Dub e experimentações em remix da Dois Barcos

Despedidas costumam ser tristes. Mas a Dois Barcos transforma esse fim de ciclo em experimentações animadas. O lançamento do remix de “Submerso”, marca o fim do EP “Pier” (2018), que lançou a carreira do trio. Em busca de ressignificar a música mais popular do trio paulista, a versão traz sintetizadores e uma grande influência do Dub. A ideia é explorar a fundo os elementos eletrônicos que a banda pretende abordar em projetos futuros.

 

“A Dois Barcos é um projeto aberto para experimentações e novos olhares. A ideia era finalizar a fase Pier com o lançamento de um remix da nossa música mais popular e trazer outra cara para a faixa.”, explica Elisa Monasterio, guitarra e voz da banda.

 

Com mais de 56 mil plays no Spotify, a música “Submerso” hoje é uma das mais pedidas nos shows da Dois Barcos. Em junho, a canção ganhou um clipe repleto de referências estéticas e hoje, ganha um remix. Este é o segundo da banda, que também já optou pelo mesmo processo com a faixa “Ritual”, como um teste de exploração dos elementos eletrônicos.

 

“O remix de Submerso vem como um material finalizador e introdutório. Tudo isso acaba engatando uma forma de introduzir esses elementos eletrônicos, a fim de que as pessoas estejam mais preparadas para esperar isso da Dois Barcos; Os singles que estamos trabalhando estão muito mais dentro dessa proposta.”, adianta Elisa.

 

Tanta ânsia por mudança não é incomum. A Dois Barcos nasceu em meio a referências que buscavam explorar instrumentos orgânicos. Com o passar do tempo, Elisa e Rafaella Petrosino (baixo e voz), sentiram o chamado da mudança, consagrada pela entrada de Gabriel B. Ferreira (guitarra) na banda. A partir deste momento, a influência da música eletrônica se tornou cada vez mais presente nas músicas.

 

Durante este primeiro ano de divulgação do EP “Pier”, os três compuseram e testaram novos conceitos para a sonoridade musical. Estas experimentações envolviam beats eletrônicos e sintetizadores e, foi assim, que o remix de “Ritual” foi lançado. Responsável pelos dois remix, Colinz, é o projeto solo de Gabriel. Atualmente, o artista se encontra em fase de produção, em busca de uma carreira autoral.

 

A Ficha Técnica de “Submerso” Remix conta com voz de Elisa Monasterio e Rafaella Petrosino. Os arranjos, mixagem e masterização são de Colinz, criados a partir do arranjo original da Dois Barcos.

 

Ouça o remix de Submerso: https://song.link/i/1478156482

Ouça o remix no YouTube: http://bit.ly/2PjoLtP

 

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“Nada Pra Fazer” dia 7 de setembro

No próximo sábado , feriado de 7 de setembro, a partir das 15h,  acontece mais uma edição do Projeto “Nada Pra Fazer”, com o Grupo Vou Pro Sereno e convidados que vai acontecer pela primeira vez na nova quadra da Mocidade Independente de Padre Miguel, que é conhecida como o Maracanã do Samba. 

O evento recebe várias caravanas do país e milhares de amantes do samba e conta sempre com um convidado surpresa. Já participaram da festa: Mumuzinho, Ludmila , Xande de Pilares, Reinaldo, o príncipe do pagode entre outros. 

O Grupo está estourado em todas as rádios do Brasil com os sucessos Essa Preta, Mulher Não Manda em HomemVou pro Sereno, Quero Mais, Nada pra FazerMe Desculpe a Franqueza Logo Dou Um Jeito, bem como clássicos do samba de roda, do partido alto e do samba de terreiro.

 

Serviço

Projeto Nada Pra Fazer e convidados com o Grupo Vou Pro Sereno

Data: Sábado – Feriado de 7 setembro de 2019.

Horário: 15h.

Local: Nova Quadra da Mocidade Independente de Padre Miguel.

Endereço: Avenida Brasil 31146- Padre Miguel.

Telefone para mais informações: (21) 3332-5823- Quadra da Mocidade

Prisco produtor: 21 96451-0511

Camarotes esgotados.

1o lote: Esgotado

2o lote: 30 Reais.

Vendas antecipadas na Quadra da Mocidade, Lojas South e site do Alô Ingressos. (Link: https://bit.ly/2M2XMBs

Classificação: Livre

 

Enildo do Rosário( Viola)
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Monique Aragão lança novo álbum

No dia 11 de setembro, às 20h, a pianista e compositora carioca Monique Aragão subirá ao palco da Sala Cecília Meireles para apresentar as doze faixas de seu novo álbum “Melhor Sem Palavras”. Todas as obras são para piano solo, sendo algumas inéditas e outras já gravadas, rearranjadas para o formato. Ao final da apresentação, serão anunciados os vencedores do concurso promovido pela pianista, para premiar as melhores interpretações das peças do disco. Os ingressos custam a partir de R$20 (a meia) e estão à venda na bilheteria da Sala e no site Ingresso Rápido.

