Mariana Volker lança o disco ‘Órbita’

Entrar em “Órbita”, novo álbum da cantora e compositora Mariana Volker, é passear entre sentimentos complexos e profundos numa busca intensa em ser feliz. Feridas e dores de amores curadas (e mal curadas) se misturam a arranjos sensíveis e vibrantes no disco, que terá seu show de lançamento dia 31/1, sexta-feira, às 21h, no Teatro PetroRio das Artes, Shopping da Gávea. No show, Mariana apresentará as oito canções autorais de seu novo disco, acompanhada por sua banda formada por Pedro Sodré (guitarra), Thiago Vivas (baixo), Rudah Guedes (teclado, programações e backing vocal) e João Carrera (bateria).

O disco, que já está disponível em todas as plataformas digitais através da Altafonte, foi produzido por Pedro Sodré com co-produção de Thiago Vivas. Para os mais apegados a rótulos, pode se dizer que é um álbum pop e rock’n roll.

Coeso e notoriamente muito bem planejado desde a capa – com arte de Raphael Tepedino em referência à Elke Maravilha e foto de Julia Assis – até a ordem das faixas, “Órbita” é um deleite aos admiradores da arte ao mesmo tempo que é a vitória de uma batalha contra a depressão.

Os clipes já lançados de “+ Amor” (Mariana Volker e Emerson Leal) e “Montes Claros” (Mariana Volker e Valentina Zanini) ambos com direção de Letícia Pires, comprovam quão cuidadoso é o projeto. No primeiro, Volker pede respeito às diferenças, no outro ela sofre ao se despedir de um grande amor, numa das faixas mais emocionantes de “Órbita”.

“Ela é uma ferida. Uma carta direta, sem maquiagem”, define a cantora.

Já na faixa de abertura, “Labirinto” (Mariana Volker e Valentina Zanini), o eu-lírico está perdido. “Esta canção foi exatamente o início de todo processo de ‘Órbita’. Ela é um questionamento e foi nela que veio o click de que eu precisava mergulhar dentro de mim para me curar, para sair do buraco, para voltar a compor”, lembra.

Segundo ela, o álbum como um todo tem o recado de pegar as angústias, entender que elas existem e dançar em cima delas. “O ponto de partida é estar perdido, não se reconhecer e precisar olhar pra si. Fiz um disco que afirma as emoções e transita entre dois polos que passam pela intensidade à leveza, pela delicadeza ao visceral”, explica.

Sua música está pautada nesse olhar de cuidado, flutuando nas análises das dores e das delícias de si. Nessa pegada ela se uniu a Júlia Branco e Luiza Brina para compor “Cheia de dobras”. “Eu vivo tranquila e sempre ansiosa. Eu acho que a vida é uma coisagostosa e cheia de dobras”, diz os primeiros versos da canção.

O disco passa ainda por outra parceria com Valentina Zanini em “Eu sinto muito”, tem “Um grito”, de César Lacerda – única que Mariana não é compositora – e “Calcula-me” com a equação certa na busca dos sentidos. A última faixa leva o nome do disco e a interpretação é o golpe derradeiro para seguirmos o talento de Mariana Volker por qualquer que seja sua órbita

Download de fotos em alta – Créditos para Júlia Assis:

https://drive.google.com/open?id=1HkEZ0UjEnIu5G2zYYWcfYxVCmKF4I0tE

Ouça ÓRBITA na sua plataforma digital preferida: marianavolker.com.br/orbita

SERVIÇO:

Mariana Volker lança ‘Órbita’

Data: 31 de janeiro, sexta-feira

Horário: 21h.

Local: Teatro PetroRio das Artes (Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52, 2 piso, Gávea, RJ).

Ingressos: R$70 e R$35 (meia-entrada)

Ingressos antecipados em: https://divertix.com.br/teatro/mariana-volker-orbita

Livre. 420 lugares.

Informalções: (21) 2540-6004

*** Meia-entrada para todos os casos previstos em lei.

FICHA TÉCNICA – ‘ÓRBITA’:

Produzido por Pedro Sodré

Co-Produzido por Thiago Vivas

Mixado por Gustavo Krebs

Masterizado por Magic Master

Pedro Sodré – arranjos, guitarra, baixo, synth e programações

Thiago Vivas – arranjos e baixo

Rudah Guedes – metais

João Carrera – bateria

 

SOBRE MARIANA VOLKER:

Mariana Volker é cantora, compositora e instrumentista carioca. Em 2019, lançou quatro clipes e singles, “Finge”, “Gigantesca”, “+Amor” e “Montes Claros”, que marcam um novo momento de seu trabalho. Com banda e repertório novos, ela retorna aos palcos e acaba de lançar o disco “Órbita”.

Volker começou sua carreira aos 17 anos, na Unidade Imaginária, banda com a qual concorreu ao prêmio de música da MTV em 2010, o VMB, e participou de diversos festivais pelo Brasil, como Grito Rock, Unifest Rock de Campinas, Festival Universitário MTV, entre outros. Com o término da banda, a cantora decidiu voar solo e lançou, em 2014, seu primeiro EP, Palafita, que teve a produção, baixos e guitarras assinados por Liminha. O show de lançamento contou com a participação de Clarice Falcão, na Miranda (RJ), pelo projeto PatuÁ.

Em 2015 foi escolhida “Artista Faro” do programa Faro MPB – Rádio MPB FM com a música “Eterno Verão”. Em 2017 participou de dois shows importantes com a banda The Silva’s, composta pelo produtor Liminha, o baterista João Barone e Toni Platão, no Shell Open Air e no Rock in Rio, no palco da Rock District. No final do mesmo ano participou do programa The Voice Brasil, no time de Michel Teló, permanecendo até as quartas de final.

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Leny Andrade no Rival Refit

Maior cantora brasileira de jazz e bossa nova, Leny Andrade vai comemorar seu aniversário de 77 anos no Teatro Rival Refit. Aliás, não poderia haver melhor palco do que o da tradicional casa da Cinelândia! O show será no dia 25 de janeiro, e a diva vai festejar recebendo convidados: o pianista e maestro Gilson Peranzzetta – que também assina a direção musical –, a cantora Áurea Martins, o cantor e pianista João Donato e Roberto Menescal.

 

Leny sabe aliar, como poucos, técnica e emoção em doses precisas, sem que uma anule a outra. Uma rara cantora brasileira que continua dominando a arte do scat singing, o canto vocalizado do jazz, com a mesma destreza vocal, o mesmo apurado senso rítmico e a mesma sagacidade mental que a inscreveram entre as maiores cantoras do mundo.

 

O espetáculo vai percorrer os grandes sucessos de Leny nos seus 61 anos de carreira. No repertório, clássicos como “Influência do jazz” (Carlos Lyra), “Dindi” (Tom Jobim), “Fim de caso” (Dolores Duran), “Rugas” (Nelson Cavaquinho), “As rosas não falam” (Cartola) e Estamos aí (Maurício Einhorn, Durval Ferreira e Regina Werneck).

 

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 25 de janeiro (sábado). Horário: 20h. Abertura da casa: 19h. Ingressos: R$80,00 (inteira) R$60,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) R$40,00 (lista amiga). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit

Rita Benneditto no show Tecnomacumba

O ano de 2003 representa um marco na vida de Rita Benneditto. Na ocasião, a cantora maranhense, cujo timbre é um dos mais expressivos da nossa música, estreava um show no qual jogava luz sobre aspectos da nossa ancestralidade – e que muito dizem da nossa identidade enquanto Cultura e Nação. O show era o Tecnomacumba e o nome não poderia ser mais apropriado. No repertório, pontos e rezas ligados às religiões de matrizes africanas mesclados a temas da MPB, de autores como Gilberto Gil e Jorge Ben, em que entidades-símbolos da nossa fé são louvados/evocados. Tudo isso apresentado com arranjos modernos, em roupagem eletrônica, que saía então dos clubes e ganhava de vez as pistas mundo afora. E a iniciativa rendeu frutos: 1) são três os registros, um de estúdio e dois ao vivo, sendo um deles em DVD); 2) foi longe (até em Dakar, no Senegal, o show já foi visto); 3) rendeu prêmios como o Rival Petrobras (show) e o da Música Brasileira (melhor cantora). Por uma coisa a artista não esperava: que o show seria apresentado durante 17 anos. E, em 2020, não dá sinais de esmorecer. Tanto que, a pedido do público, a cantora volta ao Teatro Rival, dia 24 de janeiro, para mais uma apresentação.

Com o show, Rita provou que o elo que une nossa música à eletrônica tem como alicerce o bater do tambor. Dos tambores, melhor dizendo, cujos ecos reverberam para além dos terreiros, passando pelas patuscadas e rodas de samba (de roda) que animam os Fundos de Quintal (em maiúsculas e com trocadilho) de aqui, no Recôncavo ou nos rincões do Brasil. Acontece que um show é também um organismo vivo. E pulsa.   Ao longo desse tempo, não se manteve estático. Não em se tratando de Rita Benneditto. O show amadureceu – assim como sua intérprete – e possibilitou a ela experimentar, ousar e, por que não?, reinventar-se.

E as transformações são em muitos aspectos. O mais nítido deles talvez seja o repertório, que foi dando lugar a temas e canções como “De mina” (Josias Sobrinho), “Mamãe Oxum” (Domínio Público) e, a mais recente delas, “7Marias”, composição da própria Rita em parceria com Felipe Pinaud e lançada em 2018, quando o show completou 15 anos. Hoje o videoclipe “7Marias” está prestes a ultrapassar a marca de 1 milhão de visualizações.

Outra das transformações pelas quais o show passou é em relação à sonoridade. A banda Cavaleiros de Aruanda, que acompanha a artista desde a estreia do projeto, conta agora com os músicos Fred Ferreira (guitarras e vocais), Junior Crispim (percussão e vocais), Fabinho Ferreira (baixo e vocais) e Ronaldo Silva (bateria, programação e vocais).

A longevidade desse bem-sucedido projeto pode ser explicada a partir da junção de alguns fatores cruciais. O primeiro deles talvez seja a perseverança. Da artista, dos músicos e da equipe por ele responsável. Perseverança que ganhou da crítica a acolhida necessária para seguir adiante. E que encontrou no contato com o público a guarida para ir além. Muitos são os espectadores que já perderam a conta das vezes que assistiram ao show. E entre os fãs do projeto estão grandes colegas da cena e de ofício. Gente como Maria Bethânia (que participou do CD ao vivo e do DVD), Alcione, Ney Matogrosso, Leci Brandão, Sandra de Sá, Margareth Menezes e companheiros de geração como Daúde, Mart’ nália, Marcos Suzano, Davi Moraes e, claro, Zeca Baleiro, coprodutor (ao lado de Mario Manga) do CD de estreia da artista, lançado em 1997.

Entre os colegas ilustres que reconhecem o talento da artista está o cantor e compositor Caetano Veloso. No texto escrito para o DVD do show, o baiano não só destaca as qualidades vocais da intérprete como confirma sua fama de visionário ao prenunciar: “Este disco tem um futuro intrigante e pode vir a dizer mais do que parece agora”. Caetano tinha (e tem) razão. O projeto não só disse como diz ainda muito sobre um país que não pode ser perdido, apagado. Ainda mais (e sobretudo) no Brasil de agora.

Rita Benneditto – Biografia

Rita nasceu em São Benedito do Rio Preto, Maranhão. A origem pautou a escolha do novo nome artístico. Projetada como Rita Ribeiro, a artista decidiu adotar em 2012 o nome de Rita Benneditto para homenagear sua cidade natal e seu pai, Fausto Benedito Ribeiro.

 

Rita começou sua carreira em São Luís, aos 15 anos. Morou no Chile em 1986 e lá estudou canto erudito. Na volta ao Brasil, no ano seguinte, ganhou o prêmio de melhor intérprete e o segundo lugar no FUMP (Festival Universitário de Música Popular), de Minas Gerais.

 

Ao lado de Ney Matogrosso, Milton Nascimento, Zeca Baleiro e Chico César, apresentou-se na noite brasileira do Festival de Jazz de Montreux, na Suíça.

 

Em 2000, participou do Festival Todos os Cantos do Mundo, dividindo o palco com Lokua Kanza, considerado um dos grandes expoentes da música pop africana. No mesmo ano, após Rita ter lançado seu segundo disco na Europa, fez uma turnê internacional nas principais cidades americanas e canadenses para platéias de 15 mil pessoas.

 

Em 2001, foi indicada ao Grammy Awards 43rd, na categoria de melhor álbum de pop-rock pelo CD “Pérolas aos povos”.

 

Sua popularidade aumentou ainda mais  com o inovador Tecnomacumba. Resultado de uma intervenção cultural, o show virou um fenômeno independente da mídia. Através desse projeto, Rita ganhou o Prêmio Rival Petrobras de Música na categoria Melhor Show e o 21º Prêmio da Música Brasileira como Melhor Cantora – Categoria Canção Popular.

 

Tecnomacumba – a tempo e ao vivo, gravado no Vivo Rio e lançado em CD e DVD, contou com a participação especial de Maria Bethânia, texto de apresentação de Caetano Veloso e depoimentos de Alcione, Ney Matogrosso, Ângela Leal e Jean Wyllys.

 

Tecnomacumba – 15 anos de festa e fé. Esse foi o título da apresentação que marcou, ao longo de 2018, os 15 anos do projeto. No mesmo ano, ela lançou também o single e o clipe da música “7Marias”, composição de Rita Benneditto e Felipe Pinaud. O vídeo está prestes a ultrapassar a marca de 1 milhão de visualizações.

 

Em 2017, ao lado de Donatinho, Fred Ferreira e Ronaldo Silva, a artista realizou a pré-estreia de Zabumba Beat, espetáculo que reverencia os tambores do Brasil. No mesmo ano, Rita dividiu a cena com Jussara Silveira no show “Som e fúria”  e retomou sua face de intérprete intimista com o show “Rita Benneditto convida Jaime Alem”, no qual as interpretações da cantora aparecem emolduradas pelos instrumentos de cordas do maestro, compositor e arranjador.

 

A cantora estreia, em 2020, seu novo show, “Samba de Benneditto”, no qual mostra seu olhar sobre o samba e os muitos estilos com que ele é executado em diferentes regiões do país. Ela lança também o single “Benneditto seja”, samba com forte influência de ritmos maranhenses. A faixa tem direção musical do maestro Luís Filipe de Lima.

 

 

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 24 de janeiro (sexta-feira). Horário: 20hAbertura da casa: 19h. Ingressos:  Mezanino A/B R$100,00 (inteira) R$80,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) Pista R$80,00 (inteira) R$60,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit

Geraldo Azevedo no Projeto Cria e show de Chiara Civello no Manouche

28/01- Terça, 21h – Leonardo Lichote recebe Geraldo Azevedo – Projeto Cria

“Cria” é o nome do encontro mensal no Clube Manouche em que o jornalista de música Leonardo Lichote conversa com um artista sobre o ato de criar.

A conversa é costurada, como não podia deixar de ser, pelas crias do artista – suas canções. Ao violão (ou ao piano ou ao pandeiro ou ao computador, etc.), ele mostra algumas das suas composições para ilustrar suas falas, provocá-las, dar novo sentido a elas. Em alguns casos, traz músicas de outros que marcaram, como influência, sua própria criação.

Depois das participações de Adriana Calcanhotto, Jards Macalé, Moraes Moreira, João Bosco, Martinho da Vila, Alceu Valença, Tom Zé, Gilberto Gil, Marcelo D2, Moacyr Luz e Marcos Valle, o convidado de novembro é Geraldo Azevedo.

Este cantador, trovador moderno, artesão da canção popular brasileira, nordestino nascido às margens do Rio São Francisco, empunhando seu eterno companheiro (o violão), vai fazer uma síntese de sua obra, falar sobre suas canções, atemporais e universais, como “Canta Coração”, “Moça Bonita”, “Chorando e Cantando” e “Dona da Minha Cabeça” e as escritas com seus ilustres parceiros, tais como “Caravana”, parceria com Alceu Valença, e “Bicho de 7 Cabeças” , com Zé Ramalho e Renato Rocha, entre outras.

Serviço

EventoProjeto Cria: Leonardo Lichote convida Geraldo Azevedo

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 28 de janeiro, terça, 21h

Ingressos: R$ 50,00 (inteira), R$ 30,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 25,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos

Estacionamento no local (tarifado)

30/01- Quinta – 21h – Chiara Civello

Chiara Civello e Nelson Motta cultivam, faz um tempo, a ideia de celebrar o ponto de encontro entre duas grandes tradições musicais, a Italiana e a brasileira, que tiveram intensa colaboração e troca de influências.

A cantora, compositora e poli instrumentista Italiana desta vez, abre os trabalhos ao público enquanto ainda procura o som ideal, com direção musical de Kassin Kamal. Banda nova, repertório novo, tudo novo. Work in progress. Obra em progresso. Um projeto levado ao palco enquanto ainda está em construção.

 

Chiara Civello, cujas composições têm influências claras de jazz e blues, vive entre Roma, Nova York e Rio de Janeiro e já compôs canções em parceria com músicos brasileiros, como Ana Carolina,  MombaçaAntônio Villeroy e Dudu Falcão, além de artistas internacionais. Já lançou cinco discos, entre eles “7752” (2010), referência à distância em quilômetros entre NY e Rio de Janeiro, gravado nas duas cidades e lançado pelo selo musical Armazém, de Ana Carolina. Seu último álbum, “Canzoni” (2014), contou com participações de Ana CarolinaGilberto Gil, Chico Buarque e Esperanza Spalding.

Serviço

Show: Chiara Civello

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 30 de janeiro, quinta-feira, 21h

Ingressos: R$ 120,00 (inteira), R$ 100,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 60,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos

Estacionamento no local (tarifado)

Diogo Nogueira na Varanda Vivo Rio

Comemorando 40 anos de história, o Clube do Samba aportou na charmosa Varanda do Vivo Rio, no início do mês para apresentações nos quatro domingos deste janeiro. Bombou, com sucesso de público e ingressos esgotados todos os dias, e um samba da melhor qualidade, cerveja gelada e muita alegria. E agora se despede neste domingo, dia 26/01, com sua última apresentação, com abertura do grupo feminino PedeTeresa e o batismo de samba a Raoni e Dandara, netos do Martinho da Vila, o homenageado especial do dia.

Em 2020, serão relembrados os 20 anos de saudades de João Nogueira – idealizador e fundador do Clube do Samba – em uma série de eventos que homenageiam o samba e seus grandes mestres. Legítimo herdeiro do Clube do Samba, filho do lendário João Nogueira, Diogo Nogueira é o grande anfitrião do projeto, com a roda de samba do Clube do Samba e convidados especiais. “É um legado que minha família mantém há 40 anos e que agora estou tento a oportunidade de também poder contribuir um pouco através da minha participação em shows e até mesmo na busca por criar um espaço físico, uma residência fixa, para que o Clube do Samba volte a ter uma força grande no Rio de Janeiro”, conta Diogo.

O Clube do Samba foi fundado por alguns dos maiores nomes da música popular brasileira: Cartola, Beth Carvalho, Clara Nunes, Martinho da Vila, Clementina de Jesus, Roberto Ribeiro, Monarco, entre outros bambas. Uma lista sem igual de sócios fundadores.

Em cada evento acontece um “batismo do samba”, em que um novo artista, herdeiro de algum grande mestre do samba, é “batizado” no clube, recebendo a chancela de Membro do Clube do Samba. Também faz uma homenagem especial a nomes consagrados do samba, que recebem placas comemorativas com o título de Sócio Honorário do Clube do Samba, como Zeca Pagodinho, Monarco e Zé Katimba e Jovelina Pérola Negra já ganharam nas edições anteriores. Pra completar, as melhores rodas de samba de mulheres da cidade fazem a abertura do evento, sendo uma roda diferente a cada domingo. “As rodas de sambas formadas por mulheres têm dominado a cena. Acho isto o maior barato, só traz força pro samba e ainda mais sendo feito por mulheres, não só cantoras, mas também instrumentistas. O PedeTeresa vai fechar com chave de ouro”, completa.

Diogo conta com o auxílio luxuoso da sua banda: Rafael dos Anjos no violão e direção musical, Henrique Garcia, no cavaquinho, Fabiano Segalate, no trombone, João Marcos, no baixo, Jefferson Rios, bateria, Maninho, surdo, Wilsinho Baltazar, percussão, e Bruno Barreto, percussão e coro.

O bar da casa servirá bebidas e comidas típicas de boteco, numa grande celebração ao mundo do samba.

 

Programação – domingo 26/01

Show: Diogo Nogueira + Roda de Samba do Clube do Samba

Abertura: PedeTeresa

Batismo de Samba: Raoni e Dandara (netos do Martinho da Vila)

Homenagem Especial: Martinho da Vila

Serviço
Data 26/01/2020, domingo
Local: Vivo Rio (Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo/RJ)

Horário: 16h

Preço: Pista R$ 80,00

Vendas online: vivorio.com.br

Meia-entrada e ingressos promocionais:

Confira aqui as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios: 25% de desconto sobre o valor da inteira para clientes Vivo Valoriza na compra de até 02 ingressos. Para comprovar seu cadastro no programa, basta enviar um SMS para o número 1058 com a palavra VALORIZA. Para clientes Vivo Fixo, Vivo Internet e Vivo TV, basta apresentar a última conta paga. Disponível apenas para compra na bilheteria do Vivo Rio.

Abertura dos portões: duas horas antes do show

Classificação: 18 anos. Menores entram acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Samba em Festa na esquina da Ipiranga com a São João

Em palco montado na esquina da Ipiranga com a São João, encontro de avenidas mais famoso da cidade, imortalizado na música de Caetano Veloso, o evento Sampa em Festa pretende comemorar o aniversário da cidade de São Paulo com música brasileira de qualidade em programação gratuita, entre meio-dia e 19 horas do dia 26 de janeiro, domingo. Em seis horas de música, Sampa em Festa reunirá a nova geração e nomes mais consagrados. Com 16 artistas no palco, fora o coletivo de dançarinos Hip Hop Dança no Vagão, que encerra a programação, o line-up traz o DJ Pardieiro (Leandro Pardi, do Coletivo Pardieiro, que animou a festa de Réveillon na Paulista em 2019), especializado em música popular brasileira, sonoridades regionais e clima carnaval, abrindo os trabalhos e comandando o show nas trocas de palco.

 

A festa segue com um dos nomes mais em evidência da cena indie brasileira, a cantora e compositora de Goiânia Brvnks, que mostra versões diferentes das músicas do CD Morri de Raiva (Sony, 2019).  O show, conta com a participação especial de Emilly Barreto, da banda Far From Alaska, uma das bandas de destaque do rock brasileiro atualmente. No show, Emilly participa de quatro músicas, entre vocais e bateria. O show tem 50 minutos de duração com 12 músicas no repertório. Depois é a vez da cantora e compositora de rap e r&b Drik Barbosa, que abre para canja do músico Fióti, que está à frente do coletivo Lab Fantasma com seu irmão Emicida. Luiza Lian apresenta um set list contemporâneo, com repertório dos seus discos  Azul Moderno e Oya Tempo, com a participação da cantora e compositora baiana Josyara.

 

O guitarrista, produtor e compositor Walmir Borges, com mais de 25 anos de carreira (tocou com Paula Lima, Seu Jorge, Jeito Moleque, Earth Wind & Fire, Exaltasamba, Alexandre Pires, Grooveria, Roberto Frejat, RapinHood , Max de Castro, Belo, Fernanda Porto, Simoninha, Jair Oliveira, Luciana Mello) sobe ao palco e chama o show inédito dos convidados especiais Luciana Mello e Leo Maia. Os três serão acompanhados de banda de seis músicos da nata da música instrumental, entre eles, Daniel de Paula (baterista do Simoninha, que já tocou com Marcos Valle e Michel Leme), Marcelo Maita (pianista do Clube do Balanço, toca com Paula Lima, Seu Jorge, Liniker) e Márcio Forte (percussionista, toca com Max de Castro, Acadêmicos do Baixo Augusta e no projeto Show dos Famosos, no Domingão do Faustão, na Rede Globo).

 

Com produção e realização do Grupo Fábrica de Bares, responsável pela gestão e operação de casas noturnas com programação musical (como o Bar Brahma, entre outros), direção artística de Anderson de Moraes, curadoria de Anderson de Moraes e Fabrício Nobre, o evento tem apoio do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Cultura e Economia Criativa, por meio do Programa de Ação Cultural – PROAC ICMS e patrocínio do Açúcar Guarani. A contrapartida do projeto é a arrecadação de brinquedos a serem doados para instituições. Haverá um ponto no Bar Brahma.

 

Além de homenagear São Paulo através da música brasileira, o projeto brinda os empreendedores/programadores da vida noturna da cidade e valoriza o trabalho desenvolvido por músicos que movimentam a noite paulistana em bares com música ao vivo e casas de show. “Estamos fazendo um evento para presentear a cidade de São Paulo. Entendemos nossa missão cultural e nossa localização, que é um marco no Brasil, nos propõe uma responsabilidade muito grande”, afirma Anderson Vinícius de Moraes, diretor artístico do grupo Fábrica de Bares, que assina a curadoria ao lado de Fabrício Nobre.

 

A opção dos curadores foi mesclar artistas da nova geração com os mais consagrados mas que não fossem totalmente mainstream também. “Luciana Mello é super reconhecida e tarimbada. Já o Leo Maia, que é filho do Tim Maia, nem tanto. Walmir Borges é um dos representantes do samba rock, ritmo reconhecido como patrimônio cultural da cidade de São Paulo, tem parcerias musicais com Earth Wind and Fire e Seu Jorge. Em contraponto a isso, na grade temos a nova geração da música urbana representada por Drik Barbosa e Luiza Lian, que, além de cantora e compositora, é também artista visual, isso para ficar em apenas dois exemplos’, explica Anderson. “A ideia de criar o Sampa em Festa foi de festejar o aniversário da cidade com música popular brasileira na esquina mais paulistana de todas. Uma forma de homenagear a cidade, o paulistano, nossa cultura. Esperamos que o evento entre no calendário do paulistano e de quem visita a cidade nessa data. Esperamos repetir com isso anualmente o projeto”, diz Cairê Aoas, diretor do Grupo Fábrica de Bares.

