Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura cria programação cultural para adultos e crianças -on-line gratuitos no mês de julho

O Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura, localizado no bairro da Vila Madalena ao lado do Beco do Batman é um espaço  que busca conectar pessoas interessadas em arte e cultura popular.
Inaugurado em Janeiro 2020 (Antes da pandemia do Covid-19), o Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura é também o Teatro Sede do Grupo Trapo (Cia. De Teatro com 20 anos de trabalho e resistência na cidade de São Paulo fundado e dirigido por Muriel Vitória).  Devido à pandemia do COVID- 19 o atendimento presencial está suspenso, porém o Espaço e seus profissionais se reinventaram e está movimentando uma programação on-line em suas redes sociais com a colaboração de vários artistas da cena cultural paulistana e atrações para todos os públicos e idades. A programação também conta com diversos cursos artísticos também online de teatro, dança e canto para todas as idades.

Sobre o Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura
Grupo Trapo que completa 20 anos de trabalhos ininterruptos, inaugura em Janeiro o seu teatro-sede: NOSSO CANTO ESPAÇO DE ARTE E CULTURA situado na Vila Madalena ao lado do Beco do Batman. O Espaço busca promover o diálogo com diversas expressões artísticas como: o teatro, a dança, a música, a fotografia, vídeo-arte, a poesia a performance. Além de fomentar uma programação mensal com preços acessíveis e atividades diárias de Iniciação Teatral, Dança, Canto Popular e Workshops para todos os tipos de públicos.
www.facebook.com/nossocantoteatrowww.instagram.com/nossocantoteatro

Ficha Técnica

Supervisão Geral e Direção: Muriel Vitória
Curadoria de Programação Nosso Canto: Priscilla Rosa, Marília Pacheco, Diego Britto e Natália Codo
Setor de Comunicação Nosso Canto: Mariana Figueiredo , Rodrigo Marcoz, Victor Menezes, Márcio Lima e Layana Cattoni

Serviço

NOSSO CANTO ESPAÇO DE ARTE E CULTURA
Programação de julho

INSTAGRAM @nossocantoteatro
FACEBOOK @nossocantoteatro

Rua Medeiros de Albuquerque 357, Jardim das Bandeiras-  São Paulo – Ao lado do Beco do Batman.

Contribuição Consciente:
https://pagseguro.uol.com.br/checkout/nc/nl/donation/sender-identification.jhtml?t=8d2065310a54ab7b39d0d181d3bf668e428e8a8053fbd9525c6da0c67d69d0c5&e=true#rmcl

Peça on-line “Ata-me as mãos aos pés da cela” estreia dia 4 de julho

Para comemorar 7 anos, a Cia Banquete Cultural apresenta nos dias 04, 11, 18 e 25 de julho, das 19h às 20h10, pelo seu canal no YouTube, seu primeiro espetáculo on-line em tempo real: a leitura dramatizada de Ata-me as mãos aos pés da cela. Com autoria e direção de Jean Mendonça, o espetáculo inédito, tem no elenco Rose Abdallah, Beth Grandi e Elton Lellis, supervisão de Silvana Stein, produção e fotografia de Marcia Otto e direção de arte de Alexandra Arakawa.
 
De acordo com o autor e diretor da peça, Jean Mendonça,  Ata-me as mãos aos pés da cela é um experimento teatral online do mito de Medeia, encenado em tempo real. Tudo se passa através de imagens e sons captados pelos notebooks e celulares das duas protagonistas e do ator. O espetáculo é livremente inspirado nas “Medeias” de Eurípedes e Heiner Müller, no romance “As leis da gravidade” de Jean Teulé, e nos poemas, ensaios, escritos e entrevistas de Adélia Prado e Simone de Beauvoir.

Sinopse 

No tempo-futuro do presente, Medeia adverte sobre sua real identidade e justifica suas ações do passado. No tempo-presente, há uma pandemia lá fora. Medeia realiza uma vídeo-chamada para Delegada. Entre delírios e lembranças, está prestes a fazer uma confissão. A Delegada, mais preocupada com o que se passa em sua delegacia, esforça-se para compreender os relatos de Medeia.

Para assistir a leitura dramatizada, acesse o canal da Cia Banquete Cultural, no YouTube, todos os sábados de julho, a partir das 19h. Nesta temporada online, será exibida a gravação da leitura dramatizada, vídeos e áudios do espetáculo, feitos em tempo real com elenco e técnicos, cada um em seu espaço físico, distante um do outro, conectados apenas virtualmente. Para acessar o canal, clique aqui.

Serviço

Ata-me as mãos aos pés da cela – Um experimento teatral online

Estreia online: 04 de julho de 2020 – 19h

Apresentação: 04, 11, 18 e 25 de julho, sábados, das 19h às 20h10 (fuso de Brasília)

Local: Youtube – canal da Cia Banquete Cultural (l ink)


Ficha Técnica

Elenco: Beth Grandi, Elton Lellis e Rose Abdallah

Dramaturgia e Direção: Jean Mendonça

Supervisão cênica: Silvana Stein

Direção de arte: Alexandra Arakawa

Trilha sonora original: Betto Marque e Paula Pardón

Produção executiva e fotográfica: Marcia Otto

Assessoria de Imprensa: Sevilha Comunicação

Produção e Realização: Cia Banquete Cultural

Live ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’ será apresentada no domingo, dia 28 de junho

O projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’ apresenta a sua segunda livezinha: ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’, dia 28 de junho, às 16h, data em que o cantor e compositor completaria 75 anos. Com direção de Diego Morais e roteiro de Pedro Henrique Lopes, o programa vai reunir trechos pré-gravados do musical infantil homônimo e quadros inéditos para toda a família. A apresentação faz parte do projeto Diversão em Cena e vai ser exibida em suas redes sociais, Facebook (facebook.com/DiversaoEmCena), Instagram (@diversaoemcena) e Youtube (bit.ly/diversaoemcena).

A programação online inédita do Grandes Músicos para Pequenos começou, dia 14 de junho, com a live ‘Luiz e Nazinha – Luiz Nazinha para Crianças’ e vai contar ainda com um terceiro programa, em julho, inspirado no musical ‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’. O carismático personagem Mêlo, do espetáculo ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’, interpretado por Pedro Henrique Lopes, é o cicerone das três apresentações. A ideia do projeto é despertar a curiosidade das crianças sobre os artistas e sua obra com atividades temáticas e informações sobre os músicos homenageados. Outras atividades estão disponíveis no canal do Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

“Agora, temos mais um canal de interação com as famílias que acompanham o projeto. Com os teatros fechados, é importante que se criem atividades virtuais atraentes que estimulem as crianças. Nosso objetivo é iniciar uma nova fase, com conteúdos audiovisuais elaborados para unir todas as gerações”, explica o diretor Diego Morais.

Contemplado na Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela sua relevância ao teatro infantil, o projeto Grandes Músicos para Pequenos foi criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Assistido por quase 200 mil pessoas, seus espetáculos somam juntos 13 prêmios de teatro infantil, entre outras 42 indicações.

No dia 14/06, às 16h, trechos do espetáculo “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” foram exibidos e intercalados com atividades que levaram uma típica Festa Junina para a casa dos espectadores. Programa disponível no Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (https://www.youtube.com/watch?v=wq5srKtw-WI)

Em 28/06, às 16h, “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” vai fazer todo mundo cantar e dançar ao som do maior roqueiro do Brasil. Comemorando os 75 anos do cantor, os pequenos espectadores aprenderão a preparar tudo para uma festa de aniversário.

Em julho, em dia a ser confirmado, no mesmo horário, vai ser a vez de se divertir com as aventuras de Cae e Gil no “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças”. As inovações musicais e artísticas da Tropicália em conteúdo exclusivo para toda família, celebrando os 52 anos de lançamento do álbum que deu origem ao tropicalismo.

Todas as exibições ao vivo serão transmitidas pelas redes sociais, Facebook (facebook.com/DiversaoEmCena) e Instagram (@diversaoemcena), e Youtube (bit.ly/diversaoemcena) do “Diversão em Cena”, projeto que democratiza o acesso ao teatro infantil, criado e mantido pela ArcelorMittal.

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças

O musical é inspirado na infância de Luiz Gonzaga no interior nordestino e acompanha a descoberta do amor, quando o jovem Luizinho se apaixona por Nazarena, filha de um coronel que não permite o namoro entre eles. A fábula de amor inocente, voltada para toda a família, é embalada por grandes sucessos do músico, como “Asa Branca”, “Que Nem Jiló”, “Baião”, “O Xote das Meninas”, “Olha Pro Céu”, entre outros.

Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças

O espetáculo se inspira na infância e em grandes sucessos da carreira de Raul Seixas para contar a história de um menino que era criativo demais. Tão criativo que sua falta de atenção ao mundo real começou a atrapalhá-lo na escola. A falta de foco e o excesso de energia de Raulzito trazem à cena questionamentos sobre a rotina e o tratamento de crianças que apresentam traços de hiperatividade e déficit de atenção (TDAH). A peça é embalada por grandes sucessos do artista como “Maluco Beleza”, “Gita”, “Mosca na Sopa”, “Como Vovó Já Dizia (Óculos Escuros)” e “O Carimbador Maluco (Plunct Plact Zuuum)”.

Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças

O espetáculo conta a história do Reino de Pindorama, governado por uma rainha autoritária, que toma o poder e baixa decretos proibindo a música e as cores no lugar. Dois amigos, Cae e Gil, se unem para trazer sons e cores de volta ao reino, em alusão ao movimento tropicalista. O musical não é biográfico, mas é inspirado em momentos vividos por Caetano Veloso e Gilberto Gil na juventude. No repertório, estão 43 músicas compostas por eles individualmente ou em parceria, entre elas “Tropicália”, “Força estranha”, “Alegria, alegria”, “Vamos fugir”, “Andar com fé”, “Divino Maravilhoso”, “Expresso 2222” e “Você é linda”.

Grandes Músicos Para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Foi premiado no CBTIJ 2015 (melhor Atriz), além de outras 5 indicações. Depois,vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ – Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações; Bituca – Milton Nascimento para Crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações; Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações; e Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças, em 2019, vencedor do Musical Rio 2019 como Melhor Espetáculo Infantil, tendo recebido outras 3 indicações.

As cinco peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores.O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

Mais sobre os espetáculos e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

FICHA TÉCNICA:

Direção Geral: Diego Morais

Direção Musical: Guilherme Borges e Claudia Elizeu

Roteiro: Pedro Henrique Lopes

Cenário e Figurinos: Clivia Cohen

Captação de Imagens e Transmissão: Zoe Filmes

Assessoria de Imprensa: Racca Comunicação (Rachel Almeida)

Produção e realização: Entre Entretenimento

Serviço:

Livezinha – Grandes Músicos para Pequenos

Live no Facebook, Instagram e Youtube do projeto Diversão em Cena:

Youtube: bit.ly/diversaoemcena

Facebook: https://www.facebook.com/DiversaoEmCena/

Instagram: @diversaoemcena

Dias  e horários 14/06 (‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’); 28/06 (“Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças”) e data a ser confirmada (‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’), às 16h.

Outras atividades disponíveis no Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

O Grupo Bestas Urbanas lança projeto virtual ‘Ideias para uma encenação futura’

Com a estreia de seu novo espetáculo adiada devido à quarentena no país e o fechamento dos teatros, o grupo Bestas Urbanas iniciou, este mês, um novo projeto: “Ideias para uma encenação futura”, série de vídeos lançados na página do Instagram @bestasurbanas. A ideia é partir da dramaturgia do espetáculo “Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo”, que será encenado no futuro. Para imaginar as cenas durante a quarentena, com episódios publicados quinzenalmente, às quintas-feiras – o primeiro vídeo já está no ar e o segundo será lançado esta semana. O texto de Lane Lopes, com direção de Francisco Ohana, acompanha a história de uma mulher, Mônica, que sai em busca de sua calcinha e de sua individualidade perdida, e procura outras formas de existir em um mundo no qual o ser humano é hiperativo, hiperestimulado e está constantemente cansado. Futuramente, o espetáculo vai estrear no Centro Cultural da Justiça Federal, no Centro. Enquanto isso, a peça Bestas Urbanas, que batizou o grupo, também será exibida no site do CCJF.

Antes do período de distanciamento, o processo de trabalho do Grupo Bestas Urbanas incluiu leituras e performances do texto, com participação do público, que interferiu no processo de criação e resultou no convite de outros atores e atrizes para o elenco. O objetivo é que essa ligação com o público não se perca no período de isolamento social.

“Este projeto é uma continuação, agora no ambiente virtual, do espírito do grupo de compartilhar nossa criação com o público e não apenas mostrar o espetáculo pronto”, explica o diretor do grupo, Francisco Ohana. “Agora, com a impossibilidade do encontro, criamos uma série de vídeos a partir da dramaturgia da Lane. Cada ator em sua casa, influenciado pelo momento que estamos vivendo, cria um vídeo inspirado em questões que a peça nos estimula a pensar, que depois são editados pelo Victor Lampert, com participação da Lane”, acrescenta.

A trama começa num dia aparentemente normal, quando Mônica vê sua calcinha escapar do varal e inicia uma corrida insana pelas ruas da cidade atrás de sua fugitiva intimidade. A busca, no entanto, acaba perdendo o sentido e a direção, tornando-se imprevisível, atravessando tempos e espaços diversos e, como num sonho, misturando e recombinando tudo pelo caminho. Entre as inspirações do texto, está a teoria desenvolvida pelo filósofo sul-coreano Byung-chul Han, segundo a qual vivemos na “Sociedade do Cansaço”, que nos diz que devemos alcançar todas as metas possíveis, nos deixando cada vez mais cansados mental e fisicamente.

“Vivendo em uma sociedade que lhe exige alcançar os melhores desempenhos, Mônica encontra, na busca por uma calcinha perdida, maneiras de se livrar de um cotidiano que a sufoca e enclausura”, explica a autora. “É correndo atrás da sua calcinha fugitiva que Mônica inicia um percurso por rostos e situações diversas, dentro de um fluxo que se torna uma investigação sobre o ritmo frenético produzido por uma sociedade adoecida”, acrescenta Lane, que escreveu a peça durante a quarta turma do Núcleo Firjan SESI de Dramaturgia, coordenado por Diogo Liberano, e teve a obra publicada pela Editora Cobogó.

Dramaturgo e diretor do grupo, Francisco Ohana viu na chance de montar ‘Só percebo que estou correndo quando vejo estou caindo’ a oportunidade de dar continuidade à pesquisa artística iniciada em 2018, quando idealizou o espetáculo ‘Bestas Urbanas’, com dramaturgia sua e direção de Andrêas Gatto, peça que acabou batizando o grupo.

“Tenho vontade, e uma necessidade real, de estar envolvido e fazer parcerias com autores de uma geração à qual eu pertenço e que me dá oportunidade de viver experiências e encontros artísticos muito importantes, o tempo todo, com seus grupos, em parcerias mais íntimas ou em iniciativas como o Núcleo de Dramaturgia, de onde esse texto veio. Há várias ações importantes que vinham acontecendo, e que continuaram online durante a quarentena, no intuito de reunir pessoas em um contexto de cidade, de país, muito adverso à criação. E agora então, pra onde vamos, ninguém sabe. Por isso a vontade de abrir o processo, deixar as pessoas entrarem na criação, romper as barreiras da sala de ensaio pra que a gente possa atravessar juntos esses desafios”, descreve Francisco Ohana. “O texto de Lane chama a atenção pelo formato vertiginoso: ele não é dividido em cenas, existe um fluxo contínuo que me lembra muito o da ‘Alice no País das Maravilhas’, no qual a personagens cai em buracos e vai mudando de universos muito rapidamente. Tem uma dimensão rítmica e sonora bem marcante, que pretendemos evidenciar numa montagem em que a música será elemento fundamental. Por enquanto, vamos tentar captar essa atmosfera nos vídeos lançados”, adianta o diretor.

Francisco Ohana

Fundador da Cia. Bestas Urbanas, escreveu e idealizou espetáculo de mesmo nome, em cartaz no Rio de Janeiro entre maio e junho de 2019. Autor e ator em B.U.G., websérie dirigida por Alexandre Mello, com estreia prevista para 2020. Coautor e ator em FIGO/LIMÍTROFE e em BLOCO F/BRASÍLIA60. Dramaturgo da peça ISTAMBUL ISTAMBUL, dirigida por Jefferson Miranda e apresentada em Lisboa, em julho de 2019. Autor de TEO, dramaturgia encenada por Roberto Alvim e Juliana Galdino em 2018. Autor de CLASH!, a partir de “Cymbeline, rei da Britânia”, de Shakespeare, e RADIOATIVA – O PRIMEIRO DIA DO RESTO DE NOSSAS VIDAS, ambas dirigidas por Cesar Augusto. Coautor de NÃO ADIANTA MORRER, dirigida por Diogo Liberano, e de CRUA, encenada por Camila Simonin. Adaptou para a cena O CAMINHÃO DE MUDANÇAS VERMELHO, conto homônimo de John Cheever, peça dirigida por Andy Gercker no espaço do Armazém Cia. de Teatro, Rio de Janeiro, em 2015. Autor participante da terceira turma do Núcleo Firjan SESI de Dramaturgia, em 2017; sua dramaturgia ESCUTA!, criada durante as atividades do Núcleo, foi publicada em 2018 pela editora Cobogó. Foi artista participante e colaborador em dramaturgia do STUDIO CABARET VOLTAIRE, imersão multimídia da edição de 2018 do TEMPO FESTIVAL, Rio de Janeiro, com mediação artística de Jefferson Miranda. Diretor assistente de Moacir Chaves em IMAGINA ESSE PALCO QUE SE MEXE, peça que realizou quatro temporadas no Rio de Janeiro entre 2016 e 2017. Ao longo de sua formação, passou pela Escuela Internacional de Cine y Televisión (San Antonio de los Baños, Cuba) e pela Universidade de Edimburgo. Em 2013, seu conto GIBRALTAR foi terceiro colocado no Prêmio Off Flip de Literatura, que acontece paralelamente à Festa Literária Internacional de Paraty.

Lane Lopes

Lane Lopes é dramaturga, cientista social de formação e atualmente cursa Cinema e Audiovisual pela UFF. Integrou a quarta turma do Núcleo Firjan SESI de Dramaturgia, coordenada por Diogo Liberano, onde sua dramaturgia “Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo” foi selecionada para publicação pela Cobogó em 2019. Teve três dramaturgias encenadas nas Mostras de Teatro da UFRJ: “Histórias para Acordar” (2018; com temporada no Parque das Ruínas), “Eu vou tirar você desse lugar (2019) e “Que Parte de Nós” (2019). Também escreveu “É um crime dormir tranquilo nessa cidade”, lido na Semana de Dramaturgia Firjan SESI. Como atriz pesquisa Teatro Ritual e Antropológico e atuou em “Memórias de Sulawesi”, “Plaster” (2019), “Praga de Mãe” (2016) com direção de Gabo Barros e no longa-metragem “Cidade do Aço”, direção Julio Napoli.

Ficha Técnica:

Dramaturgia: Lane Lopes

Direção: Francisco Ohana

Elenco: Alexandre Paz, Davi Arap, Gabriel Leal, Gabriela Chalub, Maria Cândida Portugal, Natasha Pasquini, Paula Furtado, Ricardo Gaio, Tiago Kempski, Viviane dos Santos, Wladimir Alves (Grupo Bestas Urbanas)

Edição de vídeos para a web: Victor Lampert

Design: Ian Guerra

Iluminação: Gabriel Prieto

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Vídeo e Fotos: Isaac Pipano e Thaís Mandarino (Apenas Baleia)

Produção: Isadora Krummenauer

Serviço:

Projeto ‘Ideias para uma encenação futura’.

 Vídeos inspirados no texto “Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo”

Instagram do grupo Bestas Urbanas: @bestasurbanas

Site do CCJF: https://www10.trf2.jus.br/ccjf/programacao/

O premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’ lança programação online inédita dia 14 de junho

O premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela produtora Entre Entretenimento, lança programação online inédita voltada para toda a família. Com direção de Diego Morais e roteiro de Pedro Henrique Lopes, serão exibidas três lives, dias 14/06, 28/06 e 12/07, às 16h, com trechos pré-gravados de espetáculos e quadros inéditos com possibilidade de interação dos telespectadores. As apresentações fazem parte do projeto Diversão em Cena e serão exibidas em suas redes sociais, Facebook, Instagram e Youtube (https://www.youtube.com/channel/UCWio-b1D6Sq8aHShfHJed0Q), com patrocínio da ArcelorMittal, através da Lei de Incentivo à Cultura da Secretaria Especial de Cultura.

O carismático personagem Mêlo (Pedro Henrique Lopes), do espetáculo ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’, será o cicerone das três livezinhas. As apresentações terão cenas e atividades inspiradas em três peças do projeto: ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’ (14/06); ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’ (28/06) e ‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’ (12/07), com atividades temáticas e informações sobre os músicos homenageados para despertar a curiosidade das crianças sobre os artistas e sua obra. Outras atividades estão disponíveis no canal do Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

“Agora, temos mais um canal de interação com as famílias que acompanham o projeto. Com os teatros fechados, é importante que se criem atividades virtuais atraentes que estimulem as crianças. Nosso objetivo é iniciar uma nova fase, com conteúdos audiovisuais elaborados para unir todas as gerações”, explica o diretor Diego Morais.

Contemplado na Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela sua relevância ao teatro infantil, o projeto Grandes Músicos para Pequenos foi criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Assistido por quase 200 mil pessoas, seus espetáculos somam juntos 13 prêmios de teatro infantil, entre outras 42 indicações.

No dia 14/06, às 16h, trechos do espetáculo “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” serão exibidos e intercalados com atividades que levarão uma típica Festa Junina para a casa dos espectadores.

Em 28/06, também às 16h, “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” vai fazer todo mundo cantar e dançar ao som do maior roqueiro do Brasil. Comemorando os 75 anos do cantor, os pequenos espectadores aprenderão a preparar tudo para uma festa de aniversário.

No dia 12/07, no mesmo horário, vai ser a vez de se divertir com as aventuras de Cae e Gil no “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças”. As inovações musicais e artísticas da Tropicália em conteúdo exclusivo para toda família, celebrando os 52 anos de lançamento do álbum que deu origem ao tropicalismo.

Todas as exibições ao vivo serão transmitidas pelas redes sociais (Facebook e Instagram) e pelo canal do YouTube (https://www.youtube.com/channel/UCWio-b1D6Sq8aHShfHJed0Q) do “Diversão em Cena”, projeto que democratiza o acesso ao teatro infantil, criado e mantido pela ArcelorMittal.

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças

O musical é inspirado na infância de Luiz Gonzaga no interior nordestino e acompanha a descoberta do amor, quando o jovem Luizinho se apaixona por Nazarena, filha de um coronel que não permite o namoro entre eles. A fábula de amor inocente, voltada para toda a família, é embalada por grandes sucessos do músico, como “Asa Branca”, “Que Nem Jiló”, “Baião”, “O Xote das Meninas”, “Olha Pro Céu”, entre outros.

Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças

O espetáculo se inspira na infância e em grandes sucessos da carreira de Raul Seixas para contar a história de um menino que era criativo demais. Tão criativo que sua falta de atenção ao mundo real começou a atrapalhá-lo na escola. A falta de foco e o excesso de energia de Raulzito trazem à cena questionamentos sobre a rotina e o tratamento de crianças que apresentam traços de hiperatividade e déficit de atenção (TDAH). A peça é embalada por grandes sucessos do artista como “Maluco Beleza”, “Gita”, “Mosca na Sopa”, “Como Vovó Já Dizia (Óculos Escuros)” e “O Carimbador Maluco (Plunct Plact Zuuum)”.

Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças

O espetáculo conta a história do Reino de Pindorama, governado por uma rainha autoritária, que toma o poder e baixa decretos proibindo a música e as cores no lugar. Dois amigos, Cae e Gil, se unem para trazer sons e cores de volta ao reino, em alusão ao movimento tropicalista. O musical não é biográfico, mas é inspirado em momentos vividos por Caetano Veloso e Gilberto Gil na juventude. No repertório, estão 43 músicas compostas por eles individualmente ou em parceria, entre elas “Tropicália”, “Força estranha”, “Alegria, alegria”, “Vamos fugir”, “Andar com fé”, “Divino Maravilhoso”, “Expresso 2222” e “Você é linda”.

Grandes Músicos Para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Foi premiado no CBTIJ 2015 (melhor Atriz), além de outras 5 indicações. Depois,vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ – Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações; Bituca – Milton Nascimento para Crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações; Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações; e Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças, em 2019, vencedor do Musical Rio 2019 como Melhor Espetáculo Infantil, tendo recebido outras 3 indicações.

As cinco peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores.O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

Mais sobre os espetáculos e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

FICHA TÉCNICA:

Direção Geral: Diego Morais

Direção Musical: Guilherme Borges e Claudia Elizeu

Roteiro: Pedro Henrique Lopes

Cenário e Figurinos: Clivia Cohen

Captação de Imagens e Transmissão: Zoe Filmes

Assessoria de Imprensa: Racca Comunicação (Rachel Almeida)

Produção e realização: Entre Entretenimento

Serviço:

Livezinha – Grandes Músicos para Pequenos

Live no Facebook, Instagram e Youtube do projeto Diversão em Cena:

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCWio-b1D6Sq8aHShfHJed0Q

Facebook: https://www.facebook.com/DiversaoEmCena/

Instagram: @diversaoemcena

Dias  e horários 14/06 (‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’); 28/06 (“Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças”) e 12/07 (‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’), às 16h.

Outras atividades disponíveis no Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

Experiência Entretenimento lança a startup Momento Criança, em formato plataforma

Com o fechamento das escolas e a suspensão das aulas em todo o país, uma nova equação invadiu a cabeça dos pais: como entreter as crianças em casa durante a quarentena conciliando lazer e educação? Pensando nisso, a Experiência Entretenimento, grupo de empresas de cultura, lança a startup Momento Criança a partir de maio.

Trata-se de um serviço de assinatura online de espetáculos teatrais infantis que inclui outras atividades interativas como contação de histórias, lives diárias com personagens infantis e recreadores online, jogos e playlists com canções instrumentais para vários momentos do dia da criança e até na hora de dormir. Momento Criança vem com diversos conteúdos gratuitos aos usuários cadastrados como espetáculos teatrais, contações de histórias, mágica, animais, além de conteúdos voltados ao meio ambiente e toda a família.

Com acesso irrestrito, os assinantes podem assistir a todo o conteúdo disponível, agendar lives com os personagens favoritos da criançada, além de ter acesso e participar do Clubinho Infantil, uma recreação diária online, que traz ainda mais animação e diversão no dia a dia da criança.

A plataforma oferece ainda o cantinho verde, espaço em que a garotada aprende sobre reciclagem, sustentabilidade e dicas de como reaproveitar resíduos (lixo) que estão muito próximos a eles. Para as mães, um blog que permite a troca de experiências entre elas acerca do dia a dia. No Bicho Solto as crianças terão lições de como cuidar de seu bichinho de estimação, além de curiosidades do reino animal.

Outra novidade será o lançamento de uma série, até o fim de 2020, em formato teatral, do Sítio do Pica Pau Amarelo gravada em temporadas e episódios, provocando ainda maior entrosamento e despertando ainda mais a participação das famílias junto ao site.

O conteúdo artístico traz a supervisão de Ricardo Silva, que atualmente, é responsável pelo espetáculo Sítio do Pica Pau Amarelo que circula o país, na versão autorizada pela TV Globo.

Os estúdios do site ficam na Scuola di Cultura, em Niterói, onde se desenvolvem todos os conteúdos e gravações, além das lives, a Scuola di Cultura concentra espaços de leitura e salas para ensaios, além de um teatro de 70 lugares, que também encontra- se fechado devido a Pandemia.

Pensado e elaborado em tempo recorde pelo produtor carioca Fabrício Chianello, “Momento Criança” é também uma forma de fomentar a cultura nesse momento de crise pelo qual os artistas e a área, sobretudo teatral, vêm enfrentando. O sistema está sendo desenvolvido por André Júnior e sua equipe em Jaú / SP e todo arcado pelos sócios do projeto que, ainda, não possuem nenhum tipo de investidor.

– A Indústria cultural dribla o isolamento imposto pelo coronavírus migrando para plataformas virtuais. Queremos continuar entretendo as crianças, fazer parte de cada momento de seu dia com inúmeras atividades, e ao mesmo tempo oportunizar aos artistas de todo o Brasil a possibilidade de mostrarem os seus trabalhos e serem remunerados por isso, afirma Fernando Duarte, um dos sócios do projeto.

Espetáculos do Rio de Janeiro e São Paulo já estão na plataforma

Grandes sucessos entre o público do Rio de Janeiro e São Paulo já estão na plataforma. É o caso de “Porquinhos O Musical”, da Cia A’Dovalle do Rio, que já apresentou a releitura com músicas inéditas em grandes teatros cariocas e paulistas. A cia. paulista Ventilador de Talentos, com direção e supervisão artística de Grace Gianoukas, traz as Histórias da Dona Pureza, uma coleção de histórias e bonecos animados que ganham vida em histórias inéditas contadas por Zuzu Leiva e Nilton Marques. Além dessas, outras seis companhias já estão na plataforma, e a seleção não vai parar.

Oportunidade para artistas e produtores culturais em período de crise

As companhias e produtoras de diversas cidades do Brasil podem enviar por e-mail os seus conteúdos gravados para análise e, uma vez selecionados, irão incorporar a programação do site e receberão recursos pela liberação e exibição de suas obras.

Ainda sobre a plataforma, Fabrício Chianello acredita que a iniciativa permitirá que todos os trabalhos voltados ao público infantil poderão ser vistos, divulgados e difundidos enquanto passamos por essa crise e que, após a pandemia, o site terá a possibilidade de ser mais uma ponte de acesso entre o público e o artista.

A plataforma em streaming possui acesso rápido e fácil. “O site possui uma interface simples com conteúdos atraentes por um preço acessível e popular. A oportunidade para artistas que serão contratados através de seus conteúdos e para produtores culturais que terão comissionamento sobre as assinaturas comercializadas, são os ganchos para unir a classe com um produto criativo, diferenciado e atrativo para todo Brasil. Estamos consolidando uma ponte entre a tecnologia digital e a mais antiga forma de arte e entretenimento, para fazer com que mais pessoas possam ter acesso a ela.” Conclui.

O portal estará disponível no endereço www.momentocrianca.com.br a partir do dia 18 de maio com assinatura mensal de R$ 14,90. A assinatura anual possui 20% de desconto saindo por um custo mensal de R$ 11,92.

Momento Criança – Atrações já disponíveis:

MOMENTO CRIANÇA

Em lives diárias, pré-agendadas, os pequenos podem interagir com seus personagens favoritos, participando de jogos e atividades didáticas. Um momento único, exclusivo e especial. – Conteúdo exclusivo para assinantes

CLUBINHO INFANTIL 

Imagina seu filho e outros amigos de todo o Brasil em um clube onde a DIVERSÃO é quem manda. Brincadeiras de todo tipo, que a sua criança vai poder fazer sem sair de casa. O Clubinho funciona diariamente das 14h às 16h. – Conteúdo exclusivo para assinantes

RESPEITÁVEL PÚBLICO

Uma série de espetáculos online, dos mais variados temas, destinada ao público infantil. – Parte do conteúdo liberado para usuários apenas cadastrados. Assinantes tem acesso a todos os espetáculos e contações de histórias.