De acordo com Monique, “Melhor Sem Palavras” trafega na contramão da cultura fugaz e pretende capturar o ouvinte para uma experiência de puro lirismo. Desde seu primeiro disco, a compositora planejava gravar um repertório apenas com piano, mas acabava se rendendo ao desejo de convidar outros instrumentistas. Em seu novo álbum ela realiza o desejo de anos de trabalho. “Talvez, no fundo, eu menosprezasse a grandiosidade do meu instrumento. Pensava que o repertório era muito intimista e que eu não teria a escuta dedicada que essas peças precisavam” – revela.

Monique também conta que as próprias músicas lhe convenceram de que não seria necessário acrescentar letras: “Pensei em colocar letras que caberiam perfeitamente nas melodias, mas elas não queriam. A música fala direto à alma e há momentos em que ela fica melhor sem palavras”. Desta conclusão nasceu o título da primeira música, que também batiza o álbum. “Melhor Sem Palavras” abre o programa do recital, seguida por “Tentando Voar” e “Solilóquio” – também inéditas. “Elas surgiram inteiras em três dias consecutivos. ‘Melhor Sem Palavras’, como o nome já diz, trata do não dito. ‘Tentando Voar’, talvez seja a metáfora daqueles momentos em que não se pode caminhar. ‘Solilóquio’ é uma ode à conversa mais verdadeira que alguém pode estabelecer” – explica a compositora.

As releituras de “Em Torno da Lagoa” e “Pas des Deux” dão prosseguimento ao espetáculo. “El Toro”, sexta obra a ser apresentada na noite, foi uma encomenda. “Um amigo pediu uma música de presente, mas nada vinha e eu estava protelando há vários meses. Até que durante uma brincadeira, um outro amigo criou um apelido para ele: El Toro. A brincadeira me inspirou e a música fluiu” – relembra.

Na sequência, o público ouvirá “Marcas da Expressão”, “Prelúdio da Manhã” (originalmente composta para coral) e “Estudo nº 5”. A inédita “Tap Dance”, inspirada nos antigos musicais, precede as releituras de “Nazaretheando” composta originalmente para o espetáculo de dança “O Rio Carioca” e inspirada no Rio Antigo de Ernesto Nazareth. O programa se encerra com “Canoas” e seu perfume impressionista harmonizado com o sabor do baião brasileiro.

PROGRAMA:

“Melhor Sem Palavras”

“Tentando Voar”

“Solilóquio”

“Em Torno da Lagoa”

“Pas des Deux”

“El Toro”

“Marcas da Expressão”

“Prelúdio da Manhã”

“Estudo 5”

“Tap Dance”

“Nazaretheando”

“Canoas”

Sobre o “Concurso Melhor Sem Palavras”:

 

Promover um concurso sem toda a tensão que permeia as competições tradicionais de piano foi o objetivo de Monique Aragão. Ao longo de um mês, os candidatos enviaram vídeos interpretando uma música de livre de escolha do álbum “Melhor Sem Palavras”. Dez finalistas, escolhidos pelo júri formado Tim Rescala e Linda Bustani, foram submetidos ao voto popular e serão conhecidos ao final do concerto do dia 11/09, no palco da Sala Cecília Meireles. Além de prêmios em dinheiro, os três primeiros colocados ganharão uma sessão de gravação no Estúdio da Glória, com piano de cauda. Os dez finalistas receberão partituras da Irmãos Vitale Editores e uma apresentação no palco do Estúdio Eco Som.

Sobre Monique Aragão:

 

Pianista, compositora e escritora carioca, Monique Aragão nasceu na zona sul do Rio de Janeiro no dia 10 de novembro de 1960. Aos 10 anos foi premiada no concurso Alcina Navarro. Outros prêmios se seguiram, como nos concursos Liddy Mignone (1973), Lúcia Branco (1976), Prêmio Sharp (1992) e Prêmio Mulher do Ano (categoria Música, em 2009), pelo Conselho Nacional de Mulheres do Brasil da Academia Brasileira de Letras.

Monique é formada em música pela Universidade do Rio de Janeiro e em sua discografia autoral estão os álbuns “Monique Aragão” (1991 – Perfil Musical); “Canoas” (1993 – Perfil Musical); “Ventos do Brasil” (1995 – selo francês Buda Musique), com distribuição mundial; “Os Olhos de Cristal” (1997 – Vitale Records),  para crianças; “Marcas da Expressão” (1999 – Kuarup); “Suíte do Rio” (2006 – Delira Música); “As Cores do Poeta” (2016 – Cendi Music) e “Melhor Sem Palavras”  (2019 – Delira Música).

Compôs trilhas originais para o longa metragem “O Filme da Minha Vida” (de Alvarina Souza e Silva – 1991), para os espetáculos de dança “O Rio Carioca” (1994), “Requiem para a Floresta” (1996), e “Callas” (1998) – da Companhia de Dança do Rio, além do musical infantil “Balbino & Bento” (de Elizabeth Araújo) e da peça teatral “Flor de Obsessão” (de Robert Guimarães).