 

Sobre as apresentações

 

12h – 12h40 DJ Leandro Pardí – Coletivo Pardieiro

Leandro Pardí comantou as pick-ups de um das maiores festas do mundo – o Reveillon 2019 da Av. Paulista, que reuniu mais de 2 milhões de pessoas.  Já se apresentou em outros eventos do calendário cultural da cidade, como a Jornada do Patrimônio, tocou nas principais casas noturnas de São Paulo, é o Dj nas festas de mídia da Rede Globo (Samba na Globo e São Globão) há 3 anos. Mantém a própria festa e o Bloco de Carnaval Lua Vai. Nas festas que produz já passaram Fafá de Belém, Céu, Ney Matogrosso, Liniker, Elza Soares (madrinha da festa). Atuando com produção cultural há quase uma década, hoje possui a própria produtora, a Pardieiro Cultural.

 

12h40 – 13h30 Brvnks convida Emily (FFA – Far From Alaska)

Um dos nomes mais comentados cena indie brasileira dos últimos anos, Brvnks é guitarrista, cantora e compositora. Tem referência de bandas clássicas dos anos 90 e grupos atuais como Alvvays, Wavves, Best Coast, Snail Mail e Fidlar. Cresceu envolvida em uma cena de música plural e atuante na sua cidade natal – Goiânia (GO). Bruna Guimarães começou a compor aos 17 anos boa parte das músicas de seu EP de estreia – Lanches – 2016. O disco de estreia, Morri de Raiva, veio em 2019 pela Sony Music. A artista já abriu shows internacionais pelo Brasil, como Courtney Barnett, Wavves, Tigers Jaw e Basement, e participou de neventos como Festival Bananada, Festival Dosol, SIM SP, Popload Festival, além de ter passado pelo palco principal do festival Lollapalooza Brasil. Atualmente, está em turnê do lançamento do seu disco de estreia, que corre por todas as regiões do Brasil até a metade de 2020.

 

Emily é cantora da banda de rock da Natal (RN) – Far From Alaska, que aposta em riffs pesados, vocais femininos e letras em inglês.

 

14h- 14h50 – Drik Barbosa convida Fióti

Drik Barbosa é cantora e compositora de rap e r&b. Para mostrar seu talento com músicas próprias, Drik lançou os single Pra eternizar e Não é mais você. Em 2013, a convite do Emicida, colaborou na trilha do filme O Menino e o Mundo – uma animação feita por Alê Abreu, filme indicado para o Oscar. Em parceria com o produtor musical Casp (GROU) – que já trabalhou com Emicida, Kamau, Rashid -, lançou em 2015 o single Deixa eu te levar. Participou do cd Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa, de Emicida. Em 2018 lançou 0 EP Espelho, com participação de Rincon Sapiência. Seu primeiro álbum, Drik Barbosa, está disponível nas as plataformas digitais.

 

Fióti é empresário e produtor de seu irmão mais velho, Emicida. Em 2018, lançou o isco Gente Bonita e ganhou destaque nos palcos. Segue firme à frente do coletivo de música e moda Lab Fantasma.

 

15h20 – 16h10 – Luiza Lian convida Josyara–

A cantora, compositora e artista visual Luiza Lian foi  lançada pelo Selo Risco, em 2015, com o álbum homônimo Luiza Lian. Em 2017, lançou o álbum visual Oyá Tempo, que foi acompanhado por um filme de 25 minutos. Oyá Tempo desdobrou dois hits: Oyá e Tucum.

 

Josyara é cantora e compositora baiana. Em 2012, lançou o disco Uni Versos. Em 2018, veio o segundo álbum, Mansa Fúria, com 12 canções autorais. Abriu shows para Tiê e Elba Ramalho, entre outros artistas.

 

 

Para roteiro

 

Banda que acompanha Leo Maia e Luciana Mello é formada por:

 

Daniel de Paula – baterista do Simoninha, já tocou com Marcos Valle e Michel Leme; Felipe Pizzutiello – baixo; Marcelo Maita – pianista do Clube do Balanço, toca c/ Paula Lima, Seu Jorge, Liniker; Márcio Forte – percussionista, toca com Max de Castro, Acadêmicos do Baixo Augusta, projeto Show dos Famosos, Domingão do Faustão, Rede Globo; Dilson Laguna – guitarra; Doug Bone – trombone; e Walmir Borges – guitarrista, representante do samba rock, parcerias com Earth Wind & Fire, Seu Jorge.

 

Sampa em Festa – Dia 26 de janeiro, domingo, a partir das 12 horas, em palco montado em frente ao Bar Brahma, na avenida Ipiranga, 677, centro historio. Gratuito. Contrapartida – Campanha de arrecadação de brinquedos. Ponto de coleta no Bar Brahma. A contrapartida do projeto é a arrecadação de brinquedos a serem doados para instituições. Haverá um ponto de coleta no Bar Brahma.

 

Início    Fim      Programação

12h00   12h40   DJ set Pardieiro

12h40   13h30   Show 1: Brvnks convida Emilly (Far From Alaska)

13h30   14h00   troca de palco + DJ set Pardieiro

14h00   14h50   Show 2 : Drik Barbosa convida Fioti

14h50   15h20   troca de palco + DJ set Pardieiro

15h20   16h10   Show 3: Luiza Lian convida Josyara

16h10   16h40   troca de palco + DJ set Pardieiro

16h40   18h00   Show 4 Guitarrista Walmir Borges + Luciana Melo e Leo Maia e banda

18h00   18h20  Hip Hop no Vagão

19h00   DJ set Pardieiro – Brvnks, Drik Barbosa e Luiza Lian estão com ele

PedeTeresa no Teatro Rival Refit

A tradicional roda de samba PedeTeresa – criada no Bairro de Fátima e que há anos anima a Praça Tiradentes nas sextas-feiras – chega agora ao Teatro Rival Refit, com muito respeito pelo palco por onde passaram tantos bambas. Formado por Alex Oliver (percussão geral), Blade Percussão (percussão e voz), Leo Rosário (cavaco e voz) e Luna (percussão e voz), o grupo promete um samba animado no dia 23, seguindo com as comemorações de seus seis anos de existência, completados em outubro do ano passado.

 

O roteiro do show inclui composições de craques que vão de Ismael Silva, Cartola e Candeia, a Zeca Pagodinho, Jorge Aragão e Galocantô, passando por Roberto Ribeiro, Dona Ivone Lara, Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, e Almir Guineto. Isso é que é roda de samba!

 

Sobre o PedeTeresa

A roda de samba PedeTeresa começou no dia 31 de outubro de 2013, no Bairro de Fátima. O grupo resolveu brincar com o lugar onde surgiu – “aos pés de Santa Teresa” – fazendo um jogo de palavras e, assim, se batizou de PedeTeresa.  

Depois de um ano, o grupo se deslocou para a avenida Gomes Freire, precisamente para o tradicionalíssimo bar A Paulistinha, passando em seguida para a Praça Tiradentes, onde ficou por quase dois anos todas as sextas feiras, reunindo, semanalmente, 2 mil pessoas, em média. Com o sucesso na praça, começaram a surgir convites para o grupo se apresentar em locais como Trapiche Gamboa, o bar Sempre Vila, Espaço Catete, Terreirão do Samba, Renascença Clube, Estação Ribeira, Centro Cultural Carioca, Arco do Teles, Concha Acústica da Uerj, Tijolinho, Food Park Tijuca e Bom Demais. Além de ter participado da festa de 90 anos da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, da apresentação do tradicional bloco Boitatá no Carnaval Carioca e de ter feito a abertura para o show do cantor Péricles no Terreirão do Samba.

O PedeTeresa também já acompanhou cantoras como Teresa Cristina, Dorina, Thaís Macedo, Marcelle Motta e Marina Iris. Seu vasto e rico repertório inclui sambas de Ismael Silva, Cartola, Candeia, Roberto Ribeiro, Dona Ivone Lara, Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, Jorge Aragão, Almir Guineto, Zeca Pagodinho, Galocantô, João Martins, Luciano Bom Cabelo e Fernando Procópio, além de músicas autorais.

O PedeTeresa é composto por Alex Oliver (percussão geral), Blade Percussão (percussão e voz), Leo Rosário (cavaco e voz) e Luna (percussão e voz).

 

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 23 de janeiro (quinta-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$60,00 (inteira) R$40,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) R$30,00 (lista amiga). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit

Teatro Rival Refit apresenta tributo a João Nogueira

Em 2020, faz 20 anos que a música brasileira perdeu o cantor e compositor João Nogueira, que deixou 18 álbuns e 400 composições gravadas, inclusive por outros grandes artistas, como Clara Nunes, Elizeth Cardoso, Emílio Santiago, João Bosco, Elis Regina, Chico Buarque e Zeca Pagodinho. Motivos, então, não faltam para João Nogueira ser homenageado. Portanto, o violonista, cantor, compositor e arranjador Jorge Simas – que foi parceiro e diretor musical de João durante mais de dez anos – e o produtor musical e cantor Didu Nogueira, sobrinho do artista, vão apresentar o “Tributo a João Nogueira” no Teatro Rival Refit, no dia 21 de janeiro, às 19h30.

João Nogueira se definia como um sambista de calçada, linha tênue entre o morro e o asfalto. Ele é uma das grandes referências do samba carioca de uma rara linhagem encontrada nas músicas de seus ídolos Wilson Batista, Geraldo Pereira e Noel Rosa, os quais homenageou num belo samba composto nos anos 1970.

Filho de João Baptista Nogueira, o Mestre – assim chamado por Donga, Pixinguinha e Jacob do Bandolim –, João Nogueira foi embalado, desde menino, ao som do violão de seu pai entre valsas e choros, o que lhe deram a condição de se constituir. apesar do autodidatismo, num compositor sofisticado e de grande alcance popular.

Numa carreira de 32 anos de duração, João Nogueira emplacou sucessos nacionais como “Nó na madeira”, “Mineira”, “Clube do Samba”, “Eu hein Rosa”, “Um ser de luz”, “Súplica” e “Espelho”, sucessos que estarão no repertório do show de Didu e Simas. Esse tributo, aliás, já rodou várias cidades brasileiras – Natal, Recife, Porto Velho, Rio Branco , Santos , Niterói , São Paulo e São Roque – e agora chega ao Rio no dia 21.

 

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 21 de janeiro (terça-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$40,00 (inteira) R$20,00 (lista amiga). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorival.com.br/ . Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

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Angela Ro Ro no Teatro Rival Refit

O público pede. Ela volta, claro! É sempre assim. Angela Ro Ro costuma lotar o Teatro Rival – agora Teatro Rival Refit – sempre que se apresenta no palco onde se sente em casa, acolhida por funcionários e público, além de pode estar perto dos fãs. E ela volta no dia 18 de janeiro, às 19h30, com o espetáculo “40 anos de amor à música”, em que comemora suas quatro décadas de carreira.

 

Para Ro Ro, cantar no Rival é como cantar em casa, para os amigos, porque é no palco do teatro que ela pode compartilhar um clima de intimidade e cumplicidade com a plateia. São 40 anos de uma feliz e bem sucedida trajetória que vai da bossa nova ao rock. O que não faltam são sucessos na careira da cantora, e a maioria vai estar no roteiro do show no Teatro Rival Refit.

 

Acompanhada pelo pianista Ricardo Mac Cord, Angela Ro Ro vai cantar clássicos do repertório dela, como “Tola foi você”, “Fogueira”, “Amor, meu grande amor”, “Só nos resta viver”, “Compasso” e “Simples carinho”, além de outras canções já incorporadas aos roteiros de seus shows, como “Ne Me Quitte Pas”, de Jacques Brel, gravada pela inesquecível Maysa, com a qual Ro Ro chegou a ser comparada no início de sua carreira.

O espetáculo “Angela Ro Ro: 40 anos de amor à música” é promessa de show inesquecível: tanto pelo talento e o bom humor da artista quanto pela qualidade das canções. É emoção com diversão para ninguém botar defeito!

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 18 de janeiro (sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$70,00 (inteira) R$55,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) R$35,00 (lista amiga). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorival.com.br/ Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

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MangoLab apresenta festival Calorzão

O pocket festival carioca mais antenado com as novidades e nomes incensados do cenário nacional, o MangoLab está de volta em edição Calorzão, inaugurando fevereiro em clima de fervo. Após ter no line up nomes como Duda Beat, Letrux, Marcos Valle e MC Tha em edições passadas, agora é a vez do evento ser palco da nova revolução do funk promovida pelo Heavy Baile, que recebe a convidada Baby Perigosa; e sets de Leo Justi, Larinhx, Glau Tavares, Carlos do Complexo e MangoDJs. A noite de 01/02 (sábado) tem início às 22h no NAU – Núcleo de Ativação Urbana.

 

O Heavy Baile é um coletivo multimídia de funk que propõe a convergência de produções musicais, coreográficas e audiovisuais. O projeto foi criado por Leo Justi como um estilo próprio de produção musical e se consolidou como uma dos principais sensações do Rio de Janeiro. Nessa noite, o grupo sobe ao palco com Justi e DJ Thai, o mestre de cerimônias Tchelinho e os dançarinos Sheick, Neguebites e Celly.

 

E nada melhor para atestar a emergência do funk carioca do que o Heavy Baile. Presença garantida em festivais pelo país, incluindo o último Rock in Rio, trata-se de um movimento progressivo de empoderamento musical e cultural da periferia, potencializando o batidão ao uni-lo a outros ritmos dos subúrbios internacionais, desde o hip hop e o trap ao jersey club.

 

O Heavy Baile lançou em 2018 seu álbum de estreia, “Carne de Pescoço”, e está em um momento de alta. Além dos hits recentes “Grelinho de Diamante” (ao lado de Baby Perigosa, convidada especial neste show) e “Cavalgada” (com Luísa Sonza), eles foram um dos destaques do MTV MIAW e venceram o Music Video Festival na categoria Melhor Coreografia em Videoclipe Nacional, com “Ciranda”.

 

Assista a “Cavalgada” com Luísa Sonza: http://bit.ly/ClipeCavalgada

Assista a “Grelinho de Diamante” com Baby Perigosa: https://youtu.be/_nZ2XmxvvvU

Assista a “Ciranda”: https://youtu.be/_tdmKl_3joA

 

Na mesma noite, Leo Justi, DJ e produtor fundador do Heavy Baile continua o agito com o seu set. Ele retornou de uma turnê europeia em 2019 e ganhou destaque fora do Brasil com dois EPs lançados pelo selo Waxploitation (“HVY BL NSS PRR”, de 2014, e “Vira a Cara”, de 2015), além de fazer parcerias com M.I.A., Phantogram, Tropkillaz, Emicida e MC Guimê.

 

Já Glau Tavares é residente das festas Velcro e Batekoo RJ. Tem seu som baseado na cultura funk e hip hop, mas tem ampliado suas frequências para o afrohouse e moombahton.  O DJ e produtor Carlos do Complexo já se apresentou no Red Bull Music Academy, além de outras festas itinerantes e festivais. Seu set mistura brasilidades, percussão, jazz, funk e R&B. Por fim, Larinhx mostra porque é um dos nomes que mais chamam atenção no Soundcloud, e os MangoDJs representam a prata da casa para não deixar ninguém parado.

 

O Calorzão é uma realização da MangoLab, uma plataforma carioca multimídia de desenvolvimento de talento, visibilidade artística e experimentação cultural. Pensando novas estratégias de levar música ao seu público alvo, a MangoLab aposta em capacitar e desenvolver nomes promissores da cena independente, passando pelo mid-stream ao mainstream.

 

Nessa noite quente, vai rolar “open água”: a MangoLab oferece estações de hidratação gratuita para refrescar todo o público. Os ingressos já estão à venda online, na plataforma Sympla: https://bit.ly/35uMAlt.

 

Serviço

MangoLab – Calorzão

Data: 01/02/2019 (sexta-feira)

Horário: 22h

Local: NAU – Núcleo de Ativação Urbana

Endereço: Av Cidade de Lima s/ nº – Parque Ernesto Nazareth – Santo Cristo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 15

Antecipados: https://bit.ly/35uMAlt

Evento: https://www.facebook.com/events/920522618342593/

Classificação: 18 anos

 

Consuelo de Paula lança “Maryákoré”

No dia 24 de Janeiro, sexta, o Sesc Belenzinho recebe Consuelo de Paula em show de lançamento do CD Maryákoré, às 21 horas. Este é o sétimo disco da carreira da cantora e compositora mineira, uma obra provocadora naquilo que tem de mais feminina, mais negra, mais indígena e mais reveladora de nós mesmos.

No show, Consuelo (voz, violão e percussão) apresenta-se acompanhada por Carlinhos Ferreira (percussão) e Ana Rodrigues (piano). O roteiro da apresentação traz algumas surpresas. “Farei um tema popular dos canoeiros do Vale do Jequitinhonha e cantarei uma música de César Isella e Armando Tejada Gómez, que já foi interpretada por Mercedes Sosa”, revela a artista, que também vai interpretar canções essenciais de seus CDs anteriores. “São composições que conversam com Maryákoré”, conta a artista.

O título do CD pode ser entendido como uma nova assinatura de Consuelo de Paula: maryá (Maria é o primeiro nome de Consuelo), koré (flecha na língua paresi-haliti, família Aruak), oré (nós em tupi-guarani), yakoré (nome próprio africano).

Além de assinar letras e músicas – tendo apenas duas parcerias, uma com Déa Trancoso e outra com Rafael Altério -, Consuelo é responsável pela direção, pelos arranjos, por todos os violões e por algumas percussões de Maryákoré (caixa do divino, cincerro, unhas de lhama, entre outros). A harmonia entre Consuelo e sua música, sua poesia, sua expressão e a estética apresentada é nítida neste disco. Ao interpretar letras carregadas de imagens e sensações, ao dedilhar os ritmos que passam por Minas Gerais e pelos sons dos diversos “brasis”, notamos a artista imersa em sua história: ela traz a vida e a arte integrada às canções.

Segundo Consuelo, desde o nome, o trabalho “traduz uma arte guerreira e amorosa, que se alimenta da força dos ventos, das brisas e das tempestades; nasceu entre o dia e a noite, entre a cidade e as matas, entre raios e trovões”. Essas energias, movimentos e gestos de amor e de luta, estão condensados nas músicas, nos arranjos e na voz da cantora e compositora, de modo a reafirmar a fisionomia vigorosa de uma artista inquieta, de expressividade singular e força criativa que se renova a cada trabalho. E as fotografias que compõem a arte gráfica, cujos créditos são para f.cabral, traduzem em imagens o conceito do CD.

O violão é seu instrumento de composição que, nesse trabalho, revela-se também, de maneira ousada e criativa, como parte de seu corpo; e como koré provoca as composições ao mesmo tempo em que comanda e orienta os ritmos que dão originalidade à obra. Consuelo gravou juntos o violão e a voz, ao vivo, no estúdio Dançapé do músico Mário Gil, transpondo para o disco a naturalidade e a energia original das canções. Um desafio que pode ser conferido em cada uma das dez faixas: ora o violão silencia as cordas para servir de tambor, ora se ausenta para deixar fluir a voz à capela; em outros momentos as cordas produzem somente um pizzicato para acompanhar o movimento da melodia; e, às vezes, soa como percussão e instrumento harmônico. Tudo ao mesmo tempo.

Além do violão, um piano e vários instrumentos percussivos compõem a sonoridade de Maryákoré. Consuelo conta com o percussionista Carlinhos Ferreira para produzir paisagens e novos sons com instrumentos criados por ele, como goopchandra com arco, flautas de tubos, rabeca de lata, tambor de mar, gungas de sementes e outros. O piano de Guilherme Ribeiro enriquece esse cenário ao fazer destacar na obra, utilizando suavidade e desenhos sonoros, os contrastes imaginados por Consuelo.

O CD é apresentado em dois movimentos. Da mesma maneira que assistimos a um bom filme, acompanhar o roteiro de Maryákoré é uma experiência surpreendente. “São gestos, ventos que impulsionam ciclos, são lutas internas e externas que foram trazendo o disco e apontando o rumo das canções”, revela Consuelo. Maryákoré é uma guerreira em meio às batalhas cotidianas pela vida e pela arte, é uma obra-síntese da dedicação da artista, de sua fina sensibilidade musical, poética e social. É a voz de Consuelo de Paula frente aos desafios dos nossos tempos.

Consuelo de Paula / Maryákoré

Distribuição: Tratore. Ano: 2019. Preço sugerido: R$ 35,00.

Disponível em todas as plataformas digitais.

Facebook: @maryakoreconsuelodepaula | Instagram: @#maryákoré

www.consuelodepaula.com.br | Teaser:  https://www.youtube.com/watch?v=RHYNOGW1d8I

 

SERVIÇO

Show: Consuelo de Paula

Lançamento CD: Maryákoré

Dia 24 de janeiro/2020. Sexta, às 21h

Local: Teatro I (396 lugares)

Ingressos: R$ 30,00 (inteira); R$15,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$9,00 (credencial plena do Sesc – trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes.

Ingressos disponíveis pelo portal Sesc SP (www.sescsp.org.br) a partir de 14/01/2020, às 12h, e nas bilheterias das unidades a partir do dia 15/01/2020, às 17h30. Limite de 2 ingressos por pessoa.

Duração: 90 minutos. Recomendação etária: 12 anos.

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.

Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

www.sescsp.org.br/belenzinho

Estacionamento
De terça a sábado, das 9h às 22h. Domingos e feriados, das 9h às 20h.
Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.

Para espetáculos pagos, após as 17h: R$ 7,50 (Credencial Plena do Sesc – trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo). R$ 15,00 (não credenciados).
Transporte Público – Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

João Fênix – “Minha Boca Não Tem Nome”

O pernambucano Fênix celebrou 25 anos de carreira com o lançamento do disco “Minha Boca Não Tem Nome, apontado pela crítica como seu melhor trabalho. Em um país cada vez mais dividido e polarizado, a arte cura. O disco fala desse momento do Brasil, das cisões e polarizações, além de reafirmar posicionamentos e questões que sempre permearam a obra do artista. O show volta aos palcos do Rio de Janeiro em única apresentação no dia 22 de janeiro, quarta, no Teatro Rival, e traz uma trupe de amigos que, como ele, fazem parte de uma geração jovem que movimenta a cena musical pernambucana, para participações especiais: Almério, Airton Montarroyos e Martins.

Com direção artística de André Brasileiro, o show apresenta o repertório do disco homônimo, mas também músicas nunca gravadas por Fênix, como “Chama“ – grande sucesso de Joanna -, ou extraídas de álbuns anteriores, como “Língua do P“, de Gilberto Gil. “Pensamos em blocos com canções do disco e fora dele para compor o repertório com os temas: política, humanidade, sexualidade, religiosidade e relações amorosas para o bem ou para o mal”, explica Fênix. “Assim como no CD, também exponho e retifico minha sexualidade. Celebro minha religião ao homenagear o orixá que me deu minha voz, Iansã. E canto sobre minha necessidade de amar, ser amado e toda decepção e glória intrínsecas neste jogo da vida”, completa.

Com produção de Guilherme Kastrup (responsável pelos aclamados discos da Elza Soares, A mulher do fim do mundo e Deus é mulher) e Jaime Alem (que foi maestro de Maria Bethânia por mais de 30 anos), o CD Minha Boca não tem nome trouxe inéditas de Moreno Veloso, Pedro Luís, César Lacerda, Álvaro e Ivor Lancelotti, além de um lado B de Caetano Veloso, de Reginaldo Rossi e uma canção de Sergio Sampaio, Roda Morta com uma letra que parece ter sido escrita para esses dias: “O triste em tudo isso é isso tudo/A sordidez do conteúdo desses dias maquinais/E as máquinas cavando um poço fundo entre os braçais/eu mesmo e o mundo dos salões coloniais/Colônias de abutres colunáveis/Gaviões bem sociáveis vomitando entre os cristais”.

No palco, Fênix é acompanhado pela mesma banda que gravou o CD: Guilherme Kastrup, bateria, percussões e atmosphere, Jaime Alem, violões e guitarra, Alberto Continentino, baixo e baixo synth, e Dustan Galas, teclados, guitarra e synth. Um espetáculo assumidamente político, como faz questão de frisar o cantor: “O show aprofunda o pensamento de refletir e questionar sobre humanidade e o que de nobre nos motiva a seguir adiante. Entretanto, ao tocar de forma ácida no assunto político, tem um lado: o lado da democracia”.

SERVIÇO:

Show: João Fênix – “Minha Boca Não Tem Nome”

Local: Teatro Rival (Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia- RJ – Tel.: 2240-9796)

Data: 22 de janeiro de 2020, quarta
Horário: 19h30

Abertura da casa: 18h

Classificação: 18 anos

Preços: R$ 60,00 (inteira), R$ 40,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) e R$ 30,00 (estudante/idoso/professor da rede municipal/funcionário Petrobras e assinante O Globo)

Moacyr Luz e Samba do Trabalhador lançam o álbum “Fazendo Samba”

E lá se vão 15 anos desde que Moacyr Luz reuniu um grupo de amigos para uma roda de samba, à sombra de uma caramboleira, no mais improvável dos dias – era uma segunda-feira, no Clube Renascença, espaço fundado há quase 70 anos pela classe operária, em sua maioria trabalhadores negros, no coração do Andaraí, Zona Norte do Rio de Janeiro. Nascia o Samba do Trabalhador, que chega à idade de debutante consolidado como um dos mais importantes movimentos de resistência cultural do país. Depois de centenas de segundas-feiras e quilômetros rodados país afora, Moacyr Luz e Samba do Trabalhador lançam o álbum “Fazendo Samba”, dia 10 de janeiro de 2020. É o quinto disco do grupo, que também soma 3 DVDs ao vivo. A obra chega a todas as plataformas digitais com 16 faixas, 12 delas inéditas, e conta com as participações de Leci Brandão, João Bosco e Roberta Sá.

