Evinha no Teatro Rival

A cantora Evinha está de volta ao Brasil!

E volta com novidades …

Dessa vez, traz na bagagem, um novo projeto musical onde homenageia o cantor compositor Guilherme Arantes.

Clássicos do músico paulistano são revisitados pela mais emblemática voz do Trio Esperança, a eterna intérprete de ‘Cantiga Por Luciana’ no álbum “Evinha Canta Guilherme Arantes” em parceria com o pianista e diretor musical francês Gérard Gambus, comemorando seus 50 anos de carreira solo.

A ideia de interpretar obras de Guilherme Arantes aconteceu durante uma troca de figurinhas musicais, em meados dos anos 80, quando o músico presenteou Evinha com uma canção inédita, ‘Sou O Que Ele Quer’.  A partir desse momento, a cantora soube que mais cedo ou mais tarde lançaria um álbum homenageando o compositor, que considera excepcional. Afirma que suas melodias e harmonias são ditas com inteligência, simplicidade e delicadeza. São sentimentos transformados em palavras que colam perfeitamente nas melodias do artista, sem filtro.

O disco em clima intimista foi gravado no primeiro semestre deste ano, em Paris, onde Evinha reside a muitos anos e resgata o mesmo formato de trabalhos lançados anteriormente pela cantora, trazendo a influência do repertório de clássicos do Guilherme Arantes em sua vida.

O álbum destaca alguns sucessos do hitmaker como ‘Brincar de Viver’ (Guilherme Arantes e Jon Lucien, 1983),  ‘Amanhã’ (1977), que foi tema da novela Dancin Days, a canção ‘Cuide-Se Bem’ (1976), outro tema de novela, agora em ‘Duas Vidas’, o sucesso ‘Deixa Chover’ (1981), faixa que entrou na trilha sonora de ‘Baila Comigo’, ‘Êxtase’ (1979), ‘Pedacinhos’ (1983) e ‘Um Dia, Um Adeus’ (1987) que foi tema da novela ‘Mandala’.

As surpresas do repertório são três músicas menos conhecidas – ‘A Cidade e a Neblina’, ‘Águas Passadas’ e ‘Antes da Chuva Chegar” – do primeiro álbum solo do compositor, Guilherme Arantes (1976), lançado há 43 anos.

 

Sobre Evinha

Nascida com o nome de Eva Corrêa José Maria, a cantora atualmente chama-se Eva Gambus, mas é conhecida mundialmente como Evinha. Nasceu cantando e aos oito anos formou com seus irmãos Mário e Regina o lendário Trio Esperança, ícone da Jovem Guarda que lançou sucessos como ‘Festa do Bolinha’, ‘Filme Triste’, ‘O Passo do Elefantinho’ e tantos outros. Em 1969 iniciou sua carreira solo ganhando o 4º Festival Internacional da Canção com a música ‘Cantiga por Luciana’. A seguir lançou sucessos ‘Casaco Marrom’, ‘Teletema’, ‘Pigmaleão 70’ e ‘Que Bandeira’ entre outros. Em 1978 casou-se com o pianista francês Gerard Gambus, maestro da famosa orquestra de Paul Mauriat, e desde então reside na França.  Hoje em dia percorre o mundo junto às suas irmãs Regina e Mariza com grupo vocal Trio Esperança, na sua terceira formação.

Serviço:

Show de lançamento do CD Evinha Canta Guilherme Arantes

ao piano Gerard Gambus

Produção, Assessoria de imprensa e marketing: João Luiz Azevedo

 

Local: Teatro Rival BR

Dia: 16 de novembro, às 19h30

Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia

Valor: R$ 70 (inteira) R$ 35 (meia)

Classificação: Livre

Duração: 80 minutos

Lotação: 350 lugares

Bilheteria: Telefone:

Horários de funcionamento da bilheteria: terça à domingo: das 15h até o início do espetáculo. Nos dias que não houver show a bilheteria funciona até as 19h. Vendas pela internet: www.eventim.com
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Projeto Quartas Brasileiras apresenta: Danilo Caymmi

A atração do dia 13 de novembro no Centro Cultural João Nogueira, o Imperator  é o cantor e compositor Danilo Caymmi que homenageia o pai no show “Viva Caymmi”, marcando os 105 anos do mestre baiano. Num formato dramático-musical, o espetáculo costura as belas e inesquecíveis canções de Dorival Caymmi, com histórias da sua vida e carreira. Mais que do que apresentar as músicas, é apresentar a personalidade única desse brasileiro, ícone da cultura do país: “um gênio da raça”, como dizia Tom Jobim.

