Quarteto da Guanabara – 50 anos

Um dos mais tradicionais conjuntos de câmera do Brasil, o Quarteto da Guanabara acaba de completar 50 anos de existência. E para celebrar tamanha longevidade, o grupo – atualmente formado por Marcio Malard (violoncelo), Daniel Guedes e Ramon Feitosa (violinos) e Daniel Albuquerque (viola) – subirá ao palco da Sala Cecília Meireles no próximo dia 21 de junho (sexta-feira), às 20h, para um concerto comemorativo. No programa, Haydn, Villa-Lobos e Schubert.

Criado pelo pianista Arnaldo Estrêla e pela violinista Mariuccia Iacovino, o Quarteto da Guanabara teve em sua primeira formação a presença do violoncelista Iberê Gomes Grosso, um ícone do violoncelo brasileiro, e o violista Federiçk Stephany. Com o falecimento de Estrêla, Luiz Medalha se tornou pianista do grupo e Márcio Malard substituiu Iberê Gomes Grosso em 1983. Com o falecimento de sua fundadora Mariuccia Iacovino, Márcio Malard, último remanescente do grupo, decidiu dar continuidade ao trabalho do Quarteto da Guanabara, mantendo sua tradição e importância no cenário musical carioca e brasileiro.

Em sua retomada, o Quarteto assumiu o caráter de quarteto de cordas, e agora sua formação conta com Daniel Guedes e Ramon Feitosa nos violinos, Daniel Albuquerque na viola e o próprio Márcio no violoncelo. O Quarteto tem buscado em seu repertório unir obras de compositores consagrados como Joseph Haydn, Mozart, Beethoven, Dvorák, Barber, assim como os grandes brasileiros como Villa-Lobos, Guerra-Peixe, Radamés Gnattali, Tom Jobim, além da proposta de sempre divulgar a música dos compositores atuais.

Em 2019, o Quarteto da Guanabara pretende comemorar os 50 anos homenageando seus membros fundadores e tocando os grandes compositores que fizeram parte da trajetória deste grupo.

QUARTETO DA GUANABARA:

Daniel Guedes (violino)

Considerado um dos mais importantes músicos brasileiros de sua geração, Daniel Guedes vem atuando como violinista, violista, camerista, professor e regente. Carioca, nascido em 1977, formou-se na Manhattan School of Music, onde estudou com Pinchas Zukerman e Patinka Kopec. Apresenta-se regularmente como solista das principais orquestras brasileiras e em vários países do exterior. Como regente, atuou à frente de orquestras como OSB, OSUSP, Sinfônicas de Campinas, Bahia, da UFRJ, Academia Jovem Concertante, entre outras. Atualmente é Regente Associado da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Gravou CD com sonatas de Beethoven com Ilan Rechtman, “Impressões Brasileiras”, com obras de compositores brasileiros, e com o violonista Mario Ulloa gravou os CDs “Violão e violino” e “Amor em paz”, pela Rob Digital. Vem desenvolvendo, em parceria com a pianista Simone Leitão, a Academia Jovem Concertante, projeto que visa a formação de jovens músicos brasileiros para o mercado profissional, atuando como professor e regente. É professor da Escola de Música da UFRJ, e vem lecionando nos Festivais de Campos do Jordão e Jaraguá do Sul, entre outros.

 

Ramon Feitosa (violino)

Bacharel em violino pela Universidade Federal da Paraíba, iniciou seus estudos aos sete anos no Centro Musical Suzuki sob orientação do professor Ademar Rocha. Participou de vários festivais de música pelo Brasil, tais como Festival Internacional de Música de Campina Grande, Semana da Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Festival de Música de Santa Catarina, Oficina de cordas do MIMO, Festival de Inverno Campos do Jordão e Festival de Música de Barra Mansa. Participou de máster classes com renomados violinistas como Leon Spierer, Bela Horvath, Asi Matathias, Marcelo Guerchfeld, Yerko Tabilo, Elisa Fukuda, entre outros. Já atuou como solista à frente de orquestras como Sinfônica Municipal de João Pessoa, Sinfônica da Universidade Federal da Paraíba e Sinfônica de Barra Mansa. Como camerista, vem tocando ao lado de importantes músicos como Fabio Presgrave, Alexandre Razera, Horacio Schaefer, Heleno Feitosa, John MacGrosso, Daniel Khalikov, entre outros. Desde 2014 atua também como violista. Atualmente é spalla da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa e violinista no Quarteto da Guanabara. Ramon cursa mestrado no Programa de Pós-Graduacão Profissional em Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde é orientado por Daniel Guedes.

