com uma mesa de controle fazendo os cortes de câmera e inserts de vídeo, operam a realização e transmissão do espetáculo em tempo real. 

Desse modo o filme ao vivo mistura live action, cinema de animação e teatro de bonecos. Assim, contam a poética história de “O Menino que visitou a Lua”, texto de Tauã Delmiro, vencedor do Prêmio Jovens Dramaturgos SESC 2011. Vida Oliveira assina a direção geral e Miguel Araujo a confecção e direção dos bonecos. O elenco conta com Pedro Ivo Maia (que também assina a trilha sonora) e Brisa Rodrigues. Além de atores e bonecos, o espetáculo conta animações em vídeo criadas pelo artista Renato Vilarouca. O Cegonha Bando de Criação surgiu em 2017 e trabalha com teatro, tv e cinema misturando arte, teatro de animação e tecnologia em todos os seus trabalhos. Em 2019 o grupo trabalhou em uma pesquisa sobre cinema ao vivo no Visgraf, laboratório do IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) que deu origem a inspiração para este trabalho.

Sinopse

A peça apresenta três personagens: Pedro, Maria e a Lua. Pedro e Maria são amigos e matam as saudades durante o isolamento social, por meio de uma vídeo-chamada. Na conversa entre momentos divertidos, contam sobre suas vidas, seus problemas, e reelaboram o bullying vivido por Maria na escola entre as outras crianças e as dificuldades de ser aceita pela cor da sua pele. Entre os assuntos, Pedro vai relatando suas visitas míticas à complexa e encantadora Lua e a relação complicada que os dois mantém, servindo esta relação de metáfora aos conflitos familiares no mundo real.

Ficha Técnica

Encenação: Vida Oliveira

Texto: Tauã Delmiro

Idealização e confecção das formas animadas: Miguel Araujo

Elenco: Brisa Rodrigues, Miguel Araujo e Pedro Ivo Maia

Vídeos animados: Renato Vilarouca

Trilha sonora original: Pedro Ivo Maia

Identidade visual: Guilherme Borges | GB Design

Assessoria em Comunicação: André Roman

Produção: Leana Alcântara

Direção de produção: Vida Oliveira

Realização: Cegonha – Bando de Criação

Ficha Técnica no Instagram: @cegonha_bandodecriacao | @vida_oliveira_ | @migoleu | @andreromaninfante | @tauadelmiro | @renatovilarouca | @gbdesign.art.br | @le_alcantara | @brisarod

Serviço:

Última apresentação através da Youtube

Sábados dia 29/08/2020 às 16h.

Duração: 25 min.

Classificação etária: Livre para todos os públicos, uma proposta para a família.

Acesso

R$ 15,00 com acesso ao vivo e link disponível por mais 48h após a sessão ou,

R$ 10,00 para acesso ao vivo.

Link para compra de ingressos | Como funciona?

Através do link https://www.sympla.com.br/cegonha-bandodecriacao o espectador poderá realizar a compra do ingresso e após a confirmação, o mesmo receberá por e-mail todas as informações e o link para acesso ao espetáculo no Youtube.

“Tempestuosa Depressagem” no Canal do Sesc RJ

Nesta quinta, 27, em que se comemora o Dia da e do profissional atuante em Psicologia, a atriz Flavia Souza apresenta o solo Tempestuosa Depressagem no Canal do Sesc RJ, no YouTube.Flavia Souza, atriz, coreógrafa, coordenadora da Associação Cultural Grupo Afrolaje leva à cena esta temática com enfoque na população negra que diante de uma estrutura social racista, vive o problema de forma invisibilizada, tornando-se ainda mais vulnerável num contexto pandêmico. A montagem tem participação especial da cantora e jongueira Daniella Gomes (Grupo Afrolaje) e direção de Tatiana Tiburcio.

 A apresentação será seguida de uma mesa sobre o tema, ao vivo, com Flavia Souza, Tatiana Tiburcio e a psicóloga clínica Claudina Damasceno Ozório, co-fundadora do PapoPreta: saúde e bem estar da mulher negra.

 Sinopse: Com elementos da performance, dança e artes visuais, Tempestuosa Depressagem discorre sobre as subjetividades da saúde mental a partir de um recorte racial, com especial foco nas mulheres e suas dificuldades em identificar e tratar essa questão.

  Serviço:

O Que? Tempestuosa Depressagem, apresentação acompanhada de uma roda de conversa com Flavia Souza Tatiana Tiburcio e a psicóloga Claudina Damasceno Ozório

Quando? 27 de agosto, quinta -feira – 19h

Onde? Canal do Sesc RJ – youTube

Sesc RJ – YouTubeCom 21 unidades no estado, somos referência nas áreas de Cultura, Educação Social, Saúde, Esporte, Lazer e Turismo. Nossa missão é promover atividades que co…www.youtube.com

Duração: 30 minutos \\ Classificação: Livre

Flavia Souza: atriz, cantora, coreógrafa, escritora, coordenadora da Associação Cultural Grupo Afrolaje. Atuou em mais de 20 montagens de teatro e musicais. No cinema, integrou o elenco de Um Suburbano Sortudo, de Roberto Santucci, Pequena África, de Zòzimo Bulbul, Medida Provisória, de Lazaro Ramos, Cidade dos Homens, de Fernando Meirelles. Na Rede Globo, fez participação na novela Viver a Vida. Bacharel em Dança pela UFRJ, pós graduada em Docência no Ensino Fundamental e Médio pela AVM/ Universidade Cândido Mendes.  Realizou temporadas internacionais com grupos diversos por países da Europa e América Latina.

Tatiana Tiburcio: atriz, diretora e coreógrafa. Idealizadora do projeto Negro Olhar – Ciclo de Leituras Dramatizadas com Autores e Artistas Negros, pelo qual ganhou o Prêmio Movimentos Criativos Itaú Cultural em 2014. Produziu, dirigiu e roteirizou o curta A FACE NEGRA DO AMOR, exibida no Cine Odeon, no Encontro Internacional de Cinema Negro Zózimo Bulbul, 2019. Atuou como preparadora de elenco do filme MEDIDA PROVISÓRIA (a ser lançado) com direção de Lázaro Ramos e, ao lado do mesmo, assinou a direção do espetáculo O MÉTODO GRONHOLM.

 Ficha Técnica

Texto e atuação: Flavia Souza

Direção: Tatiana Tiburcio

Roteiro: Flavia Souza e Tatiana Tiburcio

Participação Especial: Daniella Gomes

Assistente de Produção e Projeção de Vídeo: Ivan Karu

Figurino: Nina Monteiro

Iluminação: Zindi Gonzaga

DJ: Bieta

Apresentação online:

Câmera e Edição: Leonardo Souza

Iluminação: Rubens Gonzaga

Intervenção do vídeo:

Roteiro e direção: Flavia Souza

Direção de Fotografia: Natália Rodrigues

Luz e som: Nathalia Sarro

Participantes: Rosane de Assis, Xandy Carvalho, Vanda Ferreira Pedagoga, Marta Oliveira, Gessica Justino, Ruth Pinheiro, Edmeire Exaltação, Rachel Nascimento.

Colaboração na Pesquisa: Gustavo Melo, Kelly Regina e Rosane Assis

O Menino que Visitou a Lua

O conceito de espetáculo online e o grupo “O Menino que visitou a Lua” é um filme ao vivo para ser visto de casa. Isso mesmo, é teatro, é cinema e é TV, tudo junto e misturado e livre para todos os públicos.

No contexto da pandemia, o Cegonha Bando de Criação, sempre afeito à mistura entre arte e tecnologia, aventura-se por novos experimentos. Descortinando a ideia de apresentação online com transmissão ao vivo, os atores, cada um de sua casa e a diretora com uma mesa de controle fazendo os cortes de câmera e inserts de vídeo, operam a realização e transmissão do espetáculo em tempo real.

Desse modo o filme ao vivo mistura live action, cinema de animação e teatro de bonecos. Assim, contam a poética história de “O Menino que visitou a Lua”, texto de Tauã Delmiro, vencedor do Prêmio Jovens Dramaturgos SESC 2011. Vida Oliveira assina a direção geral e Miguel Araujo a confecção e direção dos bonecos. O elenco conta com Pedro Ivo Maia (que também assina a trilha sonora) e Brisa Rodrigues. Além de atores e bonecos, o espetáculo conta animações em vídeo criadas pelo artista Renato Vilarouca. O Cegonha Bando de Criação surgiu em 2017 e trabalha com teatro, tv e cinema misturando arte, teatro de animação e tecnologia em todos os seus trabalhos. Em 2019 o grupo trabalhou em uma pesquisa sobre cinema ao vivo no Visgraf, laboratório do IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) que deu origem a inspiração para este trabalho.

Sinopse

A peça apresenta três personagens: Pedro, Maria e a Lua. Pedro e Maria são amigos e matam as saudades durante o isolamento social, por meio de uma vídeo-chamada. Na conversa, contam sobre suas vidas, problemas e momentos divertidos. Entre os assuntos, Pedro vai relatando suas visitas míticas à complexa e encantadora Lua e a relação complicada que os dois mantém, servindo esta relação de metáfora aos conflitos familiares no mundo real.

Ficha Técnica

Encenação: Vida Oliveira

Texto: Tauã Delmiro

Idealização e confecção das formas animadas: Miguel Araujo

Elenco: Brisa Rodrigues, Miguel Araujo e Pedro Ivo Maia

Vídeos animados: Renato Vilarouca

Trilha sonora original: Pedro Ivo Maia

Identidade visual: Guilherme Borges | GB Design

Assessoria em Comunicação: André Roman

Produção: Leana Alcântara

Direção de produção: Vida Oliveira

Realização: Cegonha – Bando de Criação

Ficha Técnica no Instagram

@cegonha_bandodecriacao | @vida_oliveira_ | @migoleu | @andreromaninfante | @tauadelmiro | @renatovilarouca | @gbdesign.art.br | @le_alcantara

Serviço:

Apresentações através da plataforma Streamyard

Sábados dias 22 e 29/08/2020 às 16h.

Duração: 25 min.

Classificação etária: Livre para todos os públicos, uma proposta para a família.

Ingressos

R$ 15,00 com acesso ao vivo e link disponível por mais 48h após a sessão ou,

R$ 10,00 para acesso ao vivo.

Link para compra de ingressos | Como funciona? Através do link https://www.sympla.com.br/cegonha-bandodecriacao o espectador poderá realizar a compra do ingresso e após a confirmação, o mesmo receberá por e-mail todas as informações e o link para acesso ao espetáculo na plataforma Streamyard.

Festival de Teatro On-line é sugestão de programa cultural para o final de semana

Durante todo o mês de agosto acontece o 1º Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro. A mostra competitiva, promovida pela Cia Banquete Cultural, conta com 10 apresentações de teatro on-line em tempo real, sendo 5 dramas e 5 comédias. De acordo com Jean Mendonça, diretor do festival, foi muito difícil escolher apenas 8 espetáculos para o evento, como previsto originalmente, devido ao grande volume de projetos, vindos de todas as partes do Brasil, a organização estendeu para 10 selecionados. A escolha foi embasada no critério artístico: presença, precisão, espontaneidade, relevância social e qualidade de som e imagem do vídeo. “Depois de muitos empates, chegamos aos escolhidos. Dramaturgias potentes, contemporâneas e cheias de vigor artístico. Um orgulho ter todas essas experimentações cênicas na web”, explica Jean.

A proposta do Festival surgiu bem no início da pandemia no Brasil, em março, quando a classe artística ainda estava pensando em como seria a retomada das artes cênicas, mas sem esboçar reação. A ideia foi exatamente fomentar a possibilidade de um novo fazer teatral, ao vivo por meio das plataformas digitais, ao que batizaram de teatro-web. Segundo ele, a Cia Banquete Cultural não estava interessada no pioneirismo, embora considere esse ato histórico importante, mas sim na real continuidade das artes cênicas. “Fomos na contramão e arriscamos com uma dramaturgia ambientada neste momento pandêmico, a partir do meu texto inédito Ata-me as mãos aos pés da cela. O resultado ficou acima do esperado, mesmo limitado por falta de recursos e pelo pouco domínio da tecnologia. Isso nos provou que seria um caminho possível, e que outros artistas poderiam avançar conosco nestes estudos”, comenta.  As sessões do Ata-me as mãos aos pés da cela, foram realizadas em julho, pelo YouTube, como um pré-evento do Festival.  

A programação

Entre os dias 1º e 15 de agosto, sempre aos sábado e domingos, serão apresentados ao vivo pela plataforma Zoom, os trabalhos dos artistas e coletivos teatrais selecionados. A sala contará com uma plateia virtual de 90 pessoas, sendo 40 espectadores voluntários, 40 convidados, 5 integrantes do júri técnico e 5 organizadores do Festival. Todos os espectadores vão permanecer ocultos, ou seja, câmeras e microfones desligados. A participação é gratuita e os  interessados em assistir ao vivo, devem enviar um e-mail para  banqueteculturalproducoes@gmail.com. O link e a senha para acesso à sala virtual do Zoom serão enviados por e-mail pela Cia Banquete Cultural.

Já na segunda quinzena de agosto, de 16 a 30, os vídeos gravados das apresentações feitas em tempo real pelo Zoom serão exibidos pelo YouTube, no canal da Cia Banquete Cultural. Nessa etapa todo o público está convidado a participar como espectador e jurado.  “As pessoas terão a oportunidade de assistir gratuitamente a todos os espetáculos do Festival e ainda votar no preferido, apertando o botão do like. Todas as curtidas serão computadas como voto do Júri Popular.”, explica Jean.  O anúncio dos dois premiados, sendo um em cada categoria, será realizado por meio de uma live no canal da Cia Banquete Cultural, no YouTube, na segunda-feira, dia 31 de agosto, às 20h.

Confira a programação completa

Zoom –  01/08 (sábado) / YouTube – 16/08 (domingo)

18h – comédia – Coração de Palhaço, com Grupo Experimental de Pesquisa em Artes

19h30 – drama – Realidade Suicida, com Erick Antoniazzi

Zoom – 02/08 (domingo) / YouTube – 22/08 (sábado)

18h – comédia – Exagerei no rímel, com Maira Cibele e Roberta Chaves

19h30 – drama – Pandas ou Era uma Vez em Frankfurt, com Nicole Cordery, Mauro Schames e Bruno Kott


Zoom –  08/08 (sábado) / YouTube – 23/08 (domingo)

18h – comédia – O manual de como encontrar um bom partido, com Trupe do Fuxico

19h30 – drama – 12 segundos, com Teatro do Dragão


Zoom – 09/08 (domingo) / YouTube – 29/08 (sábado)

18h – comédia – Piruá de Circo, com Rodrigo Bruggemann (Palhaço Piruá)

19h30 – drama – Safe & Comfort, com Carranca Coletivo


Zoom – 15/08 (sábado) / YouTube – 30/08 (domingo)

18h – comédia – As desventuras do Capitão Rabeca, com Damião e Cia de Teatro

19h30 – drama – Cardinal, com Bárbara L. Matias


Ficha Técnica do evento

1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro

Promotora do evento: Cia Banquete Cultural

Realização do Evento: De 1º a 31 de agosto de 2020

Zoom: 1ª a 15 de agosto

YouTube: 16 a 30 de agosto

Premiação: 31 de agosto de 2020

Mais informações do eventobanqueteculturalproducoes@gmail.com

Assessoria de Imprensa: Sevilha Comunicação

Encontro Poético virtual com Gerald Thomas

A Faculdade Cesgranrio realiza, no próximo sábado (25/07), às 18h, um Encontro Poético virtual com Gerald Thomas. O evento será transmitido ao vivo através do link: bit.ly/EncontroGeraldThomas. O bate-papo sobre oba e carreira do autor e diretor de teatro será mediado por Juliana Pamplona e Maria Assunção, professoras do curso de Teatro da Faculdade Cesgranrio.

Espetáculo “Altissonante” on-line

O espetáculo circense Altissonante, primeiro solo da artista da Cia. Barnabô e co-fundadora do Circo Zanni Lu Menin, realizou no início de 2020 parte do projeto de circulação através do Edital Proac, passando nos meses de fevereiro e março pelas cidades de Piracaia, Sorocaba, Carapicuíba e Botucatu. Com o início da pandemia e a necessidade de isolamento social, o projeto será concluído totalmente online, através de novas atividades, além da apresentação do espetáculo na versão “em casa”.

A programação terá a apresentação do espetáculo Altissonante, solo circense de Lu Menin, com direção de Lu Lopes, na versão domiciliar. A artista fará a apresentação do espetáculo na íntegra e ao vivo através do quintal da sua própria casa.  Esta versão será exibida através do canal do You Tube e Facebook de Lu Menin dia 31 de julho às 18h. Esta apresentação será também gravada e disponibilizada em plataformas virtuais ou redes sociais criadas pelos espaços culturais das cidades onde o espetáculo seria de fato apresentado: Piracicaba, Jundiaí e Campinas.

Está  programada uma live entre a artista Lu Menin e a diretora Lu Lopes no dia 01 de agosto às 18h, em que discutirão esta nova linguagem do circo através das câmeras e do isolamento social, e como se deu a versão on-line deste espetáculo.

Também está prevista a Oficina de Circo: “O Corpo Acrobático no Solo e no Ar”, onde a artista propõe uma adaptação das oficinas que seriam presenciais, ao formato on-line e sendo assim, abrangendo também os aéreos, desde que o artista tenha acesso a seu aparelho nos encontros. A proposta são 3 dias de encontros, 2 horas por dia com estudo de bases acrobáticas, aquecimento integrado com circo, dança e capoeira, e na prática, o que os corpos acrobáticos estão conseguindo realizar neste momento específico. Complementando à prática física, pensamentos e referências de estudo sobre a criação e aprimoramento da percepção corpo mente integrados agregando camadas de intenções ao trabalho físico. Como opções de objetivos, podem ter trabalhos já começados assim como projetos que podem ter nos encontros um início! Pode-se dizer que será um grupo de estudo teórico prático do corpo acrobático criativo se adaptando a essa nova realidade.

Pré requisitos: Artistas circenses profissionais ou em formação já iniciada, assim como artistas cênicos de outras áreas com interesse no trabalho acrobático, maiores de 18 anos, residentes no estado de São Paulo. Necessário acesso a internet e equipamentos de realização da sua técnica.

A Oficina  será realizada através da plataforma Zoom nos dias 27, 28 e 29 de julho, das 15h00 às 17h00 e terá 20 vagas. Os interessados devem se inscrever através do email: ciabarnabo@gmail.com , enviar currículo e carta de intenção até o dia 22 de julho. O resultado dos selecionados será publicado nas redes sociais da Cia. Barnabô e Lu Menin no dia  24 de julho.

Apesar das novas adaptações, as versões on-line destas atividades terão um maior alcance de público, uma vez que um maior número de pessoas serão atingidas com essa programação.

Altissonante estreou em  abril de 2019 no Sesc Pompéia. Também realizou algumas apresentações no Tendal da Lapa, além de ser convidada para a encerrar a V Mostra de Arte Circense de São José dos Campos (SP).

A encenação do espetáculo solo da artista circense Lu Menin expõe suas virtuoses acrobáticas e traz no roteiro importantes temas sobre o feminino. Ela constrói a própria trajetória em um aparelho que chamamos de Aereotório –  uma estrutura autoportante em forma de oratório.

O espetáculo se apropria das artes do circo através das técnicas de parada de mãos e acrobacias aéreas, mas também constrói sua dramaturgia com canto, dança e teatro físico. Todos esses elementos são abraçados pela estética barroca que nos remete aos oratórios e às obras sacras do século XVIII, repletas de rococós, cores e informações visuais.

Não por acaso, a artista que é natural das Minas Gerais, traz no seu imaginário toda a riqueza da arte das cidades históricas, e no momento que decide e se apropria de sua criação solo, todo esse repertório chega com ela pelo olhar feminino de mulher, mãe, esposa e circense.

Sinopse Altissonante: um solo de Lu Menin, traz uma linguagem multifacetária do circo, através das técnicas de parada de mãos, acrodança, junto com o canto, a dança e o teatro físico. Um espetáculo que trata das inquietações da mulher moderna, com todas as batalhas diárias, os ideais e as formas de lidar com essa necessidade de ser várias mulheres em uma só. Tudo isso com uma delicadeza estética e um olhar crítico de como a sociedade lida com essa mulher completa, dona de si e com total controle do mundo em que vive.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO:

Elenco: Lu Menin

Direção artística: Lu Lopes

Assistente de direção: Maíra Campos

Olhar Dramatúrgico: Nereu Afonso

Coreografia: Marina Abib e Letícia Doretto

Preparação vocal: Ju Cassou

Treinador técnico: Paulo Maeda

Direção Técnica: Pablo Nordio

Cenografia: Lu Menin, Lu Lopes, Dodô Giovanetti e Pablo Nordio

Figurino e trilha sonora: Lu Menin e Lu Lopes

Edição de áudio: Arturo Cussen

Produção executiva: Cristiani Zonzini

Assessoria de imprensa: Fabio Camara

FICHA TÉCNICA VERSÃO ON-LINE EM CASA:

Elenco: Lu Menin

Direção artística: Lu Lopes

Assistente de direção: Maíra Campos

Olhar Dramatúrgico: Nereu Afonso

Coreografia: Marina Abib e Letícia Doretto

Cenografia: Lu Menin, Lu Lopes, Dodô Giovanetti e Pablo Nórdio

Figurino e trilha sonora: Lu Menin e Lu Lopes

Edição de áudio: Arturo Cussen

Artes gráficas: Rodrigo Pocidônio

Direção Técnica: Pablo Nordio

Operação de luz: Dodô Giovanetti

Operação de som: Guilherme Diniz

Vídeo:  Cibele Appes, Edu Luz, Gustavo Borges e Rodrigo Fonseca

Produção executiva: Cristiani Zonzini

Assessoria de imprensa: Fabio Camara

SERVIÇO:

Altissonante (versão em casa)

Data: 31 de julho (sexta-feira) 18h00

Instagram: @ciabarnabo

Youtube: Canal Lu Menin

Facebook: Cia. Barnabô (https://www.facebook.com/meninordio02)

Live com Lu Menin e Lu Lopes

Data: 01 de agosto (sábado) 18h00

Instagram: @ciabarnabo

Oficina de Circo – O Corpo Acrobático

Data: 27,28 e 29 de julho (segunda, terça e quarta) das 15h00 às 17h00

Link através da Plataforma Zoom

Inscrições: até o dia 22 de julho: ciabarnabo@gmail.com

A lista com os selecionados será publicada no dia 24 de julho nas redes sociais da Cia Barnabô:

Instagram: @ciabarnabo @luzmenin

Facebook:  Cia Barnabô (https://www.facebook.com/meninordio02)

Este projeto é realizado pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa – Proac, Edital Proac 9/2019 – Produção e Circulação de Espetáculos Circenses.

Shopping Metropolitano Barra traz releituras de clássicos infantis

O Mundinho Kids on-line, projeto do Shopping Metropolitano Barra dedicado a atividades infantis em casa no período de quarentena, traz, em julho, releituras de clássicos infantis. Nos episódios da quinta edição do projeto on-line, o shopping contará com a parceira da cia de teatro ‘Mas, que trará duas histórias contadas em quatro episódios com duração de 10 minutos: Chapeuzinho Vermelho os 3 porquinhos e um único lobo mau; e Quarentena na Terra do Nunca. Os episódios seguem aos domingos, sempre às 16h.

“Mesmo com a reabertura do Shopping, sabemos que por enquanto os eventos internos não serão permitidos. Então resolvemos manter o Mundinho Kids no formato online, assim conseguimos levar entretenimento para os pequenos dentro de casa neste momento delicado”, afirma Eliza Santos, gerente de marketing do Shopping Metropolitano Barra.

Confira a programação completa:

12/07 – Episódio 1: Chapeuzinho Vermelho os 3 porquinhos e um único lobo mau
Os pequenos poderão se divertir com as clássicas histórias da Chapeuzinho Vermelho e dos Três Porquinhos contadas de maneira única enfrentando um inimigo em comum.

19/07 – Episódio 2: Chapeuzinho Vermelho os 3 porquinhos e um único lobo mau Crianças e pais poderão acompanhar a continuação da história e descobrir um final muito divertido.

26/07 – Episódio 3: Quarentena na Terra do Nunca

A história da Terra do Nunca foi trazida para os tempos atuais e passará pela quarentena também, uma maneira divertida de mostrar para os pequenos um pouco do que todos estão passando.

02/08 – Episodio 4: Quarentena na terra do nunca (continuação)
Um final surpreendente poderá ser acompanhado por todos na continuação dessa história divertida.

SERVIÇO:

Mundinho Kids Online – Shopping Metropolitano Barra

Dias 12, 19, 26 de julho e 02 de agosto

Horário: às 16h

Instagram do Shopping Metropolitano Barra

Mais informações: https://www.shoppingmetropolitanobarra.com.br/

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

O Shopping Metropolitano Barra foi inaugurado em 2013 numa das áreas que mais cresce no Rio de Janeiro: o Centro Metropolitano. Com amplo estacionamento e cerca de 200 lojas, o shopping é o espaço ideal para passear com a família, encontrar os amigos e ter acesso a ótimas marcas e restaurantes voltados a um público diversificado. Com arquitetura inovadora, o projeto recebeu ainda dois prêmios ouro – um do International Council of Shopping Center (ICSC) e outro da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

Pensando sempre na comodidade de seus clientes, o Shopping Metropolitano Barra foi o primeiro do Rio a lançar uma plataforma exclusiva de e-commerce, o ON Stores (https://loja.shoppingmetropolitanobarra.com.br/). Pioneiro na indústria brasileira de shoppings, o marketplace foi lançado pela CCP, administradora do shopping, para ampliar a conveniência dos clientes e agregar oportunidades de negócios aos lojistas. A inovação foi também premiada pela Abrasce.