CANTINHO VERDE 

Que tal toda a família aprender a reutilizar o lixo que fabrica e construir pufs, vaso de flor e até uma poltrona. A bióloga Silvia Pires, responsável por 10 anos do setor de coleta seletiva da Companhia de Limpeza de Niterói – RJ. O Cantinho Verde fala sobre o meio ambiente e sobre sustentabilidade. – Parte do conteúdo liberado para usuários apenas cadastrados. Assinantes tem acesso a todos os espetáculos e contações de histórias.

PAIS E FILHOS – BLOG

Mães e Pais de todo o Brasil contam como estão passando os seus dias com seus filhotes. Conte você também a sua história! Informação e interatividade esperam por você. – Liberado para todos os usuários cadastrados

PLAYGROUND 

Joguinhos online para seus filhos não perderem um só minuto de diversão ao longo do dia. Hora de colocar suas habilidades em prática. – Liberado para todos os usuários cadastrados

MÁGICA DO MOMENTO

O mágico ilusionista Igor Millord, traz os melhores números de mágica e novidades do mundo dos mágicos. Abra Cadabra, a magia vai começar. – Liberado para todos os usuários cadastrados

BICHO SOLTO

Como cuidar do seu animal de estimação? Dicas de como tratar o seu PET e curiosidades do reino animal preenchem os conteúdos desse setor comandado por Ricardo Silva. – Liberado para todos os usuários cadastrados

DISQUINHO INFANTIL

Playlisyts com as melhores músicas instrumentais para dormir, chegou a hora de o seu pequeno dormir. – Parte do conteúdo liberado para usuários apenas cadastrados. Assinantes tem acesso a todos os espetáculos e contações de histórias.

Produtores e Cidades que já aderiram à comercialização de assinaturas:

São Paulo – São Paulo, Botucatu, Bauru, Piracicaba e Marília

Rio de Janeiro – Rio de Janeiro, Niterói, Campos, São Pedro da Aldeia e Cabo Frio

Minas Gerais – Divinópolis, Pará de Minas, Itaúna, Nova Serrana, Tiradentes, Barbacena, São João Del Rey

Paraná – Foz do Iguaçu

Goiás – Região metropolitana de Goiânia; Aparecida de Goiânia; Anápolis

Amazonas – Manaus

Rio Grande do Sul – Porto Alegre

Os sócios:

Fabrício Chianello – Idealizador, Produtor Cultural e Publicitário

Formado em publicidade, atua no segmento cultural desde 2006, produziu diversos artistas e espetáculos teatrais. No segmento publicitário, chefiou a parte de marketing do Teatro da Associação Médica Fluminense, e atua com  empresas através de ações que impulsionam mercado e conexão com o cliente final ao setor cultural. Atualmente produz os espetáculos O Ator e o Lobo, com Pedro Paulo Rangel, Parabéns Senhor Presidente, com Daniele Winits e Christine Fernandes.

Fernando Duarte – Idealizador, Autor e Produtor

Estimulado pela atriz Marília Pêra, o autor vem se consagrando como escritor teatral, dois deles, inclusive com direção da própria Marília. Com mais de 10 textos teatrais, atualmente circula com os espetáculos Em Casa a gente conversa, com Juliana Knust e Cássio Reis, Parabéns Senhor Presidente, com Danielle Winits e Christine Fernandes.

Ricardo Silva – Idealizador e Diretor Artístico

Especificamente voltado para trabalhos infanto juvenis, é formado em artes cênicas, cenografia, e ao longo do tempo se empenhou em direção artística. Atualmente dirige a Cia. Sassaricando de Teatro, que dentre muitas produções voltadas ao público infantil, detém os direitos do Sítio do Pica Pau Amarelo.

Patrícia Portugal  – Gestão de negócio e Marketing

Graduada pela UERJ e MBA em Gestão Empresarial com ênfase em logística na Fundação Getúlio Vargas (FGV), Patrícia Portugal atua desde 2001 na BALL (Multinacional Americana que atua no ramo de latas para bebidas). De Estagiária na área comercial à especialista de marketing, atualmente supervisiona toda a logística na América do Sul da empresa lidando com diversas instituições e empresas.

Serviço:

Momento Criança – Coladinho em Você

No ar: Maio de 2020, através do endereço www.momentocrianca.com.br

Experiência Entretenimento: www.experienciaentretenimento.com.br

Informações e contato: sac@momentocrianca.com.br – 21 96845-1556

Para envio de conteúdos gravados por artistas (espetáculos teatrais e contações de histórias) – artistas@momentocrianca.com.br

1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro está com as inscrições abertas para artistas de todo o país

Estão abertas as inscrições para o 1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro. Criado em comemoração aos 7 anos da Cia Banquete Cultural, o evento tem o objetivo de promover o desenvolvimento das artes cênicas no Brasil com o uso de novas tecnologias para exibição online, em tempo real e gravadas virtualmente. “O festival será realizado de forma totalmente virtual, objetivando promover a divulgação e a valorização dos espetáculos e artistas selecionados, bem como oferecer ao público uma forma gratuita e segura de entretenimento e cultura, conforme as orientações de isolamento social por conta da pandemia do COVID-19”, explica o diretor do evento, Jean Mendonça.

Totalmente gratuito, para participar o artista deve acessar a ficha de inscrição, até as 23h59 do dia 14 de junho, e preencher o formulário (aqui). Podem se inscrever artistas independentes e grupos de teatro, com espetáculos ou leituras dramatizadas, entre 30 e 60 minutos, nas categorias drama e comédia, sendo executados ao vivo e em tempo real, desde que não promovam aglomerações da equipe artística e técnica. De acordo com o diretor do evento, cada artista ou grupo pode inscrever até um espetáculo ou leitura dramatizada por categoria. A divulgação dos selecionados será realizada no dia 20 de junho, às 18h, em uma live que realizada na página da Cia Banquete Cultural no Facebook. Serão classificados oito trabalhos, sendo quatro em cada categoria, o primeiro colocado em cada categoria receberá uma premiação em dinheiro, no valor de R$ 600,00, e todos os classificados um certificado digital de participação. Mais informações podem ser adquiridas no regulamento do evento (acesse o link).

As apresentações dos selecionados para o 1º  Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro vão acontecer em dois momentos; primeiro será ao vivo e em tempo real, entre os dias 18 e 26 de julho, à noite nos finais de semana, por meio do aplicativo Zoom. E, a segunda etapa, que vai de 1º a 10 de agosto, será transmitida a gravação da primeira etapa pelo canal da Cia no Youtube, também à noite nos finais de semana. As duas apresentações premiadas ficarão disponíveis para o grande público no canal do YouTube da Cia Banquete Cultural, entre os dias 11 a 31 de agosto de 2020.

Comemoração dos 7 anos da Cia Banquete Cultural

Para comemorar 7 anos, a Cia Banquete Cultural apresenta nos dias 20 e 27 de junho e  4 e 11 de julho, às 19h, pelo seu canal de YouTube, seu primeiro espetáculo online em tempo real: Ata-me as mãos aos pés da cela. Com autoria e direção de Jean Mendonça, o espetáculo tem no elenco Rose Abdallah, Beth Grandi e Elton Lellis, supervisão de Silvana Stein, produção de Marcia Otto e direção de arte de Alexandra Arakawa. “Por ser o evento de abertura do festival, é recomendável que os inscritos e os selecionados assistam ao espetáculo na íntegra a fim de compreenderem o novo formato de teatro online em tempo real proposto pela Cia Banquete Cultural na sua pesquisa de novas formas do “fazer” teatral com o uso da tecnologia e das novas mídias”, ressalta Jean.

Sinopse da peça – No tempo-futuro do presente, Medeia adverte sobre sua real identidade e justifica suas ações do passado. No tempo-presente, há uma pandemia lá fora. Medeia realiza uma vídeo-chamada para Delegada. Entre delírios e lembranças, está prestes a fazer uma confissão. A Delegada, mais preocupada com o que se passa em sua delegacia, esforça-se para compreender os relatos de Medeia. Ata-me as mãos aos pés da cela é um experimento teatral online do mito de Medeia, encenado em tempo real. Tudo se passa através de imagens e sons captados pelos notebooks das duas protagonistas e do ator. Cada qual está em seu espaço físico, distante um do outro, conectados virtualmente. Os espectadores, como tal, veem tudo que se passa, sem interagirem”, explica o autor e diretor da peça, Jean Mendonça.

Ficha Técnica do evento

1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro
Promotora do evento:
Cia Banquete Cultural
Inscrição: de 17 de maio a 14 de junho de 2020 (link da ficha de inscrição)
Anúncio dos selecionados: 20 de junho de 2020 (facebook.com/banqueteculturalrj)
Realização do Evento: De 18 de julho a 10 de agosto de 2020, pelo aplicativo Zoom e pelo canal de YouTube da Cia Banquete Cultural de 11 a 31 de agosto.
Premiação: 10 de agosto de 2020
Mais informações do evento: banqueteculturalproducoes@gmail.com
Assessoria de Imprensa: Sevilha Comunicação – assessoria@sevilhacomunicacao.com.br

Ficha Técnica peça Online

Ata-me as mãos aos pés da cela
Apresentação:
20 e 27 de junho e 04 e 11 de julho, às 19h
Local: Canal do Youtube da Cia Banquete Cultural
Elenco: Beth Grandi, Elton Lellis e Rose Abdallah
Autor e Diretor: Jean Mendonça
Supervisão Cênica: Silvana Stein
Direção de Arte: Alexandra Arakawa
Trilha Sonora Original: Betto Marque e Paula Pardón
Produção executiva: Marcia Otto
Realização: Cia Banquete Cultural

Wolf Maya fala em live no Instgram sobre O tor no Isolamento

A Escola de Atores Wolf Maya promove hoje, dia 23 de maio, uma live com o ator e diretor Wolf Maya, fundador e diretor da instituição. Com o tema “O Ator no Isolamento”, a live tem início às 17h30 no Instagram – @escolawolfmaya.

Experiente não apenas como ator e diretor, como também no trabalho de formação de atores, o artista vai abordar importantes aspectos que os atores devem considerar nesse momento em que o país está em quarentena, devido à pandemia do Coronavírus, quando a arte não pode ser manifestada em sua forma original.

Wolf Maya é premiado e reconhecido mundialmente por sua trajetória na dramaturgia brasileira, tendo destaque como diretor em produções da Rede Globo. Iniciou a carreira como ator na década de 1970, participando de diversas peças teatrais e estreando na televisão. Na década seguinte, dedicou-se também à direção de novelas e produções de teatro, encenando espetáculos musicais de forma precursora no Brasil. É criador, presidente e professor da Escola de Atores Wolf Maya.

http://wolfmaya.com.br/live-com-wolf-maya-o-ator-no-isolamento/

Claudia Mauro é a primeira convidada do Teatro Cesgranrio para live de aniversário

Se você não vai ao teatro, o teatro vai até você!! O Teatro Cesgranrio entende a importância do isolamento social, mas não poderia deixar de comemorar seus quatro anos de sucesso. E dessa vez, a festa será on-line. Durante o mês de maio, serão exibidas quatro lives, no instagram do @centroculturalcesgranrio, com artistas que passaram pelo palco do teatro e fizeram história na casa. Na estreia, próxima terça, (05), às 20h, a atriz Claudia Mauro contará suas experiências no teatro e na vida e responder as dúvidas dos seguidores presentes na live. Também haverá uma performance musical do ator e cantor Edmundo Victor, que participou da 2º Oficina de Teatro Musical Cesgranrio. O bate-papo será semanal e comandado por Marcus Brandão, administrador do Teatro.

Sobre Claudia Mauro:

Cláudia Mauro estreou no teatro profissional em 1981.Passou pelo Tablado e CAL, no Rio de Janeiro e cursou Letras na PUC/RJ. Também fez cursos de dança em Londres em 1986 e 1987. Dançou no Brasil com Carlota Portella, Renato Vieira, Marly Tavares e Lennie Dale.

 

No teatro, Splish Splash, musical de sucesso nos anos 1988/89, no premiado Salve Amizade, de Flávio Marinho, Bodas de Papel, de Maria Adelaide Amaral, Caixa Dois, de Juca de Oliveira com direção de Fauzi Arapi, Nada de Pânico (Noises Off), tradução e adaptação de José Almino com direção de Enrique Diaz, Marco Nanini e Guel Arraes, A Flor do meu Bem-Querer, de Juca de Oliveira, dirigido por Naum Alves de Souza e OFF, de Manoel Carlos. Ainda no teatro trabalhou com Bibi Ferreira em DNA, nossa Comédia e José Possi Neto em O Baile. Em 1990 participou da Oficina de atores da TV Globo. Em seguida foi convidada para o humorístico A Escolinha do Professor Raimundo, com a personagem D. Capitu, entre 1991/1994. Atuou em várias novelas e programas na Rede Globo, e em Estrela de Fogo, na Record.

 

Seu primeiro texto foi – Cabaret Melinda -, em que também atuou, seu trabalho mais recente é a peça “A Vida Passou Por Aqui” onde assina o texto, no qual ganhou o prêmio de melhor texto nacional, inédito, no ano de 2017; foi indicada ao Cesgranrio e ao APTR nas categorias melhor atriz e melhor texto e ao Botequim Cultural na categoria melhor texto, ganhou o APTR de melhor autora.

Produtora inova ao criar oficinas de artes on-line gratuitas para crianças e jovens carentes

Fazendo da crise uma oportunidade de se reinventar no campo da produção e gestão cultural, a Produtora Constelar, com mais de 80 prêmios teatrais, criou um formato inovador de conteúdos digitais. Responsável pela programação do Teatro PetroRio das Artes, na Gávea, suspensa por conta da pandemia, a empresa comandada por Tatiana Trinxet se comprometeu a não paralisar sua frente de maior impacto social: as oficinas gratuitas de artes cênicas. Um dos pilares do Festival Arte Por Toda Parte, que promove a democratização no acesso e do protagonismo cultural, essas oficinas oferecem aulas a 120 crianças e adolescentes de comunidades da região, realizadas até 2019 no palco do teatro, que leva o naming rights da PetroRio, uma das maiores empresas independentes de produção de óleo e gás natural do Brasil, patrocinadora do projeto. Frente ao cenário de isolamento social e ciente do papel transformador da arte na vida das pessoas, principalmente dos mais carentes, a gestora resolveu apostar 100% no digital e contratou novos profissionais especializados em plataformas e redes sociais, para levar cultura e educação de qualidade não só para os inscritos nas oficinas de 2020, como para qualquer outro jovem interessado.

Assim nasceu o canal “Produtora Constelar”, no YouTube, que lança a playlist “Oficina Teatro Online”. A cada semana, duas de um total de 24 videoaulas serão liberadas nos próximos três meses, sendo a primeira delas, às 11h, para alunos entre 8 e 11 anos, comandada pelo professor Zé Helou, e a segunda às 11h30, para a faixa dos 12 aos 16 anos, com a professora Viviana Rocha. Quem estiver inscrito nas turmas terá poderá interagir diretamente com os professores através dos comentários, durante 45 minutos. Os conteúdos envolvem jogos, improvisação, criação de máscaras gregas, entre outros. Aqueles que não tenham conseguido vaga nas oficinas deste ano terão acesso ao mesmo conteúdo, porém como espectador, expandindo assim o alcance do projeto de arte-educação.

Pais, alunos, mestres e produção estão reunidos em grupos de Whatsapp para a circulação de informativos sobre a oficina e o recebimento dos exercícios propostos na última videoaula.

Qualificação Cultural On-line Gratuita

Devido a pandemia do COVID-19,  inúmeros profissionais irão precisar de inovar nos seus produtos,  criar novos projetos  e fortalecer as ideias para resgatar o tempo perdido.

Visando contribuir com profissionais de todo Brasil,  a CAW produções que realiza projetos nas mais variadas linguagens artísticas já qualificou cerca de 800 profissionais desde o ano de 2010 e em 2020 vai oferecer 100 bolsas de estudos em Cursos Online  de Qualificação.
Vagas para:
Produção de Eventos
Produção de Arte e Cenografia para Vídeos
Produção de Fotografia de Moda
Curadoria de Exposição
Cada curso tem uma carga horária diferenciada e método próprio,  mesclando prática online individual e em grupo, construção de redes entre os profissionais, melhorando assim cada projeto.
Além dos Cursos, tem vaga também para Consultoria de Projetos Culturais.
” É fundamental mantermos atualizados e inovar nossas habilidades para gerar novas ideias e projetos com objetivos alcançáveis, já na pandemia, temos que fortalecer o nosso conhecimento para superar quaisquer riscos do mercado”, ressalta a Coordenação de Ju Yao.
Para se inscrever basta solicitar a ficha de inscrição e o regulamento pelo e-mail:
Os Cursos terão início em Junho e podem participar pessoas acima de 18 anos de todo Brasil até dia 10 de Maio de 2020.
Foto: CAW

Está no ar o clipe do espetáculo Maria Madalena/s de Dinah Perry

O clipe do espetáculo Maria Madalena/s, com direção e texto de Dinah Perry, está disponível no youtube, https://youtu.be/_7wSXiVf20c A direção do vídeo foi de William Mazzar, gravado no Espaço Capital 35. No elenco, Ana Carolina Barreto, Atila Freire e Josefina Padilla. O roteiro musical é de Rodolfo Schwenger ao piano.

 

Sinopse: A trama baseia-se no mito religioso de Maria Madalena onde há tirania, centralização de poder, coação de pessoas, tentativa de extermínio e de desmanche social. Os sentimentos são ódio, inveja, descaso e raiva.

O conjunto dos espetáculos de Dinah Perry resultará também em um livro com sua técnica em arte cênica e movimento, que será lançado pela internet.

 

Ficha técnica:

Espetáculo/Gravação do Clip: Maria Madalena/s

Elenco / Ana Carolina Barreto/Atila Freire/Josefina Padilla

Rodolfo Schwenger/arranjos/roteiro musical/instrumentista (piano)

Jorge Garcia / Plano de Luz

William Mazzar/Filmagem

Thiago Sampaio/Edição

Patrícia Alessandri/arte e digitação

Ricardo Liberal/correção e digitação/livro

Arnaldo Torres/fotos

Direção e Texto autoral / Dinah Perry

 

Link do clipe: https://youtu.be/_7wSXiVf20c

Espetáculo “Lilás – Um Musical em Tons Reais” segue com ensaios on-line

Mesmo nesse período de distanciamento social a MP Produção Cultural mantém os ensaios on-line do espetáculo ‘Lilás – Um Musical em Tons Reais’, com músicas do Djavan. Os ensaios acontecem de segunda, quarta e sextas-feiras, por meio de plataformas de vídeo-chamadas.

 

“Lilás – Um Musical em Tons Reais” traz ao palco os atores Ligia Paula Machado e Luiz Araújo como o casal Liz e Miguel, o musical tem texto de Francisca Braga, direção geral de Kleber Montanheiro, direção de produção de Ligia Paula Machado, e direção musical de João Pardal e os músicos tocarão ao vivo no palco. O musical terá arranjos originais para quinze canções de Djavan.

 

O objetivo desses ensaios é manter o espetáculo fresco, para que, uma vez que retomados os ensaios presenciais, não tenha sido esquecido o primeiro mês de ensaio, no qual foi desenvolvido a base de cada personagem, a orquestração do espetáculo, e as coreografias.

 

Os ensaios de cena, acontecem com passagens de texto, seguidos de discussões sobre a cena, e sua curva dramática, para entender mais profundamente seus personagens. Também são utilizadas as gravações dos ensaios presenciais para dar suporte, principalmente nos ensaios de dança, para relembrar as coreografias, e nos ensaios vocais, com as músicas, usa-se o instrumental da banda. 

 

“Em um momento onde todos nós estamos vivendo situações diferentes, é preciso se adaptar. O ensaio on-line está sendo muito enriquecedor e importante para não parar o que já havíamos criado nos ensaios anteriores. Conseguimos fazer muitas reflexões, principalmente em relação ao Miguel e sua postura perante a tudo que o cerca e todos os acontecimentos deste momento tão delicado que estamos vivendo, onde estamos isolados e percebendo o quanto precisamos ser solidários pois não estamos sozinhos” comenta Luiz.

 

O tempo também tem sido utilizado para pesquisa dos personagens, buscando inspirações em filmes, e textos que tratam de assuntos semelhantes aos do espetáculo, enriquecendo a percepção desses personagens.


“Precisamos intensificar a atenção, a concentração, olhar para o parceiro e imaginar o movimento cênico agregado ao que estamos interpretando. Nos sentimentos presos a tela, sem movimento, o que nos trava um pouco, mas ao mesmo tempo para a minha personagem é um baita de um laboratório. Quando você está “olho no olho” sem nenhuma válvula de escape, não tem como se apoiar em outra coisa que não seja a interpretação. Estou gostando da experiência. Acredito que quando nos encontrarmos “ao vivo” para os ensaios, tudo será feito com um prazer de realização e concretização tão intensos que marcará nossas trajetórias como artistas”, conta Ligia.

 

O espetáculo aborda temas primordiais para o coletivo como inclusão de pessoas com mobilidade reduzida, alienação da sociedade, depressão e drogas. Narrando a história da bailarina Liz que trabalha em uma ONG e dedica sua vida a tirar crianças das ruas. Seu namorado, o artista plástico Miguel acredita que sua parceira se expõe demais em seu trabalho, envolvendo-se em situações perigosas. Apaixonados, a vida do casal de artistas transcorre normalmente até que algo inesperado acontece mudando radicalmente este cenário de amor e leveza. Neste novo panorama, Liz e Miguel terão que reconstruir suas vidas. Uma história verdadeira de amor, força e delicadeza que emociona e inspira. Músicas como “Lilás”, “Um amor puro”, “Samurai” e “Oceano” auxiliam no enredo deste romance.

 

Mais informações sobre a estreia serão divulgadas em breve.

 

Ficha técnica:

Autor: Francisca Braga

Diretor: Kleber Montanheiro

Diretor Musical e Arranjos: João Pardal

Elenco: Ligia Paula Machado e Luiz Araújo

Cenário e Iluminação: Kleber Montanheiro

Figurino: Francisca Braga

Coreografias: Alberto Goya e Ligia Paula Machado

Assistente de Produção: Tiago Queiróz e Biah Carfig

Designer de Som: Bruno dos Reis

Músicos: João Pardal (guitarra), Jonatan Motta (Violino), Ian Gonçalves (Piano)

Técnicos de Palco: Gustavo Veiga

Camareira: Rose Mattos

Designer Gráfico: Fellipe Guadanuci

Fotos: Caio Gallucci

Advogado: Marcos Zotovici

Assessoria Contábil: Adriana Rossi

Assessoria de Imprensa: May Calixto por Unicórnio Assessoria

Estagiários (assistência de produção): Giovanna Leão e Janaína Vale.

Direção de Produção: Ligia Paula Machado

Produção: MP Produção Cultural

 

 

Sobre a MP Produção Cultural

 

Fundada em 2009 é dirigida pela atriz e diretora Ligia Paula Machado e tem como sócia a empresária e escritora Francisca Braga. Em 2009 produziu o espetáculo O PRIMO BASÍLIO – O MUSICAL, patrocinado pelo Banco Bradesco, indicado ao Prêmio Contigo! como melhor espetáculo musical nacional e rendeu 3 temporadas em SP e RJ. Em 2011 a produtora alcançou 13 cidades de São Paulo com a montagem de “Eu sei que vou te amar” de Arnaldo Jabor e direção de Ewerton de Castro. Em 2014 e 2015 foi a vez da produção “Lisbela e o Prisioneiro, um Musical Circense” realizado no em São Paulo no Shopping Frei Caneca, no Rio de Janeiro no Theatro Net Rio e em mais cinco cidades. Em 2016 foi a vez de “BLINK”, de Phil Porter que rendeu duas temporadas e indicação ao prêmio Aplauso Brasil. Também nos anos de 2016 e 2017 a produtora realizou a montagem de “Hoje é dia de Maria – Musical” em São Paulo (capital) e temporada popular nos teatros da prefeitura de SP, rendendo o prêmio Cetip, ao receber uma cadeira no teatro com dedicatória ao espetáculo e à protagonista.

 

Sobre a Equipe Criativa e Elenco

 

Kleber Montanheiro (Cleber Paulo Montanheiro) – Ator, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador. Destaca-se na criação de cenário, figurino e luz do espetáculo Misery, com Marisa Orth e Luis Gustavo; Cada um com seus ‘pobrema’, de Marcelo Médici; Ganhou duas vezes o prêmio APCA – Melhor Direção (2008 e 2012), recebeu o prêmio FEMSA 2009 por melhor diretor, em 2012 como Melhor Cenário e Figurino e em 2013 melhor Iluminação; indicado ao prêmio CPT 2012 pela direção de Cabeça de Papelão. Tem em seu currículo mais de 20 espetáculos dirigidos, além das assinaturas em criação de cenários e figurinos.

 

Ligia Paula Machado – atriz, cantora, bailarina clássica e diretora da MP Produção Cultural. Iniciou sua carreira em 2005, quando estreou como atriz o Musical “Avoar”, de Vladimir Capella no teatro Imprensa e após o Musical “A Flauta Mágica” com Direção de Roberto Lage. Em 2007 começou a produzir seus próprios espetáculos, nos quais também trabalhava como atriz, dentre eles: “A Noite dos Assassinos”, de José Triana; “Quando as máquinas param”, de Plinio Marcos; “Entre Quatro paredes”, de Jean Paul Sartre. Em 2009, com a abertura da empresa desenvolveu projetos com leis de incentivo dentre eles: “O Primo Basilio Musical”; “Lisbela e o Prisioneiro Musical”; “Blink, Phil Porter”, “Hoje é dia de Maria, Musical”.

 

Francisca Braga (Shirlei Machado Pires) – Formada em Letras, Pedagogia e Especialista em Literatura Brasileira, utiliza sua formação para exercer a profissão de escritora e roteirista nas adaptações teatrais e musicais da MP Produção Cultural, além da função de produtora associada.

 

João Pardal (João Paulo Machado Pardal) – Guitarrista e violonista, bacharel em música pelo Conservatório Musical Souza Lima. Atualmente prepara o seu mestrado em composição na unicamp como aluno especial. Foi integrante da JAZZ BIG BAND DE SÃO VICENTE e atualmente produz seu trabalho autoral: JOÃO PARDAL GROUP (Proac/SP) e JOÃO PARDAL TRIO. Desde 2009 atua como músico em espetáculos como: “O PRIMO BASÍLIO- O MUSICAL”, “LISBELA E O PRISIONEIRO – O MUSICAL” e “HOJE É DIA DE MARIA- O MUSICAL”. Realizou a função de DIRETOR MUSICAL na peça “A VALSA n° 6” de Nelson Rodrigues. João Pardal Toca com o apoio da ROLAND/ BOSS Brasil.

 

Luiz Araújo – ator, cantor, locutor, apresentador, mestre de cerimônias e coach de ator, formado pela EAD/USP. Na publicidade e internet, tem sido voz e imagem de grandes marcas e produtos. Tem mais de 20 espetáculos teatrais musicais no currículo, como “Dois Filhos de Francisco”, “Hoje é dia de Maria”, “Alegria Alegria”, “Lisbela e o Prisioneiro”, “Zorro”, “O Primo Basílio”, “Rapsódia dos Divinos”, “Grease”, entre outros. Esteve em séries e novelas nas emissoras TV Globo, SBT, Tv Cultura e Canal Brasil. Faz parte prestigiado time de locutores Clube da Voz.

Assista à íntegra do espetáculo “Viagem ao Centro da Terra”

Enquanto aguardam passar a crise de saúde, por conta do novo Coronavírus, os atores Ricardo Rodrigues e Bruno Rudolf, da Cia Solas de Vento, que teve adiada a estreia da temporada de sua nova peça, 20.000 Léguas Submarinas no Teatro do CCBB, convidam para assistir na íntegra seu espetáculo Viagem ao Centro da Terra. Com direção do premiado Eric Nowinski, este projeto teve copatrocínio do Instituto Alfa de Cultura – Projeto Alfa Criança 2015.  O espetáculo é a segunda peça de uma trilogia criada em homenagem à obra de Júlio Verne (1828-1905).

Quando estrear, o espetáculo 20.000 Léguas Submarinas (o terceiro do grupo para público infantil) fechará a trilogia sobre a obra de Júlio Verne. O primeiro, A Volta ao Mundo em 80 Dias, dirigida por Carla Candiotto em 2011, tornou-se sucesso de público e crítica e ganhou os prêmios APCA e FEMSA nas categorias Melhor Ator (Bruno Rudolf) e Melhor Direção (Carla Candiotto).

Clique aqui – Viagem ao Centro da Terra https://youtu.be/QIvo9Qxe71U

Ficha Técnica:

Idealização: Cia. Solas De Vento. Criação: André Schulle, Bobby Baq, Bruno Rudolf, Eric Nowinski e Ricardo Rodrigues. Direção: Eric Nowinski. Dramaturgia: Bobby Baq (em colaboração com o diretor e o elenco). Elenco: André Schulle, Bruno Rudolf e Ricardo Rodrigues. Direção de Arte: Isabela Teles. Desenho De Luz: Roseli Marttinely e Eric Nowinski. Trilha Original: André Vac. Cenografia: Cia. Solas De Vento e Luana Alves. Figurinos: Isabela Teles. Objetos de Cena : Nonon Creaturas. Eletrônica de Adereços: Marcel Alani Gilber. Preparação Vocal e Corporal: Beatriz Mentone. Fotos: Mariana Chama. Produção de Arte: Sandra Miyazawa. Realização: Cia Solas de Vento. Credito para as fotos: Mariana Chama. Espetáculo Infantil. Classificação: a partir de 4 anos. Duração: 70 minutos.

SINOPSE – Viagem ao Centro da Terra

 

O professor Otto Lidenbrock e seu sobrinho Axel, inspirados pelas descobertas do grande geólogo Arne Saknussem, iniciam uma viagem extraordinária para chegar ao Centro da Terra.  Com a ajuda de Hans, um inusitado guia islandês, eles adentram o planeta pela cratera de um vulcão. A aventura repleta de descobertas fantásticas é uma história de superação e coragem, uma viagem quase existencial, já que o mundo subterrâneo sempre foi pleno de mistérios para os homens. A adaptação do livro do escritor francês é contada por três atores que, para dar vida ao universo de Júlio Verne utilizam técnicas acrobáticas, teatro físico, manipulação de objetos e bonecos. A combinação desses elementos visuais convida o público a desbravar um mundo intraterrestre repleto de perigos, emoções e aventura.

A encenação conta também com o uso de recursos de vídeoprojeção ao vivo para captar e projetar no fundo do palco formas e ações criadas pelos atores e por autômatos que compõem os cenários dessa aventura. As câmeras são posicionadas para revelar imagens inusitadas e trazer uma dimensão fantástica aos episódios da história. A adaptação do livro do escritor francês é contada por três atores que, para dar vida ao universo de Júlio Verne utilizam técnicas acrobáticas, teatro físico, manipulação de objetos e bonecos. A combinação desses elementos visuais convida o público a desbravar um mundo intraterrestre repleto de perigos, emoções e aventura.  A encenação conta também com o uso de recursos de vídeoprojeção ao vivo para captar e projetar no fundo do palco formas e ações criadas pelos atores e por autômatos que compõem os cenários dessa aventura. As câmeras são posicionadas para revelar imagens inusitadas e trazer uma dimensão fantástica aos episódios da história.