Resultado do encontro entre Moacyr Luz (voz e violão), Gabriel Cavalcante (voz e cavaquinho), Alexandre Marmita (voz e cavaquinho), Mingo Silva (voz e percussão), Nego Álvaro (voz e percussão), Luiz Augusto Guimarães (percussão), Nilson Visual (percussão),

Junior de Oliveira (percussão) e Daniel Neves (percussão), em “Fazendo Samba”, o Samba do Trabalhador traz o mesmo calor e energia que o consagraram nas apresentações ao vivo, mas com a lapidação e apuro técnico de uma gravação em estúdio.

“Depois de 15 anos juntos, chegamos a um momento de amadurecimento harmônico e do nosso pensamento musical. Posso dizer que hoje somos um só organismo. Tocamos e pulsamos juntos, o entrosamento fica mais afinado a cada vez que nos encontramos, seja no Renascença, no estúdio, palcos e terreiros pelo país” aponta Moacyr Luz, que também assina a direção artística do álbum. “A escolha do repertório se desenrolou naturalmente, reunindo canções nossas e parcerias inéditas com amigos e velhos conhecidos da música brasileira, além de quatro sucessos que já estão na boca do público, que agora ganham a nossa cara e uma pitada do que o público encontra nas nossas segundas-feiras sagradas”, afirma o bamba.

E logo de início, “Fazendo Samba” diz a que veio com “Loucos de inspiração” (Moacyr Luz e Wanderley Monteiro). O abre-alas do disco soa como uma ode ao gênero, suas vertentes e ao ofício do sambista. Em seguida, “Das bandas de lá” apresenta uma inédita parceria entre Moacyr Luz e Xande de Pilares, retratando em versos e melodia um conflito de classes típico das grandes capitais brasileiras.

O álbum segue com mais uma tabelinha entre Moacyr e Xande, em “Fora de moda” a cuíca de Junior de Oliveira faz coro com a melancolia de um “sujeito comum” alheio à modernidade e às urgências do mundo contemporâneo. A faixa “A cara do Brasil” (Moacyr Luz e Toninho Geraes) brinda o público com a primeira participação especial do álbum: Roberta Sá cantando uma história de luta e resistência personificada pelo próprio samba.

Álbum navega entre clássicos de João Bosco e Leci Brandão; inéditas de Moacyr Luz com Zeca Pagodinho e Sereno; e novos frutos de integrantes do Samba do Trabalhador

“Reza pra agradecer” (Nego Álvaro, Pretinho da Serrinha e Vinicius Feyjão) surge em seguida revelando a potência vocal de Nego Álvaro, através da canção que já ganhara os palcos com Maria Rita. “Eu sou batuqueiro” descortina uma parceria inédita entre Moacyr Luz e Sereno, em um samba de terreiro interpretado por Mingo Silva, que tece homenagens às imortais Dona Ivone Lara, Beth Carvalho e Vovó Maria.

“Fazendo Samba” avança com mais uma composição de três dos filhos destes 15 anos de Samba do Trabalhador. “Quem dera o tempo” (Alexandre Marmita, Mingo Silva e Nego Álvaro) é um samba romântico com toque lírico que faz lembrar a obra do saudoso Luís Carlos da Vila, figura fundamental na gênese do Samba do Trabalhador. O álbum segue apresentando inéditas de integrantes do grupo, com Gabriel Cavalcante e sua voz grave homenageando a própria roda do Andaraí em “Segunda-feira” (Gabriel Cavalcante e Roberto Didio).

Ultrapassando a metade, o disco continua cheio de fôlego e convida a segunda participação especial. João Bosco cantando “O ronco da cuíca”, clássico fruto de sua parceria com Aldir Blanc. Depois do hit, mais uma novidade: na faixa-título “Fazendo samba” Alexandre Marmita interpreta a tabelinha entre Moacyr Luz e Zeca Pagodinho, acompanhado pelo suingue e o trombone legítimo de um samba sincopado.

Nego Álvaro volta ao microfone em sua composição “Mãos de Deus”, canção com um pé no recôncavo baiano e outro na Vila Catiri, bairro carioca onde o bamba iniciou sua batucada. Em seguida, sempre convicto de que não se faz samba sem homenagear suas grandes baluartes, o Samba do Trabalhador convida Leci Brandão para cantar “Sorriso negro” (Adilson Barbado, Jair e Jorge da Portela), imortalizada por Dona Ivone Lara.

O álbum entra em sua reta final ganhando ares de gafieira com “O samba veio me buscar” (Moacyr Luz e Roberto Didio). O baú de uma das parcerias mais prolíficas da música brasileira ainda guarda preciosidades inéditas, é o caso de “Camunga”, homenagem da dupla Aldir Blanc e Moacyr Luz a Camunguelo (1947 – 2007) um dos maiores sambistas de sua geração.

“Pra batucar” enumera os elementos percussivos que fazem pulsar o Samba do Trabalhador, em um samba de roda composto por Nego Álvaro e Mingo Silva. O álbum chega ao grand finale com a inspirada “Canta sabiá” (Moacyr Luz e Sereno), um retrato poético sobre o amor e suas desilusões. Triste e bonita, melancólica e nostálgica, a faixa encerra o álbum demonstrando Moacyr Luz e o Samba do Trabalhador reúnem a força e experiência dos grandes com alma de debutante.

Ouça o álbum “Fazendo Samba” nas plataformas digitais: https://orcd.co/fazendosamba

Sobre Moacyr Luz e Samba do Trabalhador:

 

Consolidado na geografia cultural do país como polo de resistência da cultura brasileira, o Samba do Trabalhador foi fundado por Moacyr Luz em uma tarde de 2005.

O nome de batismo da roda foi inspirado no dia de suas apresentações, todas às segundas-feiras, no Clube Renascença. Ocorre que, ao contrário da maioria das profissões, as folgas dos músicos são sempre às segundas. Foi por isso que, há 15 anos, Moacyr viu nesta data uma oportunidade rara de reunir seus amigos do samba, que tem agenda lotada nos outros dias. O encontro casual virou patrimônio cultural, e hoje reúne milhares de pessoas semanalmente, entre personalidades da cultura brasileira, músicos e anônimos. Já passaram por lá nomes como Anderson Cooper (âncora da CNN), Fagner, Pedro Bial, Débora Bloch, o ex-jogador Junior, entre muitos outros. Em comum, todos fãs do verdadeiro samba de raiz.

Hoje, o Samba do Trabalhador se tornou parada obrigatória para amantes da música brasileira. Com o passar dos anos o movimento ganhou contornos de resistência, por manter vivas as tradições do samba e as pautas sociais em versos e acordes.

Esta rica história, que inclui 4 álbuns lançados e 3 Prêmios da Música Brasileira, além de dezenas de participações de estelas da nossa música. Agora, o grupo lança “Fazendo Samba”, seu quinto disco, pela gravadora Biscoito Fino.

Faixas
“Fazendo Samba” – Moacyr Luz e Samba do Trabalhador

01 – Loucos de inspiração (Moacyr Luz e Wanderley Monteiro)
02 – Das bandas de lá (Moacyr Luz e Xande de Pilares)
03 – Fora de moda (Moacyr Luz e Xande de Pilares)
04 – A cara do Brasil (Moacyr Luz e Toninho Geraes)

05 – Reza pra agradecer (Nego Álvaro, Vinicius Feyjão e Pretinho da Serrinha)
06 – Eu sou batuqueiro (Moacyr Luz e Sereno)

07 – Quem dera o tempo (Alexandre Marmita, Mingo Silva e Nego Alvaro)

08 – Segunda-feira (Gabriel Cavalcante e Roberto Didio)
09 – O ronco da cuíca (João Bosco e Aldir Blanc)
10 – Fazendo samba (Zeca Pagodinho e Moacyr Luz)
11 – Mãos de Deus (Nego Alvaro)
12 – Sorriso negro (Adilson Barbado, Jair e Jorge da Portela)
13 – Quando o samba veio me buscar (Moacyr Luz e Roberto Didio)
14 – Camunga (Aldir Blanc e Moacyr Luz)
15 – Pra batucar (Nego Alvaro e Mingo Silva)
16 – Canta, sabiá (Sereno e Moacyr Luz)

Ficha técnica

“Fazendo Samba” – Moacyr Luz e Samba do Trabalhador

Moacyr Luz – Violão (Faixa 9)

Gabriel Cavalcante – Cavaquinho (Todas as Faixas)

Alexandre Marmita – Cavaquinho (Todas as Faixas)

Mingo Silva – Percussão (Todas as Faixas)

Nego Álvaro – Percussão (Todas as Faixas)

Luiz Augusto Guimarães – Percussão (Todas as Faixas)

Nilson Visual – Percussão (Todas as Faixas)

Junior de Oliveira – Percussão (Todas as Faixas)

Daniel Neves – Violão Sete Cordas (Todas as Faixas)

Moacyr Luz, Nego Álvaro , Mingo Silva,  Gabriel Cavalcante e Alexandre Marmita –

Coro (Todas as Faixas)

Músicos Convidados:

Dirceu Leite – Sopros (Faixas 4, 5, 7, 11, 14, 15)

Allan Abadia – Trombone (Faixas 1, 2, 3, 10, 13)

Sereno – Tantan (Faixas 6, 16)

Carlinhos Sete Cordas – Violão 7 Cordas (Todas as Faixas, exceto “Faixa 9”)

Joana Rytcher e Analimar Ventapane  – Coro (Todas as Faixas)

Fotos tiradas na Luthieria Rogério Santos

Fotos: Marluci Martins

Projeto gráfico: Branca Escobar

Direção musical: Moacyr Luz e Carlinhos 7 Cordas
Direção Executiva: Jacqueline Marttins

Créditos de gravação:

Gravado no estúdio da Biscoito Fino

Técnico de gravação: Lucas Ariel

Assistentes de gravação: Jeronimo Orselli, Guilherme Vaz e Gabriel Mermelstein

Masterizado na Batmastersom por Luiz Tornaghi

Uma realização Biscoito Fino 2019

Direção Geral: Kati Almeida Braga

Direção Artística: Olivia Hime

Direção Executiva: Jorge Lopes

Gerência de A&R: Rafael Freire

Gerência de Marketing: Marcela Maia

Contatos para shows: Jacqueline Marttins

+ 55 21 98177-8161

shows@moacyrluz.com.br

Tributo a Red Hot Chili Peppers

Neste sábado (11/01) , a banda Pepper Spray irá prestar tributo a banda lendária que marcou o rock mundial: Red Hot Chili Peppers! O show será na maior casa itinerante de rock do Rio o “The Rock Bar”, que faz sua temporada de verão na Rua Jardim Botânico, 1.011 – (Dentro do Jockey Club na Gávea). Com ingressos gratuitos, todos podem aproveitar o som desse ícone que arrasta multidões desde a década de 80.
Em seu repertório, a Pepper Spray revira a carreira da banda americana, tocando os maiores sucessos do grande da banda e as canções preferidas dos fãs mais apaixonados. No palco, o grupo carioca promove um autêntico show de rock, com energia e emoção.

Mais informações:

11/01 (sábado) – The Rock Bar
Local: Jardim Botânico
Horário previsto do Show: 23h
Endereço: Rua Jardim Botânico, 1.011 – Espaço ExC. (Dentro do Jockey Club na Gávea).
Valor da entrada: Gratuita

Festival Spanta 2020 desembarca na Marina da Glória

A contagem regressiva para a estação mais querida do Rio já começou e, com o Verão, outra marca registrada da cidade chega para aquecer os corações de cariocas e turistas. O Verão do Spanta prepara sua temporada 2020, assumindo sua vocação como o legítimo Festival de Verão do Rio. Em temporada de quatro dias, o agito desembarcará na Marina da Glória com mais de 50 horas de música, entre janeiro e fevereiro. O Verão do Spanta traz na bagagem dezenas de shows com grandes nomes da música brasileira e um mar de experiências para o público. A estreia será no dia 11 de janeiro e ocupará a Marina também nos dias 18/01, 25/01 e 1º de fevereiro.

A paixão é antiga, lá se vão 18 anos. Mas, em 2020, o Verão do Spanta cresce, aparece e promete uma temporada de tirar o fôlego. Logo na estreia, o festival receberá shows de Seu Jorge + Pretinho da Serrinha, Marcelo Falcão, Mano Brown & Boogie Naipe, Sidney Magal, Sorriso Maroto, Vitor Kley, Reinaldo (ex-TerraSamba), Eu Amo Baile Funk, baterias da Mangueira e Beija-Flor, bloco Agytoê, além das atrações da casa: Roda do Spanta e Spantosa Bateria, que agitam os fãs do Spanta há 18 verões. O Festival terá três palcos com programação simultânea, contemplando desde atrações carnavalescas até shows de artistas aclamados. Isso tudo durante 10 horas de festa, em cada um dos quatro dias da programação.

 

O Spanta volta trazendo o mesmo cheiro de mar, gosto de cerveja gelada e energia de um Maraca em dia de clássico

O Verão do Spanta promete traduzir em uma vasta programação o espírito da estação mais quente de um Rio, que resiste, ama, canta, abraça e dança junto, devolvendo à cidade o status de verão mais desejado do Brasil.

As novidades do Verão do Spanta 2020 não ficarão restritas ao crescimento do festival. Criado em 2003, na Lagoa Rodrigo de Freitas, o Spanta marcou história pela pluralidade de estilos, gêneros, tribos. A mistura de ritmos virou parte do DNA do Spanta, que traz um pouco de cada sonoridade em cada data do festival, sem rótulos de dias temáticos, abraçando as mais diversas manifestações musicais e artísticas, dos novos talentos a grandes estrelas da música brasileira. Agora, o Spanta mantém esta mesma essência trazendo muito mais.

Marca registrada do Spanta, a diversidade se faz presente no line-up do festival, que passeia por ritmos de todas as cinco regiões do País e que embalam a temporada de verão. Com curadoria musical do Max Vianna, o Spanta mantém o cuidado de abraçar os ritmos que marcam o espírito do verão na cidade mais solar do mundo.

Durante as quatro datas do festival, o samba será representado por nomes como Xande de Pilares e Monarco. Assim como Moacyr Luz, Roberta Sá, Mumuzinho e o mestre Nelson Sargento, que farão show homenagem à eterna madrinha Beth Carvalho. Já as baterias da Beija Flor, Mangueira, São Clemente, União da Ilha, Mocidade, Vila Isabel, Salgueiro e Grande Rio prometem dar uma prévia do espetáculo da Marquês de Sapucaí.

A sonoridade do carnaval de Salvador também tem vez no Verão do Spanta, nas performances de É O Tchan, Banda Eva, Netinho e Luiz Caldas, cantando os 50 anos de axé. A música pop pede passagem com shows de estrelas como Luan Santana, Ludmilla, Anavitória. E o Spanta também abre os palcos para expoentes da black music, com shows de Emicida, Mano Brown & Boogie Naipe, Xênia França, Malía, Gabz e Rael, entre outros.

Para embalar os corações apaixonados, a música romântica de Sorriso Maroto, Vitor Kley e Belo prometendo fazer todo mundo dançar juntinho. O Spanta, que nasceu como bloco de carnaval de rua, não poderia deixar de fora fenômenos da folia carioca como os blocos Fogo & Paixão, Agytoê e Céu na Terra.

 

 

Confira a programação do Verão do Spanta:

11/01
Seu Jorge + Pretinho da Serrinha, Marcelo Falcão, Mano Brown & Boogie Naipe, Sidney Magal, Sorriso Maroto, Vitor Kley, Reinaldo (ex-TerraSamba), Eu Amo Baile Funk, Mangueira e Beija-Flor, Agytoê, Roda do Spanta e Spantosa Bateria

18/01
Henrique & Juliano, Kevin O Chris, Anavitória, Malía, Gabz, É O Tchan, Homenagem a Beth Carvalho com Roberta Sá, Moacyr Luz, Nelson Sargento e Mumuzinho, Netinho de Paula, Mc Rebecca, Chupeta Elétrica, Tatau, Marcelo Mimoso, Céu na Terra, São Clemente e União da Ilha, Roda do Spanta e Spantosa Bateria

25/01
Luan Santana, Pitty, Xênia França, Belo, Dona Onete, Banda Eva, Chupeta Elétrica, Baile Charme Show, Orquestra Voadora, Mocidade e Vila Isabel, Roda do Spanta e Spantosa Bateria

1º/02
Djavan
, Ludmilla, Emicida, Rael, Gaab, Xande de Pilares, Bloco da Favorita, Fogo & Paixão, Monarco, Luiz Caldas – 50 Anos de Axé, Salgueiro e Grande Rio, Roda do Spanta e Spantosa Bateria

 

Área gastronômica reúne a tradição e cultura dos botecos cariocas

Mas nem só de boa música é feito um festival. O festival Spanta 2020 transbordará experiências de entretenimento, além de diversas surpresas que prometem encantar o público. Sem esquecer ainda da área gastronômica, que, em 2020, terá a assinatura do projeto BTC – Boteco, Tradição e Cultura. O evento gastronômico estreou em 2019 reunindo dezenas de botecos clássicos do Rio, no Parque das Figueiras, Lagoa, atraindo uma legião de apaixonados pela cultura de botequim e seus quitutes. Agora, o BTC leva ao Spanta 2020 uma curadoria de 12 botecos que moram no coração dos cariocas. Tudo isto com uma infraestrutura impecável, para matar a sede do nosso verão com conforto e comodidade.

 

Sobre o Spanta:
Criado em 2003, como um bloco de carnaval, o Spanta logo se tornou conhecido por aliar descontração  e alegria com organização, boa música e excelência de serviços, em temporadas de festas anuais às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas. Agora, o Verão do Spanta se consolida como o legítimo Festival de Verão do Rio de Janeiro. O diretor-executivo e fundador do Spanta, Diogo Castelão, une força com empresários renomados da indústria do entretenimento carioca: Marinho Filippo, Rafael Cuia, Dudu Menor e Marcelo Vital, todos agora sócios e integrantes da família Spanta.

Serviço Festival  Spanta 2020
Datas: 11/01, 18/01, 25/01 e
1º/02
Horário: 16h
Local: Marina da Glória
Av. Infante Dom Henrique, S/N – Glória, Rio de Janeiro
Ingressos: individual para cada dia do Verão do Spanta: R$ 110,00 (meia-entrada) / R$ 220,00 (inteira) (valores sujeitos à alteração de lote)
Vendas: 
https://www.ingressocerto.com/spanta
Classificação: 18 anos

Salvadores Dali lançam primeiro disco no Lapa Café

Apostando num rock marcado por arranjos cheios de groove e que traduzem em suas letras temas como a atmosfera carioca, a diversidade, filosofia, história e conflitos sociais, a banda carioca Salvadores Dali lançará o primeiro álbum, homônimo, dia 17 de janeiro, sexta-feira, às 19h30, no Lapa Café (Av. Gomes Freire, 453/457, Lapa). No repertório, as sete músicas autorais, mais uma versão repaginada de Noel Rosa que integra o álbum, juntamente com versões de Nelson Cavaquinho, Belchior, entre outros clássicos da MPB. O primeiro álbum do grupo já está disponível no Spotify, Deezer e nas principais plataformas digitais.

A banda Salvadores Dali é fruto de uma amizade que nasceu há mais de 30 anos. J. Moraes, baixista do grupo, e o compositor Nelson Ricardo, autor de todas as letras dos Salvadores Dali, se conheceram ainda nos anos 80, na escola, e desde então planejavam formar uma banda de rock. No entanto, só depois dos doutorados em Sociologia e em Filosofia, os agora professores retomaram o projeto original do grupo, que ganhou o reforço nos vocais de um dos atores-cantores mais requisitados do Teatro Musical, Guilherme Logullo, protagonista de espetáculos como “Nelson Gonçalves – O Amor e O Tempo” e “Bibi – Uma Vida em Musical”; do baterista Jorge Casagrande, diretor de uma das escolas de bateria mais conhecidas do Rio de Janeiro; do músico e produtor Marcio MM Meirelles; e do saxofonista Robson Batista.

O que, inicialmente, seria apenas um registro de uma época, tornou-se um promissor projeto musical devido à qualidade das gravações iniciais. Retomando canções perdidas da adolescência, com uma atualização nos arranjos elaborados pelo grupo, os Salvadores Dali trazem a leveza de uma reunião entre amigos para as canções do álbum e para o show. Entre os destaques estão “Emboscada Final”, que fala sobre conflitos agrários; “3 Apitos”, uma homenagem ao grande Noel Rosa; “Não Passará”, que já possui videoclipe no YouTube, trazendo a atmosfera cool dos anos 80; e “Malemolência na Lapa”, que aborda a alegria e a sensualidade do bairro carioca. Ainda compõem o trabalho “Extremos”, “Transcendental”, “Pau Brasil” e a instrumental “São Salvador”.

A cidade do Rio de Janeiro não está representada somente nas letras da banda, mas também em seu nome, que apesar da alusão ao pintor Salvador Dalí, na verdade tem como referência a Praça São Salvador, reduto da boemia carioca e local conhecido por sua diversidade de manifestações culturais e políticas, uma verdadeira inspiração para os “Salvadores”. A tradicional praça também é título de uma das músicas do disco.

“Temos uma relação forte com a cidade do Rio de Janeiro e especialmente com o bairro das Laranjeiras que, por sua vida boêmia e repleta de encontros e de troca de ideias, representa muito bem alguns dos anseios da vida carioca. O bairro, onde também ensaiamos, se tornou uma referência para nós”, conta J. Moraes.

Os Salvadores Dali já se apresentaram na Praça São Salvador em 2019, e, em breve, tocarão mais uma vez no local.

“Uma das características mais marcantes do nosso som e da nossa presença no palco é a ideia de que somos amigos tocando, se divertindo, e trazendo à tona essa alegria e o prazer que sentimos fazendo música juntos”, completa Moraes.

Em 2020, os Salvadores Dali também darão continuidade ao projeto que iniciaram no YouTube, as Video Sessions, gravações feitas em estúdio com a presença de amigos da banda, que se tornarão uma série de vídeos, unindo um conceito multiplataforma de vídeo ao som do grupo.

SALVADORES DALI – INTEGRANTES

GUILHERME LOGULLO – Vocalista – Guilherme é cantor, ator e bailarino e nasceu em 1984 em São José dos Campos, SP. É um artista de várias expressões: dedicou-se ao ballet clássico desde os 11 anos de idade. Mais tarde participou do show “Quatro Estações” da dupla Sandy e Júnior e aos 18 anos ingressou na companhia teatral Grupo XPTO. Com uma bolsa de estudos, se formou em Musical Theathre pelo London Studio Centre, vivendo por essa razão em Londres pelo período de 6 anos. Também atuou em duas novelas na Rede Globo: “Babilônia” e “Rock Story”, além de atuar em dezenas de peças musicais (Elis, Bibi, Pin Pin, Nelson Gonçalves…), assim como em óperas no Brasil e no exterior.

MARCIO MM MEIRELLES – Guitarrista – Marcio, além de guitarrista, é produtor do grupo e arranjador, nasceu em 1972 na cidade de São Paulo, SP. Músico multi-instrumentista, é graduado em Composição pela UniRio e professor de música desde 1990. Produziu o DVD “Perdidos na Selva”. Atuou em vários grupos musicais, tais como Perdidos na Selva e Narjara, lançando ainda o álbum autoral MM Musico Solo 1, se apresentado fora do Brasil.

J MORAES – Baixista – Moraes é contrabaixista e nasceu em 1968 na cidade do Rio de Janeiro, RJ. Co-produtor do grupo, tem uma formação em Filosofia Estética (DSc) e em Filosofia da Música (MSc). Desde 2015, vem retomando seu trabalho em parceria com o compositor Nelson Ricardo, produzindo os EPs Oficinas (2016) e Vida Severina (2017), onde participa como baixista, tecladista e arranjador.

ROBSON BATISTA – Saxofonista – Robson nasceu em 1983, na cidade de São Mateus, ES. É filho de músicos e vivencia a arte musical desde os 6 anos de idade, passando por vários instrumentos, tais como percussão, clarinete, violão e finalmente o saxofone.  Ingressou na FAMES e participou de diversas gravações e shows ao vivo.

JORGE CASAGRANDE – Baterista – Casagrande nasceu em 1972 na cidade do Rio de Janeiro, RJ. Atua há 35 anos como baterista, sendo ganhador do prêmio de Expressão Cultural do Estado do Rio de JANEIRO com o projeto Orquestra de Bateristas. Além disso é diretor da maior Escolas de Bateristas do país, sediada na Lapa, Rio de Janeiro. Assina como endosser de várias marcas de pratos, baterias e assessórios, além de apresentar um canal no YouTube, onde entrevista celebridades do universo das baquetas e percussão.

SIGA SALVADORES DALI:

Instagram: https://www.instagram.com/salvadoresdali/

Facebook: https://www.facebook.com/salvadoresdalih/

YouTube: http://bit.ly/SalvadoresDaliYouTube

OUÇA O ÁLBUM “SALVADORES DALI”:

Spotify: http://bit.ly/SalvadoresDaliSpotify

Deezer: http://bit.ly/SalvadoresDaliDeezer

 

SERVIÇO – SHOW:

Lançamento do disco “Salvadores Dali”

Dia: 17/01, sexta-feira

Local: Lapa Café
Endereço: Av. Gomes Freire, 453/457, Lapa
170 lugares. Livre.

Ingressos: R$20

Ingressos vendidos somente na bilheteria da casa. Meia-entrada para todos os casos previstos em lei.

Informações: (21) 3971-6812.

Ricardo Silveira no Hotel Fasano

Nesta quinta-feira, dia 9 de janeiro, às 21h, a série JAZZ+ inaugura sua temporada de 2020 no Baretto-Londra (Hotel Fasano, Ipanema), com show do guitarrista Ricardo Silveira e convidados. O músico já se apresentou ao lado de grandes nomes da música brasileira e internacional, e seu nome está presente na ficha técnica de centenas de discos como músico, compositor, arranjador, produtor e diretor musical. Neste show, Ricardo convida a cantora Carol Saboya, o pianista Cliff Korman, o baixista Guto Wirtti e o baterista Renato Massa, apresentando um repertório de músicas autorais, jazz e bossa nova.