Seus trabalhos também foram lançados nos álbuns de partituras Coral Hoje (1989), O Melhor de Ernesto Nazareth (1997) e Seis Estudos para a Mão Esquerda (1997 –  editora Irmãos Vitale), assim como nos livros Música, Mente, Corpo e Alma – Interpretação e a Comunicação Através da Música – (Editora ROCCO, 2011) e Eu, a Criança e o Demônio (KDP Amazon, 2017). É também autora do texto, músicas e direção da comédia musical “Sucesso”.

Monique Aragão participou do corpo de julgadores do Carnaval Carioca, nas séries A e Especial, foi professora da Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO) entre 1999 e 2001 e professora de interpretação e técnica vocal nos programas FAMA (2002 a 2004) da Rede Globo de televisão. Foi indicada ao prêmio Rival-Petrobrás (2006) como Melhor Arranjador pelo CD “Suíte do Rio”. Suas composições e performances figuram também nos álbuns de diversos artistas, foi diretora musical e arranjadora de diversos espetáculos teatrais; se apresentou nos melhores teatros da América do Sul e Europa, como pianista solista ou acompanhando artistas da MPB. Atua em produções de TV como produtora musical e desenvolve um trabalho único como professora em diversas áreas da música.

SERVIÇO:

Monique Aragão – Concerto de lançamento do álbum “Melhor Sem Palavras”

Dia 11 de setembro (quarta-feira), às 20h

Local: Sala Cecília Meireles

Endereço: Rua da Lapa, 47 – Centro – Rio de Janeiro

Ingressos: R$40 | R$20 meia (à venda na bilheteria da Sala e no site www.ingressorapido.com.br)

Programação Audio Rebel – Setembro/2019

01/09

Lésbicas Assassinas de Los Angeles + Navalha Carrera

 

O duo Lésbicas Assassinas de Los Angeles faz seu primeiro show no Rio de Janeiro, dividindo a noite com Navalha Carrera. Lésbicas Assassinas de Los Angeles – ou apenas LALA – é uma dupla de produção musical baseada em São Paulo e formada por Natália Rizinni (bateria, SPDSX e voz) e Joana Cid (maschine e voz). Navalha Carrera é a alcunha que a multi-instrumentista, arranjadora e compositora Natália Carrera usa no seu projeto solo, onde se apresenta unindo guitarra, sintetizador, bateria eletrônica e voz.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

03/09

Cangaço Carioca (part. Átila Bee)

 

O grupo, formado por Glauber Canellas (voz e violão), Wayner Nascimento (baixo e voz), Rodrigo Binart (percussão), Igor Santos (percussão) e Romulus Tavares (guitarra) sobe ao palco da Rebel para apresentar suas composições autorais e versões especiais de Lenine, Cordel do Fogo Encantado e Alceu Valença. O show terá a participação especial de Átila Bee.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

04/09

Léo Soma

 

Léo Soma carrega em sua composição provocações sobre um tempo atual. Mesclando influências do pop, lo-fi, música brasileira e R&B, o artista volta ao palco da Audio Rebel para  apresentar singles já lançados, além de inéditas e releituras. O cantor e compositor lançou recentemente o clipe “Queria Mais”. Ao mesmo tempo que explora mais a fundo a sonoridade que vem construindo com os singles “E Se?”, “Nessa Cama”, “O Tempo Todo” e “Fonte de Like”, o artista segue abordando relacionamentos modernos em suas canções.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

05/09

Budweiser Apresenta: Blastfemme

 

A Blastfemme está em turnê nacional divulgando seu novo álbum, homônimo. O show na Audio Rebel contará com participações de músicos parceiros ao longo da carreira da banda: Lê Almeida, Laura Lavieri, Larry Antha, Carmen Cunha, Luis Queiroz, Nayana Carvalho e Gustavo Benjão, este último também produtor do disco da Blastfemme nos estúdios da Audio Rebel e Do Amor. A Blastfemme é formada por Jhou Rocha (baixo e voz), Vladya Mendes (bateria e voz), Igor de Assis (guitarra e voz) e Dani Vallejo (frontwoman).

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

06/09

Marcelo Callado, Juliano Gauche e Tatá Aeroplano

 

Três nomes da nova música brasileira dividem palco em uma noite especial com show em dose tripla. Nome recorrente no cenário carioca, Marcelo Callado prepara um show especial e intimista, revelando na voz e guitarra as canções de seus múltiplos projetos – a banda Do Amor, o duo Gambito Budapeste e o repertório de sua carreira solo. O compositor, cantor e escritor Juliano Gauche apresenta o álbum “Afastamento”, indicado ao prêmio APCA 2018. Tatá Aeroplano é músico, compositor, DJ e andarilho urbano. Ele fará uma retrospectiva de sua obra passando pelos seus cinco álbuns solo e músicas de sua antiga banda Cérebro Eletrônico, além de versões para canções de Ângela Rorô, Jorge Mautner e Júpiter Maçã.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

