Programação do Sesc RJ homenageia mulheres do samba

O Sesc RJ apresenta neste sábado (19/9), às 11h, “As bambas”, contação de história encenada pela atriz Paulinha Cavalcanti, que homenageia mulheres do samba. A atividade será transmitida ao vivo no YouTube (@portalsescrio) e no Facebook (@SescRJ) da instituição dentro da programação do Arte em Cena, projeto em que o Sesc RJ exibe conteúdos artísticos em suas redes sociais.

“As Bambas” conta histórias sobre a sambista, intérprete e cantora Clementina de Jesus, que foi empregada doméstica e, aos 63 anos, conquistou notoriedade na música, trazendo ao público as músicas africanas e afro-brasileiras que aprendeu na infância e interpretando diversos sambas e canções da cultura popular e de terreiro. Na apresentação, Paulinha Cavalcanti também faz uma singela homenagem a outras estrelas do gênero, como Dona Ivone Lara, Jovelina Pérola Negra e Lecy Brandão.

SERVIÇO

Contação de histórias “As Bambas”

Com Paulinha Cavalcanti

Dia 19/9/2020 – 11h

YouTube (@portalsescrio) e Facebook (@SescRJ)

Classificação: livre

Grátis

Mariene de Castro homenageia Clara Nunes

A cantora baiana Mariene de Castro vai celebrar o aniversário de vida de Clara Nunes, uma das maiores sambistas da história do Brasil, com um show online e exclusivo intitulado “Ser de Luz, uma homenagem a Clara Nunes”. 

Acompanhada do violonista Lula Gazineu, Mariene vai se apresentar num evento digital que será transmitido com exclusividade pela plataforma Zoom, às 20h desta quarta-feira, 12 de agosto, quando Clara Nunes completaria 78 anos.

“Ser de luz é um chamado e, com muita clareza e amor, dedico meu canto para essa homenagem no dia do seu aniversário. Daqui eu me emociono e agradeço pela oportunidade de cantar esse repertório que passou a fazer parte da minha vida. Salve a Claridade! Salve Clara Salve sua luz!”, ressalta Mariene de Castro.

Os ingressos podem ser adquiridos pelo link bit.ly/MarieneClaraNunes, com contribuições de R$15, R$30 ou R$60.

SERVIÇO:

O quê: Show da cantora Mariene de Castro em homenagem a Clara Nunes

Quando: 12 de agosto, às 20h

Onde: transmissão online via Zoom

Ingressos: contribuições de 15, 30 ou 60 reais pelo link bit.ly/MarieneClaraNunes

FOTOS: Cris Gomes

Nilze Carvalho em live do Sesc RJ

A sambista Nilze Carvalho apresenta nesta quarta-feira (8/7), às 19h, uma live no canal do Sesc RJ no YouTube (@portalsescrio) em que cantará sucessos dos seus 40 anos de carreira. Intercalando violão, cavaquinho e bandolim, a artista apresenta clássicos autorais e de grandes compositores como “Banho de Manjericão” (Paulo Cesar Pinheiro/João Nogueira), “Barracão” (Luiz Antônio/Oldemar Magalhães), “Brasileirinho” (Waldir Azevedo), “Verde Amarelo Negro Anil” (Nilze Carvalho/Marceu Vieira) e “Roda Baiana” (Vitor Martins e Ivan Lins).

A artista está completando quatro décadas de carreira tendo apenas 51 anos de idade. Em 1974, aos 5 anos, foi flagrada pelo irmão mais velho empunhando o cavaquinho e tocando com desenvoltura.  Em 1981, aos 12 anos, veio o primeiro álbum, “Choro de Menina”, um sucesso absoluto que resultou em uma série de 4 LPs. De lá para cá, sua trajetória perpassa longas temporadas internacionais, 15 anos à frente do renomado grupo Sururu na Roda, indicações ao Grammy Latino, Prêmio da Música Brasileira e shows ao lado de grandes estrelas, como Dona Ivone Lara, Zeca Pagodinho, Mart’nália, Monarco, Hamilton de Holanda, Roberta Sá, Cristóvão Bastos, entre outros.

Arte em Cena – A apresentação abre o projeto Arte em Cena, do Sesc RJ, com programação musical às quartas-feiras, às 19h, e infantil aos sábados, às 15h. Entre as próximas atrações musicais estão nomes como Fernanda de Paula e os convidados Mariana Pereira, Pedro Corrêa, Luiza e Mariana Savattone; Daúde convida Lia de Itamaracá; Simone Mazzer com o projeto ANT + ART; e o Duo Bruna Souza e Bebel Nunes. Já a programação infantil será aberta dia 11 com os “Contos para contar histórias”, do grupo Ih, Contei!. Na sequência, o projeto traz contações de historias com Silvia Castro, Ana Luiza França e a Cia. Mimos Brasil.

SERVIÇO

Live de Nilze Carvalho – 40 anos de carreira

Dia 8/6 – 19h

YouTube do Sesc RJ (@portalsescrio)

PRÓXIMAS ATRAÇÕES CONFIRMADAS

MÚSICA – quartas-feiras, às 19h

15/7 – Fernanda de Paula e Mariana Pereira
22/7 – Daúde e Lia de Itamaracá

29/7 – Bruna Souza

5/8 – Fernanda de Paula e Pedro Corrêa
12/8 – Simone Mazzer ANT+ART

19/8 – Nilze Carvalho
26/8 – Fernanda de Paula, Luiza e Mariana Savattone

2/9 – Bruna Souza e Bebel Nunes

9/9 – Fernanda de Paula

INFANTIL – Sábados, às 15h

11/7 – Contos para contar histórias – Ih, Contei!

18/7 – Iauretê – Histórias de onça e outros bichos – Silvia Castro

25/7 – A menina que saiu da ilha e outras histórias – Ana Luiza França

1/8 – Histórias de Tanta Alegria – Ih, Contei!

8/8 – Histórias pra Boi Dormir – Contos do Mar – Cia. Mimos Brasil

15/8 – ‘Bicho! Que história!’ Histórias que os bichos contam – Ana Luiza França

Portela realiza live beneficente com bambas e torcedores ilustres da escola

Portelenses e amantes do samba em geral têm um encontro marcado para o próximo sábado, dia 04 de julho. A partir das 15 horas, a Azul e Branco de Madureira, Zona Norte do Rio de Janeiro, apresentará uma live beneficente na Portela TV, o canal oficial da escola no Youtube: youtube.com/portelatv.