O espetáculo transcende as barreiras de um show e usa as ferramentas do teatro em sua narrativa, levando o público para um passeio num cenário único, com muitas informações sobre o Brasil, a Bahia e música. Muita música.

 

105 ANOS DE DORIVAL CAYMMI

 

Este ano completam 105 anos do nascimento de Dorival Caymmi, um dos mais importantes compositores e cantores brasileiros. Para homenageá-lo, seu filho Danilo Caymmi, em parceria com o diretor musical Flávio Mendes e o ator Nilson Raman, apresenta o espetáculo dramático-musical “Viva Caymmi”, uma celebração à vida e à música do cantor e compositor baiano.

 

As pessoas conhecem as músicas de Caymmi, pois são muitos e muitos sucessos, influenciando e sendo referência para várias gerações de artistas. Mas conhecem pouco suas histórias, como as coisas aconteceram – como foi começar em Salvador, como foi chegar ao Rio de Janeiro, as amizades e parcerias que criou durante sua vida. Quem foi o marido, o pai, o amigo, o músico, o artista multifacetado, sua forma única de olhar a vida e as pessoas, sua permanente fonte de inspiração.

O espetáculo tem sua base estruturada no storytelling, palavra em inglês que está relacionada com uma narrativa e significa a capacidade de contar uma história, especialidade do ator Nilson Raman, que, nos últimos vinte anos, foi idealizador e mestre de cerimônias dos espetáculos da atriz Bibi Ferreira, já tendo contado as histórias de Piaf, Amália, Gardel e Sinatra, ao lado da grande diva.

A pesquisa de texto e a direção musical são do músico Flávio Mendes, parceiro de muitos anos tanto de Danilo como de Nilson. Com Danilo, são mais de 11 anos como arranjador e músico; e com Nilson Raman, foi o maestro e diretor musical nos últimos 14 anos dos espetáculos de Bibi Ferreira.

O espetáculo teve sua pré-estreia no dia 21 de julho, dentro da programação do Conservatório Pernambucano de Música, no tradicional Festival de Inverno de Garanhuns, em sua 28ª edição. Desde então, está em turnê nacional até o mês de setembro de 2019, quando terá sido apresentado em todas as capitais brasileiras.

 

DANILO CAYMMI

Considerado o herdeiro direto do talento do pai, Danilo Caymmi está num ótimo momento de carreira. Começou a estudar flauta aos 15 anos e logo se firmou como músico e depois como compositor, mas foi por incentivo de Tom Jobim que começou a cantar. Hoje se destaca como um dos grandes intérpretes do país.

Como músico, trabalhou muito com o pai, Dorival Caymmi, e com vários nomes da música brasileira, até entrar para a banda de Tom Jobim, a Banda Nova, em 1984, que mudaria sua vida.

Nesse período com o Tom, além de flautista, foi um aprendiz do grande maestro, estando sempre ao seu lado, acompanhando-o nos shows mundo afora – em países como Finlândia, Suécia, Estados Unidos, Portugal, Rússia, Alemanha e Argentina – e marcando presença em inúmeras gravações e vários arranjos, tornando-se o band leader e o sideman de Tom. Começou cantando as músicas “A felicidade” e “Samba do avião”, recebendo críticas no mundo inteiro, o que estimulou ainda mais o seu trabalho solo.

Como compositor, tem muitos sucessos em parceria com o pai, solo e com outros parceiros. Entre suas canções, destacamos “Andança” e “Casaco marrom”, que acabam de completar 50 anos de sucesso. Para a televisão, compôs para novelas e minisséries como “O que é o amor”, tema de Vera Fischer em “Riacho Doce”.

Em 2014, ao lado dos irmãos Nana e Dori, recebeu o Grammy Latino pelo CD “Para Caymmi, de Nana, Dori e Danilo”.