CIA. SOLAS DE VENTO

A Cia Solas de Vento nasceu em 2007 na cidade de São Paulo, da parceria entre o brasileiro Ricardo Rodrigues e o francês Bruno Rudolf. Desde então a dupla pesquisa em suas criações, a integração de diversas formas de expressão como a dança contemporânea, o teatro gestual, as técnicas circenses e o uso de recursos de vídeo ao vivo. O tema VIAGEM é recorrente nas criações da Cia, que hoje possui em seu repertório 06 Espetáculos e 11 Números Circenses.

ERIC NOWINSKI

Eric Nowinski é ator, diretor, professor e iluminador. Iniciou no Teatro sob orientação de Célia Helena, no início dos anos 80. Em sua formação, teve a oportunidade de trabalharcom Antunes Filho, Fauzi Arap e José Celso Martinez Corrêa, entre outros. Integrou diversos coletivos importantes da cena paulista, como o Grupo Tapa, Teatro Vento forte e Companhia do Feijão.  É também consultor artístico e iluminador do grupo As Meninas do Conto, para o qual co-dirigiu com Simone Grande o espetáculo Bruxas, bruxas e mais bruxas. Estreou em setembro de 2012 o espetáculo A Linha Mágica, primeira produção da Fabulosa Companhia de Teatro de Histórias, pelo qual recebeu o premio da APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de melhor direção em Teatro infantil.

O destaque do canal da Palavra Z Produções Culturais essa semana será o Bando de Palhaços que completa 10 anos em 2020

Para contribuir com a campanha oficial de combate ao Covid-19, a Palavra Z Produções Culturais já disponibilizou mais de 20 (vinte) atividades entre elas, música, ópera, exposição, espetáculos infantis e adultos.

A ação intitulada TEATRO ONLINE, já conta com mais de 70 mil visualizações, alcançando uma média de 140 mil espectadores, em todo o Brasil, ao longo das mais de 20 mil horas de exibição. Essa semana, o projeto inicia na quinta-feira e inclui novos gêneros como contação de histórias para crianças e bebês.

Bruno Mariozz, diretor da Palavra Z, convida a todas e a todos, “espalhem esta ideia, vamos ficar em casa, nos protegendo, e também estimulando a proteção de quem nós amamos”, e aposta, “viva a arte que ajuda a curar”.

Para mais informações e detalhes de como assistir aos espetáculos, acesse www.palavraz.com.br

Programação de 17 a 19 de abril

*SEXTA* – Dia 17 de abril de 2020

_Para Família_

*Rio do Samba ao Funk*, produção Pagu Produções Culturais e realização Bando de Palhaços

Disponível de 10h às 17h

O espetáculo é um cortejo cênico musical que celebra a música e a cultura carioca a partir do olhar irreverente do palhaço, partindo do primeiro samba gravado da história da música nacional, “Pelo telefone”, e chegando às “Batalhas de passinho” do funk contemporâneo. O espetáculo é dirigido pelo premiado diretor paulista Fernando Escrich. Foi contemplado pelo Prêmio Fomento Cidade Olímpica para a sua montagem em maio de 2016 e, desde então, vem sendo constantemente apresentado. Já se apresentou no Circuito Sesc de Artes (São Paulo), no Meu Primeiro Festival (Rio de Janeiro), em diversas praças da cidade, entre outros.Com um repertório que inclui desde sambas clássicos, como “A voz do morro”, de Zé Ketti, a sucessos inesquecíveis do funk, como “Rap da Felicidade”, de MC Bob Run, “Rio do Samba ao Funk” é fruto de uma extensa pesquisa histórica realizada pelo Bando de Palhaços e faz um resgate cronológico do caminho percorrido pelos dois gêneros musicais de maior importância para a cultura carioca, desde os seus surgimentos até os dias de hoje.

Direção: Fernando Escrich
Direção musical: Fernando Escrich
Elenco: Ana Carolina Sauwen (Palhaça Lola);
Camila Nhary (Palhaça Catarina);
Mariana Fausto (Palhaça Maricota);
Matheus Lima (Palhaço Arlindo Ovelha);
Pablo Aguilar (Palhaço Tubias);
Tiago Quites (Palhaço Custódio)
Figurino e Adereços: Carla Ferraz
Projeto gráfico: Thaís Gallart
Fotografia: Helena Marques e Renato Mangolin
Assessoria de Imprensa: Aquela que Divulga
Direção de Produção: Tiago Quites
Produção Executiva: Pagu Produções Culturais
Realização: Bando de Palhaços

_Adulto_

*PAIS E FILHOS* texto e direção de Vinícius Piedade

Disponível das 18h às 00h

Um artista plástico recebe a visita inesperada de seu pai advogado em seu atelier e ambos tentam ensaiar o melhor modo de efetuar esse reencontro numa espécie de ensaio teatral sobre as próprias vidas ficando na linha tênue entre personagens e atores, ficção e realidade.

Texto e direção: Vinícius Piedade

com Evas Carretero e Roberto Borenstein

*SÁBADO* – Dia 18 de abril de 2020

_Infantil_

*O Jogo*, produção Pagu Produções Culturais e realização Bando de Palhaços

Disponível de 10h as 17h

é uma viagem pelo mundo dos esportes. Uma emocionante e divertida partida em que muito mais importante do que ganhar ou perder é o prazer de jogar. Na plateia, pais e filhos se envolvem com as mais variadas modalidades esportivas enquanto assistem às inúmeras aventuras vividas pelo Bando de Palhaços.
Direção: Bando de Palhaços
Concepção, dramaturgia e atuação: Ana Carolina Sauwen,
Matheus Lima, Tiago Quites
Direção musical: Zé Luiz Rinaldi
Figurino: Bruno Perlatto
Adereços: Tuca
Cenário: Dodô Giovanetti
Iluminação: Anderson Ratto
Direção de movimento: Bando de Palhaço e João Ferreira
Assistente de figurino: Alessandra Almeida
Costureira: Angela Sardinha
Programação visual e ilustrações: Diogo Monteiro
Assessoria de imprensa: Aquela que Divulga
Conteúdo digital e campanha de captação : Ana Righi
Fotos: Helena Marques e Marcelas Rimes
Operação de som: Daniel Mazza
Operação de luz: Julia Faria
Produção: Pagu Produções Culturais
Realização: Bando de Palhaços

_Adulto_

*BIRD*, de Coletivo ERRANTE – direção e dramaturgia: Livs Ataíde

Disponível das 18h às 00h

Uma família janta, reunida. Os abismos que os separam residem na pouca escuta. Maria Elisa revela para sua mãe que é um homem. Dia seguinte: uma barba toma conta de seu rosto. Assim, a cada novo dia, seu corpo acorda de uma nova maneira. Mas não é permitido renascer todo dia. A família entra em colapso. A mídia invade, expondo de maneira cruel a situação. Tudo desaba. Por fim, crescem asas em Maria Elisa. Seu corpo já é pássaro. Resta o voo.

*DOMINGO* – Dia 19 de abril de 2020

_Infantil_

 *Sobre Narizes & Jalecos*, do Bando de Palhaços

Disponível das 10h às 17h

Um espetáculo que aborda temas relacionados à saúde de forma nunca vista! Contando com a colaboração preciosa de uma guitarra ao vivo, microfones, muitas plumas e paetês, a Banda do Bando de Palhaços faz diversos números musicais (e outros nem tanto) que tratam de temas como exames médicos, remédios e até um parto, realizado de forma nada convencional.

Criação: Bando de Palhaços
Supervisão de cena: Matheus Lima
Cenário /Figurino: Bando de Palhaços
Iluminação: Tiago Quites e Pablo Aguilar
Elenco: Ana Carolina Sauwen (Neca de Pitibiriba), Camila
Nhary (Catarina), Filipe Codeço (Batatinha), Mariana
Fausto (Maricota), Matheus Lima (Arlindo Ovelha), Pablo
Aguilar (Tubias), Tiago Quites (Custódio).

_Adulto_

*Luas de Há Muito Sóis*, Cia Nina

Disponível das 18h às 00h

A peça faz uso de uma linguagem poética, mas não recitada, e máscaras, para abordar a mulher em um arquétipo triplo, moça, mulher e velha, metaforizado pelas fases da lua. Evelina, Flornela e Gilda: crescente, cheia e minguante. Filhas do viúvo Rosaldo, as três crescem isoladas do mundo como propriedades exclusivas do pai. Entretanto, tudo se desestrutura com a chegada de um jovem forasteiro. O conto se transforma na jornada de três velhas irmãs que viajam num espaço­tempo encantado à procura das portas do mundo, uma busca que empreendem por si mesmas e por um destino mais amoroso. “Três mulheres, três vultos de aves velhas, três agouros, três desejos, três irmãs juntas e desencontradas, o espetáculo é um mergulho, com final surpreendente, nas profundezas e imaginários fantásticos do universo feminino”, explica Moncho Rodriguez.

Direção: Moncho Rodriguez

Elenco: Marina Duarte, Natasha Falcão e Priscila Danny.

Shopping Metropolitano lança série sobre saúde mental nas redes sociais

O Shopping Metropolitano Barra lança esta semana mais uma ferramenta para contribuir para as pessoas em situação de isolamento social. A série ‘Saúde da Mente em Tempos de Pandemia’ reunirá pílulas informativas ao longo das próximas semanas, enquetes com dúvidas dos seguidores e um vídeo com especialistas explicando melhor sobre a importância de manter o bem-estar mental durante esse período, especialmente. O material será divulgado via redes sociais.

A iniciativa é da CCP Shoppings Centers em parceria com o Instituto Bem do Estar, negócio social sem fins lucrativos voltado à promoção da saúde da mente com o propósito de desafiar as pessoas a mudar o próprio comportamento em relação à saúde da mente. A organização colabora com a prevenção de doenças psicológicas e contribui para uma sociedade mais consciente e saudável. Os outros cinco shoppings da administradora também aderiram à ação.

A série é mais uma ferramenta do Shopping Metropolitano Barra para levar informação e entretenimento, buscando melhorar o dia a dia das pessoas em quarentena. Desde os primeiros dias de isolamento social, o empreendimento está exibindo um especial de atividades infantis, o Mundinho Kids Online. Há atividades exclusivas sendo lançadas todas as quintas e domingos. O projeto acaba de ser estendido até maio e também será apresentado nas redes sociais de outros shoppings da CCP, em Goiânia e em São Paulo. Para garantir que os tradicionais Ovos de Páscoa não fiquem de fora da confraternização dos clientes da região, também está promovendo a Páscoa Drive-Thru, em que os clientes estão podendo efetuar suas compras nas lojas de chocolates do shopping sem sair do carro. “Estamos realmente empenhados em levar aos lares um pouco dos momentos de alegria e conforto que nossos clientes geralmente têm dentro do nosso shopping. Agora é o momento de cada um fazer o que pode para promover um bem maior”, diz Eliza Santos, gerente de marketing do Shopping Metropolitano Barra.

FETAERJ promove Cena Curta em Casa – 1º Festival de Esquetes Online

A Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, promove uma edição inédita do Cena Curta em Casa – 1º Festival de Esquetes Online. O projeto foi criado em cogestão artística da Arena Carioca Abelardo Barbosa – Chacrinha em Cena, com produção do Ponto de Cultura da Fetaerj e Par Produções, e será lançada nesta quinta-feira (9). O Festival reunirá grupos e artistas em uma mostra competitiva totalmente online e gratuita. O objetivo do projeto é fomentar a criação artística neste período de isolamento social.

Abrindo mão do espaço cênico, os artistas poderão reinventar dentro de suas próprias casas e gravar sua cena com câmera de celular. Cada vídeo deve ter de 5 a 10 minutos, precisa ser gravado com imagem na horizontal com boa visibilidade e som audível.  Quanto melhor a qualidade do vídeo, melhor será a apreciação de seu conteúdo por parte da Comissão Julgadora. Para se inscrever, deverão postar os vídeos na plataforma “youtube” e enviar o link na ficha de inscrição. O resultado será divulgado ao vivo nas redes sociais da Arena Carioca Abelardo Barbosa.

O festival contará com duas premiações, um Júri Técnico, formado por profissionais de notório saber artístico e um Júri Popular, com votação aberta no site da Fetaerj. O primeiro lugar, pelo júri técnico, receberá um prêmio de R$1.500,00. O segundo e o terceiro receberão R$1.000 e R$500,00 respectivamente. Para o vencedor do Júri Popular, R$500,00. As inscrições são gratuitas e o edital pode ser conferido no site da Fetaerj (www.fetaerj.com).

Histórico

A primeira edição do Festival de Esquetes Fetaerj Em Cena aconteceu em 2001, na Lona Cultural Carlos Zéfiro / Rio de Janeiro. No ano seguinte, foi a vez do II Festival Nacional de Esquetes FETAERJ em Cena Curta, no Teatro Miguel Falabella, no Rio de Janeiro. A edição seguinte aconteceu em 2008, no município de Nova Iguaçu, no Teatro Silvio Monteiro.

Em 2014, a Fetaerj realizou durante sua ocupação artística no Teatro Armando Gonzaga, o 4º Fetaerj em Cena Curta. No mesmo ano, houve a 5º edição em uma parceria com a Fundação de Cultura de Macaé. O 6º Fetaerj em Cena Curta aconteceu em 2016, integrando o projeto Café em Cena, Residência Artística do Teatro Municipal Café Pequeno e, as duas últimas edições foram realizadas na Arena Carioca Abelardo Barbosa – Chacrinha, no projeto Chacrinha em Cena, ambos em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, uma em agosto de 2017 e a última, com o Prêmio Almério Belém, em Setembro de 2019.

Serviço
Cena Curta em Casa: 1º Festival de Esquetes Online.

Inscrições: de 09 a 17 de abril através do site www.fetaerj.com
Realização: de 20 a 27 de abril. Informações: fetaerj.cenacurta@gmail.com

Canal do Centro Cultural Cesgranrio disponibiliza o tradicional Auto da Paixão

Como não será possível encenar o tradicional Auto da Paixão de Cristo, que todo ano acontece no Centro do Rio de Janeiro, o Centro Cultural Cesgranrio irá disponibilizar o evento de 2019 em seu canal do Youtube, na Sexta-Feira da Paixão (10/04), a partir de 12h.

Em 2019, o Auto da Paixão de Cristo, um dos eventos mais esperados pelos cariocas, foi encenado na Lapa, por um jovem elenco de 35 atores/cantores, no dia 19 de abril de 2019. A montagem que emocionou o público presente foi realizada após a procissão do Senhor Morto. O espetáculo, gratuito, foi promovido pela Associação Cultural da Arquidiocese do Rio de Janeiro, com patrocínio da Fundação Cesgranrio e uniu músicas de cunho religioso e outras conhecidas de musicais famosos da Broadway, como “Godspell” e “Jesus Cristo Superstar”. Jesus Cristo foi interpretado por Leonardo Iglesias, o papel do Diabo ficou com o ator Jack Berraquero, a atriz Tamara Trindade interpretou Maria e Judas por Rai Valadão. A coordenação de produção e direção geral foi de Carlos Alberto Serpa.

“A iniciativa tem o objetivo de oferecer aos cariocas um momento de devoção e aproximação da fé cristã. Com este auto, convidamos os moradores do Rio de Janeiro a recordar e viver o real significado da vida de Cristo”, diz Carlos Alberto Serpa, presidente da Fundação Cesgranrio. Coordenação de produção e direção geral de Carlos Alberto Serpa.

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCPcZHlUa8uigtoGKhd_alQA

Karen Acioly disponibiliza trilogia de infantis de graça na Semana Santa

Para contribuir com a campanha oficial de combate ao Covid-19, a autora e diretora Karen Acioly, faz parceria com a Palavra Z Produções Culturais liberando a exibição de algumas obras infantis.

A AUTORA

KAREN ACIOLY formou-se em Comunicação Social na UFRJ em 1989 e se pós-graduou em Metodologia do Ensino Superior em 1997.

Foi a primeira pessoa a coordenar o Núcleo de Teatro infantil do Município do Rio de Janeiro (2001) e foi a fundadora e diretora artística do Centro de Referência Cultura Infância, no Teatro do Jockey (de 2003 a 2015), além de ser a idealizadora e diretora do Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens (FIL).

Escreveu mais de 30 peças de teatro e tem publicados 14 livros infantis. Começou a fazer teatro aos 7 anos de idade e em 1985 ganhou seu primeiro prêmio, o Troféu Mambembe, pela peça De repente no recreio, que escreveu e dirigiu. Conquistou, ainda, os mais importantes prêmios do setor, como Sharp, Coca-cola, Zilka Salaberry e Maria Clara Machado.

Várias peças de sua autoria foram contempladas com o prêmio máximo da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, o Lucia Benedetti.

A ação intitulada TEATRO ONLINE, já conta com mais de 60 mil visualizações, alcançando 100 mil espectadores, em todo o Brasil, ao longo das mais de 15 mil horas de exibição.

O objetivo desta iniciativa, que contou com o apoio de todas e todos os profissionais envolvidos nas produções, é levar arte, cultura, entretenimento, diversão e bem-estar às famílias neste período de confinamento em casa.

Bruno Mariozz, diretor da Palavra Z, convida a todas e a todos, “espalhem esta ideia, vamos ficar em casa, nos protegendo, e também estimulando a proteção de quem nós amamos”, e aposta, “viva a arte que ajuda a curar”.

Para mais informações e detalhes de como assistir aos espetáculos, acesse www.palavraz.com.br

Programação de 2 a 5 de abril

*DE QUINTA A DOMINGO* – De 9 a 12 de abril de 2020

_EXPO VIRTUAL_

*FaceGenerationS* de Karen Acioly

https://www.fil.art.br/expo-facegenerations

É uma experiência inédita que investiga novas experiências do que pode ser a arte – sob a ótica de adolescentes e jovens de 14 a 19 anos.

A curadora e diretora Karen Acioly convidou 26 adolescentes e jovens a pensarem de que maneira eles se veem respondendo aos acontecimentos do mundo e os instigou a imaginarem, a partir de seus próprios repertórios e referências, novas formas de expressão. Ou seja, novas possibilidades de ampliação deste diálogo entre eles e o entorno, através e por meio da arte. Essa foi a primeira – chamada entrevista – das três etapas vivenciadas pelos convidados deste trabalhoaventura.

O Artista

Em um segundo momento, o de sensibilização, os jovens foram convocados a se olharem, por meio de seus autorretratos. Foi-se sugerido então que, a partir da percepção que tiveram quando defrontados às suas próprias imagens, construíssem trabalhos que traduzissem, de maneira plástica e imagética, o que gostariam de dizer, munidos já dos sentimentos e das reflexões que os atravessaram desde o início da jornada FaceGenerationS.

A Obra

Na terceira etapa do projeto os trabalhos gerados são apresentados e compartilhados para que mostrem os caminhos percorridos por cada jovem na busca de sua própria resposta singular. Caminhos esses que, por serem tão diversos, criam um mosaico de possibilidades criativas surpreendentes que nos faz abrir os olhos para novas expressões e percepções do que é a arte para a nova geração. Afinal o que é uma obra de arte? Ela mora no ‘o que’ ou mora no ‘como’?  E o que é beleza? Essas perguntas, muito mais do que respostas absolutas e fechadas, pedem novas e novas perguntas, que realimentam novamente o processo de diálogo com o mundo.

Ao final de 1 ano, FaceGenerationS terá apresentado aos internautas 52 pílulas digitais compostas pela etapa de sensibilização e obras de arte através do olhar destes novos artistas. A arte como portal de acesso.

*SEXTA* – Dia 10 de abril de 2020

*FEDEGUNDA*,de Karen Acioly, produção Borogodó

Disponível de 10h Às 17h

Fedegunda tem como companheiros de jornada o mar, personagem poderoso e sábio conselheiro; o vento, que a impulsiona para a ação; o desejo, belo, sedutor, com grande poder de transformar; o tempo, anjo protetor que a prepara, alimenta e possibilita a superação. A peça traz a oportunidade de refletir a respeito dos desafios a que somos submetidos na tomada de consciência de nossas dificuldades e no enfrentamento e na superação delas, acionando nossos recursos internos.

*SÁBADO* – Dia 11 de abril de 2020

*Experiência Yellow*,de Karen Acioly e Ciro Acioli, produção Borogodó

Disponível das 10h às 17h

O que você faria se os Beatles invadissem o seu quarto? Paulo, um “Beatlemaníaco” apaixonado, cuja adolescência desabrocha em plena incomunicabilidade e inquietude, vai descobrir. Vai descobrir ainda quem ele é, o que quer e como quer estar no mundo.

A criativa ópera pop rock é narrada por um jovem apaixonado que entra em seu submarino amarelo para viver uma aventura e interpretar versões em português de Frank Papaterra para clássicos dos Beatles.

FICHA TÉCNICA

Duração: 55 minutos

Autoria: Karen Acioly e Ciro Acioli

Elenco: Ciro Acioli, Edgar Araújo, Julia Gorman, Pedro Sol e Victor Ribeiro

*DOMINGO* – Dia 12 de abril de 2020

 *Os Cabelos Arrepiados*, de Karen Acioly e Ciro Acioli, produção Borogodó

Disponível das 10h às 17h

É a história de 5 crianças insones que acreditam ter seus sonhos roubados. Suspense, amizade, medo e amor compõem o texto que brinca com as diversas formas de narrativas dramáticas do teatro.Que criança nunca ficou acordada de noite, encolhida na cama imaginando coisas horríveis? Quando o sono escapa, a mente é capaz de criar os mais assustadores pensamentos, e qualquer sombra ou barulho se transformam em ameaças terríveis. Cabelos arrepiados conta a história de crianças insones que enfrentam os perigos gerados pelos maus pensamentos e pelos sonhos ruins, brincando com a imaginação de forma surpreendente e bem-humorada. Com projeções e com música cantada e tocada ao vivo esperamos brincar com os medos divertindo as crianças e os adulto.

Autoria e direção: Karen Acioly
Elenco: Daíra Sabóia / Haline de Oliveira / Jonas Hammar/ Jules Vandystadt, Kiko do Valle e Tatiana Köhler

 

O Gigante Adamastor, da Cia O Grito, está disponível on-line

Enquanto aguarda passar a crise de saúde, por conta do novo Coronavírus, o grupo de teatro O Grito, que teve suspensa a temporada de seu premiado espetáculo O Gigante Adamastor, dirigida por Roberto Morettho, convida a criançada que está casa para assistir o espetáculo inspirado em Os Lusíadas. Assista neste linkhttps://youtu.be/hxexCLc2rHI

Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem 2018 de melhor iluminação(Robson Lima) e eleita uma das melhores de 2018 pelo Guia da Folha,a peça infantil é baseada no Canto V de Os Lusíadas, de Luiz Vaz de Camões.

A peça conta a história de Pedro e seu irmão caçula Zito, moradores de uma cidade praiana que recebe um circo misterioso. Com a chegada da trupe e o sumiço de Pedro, Zito terá de desvendar grandes mistérios e enfrentar seres mitológicos nesse circo mágico. Em cena, os atores trocam de personagens para contar a história de um gigante que cai de amores por uma delicada ninfa que o rejeita. O sofrimento do grandalhão faz com que ele sopre sobre o mar, gerando ondas enormes no cabo das tormentas onde navios acabam naufragando. A encenação, segundo o diretor Roberto Morettho, não é realista.

 

Os atores fazem às vezes de narradores, personagens e ainda manipulam bonecos. Os papeis também não são fixos e nem dependem dos gêneros dos intérpretes –  o ator Wilson Saraiva também interpreta mulheres e as atrizes JuniaMagi e Samira Pissinatto, homens. “A ideia de criar uma peça a partir do personagem do Gigante Adamastor, da obra de Camões, originalmente foi do Roberto Morettho (diretor) e dos artistas da companhia O Grito”, diz Heloisa Prieto, que assina o texto com os demais membros da cia.

Clique aqui para assistir – https://youtu.be/hxexCLc2rHI

“O Filho do Presidente” produzido especialmente para streaming

Enquanto o setor da cultura tenta responder à crise do novo coronavírus, estreia na próxima terça, dia 07, o solo em streaming O FILHO DO PRESIDENTE. Com o isolamento decretado, a diretora Natasha Corbelino e o ator e dramaturgo Ricardo Cabral transformaram o processo de criação. Agora, o espetáculo vai estrear nas redes, por videoconferência.

“A pesquisa é descobrir o que pode um corpo na tela”, explica a diretora. “A câmera do celular é um dispositivo de cena, não é o mesmo que teatro filmado.”

O solo conta a história de um homem em fuga. Depois de pegar o metrô no sentido errado, ele mata dois policiais, rouba um livro e agora precisa fugir. É o quarto espetáculo do TEATRO CAMINHO, grupo carioca que trabalha há sete anos com teatro e espaços não convencionais. “O virtual radicalizou nossa pesquisa espacial”, avalia Cabral. “É teatro, cinema, história, performance, live, tudo ao mesmo tempo.”

Antes da quarentena, “O filho do presidente” estrearia num circuito de casas e apartamentos no Rio e em São Paulo. A data da estreia foi mantida, mas agora serão seis dias de apresentação no Zoom, aplicativo de videochamadas que tem ganhado cada vez mais adeptos desde o início do isolamento. A ferramenta é gratuita e permite a realização de reuniões, cursos e aulas de ginástica para quem está em casa.

O figurino é de Tiago Ribeiro, indicado ao prêmio Shell e Cesgranrio deste ano pelos espetáculos “As comadres” e “Interior”.

Serviço – O FILHO DO PRESIDENTE
de 07 a 12 de abril
Terça a domingo, às 21h
Link da transmissão disponível no site teatrocaminho.com e no instagram @teatrocaminho
Tel: (21) 99106-2335
Colaboração consciente
Duração: 45 minutos
Classificação indicativa: 18 anos

FICHA TÉCNICA

Texto e performance: Ricardo Cabral
Direção: Natasha Corbelino
Figurino: Tiago Ribeiro
Realização: Teatro Caminho e Corbelino Cultural

Teatro Alfa dá dicas de espetáculos de dança para assistir do sofá durante a quarentena

INSTITUTO BRINCANTE

 

Coordenado pelo casal de artistas Antonio Nóbrega e Rosane Almeida, o instituto vem publicando uma série intitulada Danças Brasileiras, com mais de 20 vídeos. Originalmente lançado como documentário, sob direção de Belisário Franca, o material é resultado de uma expedição que Nóbrega e Rosane fizeram por diversos Estados para retratar tradições populares ligadas à música e à dança, como cavalo marinho, capoeira, maracatu rural, coco e frevo.

No canal  do youtube: https://www.youtube.com/user/Institutobrincanteof

 _______________________________________________________________

 

CONECTDANCE

 

Ana Francisca Ponzio, jornalista, crítica, curadora e produtora de eventos na área de dança, criou o site Conectdance, um canal de difusão da dança na internet, como expressão artística no mundo contemporâneo. Lá você encontra reportagem, entrevistas (em vídeo) com coreógrafos, bailarinos, diretores de companhias e as últimas notícias do mundo da dança.

Visite o site: https://conectdance.com.br/

_______________________________________________________________

 GRUPO CORPO

A cada semana a companhia disponibiliza dois espetáculos na íntegra que estarão liberados gratuitamente no Vimeo.

Instruções:

Acesse vimeo.com/grupocorpo

Faça login.
Selecione um dos vídeos contemplados na promoção.
Clique em alugar (NÃO preencha dados de cartão de crédito).
Em “aplicar código promocional” digite
grupocorpo45anos

_______________________________________________________________

 CIA DE DANÇA DEBORAH COLKER

 Durante o período de quarentena estarão disponíveis os vídeos dos espetáculos 4 por 4, CRUEL, TATYANA, BELLE e CÃO SEM PLUMAS.

Acesse: https://www.ciadeborahcolker.com.br/videos

 _______________________________________________________________

 SÃO  PAULO COMPANHIA DE DANÇA

 A companhia disponibiliza espetáculos na íntegra, como ‘O Lago dos Cisnes’ e também a série ‘Figuras da Dança‘ que conta a história da dança nacional através da história de expoentes da dança. O conteúdo está disponível na página da SPDC no Youtube:  https://www.youtube.com/user/AudiovisualSPCD

 Além disso, a companhia faz parte do programa Campanha #CulturaemCasa, em que a Secretaria de Cultura e Economia Criativa disponibiliza conteúdos completos online para estimular o público a seguir as orientações de combate à doença e incentivar o consumo de conteúdo cultural, com música, teatro, dança, museus, etc.

 A lista será atualizada diariamente com novos conteúdos.

Aproveite: www.cultura.sp.gov.br/culturaemcasa

 _______________________________________________________________

 CISNE NEGRO CIA DE DANÇA

 A Cisne Negro Cia. de Dança, lançou um cronograma repleto de atividades e inteirações em suas redes sociais com o intuito de aproximar ainda mais de seu público, via essas ferramentas, nesse momento singular que se vivência.

 A programação será inteiramente gratuitamente e oferecida – on-line – em suas redes sociais. Dentro desse escopo serão disponibilizadas aulas de Ballet clássico, Danças populares brasileiras, Yogae Condicionamento físico. Todas as aulas são ministradas pelo corpo artístico da companhia. Igualmente, serão promovidos bate-papos com o elenco, entrevistas com personagens emblemáticos da dança, depoimentos de diretores, coreógrafos que já criaram para a Cisne Negro, ex-integrantes e profissionais de saúde.

https://www.instagram.com/cisnenegrocia/

https://www.facebook.com/cisnenegrocia

 _______________________________________________________________

  BOLSHOI THEATER

 O teatro Bolshoi, da Rússia, começou a transmitir os seus famosos espetáculos do balé nesta sexta-feira (27). A companhia fechou as portas no dia 17 de março e liberou ao público suas apresentações ao longo de 195 anos de história. Entre elas, estão “O Lago dos Cisnes” “A Bela Adormecida”.

 As transmissões online do balé Bolshoi vão ao ar nos dias 28 de março, 01, 04, 07 e 10 de abril, às 13h no horário de Brasília. Cada dia, um espetáculo diferente. Para assistir, basta acessar o canal do YouTube do Teatro Bolshoi.

https://www.youtube.com/user/bolshoi

 _______________________________________________________________

 BÉJART BALLET LAUSANNE

 O Béjart Ballet Lausanne disponibilizará um espetáculo de seu repertório por semana, entre eles ‘A Flauta Mágica’. Veja a programação  no site: www.bejart.ch

#FiqueEmCasa: Produtora Movimento Carioca, do casal de atores Miriam Freeland e Roberto Bomtempo, disponibilizará obras de Teatro e Cinema pelo YouTube

A produtora cultural Movimento Carioca – dirigida pelo casal de atores Miriam Freeland e Roberto Bomtempo – aderiu ao movimento #FiqueEmCasa e disponibilizará gratuitamente, em seu canal do YouTube, diversas obras de Teatro e Cinema realizadas ao longo de seus 20 anos de atuação em filmes e peças de teatro na cidade do Rio de Janeiro. O primeiro conteúdo liberado será “Raul Fora-Da-Lei – A História de Raul Seixas”, monólogo musicado estrelado por Bomtempo, e dirigido por José Joffily.

Os lançamentos serão postados todo sábado, a partir de 28 de março, no canal da produtora no YouTube. Para acessar, clique: bit.ly/MovimentoCariocaYouTube

Ainda está previsto o premiado filme “Depois Daquele Baile”, com Lima Duarte, Marco Caruso, Irene Ravache e Ingrid Guimarães.  Vencedor dos prêmios de Melhor Filme no Festival de Cinema de Miami, Prêmio da Crítica no Festival de Nova York, Melhor Filme pelo Júri Popular no Festival de Tiradentes, entre outros.