Durante a transmissão ao vivo, Serginho Procópio, vocalista e cavaquinista da Velha Guarda da Portela, e Gilsinho, interprete oficial da escola, ambos filhos de ex-integrantes da Velha Guarda – Osmar do Cavaco e Jorge do Violão – interpretarão sambas clássicos da agremiação, a maior campeã do carnaval carioca. A live portelense terá também a participação do mestre de bateria Nilo Sérgio. Já a apresentação ficará a cargo de Lucinha Nobre, que há mais de três décadas desfila na Marquês de Sapucaí e é a 1ª Porta-Bandeira da agremiação desde 2018.

A transmissão terá a participação virtual de portelenses ilustres como Monarco, Tia Surica, Mauro Diniz e Marquinhos de Oswaldo Cruz, que darão seus depoimentos ao público direto de suas casas. O time se completa ainda com Teresa Cristina, Toninho Geraes, dentre outras surpresas.

A ação arrecadará doações para a campanha Águia Solidaria, que apoia moradores de comunidades carentes em Madureira e Oswaldo Cruz. Lançada em abril, a iniciativa já distribuiu mais de 1600 cestas básicas para moradores da região e mais de 800 refeições para pessoas em situação de rua.

As doações podem ser feitas através do link: http://bit.ly/portelapicpay

Ou via transferência bancária:

Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela

Banco Bradesco

Agência 3469

Conta Corrente 026838-0

CNPJ: 42.255.075/0001-63

Arte de Preto no Theatro Municipal Palco Livre

Arte de Preto é o tema de um bate-papo entre dois jovens artistas que se destacam nas artes do país: o ator e músico Jonathan Haagensen e o tenor do Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Geilson Santos. Em comum, a cor,  muito talento e a experiência de enfrentar grandes desafios na profissão.

No momento em que acompanhamos tantas questões racistas no mundo todo, é hora de falar sobre a representatividade e o protagonismo que os blacks vivem no dia a dia.  O preconceito, como superar as dificuldades, o mercado de trabalho dos pretos no Brasil, os papéis de destaque na música clássica, no cinema e na televisão. Um conteúdo importante para conversar na live desta quinta-feira, dia 11 de junho, às 15h, no Instagram do Theatro Municipal do Rio de Janeiro @theatromunicipalrj.

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Foto: Daniel Ebendinger

Sobre o tenor Geilson Santos 

Tenor lírico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, é Bacharel em Canto pela UNI-RIO e findou os seus estudos no Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro. Com Formação no Conservatório de Música de Rouen/ França em 2013, onde possui o diploma em Licence d’interprète en chant, Geilson Santos, participou das montagens das Operetas:
Monsieur Choufleuri de Offenbach em 2012 no papel de “Babylas” ;  La vie Parisienne de Offenbach no papel do “Brasileiro” nos Théâtre de Óperas de Rouen/France e no papel do príncipe “Sou-Chong” da Opereta Au Pays du Souriree de Franz Lehar no Theatro Charles Dullin em Rouen/França.
Na França, Geilson fez Doppionne na produção La Damnation de Faust de Berlioz no papel de “Faust” junto com o grupo Accentus um dos mais importantes grupos da França no Theatre des Arts en Rouen/ France, tem atuado em produções deste mesmo Theatro nas temporadas até hoje, graças a sua audição que fez em 2012. De lá pra cá é convidado a participar das produções de óperas neste Theatro da França.
O tenor se apresentou junto ao Conjunto Calíope em uma turnê em 2005, ano Brasil/ França nas cidades francesas e na embaixada do Brasil na Alemanha/Berlim. Com o seu atual Quarteto Colonial, tem participado de vários trabalhos em toda parte do Brasil nos projetos Sonora Brasil pelo Sesc e pela Funarte e esteve no exterior cantando nos festivais de música contemporânea no Chile e depois viajou para Portugal cantando em diversas cidades como: 
Coimbra, Évora, Lisboa e Porto.

Prêmios:
*2000, foi agraciado com o prêmio Armando Prazeres no 1° Concurso OPPM, tendo sido convidado a realizar concertos com a Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES) sob a regência do maestro Roberto Tibiriçá.*2005 – foi um dos vencedores do Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão


No Teatro Municipal do RJ onde é funcionário, atua no coro lírico e como solista, interpretou o papel de Elvino, da ópera La Sonnambula, de Bellini, sob a regência do maestro Luiz Fernando Malheiro, e atuou na cantata Carmina Burana, de Carl Orff, sob a regência do maestro Sílvio Barbato.
Cantou a mesma Obra Carmina Burana nas principais Salas de Concertos do Brasil, com os maestros Ricardo Rocha, Luiz Fernando Malheiro e Silvio Barbato.
Conta com a publicação de três CDs com participação como solista no conjunto Calíope, e com este grupo viajou em 2005 com a turnê Vème Mois du Baroque Latino-Américain por Paris e 8 cidades da França (pelo Ano do Brasil na França) e em Berlim. Ainda na turnê, em Paris e na cidade de Metz, cantou como solista o Réquiem de José Maurício Nunes Garcia, sob a regência de Ricardo Kanji.
Cantou com o maestro Carlos Prazeres a Missa da coroação de Mozart e na série Ouro Negro, se apresentou com a mesma Orquestra
Petrobras Sinfônica (OPES) o Te Deum de Bruckner sob regência do Maestro Isaac Karabtchevsky e no Ciclo Mahler fez a Sinfonia nº8 em Mi bemol Maior, “Sinfonia dos Mil’ sob regência do mesmo maestro que realizou a mesma Sinfonia no Projeto Aquarius 2006, na Praia de Copacabana Rio de Janeiro.
Participou da “Mostra Internacional de Música em Olinda” cantando o Réquiem de Mozart e em Manaus na série Guaraná cantando a Missa em C menor de Mozart sob a regência do maestro Marcelo de Jesus.
Atuou na Missa Solemnis , Nona Sinfonia e Fantasia Choral de Beethoven no Theatro Municipal do Rio de janeiro, sob a regência do maestro Isaac Karabtchevsky.
Atuou no Festival de Ópera em Manaus, nas Óperas Ça Irá, de Rogers Waters e Ariadne Auf Naxos, de Strauss,  no papel de Tanzmeister sob a regência do maestro Luiz Fernando Malheiro.
Cantou com a Orquestra Sinfônica Brasileira sob a regência do maestro Roberto Minczuck o Réquiem de Mozart, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.Participou da montagem da Ópera Butterfly em forma de concerto na Sala São Paulo com a OSUSP, sob a regência do maestro Carlos Moreno.
Na Temporada do Theatro São Pedro em São Paulo atuou na Ópera Porgy and bess de Gershwin  no papel do Sporting life, sob a regência de Felipe Senna. Cantou a mesma obra com a Orquestra Jazz Sinfônica em forma de concerto no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, sob a regência do maestro Carlos Prazeres.
Gravou dois cds em comemoração a vinda da família Real ao Brasil, com a Orquestra Sinfônica da UFRJ, sob a regência do maestro Ernani Aguiar, gravando o Réquiem do Padre José Mauricio e o Te Deum no selo da gravadora Biscoito Fino e com o Quarteto Colonial na mesma comemoração, gravou motetos e lundus.Cantou o Réquiem do Padre José Mauricio, sob regência de Ernani Aguiar com a Orquestra de Ouro Preto.
Com o Maestro Guilhermo Scarabino, na Sala Cecilia Meireles, cantou a obra Le Nocesde Strawinsky. No Festival de Ópera em Manaus participou nas Óperas La vie Parisienne de Offenbach no papel do Brasileiro, sob a regência do maestro Marcelo de Jesus e na Ópera Le Troyens de Berlioz como Iopas, sob a regência do maestro Laurent Campellone.
Participou da montagem da Ópera Der Rosenkavalier  junto a OSESP sob a regência do maestro Sir Richard Armstrong. Com a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa/RJ, cantou Árias de Ópera de Mozart e Gounod, sob a regência do maestro Guilherme Bernstein. Com a Orquestra do Conservatório Brasileiro de Música, atuou na Obra Magnificat de Bach e Messias de Haendel, sob a regência de Ueslei Banus, no Theatro Municipal do RJ e na Igreja da Sé no RJ.
Participou da Primeira audição no Brasil da montagem da ópera The Case Makropulosde Janacek, com a Orquestra Petrobras Sinfônica, com o maestro Isaack Kabtchevsky. Em 2014, participou das montagens no Theatro Municipal do RJ  das obras Carmem de Bizet, sob regência do maestro Silvio Viegas e do maestro Isaac Kabtchevsky. Fez parte também das montagens de Billy Budd de Britten e Salomé de Strauss. Em 2015, participou da Primeira estreia da América latina da Ópera Renaud de Sachinni, no papel de protagonista, na Sala Cecília Meirelles, sob a  regência do maestro Bruno Procópio com a Orquestra OSB repertório.
Em 2017, Cantou na Ópera Porgyand Bess, no papel de SportingLife no Palácio das Artes, sob a direção do maestro Silvio Viegas e na produção da Ópera Flauta Mágica, de Mozart, no papel de Monostatos no Theatro Municipal de São Paulo, sob a direção do maestro Roberto Minczuck. No ano de 2018, cantou na Ópera de Rouen, a opereta Fantasio, no mesmo ano cantou na Ópera Turandot, no Theatro Municipal de São Paulo, sob a direção do maestro Minczuk, no papel do Pang; em 2019 cantou no Be-Marche no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob a direção do maestro Carlos Prazeres, a obra La Nuit d’été de Berlioz,  junto ao Balé do Municipal do RJ, com coreografia do bailarino Thiago Soares.

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Foto: Divulgação

Jonathan Haagensen

Nascido na comunidade do Vidigal, o carioca Jonathan Haagensen é fruto da companhia teatral “Nós do Morro”, onde estudou interpretação, canto, cenografia, artes plásticas e dança desde os 15 anos de idade.

Em 2002, ao estrelar o filme brasileiro indicado ao Oscar “Cidade de Deus” com o personagem “Cabeleira”, um dos protagonistas do longa de Fernando Meirelles, Jonathan ganhou reconhecimento internacional e sua carreira no cinema não parou mais.

Devido à musicalidade nata (canta, compõe e toca percussão) e a paixão pelos ritmos brasileiros, formou com colegas de profissão, em 2009, o grupo “Melanina Carioca”. O hit “Deixa Se Envolver”, que ganhou o país depois de virar tema de novela, é de autoria do Melanina Carioca, que em 2015 lançou no mercado fonográfico seu primeiro CD.

O ator se dividiu entre cinema, teatro e televisão ao longo dos seus 20 anos de carreira:


CINEMA
•”Dada” – curta metragem de Duda Vasman.
•”É o bicho” – curta metragem de Silas Andrade
•”Jeito brasileiro de ser português” – curta metragem de Gustavo Mello
•”Palace 2″ – curta metragem de Fernando Meirelles e Kátia Lund
•”Comprometendo a atuação” – curta metragem de Bruno Bini.
•”Cidade de Deus” – longa de Fernando Meirelles.
  Prêmios:
  -Festival de Cannes de 2002 – seleção oficial
  -Bafta de 2003 – Inglaterra
  – 24º Festival Internacional Del Nuevo Cine Latinoamericano de Havana
  – Concorreu ao Oscar em 2004 como melhor filme estrangeiro.
•”Diabo a quatro” – longa de Alice de Andrade
(Ganhou prêmio como melhor ator coadjuvante do festival de Brasilia)
•”Poeta da Vila” – (Cartola, protagonista) – longa de Ricardo Van Stein
•”O passageiro” – longa de Flavio Tambellini
•”Cidade dos Homens” – (2007) longa de Paulo Morelli
•”Embarque Imediato” – (2008) longa de Allan Fiterman
•”Bróder” – (2011) longa de Jeferson De
•”Cidade de Deus – 10 anos depois” (2012) de Luciano Vidigal e Cavi Borges
•”Vai que Cola” o filme (2015) de César Rodrigues
• “Mais Forte que o Mundo – A Historia de José Aldo” o filme de Afonso Poyart

TEATRO
•”Um sonho de Julieta” – Diretora: Luciana Bezerra
•”Criança faz cada coisa” – Diretor: Gutti Fraga
•”Bobagens” – Diretor: Gutti Fraga
•”Juiz de paz na roça” – Diretor: Gutti Fraga
•”É proibido brincar” – Diretor: Gutti Fraga
•”Noites no Vidigal” – Diretor: Fernando Mello da Costa
•”Revolução dos anjos” – Diretor: Gutti Fraga
•”Capitães de areia” – Diretores: Victor Hugo e Amora Pêra.
•”Os Altruístas” – Diretor: Guilherme Weber
•”Machado a 3 X 4″ – Diretor:

TELEVISÃO

•2001 e 2005 – Minissérie “Cidade dos Homens” – Rede Globo
•2002 – Programa “Jovens Tardes” – Rede Globo
•2003  – Novela “Da Cor do Pecado” – Rede Globo
•2003 – Seriado “A Diarista” – Rede Globo
•2007 – Novela “Paraíso Tropical” – Rede Globo
•2008 – Novela “Os Mutantes” – Rede Record
•2009 – Novela “Caminhos do Coração” – Rede Record
•2013 – Seriado “Do Amor” – Multishow
•2016 – Série “Me chama de Bruna” – canal FOX
•2018 – Série Rua Augusta – TNT
•2018 – Série Carcereiros – Rede Globo
•2018 – Série Pacto de Sangue – Netflix
• 2018 – Série Ilha de Ferro – Rede Globo
OUTROS TRABALHOS DE DESTAQUE

• Ensaio de 10 páginas para a Vogue brasileira, com o fotógrafo Bob Wofferson, como destaque e revelação brasileira no cinema daquele ano;

• Matéria para a VMAGAZINE, clicado por Mario Testino;
campanha internacional D&G jeans (logo após o sucesso do longa Cidade de Deus);

• Garoto propaganda no Brasil da marca americana de streetwear NBA, que lançou sua marca no país no mesmo ano que o “Cidade De Deus” foi indicado ao Oscar como filme estrangeiro;

• Fotografou como umas das 10 personalidades “que contam a história do Brasil atual”, junto com Andrucha Waddington, Camila Pitanga, Tony Garrido, entre outros, para a revista I.D. americana.

Serviço:

Theatro Municipal Palco Livre e Petrobras convidam Geilson Santos e Jonathan Haagensen para a live Arte de Preto

Data: 11 de junho – quinta-feira

Live às 15h

Plataforma virtual: Instagram @theatromunicipalrj

Patrocínio Ouro  Petrobras    

“João Rock e Você” no dia 20 de junho

O Festival João Rock, um dos mais conhecidos e tradicionais  do país, anuncia a realização do seu primeiro evento virtual intitulado “João Rock e Você” no dia 20 de junho, a partir das 16h.

A atração terá, além de Alceu Valença, Poesia Acústica, Humberto Gessinger, Raimundos, Marcelo D2 e CPM22, muito conteúdo para os fãs do rock nacional e do evento, que acontece em Ribeirão Preto/SP.

A apresentação das atrações e entrevistas acontecerá sob o comando de Mauricio Meireles com direção artística de Diego Pignataro. “A ideia é levar muita música, humor e a energia do festival para as casas dos fãs do João Rock. Cada atração estará em sua casa ou estúdio de ensaio, em suas respectivas cidades em várias partes do país, para que tenhamos um evento seguro, alegre e dinâmico”, conta Marcelo Rocci, um dos organizadores do evento.

A transmissão acontecerá pelo canal do João Rock no YouTube (www.joaorock.com.br) e também pelas rádios 89 FM (São Paulo e Goiânia) e Rádio Cidade (Rio de Janeiro).

O evento teve sua edição – que ocorreria no dia 6 de junho – adiada para o dia 12 de setembro por conta da pandemia da COVID-19.

Sobre o João Rock

O João Rock se consagrou como um festival genuinamente brasileiro, que recebe anualmente os maiores nomes do rock nacional e seus subgêneros em um único dia, em uma maratona musical non stop. Desde 2014, o evento esgota seus convites cerca de 30 dias antes de sua realização.

Em 2019, aproximadamente 65 mil pessoas assistiram a mais de 20 bandas se apresentando simultaneamente em quatro espaços e palcos distintos. Além de música, o Festival também é um espaço para diferentes manifestações artísticas, esportes radicais e ações interativas com o público.

Festival on-line Pedrada at Home acontece de 01 a 07/06

A terceira edição do festival online Pedrada at Home começará esta segunda-feira (01/06). Com objetivo de valorizar a indústria de rock independente, o evento traz um ciclo de palestras com temática focada no mercado musical, além de apresentação de 24 bandas ao longo do fim de semana. De segunda a quinta, sempre às 19h, a terceira edição conta com palestras de Paulo Lopez, Luciane Dom, Constança Scofield e Geovane Bento. Toda a programação será transmitida ao vivo através do YouTube pelo link: https://bit.ly/PedradaYoutube

O festival conta com um line up de bandas de diversos estilos dentro das vertentes do rock e do metal. O formato online contribui com a diversidade do evento, que permite a interação entre artistas de várias partes do país. “Nossa intenção é revelar artistas e conectá-los ao trabalho e ao público uns dos outros, gerando uma rede que pode fortalecer o nosso mercado e perdurar após a quarentena. Com as palestras, visamos também pontuar as dificuldades de gerenciamento de carreira dos músicos e profissionalizá-los, aumentando a qualidade da produção musical do país”, explica Monique Ferreira, uma das produtoras do festival.

Confira a programação das apresentações:

SÁBADO, 06/06

18h00 – Pedras Pilotáveis

18h20 – Post Human Sounds

18h40 – Luis Guto D.

19h00 – O Hipertrópico

19h20 – Granmostarda

19h40 – Chucky Ramyrez

20h00 – Centropia

20h20 – 3 Pipe Problem

20h40 – Alan James

21h00 – Greco

21h20 – Luan Bates

21h40 – Libenter

DOMINGO, 07/06

18h00 – Teorias do Amor Moderno

18h20 – Der Baum

18h40 – Radio Front

19h00 – Dois Na Janela

19h20 – Flavinho Cardoso e os Valetes Modernos

19h40 – Salvadores Dali

20h00 – Concreto Armado

20h20 – Big Bear

20h40 – O Bastardo Maldito

21h00 – Conte!

21h20 – Rural Roads

21h40 – Caverjets
Sobre o Pedrada at Home:
Pedrada At Home nasceu em março de 2020, inspirado nos festivais online surgidos para difundir a música durante a quarentena, período no qual tantos shows foram adiados e até cancelados. Estamos em casa, público e artistas, mas dispomos das novas tecnologias para ajudar a diminuir esse nosso isolamento mais do que necessário.