#EmCasaComSesc apresenta o monólogo TRAGA-ME A CABEÇA DE LIMA BARRETO!

Celebrando três anos em cartaz, sendo assistido por mais de 20 mil pessoas em diferentes cidades do Brasil, o monólogo Traga-me a Cabeça de Lima Barreto! terá inédita apresentação – online e ao vivo – no próximo dia 12 de julho (domingo) às 21h30, no perfil @SescAoVivo no Instagram e na página do SescSP no YouTube, dentro do projeto #EmCasaComSesc. Trata-se de uma iniciativa do Sesc São Paulo que reúne uma série de apresentações com reconhecidos artistas brasileiros que sempre apresentam seus trabalhos nas unidades da instituição e, agora, em tempos de isolamento social por conta da crise causada pelo novo coronavírus, têm a experiência de levar seus repertórios a um número ainda maior de pessoas.

A apresentação se dará no endereço do ator Hilton Cobra, no bairro de Santa Teresa, no centro do Rio de Janeiro, bairro onde se concentra grande população de profissionais da cultura e da arte, cercado por comunidades de favela, o que o faz um bairro majoritariamente negro.

Escrita pelo diretor e dramaturgo Luiz Marfuz, especialmente para comemorar os 40 anos de carreira do ator Hilton Cobra, com direção de Onissajé (Fernanda Júlia), a peça mostra uma imaginária sessão de autópsia na cabeça de Lima Barreto, conduzida por médicos eugenistas, defensores da higienização racial no Brasil, na década de 1930. O propósito seria esclarecer “como um cérebro considerado inferior poderia ter produzido uma obra literária de porte se o privilégio da arte nobre e da boa escrita é das raças tidas como superiores?. A partir desse embate, a peça mostra as várias facetas da personalidade e da genialidade de Lima Barreto, refletindo sobre loucura, racismo e eugenia, a obra não reconhecida e os enfrentamentos políticos e literários de sua época.

A narrativa ganha força com trechos dos filmes “Homo Sapiens 1900” e “Arquitetura da Destruição” – ambos cedidos gentilmente pelo cineasta sueco Peter Cohen – que mostram fortes imagens da eugenia racial e da arte censurada pelo regime hitlerista. O cenário, de Marcio Meirelles – um manifesto de palavras – contribui para a força cênica juntamente com o figurino de Biza Vianna, a luz de Jorginho de Carvalho, a direção de movimento de Zebrinha, a música de Jarbas Bittencourt e a direção de vídeos de David Aynan. Os atores Lázaro Ramos, Caco Monteiro, Frank Menezes, Harildo Déda, Hebe Alves, Rui Manthur e Stephane Bourgade – todos amigos e admiradores do trabalho de Cobra, emprestam suas vozes para a leitura em off de textos de apoio à cena. 

“Não consigo respirar”

Hilton Cobra, que criou a Cia dos Comuns em 2001, com o propósito de trazer à cena uma cosmovisão artisticamente negra especialmente no âmbito das artes cênicas, fala da motivação para encenar Traga-me a cabeça de Lima Barreto!: “É importante e providencial discutir eugenia e racismo a partir de Lima Barreto nesses tempos de pandemia, onde a população negra é a mais atingida e de amplo  debate sobre racismo, principalmente depois do ocorrido com o George Floyd, negro americano que foi assassinado em Minneapolis, no dia 25 de maio de 2020 (dia em que se celebra o dia de África), estrangulado por um policial branco que ajoelhou-se em seu pescoço durante uma abordagem por supostamente usar uma nota falsificada de vinte dólares. Também é um reconhecimento à Lima – um autor tão pisoteado, tão injustiçado, que pensou tão bem esse Brasil, abriu na literatura brasileira ‘a sua pátria estética’, os pisoteados, loucos, os privados de liberdade – esses são os personagens de Lima Barreto. Acredito que ele deve ter sido, se não o primeiro, um dos primeiros autores brasileiros que colocaram esse ‘submundo’ em qualidade e com importância dentro de uma obra literária”. É bom ressaltar que como George Floyd, Lima Barreto nunca consegui respirar livremente, mas ainda assim produziu uma das obras mais geniais e consistentes do Brasil pós-império.

Ficha Técnica:

Hilton Cobra – Ator | Luiz Marfuz – Dramaturgia | Onissajé (Fernanda Júlia) – Direção| Cenário: Vila de Taipa (Laboratório de Investigação de Espaços do Teatro Vila Velha), Erick Saboya, Igor Liberato e Márcio Meireles | Desenho de Luz: Jorginho de Carvalho e Valmyr Ferreira| Figurino: Biza Vianna| Direção de Movimentos: Zebrinha| Direção Musical: Jarbas Bittencourt|Direção de vídeo: David Aynan| Design gráfico: Bob Siqueira e Gá, Produção executiva: Elaine Bortolanza e Júlio Coelho | Fotos: Adeloya Magnoni e Valmyr Ferreira | Op. câmera: Lílis Soares | Op. áudio e vídeo: Duda Fonseca | Operador de luz: Lucas Barbalho.

Participações especiais (voz em off): Lázaro Ramos, Caco Monteiro, Frank Menezes, Harildo Deda, Hebe Alves, Rui Manthur e Stephane Bourgade 

“E foram quase felizes para sempre” dia 11 de julho

“E foram quase felizes para sempre”, espetáculo assinado e estrelado por Heloisa Périssé, está na programação do projeto “Palco Instituto Unimed-BH Em Casa”. Apresentação será no dia 11 de julho (sábado), às 20h30, direto do Teatro Claro Rio, com transmissão ao vivo pelos canais no Youtube do Sesc em Minas (SescemMinasGerais), do Teatro Claro Rio (TeatroClaroRio) e pelo Canal 500 da Claro.

Texto da atriz aborda, de forma divertida, os relacionamentos e coloca em questão a instituição do casamento, gerando uma identificação imediata em todos os casais, sejam eles bem ou mal sucedidos.

“É a primeira vez que me apresento sem uma plateia que esteja dentro do teatro. Nunca fiz uma peça com transmissão simultânea, e acho que é de suma importância essa “reinvenção”! O momento pede isso, novos caminhos, outras perspectivas, e o projeto “Palco Instituto Unimed-BH em Casa” chega justamente com tudo isso”, diz Heloisa Périssé, que subirá ao palco do Teatro Claro Rio para a sua estreia on-line e ao vivo no dia 11 de julho (sábado), às 20h30, com a peça “E foram quase felizes para sempre”. A transmissão será simultânea pelos canais no Youtube do Sesc em Minas (SescemMinasGerais) e do Teatro Claro Rio (TeatroClaroRio) e pelo Canal 500 da Claro.

A proposta do “Palco Instituto Unimed-BH em Casa” é oferecer ao público espetáculos dotados dos mesmos rigores técnicos aplicados nas apresentações presenciais, em um palco especialmente preparado com sistemas especiais de vídeo, iluminação e sonorização, que vão assegurar ao público a melhor experiência, com todo o respeito que o teatro merece. A estreia do projeto ocorreu no dia 27 de junho, com a apresentação da peça “Os Vilões de Shakespeare”, protagonizada por Marcelo Serrado.

O acesso às transmissões será GRATUITO e durante as apresentações o público poderá fazer doações (via QR Code) para o Mesa Brasil Sesc, programa de combate à fome e ao desperdício de alimentos promovido pelo Sesc, em uma edição especial em benefício das campanhas “APTR ao Lado do Trabalhador de Teatro” e “Salve a Graxa BH” que estão oferendo apoio ao sustento de profissionais do setor teatral que estão impedidos de exercer suas funções durante a pandemia. Os espetáculos contarão ainda com tradução simultânea de libras e áudio transcrição para garantir o acesso das pessoas com deficiências auditivas e visuais.

“E foram quase felizes para sempre”
O espetáculo é a primeira comédia solo escrita e encenada pela atriz Heloisa Périssé. A história se passa na noite de autógrafos da escritora Letícia Amado. Ela viajou um ano e meio, atrás dos melhores resorts, melhores praias e hotéis para que as pessoas pudessem viajar com seus amores e curtir uma lua de mel inesquecível. Só que durante o período da procura, por conta de suas diversas viagens, ela se separa do marido, e no dia da sua tão esperada noite de autógrafos, quando ela finalmente está lançando seu livro, CANTINHO PRA DOIS, vê o ex-marido beijando uma nova namorada. E agora? Mas ela confessa que sempre teve um relacionamento muito conturbado com Paulo Vitor. E nessa peça “desabafo”, onde ela vai contar suas desventuras, muita gente vai acabar se identificando. Bom, a identificação pode ser para algumas pessoas, mas a diversão vai ser geral.

Essa não é a primeira vez que a atriz se aventura a escrever e, desta vez ela fala sobre relacionamentos e trabalho, problemas que estão presentes na vida de todas as pessoas, colocando em questão a instituição do casamento. Tudo isso, é claro, com um olhar bem humorado e contemporâneo. Seu texto gera uma identificação imediata em todos os casais, sejam eles bem ou mal sucedidos. Essa é uma questão que, pelo menos em algum momento da vida, atinge a todos, independente de cor, raça ou classe social.

FICHA TÉCNICA
Autor: Heloisa Périssé.
Direção: Susana Garcia.
Cenário: Miguel Pinto Guimarães.
Figurino: Reka Koves.
Iluminação: Maneco Quinderé.
Trilha musical: Alexandre Elias.
Diretor de Palco: Alvaro Donatti.
Operador de Luz: Ge Barbosa.
Operador de Som: Glaucia Maria.
Produção e Administração: Filomena Mancuzo.
Realização: HP Produções Artísticas Ltda.
Link para imagem: https://vimeo.com/71470400/56487b6873

SERVIÇO: “PALCO INSTITUTO UNIMED-BH EM CASA
• Sempre às 20h30
• Gratuito|Transmissão ao vivo, pelos canais no Youtube do Sesc em Minas (SescemMinasGerais) e do Teatro Claro Rio (TeatroClaroRio) e pelo Canal 500 da Claro
• Próxima exibição:
• “E foram quase felizes para sempre”, com Heloísa Perissé – Sábado – Dia 11/07 (classificação: 14 anos)

O “Palco Instituto Unimed-BH em Casa”, uma iniciativa da Pólobh, produtora sediada em Belo Horizonte, MG, tem patrocínio do Instituto Unimed-BH e do Programa Sociocultural Unimed-BH, viabilizado por mais de 5,1 mil médicos cooperados e colaboradores ao, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Tem realização do Ministério da Cidadania e Governo Federal, patrocínio da Pottencial Seguradora e apoio cultural do Sesc em Minas e MIP Engenharia, promoção exclusiva da Rádio Alvorada e apoio da Coreto Cultural, Culturadoria, Fredizak, HBA, Jornal O Tempo, Rádio Super Notícia e SouBH.

Instituto Unimed-BH
Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, desde 2003, desenvolve projetos visando ampliar o acesso à cultura, estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, valorizar espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história, o Instituto destinou R$120 milhões ao setor cultural, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e da Lei Federal de Incentivo à Cultura, viabilizado pelo patrocínio de mais de 5.100 médicos cooperados e colaboradores. No último ano, mais de 850 mil pessoas foram alcançadas por meio de projetos de cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura.
Saiba mais em www.institutounimedbh.com.br

Cuidado rigoroso
A produção dos espetáculos do “Palco Instituto Unimed-BH em Casa” seguirá todos os protocolos e recomendações relacionados à prevenção da Covid-19 tais como a restrição do número de profissionais a trabalho nas montagens, o rigor no controle de circulação nas dependências do teatro (apenas pessoas a trabalho) e a medição da temperatura de todos os profissionais antes do acesso. Além disto, as áreas ocupadas serão frequentemente higienizadas, e haverá a disponibilização de álcool gel em diferentes setores, além da distribuição de máscaras para todos os envolvidos. Outras ações são a higienização do material antes de entrar no teatro (cenários, figurinos etc.), e o impedimento do consumo de alimentos e bebidas no local. Haverá, ainda, a presença de um bombeiro brigadista durante as atividades, para assegurar que todas as medidas serão cumpridas.

Live Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças será apresentada neste domingo, dia 12 de julho, às 16h

O premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’ apresenta a sua terceira livezinha: Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’, dia 12 de julho, às 16h. Com direção de Diego Morais e roteiro de Pedro Henrique Lopes, o programa vai reunir trechos pré-gravados do musical infantil homônimo e quadros inéditos para toda a família. A apresentação faz parte do projeto Diversão em Cena e vai ser exibida em suas redes sociais, Facebook (facebook.com/DiversaoEmCena), Instagram (@diversaoemcena) e Youtube (bit.ly/diversaoemcena).

‘Tropicalinha’ conta a história do Reino de Pindorama, governado por uma rainha autoritária (Martina Blink), que toma o poder e baixa decretos proibindo a música e as cores no lugar. Dois amigos, Cae (Pedro Henrique Lopes) e Gil (Orlando Caldeira), se unem para trazer sons e cores de volta ao reino, em alusão ao movimento tropicalista. Também estão no elenco, Flora Menezes (Pobo), Hamilton Dias (Lindoneia) e Rafael de Castro (Juca). O musical não é biográfico, mas é inspirado em momentos vividos por Caetano Veloso e Gilberto Gil na juventude. No repertório, estão músicas como “Tropicália”, “Força estranha”, “Alegria, alegria”, “Vamos fugir”, “Andar com fé”, “Divino Maravilhoso”, “Expresso 2222” e “Você é linda”.

A programação online inédita do Grandes Músicos para Pequenos já contou com duas lives em junho, que ainda podem ser assistidas: ‘Luiz e Nazinha – Luiz Nazinha para Crianças’ (https://www.youtube.com/watch?v=wq5srKtw-WI) e ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’ (https://www.youtube.com/watch?v=UK-JRF8MRoc). O carismático personagem Mêlo, do espetáculo ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’, interpretado por Pedro Henrique Lopes, é o cicerone das três apresentações. A ideia do projeto é despertar a curiosidade das crianças sobre os artistas e sua obra com atividades temáticas e informações sobre os músicos homenageados. Outras atividades estão disponíveis no canal do Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

“Agora, temos mais um canal de interação com as famílias que acompanham o projeto. Com os teatros fechados, é importante que se criem atividades virtuais atraentes que estimulem as crianças. Nosso objetivo é iniciar uma nova fase, com conteúdos audiovisuais elaborados para unir todas as gerações”, explica o diretor Diego Morais.

Contemplado na Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela sua relevância ao teatro infantil, o projeto Grandes Músicos para Pequenos foi criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Assistido por quase 200 mil pessoas, seus espetáculos somam juntos 13 prêmios de teatro infantil, entre outras 42 indicações.

As exibições ao vivo são transmitidas pelas redes sociais, Facebook (facebook.com/DiversaoEmCena) e Instagram (@diversaoemcena), e Youtube (bit.ly/diversaoemcena) do “Diversão em Cena”, projeto que democratiza o acesso ao teatro infantil, criado e mantido pela ArcelorMittal.

Grandes Músicos Para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Foi premiado no CBTIJ 2015 (melhor Atriz), além de outras 5 indicações. Depois,vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ – Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações; Bituca – Milton Nascimento para Crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações; Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações; e Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças, em 2019, vencedor do Musical Rio 2019 como Melhor Espetáculo Infantil, tendo recebido outras 3 indicações.

Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura cria programação cultural para adultos e crianças -on-line gratuitos no mês de julho

O Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura, localizado no bairro da Vila Madalena ao lado do Beco do Batman é um espaço  que busca conectar pessoas interessadas em arte e cultura popular.
Inaugurado em Janeiro 2020 (Antes da pandemia do Covid-19), o Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura é também o Teatro Sede do Grupo Trapo (Cia. De Teatro com 20 anos de trabalho e resistência na cidade de São Paulo fundado e dirigido por Muriel Vitória).  Devido à pandemia do COVID- 19 o atendimento presencial está suspenso, porém o Espaço e seus profissionais se reinventaram e está movimentando uma programação on-line em suas redes sociais com a colaboração de vários artistas da cena cultural paulistana e atrações para todos os públicos e idades. A programação também conta com diversos cursos artísticos também online de teatro, dança e canto para todas as idades.

Sobre o Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura
Grupo Trapo que completa 20 anos de trabalhos ininterruptos, inaugura em Janeiro o seu teatro-sede: NOSSO CANTO ESPAÇO DE ARTE E CULTURA situado na Vila Madalena ao lado do Beco do Batman. O Espaço busca promover o diálogo com diversas expressões artísticas como: o teatro, a dança, a música, a fotografia, vídeo-arte, a poesia a performance. Além de fomentar uma programação mensal com preços acessíveis e atividades diárias de Iniciação Teatral, Dança, Canto Popular e Workshops para todos os tipos de públicos.
www.facebook.com/nossocantoteatrowww.instagram.com/nossocantoteatro

Ficha Técnica

Supervisão Geral e Direção: Muriel Vitória
Curadoria de Programação Nosso Canto: Priscilla Rosa, Marília Pacheco, Diego Britto e Natália Codo
Setor de Comunicação Nosso Canto: Mariana Figueiredo , Rodrigo Marcoz, Victor Menezes, Márcio Lima e Layana Cattoni

Serviço

NOSSO CANTO ESPAÇO DE ARTE E CULTURA
Programação de julho

INSTAGRAM @nossocantoteatro
FACEBOOK @nossocantoteatro

Rua Medeiros de Albuquerque 357, Jardim das Bandeiras-  São Paulo – Ao lado do Beco do Batman.

Contribuição Consciente:
https://pagseguro.uol.com.br/checkout/nc/nl/donation/sender-identification.jhtml?t=8d2065310a54ab7b39d0d181d3bf668e428e8a8053fbd9525c6da0c67d69d0c5&e=true#rmcl

Peça on-line “Ata-me as mãos aos pés da cela” estreia dia 4 de julho

Para comemorar 7 anos, a Cia Banquete Cultural apresenta nos dias 04, 11, 18 e 25 de julho, das 19h às 20h10, pelo seu canal no YouTube, seu primeiro espetáculo on-line em tempo real: a leitura dramatizada de Ata-me as mãos aos pés da cela. Com autoria e direção de Jean Mendonça, o espetáculo inédito, tem no elenco Rose Abdallah, Beth Grandi e Elton Lellis, supervisão de Silvana Stein, produção e fotografia de Marcia Otto e direção de arte de Alexandra Arakawa.
 
De acordo com o autor e diretor da peça, Jean Mendonça,  Ata-me as mãos aos pés da cela é um experimento teatral online do mito de Medeia, encenado em tempo real. Tudo se passa através de imagens e sons captados pelos notebooks e celulares das duas protagonistas e do ator. O espetáculo é livremente inspirado nas “Medeias” de Eurípedes e Heiner Müller, no romance “As leis da gravidade” de Jean Teulé, e nos poemas, ensaios, escritos e entrevistas de Adélia Prado e Simone de Beauvoir.

Sinopse 

No tempo-futuro do presente, Medeia adverte sobre sua real identidade e justifica suas ações do passado. No tempo-presente, há uma pandemia lá fora. Medeia realiza uma vídeo-chamada para Delegada. Entre delírios e lembranças, está prestes a fazer uma confissão. A Delegada, mais preocupada com o que se passa em sua delegacia, esforça-se para compreender os relatos de Medeia.

Para assistir a leitura dramatizada, acesse o canal da Cia Banquete Cultural, no YouTube, todos os sábados de julho, a partir das 19h. Nesta temporada online, será exibida a gravação da leitura dramatizada, vídeos e áudios do espetáculo, feitos em tempo real com elenco e técnicos, cada um em seu espaço físico, distante um do outro, conectados apenas virtualmente. Para acessar o canal, clique aqui.

Serviço

Ata-me as mãos aos pés da cela – Um experimento teatral online

Estreia online: 04 de julho de 2020 – 19h

Apresentação: 04, 11, 18 e 25 de julho, sábados, das 19h às 20h10 (fuso de Brasília)

Local: Youtube – canal da Cia Banquete Cultural (l ink)


Ficha Técnica

Elenco: Beth Grandi, Elton Lellis e Rose Abdallah

Dramaturgia e Direção: Jean Mendonça

Supervisão cênica: Silvana Stein

Direção de arte: Alexandra Arakawa

Trilha sonora original: Betto Marque e Paula Pardón

Produção executiva e fotográfica: Marcia Otto

Assessoria de Imprensa: Sevilha Comunicação

Produção e Realização: Cia Banquete Cultural

Live ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’ será apresentada no domingo, dia 28 de junho

O projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’ apresenta a sua segunda livezinha: ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’, dia 28 de junho, às 16h, data em que o cantor e compositor completaria 75 anos. Com direção de Diego Morais e roteiro de Pedro Henrique Lopes, o programa vai reunir trechos pré-gravados do musical infantil homônimo e quadros inéditos para toda a família. A apresentação faz parte do projeto Diversão em Cena e vai ser exibida em suas redes sociais, Facebook (facebook.com/DiversaoEmCena), Instagram (@diversaoemcena) e Youtube (bit.ly/diversaoemcena).

A programação online inédita do Grandes Músicos para Pequenos começou, dia 14 de junho, com a live ‘Luiz e Nazinha – Luiz Nazinha para Crianças’ e vai contar ainda com um terceiro programa, em julho, inspirado no musical ‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’. O carismático personagem Mêlo, do espetáculo ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’, interpretado por Pedro Henrique Lopes, é o cicerone das três apresentações. A ideia do projeto é despertar a curiosidade das crianças sobre os artistas e sua obra com atividades temáticas e informações sobre os músicos homenageados. Outras atividades estão disponíveis no canal do Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

“Agora, temos mais um canal de interação com as famílias que acompanham o projeto. Com os teatros fechados, é importante que se criem atividades virtuais atraentes que estimulem as crianças. Nosso objetivo é iniciar uma nova fase, com conteúdos audiovisuais elaborados para unir todas as gerações”, explica o diretor Diego Morais.

Contemplado na Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela sua relevância ao teatro infantil, o projeto Grandes Músicos para Pequenos foi criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Assistido por quase 200 mil pessoas, seus espetáculos somam juntos 13 prêmios de teatro infantil, entre outras 42 indicações.

No dia 14/06, às 16h, trechos do espetáculo “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” foram exibidos e intercalados com atividades que levaram uma típica Festa Junina para a casa dos espectadores. Programa disponível no Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (https://www.youtube.com/watch?v=wq5srKtw-WI)

Em 28/06, às 16h, “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” vai fazer todo mundo cantar e dançar ao som do maior roqueiro do Brasil. Comemorando os 75 anos do cantor, os pequenos espectadores aprenderão a preparar tudo para uma festa de aniversário.

Em julho, em dia a ser confirmado, no mesmo horário, vai ser a vez de se divertir com as aventuras de Cae e Gil no “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças”. As inovações musicais e artísticas da Tropicália em conteúdo exclusivo para toda família, celebrando os 52 anos de lançamento do álbum que deu origem ao tropicalismo.

Todas as exibições ao vivo serão transmitidas pelas redes sociais, Facebook (facebook.com/DiversaoEmCena) e Instagram (@diversaoemcena), e Youtube (bit.ly/diversaoemcena) do “Diversão em Cena”, projeto que democratiza o acesso ao teatro infantil, criado e mantido pela ArcelorMittal.

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças

O musical é inspirado na infância de Luiz Gonzaga no interior nordestino e acompanha a descoberta do amor, quando o jovem Luizinho se apaixona por Nazarena, filha de um coronel que não permite o namoro entre eles. A fábula de amor inocente, voltada para toda a família, é embalada por grandes sucessos do músico, como “Asa Branca”, “Que Nem Jiló”, “Baião”, “O Xote das Meninas”, “Olha Pro Céu”, entre outros.

Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças

O espetáculo se inspira na infância e em grandes sucessos da carreira de Raul Seixas para contar a história de um menino que era criativo demais. Tão criativo que sua falta de atenção ao mundo real começou a atrapalhá-lo na escola. A falta de foco e o excesso de energia de Raulzito trazem à cena questionamentos sobre a rotina e o tratamento de crianças que apresentam traços de hiperatividade e déficit de atenção (TDAH). A peça é embalada por grandes sucessos do artista como “Maluco Beleza”, “Gita”, “Mosca na Sopa”, “Como Vovó Já Dizia (Óculos Escuros)” e “O Carimbador Maluco (Plunct Plact Zuuum)”.

Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças

O espetáculo conta a história do Reino de Pindorama, governado por uma rainha autoritária, que toma o poder e baixa decretos proibindo a música e as cores no lugar. Dois amigos, Cae e Gil, se unem para trazer sons e cores de volta ao reino, em alusão ao movimento tropicalista. O musical não é biográfico, mas é inspirado em momentos vividos por Caetano Veloso e Gilberto Gil na juventude. No repertório, estão 43 músicas compostas por eles individualmente ou em parceria, entre elas “Tropicália”, “Força estranha”, “Alegria, alegria”, “Vamos fugir”, “Andar com fé”, “Divino Maravilhoso”, “Expresso 2222” e “Você é linda”.