Daniel Albuquerque (viola)

Nasceu em 1985 no Rio de Janeiro e iniciou seus estudos de violino aos oito anos de idade. Dois anos depois, ingressou no curso técnico da Escola de Música da UFRJ, onde fez sua estreia pública em recital e como solista da Orquestra Sinfônica da Escola de Música (ORSEM). Participou de diversos festivais de música, onde teve a oportunidade de ter aulas com renomados professores como Marcello Guershfeld, Shmuel Ashkenasi, Miriam Fried, Ori Kam, León Spiler entre outros. Em 2002 foi bolsista do curso de música de câmara da Kinhaven Music School, em Weston, Vermont (EUA). Representou o Brasil em turnê pela América Latina com a Youth Orchestra of the Americas em 2008, e com a Orquestra Bachiana Brasileira em concertos no Vietnâ e em Cingapura em 2009. Também em 2009 obteve o segundo prêmio no Concurso Jovens Intérpretes Francisco Mignone, ganhando também o prêmio de melhor intérprete de Francisco Mignone. Concluiu o bacharelado na UFRJ na classe de Daniel Guedes e recentemente foi aprovado em primeiro lugar em concurso para músico “concertino” da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Márcio Malard (violoncelo)

Atuou por 38 anos como chefe de naipe na Orquestra Sinfônica Brasileira. Conviveu com grandes regentes e artistas, como Charles Dutoit, Eduardo Matta, Kurt Sanderling, Kurt Masur, Antonio Janigro, Pierre Fournier, Leorbard Rose, Janos Starker, Paul Tortelier, Rostropovich, C. Arrau, Arnaldo Estrella, Mariuccia Iacovino e Iberê Gomes Grosso – seu grande mestre.

Márcio Malard desenvolve intensa carreira como camerista e solista de diversas orquestras brasileiras, além de atuações junto a grandes nomes da música brasileira, como Tom Jobim, Maria Bethânia, Wagner Tiso, entre muitos outros. Também como violoncelista convidado da Orquestra Filarmônica Mundial durante turnê no Japão, sob a regência do Maestro Sinoppoli. Foi fundador do Rio Cello Ensemble e da Orquestra de Câmera do Brasil, com o Maestro e compositor José Siqueira. Como professor, lecionou nos festivais de Curitiba, Ouro Preto, Brasília, Teresópolis, entre outros.

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PROGRAMA:
Joseph Haydn – Quarteto op.76 nº3 “Quarteto Imperador”

Allegro
Poco Adagio, Cantabile

Menuetto: Allegro

Finale: Presto

Heitor Villa-Lobos – Quarteto de cordas nº1

Cantilena
Brincadeira
Canto lírico

Canzonetta
Melancolia
Saltando como um saci

 

Intervalo –

 

Franz Schubert – Quarteto de cordas n.14 D810 “A morte e a donzela”

Allegro
Andante con moto

Scherzo
Presto

SERVIÇO:

Quarteto da Guanabara – 50 anos

Dia 21 de junho de 2019, às 20h

Local: Sala Cecília Meireles

Endereço: Largo da Lapa, 47 – Centro

Ingressos: R$ 40,00 (R$20,00 meia)

Ingressos à venda na bilheteria da Sala e no site Ingresso Rápido

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OSB no Teatro Riachuelo

Sete concertos compõem a série que a Orquestra Sinfônica Brasileira levará ao palco do Teatro Riachuelo até o fim do ano e o primeiro deles acontecerá dia 18 de junho (terça-feira), às 20h. Na ocasião, a OSB apresentará um programa composto por valsas de Johann Strauss II e Piotr Ilyich Tchaikovsky, sob a batuta do maestro Roberto Tibiriçá. A OSB conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura e tem a NTS como mantenedora, Vale, Brookfield e Eneva como patrocinadoras e Eletrobras como copatrocinadora.

A obra e Johann Strauss II, considerado o “rei da valsa vienense”, estará representada por quatro peças: A abertura da opereta “O Morcego”, “Valsa do Imperador”, “Contos dos Bosques de Viena” – uma das valsas mais celebradas do século XIX, e “Vozes da Primavera”. O programa segue com mais quatro valsas, dessa vez de Tchaikovsky: Valsa das Flores (do balé “O Quebra Nozes”), “Eugene Onegin”, da ópera homônima e “Lago dos Cisnes” e “A Bela Adormecida”, dos balés idem.