Atualmente, esté em turnê cartaz com dois espetáculos comemorativos: “Viva Caymmi”, em homenagem à vida e à obra do pai, Dorival Caymmi; e outro baseado na obra de Tom Jobim, referente a seu mais recente CD: “Danilo Caymmi canta Tom Jobim”, considerado pela crítica um dos melhores resultados artísticos nas comemorações de 90 anos de Tom.

 

NILSON RAMAN

Nilson Raman é um misto de ator e mestre de cerimônias. Agente, produtor e, especialmente, tour manager. Um homem dos palcos e dos bastidores. Com mais de 37 anos de carreira, são muitas as produções de teatro, música e balé de que esteve à frente. Participou de espetáculos com Paulo Autran, Marilia Pêra, Ana Botafogo e Nathalia Timberg. Na música, participou de projetos com a cantora Maria Bethânia, foi empresário da cantora Simone por três anos e é o responsável pela carreira internacional do cantor Paulinho da Viola. Foi sócio da produtora Montenegro e Raman, que atuou por mais de 26 anos no mercado, sempre entre os maiores escritórios de produção e agenciamento do país. Foi empresário da atriz Bibi Ferreira por mais de 28 anos, sendo o responsável pela criação e produção dos espetáculos da atriz nesse período, muitos em parceria com o maestro Flávio Mendes, assim como pelo agenciamento da carreira da grande diva. 

 

 

 

Nesses anos, fez várias turnês nacionais e apresentações internacionais, como em Paris, Buenos Aires, Nova York e Lisboa.
Empresário do cantor Danilo Caymmi e parceiro nas produções da soprano Carmen Monarcha, Raman desenvolve um projeto de intercâmbio entre Brasil e Portugal, além de projetos dedicados à exportação da música brasileira e seu fortalecimento no mercado internacional. Com um networking forte e sempre atualizado, está sempre presente nos mais importantes encontros internacionais de produtores e feiras de negócios da música.

 

FLÁVIO MENDES

Estudou na Escola de Música de Brasília, onde iniciou sua carreira como instrumentista. Já no Rio de Janeiro, especializou-se em Arranjo e Harmonia no CIGAM (Centro Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical).

Foi diretor musical de Bibi Ferreira desde 2004 até a morte da diva em 2019, sendo o responsável por arranjos e regências de espetáculos como “Bibi in Concert 3 – Pop” (2004), “De Pixinguinha a Noel passando por Gardel” (2010), “Bibi – Histórias e Canções” (2012), “Bibi canta Piaf – 30 anos” (2013), “Bibi canta o repertório de Sinatra” (2014), “4X BIBI” (2016) e “Por toda a minha vida” (2017). Como diretor musical e arranjador, assinou também espetáculos como “Andança 50 anos”, com Danilo Caymmi (2018), “Caymmi / Amado”, com Danilo Caymmi e Alice Caymmi (2012), ”Alvear”, com Danilo Caymmi (2011), “A primavera se despede”, com Zezé Motta (2010), “Divina saudade”, com Zezé Motta (2000), “A Era de Ouro do Rádio”, com Tânia Alves (2009).

Como produtor musical e arranjador de CDs, assinou trabalhos como “Danilo Caymmi canta Tom Jobim”, de Danilo Caymmi (Universal Music), 2017; “Alice Caymmi”, de Alice Caymmi (Kuarup), 2012; “Natal em família”, de Bibi Ferreira (Biscoito Fino), 2014; “Alvear”, de Danilo Caymmi (Biscoito Fino), 2011; “Com essa cor”, de Monique Kessous (Som Livre), 2010; “Vozes”, de Cauby Peixoto e Selma Reis (Albatroz), 2005; “Lucho Gatica Entre Amigos”, de Lucho Gatica (Seleções), 2000; e “Bossas e Boleros”, de Tânia Alves (Albatroz), 2006.