Além de produções para a TV e o Cinema, Roberto Bomtempo e Miriam Freeland são grandes produtores do teatro carioca e a companhia criada pelo casal possui mais de dez espetáculos produzidos nos últimos 20 anos. Destes, alguns sucessos também estarão online.

– Como cidadãos e profissionais da Cultura, devemos nos unir no movimento #FiqueEmCasa. É preciso compartilhar opções de Entretenimento para quem está em casa fazendo a sua parte e ajudando na conscientização durante este momento tão difícil.  – afirma Roberto Bomtempo.

– É triste ver os teatros vazios e tantos espetáculos cancelados e adiados, inclusive obras nossas como “Diário de Pilar na Grécia”, que estrearia em março no Rio. Precisamos estar próximos do público de alguma forma e qualificar o trabalho de profissionais que movimenta uma cadeira econômica importante! Além do valor cultural, que num momento como esse tem demonstrado ainda mais sua relevância na vida de todos!– conclui Miriam Freeland.

Entre as obras teatrais, serão disponibilizados sucessos como “Plínio – A História de Plínio Marcos”, de Silvio Guindane e protagonizado por Roberto Bomtempo; “Casa de Bonecas”, versão do argentino Daniel Veronese e com Bomtempo, Miriam Freeland, Leandro Baumgratz, Ana Sant’Ana e Regina Sampaio; além de um dos maiores sucessos da companhia, “Tomo Suas Mãos nas Minhas” êxito de público e crítica, indicado aos prêmios Shell de Melhor Ator e Melhor Atriz (Miriam e Bomtempo), além de Cenário e Iluminação.

A Movimento Carioca vai incluir nessa jornada teatral  “Capitães da Areia”, montagem de 1992 que ficou dois anos em cartaz no Teatro Vanucci, estrelada pelos então estreantes Dira Paes, André Gonçalves, Pedro Vasconcelos, Jonas Torres, Victor Hugo, entre outros.

RAUL FORA-DA-LEI

A partir do dia 28 de março, sábado, os internautas poderão acessar a homenagem de Roberto Bomtempo ao cantor e compositor, “Raul Fora-Da-Lei – A História de Raul Seixas”, um “monólogo musicado”, como chama o ator, que vive o músico homenageado. O espetáculo já rodou o Brasil, passando por São Paulo (interior e capital), Belo Horizonte, Salvador, Maceió, Fortaleza, Porto Alegre, entre outras cidades e estados, e esteve em cartaz por mais de 20 anos.

Como um tributo ao músico Raul Seixas, “Raul Fora-da-Lei” conta com a participação da banda M-743 tocando ao vivo, sob direção musical de Igor Eça. “Gita”, “Cowboy Fora-da-Lei” e “Maluco Beleza” são algumas das canções apresentadas durante a peça, que tem roteiro assinado por Luiz Arthur Nunes, Roberto Bomtempo e José Joffily.

Acesse o canal da Movimento Carioca no YouTube: bit.ly/MovimentoCariocaYouTube

Programação TEATRO ONLINE, da Palavra Z

Contribuindo com a campanha oficial de combate ao Covid-19, a Palavra Z Produções Culturais disponibilizou no último final de semana 6 (seis) espetáculos, entre infantis e adultos gratuitamente online. O objetivo é contribuir com a conscientização da população sobre as medidas de prevenção necessárias, além de garantir a diversão, o entretenimento e o bem-estar das famílias, nesse período tão delicado em que precisarão ficar mais tempo em suas casas.

A ação intitulada TEATRO ONLINE, contou com 21 mil visualizações, média de 65 mil espectadores com mais de 5 mil horas de exibição. Essa semana a iniciativa começa na quarta-feira com música e ópera performática.

Segue abaixo a programação da segunda semana. O acesso é feito através do link disponibilizado no site da Palavra Z: www.palavraz.com.br

Programação de 26 a 29 de março

*QUARTA*

_MÚSICA_

*Gomalina Clube Canta Noel Rosa* de Cadu Pacheco, Renato Badeco e Rafael Tereso
Disponibilizado de 10h às 17h

O show homenageia a música popular brasileira, com o grande compositor da Música Popular Brasileira Noel Rosa que apesar de ter vivido apenas 26 anos, sendo sete deles dedicados a composição de mais de 250 canções, se figura como um dos mais importantes compositores de nosso país.  Noel era diferenciado, um cronista do cotidiano, que contava em suas canções um Brasil menino, recém republicano. De vida boêmia e desregrada, compôs com tanta veemência que ainda hoje há canções que são praticamente inéditas. Fundamentado nisso, o projeto busca, através de uma pesquisa minuciosa em sua obra, levar ao público essas relíquias desconhecidas, além dos eternos sambas já consagrados.

 O cantor do grupo, Renato Badeco, resume: “Noel foi um carioca de classe média que transitou por todo o Rio de Janeiro nas décadas de 20 e 30. Cantou as esquinas, os bares, os becos, as mulheres, a urbes, a política, o amor, o machismo, o carnaval, o morro, os cabarés e a morte… Noel suscitou um modo novo de compor, aliando melodias geniais à poemas muito bem elaborados”.

_ÓPERA PERFORMÁTICA_

*Na Boca do Cão* de Gabriela Geluda
Disponibilizado de 18h às 00h

É uma ópera solo contemporânea, que une música, dança e teatro. Fala do potencial da arte para transformar traumas profundos do ser humano a partir de uma história real, vivida na infância da soprano Gabriela Geluda, protagonista do espetáculo.

A música é a última obra composta por Sergio Roberto de Oliveira, o libreto é de Geraldo Carneiro, tem direção do Bruce Gomlevsky. Em cena a soprano/atriz Gabriela Geluda e os músicos solistas Ricardo Santoro (Violoncelo), Rodrigo Foti (Percussão) e Cristiano Alves/ Cesar Bonan (clarineta/clarone).

*QUINTA*

_MÚSICA_

*Mona canta Dalva* de Mona Vilardo e Filomancuzo
Disponibilizado de 10h às 17h

Mona canta Dalva estreou em 2017, no Teatro Maison de France, em comemoração ao centenário de Dalva de Oliveira. Depois seguiu pra o Teatro Dulcina, Teatro da UFF e Teatro Municipal de Niterói. Dentro do projeto tenho ainda o livro infanto juvenil “Dalva, minha vó e eu” e o espetáculo Mona canta Linda, pelo centenário de Linda Batista em 2019. Esse ano, fizemos o show Pré Carnaval das Rainhas do Rádio no Teatro Claro Net e Sala Nelson Pereira dos Santos.

_ÓPERA PERFORMÁTICA_

*Migrações* de Gabriela Geluda
Disponibilizado de 18h às 00h

Uma ópera performática que trata dos fluxos migratórios de milhões de pessoas de uma maneira poético-alegórica. Esses movimentos são motivo de fascínio e terror desde a mítica Tróia aos refugiados da Síria hoje e o desejo é de que se possa dar atenção permanente a essa questão.

Tem libreto de Geraldo Carneiro, direção de Duda Maia, música de Beto Villares e Armando Lôbo.  No elenco estão a soprano e atriz Gabriela Geluda, a bailarina e atriz Gabriela Luiz e o trio instrumental formado pelos solistas Cristiano Alves ( clarinete /clarone)  Rodrigo Foti ( Percussão) e Daniel da Silva ( violoncelo) além de meios eletroacústicos.

*SEXTA*

_Infantil_

*Patrícia Piolho* de Luiza Yabrudi e Karina Ramil
Disponibilizado de 10h às 17h

Após 5 anos, a peça infantil “Patrícia Piolho”, vencedora na categoria de Melhor Atriz do 9º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil (Karina Ramil), retorna nas mídias digitais, na próxima sexta feira, dia 27 de março, disponibilizado de 10h as 17h. A peça narra o drama de uma menina do interior que chega à cidade grande e busca aceitação na turma do novo colégio. Logo no primeiro dia de aula, em meio a esse desafio, ela conhece o inseto mais temido na infância, o piolho, motivo de bullyng, mas que, para sua surpresa, acaba sendo seu melhor amigo.

_Adulto_

*Carta de um Pirata* de Vinícius Piedade
Disponibilizado de 18h às 00h

Um pirata escreveu uma carta pra mãe há muito tempo, e o ator traz essa carta para o palco utilizando pra isso o essencial (corpo, voz, sensibilidade), de maneira a explorar todas as suas nuances, que vão do humor genuíno ao inconformismo radical, fazendo da peça uma Comédia Inconformada.

*SÁBADO*

_Infantil_

*A Pequena Vendedora de Fósforos* de Dayse Pozzato
Disponibilizado de 10h às 17h

A Pequena Vendedora de Fósforos é um dos textos mais populares de Andersen e pouco montado no Brasil. No exterior já recebeu diversas montagens tanto para crianças quanto para adultos. Estimulados por esse ineditismo e pelos temas abordados resolvemos trazer este texto para o publico infantil, que conta com a adaptação de Denise Crispun e direção de Lúcia Coelho, ambas com vasta experiência com o teatro infantil.
Esta é a história de uma menina que, para sobreviver, ajuda sua família, vendendo fósforos. Num dia frio, de uma noite de Natal, ela acende um dos palitos para aquecer seu corpo e quem sabe,também sua alma. Cada fósforo que acende faz com que ela se depare com a vida que nunca teve: brinquedos, uma bela refeição, a presença de uma família, até o último fósforo, que traz de volta o desejo de rever a sua querida avó, já falecida.

_Adulto Musical_

*A Lenda do Sabiá* de André Arteche
Disponibilizado de 18h às 00h

A montagem musical, A Lenda do Sabiá, que contou com a benção de Ariano Suassuna, apresenta a Cia Os Aborígenes de Teatro e seus dez atores músicos que, em rima, contam a lenda de Sabiá – sanfoneiro que é acusado injustamente por um crime e, em um vivaz realismo fantástico, volta à vida transfigurado em um homem pássaro.

O espetáculo, que tem suas raízes na literatura de Cordel, é uma comédia que fala sobre o Brasil e faz um tributo a romancistas que são referência ao retratarem o folclore e o regionalismo do país – Mário de Andrade e Ariano Suassuna, e seus personagens, como Macunaíma e João Grilo. Bem como o compositor Luiz Gonzaga, dentre muitos outros autores brasileiros.

*DOMINGO*

_Infantil_

*Marrom nem preto nem branco? * idealizada por Vilma Melo e  Pieterson Duderstadt
Texto Renata Mizrahi
Disponibilizado de 10h às 17h

Com 55 minutos de duração, a peça inspirada na menina Lorena de Melo Schaefer, conta a história de Linda, uma menina que não entende o conceito de raça, só de cor. Filha de pai alemão e mãe negra, ela se acha marrom. Após inúmeras situações que apontam as desigualdades, ela decide fugir em busca de sua identidade a procura de um lugar onde todos são iguais.

_Adulto_

*Um Ensaio Sobre Amaro* de Eduardo Rios
Disponibilizado de 18h às 00h

Um ensaio sobre Amaro é um ensaio sobre a tristeza, que se desenvolve no exato instante em que um ator que nega os seus próprios sentimentos se vê obrigado a reensaiar o seu personagem mais triste: Amaro. O ator e o personagem entram juntos em cena para travar um embate entre a melancolia e a euforia, a lealdade e o desapego, a aceitação e a necessidade de mudar. O ator, Eduardo Rios, usa como recursos principais um forte trabalho físico e um dinâmico tempo cômico para, sozinho, dar vida a um inquieto e filosófico dilema entre as facetas que habitam um mesmo ser. Brincando entre linguagens teatrais extremas, o espetáculo aposta na mescla entre dança, teatro de máscaras, manipulação de objetos, música e ilusionismo para convidar o público a uma conversa com a tristeza em tempos em que ela não é mais ouvida.

Então corram e espalhem! Vamos manter quem amamos em casa!
VIVA a arte que ajuda a curar. Todos contra #covid19!
Acesse o link por _www.palavraz.com.br_

 

Adulto
Um Ensaio Sobre Amaro de Eduardo Rios

Disponibilizado de 18h às 00h
Um ensaio sobre Amaro é um ensaio sobre a tristeza, que se desenvolve no exato instante em que um ator que nega os seus próprios sentimentos se vê obrigado a reensaiar o seu personagem mais triste: Amaro. O ator e o personagem entram juntos em cena para travar um embate entre a melancolia e a euforia, a lealdade e o desapego, a aceitação e a necessidade de mudar. O ator, Eduardo Rios, usa como recursos principais um forte trabalho físico e um dinâmico tempo cômico para, sozinho, dar vida a um inquieto e filosófico dilema entre as facetas que habitam um mesmo ser. Brincando entre linguagens teatrais extremas, o espetáculo aposta na mescla entre dança, teatro de máscaras, manipulação de objetos, música e ilusionismo para convidar o público a uma conversa com a tristeza em tempos em que ela não é mais ouvida.

Então corram e espalhem! Vamos manter quem amamos em casa!
VIVA a arte que ajuda a curar. Todos contra #covid19!
Acesse o link por www.palavraz.com.br

Premiado projeto Grandes Músicos para Pequenos ganha Canal no Youtube

O premiado projeto Grandes Músicos para Pequenos ganhou, nesta sexta-feira, Dia Nacional do Teatro para a Infância e Juventude, um canal no Youtube. Criada pela produtora Entre Entretenimento com o objetivo de levar para os palcos nomes importantes da cultura brasileira, a série conta hoje com cinco espetáculos teatrais: ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’, ‘O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças’, ‘Bituca – Milton Nascimento para Crianças’, ‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’ e ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’. O novo canal reúne cenas de todos os espetáculos do projeto e, em breve, vai ganhar conteúdo exclusivo, como músicas, karaokês e outros quadros (http://bit.ly/youtubegmpp).

“O canal é mais uma janela de interação com as famílias que acompanham o projeto. Neste primeiro momento, os trechos disponíveis são uma forma de levar o nosso repertório para dentro de casa, assim como as playlists do Spotify. Em breve, outros conteúdos serão incluídos no canal”, conta Diego Morais, diretor de todos os espetáculos do Grandes Músicos Para Pequenos.

Grandes Músicos para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Depois, vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ –  Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações – Bituca – Milton Nascimento para crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações – e Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações. O mais recente, Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças (2019), está concorrendo ao Prêmio CBTIJ 2019 nas categorias Melhor Ator (Rodrigo Salvadoretti) e Cenário (Clivia e José Cohen), além de Melhor espetáculo Infantil no Prêmio Musical Rio.

As cinco peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores. O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

“Incêndios” no Teatro Nair Bello

Com direção de Marco Antônio Pâmio, o espetáculo Incêndios estreia no dia 20 de março (sexta, às 21 horas) no Teatro Nair Bello, tendo no elenco atores da Turma M6B, formandos da Escola de Atores Wolf Maya.

A montagem é um estudo sobre a obra do libanês Wajdi Mouawad, radicado no Canadá, com tradução de Angela Leite Lopes. O enredo traz a história de resistência de uma mulher, imigrante árabe, em busca da sobrevivência e do conhecimento, a partir de suas últimas vontades endereçadas aos filhos gêmeos e, agora, órfãos.

O seu testamento, com a estranha exigência para que seu sepultamento não aconteça até que duas cartas sejam entregues, é o ponto de partida da peça sem qualquer limitação de tempo e espaço. Vai de um lugar a outro, de um espaço aberto a outro fechado, de um continente a outro, de uma cultura a outra, em cenas que vão e voltam ao longo de 50 anos e, às vezes, se interpenetram e se misturam. Torna-se também a história de uma jovem mulher que, recém-saída da infância, se afogou em sua vida real, carregando consigo um amor adolescente e uma criança no ventre. E também a história da obstinação de uma mulher por ler, escrever e pensar, a fim de dar sentido às coisas, tornando-se então a história de uma resistência.

O espetáculo Incêndios pode ser descrito como a história de histórias que procuram seus começos; de destinos que buscam suas origens para tentar resolver a equação de sua existência e encontrar, atrás da duna mais sombria, alguma fonte de beleza.

Sobre a peça, o autor escreveu: “Aquele que tenta descobrir sua origem é como um andarilho no meio do deserto, na esperança de encontrar, atrás de cada duna, uma cidade. Mas cada duna esconde outra, e a fuga não tem fim. Contar uma história implica escolher um início. E, para nós, o início talvez seja a morte dessa mulher que há muito tempo decidiu se calar e nunca mais disse nada. Essa mulher se chama Nawal”.

Nascido no Líbano, em 1968, Wajdi Mouawad mudou-se com a família para a França aos oito anos, diante da eclosão da guerra civil no país natal. Em 1983, imigrou definitivamente para Montreal, no Canadá, tornando-se uma das vozes mais potentes da nova dramaturgia franco-canadense. Seus textos, escritos originalmente em francês, transcendem as especificidades da língua e falam para todas as culturas e gerações, estimulando mentes e tocando corações. Trata-se de um autor com um domínio impressionante sobre os recursos dramáticos e épicos e, em Incêndios, ele reconquista a força que a tragédia teve na antiguidade clássica.

Ficha técnicaTexto: Wajdi Mouawad. Tradução: Angela Leite Lopes. Direção: Marco Antônio Pâmio. Direção de Movimento: Marco Aurélio Nunes. Preparação Vocal: Alessandra Krauss Zalaf. Figurino: Bárbara Maciel. Iluminação e operação de luz: Rodrigo Alves (Salsicha). Trilha sonora: Marco Antônio Pâmio, Elder Freitas, Thiago Heijde e Diego Guerrero. Assistência de direção: Dani Rombolli, Elder Freitas, Julia Riguez, Maria Clara Aquino e Philippe Wieser. Participação: Kaue Pereira. Assistência de figurino: Adriana Cabral e Thiago Heijde. Operação de som: Elder Freitas. Operação de vídeo: Julia Riquez. Produção executiva: Maristela Bueno. Produção: Rodrigo Trevisan e Renato Campagnoli. Fotografia: Rombolli Torres Photografia. Coordenação pedagógica: Josemir Kowalick. Coordenação geral: Hudson Glauber.

Elenco (Turma M6B): Ana Julia Barcelos, Ana Koretz, Bruna Witko, Claudia Ruocco, Diego Guerrero, Fabiana Caruso, Fernando Gonçalves, Felipe Braga, Gabriel Baldi, Guilherme Soares, Jô Pereira, Juliana Raimundo, Karla Volpato, Leide Carmo, Lucas Frontini, Thiago Heijde e Thiago Piacentini.

Serviço

Espetáculo: Incêndios

Temporada: 20 a 29 de março de 2020

Horários: sextas e sábados (às 21h) e domingos (às 19h)

Ingressos: R$ 30,00 (vendas na bilheteria do teatro)

Gênero: Drama. Duração: 90 min. Classificação: 12 anos.

Bilheteria: quarta a sábado (15h às 21h) e domingo (15h às 19h).

Teatro Nair Bello

Rua Frei Caneca, 569 – Shopping Frei Caneca, 3º Piso. Consolação – SP/SP.

Tel: (11) 3472-2414. Capacidade: 201 lugares.

Ar condicionado. Acessibilidade.

http://wolfmaya.com.br/| Nas redes: @escolawolfmaya

“Na Boca do Vulcão” no Sesc Avenida Paulista

A partir de uma contínua investigação artística acerca dos variados impactos das atividades humanas na Terra, o diretor Luiz Felipe Reis e a Polifônica Cia. apresentam seu novo espetáculo, “Na boca do vulcão”, que estreia, dia 20 de março, no Sesc Avenida Paulista, onde fica em temporada de quinta a domingo até 19 de abril. Continuação da pesquisa do grupo acerca de temas como o Antropoceno e a violência humana, a peça aborda a degradação de biomas pelas forças do capital, o desequilíbrio climático e seus múltiplos efeitos, a tragédia ambiental brasileira, assim como a poluição comunicacional e o neo-obscurantismo político que desestabilizam o Brasil e o mundo.

A obra reúne textos de Alberto Pucheu, André Sant’Anna, Luiz Felipe Leprevost, Luiz Felipe Reis e Tatiana Nascimento, entre outros livremente inspirados nas obras de J. M. Coetzee, Olga Torkarczuk e Carlos Drummond de Andrade. Organizada pelo diretor, a dramaturgia se realiza através de uma polifonia cênica, em que dispositivos teatrais, audiovisuais e sonoros se articulam para investigar “a crise ambiental, climática e civilizacional que a humanidade produz e enfrenta na era do capital”, diz Reis. O elenco, formado por Julia Lund, Thiago Catarino, Stella Rabello, Ciro Sales e Isio Ghelman, apresenta uma série de quadros cênicos intercalados por instalações sobre o tema.

“Estamos vivendo o momento da História da Terra emque o homo sapiens deixa de ser apenas um mero agentebiológico para se tornar, gradativamente, uma forçageológica primordial, ou seja, o principal responsável pelasmaiores transformações na paisagem e no funcionamentoda Terra”, observa Luiz Felipe Reis. “Nos últimos 50 anos,a humanidade tem alterado, numa velocidade maior doque em qualquer outra era, o equilíbrio termodinâmico,a biodiversidade e o funcionamento de todo o sistema da Terra.Os projetos da Cia. investigam essa violenta colisão entre a humanidade e o mundo,entre uma única espécie e todo um sistema que regula a vida”, acrescenta o diretor que tem outros dois projetos previstos para estrear este ano: “O fim de E.”, adaptação para as obras “O fim de Eddy” e “História da violência”, do francês Édouard Louis, e “2666”, adaptação inédita na América Latina para a obra homônima do chileno Roberto Bolaño.

“Na boca do vulcão” é a nova etapa de uma pesquisa desenvolvida pela Polifônica Cia. desde 2014, intitulada “Dramaturgias do Antropoceno”, que já resultou em uma série de artigos, dramaturgias e espetáculos que investigam as mudanças cada vez mais intensas e aceleradas que a humanidade tem desempenhado na forma e no funcionamento da Terra. Após a criação das peças “Estamos indo embora…” (2015) e “Galáxias” (2018), “Na boca do vulcão” (2020) toca, com maior ênfase, a atual crise ambiental e política brasileira, abordando fatos que resultaram em crimes ambientais e tragédias ecológicas recentes.

O espetáculo também leva à cena a luta em defesa do meio ambiente de povos indígenas e de ícones internacionais como o seringueiro e ambientalista Chico Mendes (1944-1988), assassinado há mais de 30 anos, e o artista visual Frans Krajcberg. A montagem relaciona, através de uma instalação documental, o marco histórico da morte de Chico Mendes com dados que evidenciam o crescimento da violência contra ambientalistas no Brasil, um país que se tornou, a partir de 2002, um dos líderes do ranking mundial de assassinatos cometidos contra defensores do meio ambiente – segundo relatórios da organização britânica Global Witness, o Brasil tem média de 40 assassinatos por ano, a maioria ocorrida na Amazônia.

“Esta situação de violência e vulnerabilidade se agrava no atual momento do país, em que marcos legais que garantem a preservação do meio ambiente vêm sendo desrespeitados por diversas atividades criminosas, como as queimadas ilegais que têm crescido sob o estímulo da impunidade, do desmonte dos instrumentos oficiais de fiscalização e do negacionismo científico que rege a política ambiental do atual governo brasileiro”, acrescenta Luiz Felipe Reis.

Polifonia Cênica

“Na boca do vulcão” leva adiante a pesquisa estética da Cia. acerca do conceito de “Polifonia Cênica”, que busca estabelecer uma relação não hierárquica entre diferentes formas de arte na constituição do fazer teatral. Nesse sentido, o trabalho constrói uma experiência artística imersiva e sensorial, a partir de uma constante transfusão entre dispositivos do fazer teatral com diferentes formas de arte: a literatura, a dança, além de instalações de luz, som e vídeo. O espetáculo tem como objetivo, portanto, articular reflexões filosóficas com provocações sensoriais, a fim de sensibilizar o público para a gravidade das transformações que a humanidade tem desempenhado na Terra, como o desequilíbrio climático global e a sexta extinção em massa de espécies.

Sobre a Polifônica Cia.

 

Fundada em 2014, a Polifônica Cia. desenvolve uma pesquisa estética e temática acerca das noções de “Polifonia Cênica” e de “Dramaturgias do Antropoceno”. Em 2015, a Cia. foi indicada ao Prêmio Shell 2015 na categoria Inovação com o experimento cênico-científico “Estamos indo embora…”, pela “multiplicidade de linguagens artísticas adotadas para abordar a ação do homem nas transformações climáticas”. Em 2016, a Polifônica recebeu indicações e conquistou prêmios pela criação do projeto “Amor em dois atos”, que reuniu em uma mesma encenação duas obras do dramaturgo francês Pascal Rambert, “O começo do a.” e “Encerramento do amor”. Em 2018, a Cia. apresentou o seu novo trabalho, “GALÁXIAS”, que articula textos de Luiz Felipe Reis com fragmentos da obra literária do escritor argentino J. P. Zooey. Em 2020, a Cia. apresenta o seu novo espetáculo, “Na boca do vulcão”, assim como prepara a estreia de duas novas criações: “O fim de E.”, adaptação para as obras “O fim de Eddy” e “História da violência”, do francês Édouard Louis, e “2666”, adaptação inédita na América Latina para a obra homônima do chileno Roberto Bolaño.

Ficha técnica:

 

Direção e dramaturgia: Luiz Felipe Reis

Textos: Alberto Pucheu, André Sant’Anna, Luiz Felipe Leprevost, Luiz Felipe Reis, Tatiana Nascimento e textos livremente inspirados nas obras de J. M. Coetzee, Olga Torkarczuk e Carlos Drummond de Andrade

Atuação: Julia Lund, Thiago Catarino, Stella Rabello, Ciro Sales e Isio Ghelman

Direção de movimento: Amália Lima

Assistente de direção: Luisa Espíndula

Cenário: Antônio Pedro Coutinho (Estúdio Chão)

Figurino: Tatiana Rodrigues

Iluminação: Alessandro Boschini e Julio Parente

Vídeo ao vivo e instalações audiovisuais: Julio Parente

Instalação documental: Clara Cavour

Pesquisa e criação sonora: Luiz Felipe Reis e Pedro Sodré

Produção musical: Pedro Sodré

Colaboração musical: Thiago Vivas

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Design gráfico: Clarisse Sá Earp (uma studio)

Administração Financeira: Letícia Napole

Produção Executiva: Renata Campos (Rio de Janeiro) e Périplo Produções (São Paulo)

Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela

Produção: Galharufa Produções Culturais

Idealização e coprodução:  Luiz Felipe Reis e Julia Lund (Polifônica Cia.)

 

 

Serviço:

Na boca do vulcão

Temporada: De 20 de março a 19 de abril

Sesc Avenida Paulista – Arte II (13º andar): Av. Paulista, 119 – Bela Vista, São Paulo – SP

Telefone: (11) 3170-0800

Dias e horários: Quinta a sábado, às 21h; domingos, 18h. Sessões extras: dias 11 e 18/04, às 17h.

Ingressos: R$ 30 (inteira); R$ 15 (meia-entrada) e R$ 9 (credencial-plena).

Lotação: 70 pessoas

Duração: 100 minutos

Classificação: 14 anos

Transporte Público: Estação Brigadeiro do Metrô – 350m

Horário de funcionamento da unidade: Terça a sábado, das 10h às 21h30. Domingos e feriados, das 10h às 18h30.

Horário de funcionamento da bilheteria: Terça a sábado, das 10h às 21h30. Domingos e feriados, das 10h às 18h30.

Site: sescsp.org.br/avenidapaulista

“Jacy” no Teatro Firjan SESI Centro

O Teatro Firjan SESI Centro recebe de 23 de março a 28 de abril, segundas e terças, às 19h, “Jacy”, espetáculo do potiguar Grupo Carmin, com Henrique Fontes e Quitéria Kelly no elenco, direção de Henrique Fontes, que também assina o texto junto a Iracema Macedo e Pablo Capistrano, e dramaturgia audiovisual de Pedro Fiuza. A obra foi contemplada com o Prêmio Myriam Muniz em 2012.

Sucesso de público e críticas por todos os 21 estados brasileiros em que foi apresentada, considerado um dos melhores espetáculos de 2015 pelo Jornal O Estado de São Paulo, “Jacy” conta a história real de uma mulher de noventa anos cujos pertences foram encontrados pelo diretor, dentro de uma frasqueira abandonada no lixo, em março de 2010, em uma das principais avenidas de Natal.

Em uma hora de espetáculo, a peça leva o público a acompanhar a vida extraordinária de uma mulher aparentemente comum, que nasceu em um engenho de cana-de-açúcar, atravessou a 2ª Guerra Mundial, a ditadura no Brasil, esteve no centro de um importante conflito da política no Rio Grande do Norte, viveu um amor estrangeiro e terminou seus dias sozinha em Natal.

– Quem assiste “Jacy” tem uma grande surpresa ao se deparar com a história dessa mulher, que quando contada no palco nos faz ver o quanto encantador e apaixonante foi a passagem dela por aqui. O público rí, chora, se emociona de várias formas, conhece um pouco da história do Brasil e aprende mais sobre as raízes do emaranhado político em que o país vem traçando nas últimas décadas. Após as apresentações nos deparamos com comentários do tipo: “pensei muito em minha mãe” ou “nunca pensei na solidão que minha avó pode estar sentindo” ou ainda pessoas que falam do quanto todos nós esquecemos da importância dos “velhos” em nossa sociedade, de como lidar com a solidão na velhice, enfim, sinto que é uma peça que ativa a humanidade do público de forma poética. –, comenta a atriz Quitéria Kelly.

Como é característica do Carmin drama e humor caminham juntos, a busca pelo riso não é gratuita e proporciona abertura para reflexão.

– “Jacy” é fruto de um processo de investigação e experimento que durou 3 anos. Na primeira fase pensávamos montar uma peça de ficção onde eu faria Jacy Homem e Quitéria Jacy Mulher. Isso durou um ano e quem estava produzindo os textos eram Pablo Capistrano aqui no RN e Iracema Macedo do RJ, e eu ia dando a amarra dramatúrgica. No entanto, após nosso primeiro ensaio aberto, percebemos que a potência dos fatos reais era enfraquecida pela ficção que passava ao largo do processo de investigação. Depois que assisti “Mi Vida Despues”, peça da dramaturga e atriz argentina Lola Árias, me deparei com a força da linguagem do teatro documental e isso revirou o processo. A forma, a cronologia dos fatos da investigação e os documentos descobertos no processo passaram a compor a dramaturgia. Pablo e eu passamos a escrever juntos a dramaturgia e pedimos a Iracema que – a exemplo de Jacy que mandava cartas mensais para o irmão no Rio – enviasse cartas como se fossem escritas para mim e Quitéria. Ela produziu uma narrativa epistolar que compõe a dramaturgia em alguns trechos –, comenta o diretor Henrique Fontes.

A princípio ao avistar a frasqueira abandonada o artista se interessou pelo objeto como potencial elemento de cena. Mas, ao chegar na sala de ensaio do Carmin e abrir a frasqueira, Henrique se deparou com vestígios de vida de uma mulher de 90 anos. Na ocasião o Grupo Carmin estava pesquisando temas para um novo espetáculo teatral, assim a frasqueira e seu conteúdo foi apresentado aos demais integrantes do Carmin o que levou o grupo a conduzir uma investigação que duraria 3 anos, até que em 2013 resultou no espetáculo de teatro documental intitulado “Jacy”.