08/09

ODiaQueNadaAconteceu

 

O power trio formado por Antonio Neves (bateria), Alberto Continentino (baixo) e Guilherme Lirio (guitarra) apresenta suas belas canções instrumentais, que, com foco em melodias e climas chapados, sugerem danças meditativas.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

10/09

Subcena #21: André Capilé e BeatBass High Tech + Jeanne Callegari + Mariano Marovato

 

André Capilé é Mestre em estudos literários e Doutor em “Literatura,  Cultura e Contemporaneidade”, ambos pela PUC-Rio. Publicou, em 2008, o livro Dois (Não Pares), em parceria com Carolina Barreto; em 2010 editou a plaquette ZANGARREIO; seguem-se as publicações de rapace; balaio; muimbu; rebute e chabu. O duo BeatBass High Tech faz música eletrônica/orgânica. Jeanne Callegari é poeta e autora dos livros Botões e Miolos frescos, ambos de poemas, e de Caio Fernando Abreu: inventário de um escritor irremediável. Mariano Marovatto gravou alguns discos, como Praia e Selvagem, e já publicou livros de poemas como Casa e Vinte e cinco poemas em parceria com Chico Alvim. Estirâncio, o mais recente, será lançado em finais de setembro. Mariano foi também apresentador e roteirista do programa musical Segue o som na TV Brasil.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

11/09

Filipe Lorenzo (part. Illy e Kassin)

 

Filipe Lorenzo volta ao Rio de Janeiro para apresentar seu novo show que integra a turnê de lançamento do seu mais recente single, “Às Cegas”, música de Luedji Luna e Emillie Lapa. O artista estará acompanhado dos músicos Paulo Mutti, Gabriel Loddo e João Rafael, além de contar com as participações da cantora baiana Illy e do multi instrumentista e produtor musical Kassin. Com uma forte marca da música afrobaiana em diálogo com temáticas e sonoridades contemporâneas nas suas canções, Filipe promete levar um show dançante e cheio de novidades para quem se interessa pela nova música produzida na Bahia.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

12/09

Mette Rasmussen (Noruega) + Marcos Campello

 

A habilidade de Mette Rasmussen de se mover entre os limites dos gêneros e explorar os elementos fica em evidência. No seu projeto solo ou  com colaboradores, ela encapsulou sua própria visão do papel do saxofone, muitas vezes transformando-o em uma experiência física completa, abraçando o público com altitude sonora e prolíficas linhas de melodia, disparando uma base mais prosaica. Suas performances unem público e artista e envolve a energia entre os dois. A noite terá abertura de Marcos Campello em show de improviso solo.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20 (antecipado); R$ 25 (na hora)

 

13/09

Rogério Essin

 

O cantor e compositor Rogério Essin faz show de lançamento do single “Contido o mundo não tem ilusões”, que sai pela gravadora Biscoito Fino. Mesclando influências que vão de Luiz Gonzaga a Lenine, o artista já soma uma trajetória de quase 10 anos. Em 2010 lançou o álbum “O olho de Deus não joga dados”. A nova música é considerada uma  “canção de amor nos tempos da cólera”. O single, produzido por Fernando Caneca, teve participação de Federico Puppi, Marcelo Costa e Rodrigo Tavares.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

14/09

Cheyenne Love + Kartas

 

Noite de lançamento do primeiro disco da banda Cheyenne Love. O grupo de rock traz influências do punk e pop e é formada por Nayana Carvalho (voz e guitarra), Ricardo Richaid (voz e baixo), Marcelo Callado (bateria). A abertura fica por conta da banda Kartas.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

15/09

Laura Canabrava e Insandessa

 

O show inédito surge da parceria musical das artistas Laura Canabrava, carioca, e Insandessa, paulista. Duas mulheres ocupando seus espaços, colocando suas vozes, compartilhando suas criações. As canções expressam suas visões de mundo feminista, questionando a sociedade contemporânea, refletindo sobre as relações pessoais, buscando alento na poesia, na espiritualidade, no amor, na procura por liberdade.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

18/09

Coffee Shop Boys

 

Coffee Shop Boys é uma banda recém formada por músicos atuantes na cena carioca. A banda procura juntar os clássicos da música jamaicana com a ideia da liberdade dos improvisos jazzísticos e muito dub. O repertório trará clássicos do reggae e ska em releitura ao estilo jazz.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

19/09

MEB_Música Extemporânea Brasileira

 

O show marca o lançamento do segundo single do novo disco do MEB, que sai esse ano ainda. O repertório apresenta as canções desse novo álbum (o segundo da banda) e algumas músicas do primeiro disco “Boca do mundo”, com novos arranjos. MEB sobe ao palco com Ticiana Passos (voz), Zé Luiz Rinaldi (guitarra e violão), Alexandre Rabello (baixo) e Élcio Cáfaro (bateria).