 

Ficha Técnica

Idealização e direção artística: Nilson Raman

Texto: Nilson Raman e Flávio Mendes
Direção musical, arranjos e violão: Flávio Mendes
Roteiro: Danilo Caymmi, Flávio Mendes e Nilson Raman

Solista: Danilo Caymmi

Mestre de cerimônias: Nilson Raman

Realização: Raman Entretenimentos e Flecha de Prata

 

Serviço: Projeto Quartas Brasileiras apresenta: Danilo Caymmi

Data: 13 de novembro – Quarta-feira

Horário: 16h
Endereço: Rua Dias da Cruz 170, Méier

Contado: (21) 2597-3897

Classificação etária: Livre

Ingressos: R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada)

Lotação da casa: 724 lugares

Pasquale Calò na Audio Rebel

“A New Story to Tell” é um projeto do saxofonista e compositor italiano Pasquale Calò, músico ativo na cena internacional do jazz e da música improvisada. Ele chega ao Rio de Janeiro para uma dobradinha de apresentações na Audio Rebel, casa em Botafogo que é uma das referências na cena instrumental da cidade. Ao lado de seu quarteto, ele se apresenta em duas noites – 14 e 15/11 (quinta e sexta), às 20h – e compartilha sua expertise em uma masterclass especial ao longo desses dois dias.

 

O Pasquale Calò Quartet é composto de uma mistura de nacionalidades, com os brasileiros Rodrigo Girafa na guitarra elétrica e Pablo Arruda no contrabaixo e o italiano Alessandro Campobasso na bateria. Sua música traz uma mescla de jazz, rock, ambient, com espaços abertos para a improvisação, estruturada ou livre.

 

A turnê, que já passou por Alemanha, Dinamarca, Espanha, Holanda e Itália, com apoio de PugliaSounds, se conclui com uma série de shows no Rio de Janeiro, iniciando pelos eventos na Audio Rebel. Além das apresentações espirituosas, Pasquale Calò realiza um workshop também nos dias 14 e 15 de novembro, com carga horária total de 8h. Intitulada “Programming Tools for Ensemble of Improvisers”, a masterclass oferece um trabalho voltado para práticas de organização de música não-notacional para um ensemble aberto de improvisadores.  A oficina é produzida em colaboração com o festival International Creative Residences (ICR).

 

O trabalho é divido em 4 seções para explorar progressivamente diferentes sistemas de organização musical que não utilizam, se não parcialmente, o sistema de notação musical. Durante a masterclass, os campos de condução (regência), especulação sobre o serialismo, plataforma Cobra (John Zorn), soundpainting e improvisação programada são explorados. A masterclass é direcionada para estudantes de todos os níveis, instrumentos e experiência musical.  Os alunos terão a oportunidade única de se juntar ao mestre no palco, durante o show do dia 15, onde realizarão uma performance exclusiva.

 

Encontros únicos acontecem na Audio Rebel, espaço da Zona Sul que oferece eventos, gravações e ensaios para bandas e artistas, além de uma loja de discos e oficina de luthieria. A casa fica na Rua Visconde de Silva, 55, em Botafogo.

 

Serviço

Pasquale Calò Quartet

Data: 14 e 15/11/2019 (quinta e sexta)

Horário: Workshop de de 14h às 18h; Show às 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20 (show); R$ 50 (workshop)

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Hibla Gerzmava no Municipal

No último dos quatro concertos programados para 2019 pela série “Grandes Vozes no Rio de Janeiro”, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o encerramento caberá ao soprano  Hibla Gerzmava, acompanhada pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, no dia 15 de novembro, às 17h00. Com patrocínio ouro Petrobras, a artista russa cantará pela primeira vez no Brasil, regida pelo maestro Ira Levin. No programa, árias de óperas dos compositores italianos Verdi, Bellini, Donizetti e Cilea.

Hilba Gerzmava é, desde 1995, solista da Academia de Música e Teatro de Moscou Stanilavski e Nemirovich-Danchenko. Ela cantou na Royal Opera House, em Londres, na Ópera Nacional de Paris, na Ópera de Viena, Ópera de Roma, no Carnegie Hall, em Nova York, no Teatro alla Scala, em Milão, e no Tokyo Bunka Kaikan, no Japão.

Em 2008, na sua estreia no Convent Garden, como Tatyana em “Eugene Onegin”, sua voz foi descrita pela crítica como “cheia de colorido e com uma reserva de força que possibilita que Hibla conduza os fortíssimos como um surfista numa onda”.