Pedrada At Home permite que bandas e artistas solo autorais do Brasil inteiro e de todas as vertentes do Rock – blues, hard, pop, folk, indie, progressivo, metal… -, direto de suas residências e em formato intimista, usem do mundo digital para interagir com seus fãs, atingir um público mais amplo e oxigenar a própria criatividade, ao conectar-se a outros projetos.

Ou seja, desde a primeira edição, o Pedrada ultrapassa paredes e distâncias em nome da arte e do entretenimento, neste momento em que a proximidade se tornou tão preciosa, e a cultura serve como alento.

Os shows acontecem sábado e domingo, das 18h às 22h. A cada dia, ocorrem 12 apresentações, totalizando 24 trabalhos selecionados e 8h de transmissão por edição. O formato é de entrevista ao vivo de cerca de 5 min com, pelo menos, um dos integrantes, seguidos de 15 minutos de show em média, totalizando aproximados 20 minutos de participação. Lembrando que o evento é essencialmente voltado a repertório autoral.

No somatório das duas primeiras edições, tivemos mais de 120 inscritos, e a equipe responsável pela curadoria teve bastante trabalho, devido à quantidade de ótimos projetos envolvidos. Entre os participantes do Pedrada #1, podemos citar Johnny Monster, Drenna, Laura Zennet, Jonnata Doll & Os Garotos Solventes, Nebulosa, Taboo, Manni Moritz, Lowd e Melyra.

Já no Pedrada #2, tivemos Deia Cassali, Bit Beat, Arnaldo Brandão, Astro Venga, Carcinosi, Thamiris Mello, Leela, Facção Caipira, Nove Zero Nove, entre vários outros. Vale conferir o line up completo das edições anteriores e os registros em vídeo no nosso canal no Youtube, como esquenta para a próxima Pedrada, que acontecerá nos dias 06 e 07 de junho.

Desde a edição #2, investimos em um novo formato: a entrevista segue ao vivo, gerando proximidade com o público, e a apresentação passa a ser pré gravada, a fim de garantir melhor qualidade no momento da transmissão. Vale ressaltar que nossa fórmula também permite aos músicos organizarem-se melhor, cada um gravando em seu tempo, e participarem com mais interação na hora do evento.

Rock e conteúdo andam juntos. Por isso, durante a semana que antecede o festival, o Pedrada sempre oferece uma programação de palestras ao vivo sobre assuntos relevantes à música e cultura, com convidados referência em cada tema: gestão de carreira (Alexandre Artioli), direitos autorais (Dra. Deborah Sztajnberg), rock como cidadania (Léu Oliveira), redes sociais e o mercado atual (Clemente Magalhães), as FMs e o rock (Bruno Azevedo), direcionamento artístico (Felipe Rodarte), o papel feminino na música (Julianne Lima) e plataformas de streaming (Sheila Guimarães). Informação diversificada, de qualidade e gratuita.

Importante também destacar que, no decorrer da programação, realizamos campanha de doações junto ao público a favor da ONG Cine & Rock, que promove a inclusão social de crianças e adolescentes através de ações culturais e esportivas. 100% do valor recolhido é direcionado ao projeto.

Tão logo encerra a etapa de curadoria, são divulgadas a programação de palestras, bem como as atrações musicais da respectiva edição. Fundamental enfatizar que as bandas selecionadas possuem prazo para enviar material promocional, como release, fotos e links, e a gravação do show, para assegurar a participação.

De forma voluntária, o time que coloca toda essa engrenagem para funcionar é formado por produtores e equipe técnica de diferentes estados, como RJ, SP e RS, de larga experiência com produção musical e eventos dos mais diferentes portes e formatos. E as mulheres são maioria no Pedrada.

Pedrada At Home tem as seguintes missões: oferecer oportunidade e visibilidade a novos talentos junto ao público e à mídia; promover uma experiência sonora e visual cada vez mais completa e instigante, com interação e engajamento entre quem pensa a música, quem vive dela e quem a consome; fortalecer a cena autoral e independente; facilitar o intercâmbio entre artistas; apoiar causas sociais.

Acreditamos, sobretudo, que o Rock precisa unir-se. Para isso, precisamos trabalhar juntos, produtores e artistas, para construir um espaço consistente no mercado e ter um maior alcance, tanto entre amantes do estilo quanto os sedentos por novidades.

O momento exige, a paixão pela música nos move. Por isso, o objetivo é seguir adiante com o projeto At Home, com profissionalismo e energia. E quem sabe, quando a quarentena tiver passado, levar o Pedrada aos palcos da vida. Mas isso já é tema para um próximo capítulo. Afinal, já que o Rock não para, o nosso tempo é agora!

Acompanhe a programação e todos os detalhes em nossas redes oficiais:

Instagram: @pedradaathome

Facebook: https://www.facebook.com/pedradaathome/

Youtube: https://bit.ly/PedradaYoutube

Festival 24h Juntos Pela Música

A União Brasileira de Compositores (UBC) reunirá estrelas da música brasileira no Festival 24h Juntos Pela Música, uma verdadeira maratona musical e solidária. Paula Fernandes, Maria Rita, Ferrugem, Fernanda Takai, Sandra de Sá, Kell Smith, Marcelo Falcão, Xênia França, Cesar e Romero Ferro são alguns dos 24 artistas confirmados no evento virtual, entre os dias 30, a partir de 12h, e 31 de maio, até 13h. As apresentações serão transmitidas ao vivo no Instagram da entidade @ubcmúsica: https://www.instagram.com/ubcmusica/.

O Festival arrecadará fundos para a campanha Juntos Pela Música, realizada pela UBC em parceria com o Spotify, que está distribuindo recursos para artistas em situação de vulnerabilidade social, impactados pela crise do Covid-19. Até o momento, mais de 2.000 pessoas já fizeram doações ao fundo. O montante já passa de R$ 1.2 milhão, sendo R$ 500 mil doados pela UBC e R$ 500 mil pelo Spotify. O crowdfunding está sendo promovido na plataforma Benfeitoria: https://benfeitoria.com/juntospelamusica

O evento virtual será em atmosfera intimista. Cada participação dos músicos será apresentada por uma personalidade da cultura brasileira. Os atores Lucio Mauro Filho e Rafael Portugal estão no time de apresentadores. Todos participarão de suas casas.

Marcelo Castelo Branco, diretor-executivo da UBC, fala sobre a importância do Festival. “Desde o inicio da pandemia fomos inundados pela invasiva generosidade da arte e especialmente da música. As lives musicais entraram nas nossas vidas como um afago, um ombro amigo e com um papel solidário e curativo sem igual. Agradecemos todos os artistas que estão doando o seu tempo e talento neste momento tão delicado e de tantas incertezas”, afirma.