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

20/09

Santos

 

O show fecha um ciclo de três anos de Santos e marca a despedida do projeto do multi instrumentista Lucas Santos. A apresentação vai unir músicas dos três álbuns lançados, além de algumas presentes em EPs. Ele sobe ao palco com Nathanne Rodrigues (baixo), Autuori (guitarra) e Pedro Millecco. Esta também será a única apresentação de lançamento do mais recente disco, “O Espaço Abre, O Céu Pesado Cai”, revelado no final de agosto.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 15 (antecipado); R$ 20 (na hora)

 

21/09

Gabriel Fróes, Justa Causa e Marcelino

 

Gabriel Fróes é cantor e produtor musical de R&B e hip hop. Em junho de 2019, lançou seu primeiro projeto chamado “Mixtape Índigo”, mesclando influências do rap à disco music. Justa Causa é um coletivo que se iniciou no fim de 2017, reunindo diversos MCs e beatmakers que cantam a realidade da Baixada. Marcelino é um rapper da nova geração que acabou de lançar o álbum “Hades”, que estará no repertório de seu show. É membro do coletivo COVIL DO FLOW, gravadora que se localiza na Rocinha.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

25 e 26/09

Sylvio Fraga Quinteto e Letieres Leite

 

A proximidade do Sylvio Fraga Quinteto com o maestro baiano Letieres Leite deu origem

ao álbum “Canção da Cabra” (da nova gravadora Rocinante). Este é o terceiro disco de Sylvio Fraga, compositor e poeta. No palco, ele será acompanhado de José Arimatéa (trompete) Bruno Aguilar (baixo), Bernardo Ramos (guitarra), Marcelo Galter (teclado), Felipe Continentino (bateria), Luizinho do Jêje (percussão) e Letieres Leite (flauta).

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

27/09

Mari Blue, Mihay e Mário Wamser

 

Os cantautores Mari Blue, Mihay e Mário Wamser se juntam em show inédito misturando o repertório autoral de suas carreiras solo. Canções já gravadas ganham novos arranjos junto com músicas inéditas que o público vai conhecer em primeira mão. A apresentação mistura vozes abertas dos três cantores, além de violão (Mário Wamser), teclado (Mari Blue) e zabumba (Mihay).

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

29/09

Fira Banaba: Nina Becker, Alberto Continentino e Eduardo Manso

 

O Fira Banaba é uma banda de synthpop que surgiu do desejo de reunir crianças e adultos para desfrutar juntos momentos musicais e dançantes. Fruto do encontro entre a cantora e diretora de arte Nina Becker, o contrabaixista e arranjador Alberto Continentino, e o músico e produtor de discos Eduardo Manso, o repertório do Fira Banaba abraça o eletropunk como sonoridade inspiracional, mesclando com bases eletrônicas de dance music onde exploram letras, sons e ruídos divertidos, em faixas autorais inéditas como “Batata Frita”, “Ela ela ela ela” e “Lamina animal”. Um dos objetivos é que tanto crianças quanto adultos possam participar desse encontro lúdico.

 

Horário: 17h

Ingressos: R$ 20

 

Sobre a Audio Rebel

 

Localizada em um sobrado de Botafogo, Zona Sul carioca, a Audio Rebel é um complexo com quatro salas interconectadas e isoladas acusticamente, uma loja de instrumentos e acessórios e uma oficina de luthieria (confecção de instrumento de cordas). Oferecemos serviços de sound design, trilha sonora, foley, dublagem, mixagem 2.0 e 5.1, masterização, gravação de voz, gravação de áudios adicionais para cinema, gravação e produção de áudio books e book trailers, áudio para instalações e performances artística.

 

Serviço

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito.

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 13h às 21h

 

Mônica Salmaso no MASP

Dando continuidade à turnê Caipira, nome de seu mais recente CD, Mônica Salmaso apresenta-se na capital paulista. O espetáculo acontece nos dias 28 e 29 de setembro (sábado e domingo), no Auditório do MASP, às 21h e às 19h, respectivamente.

A origem desse repertório, que contempla a mágica sonoridade da raiz caipira brasileira, tem origem numa pesquisa realizada pelo violeiro Paulo Freire por encomenda de Mônica, há bem mais de 10 anos. Porém, a história desse disco – produzido por Teco Cardoso com arranjos conjuntos da cantora com os músicos – vai além da pesquisa e registra um momento ímpar na carreira de Mônica Salmaso, que mergulhou nessa estética musical e apresenta não necessariamente músicas antigas. Não são apenas releituras, mas um trabalho guiado pela interpretação singular e precisa da cantora, um trabalho caipira com originalidade e assinatura.

Sobre a obra, Salmaso declara: “Esse é o ‘meu disco caipira’, com todo o respeito que eu tenho pelo Brasil mais profundo e pelas nossas qualidades criativas que beiram o infinito. O “meu disco caipira” com a minha leitura, minha e de meus amigos que dele participam. Neste momento, é mais urgente do que nunca respeitarmos o que somos e cuidarmos da gente”. O álbum (selo Biscoito Fino) foi lançado, em 2017, com show no Sesc Vila Mariana.