Grandes Músicos Para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Foi premiado no CBTIJ 2015 (melhor Atriz), além de outras 5 indicações. Depois,vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ – Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações; Bituca – Milton Nascimento para Crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações; Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações; e Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças, em 2019, vencedor do Musical Rio 2019 como Melhor Espetáculo Infantil, tendo recebido outras 3 indicações.

As cinco peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores.O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

Mais sobre os espetáculos e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

FICHA TÉCNICA:

Direção Geral: Diego Morais

Direção Musical: Guilherme Borges e Claudia Elizeu

Roteiro: Pedro Henrique Lopes

Cenário e Figurinos: Clivia Cohen

Captação de Imagens e Transmissão: Zoe Filmes

Assessoria de Imprensa: Racca Comunicação (Rachel Almeida)

Produção e realização: Entre Entretenimento

Serviço:

Livezinha – Grandes Músicos para Pequenos

Live no Facebook, Instagram e Youtube do projeto Diversão em Cena:

Youtube: bit.ly/diversaoemcena

Facebook: https://www.facebook.com/DiversaoEmCena/

Instagram: @diversaoemcena

Dias  e horários 14/06 (‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’); 28/06 (“Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças”) e data a ser confirmada (‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’), às 16h.

Outras atividades disponíveis no Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

O Grupo Bestas Urbanas lança projeto virtual ‘Ideias para uma encenação futura’

Com a estreia de seu novo espetáculo adiada devido à quarentena no país e o fechamento dos teatros, o grupo Bestas Urbanas iniciou, este mês, um novo projeto: “Ideias para uma encenação futura”, série de vídeos lançados na página do Instagram @bestasurbanas. A ideia é partir da dramaturgia do espetáculo “Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo”, que será encenado no futuro. Para imaginar as cenas durante a quarentena, com episódios publicados quinzenalmente, às quintas-feiras – o primeiro vídeo já está no ar e o segundo será lançado esta semana. O texto de Lane Lopes, com direção de Francisco Ohana, acompanha a história de uma mulher, Mônica, que sai em busca de sua calcinha e de sua individualidade perdida, e procura outras formas de existir em um mundo no qual o ser humano é hiperativo, hiperestimulado e está constantemente cansado. Futuramente, o espetáculo vai estrear no Centro Cultural da Justiça Federal, no Centro. Enquanto isso, a peça Bestas Urbanas, que batizou o grupo, também será exibida no site do CCJF.

Antes do período de distanciamento, o processo de trabalho do Grupo Bestas Urbanas incluiu leituras e performances do texto, com participação do público, que interferiu no processo de criação e resultou no convite de outros atores e atrizes para o elenco. O objetivo é que essa ligação com o público não se perca no período de isolamento social.

“Este projeto é uma continuação, agora no ambiente virtual, do espírito do grupo de compartilhar nossa criação com o público e não apenas mostrar o espetáculo pronto”, explica o diretor do grupo, Francisco Ohana. “Agora, com a impossibilidade do encontro, criamos uma série de vídeos a partir da dramaturgia da Lane. Cada ator em sua casa, influenciado pelo momento que estamos vivendo, cria um vídeo inspirado em questões que a peça nos estimula a pensar, que depois são editados pelo Victor Lampert, com participação da Lane”, acrescenta.

A trama começa num dia aparentemente normal, quando Mônica vê sua calcinha escapar do varal e inicia uma corrida insana pelas ruas da cidade atrás de sua fugitiva intimidade. A busca, no entanto, acaba perdendo o sentido e a direção, tornando-se imprevisível, atravessando tempos e espaços diversos e, como num sonho, misturando e recombinando tudo pelo caminho. Entre as inspirações do texto, está a teoria desenvolvida pelo filósofo sul-coreano Byung-chul Han, segundo a qual vivemos na “Sociedade do Cansaço”, que nos diz que devemos alcançar todas as metas possíveis, nos deixando cada vez mais cansados mental e fisicamente.

“Vivendo em uma sociedade que lhe exige alcançar os melhores desempenhos, Mônica encontra, na busca por uma calcinha perdida, maneiras de se livrar de um cotidiano que a sufoca e enclausura”, explica a autora. “É correndo atrás da sua calcinha fugitiva que Mônica inicia um percurso por rostos e situações diversas, dentro de um fluxo que se torna uma investigação sobre o ritmo frenético produzido por uma sociedade adoecida”, acrescenta Lane, que escreveu a peça durante a quarta turma do Núcleo Firjan SESI de Dramaturgia, coordenado por Diogo Liberano, e teve a obra publicada pela Editora Cobogó.

Dramaturgo e diretor do grupo, Francisco Ohana viu na chance de montar ‘Só percebo que estou correndo quando vejo estou caindo’ a oportunidade de dar continuidade à pesquisa artística iniciada em 2018, quando idealizou o espetáculo ‘Bestas Urbanas’, com dramaturgia sua e direção de Andrêas Gatto, peça que acabou batizando o grupo.

“Tenho vontade, e uma necessidade real, de estar envolvido e fazer parcerias com autores de uma geração à qual eu pertenço e que me dá oportunidade de viver experiências e encontros artísticos muito importantes, o tempo todo, com seus grupos, em parcerias mais íntimas ou em iniciativas como o Núcleo de Dramaturgia, de onde esse texto veio. Há várias ações importantes que vinham acontecendo, e que continuaram online durante a quarentena, no intuito de reunir pessoas em um contexto de cidade, de país, muito adverso à criação. E agora então, pra onde vamos, ninguém sabe. Por isso a vontade de abrir o processo, deixar as pessoas entrarem na criação, romper as barreiras da sala de ensaio pra que a gente possa atravessar juntos esses desafios”, descreve Francisco Ohana. “O texto de Lane chama a atenção pelo formato vertiginoso: ele não é dividido em cenas, existe um fluxo contínuo que me lembra muito o da ‘Alice no País das Maravilhas’, no qual a personagens cai em buracos e vai mudando de universos muito rapidamente. Tem uma dimensão rítmica e sonora bem marcante, que pretendemos evidenciar numa montagem em que a música será elemento fundamental. Por enquanto, vamos tentar captar essa atmosfera nos vídeos lançados”, adianta o diretor.

Francisco Ohana

Fundador da Cia. Bestas Urbanas, escreveu e idealizou espetáculo de mesmo nome, em cartaz no Rio de Janeiro entre maio e junho de 2019. Autor e ator em B.U.G., websérie dirigida por Alexandre Mello, com estreia prevista para 2020. Coautor e ator em FIGO/LIMÍTROFE e em BLOCO F/BRASÍLIA60. Dramaturgo da peça ISTAMBUL ISTAMBUL, dirigida por Jefferson Miranda e apresentada em Lisboa, em julho de 2019. Autor de TEO, dramaturgia encenada por Roberto Alvim e Juliana Galdino em 2018. Autor de CLASH!, a partir de “Cymbeline, rei da Britânia”, de Shakespeare, e RADIOATIVA – O PRIMEIRO DIA DO RESTO DE NOSSAS VIDAS, ambas dirigidas por Cesar Augusto. Coautor de NÃO ADIANTA MORRER, dirigida por Diogo Liberano, e de CRUA, encenada por Camila Simonin. Adaptou para a cena O CAMINHÃO DE MUDANÇAS VERMELHO, conto homônimo de John Cheever, peça dirigida por Andy Gercker no espaço do Armazém Cia. de Teatro, Rio de Janeiro, em 2015. Autor participante da terceira turma do Núcleo Firjan SESI de Dramaturgia, em 2017; sua dramaturgia ESCUTA!, criada durante as atividades do Núcleo, foi publicada em 2018 pela editora Cobogó. Foi artista participante e colaborador em dramaturgia do STUDIO CABARET VOLTAIRE, imersão multimídia da edição de 2018 do TEMPO FESTIVAL, Rio de Janeiro, com mediação artística de Jefferson Miranda. Diretor assistente de Moacir Chaves em IMAGINA ESSE PALCO QUE SE MEXE, peça que realizou quatro temporadas no Rio de Janeiro entre 2016 e 2017. Ao longo de sua formação, passou pela Escuela Internacional de Cine y Televisión (San Antonio de los Baños, Cuba) e pela Universidade de Edimburgo. Em 2013, seu conto GIBRALTAR foi terceiro colocado no Prêmio Off Flip de Literatura, que acontece paralelamente à Festa Literária Internacional de Paraty.

Lane Lopes

Lane Lopes é dramaturga, cientista social de formação e atualmente cursa Cinema e Audiovisual pela UFF. Integrou a quarta turma do Núcleo Firjan SESI de Dramaturgia, coordenada por Diogo Liberano, onde sua dramaturgia “Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo” foi selecionada para publicação pela Cobogó em 2019. Teve três dramaturgias encenadas nas Mostras de Teatro da UFRJ: “Histórias para Acordar” (2018; com temporada no Parque das Ruínas), “Eu vou tirar você desse lugar (2019) e “Que Parte de Nós” (2019). Também escreveu “É um crime dormir tranquilo nessa cidade”, lido na Semana de Dramaturgia Firjan SESI. Como atriz pesquisa Teatro Ritual e Antropológico e atuou em “Memórias de Sulawesi”, “Plaster” (2019), “Praga de Mãe” (2016) com direção de Gabo Barros e no longa-metragem “Cidade do Aço”, direção Julio Napoli.

Ficha Técnica:

Dramaturgia: Lane Lopes

Direção: Francisco Ohana

Elenco: Alexandre Paz, Davi Arap, Gabriel Leal, Gabriela Chalub, Maria Cândida Portugal, Natasha Pasquini, Paula Furtado, Ricardo Gaio, Tiago Kempski, Viviane dos Santos, Wladimir Alves (Grupo Bestas Urbanas)

Edição de vídeos para a web: Victor Lampert

Design: Ian Guerra

Iluminação: Gabriel Prieto

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Vídeo e Fotos: Isaac Pipano e Thaís Mandarino (Apenas Baleia)

Produção: Isadora Krummenauer

Serviço:

Projeto ‘Ideias para uma encenação futura’.

 Vídeos inspirados no texto “Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo”

Instagram do grupo Bestas Urbanas: @bestasurbanas

Site do CCJF: https://www10.trf2.jus.br/ccjf/programacao/

O premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’ lança programação online inédita dia 14 de junho

O premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela produtora Entre Entretenimento, lança programação online inédita voltada para toda a família. Com direção de Diego Morais e roteiro de Pedro Henrique Lopes, serão exibidas três lives, dias 14/06, 28/06 e 12/07, às 16h, com trechos pré-gravados de espetáculos e quadros inéditos com possibilidade de interação dos telespectadores. As apresentações fazem parte do projeto Diversão em Cena e serão exibidas em suas redes sociais, Facebook, Instagram e Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCWio-b1D6Sq8aHShfHJed0Q), com patrocínio da ArcelorMittal, através da Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria Especial de Cultura.

O carismático personagem Mêlo (Pedro Henrique Lopes), do espetáculo ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’, será o cicerone das três livezinhas. As apresentações terão cenas e atividades inspiradas em três peças do projeto: ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’ (14/06); ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’ (28/06) e ‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’ (12/07), com atividades temáticas e informações sobre os músicos homenageados para despertar a curiosidade das crianças sobre os artistas e sua obra. Outras atividades estão disponíveis no canal do Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

“Agora, temos mais um canal de interação com as famílias que acompanham o projeto. Com os teatros fechados, é importante que se criem atividades virtuais atraentes que estimulem as crianças. Nosso objetivo é iniciar uma nova fase, com conteúdos audiovisuais elaborados para unir todas as gerações”, explica o diretor Diego Morais.

Contemplado na Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela sua relevância ao teatro infantil, o projeto Grandes Músicos para Pequenos foi criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Assistido por quase 200 mil pessoas, seus espetáculos somam juntos 13 prêmios de teatro infantil, entre outras 42 indicações.

No dia 14/06, às 16h, trechos do espetáculo “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” serão exibidos e intercalados com atividades que levarão uma típica Festa Junina para a casa dos espectadores.

Em 28/06, também às 16h, “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” vai fazer todo mundo cantar e dançar ao som do maior roqueiro do Brasil. Comemorando os 75 anos do cantor, os pequenos espectadores aprenderão a preparar tudo para uma festa de aniversário.

No dia 12/07, no mesmo horário, vai ser a vez de se divertir com as aventuras de Cae e Gil no “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças”. As inovações musicais e artísticas da Tropicália em conteúdo exclusivo para toda família, celebrando os 52 anos de lançamento do álbum que deu origem ao tropicalismo.

Todas as exibições ao vivo serão transmitidas pelas redes sociais (Facebook e Instagram) e pelo canal do YouTube (https://www.youtube.com/channel/UCWio-b1D6Sq8aHShfHJed0Q) do “Diversão em Cena”, projeto que democratiza o acesso ao teatro infantil, criado e mantido pela ArcelorMittal.

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças

O musical é inspirado na infância de Luiz Gonzaga no interior nordestino e acompanha a descoberta do amor, quando o jovem Luizinho se apaixona por Nazarena, filha de um coronel que não permite o namoro entre eles. A fábula de amor inocente, voltada para toda a família, é embalada por grandes sucessos do músico, como “Asa Branca”, “Que Nem Jiló”, “Baião”, “O Xote das Meninas”, “Olha Pro Céu”, entre outros.

Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças

O espetáculo se inspira na infância e em grandes sucessos da carreira de Raul Seixas para contar a história de um menino que era criativo demais. Tão criativo que sua falta de atenção ao mundo real começou a atrapalhá-lo na escola. A falta de foco e o excesso de energia de Raulzito trazem à cena questionamentos sobre a rotina e o tratamento de crianças que apresentam traços de hiperatividade e déficit de atenção (TDAH). A peça é embalada por grandes sucessos do artista como “Maluco Beleza”, “Gita”, “Mosca na Sopa”, “Como Vovó Já Dizia (Óculos Escuros)” e “O Carimbador Maluco (Plunct Plact Zuuum)”.

Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças

O espetáculo conta a história do Reino de Pindorama, governado por uma rainha autoritária, que toma o poder e baixa decretos proibindo a música e as cores no lugar. Dois amigos, Cae e Gil, se unem para trazer sons e cores de volta ao reino, em alusão ao movimento tropicalista. O musical não é biográfico, mas é inspirado em momentos vividos por Caetano Veloso e Gilberto Gil na juventude. No repertório, estão 43 músicas compostas por eles individualmente ou em parceria, entre elas “Tropicália”, “Força estranha”, “Alegria, alegria”, “Vamos fugir”, “Andar com fé”, “Divino Maravilhoso”, “Expresso 2222” e “Você é linda”.

Grandes Músicos Para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Foi premiado no CBTIJ 2015 (melhor Atriz), além de outras 5 indicações. Depois,vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ – Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações; Bituca – Milton Nascimento para Crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações; Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações; e Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças, em 2019, vencedor do Musical Rio 2019 como Melhor Espetáculo Infantil, tendo recebido outras 3 indicações.

As cinco peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores.O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

Mais sobre os espetáculos e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

FICHA TÉCNICA:

Direção Geral: Diego Morais

Direção Musical: Guilherme Borges e Claudia Elizeu

Roteiro: Pedro Henrique Lopes

Cenário e Figurinos: Clivia Cohen

Captação de Imagens e Transmissão: Zoe Filmes

Assessoria de Imprensa: Racca Comunicação (Rachel Almeida)

Produção e realização: Entre Entretenimento

Serviço:

Livezinha – Grandes Músicos para Pequenos

Live no Facebook, Instagram e Youtube do projeto Diversão em Cena:

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCWio-b1D6Sq8aHShfHJed0Q

Facebook: https://www.facebook.com/DiversaoEmCena/

Instagram: @diversaoemcena

Dias  e horários 14/06 (‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’); 28/06 (“Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças”) e 12/07 (‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’), às 16h.

Outras atividades disponíveis no Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

Experiência Entretenimento lança a startup Momento Criança, em formato plataforma

Com o fechamento das escolas e a suspensão das aulas em todo o país, uma nova equação invadiu a cabeça dos pais: como entreter as crianças em casa durante a quarentena conciliando lazer e educação? Pensando nisso, a Experiência Entretenimento, grupo de empresas de cultura, lança a startup Momento Criança a partir de maio.

Trata-se de um serviço de assinatura online de espetáculos teatrais infantis que inclui outras atividades interativas como contação de histórias, lives diárias com personagens infantis e recreadores online, jogos e playlists com canções instrumentais para vários momentos do dia da criança e até na hora de dormir. Momento Criança vem com diversos conteúdos gratuitos aos usuários cadastrados como espetáculos teatrais, contações de histórias, mágica, animais, além de conteúdos voltados ao meio ambiente e toda a família.

Com acesso irrestrito, os assinantes podem assistir a todo o conteúdo disponível, agendar lives com os personagens favoritos da criançada, além de ter acesso e participar do Clubinho Infantil, uma recreação diária online, que traz ainda mais animação e diversão no dia a dia da criança.

A plataforma oferece ainda o cantinho verde, espaço em que a garotada aprende sobre reciclagem, sustentabilidade e dicas de como reaproveitar resíduos (lixo) que estão muito próximos a eles. Para as mães, um blog que permite a troca de experiências entre elas acerca do dia a dia. No Bicho Solto as crianças terão lições de como cuidar de seu bichinho de estimação, além de curiosidades do reino animal.

Outra novidade será o lançamento de uma série, até o fim de 2020, em formato teatral, do Sítio do Pica Pau Amarelo gravada em temporadas e episódios, provocando ainda maior entrosamento e despertando ainda mais a participação das famílias junto ao site.

O conteúdo artístico traz a supervisão de Ricardo Silva, que atualmente, é responsável pelo espetáculo Sítio do Pica Pau Amarelo que circula o país, na versão autorizada pela TV Globo.

Os estúdios do site ficam na Scuola di Cultura, em Niterói, onde se desenvolvem todos os conteúdos e gravações, além das lives, a Scuola di Cultura concentra espaços de leitura e salas para ensaios, além de um teatro de 70 lugares, que também encontra- se fechado devido a Pandemia.

Pensado e elaborado em tempo recorde pelo produtor carioca Fabrício Chianello, “Momento Criança” é também uma forma de fomentar a cultura nesse momento de crise pelo qual os artistas e a área, sobretudo teatral, vêm enfrentando. O sistema está sendo desenvolvido por André Júnior e sua equipe em Jaú / SP e todo arcado pelos sócios do projeto que, ainda, não possuem nenhum tipo de investidor.

– A Indústria cultural dribla o isolamento imposto pelo coronavírus migrando para plataformas virtuais. Queremos continuar entretendo as crianças, fazer parte de cada momento de seu dia com inúmeras atividades, e ao mesmo tempo oportunizar aos artistas de todo o Brasil a possibilidade de mostrarem os seus trabalhos e serem remunerados por isso, afirma Fernando Duarte, um dos sócios do projeto.

Espetáculos do Rio de Janeiro e São Paulo já estão na plataforma

Grandes sucessos entre o público do Rio de Janeiro e São Paulo já estão na plataforma. É o caso de “Porquinhos O Musical”, da Cia A’Dovalle do Rio, que já apresentou a releitura com músicas inéditas em grandes teatros cariocas e paulistas. A cia. paulista Ventilador de Talentos, com direção e supervisão artística de Grace Gianoukas, traz as Histórias da Dona Pureza, uma coleção de histórias e bonecos animados que ganham vida em histórias inéditas contadas por Zuzu Leiva e Nilton Marques. Além dessas, outras seis companhias já estão na plataforma, e a seleção não vai parar.

Oportunidade para artistas e produtores culturais em período de crise

As companhias e produtoras de diversas cidades do Brasil podem enviar por e-mail os seus conteúdos gravados para análise e, uma vez selecionados, irão incorporar a programação do site e receberão recursos pela liberação e exibição de suas obras.

Ainda sobre a plataforma, Fabrício Chianello acredita que a iniciativa permitirá que todos os trabalhos voltados ao público infantil poderão ser vistos, divulgados e difundidos enquanto passamos por essa crise e que, após a pandemia, o site terá a possibilidade de ser mais uma ponte de acesso entre o público e o artista.

A plataforma em streaming possui acesso rápido e fácil. “O site possui uma interface simples com conteúdos atraentes por um preço acessível e popular. A oportunidade para artistas que serão contratados através de seus conteúdos e para produtores culturais que terão comissionamento sobre as assinaturas comercializadas, são os ganchos para unir a classe com um produto criativo, diferenciado e atrativo para todo Brasil. Estamos consolidando uma ponte entre a tecnologia digital e a mais antiga forma de arte e entretenimento, para fazer com que mais pessoas possam ter acesso a ela.” Conclui.

O portal estará disponível no endereço www.momentocrianca.com.br a partir do dia 18 de maio com assinatura mensal de R$ 14,90. A assinatura anual possui 20% de desconto saindo por um custo mensal de R$ 11,92.

Momento Criança – Atrações já disponíveis:

MOMENTO CRIANÇA

Em lives diárias, pré-agendadas, os pequenos podem interagir com seus personagens favoritos, participando de jogos e atividades didáticas. Um momento único, exclusivo e especial. – Conteúdo exclusivo para assinantes

CLUBINHO INFANTIL 

Imagina seu filho e outros amigos de todo o Brasil em um clube onde a DIVERSÃO é quem manda. Brincadeiras de todo tipo, que a sua criança vai poder fazer sem sair de casa. O Clubinho funciona diariamente das 14h às 16h. – Conteúdo exclusivo para assinantes

RESPEITÁVEL PÚBLICO

Uma série de espetáculos online, dos mais variados temas, destinada ao público infantil. – Parte do conteúdo liberado para usuários apenas cadastrados. Assinantes tem acesso a todos os espetáculos e contações de histórias.

CANTINHO VERDE 

Que tal toda a família aprender a reutilizar o lixo que fabrica e construir pufs, vaso de flor e até uma poltrona. A bióloga Silvia Pires, responsável por 10 anos do setor de coleta seletiva da Companhia de Limpeza de Niterói – RJ. O Cantinho Verde fala sobre o meio ambiente e sobre sustentabilidade. – Parte do conteúdo liberado para usuários apenas cadastrados. Assinantes tem acesso a todos os espetáculos e contações de histórias.

PAIS E FILHOS – BLOG

Mães e Pais de todo o Brasil contam como estão passando os seus dias com seus filhotes. Conte você também a sua história! Informação e interatividade esperam por você. – Liberado para todos os usuários cadastrados

PLAYGROUND 

Joguinhos online para seus filhos não perderem um só minuto de diversão ao longo do dia. Hora de colocar suas habilidades em prática. – Liberado para todos os usuários cadastrados

MÁGICA DO MOMENTO

O mágico ilusionista Igor Millord, traz os melhores números de mágica e novidades do mundo dos mágicos. Abra Cadabra, a magia vai começar. – Liberado para todos os usuários cadastrados

BICHO SOLTO

Como cuidar do seu animal de estimação? Dicas de como tratar o seu PET e curiosidades do reino animal preenchem os conteúdos desse setor comandado por Ricardo Silva. – Liberado para todos os usuários cadastrados

DISQUINHO INFANTIL

Playlisyts com as melhores músicas instrumentais para dormir, chegou a hora de o seu pequeno dormir. – Parte do conteúdo liberado para usuários apenas cadastrados. Assinantes tem acesso a todos os espetáculos e contações de histórias.

Produtores e Cidades que já aderiram à comercialização de assinaturas:

São Paulo – São Paulo, Botucatu, Bauru, Piracicaba e Marília

Rio de Janeiro – Rio de Janeiro, Niterói, Campos, São Pedro da Aldeia e Cabo Frio

Minas Gerais – Divinópolis, Pará de Minas, Itaúna, Nova Serrana, Tiradentes, Barbacena, São João Del Rey

Paraná – Foz do Iguaçu

Goiás – Região metropolitana de Goiânia; Aparecida de Goiânia; Anápolis

Amazonas – Manaus

Rio Grande do Sul – Porto Alegre

Os sócios:

Fabrício Chianello – Idealizador, Produtor Cultural e Publicitário

Formado em publicidade, atua no segmento cultural desde 2006, produziu diversos artistas e espetáculos teatrais. No segmento publicitário, chefiou a parte de marketing do Teatro da Associação Médica Fluminense, e atua com  empresas através de ações que impulsionam mercado e conexão com o cliente final ao setor cultural. Atualmente produz os espetáculos O Ator e o Lobo, com Pedro Paulo Rangel, Parabéns Senhor Presidente, com Daniele Winits e Christine Fernandes.

Fernando Duarte – Idealizador, Autor e Produtor

Estimulado pela atriz Marília Pêra, o autor vem se consagrando como escritor teatral, dois deles, inclusive com direção da própria Marília. Com mais de 10 textos teatrais, atualmente circula com os espetáculos Em Casa a gente conversa, com Juliana Knust e Cássio Reis, Parabéns Senhor Presidente, com Danielle Winits e Christine Fernandes.

Ricardo Silva – Idealizador e Diretor Artístico

Especificamente voltado para trabalhos infanto juvenis, é formado em artes cênicas, cenografia, e ao longo do tempo se empenhou em direção artística. Atualmente dirige a Cia. Sassaricando de Teatro, que dentre muitas produções voltadas ao público infantil, detém os direitos do Sítio do Pica Pau Amarelo.