– No primeiro momento tivemos medo de investigar, temendo que as pessoas pudessem querer nos processar (e uma ameaça realmente aconteceu), mas após a decisão de seguirmos com a montagem de forma documental era fundamental que descobrissemos a trajetória de vida de Jacy. O caminho foi completamente empírico e, assim como o encontro da frasqueira, muito fortuito. Começamos a ligar para os taxistas cujos cartões estavam na frasqueira até que um nos atendeu e pedimos que ele nos repetisse o trajeto de rotina que Jacy fazia com ele, aí chegamos a um supermercado e lá um embalador tinha o telefone da mulher que cuidou de Jacy durante seus últimos 20 anos de vida. Quando a encontramos sabíamos que tinhamos uma história. Tudo isso e o que descobrimos a partir da cuidadora de Jacy nós contamos na peça –, diz o diretor.

A dramaturgia audiovisual, termo cunhado pelo Grupo Carmin, vai muito além das projeções pois é a construção de uma narrativa em áudio e imagena que dialoga com a narrativa clássica, escrita, o texto falado. Mais do que projetar imagem é construir uma narrativa que hora dialoga com o texto e hora vai contra, ironiza, amplifica, reduz, criando uma dramaturgia própria.

“Jacy” é uma peça que envolve os espectadores tanto pela temática quanto pela sensibilidade. É uma obra delicada que transita entre História, poesia, humor e política, revelando fatos que muitas vezes ignoramos sobre o abandono dos idosos, a política oligárquica e o crescimento desenfreado das cidades brasileiras. A peça também foi motivo de várias monografias acadêmicas, desde os cursos de História, Teatro até à Medicina (Geriatria e Gerontologia).

– Creio que quando revelamos a trajetória de uma mulher comum e extraordinária que por muito pouco não teve sua vida esquecida, provocamos outros pesquisadores a questionar o que estamos fazendo com a memória dos mais velhos e como estamos cuidando dos nossos idosos –, comenta Quitéria.

Em 2019, com A Invenção do Nordeste, o Grupo Carmin foi vencedor das principais categorias de todas as premiações do Rio de Janeiro.

Ficha técnica

Texto: Henrique Fontes, Iracema Macedo e Pablo Capistrano
Direção: Henrique Fontes
Elenco: Henrique Fontes e Quitéria Kelly (stand-in: Juliana Linhares)
Dramaturgia Audiovisual: Pedro Fiuza
Trilha Sonora: Toni Gregório
Desenho de Luz: Ronaldo Costa
Direção de Arte: Mathieu Duvignaud
Técnicos de Som, Luz e Vídeo: Mateus Cardoso e Robson Medeiros
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Gestão de Redes Sociais: Rafael Teixeira
Designer: Daniel Torres
Realização: Grupo Carmin

Serviço

Teatro Firjan SESI Centro, Avenida Graça Aranha nº 1, Centro, Rio de Janeiro.
Informações: 21 2563-4163 e 2563-4168
Temporada: 23 de março a 28 de abril de 2020, segundas e terças, às 19h.
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).
Vendas na bilheteria de segunda a sexta das 11h30 às 19h30, sábados, domingos e feriados a partir das 17h ou pelo site https://bileto.sympla.com.br/event/64667/d/83393
Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos.
Duração: 60 minutos

16 de março: Dia Mundial do Teatro do Oprimido

O Dia Mundial do Teatro do Oprimido foi instituído em 2006 por praticantes do método, ao redor do mundo, como forma de homenagear o criador do método teatral que mais cresce no planeta. Augusto Boal aniversariava em 16 de março.


A programação, com entrada franca, da atividade “Centro de Teatro do Oprimido de Portas Abertas: Saberes e Práticas” terá Curingas de distintas fases do Centro de Teatro do Oprimido protagonizando rodas de conversa sobre cada momento da instituição, num bate papo descontraído e dialogal durante todo o dia.

 
O objetivo do evento será reunir praticantes do método, apreciadores de teatro e cultura em geral, além estudantes, professores e pesquisadores das áreas de teatro, direito, saúde, pedagogia, filosofia e sociedade.
Serão 12 horas de programação gratuita:
 
10h00 – Roda de conversa “A gênesis do Centro de Teatro do Oprimido: animadores culturais nos CIEPs”, com a presença de dois dos curingas que fundaram a instituição, Claudete Felix e Luiz Vaz.
  
11h00 – Helen Sarapeck e Olivar Bendelak falam sobre o período das experiências durante o “Mandato de veredor de Augusto Boal.” Da criação da técnica do Teatro Legislativo e aprovações de algumas leis por meio desta revolucionária dinâmica teatral.
 
14h00 – Geo Britto se junta a Helen Sarapeck para conversar sobre “Sistematização do processo de Multiplicação” e dos grandes projetos de capacitação que possibilitaram a difusão do método Brasil adentro e mundo afora.
 
17h00 – É a vez de Claudia Simone e Monique Rodrigues abrirem as falas para discorrer sobre os laboratórios de especificidades e do Laboratório Magdalena que ocasionou o Teatro das Oprimidas, uma revolução dentro do método do Teatro do Oprimido. Ou “A revolução dentro da revolução”, frase de uma das praticantes do método. Monique fala também sobre as “Estratégias de Resistências” de sobrevivência do CTO após a passagem de Boal e do contexto político com avanço da extrema direita.
 
18h00 – Os jovens Curingas oriundos da Maré, Maiara Carvalho, Gabriel Horsth e Eloana Gentil, falam sobre os “Novos Rumos” da instituição. A partir do projeto Teatro do Oprimido na Maré, a instituição passa a ter uma equipe oriunda prioritariamente de grupos populares. Equipe essa composta majoritariamente de mulheres, negrxs e faveladxs.
 
19h00 – Apresentação do novo colegiado. O Centro de Teatro do Oprimido passa a ter uma nova gestão. Dessa vez um colegiado formado por três pessoas negras. Uma revolução na instituição. Gabriel Horsth, bixa, preta, favelada da Maré, Maiara Carvalho, jovem da Maré oriunda do grupo Maré 2012, recém formada em pedagogia, e Eloana Gentil, mulher negra, oriunda de Niterói, recebem de Marcela Fárfan, Geo Britto e Alessandro Conceição o bastão para que a caminhada da instituição siga novos rumos contra as injustiças. Para essa atividade de passagem será feito o jogo do Teatro do Oprimido: Bola, bolhas e balões, com todas as pessoas presentes.
 
19h30 – A partir desse horário as atrações ficam por conta do Grupo de Teatro do Oprimido de Ponto Chic, formado por jovens de Nova Iguaçu, que apresentam a performance “Julga meu cabelo Afro”, abordando o racismo. Além de Ponto Chic o CTO, com integrantes do grupo Marias do Brasil apresenta performance sobre os desrespeitos que a categoria das trabalhadoras domésticas está recebendo da equipe do Governo Federal.
 
20h00 – Lançamento da 9ª edição da Revista Metaxis, publicação do Centro de Teatro do Oprimido que traz reflexões acerca do método. Essa nova edição da Metaxis aborda os dois anos do processo do projeto “Circuito Teatro do Oprimido” que contou com 10 grupos de teatro do oprimido de diferentes temáticas. O projeto contou com o patrocínio da Petrobras, através da Lei de Incentivo a Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro.
 
20h30 – Lançamento do novo site do Centro de Teatro do Oprimido, totalmente reformulado e com as transformações da instituição nos últimos cinco anos.
 
O evento será encerrado com um Sarau para quem quiser expressar sua verve artística, seja com música, desabafo ou poesia!
 
Sobre o Centro de Teatro do Oprimido
 
Centro de pesquisa e difusão, fundado em 1986, que desenvolve a metodologia do Teatro do Oprimido em laboratórios, seminários de dramaturgia, ambos de caráter permanente, para revisão, experimentação, análise e sistematização de exercícios, jogos e técnicas teatrais. A instituição foi dirigida por Augusto Boal ao longo de seus últimos 23 anos de vida e hoje sua equipe dá prosseguimento ao trabalho. A filosofia e as ações da instituição visam à democratização dos meios de produção cultural, como forma de expansão intelectual de seus participantes, além da propagação do Teatro do Oprimido como meio da ativação e do democrático fortalecimento da cidadania. A instituição implementa projetos que estimulam a participação ativa e protagônica das camadas oprimidas da sociedade, e visam à transformação da realidade a partir do diálogo e de meios estéticos.
 
Atualmente desenvolve o projeto Circuito Teatro d@ Oprimid@, patrocinado pela Petrobrás, com 10 grupos populares coligados ao Centro de Teatro do Oprimido, pautados pela diversidade de abordagens, utilizando a Estética e o Teatro do Oprimido. Ocupando praças, ruas, escolas, teatros, os mais diversos contextos sociais e espaços da cidade com peças teatrais provoca reflexões, revela injustiças e faz ações sociais concretas e continuadas. Além das apresentações públicas, o projeto pedagógico Academia Livre de Estéticas Libertadoras oferecere qualificação de bases sólidas para a produção artística cujo programa contempla palestras e seminários públicos de temas de interesse da sociedade.
 
Serviço
 
Centro do Teatro do Oprimido
Av. Mem de Sá, 31, Lapa, Rio de Janeiro
Data: 16 de março de 2020, das 10h00 até às 22h00
Informações: (21) 2232-5826
ENTRADA FRANCA (INGRESSOS GRÁTIS)

“Não Conte a Ninguém” na SP Escola de Teatro

Segredos de pessoas comuns coletados durante uma intervenção urbana são o ponto de partida para a dramaturgia de “Não Conte a Ninguém”, do Coletivo Pulsante. A peça, com direção de Stephane Sousa e texto de Luan Carvalho, estreia no dia 27 de março na SP Escola de Teatro e segue em cartaz até 27 de abril, com sessões às sextas e segundas, às 21h, e aos sábados e domingos, às 19h.

O espetáculo surgiu de um processo colaborativo, no qual os atores, provocados pela diretora, se depararam com os próprios segredos junto aos segredos de anônimos e perceberam que estes podem revelar sintomas de uma sociedade imersa num mal-estar social que parece não ter saída, mas sim presa à uma caminhada inevitável para o fim.

A dramaturgia foi surgindo da intervenção já mencionada, de improvisações na sala de ensaio e de questões como: “Qual a função social desses segredos?” e “Como essas verdades escondidas podem interferir na relação do indivíduo com o mundo?”.

As verdades secretas partilhadas pelas pessoas anônimas trouxeram disparadores sobre as angústias do ser pessoal/social e fizeram com que o grupo seguisse por uma linha existencialista, dando voz aos reais anseios de uma sociedade que oprime e aliena o indivíduo.

Na trama, cinco atores esperam pela chegada de uma figura primordial para o começo do espetáculo. Eles decidem, então, quebrar essa longa espera e começam a passar as cenas. “Enquanto aguardam essa figura opressora, eles passam as cenas, quebram para conversas de camarim e voltam para o ensaio. Esse jogo de on/off segue até o fim do ensaio, quando eles partem efetivamente para a estreia. É como se codificássemos que ali começa a dramaturgia”, revela a diretora Stephane Sousa.

Em um jogo em que o público não sabe direito se o que assiste é ficção ou realidade, os atores ora assumem a própria identidade, ora a de personagens construídos em uma relação dramática. E, a partir dessas quebras narrativas, questões sociais como ansiedade, moralismo, abuso de poder, dependência química, transtornos alimentares e depressão são trazidas à tona.

As personagens superam os aspectos psicológicos do indivíduo, compreendendo assim, o indivíduo como sujeito social. Os segredos e questionamentos não são apenas desabafos sensacionalistas de possíveis histórias da vida real, mas sintomas de uma sociedade imersa num mal-estar social que parece não ter saída.

“Estamos nos apoiando em um processo surrealista. A dramaturgia esbarra um pouco no Teatro do Absurdo, que é uma grande influência. Passamos por Luigi Pirandello em ‘Seis Personagens à Procura de um Autor’ e pelo Samuel Beckett em ‘Esperando Godot’, além do drama existencialista ‘Entre Quatro Paredes’, de Sartre. É uma montagem de teatro contemporâneo, que flerta com o sonho e a realidade para discutir questões universais”, acrescenta a diretora.

A encenação defende a ressignificação do corpo do ator na cena, explorando sua subjetividade, usando-o ora como corpo depoimento (agente depoimental da narrativa), outrora como corpo dramático (agente construído do discurso) e ainda enquanto corpo composto (agente componente do coro). A linguagem performativa reaparece nas quebras épicas, nas coreografias e nas composições de imagem que atravessarão o espetáculo.

FICHA TÉCNICA
Texto: Luan Carvalho
Direção: Stephane Sousa
Assistência de Direção: Vitor Lins
Elenco: Carolina Romano, Herbert Brito, Jessyka Ribeiro, Natalia Correa, Tati Miiller, Victor Barros e Vitor Lins
Trilha Sonora Original: André Lu
Iluminação: Tati Miiller
Concepção de Cenografia: Stephane Sousa
Concepção de Figurino: Coletivo Pulsante
Produção: Coletivo Pulsante
Assessoria de imprensa: Agência Fática
Mídias Sociais: Carolina Romano e Vitor Lins
Instagram: @coletivopulsante

SINOPSE

Em um jogo no qual não se sabe ao certo o que é sonho ou realidade, ficção ou não ficção, cinco atuantes apresentam personagens criadas a partir de segredos reais. Em um ambiente desconexo, os indivíduos refletem sobre questões que os levam à incompreensão da própria existência.

SERVIÇO
NÃO CONTE A NINGUÉM, do Coletivo Pulsante

SP Escola de Teatro – Sala Alberto Guzik – Praça Roosevelt, 210, Consolação

Temporada: 27 de março a 27 de abril

Às sextas e segundas, às 21h, e aos sábados e domingos, às 19h

Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada)

Venda online: https://www.sympla.com.br/nao-conte-a-ninguem__814791

Duração: 75 minutos

Classificação: 16 anos

Capacidade: 60 lugares

 

Divaldo Franco e Joanna de Ângelis – Uma missão de amor

Um encontro emocionante de fé, amor e caridade entre o médium Divaldo Franco, um dos mais importantes divulgadores da Doutrina Espírita, e sua mentora espiritual, Joanna de Ângelis, será levado ao palco. No dia 4 de março estreia o espetáculo “Divaldo Franco e Joanna de Ângelis – Uma missão de amor”, no Teatro Vannucci, no Shopping da Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. O texto de Cyrano Rosalém trata de um dos inúmeros encontros que originaram ricas obras psicografadas. Mas, nesta peça, em especial, trata do livro “Dias gloriosos”. Em cena, Érica Colares e Rogério Fabiano interpretam os personagens-título, e, com muita responsabilidade, aceitam o desafio de transmitir a mensagem de amor ao público. A peça ficará em cartaz todas as quartas-feiras, às 20h30, até o dia 25 de março. A classificação é livre.

“Divaldo Franco e Joanna de Ângelis – Uma missão de amor” não é uma biografia, o que nada interfere na compreensão dos espectadores que não conhecem a trajetória do baiano Divaldo Pereira Franco, professor, médium, filantropo, orador espírita brasileiro e tido como o maior divulgador da Doutrina Espírita na atualidade. O espetáculo, que começa em 5 de dezembro de 1945, foca em suas caridades e obras.

Surge no palco um perfeito casamento de filosofia, religião, ciência e ética. “Joanna é uma sumidade em ciência! Como espírito evoluído e estudioso, ela é enormemente atualizada com o progresso científico moderno. Sabemos que nossa sabedoria nos é transmitida por seres que aqui reencarnam para nossa evolução e nosso progresso. Ela decidiu fazê-lo através de um médium, Divaldo, exigindo que ele estudasse tanto quanto ela para poder expor suas ideias. Tento levar o melhor desse diálogo para o público”, conta o autor Cyrano Rosalém, que também assina a direção.

A emoção estará muito presente em cena, assim como o humor. Leve e informativa, a montagem tem tudo a ver com os avanços tecnológicos e científicos que vivemos hoje, mas faz alertas: “Joanna deixa claro que a ciência deve evoluir sempre para o nosso bem. Mas não dar o passo maior que a perna. Ela afirma que devemos, por exemplo, avançar cada vez mais na genética, mas sem brincar de tentarmos ser Deus. Primeiro a cura, depois a maneira de evitar a doença”, frisa Rosalém.

 

Sobre os atores

Com 40 anos de carreira e já tendo vivido, no teatro, Allan Kardec e Chico Xavier, Rogério Fabiano é quem interpreta Divaldo Franco.  “Divaldo é um homem de muita caridade. Fez muitas coisas boas. Tão famoso em Salvador, com a Mansão do Caminho (complexo que atende crianças e jovens carentes) e fez a Casa de Jesus. Iniciou o estudo do Espiritismo pequenininho e, através da relação com Joanna, escreveu muitos livros psicografados”, diz ele, que está gostando da nova experiência.

“No palco, eu e Érica fazemos um bate-bola. São encontros de trabalho com Divaldo e Joanna. Psicografando, e, principalmente, em cima do livro ‘Dias gloriosos’. Está sendo uma experiência muito legal nos ensaios, vamos falar com a plateia em cena. Mas o mais importante da peça é a mensagem. Falamos de caridade, força, fé e da estrutura espiritual. ‘Fora da caridade não há salvação’ é sempre o bordão de tudo em nossa vida mesmo. ”

A missão de viver Joanna de Ângelis ficou para Érica Collares, que, pela segunda vez, dá vida à entidade ou espírito – a primeira foi em “O encontro espiritual de Léon Dennis & Joanna de Ângelis”. Nessa nova produção, Joanna é o guia espiritual do médium, a quem é atribuída a autoria de maior parte das obras psicografadas dele. “Viver Joanna de Angelis é sempre um desafio. Neste espetáculo, ela já está bem mais evoluída. Ela já se transformou em um espírito de Luz.  Estamos contando a história do momento em que ela começa a se relacionar com o Divaldo Franco”, explica Érica, que tem muito carinho por Joanna.

“Não existe nada mais emocionante que interpretar um espírito que une o amor e a sabedoria. Afinal, essa é a essência da evolução espiritual. Eu saio transformada depois das apresentações”, enfatiza a atriz, que já interpretou Amélie Gabrielle Boudet, esposa de Kardec, no teatro.

Atribuem-se a Joanna as personalidades históricas Santa Clara de Assis, seguidora de São Francisco de Assis e fundadora da Ordem das Clarissas; Juana Inés de La Cruz, pseudônimo religioso da poetisa mexicana Juana de Asbaje; e Joanna Angélica de Jesus, também sóror e depois abadessa, e que protagonizou o drama na Independência da Bahia.

 

Sobre a produção

A Arantes e Amar Produções esperam repetir o mesmo êxito e a vida longa de “Allan Kardec – Um olhar para a eternidade”, que segue em turnê pelo Brasil há anos, paralelamente às peças “O encontro espiritual de Léon Dennis & Joanna de Ângelis”, “Chico Xavier”, “O Livro dos Espíritos” e “Fora da caridade não há salvação”.  A produção é de Érica Collares e Rogério Fabiano.

 

Serviço:

Divaldo Franco e Joanna de Ângelis – Uma missão de amor

Estreia 4 de março

Texto e direção: Cyrano Rosalém. Elenco: Érica Collares e Rogério Fabiano. Sinopse: Um encontro emocionante de fé, amor e caridade entre o médium Divaldo Franco, um dos mais importantes divulgadores da Doutrina Espírita, e sua mentora espiritual, Joanna de Ângelis.

Toda quarta, às 20h30.

Ingresso: R$ 70.

Duração: 60 minutos.

Classificação: livre.

Temporada de 4 de março a 25 de março.

Teatro Vannucci – Rua Marquês de São Vicente 52, Shopping da Gávea – 2274-7246.

Imperator recebe “Vida Brega Show”, com músicas do lado B da MPB

O Imperator – Centro Cultural João Nogueira apresenta no dia 11 de março, quarta-feira, às 16hVida Brega Show com Robson Camilo. A proposta de VIDA BREGA Show com Robson Camilo é de apresentar um repertório que reverencia cantores e compositores que cantam e contam suas verdades amorosas, paixões arrebatadoras, amores não correspondidos, sonhos de vida através da música. Artistas que construíram pela via popular suas carreiras de sucesso.

Neste show o artista, com sua voz grave, recheia este universo musical com histórias, karaokê, e muitas referências do universo pop brega. Em um figurino deslumbrantemente descombinado e um ambiente com uma decoração pra lá de inusitada o VIDA BREGA Show leva o público a uma catarse musical onde será impossível ficar parado sem cantar alto.

Waldik Soriano, Odair José, Reginaldo Rossi, Wando e tantos outros estarão no repertório do  VIDA BREGA show além de histórias e curiosidades da época que ilustram muito bem o mundo musical brasileiro, rico e diverso no imaginário popular dos Anos 70. Nesta época a música verdadeiramente popular brasileira era de uma riqueza avassaladora e abraçava milhares de pessoas com suas letras e interpretações que miravam direto o coração. Tempo este também em que era muito comum cantar versões de grandes sucessos internacionais, presentes também no Vida Brega Show em alguns momentos como: Unchain my heart (Cansei de amar), There’s a kind of rush (Eu e você), O amor e o poder (The power of love) e Rock and roll lullaby (Não volto mais)

Inevitável não lembrar durante o show dos momentos de grande sucesso de programas de auditório na TV, tanto que Robson Camilo faz um karaokê interagindo com o público, relembrando buzinadas e aplausos de calouros.

“O brega sempre foi meu material de pesquisa e o interesse pelo universo popular surgiu naturalmente. Nasci no subúrbio no final dos anos 60 – mais precisamente em 68 – e as músicas que apresento no show tocavam massivamente nas rádios, de cantores e compositores que sempre sofreram muito preconceito. Esse histórico pessoal me fascina, me faz reviver momento muito especial de infância. Já o nome Vida Brega Show é um espetáculo de música recheado com histórias e referências de ícones pops, como no momento em que convido alguém do público para participar de um karaokê no palco comigo ou quando digo que vou reger um karaokê coletivo. Brega para mim é você poder expressar suas emoções de felicidade, de amor, de dor de cotovelo, sem vergonha de ser feliz”, celebra Robson Camilo, idealizador do projeto.

VIDA BREGA SHOW é pra se deixar levar por essas músicas.

É pra cantar alto e de coração aberto.

É pra mostrar a alma brega que está dentro de cada um de nós.

Vamos cantar o BREGA!

 

 

Sobre o artista:

Robson Camilo é ator, cantor, locutor e pesquisador musical. Possui uma vasta experiência de pesquisa no campo da música popular brega. Apresenta o programa Brega Madrugada na Rádio 94fm Roquette Pinto sobre exatamente este universo popular com muita música, histórias e convidados. Em 2011 idealizou, atuou, cantou, produziu e fez a pesquisa musical do espetáculo Paletó de Lamê – Os Grandes Sucessos (dos Outros) ficando em cartaz  até 2013 e retornando a vários teatros em 2017, que também apresentava este vasto mundo musical. Agora, concebe o VIDA BREGA Show baseado em todo seu histórico profissional e sobe ao palco junto com uma banda para contar mais essa história musical.

Ficha Técnica

Robson Camilo – voz

Leandro Donner – guitarra

Denis Lopes – baixo

Pedro Carneiro Silva – teclado

Rodrigo Veiga – bateria

 

Direção Musical – Denis Lopes

 

Direção artística – Robson Camilo

Produção – Flavio Loureiro e Robson Camilo

Produção executiva – Flavio Loureiro

Repertório VIDA BREGA SHOW

1- Garçom (Reginaldo Rossi)    sucesso na voz de Reginaldo Rossi

2- Eu não sou cachorro não (Waldick Soriano)       sucesso na voz de Waldick Soriano

3- Mon amour, meu bem, ma femme (Cleide)            sucesso na voz de Reginaldo Rossi

4- Cansei de Amar (Unchain My Heart) (Agnes Jones/Freddy James/Vrs. Reginaldo Rossi)

sucesso na voz de Reginaldo Rossi

5- Você é doida demais (Lindomar Castilho-Ronaldo Adriano ) sucesso na voz de Lindomar Castilho

6- Vidro Fumê (Kálimam Chiappini-Carlos Colla)    sucesso na voz Reginaldo Rossi e também de Rick Vallen

7- Corno Feliz (Herbert Vianna-Fabio Fonseca)      sucesso com a dupla Xicotinho e Salto Alto

8- Tudo fizeram pra me derrotar (Evaldo Braga – Isaias Souza) sucesso na voz de Evaldo Braga

9- Eu vou rifar meu coração (Lindomar Castilho – Letinho)         sucesso na voz de Lindomar Castilho

10- Fogo e Paixão (Rose)           sucesso na voz do Wando

11- Pense em mim (Douglas Maio-José Ribeiro-Mário Soares)  sucesso na voz de Leandro e Leonardo

12- O amor e o poder (The power of love) (Gunther Mend-Candy

De Rouge-Jennifer Rush-Mary Susan Applegate – vrs. Claudio Rabello)       sucesso na voz de Rosana

13- Vou tirar você desse lugar (Odair José)

14- Eu e você (There’s a kind of hush) (Reed – vrs Rossini Pinto)         sucesso com o The Fevers

15- Doce, doce amor (Raulzito-Mauro Motta)           sucesso na voz de Jerry Adriani

16- Não volto mais (Rock and roll lullaby) – (Barry Mann-Cynthia Weil – vrs.Wando)

sucesso na voz de Nalva Aguiar

17- Domingo feliz (Beautiful Suday) (Daniel Boone-Rod Mcqueen – vrs. Rossini Pinto)

sucesso na voz de Angelo Máximo

18- Evidências (José Augusto-Paulo Sergio Valle)            sucesso na voz de Chitãozinho e Xororó

19- É preciso saber viver (Roberto Carlos-Erasmo Carlos)         sucesso na voz de Roberto Carlos

Serviço: VIDA BREGA Show com ROBSON CAMILO

DIA 11 de março, quarta-feira,  às 16h

IMPERATOR – Centro Cultural João Nogueira

Rua Dias da Cruz, 170 – Méier – Rio de Janeiro

Ingressos R$40 /R$20

Duração do espetáculo – 90 minutos

Classificação Etária – 16 anos

Contato para shows – Flavio Loureiro (21) 99778 0003 ou flaviolpcd@gmail.com

“Lupita” no Oi Futuro

O Oi Futuro apresenta a estreia do infantojuvenil Lupita, que ficará em cartaz de  29 de fevereiro a 12 de abril, com sessões aos sábados e domingos, sempre às 16h. Com dramaturgia e direção de Flávia Lopes, o espetáculo de formas animadas se utiliza de máscaras, bonecos, objetos manipulados, projeções e luz negra, interagindo com as linguagens do teatro, da palhaçaria, da música e da poesia para falar do tema mais misterioso da vida: a morte.

 “Lupita é uma história sobre o amor. A minha motivação nasceu do meu olhar sobre a própria vida, das perdas que vi e vivi. Da dificuldade em ver adultos lidando com situações de dores e perdas com suas crianças. Como artista e professora de teatro, é importante poder criar um espetáculo teatral que me atravesse e possa exercer em cena um tema tão delicado. ‘A vida tem dessas coisas’ e é sobre essas coisas que precisamos falar”, afirma Flávia Lopes.

Em um México imaginário, a menina Lupita, de 10 anos, faz parte de uma família muito parecida com tantas outras famílias. Ela vive com a sua mãe e seu avô, que também é o seu melhor amigo. Lupita adora ouvir as histórias dele, principalmente de quando ele era bem pequeno do tamanho de um botão que cabe na palma da mão. Com seu avô, ela aprendeu a ouvir e a contar histórias. Aprendeu também que tudo é música, até o silêncio, e que nada é impossível para quem tem imaginação. A sua jornada começa com a tradicional festa do Dia Dos Mortos, que acontece todos os anos no Vilarejo de San Miguel del Corazón, mas que aquele ano seria diferente e mais especial por ser o primeiro ano da partida de seu avô. A encenação é uma viagem pela memória de Lupita, onde o público torna-se cúmplice de suas lembranças entre presente e passado.

Antes de virar passarinho, o avô de Lupita a presenteia com um livro em branco para que ela escreva suas próprias histórias a partir de sua memória e imaginação. Dito e feito, a menina desenha uma mirabolante rota de fuga para escapar com seu avô, evitando, desta forma, que a Dona Muerte dance com ele durante os festejos do Dia dos Mortos.

Não foi possível evitar o inevitável, mas para aceitar o desejo de seu avô de seguir o curso da vida, foram necessárias muitas folhas para que a pequena heroína descobrisse que o amor nunca morre e que ela e seu avô estarão unidos para sempre nas memórias e nas histórias que viveram juntos.

“Tivemos como inspiração o programa do Chaves\Chapolin, as novelas mexicanas, os contos e lendas indígenas mexicanos, as músicas e as obras de artistas como Frida Kahlo e do artesão Pedro Liñares Lópes, que criou os folclóricos alebrijes. Além disso, nos consultamos com a pedagoga Alessandra Gracio, professora de educação infantil no México, e também conversamos com famílias mexicanas”, destaca Flávia, que também assina a criação das máscaras ao lado de Marise Nogueira e Maria Adélia.

O espetáculo é realizado por meio do patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Lei estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e da Oi, com apoio cultural do Oi Futuro.

SINOPSE

Para evitar que a Dona Muerte dance com o seu avô durante a tradicional festa do Dia dos Mortos, Lupita, uma agitada menina de 10 anos, imagina uma mirabolante rota de fuga para escapar com ele, que é seu avô e melhor amigo, para bem longe do vilarejo de San Miguel del Corazón. Inspirada na cultura e nas cores mexicanas, a montagem de formas animadas se utiliza de máscaras, bonecos, objetos manipulados, projeções e luz negra, interagindo com as linguagens do teatro, da palhaçaria, da música e da poesia para falar do tema mais misterioso da vida: a morte.

Sobre Flávia Lopes (Diretora)

 A atriz e diretora fundou e integrou as cias, Os Sanzussô – Povo de Teatro, a Cia. Dos Bondrés e o Atelier Gravulo e exerce suas pesquisas na linguagem de Teatro de Formas Animadas, Palhaçaria, Bufonaria e Comicidade. Durante sua carreira trilhou um importante caminho no teatro infantojuvenil com alguns trabalhos de destaque na cena teatral, entre eles: “Leonardo – O Pequeno Gênio Da Vinci”, onde está também como atriz (Prêmio Zilka Sallaberry 2011 de Melhor Espetáculo, Melhor Texto, Melhor Direção e Melhor Ator e indicações para Melhor Figurino e Cenário), “OIKOS” da Cia. dos Bondrés, indicado pelos Prêmios Zilka Sallaberry de Melhor texto, Melhor Espetáculo, Melhor Figurino e Cenário, Melhor iluminação, Melhor Ator e CBTIJ (Pela Pesquisa e linguagem com as máscaras e Melhor Coletivo de Atores e Atrizes) onde atua como atriz e é colaboradora dramatúrgica junto à Cia, assinou a direção de “Um Sonho Para Méliès”, com patrocínio da Oi a peça concorreu com 5 Indicações pelo Prêmio CBTIJ de Teatro e 2 Indicações pelo Prêmio Botequim Cultural, e “A História das Histórias” que em 2017 foi contemplado pelo edital ‘Plateias Hospitalares‘ do Doutores da Alegria e estreou com grande sucesso de público no SESC Tijuca.

 Sobre o Oi Futuro

 O Oi Futuro, instituto de inovação e criatividade da Oi, atua como um laboratório para cocriação de projetos transformadores nas áreas de Educação, Cultura e Inovação Social. Por meio de iniciativas e parcerias em todo o Brasil, estimulamos o potencial dos indivíduos e das redes para a construção de um presente com mais inclusão e diversidade.