As canções gravadas em Caipira são: “A Velha” (D.P., adaptada por Nivaldo Maciel), “Alvoradinha” (D.P.), “Feriado na Roça” (Cartola), “Açude Verde” (Sérgio Santos e Paulo C. Pinheiro), “Minha Vida” (Carreirinho e Vieira), “Agua da Minha Sede” (Roque Ferreira e Dudu Nobre), “Baile Perfumado” (Roque Ferreira), “Bom Dia” (Nana Caymmi e Gilberto Gil), “Caipira” (Breno Ruiz e Paulo C. Pinheiro), “Leilão” (Heckel Tavares e Joracy Camargo), “Primeira Estrela de Prata” (Rafael e Rita Altério), “Saracura Três Potes” (Candido Canela e Téo Azevedo) e “Sonora Garoa” (Passoca).

No palco do MASP, Mônica Salmaso canta acompanhada por Neymar Dias (viola caipira), Lulinha Alencar (acordeon), Teco Cardoso (flautas), Luca Raele (clarinete) e Ari Colares (percussão). Silvestre Junior assina a iluminação, Carlos Rocha é responsável pela engenharia de som e Carla Assis pela produção executiva.

O espetáculo já passou pelas capitais Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Antes do retorno a São Paulo, a turnê segue por Recife (31/8) e Salvador (26/9), até chegar a Belém (27/10). Esse projeto foi viabilizado pela Lei de Incentivo a Cultura com patrocínio do Bradesco.

O CD Caipira – por Mônica Salmaso

Em 2002/2003, fui convidada para desenvolver um projeto de shows em uma unidade do Sesc, em São Paulo, que se chamou Ponto InComum. Foram shows lindos concebidos sobre temas que eu queria mostrar para o público. Uma das noites foi dedicada ao samba carioca que estava acontecendo na Lapa; outra dedicada ao selo Acari que tem um catálogo importante sobre o choro; e outras, sobre compositores como Dorival Caymmi e Adoniran Barbosa, mas um desses espetáculos, chamado Casa de Caboclo, foi sobre a música caipira. O violeiro e escritor Paulo Freire, amigo muito querido, chegou a minha casa com uma mala grande cheia de CDs, vinís e fitas cassete, a triagem de uma vida inteira dedicada ao assunto. Eu fiquei fascinada e acabei encomendando a ele uma pesquisa mais abrangente sobre o tema. Desde então, não via a hora de fazer o “meu disco Caipira”.

Depois do projeto Corpo de Baile (2014), que foi um trabalho grande com muitos músicos, arranjadores e ainda uma turnê de dois anos, senti que era a hora de fazer o “meu disco Caipira”, um projeto mais íntimo com poucas pessoas, escolhidas a dedo por conta da beleza do que fazem e da certeza de que compreendem este universo e poderiam ampliá-lo, se necessário, com respeito e conhecimento de causa.  Teco Cardoso foi quem produziu o CD e nele toca sopros. Convidamos, então, Neymar Dias (viola caipira e baixo acústico), Nailor Proveta (clarinete e sax tenor) e Toninho Ferragutti (acordeon) para concebermos os arranjos juntos. Depois, trouxemos o Robertinho Silva, para fazer coberturas de percussão, e o André Mehmari (piano), para três das faixas. O compositor Sergio Santos tocou e cantou comigo em uma de suas composições e com o maravilhoso Rolando Boldrin fiz um dueto que me encheu de uma felicidade incalculável. O lançamento ocorreu em 2017 com show no Sesc Vila Marina.

A escolha do repertório partiu da pesquisa de 2003, de onde vieram “A Velha” e “Alvoradinha” (da tradição oral do Maranhão), e foi atualizada por novidades apaixonantes que surgiram no caminho: a linda “Caipira” de Breno Ruiz e Paulo César Pinheiro (uma descoberta que me fez decidir pelo momento de fazer este CD); “Primeira Estrela de Prata” (Rafael Altério e Rita Altério), que estava no meu balaio de vontades há um tempão; “Minha Vida” (Vieira e Carreirinho), música que aprendi ouvindo o trio Conversa Ribeira de quem sou fã; “Açude Verde” (Sérgio Santos e Paulo César Pinheiro), uma das declarações de amor masculinas poeticamente mais bem escritas que conheço; “Leilão” (Hekel Tavares e Joracy Camargo), uma atordoante parte da história do Brasil aqui contada com enorme beleza; “Feriado na Roça”, música caipira do Cartola que a Teresa Cristina me ensinou; “Saracura Três Potes” (Candido Canela e Téo Azevedo), que eu conhecia numa linda gravação de Pena Branca e Xavantinho; “Sonora Garoa” (Passoca) que, para mim, é um clássico caipira moderno; “Água da Minha Sede” (Dudu Nobre e Roque Ferreira) e “Bom Dia” (Nana Caymmi e Gilberto Gil) que se “fizeram” caipiras neste disco. E, já quando o repertório estava por ser fechado, chegaram duas canções inéditas que tomaram seus lugares imediatamente: “Saíra” (Sérgio Santos) e “Baile Perfumado” do Roque Ferreira que, sincronicamente, quando eu fechava o repertório, telefonou-me, pela primeira vez, avisando que me mandaria algumas canções, e enviou; todas lindas. Telefonei para agradecer e contei que estava fechando um repertório sobre o universo caipira, e foi aí que ele cantou “Baile Perfumado” pelo telefone. Foi encantamento imediato.