Patrícia Portugal  – Gestão de negócio e Marketing

Graduada pela UERJ e MBA em Gestão Empresarial com ênfase em logística na Fundação Getúlio Vargas (FGV), Patrícia Portugal atua desde 2001 na BALL (Multinacional Americana que atua no ramo de latas para bebidas). De Estagiária na área comercial à especialista de marketing, atualmente supervisiona toda a logística na América do Sul da empresa lidando com diversas instituições e empresas.

Serviço:

Momento Criança – Coladinho em Você

No ar: Maio de 2020, através do endereço www.momentocrianca.com.br

Experiência Entretenimento: www.experienciaentretenimento.com.br

Informações e contato: sac@momentocrianca.com.br – 21 96845-1556

Para envio de conteúdos gravados por artistas (espetáculos teatrais e contações de histórias) – artistas@momentocrianca.com.br

1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro está com as inscrições abertas para artistas de todo o país

Estão abertas as inscrições para o 1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro. Criado em comemoração aos 7 anos da Cia Banquete Cultural, o evento tem o objetivo de promover o desenvolvimento das artes cênicas no Brasil com o uso de novas tecnologias para exibição online, em tempo real e gravadas virtualmente. “O festival será realizado de forma totalmente virtual, objetivando promover a divulgação e a valorização dos espetáculos e artistas selecionados, bem como oferecer ao público uma forma gratuita e segura de entretenimento e cultura, conforme as orientações de isolamento social por conta da pandemia do COVID-19”, explica o diretor do evento, Jean Mendonça.

Totalmente gratuito, para participar o artista deve acessar a ficha de inscrição, até as 23h59 do dia 14 de junho, e preencher o formulário (aqui). Podem se inscrever artistas independentes e grupos de teatro, com espetáculos ou leituras dramatizadas, entre 30 e 60 minutos, nas categorias drama e comédia, sendo executados ao vivo e em tempo real, desde que não promovam aglomerações da equipe artística e técnica. De acordo com o diretor do evento, cada artista ou grupo pode inscrever até um espetáculo ou leitura dramatizada por categoria. A divulgação dos selecionados será realizada no dia 20 de junho, às 18h, em uma live que realizada na página da Cia Banquete Cultural no Facebook. Serão classificados oito trabalhos, sendo quatro em cada categoria, o primeiro colocado em cada categoria receberá uma premiação em dinheiro, no valor de R$ 600,00, e todos os classificados um certificado digital de participação. Mais informações podem ser adquiridas no regulamento do evento (acesse o link).

As apresentações dos selecionados para o 1º  Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro vão acontecer em dois momentos; primeiro será ao vivo e em tempo real, entre os dias 18 e 26 de julho, à noite nos finais de semana, por meio do aplicativo Zoom. E, a segunda etapa, que vai de 1º a 10 de agosto, será transmitida a gravação da primeira etapa pelo canal da Cia no Youtube, também à noite nos finais de semana. As duas apresentações premiadas ficarão disponíveis para o grande público no canal do YouTube da Cia Banquete Cultural, entre os dias 11 a 31 de agosto de 2020.

Comemoração dos 7 anos da Cia Banquete Cultural

Para comemorar 7 anos, a Cia Banquete Cultural apresenta nos dias 20 e 27 de junho e  4 e 11 de julho, às 19h, pelo seu canal de YouTube, seu primeiro espetáculo online em tempo real: Ata-me as mãos aos pés da cela. Com autoria e direção de Jean Mendonça, o espetáculo tem no elenco Rose Abdallah, Beth Grandi e Elton Lellis, supervisão de Silvana Stein, produção de Marcia Otto e direção de arte de Alexandra Arakawa. “Por ser o evento de abertura do festival, é recomendável que os inscritos e os selecionados assistam ao espetáculo na íntegra a fim de compreenderem o novo formato de teatro online em tempo real proposto pela Cia Banquete Cultural na sua pesquisa de novas formas do “fazer” teatral com o uso da tecnologia e das novas mídias”, ressalta Jean.

Sinopse da peça – No tempo-futuro do presente, Medeia adverte sobre sua real identidade e justifica suas ações do passado. No tempo-presente, há uma pandemia lá fora. Medeia realiza uma vídeo-chamada para Delegada. Entre delírios e lembranças, está prestes a fazer uma confissão. A Delegada, mais preocupada com o que se passa em sua delegacia, esforça-se para compreender os relatos de Medeia. Ata-me as mãos aos pés da cela é um experimento teatral online do mito de Medeia, encenado em tempo real. Tudo se passa através de imagens e sons captados pelos notebooks das duas protagonistas e do ator. Cada qual está em seu espaço físico, distante um do outro, conectados virtualmente. Os espectadores, como tal, veem tudo que se passa, sem interagirem”, explica o autor e diretor da peça, Jean Mendonça.

Ficha Técnica do evento

1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro
Promotora do evento:
Cia Banquete Cultural
Inscrição: de 17 de maio a 14 de junho de 2020 (link da ficha de inscrição)
Anúncio dos selecionados: 20 de junho de 2020 (facebook.com/banqueteculturalrj)
Realização do Evento: De 18 de julho a 10 de agosto de 2020, pelo aplicativo Zoom e pelo canal de YouTube da Cia Banquete Cultural de 11 a 31 de agosto.
Premiação: 10 de agosto de 2020
Mais informações do evento: banqueteculturalproducoes@gmail.com
Assessoria de Imprensa: Sevilha Comunicação – assessoria@sevilhacomunicacao.com.br

Ficha Técnica peça Online

Ata-me as mãos aos pés da cela
Apresentação:
20 e 27 de junho e 04 e 11 de julho, às 19h
Local: Canal do Youtube da Cia Banquete Cultural
Elenco: Beth Grandi, Elton Lellis e Rose Abdallah
Autor e Diretor: Jean Mendonça
Supervisão Cênica: Silvana Stein
Direção de Arte: Alexandra Arakawa
Trilha Sonora Original: Betto Marque e Paula Pardón
Produção executiva: Marcia Otto
Realização: Cia Banquete Cultural

Wolf Maya fala em live no Instgram sobre O tor no Isolamento

A Escola de Atores Wolf Maya promove hoje, dia 23 de maio, uma live com o ator e diretor Wolf Maya, fundador e diretor da instituição. Com o tema “O Ator no Isolamento”, a live tem início às 17h30 no Instagram – @escolawolfmaya.

Experiente não apenas como ator e diretor, como também no trabalho de formação de atores, o artista vai abordar importantes aspectos que os atores devem considerar nesse momento em que o país está em quarentena, devido à pandemia do Coronavírus, quando a arte não pode ser manifestada em sua forma original.

Wolf Maya é premiado e reconhecido mundialmente por sua trajetória na dramaturgia brasileira, tendo destaque como diretor em produções da Rede Globo. Iniciou a carreira como ator na década de 1970, participando de diversas peças teatrais e estreando na televisão. Na década seguinte, dedicou-se também à direção de novelas e produções de teatro, encenando espetáculos musicais de forma precursora no Brasil. É criador, presidente e professor da Escola de Atores Wolf Maya.

http://wolfmaya.com.br/live-com-wolf-maya-o-ator-no-isolamento/

Claudia Mauro é a primeira convidada do Teatro Cesgranrio para live de aniversário

Se você não vai ao teatro, o teatro vai até você!! O Teatro Cesgranrio entende a importância do isolamento social, mas não poderia deixar de comemorar seus quatro anos de sucesso. E dessa vez, a festa será on-line. Durante o mês de maio, serão exibidas quatro lives, no instagram do @centroculturalcesgranrio, com artistas que passaram pelo palco do teatro e fizeram história na casa. Na estreia, próxima terça, (05), às 20h, a atriz Claudia Mauro contará suas experiências no teatro e na vida e responder as dúvidas dos seguidores presentes na live. Também haverá uma performance musical do ator e cantor Edmundo Victor, que participou da 2º Oficina de Teatro Musical Cesgranrio. O bate-papo será semanal e comandado por Marcus Brandão, administrador do Teatro.

Sobre Claudia Mauro:

Cláudia Mauro estreou no teatro profissional em 1981.Passou pelo Tablado e CAL, no Rio de Janeiro e cursou Letras na PUC/RJ. Também fez cursos de dança em Londres em 1986 e 1987. Dançou no Brasil com Carlota Portella, Renato Vieira, Marly Tavares e Lennie Dale.

 

No teatro, Splish Splash, musical de sucesso nos anos 1988/89, no premiado Salve Amizade, de Flávio Marinho, Bodas de Papel, de Maria Adelaide Amaral, Caixa Dois, de Juca de Oliveira com direção de Fauzi Arapi, Nada de Pânico (Noises Off), tradução e adaptação de José Almino com direção de Enrique Diaz, Marco Nanini e Guel Arraes, A Flor do meu Bem-Querer, de Juca de Oliveira, dirigido por Naum Alves de Souza e OFF, de Manoel Carlos. Ainda no teatro trabalhou com Bibi Ferreira em DNA, nossa Comédia e José Possi Neto em O Baile. Em 1990 participou da Oficina de atores da TV Globo. Em seguida foi convidada para o humorístico A Escolinha do Professor Raimundo, com a personagem D. Capitu, entre 1991/1994. Atuou em várias novelas e programas na Rede Globo, e em Estrela de Fogo, na Record.

 

Seu primeiro texto foi – Cabaret Melinda -, em que também atuou, seu trabalho mais recente é a peça “A Vida Passou Por Aqui” onde assina o texto, no qual ganhou o prêmio de melhor texto nacional, inédito, no ano de 2017; foi indicada ao Cesgranrio e ao APTR nas categorias melhor atriz e melhor texto e ao Botequim Cultural na categoria melhor texto, ganhou o APTR de melhor autora.

Produtora inova ao criar oficinas de artes on-line gratuitas para crianças e jovens carentes

Fazendo da crise uma oportunidade de se reinventar no campo da produção e gestão cultural, a Produtora Constelar, com mais de 80 prêmios teatrais, criou um formato inovador de conteúdos digitais. Responsável pela programação do Teatro PetroRio das Artes, na Gávea, suspensa por conta da pandemia, a empresa comandada por Tatiana Trinxet se comprometeu a não paralisar sua frente de maior impacto social: as oficinas gratuitas de artes cênicas. Um dos pilares do Festival Arte Por Toda Parte, que promove a democratização no acesso e do protagonismo cultural, essas oficinas oferecem aulas a 120 crianças e adolescentes de comunidades da região, realizadas até 2019 no palco do teatro, que leva o naming rights da PetroRio, uma das maiores empresas independentes de produção de óleo e gás natural do Brasil, patrocinadora do projeto. Frente ao cenário de isolamento social e ciente do papel transformador da arte na vida das pessoas, principalmente dos mais carentes, a gestora resolveu apostar 100% no digital e contratou novos profissionais especializados em plataformas e redes sociais, para levar cultura e educação de qualidade não só para os inscritos nas oficinas de 2020, como para qualquer outro jovem interessado.

Assim nasceu o canal “Produtora Constelar”, no YouTube, que lança a playlist “Oficina Teatro Online”. A cada semana, duas de um total de 24 videoaulas serão liberadas nos próximos três meses, sendo a primeira delas, às 11h, para alunos entre 8 e 11 anos, comandada pelo professor Zé Helou, e a segunda às 11h30, para a faixa dos 12 aos 16 anos, com a professora Viviana Rocha. Quem estiver inscrito nas turmas terá poderá interagir diretamente com os professores através dos comentários, durante 45 minutos. Os conteúdos envolvem jogos, improvisação, criação de máscaras gregas, entre outros. Aqueles que não tenham conseguido vaga nas oficinas deste ano terão acesso ao mesmo conteúdo, porém como espectador, expandindo assim o alcance do projeto de arte-educação.

Pais, alunos, mestres e produção estão reunidos em grupos de Whatsapp para a circulação de informativos sobre a oficina e o recebimento dos exercícios propostos na última videoaula.

Qualificação Cultural On-line Gratuita

Devido a pandemia do COVID-19,  inúmeros profissionais irão precisar de inovar nos seus produtos,  criar novos projetos  e fortalecer as ideias para resgatar o tempo perdido.

Visando contribuir com profissionais de todo Brasil,  a CAW produções que realiza projetos nas mais variadas linguagens artísticas já qualificou cerca de 800 profissionais desde o ano de 2010 e em 2020 vai oferecer 100 bolsas de estudos em Cursos Online  de Qualificação.
Vagas para:
Produção de Eventos
Produção de Arte e Cenografia para Vídeos
Produção de Fotografia de Moda
Curadoria de Exposição
Cada curso tem uma carga horária diferenciada e método próprio,  mesclando prática online individual e em grupo, construção de redes entre os profissionais, melhorando assim cada projeto.
Além dos Cursos, tem vaga também para Consultoria de Projetos Culturais.
” É fundamental mantermos atualizados e inovar nossas habilidades para gerar novas ideias e projetos com objetivos alcançáveis, já na pandemia, temos que fortalecer o nosso conhecimento para superar quaisquer riscos do mercado”, ressalta a Coordenação de Ju Yao.
Para se inscrever basta solicitar a ficha de inscrição e o regulamento pelo e-mail:
Os Cursos terão início em Junho e podem participar pessoas acima de 18 anos de todo Brasil até dia 10 de Maio de 2020.
Foto: CAW

Está no ar o clipe do espetáculo Maria Madalena/s de Dinah Perry

O clipe do espetáculo Maria Madalena/s, com direção e texto de Dinah Perry, está disponível no youtube, https://youtu.be/_7wSXiVf20c A direção do vídeo foi de William Mazzar, gravado no Espaço Capital 35. No elenco, Ana Carolina Barreto, Atila Freire e Josefina Padilla. O roteiro musical é de Rodolfo Schwenger ao piano.

 

Sinopse: A trama baseia-se no mito religioso de Maria Madalena onde há tirania, centralização de poder, coação de pessoas, tentativa de extermínio e de desmanche social. Os sentimentos são ódio, inveja, descaso e raiva.

O conjunto dos espetáculos de Dinah Perry resultará também em um livro com sua técnica em arte cênica e movimento, que será lançado pela internet.

 

Ficha técnica:

Espetáculo/Gravação do Clip: Maria Madalena/s

Elenco / Ana Carolina Barreto/Atila Freire/Josefina Padilla

Rodolfo Schwenger/arranjos/roteiro musical/instrumentista (piano)

Jorge Garcia / Plano de Luz

William Mazzar/Filmagem

Thiago Sampaio/Edição

Patrícia Alessandri/arte e digitação

Ricardo Liberal/correção e digitação/livro

Arnaldo Torres/fotos

Direção e Texto autoral / Dinah Perry

 

Link do clipe: https://youtu.be/_7wSXiVf20c

Espetáculo “Lilás – Um Musical em Tons Reais” segue com ensaios on-line

Mesmo nesse período de distanciamento social a MP Produção Cultural mantém os ensaios on-line do espetáculo ‘Lilás – Um Musical em Tons Reais’, com músicas do Djavan. Os ensaios acontecem de segunda, quarta e sextas-feiras, por meio de plataformas de vídeo-chamadas.

 

“Lilás – Um Musical em Tons Reais” traz ao palco os atores Ligia Paula Machado e Luiz Araújo como o casal Liz e Miguel, o musical tem texto de Francisca Braga, direção geral de Kleber Montanheiro, direção de produção de Ligia Paula Machado, e direção musical de João Pardal e os músicos tocarão ao vivo no palco. O musical terá arranjos originais para quinze canções de Djavan.

 

O objetivo desses ensaios é manter o espetáculo fresco, para que, uma vez que retomados os ensaios presenciais, não tenha sido esquecido o primeiro mês de ensaio, no qual foi desenvolvido a base de cada personagem, a orquestração do espetáculo, e as coreografias.

 

Os ensaios de cena, acontecem com passagens de texto, seguidos de discussões sobre a cena, e sua curva dramática, para entender mais profundamente seus personagens. Também são utilizadas as gravações dos ensaios presenciais para dar suporte, principalmente nos ensaios de dança, para relembrar as coreografias, e nos ensaios vocais, com as músicas, usa-se o instrumental da banda. 

 

“Em um momento onde todos nós estamos vivendo situações diferentes, é preciso se adaptar. O ensaio on-line está sendo muito enriquecedor e importante para não parar o que já havíamos criado nos ensaios anteriores. Conseguimos fazer muitas reflexões, principalmente em relação ao Miguel e sua postura perante a tudo que o cerca e todos os acontecimentos deste momento tão delicado que estamos vivendo, onde estamos isolados e percebendo o quanto precisamos ser solidários pois não estamos sozinhos” comenta Luiz.

 

O tempo também tem sido utilizado para pesquisa dos personagens, buscando inspirações em filmes, e textos que tratam de assuntos semelhantes aos do espetáculo, enriquecendo a percepção desses personagens.


“Precisamos intensificar a atenção, a concentração, olhar para o parceiro e imaginar o movimento cênico agregado ao que estamos interpretando. Nos sentimentos presos a tela, sem movimento, o que nos trava um pouco, mas ao mesmo tempo para a minha personagem é um baita de um laboratório. Quando você está “olho no olho” sem nenhuma válvula de escape, não tem como se apoiar em outra coisa que não seja a interpretação. Estou gostando da experiência. Acredito que quando nos encontrarmos “ao vivo” para os ensaios, tudo será feito com um prazer de realização e concretização tão intensos que marcará nossas trajetórias como artistas”, conta Ligia.

 

O espetáculo aborda temas primordiais para o coletivo como inclusão de pessoas com mobilidade reduzida, alienação da sociedade, depressão e drogas. Narrando a história da bailarina Liz que trabalha em uma ONG e dedica sua vida a tirar crianças das ruas. Seu namorado, o artista plástico Miguel acredita que sua parceira se expõe demais em seu trabalho, envolvendo-se em situações perigosas. Apaixonados, a vida do casal de artistas transcorre normalmente até que algo inesperado acontece mudando radicalmente este cenário de amor e leveza. Neste novo panorama, Liz e Miguel terão que reconstruir suas vidas. Uma história verdadeira de amor, força e delicadeza que emociona e inspira. Músicas como “Lilás”, “Um amor puro”, “Samurai” e “Oceano” auxiliam no enredo deste romance.

 

Mais informações sobre a estreia serão divulgadas em breve.

 

Ficha técnica:

Autor: Francisca Braga

Diretor: Kleber Montanheiro

Diretor Musical e Arranjos: João Pardal

Elenco: Ligia Paula Machado e Luiz Araújo

Cenário e Iluminação: Kleber Montanheiro

Figurino: Francisca Braga

Coreografias: Alberto Goya e Ligia Paula Machado

Assistente de Produção: Tiago Queiróz e Biah Carfig

Designer de Som: Bruno dos Reis

Músicos: João Pardal (guitarra), Jonatan Motta (Violino), Ian Gonçalves (Piano)

Técnicos de Palco: Gustavo Veiga

Camareira: Rose Mattos

Designer Gráfico: Fellipe Guadanuci

Fotos: Caio Gallucci

Advogado: Marcos Zotovici

Assessoria Contábil: Adriana Rossi

Assessoria de Imprensa: May Calixto por Unicórnio Assessoria

Estagiários (assistência de produção): Giovanna Leão e Janaína Vale.

Direção de Produção: Ligia Paula Machado

Produção: MP Produção Cultural

 

 

Sobre a MP Produção Cultural

 

Fundada em 2009 é dirigida pela atriz e diretora Ligia Paula Machado e tem como sócia a empresária e escritora Francisca Braga. Em 2009 produziu o espetáculo O PRIMO BASÍLIO – O MUSICAL, patrocinado pelo Banco Bradesco, indicado ao Prêmio Contigo! como melhor espetáculo musical nacional e rendeu 3 temporadas em SP e RJ. Em 2011 a produtora alcançou 13 cidades de São Paulo com a montagem de “Eu sei que vou te amar” de Arnaldo Jabor e direção de Ewerton de Castro. Em 2014 e 2015 foi a vez da produção “Lisbela e o Prisioneiro, um Musical Circense” realizado no em São Paulo no Shopping Frei Caneca, no Rio de Janeiro no Theatro Net Rio e em mais cinco cidades. Em 2016 foi a vez de “BLINK”, de Phil Porter que rendeu duas temporadas e indicação ao prêmio Aplauso Brasil. Também nos anos de 2016 e 2017 a produtora realizou a montagem de “Hoje é dia de Maria – Musical” em São Paulo (capital) e temporada popular nos teatros da prefeitura de SP, rendendo o prêmio Cetip, ao receber uma cadeira no teatro com dedicatória ao espetáculo e à protagonista.

 

Sobre a Equipe Criativa e Elenco

 

Kleber Montanheiro (Cleber Paulo Montanheiro) – Ator, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador. Destaca-se na criação de cenário, figurino e luz do espetáculo Misery, com Marisa Orth e Luis Gustavo; Cada um com seus ‘pobrema’, de Marcelo Médici; Ganhou duas vezes o prêmio APCA – Melhor Direção (2008 e 2012), recebeu o prêmio FEMSA 2009 por melhor diretor, em 2012 como Melhor Cenário e Figurino e em 2013 melhor Iluminação; indicado ao prêmio CPT 2012 pela direção de Cabeça de Papelão. Tem em seu currículo mais de 20 espetáculos dirigidos, além das assinaturas em criação de cenários e figurinos.

 

Ligia Paula Machado – atriz, cantora, bailarina clássica e diretora da MP Produção Cultural. Iniciou sua carreira em 2005, quando estreou como atriz o Musical “Avoar”, de Vladimir Capella no teatro Imprensa e após o Musical “A Flauta Mágica” com Direção de Roberto Lage. Em 2007 começou a produzir seus próprios espetáculos, nos quais também trabalhava como atriz, dentre eles: “A Noite dos Assassinos”, de José Triana; “Quando as máquinas param”, de Plinio Marcos; “Entre Quatro paredes”, de Jean Paul Sartre. Em 2009, com a abertura da empresa desenvolveu projetos com leis de incentivo dentre eles: “O Primo Basilio Musical”; “Lisbela e o Prisioneiro Musical”; “Blink, Phil Porter”, “Hoje é dia de Maria, Musical”.

 

Francisca Braga (Shirlei Machado Pires) – Formada em Letras, Pedagogia e Especialista em Literatura Brasileira, utiliza sua formação para exercer a profissão de escritora e roteirista nas adaptações teatrais e musicais da MP Produção Cultural, além da função de produtora associada.

 

João Pardal (João Paulo Machado Pardal) – Guitarrista e violonista, bacharel em música pelo Conservatório Musical Souza Lima. Atualmente prepara o seu mestrado em composição na unicamp como aluno especial. Foi integrante da JAZZ BIG BAND DE SÃO VICENTE e atualmente produz seu trabalho autoral: JOÃO PARDAL GROUP (Proac/SP) e JOÃO PARDAL TRIO. Desde 2009 atua como músico em espetáculos como: “O PRIMO BASÍLIO- O MUSICAL”, “LISBELA E O PRISIONEIRO – O MUSICAL” e “HOJE É DIA DE MARIA- O MUSICAL”. Realizou a função de DIRETOR MUSICAL na peça “A VALSA n° 6” de Nelson Rodrigues. João Pardal Toca com o apoio da ROLAND/ BOSS Brasil.

 

Luiz Araújo – ator, cantor, locutor, apresentador, mestre de cerimônias e coach de ator, formado pela EAD/USP. Na publicidade e internet, tem sido voz e imagem de grandes marcas e produtos. Tem mais de 20 espetáculos teatrais musicais no currículo, como “Dois Filhos de Francisco”, “Hoje é dia de Maria”, “Alegria Alegria”, “Lisbela e o Prisioneiro”, “Zorro”, “O Primo Basílio”, “Rapsódia dos Divinos”, “Grease”, entre outros. Esteve em séries e novelas nas emissoras TV Globo, SBT, Tv Cultura e Canal Brasil. Faz parte prestigiado time de locutores Clube da Voz.

Assista à íntegra do espetáculo “Viagem ao Centro da Terra”

Enquanto aguardam passar a crise de saúde, por conta do novo Coronavírus, os atores Ricardo Rodrigues e Bruno Rudolf, da Cia Solas de Vento, que teve adiada a estreia da temporada de sua nova peça, 20.000 Léguas Submarinas no Teatro do CCBB, convidam para assistir na íntegra seu espetáculo Viagem ao Centro da Terra. Com direção do premiado Eric Nowinski, este projeto teve copatrocínio do Instituto Alfa de Cultura – Projeto Alfa Criança 2015.  O espetáculo é a segunda peça de uma trilogia criada em homenagem à obra de Júlio Verne (1828-1905).

Quando estrear, o espetáculo 20.000 Léguas Submarinas (o terceiro do grupo para público infantil) fechará a trilogia sobre a obra de Júlio Verne. O primeiro, A Volta ao Mundo em 80 Dias, dirigida por Carla Candiotto em 2011, tornou-se sucesso de público e crítica e ganhou os prêmios APCA e FEMSA nas categorias Melhor Ator (Bruno Rudolf) e Melhor Direção (Carla Candiotto).