Na Cultura, o instituto mantém o Centro Cultural Oi Futuro, com uma programação que valoriza a produção de vanguarda e a convergência entre arte contemporânea e tecnologia e também abriga o Museu das Telecomunicações, pioneiro no uso da interatividade no Brasil e com um acervo de mais de 130 mil itens que contam a história do setor no país. O Oi Futuro gerencia há 16 anos o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, que seleciona projetos em todas as regiões do país por meio de edital público. Desde 2003, foram mais de 2.500 projetos culturais apoiados pelo Oi Futuro, que beneficiaram milhões de espectadores. O instituto também criou e mantém o LabSonica, laboratório de experimentação sonora e musical, abrigado no Lab Oi Futuro, no Rio de Janeiro, e o Oi Kabum! Lab, que promove a formação de jovens de periferia no campo da arte e tecnologia e a curadoria de projetos de intervenção artística urbana.

Numa confluência entre as áreas de Cultura e Inovação Social, nasceu o Lab Oi Futuro, espaço de criação, experimentação e colaboração idealizado para impulsionar criadores de diversas áreas e startups de impacto social de todo o Brasil, selecionados por editais públicos. Com mais de 500m², o laboratório abriga o LabSonica e o Labora e oferece estrutura física e suporte técnico necessários para que seus participantes viabilizem seus projetos em um ambiente que estimula a produção colaborativa, a formação de redes e a inovação.

 Ficha Técnica

Dramaturgia e Direção: Flávia Lopes

Direção Musical: Karina Neves e Jonas Hocherman

Assistente de direção: Tatiane Santoro

Atuação\personagem:

Aline Marosa – Roselia e Mariachi Don Carmelo

Caio Passos – Angelina e Mariachi Murilo

Gabrielly Vianna – Rosita e Mariachi Bolaños

Marcio Nascimento – Avô

Maria Adélia – mãe a Catrina

Marise Nogueira – Lupita

Cenografia e figurinos: Carlos Alberto Nunes

Cenógrafa e figurinista assistente: Arlete Rua

Estagiária de figurino e adereços: Duda Costa

Estagiária de cenografia e adereços: Letty Lessa

Costureiras: Carla Costa e Meraki Ateliê

Cenotécnico: Marcos Souza

Estrutura de bonecos: Márcio Newlands

Finalização de bonecos: Maria Adélia e Luciana Maia

Alebrijes, Lupitinha e Pássaros: Maria Adélia e Luciana Maia

Máscaras: Flávia Lopes, Maria Adélia e Marise Nogueira

Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni

Iluminador assistente: João Gioia

Montagem: Juca Baracho e João Gioia

Videografismo: Guilherme Fernandes

Preparação vocal: Verônica Machado

Assistente de preparação vocal: Tamara Innocente

Oficina de canto: Taiana Machado e Roberta Jardim

Perucas: Mona Magalhães

Músicos de estúdio:

Renata Neves – violino e viola

Pedro Franco – violão e Bandolim

Aquiles Moraes – trompete

Gravação e sonoplastia: Yuri Villar

Operação de som: Paulo Mendes

Operação de luz: João Gioia

Operação de vídeo: Guilherme Fernandes

Designer gráfico: Guilherme Fernandes

Assessoria de imprensa: Lyvia Rodrigues | Aquela Que divulga

Mídias Sociais: Guilherme Fernandes

Fotógrafo: Rodrigo Menezes

Coordenação Administrativa Financeira: Estufa de Ideias

Assistente de produção: Luciano Lima

Produção executiva: Fernando Queiroz

Direção de Produção: Bárbara Galvão, Carolina Bellardi e Fernanda Pascoal | Pagu Produções Culturais      

Serviço

 

Temporada: 29 de fevereiro a 12 de abril

Local: Centro Cultural Oi Futuro

Dia| Hora: Sábado e Domingo às 16h

Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo

Valor:  R$ 30,00 (inteira) | R$15,00 (meia)

Classificação: Livre

Telefone: 3131-3060

Duração: 60 minutos

Lotação do teatro: 63 pessoas

“455 Macbeth” no Castelinho do Flamengo

Com estreia no dia 13/01 às 19hs, “455 Macbeth” apresenta uma dramaturgia condensada de “Macbeth”. A trama principal da tragédia é narrada através de cenas escolhidas, e encenada com direção de Adriana Maia, que cria, juntamente com elenco de 14 atores e atrizes, uma performance itinerante pelos cômodos do Castelinho do Flamengo. A performance inicia-se na área externa, onde um fictício grupo teatral – “os melhores atores do mundo” – reúne-se para contar a tenebrosa história do Rei Macbeth. Após o prólogo, os espectadores são convidados a entrar no Castelo, cenário do restante da peça. 

A ideia de encenar “Macbeth” surgiu em 2019, ano comemorativo dos 455 anos do nascimento de Will Shakespeare. Pensando na data, o Grupo Shakespeare, coletivo de artistas cariocas, que se reúne regularmente para estudar e pesquisar as obras deste autor, preparou uma performance cênica – “455 Macbeth”, que foi apresentada em duas sessões para convidados na Casa Baukurs.  A peça itinerante, que o público irá assistir a partir e 13 de janeiro, é a continuidade deste trabalho , agora “455 Macbeth” encontra seu espaço ideal, o Castelinho do Flamengo.

A diretora Adriana Maia comenta sobre este, que é considerado um dos melhores textos de William Shakespeare: “Macbeth é uma peça que aborda as dimensões do mal espiritual; é uma visão sombria do encontro de um homem com os poderes soturnos que existem dentro e fora de si mesmo. Macbeth tem que se confrontar com a tentação de cometer um crime que ele sabe que é monstruoso, sabe que a ideia ultrapassa todos os limites da ética e da moralidade humanas, mas ainda assim prossegue dando asas ao seu plano macabro. Está sempre consciente de todos os seus atos, possui livre arbítrio, aceita a responsabilidade pessoal por suas escolhas, desvelando diante do espectador uma angustiante narrativa sobre a falha humana.”

Sobre Macbeth

Macbeth é uma tragédia sobre um regicídio e suas consequências. É a tragédia shakespeariana mais curta, e acredita-se que tenha sido escrita entre 1603 e 1607. O primeiro relato de uma performance da peça é de abril de 1611, quando Simon Forman registrou tê-la visto no Globe Theatre, em Londres. A obra foi publicada pela primeira vez no Folio, de 1623, possivelmente a partir de uma transcrição de alguma performance específica. As principais fontes de Shakespeare para a tragédia são os relatos dos reis Duff e Duncan nas “Crônicas da Inglaterra, Escócia e Irlanda” de 1587, uma história das Ilhas Britânicas familiar a Shakespeare e seus contemporâneos, e pelos escritos do filósofo escocês Hector Boece. Muitos acreditam que a peça é “amaldiçoada”, e nem mesmo mencionam seu nome em voz alta, referindo-se a ela como “The Scottish play” (“A peça escocesa”).

Sinopse – Macbeth um general do rei Duncan da Escócia, ao retornar vitorioso de uma batalha encontra no caminho três bruxas que profetizam que em breve ele se tornará rei da Escócia. A profecia desencadeia uma série de acontecimentos criminosos gerados pela ambição desenfreada e pelo abandono dos mais elementares princípios éticos e morais, tendo como consequência inevitável um desenlace trágico e sanguinolento.

Ficha Técnica

Texto- William Shakespeare

Dramaturgia e textos adicionais- Xando Graça

Direção -Adriana Maia

Direção Musical -Quito Pedrosa

Direção de Movimento -Sueli Guerra

Iluminação -Anderson Ratto

Cenografia e Figurinos -Grupo Shakespeare

Elenco -Ana Luisa Marques, Caroline Bezerra, Clarissa Waldeck, Dadá Maia, Francisco Taunay, Gabriel Flores, Gilberto Góes, João Antonio Santucci, Luis Fernando Medeiros, Luiza Narcizo, Marcela Lopes, Pamela Alves, Paula Louzeiro, Stefania Corteletti, Xando Graça.

 

Serviço

455 Macbeth

Local: Castelinho do Flamengo (Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho)

Endereço: Praia do Flamengo, 158 – Flamengo

Telefones: (21) 2205.0655 / (21) 2205.0276

Temporada: dia 2 de março a  31 de março 2f e 3f às 19h

Duração: 90minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)

Ingressos à venda no local, nos dias das sessões, a partir das 18hs.

Aceita dinheiro e cartão de débito.

Vendas online www.sympla.com.br

 

Sobre a diretora

ADRIANA MAIA Atriz, diretora e professora, além de Doutora em Teatro pelo PPGAC da UNIRIO / RJ, é professora da Faculdade da Cal de Teatro desde 2012. Foi integrante do grupo Além da Lua, onde realizou “Curiosa Idade” (1982), “Jardins da Infância” (1983/84) – Prêmio Molière de Incentivo ao Teatro Infantil e “Cabaré Infantil” (1985). Em 1986, foi indicada para o Prêmio Mambembe de melhor atriz por “A Gata Borralheira” de Maria Clara Machado direção de Carlos Wilson. Seu primeiro trabalho como diretora foi “Infância” texto inédito de Thornton Wilder que lhe rendeu o Prêmio Mambembe de melhor espetáculo do Ano (1988). Participou como atriz de todas as montagens shakespearianas do Núcleo de Teatro a Céu Aberto (“As alegres mulheres de Windsor”; “Os dois cavalheiros de Verona” e “A tragédia de Otelo”) um dos projetos desenvolvidos pelo Centro de Demolição e Construção do Espetáculo de Aderbal Freire-Filho entre 1991 e 1994 . Trabalhou com Amir Haddad (“Mambembe canta Mambembe” de Artur Azevedo / 2004), Camila Amado (“Sapatinhos vermelhos” de Caio Fernando Abreu / 2006) e João Fonseca (“Não sobre rouxinóis” de Tennesse Williams/ 2012) Em 2006, funda o grupo Teatro das Possibilidades e realiza espetáculos onde desenvolve uma pesquisa sobre a teatralização de textos literários narrativos, sem adaptação de gênero, dentre as montagens realizadas está o livro de Lígia Bojunga “Fazendo Ana Paz” (2006); “A pequena loja de mistérios” (2011) contos da revista Ellery Queen e “Era uma vez… Cartas em cena” (2010/11) da novela epistolar “Caixinha de madeira” de Índigo. Em 2015, dirigiu o espetáculo “Paparazzi” texto de Matéi Visniec que estreou e cumpriu temporada no Centro Cultural Banco do Brasil/RJ. Ainda nesse ano dirigiu e adaptou “Hamlet ou morte!” fruto de uma pesquisa sobre cômico na obra shakespeariana com o grupo Os Trágicos. E em 2016 encenou com o mesmo grupo “Faz de conta que é tempestade” também a partir do texto shakespeariano, “A tempestade”. Com o grupo Os Trágicos, é convidada para representar a Faculdade da Cal no Festival Internacional BRICS de Escolas de Teatro sediado em Moscou em 2017 onde apresenta sua versão de “Romeu e Julieta”, e em 2018 “Arlequim, servidor de dois amos” sob a ótica do teatro popular brasileiro. Em 2018 atuou e dirigiu o espetáculo “Uma ciranda para mulheres rebeldes” sobre revolucionárias russas envolvidas com o movimento de 1917 concebido pelo coletivo As dramáticas. Agora em 2019 dirigiu o espetáculo “O espectador condenado à morte” texto de Matéi Visniec que cumpriu temporada no Teatro Maria Clara Machado e “Cabaret Autofágico” que estreou e permaneceu em cartaz no Teatro Poeira durante os meses de novembro e dezembro

“Trintões e Solteiros” no Castelinho do Flamengo

Apaixonados por Martha Medeiros, Carlos e Luciana se cruzam num lançamento de livro da autora, no qual a afinidade desde então acontece, da parte dele, o despertar, o interesse afetivo, da parte dela, devido a educação e sensibilidade do rapaz, uma boa amizade com um amigo gay, propondo uma reflexão comportamental sobre os padrões estabelecidos de homem e mulher, as buscas e o equívoco de acreditar em conceitos, no lugar de “verdades”.

A consciência coletiva existe e está em cena, levando questionamentos e provocando o público com interrogações, expondo pensamentos e frases contemporâneas, e brincando com a hipocrisia humana.

Luciana, é uma mulher intempestiva, impulsiva, e completamente obcecada por sexo, o homem ideal e pelo conceito “família”, Carlos é poesia, pratico, sensível, delicado, no qual confunde sua sexualidade, exatamente devido ao seu olhar pela vida, por não seguir padrões.

A comédia fala de amor, fala de equívocos, encontros e desencontros, padrões, da mulher moderna, do homem contemporâneo, das buscas afetivas, de sexualidade, de nossa atual sociedade.

Carlos e Luciana são o exemplo vivo de uma sociedade contemporânea, onde o mundo virtual é uma realidade, os conceitos estabelecidos é uma regra, e o conceito embasado do que é correto ou padrão.

Do mesmo autor de 3 Mulheres e 1 Destino e Os inocentes de Ipanema.

Gênero: Comédia

Classificação: 12 anos

Terceira Temporada

Texto e direção: Fabrisio Coelho

Local: Castelinho do Flamengo

Praia do Flamengo 158

100m da estação de metrô Largo do Machado

Telefone (reservas): 2205-0655/98246-4006

Quinta às 19h

Elenco: Izabella Guedes e Jefferson Jima, Marcos Vianna

Som e Luz: Anauã Vilhena

Produção geral: Clécio Ferreira

Figurino: Coletivo

Ingressos: R$ 40,00 ( inteira)

R$ 20,00 ( Meia) Professores da rede pública, estudantes, artistas com registro.

Sexta a domingo 19h

Estreia 06/03

Até 26/04

LISTA AMIGA R$ 15,00 !!!

Enviar nomes através das nossas redes sociais

Redes sociais Instagram e Face book @trintoesesolteiros

O espetáculo é realizado pela FMC Produção, empresa atuante no mercado de entretenimentos a mais de 10 anos, e tendo diversas montagens premiadas, com elogios de público e críticos especializados, em 2019 realiza no Rio sua 6° produção com Trintões e Solteiros, e traz no curriculum peças como 3 Mulheres 1 Destino, com 10 anos de temporada, visto por mais de 100 mil pessoas, e o elogiada montagem Os inocentes de Ipanema.

Arte, resistência e cultura.

Leitura Dramatizada do texto “Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo”

Uma mulher sai em busca de sua individualidade perdida, e procura outras formas de existir em um mundo no qual o ser humano é hiperativo, hiperestimulado e está constantemente cansado. Assim começa a peça ‘Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo’, de Lane Lopes, tema da leitura dramatizada que o grupo Bestas Urbanas vai apresentar, no dia 12 de março, às 19h, no Centro Cultural da Justiça Federal, no Centro, com entrada gratuita. Em junho, a peça completa entrará em temporada, com direção de Francisco Ohana, no mesmo espaço.

O processo de trabalho do Grupo Bestas Urbanas inclui uma série de leituras e performances do texto até a estreia oficial. O primeiro encontro ocorreu no fim de janeiro. A ideia é que o público presente possa participar, se quiser, da criação, improvisando a partir de trechos da peça. A trama começa num dia aparentemente normal, quando Mônica vê sua calcinha escapar do varal e inicia uma corrida insana pelas ruas da cidade atrás de sua fugitiva intimidade. A busca, no entanto, acaba perdendo o sentido e a direção, tornando-se imprevisível, atravessando tempos e espaços diversos e, como num sonho, misturando e recombinando tudo pelo caminho. Entre as inspirações do texto, está a teoria desenvolvida pelo filósofo sul-coreano Byung-chul Han, segundo a qual vivemos na “Sociedade do Cansaço”, que nos diz que devemos alcançar todas as metas possíveis, nos deixando cada vez mais cansados mental e fisicamente.

“Vivendo em uma sociedade que lhe exige alcançar os melhores desempenhos, Mônica encontra, na busca por uma calcinha perdida, maneiras de se livrar de um cotidiano que a sufoca e enclausura”, explica a autora. “É correndo atrás da sua calcinha fugitiva que Mônica inicia um percurso por rostos e situações diversas, dentro de um fluxo que se torna uma investigação sobre o ritmo frenético produzido por uma sociedade adoecida”, acrescenta Lane, que escreveu a peça durante a quarta turma do Núcleo Firjan SESI de Dramaturgia, coordenado por Diogo Liberano, e teve a obra publicada pela Editora Cobogó.

Dramaturgo e diretor do grupo, Francisco Ohana viu na chance de montar ‘Só percebo que estou correndo quando vejo estou caindo’ a oportunidade de dar continuidade à pesquisa artística iniciada em 2018, quando idealizou o espetáculo ‘Bestas Urbanas’, com dramaturgia sua e direção de Andrêas Gatto, peça que acabou batizando o grupo.

“Tenho vontade de estar envolvido e fazer parcerias com autores de uma geração à qual eu pertenço e que me dá oportunidade de viver experiências e encontros artísticos muito importantes, o tempo todo, com seus grupos, em parcerias mais íntimas ou iniciativas como o Núcleo de Dramaturgia, de onde esse texto veio. Há várias ações importantes que têm acontecido no intuito de reunir pessoas em um contexto de cidade, de país, muito adverso à criação. Por isso a vontade de abrir o processo, deixar as pessoas entrarem na criação, romper as barreiras da sala de ensaio”, descreve Francisco Ohana. “O texto de Lane chama a atenção pelo formato vertiginoso: ele não é dividido em cenas, existe um fluxo contínuo que me lembra muito o da ‘Alice no País das Maravilhas’, no qual a personagens cai em buracos e vai mudando de universos muito rapidamente. Tem uma dimensão rítmica e sonora bem marcante, que vamos evidenciar numa montagem em que a música será elemento fundamental”, adianta o diretor.

Francisco Ohana

Fundador da Cia. Bestas Urbanas, escreveu e idealizou espetáculo de mesmo nome, em cartaz no Rio de Janeiro entre maio e junho de 2019. Coautor e ator em FIGO/LIMÍTROFE e em BLOCO F/BRASÍLIA60. Dramaturgo da peça ISTAMBUL ISTAMBUL, dirigida por Jefferson Miranda e apresentada em Lisboa, em julho de 2019. Autor de TEO, dramaturgia encenada por Roberto Alvim e Juliana Galdino em 2018. Autor de CLASH!, a partir de “Cymbeline, rei da Britânia”, de Shakespeare, e RADIOATIVA – O PRIMEIRO DIA DO RESTO DE NOSSAS VIDAS, ambas dirigidas por Cesar Augusto. Coautor de NÃO ADIANTA MORRER, dirigida por Diogo Liberano, e de CRUA, encenada por Camila Simonin. Adaptou para a cena O CAMINHÃO DE MUDANÇAS VERMELHO, conto homônimo de John Cheever, peça dirigida por Andy Gercker no espaço do Armazém Cia. de Teatro, Rio de Janeiro, em 2015. Autor participante da terceira turma do Núcleo Firjan SESI de Dramaturgia, em 2017; sua dramaturgia ESCUTA!, criada durante as atividades do Núcleo, foi publicada em 2018 pela editora Cobogó. Foi artista participante e colaborador em dramaturgia do STUDIO CABARET VOLTAIRE, imersão multimídia da edição de 2018 do TEMPO FESTIVAL, Rio de Janeiro, com mediação artística de Jefferson Miranda. Diretor assistente de Moacir Chaves em IMAGINA ESSE PALCO QUE SE MEXE, peça que realizou quatro temporadas no Rio de Janeiro entre 2016 e 2017. Ao longo de sua formação, passou pela Escuela Internacional de Cine y Televisión (San Antonio de los Baños, Cuba) e pela Universidade de Edimburgo. Em 2013, seu conto GIBRALTAR foi terceiro colocado no Prêmio Off Flip de Literatura, que acontece paralelamente à Festa Literária Internacional de Paraty.

 

Lane Lopes

Lane Lopes é dramaturga, cientista social de formação e atualmente cursa Cinema e Audiovisual pela UFF. Integrou a quarta turma do Núcleo Firjan SESI de Dramaturgia, coordenada por Diogo Liberano, onde sua dramaturgia “Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo” foi selecionada para publicação pela Cobogó em 2019. Teve três dramaturgias encenadas nas Mostras de Teatro da UFRJ: “Histórias para Acordar” (2018; com temporada no Parque das Ruínas), “Eu vou tirar você desse lugar (2019) e “Que Parte de Nós” (2019). Também escreveu “É um crime dormir tranquilo nessa cidade”, lido na Semana de Dramaturgia Firjan SESI. Como atriz pesquisa Teatro Ritual e Antropológico e atuou em “Memórias de Sulawesi”, “Plaster” (2019), “Praga de Mãe” (2016) com direção de Gabo Barros e no longa-metragem “Cidade do Aço”, direção Julio Napoli.

Ficha Técnica:

Leitura Dramatizada da peça “Só percebo que estou correndo quando estou caindo”

Dramaturgia: Lane Lopes

Direção: Francisco Ohana

Elenco: Davi Arap, Maria Cândida Portugal, Paula Furtado, Ricardo Gaio, Tiago Kempski (Grupo Bestas Urbanas)

Design: Ian Guerra

Iluminação: Gabriel Prieto

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Vídeo e Fotos: Isaac Pipano e Thaís Mandarino (Apenas Baleia)

Produção: Isadora Krummenauer

Serviço:

Leitura Dramatizada do texto “Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo”

Data: 12 de março, às 19h

Centro Cultural da Justiça Federal: Avenida Rio Branco, 241, Centro.

Telefone: 3261-2550.

Ingresso: Entrada gratuita

Lotação do teatro: 141 lugares

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 12 anos

Ao redor da mesa, com Clarice Lispector

No ano de seu centenário, peça inédita promove o encontro da escritora consigo mesma em dois momentos de sua vida e provoca o público com questões sobre arte, política e gênero.

Com elenco premiado, estreia em 5 de março, no Sesc Copacabana, a peça “Ao redor da mesa, com Clarice Lispector”. A dramaturgia tem a assinatura da escritora e professora da PUC-Rio Clarisse Fukelman, que acionou mais de 30 anos de pesquisa, publicações no Brasil e exterior e adaptações da escritora. Resultou uma proposta ousada e inovadora. Não é adaptação de um texto, nem colagem de cenas de livros diversos. É uma íntima e intensa conversa com temas candentes que perpassam toda a obra da escritora.

A peça se passa no início dos anos 60, quando a escritora (Gisela de Castro) recebe a inesperada visita dela mesma (Ester Jablonski), vinte anos mais velha. As duas põem as cartas na mesa e discutem escolhas de vida e de linguagem. Frente a frente, confrontam-se a Clarice recém-separada, com filhos pequenos e já desfrutando do prestígio da crítica, e a Clarice no fim da vida, amarga e solitária, com projeto de escrita que radicaliza propostas anteriores.

O inusitado encontro traz discussões sobre processo criativo e as experiências de amizade, maternidade, corpo e amor. Por que e para quem escrever? Como futuro e passado nos mobilizam? O que é ser escritora mulher? Nesse percurso, a peça entremeia cenas de várias obras da escritora (interpretadas por Ana Barroso e Joelson Medeiros), destacando a atualidade do olhar de Clarice sobre preconceito, discriminação étnica, conflitos de geração e comunicação entre familiares e amigos.

Aqui, Lispector sai do pedestal mítico e se revela uma artista de personalidade complexa, ligada a dramas sociais e humanos e à intensa busca do autoconhecimento: “preciso fazer um retiro espiritual e encontrar-me enfim – enfim, mas que medo – de mim mesma.”. O público acompanha situações cotidianas que ganham uma inflexão filosófica, indo desde a denúncia da solidão na adolescência e na velhice à perda de nossa conexão do ser humano com a natureza.

Com direção musical de Liliane Secco, há inserções de música erudita, do folclore judaico e sugestões de rap e de cordel. Embora Lispector tenha afirmado que a palavra é a sua “quarta dimensão”, ela também se confessa “uma eterna apaixonada por palavras, música e pessoas inteiras”. A peça encerra com uma “Ode a Macabéa”, protagonista do último livro publicado e m vida e síntese da poética da escritora.

“O respeito pelo diferente não é fácil, como sugerem a publicidade e o romantismo fora de hora. Fechados em nossos casulos, esquecemos do permanente aprendizado com a língua e a vida e de que pertencemos ao mundo em igualdade com outros seres. Lispector nos faz pensar a respeito, ainda mais quando mediada por esse time maravilhoso que dá vida ao projeto”, diz Clarisse Fukelman, que também assina o posfácio de “Laços de Família” a ser relançado em 2020, como parte das comemorações.

FICHA TÉCNICA
Direção: Ester Jablonski

Supervisão: Fernando Philbert
Direção musical: Liliane Secco

Dramaturgia: Clarisse Fukelman
Elenco: Ana Barroso, Ester Jablonski, Gisela de Castro e Joelson Medeiros
Cenografia: Natália Lana
Iluminação: Vilmar Olos
Figurino: Marieta Spada

Designer: Mariana Grojsgold

Foto: Nil Caniné

Coordenação de produção: Veredas Promoções Culturais

Produção executiva: Sergio Canizio
Assistente de direção: James Simão
Assistente de produção: Daniel Koifman
Projeto e Realização: Veredas Promoções Culturais
Assessoria de Imprensa: Clóvis Corrêa – CICLO Comunicação

SERVIÇO

ESTREIA 5 de março, quinta-feira

Peça: Ao redor da mesa, com Clarice Lispector

Dramaturgia: Clarisse Fukelman

Direção: Ester Jablonski

Supervisão: Fernando Philbert
Direção musical: Liliane Secco

Elenco: Ana Barroso, Ester Jablonski, Gisela de Castro e Joelson Medeiros

Temporada: de 5 a 29 de março de 2020 – 5ª a domingo

Horário: 20h

Local: Mezanino do Sesc Copacabana
Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia), R$ 30 (inteira)

(Ingresso solidário R$ 15,00 (meia) com a doação de 1 kg de alimento para o Projeto Mesa Brasil do Sesc RJ)

Informações: (21) 2547-0156

Bilheteria – Horário de funcionamento:

Terça a Sexta – de 9h às 20h;

Sábados, domingos e feriados – das 12h às 20h.

Duração: 70 minutos

Classificação indicativa:12 anos

Mundinho Kids no Shopping Metropolitano Barra

O Mundinho Kids de março está com uma programação bastante variada. No mês em que é comemorado o Dia do Circo (27/03), haverá uma oficina com a temática circense, no dia 29/03.  Além desta, outras oficinas prometem fazer a criançada colocar a mão na massa: slime neon e massinha de modelar. A garotada também poderá assistir a grandes clássicos do teatro infantil: Rapunzel e O Soldadinho de Chumbo. O evento é gratuito.

As oficinas são sempre aos domingos, das 16h às 19h, com distribuição de senhas, 15 minutos antes, no local. A oficina circense será das 16h às 18h30. Cada sessão tem a duração de 30 minutos e a capacidade é sujeita a lotação. As peças infantis acontecem a partir das 17h.

O evento acontece em espaço próprio, recém-inaugurado, no piso L2, próximo ao Cinemark. Em todos os dias de programação, o macaquinho Nico, mascote do shopping, faz uma visita no local para fotos com as crianças.

 

Segue abaixo a programação:

Confira as atrações do Mundinho Kids, em março:

01/03 – Oficina de slime neon – 16 às 19h

Sucesso entre a garotada, a atividade vai permitir que os pequenos criem seus próprios slimes coloridos e cheios de brilho para brincar, inclusive, no escuro.

08/03 – Rapunzel (teatro)

Por causa de uns frutos roubados, um casal teve de entregar a filha recém-nascida, Rapunzel, a uma bruxa. Para que não fugisse, a menina foi presa numa torre bem alta. Quando a bruxa queria vê-la, gritava por ela e Rapunzel jogava suas tranças pela janela para a feiticeira subir. O filho do rei acabou descobrindo o segredo e passou a visitar Rapunzel, apaixonando-se por ela.

15/03 – Oficina de massinha de modelar – 16 às 19h

Nesta oficina, as crianças poderão usar toda a sua imaginação para criar as mais diferentes esculturas com a massinha de modelar.

22/03 – O Soldadinho de Chumbo (teatro)

O clássico infantil conta a história de um soldadinho de chumbo que cai da janela da casa onde mora e acaba por viver grandes aventuras até conseguir voltar pro seu lar e defender seu grande amor, a bailarina de papel.

 

 

29/03 – Oficina circense – 16 às 18h30

Para comemorar o Dia do Circo, a garotada vai participar de uma oficina bastante lúdica, com muita brincadeira e diversão.

 

SERVIÇO:

Mundinho Kids – Shopping Metropolitano Barra

Dias 01, 08, 15, 22 e 29 de março

Horário: Oficinas – das 16h às 19h.

*No dia 29/03 oficinas terminam às 18h30

Horário peças teatrais: a partir das 17h.

Local: Piso L2 – Espaço Mundinho Kids (próximo Cinemark)

Duração: Oficinas – 30 minutos por sessão. As oficinas têm participação mediante a distribuição de senhas limitadas no local. As senhas são distribuídas 15 minutos antes do início da primeira sessão.

 

Evento gratuito

Mais informações: www.shoppingmetropolitanobarra.com.br
Endereço: Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1.300 – Centro Metropolitano – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro.

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

O Shopping Metropolitano Barra foi inaugurado em 2013 numa das áreas que mais cresce no Rio de Janeiro: o Centro Metropolitano. Com amplo estacionamento e cerca de 200 lojas, o shopping é o espaço ideal para passear com a família, encontrar os amigos e ter acesso a ótimas marcas e restaurantes voltados a um público diversificado. Com arquitetura inovadora, o projeto recebeu ainda dois prêmios ouro – um do International Council of Shopping Center (ICSC) e outro da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

Pensando sempre na comodidade de seus clientes, o Shopping Metropolitano Barra foi o primeiro do Rio a lançar uma plataforma exclusiva de e-commerce, o ON Stores. Pioneiro na indústria brasileira de shoppings, o marketplace foi lançado pela CCP, administradora do shopping, para ampliar a conveniência dos clientes e agregar oportunidades de negócios aos lojistas. A inovação foi também premiada pela Abrasce.

“Furdunço do Fiofó do Judas” no Maison de France

Em 2020, a Cia Bagagem Ilimitada comemora cinco anos de existência com muitos motivos para celebrar. A partir do dia 04 de março, o público carioca terá nova chance de conferir o espetáculo “Furdunço do Fiofó do Judas – Uma opereta popular apimentada por Marinês”, que entra em sua terceira temporada agora no Teatro Maison de France, no Centro do Rio. Assistida por quase duas mil pessoas em 2019, o musical concorre ao Prêmio de Humor – idealizado por Fábio Porchat – nas categorias de Melhor Peça, Melhor Texto e na categoria Especial pela introdução do repertório musical da cantora Marinês à dramaturgia. A comédia também está na disputa pelo voto popular no site Musical.Rio como Destaque 2019.

 

O enredo carregado de brasilidade viaja até o interior do Nordeste para contar a história de quatro mulheres, Adelina, Antônia, Francisca e Gumercinda, prostitutas e donas de um bordel que recebem a visita de um forasteiro que vai abalar as estruturas do cabaré. Elas só não desconfiam que o sargento Malaquias de Jesus é o próprio Diabo, que aparece para roubar o coração das moças! E em Fiofó do Judas, Deus é mulher, com destaque para a interpretação da atriz Vilma Melo na voz da Toda-Poderosa, em participação afetiva.