            O Jazz+ continua nas quintas-feiras de janeiro com uma seleta programação para os admiradores da boa música: dia 16, o espaço recebe um Tributo a Frank Sinatra, com Aloisio de Abreu e Itamar Assiere; no dia 23, o Tributo a James Taylor, com Cecelo Frony Quarteto; e no dia 30, última quinta-feira do mês, Nico Rezende canta Chet Baker.

Produtora da série, Teca Macedo é enfática na importância do evento nos dias de hoje, segundo a qual “o Jazz aproveita ao máximo a diversidade do mundo, cruzando fronteiras e unindo as pessoas”, lembrando que “desde suas raízes na escravidão, o jazz levanta uma voz apaixonada contra todas as formas de opressão falando a linguagem da liberdade que é fundamental em todas as culturas”. E complementa: “esta belíssima forma de expressão é reconhecida mundialmente por erradicar a discriminação, a violência, a segregação, e promover a paz, o diálogo entre culturas, a diversidade, e o respeito aos direitos humanos”.

SERVIÇO:

 

9/1, quinta-feira – Ricardo Silveira convida Carol Saboya, Cliff Korman, Guto Wirtti e Renato Massa

Local: Baretto-Londra, no Hotel Fasano

Endereço: Rua Vieira Souto, 80, Ipanema

Horário: 21hs (2 sets)

Preço: R$80,00 inteira / R$40,00 meia (R$50,00 lista amiga)

Telefone(21) 3202-4000

Classificação: 18 anos

Capacidade: 80 pessoas (sentadas)

Comprar online – https://www.sympla.com.br/ricardo-silveira-convida-carol-saboya-cliff-korman-guto-wirtti-e-renato-massa__752235

Madrugada no Centro no CCBB

Na primeira edição de 2020, o Madrugada no Centro ocupa a área externa do CCBB para receber um time de primeira linha. Ao apostar nos encontros musicais entre novos e consagrados artistas, o Festival apresenta show inédito de Marcos Valle, protagonista de uma das carreiras das mais longevas e significativas na música popular brasileira.

Na sequência, nomes da nova geração, com show do Sexteto Sucupira e participações especiais de João Cavalcanti e Júlia Vargas. No comando das picapes, a pluralidade musical com o DJ Doni e o Bailão do Castelo, com muito samba, rock e MPB, conduzidos pelos DJs Doni, Magoo e Sapucaia.

O projeto, que segue até fevereiro de 2020 com a temática em celebração aos 30 anos do CCBB Rio, se mantém há cinco anos como uma opção de entretenimento acessível e em um local privilegiado, onde música e arte se comunicam de forma democrática. Com curadoria de Daniela Paita, cada edição apresenta um roteiro diferente, com DJs, músicos, artistas convidados, performances e muita música boa!

MARCOS VALLE 

https://youtu.be/9jbEWfCIkHs

O músico, cantor e compositor Marcos Valle apresentará o show do novo álbum “Cinzento”. Produzido pelo próprio Valle, o álbum tem uma concepção minimalista, com pouca instrumentação e grooves diferentes, que remete ao clássico “Previsão do Tempo”, de 1973. “Cinzento” vem com novas parcerias como Moreno Veloso (na faixa “Redescobrir”), Bem Gil (“Se Proteja”), Kassin (“Lugares Distantes”), Zélia Duncan (“Rastros Raro”) e Domênico Lancelotti (“Pelo Sim Pelo Não”), entre outros.

Além das músicas novas Marcos vai apresentar alguns dos seus sucessos como “Batucada Surgiu”, “Mentira”, “Estrelar”, “Samba de Verão”, “Os Grilos”, “Mustang Cor de Sangue” e outros. 

Marcos Valle se apresenta no fender rhodes/teclados/vocal ao lado de Patrícia Alví no vocal, Jessé Sadoc no trompete/flugelhorn, Alberto Continentino no baixo, Dudu Viana nos teclados, Bernardo Bosisio na guitarra e Renato “Massa” Calmon na bateria.

Atento às novidades, Marcos Valle incorpora diversas vertentes ao longo de sua trajetória, que se inicia com a bossa nova e percorre da música negra norte-americana ao pop e à música dançante dos anos 1970 e 1980. 

 

SEXTETO SUCUPIRA convida JOÃO CAVALCANTI e JULIA VARGAS

https://youtu.be/jhuLJujRlQc

O show do Sexteto Sucupira é tanto para pessoas que gostam de dançar, quanto para os que simplesmente querem ouvir boa música. O espetáculo é uma viagem pelas melodias do mundo, tendo o Brasil como ponto de partida. O fio condutor é a música regional nordestina, seus baiões, xaxados, xotes e ijexás. Alimentado por ricas melodias, a cada tema executado tem-se a sensação de se desembarcar num lugar diferente, ora no norte do Brasil, ora no Caribe, ora no Oriente Médio. O repertório mistura músicas de várias partes do mundo com clássicos de compositores brasileiros consagrados (Dominguinhos, Sivuca, Gilberto Gil, Hermeto Pascoal) e de expoentes da nossa nova geração (Marcelo Caldi, Kiko Horta, Rodrigo Lessa), além de composições do grupo. 

O sexteto é Alexandre Bittencourt nos sopros, Rudá Brauns no bandolim, Felipe Chernicharo no violão, Max Dias no baixo, Lucas Videla na percussão e Cláudio Lima na bateria. 

JOÃO CAVALCANTI

https://youtu.be/GMbke2wId_c

Jornalista, João Cavalcanti não imaginou que seguiria a carreira do pai, Lenine. Foi na faculdade que se voltou para a música. Ouviu e tocou de tudo até formar o Casuarina, grupo do qual foi vocalista por 16 anos (de 2001 a 2017). Com o Casuarina – eleito melhor grupo de samba duas vezes no Prêmio da Música Brasileira – lançou sete CDs e dois DVDs, fez oito turnês pela Europa e quatro por Estados Unidos e Canadá, além de shows em vários lugares do mundo. Suas músicas têm sido gravadas por alguns importantes artistas brasileiros, como Lenine, Roberta Sá, Joyce Moreno, MPB4, Tiê, Zé Renato e Pedro Luís. Em maio de 2018, João lançou “Garimpo”, registro intimista de seu duo com o pianista e acordeonista Marcelo Caldi, com participação do cantor português António Zambujo. No ano seguinte, lançou o EP digital “Samba Mobiliado” com seis faixas. Seu segundo álbum solo, “Sangrado”, tem produção de TóBrandileone e participação de Jorge Drexler, ainda sem data prevista para o lançamento. 

JÚLIA VARGAS

https://youtu.be/7OIVo6so1AI

Cantora e percussionista, Júlia Vargas já é considerada uma das grandes cantoras do Brasil e vem emocionando nomes como Milton Nascimento, com quem fez uma de suas primeiras turnês. Gravou com Ivan Lins de quem ganhou música inédita gravada em disco, além de contar com participações de Ney Matogrosso e Pedro Luís, no seu álbum “Pop Banana”. Abriu shows de Alceu Valença e Geraldo Azevedo e apresentou-se ao lado de João Donato, Wagner Tiso, Moraes Moreira, Criolo, entre outros. Em 2015 participou do tributo à Cássia Eller, no Rock in Rio e chamou a atenção pela parceria com Chico Chico, cantor e compositor carioca filho da cantora com quem fez diversos shows pelo Brasil.Júlia passeia pelos mais variados gêneros musicais como blues, sambas e regionalismos. Ainda é bailarina, e fez parte do corpo do Theatro Municipal do Rio e da Cia. Deborah Colker.

BAILÃO DO CASTELO

https://youtu.be/uBQyfsDRHs4

Três amigos que se juntaram com um único objetivo: fazer música boa! Consagrados na noite carioca, os DjsDoni, Sapucaia e Magoo são responsáveis pelo Bailão do Castelo, um dos maiores bailes de rua do RJ que acontece no Centro. No som, muita black music, samba rock, MPB, soul funk, acid jazz, rock n’ roll, rock brazuka e tropicalia. É um dos fundadores do coletivo Tríade, que produz e comanda o Bailão do Castelo, junto com os DJ’s Magoo e Sapucaia.Conheça a Tríade!

DJ Don ijá é referência na noite carioca. Há mais de uma década no Rio de Janeiro, o paulistano, que iniciou a carreira como pesquisador musical, faz parte do circuito das festas mais badaladas da cidade. DJ Magoo vem se destacando com seu repertório eclético, que agrada pela suavidade e a sagacidade nas sequências escolhidas e executadas pra não deixar ninguém parado. DJ Sapucaia, carioca da Lapa, iniciou sua carreira como produtor, mas curioso e amante da música, sempre pesquisou variados estilos musicais. A Tríade gosta de navegar na música brasileira fundamentada no movimento tropicalista, além de diversas vertentes da Black music que inclui funk, soul, samba-rock, r&b, african beats e nu jazz, tudo com muito groove!

Dia 18/01

Horário: 22h às 4h

·      22 às 23:30h- DJ DONI (BAILÃO DO CASTELO)

·      23:30 às 01h – MARCOS VALLE

·      01 às 1:30h – DJ DONI (BAILÃO DO CASTELO)

·      1:30 às 3h- SEXTETO SUCUPIRA convida JOÃO CAVALCANTI e JULIA VARGAS

·      03 às 04h – DJ DONI (BAILÃO DO CASTELO)

 

SERVIÇO:

MADRUGADA NO CENTRO – 2019 / 2020 #CCBB30anos
Local: Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro

End.: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro 
Tel.: (21) 3808-2000

Horários: 

Dia 18.01.2020 (sábado) 22 às 04h

Abertura do portão: 22h.

Ingressos:

Dia 18.01.20 – R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Espaço sujeito à lotação.

Venda dos ingressos: Na bilheteria do CCBB ou pelo site www.eventim.com.br

Capacidade: 

Até 950 pessoas.

 

Curadoria e Produção: Paita Produções Artísticas

Programação completa: www.facebook.com/madrugadanocentro

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Luiz Menna Barreto – luizmenna@uol.com.br 21 99872 5534

Assessoria CCBB Rio
Bianca Mello – biancamello@bb.com.br
(21) 3808-2326/ 3808-2324

 

Estácio

Empresa da holding YDUQS, é um dos maiores e mais respeitados grupos do setor educacional brasileiro. Há 49 anos, proporciona acesso a um ensino de excelência em larga escala e de maneira única. Está presente em 23 estados e no Distrito Federal, por meio do ensino presencial, e em todo o Brasil com o EaD, contando com mais de 500 mil alunos matriculados.

Oferece cursos de Graduação e Pós-graduação (lato sensu e stricto sensu), além de soluções corporativas e cursos de extensão. Aposta na tecnologia e na inovação como diferenciais para aprimorar o aprendizado, com currículos alinhados às necessidades do mercado de trabalho. A busca constante pela qualidade acadêmica e os investimentos na área de ensino geraram ótimos resultados nos últimos anos – suas instituições e cursos e são reconhecidos pelo MEC com elevados conceitos de qualidade.Atuante em projetos que contribuem para o desenvolvimento social e cultural do País, a Estácio promove o Programa de Responsabilidade Social Corporativa Educar para Transformar. O programa, que apoia iniciativas em cinco pilares – Esporte, Escola, Cidadania, Cultura, Inovação e Empreendedorismo – reflete o compromisso do Grupo Estácio de oferecer uma educação acessível e de qualidade e, assim, gerar um impacto positivo para a construção de uma sociedade mais justa.

 

CCBB 30 anos 

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil celebra 30 anos de atuação com mais de 50 milhões de visitas. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, o CCBB é um marco da revitalização do centro histórico da cidade e mantém uma programação plural, regular, acessível e de qualidade. Mais de três mil projetos já foram oferecidos ao público nas áreas de artes visuais, cinema, teatro, dança, música e pensamento.  Desde 2011, o CCBB incluiu o Brasil no ranking anual do jornal britânico The ArtNewspaper, projetando o Rio de Janeiro entre as cidades com as mostras de arte mais visitadas do mundo. Agente fomentador da arte e da cultura brasileira segue em compromisso permanente com a formação de plateias, incentivando o público a prestigiar o novo e promovendo, também, nomes da arte mundial.

Samba Tá com Tempo – Dois Anos

A roda de samba com pitadas de charme que agita as ruas do Centro do Rio e os blocos chega à Lapa para promover um carnaval fora de época. O “Samba Tá com Tempo” completa dois anos e inicia temporada no Centro Cultural Palco Lapa 145, sempre na primeira sexta-feira do mês. O fervo começa no dia 3 de janeiro, a partir das 22h.

 

O Samba Tá com Tempo faz um passeio pela história do samba cantando clássicos dos seus primórdios até os dias de hoje. Nos intervalos e depois do batuque, o DJ Goranmo comanda as carrapetas e o baile charme toma a pista. A entrada é franca até a meia-noite e após, R$ 5.

 

Criado pela cantora Rosângela Si, o Palco Lapa 145 abre as portas com o intuito de ser uma casa dos artistas e seus movimentos. Com uma programação eclética, o casarão do final do século XIX está totalmente antenado com o nosso tempo, abraçando a diversidade e as manifestações artísticas em estado puro com festivais, shows, exposições, saraus, gastronomia, rodas de samba, rap e hip-hop e oficinas de dança e iniciação musical.

 

– Somos a casa da diversidade e da cultura, sempre aberta a todos que queiram mostrar o seu talento e, é claro, para quem está ávido a curtir e descobrir a cena carioca das artes muito além do mainstream – ressalta a fundadora.

 

A casa fica na Rua da Lapa, 145. Mais informações pelo telefone (21) 98231-0108 ou pelo site www.palcolapa145.com.br

 

Serviço: 

Samba Tá com Tempo – Dois Anos

Data: 03 de janeiro, sexta-feira

Início do Show: 22h

Entrada:

Entrada franca até a meia-noite

R$ 5,00 após a meia-noite

Local: Palco Lapa 145

Endereço: Rua da Lapa, 145, Centro.

Mais informações:

www.palcolapa145.com.br

www.facebook.com/events/486555748666972/

Programação Especial de Verão do Clube Manouche

05, 12, 19 e 26/01 – Domingos, 20h – Festa “Alento” – Djs Rodrigo Penna e Helen Sancho

Uma imagem contendo pessoa, homem, objeto, interior Descrição gerada automaticamenteMais de 12 anos depois do Bailinho recriar a tradição dos domingos dançantes, a “Alento”, a nova festa de Rodrigo Penna, vem reviver as domingueiras. Serão quatro domingos de janeiro, quatro encontros pra abrir os caminhos nesse ano que se apresenta e colorir ainda mais o verão carioca!

A edição pré-réveillon em dezembro foi arrebatadora, com mais de 600 pessoas na área externa da Casa Camolese e dentro do Clube Manouche. “Alento” é uma festa para os românticos. Novos e antigos clássicos se misturam a pequenos sets de música lenta. Dançar soltinho ou juntinho, pode tudo nesse filhote do Bailinho que deu frutos. Nesse momento tão árido da cidade, “Alento” é encontro, gentileza, mansidão.

Com uma ou duas pistas, é festa com gosto de playground, de sala de estar. Para todas as idades, credo, gosto e sabores, “Alento” é abraço, cafuné, carinho. “Uma festa para dançar juntinho, meio rosto colado, meio chão rabiscado, música lenta como nos velhos tempos, lembra? Música dancing de hoje e de ontem. A gente precisa de alento.”, diz o DJ e produtor que há mais de uma década está à frente de eventos de sucesso no Rio.

Nesta empreitada Rodrigo Penna divide o som com a DJ Helen Sancho, conhecida na cena musical carioca e paulistana, dona de um estilo livre no comando das pick-ups de festas badaladas.

Quem já foi curtir ao som de Rodrigo e seus convidados ilustres já sabe que vai encontrar diversidade e qualidade na escolha musical, que faz toda a diferença no clima do evento. O DJ queridinho dos famosos dá uma palhinha do que vem: na playlist, Bob Marley, Gilberto Gil, Neil Young, Stevie Wonder, Gal Costa, Dona Ivone Lara, Marvin Gaye, Elvis Presley, Prince, Caetano Veloso, Lauryn Hill, Cartola, Paulinho da Viola, entre muitos outros sucessos. “O nome da festa descreve o que estamos precisando para a cidade e para o país de modo geral. Na pista, reverenciamos a cultura”, conta Rodrigo.

Serviço

Festa: “Alento”- Festa de Rodrigo Penna

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 01, 12, 19 e 26 de janeiro, domingos, 20h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira, primeiro lote), R$ 120,00 (inteira, segundo lote), R$ 40 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 60,00 (meia)

Há também o passaporte de verão para as quatro festas: R$ 120,00 https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

06, 13, 20 e 27/01, Segundas, 21h – Baile da Orquestra Imperial

ORQUESTRA IMPERIAL RED – crédito Felipe DinizVerão, janeiro, bailes de segundas-feiras no Clube Manouche – de volta pro futuro, a bigband e seus bailes mais cariocas do planeta estão de volta! A Orquestra Imperial renovada e cheia de amor pra dar – como sempre.

Depois de animar as noites cariocas de 2002 a 2018 com direito a diversos bailes e shows em palcos, clubes e festivais por todo o Brasil, Europa, Estados Unidos e América Latina, a Orquestra está de volta para uma temporada às segundas feiras (tal qual o início na saudosa casa Ballroom, no Humaitá) e dessa vez o palco escolhido é também perto de casa e do coração da trupe: o Clube Manouche.

Com uma formação mesclando integrantes das primeiras formações como Berna Ceppas, Kassin, Nina Becker, Moreno Veloso, Emanuelle Araujo, Felipe Pinaud, Pedro Sá, Marlon Sette, César Bodão, Mauro Zacharias, Bidu Cordeiro e outros mais, caras novas e da nova cena marcarão presença na temporada, como Matheus VK e DJ Marlboro (06/01), Danilo Cutrim do Braza (13/01), Ana Frango Elétrico (20/01) e Pedro Miranda (27/01), além do percussionista Leonardo Reis. E, claro, as surpresas que sempre pintam e DJs convidados.

A banda prepara novo repertório que tem a ver com o espaço do Manouche, mais acolhedor, pra dançar coladinho. “Caso Sério”, de Rita Lee, é uma delas, sem abrir mão das músicas mais animadas. O resto é surpresa.

Serviço

Festa: Baile da Orquestra Imperial

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 06, 13, 20, e 27 de janeiro, segundas, 21h

Ingressos: R$ 100,00 (inteira), R$ 50 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 50,00 (meia). https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

Eduardo Gudin e Léla Simões no Bar do Alemão

Eduardo Gudin, instrumentista e compositor de expressão na música popular brasileira, e a jovem cantora Léla Simões apresentam show com músicas do álbum homônimo que gravaram juntos, recém-lançado pelo selo SESC.

A apresentação acontece no dia 22 de dezembro, domingo, no Bar do Alemão, às 19h30. Eduardo Gudin (violão e voz) e Léla Simões (voz eviolino) apresentam-se com participação da pianista Naila Gallotta.

O disco Eduardo Gudin e Léla Simões é o décimo sétimo da trajetória de Gudin e o primeiro de Léla. No repertório estão obras de diversas fases da carreira do compositor, escolhidas a dedo para o timbre vocal raro da intérprete. Entre as canções estão “Alma” (parceria de Gudin com Cacaso), “Sempre se Pode Sonhar” (com Paulinho da Viola) e “Mãos de Orfeu” (com Toquinho e Paulo César Pinheiro).

Há cerca de dois anos, o compositor conheceu a cantora em uma roda de samba do Bar do Alemão, local tradicional de encontros e trocas musicais, do qual Gudin foi proprietário nos últimos 16 anos, e segue como padrinho vitalício do espaço. Sempre atento às novas vozes, Gudin se encantou com seu talento e convidou-a para o elenco musical da casa. Com a aproximação e identificação artística crescente não tardou para apresentarem um show juntos, que foi a semente para o belo disco, disponível nas plataformas digitais. O lançamento físico está previsto para fevereiro de 2020.

Serviço

Show: Eduardo Gudin e Léla Simões

Data: 22 de dezembro – domingo, às 19h30

Ingresso: R$ 35,00 – ESGOTADO. Duração: 1h30.

Bar do Alemão

Av. Antártica, 554 – Água Branca, São Saulo/SP.

Tel: (11) 3862-5975. Capacidade: 40 lugares

Abertura da casa: 18h. Aos menores de 18 anos a casa não serve bebida alcoólica.

Estacionamento conveniado: R$ 8,00 (valor fixo c/ carimbo do bar) – Av. Antártica, 519.

Acesse a programação: https://www.facebook.com/obardoalemao | @obardoalemao

Daíra canta Belchior no Teatro Rival

Elogiada publicamente por Elba Ramalho por suas interpretações viscerais das canções de Belchior, a cantora Daíra volta a se apresentar no Teatro Rival Petrobras, onde emocionou o público em 2017. O show “Amar e mudar as coisas” será no dia 14 de dezembro, trazendo clássicos do repertório do compositor cearense, como “A palo seco”, “Velha roupa colorida” e “Como nossos pais”. Vale a pena conferir. Participação especial de Elba Ramalho.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 14 de dezembro (sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$60,00 (inteira) R$40,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) R$30,00 (lista amiga) Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo

BacaFest reúne Tripa Seca, Melvin e Os Inoxidáveis e Elétrico Vesúvio

Uma nova edição do tradicional BacaFest volta à Audio Rebel com nomes incensados da cena autoral. O último encontro do ano será em clima natalino, entregando aos fãs do cenário independente nada menos que três shows na mesma noite com trabalhos que se destacaram ao longo de 2019: Tripa Seca, Melvin e Os Inoxidáveis e Elétrico Vesúvio. O evento acontece em 20/12 (sexta-feira), às 20h.

 

Marcelo Callado, Renato Martins, André Paixão (Nervoso) e Melvin Ribeiro são Tripa Seca, supergrupo que une diferentes personalidades e influências em seu primeiro álbum homônimo, recém-lançado. O registro passeia do rock sessentista até o indie psicodélico, encontrando sons experimentais e de música latina. Com caminhos cruzados em bandas e artistas como Acabou La Tequila, Lafayette & Os Tremendões, Caetano Veloso e Nina Becker, o projeto surgiu em 2015 trazendo de volta os elos criativos para o círculo de amizade.

 

Veja o clipe “Vai Que Eu Vou”: https://youtu.be/9zJp9cyDQJ0

 

Melvin & os Inoxidáveis é projeto do baixista Melvin Ribeiro, agora apresentando o seu lado vocalista na companhia dos músicos gugabruno (guitarra), Marcelão de Sá (baixo) e Fred Castro (bateria). Com passagens por Carbona, Autoramas, Los Hermanos e Funk Fuckers, Melvin mostra faixas do primeiro EP “Inoxidáveis”, todo composto por músicas presenteadas de amigos.

 

Formada por integrantes da cena alternativa carioca, Elétrico Vesúvio surge de uma alquimia sonora, com canções expansivas, unindo imagem e som em uma performance com referências que vão do krautrock ao rock psicodélico. A banda é formada por Lucky Leminsky (vocal), Olmar Lopes (baixo), Bacalhau (bateria) e Daniel Gringo (guitarra).

 

O BacaFest é um evento que serve de palco para artistas, bandas, cantautores, intérpretes, música experimental e instrumental. O objetivo é fazer uma mistura de sons e identidades. A curadoria fica a cargo do baterista Bacalhau Baca. Com apoio da Audio Rebel, o festival traz nomes em evidência na cena, tocando em um espaço de resistência musical na Zona Sul e também de referência quando o assunto é música independente. Por lá, artistas internacionais e nacionais mostram os seus trabalhos autorais, em um clima descontraído e intimista. Além disso, o espaço organiza ensaios e grava discos de cantores independentes, além de ter uma loja de instrumentos musicais e uma oficina de luthieria (confecção de instrumento de cordas). Localizada na Zona Sul, a Audio Rebel fica na Rua Visconde de Silva, 55, em Botafogo.

 

Os ingressos já estão à venda na plataforma Eventbrite: https://www.eventbrite.com.br/o/audio-rebel-18257083204

 

Serviço

BacaFest Especial de Natal

Data: 20/12/2019 (sexta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Compra online: https://www.eventbrite.com.br/o/audio-rebel-18257083204

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, dinheiro e cartão de crédito; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Baile do Branco com Show de Vitão

Uma das novidades da música brasileira neste ano e dono de vários sucessos da atualidade, o cantor Vitão faz um supershow na próxima sexta-feira, dia 20 de dezembro, no  “Baile do Branco”. O show acontece  no Haras da Prata, que fica no Largo do Rio da Prata s/n , Em Campo Grande Zona Oeste do Rio de Janeiro. O evento começa às 20h, e tem assinatura da “JJ Entretenimento”. Os organizadores pedem que os frequentadores venham de branco para o baile para celebrar a vida e agradecer por tudo de bom que aconteceu no ano de 2019.

 

“O Baile do Branco é nossa grande atração e vai fechar com chave de ouro a nossa programação do ano. É um evento esperado por toda Zona Oeste, especialmente os moradores da região de Campo Grande. Ele é um dos nossos bailes mais aguardado pela população. O Baile do Branco é o melhor evento da região e para fechar com chave de ouro o ano, não poderia faltar essa grande atração que é a revelação da música no Brasil Este ano”, informa Jeferson Jeca, dona da “JJ Entretenimento”, que realizava vários shows e eventos na região”.

Os ingressos já estão disponíveis em todas as Lojas South, de segunda a sábado, das 10h às 22h; e no site Guichê Web. Os preços são os seguintes: Área Vip R$ 30(antecipado) e Pista R$20(antecipado).Também estão disponíveis camarotes e promoções para aniversariantes. Mais informações: 21- 99350-4219. Classificação: 16 anos.