De acordo com o maestro Roberto Tibiriçá, o programa de estreia da série tem o objetivo de criar uma conexão com o público. “Serão quatro valsas de estilos diferentes. Strauss com suas valsas de salão e Tchaikovsky com suas valsas de balé. Tenho certeza de que o público sairá do espetáculo cantarolando” – brinca o regente. Tibiriçá foi Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica Brasileira em meados da década de 90. A longa relação é classificada por ele como “umbilical”. “Eu devo a minha carreira à Orquestra Sinfônica Brasileira” – revela.

SOBRE A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA:

 

Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 78 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia.

Nas últimas sete décadas, a OSB revelou nomes como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Meneses, e esteve à frente, maestros e compositores brasileiros como Heitor Villa-Lobos, Eleazar de Carvalho, Claudio Santoro, Francisco Mignone e Camargo Guarnieri. Também faz parte de sua história a colaboração de alguns dos maiores artistas do cenário internacional como Leonard Bernstein, Arthur Rubinstein, Mstislav Rostropovich, Igor Stravinsky, Claudio Arrau, Zubin Mehta, Lorin Maazel e Kurt Masur, entre muitos outros.

Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura. Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem a NTS – Nova Transportadora do Sudeste como mantenedora e a Vale, Brookfield e Eneva como patrocinadoras e Eletrobras como copatrocinadora, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.

SOBRE O MAESTRO ROBERTO TIBIRIÇÁ:

Nascido em São Paulo, Roberto Tibiriçá recebeu orientações de Guiomar Novaes, Magda Tagliaferro, Dinorah de Carvalho, Nelson Freire e Gilberto Tinetti. Foi discípulo do maestro Eleazar de Carvalho, com quem teve a oportunidade de trabalhar durante 18 anos, depois de ter vencido o Concurso para Jovens Regentes da OSESP em duas edições seguidas.

Ocupou o cargo de Regente Assistente no Teatro Nacional de São Carlos (Lisboa/Portugal) e em 1994 tornou-se Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica Brasileira. Entre 2000 e 2004, foi Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Petrobras Sinfônica e, entre 2005 e 2011, Diretor Artístico da Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli (SP). Em 2010 assumiu como Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais onde permaneceu até 2013. Foi também Regente Titular e Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica de Campinas (SP), da Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo (SP) e da Orquestra Sinfônica do SODRE, Montevidéu (Uruguai).

No Rio de Janeiro foi eleito pela crítica como o Músico do Ano de 1995 e recebeu neste Estado o Prêmio “Estácio de Sá”, por seu trabalho com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Participou do Festival Martha Argerich, em Buenos Aires, por duas vezes, a convite da própria artista, em 2001 e 2004. Já há alguns anos é convidado para o Festival Villa-Lobos, Venezuela, regendo concertos com a Orquestra Simón Bolívar.

Recebeu em 2010 e 2011 o XIII e XIV Prêmio Carlos Gomes como Melhor Regente Sinfônico (por seu trabalho com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e a Sinfônica Heliópolis, do Instituto Baccarelli). Recebeu ainda em 2011 a Ordem do Ipiranga (a mais alta honraria do Estado de São Paulo), a Grande Medalha Presidente Juscelino Kubitschek (outorgada pelo Governo de Minas Gerais) e o Prêmio APCA (Associação dos Críticos Musicais de São Paulo) como Melhor Regente (por seu trabalho com a Sinfônica Heliópolis e com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais). Ocupa a Cadeira Nº 5 da Academia Brasileira de Música e em 11 de maio de 2018 tomou posse como Membro Honorário da Academia Nacional de Música, RJ.