Sua atuação como Lucia, na ópera “Lucia di Lammermoor”, de Donizetti, em 2010, garantiu-lhe a mais alta comenda teatral russa, o Golden Mask, e o reconhecimento do Governo de Moscou por sua contribuição ao mundo das artes e cultura. Foi Gerzmava quem cantou a Valsa Olímpica na cerimônia de encerramento dos 22º Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, em 2014. No ano seguinte, Hilba fez uma série de apresentações em Nova York, no Metropolitan Opera, quando interpretou o papel de Antonia na ópera “Os contos de Hoffmann”, ao lado de Vittorio Grigolo, curiosamente o tenor quem iniciou a série “Grandes Vozes no Rio de Janeiro”.

 

Programa

Regência: maestro Ira Levin

Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal

Árias de Verdi, Bellini, Donizetti e Cilea

1- Il Guarany: Abertura (Carlos Gomes)

2- La Forza del Destino: “La Vergine degli Angeli” (Verdi)

3- La Forza del Destino: “Pace, pace, mio Dio” (Verdi)

4- Lo Schiavo: Alvorada (Carlos Gomes)

5- Otello: “Salce, salce”… ”Ave Maria” (Verdi)

6- La Traviata: Prelúdio do terceiro ato (Verdi)

7- Il Trovatore: “Tacea, la note placida” (Verdi)

Intervalo

8- Norma: “Casta Diva” (Bellini)

9- Le Siège de Corinthe: Abertura (Rossini)

10- Adriana Lecouvreur: “Ecco, respiro appena” … “Io son l’umile ancella” (Cilea)

11- La Wally: Prelúdio do terceiro ato (Catalani)

12- Anna Bolena: “Piangete voi” … “Al dolce guidami” … “Coppia iniqua” (Donizetti)

 

Preços dos ingressos:

Frisas e camarotes (unitário) – R$250

Camarotes (unitário) – R$ 250

Plateia e balcão nobre – R$ 250

Balcão superior – R$ 250

Balcão superior lateral – R$ 150

Galeria – R$75

Galeria lateral – R$75

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro

Lotação – 2.226 lugares

Duração total – 2 horas

Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com

Patrocínio Ouro Petrobras

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquete Pinto e Ingresso Rápido

Realização: Grandes Vozes, Fundação Teatro Municipal, Associação de Amigos do Theatro Municipal, Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal

 

Homepage: http://www.theatromunicipal.rj.gov.br/

Instagram: @theatromunipalrj
Facebook: https://www.facebook.com/theatro.municipal.3/

 

O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro 

 “Alertamos que, nos dias de espetáculos, é proibida a entrada no Theatro usando bermuda e/ou chinelos.”

MPB – A Era dos Festivais

O espetáculo “MPB – A Era dos Festivais” celebra o repertório de ouro da Era dos Festivais, que marcou a geração dos anos 1960. Naquela época foram revelados nomes como Elis Regina, Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Edu Lobo e vários outros. Agora, os sucessos da MPB serão apresentados em formado de “antigamente” no Imperator, no dia 7 de novembro, às 20h. Um verdadeiro resgate de letras e melodias que tocam a alma e fazem parte da nossa identidade cultural. 

 

No roteiro, destacam-se sucessos como “Arrastão” (Edu Lobo e Vinícius de Moraes), “A banda” (Chico Buarque), “Disparada” (Geraldo Vandré e Theo de Barros), “Ponteio” (Edu Lobo e Capinam), “Alegria, alegria” (Caetano Veloso), “Pra não dizer que não falei de flores” (Geraldo Vandré) e “Fio maravilha” (Jorge Ben Jor), entre vários outros. A pesquisa de repertório levou em conta os principais festivais de música realizados nos anos 1960, exibidos pelas TVs Excelsior, Record, Rio e Globo. Destaque para o Festival da Música Popular Brasileira e Festival Internacional da Canção.

 

Sucesso absoluto junto ao público do Rio de Janeiro com mais de 30 apresentações desde a sua estreia, em 2016, atraindo milhares de pessoas nos mais importantes teatros da cidade, o show “MPB – A Era dos Festivais” emociona ao fazer um diálogo entre gerações, afinal, os artistas presentes no palco são filhos diretos da geração dos anos 1960.

 

Com direção musical do compositor carioca Edu Krieger, o evento traz ao palco Nina Wirtti, considerada uma “revelação fulgurante” e um dos maiores destaques da nova geração da MPB, em músicas que mantêm sua força no imaginário brasileiro, e oferecem uma resposta de paz e diálogo aos tempos atuais. Os arranjos são assinados por Marcelo Caldi, um dos mais reconhecidos da nova geração brasileira.