 

Tais situações são apresentadas de maneira leve e cheia de borogodó, evocando o melhor da tradição teatral e cultural nordestina, onde o público vai reconhecer a exaltação à força da mulher batalhadora, quiprocós e reviravoltas divertidíssimos e a velha peleja entre o Coisa Ruim e Deus. Para apimentar essa receita, PV Israel e Jacyara de Carvalho, intérpretes e também responsáveis pela dramaturgia, resgataram o pioneirismo e o humor de canções imortalizadas na voz da pernambucana Marinês, a Rainha do Xaxado.

 

Falecida em 2007, a cantora e compositora foi a primeira mulher a liderar uma banda de forró (Marinês e sua gente) e estourou em todo o país com a música “Peba na pimenta”, recheada de duplo sentido. Esta e outras 23 canções gravadas por Marinês – como Bate Coração e Forrobodeado – aparecem não como uma homenagem biográfica, mas para dar mais molejo à história passada em Fiofó do Judas.

 

“A opereta é um desdobramento da ópera para o público popular. Como a gente tem uma opereta, que já é popular, mais popular ainda? Temos como suporte essa possibilidade de embarcar em todos aqueles assuntos que agrada a essa camada dita popular, que os faz rir, que está na ordem do dia, na ordem do dia-a-dia, que faz o trabalho leve, faz a vida respirar melhor”, conta Jefferson Almeida, intérprete de Malaquias e também diretor do espetáculo.

 

Genuinamente brasileira, a comédia musical conta com a batuta da diretora musical Deborah Cecília e vai fazer o público se remexer na cadeira ao som de muito xaxado e baião. Furdunço do Fiofó do Judas é um espetáculo leve e divertido, que aborda temas relevantes sem deixar de fazer rir.

 

“Subjetivamente e culturalmente, trazer o Nordeste para cá – uma pequena cidade fictícia e o que acontece nela – é falar do nosso Brasil, falar de um lugar que ainda está à margem, em várias camadas. Trazer mulheres como protagonistas, prostitutas… Por mais que leve que seja, estamos falando disso: de pessoas que precisam ser vistas. E valorizadas pelo que fazem. O teatro feito no seu mais simples que é era uma vez uma história de mulheres que vencem através da sua autoestima”, comenta Jacyara.

 

SINOPSE

 

Adelina, Antônia, Francisca e Gumercinda dão expediente no cabaré da pacata Fiofó do Judas até que a chegada do misterioso sargento Malaquias de Jesus muda a rotina do bordel administrado por essas quatro damas arretadas: um verdadeiro imbróglio que promete sacudir as pilastras do céu, do inferno e do Furdunço, o tal cabaré! Feito com muita malícia, boa dose de encrenca e muito arrasta pé, o espetáculo é embalado pelas icônicas canções imortalizadas na voz da pernambucana Marinês, a Rainha do Xaxado.

 

SERVIÇO

Furdunço do Fiofó do Judas

Estreia: 04 de março

Temporada: 04 de março a 02 de abril

Horário: Quartas e quintas, às 18h30.

Ingressos: R$50 / R$25 (meia-entrada)

Teatro Maison de France

Endereço: Avenida Presidente Antônio Carlos, 58, no Centro (Próximo a Estação do VLT António Carlos)

Bilheteria: terça a domingo, de 14h às 19h.

Telefone: (21) 2544-2533

Classificação: 16 anos

Duração: 85 minutos

Gênero: comédia musical

 

FICHA TÉCNICA:

Dramaturgia: Cia Bagagem Ilimitada (Jacyara de Carvalho e PV Israel).

Direção e colaboração dramatúrgica: Jefferson Almeida.

Direção Musical: Déborah Cecília.

Elenco: Cilene Guedes (Adelina), Jacyara de Carvalho (Francisca), Paula Sholl (Gumercinda), PV Israel (Antônia) e Jefferson Almeida (Sargento Malaquias de Jesus).

Participação afetiva: Vilma Melo na voz de Deus.

Stand in: Clara Equi e Déborah Cecília.

Assistente de direção: Clara Equi.

Iluminação: Felipe Antello.

Cenografia: Taisa Magalhaes.

Figurino: Arlete Rua.

Visagismo: Paula Sholl.

Músico Ensaiador: Raphael Pippa.

Direção de palco: James Simão / Tamires Nascimento.

Consultoria de danças populares: Roberto Rodrigues.

Costureira: Rute Israel / D. Jandira.

Cenotecnico: Moisés Campos.

Camareiro: Junior Israel

Fotografia: Eitô Muniz

Audiovisual: Paula Diniz.

Logo: Alluan Lucas.

Identidade gráfica: Kamyla Matias.

Designer gráfico: Emerson / Nativu Design.

Sonorização: Lucas Campello / Bruno Flores

Operação de luz: Mauricio de Carvalho / Rodrigo Mello.

Estúdio: Musimundi.

Músicos da base: Violoncelo – Pedro Izar; Piano e Sanfona – Tibor Fittel; Violões – Debora Cecilia e Raphael Pippa; Percussão – Felipe Antello.

Coordenação de Comunicação: Ana Pinto / Pequena Via Produções.

Produção Executiva: Jacyara de Carvalho e PV Israel

Consultoria: Martha Avelar / Avelar Cultural.

Realização: Cia Bagagem Ilimitada.

“Os Únicos” no Teatro Prudential

Depois de uma temporada bem sucedida no SESC Tijuca, a atriz e roteirista Lucília de Assis (indicada ao Prêmio Shell de Melhor Dramaturgia por “Não peça”) e o ator, músico e artista visual Alexandre Dacosta apresentam o espetáculo “Os únicos” nas terças-feiras de março (de 3 a 31, às 19h), no Teatro Prudential.

Em cena, eles são pesquisadores eruditos, especialistas no fenômeno musical fabricado Claymara Borges & Heurico Fidélis, dupla de cantores fakes consagrados que foi sensação na primeira metade dos anos 90. Numa conferência, eles se apropriam da trajetória dos artistas para elaborarem uma crítica à fabricação de mitos. A partir de músicas, imagens, gravações e recortes de jornais que comprovam a carreira da dupla, os palestrantes levantam a questão sobre o que significa existir no mundo contemporâneo. A direção é de Dadado (Fabiano de Freitas, indicado aos prêmios APTR e Cesgranrio de Melhor Direção por “3 maneiras de tocar no assunto”) e a direção de produção é de Maria Siman.

“Claymara Borges & Heurico Fidelis são uma sátira ao sucesso convencional que muitos perseguem. Aquelas armações que mal aparecem no mercado e já recebem tratamento de artistas consagrados”, lembra Lucília de Assis. “Já ‘Os Únicos’ são fãs da dupla. Eles se interessam pela farsa, pela vida como invenção e como obra de arte”, explica. “A ideia é falar sobre a criação do casal performático, uma camada a mais para filosofar sobre a existência. Sendo pensadores, ‘Os Únicos’ podem explorar outros campos”, completa Alexandre Dacosta.

Diretor do espetáculo, Dadado considera Claymara e Heurico um programa performático sofisticadíssimo, que desestabiliza a ideia de verdade, tão importante de pensarmos em tempos de fake news, dos mitos fabricados e sua chegada ao poder. “Reinventamos os mitos, a dupla sucesso, pegando emprestado a palestra como linguagem, mas sem abrir mão do teatro e da sua potência de inventar mundos. E o humor torna isso ainda mais forte e comunicativo”, conta.

CLAYMARA BORGES & HEURICO FIDELIS

Entre 1991 a 1996, Lucília de Assis e Alexandre Dacosta encarnaram a dupla de cantores e compositores famosos e premiados Claymara Borges & Heurico Fidelis, uma metalinguagem que discute as engrenagens comerciais fabricantes de falsas celebridades.

Os personagens fictícios, que surgiram já como estrelas de renome, com diversos hits nas paradas de sucesso, foram figurinhas fáceis nos circuitos artísticos do Rio de Janeiro e de São Paulo, parodiando os clichês de fama. Com seus figurinos e acessórios kitsch, Claymara e Heurico tocaram seu repertório irônico (que passeia do bolero ao samba-canção, passando pelo xote e pela guarânia), com letras românticas e melodias bem trabalhadas, e performaram em diversos contextos midiáticos, conquistando inúmeros fãs.

A repercussão foi tanta que Claymara e Heurico que participaram (de verdade!) de inúmeros programas de televisão como Jô Soares Onze e Meia (SBT), Programa Ronnie Von (TV Gazeta e CNT), Vídeo Show (Rede TV), Xou da Xuxa (Rede Globo), Clodovil Abre o Jogo (TV Gazeta e CNT), entre outros.

“A dupla foi criada para ser um sucesso real, ainda que fabricado. A ideia era ironizar os mecanismos comerciais que fabricam sucessos do dia para a noite”, explica Alexandre Dacosta. “Assim forjamos o próprio sucesso, com direito a disco de ouro falso, glamur e tudo mais. Inventamos dois personagens, demos biografias a eles e compusemos mais de 60 músicas dentro do universo de Claymara Borges & Heurico Fidélis”, lembra.

Uma das performances mais memoráveis foi no prêmio Sharp da música, em 1993, em que chegaram numa Mercedes branca com motorista e seguranças, repórter, câmera de TV e iluminador. Tudo fake para alimentar o conceito da dupla. O repórter Bermuda Bastos, alter ego do jornalista Joubert Martins, um dos criadores Rádio Fluminense, conferia a todas as apresentações um clima de estreia VIP ao entrevistar os presentes como se fossem verdadeiras celebridades.

“Criamos uma dupla que já existia, com uma carreira consolidada. Quem não conhece é porque é desinformado”, brinca Lucília de Assis, casada com Alexandre há 32 anos. “Não navegamos no senso comum. Alexandre e eu temos uma piração compartilhada. Eu nunca poderia ter me casado com uma pessoa que não tivesse um grau de delírio. Deliramos juntos”, diz Lucília.

Em seis anos, Claymara Borges & Heurico Fidélis gravaram CD “Cascata de Sucessos” (Leblon Records 1992) – coletânea dos maiores sucessos da dupla; realizaram a exposição coletiva “Salão de Belezas”, no Paço Imperial, em que 30 artistas plásticos criaram obras em homenagem aos dois; lançaram sua grife “Simulacro” com desfile-show no Parque Lage; produziram um jornalzinho; e comandaram o programa de rádio “Na Fama com Claymara & Heurico”, na RPC FM, vice-líder em audiência naquela época. Em seguida, ganharam uma dupla de covers, interpretada por Lucília e Alexandre.

LUCÍLIA DE ASSIS E ALEXANDRE DACOSTA

Lucília de Assis e Alexandre Dacosta se conheceram no Tablado, em 1982, quando faziam o espetáculo “Capitães da areia”, dirigido por Carlos Wilson. Logo depois trabalharam juntos em “De noite com uma luz”, de Louise Cardoso. Ela atuava e ele, tocava cavaquinho. Fizeram outros musicais, se tornaram amigos, começaram a compor, unindo teatro e música.

Para montar Claymara e Heurico, Lucília e Alexandre se dedicaram a uma minuciosa pesquisa sobre antigas duplas humoristas, como Alvarenga e Ranchinho, Jararaca e Ratinho, Cascatinha, Inhana e o Duo Glacial, de Araraquara. Além de Nelson Ned e Roberto Carlos, que vivem de vender o amor.

Lucília de Assis é atriz e autora. Atuou em “Capitães da Areia”, direção de Carlos Wilson; “De noite com uma luz”, direção de Louise Cardoso; “Cuidado: Vende-se”, com direção de Anselmo Vasconcelos. Na Rede Globo fez “O último desejo”, com direção de Antônio Carlos Fontoura, e participações em novelas e seriados.

Desde 1998 integra o grupo de humor O Grelo Falante, com o qual lançou os livros “Tapa de humor não dói – A hora e a vez das mulheres gozarem”, “TOMALADACÁ – O grande livro das relações”; “Livro de bolsa – Minutos de ignorância” e “Coisa de mulher”. Sob a supervisão da turma do Casseta e Planeta, criou e redigiu o programa Garotas do Programa, na Rede Globo. Roteirizou e atuou no filme “Coisa de mulher”; atuou no musical “Avenida Réveillon”, com dramaturgia e direção de Fátima Valença. Escreveu e atuou na peça “Antessala”, com direção de Guida Vianna; redigiu e apresentou o programa ao vivo O Grelo Falante na Rádio Roquette Pinto; escreveu e atuou no monólogo “Não peça”, com direção de Bianca Byington e no espetáculo “O grelo em obras”, com direção de Dadado.

Alexandre Dacosta é artista visual, ator, músico, cineasta e poeta. Professor do curso Fundamentação na Escola de Artes Visuais do Parque Lage / RJ (2011-2016). Realizou 17 exposições individuais no Rio, São Paulo, Pernambuco e Uruguai, além de mais de 100 coletivas no Brasil e no exterior. Recebeu dois prêmios de pintura: IBEU (1985) e Secretária de Cultura no XVIII Salão de Belo Horizonte MG (1986). Em 1981, cria com Ricardo Basbaum a “Dupla Especializada” e dois anos depois o Grupo 6 Mãos, com Basbaum e Barrão. Como ator foi protagonista de cinco longas-metragens, 10 curtas, participou de mais de 40 filmes, 17 peças de teatro e musicais, seriados, minisséries e novelas.

Como cantor, músico e compositor produziu o álbum “Antimatéria” (Universal Music-Agracadabra, em 2017) com 13 canções autorais que estão nas plataformas digitais de música e o CD livro “Adjetos” (Editora 7 letras, em 2011) com 18 canções para esculturas, além de fazer trilhas sonoras para filmes e peças de teatro. Como diretor e roteirista produziu 14 filmes de curta-metragem (seis ficções, três documentários e cinco experimentais), ganhando 11 prêmios em festivais. Como poeta lançou o e-book “Autopoese” (editora Lacre, em 2017), “Memória do Vidro” (2016), e o livro “[tecnopoética]” (editora 7 Letras, em 2011). Faz arte sonora – “Rádio Varejo” e participa de revistas, antologias, saraus e com áudios de poesias em programas de rádio.  Atualmente, está finalizando o documentário de longa-metragem “A Sobrancelha é o bigode do olho”, baseado na obra do jornalista Apparício Torelly, o Barão de Itararé.

FRASES DO ESPETÁCULO

 

Eles não são eles mesmos e você não será o mesmo depois de assisti-los”;

 

Claymara Borges e Heurico Fidélis eram uma espécie de Mickey Mouse e Michael Jackson. Todos os conheciam, mas poucos sabiam quem estava por trás das máscaras”;

 

Algumas dúvidas??? Se vocês estão entendendo tudo é porque nós estamos explicando muito mal. Não estamos nos fazendo entender. Queremos criar setas que indiquem caminhos para mais dúvidas”.

OS ÚNICOS

Temporada: de 3 a 31 de março, às 19h (todas as terças-feiras do mês).

Local: Teatro Prudential – Rua do Russel 804, Glória. Tel.: 3554-2934.

Duração: 80 min. Classificação indicativa: 12 anos. Lotação: 359 lugares. Gênero: comédia musical. Ingressos: R$ 30 (meia-entrada) e R$ 60.

Horário de funcionamento da Bilheteria: de terça a sábado das 12h às 20h. Domingos e feriados, das 12h às 19h. Venda online: www.sympla.com.br

 

FICHA TÉCNICA:

Texto: Lucília de Assis

Músicas e atuação: Lucília de Assis e Alexandre Dacosta

Direção: Fabiano de Freitas – Dadado

Direção de produção: Maria Siman

Produção executiva e assistência de direção: Bruna Ayres

Projeto de luz: Herbert Said

Figurinos: Lucília de Assis

 

Vídeos:

Edição: Alexandre Dacosta. Roteiro: Alexandre Dacosta, Lucilia de Assis e Fabiano de Freitas. Técnico videomapping: André Boneco. Edição de som: Fernando Lauria.

 

Fotografia: Tomás de Assis Dacosta

Projeto gráfico: Mais Programação Visual

Assessoria de imprensa: Catharina Rocha – Máquina de Escrever Comunicação

Idealização: Os Únicos

Realização: Primeira Página Produções Culturais

“O Baterista” no Teatro Poeira

O que têm em comum Robertinho Silva, João Barone e Igor Cavalera? Com certeza, todos enfrentaram problemas com os vizinhos reclamando de barulho. Afinal de contas, todos têm em comum a bateria como instrumento, ferramenta de trabalho e meio de expressão. Também têm “um pouco de torneiro mecânico, funileiro e mestre de obra”, como diz o texto de Celso Taddei no monólogo “O baterista”, que estreia no Teatro Poeira, em Botafogo, no dia 3 de março, com sessões às terças e quartas-feiras, às 21h. E com intérpretes de libras nos dias 17 de março e 15 de abril.

 

O espetáculo foi idealizado pelo autor Celso Taddei, ex-roteirista do “Zorra”, programa da TV Globo, e demorou dois anos para ser montado. Taddei reuniu outros três craques do humor com os quais trabalhou no programa: o roteirista Diego Molina, que assumiu a direção da peça; e os atores Antônio Fragoso – que divide a produção com o autor e é “o baterista”, único ator em cena – e Alexandre Regis, que faz a assistência de direção.

 

Desse encontro, saiu do papel uma reflexão filosófica feita por um baterista que liga seu instrumento a toda mecânica da vida. E por que filosofar – com humor – utilizando a música, o ritmo, as batidas de uma bateria? Para o autor Celso Taddei – um apaixonado por música que toca mal vários instrumentos –, a bateria é um instrumento “dramaturgicamente interessante e complexo por causa de seu tamanho e porque faz muito barulho”. Além do mais, Taddei acha curioso o envolvimento de uma pessoa, durante toda a vida, com um instrumento; sobretudo quando se trata de um baterista, aquele que é “sempre o primeiro a chegar e o último a sair do estúdio”. Essa característica solitária dos bateristas é, de cara, um ótimo gancho para um monólogo.

Foi com todas essas ideias na cabeça, mais o amor pela música e a inspiração de autores como Tchekov e Patrick Süskind que Taddei resolveu esmiuçar o pensamento de um baterista louco por seu instrumento, com o qual tem um “relacionamento quase neurótico”. Assim, ele escreveu “O baterista”, que serviu, na medida, para o talento do ator Antônio Fragoso, com quem divide a produção do espetáculo, que não conta com patrocínio.

Para Fragoso, foi fácil entrar no personagem. Nos anos 1980, em Brasília, quando morava na mesma quadra de Herbert Vianna, Bi Ribeiro e Dado Villa-Lobos, ele fez parte de duas bandas de rock: Os Sociais, que montou com Pedro Ribeiro (irmão do Bi, dos Paralamas) e Fernando Bola, e Escola de Escândalo, da qual saiu porque o pai dele, diplomata, havia sido transferido para a Espanha. Foi Pedro Ribeiro, aliás, que incentivou Antônio Fragoso a assumir a bateria, uma vez que ele já tocava tarol na banda marcial do Colégio Marista.

 

A direção é de Diego Molina, um dos roteiristas do “Zorra”, o que possibilita um ótimo entrosamento na equipe: “a gente já sabe como o outro funciona melhor, os maneirismos do ator, o ator já conhece o tipo de texto e de direção”. Ele também cuidou da cenografia ao lado de Patrícia Muniz. Para o texto realista, que tem como cenário a garagem da casa do pai do personagem/baterista, Molina resolveu utilizar “estranhezas para acentuar a teatralidade”. Tais “estranhezas” estão na luz, no cenário, nas marcações. Tudo na intenção de “deixar tudo mais lúdico”, como ele explica. O diretor usa a expressão “partiturando” para se referir a seu modo de trabalhar, em que cada gesto é estudado, e nada é gratuito. Molina diz também que as marcas são feitas através do som, e que a música faz parte do cenário, oferecendo experiências sonoras diferentes”.

 

A trilha sonora, aliás, foi escolhida com cuidado, com alguns standards do início do ragtime, contextualizando a história da formação da bateria. “Preferi os clássicos para ajudar as pessoas a se situarem. Cada música foi escolhida como símbolo de determinada época, de determinada banda”, explica o autor Celso Taddei. Por isso, ele acha que o espetáculo ficou “divertido de ver e ouvir”. No repertório, há pot-pourri de canções dos Beatles e muito rock’n’roll: de Bill Haley a Led Zeppelin, passando por The Who, Cream, Sex Pistols, Black Sabbath, The Police e Nirvana. Bandas brasileiras – como Titãs e Paralamas do Sucesso – também marcam presença na trilha de “O baterista”.

 

O ESPETÁCULO

“O baterista” é uma comédia dramática musical escrita pelo dramaturgo e roteirista Celso Taddei (que foi roteirista-final do programa “Zorra”, da Rede Globo e autor do musical “Apesar de você”), com Antônio Fragoso no elenco (ator de peças como “Se meu apartamento falasse” e “Obsessão) e dirigida por Diego Molina (diretor de “Bette Davis e a máquina de Coca-Cola” e “A menina do kung fu”) e Alexandre Regis (diretor de “Buraco da Lacraia Dance Show” e “Nós da fita”).

A história se passa durante uma aula de bateria ministrada por um músico excêntrico, que vive um relacionamento afetivo em crise. Ele é obrigado a encarar uma aula repleta de alunos exigentes pouco tempo depois de se separar da mulher. Com a cabeça na lua, ele se esquece da aula e se surpreende com a quantidade de pessoas que aparece na sua garagem – sua sala de aula improvisada. Mas o dia não vai ser fácil: sua bateria está completamente desmontada; e o lugar, todo bagunçado.

Durante a aula, o baterista organiza as coisas, ao mesmo tempo em que se vê às voltas com a ex-mulher, com quem troca diversas mensagens nas redes sociais. Como ainda é apaixonado por ela, o baterista transborda todas as suas emoções diante dos alunos, usando seu instrumento musical para expurgar suas desventuras e decepções, em cenas ora divertidas, ora comoventes.

O público acompanha a história da bateria – esse instrumento fascinante! – contada pelo músico, desde a percussão dos homens das cavernas até o rock’n’roll, passando por vários estilos como jazz, bebop, folk, blues, entre outros ritmos. Para ilustrar melhor sua aula, o baterista executa seu instrumento para tocar músicas de bandas e artistas famosos.

Ágil e divertido, o texto inédito de Celso Taddei também fala da relação do baterista com os outros músicos de uma banda, que muitas vezes deixam de valorizá-lo por considerá-lo um tipo inferior de músico, já que trabalha com percussão, e não com harmonia propriamente dita. Assim, o espetáculo faz um paralelo entre o preconceito que muitas vezes a música não erudita/não europeia tem com músicas consideradas “periféricas”, vindas da África e do Oriente. A bateria representa, na verdade, uma junção de diversas influências, de diversos lugares do planeta, a ponto de hoje ser um elemento fundamental na nossa cultura.

A peça toma como inspiração dois monólogos clássicos – “O contrabaixo”, de Patrick Süskind, e “Os malefícios do cigarro”, de Anton Tcheckhov – para criar um texto original e voltado para o público brasileiro, de todas as idades.

“O baterista” é o resultado da união de quatro artistas – Celso Taddei, Antônio Fragoso, Diego Molina e Alexandre Regis – que há anos vêm desenvolvendo trabalhos juntos no meio audiovisual e que agora constroem um espetáculo inteiramente artesanal; com grande pesquisa estética, musical e artística; e comprometido com o público.

FICHA TÉCNICA

Texto: Celso Taddei
Atuação: Antônio Fragoso
Direção: Diego Molina
Diretor assistente: Alexandre Regis
Cenografia: Diego Molina e Patrícia Muniz
Direção musical: Pedro Coelho e Marcio Lomiranda
Iluminação: Anderson Ratto
Figurino: Patrícia Muniz
Programação visual: Daniel de Jesus
Fotografia: Caique Cunha
Filmagem: Bernardo Palmeiro
Direção de arte das fotos e vídeo teaser: Daniel de Jesus
Redes sociais: Rafael Teixeira
Assessoria de imprensa: Sheila Gomes
Direção de produção: Paulo Mattos e Pedro Uchoa
Assistente de produção: Carmem Ferreira
Assistente de câmera: Renato Costa
Intérpretes de libras: JDL – Acessibilidade na comunicação
Produção: Antônio Fragoso e Celso Taddei
Realização: Levante 42


CURRÍCULOS

Celso Taddei

Autor e ator de teatro, cinema e televisão. Na Rede Globo – foi roteirista-chefe do programa “Zorra”, e escreveu vários outros programas, como “Sítio do pica-pau amarelo”, “Chico Anysio”, “Malhação” e “Os caras de pau”. No cinema, trabalhou nos filmes “Crime da Gávea”, “Vestido pra casar”, “Os caras de pau”, “Retrato falhado” e “A truta”. No teatro, participou, por mais de dez anos, do Grupo Sarça de Horeb, atuando em peças como “A Via Sacra”, “Brasil nunca mais” e a premiada “Torturas de um coração”, todas sob a direção de Almir Telles. Atuou também em espetáculos como “Os intolerantes”, “Obsessão” e “Peter Pan”. Escreveu e atuou nas peças “Apesar de você”, “Bula da cumbuca” e “O pequeno Mozart”, entre outras. Formado pela UniRio, é também um dos fundadores da AR – Associação de Roteiristas Brasileiros.

 

Antônio Fragoso

Formado em 1992, atuou em 30 espetáculos de teatro, 14 filmes, diversas séries, novelas e mais de 150 comerciais. Trabalhou com grandes diretores como Fernando Meirelles, Rene Sampaio, Henrique Tavares, Mauricio Farias, Amir Hadad, Marcio Trigo, Sacha Celeste, Roberto Santucci, José Alvarenga, João Bitencourt, Clovis Mello e Felipe Jofily. Como produtor, teve uma bem sucedida parceria de 15 anos com a autora/atriz Carla Faour, Henrique Tavares e Paulo Giannini.

Trabalhos mais recentes foram “Se meu apartamento falasse”, musical de Charles Möeller e Claudio Botelho; “Ensina-me a viver”, espetáculo de grande sucesso que ficou cinco anos em cartaz, em que contracenou com Glória Menezes, sob a direção de João Falcão; “Casamentos e precipícios” texto de Daniel Adjafre; “Obsessão”, texto de Carla Faour que foi vencedor do prêmio APTR e FITA de Angra dos Reis; e “OVelho” direção de Sacha Celeste. Em dezembro de 2017, estreou o musical “Se meu apartamento falasse”, com direção de Charles Möeller e Cláudio Botelho, no Teatro Bradesco. Em cinema, estrelou o blockbuster “Os farofeiros”, lançado em março de 2018 e que foi visto por quase três milhões de espectadores.

Na TV, podemos destacar “Som e fúria”, com direção de Fernando Meirelles; e o programa “Os caras de pau”, dirigido pelo Marcio Trigo; “Geração Brasil”, direção de Denise Saraceni; e, atualmente, faz parte do elenco da TV Globo no humorístico “Zorra”.

 

Diego Molina

Diretor de teatro, dramaturgo, roteirista, ator, cenógrafo e professor. Formado em Direção Teatral e mestre em Teatro pela UNIRIO. Principais trabalhos como diretor: “Quando ia me esquecendo de você”, de Maria Silvia Camargo; “A menina do kung fu”, do próprio Diego Molina; “Radiofonias brasileiras”, musical de Bosco Brasil; “War”, de Renata Mizrahi; “Bette Davis e a máquina de Coca-Cola”, de Jô Bilac e Renata Mizrahi; “Os trabalhadores do mar”, adaptação da obra de Victor Hugo, com a Cia. Alfândega 88; o premiado infantil “Joaquim e as estrelas”; “Um dia Anita”, de Julia Spadaccini e Renata Mizrahi; além de “Ninguém mais vai ser bonzinho” e “Fabulamente” – monólogo com Tatá Werneck, ambos de sua autoria.

Escreveu também “Pequenos poderes”, “Woody Allen não se encontra”, “A menina do kung fu”, entre outras peças. É autor dos livros “Cena Impressa – Volume 1 e 2” e “Teatro Duse: o primeiro teatro-laboratório do Brasil” (Editora Funarte). Fez parte da Ocupação do Teatro Serrador, vencedora do Prêmio Shell 2012 na Categoria Especial. Em 2010, foi indicado, junto com o grupo Os inclusos e os sisos, ao Prêmio Faz Diferença. Escreveu para programas de televisão, como “Noite de arrepiador” e “Casamento blindado” (Record), “Domingão do Faustão” (Globo), “Sem análise” (Multishow) e “Comédia MTV”.

Atualmente, é jurado do Prêmio Zilka Salaberry e roteirista do programa “Zorra”, da Rede Globo, indicado ao Emmy Internacional de melhor programa de humor.

 

Alexandre Regis

Ator com 50 anos de carreira, Alexandre Regis começou a atuar aos 4 anos de idade. Trabalhou nos principais programas de humor da televisão, entre eles “Viva o gordo”, “Balança mas não cai” e “A praça é nossa”. Atualmente, integra o elenco do novo “Zorra”, da Rede Globo. Dirigiu diversos shows e espetáculos, entre eles “Nós na fita”, “Na mira do gordo”, “Fome zero, pizza dez” e “Buraco da Lacraia Dance Show”.

 

SERVIÇO

“O baterista”

Temporada de 3 de março a 22 de abril de 2020

Local: Teatro Poeira

Endereço: Rua São João Batista 104 – Botafogo

Sessões: terças e quartas-feiras, às 21h

Sessões com intérprete de libras: dias 17 de março e 15 de abril

Duração: 1 hora

Ingressos: R$ 60 (inteira) – R$ 30 (meia)

Informações: (21) 2537-8053

Classificação: 14 anos      

Aquilo que acontece entre nascer e morrer

Diante da vida, como lidar com a morte? Diante da morte, como lidar com a vida? Partindo destas questões, surgidas a partir da morte trágica de seus pais num acidente de trânsito, que o diretor e ator Fabricio Moser iniciou uma pesquisa artística que resultou no espetáculo “Aquilo que acontece entre nascer e morrer” que, após uma temporada de sucesso, volta em cartaz de 7 a 29 de março na Casa 136, em Laranjeiras.

A dramaturgia da peça toma como parâmetros dramáticos os verbos nascer e morrer, com base nas experiências autobiográficas do artista e do público. Com uma atmosfera artesanal, Fabricio articula todos os elementos da encenação — luz, som e projeção — e convida o público a conhecer sua história como se estivesse na sala de casa, entre abajures, caixas com objetos pessoais e os quadros que ele pinta. Para conduzir a narrativa documental, a atuação aposta no cruzamento de diferentes linguagens artísticas, transitando entre a performance, a contação de histórias, a dança e o audiovisual. O trabalho é fruto do encontro do ator e diretor com artistas de diversas áreas, como Cassiana Lima Cardoso, Gabriel Morais, Gabriela Lírio, Ricardo Martins, Silvana Rocco e Tato Teixeira.

Em determinados momentos da peça, motivada pelas questões que sustentam o espetáculo, a plateia é convidada a dividir suas experiências.Em cena, Fabricio coloca no horizonte da criação artística as vozes do passado, do presente e do futuro, entre memórias e variados documentos. Artista e plateia são confrontados a buscar, por meio do teatro, a força dramática da vida numa tentativa de assegurar um sentido à jornada humana.