PROGRAMA:

Johann Strauss II – 4 valsas

Abertura da opereta “O Morcego”

Valsa do Imperador

Contos dos Bosques de Viena

Voices of Spring Waltz, Op. 410

Piotr Ilyich Tchaikovsky – 4 valsas

Valsa das Flores (do balé “O Quebra Nozes”)

Eugene Onegin (da ópera “Eugene Onegin”)

Lago dos Cisnes (do balé “O Lago dos Cisnes”)

A Bela Adormecida (do balé “A Bela Adormecida”)

SERVIÇO:

Orquestra Sinfônica Brasileira (Série Teatro Riachuelo)

Roberto Tibiriçá, regência

Dia 18 de junho de 2019 (terça-feira), às 20h

Local: Teatro Riachuelo

Endereço: Rua do Passeio, 38/40 – Centro – Rio de Janeiro

Ingressos:

Plateia VIP: R$ 70,00 (R$ 35,00 meia)

Plateia e Balcão Nobre: R$ 60,00 (R$ 30,00 meia)

Balcão Superior: R$ 40,00 (R$ 20,00 meia)

(à venda na bilheteria do Teatro Riachuelo e no site Ingresso Rápido)

Lotação: 999 lugares

Orquestra Petrobras Sinfônica no Vivo Rio

O disco de maior sucesso na trajetória da banda norte-americana Metallica, “Black Album”, lançado em 1991, será a próxima aposta da Orquestra Petrobras Sinfônica para o projeto Álbuns, que vem lotando concertos em casas de espetáculo no Rio de Janeiro e em São Paulo. Com regência de Felipe Prazeres e arranjos inéditos de Ricardo Candido, as apresentações acontecerão no Vivo Rio (RJ) dias 19 e 20 de junho. As vendas abrem amanhã (dia 6 de fevereiro), através do site Eventim.

“Neste quarto ano da Série Álbuns, depois de homenagearmos discos das décadas de 70 (Dark Side), 80 (Thriller) e 2000 (Ventura), escolhemos os anos 90. O Black Album foi então uma escolha rápida, pois o Metallica já realizou um lindo projeto com a San Francisco Symphony Orchestra e sempre demonstrou um flerte grande com a música clássica, algo, na verdade, bem comum no metal. Assim abrimos nosso peito para este novo desafio, que com certeza promete ser inesquecível!”, comenta Mateus Simões, Diretor Executivo da Orquestra Petrobras Sinfônica.

Quinto álbum de estúdio da banda, “Black Album” vendeu mais de 40 milhões de cópias ao redor do mundo, e imortalizou faixas como “The Urforgiven”, “Enter Sandman” e “Nothing Else Matters”. O disco será interpretado na íntegra por um conjunto de 50 músicos.

Essa será a quinta edição da série Álbuns, que foi lançada pela OPES em 2016 e já homenageou os discos “Dark Side of The Monn”, do Pink Floyd, “Thriller”, de Michael Jackson, e “Ventura”, do Los Hermanos. Ao todo as apresentações, que integram um grande conjunto de iniciativas da Petrobras Sinfônica para popularizar a música clássica e renovar o público do gênero, já reuniram mais de 38 mil pessoas.

A Temporada 2019 da orquestra se divide em três mundos: Clássico, Pop e Urbano. As séries Djanira, Portinari, Armando Prazeres e Na Sala, além do Festival de Câmara, compõem a programação clássica, enquanto projetos como Em Família, que apresenta versões de clássicos infantis, “Álbuns” e “Convidados” fazem parte das ações que buscam reforçar o perfil agregador, democrático e desbravador do grupo de 80 músicos.

Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica

Aos 47 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra é formada por mais de 80 instrumentistas e tem como diretor artístico e regente titular o maestro Isaac Karabtchevsky, nome mais respeitado no Brasil e consagrado internacionalmente.

 

Modelo de gestão: A Associação Orquestra Pró Música do Rio de Janeiro, entidade que administra o conjunto, apresenta uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos.

 

Sobre a PETROBRAS: A Petrobras completa 32 anos de patrocínio da Orquestra Petrobras Sinfônica em 2018. Através do Petrobras Cultural, a companhia busca contribuir para o fortalecimento das oportunidades de criação, produção, difusão e fruição da cultura brasileira, para a ampliação do acesso dos cidadãos aos bens culturais e formação de novas plateias. A parceria é essencial para manter a Orquestra Petrobras Sinfônica entre os principais conjuntos da América Latina, sempre desenvolvendo um importante trabalho de democratização da música clássica e de renovação do público do gênero.