Clique aqui – Viagem ao Centro da Terra https://youtu.be/QIvo9Qxe71U

Ficha Técnica:

Idealização: Cia. Solas De Vento. Criação: André Schulle, Bobby Baq, Bruno Rudolf, Eric Nowinski e Ricardo Rodrigues. Direção: Eric Nowinski. Dramaturgia: Bobby Baq (em colaboração com o diretor e o elenco). Elenco: André Schulle, Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues. Direção de Arte: Isabela Teles. Desenho De Luz: Roseli Marttinely e Eric Nowinski. Trilha Original: André Vac. Cenografia: Cia. Solas De Vento e Luana Alves. Figurinos: Isabela Teles. Objetos de Cena : Nonon Creaturas. Eletrônica de Adereços: Marcel Alani Gilber. Preparação Vocal e Corporal: Beatriz Mentone. Fotos: Mariana Chama. Produção de Arte: Sandra Miyazawa. Realização: Cia Solas de Vento. Credito para as fotos: Mariana Chama. Espetáculo Infantil. Classificação: a partir de 4 anos. Duração: 70 minutos.

SINOPSE – Viagem ao Centro da Terra

 

O professor Otto Lidenbrock e seu sobrinho Axel, inspirados pelas descobertas do grande geólogo Arne Saknussem, iniciam uma viagem extraordinária para chegar ao Centro da Terra.  Com a ajuda de Hans, um inusitado guia islandês, eles adentram o planeta pela cratera de um vulcão. A aventura repleta de descobertas fantásticas é uma história de superação e coragem, uma viagem quase existencial, já que o mundo subterrâneo sempre foi pleno de mistérios para os homens. A adaptação do livro do escritor francês é contada por três atores que, para dar vida ao universo de Júlio Verne utilizam técnicas acrobáticas, teatro físico, manipulação de objetos e bonecos. A combinação desses elementos visuais convida o público a desbravar um mundo intraterrestre repleto de perigos, emoções e aventura.

A encenação conta também com o uso de recursos de vídeoprojeção ao vivo para captar e projetar no fundo do palco formas e ações criadas pelos atores e por autômatos que compõem os cenários dessa aventura. As câmeras são posicionadas para revelar imagens inusitadas e trazer uma dimensão fantástica aos episódios da história. A adaptação do livro do escritor francês é contada por três atores que, para dar vida ao universo de Júlio Verne utilizam técnicas acrobáticas, teatro físico, manipulação de objetos e bonecos. A combinação desses elementos visuais convida o público a desbravar um mundo intraterrestre repleto de perigos, emoções e aventura.  A encenação conta também com o uso de recursos de vídeoprojeção ao vivo para captar e projetar no fundo do palco formas e ações criadas pelos atores e por autômatos que compõem os cenários dessa aventura. As câmeras são posicionadas para revelar imagens inusitadas e trazer uma dimensão fantástica aos episódios da história.

CIA. SOLAS DE VENTO

A Cia Solas de Vento nasceu em 2007 na cidade de São Paulo, da parceria entre o brasileiro Ricardo Rodrigues e o francês Bruno Rudolf. Desde então a dupla pesquisa em suas criações, a integração de diversas formas de expressão como a dança contemporânea, o teatro gestual, as técnicas circenses e o uso de recursos de vídeo ao vivo. O tema VIAGEM é recorrente nas criações da Cia, que hoje possui em seu repertório 06 Espetáculos e 11 Números Circenses.

ERIC NOWINSKI

Eric Nowinski é ator, diretor, professor e iluminador. Iniciou no Teatro sob orientação de Célia Helena, no início dos anos 80. Em sua formação, teve a oportunidade de trabalharcom Antunes Filho, Fauzi Arap e José Celso Martinez Corrêa, entre outros. Integrou diversos coletivos importantes da cena paulista, como o Grupo Tapa, Teatro Vento forte e Companhia do Feijão.  É também consultor artístico e iluminador do grupo As Meninas do Conto, para o qual co-dirigiu com Simone Grande o espetáculo Bruxas, bruxas e mais bruxas. Estreou em setembro de 2012 o espetáculo A Linha Mágica, primeira produção da Fabulosa Companhia de Teatro de Histórias, pelo qual recebeu o premio da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de melhor direção em Teatro infantil.

O destaque do canal da Palavra Z Produções Culturais essa semana será o Bando de Palhaços que completa 10 anos em 2020

Para contribuir com a campanha oficial de combate ao Covid-19, a Palavra Z Produções Culturais já disponibilizou mais de 20 (vinte) atividades entre elas, música, ópera, exposição, espetáculos infantis e adultos.

A ação intitulada TEATRO ONLINE, já conta com mais de 70 mil visualizações, alcançando uma média de 140 mil espectadores, em todo o Brasil, ao longo das mais de 20 mil horas de exibição. Essa semana, o projeto inicia na quinta-feira e inclui novos gêneros como contação de histórias para crianças e bebês.

Bruno Mariozz, diretor da Palavra Z, convida a todas e a todos, “espalhem esta ideia, vamos ficar em casa, nos protegendo, e também estimulando a proteção de quem nós amamos”, e aposta, “viva a arte que ajuda a curar”.

Para mais informações e detalhes de como assistir aos espetáculos, acesse www.palavraz.com.br

Programação de 17 a 19 de abril

*SEXTA* – Dia 17 de abril de 2020

_Para Família_

*Rio do Samba ao Funk*, produção Pagu Produções Culturais e realização Bando de Palhaços

Disponível de 10h às 17h

O espetáculo é um cortejo cênico musical que celebra a música e a cultura carioca a partir do olhar irreverente do palhaço, partindo do primeiro samba gravado da história da música nacional, “Pelo telefone”, e chegando às “Batalhas de passinho” do funk contemporâneo. O espetáculo é dirigido pelo premiado diretor paulista Fernando Escrich. Foi contemplado pelo Prêmio Fomento Cidade Olímpica para a sua montagem em maio de 2016 e, desde então, vem sendo constantemente apresentado. Já se apresentou no Circuito Sesc de Artes (São Paulo), no Meu Primeiro Festival (Rio de Janeiro), em diversas praças da cidade, entre outros.Com um repertório que inclui desde sambas clássicos, como “A voz do morro”, de Zé Ketti, a sucessos inesquecíveis do funk, como “Rap da Felicidade”, de MC Bob Run, “Rio do Samba ao Funk” é fruto de uma extensa pesquisa histórica realizada pelo Bando de Palhaços e faz um resgate cronológico do caminho percorrido pelos dois gêneros musicais de maior importância para a cultura carioca, desde os seus surgimentos até os dias de hoje.

Direção: Fernando Escrich
Direção musical: Fernando Escrich
Elenco: Ana Carolina Sauwen (Palhaça Lola);
Camila Nhary (Palhaça Catarina);
Mariana Fausto (Palhaça Maricota);
Matheus Lima (Palhaço Arlindo Ovelha);
Pablo Aguilar (Palhaço Tubias);
Tiago Quites (Palhaço Custódio)
Figurino e Adereços: Carla Ferraz
Projeto gráfico: Thaís Gallart
Fotografia: Helena Marques e Renato Mangolin
Assessoria de Imprensa: Aquela que Divulga
Direção de Produção: Tiago Quites
Produção Executiva: Pagu Produções Culturais
Realização: Bando de Palhaços

_Adulto_

*PAIS E FILHOS* texto e direção de Vinícius Piedade

Disponível das 18h às 00h

Um artista plástico recebe a visita inesperada de seu pai advogado em seu atelier e ambos tentam ensaiar o melhor modo de efetuar esse reencontro numa espécie de ensaio teatral sobre as próprias vidas ficando na linha tênue entre personagens e atores, ficção e realidade.

Texto e direção: Vinícius Piedade

com Evas Carretero e Roberto Borenstein

*SÁBADO* – Dia 18 de abril de 2020

_Infantil_

*O Jogo*, produção Pagu Produções Culturais e realização Bando de Palhaços

Disponível de 10h as 17h

é uma viagem pelo mundo dos esportes. Uma emocionante e divertida partida em que muito mais importante do que ganhar ou perder é o prazer de jogar. Na plateia, pais e filhos se envolvem com as mais variadas modalidades esportivas enquanto assistem às inúmeras aventuras vividas pelo Bando de Palhaços.
Direção: Bando de Palhaços
Concepção, dramaturgia e atuação: Ana Carolina Sauwen,
Matheus Lima, Tiago Quites
Direção musical: Zé Luiz Rinaldi
Figurino: Bruno Perlatto
Adereços: Tuca
Cenário: Dodô Giovanetti
Iluminação: Anderson Ratto
Direção de movimento: Bando de Palhaço e João Ferreira
Assistente de figurino: Alessandra Almeida
Costureira: Angela Sardinha
Programação visual e ilustrações: Diogo Monteiro
Assessoria de imprensa: Aquela que Divulga
Conteúdo digital e campanha de captação : Ana Righi
Fotos: Helena Marques e Marcelas Rimes
Operação de som: Daniel Mazza
Operação de luz: Julia Faria
Produção: Pagu Produções Culturais
Realização: Bando de Palhaços

_Adulto_

*BIRD*, de Coletivo ERRANTE – direção e dramaturgia: Livs Ataíde

Disponível das 18h às 00h

Uma família janta, reunida. Os abismos que os separam residem na pouca escuta. Maria Elisa revela para sua mãe que é um homem. Dia seguinte: uma barba toma conta de seu rosto. Assim, a cada novo dia, seu corpo acorda de uma nova maneira. Mas não é permitido renascer todo dia. A família entra em colapso. A mídia invade, expondo de maneira cruel a situação. Tudo desaba. Por fim, crescem asas em Maria Elisa. Seu corpo já é pássaro. Resta o voo.

*DOMINGO* – Dia 19 de abril de 2020

_Infantil_

 *Sobre Narizes & Jalecos*, do Bando de Palhaços

Disponível das 10h às 17h

Um espetáculo que aborda temas relacionados à saúde de forma nunca vista! Contando com a colaboração preciosa de uma guitarra ao vivo, microfones, muitas plumas e paetês, a Banda do Bando de Palhaços faz diversos números musicais (e outros nem tanto) que tratam de temas como exames médicos, remédios e até um parto, realizado de forma nada convencional.

Criação: Bando de Palhaços
Supervisão de cena: Matheus Lima
Cenário /Figurino: Bando de Palhaços
Iluminação: Tiago Quites e Pablo Aguilar
Elenco: Ana Carolina Sauwen (Neca de Pitibiriba), Camila
Nhary (Catarina), Filipe Codeço (Batatinha), Mariana
Fausto (Maricota), Matheus Lima (Arlindo Ovelha), Pablo
Aguilar (Tubias), Tiago Quites (Custódio).

_Adulto_

*Luas de Há Muito Sóis*, Cia Nina

Disponível das 18h às 00h

A peça faz uso de uma linguagem poética, mas não recitada, e máscaras, para abordar a mulher em um arquétipo triplo, moça, mulher e velha, metaforizado pelas fases da lua. Evelina, Flornela e Gilda: crescente, cheia e minguante. Filhas do viúvo Rosaldo, as três crescem isoladas do mundo como propriedades exclusivas do pai. Entretanto, tudo se desestrutura com a chegada de um jovem forasteiro. O conto se transforma na jornada de três velhas irmãs que viajam num espaço­tempo encantado à procura das portas do mundo, uma busca que empreendem por si mesmas e por um destino mais amoroso. “Três mulheres, três vultos de aves velhas, três agouros, três desejos, três irmãs juntas e desencontradas, o espetáculo é um mergulho, com final surpreendente, nas profundezas e imaginários fantásticos do universo feminino”, explica Moncho Rodriguez.

Direção: Moncho Rodriguez

Elenco: Marina Duarte, Natasha Falcão e Priscila Danny.

Shopping Metropolitano lança série sobre saúde mental nas redes sociais

O Shopping Metropolitano Barra lança esta semana mais uma ferramenta para contribuir para as pessoas em situação de isolamento social. A série ‘Saúde da Mente em Tempos de Pandemia’ reunirá pílulas informativas ao longo das próximas semanas, enquetes com dúvidas dos seguidores e um vídeo com especialistas explicando melhor sobre a importância de manter o bem-estar mental durante esse período, especialmente. O material será divulgado via redes sociais.

A iniciativa é da CCP Shoppings Centers em parceria com o Instituto Bem do Estar, negócio social sem fins lucrativos voltado à promoção da saúde da mente com o propósito de desafiar as pessoas a mudar o próprio comportamento em relação à saúde da mente. A organização colabora com a prevenção de doenças psicológicas e contribui para uma sociedade mais consciente e saudável. Os outros cinco shoppings da administradora também aderiram à ação.

A série é mais uma ferramenta do Shopping Metropolitano Barra para levar informação e entretenimento, buscando melhorar o dia a dia das pessoas em quarentena. Desde os primeiros dias de isolamento social, o empreendimento está exibindo um especial de atividades infantis, o Mundinho Kids Online. Há atividades exclusivas sendo lançadas todas as quintas e domingos. O projeto acaba de ser estendido até maio e também será apresentado nas redes sociais de outros shoppings da CCP, em Goiânia e em São Paulo. Para garantir que os tradicionais Ovos de Páscoa não fiquem de fora da confraternização dos clientes da região, também está promovendo a Páscoa Drive-Thru, em que os clientes estão podendo efetuar suas compras nas lojas de chocolates do shopping sem sair do carro. “Estamos realmente empenhados em levar aos lares um pouco dos momentos de alegria e conforto que nossos clientes geralmente têm dentro do nosso shopping. Agora é o momento de cada um fazer o que pode para promover um bem maior”, diz Eliza Santos, gerente de marketing do Shopping Metropolitano Barra.

FETAERJ promove Cena Curta em Casa – 1º Festival de Esquetes Online

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, promove uma edição inédita do Cena Curta em Casa – 1º Festival de Esquetes Online. O projeto foi criado em cogestão artística da Arena Carioca Abelardo Barbosa – Chacrinha em Cena, com produção do Ponto de Cultura da Fetaerj e Par Produções, e será lançada nesta quinta-feira (9). O Festival reunirá grupos e artistas em uma mostra competitiva totalmente online e gratuita. O objetivo do projeto é fomentar a criação artística neste período de isolamento social.

Abrindo mão do espaço cênico, os artistas poderão reinventar dentro de suas próprias casas e gravar sua cena com câmera de celular. Cada vídeo deve ter de 5 a 10 minutos, precisa ser gravado com imagem na horizontal com boa visibilidade e som audível.  Quanto melhor a qualidade do vídeo, melhor será a apreciação de seu conteúdo por parte da Comissão Julgadora. Para se inscrever, deverão postar os vídeos na plataforma “youtube” e enviar o link na ficha de inscrição. O resultado será divulgado ao vivo nas redes sociais da Arena Carioca Abelardo Barbosa.

O festival contará com duas premiações, um Júri Técnico, formado por profissionais de notório saber artístico e um Júri Popular, com votação aberta no site da Fetaerj. O primeiro lugar, pelo júri técnico, receberá um prêmio de R$1.500,00. O segundo e o terceiro receberão R$1.000 e R$500,00 respectivamente. Para o vencedor do Júri Popular, R$500,00. As inscrições são gratuitas e o edital pode ser conferido no site da Fetaerj (www.fetaerj.com).

Histórico

A primeira edição do Festival de Esquetes Fetaerj Em Cena aconteceu em 2001, na Lona Cultural Carlos Zéfiro / Rio de Janeiro. No ano seguinte, foi a vez do II Festival Nacional de Esquetes FETAERJ em Cena Curta, no Teatro Miguel Falabella, no Rio de Janeiro. A edição seguinte aconteceu em 2008, no município de Nova Iguaçu, no Teatro Silvio Monteiro.

Em 2014, a Fetaerj realizou durante sua ocupação artística no Teatro Armando Gonzaga, o 4º Fetaerj em Cena Curta. No mesmo ano, houve a 5º edição em uma parceria com a Fundação de Cultura de Macaé. O 6º Fetaerj em Cena Curta aconteceu em 2016, integrando o projeto Café em Cena, Residência Artística do Teatro Municipal Café Pequeno e, as duas últimas edições foram realizadas na Arena Carioca Abelardo Barbosa – Chacrinha, no projeto Chacrinha em Cena, ambos em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, uma em agosto de 2017 e a última, com o Prêmio Almério Belém, em Setembro de 2019.

Serviço
Cena Curta em Casa: 1º Festival de Esquetes Online.

Inscrições: de 09 a 17 de abril através do site www.fetaerj.com
Realização: de 20 a 27 de abril. Informações: fetaerj.cenacurta@gmail.com

Canal do Centro Cultural Cesgranrio disponibiliza o tradicional Auto da Paixão

Como não será possível encenar o tradicional Auto da Paixão de Cristo, que todo ano acontece no Centro do Rio de Janeiro, o Centro Cultural Cesgranrio irá disponibilizar o evento de 2019 em seu canal do Youtube, na Sexta-Feira da Paixão (10/04), a partir de 12h.

Em 2019, o Auto da Paixão de Cristo, um dos eventos mais esperados pelos cariocas, foi encenado na Lapa, por um jovem elenco de 35 atores/cantores, no dia 19 de abril de 2019. A montagem que emocionou o público presente foi realizada após a procissão do Senhor Morto. O espetáculo, gratuito, foi promovido pela Associação Cultural da Arquidiocese do Rio de Janeiro, com patrocínio da Fundação Cesgranrio e uniu músicas de cunho religioso e outras conhecidas de musicais famosos da Broadway, como “Godspell” e “Jesus Cristo Superstar”. Jesus Cristo foi interpretado por Leonardo Iglesias, o papel do Diabo ficou com o ator Jack Berraquero, a atriz Tamara Trindade interpretou Maria e Judas por Rai Valadão. A coordenação de produção e direção geral foi de Carlos Alberto Serpa.

“A iniciativa tem o objetivo de oferecer aos cariocas um momento de devoção e aproximação da fé cristã. Com este auto, convidamos os moradores do Rio de Janeiro a recordar e viver o real significado da vida de Cristo”, diz Carlos Alberto Serpa, presidente da Fundação Cesgranrio. Coordenação de produção e direção geral de Carlos Alberto Serpa.

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCPcZHlUa8uigtoGKhd_alQA

Karen Acioly disponibiliza trilogia de infantis de graça na Semana Santa

Para contribuir com a campanha oficial de combate ao Covid-19, a autora e diretora Karen Acioly, faz parceria com a Palavra Z Produções Culturais liberando a exibição de algumas obras infantis.

A AUTORA

KAREN ACIOLY formou-se em Comunicação Social na UFRJ em 1989 e se pós-graduou em Metodologia do Ensino Superior em 1997.

Foi a primeira pessoa a coordenar o Núcleo de Teatro infantil do Município do Rio de Janeiro (2001) e foi a fundadora e diretora artística do Centro de Referência Cultura Infância, no Teatro do Jockey (de 2003 a 2015), além de ser a idealizadora e diretora do Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens (FIL).

Escreveu mais de 30 peças de teatro e tem publicados 14 livros infantis. Começou a fazer teatro aos 7 anos de idade e em 1985 ganhou seu primeiro prêmio, o Troféu Mambembe, pela peça De repente no recreio, que escreveu e dirigiu. Conquistou, ainda, os mais importantes prêmios do setor, como Sharp, Coca-cola, Zilka Salaberry e Maria Clara Machado.

Várias peças de sua autoria foram contempladas com o prêmio máximo da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, o Lucia Benedetti.

A ação intitulada TEATRO ONLINE, já conta com mais de 60 mil visualizações, alcançando 100 mil espectadores, em todo o Brasil, ao longo das mais de 15 mil horas de exibição.

O objetivo desta iniciativa, que contou com o apoio de todas e todos os profissionais envolvidos nas produções, é levar arte, cultura, entretenimento, diversão e bem-estar às famílias neste período de confinamento em casa.

Bruno Mariozz, diretor da Palavra Z, convida a todas e a todos, “espalhem esta ideia, vamos ficar em casa, nos protegendo, e também estimulando a proteção de quem nós amamos”, e aposta, “viva a arte que ajuda a curar”.

Para mais informações e detalhes de como assistir aos espetáculos, acesse www.palavraz.com.br

Programação de 2 a 5 de abril

*DE QUINTA A DOMINGO* – De 9 a 12 de abril de 2020

_EXPO VIRTUAL_

*FaceGenerationS* de Karen Acioly

https://www.fil.art.br/expo-facegenerations

É uma experiência inédita que investiga novas experiências do que pode ser a arte – sob a ótica de adolescentes e jovens de 14 a 19 anos.

A curadora e diretora Karen Acioly convidou 26 adolescentes e jovens a pensarem de que maneira eles se veem respondendo aos acontecimentos do mundo e os instigou a imaginarem, a partir de seus próprios repertórios e referências, novas formas de expressão. Ou seja, novas possibilidades de ampliação deste diálogo entre eles e o entorno, através e por meio da arte. Essa foi a primeira – chamada entrevista – das três etapas vivenciadas pelos convidados deste trabalhoaventura.

O Artista

Em um segundo momento, o de sensibilização, os jovens foram convocados a se olharem, por meio de seus autorretratos. Foi-se sugerido então que, a partir da percepção que tiveram quando defrontados às suas próprias imagens, construíssem trabalhos que traduzissem, de maneira plástica e imagética, o que gostariam de dizer, munidos já dos sentimentos e das reflexões que os atravessaram desde o início da jornada FaceGenerationS.

A Obra

Na terceira etapa do projeto os trabalhos gerados são apresentados e compartilhados para que mostrem os caminhos percorridos por cada jovem na busca de sua própria resposta singular. Caminhos esses que, por serem tão diversos, criam um mosaico de possibilidades criativas surpreendentes que nos faz abrir os olhos para novas expressões e percepções do que é a arte para a nova geração. Afinal o que é uma obra de arte? Ela mora no ‘o que’ ou mora no ‘como’?  E o que é beleza? Essas perguntas, muito mais do que respostas absolutas e fechadas, pedem novas e novas perguntas, que realimentam novamente o processo de diálogo com o mundo.

Ao final de 1 ano, FaceGenerationS terá apresentado aos internautas 52 pílulas digitais compostas pela etapa de sensibilização e obras de arte através do olhar destes novos artistas. A arte como portal de acesso.

*SEXTA* – Dia 10 de abril de 2020

*FEDEGUNDA*,de Karen Acioly, produção Borogodó

Disponível de 10h Às 17h

Fedegunda tem como companheiros de jornada o mar, personagem poderoso e sábio conselheiro; o vento, que a impulsiona para a ação; o desejo, belo, sedutor, com grande poder de transformar; o tempo, anjo protetor que a prepara, alimenta e possibilita a superação. A peça traz a oportunidade de refletir a respeito dos desafios a que somos submetidos na tomada de consciência de nossas dificuldades e no enfrentamento e na superação delas, acionando nossos recursos internos.

*SÁBADO* – Dia 11 de abril de 2020

*Experiência Yellow*,de Karen Acioly e Ciro Acioli, produção Borogodó

Disponível das 10h às 17h

O que você faria se os Beatles invadissem o seu quarto? Paulo, um “Beatlemaníaco” apaixonado, cuja adolescência desabrocha em plena incomunicabilidade e inquietude, vai descobrir. Vai descobrir ainda quem ele é, o que quer e como quer estar no mundo.

A criativa ópera pop rock é narrada por um jovem apaixonado que entra em seu submarino amarelo para viver uma aventura e interpretar versões em português de Frank Papaterra para clássicos dos Beatles.

FICHA TÉCNICA

Duração: 55 minutos

Autoria: Karen Acioly e Ciro Acioli

Elenco: Ciro Acioli, Edgar Araújo, Julia Gorman, Pedro Sol e Victor Ribeiro

*DOMINGO* – Dia 12 de abril de 2020

 *Os Cabelos Arrepiados*, de Karen Acioly e Ciro Acioli, produção Borogodó

Disponível das 10h às 17h

É a história de 5 crianças insones que acreditam ter seus sonhos roubados. Suspense, amizade, medo e amor compõem o texto que brinca com as diversas formas de narrativas dramáticas do teatro.Que criança nunca ficou acordada de noite, encolhida na cama imaginando coisas horríveis? Quando o sono escapa, a mente é capaz de criar os mais assustadores pensamentos, e qualquer sombra ou barulho se transformam em ameaças terríveis. Cabelos arrepiados conta a história de crianças insones que enfrentam os perigos gerados pelos maus pensamentos e pelos sonhos ruins, brincando com a imaginação de forma surpreendente e bem-humorada. Com projeções e com música cantada e tocada ao vivo esperamos brincar com os medos divertindo as crianças e os adulto.

Autoria e direção: Karen Acioly
Elenco: Daíra Sabóia / Haline de Oliveira / Jonas Hammar/ Jules Vandystadt, Kiko do Valle e Tatiana Köhler

 

O Gigante Adamastor, da Cia O Grito, está disponível on-line

Enquanto aguarda passar a crise de saúde, por conta do novo Coronavírus, o grupo de teatro O Grito, que teve suspensa a temporada de seu premiado espetáculo O Gigante Adamastor, dirigida por Roberto Morettho, convida a criançada que está casa para assistir o espetáculo inspirado em Os Lusíadas. Assista neste linkhttps://youtu.be/hxexCLc2rHI

Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2018 de melhor iluminação(Robson Lima) e eleita uma das melhores de 2018 pelo Guia da Folha,a peça infantil é baseada no Canto V de Os Lusíadas, de Luiz Vaz de Camões.