Teaser: https://www.youtube.com/watch?v=sF1VUeahtB8

Facebook: @MonicaPinheiroSalmaso

iTunes: http://apple.co/2uvFYWn. Spotify: http://spoti.fi/2hRx8vW. Deezer: http://bit.ly/2vWCqgf.

Apple Music: http://apple.co/2uvFYWn. Google Play: http://bit.ly/2vXMCEf.

Serviço

Show: Mônica Salamaso em Caipira

Datas: 28 e 29 de setembro. Sábado, às 21h, e Domingo, às 19h

Ingressos: R$ 60 (inteira), R$ 50,00 (Vale Cultura) e R$ 30,00 (meia)

Bilheteria: Terça (10h às 19h30), quarta a domingo (10h às 17h30) ou até o início/sessão.

Ingressos online: https://masp.byinti.com/#/ticket/

Meia-entrada: estudantes, idosos, professores e pessoas com deficiência + acompanhantes. (apresentar o comprovante de meia-entrada na compra e na porta do espetáculo).

Classificação: Livre. Duração: 90 min. Capacidade: 374 lugares.

Acessibilidade. Ar-condicionado. Capacidade: 374 lugares.

MASP Auditótio

Av. Paulista, 1578 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01310-200

Tel: (11) 3149-5959. Site: https://masp.org.br/

Estacionamentos conveniados: Car Park (Al. Casa Branca, 41) e Progress Park (Av. Paulista, 1.636).

Mariana Nolasco no Clara Nunes

Cantora, compositora e fenômeno na internet, Mariana Nolasco estreia sua primeira turnê autoral no Teatro Clara Nunes, no dia 6 de setembro (sexta-feira). A noite garante sucessos como “Poemas Que Colori”, “Que Seja Pra Ficar” e “Sons de Amor” e muitas surpresas para o público, incluindo a exibição em primeira mão do clipe “Planeta Borboleta”, faixa que dá nome à tour, produzido pela Vetor Filmes. Os ingressos variam entre R$ 40 e R$ 80 e a classificação é livre.

 

Mariana Nolasco começou a fazer vídeos cantando aos 13 anos em seu quarto no interior de São Paulo. Gravados na versão acústica, os vídeos eram postados em sua página no Facebook. Seu canal no YouTube foi criado sem qualquer pretensão, até que um dia, uma versão acústica atingiu 1 milhão de visualizações em apenas 24 horas. A partir de então, Mariana se destaca nas mídias digitais acumulando milhões de seguidores.

 

Hoje aos 21 anos, ela já soma uma trajetória impressionante. Em 2016, lançou seu primeiro EP interpretando músicas de outros artistas no formato voz e violão. O lançamento virou uma mini-turnê nacional no ano seguinte que passou pelo Rock in Rio. Em 2018, se apresentou no Festival Planeta Brasil e lançou seu primeiro álbum autoral, após uma bem sucedida campanha de financiamento coletivo, com participação de artistas como Rael, Mar Aberto e Pedro Pascual.

 

Além disso, gravou duas músicas em parceria com a banda americana Boyce Avenue. Uma delas, uma versão de “What Lovers Do”, do Maroon 5, recebeu elogios e compartilhamentos da própria banda. Mariana também foi a única cantora brasileira a fazer parte do remake de We Are The World ao lado de grandes sucessos da internet mundial no próprio Capitol Studios, em Los Angeles. Agora ela se prepara para a turnê que começará no Rio e já tem datas marcadas em Belo Horizonte, Salvador, Belém, Florianópolis, Curitiba e São Paulo.

 

O Teatro Clara Nunes está localizado no Shopping da Gávea, na Rua Marquês de São Vicente, 52.

 

Serviço

Mariana Nolasco – Estréia da turnê “Planeta Borboleta”

Data: 06/09/2019 (sexta-feira)

Horário: 21h

Local: Teatro Clara Nunes

Endereço: R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea – Rio de Janeiro/RJ

Preço: R$ 40 (meia-entrada) e R$ 80 (inteira)

Ingressos online: http://bit.ly/2XZY4Oc

Classificação: Livre

 

Para mais informações sobre a turnê: www.mariananolasco.com/agenda

Instagram oficial da turnê: http://bit.ly/2Kjeb1t

 

Festival Arte Por Toda Parte dia 28

Com o objetivo de trazer de volta a atmosfera dos grandes festivais da canção, das décadas de 60 e 70, o Festival Arte Por Toda Parte chega a sua quinta edição se consolidando como um evento onde artistas de rua têm a grande chance de mostrar seus trabalhos para público e crítica. No dia 28 de agosto, a partir das 20h, o Teatro PetroRio da Artes, localizado no Shopping da Gávea, receberá quatro bandas de world music, gênero homenageado da vez. A expectativa é de casa cheia, como aconteceu nas edições passadas, que celebraram a mpb, jazz, rap e rock. Kosmo Coletivo Urbano, A Quarta Corda, Fernadois e Pablo Vares são os candidatos ao grande prêmio final. O ator George Sauma, um dos jurados da noite, se juntará à banda Biltre na apresentação especial que encerra a noite. A entrada é gratuita.