 

Programação

 

Felipe Prazeres, regente

 

“Enter Sandman”

“Sad but True” 

“Holier Than Thou” 

“The Unforgiven” 

“Wherever I May Roam” 

“Don’t Tread on Me” 

“Through the Never” 

“Nothing Else Matters” 

“Of Wolf and Man” 

“The God That Failed” 

“My Friend of Misery” 

“The Struggle Within” 

 

Serviço

 

Data: 19 e 20/06/2019

Horário:  21 horas

Local: Vivo Rio – Avenida Infante Dom Henrique 85 – Flamengo, Rio de Janeiro / RJ

Telefones: (21) 2272-2901 

Ingressos: eventim.com.br

Valores:

Camarote A 280,00 / 140,00

Camarote B 200,00 / 100,00

Balcão 140,00 / 70,00

Frisa 170,00 / 85,00

Setor VIP 280,00 / 140,00

Setor 1 200,00 / 100,00

Setor 2 170,00 / 85.00

Setor 3 140,00 / 70,00

Setor 4 90,00 / 45,00

Classificação: livre

Alcione no aniversário do Imperator

Reinaugurado há exatos sete anos, o Imperator – Centro Cultural João Nogueira, o maior centro de artes da Zona Norte e um dos principais equipamentos culturais da cidade, já realizou, desde a sua reabertura, mais de 3,5 mil espetáculos e recebeu mais 5,7 milhões de pessoas. Para celebrar a marca, a casa realiza no próximo dia 15 de junho, sábado, um dia inteiro de programação gratuita no terraço, com direito a feira gastronômica, brincadeiras e jogos para crianças e adultos, além de muita música.

Na semana do aniversário, o Imperator também recebe, no teatro, shows da cantora Alcione. Em seu novo espetáculo, “Eu sou a Marrom: Acústico”, a artista canta os maiores hits da carreira, acompanhada apenas de teclado, baixo, percussão e bateria. As apresentações acontecem nos dias 12, 13, 14, 15 e 16 de junho, de quarta a domingo. Ao longo do mês, a casa ainda conta com shows de Toquinho, Elymar Santos, Jay Vaquer, Márcio Greyck, e o o Hallyu Rio, evento de cultura coreana.

 

“A programação do Imperator é sempre pensada de forma que toda a família possa frequentar e curtir o centro cultural. A receptividade do público é enorme e cuida da casa como se fosse sua. Fico feliz em chegar ao aniversário de sete anos de reabertura com a casa cheia”, comenta Aniela Jordan, gestora do Imperator através da Produzir Promoções Artísticas. A casa pertence à Prefeitura do Rio através da Secretaria Municipal de Cultura, desde 2012.

PROGRAMAÇÃO GRATUITA

 

No dia 15 de junho, sábado, a festa tomará conta do terraço do centro cultural, com diversas atividades gratuitas. Das 13h às 20h, os visitantes poderão provar as delícias da Veg Borá, feira gastronômica vegana de pequenos produtores, com pratos vendidos até R$20, fazer registros do momento na Foto-cabine, brincar na Piscina de bolinhas e no Pula-pula; participar de rodadas de jogos de tabuleiro com o Clube BG, e cantar com a banda de karaokê “Quase Ídolos”.

SERVIÇO – PROGRAMAÇÃO GRATUITA DE ANIVERSÁRIO – 7 ANOS IMPERATOR

Data: 15 de junho

Horário: 13h às 20h

Local do evento: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Terraço)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Classificação: Livre

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

Gratuito. Sujeito a lotação.

Programação:

13h às 18h

Veg Borá

Foto-cabine

Piscina de bolinhas e pula-pula

13h às 20h

Joga com o Clube BG

16h às 18h

Banda karaokê – “Quase Ídolos”

 

SERVIÇO – SHOWS ALCIONE

Datas: 12, 13, 14, 15 e 16 de junho

Abertura: Gabby Moura

Horário: Quarta, quinta-feira e sábado, às 21h. Sexta-feira, às 18h. Domingo, às 19h | Abertura da casa: 1h antes do evento

Local do evento: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Teatro)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Valor do Ingresso: Plateia inferior e balcão: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia)

Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural, Terça e Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br

Classificação: Livre

Duração do espetáculo: 90 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

SOBRE O IMPERATOR

Localizado no bairro do Méier, na Rua Dias de Cruz, a casa que viveu um passado de glória nos anos 60 se transformou um em grande centro cultural que mudou a cara da Zona Norte e levou novos investimentos para a região. Além de um moderno teatro (com 751 lugares sentados ou 1060 pessoas de pé), a instituição conta com um bistrô, três salas de cinema, uma sala de exposição, duas salas multiuso e um terraço com um grande espaço de convivência, que conta também com um parquinho para crianças.