A peça conta a história de Pedro e seu irmão caçula Zito, moradores de uma cidade praiana que recebe um circo misterioso. Com a chegada da trupe e o sumiço de Pedro, Zito terá de desvendar grandes mistérios e enfrentar seres mitológicos nesse circo mágico. Em cena, os atores trocam de personagens para contar a história de um gigante que cai de amores por uma delicada ninfa que o rejeita. O sofrimento do grandalhão faz com que ele sopre sobre o mar, gerando ondas enormes no cabo das tormentas onde navios acabam naufragando. A encenação, segundo o diretor Roberto Morettho, não é realista.

 

Os atores fazem às vezes de narradores, personagens e ainda manipulam bonecos. Os papeis também não são fixos e nem dependem dos gêneros dos intérpretes –  o ator Wilson Saraiva também interpreta mulheres e as atrizes JuniaMagi e Samira Pissinatto, homens. “A ideia de criar uma peça a partir do personagem do Gigante Adamastor, da obra de Camões, originalmente foi do Roberto Morettho (diretor) e dos artistas da companhia O Grito”, diz Heloisa Prieto, que assina o texto com os demais membros da cia.

Clique aqui para assistir – https://youtu.be/hxexCLc2rHI

“O Filho do Presidente” produzido especialmente para streaming

Enquanto o setor da cultura tenta responder à crise do novo coronavírus, estreia na próxima terça, dia 07, o solo em streaming O FILHO DO PRESIDENTE. Com o isolamento decretado, a diretora Natasha Corbelino e o ator e dramaturgo Ricardo Cabral transformaram o processo de criação. Agora, o espetáculo vai estrear nas redes, por videoconferência.

“A pesquisa é descobrir o que pode um corpo na tela”, explica a diretora. “A câmera do celular é um dispositivo de cena, não é o mesmo que teatro filmado.”

O solo conta a história de um homem em fuga. Depois de pegar o metrô no sentido errado, ele mata dois policiais, rouba um livro e agora precisa fugir. É o quarto espetáculo do TEATRO CAMINHO, grupo carioca que trabalha há sete anos com teatro e espaços não convencionais. “O virtual radicalizou nossa pesquisa espacial”, avalia Cabral. “É teatro, cinema, história, performance, live, tudo ao mesmo tempo.”

Antes da quarentena, “O filho do presidente” estrearia num circuito de casas e apartamentos no Rio e em São Paulo. A data da estreia foi mantida, mas agora serão seis dias de apresentação no Zoom, aplicativo de videochamadas que tem ganhado cada vez mais adeptos desde o início do isolamento. A ferramenta é gratuita e permite a realização de reuniões, cursos e aulas de ginástica para quem está em casa.

O figurino é de Tiago Ribeiro, indicado ao prêmio Shell e Cesgranrio deste ano pelos espetáculos “As comadres” e “Interior”.

Serviço – O FILHO DO PRESIDENTE
de 07 a 12 de abril
Terça a domingo, às 21h
Link da transmissão disponível no site teatrocaminho.com e no instagram @teatrocaminho
Tel: (21) 99106-2335
Colaboração consciente
Duração: 45 minutos
Classificação indicativa: 18 anos

FICHA TÉCNICA

Texto e performance: Ricardo Cabral
Direção: Natasha Corbelino
Figurino: Tiago Ribeiro
Realização: Teatro Caminho e Corbelino Cultural

Teatro Alfa dá dicas de espetáculos de dança para assistir do sofá durante a quarentena

INSTITUTO BRINCANTE

 

Coordenado pelo casal de artistas Antonio Nóbrega e Rosane Almeida, o instituto vem publicando uma série intitulada Danças Brasileiras, com mais de 20 vídeos. Originalmente lançado como documentário, sob direção de Belisário Franca, o material é resultado de uma expedição que Nóbrega e Rosane fizeram por diversos Estados para retratar tradições populares ligadas à música e à dança, como cavalo marinho, capoeira, maracatu rural, coco e frevo.

No canal  do youtube: https://www.youtube.com/user/Institutobrincanteof

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CONECTDANCE

 

Ana Francisca Ponzio, jornalista, crítica, curadora e produtora de eventos na área de dança, criou o site Conectdance, um canal de difusão da dança na internet, como expressão artística no mundo contemporâneo. Lá você encontra reportagem, entrevistas (em vídeo) com coreógrafos, bailarinos, diretores de companhias e as últimas notícias do mundo da dança.

Visite o site: https://conectdance.com.br/

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 GRUPO CORPO

A cada semana a companhia disponibiliza dois espetáculos na íntegra que estarão liberados gratuitamente no Vimeo.

Instruções:

Acesse vimeo.com/grupocorpo

Faça login.
Selecione um dos vídeos contemplados na promoção.
Clique em alugar (NÃO preencha dados de cartão de crédito).
Em “aplicar código promocional” digite
grupocorpo45anos

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 CIA DE DANÇA DEBORAH COLKER

 Durante o período de quarentena estarão disponíveis os vídeos dos espetáculos 4 por 4, CRUEL, TATYANA, BELLE e CÃO SEM PLUMAS.

Acesse: https://www.ciadeborahcolker.com.br/videos

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 SÃO  PAULO COMPANHIA DE DANÇA

 A companhia disponibiliza espetáculos na íntegra, como ‘O Lago dos Cisnes’ e também a série ‘Figuras da Dança‘ que conta a história da dança nacional através da história de expoentes da dança. O conteúdo está disponível na página da SPDC no Youtube:  https://www.youtube.com/user/AudiovisualSPCD

 Além disso, a companhia faz parte do programa Campanha #CulturaemCasa, em que a Secretaria de Cultura e Economia Criativa disponibiliza conteúdos completos online para estimular o público a seguir as orientações de combate à doença e incentivar o consumo de conteúdo cultural, com música, teatro, dança, museus, etc.

 A lista será atualizada diariamente com novos conteúdos.

Aproveite: www.cultura.sp.gov.br/culturaemcasa

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 CISNE NEGRO CIA DE DANÇA

 A Cisne Negro Cia. de Dança, lançou um cronograma repleto de atividades e inteirações em suas redes sociais com o intuito de aproximar ainda mais de seu público, via essas ferramentas, nesse momento singular que se vivência.

 A programação será inteiramente gratuitamente e oferecida – on-line – em suas redes sociais. Dentro desse escopo serão disponibilizadas aulas de Ballet clássico, Danças populares brasileiras, Yogae Condicionamento físico. Todas as aulas são ministradas pelo corpo artístico da companhia. Igualmente, serão promovidos bate-papos com o elenco, entrevistas com personagens emblemáticos da dança, depoimentos de diretores, coreógrafos que já criaram para a Cisne Negro, ex-integrantes e profissionais de saúde.

https://www.instagram.com/cisnenegrocia/

https://www.facebook.com/cisnenegrocia

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  BOLSHOI THEATER

 O teatro Bolshoi, da Rússia, começou a transmitir os seus famosos espetáculos do balé nesta sexta-feira (27). A companhia fechou as portas no dia 17 de março e liberou ao público suas apresentações ao longo de 195 anos de história. Entre elas, estão “O Lago dos Cisnes” “A Bela Adormecida”.

 As transmissões online do balé Bolshoi vão ao ar nos dias 28 de março, 01, 04, 07 e 10 de abril, às 13h no horário de Brasília. Cada dia, um espetáculo diferente. Para assistir, basta acessar o canal do YouTube do Teatro Bolshoi.

https://www.youtube.com/user/bolshoi

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 BÉJART BALLET LAUSANNE

 O Béjart Ballet Lausanne disponibilizará um espetáculo de seu repertório por semana, entre eles ‘A Flauta Mágica’. Veja a programação  no site: www.bejart.ch

#FiqueEmCasa: Produtora Movimento Carioca, do casal de atores Miriam Freeland e Roberto Bomtempo, disponibilizará obras de Teatro e Cinema pelo YouTube

A produtora cultural Movimento Carioca – dirigida pelo casal de atores Miriam Freeland e Roberto Bomtempo – aderiu ao movimento #FiqueEmCasa e disponibilizará gratuitamente, em seu canal do YouTube, diversas obras de Teatro e Cinema realizadas ao longo de seus 20 anos de atuação em filmes e peças de teatro na cidade do Rio de Janeiro. O primeiro conteúdo liberado será “Raul Fora-Da-Lei – A História de Raul Seixas”, monólogo musicado estrelado por Bomtempo, e dirigido por José Joffily.

Os lançamentos serão postados todo sábado, a partir de 28 de março, no canal da produtora no YouTube. Para acessar, clique: bit.ly/MovimentoCariocaYouTube

Ainda está previsto o premiado filme “Depois Daquele Baile”, com Lima Duarte, Marco Caruso, Irene Ravache e Ingrid Guimarães.  Vencedor dos prêmios de Melhor Filme no Festival de Cinema de Miami, Prêmio da Crítica no Festival de Nova York, Melhor Filme pelo Júri Popular no Festival de Tiradentes, entre outros.

Além de produções para a TV e o Cinema, Roberto Bomtempo e Miriam Freeland são grandes produtores do teatro carioca e a companhia criada pelo casal possui mais de dez espetáculos produzidos nos últimos 20 anos. Destes, alguns sucessos também estarão online.

– Como cidadãos e profissionais da Cultura, devemos nos unir no movimento #FiqueEmCasa. É preciso compartilhar opções de Entretenimento para quem está em casa fazendo a sua parte e ajudando na conscientização durante este momento tão difícil.  – afirma Roberto Bomtempo.

– É triste ver os teatros vazios e tantos espetáculos cancelados e adiados, inclusive obras nossas como “Diário de Pilar na Grécia”, que estrearia em março no Rio. Precisamos estar próximos do público de alguma forma e qualificar o trabalho de profissionais que movimenta uma cadeira econômica importante! Além do valor cultural, que num momento como esse tem demonstrado ainda mais sua relevância na vida de todos!– conclui Miriam Freeland.

Entre as obras teatrais, serão disponibilizados sucessos como “Plínio – A História de Plínio Marcos”, de Silvio Guindane e protagonizado por Roberto Bomtempo; “Casa de Bonecas”, versão do argentino Daniel Veronese e com Bomtempo, Miriam Freeland, Leandro Baumgratz, Ana Sant’Ana e Regina Sampaio; além de um dos maiores sucessos da companhia, “Tomo Suas Mãos nas Minhas” êxito de público e crítica, indicado aos prêmios Shell de Melhor Ator e Melhor Atriz (Miriam e Bomtempo), além de Cenário e Iluminação.

A Movimento Carioca vai incluir nessa jornada teatral  “Capitães da Areia”, montagem de 1992 que ficou dois anos em cartaz no Teatro Vanucci, estrelada pelos então estreantes Dira Paes, André Gonçalves, Pedro Vasconcelos, Jonas Torres, Victor Hugo, entre outros.

RAUL FORA-DA-LEI

A partir do dia 28 de março, sábado, os internautas poderão acessar a homenagem de Roberto Bomtempo ao cantor e compositor, “Raul Fora-Da-Lei – A História de Raul Seixas”, um “monólogo musicado”, como chama o ator, que vive o músico homenageado. O espetáculo já rodou o Brasil, passando por São Paulo (interior e capital), Belo Horizonte, Salvador, Maceió, Fortaleza, Porto Alegre, entre outras cidades e estados, e esteve em cartaz por mais de 20 anos.

Como um tributo ao músico Raul Seixas, “Raul Fora-da-Lei” conta com a participação da banda M-743 tocando ao vivo, sob direção musical de Igor Eça. “Gita”, “Cowboy Fora-da-Lei” e “Maluco Beleza” são algumas das canções apresentadas durante a peça, que tem roteiro assinado por Luiz Arthur Nunes, Roberto Bomtempo e José Joffily.

Acesse o canal da Movimento Carioca no YouTube: bit.ly/MovimentoCariocaYouTube

Programação TEATRO ONLINE, da Palavra Z

Contribuindo com a campanha oficial de combate ao Covid-19, a Palavra Z Produções Culturais disponibilizou no último final de semana 6 (seis) espetáculos, entre infantis e adultos gratuitamente online. O objetivo é contribuir com a conscientização da população sobre as medidas de prevenção necessárias, além de garantir a diversão, o entretenimento e o bem-estar das famílias, nesse período tão delicado em que precisarão ficar mais tempo em suas casas.

A ação intitulada TEATRO ONLINE, contou com 21 mil visualizações, média de 65 mil espectadores com mais de 5 mil horas de exibição. Essa semana a iniciativa começa na quarta-feira com música e ópera performática.

Segue abaixo a programação da segunda semana. O acesso é feito através do link disponibilizado no site da Palavra Z: www.palavraz.com.br

Programação de 26 a 29 de março

*QUARTA*

_MÚSICA_

*Gomalina Clube Canta Noel Rosa* de Cadu Pacheco, Renato Badeco e Rafael Tereso
Disponibilizado de 10h às 17h

O show homenageia a música popular brasileira, com o grande compositor da Música Popular Brasileira Noel Rosa que apesar de ter vivido apenas 26 anos, sendo sete deles dedicados a composição de mais de 250 canções, se figura como um dos mais importantes compositores de nosso país.  Noel era diferenciado, um cronista do cotidiano, que contava em suas canções um Brasil menino, recém republicano. De vida boêmia e desregrada, compôs com tanta veemência que ainda hoje há canções que são praticamente inéditas. Fundamentado nisso, o projeto busca, através de uma pesquisa minuciosa em sua obra, levar ao público essas relíquias desconhecidas, além dos eternos sambas já consagrados.

 O cantor do grupo, Renato Badeco, resume: “Noel foi um carioca de classe média que transitou por todo o Rio de Janeiro nas décadas de 20 e 30. Cantou as esquinas, os bares, os becos, as mulheres, a urbes, a política, o amor, o machismo, o carnaval, o morro, os cabarés e a morte… Noel suscitou um modo novo de compor, aliando melodias geniais à poemas muito bem elaborados”.

_ÓPERA PERFORMÁTICA_

*Na Boca do Cão* de Gabriela Geluda
Disponibilizado de 18h às 00h

É uma ópera solo contemporânea, que une música, dança e teatro. Fala do potencial da arte para transformar traumas profundos do ser humano a partir de uma história real, vivida na infância da soprano Gabriela Geluda, protagonista do espetáculo.

A música é a última obra composta por Sergio Roberto de Oliveira, o libreto é de Geraldo Carneiro, tem direção do Bruce Gomlevsky. Em cena a soprano/atriz Gabriela Geluda e os músicos solistas Ricardo Santoro (Violoncelo), Rodrigo Foti (Percussão) e Cristiano Alves/ Cesar Bonan (clarineta/clarone).

*QUINTA*

_MÚSICA_

*Mona canta Dalva* de Mona Vilardo e Filomancuzo
Disponibilizado de 10h às 17h

Mona canta Dalva estreou em 2017, no Teatro Maison de France, em comemoração ao centenário de Dalva de Oliveira. Depois seguiu pra o Teatro Dulcina, Teatro da UFF e Teatro Municipal de Niterói. Dentro do projeto tenho ainda o livro infanto juvenil “Dalva, minha vó e eu” e o espetáculo Mona canta Linda, pelo centenário de Linda Batista em 2019. Esse ano, fizemos o show Pré Carnaval das Rainhas do Rádio no Teatro Claro Net e Sala Nelson Pereira dos Santos.

_ÓPERA PERFORMÁTICA_

*Migrações* de Gabriela Geluda
Disponibilizado de 18h às 00h

Uma ópera performática que trata dos fluxos migratórios de milhões de pessoas de uma maneira poético-alegórica. Esses movimentos são motivo de fascínio e terror desde a mítica Tróia aos refugiados da Síria hoje e o desejo é de que se possa dar atenção permanente a essa questão.

Tem libreto de Geraldo Carneiro, direção de Duda Maia, música de Beto Villares e Armando Lôbo.  No elenco estão a soprano e atriz Gabriela Geluda, a bailarina e atriz Gabriela Luiz e o trio instrumental formado pelos solistas Cristiano Alves ( clarinete /clarone)  Rodrigo Foti ( Percussão) e Daniel da Silva ( violoncelo) além de meios eletroacústicos.

*SEXTA*

_Infantil_

*Patrícia Piolho* de Luiza Yabrudi e Karina Ramil
Disponibilizado de 10h às 17h

Após 5 anos, a peça infantil “Patrícia Piolho”, vencedora na categoria de Melhor Atriz do 9º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil (Karina Ramil), retorna nas mídias digitais, na próxima sexta feira, dia 27 de março, disponibilizado de 10h as 17h. A peça narra o drama de uma menina do interior que chega à cidade grande e busca aceitação na turma do novo colégio. Logo no primeiro dia de aula, em meio a esse desafio, ela conhece o inseto mais temido na infância, o piolho, motivo de bullyng, mas que, para sua surpresa, acaba sendo seu melhor amigo.

_Adulto_

*Carta de um Pirata* de Vinícius Piedade
Disponibilizado de 18h às 00h

Um pirata escreveu uma carta pra mãe há muito tempo, e o ator traz essa carta para o palco utilizando pra isso o essencial (corpo, voz, sensibilidade), de maneira a explorar todas as suas nuances, que vão do humor genuíno ao inconformismo radical, fazendo da peça uma Comédia Inconformada.

*SÁBADO*

_Infantil_

*A Pequena Vendedora de Fósforos* de Dayse Pozzato
Disponibilizado de 10h às 17h

A Pequena Vendedora de Fósforos é um dos textos mais populares de Andersen e pouco montado no Brasil. No exterior já recebeu diversas montagens tanto para crianças quanto para adultos. Estimulados por esse ineditismo e pelos temas abordados resolvemos trazer este texto para o publico infantil, que conta com a adaptação de Denise Crispun e direção de Lúcia Coelho, ambas com vasta experiência com o teatro infantil.
Esta é a história de uma menina que, para sobreviver, ajuda sua família, vendendo fósforos. Num dia frio, de uma noite de Natal, ela acende um dos palitos para aquecer seu corpo e quem sabe,também sua alma. Cada fósforo que acende faz com que ela se depare com a vida que nunca teve: brinquedos, uma bela refeição, a presença de uma família, até o último fósforo, que traz de volta o desejo de rever a sua querida avó, já falecida.

_Adulto Musical_

*A Lenda do Sabiá* de André Arteche
Disponibilizado de 18h às 00h

A montagem musical, A Lenda do Sabiá, que contou com a benção de Ariano Suassuna, apresenta a Cia Os Aborígenes de Teatro e seus dez atores músicos que, em rima, contam a lenda de Sabiá – sanfoneiro que é acusado injustamente por um crime e, em um vivaz realismo fantástico, volta à vida transfigurado em um homem pássaro.

O espetáculo, que tem suas raízes na literatura de Cordel, é uma comédia que fala sobre o Brasil e faz um tributo a romancistas que são referência ao retratarem o folclore e o regionalismo do país – Mário de Andrade e Ariano Suassuna, e seus personagens, como Macunaíma e João Grilo. Bem como o compositor Luiz Gonzaga, dentre muitos outros autores brasileiros.

*DOMINGO*

_Infantil_

*Marrom nem preto nem branco? * idealizada por Vilma Melo e  Pieterson Duderstadt
Texto Renata Mizrahi
Disponibilizado de 10h às 17h

Com 55 minutos de duração, a peça inspirada na menina Lorena de Melo Schaefer, conta a história de Linda, uma menina que não entende o conceito de raça, só de cor. Filha de pai alemão e mãe negra, ela se acha marrom. Após inúmeras situações que apontam as desigualdades, ela decide fugir em busca de sua identidade a procura de um lugar onde todos são iguais.

_Adulto_

*Um Ensaio Sobre Amaro* de Eduardo Rios
Disponibilizado de 18h às 00h

Um ensaio sobre Amaro é um ensaio sobre a tristeza, que se desenvolve no exato instante em que um ator que nega os seus próprios sentimentos se vê obrigado a reensaiar o seu personagem mais triste: Amaro. O ator e o personagem entram juntos em cena para travar um embate entre a melancolia e a euforia, a lealdade e o desapego, a aceitação e a necessidade de mudar. O ator, Eduardo Rios, usa como recursos principais um forte trabalho físico e um dinâmico tempo cômico para, sozinho, dar vida a um inquieto e filosófico dilema entre as facetas que habitam um mesmo ser. Brincando entre linguagens teatrais extremas, o espetáculo aposta na mescla entre dança, teatro de máscaras, manipulação de objetos, música e ilusionismo para convidar o público a uma conversa com a tristeza em tempos em que ela não é mais ouvida.

Então corram e espalhem! Vamos manter quem amamos em casa!
VIVA a arte que ajuda a curar. Todos contra #covid19!
Acesse o link por _www.palavraz.com.br_

 

Adulto
Um Ensaio Sobre Amaro de Eduardo Rios

Disponibilizado de 18h às 00h
Um ensaio sobre Amaro é um ensaio sobre a tristeza, que se desenvolve no exato instante em que um ator que nega os seus próprios sentimentos se vê obrigado a reensaiar o seu personagem mais triste: Amaro. O ator e o personagem entram juntos em cena para travar um embate entre a melancolia e a euforia, a lealdade e o desapego, a aceitação e a necessidade de mudar. O ator, Eduardo Rios, usa como recursos principais um forte trabalho físico e um dinâmico tempo cômico para, sozinho, dar vida a um inquieto e filosófico dilema entre as facetas que habitam um mesmo ser. Brincando entre linguagens teatrais extremas, o espetáculo aposta na mescla entre dança, teatro de máscaras, manipulação de objetos, música e ilusionismo para convidar o público a uma conversa com a tristeza em tempos em que ela não é mais ouvida.

Então corram e espalhem! Vamos manter quem amamos em casa!
VIVA a arte que ajuda a curar. Todos contra #covid19!
Acesse o link por www.palavraz.com.br

Premiado projeto Grandes Músicos para Pequenos ganha Canal no Youtube

O premiado projeto Grandes Músicos para Pequenos ganhou, nesta sexta-feira, Dia Nacional do Teatro para a Infância e Juventude, um canal no Youtube. Criada pela produtora Entre Entretenimento com o objetivo de levar para os palcos nomes importantes da cultura brasileira, a série conta hoje com cinco espetáculos teatrais: ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’, ‘O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças’, ‘Bituca – Milton Nascimento para Crianças’, ‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’ e ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’. O novo canal reúne cenas de todos os espetáculos do projeto e, em breve, vai ganhar conteúdo exclusivo, como músicas, karaokês e outros quadros (http://bit.ly/youtubegmpp).

“O canal é mais uma janela de interação com as famílias que acompanham o projeto. Neste primeiro momento, os trechos disponíveis são uma forma de levar o nosso repertório para dentro de casa, assim como as playlists do Spotify. Em breve, outros conteúdos serão incluídos no canal”, conta Diego Morais, diretor de todos os espetáculos do Grandes Músicos Para Pequenos.

Grandes Músicos para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Depois, vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ –  Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações – Bituca – Milton Nascimento para crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações – e Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações. O mais recente, Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças (2019), está concorrendo ao Prêmio CBTIJ 2019 nas categorias Melhor Ator (Rodrigo Salvadoretti) e Cenário (Clivia e José Cohen), além de Melhor espetáculo Infantil no Prêmio Musical Rio.

As cinco peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores. O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

“Incêndios” no Teatro Nair Bello

Com direção de Marco Antônio Pâmio, o espetáculo Incêndios estreia no dia 20 de março (sexta, às 21 horas) no Teatro Nair Bello, tendo no elenco atores da Turma M6B, formandos da Escola de Atores Wolf Maya.

A montagem é um estudo sobre a obra do libanês Wajdi Mouawad, radicado no Canadá, com tradução de Angela Leite Lopes. O enredo traz a história de resistência de uma mulher, imigrante árabe, em busca da sobrevivência e do conhecimento, a partir de suas últimas vontades endereçadas aos filhos gêmeos e, agora, órfãos.

O seu testamento, com a estranha exigência para que seu sepultamento não aconteça até que duas cartas sejam entregues, é o ponto de partida da peça sem qualquer limitação de tempo e espaço. Vai de um lugar a outro, de um espaço aberto a outro fechado, de um continente a outro, de uma cultura a outra, em cenas que vão e voltam ao longo de 50 anos e, às vezes, se interpenetram e se misturam. Torna-se também a história de uma jovem mulher que, recém-saída da infância, se afogou em sua vida real, carregando consigo um amor adolescente e uma criança no ventre. E também a história da obstinação de uma mulher por ler, escrever e pensar, a fim de dar sentido às coisas, tornando-se então a história de uma resistência.

O espetáculo Incêndios pode ser descrito como a história de histórias que procuram seus começos; de destinos que buscam suas origens para tentar resolver a equação de sua existência e encontrar, atrás da duna mais sombria, alguma fonte de beleza.

Sobre a peça, o autor escreveu: “Aquele que tenta descobrir sua origem é como um andarilho no meio do deserto, na esperança de encontrar, atrás de cada duna, uma cidade. Mas cada duna esconde outra, e a fuga não tem fim. Contar uma história implica escolher um início. E, para nós, o início talvez seja a morte dessa mulher que há muito tempo decidiu se calar e nunca mais disse nada. Essa mulher se chama Nawal”.