O cantor e compositor paulistano Vitão lançou seu primeiro EP homônimo nas plataformas digitais. O projeto, que também marca sua estreia no selo Head Media, em parceria com a Universal Music e a GTS (divisão global de agenciamento artístico e produção de eventos), reúne singles como “Tá Foda”, “Embrasa”, em parceria com Luccas Carlos, “Te Liguei” e “Caderninho”, e apresenta ainda “Café”, que é acompanhada de clipe, dirigido por Leo Ferraz.

Colorido, o vídeo ganhou toques que expressam a brasilidade que o artista tanto admira e retrata o bom e velho churrasco entre amigos, com direito a roda de samba, cerveja e jogo de cartas.

O jovem cantor começou a carreira em 2016. Antes de chegar às paradas, o artista produzia vídeos cantando covers de (Criolo, Lucas Carlos e Matuê, entre outros) e os publicava no YouTube.Sua presença na internet gerou grande identificação com o público. Em suas letras, o cantor reflete a sua personalidade despojada e jovem, meio sem papas na língua, e conquista com músicas que mesclam uma pegada pop e radiofônica com um rap mais romântico e melódico.

O artista está em primeiro lugar em todas ás rádios do Brasil com o sucesso “Complicado em que divide a faixa com a cantora Anitta.

Serviço

O quê: Baile do Branco com Show do cantor  Vitão
Quando: Dia 20 de dezembro (sexta), às 21h
Onde: Haras da Prata –  fica no Largo do Rio da Prata s/n , Em Campo Grande Pontos de venda: todas as Lojas South, de segunda a sábado, das 10h às 22h; e no site Guichê Web. Os preços são os seguintes: Área Vip R$ 30(antecipado) e pista R$20(antecipado). Também estão disponíveis camarotes e promoções para aniversariantes. Mais informações: 21- 99350-4219.

Classificação: 16 anos.

Último show de Nei Lopes e Ana Costa no CCBB

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Centro do Rio, recebe últimas apresentações do projeto Guimbaustrilho – O Rio sobre Trilhos. Trata-se de uma série de shows inspirados no livro “Guimbaustrilho e outros mistérios suburbanos”, de autoria do escritor e compositor carioca Nei Lopes, que irá se apresentar nos dias 13 e 14 de dezembro ao lado da cantora Ana Costa.  A mostra musical idealizada por Ana Luisa Lima tem patrocínio do Banco do Brasil através da Lei Federal de Incentivo à cultura.

Em uma verdadeira radiografia da cidade, o livro-inspiração para o projeto propõe uma viagem de trem da Central do Brasil a Santa Cruz, retratando rodas de samba, blocos de rua, feiras, mafuás, bailes, botequins, malandros, sambistas e outras bossas. Nele, é possível conhecer a história do subúrbio carioca repleta de personagens regionais, ocupações e transformações urbanas, além de um registro das culturas locais. Assim como experimentou o leitor que percorreu as páginas do livro, o espectador de cada noite terá a oportunidade de conhecer a alma suburbana.

No último show da série, que contou como Marquinhos de Oswaldo Cruz e Ze Katimba, Nei Lopes dialoga com Ana Costa proporcionando ao espectador uma verdadeira viagem musical e literária, que revela personagens e histórias entre jovens e veteranos, selecionados em função da relação que estabelecem com as regiões.

“Há alguns anos Guimbaustrilho é um dos meus livros de cabeceira. Estou muito feliz em poder trazê-lo para os palcos e com a presença do seu autor, Nei Lopes, um dos nossos ‘arquivos falantes’ mais importantes da história e do samba carioca. Através de Guimbaustrilho – o Rio sobre Trilhos podemos ainda hoje fazer um passeio pelos subúrbios cariocas, pela linha do trem e por toda a Zona Oeste e Baixada Fluminense. Convidamos todos a entrarem conosco nesse trem”, declara Ana Luisa Lima, idealizadora do projeto.

Sobre o Livro “Guimbaustrilho e outros mistérios suburbanos”

Da Central a Santa Cruz, percorrendo a Zona Norte e a Zona Oeste de trem, de bonde, de ônibus, de van, de kombi e a pé. Visitando personagens, contando histórias, fazendo crônica e cantando samba. O livro compila histórias pitorescas vividas por personagens reais da Baixada Fluminense. O sambista, escritor e pesquisador percorrem no volume os vários bairros do subúrbio do Rio de Janeiro, mostrando um pouco do universo recontado em suas composições. O livro, na sua primeira edição, vinha acompanhado de um CD com três faixas (Justiça Gratuita, Vendedor de Ilusões e Samba na Medida) extraídas do CD de Nei Lopes, Sincopando o Breque.

Ficha Técnica

Patrocínio: Banco do Brasil

Realização: Centro Cultural Banco do Brasil

Apresentador/Cantor: Nei Lopes

Cantores Convidados: Marquinhos de Oswaldo Cruz, Zé Katimba e Ana Costa

Músicos de Base: Claudio Brito, Edu Neves, Luís Filipe de Lima, Alceu Maia, Paulino Dias e Thiaguinho da Serrinha

Diretor Musical: Luís Filipe de Lima

Direção Cênica: André Paes Leme

Diretora de Produção: Ana Luisa Lima

Produção Executiva: Beatriz Lima e Marianna Botelho

Projeto Gráfico: Gabriela Rocha

Videografismo: Antonia Muniz, Beatriz Lima e Tetsuya Maruyama

Iluminador: Renato Machado

Operador de som: Gugu Cruz (ProAudio)

Idealização: Ana Luisa Lima

Produção: Caseiras Produções Culturais

Serviço

Série de shows Guimbaustrilho – O Rio sobre Trilhos

Local: Teatro I do CCBB-RJ

Endereço: R. Primeiro de Março, 66 – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20010-000

Show  (13 e 14/12) – Nei Lopes e Ana Costa. Com repertório que passa por Paracambi e Belford Roxo.

Horários: Sextas e sábados, sempre às 19h

Ingressos: R$ 30,00 inteira / R$ 15,00 meia – bilheteria do CCBB ou site eventim.com.br

Classificação indicativa: Livre

Capacidade do local: 175 lugares (Box PCD 3)

Telefone: (21) 3808-2020

Raimundos no Circo Voador

No dia 27/12 (sexta-feira), o Circo Voador vai ser palco  para uma celebração da história do rock nacional. O Raimundos fará o último show comemorando os 25 anos do seu  álbum de estreia em um show recheado de sucessos. A abertura será de Jimmy & Rats e Meu Funeral. A noite começa às 21h e os ingressos variam entre R$ 50 e R$ 120.

 

Nome marcante do rock nacional dos anos 90, o Raimundos sobe ao palco com Digão, Canisso, Marquim e Caio se juntando ao membro original Fred Castro para um show com duas baterias no palco. A apresentação revisitará, além do disco de estreia, clássicos de toda a discografia.

 

Com o fim do Matanza, Jimmy London se uniu à banda brasileira que mais tem a sua cara, o Rats. O Irish Punk Rock Hardcore Bucaneiro — como gostam de definir seu estilo – do grupo se encaixa como uma luva na voz de Jimmy. Formada por veteranos do underground roqueiro carioca, a banda milita na área do rock com raízes irlandesas, melódico e temperado por instrumentos como acordeom e banjo, produzindo músicas que compartilham a vibe de sucessos do Matanza.

 

Já a banda Meu Funeral tem como principal característica fazer músicas rápidas, com temáticas diversas influenciadas pelo punk rock e hardcore. As composições também se misturam à cadência do reggae, ao ska e ao indie rock. As canções possuem riffs energéticos e arranjos pra lá de animados, além de provocações, dedo no olho, bom humor, respeito e empatia. O peso das músicas vem das cordas enérgicas do baixo de Dan Menezes e guitarra nervosa de Pepe, em contraponto ao vocal malemolente do vocalista Lucas Araújo. Eles apresentarão faixas de seus dois EPs – com destaque para o recém-lançado “Tira-Gosto” – e canções inéditas.

 

O Circo Voador é um dos pontos culturais mais importantes da Cidade Maravilhosa. Localizado no bairro boêmio da Lapa, o lugar recebe shows nacionais e internacionais, exposições, peças teatrais e outras atrações artísticas. O espaço é localizado na Rua dos Arcos, sem número.

 

Serviço:

Raimundos – Turnê 25 anos (com Jimmy & RATS e Meu Funeral)

Data: 27/12/2019 (sexta-feira)

Abertura dos Portões: 21:00

Local: Circo Voador

Endereço: Rua dos Arcos, s/n – Lapa – Rio de Janeiro/RJ

Classificação: 18 anos

(de 14 a 17 anos somente acompanhado do responsável legal)

 

1º Lote:

R$ 50 (meia-entrada para estudantes, menores de 21 anos e maiores de 60 anos)

R$ 50 (ingresso solidário válido com 1 kg de alimento)

R$ 50 (cliente Clube O Globo)

R$ 100 (inteira)

 

2º Lote

R$ 60 (meia-entrada para estudantes, menores de 21 anos e maiores de 60 anos)

R$ 60 (ingresso solidário válido com 1 kg de alimento)

R$ 60 (cliente Clube O Globo)

R$ 120 (inteira)

*Lote sujeito à alteração sem aviso prévio.

 

Ingressos à venda na bilheteria do Circo (dinheiro e cartão de débito/crédito) e na Tudus pelo link: http://bit.ly/raimundos_jimmy_rats_circo

 

Diogo Nogueira no Oi Casagrande

O público pediu e Diogo Nogueira volta ao Teatro Oi Casagrande, no dia 17 de dezembro, terça, às 20h, com o show especial “Eu, Violões e Canções”, que mostra mais de suas facetas – se o samba é seu norte, também tem raízes da velha, nova e boa MPB fincadas nas suas veias.

Este espetáculo surgiu depois do convite para uma única apresentação em outubro, dentro do evento beneficente “Amor a São Conrado”. Seu formato e repertório especial fez enorme sucesso, os ingressos se esgotaram rapidamente e contagiou o público, que pediu mais.

Diogo vem acompanhado dos músicos Rogério Caetano (violão de 7 cordas) e Rafael dos Anjos (violão de 6 cordas), numa combinação única, cantando algumas das mais emblemáticas músicas do cancioneiro popular brasileiro.

Faz um passeio por este repertório brasileiro, contemporâneo, histórico e moderno. No roteiro “O Mundo é Um Moinho” (Cartola), “Minha Missão” e “Espelho” (ambas de João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro), “Rosa” (Otávio de Souza/Pixinguinha), “Como uma Onda” (Lulu Santos/Nelson Motta), Violão Vadio” (Baden Powell/Paulo Cesar Pinheiro), “Evidências” (José Augusto/Paulo Sergio Valle), “Canta, Brasil” (Alcir Pires Vermelho/David Nasser), Estrela” (Gilberto Gil, “Você é Linda” (Caetano Veloso) e “Tocando em Frente” (Almir Sater), entre outras, mostrando as diversas de referências que o formaram.

Diogo é artista multimídia, já fez teatro, apresentou programa de TV e de rádio, comanda rodas de samba e mostrou na última edição do “Show dos Famosos”, no Domingão do Faustão, da TV Globo – onde interpretou artistas díspares como Beto Barbosa, Cauby Peixoto, Michael Bublé, Angela Ro Ro, Nelson Gonçalves, Ray Charles e seu pai João Nogueira  – que canta e gosta de qualquer ritmo e canção.

Um show imperdível e necessário, que volta em mais uma única apresentação.

Serviço

Show: Diogo Nogueira em “Eu, Violões & Canções” com Rafael dos Anjos e Rogério Caetano

Local: Oi Casa Grande (Avenida Afrânio de Melo Franco, 290, Loja A, Leblon)

Data: 17 de dezembro, terça, às 20h

Preços: Plateia Vip e Camarote R$ 180,00 e Balcão R$ 140,00

Vendas: na bilheteria do teatro ou no site da www.tudus.com.br

Informações: 2511-0800 – Terça a sexta a partir das 12h e sábado e domingo a partir das 15h

Capacidade: 926 lugares

Classificação: Livre

Baile do YAMÍ chega ao Rio com convidados surpresa

O duo YAMÍ sobe ao palco do Othello Centro Cultural trazendo ao Rio o seu incensado baile que já passou por capitais como Belo Horizonte e Salvador. O violoncelista italiano Federico Puppi e o percussionista baiano Marco Lobo recebem convidados especiais surpresa em um encontro que ultrapassa barreiras geográficas e se materializa nos sons modernos e ancestrais mesclados a batidas eletrônicas. O espetáculo vem após o lançamento do primeiro disco do projeto, já disponível nas plataformas de streaming. A noite contará ainda com o DJ Cavalcanti. O evento tem início às 21h, com ingressos a R$ 20.

 

União entre a percussão brasileira, tons eruditos com o cello e a música eletrônica, YAMÍ conta com shows em festivais pelo país e parcerias nos palcos com grandes artistas, como Tulipa Ruiz, Criolo, Castello Branco, Rita Benneditto e Mariana Aydar. O projeto marca sua estreia com um álbum, onde mergulha fundo nos ritmos afro-brasileiros imersos em beats eletrônicos.

 

Ouça “YAMÍ”: http://smarturl.it/YAMÍAlbum

 

O nome do duo vem do tupi-guarani e significa “noite”, remetendo às sensações e experiências musicais noturnas que o projeto busca em sua mistura inusitada de elementos. YAMÍ tem suas fundações nos atabaques, representando a ancestralidade e o pulsar, e no violoncelo, remetendo à melodia e ao lirismo.

 

Italiano radicado no Brasil, Puppi é violoncelista e lançou em 2018 o disco “Marinheiro de Terra Firme”, seu segundo trabalho autoral – sucessor da estreia, “Canto da Madeira” – e que já flertava com a música eletrônica. Como produtor, trabalhou ao lado de Maria Gadú no disco “Guelã”, indicado ao Grammy Latino, entre outros nomes da cena brasileira.

 

Já Marco Lobo é um dos grandes nomes da percussão, com três álbuns solo e tendo trabalhado com artista importantes, tais como Milton Nascimento, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Virginia Rodrigues, Lenine, João Bosco, Ivan Lins e Marisa Monte. Além disso, ele tem desenvolvido projetos com músicos de todo o mundo, como o baterista Billy Cobham e o trio Elf, e ainda participa do grupo World Percussion Ensemble. A percussão de Lobo inclui, além dos atabaques, instrumentos do folclore brasileiro como berimbau, gungas e tambor de onça, além de pads eletrônicos  e outros instrumentos experimentais como hang drum, tubos e sucatas.

 

YAMÍ é um encontro de culturas e tempos diferentes, onde ancestralidade e futuro dançam juntos. É essa união que guia o projeto, que ganhou forma quando o lançamento dos singles “Siroco”, “Bah’li” (com Njamy Sitson), “YAMÍ (com Rita Benneditto) e “Baião da Onça”, esta última também ganhando o primeiro clipe do duo. Mais recentemente, “YAMÍ” também ganhou um vídeo.

 

Veja o clipe “Yamí”: https://youtu.be/w0gf3rYv_N0

Veja o clipe “Baião da Onça”: https://youtu.be/O9Swune50pY

 

O Baile do Yamí acontece no Othello Centro Cultural, localizado à Rua Moraes e Vale, 15, na Lapa. A noite já tem ingressos à venda, na plataforma Sympla: https://www.sympla.com.br/baile-do-yami__729343

 

Serviço

Baile do YAMÍ

Data: 06/12/2019 (sexta-feira)

Horário: abertura da casa às 21h; show às 23h30

Local: Othello Centro Cultural

Endereço: Rua Moraes e Vale, 15 – Lapa – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Classificação: 18 anos

Evento: https://www.facebook.com/events/622509138547866/

 

Compra online: https://www.sympla.com.br/baile-do-yami__729343

 

Siga YAMÍ:

https://www.facebook.com/duoYAMÍmusic/

https://www.instagram.com/YAMÍmusicoficial/

 

Festival Rock The Mountain em Itaipava

Cinco palcos e mais de 40 atrações marcam a nova edição do festival Rock The Mountain, que acontece novamente em Itaipava, Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro no dia 07/12 (sábado). Entre grandes atrações do cenário nacional, como Emicida, Natiruts e Baco Exu do Blues, os novos nomes da música independente brasileira ganham destaque no Palco MangoLab, o point pra quem quer ouvir promissores e empolgantes sons. O espaço estreia na estrutura do Rock The Mountain com shows de Letrux, Julio Secchin, Lamparina e A Primavera, Rosa Neon, grãomestre, Rebeca, Yoún e Mango DJs, indo das 14h a 0h50 do dia seguinte.

 

Os DJs da MangoLab agitam o palco a partir das 14h, fazendo o esquenta entre shows, a começar pela performance climática de Yoún. Da Baixada Fluminense, o projeto une R&B, rap, jazz, soul, trap e os ritmos urbanos cariocas, criando uma ponte entre diversas sonoridades. Formado por Alisson e GP, o duo busca sair do óbvio, e isso fica claro na performance dos artistas.

 

Assista a Yoún no Estúdio MangoLab: https://youtu.be/hllnpPYQwSE

 

Rebeca sobe ao palco às 15h. Conhecida por ter passado pelo programa The Voice Brasil e por integrar o trio Gragoatá, em seu trabalho solo a artista explora novas influências. Entre camadas de eletrônicos e loops vocais, surgem ares de R&B e música brasileira num ambiente atmosférico para falar de amores, desejos e inseguranças cotidianas. Seu primeiro disco, “Corar”, que conta com a participação de Rubel, já está disponível nas plataformas de música digital via MangoLab.

 

Ouça “Corar”: https://smarturl.it/rebeca_corar

Assista ao clipe “Corar”: https://youtu.be/YVK243Ddm1w

 

Às 18h, grãomestre sobe ao palco pela primeira vez após o lançamento do single duplo “Armadilha” e “Visões Adulteradas”. O grupo chamou atenção com as faixas “Jacinto” e “Saara”, mesclando indie, tons de jazz e hip hop. grãomestre traz referências que vão de Hiatus Kaiyote, Anderson .Paak, Jordan Rakei, BadBadNotGood e Thundercat com QuintoAndar, Marechal, Projeto Nave e Marcelo D2. A banda é formada por Max Torras Sande (voz e trompete), Chico Lira (teclado e sintetizadores), Ilan “Chapoca” Becker (baixo), Marcos Schaimberg (guitarra), Antonio Secchin (saxofone) e Victor Nogueira (bateria).

 

Veja o clipe “Jacinto”: https://youtu.be/ZllEJCyplfY

 

Já às 19h, os mineiros da Rosa Neon trazem à cidade pela primeira vez a turnê de seu recém-lançado álbum. Formada por Luiz Gabriel Lopes, Marcelo Tofani, Mariana Cavanellas e Marina Sena, a banda é o retrato mais contemporâneo da música de Minas. Trazendo uma roupagem nova para o pop nacional, o quarteto apresentará as canções do seu álbum homônimo, com o qual estão em turnê nacional.

 

Assista ao clipe “Vai devagar” (feat. Djonga): https://youtu.be/rpyjxxJ5lqI

 

Julio Secchin é cantor, compositor e artista visual carioca. Após ganhar notoriedade com vídeos para Silva, Heavy Baile e Leo Justi, em 2019 ele reinventou seu trabalho musical – que já tinha alguns sons eletrônicos – com o álbum “Festa de Adeus”. Cheio de letras bem humoradas pensadas nos amores e dilemas contemporâneos, ele explora a musicalidade carioca com uma nova perspectiva. Seu show trará destaques do primeiro disco e sucessos como “Jovem”, canção e clipe que somam quase 2 milhões de execuções, e “Ou você me come, ou você cai fora”, parceria com Rebeca.

 

Assista ao clipe “Jovem”: https://youtu.be/aVGPLa8iyM4

 

Lamparina e A Primavera leva aos palcos uma performance explosiva e dançante. O grupo mistura o intenso toque dos tambores, composições de forte identidade e arranjos bem trabalhados revelam o encontro do maracatu, ciranda e manguebeat com o rock, o pop e a psicodelia. A banda paulistana se apresenta a partir das 21h.

 

Assista ao clipe “Não me entrego pros caretas”: https://youtu.be/-DLyUK4PjYs

 

Letícia Novaes é a voz por trás de Letrux, um dos trabalhos mais elogiados na cena independente nacional. Em turnê com o aclamado “Letrux em Noite de Climão”, álbum que a levou também para shows no exterior, a artista se prepara para lançar o segundo trabalho solo em 2020. Entre os destaques do show estão sucessos como “Ninguém Perguntou Por Você”, “Que Estrago”, “Flerte Revival”, “Além de Cavalos” e “Coisa Banho de Mar”.

 

Assista ao clipe “Puro disfarce” (feat. Marina Lima): https://youtu.be/8AaKlFb97-I

 

Essa programação tem curadoria da MangoLab, uma plataforma carioca multimídia de desenvolvimento de talento, visibilidade artística e experimentação cultural. Pensando novas estratégias de levar música ao seu público alvo, a MangoLab aposta em capacitar e desenvolver nomes promissores da cena independente, passando pelo mid-stream ao mainstream. Eles também farão a Casa MangoLab, uma programação especial e exclusiva para profissionais de cultura envolvidos no festival, que vai de sexta à noite até domingo de manhã.

 

O festival Rock The Mountain já tem ingressos à venda na plataforma Sympla: https://www.sympla.com.br/festival-rock-the-mountain-2019–itaipava–rj__481931

 

Serviço

Festival Rock The Mountain

Data: 07/12/2019 (sábado)

Horário: de 11h30 às 3h30

Local: Parque Municipal de Petrópolis

Endereço: Estrada União e Indústria, 10.000 – Itaipava – Petrópolis/RJ

Ingressos: de R$ 82 a R$ 202 https://www.sympla.com.br/festival-rock-the-mountain-2019–itaipava–rj__481931

Classificação: 18 anos

Evento: https://www.facebook.com/events/2719887781371086/

 

Palco MangoLab:

Letrux

Julio Secchin

Lamparina e A Primavera

ROSA NEON

grãomestre

Rebeca

Yoún

Mango DJs

 

Trem do Samba e Guimbaustrilho no CCBB

Depois de 23 edições, o tradicional Trem do Samba não vai sair da estação neste ano de 2019, por falta de apoio. Idealizado pelo sambista Marquinhos de Oswaldo Cruz, o projeto já havia se tornado referência da cultura do subúrbio do Rio, e era conhecido por levar sambistas e integrantes das velhas guardas da Portela, Mangueira, Vila Isabel, Salgueiro e Império Serrano à diversas estações de trem. Marquinhos, porém, segue na resistência do samba e vai abrir o projeto Guimbaustrilho – O Rio sobre Trilhos, nesta sexta-feira, dia 29, no CCBB, ao lado de Nei Lopes.

Mais sobre a série Guimbaustrilho – O Rio sobre Trilhos

Projeto de autoria de Ana Luisa Lima inspirado no livro “Guimbaustrilho e outros mistérios suburbanos”, escrito pelo carioca Nei Lopes, vira série de shows no CCBB apresentado pelo próprio.

O projeto Guimbaustrilho – O Rio sobre Trilhos é uma verdadeira radiografia da cidade que  propõe uma viagem de trem da Central do Brasil a Santa Cruz, retratando rodas de samba, blocos de rua, feiras, mafuás, bailes, botequins, malandros, sambistas e outras bossas. Nele, o autor retrata a história do subúrbio carioca com desenvoltura, ressaltando personagens regionais e localizando nessa rica geografia prédios, ocupações e transformações urbanas, além de registrar as culturas locais. Assim como experimentou o leitor que percorreu as páginas

A série de shows acontece entre os dias 29 de novembro a 14 de dezembro, sextas e sábados.

Ficha Técnica

Patrocínio: Banco do Brasil

Realização: Centro Cultural Banco do Brasil

Apresentador/Cantor: Nei Lopes

Cantores Convidados: Marquinhos de Oswaldo Cruz, Zé Katimba e Ana Costa

Músicos de Base: Claudio Brito, Edu Neves, Luís Filipe de Lima, Marcio Wanderley, Paulino Dias e Thiaguinho da Serrinha

Diretor Musical: Luís Filipe de Lima

Direção Cênica: André Paes Leme

Diretora de Produção: Ana Luisa Lima

Produção Executiva: Beatriz Lima e Marianna Botelho

Projeto Gráfico: Gabriela Rocha

Videografismo: Antonia Muniz, Beatriz Lima e Tetsuya Maruyama

Iluminador: Renato Machado

Operador de som: Gugu Cruz (ProAudio)

Idealização: Ana Luisa Lima

Produção: Caseiras Produções Culturais

Serviço

Série de shows Guimbaustrilho – O Rio sobre Trilhos

Local: Teatro I do CCBB-RJ

Endereço: R. Primeiro de Março, 66 – Centro, Rio de Janeiro – RJ, 20010-000

Horários: Sextas e sábados, sempre às 19h

Ingressos: R$ 30,00 inteira / R$ 15,00 meia – bilheteria do CCBB ou site eventim.com.br

Classificação indicativa: Livre

Capacidade do local: 175 lugares (Box PCD 3)

Telefone: (21) 3808-2020

Programa Completo

Show 1 – Nei Lopes e Marquinhos de Oswaldo Cruz. Com repertório que passa por Deodoro e Santa Cruz.

Show 2 – Nei Lopes e Zé Katimba. Com repertório que passa por Saracuruna.

Show 3 – Nei Lopes e Ana Costa. Com repertório que passa por Paracambi e Belford Roxo.

“Cantata de Santa Maria de Iquique” no Teatro da UMC em São Paulo

O Grupo Palimpsesto e convidados apresentam  pela primeira vez no Brasil, a Cantata de Santa María de Iquique ,  uma importante peça da Nova Canção Chilena. O concerto acontece no dia 7 de dezembro, sábado, às 21h30, no Teatro da UMC, na Vila Leopoldina, em São Paulo.

A obra é uma belíssima composição que mistura elementos do folclore chileno, a música erudita e a poesia moderna.