A programação fixa do espaço tem atrações como o Jazz Pras Sete, em uma terça por mês; Quartas Brasileiras, com um grande nome da música nacional; e o Encontro das Roda de Samba do Imperator que acontece a cada dois meses. Outro destaque, que vem lotando o Imperator há 5 anos ininterruptos, é o projeto “Eternas Canções”, voltado para a terceira-idade, onde o cantor Márcio Gomes apresenta sucessos da Era do Rádio.

A casa também realiza atividades gratuitas como Troca-troca de livros e Contação de histórias, que atraem dezenas de famílias ao centro cultural todos os domingos; aulas de Tai Chi Chuan, Mat Pilates e Dança, com a Balleto Escola de Dança, e curso de mestre-sala e porta-bandeira, com os instrutores Viviane Martins (ex-porta bandeira) e o mestre Carlinhos Brilhante. Além do Clubinho do Samba, projeto que existe desde 2013 e consiste em aulas gratuitas de violão, cavaquinho e percussão para crianças e adolescentes da rede pública de ensino.

O local já recebeu shows memoráveis, como Stevie Wonder e Gilberto Gil, Ron Carter, Nouvelle Vague, Toquinho e Erasmo Carlos. Já no teatro, espetáculos para adultos e infantis movimentaram o Imperator, recebendo em seu palco grandes nomes da dramaturgia, como Fernanda Montenegro, Gloria Menezes, Marco Nanini, Fernanda Torres, Diogo Vilela, Lázaro Ramos, Taís Araújo, entre outros.

Orquestra Sinfônica de Barra Mansa e Mario Ulloa na Sala Cecília Meireles

No próximo dia 13 de junho (quinta-feira, às 20h) a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa estará de volta ao palco da Sala Cecília Meireles. Sob a batuta do maestro Daniel Guedes, o grupo executará a abertura da ópera “Guilherme Tell”, de Gioachino Rossini; o “Concerto de Aranjuez” para violão e orquestra, de Joaquín Rodrigo – tendo Mario Ulloa como solista convidado; além da Sinfonia nº 6 “Patética”, de Tchaikovsky.

Sobre a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa

A trajetória da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa começa em 2005, como um desafio para o Projeto Música nas Escolas, que havia sido criado há apenas dois anos, mas já exibia profissionais com qualidade técnica. Em um concerto no Rotary Club de Barra Mansa, a então recém-criada orquestra fez sua estreia, sob a regência de seu diretor artístico Vantoil de Souza.

 

Desde então, realiza anualmente sua temporada oficial, recebendo importantes solistas e maestros nacionais e internacionais. Daniel Austrich e Tim Fain, os violoncelistas Mark Kosower, Armen Ksajikian, Fabio Presgrave, Tina Guo, os pianistas Barry Douglas, Gerald Robbins, Luiz de Moura Castro, Maria Clodes Jaguaribe e Jean-Louis Steuerman, cantores líricos como Eliane Coelho e Fernando Portari, os regentes internacionais Günther Neuhold, Alastair Willis, Mikhail Agrest e  Apo Hsu são alguns deles. Para a temporada de 2019 estão confirmados nomes como Shmuel Askhenasi e Pinchas Zukerman.

 

A Orquestra tem se apresentado frequentemente nos mais importantes palcos nacionais como Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Sala Cecília Meireles, Teatro Artur Rubinstein da Hebraica paulista, Sala São Paulo, Theatro Municipal de São Paulo, Teatro Alfa, Teatro Bradesco, Teatro de Santa Isabel, Palácio das Artes de Belo Horizonte.