“Acredito que o teatro é um espaço onde podemos transformar nossos dramas pessoais em experiências coletivas de aprendizado e assim descobrir, através dele e a cada novo encontro entre artista e público, um pouco mais sobre a natureza e o sentido da vida, com toda a poesia e toda a crueldade que ela tem”, analisa Fabricio. “A cena, o instante que nos é dado de presente através do encontro proporcionado pelo teatro se torna, então, um espaço fértil para evocar o passado e fortalecer a nossa caminhada em direção ao futuro”, acredita.

Cada apresentação de “Aquilo que acontece entre nascer e morrer” provoca no público uma sensação particular e, com isso, uma resposta diferente às perguntas colocadas pela peça. Para o artista, o teatro existe por meio desse risco e das relações de troca: ele nasce da presença e sobrevive através do encontro, da interação e do conhecimento que pode ser adquirido com ele.

“Se morrer e nascer são os verbos que delimitam aquilo que entendemos por vida e a vida é uma sucessão de nascimentos e mortes, o teatro, que nasce e morre diante dos nossos olhos a cada vez que acontece, pode ser compreendido como um grande ritual de passagem, em que viver pode ser um limite”, acredita. “O desejo é proporcionar um espaço de experiência significativa tanto para o público quanto para mim. Essa me parece a melhor forma de aprender sobre a vida – e investigar o sentido dela, no teatro, é uma inclinação dos meus trabalhos artísticos”, defende.

PESQUISA AUTOBIOGRÁFICA E DOCUMENTAL

Esta não é a primeira vez que Fabricio Moser compartilha experiências pessoais no seu fazer teatral. O desafio de abordar dramas íntimos surgiu em “duo SOBRE DESVIOS” (2012) e se intensificou em “Laura” (2015), quando o artista partiu em busca da história da avó materna, assassinada em 1982.

“A morte dos meus pais durante o processo criativo da segunda peça, em 2014, e a necessidade de renascer, de alguma forma, depois disso tudo, foram sinais para continuar minha pesquisa autobiográfica e documental no teatro”, conta Fabrício, que já apresentou suas peças anteriores em temporadas em diversas cidades do Brasil, além de Portugal e Espanha.

A primeira temporada de “Aquilo que acontece entre nascer e morrer” foi 9 de novembro a 15 de dezembro de 2019, na Casa Quintal de Artes Cênicas, com casa cheia em todas as apresentações.

SOBRE FABRICIO MOSER

Fabricio Moser é ator, diretor, professor e pesquisador do teatro. Doutorando em Artes Cênicas na USP, é também Mestre (UNIRIO/2011) e Bacharel (UFSM/2006) em Artes Cênicas. Natural do Mato Grosso do Sul e morando no Rio de Janeiro desde 2009, seus recentes trabalhos artísticos são os solos autobiográficos “Aquilo que acontece entre nascer e morrer” (2019) e “Laura” (2015), e “duo SOBRE DESVIOS” (2012) — encenação em parceria com Cadu Cinelli —, peças que circularam por cidades como Curitiba, Campo Grande, Belo Horizonte e Recife, fizeram temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, e chegaram a Portugal e Espanha, colecionando matérias, críticas e artigos em revistas especializadas e dissertações.

Foi jurado em festivais e editais, como o SESI Cultural 2018 – Teatro Adulto, e atualmente realiza as intervenções “Converso sobre Política” e “Dou ouvidos pra quem abrir seu coração”, ministra oficinas e consultorias, e atua como pesquisador, participando, em 2016, do Seminário Nacional Histórias do Teatro Brasileiro, do SESC.

Desde 2012 é professor de teatro do Instituto Priorit, onde atende pessoas com Autismo e TDAH, e desde 2018 é professor do CBI of Miami, atuando na Pós-graduação em Transtorno do Espectro Autista. Foi professor de teatro do Segundo Turno Cultural, da Prefeitura do Rio, entre 2013 a 2016, e do SESC São João de Meriti, em 2017. Entre 2012 e 2015 integrou a Cia. Enviezada, atuando em “Caminhos”, uma intervenção urbana, encenada em festivais, como a Virada Cultural de SP, e fomentada por editais, como o Prêmio Funarte e Fomento Carioca.

Manteve, entre 2010 e 2012, o Teatro de Maquinaria, onde realizou “Cidade em FotoDrama” (2011), “O Amor das 3Laranjas” (2012), e um intercâmbio com o diretor italiano Enrico Fasella, ações que circularam pelo Rio de Janeiro, Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Entre 2002 e 2009 trabalhou no Rio Grande do Sul, em Mato Grosso do Sul e em São Paulo, dirigindo grupos e atuando como professor no contexto universitário, em comunidades indígenas e centros de atenção psicossocial. Sua trajetória artística motivou entrevistas e ensaios, publicados em obras como Vozes do Teatro (2010), revistas de arte como Meio Tom – Poesia e Prosa e Arte Brasileira, e veiculadas na Rádio Cultura, de São Paulo, e a Rádio MEC, do Rio de Janeiro.

 

SERVIÇO:

“Aquilo que acontece entre nascer e morrer”

Apresentações: de 7 a 29 de março – sábados e domingos, às 20h.

Local: Casa 136 – Rua Ipiranga 136, Laranjeiras.

Ingressos: contribuição voluntária.

Gênero: autoficção. Duração: 60 min. Lotação: 30 lugares. Classificação indicativa: 16 anos.

 

FICHA TÉCNICA:

Criação, Direção e Atuação: Fabrício Moser.

Colaboração Artística: Cassiana Lima Cardoso, Gabriel Morais, Gabriela Lírio, Ricardo Martins, Silvana Rocco e Tato Teixeira.

Programação Visual: Davi Palmeira.

Consultoria Audiovisual: André Boneco.

Produção: Fabrício Moser e Gabriel Morais.

O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças

Sucesso de público e de crítica, o musical infantil O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças volta ao cartaz, no dia 07 de março, para quatro apresentações no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea, esticando o Carnaval por mais duas semanas. O espetáculo faz parte do projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela produtora Entre Entretenimento com o objetivo de levar para os palcos nomes importantes da cultura brasileira em montagens que mesclam biografia e canções do artista escolhido. Fazem parte do projeto também “Raulzito Beleza”, “Bituca”, “Tropicalinha” e “Luiz e Nazinha”.

Grandes sucessos como “Balancê”, “Cantores do Rádio”, “Pirulito que bate bate”, “Carinhoso”, “Chiquita Bacana”, “Pirata da Perna de Pau”, “Tem Gato na Tuba”, “Yes, nós temos bananas” transportam o público aos divertidos carnavais de rua da década de 20. O resultado é um programa que agrada a toda a família. “Durante as temporadas anteriores, era comum vermos avós e netos numa sessão e aquela mesma avó em outra sessão sem os netos, mas com as amigas”, conta o diretor do espetáculo Diego Morais. “Nossa ideia é criar espetáculos com conteúdo atraente para as famílias, para aproximar as gerações”, destaca Pedro Henrique Lopes, autor do texto e ator do musical.

A peça conta a história de Carlinhos, um garoto que ouvia música em todo lugar por onde passava. A avó dele, pianista clássica, sempre estimulava a musicalidade do menino, mas o pai era contra. Carlinhos se junta a alguns amigos de escola e começa a criar belas canções de Carnaval. De forma engraçada e emocionante, O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças trata de temas como o valor da família, da amizade e das relações humanas, a perseverança na busca por um sonho, a criatividade e a cooperação artística entre as crianças.

O espetáculo estreou em outubro de 2016 e já foi assistido por mais de 20 mil pessoas. Foi aclamado com indicações ao Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças 2016: Melhor Espetáculo, Melhor Texto Original (Pedro Henrique Lopes), Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Ator (Pedro Henrique Lopes), duas indicações para Ator em papel Coadjuvante (Augusto Volcato e Rodrigo Morura), Atriz em papel Coadjuvante (Martina Blink), Música Adaptada, Trilha Sonora ou Direção Musical (Claudia Elizeu), Coreografia (Victor Maia), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e ainda a menção especial a Diego Morais e Pedro Henrique Lopes, pelo projeto Grandes Músicos para Pequenos – vencerem as duas últimas categorias citadas. No Prêmio Zilka Salaberry 2016, o espetáculo foi indicado como Melhor Roteiro Original. Além disso, no Prêmio Botequim Cultural 2016, foi indicado como Melhor Espetáculo Infantojuvenil, Melhor Ator (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Direção (Diego Morais).

Grandes Músicos para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Depois, vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ –  Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações – Bituca – Milton Nascimento para crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações – e Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações. O mais recente, Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças (2019), está concorrendo ao Prêmio CBTIJ 2019 nas categorias Melhor Ator (Rodrigo Salvadoretti) e Cenário (Clivia e José Cohen), além de Melhor espetáculo Infantil no Prêmio Musical Rio.

As cinco peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores. O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

 

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

TIJOLINHO:

O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças. Musical Infantil. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Cláudia Elizeu. Com Pedro Henrique Lopes, Erika Riba, Augusto Volcato, Jean Pontes e Beto Vandesteen. Baseado em trechos reais da infância e juventude do compositor Braguinha, o espetáculo conta a história de Carlinhos, um menino que ouve música em todo o lugar. A peça transporta os espectadores para os divertidíssimos carnavais de rua do Rio de Janeiro de 1920. (53 min) Teatro Clara Nunes. Shopping da Gávea. Sáb e Dom, às 16h. R$ 70 (inteira), R$ 35 (meia) Livre. 07 a 15/03.

 

Ficha Técnica:

 

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Claudia Elizeu

Roteiro original: Pedro Henrique Lopes

Coreografias: Victor Maia

Elenco: Pedro Henrique Lopes (Carlinhos), Erika Riba (Dona Isaura), Jean Pontes (Henrique), Augusto Volcato (Alvinho) e Beto Vandesteen (Sr. Jerônimo Braga)

Cenário e figurinos: Clívia Cohen

Iluminação: Pedro Mendonça

Produção e realização: Entre Entretenimento

 

Serviço:

 

O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças

Temporada: 07 a 15/03/2020

Teatro Clara Nunes (Shopping da Gávea) – Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Gávea – Rio de Janeiro – RJ.

Telefone: (21) 2274-9696

Dias e horários: Sábados e domingos, às 16h

Ingressos: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada)

Lotação: 743 pessoas

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre

Funcionamento da Bilheteria: Todos os dias, de 13h às 21h.

“Sapathos” na SP Escola de Teatro

Num formato que remete às “palestras-performances”, o espetáculo “Sapathos” explora os temas do preconceito e da memória. Costurando acontecimentos veiculados diariamente, uma colcha de retalhos se desenha – e informações disparatadas desfilam diante do espectador, sem dar fôlego para que haja digestão da poluição de fatos a que somos submetidos rotineiramente – soterrando de lama a poesia e a alma. O banal e o trágico se misturam, sem critério aparente. Procura-se, com a investigação, dar voz àquelas dores históricas que as contingências e o cenário social insistem em calar.

Ficha Técnica:
Texto: Sergio Zlotnic
Direção: Gabi Costa; Paula Barros Diva; Sergio Zlotnic
Assistência de Direção: Ricardo Koch Mancini
Elenco:  And Costa, Gabi Costa, Ricardo Koch Mancini, Rodrigo Melgaço, Sergio Zlotnic e Well Almeida
Atores convidados (em participação por vídeo):
David Wendefilm  e Tom Vieira
Sonoplastia: Alex Matos e Jomo Faustino
Iluminação: Georgia Ramos e Wagner Pinto
Design Gráfico: Pedro Cipis
Arte e Assistência de Criação : Tom Vieira
Videoarte e Legendas : Sam Ludd e Tom Vieira
Produção: Leonardo Monteiro
Performance de recepção e apoio técnico: Isabella Rockfield
Fotografia: Rodrigo Meneghello
Filmagem da peça in loco:  Sam Ludd
Assessoria de Imprensa: Macida Joachim
Agradecimentos: Diogo Carvalho, Elisa Band, Giovana Gallucci– Gustavo Ferreira, Ivam Cabral, Lucia Camargo e Pierre Willm
Dedicado à memória de Alberto Guzik e Noemi Altman.

Serviço:
SAPATHOS – Para maiores de 12 anos.
Sextas 21h – sábados 19 h – domingos 19 h – segundas 21 h.
De 6 de março até 23 de março de 2020.
Dias 6, 7, 8, 9, 13, 14, 15, 16, 20, 21, 22 e 23 de março [12 apresentações]
SP Escola de Teatro – Sala Hilda Hilst – Praça Roosevelt, 210 – Centro – SP – tel 11 – 37758600.
Ingressos R$ 40,00 inteira e R$ 20,00 meia
Venda de ingressos na bilheteria, uma hora antes do espetáculo em dinheiro ou através do Sympla a partir do dia 2 de março:

https://www.sympla.com.br/saphatos__795747

Sobre a Cia: a Cia OS ZZZLOTS se forma em 2010, e explora as diversas linguagens teatrais, privilegiando os erros e equívocos, como ingredientes fundantes do ato criativo. O coletivo se situa na zona de borda entre o campo das artes e a letra de Freud. Buscando a poesia oculta, nos tristes dias que correm, as irrelevâncias são tomadas pelo grupo como bússola.

Histórico da Cia:  Além de temporadas com espetáculos de seu repertório, outros eventos da Cia ZZZlots são participações em festivais de teatro, leituras dramáticas – e cursos, palestras, conferências e debates em instituições e escolas de teatro de São Paulo (entre outros espaços, estivemos no SESC, na SP Escola de Teatro, no MAM, na Casa do Saber).

Espetáculos:
Andai, Duck! Temporada: janeiro, teatro Sergio Cardoso, SP, 2018.
Berenice Morre. Temporada: julho na SP Escola de Teatro, SP, 2016.
Cismei, vou parir! Temporada: Teatro Satyros I, julho, São Paulo-SP. 2015.
Confesso. Temporada: junho, Teatro Satyros I, 2014.
Ode ao Teatro. Temporada: Teatros Satyros I, 2013.
As cinco peças foram publicadas em livro em 2019: “Cinco peças curtas da cia os zzzlots”, Editora Giostri, São Paulo, 2019.

Sites da Cia:
https://ciazzzlots.wixsite.com/oszzzlots
e https://cargocollective.com/oszzzlots

Sobre Sergio Zlotnic: Pós-doutor em Psicanálise pelo IPUSP. Pesquisador dos diálogos entre as construções freudianas e o Campo das Artes. Colaborador e colunista da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco, desde 2010. Professor convidado em debates sobre o tema Freud/Artes Cênicas em diversas Instituições: SESC; Casa do Saber; MAM; UNIBES Cultural. Autor do livro de ficção “Baleiazzzul”, pela ed. Hedra, 2013 – e também dos livros teórico-clínicos “Gestalt Terapia e Transferência”, ed. Zagodoni e “A Metapsicologia da Atenção Flutuante”, ed. Giostri, ambos lan& cced il;ados em 2017; além de artigos em revistas de psicanálise e de teatro. Recentemente, publica o livro “Cinco peças curtas da Cia. os ZZZlots”, pela Editora Giostri [maio 2019]. No momento, realiza investigação na ECA USP, como pesquisador/colaborador, com bolsa do CNPq, num projeto cujo título é “língua no divã, língua no palco”, que tem como objeto de exame “o corpo do ator em cena”, supervisionado por Antonio Araujo, do Teatro da Vertigem.

Pelo segundo ano, Teatro PetroRio das Artes abre inscrições para oficinas gratuitas de interpretação para crianças e jovens

Depois do grande sucesso do último ano, em que dezenas de crianças se reuniram semanalmente para ter os primeiros contatos com o universo cênico, o Teatro PetroRio das Artes, na Gávea, anuncia uma nova edição da sua oficina gratuita de interpretação, aberta ao público. Em 2019, os alunos que chegaram ao final do curso produziram duas montagens autorais, criadas coletivamente: “O Mundo das Diferenças” e “Tribos”. Para 2020, crianças e adolescentes de 10 a 16 anos que tenham interesse em artes cênicas, poderão se inscrever, a partir de 17 de fevereiro, a uma das 40 vagas disponíveis, com prioridade aos candidatos de baixa renda. As aulas ministradas pelos professores Zé Helou, Viviana Rocha e Tita Nunes terão início dia 04 de abril, no palco da casa, sempre aos sábados, em dois horários: 10h às 11h30 e 11h30 às 13h. Com oito meses de duração, as aulas novamente se encerrarão com uma montagem infanto-juvenil encenada no Tetro PetroRio das Artes.

Para se candidatar às vagas da oficina, os responsáveis deverão enviar e-mail para teatropetroriodasartes@petroriosa.com.br  até 20 de março, com nome completo do menor, data de nascimento, endereço e telefone de contato. Os selecionados serão anunciados pelas redes sociais do teatro (@teatropetroriodasartes e Facebook.com/TeatroPetroRiodasArtes), e através do contato direto da coordenação das oficinas.

Oficinas gratuitas de Interpretação do Teatro PetroRio das Artes

Crianças e adolescentes de 08 a 16 anos

A partir de 04 de abril de 2020

Sábados, das 10h às 11h30 e 11h30 às 13h

Inscrições até  20 de março através do e-mail: teatropetroriodasartes@petroriosa.com.br

Local – Shopping da Gávea: R. Marquês de São Vicente, 52 / 2º piso – Gávea

Evandro Santos, o Cristian Pior, se apresenta no Rio Retrô Comedy Club

Evandro Santos, nacionalmente conhecido pelo personagem “Cristian Pior”, fará show no Rio Retrô Comedy Club, Barra da Tijuca (RJ), no dia 29 de fevereiro. O mineiro de 44 anos, que participou também de programas como “A fazenda” da RecordTV, faz parte da bancada do “Pânico na rádio” na rádio Jovem Pan.

Para o seu show, chamado “Personas”, ele traz o seu humor divertido, humano, íntimo e interativo.

– O conceito parte do princípio que no reality que participei, me chamavam de “leva e traz” e “duas caras”. O que me incomodou, foi o “duas caras”, porque eu não sou “duas caras”, sou pelo menos umas “quinze caras”. Sou bonzinho, mau, romântico, solto, seguro, inseguro, generoso, vingativo…complete você mesmo – explica ele.

O Rio Retrô funciona junto ao Relíquias Bar e Restaurante localizado no Uptown Barra.

UPTOWN BARRA – Av. Ayrton Senna, 5500 – Bloco 10 ljs 108/109

Courvert Artístico – R$ 40,00

Compra antecipada Site Sympla –  R$ 30,00

Bilheteria da casa – Antecipado R$ 30,00 / na Hora R$ 40,00

Site: www.rioretrocomedyclub.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/rioretrocomedyclub

Peça ´Enquanto estamos juntos´ faz curta temporada no Rio

Depois da estreia, em Brasília, o espetáculo ´Enquanto estamos juntos´ faz curta temporada no Rio, no teatro Fashion Mall, em São Conrado, de 07 a 22 de março,  sábados, às 21h, e domingos, às 20h. No elenco, a atriz Rebeca Reis e o ator e diretor Bernardo Felinto, que assina o roteiro, ao lado de Isabelle Borges.

O espetáculo conta a história do casal Klei e Julia, que se conhece em um bar, se apaixona e inicia um romance com todos os detalhes e problemas que um relacionamento oferece. A partir daí, entra um dos grandes diferenciais da peça, quando cada expectador da plateia é transformado em terapeuta, e os personagens começam a relatar as suas maiores angústias. Além disso, os atores fazem pequenos monólogos, expondo as suas verdadeiras opiniões sobre relacionamento.

“A ideia surgiu porque decidi falar sobre um relacionamento focando no término, e não no início do amor. Para isso, busquei misturar drama e suspense, com uma boa pitada de comédia, levando o espectador a se envolver na trama”, diz o brasiliense Bernardo Felinto, formado pela New York Film Academy, nos Estados Unidos. No teatro, já atuou em mais de 25 peças, entre elas, `Não durma de conchinha´ e `Tudo Sobre Nossa Vida Sexual`, onde também assinou o roteiro. Na televisão, no ano passado, foi Kaara, um dos vilões de `Órfãos da Terra´, da TV Globo. Na mesma emissora esteve em ´Joia Rara´ e `Malhação´. Fundou o canal de humor `Só 1 Minuto´, com mais de 30 milhões de visualizações e 185 mil inscritos no Youtube. No cinema, fez uma participação no longa `Minha mãe é uma peça 3´, do ator Paulo Gustavo.

´Enquanto estamos juntos´ também virou curta-metragem e será lançado em março, em Brasília. Com os mesmos atores em cena, o projeto foi filmado, em 2019, e, em breve, estará em grandes festivais no Brasil e exterior.

 

SERVIÇO:

 

Peça: ‘Enquanto estamos juntos’

Local: Teatro Fashion Mall

Endereço: Estrada da Gávea, 899 – São Conrado, Rio de Janeiro

Telefone para informações: (21) 2111-4444

Temporada: 07 a 22 de março

Dias e horários: Sábados – 21h / Domingos – 20h

Valor dos ingressos: R$60

Link para compras online: https://bileto.sympla.com.br/event/64523

Forma de pagamento: Dinheiro e cartões de crédito e débito: Visa, Mastercard, Elo e Amex.

Duração do espetáculo: 70 minutos

Classificação etária: 14 anos

Lotação: 200 lugares

O teatro tem acesso para deficientes / acessibilidade? Tem acesso e cadeiras especiais.

Ficha Técnica:

Roteiro: Bernardo Felinto e Isabelle Borges

Elenco: Bernardo Felinto e Rebeca Reis

Iluminação: Camilo Soudant

Sonoplastia: Rodrigo Jolee

Produção executiva: Rafael Salmona e Bernardo Felinto 

Cenário e figurino: Bernardo Felinto e Rebeca Reis

Fotos de estúdio: Felipe Barreira / Grupo Magneto

Arte gráfica: Adriano Goulart / Grupo Magneto

Imagens da peça para divulgação: Rafael Morbeck

Assessoria de imprensa: GMP Assessoria de Imprensa

Gracias a La Vida ou Os Últimos Dias de Solidão de Robinson Crusoé

Livremente inspirado na obra de Jérôme Savary, na cultura latina e na célebre Violeta Parra, o espetáculo Gracias a La Vida ou Os Últimos Dias de Solidão de Robinson Crusoé estreia no dia 6 de março, sexta, no Teatro Nair Bello, às 21 horas.

A montagem é uma realização da Escola de Atores Wolf Maya, com adaptação e direção de Kleber Montanheiro, tendo no elenco alunos formandos da turma M6A da Escola. A temporada vai até o dia 15 de março com sessões às sextas-feiras e aos sábados, às 21 horas, e aos domingos, às 19 horas.

A peça é uma epifania lítero-carnavalizada circense, que conta a história de um homem que, após um naufrágio, consegue chegar a uma ilha deserta próxima, onde vive em profunda solidão. A lenda diz que esse homem existiu e a ilha se localiza no Chile. Ela foi primeiramente nomeada Santa Cecilia pelo seu descobridor, o capitão espanhol que ali chegou, oficialmente, em 22 de novembro de 1574. Numa época desconhecida, foi também chamada pelo nome do seu descobridor e, mais recentemente, por Más a Tierra (ou “Mais Próxima de Terra”).

 

O marinheiro escocês Alexander Selkirk permaneceu ali solitário por mais de quatro anos. Os relatos do navegante teriam dado vida a Robinson Crusoé, famoso personagem do livro homônimo de Daniel Defoe. A ilha tornou-se famosa por causa dessa história e, em 1966, o governo chileno deu-lhe o nome da personagem. O romance foi, originalmente, publicado em 1719, no Reino Unido, em forma de folhetim no The Daily Post, sendo o primeiro romance-folhetim da história. A obra é uma autobiografia fictícia da personagem-título, que passou 28 anos em uma remota ilha tropical próxima a Trinidad, refletindo sobre ética e moral, enfrentando canibais, cativos e revoltosos, antes de ser resgatado.

A adaptação para os palcos por Jérôme Savary foi feita no início da década de 1970. O trabalho desse diretor e ator de teatro argentino-françês democratizou e ampliou o apelo do teatro musical na França, reunindo e misturando gêneros como ópera, opereta e comédia musical. Foi com a Compagnie Jérôme Savary – que evoluiu para Le Grand Magic Circus e, finalmente, para Le Grand Magic Circus et Ses Animaux Tristes – que Savary encontrou o teatro de variedades, o circo-teatro e a linguagem burlesca.

Gracias a La Vida ou Os Últimos Dias de Solidão de Robinson Crusoé faz um paralelo com a atualidade – debochada, feroz e crítica, nessa montagem, adaptada e aproximada ao Brasil de nossos dias pelo diretor Kleber Montanheiro.

FICHA TÉCNICATexto: Estudo sobre a obra de Jérome Savary. Direção, adaptação e trilha: Kleber Montanheiro. Preparação vocal: Alessandra Zalaf. Criação de Luz: Beto Martins. Figurino: Elenco. Cenário: Kleber Montanheiro. Assistentes de direção: Douglas Lori Parisoto, Julia Chinelatto Eleutério, Madu Araújo e Milena de Almeda Silva. Produção executiva: Maristela Bueno. Produção: Rodrigo Trevisan e Renato Campagnoli. Designer gráfico: Felipe Barros. Coordenação pedagógica: Josemir Kowalick. Coordenação geral: Hudson Glauber. Realização: Escola de Atores Wolf Maya. Elenco: Bia Méll, Carol Lazarin, Catharina Viezzer, Edu Queiroz, Fernanda Novoa, Flávio Macch, Gonçalo Segre, Hiago Trindade, Letícia Nerak, Luana Pessi, Lucas Lorca, Nathi Oliveira, Raffah Beletti, Raissa Abreu, Ramon Fischer, Ricardo Paiva, Sabrina Nask, Sarah Angelis, Vic Baccarelli e Vinicius Fontana.

Serviço

Espetáculo: Gracias a La Vida ou Os Últimos Dias de Solidão de Robinson Crusoé

Temporada: 6 a 15 de março de 2020

Horários: sextas e sábados (às 21h) e domingos (às 19h)

Ingressos: R$ 30,00 (vendas na bilheteria do teatro)

Gênero: Tragicomédia. Duração: 90 min. Classificação: 12 anos.

Bilheteria: quarta a sábado (15h às 21h) e domingo (15h às 19h).

Teatro Nair Bello

Rua Frei Caneca, 569 – Shopping Frei Caneca, 3º Piso. Centro – SP/SP.

Tel: (11) 3472-2414. Capacidade: 201 lugares.

Ar condicionado. Acessibilidade.

http://wolfmaya.com.br/| Nas redes: @escolawolfmaya

“Mulher Multidão” no Laura Alvim

Ao se aprofundar no movimento feminista, a poeta e performer Maria Rezende sentiu a urgência de criar um espetáculo que, com potência e humor, mostrasse as forças e fragilidades da mulher contemporânea. Assim nasceu “Mulher Multidão”, que, depois de ensaios abertos no Rio e em Salvador, estreia, dia 10 de março, na Casa de Cultura Laura Alvim/Espaço Rogério Cardoso, em Ipanema, um espaço da FUNARJ. Temas como amor, autoestima, relacionamento abusivo, estupro e a relação com o próprio corpo são levados à cena em poemas autorais dos quatro livros da artista e obras de poetas novas e consagradas.

 

Ao idealizar Mulher Multidão”, Maria Rezende, que tem um trabalho de 20 anos com a poesia falada, se cercou de referências. Além dos movimentos feministas contemporâneos e em notícias de jornal, a poeta se inspirou em  livros como “The Beauty Myth”, de Naomi Wolf; “Mulheres que correm com lobos”, de Clarissa Pinkola Estés; “Os homens explicam tudo para mim”, de Rebecca Solnit; Teoria King Kong”, de Virginie Despentes, e na poesia de Adélia Prado, Elisa Lucinda, Viviane Mosé, Mel Duarte, Marina Colasanti, entre outras artistas.

 

“Quero jogar luz sobre a constante pressão sofrida pelas mulheres, os ideais inatingíveis de beleza, a exigência da perfeição do corpo e da juventude, a inequidade salarial, a transformação do desejo de “poder ser tudo” na obrigação de “ter que ser tudo”, a violência física, sexual, moral, e também nossas potências, a força do sagrado feminino, a escolha ou não pela maternidade e a delicadeza dos afetos”, enumera Maria.

 

O projeto começou a ser idealizado após o encontro com a cantora espanhola Amparo Sanchéz, com quem criou a performance poética musical ‘Hermanas, desdobrada em disco e livro no ano passado. O bem-sucedido resultado do trabalho, cujo fio condutor era a força feminina, motivou Maria a aprofundar seu mergulho artístico no tema.

 

“Depois que a Amparo foi embora, fiquei órfã. Queria continuar a falar sobre as questões feministas e não poderia depender da presença dela porque, afinal, moramos muito longe. Então, resolvi criar um novo espetáculo, com outra seleção de poemas e conversas com a plateia entre as obras”, explica. “Eu descobri, há relativamente pouco tempo, que sou feminista. Eu achava que fosse um assunto resolvido, uma luta já ganha, porque a gente vota, faz sexo antes do casamento, se divorcia. Aí, comecei a ir a atos feministas e me identifiquei completamente. Eu acredito nessas batalhas porque, no final das contas, não chegamos onde queremos e ainda querem tirar direitos nossos. Temos muita luta pela frente!”, conclui.

 

Mulher Multidão” é um verso do poema “Pulso aberto”, escrito por Maria Rezende e dedicado ao uruguaio Eduardo Galeano, em que a poeta diz “Somos as que evitam o desastre / as que inventam a vida as que adiam o fim/ mulher, multidão”.

 

 

Sobre Maria Rezende

 

Maria Rezende é poeta, performer, montadora de cinema e televisão e celebrante de casamento. Publicou os livros “Substantivo Feminino” (2003), “Bendita Palavra” (2008), Carne do Umbigo (2015) e “Hermanas (2019), esse em parceria com Amparo Sánchez. Por sua poesia, recebeu elogios de nomes como Manoel de Barros, Eduardo Galeano e Ferreira Gullar. “É poesia substantiva mesmo. A mulher inteira dentro das palavras. Poesia é fenômeno de linguagem do que de ideias. Isso você sabe. Sendo assim, você é poeta”, elogiou Manoel de Barros sobre seu livro de estreia.

 

Em seus vinte anos de vida literária, se apresentou por todo Brasil e também em Portugal, Espanha e Argentina. Seu trabalho encantou o escritor Marcelino Freire, que diz na orelha de Carne do Umbigo: “Tua poesia, mulher, me faz caminhar. Sem peso, sou depois dela, para a eternidade, um outro sujeito. Minha costela, meu esqueleto. Eu te mando meus ossos por completo. Toda vez que te ouço recitar teus versos. Eu fico bambo, bobo. Fico elétrico.

 

 

 

Ficha técnica:

 

Concepção e idealização: Maria Rezende

Texto: Maria Rezende e poemas de Elisa Lucinda, Viviane Mosé, Mel Duarte, entre outras

Cenário: Larissa Cunha e Raphael Vinagre

Produção: Livian Das Valias

Luz: Fernanda Mantovani

Figurino: Estum

Design: David Lima

 

Serviço:

Mulher Multidão – Recital de Maria Rezende

Temporada: 10 de março a 1º de abril

Casa de Cultura Laura Alvim / Espaço Rogério Cardoso: Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema

Telefone: (21) 2332-2015

Dias e horários: Terça e quarta, às 19h.

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

Lotação: 53 pessoas

Duração: 50 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Funcionamento da bilheteria: de terça a sexta, das 16h às 21h; sábado, das 15h às 21h, e dom e feriados, das 15h às 20h.