 

A apresentação revela a atualidade das canções nascidas há cinco décadas e a importância da preservação desse legado, que se tornou referência matriz para toda a produção da MPB desde então.

 

Apesar da diversidade temática das canções, é possível notar um traço comum entre os versos, os quais alude a uma espécie de devir-Brasil, um sentimento tácito de otimismo e luta por um país e uma sociedade mais democrática e igualitária. Em seu nascedouro, a MPB embalou um sonho modernista, de unir o Brasil através de sua cultura, num franco diálogo antropofágico. O caráter político, de protesto e conscientização, também é marca do cancioneiro. Destaca-se ainda a excelência musical dos artistas do espetáculo e o envolvimento afetivo com o universo temático, além das intervenções teatrais, buscando aproximar os vários campos da arte.

 

Conheça: www.facebook.com/mpberadosfestivais
Teaser:
https://tinyurl.com/y7gfqccj
Músicas: https://youtu.be/zy7bLqA1gH0
https://youtu.be/6b9AhEXY3jk
https://youtu.be/kPzLi_6SXGU

 

Ficha Técnica
Edu Krieger – idealização, direção musical, pesquisa, violão e voz
Nina Wirtti – voz
Marcelo Caldi – teclados, acordeom e voz
Percussão – Fabiano Salek
Sopros – PC Castilho
Sonorização – Fernando Capão
Iluminação – Kátia Barreto
Produção – Fernando Gasparini

 

Repertório
1. DISPARADA (Geraldo Vandré e Theo de Barros) / DOMINGO NO PARQUE (Gilberto Gil) / ARRASTÃO (Edu Lobo e Vinícius de Moraes)
2. SABIÁ (Tom Jobim e Chico Buarque)
3. PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE FLORES (Geraldo Vandré) / BR-3 (Antonio Adolfo e Tiberio Gaspar) / SINAL FECHADO (Paulinho da Viola)
4. MARIA, CARNAVAL E CINZAS (Luiz Carlos Paraná) / ANDANÇA (Edmundo Souto, Danilo Caymmi e Paulinho Tapajós)
5. CAROLINA (Chico Buarque)
6. TRAVESSIA (Milton Nascimento e Fernando Brant)
7. LAMA SEM ALMA (Edu Krieger)
8. BETO BOM DE BOLA (Sérgio Ricardo)
9. PONTEIO (Edu Lobo e Capinam)
10. RODA VIVA (Chico Buarque)
11. SAVEIROS (Dori Caymmi e Nelson Motta) / FUGA E ANTIFUGA (Edino Krieger e Vinícius de Moraes) / CANTIGA POR LUCIANA (Paulinho Tapajós e Edmundo Souto)
12. ALEGRIA, ALEGRIA (Caetano Veloso) / PROIBIDO PROIBIR (Caetano Veloso)
13. DOIS MIL E UM (Tom Zé e Rita Lee) / SÃO, SÃO PAULO (Tom Zé)
14. DIVINO MARAVILHOSO (Caetano Veloso e Gilberto Gil) / FIO MARAVILHA (Jorge Ben)

 


Serviço

MPB – A Era dos Festivais

Dia: 07 de novembro (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier

Contato: (21) 2597-3897

Classificação etária: Livre

Ingressos: R$50,00 (inteira) e R$25,00 (meia-entrada)

Lotação da casa: 724 lugares

Meu Caro Amigo Chico Buarque

Devido ao enorme sucesso, o Coletivo Meu Caro Amigo Chico Buarque volta ao Teatro Rival Petrobras, no dia 2 de novembro, às 19h30, para mais uma edição!

O projeto “Meu Caro Amigo – Chico Buarque” é fruto de uma mobilização iniciada nas redes sociais que teve como ponto de partida uma publicação-desabafo da cantora Marianna Leporace. A partir desse movimento, iniciado em novembro de 2016, artistas, produtores e instrumentistas uniram-se com o objetivo de reverenciar Chico Buarque, afirmando sua grandeza e relevância no cenário da música brasileira, sua magnitude e seu papel como agente cultural do país.