Com o valor arrecadado até o momento pelo fundo Juntos Pela Musica, a UBC está auxiliando mais de 520 artistas, com doações de R$ 1.600 reais para cada. No entanto, mais de 1.500 músicos já solicitaram o benefício. Com isso, a colaboração do público é fundamental para atender ao maior número possível de artistas afetados pela paralisação do mercado.

Confira o lineup do Festival 24h Pela Música

30 de maio
12h – Atitude 67
13h – Maria Rita
15h – Kell Smith
16h – Thales Roberto
17h – Di Ferrero
18h – Luiz Carlos Sá
19h – Zé Ricardo
20h – Agnes Nunes
21h – Paula Fernandes
22h – Bruno Martini
23h – Blancah

31 de maio
00h – Sandra de Sá
01h – Romero Ferro
02h – Canto Cego
03h – Mulamba
04h – Marcelo Falcão
05h – Rogê
06h – Pierre Aderne
07h – Padre Joãozinho
08h – Bia Ferreira
09h – Fernanda Takai & John Ulhoa
10h – Xênia França
11h – Xamã
12h- Ferrugem

Sobre o fundo “Juntos Pela Música”

A pandemia do Covid-19 acertou em cheio a indústria da música. A proibição da realização de eventos estancou quase por inteira a fonte de renda de milhares de artistas. A crise afeta também a arrecadação de direitos autorais por execução pública, que terá queda de R$ 140 milhões em 3 meses, segundo o Ecad.  Diante deste cenário, a União Brasileira de Compositores (UBC) e o Spotify lançam o fundo “Juntos Pela Música”, que remunerará artistas que enfrentam dificuldades financeiras. O fundo nasceu com R$ 1 milhão, sendo R$ 500 mil da UBC e outros R$ 500 mil do Spotify, destinados a milhares de artistas afetados pela quarentena.

Para ampliar o alcance dos benefícios, as entidades abrirram a campanha para doações da sociedade civil, através de uma plataforma de crowdfunding: www.benfeitoria.com/juntospelamusica

O movimento faz parte do projeto global “Spotify COVID-19 Music Relief”. A empresa irá igualar as doações arrecadadas via crowdfunding, em parceria com a UBC, para atender os artistas. Neste caso, o Spotify se compromete a equiparar a doação em 1:1. Para cada real doado pela sociedade, a empresa doará o mesmo valor, além do aporte inicial de R$ 500 mil, até o limite do seu programa global de ajudas do gênero.

Sobre a UBC

União Brasileira de Compositores – UBC é uma associação sem fins lucrativos, dirigida por autores, que tem como objetivo principal a defesa e a promoção dos interesses dos titulares de direitos autorais de músicas e a distribuição dos rendimentos gerados pela utilização das mesmas, bem como o desenvolvimento cultural.
A UBC foi fundada em 1942 por autores e atua até hoje com dinamismo, excelência em tecnologia da informação e transparência, representando mais de 30 mil associados, entre autores, intérpretes, músicos, editoras e gravadoras. Para mais informações: Elisa Eisenlohr: elisa.eisenlohr@ubc.org.br / Whatsapp: (21) 99746-4047

Coro Juvenil Unirio recria músicas da banda Biltre em vídeo gravado à distância

Mantendo acesa a chama da música mesmo durante tempos de isolamento social devido à pandemia do Covid-19, a banda Biltre mostra uma faceta diferente de seu cancioneiro em uma interpretação vocal realizada pelo Coro Juvenil UNIRIO. As canções “Nosso amor foi um gif”, “Wilson” e “Biscoitinho” foram marcantes nos dois primeiros discos do grupo carioca – “Bananobikenologia” (2015) e “Nosso Amor Vai Dançar” (2018) – e agora ganham um registro reunindo 16 vozes. Além de revelar a homenagem, a Biltre estabelece suas lives fixas via Instagram, colocando o grupo em contato com os fãs via internet pelo menos uma vez por semana.

Assista ao vídeo do Coro Juvenil UNIRIO: https://youtu.be/sMcuk7IZiIY 

Acompanhados apenas do violão de Érico Alexandre (que fez os arranjos e também canta), os membros do Coro reúnem diferentes naipes – sopranos, contraltos, baixos e tenores – em torno das faixas da Biltre, conhecidas por sua amplitude de gêneros musicais e bom humor nas letras. O coral juvenil da UNIRIO é um projeto de extensão que existe desde 2013 na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, dedicado à musicalização de jovens a partir de 13 anos e com o objetivo de levar conteúdo do mundo acadêmico para a comunidade externa. A atividade é gratuita e conta com jovens das mais diversas regiões do Rio de Janeiro, oferecendo aos participantes a oportunidade de se desenvolverem como regentes, arranjadores, cantores e instrumentistas. 

Comandado pelo professor Julio Moretzsohn, o projeto abarca tendências da música pop como forma de incentivo à participação dos jovens. Após conhecer o som da banda Biltre, Julio propôs aos estudantes o arranjo de três canções do grupo, com o primeiro ensaio acontecendo em março. Porém, logo em seguida foram decretadas medidas de isolamento social que levaram a atividade para o ambiente online. 

“Em dezembro do ano passado o filho de uma amiga, que assistiu uma apresentação do grupo, sugeriu que deveríamos cantar a música Wilson da banda Biltre. Como não os conhecia, baixei no Spotify as canções do grupo e gostei muito do trabalho! Achei que o coro teria uma identidade com o senso de humor e o trabalho vocal da banda. Sugeri então que o meu aluno Érico escolhesse algumas músicas para fazer um arranjo que criou grande empatia de imediato com os cantores. Contudo, logo depois entramos na quarentena. Sugeri então, como atividade para esse período, que os integrantes me enviassem vídeos cantando suas vozes para eu editar”, revela o professor. 

O resultado é uma interpretação jovial e cheia de harmonia que, em seu formato minimalista, contrasta com todo o aparato pop do quarteto formado por Arthur Ferreira, Dioclau Serrano, Diogo Furieri e Vicente Coelho. Na musicalidade da banda, um som delirante e moderno se encontra com tradições regionalistas brasileiras, em uma irresistível mistura. Essas características fazem da Biltre um dos destaques da cena independente carioca, somando às suas letras e às performances que privilegiam o lado cômico e teatral do grupo. 