Nascido no Líbano, em 1968, Wajdi Mouawad mudou-se com a família para a França aos oito anos, diante da eclosão da guerra civil no país natal. Em 1983, imigrou definitivamente para Montreal, no Canadá, tornando-se uma das vozes mais potentes da nova dramaturgia franco-canadense. Seus textos, escritos originalmente em francês, transcendem as especificidades da língua e falam para todas as culturas e gerações, estimulando mentes e tocando corações. Trata-se de um autor com um domínio impressionante sobre os recursos dramáticos e épicos e, em Incêndios, ele reconquista a força que a tragédia teve na antiguidade clássica.

Ficha técnicaTexto: Wajdi Mouawad. Tradução: Angela Leite Lopes. Direção: Marco Antônio Pâmio. Direção de Movimento: Marco Aurélio Nunes. Preparação Vocal: Alessandra Krauss Zalaf. Figurino: Bárbara Maciel. Iluminação e operação de luz: Rodrigo Alves (Salsicha). Trilha sonora: Marco Antônio Pâmio, Elder Freitas, Thiago Heijde e Diego Guerrero. Assistência de direção: Dani Rombolli, Elder Freitas, Julia Riguez, Maria Clara Aquino e Philippe Wieser. Participação: Kaue Pereira. Assistência de figurino: Adriana Cabral e Thiago Heijde. Operação de som: Elder Freitas. Operação de vídeo: Julia Riquez. Produção executiva: Maristela Bueno. Produção: Rodrigo Trevisan e Renato Campagnoli. Fotografia: Rombolli Torres Photografia. Coordenação pedagógica: Josemir Kowalick. Coordenação geral: Hudson Glauber.

Elenco (Turma M6B): Ana Julia Barcelos, Ana Koretz, Bruna Witko, Claudia Ruocco, Diego Guerrero, Fabiana Caruso, Fernando Gonçalves, Felipe Braga, Gabriel Baldi, Guilherme Soares, Jô Pereira, Juliana Raimundo, Karla Volpato, Leide Carmo, Lucas Frontini, Thiago Heijde e Thiago Piacentini.

Serviço

Espetáculo: Incêndios

Temporada: 20 a 29 de março de 2020

Horários: sextas e sábados (às 21h) e domingos (às 19h)

Ingressos: R$ 30,00 (vendas na bilheteria do teatro)

Gênero: Drama. Duração: 90 min. Classificação: 12 anos.

Bilheteria: quarta a sábado (15h às 21h) e domingo (15h às 19h).

Teatro Nair Bello

Rua Frei Caneca, 569 – Shopping Frei Caneca, 3º Piso. Consolação – SP/SP.

Tel: (11) 3472-2414. Capacidade: 201 lugares.

Ar condicionado. Acessibilidade.

http://wolfmaya.com.br/| Nas redes: @escolawolfmaya

“Na Boca do Vulcão” no Sesc Avenida Paulista

A partir de uma contínua investigação artística acerca dos variados impactos das atividades humanas na Terra, o diretor Luiz Felipe Reis e a Polifônica Cia. apresentam seu novo espetáculo, “Na boca do vulcão”, que estreia, dia 20 de março, no Sesc Avenida Paulista, onde fica em temporada de quinta a domingo até 19 de abril. Continuação da pesquisa do grupo acerca de temas como o Antropoceno e a violência humana, a peça aborda a degradação de biomas pelas forças do capital, o desequilíbrio climático e seus múltiplos efeitos, a tragédia ambiental brasileira, assim como a poluição comunicacional e o neo-obscurantismo político que desestabilizam o Brasil e o mundo.

A obra reúne textos de Alberto Pucheu, André Sant’Anna, Luiz Felipe Leprevost, Luiz Felipe Reis e Tatiana Nascimento, entre outros livremente inspirados nas obras de J. M. Coetzee, Olga Torkarczuk e Carlos Drummond de Andrade. Organizada pelo diretor, a dramaturgia se realiza através de uma polifonia cênica, em que dispositivos teatrais, audiovisuais e sonoros se articulam para investigar “a crise ambiental, climática e civilizacional que a humanidade produz e enfrenta na era do capital”, diz Reis. O elenco, formado por Julia Lund, Thiago Catarino, Stella Rabello, Ciro Sales e Isio Ghelman, apresenta uma série de quadros cênicos intercalados por instalações sobre o tema.

“Estamos vivendo o momento da História da Terra emque o homo sapiens deixa de ser apenas um mero agentebiológico para se tornar, gradativamente, uma forçageológica primordial, ou seja, o principal responsável pelasmaiores transformações na paisagem e no funcionamentoda Terra”, observa Luiz Felipe Reis. “Nos últimos 50 anos,a humanidade tem alterado, numa velocidade maior doque em qualquer outra era, o equilíbrio termodinâmico,a biodiversidade e o funcionamento de todo o sistema da Terra.Os projetos da Cia. investigam essa violenta colisão entre a humanidade e o mundo,entre uma única espécie e todo um sistema que regula a vida”, acrescenta o diretor que tem outros dois projetos previstos para estrear este ano: “O fim de E.”, adaptação para as obras “O fim de Eddy” e “História da violência”, do francês Édouard Louis, e “2666”, adaptação inédita na América Latina para a obra homônima do chileno Roberto Bolaño.

“Na boca do vulcão” é a nova etapa de uma pesquisa desenvolvida pela Polifônica Cia. desde 2014, intitulada “Dramaturgias do Antropoceno”, que já resultou em uma série de artigos, dramaturgias e espetáculos que investigam as mudanças cada vez mais intensas e aceleradas que a humanidade tem desempenhado na forma e no funcionamento da Terra. Após a criação das peças “Estamos indo embora…” (2015) e “Galáxias” (2018), “Na boca do vulcão” (2020) toca, com maior ênfase, a atual crise ambiental e política brasileira, abordando fatos que resultaram em crimes ambientais e tragédias ecológicas recentes.

O espetáculo também leva à cena a luta em defesa do meio ambiente de povos indígenas e de ícones internacionais como o seringueiro e ambientalista Chico Mendes (1944-1988), assassinado há mais de 30 anos, e o artista visual Frans Krajcberg. A montagem relaciona, através de uma instalação documental, o marco histórico da morte de Chico Mendes com dados que evidenciam o crescimento da violência contra ambientalistas no Brasil, um país que se tornou, a partir de 2002, um dos líderes do ranking mundial de assassinatos cometidos contra defensores do meio ambiente – segundo relatórios da organização britânica Global Witness, o Brasil tem média de 40 assassinatos por ano, a maioria ocorrida na Amazônia.

“Esta situação de violência e vulnerabilidade se agrava no atual momento do país, em que marcos legais que garantem a preservação do meio ambiente vêm sendo desrespeitados por diversas atividades criminosas, como as queimadas ilegais que têm crescido sob o estímulo da impunidade, do desmonte dos instrumentos oficiais de fiscalização e do negacionismo científico que rege a política ambiental do atual governo brasileiro”, acrescenta Luiz Felipe Reis.

Polifonia Cênica

“Na boca do vulcão” leva adiante a pesquisa estética da Cia. acerca do conceito de “Polifonia Cênica”, que busca estabelecer uma relação não hierárquica entre diferentes formas de arte na constituição do fazer teatral. Nesse sentido, o trabalho constrói uma experiência artística imersiva e sensorial, a partir de uma constante transfusão entre dispositivos do fazer teatral com diferentes formas de arte: a literatura, a dança, além de instalações de luz, som e vídeo. O espetáculo tem como objetivo, portanto, articular reflexões filosóficas com provocações sensoriais, a fim de sensibilizar o público para a gravidade das transformações que a humanidade tem desempenhado na Terra, como o desequilíbrio climático global e a sexta extinção em massa de espécies.

Sobre a Polifônica Cia.

 

Fundada em 2014, a Polifônica Cia. desenvolve uma pesquisa estética e temática acerca das noções de “Polifonia Cênica” e de “Dramaturgias do Antropoceno”. Em 2015, a Cia. foi indicada ao Prêmio Shell 2015 na categoria Inovação com o experimento cênico-científico “Estamos indo embora…”, pela “multiplicidade de linguagens artísticas adotadas para abordar a ação do homem nas transformações climáticas”. Em 2016, a Polifônica recebeu indicações e conquistou prêmios pela criação do projeto “Amor em dois atos”, que reuniu em uma mesma encenação duas obras do dramaturgo francês Pascal Rambert, “O começo do a.” e “Encerramento do amor”. Em 2018, a Cia. apresentou o seu novo trabalho, “GALÁXIAS”, que articula textos de Luiz Felipe Reis com fragmentos da obra literária do escritor argentino J. P. Zooey. Em 2020, a Cia. apresenta o seu novo espetáculo, “Na boca do vulcão”, assim como prepara a estreia de duas novas criações: “O fim de E.”, adaptação para as obras “O fim de Eddy” e “História da violência”, do francês Édouard Louis, e “2666”, adaptação inédita na América Latina para a obra homônima do chileno Roberto Bolaño.

Ficha técnica:

 

Direção e dramaturgia: Luiz Felipe Reis

Textos: Alberto Pucheu, André Sant’Anna, Luiz Felipe Leprevost, Luiz Felipe Reis, Tatiana Nascimento e textos livremente inspirados nas obras de J. M. Coetzee, Olga Torkarczuk e Carlos Drummond de Andrade

Atuação: Julia Lund, Thiago Catarino, Stella Rabello, Ciro Sales e Isio Ghelman

Direção de movimento: Amália Lima

Assistente de direção: Luisa Espíndula

Cenário: Antônio Pedro Coutinho (Estúdio Chão)

Figurino: Tatiana Rodrigues

Iluminação: Alessandro Boschini e Julio Parente

Vídeo ao vivo e instalações audiovisuais: Julio Parente

Instalação documental: Clara Cavour

Pesquisa e criação sonora: Luiz Felipe Reis e Pedro Sodré

Produção musical: Pedro Sodré

Colaboração musical: Thiago Vivas

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Design gráfico: Clarisse Sá Earp (uma studio)

Administração Financeira: Letícia Napole

Produção Executiva: Renata Campos (Rio de Janeiro) e Périplo Produções (São Paulo)

Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela

Produção: Galharufa Produções Culturais

Idealização e coprodução:  Luiz Felipe Reis e Julia Lund (Polifônica Cia.)

 

 

Serviço:

Na boca do vulcão

Temporada: De 20 de março a 19 de abril

Sesc Avenida Paulista – Arte II (13º andar): Av. Paulista, 119 – Bela Vista, São Paulo – SP

Telefone: (11) 3170-0800

Dias e horários: Quinta a sábado, às 21h; domingos, 18h. Sessões extras: dias 11 e 18/04, às 17h.

Ingressos: R$ 30 (inteira); R$ 15 (meia-entrada) e R$ 9 (credencial-plena).

Lotação: 70 pessoas

Duração: 100 minutos

Classificação: 14 anos

Transporte Público: Estação Brigadeiro do Metrô – 350m

Horário de funcionamento da unidade: Terça a sábado, das 10h às 21h30. Domingos e feriados, das 10h às 18h30.

Horário de funcionamento da bilheteria: Terça a sábado, das 10h às 21h30. Domingos e feriados, das 10h às 18h30.

Site: sescsp.org.br/avenidapaulista

“Jacy” no Teatro Firjan SESI Centro

O Teatro Firjan SESI Centro recebe de 23 de março a 28 de abril, segundas e terças, às 19h, “Jacy”, espetáculo do potiguar Grupo Carmin, com Henrique Fontes e Quitéria Kelly no elenco, direção de Henrique Fontes, que também assina o texto junto a Iracema Macedo e Pablo Capistrano, e dramaturgia audiovisual de Pedro Fiuza. A obra foi contemplada com o Prêmio Myriam Muniz em 2012.

Sucesso de público e críticas por todos os 21 estados brasileiros em que foi apresentada, considerado um dos melhores espetáculos de 2015 pelo Jornal O Estado de São Paulo, “Jacy” conta a história real de uma mulher de noventa anos cujos pertences foram encontrados pelo diretor, dentro de uma frasqueira abandonada no lixo, em março de 2010, em uma das principais avenidas de Natal.

Em uma hora de espetáculo, a peça leva o público a acompanhar a vida extraordinária de uma mulher aparentemente comum, que nasceu em um engenho de cana-de-açúcar, atravessou a 2ª Guerra Mundial, a ditadura no Brasil, esteve no centro de um importante conflito da política no Rio Grande do Norte, viveu um amor estrangeiro e terminou seus dias sozinha em Natal.

– Quem assiste “Jacy” tem uma grande surpresa ao se deparar com a história dessa mulher, que quando contada no palco nos faz ver o quanto encantador e apaixonante foi a passagem dela por aqui. O público rí, chora, se emociona de várias formas, conhece um pouco da história do Brasil e aprende mais sobre as raízes do emaranhado político em que o país vem traçando nas últimas décadas. Após as apresentações nos deparamos com comentários do tipo: “pensei muito em minha mãe” ou “nunca pensei na solidão que minha avó pode estar sentindo” ou ainda pessoas que falam do quanto todos nós esquecemos da importância dos “velhos” em nossa sociedade, de como lidar com a solidão na velhice, enfim, sinto que é uma peça que ativa a humanidade do público de forma poética. –, comenta a atriz Quitéria Kelly.

Como é característica do Carmin drama e humor caminham juntos, a busca pelo riso não é gratuita e proporciona abertura para reflexão.

– “Jacy” é fruto de um processo de investigação e experimento que durou 3 anos. Na primeira fase pensávamos montar uma peça de ficção onde eu faria Jacy Homem e Quitéria Jacy Mulher. Isso durou um ano e quem estava produzindo os textos eram Pablo Capistrano aqui no RN e Iracema Macedo do RJ, e eu ia dando a amarra dramatúrgica. No entanto, após nosso primeiro ensaio aberto, percebemos que a potência dos fatos reais era enfraquecida pela ficção que passava ao largo do processo de investigação. Depois que assisti “Mi Vida Despues”, peça da dramaturga e atriz argentina Lola Árias, me deparei com a força da linguagem do teatro documental e isso revirou o processo. A forma, a cronologia dos fatos da investigação e os documentos descobertos no processo passaram a compor a dramaturgia. Pablo e eu passamos a escrever juntos a dramaturgia e pedimos a Iracema que – a exemplo de Jacy que mandava cartas mensais para o irmão no Rio – enviasse cartas como se fossem escritas para mim e Quitéria. Ela produziu uma narrativa epistolar que compõe a dramaturgia em alguns trechos –, comenta o diretor Henrique Fontes.

A princípio ao avistar a frasqueira abandonada o artista se interessou pelo objeto como potencial elemento de cena. Mas, ao chegar na sala de ensaio do Carmin e abrir a frasqueira, Henrique se deparou com vestígios de vida de uma mulher de 90 anos. Na ocasião o Grupo Carmin estava pesquisando temas para um novo espetáculo teatral, assim a frasqueira e seu conteúdo foi apresentado aos demais integrantes do Carmin o que levou o grupo a conduzir uma investigação que duraria 3 anos, até que em 2013 resultou no espetáculo de teatro documental intitulado “Jacy”.

– No primeiro momento tivemos medo de investigar, temendo que as pessoas pudessem querer nos processar (e uma ameaça realmente aconteceu), mas após a decisão de seguirmos com a montagem de forma documental era fundamental que descobrissemos a trajetória de vida de Jacy. O caminho foi completamente empírico e, assim como o encontro da frasqueira, muito fortuito. Começamos a ligar para os taxistas cujos cartões estavam na frasqueira até que um nos atendeu e pedimos que ele nos repetisse o trajeto de rotina que Jacy fazia com ele, aí chegamos a um supermercado e lá um embalador tinha o telefone da mulher que cuidou de Jacy durante seus últimos 20 anos de vida. Quando a encontramos sabíamos que tinhamos uma história. Tudo isso e o que descobrimos a partir da cuidadora de Jacy nós contamos na peça –, diz o diretor.

A dramaturgia audiovisual, termo cunhado pelo Grupo Carmin, vai muito além das projeções pois é a construção de uma narrativa em áudio e imagena que dialoga com a narrativa clássica, escrita, o texto falado. Mais do que projetar imagem é construir uma narrativa que hora dialoga com o texto e hora vai contra, ironiza, amplifica, reduz, criando uma dramaturgia própria.

“Jacy” é uma peça que envolve os espectadores tanto pela temática quanto pela sensibilidade. É uma obra delicada que transita entre História, poesia, humor e política, revelando fatos que muitas vezes ignoramos sobre o abandono dos idosos, a política oligárquica e o crescimento desenfreado das cidades brasileiras. A peça também foi motivo de várias monografias acadêmicas, desde os cursos de História, Teatro até à Medicina (Geriatria e Gerontologia).

– Creio que quando revelamos a trajetória de uma mulher comum e extraordinária que por muito pouco não teve sua vida esquecida, provocamos outros pesquisadores a questionar o que estamos fazendo com a memória dos mais velhos e como estamos cuidando dos nossos idosos –, comenta Quitéria.

Em 2019, com A Invenção do Nordeste, o Grupo Carmin foi vencedor das principais categorias de todas as premiações do Rio de Janeiro.

Ficha técnica

Texto: Henrique Fontes, Iracema Macedo e Pablo Capistrano
Direção: Henrique Fontes
Elenco: Henrique Fontes e Quitéria Kelly (stand-in: Juliana Linhares)
Dramaturgia Audiovisual: Pedro Fiuza
Trilha Sonora: Toni Gregório
Desenho de Luz: Ronaldo Costa
Direção de Arte: Mathieu Duvignaud
Técnicos de Som, Luz e Vídeo: Mateus Cardoso e Robson Medeiros
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Gestão de Redes Sociais: Rafael Teixeira
Designer: Daniel Torres
Realização: Grupo Carmin

Serviço

Teatro Firjan SESI Centro, Avenida Graça Aranha nº 1, Centro, Rio de Janeiro.
Informações: 21 2563-4163 e 2563-4168
Temporada: 23 de março a 28 de abril de 2020, segundas e terças, às 19h.
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).
Vendas na bilheteria de segunda a sexta das 11h30 às 19h30, sábados, domingos e feriados a partir das 17h ou pelo site https://bileto.sympla.com.br/event/64667/d/83393
Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos.
Duração: 60 minutos

16 de março: Dia Mundial do Teatro do Oprimido

O Dia Mundial do Teatro do Oprimido foi instituído em 2006 por praticantes do método, ao redor do mundo, como forma de homenagear o criador do método teatral que mais cresce no planeta. Augusto Boal aniversariava em 16 de março.


A programação, com entrada franca, da atividade “Centro de Teatro do Oprimido de Portas Abertas: Saberes e Práticas” terá Curingas de distintas fases do Centro de Teatro do Oprimido protagonizando rodas de conversa sobre cada momento da instituição, num bate papo descontraído e dialogal durante todo o dia.

 
O objetivo do evento será reunir praticantes do método, apreciadores de teatro e cultura em geral, além estudantes, professores e pesquisadores das áreas de teatro, direito, saúde, pedagogia, filosofia e sociedade.
Serão 12 horas de programação gratuita:
 
10h00 – Roda de conversa “A gênesis do Centro de Teatro do Oprimido: animadores culturais nos CIEPs”, com a presença de dois dos curingas que fundaram a instituição, Claudete Felix e Luiz Vaz.
  
11h00 – Helen Sarapeck e Olivar Bendelak falam sobre o período das experiências durante o “Mandato de veredor de Augusto Boal.” Da criação da técnica do Teatro Legislativo e aprovações de algumas leis por meio desta revolucionária dinâmica teatral.
 
14h00 – Geo Britto se junta a Helen Sarapeck para conversar sobre “Sistematização do processo de Multiplicação” e dos grandes projetos de capacitação que possibilitaram a difusão do método Brasil adentro e mundo afora.
 
17h00 – É a vez de Claudia Simone e Monique Rodrigues abrirem as falas para discorrer sobre os laboratórios de especificidades e do Laboratório Magdalena que ocasionou o Teatro das Oprimidas, uma revolução dentro do método do Teatro do Oprimido. Ou “A revolução dentro da revolução”, frase de uma das praticantes do método. Monique fala também sobre as “Estratégias de Resistências” de sobrevivência do CTO após a passagem de Boal e do contexto político com avanço da extrema direita.
 
18h00 – Os jovens Curingas oriundos da Maré, Maiara Carvalho, Gabriel Horsth e Eloana Gentil, falam sobre os “Novos Rumos” da instituição. A partir do projeto Teatro do Oprimido na Maré, a instituição passa a ter uma equipe oriunda prioritariamente de grupos populares. Equipe essa composta majoritariamente de mulheres, negrxs e faveladxs.
 
19h00 – Apresentação do novo colegiado. O Centro de Teatro do Oprimido passa a ter uma nova gestão. Dessa vez um colegiado formado por três pessoas negras. Uma revolução na instituição. Gabriel Horsth, bixa, preta, favelada da Maré, Maiara Carvalho, jovem da Maré oriunda do grupo Maré 2012, recém formada em pedagogia, e Eloana Gentil, mulher negra, oriunda de Niterói, recebem de Marcela Fárfan, Geo Britto e Alessandro Conceição o bastão para que a caminhada da instituição siga novos rumos contra as injustiças. Para essa atividade de passagem será feito o jogo do Teatro do Oprimido: Bola, bolhas e balões, com todas as pessoas presentes.
 
19h30 – A partir desse horário as atrações ficam por conta do Grupo de Teatro do Oprimido de Ponto Chic, formado por jovens de Nova Iguaçu, que apresentam a performance “Julga meu cabelo Afro”, abordando o racismo. Além de Ponto Chic o CTO, com integrantes do grupo Marias do Brasil apresenta performance sobre os desrespeitos que a categoria das trabalhadoras domésticas está recebendo da equipe do Governo Federal.
 
20h00 – Lançamento da 9ª edição da Revista Metaxis, publicação do Centro de Teatro do Oprimido que traz reflexões acerca do método. Essa nova edição da Metaxis aborda os dois anos do processo do projeto “Circuito Teatro do Oprimido” que contou com 10 grupos de teatro do oprimido de diferentes temáticas. O projeto contou com o patrocínio da Petrobras, através da Lei de Incentivo a Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro.
 
20h30 – Lançamento do novo site do Centro de Teatro do Oprimido, totalmente reformulado e com as transformações da instituição nos últimos cinco anos.
 
O evento será encerrado com um Sarau para quem quiser expressar sua verve artística, seja com música, desabafo ou poesia!
 
Sobre o Centro de Teatro do Oprimido
 
Centro de pesquisa e difusão, fundado em 1986, que desenvolve a metodologia do Teatro do Oprimido em laboratórios, seminários de dramaturgia, ambos de caráter permanente, para revisão, experimentação, análise e sistematização de exercícios, jogos e técnicas teatrais. A instituição foi dirigida por Augusto Boal ao longo de seus últimos 23 anos de vida e hoje sua equipe dá prosseguimento ao trabalho. A filosofia e as ações da instituição visam à democratização dos meios de produção cultural, como forma de expansão intelectual de seus participantes, além da propagação do Teatro do Oprimido como meio da ativação e do democrático fortalecimento da cidadania. A instituição implementa projetos que estimulam a participação ativa e protagônica das camadas oprimidas da sociedade, e visam à transformação da realidade a partir do diálogo e de meios estéticos.
 
Atualmente desenvolve o projeto Circuito Teatro d@ Oprimid@, patrocinado pela Petrobrás, com 10 grupos populares coligados ao Centro de Teatro do Oprimido, pautados pela diversidade de abordagens, utilizando a Estética e o Teatro do Oprimido. Ocupando praças, ruas, escolas, teatros, os mais diversos contextos sociais e espaços da cidade com peças teatrais provoca reflexões, revela injustiças e faz ações sociais concretas e continuadas. Além das apresentações públicas, o projeto pedagógico Academia Livre de Estéticas Libertadoras oferecere qualificação de bases sólidas para a produção artística cujo programa contempla palestras e seminários públicos de temas de interesse da sociedade.
 
Serviço
 
Centro do Teatro do Oprimido
Av. Mem de Sá, 31, Lapa, Rio de Janeiro
Data: 16 de março de 2020, das 10h00 até às 22h00
Informações: (21) 2232-5826
ENTRADA FRANCA (INGRESSOS GRÁTIS)

“Não Conte a Ninguém” na SP Escola de Teatro

Segredos de pessoas comuns coletados durante uma intervenção urbana são o ponto de partida para a dramaturgia de “Não Conte a Ninguém”, do Coletivo Pulsante. A peça, com direção de Stephane Sousa e texto de Luan Carvalho, estreia no dia 27 de março na SP Escola de Teatro e segue em cartaz até 27 de abril, com sessões às sextas e segundas, às 21h, e aos sábados e domingos, às 19h.

O espetáculo surgiu de um processo colaborativo, no qual os atores, provocados pela diretora, se depararam com os próprios segredos junto aos segredos de anônimos e perceberam que estes podem revelar sintomas de uma sociedade imersa num mal-estar social que parece não ter saída, mas sim presa à uma caminhada inevitável para o fim.

A dramaturgia foi surgindo da intervenção já mencionada, de improvisações na sala de ensaio e de questões como: “Qual a função social desses segredos?” e “Como essas verdades escondidas podem interferir na relação do indivíduo com o mundo?”.

As verdades secretas partilhadas pelas pessoas anônimas trouxeram disparadores sobre as angústias do ser pessoal/social e fizeram com que o grupo seguisse por uma linha existencialista, dando voz aos reais anseios de uma sociedade que oprime e aliena o indivíduo.