Com a coordenação da Zênitha Produções, um time de excelência de produtores levou para o palco um grande elenco de cantores e músicos, que deram vida a mais de vinte obras do autor em agosto de 2017. Nascia, oficialmente, o projeto “Meu Caro Amigo Chico Buarque”, com direção musical de Felipe Radicetti e roteiro de Cecilia Rangel. Em agosto deste ano, a terceira edição do projeto fez o maior sucesso no Teatro Rival Petrobras e, por isso, volta à casa com um roteiro de obras-primas de Chico Buarque.

“De uma provocação, uma indignação, nasceu um projeto. De um monte de comentários e uma enorme troca de ideias criativas, surgiu um show, uma homenagem, uma produção a várias mãos, vozes e instrumentos. Vamos homenagear CHICO BUARQUE, um dos maiores compositores desse país! São muitos no palco e nos bastidores declarando sua admiração, numa união de talentos e forças muito bonita. Um elenco reunido por afinidade com a obra do autor e porque atendeu a um chamado muito sutil e provocador, uma brincadeira de internet que ganhou vida! Aqui estamos nós, Meu Caro Amigo Chico Buarque, um coletivo de artistas para cantar, tocar e falar da obra desse autor imenso”, explica Marianna Leporace.


Vale reafirmar que o objetivo do projeto é homenagear o autor, confirmar a sua importância para o Brasil e apresentar para as novas gerações a grandeza de sua obra.

 

A banda:

Piano – Deborah Levy, Felipe Radicetti e Sheila Zagury

Baixo – Dôdo Ferreira e Rômulo Gomes

Violão – Fabio Nin e João Cantiber

Flauta – Guilherme Hermolin

Bateria – Luisinho Sobral e Otavio Garcia

 

Intérpretes e canções do repertório:

Amanda Bravo – “Cadê você”

Cecília Rangel – “Joana Francesa”

Danny Reis – “Olhos nos olhos”

Eliane Tassis – “Cálice”

Felipe Radicetti e coro – “Deus lhe pague”

Ivan Azevedo – “Meia-noite”

Karla Boechat – “Sabiá”

Kika Tristão – “Uma canção desnaturada”

Lu Oliveira – “Cordão”

Lucas Bueno – “Tua cantiga”

Lúcia Menezes – “A violeira”            

Lúcio Sanfilippo – “Tanto mar”

Maíra Garrido – “Vida”

Márcio Thadeu – “Estação derradeira”

Marianna Leporace & Sheila Zagury – “A história de Lily Braun”

Martha Peixoto – “Trocando em miúdos”

Mauricio Detoni – “Até pensei”

Mauro Aguiar – “Mambembe”

Ninah Jo – “Todo sentimento”

Quarteto do Rio – “Homenagem ao malandro”

Rômulo Gomes – “Cotidiano”

Simone Lial – “Carolina”

Solange Pellegrini – “Palavra de mulher”

Tato Fischer – “Tango de Nancy”

 

Ficha técnica:

 

Idealização – Marianna Leporace

Direção Musical – Felipe Radicetti

Roteiro – Cecilia Rangel

Produção – Zênitha Produções – Sandra De Paoli

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 02 de novembro (sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$70,00 (inteira) R$55,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) R$35,00 (lista amiga). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo

Rapper LIMCE na Casa Santo Amaro

A depressão é um dos principais males do século XXI e um dos maiores desafios da Saúde Pública no Brasil, atingindo quase 6% da população, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os seus efeitos, causas e consequências na mente humana inspiraram o rapper, poeta e escritor carioca O LIMCE a compor seu novo single, PENSAMENTO É BAGAGEM, com participação de Dketo, que chega às principais plataformas digitas (YouTube, Deezer, Spotify, etc) dia 7 de novembro, quinta-feira, a partir das 20h. No mesmo dia, o clipe da música também será lançado e apresentado pelo artista em um show com músicas do EP “Cavalo de Troia”, na Casa Santo Amaro (Rua Santo Amaro, 316, Glória), com entrada gratuita.

O clipe tem Direção de Fotografia de Daniel Gomes Ferreira e foi gravado no Parque Gatineau, no Canadá, durante uma viagem do artista com sua família. O bucólico cenário canadense repleto de brumas e das características folhas amareladas de outono inspiraram O LIMCE a trazer esse universo para a concepção visual da música.