George e Biltre completam o time de jurados, que também contará com a presença de Charles Gavin, ex-Titãs, e Rafo Castro, que assina a identidade visual do festival. Além do júri técnico, o público presente no teatro também poderá ajudar a escolher a melhor banda desta edição. Representando artistas que têm uma forte ligação com a rua como palco para a sua arte, a banda Biltre, criada em 2011 e formada por Arthur Ferreira, Claudio Serrano, Diogo Furieri e Vicente Coelho, celebra o estilo da vez. Utilizando apenas bases eletrônicas, eles são conhecidos por seus shows dançantes tocando canções próprias e versões de clássicos.

Idealizado pela produtora Constelar, com curadoria de Tatianna Trinxet e patrocinado pela PetroRio, o Festival Arte Por Toda Parte, que segue até dezembro deste ano, vem cumprindo sua meta de resgatar e revelar para o grande público novos artistas e bandas. Para Tatianna, “é muito emocionante ver que o projeto conseguiu alcançar um público atento, sensível e artistas cheios de talento e vontade de acontecer. Nesta segunda metade do festival, como gestora e curadora do projeto, fico extremamente realizada em abrir um teatro na zona sul carioca com 20 anos de tradição para um evento gratuito de música e voltado para quem ainda não teve a sua vez”, finaliza ela.

Participantes da edição World Music

Pablo Vares (@pablovares) – voz/violão

Uruguaio, o músico deixou seu país de origem para tentar uma carreira musical no Brasil. Toca a 6 anos nas ruas, praticamente toda a sua vida profissional. Sempre teve uma curiosidade em saber como seu trabalho seria recebido por aqui. Para o festival, o artista mostrará canções autorais e versões flamencas de músicas brasileiras, “uma releitura mais moderna do Flamenco, que é muito tradicional”.

Kosmo Coletivo Urbano (@kosmocoletivourbano) – bateria/baixo/sax alto/sax tenor

Surgido no final de 2014, sempre fez um trabalho nas ruas com a missão de levar cultura através do seu som. Durante os Jogos Olímpicos de 2016, lançaram seu primeiro disco, o “Kosmo Coletivo Urbano”, totalmente independente, que contou com a intervenção da artista plástica e poetisa angolana, Miriam Costa, na capa e contracapa. Para o festival, o quarteto preparou três canções que mostram a influência da world music no seu trabalho: “O berço da humanidade” – com referências da música etíope – “O sol e a lua que vemos” – afrobeat – e “Hare Rama” – inspirada na hindi music.

Fernandois – Violão/baixo/guitarra/bateria/trompete/banjo/bandolim/ukulele/acordeon/gaita

Fernando Gajo e Fernando Oliveira formam uma dupla que tem a música como trilha sonora de suas vidas desde muito novos, em suas casas, e rapidamente o gosto pela coisa se transformou em hobby e profissão. Multi instrumentistas que levam sua arte para espaços e transportes públicos, eles vão levar para o palco do festival um som sem fronteiras, com influências de diversos lugares que passaram no Brasil e no mundo.

A Quarta Corda (@aquartacorda) – Violino / Violoncelo

O grupo começou por meio de uma brincadeira entre os integrantes quando decidiram fazer um som na rua. Formada por cinco jovens músicos moradores do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, A Quarta Corda prepara uma mistura de tango com MPB para o repertório.

Festival Arte por Toda Parte – Celebrando a World Music
Dia 28 de agosto, quarta-feira, às 20h.
Local – Teatro PetroRio das Artes
Endereço – Shopping da Gávea: R. Marquês de São Vicente, 52/2º piso – Gávea
Entrada gratuita. Distribuição de senhas a partir das 16h na bilheteria da casa.

Sobre o Teatro PetroRio das Artes

Inaugurado em 1998 como o Teatro das Artes, está situado no Shopping da Gávea. Estreou com o texto “Arte”, de Yasmina Reza, que contou com os atores Pedro Paulo Rangel, Paulo Goulart e Paulo Gorgulho no elenco. Em 2018, recebeu patrocínio da PetroRio, e mudou de nome em um contrato que vale por dois anos. Como forma de retribuir o saldo positivo conquistado atuando no estado do Rio, a companhia apresenta diversas iniciativas voltadas ao fomento da cultura, esporte, sustentabilidade e responsabilidade social.