Sobre Daniel Guedes (regente)

Considerado um dos mais importantes músicos brasileiros de sua geração, Daniel Guedes vem atuando como violinista, violista, camerista, professor e regente. Carioca, nascido em 1977, formou-se na Manhattan School of Music, onde estudou com Pinchas Zukerman e Patinka Kopec. Apresenta-se regularmente como solista das principais orquestras brasileiras e em vários países do exterior. Como regente, atuou à frente de orquestras como OSB, OSUSP, Sinfônicas de Campinas, Bahia, da UFRJ, Academia Jovem Concertante, entre outras. Atualmente é Regente Associado da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa e Diretor Artístico do Festival Internacional de Música de Barra Mansa, que chega a sua terceira edição em 2019. Gravou CD com sonatas de Beethoven com Ilan Rechtman, “Impressões Brasileiras”, com obras de compositores brasileiros, e com o violonista Mario Ulloa gravou os CDs “Violão e violino” e “Amor em paz”, pela Rob Digital. Vem desenvolvendo, em parceria com a pianista Simone Leitão, a Academia Jovem Concertante, projeto que visa a formação de jovens músicos brasileiros para o mercado profissional, atuando como professor e regente. É professor da Escola de Música da UFRJ, e vem lecionando nos Festivais de Campos do Jordão e Jaraguá do Sul, entre outros.

Sobre Mario Ulloa (violão)

Natural da Costa Rica, Mario Ulloa se iniciou ao violão aos quatro anos de idade em uma família de tradição musical. Estudou durante seis anos no Conservatorio de Castella. Posteriormente, ingressou na Escuela de Artes Musicales de la Universidad de Costa Rica, em San José, formando-se em 1985, sob a tutoria do professor Luis Zumbado. Continuou seus estudos musicais na Musikhochschule Köln, Alemanha, obtendo em 1990, sob a tutoria do maestro Eliot Fisk o mais alto diploma dessa instituição: Konzertexamen (Diploma de Concertista). Nessa mesma Escola realizou estudos de música barroca com o Professor Konrad Junghännel. Ainda com Fisk, realizou também estudos no Mozarteum, Salzburgo, Áustria. Durante quatro anos, cursou o programa de pós-graduação na Escola de Música da Universidade Federal da Bahia obtendo, em 2001, seu Diploma de Doutor em Música. Tem se apresentado em países como Inglaterra, Alemanha, Áustria, Holanda, Noruega, França, Bélgica, Canadá, Estados Unidos (Nova York e outras cidades), México, Panamá, Costa Rica, Honduras, Equador, Bolívia, Argentina, Paraguai, e nas principais capitais brasileiras. Desde 1993 é professor da Escola de Música da UFBa nos cursos de graduação e pós-graduação.

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PROGRAMA:

Gioachino Rossini – Abertura da Ópera “Guilherme Tell”

Joaquín Rodrigo – “Concierto de Aranjuez” para violão e orquestra (Solista: Mario Ulloa)

Piotr Ilitch Tchaikovsky – Sinfonia nº6 “Pathétique”

SERVIÇO:

Orquestra Sinfônica de Barra Mansa

Daniel Guedes, regente

Mario Ulloa, violão

Dia 13 de junho de 2019, às 20h

Local: Sala Cecília Meireles

Endereço: Largo da Lapa, 47 – Centro

Ingressos: R$ 40,00 (R$20,00 meia)

Ingressos à venda na bilheteria da Sala e no site Ingresso Rápido

Taco de Golfe e SLVDR na Audio Rebel

A Audio Rebel dedica mais uma noite ao melhor do novo rock instrumental brasileiro com a apresentação de dois novos expoentes do gênero. Em 11/06 (terça-feira), a casa em Botafogo recebe os shows de Taco de Golfe, direto de Sergipe, e da carioca SLVDR, mostrando seus elogiados trabalhos autorais guiados pela mescla de ritmos e gêneros. O evento tem início às 19h, com ingressos a R$ 15.

 

Taco de Golfe é um trio de rock instrumental de Aracaju formado por Gabriel Galvão (guitarra), Filipe Williams (baixo) e Alexandre Damasceno (bateria). O grupo une uma gama de referências e passeia por um espectro que tem o rock e o jazz como duas extremidades. Suas influências vão de toe, CHON e Don Caballero até Kamasi Washington, Jaco Pastorius e Omar Rodríguez-López.

 

Já tendo dividido palco com nomes como The Baggios, Mahmed, Kalouv, BAGUM e Letieres Leite, em shows em Aracaju, Salvador e Recife, a Taco de Golfe traz na discografia os EPs “Cato” e “Erro e volto” e o álbum “Folge”.

 

O quarteto instrumental SLVDR mostra sua sonoridade inspirada por ritmos brasileiros e de vários outros lugares do mundo – com um pé no math rock, outro no alternativo, transitando entre o post rock e o experimental. A banda é formada por Hugo Noguchi, Bruno Flores, Pedro Simião e Gabriel Barbosa.