“Estou buscando informações sobre a mente humana e sobre como ela funciona há muitos anos. A gente sabe que a depressão ainda é uma espécie de incógnita, apesar de ser um problema urgente, e a música se propõe a trazer reflexões sobre como isso se desenvolve na nossa mente”, explica O LIMCE, que também fala sobre a inspiração para o título da canção: “Acredito que quando a gente concebe o pensamento ele já vem em duas formas, uma errada e uma certa, então você precisa decidir: qual é o peso que está levando? Ele pode ser bom e ruim, mas de qualquer forma, precisamos ter essa bagagem para poder nos entender”, diz.

Caracterizadas por fortes críticas sociais, as músicas compostas pelo rapper sempre buscam temas que gerem reflexões. Em “Pensamento é Bagagem”, não é diferente. O refrão, por exemplo, usa a voz mecânica do Google, levantando a questão da Tecnologia e o que ela tem a ver com a depressão.

“Existem, hoje, inúmeros problemas relacionados a essa doença causados pelo uso excessivo da tecnologia, especialmente entre os jovens. É preciso discutir esse fato. Também fiz questão de trazer para o clipe estatísticas de fontes como a Organização Mundial da Saúde (OMS). Como por exemplo a de que existem 11 milhões de brasileiros que sofrem com esse problema”, conta o rapper, cria da Baixada Fluminense, e que já sofreu de depressão há alguns anos.

O LIMCE começou a escrever em 1994 quando ainda trabalhava na Construção Civil e se dedicava somente à família. Durante 20 anos, auxiliou projetos sociais nas ruas de Caxias, o de maior destaque, um abrigo para crianças que o rapper construiu por sua própria iniciativa e com suas próprias mãos, a Casa Lar Viva Rio. Suas principais inspirações no rap nacional são: Racionais MC’s, Criolo e Thaide, este último, responsável por despertar seu interesse pela música ainda nos anos 80.

“Depressão e tristeza são coisas diferentes. A gente começa a pensar demais, vem a ansiedade e isso aos poucos vai tomando outras proporções. Não nos analisamos conscientemente, só inconscientemente, projetando no outro. Por isso, é importante, hoje, trazer questões relacionadas à Saúde Mental à tona. O rap tem o poder de trazer palavras para falar dos marginais e dos marginalizados e também para dar luz a problemas graves como esse, que nem sempre queremos enxergar”, conclui.

SOBRE O LIMCE: O rapper, poeta e escritor O LIMCE – nascido e criado na Baixada Fluminense, em Duque de Caxias – traduz para a linguagem urbana do rap as mazelas sociais, as desigualdades, as inequidades e o retrato de um Brasil injusto, visto e vivido a vida inteira pelo artista. Há mais de 20 anos compondo e escrevendo poesias e textos, O LIMCE usa suas canções como verdadeiras ferramentas de articulação para se expressar e contar um pouco de suas histórias e vivências. Suas composições e beats abordam de um jeito visceral o comportamento humano, além de problemas sociais como o racismo, a violência, a pobreza, a discriminação, entre outros, que o rapper viveu de perto em toda sua vida. Em 2018, o artista lançou seu primeiro livro “Cavalo de Troia” (Editora Autografia, 64 páginas), com uma compilação de 50 trechos de poesias. No mesmo ano, lançou também um EP com seis faixas disponíveis no Spotify e nas principais plataformas digitais, todas as músicas com fragmentos incluídos no livro.

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FICHA TÉCNICA:

Letra e beats: O Limce

Vocais: O Limce e Dketo

Masterização: Valdo Silva

Direção de Fotografia e ID Visual: Daniel Gomes Ferreira

Edição: O Limce

Produção Musical: Tiago Vaz e O Limce

Assistente de Produção: Luiz Carlos Inácio Junior

Redes sociais: Mario Camelo e Tainá Porfírio

SERVIÇO:

“Pensamento é Bagagem”

– Lançamento do clipe e single com show do rapper O LIMCE

Data: 7 de novembro de 2019, quinta-feira

Horário: a partir das 19h

Local: Casa Santo Amaro

Endereço: Rua Santo Amaro, 316, Glória.

Grátis. 14 anos.

Capacidade: 120 pessoas