A Cantata Popular é estruturada em 18 partes, incluindo cinco relatos declamados sem música, um prelúdio, três interlúdios sem letra, dois pregões e sete canções, com diversos ritmos e níveis de instrumentalização.

O grupo brasileiro recebeu elogios até mesmo de críticos chilenos, como o diretor musical do grupo Quilapayún, o músico Patricio Wang.

“Muy bueno el Palimpsesto. Me gusta mucho la paleta bien amplia de posibilidades y de amplitud de repertório. Muy buenas ideas y todos en general. Bravo!”, disse o especialista.

Cinquentenário:

A Cantata de Santa María de Iquique  composta por Luís Advis Vitaglich (1935-2004) em 1969 comemora seu cinquentenário . A obra estreou oficialmente no Segundo Festival de La Nueva Canción Chilena, em agosto de 1970, em Santiago, no Chile, com interpretação do grupo Quilapayún, que a gravaria no mesmo ano em seu sétimo disco.

O épico narra  o massacre na Escuela Domingo Santa María de Iquique em 1907. Situada no litoral Norte do Chile,  Iquique é uma cidade onde, em 1907, o exército abriu fogo sobre uma manifestação de cerca de 8.500 mineiros que realizavam um protesto por jornadas mais flexíveis e por condições de trabalho dignas. Cerca de 3.600 trabalhadores foram mortos quando se concentravam na Escuela Domingo Santa María – de onde surgiu o nome da obra.

Sobre o Grupo: Palimpsesto:  

Formado em 2007, o grupo Palimpsesto trabalha repertório abrangente, sempre interpretado com os típicos instrumentos andinos como quena, zampoña, charango, cuatro, tiple , entre outros.

Desde 2009, o grupo Palimpsesto é requisitado por diversos maestros para apresentar a obra La Misa Criolla, de Ariel Ramirez. Entre eles, maestros  Martinho Lutero, Hermes Coelho, Cláudia de Queiroz, Ricardo Barbosa, e Sérgio Wernec.

Em 2018, o grupo, junto com o coro Cantosospeso, regido pelo maestro Martinho Lutero, fez turnê pela Itália, apresentando a  obra La Misa Criolla .

Em 2017, em comemoração ao centenário de nascimento da compositora chilena Violeta Parra,  o Grupo Palimpsesto interpretou suas principais canções, contando um pouco de sua trajetória artística.

No Brasil, o grupo já se apresentou em importantes espaços culturais e em duas edições da Virada Cultural Paulista. Também gravou o álbum “ A Vida Total” (1989).

O grupo é formado por:  Cid Battiato (Voz, quena e direção musical), Miguel Lobos (Voz, Charango e violão), Salvador de la Fuente (Voz e Quena), Nano Ordenes (Voz e Violão) e André Sanches (Voz e Contrabaixo acústico)

Participam deste espetáculo os convidados Agustin Arias (Voz e violão), Mauro Andres (Bombo Leguero), Fabio Pellegatti (Voz e Cello) e Daniel Giffoni (Voz e relato).

Arte de Fernanda Rodante:

 

A apresentação  contará também com recursos multimídia, exibindo vídeos com ilustrações inspiradas na história da Cantata de Santa Maria de Iquique. As ilustrações inéditas foram criadas pela artista plástica Fernanda Rodante.

 

Serviço:

Concerto: Grupo Palimpsesto apresenta Cantata de Santa Maria de Iquique

Data:  7 de dezembro, sábado

Horário: 21h30

290 vagas

Entrada:  R$40,00 (Inteira) e R$20,00 (meia) – Cartões de crédito Amex, Visa, Credicard e Marter Card) Cartões de débito( Visa Electron, RedeShop) , dinheiro.

Local: Teatro da UMC

Endereço: Av. Imperatriz Leopoldina, nº 550 (entrada pelo boulevard lateral do Teatro)

Vila Leopoldina – São Paulo

Tem Acessibilidade

Estacionamento: Conveniado Faculdade UMC : Dez reais

Ouça : https://drive.google.com/file/d/1OHyQt44lQf1PdFMDedamZ9MkdB0AFK7I/view

Assista ao vídeo convite com arte de Fernanda Rodante

https://www.youtube.com/watch?v=8U42oPt_dG0

https://teatroumc.com.br/2019/11/03/grupo-palimpsesto-apresenta-cantata-de-santa-maria-de-iquique/

Repertório (Todas as obras compostas por Luís Advis):

Hombre de America (da obra Tres tiempos de America)

La Infancia (da obra Canto para uma semilla)

Interlúdio (da obra Vivir como él)

Cantata de Santa Maria de Iquique

  1. Pregón: Señoras y señores
  2. Preludio instrumental
  3. Relato: Si contemplan la pampa y sus rincones
  4. Canción: El sol en desierto grande
  5. Interludio instrumental
  6. Relato: Se había acumulado mucho daño
  7. Canción: Vamos mujer
  8. Interludio instrumental
  9. Relato: Del quince al veintiuno
  10. Interludio cantado: Se han unido con nosotros
  11. Relato: El sitio al que los llevaban
  12. Canción: Soy obrero pampino y soy
  13. Interludio instrumental
  14. Relato: Nadie diga palabra que llegará
  15. Canción de letanía: Murieron tres mil seiscientos
  16. Canción: A los hombres de la pampa
  17. Pregón: Señoras y señores
  18. Canción final: Ustedes que ya escucharon

Pitty e OPES fazem concerto inédito no Theatro Municipal

Após apresentações de sucesso com o cantor Nando Reis, que lotaram casas de espetáculo no Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba e São Paulo, e também com a multi-instrumentista Lucy Alves, a Série Convidados, da Orquestra Petrobras Sinfônica, está de volta! A homenageada da vez será a roqueira baiana Pitty e o concerto acontecerá no dia 07 de dezembro, sábado, às 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Com regência de Felipe Prazeres e 45 músicos da orquestra no palco, a cantora vai mostrar para o público novas e ousadas versões de sucessos como “Equalize”, “Máscara”, “Admirável Chip Novo”, “Te Conecta”, “Me Adora”, entre outras. Os arranjos são assinados por Jessé Sadoc.

Ao lado da OPES, Pitty também vai interpretar músicas do novo álbum, “Matriz”, lançado em abril deste ano pela Deckdisc, como “Noite Inteira”, “Te Conecta”, “Redimir”, “Submersa” e “Motor”.

O concerto integra a série “Convidados” e é uma das diversas iniciativas que reforçam o trabalho da orquestra para democratizar a música clássica e renovar o público do gênero, como “Thriller” e “Ventura Sinfônico”, apresentações dos discos de Michael Jackson e Los Hermanos que percorreram o país em sessões esgotadas, além versões para o público infantil, como “Os Saltimbancos” “O Mágico de Oz Sinfônico”.

Sobre a OPES

Aos 47 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra conta com uma formação de mais de 80 instrumentistas e tem como Diretor Artístico e Regente Titular o maestro Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.

Modelo de gestão: A Associação Orquestra Pró Música do Rio de Janeiro, entidade que administra a orquestra, possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos.

Sobre a PETROBRAS: A Petrobras completa 33 anos de patrocínio da Orquestra Petrobras Sinfônica em 2019. Uma parceria essencial para mantê-la entre os principais conjuntos da América Latina, sempre desenvolvendo um importante trabalho de democratização da música clássica e de renovação do público do gênero.

Outros apoios e patrocínios: A OPES conta ainda com os apoios culturais de: UCI, ABGC, Consulado da Argentina, Windsor Hotéis e Rádio JBFM.

Programação

Orquestra Petrobras Sinfônica – Série Convidados

Felipe Prazeres, regente

Pitty, voz

 

Equalize

Na Sua Estante

Um Leão

Máscara

Admirável Chip Novo

Serpente 

Temporal

Noite Inteira

Te Conecta

Redimir

Submersa

Me Adora

Motor

Serviço

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Data: 07/12/2019 (sábado)

Horário: 20 horas

Valores:

FRISA/CAMAROTE: INTEIRA R$ 600  / MEIA-ENTRADA: R$ 300

PLATEIA / BALCÃO NOBRE: R$ 160 / MEIA-ENTRADA: R$ 80,

BALCÃO SUPERIOR: R$ 100 / MEIA-ENTRADA: R$ 50,

BALCÃO SUPERIOR LATERAL: R$ 100 / MEIA-ENTRADA: R$ 50,

GALERIA CENTRAL: R$ 60 / MEIA-ENTRADA: R$ 30

GALERIA LATERAL: R$ 60 / MEIA-ENTRADA: R$ 30

Venda: ingressorapido.com

Trio Aquarius na Sala Cecília Meireles

No domingo, 24/11, às 11h, o Trio Aquarius subirá ao palco da Sala Cecília Meireles para comemorar os seus 28 anos de atividades ininterruptas homenageando dois grandes compositores brasileiros: Edino Krieger e Guerra-Peixe. Formado por Flávio Augusto (piano), Ricardo Amado (violino) e Ricardo Santoro (violoncelo)músicos de destaque do cenário musical brasileiro – o trio é um dos conjuntos de câmara mais longevos do Brasil. No programa do concerto, farão a “Sonatina”, de Edino Krieger, uma de suas músicas mais tocadas e gravadas, que recebeu transcrição para trio pelo pianista Flávio Augusto. De Guerra-Peixe, interpretarão o seu único trio para piano, violino e violoncelo, obra consagrada entre os cameristas brasileiros. E terminarão o programa com o brilhante e virtuosístico “Trio nº 1, em ré menor”, de Mendelssohn, no qual o autor se destaca também como um exímio pianista.

Trio Aquarius

Flávio Augusto, Ricardo Amado e Ricardo Santoro encontraram-se pela primeira vez em 1991, e, desde então, vêm desenvolvendo ininterruptamente um trabalho de alta qualidade, que coloca o Trio Aquarius entre os melhores e mais destacados conjuntos de câmara do Brasil.

Logo em seu primeiro ano de existência, o Trio Aquarius obteve o terceiro lugar no mais importante concurso de música erudita do Brasil, o Prêmio Eldorado de Música – SP. Desde então, sua carreira tomou grande impulso, destacando-se suas apresentações à frente da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica de Campinas, quando executaram o Concerto Tríplice de Beethoven. Em 1999, o Trio Aquarius foi o grande vencedor do II Concurso Nacional de Música de Câmara “Henrique Nirenberg”, realizado na Escola de Música da UFRJ.

Com um repertório que inclui clássicos do século XVIII até compositores contemporâneos, o Trio Aquarius tem como um de seus principais objetivos a divulgação da música brasileira de todas as épocas. Para tanto, já gravou dois CDs, com obras de Nestor de Hollanda Cavalcanti, Villani-Côrtes, Henrique Oswald, Guerra-Peixe e Francisco Braga.

Na Alemanha, o Trio Aquarius se apresentou em Hannover – representando o setor cultural do Brasil na EXPO-2000 – e na “Haus Der Kulturen Der Welt”, em Berlim, em concertos com transmissão ao vivo para vários países da Europa pela televisão. Nos Estados Unidos, participou de uma turnê por quatro cidades, levando a música brasileira a Nova York, Washington, Denver e Selinsgrove.

Em 2009, o Trio Aquarius foi o trio escolhido pela direção do Museu VillaLobos para fazer a inédita integral no Brasil dos trios de Heitor Villa-Lobos, dentro das comemorações oficiais do 50º aniversário de morte do maestro, na Sala Cecília Meireles. Em 2011, o compositor Edino Krieger dedicou a sua obra “Trio Tocata” ao Trio Aquarius, que fez a estreia mundial na 19ª Bienal de Música Brasileira Contemporânea do mesmo ano.

 

SERVIÇO

24/11, domingo – Trio Aquarius comemora 28 anos

Flávio Augusto, piano

Ricardo Amado, violino

Ricardo Santoro, violoncelo

Sala Cecília Meireles

Horário: 11h

Endereço: Largo da Lapa, 47 – Centro – Rio de Janeiro

Ingressos: R$10 (inteira) e R$5 (estudantes e idosos).

À venda na bilheteria da Sala Cecília Meireles e online através da Ingresso Rápido: (21) 2332-9223
Classificação livre

Programa:

 

EDINO KRIEGER – Sonatina*

C. GUERRA-PEIXE – Trio

F. MENDELSSOHN – Trio nº 1, em ré menor, Op. 49

* transcrição para trio de Flávio Augusto

Alma Thomas canta Ella Fitzgerald

Nesta próxima quinta-feira, dia 21 de novembro, mais uma atração de requinte subirá ao palco do Baretto-Londra, versão carioca do Baretto de São Paulo, no Hotel Fasano, em Ipanema. Desta vez, o “JAZZ +”, com produção de Teca Macedo, vai receber a já consagrada cantora Alma Thomas, apresentando seu tributo a Ella Fitzgerald. Nova Iorquina radicada no Rio, despontou-se na cena jazzística brasileira especialmente a partir afora de sua celebrada participação no The Voice Brasil em 2012. Este tributo nasceu, inicialmente, a partir de pesquisas e transcrição de músicas dos discos gravadas por Ella e ícones do jazz. Em formato de piano trio, a cantora propõe um show peculiar sublinhando pontos característicos da diva do jazz.

Encerrando a programação do mês, o “JAZZ +” irá promover, na semana seguinte, o mágico encontro de Raul Mascarenhas e o Conexão Rio, composto por André Cechinel (piano), Fernando Barroso (baixo), Fernando Clark (guitarra) e Zé Mário (bateria). O saxofonista brasileiro, radicado na França, se junta novamente ao grupo com o show “As canções da minha vida”. Raul Mascarenhas já acompanhou todos os grandes nomes da MPB, como Gilberto Gil, Milton Nascimento, Maria Bethania, Caetano e Gal Costa, entre outros. Foi solista da Orquestra do Sporting Club de Mônaco acompanhando artistas tais como George Benson, James Brown e Jean Marc Jafet e se apresenta regularmente no Hotel Byblos em Saint-Tropez. A noite será brindada ainda com o line up da DJ Luluta.

A produtora Teca Macedo é enfática na importância do evento nos dias de hoje, segundo a qual “o Jazz aproveita ao máximo a diversidade do mundo, cruzando fronteiras e unindo as pessoas”, lembrando que “desde suas raízes na escravidão, o jazz levanta uma voz apaixonada contra todas as formas de opressão falando a linguagem da liberdade que é fundamental em todas as culturas”. E complementa: “esta belíssima forma de expressão é reconhecida mundialmente por erradicar a discriminação, a violência, a segregação, e promover a paz, o diálogo entre culturas, a diversidade, e o respeito aos direitos humanos”.

SERVIÇO:

 

Dia 21/11, quinta-feira – Alma Thomas canta Ella Fitzgerald

Local: Baretto-Londra no Fasano

Rua Vieira Souto, 80

Horário: 21hs (2 sets)

Preço: R$80,00 inteira / R$40,00 meia (R$50,00 lista amiga)

Telefone(21) 3202-4000

Classificação: 18 anos

Capacidade: 80 pessoas (sentadas)

Jay Vaquer no Teatro Rival

Os fãs cariocas já sabem: Jay Vaquer e ‘Rival’ é aquela combinação que encerra bem o ano. É o bota-fora pra exorcizar qualquer mazela de 2019 com muito rock. O cantor e compositor carioca se apresenta no palco do Teatro Rival Petrobras dia 27 de dezembro, às 21 horas.

Antes de pular ondinhas na Copacabana marota, venha pular no Rival ao som de muito rock n roll. A apresentação, que promete incendiar a casa mais uma vez, trará no repertório todas as músicas mais pedidas e aguardadas com entusiasmo por seu público fiel.

Vaquer, que se prepara para gravar seu 11º CD, traz na bagagem 19 anos de carreira, 10 álbuns, um CD/DVD gravado ao vivo e reconhecimento do público. Seu trabalho mais recente – “Ecos do Acaso e Casos de Caos” – foi indicado como melhor álbum de Rock de Língua Portuguesa ao 19° Grammy Latino. “Canções de Exílio” (2016) e “Umbigobunker!?” (2011) também receberam indicações como o melhor álbum de rock e o disco mais bem produzido do ano, respectivamente.

SERVIÇO

Data: 27/12/2019

Local: Teatro Rival Petrobras

Endereço:Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro – Rio de Janeiro/RJ

Horário: 21h

Abertura dos portões: 19h30

Classificação etária: 18 anos.

Ingresso através do site: https://www.eventim.com.br

Ou na BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO

 
Fotos:Taty Larrumbia e Patricia Lima

Patrícia Mellodi no Teatro Rival

“Dois deuses e eu” é o show que a cantora e compositora Patrícia Mellodi apresenta no Teatro Rival Petrobras, no dia 21, lançando o CD homônimo. Todas as faixas do disco e algumas releituras de obras nordestinas consagradas estarão no espetáculo, que contará com a abertura poética de Jorge Salomão e Christovam de Chevalier. Com seu violão e acompanhada por Alexandre Rabello (baixo, percussão e programações) e Élcio Cáfaro (bateria), Patrícia Mellodi vai mostrar sua produção autoral mais recente, sempre com sotaque, ritmos e temas que remetem à sua origem piauiense e à sua história. No cardápio, o que a própria artista chama de “MPB regional Pop”, com xote, forró, baião, ciranda, maracatu, afoxé e samba.  

 

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 21 de novembro (quinta-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$60,00 (inteira) R$40,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) R$30,00 (lista amiga). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo

Djangos no Oi Futuro

Formada por Lyle Diniz (baixo), Jj Aquino (Bateria) e Marco Homobono (guitarra e voz), a banda Djangos fará uma apresentação especial dentro do projeto “LabSonica Apresenta”, no Oi Futuro, no dia 22 de novembro, às 19:30, com entrada gratuita (ingressos pela plataforma Sympla). O trio apresentará músicas dos CDs “Raiva Contra Oba Oba” (WEA), que faz 20 anos e foi produzido por Tom Capone e pelo Paralama João Barone, e “Mundodifusão” (independente), produzido por Marcelo Yuka.  No palco, os músicos Salles Casagrande (trombone) e Thiago Garcia (trompete) estarão a postos complementando o estilo ska-punk-rock da banda. Músicas como “Roto Rooter”, ”Comando Ska”, “Eu não sei pogar”, “Operação São Jorge”, “Forrockers”, “Comportamento Geral” (uma versão para a música de Gonzaguinha), entre outras, estarão presentes no set list.

 

Sobre a banda

 

O encontro se deu na inóspita zona oeste do Rio de Janeiro. Três garotos que gostavam da dobradinha rock-reggae e de bandas tinham disposição para fazer misturas inusitadas na época. Jj Aquino, baterista, e Marco Homobono, microfone, guitarra e letras trouxeram suas influências mais evidentes para o repertório da banda que se iniciava como Corações e Mentes. O estilo veio por conta do que ouviam, propondo arranjos do estilo ska para músicas, com uma tônica punk-rock – uma mistura já feita pelas bandas The Clash e Mano Negra, duas das mais influentes no som da banda.

 

Isso coincidiu com a ocorrência de uma terceira onda do ska, em nível global, onde várias bandas que tocavam o ritmo jamaicano, em geral, combinado com a velocidade e a urgência do hardcore, frequentavam as paradas de sucesso nas rádios e na MTV. Já com a alcunha de Kamundjangos e com Carlyle Diniz no baixo, fizeram vários shows no underground como trio. O ska era uma das facetas mais presentes nas enérgicas apresentações daqueles três artistas suburbanos. Tiveram, nessa época, respaldo de público suficiente para serem convocados para a coletânea com bandas underground que foi lançada em 1996, pela EMI Odeon, a primeira experiência numa grande gravadora.

 

Logo depois veio o contrato com a WEA para a gravação do CD Raiva Contra Oba Oba. Tiveram a produção de João Barone, ídolo da banda, e o ganhador do Grammy, Tom Capone. Nasceria ali o disco “Raiva Contra Oba Oba”, com 14 faixas do estilo que eles mesmos batizaram como skaraggapunkrock, cristalizando um belo crossover de graves jamaicanos com a velocidade do punk e do hardcore. As gravações contaram com participações de Kamal Kassin (guitarra adicional em “Roto Rooter”), Eduardo Lyra (percussão), João Fera (teclados) e o trio de naipe de metais formado por Monteiro Júnior, Bidú Cordeiro e Demétrio Bezerra.

 

Anos depois se juntaram ao amigo de palco e de vida Marcleo Yuka, que recebeu o trio em seu estúdio Observatório de Ecos para produzir “Mundodifusão”, um trabalho mais conceitual da banda, onde experimentos foram somados ao estilo skapunkrock inicial.

 

Depoimentos

 

“Uma manda dos anos 90 que me chamou muita a atenção, primeiro pelo ritmo que tocavam, o ska, que tava rolando muito na cena brasileira. Mas também me chamou muito a atenção a gana dos integrantes da banda, da vontade de trabalhar , a vontade de fazer uma carreira e de conquistar espaços. E eu sempre valorizei muito qualquer artista que tem a vontade de colocar sua arte para frente. E isso eu sempre encontrei nos Djangos, ou Kamundjangos como se chamavam na época que os conheci. Uma banda que tive sempre muito prazer em acompanhar e muito orgulho em saber de que de alguma forma eu fiz parte desta trajetória deles.”

 

Bruno Levinson , produtor artístico

 

“Los Djangos era uma das bandas irmãs do Acabou La Tequila , no inicio dos anos 90 fazíamos muitos show juntos e eu sempre fui grande fã do trio , produzi a demo com Yuka , gravei no disco de estúdio produzido por Tom Capone e Joao Barone , grande banda , quem sabe sabe”

 

Kamal Kassin, músico e produtor

 

“Como setorista pop e colunista do velho “Jornal do Brasil”, no começo dos anos 1990, pude testemunhar e noticiar o surgimento do grupo Los Djangos, ainda em fita demo. Embalado por muita energia e jamaiquices refrescantes, o olhar sagaz e sensível sobre o cotidiano suburbano me ganhou na época e deve seguir vencendo agora”

 

Pedro Só, jornalista e editor do site Reverb

 

“Só consegui pensar que quando almoço na casa do meu amigo Maurício, a gente várias vezes ouve e canto junto o disco todo. Esse é “O Último Ônibus da Madrugada” (faixa de ‘Raiva Contra Oba Oba’)

 

Leonardo Panço, jornalista, músico e fanzineiro das antigas

 

“O ano era 1997 e imbuído de uma missão, fazer uma coletânea de Ska com as bandas brasileiras que estavam surgindo, comecei a pesquisar e uma das bandas que me chegaram foram os Los Djangos, recebi a demo e a empatia foi imediata, mas eles fecharam com uma gravadora e não puderam participar da coletânea Ska Brasil, mas lançaram um ótimo disco chamado Raiva Contra o Oba Oba que não saía do meu CD Player. Hoje para escrever um texto sobre os 20 anos de lançamento desse disco, fui dar aquela ouvidinha pra lembrar, pois sempre toco a música Raiva Contra o Oba Oba, no meu programa Filhos da Pátria na Kiss FM, mas o disco todo é muito bom, canções sensacionais, e aquela ironia crítica nas letras que te pegam na primeira ouvida, de novo não consigo parar de ouvir e lá se foram 20 anos…”

 

Clemente Tadeu – músico, bandas Inocentes e Plebe Rude

 

“Nem se parece que já se passaram 20 anos (!!!) do lançamento do “Raiva contra oba oba”. O Djangos era uma das bandas mais interessantes do cenário de bandas independentes dos anos 90 – que era bem rico e diverso, por sinal. Paralamas, The Clash e Mano Negra eram algumas das influências mais diretas do power trio formado por Marco Homobono (vocal e guitarra), Carlyle Diniz (baixo) e João Aquino (bateria), que uniam peso e suingue em suas melodias. As letras de Homobono, um dos mais talentosos de sua geração, eram outro ponto forte do grupo, unindo questões existenciais e crítica social. Destaque pro ‘hit’ underground “Roto Rooter”, sucesso desde sempre nos shows de banda. “

 

Kamille Viola – jornalista

 

Serviço

LabSonica apresenta : Djangos

Data: 22/11/19

Local: Lab Oi Futuro – Rua Dois de Dezembro, 107, 5º andar, Estúdio.

Horário de início: 19h30

Entrada Gratuita

Acesso: Inscrições gratuitas via link pela plataforma Sympla. A abertura das inscrições será às 10h do dia 20/11 e encerarão às 17h do dia 21/11.

Link: https://www.sympla.com.br/labsonica-apresenta-djangos__699305?fbclid=IwAR3cwaPy9hMR6QkSuxGOztVXQ1vOb8Xqjs147uUvu7zSACjeuWmbVH78GFE

 

Nova Orquestra no Teatro Riachuelo

Encerrando um 2019 de grande destaque nos palcos do país, a Nova Orquestra se une ao músico Davi Moraes e à violinista Priscila Rato em um show único. Marcando o fim da primavera e a chegada do verão carioca, o espetáculo “As Quatro Estações”, de Vivaldi, será realizado com uma proposta moderna: além do destaque para o violino, que protagoniza as peças, a guitarra trará um elemento de contemporaneidade a uma das obra mais reverenciadas na música barroca. O evento acontece em 11/12 (quarta-feira) no Teatro Riachuelo.

 

A Nova Orquestra traz vanguarda não apenas no nome. O projeto se destaca ao desmistificar a música chamada erudita ao levar ao público encontros inusitados entre o clássico e a cultura pop. Foi assim no concerto Game Sinfônico, que aconteceu no megaevento Game XP ao som de trilhas de jogos marcantes, e também no palco do Rock in Rio, onde se uniu aos rappers Rael, Agir, Baco Exu do Blues e Rincon Sapiência no show Hip Hop Hurricane. Além disso, anunciou datas em grandes teatros e estádios de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre, com o espetáculo Led in Concert, celebrando os 50 anos da banda Led Zeppelin.

 

Somando a esse momento, a Nova Orquestra apresenta ao público os quatro concertos para violino e orquestra do compositor italiano Antonio Vivaldi, escritos em 1723. “As Quatro Estações” começam justamente pela primavera e seguem por verão, outono e se encerra no inverno. O violino da solista Priscila Rato se une à guitarra de Davi Moraes em um potente encontro de cordas, tudo sob o comando do maestro Éder Paolozzi.