Seja incorporando a música popular do norte do Brasil em “Piranha” (uma releitura do clássico de Alípio Martins); fazendo uma crônica das frustrações de um músico em “Pissaicou”; ou criando uma comédia de erros num cenário praieiro em “Bagana”, a Biltre mescla duas de suas maiores forças: um lado lírico entre o deboche e a sinceridade escancarada, embalado por melodias rasgadas e dançantes.

Após seus dois elogiados discos e passagem por festivais e palcos renomados em diversas regiões brasileiras, o grupo se movimenta para um novo capítulo. No fim de  2019, os músicos revelaram uma parceria com Letrux no clipe “Vamos gozar”, uma ode ao prazer que ganha proporções intergaláticas no vídeo. E em clima de pré-Carnaval, lançou sua própria versão do hit “Jennifer”. “Jefferson” ressignifica a letra: ao invés do Tinder, o affair surgiu no Grindr. Desde então, revelou também parcerias com o grupo Tuyo em “Lara”, e Lenine e Lucas Estrela em “Aceitar”. Por fim, lançou também o single “Degustar”.

Para manter a música fluindo, mesmo em tempos de quarentena, a Biltre está com uma programação de lives em seu perfil no Instagram (https://www.instagram.com/bandabiltre/). A Rádio Biltre, com Dioclau, acontece todas semanas, de quarta para quinta-feira, à 1h da manhã. São 45 minutos de seleções temáticas, com as primeiras edições trazendo cancioneiro brasileiro, músicas dançantes dos anos 80 e 90 e R&B. Outros formatos, como a MPBiltre, onde a banda vai homenagear grandes nomes da música nacional, e demais lives vão ser anunciadas pontualmente no perfil da banda no Instagram.

Enquanto segue em isolamento social, a Biltre continua trabalhando em outros lançamentos projetados para os próximos meses. 

Acompanhe Biltre: 

https://www.facebook.com/bandabiltre

https://www.instagram.com/bandabiltre/

Samba da Ouvidor realiza lives para arrecadar fundos para comunidades no Rio de Janeiro

Hoje os integrantes do Samba da Ouvidor farão uma sequência de lives no Instagram para divulgar a campanha de arrecadação de fundos para doação de cestas básicas para áreas críticas dos Morros da Mangueira e do Salgueiro. As apresentações começam com Gabriel da Muda (@gabrieldamuda), às 17h30, seguido de Iuri Bittar (@iuribittar), às 18h15, Ronaldo Gonçalves (@ronaldogoncalves.oficial), às 19h, e Julião Pinheiro, às 19h45.

As doações podem ser feitas no site Vakinha, pelo link vaka.me/1019161.

Comunicado oficial:

A situação nas favelas cariocas, que já era precária, foi acentuada em decorrência da pandemia do Coronavírus.

Apesar de a ajuda estar chegando de várias formas, detectamos a necessidade de uma distribuição mais orgânica que possa atender de imediato os moradores das cinco regiões mais pobres dentro de cada uma dessas favelas.

Qualquer ajuda é válida. A quantia pode ser a que for possível nesse momento que não é fácil para nenhum de nós ou apenas ajudando na divulgação.

As Lives acontecerão no Instagram, no dia 21 de maio, nos perfis pessoais de cada um dos integrantes.

#sambadaouvidor

“Me Cante uma História” com Natália Boere

Na escola, Natália Boere adorava escrever redação. Sempre começava pelo título, fazia a conclusão (que, claro, tinha que ser lacrante) e só então partia para o “recheio”. O mesmo processo se repetiu na criação de ME CANTE UMA HISTÓRIA, uma série de lives que estreia nesta quinta, 21 de maio, às 20h, nas quais a cantora, compositora e jornalista vai conversar com grandes compositores brasileiros sobre as histórias por trás das canções da sua autoria.

As lives acontecerão sempre às quintas-feiras, às 20h, no perfil de Natália Boere no Instagram: @nataliaboere. E o primeiro convidado dispensa apresentações: Roberto Menescal. Nas próximas quintas, nomes como Pretinho da Serrinha, Moreno Veloso, Mahmundi, João Cavalcanti e Danni Carlos já estão confirmados.

“Acho fascinante o processo de composição. Para mim, é algo muito intuitivo. Sempre tive curiosidade de saber o que inspira outros artistas e queria compartilhar isso com o público. Acho que a música pode ser um conforto nesta quarentena”, explica ela, que além de cantar e compor, também é repórter do jornal O Globo.

ME CANTE UMA HISTÓRIA vai explorar histórias curiosas dos compositores, segredos sobre o processo de composição e inspiração, e também o atual momento e o que isso pode influenciar artisticamente na sua criatividade.

“É importante falar de arte e de música agora. Muitos artistas podem se inspirar nas conversas para continuarem produzindo e criando na quarentena”, conclui Natalia.

SOBRE: Natural de Salvador, Natália Boere mora no Rio desde 2009. Na capital carioca, foi uma das vocalistas da segunda formação da banda “O espírito da coisa”. Na capital baiana, cantou com a banda Timbalada no extinto Candeal Guetho Square e também fez shows com os grupos Sputnik e Acarajazz Blues Band. Também possui formação em Teatro Musical, na Broadway. Em 2019, fez show no Palco do Aterro do Flamengo no Réveillon do Rio, com músicas autorais e sucessos da MPB e do samba. O seu show já passou pelo Teatro Ipanema, Beco das Garrafas, Forte de Copacabana, Teatro Café Pequeno, Casa da Gávea e pelo Centro da Música Carioca Artur da Távola.

VEJA NATÁLIA BOERE NO YOUTUBE: https://www.youtube.com/user/nataliaboere

SERVIÇO:
ME CANTE UMA HISTÓRIA com Natália Boere

Quando: quintas, às 20h

Estreia: 21/5 – quinta – com Roberto Menescal

Onde: www.instagram.com/nataliaboere/

Convidados confirmados: Pretinho da Serrinha, Moreno Veloso, Mahmundi, João Cavalcanti e Danni Carlos.

Diogo Nogueira faz live de aniversário neste domingo

Para celebrar seu aniversário de 39 anos neste domingo, dia 26/04, Diogo Nogueira vai comemorar com seus fãs, mas obedecendo ao isolamento social por conta da pandemia. A festa vai ser numa Live em sua casa, das 12 às 14h30, com música, comida, alegria e muito amor pelo samba. O espírito é ser um almoço de família, com Diogo preparando a comida como um bom chef que é, e mais brincadeiras, bolo de aniversário, conversas com os fãs e relembranças de momentos importantes.