Na trama, cinco atores esperam pela chegada de uma figura primordial para o começo do espetáculo. Eles decidem, então, quebrar essa longa espera e começam a passar as cenas. “Enquanto aguardam essa figura opressora, eles passam as cenas, quebram para conversas de camarim e voltam para o ensaio. Esse jogo de on/off segue até o fim do ensaio, quando eles partem efetivamente para a estreia. É como se codificássemos que ali começa a dramaturgia”, revela a diretora Stephane Sousa.

Em um jogo em que o público não sabe direito se o que assiste é ficção ou realidade, os atores ora assumem a própria identidade, ora a de personagens construídos em uma relação dramática. E, a partir dessas quebras narrativas, questões sociais como ansiedade, moralismo, abuso de poder, dependência química, transtornos alimentares e depressão são trazidas à tona.

As personagens superam os aspectos psicológicos do indivíduo, compreendendo assim, o indivíduo como sujeito social. Os segredos e questionamentos não são apenas desabafos sensacionalistas de possíveis histórias da vida real, mas sintomas de uma sociedade imersa num mal-estar social que parece não ter saída.

“Estamos nos apoiando em um processo surrealista. A dramaturgia esbarra um pouco no Teatro do Absurdo, que é uma grande influência. Passamos por Luigi Pirandello em ‘Seis Personagens à Procura de um Autor’ e pelo Samuel Beckett em ‘Esperando Godot’, além do drama existencialista ‘Entre Quatro Paredes’, de Sartre. É uma montagem de teatro contemporâneo, que flerta com o sonho e a realidade para discutir questões universais”, acrescenta a diretora.

A encenação defende a ressignificação do corpo do ator na cena, explorando sua subjetividade, usando-o ora como corpo depoimento (agente depoimental da narrativa), outrora como corpo dramático (agente construído do discurso) e ainda enquanto corpo composto (agente componente do coro). A linguagem performativa reaparece nas quebras épicas, nas coreografias e nas composições de imagem que atravessarão o espetáculo.

FICHA TÉCNICA
Texto: Luan Carvalho
Direção: Stephane Sousa
Assistência de Direção: Vitor Lins
Elenco: Carolina Romano, Herbert Brito, Jessyka Ribeiro, Natalia Correa, Tati Miiller, Victor Barros e Vitor Lins
Trilha Sonora Original: André Lu
Iluminação: Tati Miiller
Concepção de Cenografia: Stephane Sousa
Concepção de Figurino: Coletivo Pulsante
Produção: Coletivo Pulsante
Assessoria de imprensa: Agência Fática
Mídias Sociais: Carolina Romano e Vitor Lins
Instagram: @coletivopulsante

SINOPSE

Em um jogo no qual não se sabe ao certo o que é sonho ou realidade, ficção ou não ficção, cinco atuantes apresentam personagens criadas a partir de segredos reais. Em um ambiente desconexo, os indivíduos refletem sobre questões que os levam à incompreensão da própria existência.

SERVIÇO
NÃO CONTE A NINGUÉM, do Coletivo Pulsante

SP Escola de Teatro – Sala Alberto Guzik – Praça Roosevelt, 210, Consolação

Temporada: 27 de março a 27 de abril

Às sextas e segundas, às 21h, e aos sábados e domingos, às 19h

Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada)

Venda online: https://www.sympla.com.br/nao-conte-a-ninguem__814791

Duração: 75 minutos

Classificação: 16 anos

Capacidade: 60 lugares

 

Divaldo Franco e Joanna de Ângelis – Uma missão de amor

Um encontro emocionante de fé, amor e caridade entre o médium Divaldo Franco, um dos mais importantes divulgadores da Doutrina Espírita, e sua mentora espiritual, Joanna de Ângelis, será levado ao palco. No dia 4 de março estreia o espetáculo “Divaldo Franco e Joanna de Ângelis – Uma missão de amor”, no Teatro Vannucci, no Shopping da Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. O texto de Cyrano Rosalém trata de um dos inúmeros encontros que originaram ricas obras psicografadas. Mas, nesta peça, em especial, trata do livro “Dias gloriosos”. Em cena, Érica Colares e Rogério Fabiano interpretam os personagens-título, e, com muita responsabilidade, aceitam o desafio de transmitir a mensagem de amor ao público. A peça ficará em cartaz todas as quartas-feiras, às 20h30, até o dia 25 de março. A classificação é livre.

“Divaldo Franco e Joanna de Ângelis – Uma missão de amor” não é uma biografia, o que nada interfere na compreensão dos espectadores que não conhecem a trajetória do baiano Divaldo Pereira Franco, professor, médium, filantropo, orador espírita brasileiro e tido como o maior divulgador da Doutrina Espírita na atualidade. O espetáculo, que começa em 5 de dezembro de 1945, foca em suas caridades e obras.

Surge no palco um perfeito casamento de filosofia, religião, ciência e ética. “Joanna é uma sumidade em ciência! Como espírito evoluído e estudioso, ela é enormemente atualizada com o progresso científico moderno. Sabemos que nossa sabedoria nos é transmitida por seres que aqui reencarnam para nossa evolução e nosso progresso. Ela decidiu fazê-lo através de um médium, Divaldo, exigindo que ele estudasse tanto quanto ela para poder expor suas ideias. Tento levar o melhor desse diálogo para o público”, conta o autor Cyrano Rosalém, que também assina a direção.

A emoção estará muito presente em cena, assim como o humor. Leve e informativa, a montagem tem tudo a ver com os avanços tecnológicos e científicos que vivemos hoje, mas faz alertas: “Joanna deixa claro que a ciência deve evoluir sempre para o nosso bem. Mas não dar o passo maior que a perna. Ela afirma que devemos, por exemplo, avançar cada vez mais na genética, mas sem brincar de tentarmos ser Deus. Primeiro a cura, depois a maneira de evitar a doença”, frisa Rosalém.

 

Sobre os atores

Com 40 anos de carreira e já tendo vivido, no teatro, Allan Kardec e Chico Xavier, Rogério Fabiano é quem interpreta Divaldo Franco.  “Divaldo é um homem de muita caridade. Fez muitas coisas boas. Tão famoso em Salvador, com a Mansão do Caminho (complexo que atende crianças e jovens carentes) e fez a Casa de Jesus. Iniciou o estudo do Espiritismo pequenininho e, através da relação com Joanna, escreveu muitos livros psicografados”, diz ele, que está gostando da nova experiência.

“No palco, eu e Érica fazemos um bate-bola. São encontros de trabalho com Divaldo e Joanna. Psicografando, e, principalmente, em cima do livro ‘Dias gloriosos’. Está sendo uma experiência muito legal nos ensaios, vamos falar com a plateia em cena. Mas o mais importante da peça é a mensagem. Falamos de caridade, força, fé e da estrutura espiritual. ‘Fora da caridade não há salvação’ é sempre o bordão de tudo em nossa vida mesmo. ”

A missão de viver Joanna de Ângelis ficou para Érica Collares, que, pela segunda vez, dá vida à entidade ou espírito – a primeira foi em “O encontro espiritual de Léon Dennis & Joanna de Ângelis”. Nessa nova produção, Joanna é o guia espiritual do médium, a quem é atribuída a autoria de maior parte das obras psicografadas dele. “Viver Joanna de Angelis é sempre um desafio. Neste espetáculo, ela já está bem mais evoluída. Ela já se transformou em um espírito de Luz.  Estamos contando a história do momento em que ela começa a se relacionar com o Divaldo Franco”, explica Érica, que tem muito carinho por Joanna.

“Não existe nada mais emocionante que interpretar um espírito que une o amor e a sabedoria. Afinal, essa é a essência da evolução espiritual. Eu saio transformada depois das apresentações”, enfatiza a atriz, que já interpretou Amélie Gabrielle Boudet, esposa de Kardec, no teatro.

Atribuem-se a Joanna as personalidades históricas Santa Clara de Assis, seguidora de São Francisco de Assis e fundadora da Ordem das Clarissas; Juana Inés de La Cruz, pseudônimo religioso da poetisa mexicana Juana de Asbaje; e Joanna Angélica de Jesus, também sóror e depois abadessa, e que protagonizou o drama na Independência da Bahia.

 

Sobre a produção

A Arantes e Amar Produções esperam repetir o mesmo êxito e a vida longa de “Allan Kardec – Um olhar para a eternidade”, que segue em turnê pelo Brasil há anos, paralelamente às peças “O encontro espiritual de Léon Dennis & Joanna de Ângelis”, “Chico Xavier”, “O Livro dos Espíritos” e “Fora da caridade não há salvação”.  A produção é de Érica Collares e Rogério Fabiano.

 

Serviço:

Divaldo Franco e Joanna de Ângelis – Uma missão de amor

Estreia 4 de março

Texto e direção: Cyrano Rosalém. Elenco: Érica Collares e Rogério Fabiano. Sinopse: Um encontro emocionante de fé, amor e caridade entre o médium Divaldo Franco, um dos mais importantes divulgadores da Doutrina Espírita, e sua mentora espiritual, Joanna de Ângelis.

Toda quarta, às 20h30.

Ingresso: R$ 70.

Duração: 60 minutos.

Classificação: livre.

Temporada de 4 de março a 25 de março.

Teatro Vannucci – Rua Marquês de São Vicente 52, Shopping da Gávea – 2274-7246.

Imperator recebe “Vida Brega Show”, com músicas do lado B da MPB

O Imperator – Centro Cultural João Nogueira apresenta no dia 11 de março, quarta-feira, às 16hVida Brega Show com Robson Camilo. A proposta de VIDA BREGA Show com Robson Camilo é de apresentar um repertório que reverencia cantores e compositores que cantam e contam suas verdades amorosas, paixões arrebatadoras, amores não correspondidos, sonhos de vida através da música. Artistas que construíram pela via popular suas carreiras de sucesso.

Neste show o artista, com sua voz grave, recheia este universo musical com histórias, karaokê, e muitas referências do universo pop brega. Em um figurino deslumbrantemente descombinado e um ambiente com uma decoração pra lá de inusitada o VIDA BREGA Show leva o público a uma catarse musical onde será impossível ficar parado sem cantar alto.

Waldik Soriano, Odair José, Reginaldo Rossi, Wando e tantos outros estarão no repertório do  VIDA BREGA show além de histórias e curiosidades da época que ilustram muito bem o mundo musical brasileiro, rico e diverso no imaginário popular dos Anos 70. Nesta época a música verdadeiramente popular brasileira era de uma riqueza avassaladora e abraçava milhares de pessoas com suas letras e interpretações que miravam direto o coração. Tempo este também em que era muito comum cantar versões de grandes sucessos internacionais, presentes também no Vida Brega Show em alguns momentos como: Unchain my heart (Cansei de amar), There’s a kind of rush (Eu e você), O amor e o poder (The power of love) e Rock and roll lullaby (Não volto mais)

Inevitável não lembrar durante o show dos momentos de grande sucesso de programas de auditório na TV, tanto que Robson Camilo faz um karaokê interagindo com o público, relembrando buzinadas e aplausos de calouros.

“O brega sempre foi meu material de pesquisa e o interesse pelo universo popular surgiu naturalmente. Nasci no subúrbio no final dos anos 60 – mais precisamente em 68 – e as músicas que apresento no show tocavam massivamente nas rádios, de cantores e compositores que sempre sofreram muito preconceito. Esse histórico pessoal me fascina, me faz reviver momento muito especial de infância. Já o nome Vida Brega Show é um espetáculo de música recheado com histórias e referências de ícones pops, como no momento em que convido alguém do público para participar de um karaokê no palco comigo ou quando digo que vou reger um karaokê coletivo. Brega para mim é você poder expressar suas emoções de felicidade, de amor, de dor de cotovelo, sem vergonha de ser feliz”, celebra Robson Camilo, idealizador do projeto.

VIDA BREGA SHOW é pra se deixar levar por essas músicas.

É pra cantar alto e de coração aberto.

É pra mostrar a alma brega que está dentro de cada um de nós.

Vamos cantar o BREGA!

 

 

Sobre o artista:

Robson Camilo é ator, cantor, locutor e pesquisador musical. Possui uma vasta experiência de pesquisa no campo da música popular brega. Apresenta o programa Brega Madrugada na Rádio 94fm Roquette Pinto sobre exatamente este universo popular com muita música, histórias e convidados. Em 2011 idealizou, atuou, cantou, produziu e fez a pesquisa musical do espetáculo Paletó de Lamê – Os Grandes Sucessos (dos Outros) ficando em cartaz  até 2013 e retornando a vários teatros em 2017, que também apresentava este vasto mundo musical. Agora, concebe o VIDA BREGA Show baseado em todo seu histórico profissional e sobe ao palco junto com uma banda para contar mais essa história musical.

Ficha Técnica

Robson Camilo – voz

Leandro Donner – guitarra

Denis Lopes – baixo

Pedro Carneiro Silva – teclado

Rodrigo Veiga – bateria

 

Direção Musical – Denis Lopes

 

Direção artística – Robson Camilo

Produção – Flavio Loureiro e Robson Camilo

Produção executiva – Flavio Loureiro

Repertório VIDA BREGA SHOW

1- Garçom (Reginaldo Rossi)    sucesso na voz de Reginaldo Rossi

2- Eu não sou cachorro não (Waldick Soriano)       sucesso na voz de Waldick Soriano

3- Mon amour, meu bem, ma femme (Cleide)            sucesso na voz de Reginaldo Rossi

4- Cansei de Amar (Unchain My Heart) (Agnes Jones/Freddy James/Vrs. Reginaldo Rossi)

sucesso na voz de Reginaldo Rossi

5- Você é doida demais (Lindomar Castilho-Ronaldo Adriano ) sucesso na voz de Lindomar Castilho

6- Vidro Fumê (Kálimam Chiappini-Carlos Colla)    sucesso na voz Reginaldo Rossi e também de Rick Vallen

7- Corno Feliz (Herbert Vianna-Fabio Fonseca)      sucesso com a dupla Xicotinho e Salto Alto

8- Tudo fizeram pra me derrotar (Evaldo Braga – Isaias Souza) sucesso na voz de Evaldo Braga

9- Eu vou rifar meu coração (Lindomar Castilho – Letinho)         sucesso na voz de Lindomar Castilho

10- Fogo e Paixão (Rose)           sucesso na voz do Wando

11- Pense em mim (Douglas Maio-José Ribeiro-Mário Soares)  sucesso na voz de Leandro e Leonardo

12- O amor e o poder (The power of love) (Gunther Mend-Candy

De Rouge-Jennifer Rush-Mary Susan Applegate – vrs. Claudio Rabello)       sucesso na voz de Rosana

13- Vou tirar você desse lugar (Odair José)

14- Eu e você (There’s a kind of hush) (Reed – vrs Rossini Pinto)         sucesso com o The Fevers

15- Doce, doce amor (Raulzito-Mauro Motta)           sucesso na voz de Jerry Adriani

16- Não volto mais (Rock and roll lullaby) – (Barry Mann-Cynthia Weil – vrs.Wando)

sucesso na voz de Nalva Aguiar

17- Domingo feliz (Beautiful Suday) (Daniel Boone-Rod Mcqueen – vrs. Rossini Pinto)

sucesso na voz de Angelo Máximo

18- Evidências (José Augusto-Paulo Sergio Valle)            sucesso na voz de Chitãozinho e Xororó

19- É preciso saber viver (Roberto Carlos-Erasmo Carlos)         sucesso na voz de Roberto Carlos

Serviço: VIDA BREGA Show com ROBSON CAMILO

DIA 11 de março, quarta-feira,  às 16h

IMPERATOR – Centro Cultural João Nogueira

Rua Dias da Cruz, 170 – Méier – Rio de Janeiro

Ingressos R$40 /R$20

Duração do espetáculo – 90 minutos

Classificação Etária – 16 anos

Contato para shows – Flavio Loureiro (21) 99778 0003 ou flaviolpcd@gmail.com

“Lupita” no Oi Futuro

O Oi Futuro apresenta a estreia do infantojuvenil Lupita, que ficará em cartaz de  29 de fevereiro a 12 de abril, com sessões aos sábados e domingos, sempre às 16h. Com dramaturgia e direção de Flávia Lopes, o espetáculo de formas animadas se utiliza de máscaras, bonecos, objetos manipulados, projeções e luz negra, interagindo com as linguagens do teatro, da palhaçaria, da música e da poesia para falar do tema mais misterioso da vida: a morte.

 “Lupita é uma história sobre o amor. A minha motivação nasceu do meu olhar sobre a própria vida, das perdas que vi e vivi. Da dificuldade em ver adultos lidando com situações de dores e perdas com suas crianças. Como artista e professora de teatro, é importante poder criar um espetáculo teatral que me atravesse e possa exercer em cena um tema tão delicado. ‘A vida tem dessas coisas’ e é sobre essas coisas que precisamos falar”, afirma Flávia Lopes.

Em um México imaginário, a menina Lupita, de 10 anos, faz parte de uma família muito parecida com tantas outras famílias. Ela vive com a sua mãe e seu avô, que também é o seu melhor amigo. Lupita adora ouvir as histórias dele, principalmente de quando ele era bem pequeno do tamanho de um botão que cabe na palma da mão. Com seu avô, ela aprendeu a ouvir e a contar histórias. Aprendeu também que tudo é música, até o silêncio, e que nada é impossível para quem tem imaginação. A sua jornada começa com a tradicional festa do Dia Dos Mortos, que acontece todos os anos no Vilarejo de San Miguel del Corazón, mas que aquele ano seria diferente e mais especial por ser o primeiro ano da partida de seu avô. A encenação é uma viagem pela memória de Lupita, onde o público torna-se cúmplice de suas lembranças entre presente e passado.

Antes de virar passarinho, o avô de Lupita a presenteia com um livro em branco para que ela escreva suas próprias histórias a partir de sua memória e imaginação. Dito e feito, a menina desenha uma mirabolante rota de fuga para escapar com seu avô, evitando, desta forma, que a Dona Muerte dance com ele durante os festejos do Dia dos Mortos.

Não foi possível evitar o inevitável, mas para aceitar o desejo de seu avô de seguir o curso da vida, foram necessárias muitas folhas para que a pequena heroína descobrisse que o amor nunca morre e que ela e seu avô estarão unidos para sempre nas memórias e nas histórias que viveram juntos.

“Tivemos como inspiração o programa do Chaves\Chapolin, as novelas mexicanas, os contos e lendas indígenas mexicanos, as músicas e as obras de artistas como Frida Kahlo e do artesão Pedro Liñares Lópes, que criou os folclóricos alebrijes. Além disso, nos consultamos com a pedagoga Alessandra Gracio, professora de educação infantil no México, e também conversamos com famílias mexicanas”, destaca Flávia, que também assina a criação das máscaras ao lado de Marise Nogueira e Maria Adélia.

O espetáculo é realizado por meio do patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Lei estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e da Oi, com apoio cultural do Oi Futuro.

SINOPSE

Para evitar que a Dona Muerte dance com o seu avô durante a tradicional festa do Dia dos Mortos, Lupita, uma agitada menina de 10 anos, imagina uma mirabolante rota de fuga para escapar com ele, que é seu avô e melhor amigo, para bem longe do vilarejo de San Miguel del Corazón. Inspirada na cultura e nas cores mexicanas, a montagem de formas animadas se utiliza de máscaras, bonecos, objetos manipulados, projeções e luz negra, interagindo com as linguagens do teatro, da palhaçaria, da música e da poesia para falar do tema mais misterioso da vida: a morte.

Sobre Flávia Lopes (Diretora)

 A atriz e diretora fundou e integrou as cias, Os Sanzussô – Povo de Teatro, a Cia. Dos Bondrés e o Atelier Gravulo e exerce suas pesquisas na linguagem de Teatro de Formas Animadas, Palhaçaria, Bufonaria e Comicidade. Durante sua carreira trilhou um importante caminho no teatro infantojuvenil com alguns trabalhos de destaque na cena teatral, entre eles: “Leonardo – O Pequeno Gênio Da Vinci”, onde está também como atriz (Prêmio Zilka Sallaberry 2011 de Melhor Espetáculo, Melhor Texto, Melhor Direção e Melhor Ator e indicações para Melhor Figurino e Cenário), “OIKOS” da Cia. dos Bondrés, indicado pelos Prêmios Zilka Sallaberry de Melhor texto, Melhor Espetáculo, Melhor Figurino e Cenário, Melhor iluminação, Melhor Ator e CBTIJ (Pela Pesquisa e linguagem com as máscaras e Melhor Coletivo de Atores e Atrizes) onde atua como atriz e é colaboradora dramatúrgica junto à Cia, assinou a direção de “Um Sonho Para Méliès”, com patrocínio da Oi a peça concorreu com 5 Indicações pelo Prêmio CBTIJ de Teatro e 2 Indicações pelo Prêmio Botequim Cultural, e “A História das Histórias” que em 2017 foi contemplado pelo edital ‘Plateias Hospitalares‘ do Doutores da Alegria e estreou com grande sucesso de público no SESC Tijuca.

 Sobre o Oi Futuro

 O Oi Futuro, instituto de inovação e criatividade da Oi, atua como um laboratório para cocriação de projetos transformadores nas áreas de Educação, Cultura e Inovação Social. Por meio de iniciativas e parcerias em todo o Brasil, estimulamos o potencial dos indivíduos e das redes para a construção de um presente com mais inclusão e diversidade.

Na Cultura, o instituto mantém o Centro Cultural Oi Futuro, com uma programação que valoriza a produção de vanguarda e a convergência entre arte contemporânea e tecnologia e também abriga o Museu das Telecomunicações, pioneiro no uso da interatividade no Brasil e com um acervo de mais de 130 mil itens que contam a história do setor no país. O Oi Futuro gerencia há 16 anos o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, que seleciona projetos em todas as regiões do país por meio de edital público. Desde 2003, foram mais de 2.500 projetos culturais apoiados pelo Oi Futuro, que beneficiaram milhões de espectadores. O instituto também criou e mantém o LabSonica, laboratório de experimentação sonora e musical, abrigado no Lab Oi Futuro, no Rio de Janeiro, e o Oi Kabum! Lab, que promove a formação de jovens de periferia no campo da arte e tecnologia e a curadoria de projetos de intervenção artística urbana.

Numa confluência entre as áreas de Cultura e Inovação Social, nasceu o Lab Oi Futuro, espaço de criação, experimentação e colaboração idealizado para impulsionar criadores de diversas áreas e startups de impacto social de todo o Brasil, selecionados por editais públicos. Com mais de 500m², o laboratório abriga o LabSonica e o Labora e oferece estrutura física e suporte técnico necessários para que seus participantes viabilizem seus projetos em um ambiente que estimula a produção colaborativa, a formação de redes e a inovação.

 Ficha Técnica

Dramaturgia e Direção: Flávia Lopes

Direção Musical: Karina Neves e Jonas Hocherman

Assistente de direção: Tatiane Santoro

Atuação\personagem:

Aline Marosa – Roselia e Mariachi Don Carmelo

Caio Passos – Angelina e Mariachi Murilo

Gabrielly Vianna – Rosita e Mariachi Bolaños

Marcio Nascimento – Avô

Maria Adélia – mãe a Catrina

Marise Nogueira – Lupita

Cenografia e figurinos: Carlos Alberto Nunes

Cenógrafa e figurinista assistente: Arlete Rua

Estagiária de figurino e adereços: Duda Costa

Estagiária de cenografia e adereços: Letty Lessa

Costureiras: Carla Costa e Meraki Ateliê

Cenotécnico: Marcos Souza

Estrutura de bonecos: Márcio Newlands

Finalização de bonecos: Maria Adélia e Luciana Maia

Alebrijes, Lupitinha e Pássaros: Maria Adélia e Luciana Maia

Máscaras: Flávia Lopes, Maria Adélia e Marise Nogueira

Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni

Iluminador assistente: João Gioia

Montagem: Juca Baracho e João Gioia

Videografismo: Guilherme Fernandes

Preparação vocal: Verônica Machado

Assistente de preparação vocal: Tamara Innocente

Oficina de canto: Taiana Machado e Roberta Jardim

Perucas: Mona Magalhães

Músicos de estúdio:

Renata Neves – violino e viola

Pedro Franco – violão e Bandolim

Aquiles Moraes – trompete

Gravação e sonoplastia: Yuri Villar

Operação de som: Paulo Mendes

Operação de luz: João Gioia

Operação de vídeo: Guilherme Fernandes

Designer gráfico: Guilherme Fernandes

Assessoria de imprensa: Lyvia Rodrigues | Aquela Que divulga

Mídias Sociais: Guilherme Fernandes

Fotógrafo: Rodrigo Menezes

Coordenação Administrativa Financeira: Estufa de Ideias

Assistente de produção: Luciano Lima

Produção executiva: Fernando Queiroz

Direção de Produção: Bárbara Galvão, Carolina Bellardi e Fernanda Pascoal | Pagu Produções Culturais      

Serviço

 

Temporada: 29 de fevereiro a 12 de abril

Local: Centro Cultural Oi Futuro

Dia| Hora: Sábado e Domingo às 16h

Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo

Valor:  R$ 30,00 (inteira) | R$15,00 (meia)

Classificação: Livre

Telefone: 3131-3060

Duração: 60 minutos

Lotação do teatro: 63 pessoas