 

O palco desse evento é a casa de todas as tribos em Botafogo, que abriga ainda estúdios de ensaio e gravação, uma loja de discos e oficina de luthieria. A Rebel fica na Rua Visconde de Silva, 55.

 

Serviço

Taco de Golfe e SLVDR

Data: 11/06/2019 (terça-feira)

Horário: 19h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 15

Compra online: https://www.eventbrite.com.br/e/slvdr-e-taco-de-golfe-se-na-audio-rebel-tickets-63079922747

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

Santoro 100 anos: prelúdios e canções de amor

Um dos mais inquietos e versáteis músicos brasileiros, Claudio Santoro, que foi compositor, regente, professor, pesquisador e violinista terá seus 100 anos de nascimento comemorados pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal em concerto no dia 16 de junho, domingo, às 17h. O programa contará com obras orquestrais e as transcrições de Marcelo de Jesus, maestro que irá reger o espetáculo, para o ciclo de canções escritas por Santoro. Serão tocadas as obras “Ponteio”, “Canto de Amor e Paz”, “Mini Concerto Grosso”, “Prelúdios” e “Canções de Amor”.

Marcelo de Jesus é um dos regentes brasileiros mais atuantes no país, graduado em piano, composição e regência pela UNESP.

O soprano Flavia Fernandes, reconhecida pela beleza e refinamento de seu timbre, interpretará as “Canções de Amor”. Flavia iniciou seus estudos musicais aos seis anos de idade, graduou-se pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e  participou de óperas e concertos nas principais salas do Brasil.

Mais sobre Claudio Santoro

Manauara de nascimento, do dia 23 de novembro de 1919, Claudio Franco de Sá Santoro estudou violino em sua cidade natal e aos 13 anos transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde formou-se em 1937 no Conservatório de Música do Distrito Federal (Rio de Janeiro) e, um ano depois, já era professor assistente da instituição. Em 1940 é introduzido ao dodecafonismo por Hans Joachin Koellreuter, flautista e compositor alemão que, com a ascensão do nazismo, havia se refugiado no Brasil. Em 1941, propôs uma estética musical nacionalista baseada no estudo e na “dissecação” do folclore. Nas décadas de 1960 e 1970, experimentou intensamente com música aleatória, eletrônica e eletroacústica

Em 1951, escreveu sua primeira trilha sonora cinematográfica, para o filme “O Saci”, de Rodolfo Nanni. Foi fundador e maestro titular das Orquestras de Câmara da Rádio MEC e da Universidade de Brasília, das Orquestras Sinfônicas da Rádio Club do Brasil e do Teatro Nacional de Brasília.

Compôs mais de 600 obras e recebeu inúmeros títulos e prêmios nacionais e internacionais. Claudio Santoro faleceu em Brasília a 27 de março de 1989, regendo um ensaio da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional.

‘qwSua influência se estende por várias gerações, não só pelo seu legado artístico, como também pela sua atuação educacional.

Programa

Ponteio (1953)

Canto de Amor e Paz (1950)

Mini Concerto Grosso (1981) – dedicado aos filhos Gisele, Alessandro e Raffaello

1 – Allegro moderato

2 – Andante (lento)

3 – Allegro (finale)

Prelúdios e Canções de Amor

Prelúdio N°1 (1957)

Ouve o silêncio (1958)

Prelúdio N°2 (1957)

Em algum lugar (1957/58)

Prelúdios N°3 e 4 (1958)

Jardim noturno (1957)

Prelúdios N°5 e 6

Alma perdida (1958/59)

Prelúdios N°5 e 6 (1958)

Luar do meu bem (1958)

Prelúdios N° 7 (1959) e 8 (1960)

Acalanto da rosa (1958)

Prelúdios N°9 (1960) e 10 (1963)

Balada da flor da terra (1958/60)

Prelúdio N°11 (1963)

Amor que partiu (1957)

Prelúdio N°12 (1963)

Amor em lágrimas (1957)

Concerto em homenagem aos 100 anos de nascimento de Claudio Santoro

16 de Junho,  domingo,  às 17h

 

Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Flavia Fernandes, soprano

Direção musical e regência: Marcelo de Jesus

Preços dos ingressos:

Todos os lugares a R$10 (dez reais)

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro

Lotação – 2.226 lugares

Duração total – 1h

Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com

 

O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro

Realização: Theatro Municipal

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