 

Davi Moraes é um músico prolífico que, tendo a música desde o berço, atua desde 2002 na sua carreira solo, além de ter dividido o palco com nomes como Marisa Monte, Caetano Veloso e Carlinhos Brown. Seu primeiro disco, “Papo Macaco”, foi seguido por “Orixá Mutante”, de 2004, ambos pela Universal Music. Em 2005, se juntou a Preta Gil e Lan Lan no projeto Tresloucados e, no ano seguinte, se dedicou à direção da trilha sonora do filme “Ó Paí Ó”, ao lado de Caetano Veloso. Dois anos depois, inaugurou uma parceria com o músico Donatinho, realizando shows-bailes, e passou a integrar a banda de Vanessa da Mata. Traz na discografia ainda o álbum “Nossa parceria”, ao lado do pai Moraes Moreira, e “Tá em casa”, seu trabalho solo mais recente.

 

Essas trajetórias múltiplas se encontram no palco do Teatro Riachuelo. A Nova Orquestra segue 2020 com propostas inovadoras. Já em janeiro, se une ao Bloco do Sargento Pimenta em um pré-Carnaval beatlemaníaco.

 

O espetáculo “As Quatro Estações” tem classificação livre e ingressos entre R$ 25 e R$ 70, já à venda na plataforma Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/62847/d/74474/s/387391

 

Serviço

Nova Orquestra apresenta: Quatro Estações de Vivaldi com Davi Moraes (guitarra) e Priscila Rato (violino)

Data: 11/12/2019 (quarta-feira)

Horário: 20h

Local: Teatro Riachuelo

Endereço: Rua do Passeio, 38/40 – Centro – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: Balcão Nobre e Balcão Superior: R$ 25 (meia); R$ 50 (inteira)

Plateia VIP e plateia:  R$ 35 (meia); R$ 70 (inteira)

Compra online: https://bileto.sympla.com.br/event/62847/d/74474/s/387391

Classificação: Livre

Evento: https://www.facebook.com/events/454009828541916/

 

Cantora portugesa MARO se apresenta na Audio Rebel

Nome em ascensão no cenário português, a cantora e compositora MARO chega ao Rio de Janeiro para apresentar seu trabalho autoral. A artista lançou em 2018 nada menos que cinco álbuns e trará ao público da Audio Rebel os destaques da sua recente e prolífica discografia. O show acontece em 24/11 (domingo), às 20h, com ingressos a R$ 40.

 

MARO sobe ao palco acompanhada de seu violão e do pianista Tommaso Taddonio. O show no Rio integra uma mini-turnê acústica, onde a artista apresenta versões de cordas e teclas para as canções presentes nos seus álbuns, os homônimos “MARO” volumes 1, 2 e 3, “MARO & Manel” e “It’s OK”. Além disso, ela já divulgou os singles “Midnight Purple”, “Why” e “What difference will it make” em 2019.

 

Cantora lisboeta radicada nos EUA, onde frequentou a Berklee College of Music, em Boston, e atualmente reside em Los Angeles, MARO já chamou atenção de nomes como Quincy Jones, Justin Timberlake, Jessie J., Tracy Chapman, Lennon Stella e The Paper Kites. Multi instrumentista, produtora e compositora, além de vocalista, ela está na ativa há cerca de quatro anos e já soma mais de 3 milhões de audições apenas no Spotify.

 

A apresentação toma conta da Audio Rebel, espaço da Zona Sul que oferece shows, gravações e ensaios para bandas e artistas, além de uma loja de discos e oficina de luthieria. A casa fica na Rua Visconde de Silva, 55, em Botafogo.

 

Serviço

MARO

Data: 24/11/2019 (domingo)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 40

Compra online: https://www.eventbrite.com.br/e/maro-na-audio-rebel-tickets-75743273169

Classificação: 16 anos

Evento: https://www.facebook.com/events/761519474276939/

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, dinheiro e cartão de crédito; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Evinha no Teatro Rival

A cantora Evinha está de volta ao Brasil!

E volta com novidades …

Dessa vez, traz na bagagem, um novo projeto musical onde homenageia o cantor compositor Guilherme Arantes.

Clássicos do músico paulistano são revisitados pela mais emblemática voz do Trio Esperança, a eterna intérprete de ‘Cantiga Por Luciana’ no álbum “Evinha Canta Guilherme Arantes” em parceria com o pianista e diretor musical francês Gérard Gambus, comemorando seus 50 anos de carreira solo.

A ideia de interpretar obras de Guilherme Arantes aconteceu durante uma troca de figurinhas musicais, em meados dos anos 80, quando o músico presenteou Evinha com uma canção inédita, ‘Sou O Que Ele Quer’.  A partir desse momento, a cantora soube que mais cedo ou mais tarde lançaria um álbum homenageando o compositor, que considera excepcional. Afirma que suas melodias e harmonias são ditas com inteligência, simplicidade e delicadeza. São sentimentos transformados em palavras que colam perfeitamente nas melodias do artista, sem filtro.

O disco em clima intimista foi gravado no primeiro semestre deste ano, em Paris, onde Evinha reside a muitos anos e resgata o mesmo formato de trabalhos lançados anteriormente pela cantora, trazendo a influência do repertório de clássicos do Guilherme Arantes em sua vida.

O álbum destaca alguns sucessos do hitmaker como ‘Brincar de Viver’ (Guilherme Arantes e Jon Lucien, 1983),  ‘Amanhã’ (1977), que foi tema da novela Dancin Days, a canção ‘Cuide-Se Bem’ (1976), outro tema de novela, agora em ‘Duas Vidas’, o sucesso ‘Deixa Chover’ (1981), faixa que entrou na trilha sonora de ‘Baila Comigo’, ‘Êxtase’ (1979), ‘Pedacinhos’ (1983) e ‘Um Dia, Um Adeus’ (1987) que foi tema da novela ‘Mandala’.

As surpresas do repertório são três músicas menos conhecidas – ‘A Cidade e a Neblina’, ‘Águas Passadas’ e ‘Antes da Chuva Chegar” – do primeiro álbum solo do compositor, Guilherme Arantes (1976), lançado há 43 anos.

 

Sobre Evinha

Nascida com o nome de Eva Corrêa José Maria, a cantora atualmente chama-se Eva Gambus, mas é conhecida mundialmente como Evinha. Nasceu cantando e aos oito anos formou com seus irmãos Mário e Regina o lendário Trio Esperança, ícone da Jovem Guarda que lançou sucessos como ‘Festa do Bolinha’, ‘Filme Triste’, ‘O Passo do Elefantinho’ e tantos outros. Em 1969 iniciou sua carreira solo ganhando o 4º Festival Internacional da Canção com a música ‘Cantiga por Luciana’. A seguir lançou sucessos ‘Casaco Marrom’, ‘Teletema’, ‘Pigmaleão 70’ e ‘Que Bandeira’ entre outros. Em 1978 casou-se com o pianista francês Gerard Gambus, maestro da famosa orquestra de Paul Mauriat, e desde então reside na França.  Hoje em dia percorre o mundo junto às suas irmãs Regina e Mariza com grupo vocal Trio Esperança, na sua terceira formação.

Serviço:

Show de lançamento do CD Evinha Canta Guilherme Arantes

ao piano Gerard Gambus

Produção, Assessoria de imprensa e marketing: João Luiz Azevedo

 

Local: Teatro Rival BR

Dia: 16 de novembro, às 19h30

Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia

Valor: R$ 70 (inteira) R$ 35 (meia)

Classificação: Livre

Duração: 80 minutos

Lotação: 350 lugares

Bilheteria: Telefone:

Horários de funcionamento da bilheteria: terça à domingo: das 15h até o início do espetáculo. Nos dias que não houver show a bilheteria funciona até as 19h. Vendas pela internet: www.eventim.com

Projeto Quartas Brasileiras apresenta: Danilo Caymmi

A atração do dia 13 de novembro no Centro Cultural João Nogueira, o Imperator  é o cantor e compositor Danilo Caymmi que homenageia o pai no show “Viva Caymmi”, marcando os 105 anos do mestre baiano. Num formato dramático-musical, o espetáculo costura as belas e inesquecíveis canções de Dorival Caymmi, com histórias da sua vida e carreira. Mais que do que apresentar as músicas, é apresentar a personalidade única desse brasileiro, ícone da cultura do país: “um gênio da raça”, como dizia Tom Jobim.

O espetáculo transcende as barreiras de um show e usa as ferramentas do teatro em sua narrativa, levando o público para um passeio num cenário único, com muitas informações sobre o Brasil, a Bahia e música. Muita música.

 

105 ANOS DE DORIVAL CAYMMI

 

Este ano completam 105 anos do nascimento de Dorival Caymmi, um dos mais importantes compositores e cantores brasileiros. Para homenageá-lo, seu filho Danilo Caymmi, em parceria com o diretor musical Flávio Mendes e o ator Nilson Raman, apresenta o espetáculo dramático-musical “Viva Caymmi”, uma celebração à vida e à música do cantor e compositor baiano.

 

As pessoas conhecem as músicas de Caymmi, pois são muitos e muitos sucessos, influenciando e sendo referência para várias gerações de artistas. Mas conhecem pouco suas histórias, como as coisas aconteceram – como foi começar em Salvador, como foi chegar ao Rio de Janeiro, as amizades e parcerias que criou durante sua vida. Quem foi o marido, o pai, o amigo, o músico, o artista multifacetado, sua forma única de olhar a vida e as pessoas, sua permanente fonte de inspiração.

O espetáculo tem sua base estruturada no storytelling, palavra em inglês que está relacionada com uma narrativa e significa a capacidade de contar uma história, especialidade do ator Nilson Raman, que, nos últimos vinte anos, foi idealizador e mestre de cerimônias dos espetáculos da atriz Bibi Ferreira, já tendo contado as histórias de Piaf, Amália, Gardel e Sinatra, ao lado da grande diva.

A pesquisa de texto e a direção musical são do músico Flávio Mendes, parceiro de muitos anos tanto de Danilo como de Nilson. Com Danilo, são mais de 11 anos como arranjador e músico; e com Nilson Raman, foi o maestro e diretor musical nos últimos 14 anos dos espetáculos de Bibi Ferreira.

O espetáculo teve sua pré-estreia no dia 21 de julho, dentro da programação do Conservatório Pernambucano de Música, no tradicional Festival de Inverno de Garanhuns, em sua 28ª edição. Desde então, está em turnê nacional até o mês de setembro de 2019, quando terá sido apresentado em todas as capitais brasileiras.

 

DANILO CAYMMI

Considerado o herdeiro direto do talento do pai, Danilo Caymmi está num ótimo momento de carreira. Começou a estudar flauta aos 15 anos e logo se firmou como músico e depois como compositor, mas foi por incentivo de Tom Jobim que começou a cantar. Hoje se destaca como um dos grandes intérpretes do país.

Como músico, trabalhou muito com o pai, Dorival Caymmi, e com vários nomes da música brasileira, até entrar para a banda de Tom Jobim, a Banda Nova, em 1984, que mudaria sua vida.

Nesse período com o Tom, além de flautista, foi um aprendiz do grande maestro, estando sempre ao seu lado, acompanhando-o nos shows mundo afora – em países como Finlândia, Suécia, Estados Unidos, Portugal, Rússia, Alemanha e Argentina – e marcando presença em inúmeras gravações e vários arranjos, tornando-se o band leader e o sideman de Tom. Começou cantando as músicas “A felicidade” e “Samba do avião”, recebendo críticas no mundo inteiro, o que estimulou ainda mais o seu trabalho solo.

Como compositor, tem muitos sucessos em parceria com o pai, solo e com outros parceiros. Entre suas canções, destacamos “Andança” e “Casaco marrom”, que acabam de completar 50 anos de sucesso. Para a televisão, compôs para novelas e minisséries como “O que é o amor”, tema de Vera Fischer em “Riacho Doce”.

Em 2014, ao lado dos irmãos Nana e Dori, recebeu o Grammy Latino pelo CD “Para Caymmi, de Nana, Dori e Danilo”.

Atualmente, esté em turnê cartaz com dois espetáculos comemorativos: “Viva Caymmi”, em homenagem à vida e à obra do pai, Dorival Caymmi; e outro baseado na obra de Tom Jobim, referente a seu mais recente CD: “Danilo Caymmi canta Tom Jobim”, considerado pela crítica um dos melhores resultados artísticos nas comemorações de 90 anos de Tom.

 

NILSON RAMAN

Nilson Raman é um misto de ator e mestre de cerimônias. Agente, produtor e, especialmente, tour manager. Um homem dos palcos e dos bastidores. Com mais de 37 anos de carreira, são muitas as produções de teatro, música e balé de que esteve à frente. Participou de espetáculos com Paulo Autran, Marilia Pêra, Ana Botafogo e Nathalia Timberg. Na música, participou de projetos com a cantora Maria Bethânia, foi empresário da cantora Simone por três anos e é o responsável pela carreira internacional do cantor Paulinho da Viola. Foi sócio da produtora Montenegro e Raman, que atuou por mais de 26 anos no mercado, sempre entre os maiores escritórios de produção e agenciamento do país. Foi empresário da atriz Bibi Ferreira por mais de 28 anos, sendo o responsável pela criação e produção dos espetáculos da atriz nesse período, muitos em parceria com o maestro Flávio Mendes, assim como pelo agenciamento da carreira da grande diva. 

 

 

 

Nesses anos, fez várias turnês nacionais e apresentações internacionais, como em Paris, Buenos Aires, Nova York e Lisboa.
Empresário do cantor Danilo Caymmi e parceiro nas produções da soprano Carmen Monarcha, Raman desenvolve um projeto de intercâmbio entre Brasil e Portugal, além de projetos dedicados à exportação da música brasileira e seu fortalecimento no mercado internacional. Com um networking forte e sempre atualizado, está sempre presente nos mais importantes encontros internacionais de produtores e feiras de negócios da música.

 

FLÁVIO MENDES

Estudou na Escola de Música de Brasília, onde iniciou sua carreira como instrumentista. Já no Rio de Janeiro, especializou-se em Arranjo e Harmonia no CIGAM (Centro Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical).

Foi diretor musical de Bibi Ferreira desde 2004 até a morte da diva em 2019, sendo o responsável por arranjos e regências de espetáculos como “Bibi in Concert 3 – Pop” (2004), “De Pixinguinha a Noel passando por Gardel” (2010), “Bibi – Histórias e Canções” (2012), “Bibi canta Piaf – 30 anos” (2013), “Bibi canta o repertório de Sinatra” (2014), “4X BIBI” (2016) e “Por toda a minha vida” (2017). Como diretor musical e arranjador, assinou também espetáculos como “Andança 50 anos”, com Danilo Caymmi (2018), “Caymmi / Amado”, com Danilo Caymmi e Alice Caymmi (2012), ”Alvear”, com Danilo Caymmi (2011), “A primavera se despede”, com Zezé Motta (2010), “Divina saudade”, com Zezé Motta (2000), “A Era de Ouro do Rádio”, com Tânia Alves (2009).

Como produtor musical e arranjador de CDs, assinou trabalhos como “Danilo Caymmi canta Tom Jobim”, de Danilo Caymmi (Universal Music), 2017; “Alice Caymmi”, de Alice Caymmi (Kuarup), 2012; “Natal em família”, de Bibi Ferreira (Biscoito Fino), 2014; “Alvear”, de Danilo Caymmi (Biscoito Fino), 2011; “Com essa cor”, de Monique Kessous (Som Livre), 2010; “Vozes”, de Cauby Peixoto e Selma Reis (Albatroz), 2005; “Lucho Gatica Entre Amigos”, de Lucho Gatica (Seleções), 2000; e “Bossas e Boleros”, de Tânia Alves (Albatroz), 2006.

 

Ficha Técnica

Idealização e direção artística: Nilson Raman

Texto: Nilson Raman e Flávio Mendes
Direção musical, arranjos e violão: Flávio Mendes
Roteiro: Danilo Caymmi, Flávio Mendes e Nilson Raman

Solista: Danilo Caymmi

Mestre de cerimônias: Nilson Raman

Realização: Raman Entretenimentos e Flecha de Prata

 

Serviço: Projeto Quartas Brasileiras apresenta: Danilo Caymmi

Data: 13 de novembro – Quarta-feira

Horário: 16h
Endereço: Rua Dias da Cruz 170, Méier

Contado: (21) 2597-3897

Classificação etária: Livre

Ingressos: R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada)

Lotação da casa: 724 lugares

Pasquale Calò na Audio Rebel

“A New Story to Tell” é um projeto do saxofonista e compositor italiano Pasquale Calò, músico ativo na cena internacional do jazz e da música improvisada. Ele chega ao Rio de Janeiro para uma dobradinha de apresentações na Audio Rebel, casa em Botafogo que é uma das referências na cena instrumental da cidade. Ao lado de seu quarteto, ele se apresenta em duas noites – 14 e 15/11 (quinta e sexta), às 20h – e compartilha sua expertise em uma masterclass especial ao longo desses dois dias.

 

O Pasquale Calò Quartet é composto de uma mistura de nacionalidades, com os brasileiros Rodrigo Girafa na guitarra elétrica e Pablo Arruda no contrabaixo e o italiano Alessandro Campobasso na bateria. Sua música traz uma mescla de jazz, rock, ambient, com espaços abertos para a improvisação, estruturada ou livre.

 

A turnê, que já passou por Alemanha, Dinamarca, Espanha, Holanda e Itália, com apoio de PugliaSounds, se conclui com uma série de shows no Rio de Janeiro, iniciando pelos eventos na Audio Rebel. Além das apresentações espirituosas, Pasquale Calò realiza um workshop também nos dias 14 e 15 de novembro, com carga horária total de 8h. Intitulada “Programming Tools for Ensemble of Improvisers”, a masterclass oferece um trabalho voltado para práticas de organização de música não-notacional para um ensemble aberto de improvisadores.  A oficina é produzida em colaboração com o festival International Creative Residences (ICR).

 

O trabalho é divido em 4 seções para explorar progressivamente diferentes sistemas de organização musical que não utilizam, se não parcialmente, o sistema de notação musical. Durante a masterclass, os campos de condução (regência), especulação sobre o serialismo, plataforma Cobra (John Zorn), soundpainting e improvisação programada são explorados. A masterclass é direcionada para estudantes de todos os níveis, instrumentos e experiência musical.  Os alunos terão a oportunidade única de se juntar ao mestre no palco, durante o show do dia 15, onde realizarão uma performance exclusiva.

 

Encontros únicos acontecem na Audio Rebel, espaço da Zona Sul que oferece eventos, gravações e ensaios para bandas e artistas, além de uma loja de discos e oficina de luthieria. A casa fica na Rua Visconde de Silva, 55, em Botafogo.

 

Serviço

Pasquale Calò Quartet

Data: 14 e 15/11/2019 (quinta e sexta)

Horário: Workshop de de 14h às 18h; Show às 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20 (show); R$ 50 (workshop)

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Hibla Gerzmava no Municipal

No último dos quatro concertos programados para 2019 pela série “Grandes Vozes no Rio de Janeiro”, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o encerramento caberá ao soprano  Hibla Gerzmava, acompanhada pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, no dia 15 de novembro, às 17h00. Com patrocínio ouro Petrobras, a artista russa cantará pela primeira vez no Brasil, regida pelo maestro Ira Levin. No programa, árias de óperas dos compositores italianos Verdi, Bellini, Donizetti e Cilea.

Hilba Gerzmava é, desde 1995, solista da Academia de Música e Teatro de Moscou Stanilavski e Nemirovich-Danchenko. Ela cantou na Royal Opera House, em Londres, na Ópera Nacional de Paris, na Ópera de Viena, Ópera de Roma, no Carnegie Hall, em Nova York, no Teatro alla Scala, em Milão, e no Tokyo Bunka Kaikan, no Japão.

Em 2008, na sua estreia no Convent Garden, como Tatyana em “Eugene Onegin”, sua voz foi descrita pela crítica como “cheia de colorido e com uma reserva de força que possibilita que Hibla conduza os fortíssimos como um surfista numa onda”.

Sua atuação como Lucia, na ópera “Lucia di Lammermoor”, de Donizetti, em 2010, garantiu-lhe a mais alta comenda teatral russa, o Golden Mask, e o reconhecimento do Governo de Moscou por sua contribuição ao mundo das artes e cultura. Foi Gerzmava quem cantou a Valsa Olímpica na cerimônia de encerramento dos 22º Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, em 2014. No ano seguinte, Hilba fez uma série de apresentações em Nova York, no Metropolitan Opera, quando interpretou o papel de Antonia na ópera “Os contos de Hoffmann”, ao lado de Vittorio Grigolo, curiosamente o tenor quem iniciou a série “Grandes Vozes no Rio de Janeiro”.

 

Programa

Regência: maestro Ira Levin

Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal

Árias de Verdi, Bellini, Donizetti e Cilea

1- Il Guarany: Abertura (Carlos Gomes)

2- La Forza del Destino: “La Vergine degli Angeli” (Verdi)

3- La Forza del Destino: “Pace, pace, mio Dio” (Verdi)

4- Lo Schiavo: Alvorada (Carlos Gomes)

5- Otello: “Salce, salce”… ”Ave Maria” (Verdi)

6- La Traviata: Prelúdio do terceiro ato (Verdi)

7- Il Trovatore: “Tacea, la note placida” (Verdi)

Intervalo

8- Norma: “Casta Diva” (Bellini)

9- Le Siège de Corinthe: Abertura (Rossini)

10- Adriana Lecouvreur: “Ecco, respiro appena” … “Io son l’umile ancella” (Cilea)

11- La Wally: Prelúdio do terceiro ato (Catalani)

12- Anna Bolena: “Piangete voi” … “Al dolce guidami” … “Coppia iniqua” (Donizetti)

 

Preços dos ingressos:

Frisas e camarotes (unitário) – R$250

Camarotes (unitário) – R$ 250

Plateia e balcão nobre – R$ 250

Balcão superior – R$ 250

Balcão superior lateral – R$ 150

Galeria – R$75

Galeria lateral – R$75

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro

Lotação – 2.226 lugares

Duração total – 2 horas

Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com

Patrocínio Ouro Petrobras

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquete Pinto e Ingresso Rápido

Realização: Grandes Vozes, Fundação Teatro Municipal, Associação de Amigos do Theatro Municipal, Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal

 

Homepage: http://www.theatromunicipal.rj.gov.br/

Instagram: @theatromunipalrj
Facebook: https://www.facebook.com/theatro.municipal.3/

 

O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro 

 “Alertamos que, nos dias de espetáculos, é proibida a entrada no Theatro usando bermuda e/ou chinelos.”

MPB – A Era dos Festivais

O espetáculo “MPB – A Era dos Festivais” celebra o repertório de ouro da Era dos Festivais, que marcou a geração dos anos 1960. Naquela época foram revelados nomes como Elis Regina, Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Edu Lobo e vários outros. Agora, os sucessos da MPB serão apresentados em formado de “antigamente” no Imperator, no dia 7 de novembro, às 20h. Um verdadeiro resgate de letras e melodias que tocam a alma e fazem parte da nossa identidade cultural. 

 

No roteiro, destacam-se sucessos como “Arrastão” (Edu Lobo e Vinícius de Moraes), “A banda” (Chico Buarque), “Disparada” (Geraldo Vandré e Theo de Barros), “Ponteio” (Edu Lobo e Capinam), “Alegria, alegria” (Caetano Veloso), “Pra não dizer que não falei de flores” (Geraldo Vandré) e “Fio maravilha” (Jorge Ben Jor), entre vários outros. A pesquisa de repertório levou em conta os principais festivais de música realizados nos anos 1960, exibidos pelas TVs Excelsior, Record, Rio e Globo. Destaque para o Festival da Música Popular Brasileira e Festival Internacional da Canção.

 

Sucesso absoluto junto ao público do Rio de Janeiro com mais de 30 apresentações desde a sua estreia, em 2016, atraindo milhares de pessoas nos mais importantes teatros da cidade, o show “MPB – A Era dos Festivais” emociona ao fazer um diálogo entre gerações, afinal, os artistas presentes no palco são filhos diretos da geração dos anos 1960.

 

Com direção musical do compositor carioca Edu Krieger, o evento traz ao palco Nina Wirtti, considerada uma “revelação fulgurante” e um dos maiores destaques da nova geração da MPB, em músicas que mantêm sua força no imaginário brasileiro, e oferecem uma resposta de paz e diálogo aos tempos atuais. Os arranjos são assinados por Marcelo Caldi, um dos mais reconhecidos da nova geração brasileira.

 

A apresentação revela a atualidade das canções nascidas há cinco décadas e a importância da preservação desse legado, que se tornou referência matriz para toda a produção da MPB desde então.

 

Apesar da diversidade temática das canções, é possível notar um traço comum entre os versos, os quais alude a uma espécie de devir-Brasil, um sentimento tácito de otimismo e luta por um país e uma sociedade mais democrática e igualitária. Em seu nascedouro, a MPB embalou um sonho modernista, de unir o Brasil através de sua cultura, num franco diálogo antropofágico. O caráter político, de protesto e conscientização, também é marca do cancioneiro. Destaca-se ainda a excelência musical dos artistas do espetáculo e o envolvimento afetivo com o universo temático, além das intervenções teatrais, buscando aproximar os vários campos da arte.

 

Conheça: www.facebook.com/mpberadosfestivais
Teaser:
https://tinyurl.com/y7gfqccj
Músicas: https://youtu.be/zy7bLqA1gH0
https://youtu.be/6b9AhEXY3jk
https://youtu.be/kPzLi_6SXGU

 

Ficha Técnica
Edu Krieger – idealização, direção musical, pesquisa, violão e voz
Nina Wirtti – voz
Marcelo Caldi – teclados, acordeom e voz
Percussão – Fabiano Salek
Sopros – PC Castilho
Sonorização – Fernando Capão
Iluminação – Kátia Barreto
Produção – Fernando Gasparini

 

Repertório
1. DISPARADA (Geraldo Vandré e Theo de Barros) / DOMINGO NO PARQUE (Gilberto Gil) / ARRASTÃO (Edu Lobo e Vinícius de Moraes)
2. SABIÁ (Tom Jobim e Chico Buarque)
3. PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE FLORES (Geraldo Vandré) / BR-3 (Antonio Adolfo e Tiberio Gaspar) / SINAL FECHADO (Paulinho da Viola)
4. MARIA, CARNAVAL E CINZAS (Luiz Carlos Paraná) / ANDANÇA (Edmundo Souto, Danilo Caymmi e Paulinho Tapajós)
5. CAROLINA (Chico Buarque)
6. TRAVESSIA (Milton Nascimento e Fernando Brant)
7. LAMA SEM ALMA (Edu Krieger)
8. BETO BOM DE BOLA (Sérgio Ricardo)
9. PONTEIO (Edu Lobo e Capinam)
10. RODA VIVA (Chico Buarque)
11. SAVEIROS (Dori Caymmi e Nelson Motta) / FUGA E ANTIFUGA (Edino Krieger e Vinícius de Moraes) / CANTIGA POR LUCIANA (Paulinho Tapajós e Edmundo Souto)
12. ALEGRIA, ALEGRIA (Caetano Veloso) / PROIBIDO PROIBIR (Caetano Veloso)
13. DOIS MIL E UM (Tom Zé e Rita Lee) / SÃO, SÃO PAULO (Tom Zé)
14. DIVINO MARAVILHOSO (Caetano Veloso e Gilberto Gil) / FIO MARAVILHA (Jorge Ben)

 


Serviço

MPB – A Era dos Festivais

Dia: 07 de novembro (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier

Contato: (21) 2597-3897

Classificação etária: Livre

Ingressos: R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia-entrada)

Lotação da casa: 724 lugares

Meu Caro Amigo Chico Buarque

Devido ao enorme sucesso, o Coletivo Meu Caro Amigo Chico Buarque volta ao Teatro Rival Petrobras, no dia 2 de novembro, às 19h30, para mais uma edição!

O projeto “Meu Caro Amigo – Chico Buarque” é fruto de uma mobilização iniciada nas redes sociais que teve como ponto de partida uma publicação-desabafo da cantora Marianna Leporace. A partir desse movimento, iniciado em novembro de 2016, artistas, produtores e instrumentistas uniram-se com o objetivo de reverenciar Chico Buarque, afirmando sua grandeza e relevância no cenário da música brasileira, sua magnitude e seu papel como agente cultural do país.

Com a coordenação da Zênitha Produções, um time de excelência de produtores levou para o palco um grande elenco de cantores e músicos, que deram vida a mais de vinte obras do autor em agosto de 2017. Nascia, oficialmente, o projeto “Meu Caro Amigo Chico Buarque”, com direção musical de Felipe Radicetti e roteiro de Cecilia Rangel. Em agosto deste ano, a terceira edição do projeto fez o maior sucesso no Teatro Rival Petrobras e, por isso, volta à casa com um roteiro de obras-primas de Chico Buarque.

“De uma provocação, uma indignação, nasceu um projeto. De um monte de comentários e uma enorme troca de ideias criativas, surgiu um show, uma homenagem, uma produção a várias mãos, vozes e instrumentos. Vamos homenagear CHICO BUARQUE, um dos maiores compositores desse país! São muitos no palco e nos bastidores declarando sua admiração, numa união de talentos e forças muito bonita. Um elenco reunido por afinidade com a obra do autor e porque atendeu a um chamado muito sutil e provocador, uma brincadeira de internet que ganhou vida! Aqui estamos nós, Meu Caro Amigo Chico Buarque, um coletivo de artistas para cantar, tocar e falar da obra desse autor imenso”, explica Marianna Leporace.


Vale reafirmar que o objetivo do projeto é homenagear o autor, confirmar a sua importância para o Brasil e apresentar para as novas gerações a grandeza de sua obra.

 

A banda:

Piano – Deborah Levy, Felipe Radicetti e Sheila Zagury

Baixo – Dôdo Ferreira e Rômulo Gomes

Violão – Fabio Nin e João Cantiber

Flauta – Guilherme Hermolin

Bateria – Luisinho Sobral e Otavio Garcia

 

Intérpretes e canções do repertório:

Amanda Bravo – “Cadê você”

Cecília Rangel – “Joana Francesa”

Danny Reis – “Olhos nos olhos”

Eliane Tassis – “Cálice”

Felipe Radicetti e coro – “Deus lhe pague”

Ivan Azevedo – “Meia-noite”

Karla Boechat – “Sabiá”

Kika Tristão – “Uma canção desnaturada”

Lu Oliveira – “Cordão”

Lucas Bueno – “Tua cantiga”

Lúcia Menezes – “A violeira”            

Lúcio Sanfilippo – “Tanto mar”

Maíra Garrido – “Vida”

Márcio Thadeu – “Estação derradeira”

Marianna Leporace & Sheila Zagury – “A história de Lily Braun”

Martha Peixoto – “Trocando em miúdos”

Mauricio Detoni – “Até pensei”

Mauro Aguiar – “Mambembe”

Ninah Jo – “Todo sentimento”

Quarteto do Rio – “Homenagem ao malandro”

Rômulo Gomes – “Cotidiano”

Simone Lial – “Carolina”

Solange Pellegrini – “Palavra de mulher”

Tato Fischer – “Tango de Nancy”

 

Ficha técnica:

 

Idealização – Marianna Leporace

Direção Musical – Felipe Radicetti

Roteiro – Cecilia Rangel

Produção – Zênitha Produções – Sandra De Paoli

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 02 de novembro (sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$70,00 (inteira) R$55,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) R$35,00 (lista amiga). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo

Rapper LIMCE na Casa Santo Amaro

A depressão é um dos principais males do século XXI e um dos maiores desafios da Saúde Pública no Brasil, atingindo quase 6% da população, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os seus efeitos, causas e consequências na mente humana inspiraram o rapper, poeta e escritor carioca O LIMCE a compor seu novo single, PENSAMENTO É BAGAGEM, com participação de Dketo, que chega às principais plataformas digitas (YouTube, Deezer, Spotify, etc) dia 7 de novembro, quinta-feira, a partir das 20h. No mesmo dia, o clipe da música também será lançado e apresentado pelo artista em um show com músicas do EP “Cavalo de Troia”, na Casa Santo Amaro (Rua Santo Amaro, 316, Glória), com entrada gratuita.

O clipe tem Direção de Fotografia de Daniel Gomes Ferreira e foi gravado no Parque Gatineau, no Canadá, durante uma viagem do artista com sua família. O bucólico cenário canadense repleto de brumas e das características folhas amareladas de outono inspiraram O LIMCE a trazer esse universo para a concepção visual da música.

“Estou buscando informações sobre a mente humana e sobre como ela funciona há muitos anos. A gente sabe que a depressão ainda é uma espécie de incógnita, apesar de ser um problema urgente, e a música se propõe a trazer reflexões sobre como isso se desenvolve na nossa mente”, explica O LIMCE, que também fala sobre a inspiração para o título da canção: “Acredito que quando a gente concebe o pensamento ele já vem em duas formas, uma errada e uma certa, então você precisa decidir: qual é o peso que está levando? Ele pode ser bom e ruim, mas de qualquer forma, precisamos ter essa bagagem para poder nos entender”, diz.

Caracterizadas por fortes críticas sociais, as músicas compostas pelo rapper sempre buscam temas que gerem reflexões. Em “Pensamento é Bagagem”, não é diferente. O refrão, por exemplo, usa a voz mecânica do Google, levantando a questão da Tecnologia e o que ela tem a ver com a depressão.

“Existem, hoje, inúmeros problemas relacionados a essa doença causados pelo uso excessivo da tecnologia, especialmente entre os jovens. É preciso discutir esse fato. Também fiz questão de trazer para o clipe estatísticas de fontes como a Organização Mundial da Saúde (OMS). Como por exemplo a de que existem 11 milhões de brasileiros que sofrem com esse problema”, conta o rapper, cria da Baixada Fluminense, e que já sofreu de depressão há alguns anos.

O LIMCE começou a escrever em 1994 quando ainda trabalhava na Construção Civil e se dedicava somente à família. Durante 20 anos, auxiliou projetos sociais nas ruas de Caxias, o de maior destaque, um abrigo para crianças que o rapper construiu por sua própria iniciativa e com suas próprias mãos, a Casa Lar Viva Rio. Suas principais inspirações no rap nacional são: Racionais MC’s, Criolo e Thaide, este último, responsável por despertar seu interesse pela música ainda nos anos 80.

“Depressão e tristeza são coisas diferentes. A gente começa a pensar demais, vem a ansiedade e isso aos poucos vai tomando outras proporções. Não nos analisamos conscientemente, só inconscientemente, projetando no outro. Por isso, é importante, hoje, trazer questões relacionadas à Saúde Mental à tona. O rap tem o poder de trazer palavras para falar dos marginais e dos marginalizados e também para dar luz a problemas graves como esse, que nem sempre queremos enxergar”, conclui.

SOBRE O LIMCE: O rapper, poeta e escritor O LIMCE – nascido e criado na Baixada Fluminense, em Duque de Caxias – traduz para a linguagem urbana do rap as mazelas sociais, as desigualdades, as inequidades e o retrato de um Brasil injusto, visto e vivido a vida inteira pelo artista. Há mais de 20 anos compondo e escrevendo poesias e textos, O LIMCE usa suas canções como verdadeiras ferramentas de articulação para se expressar e contar um pouco de suas histórias e vivências. Suas composições e beats abordam de um jeito visceral o comportamento humano, além de problemas sociais como o racismo, a violência, a pobreza, a discriminação, entre outros, que o rapper viveu de perto em toda sua vida. Em 2018, o artista lançou seu primeiro livro “Cavalo de Troia” (Editora Autografia, 64 páginas), com uma compilação de 50 trechos de poesias. No mesmo ano, lançou também um EP com seis faixas disponíveis no Spotify e nas principais plataformas digitais, todas as músicas com fragmentos incluídos no livro.

SIGA – O LIMCE:

YouTube: bit.ly/OLimceYouTube

Facebook: facebook.com/olimcerapperx/

Instagram: https://www.instagram.com/olimce/

FICHA TÉCNICA:

Letra e beats: O Limce

Vocais: O Limce e Dketo

Masterização: Valdo Silva

Direção de Fotografia e ID Visual: Daniel Gomes Ferreira

Edição: O Limce

Produção Musical: Tiago Vaz e O Limce

Assistente de Produção: Luiz Carlos Inácio Junior

Redes sociais: Mario Camelo e Tainá Porfírio

SERVIÇO:

“Pensamento é Bagagem”

– Lançamento do clipe e single com show do rapper O LIMCE

Data: 7 de novembro de 2019, quinta-feira

Horário: a partir das 19h

Local: Casa Santo Amaro

Endereço: Rua Santo Amaro, 316, Glória.

Grátis. 14 anos.

Capacidade: 120 pessoas

Grupo Galocantô no Parque de Madureira

Neste sábado, feriado de 2 de novembro, a partir da15h, tem edição especial do Projeto Criolice na Arena Fernando Torres, no Parque de Madureira. O evento vai receber o Grupo Galocantô que está estourado em todas as rádios do Brasil com o sucesso “Vara de Família”. Nascido na Lapa, no ano 2000, o grupo já lançou três CDs e um DVD.

No repertório, sucessos como ‘A Caixa’, ‘Pão que Alimenta’, ‘Sempre Acesa’ e ‘Minhas Preces’. Além de sambas clássicos de outros artistas como ‘Alma Boêmia’ (Paulinho Resende e Toninho Geraes), ‘Lama nas Ruas’ (Almir Guineto e Zeca Pagodinho), ‘Se Eu For Falar de Tristeza’ (Beto Gago e Zeca Pagodinho), ‘Fogo de Saudade’ (Adilson Victor e Sombrinha), entre outros. O ingresso está sendo vendido a preço popular. R$10, na bilheteria da Arena Fernando Torres que fica na  Rua Bernardino de Andrade, 200- Madureira. Mais informações com os organizadores do evento: Vander Araújo(21-96491-0091); Dayvison Gomes(21-97006-6964 e Rose Maciel(21-96426-9329. A classificação da festa  é livre.

Considerada pela critica especializada como a maior roda de samba de raiz do Rio de Janeiro , o Projeto Criolice acontece todo terceiro domingo de cada mês com  uma super Roda de Samba com os melhores músicos da cidade, Feira Afro, Feira Gastronômica  e Parquinho com monitores especializados para maior segurança das crianças que vão acompanhadas dos pais para curtirem o evento.

Sobre o Galocantô:

O grupo surgiu no final da década de 1990, quando as rodas de samba eram cada vez mais raras de se encontrar pela cidade, com exceção de alguns focos de resistência no subúrbio. Foi numa Lapa deserta de público e repleta de histórias, que um despretensioso movimento de sambas na rua daria início à revitalização do bairro, e viria a torná-lo, mais uma vez, palco para uma nova geração de sambistas.
Com o comando de Ivan Milanês(In Memorian), baluarte da Velha Guarda do Império Serrano, iniciou-se uma série de encontros semanais que aconteciam na Rua Joaquim Silva, embaixo dos Arcos da Lapa, um dos principais cartões postais da cidade. Em pouco tempo, aquele encontro de toda quinta-feira começou a ganhar prestígio e a ser frequentado por gente importante como Luiz Carlos da Vila, Beth Carvalho, Claudio Camunguelo, Bandeira Brasil, Renatinho Partideiro, Zé Luiz do Império Serrano e Diogo Nogueira – ainda como um ilustre anônimo -, entre outros.

Foi nesse contexto que ocorreu a primeira formação do grupo, àquela ocasião batizada como nome de um clássico do poeta Luiz Carlos da Vila: Além da Razão. Somente em meados do ano 2000, uma referência bastante utilizada na música popular brasileira, especialmente no samba, inspiraria o grupo a encontrar seu batismo definitivo.

Passadas algumas formações e depois de se apresentar nas mais importantes casas de show e redutos de samba do Rio, hoje o Galo cisca pelos terreiros do Brasil afora com canções que marcam sua carreira, frutos de uma discografia de três CDs e um DVD – todos independentes – ao longo desses anos. No repertório dos shows, a mistura de músicas de seu trabalho autoral com clássicos dos mestres que os influenciaram, preserva a tradição do ensinamento oratório no samba.

O grupo hoje é formado por Leo Costinha – surdo e voz, Lula Matos – tantan e voz, Marcelo Correia – violão e voz, Jorge André – percussão e voz, e voz e Leandro Diaz – cavaco e voz.

Pablo Amaral e Edson Côrtes, na memória.

O local do evento:

A Arena Fernando Torres é toda   estruturada, aconchegante, espaçosa, coberta e de fácil acesso para que vem dos quatros cantos da cidade, com farto transporte público na região. A Arena ao lado da entrada do portão 4, do Parque de Madureira próximo ao viaduto de Rocha Miranda.

Os músicos que integram a roda de samba do Projeto Criolice , é de primeira linha: Arifan Júnior,Marquinhos Lima,Alessandro Cardozo,Carlinhos 7 Cordas, Binho Pique Novo, Beloba, Makley Mattos, Maryzelia,Alex Almeida, Bruno Gama e  Dirceu Leite.

Essas feras partem para o resgate de Paulinho da Viola, Nei Lopes, Monarco, Candeia, Aniceto, Luiz Carlos da Vila, Cartola, Guilherme de Brito, Nelson Cavaquinho, entre tantos outros. Sem falar no pout-pourri com canções de domínio público e outras tantas pinçadas dos terreiros de umbanda, candomblé e jongo.

O clima do Projeto Criolice ganhou notoriedade nas edições que foram realizadas entre as ruas K e L do Ponto Chic, em Padre Miguel. O evento é organizado por Rose Maciel, Vander Araújo e Dayvison Gomes com a assessoria de imprensa de Enildo do Rosário (Viola).

Serviço:

Projeto Criolice recebe Galocantô e semifinal do Concurso Vozes do Samba.

Data:sábado 2 novembro de 2019.

Horário: 15h

Ingressos a preço popular: R$ 10,00 Reais.

Local: Arena Fernando Torres – Parque de Madureira

Rua Bernardino de Andrade, 200- Madureira.

Horário: 15h até 22h.

Classificação: Livre.

Não temos reservas de mesas e nem cobramos por elas, as mesas são das pessoas que chegarem cedo e pegarem primeiro.

Lista amiga: https://www.facebook.com/events/501668517080376/

Parquinho grátis

No bar aceitamos cartões

 Informações/whatsApp: (21) 96426-9329 – Rose Maciel

Nossos contatos:

 Site: www.criolice.com.br

Email: criolice@bol.com.br

Telefones: 21 96426932921 964910091

No Facebook:

Fanpage: Projeto Criolice

Grupo: Projeto Criolice

Perfil: Toca do Criolice de Padre Miguel

Canal Youtube: Projeto Criolice

Instagram: projetocrioliceoficial

Twitter: @projetocriolice

Google+: Projeto Criolice

Organização: Rose Maciel/ Vander Araújo/ Dayvison Gomes/ Enildo Rosário (Viola)

Os Trovadores do Miocádio no Manouche

Essa é para quem é apaixonado por literatura e rock’n’roll. Os Trovadores do Miocádio fazem noite dedicada à Patti Smith – antecipando reverências à sua vinda ao Brasil em novembro quando sobe ao palco do Festival Popload –, com o espetáculo “Digressões e Memórias Afetivas de Patti Smithno dia 01 de novembro, sexta, no Clube Manouche. E é também noite de lançamento de dois de seus livros pela Companhia das Letras.

Os Trovadores do Miocárdio é um coletivo formado por poetas, escritores e performers que vem atuando desde 2012 em Viradas Cultuais, apresentações em unidades do Sesc de São Paulo, Festivais de Literatura e faz há mais de 5 anos residência artística mensal na casa de eventos A Balsa, no centro de São Paulo. Nessa jornada de mais de sete anos se apresentando, os Trovadores já prestaram homenagens a poetas que vão além da escrita, como Leonard Cohen, Nick Cave, Paulo Leminski e agora a poeta e escritora norte americana Patti Smith.

Com Carolina Borelli, Adelita Ahmad, Ian Uviedo e Bibiana Graeff e direção artística e roteiro Eduardo Beu, Os Trovadores recebem a participação do escritor e performer Fausto Fawcett, que além de declamar poemas da Patti Smith fará uma narrativa pontuando a fase beatnik punk da escritora, na época que ela morava em Nova Iorque, trazendo devaneios de suas influências xamânicas e de seus escritores e artistas preferidos. Também participará com um texto autoral e declamando prosa poética da Patti Smith a escritora e roteirista carioca Paula Gicovate.  No cruzamento disso tudo, projeções e a voz da Patti Smith declamando poemas de seus poetas preferidos.

E mais. Revisitam as memórias e divagações poéticas em torno de seus livros “Só Garotos“, “Linha M”, e dos novos “Devoção” e “O Ano do Macaco” – que terão lançamento nesta mesma noite pela editora Companhia das Letras, além de vendas de ingressos com desconto para o Festival Popload.

Nessas intersecções veremos homenagens da Patti Smith aos amores de sua vida. Do fotógrafo Robert Mapplethorpe, ao escritor Sam Shepard e ao guitarrista Fred “Sonic” Smith. Além de suas admirações pelo escritor Roberto Bolaño, Jean Genet, Fernando Pessoa e outros ícones das artes que inspiraram sua escrita.

Serão lançadas duas obras inéditas suas no Brasil. O primeiro “O Ano do Macaco”, seu mais recente livro, apresenta ao leitor um relato sobre o ano de 2016. Na ocasião, seu país viu acontecer à ascensão e eleição de Donald Trump. Para além de sua imersão neste tópico, foi neste período em que Patti completou 70 anos de idade, precisou lidar com a perda de amigos próximos e decidiu embarcar em uma longa turnê de 12 meses.

O segundo livro, “Devoção”, já circula lá nos EUA há algum tempo. Nele, a artista discorre por meio de uma reflexão íntima sobre seu processo criativo, partindo em busca de respostas para perguntas como por que escrevemos, de onde vêm as ideias que constituem uma história ou mesmo como funcionam as engrenagens da literatura.

Precursora do punk, a cantora é a autora de “Horses”, um dos discos mais emblemáticos do rock dos anos 70 e que, de acordo com a revista Rolling Stone, é um dos maiores álbuns de todos os tempos. Patti nasceu em 1946 em Chicago, Estados Unidos e, antes de completar 21 anos, mudou-se para Nova York, onde conheceu Robert Mapplethorpe, seu companheiro e amigo de muitos anos. Gravou uma série de discos e publicou livros de poesia como “Babel” (1978) e “Auguries of Innocence” (2005). Em 1973, Patti expôs seus primeiros desenhos. Em 2008, a Fundação Cartier de Paris fez uma grande mostra com fotografias, instalações e desenhos da artista. Dela, a Companhia das Letras já publicou “Só garotos’e “Linha M”.

Serviço

EventoTrovadores do Miocárdio com o espetáculo “Digressões e Memórias Afetivas de Patti Smith” e lançamento de dois da cantora

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 01 de novembro, terça, 21h

Ingressos: R$ 60,00 (inteira), R$ 40,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 30,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos

Estacionamento no local (tarifado)

Rosa Neon e Biltre dividem noite no Galpão Ladeira das Artes

Cosme Velho recebe no feriado de 02/11 (sábado) uma noite misturando música brasileira e indie pop com Rosa Neon e Biltre. O evento no Galpão Ladeira das Artes começa às 18h e os ingressos variam entre R$ 20 e R$ 40.

 

Formada por Luiz Gabriel Lopes, Marcelo Tofani, Mariana Cavanellas e Marina Sena, a Rosa Neon é o retrato mais contemporâneo da música de Minas. Trazendo uma roupagem nova para o pop nacional, o quarteto apresentará as canções do seu álbum homônimo, com o qual estão em turnê nacional.

 

“A gente já é fã do Biltre tem uma cara. Vejo entre nós uma conexão massa, na abordagem da música pop, da estética de produção, das referências… Daí esse encontro no palco vai ser a materialização desse diálogo que já existe, uma alegria imensa”, conta Luiz Gabriel Lopes.

 

Seja incorporando o cancioneiro popular do norte do Brasil em “Piranha” (uma releitura do clássico de Alípio Martins); fazendo uma crônica das frustrações de um músico em “Pissaicou”; criando uma comédia de erros num cenário praieiro em “Bagana”; ou simplesmente traduzindo o romance moderno em “Nosso amor foi um GIF”, a Biltre mescla duas de suas maiores forças: um lado lírico entre o deboche e a sinceridade escancarada, embalado por melodias rasgadas e dançantes.

 

Os músicos apresentarão faixas como as recentes “Vamos gozar” (parceria com Letrux), “Lara” (com Tuyo) e “Aceitar” (gravada com Lenine e Lucas Estrela) e recordam hits da sua discografia. A banda sobe ao palco com Arthur Ferreira, Diogo Furieri, Vicente Coelho e Claudio Serrano.

 

“Esse show é um momento especial para nós, porque o Rosa Neon é o novo chiclete do bom! Temos uma relação muito top com BH, graças a parcerias que fizemos desde o início do rolê. Há um clima parecido de se amar no som dessas bandas Biltre e Rosa. Um ato artístico político do micro, que quer estourar a bolha por dentro dela mesmo, pelo amor, pelo deboche, pela vontade de estar junto e percolar. Querer se amar nos tempos de hoje é uma revolução possível!”, reflete Vicente Coelho, da Biltre.

 

Com produção da MangoLab e OCerco, o evento contará com DJ sets de Dudu Jardim e Bruno Eppinghaus. O Galpão Ladeira das Artes é um verdadeiro centro de ideias, movimentos artísticos e culturais, onde a experimentação e a criatividade são base para todas as atividades. O espaço fica localizado na Rua Conselheiro Lampreia, 225, no Cosme Velho, na Zona Sul do Rio.

 

Serviço

Rosa Neon e Biltre

Data: 02/11/2019 (sábado)

Horário: de 18h a 23h

Local: Galpão Ladeira das Artes

Endereço: Rua Conselheiro Lampreia, 225 – Cosme Velho – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20 (primeiro lote); R$ 30 (segundo lote); R$ 40 (na porta)

Classificação: Livre

 

Sábado, Prelúdio 21 convida Scherzo Trio no CCJF

Neste próximo sábado, dia 26, às 15h, a série de concertos gratuitos promovidos pelo grupo de compositores Prelúdio 21 terá como convidado o Scherzo Trio. Subirão ao palco do Centro Cultural Justiça Federal, na Cinelândia, Erick Soares (flauta), Jessé Máximo Pereira (viola), Ingrid Barancoski (piano), apresentando, no programa, obras dos compositores do grupo carioca. Atualmente, o Prelúdio 21 é formado pelos compositores Alexandre Schubert, Caio Senna, J. Orlando Alves, Marcos Lucas, Neder Nassaro e Pauxy Gentil-Nunes.

Prelúdio 21

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

Serviço:

26 de outubro, sábado  – Prelúdio 21 convida o Scherzo Trio

Horário: 15h

Centro Cultural Justiça Federal – Teatro

Av. Rio Branco, 241 – Centro

Tel. (21) 3261-2550

Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes

Classificação Livre

Programa:

Caio Senna – “Gorot”

piano solo

Pauxy Gentil-Nunes – “Ermo”

flauta e eletrônica – participação Pauxy Gentil-Nunes (eletrônica)

Neder Nassaro – “Tempo Aberto”

viola e eletrônica – participação Neder Nassaro (eletrônica)

Alexandre Schubert – “Prisma”

flauta, viola e piano

J. Orlando Alves – “Intermitências IV”

flauta, viola e piano

Marcos Lucas – “Três Lendas Brasileiras”

flauta, viola e piano

Intérpretes: Scherzo Trio – Erick Soares (flauta), Jessé Máximo Pereira (viola), Ingrid Barancoski (piano)