Será sua primeira grande live em um dia de festa e para isso Diogo preparou um repertório especial, acompanhado de uma banda enxuta – com os cuidados de distanciamento recomendados pela OMS – e outras atividades, como cozinhar porque, além de um bom gourmet, ir para a cozinha e preparar um prato especial para os amigos e a família são uma de suas paixões. Lançar um livro com suas receitas preferidas já está nos seus planos para breve.

Diogo vai cantar um repertório com seus sucessos, com destaque para “Pé Na Areia“, que hoje já alcança a marca de 53 milhões de visualizações no YouTube, e outras músicas sugeridas por seus fãs.

A live será no canal do YouTube do Diogo Nogueira: diogo.no/youtube. Se inscreva lá, garanta o seu lugar e vem pra festa com ele.

Cantora Simone faz live domingo 19

A cantora  Simone, que fez a primeira live de sua carreira no domingo passado (12), sem alarde ou divulgação fora de suas redes sociais,  gostou tanto da receptividade da empreitada que resolveu repetir a dose. No próximo domingo, dia 19, a partir das 18 horas, ela estará ao vivo no Instagram @simoneoficial, direto de sua casa, no Rio de Janeiro.
 
Durante a live, Simone vai relembrar sucessos, músicas marcantes de sua carreira, além de mostrar novidades que o público vai conhecer acompanhando a transmissão.
 
A ideia da cantora é seguir promovendo transmissões semanais em seu Instagram, durante o período de isolamento social. Dats e horários serão divulgados nas redes sociais da cantora
 
#ficaemcasa

Gal Costa e o show Estratosférica em destaque no YouTube

A gravadora Biscoito Fino segue disponibilizando na íntegra, em seu canal YouTube, shows originalmente lançados no formato DVD. Desde o início do insolamento social, já foram exibidos espetáculos de Chico Buarque, Alcione, Maria Bethânia e Zeca Pagodinho e Hamilton de Holanda, entre outros. 

Nests sexta, dia 17, é a vez da exibição do festejado espetáculo “Estratosférica”, de Gal Costa, lançado em CD e DVD ao vivo. O show de Gal será exibido no horário de sempre: a partir das 11 da manhã,  no canal YouTube da gravadora :

www.youtube.com/biscoitofino

Com direção geral de Marcus Preto e produção musical de Pupillo (Nação Zumbi), o espetáculo “Estratosférica” estreou no Teatro Castro Alves, em Salvador, em 27 de setembro de 2015, o dia seguinte ao aniversário da cantora. A gravação do álbum/DVD ao vivo aconteceu quase dois anos depois, em 24 de junho de 2017, na Casa Natura Musical, em São Paulo. A direção do DVD é de Joana Mazzucchelli e a banda que acompanha Gal Costa  no palco é formada por Guilherme Monteiro (guitarra e violão), Fabio Sá (baixo), Mauricio Fleury (teclados e guitarra) e Pupillo (bateria e programações).


“Estratosférica” une os compositores da geração de Gal a nomes da nova cena nacional. O roteiro, criado por Marcus Preto, presta-se muito bem a essa ideia: costura canções de Caetano Veloso (“Objeto Não Identificado”, “Como 2 e 2”,  Tom Zé (“Namorinho de Portão”), Luiz Melodia (“Pérola Negra”), Jards Macalé e Waly Salomão (“Mal Secreto”), Carlos Pinto e Torquato Neto (“Três da Madrugada”), Roberto e Erasmo Carlos (“Meu Nome É Gal”), a alguns clássicos que nunca haviam chegado à voz de Gal, como “Cartão Postal”, de Rita Lee e Paulo Coelho, e “Os Alquimistas Estão Chegando os Alquimistas”, de Ben Jor .

Orquestra Sinfônica Brasileira em atividade on-line

Enquanto não é possível retornar aos palcos, devido ao período de isolamento social recomendado pelas autoridades, a Orquestra Sinfônica Brasileira, migrou suas atividades para o ambiente virtual. Desde o dia 19 de março, músicos da orquestra vêm se apresentando a partir de suas casas e oferecendo aulas on-line para alunos de todo o país, como parte do Conexões Musicais – projeto de responsabilidade social da OSB. Além disso, foram enviados pen drives contendo um compilado de apresentações da orquestra a diversos hospitais e laboratórios do Rio e de São Paulo, com o objetivo de levar música e beleza a pacientes e funcionários dessas instituições.

Diariamente as páginas da OSB nas redes sociais publicam vídeos de músicos da orquestra interpretando obras do repertório clássico e popular em formatos diversos. Em interpretações solo, duos e trios (com o auxílio de plataformas de videoconferência), os mais de 70 profissionais do grupo compartilham sua arte e mensagens positivas, incentivando o público a permanecer em casa. “Acreditamos que para a música não há barreiras, sobretudo no poder de conectar as pessoas” – diz a diretora Geral da OSB Ana Flavia Cabral Souza Leite. Veja aqui:https://web.facebook.com/orquestrasinfonicabrasileira/videos/224090935634598/

Projeto de responsabilidade social da Orquestra Sinfônica Brasileira, o Conexões Musicais tem como objetivo promover uma rede de interação em cidades do interior em diversos estados brasileiros. As aulas ministradas pelos músicos da orquestra a estudantes de música dos territórios por onde passa são um dos pilares do projeto e enquanto não é possível visitar fisicamente essas localidades, a instituição resolveu fazer uso da tecnologia para desenvolver o projeto durante esse período. Os professores vêm ministrando aulas on-line a alunos que já passaram pelo projeto para que eles sigam com seus estudos em casa e para que o conteúdo gerado possa servir a estudantes de música de todo o país. Veja aqui: https://youtu.be/pevLBcrbMK0

Um compilado de apresentações da Orquestra Sinfônica Brasileira foi enviado a diversos hospitais e laboratórios do Rio de Janeiro e de São Paulo para que esse conteúdo possa ser disponibilizado em monitores das áreas comuns dessas instituições. “Nossa ideia é levar um pouco de leveza e beleza aos dias tão difíceis de pessoas hospitalizadas e profissionais da saúde”, acrescenta Ana Flávia. Unidades da Rede D’or, Prevent Senior e DASA já receberam o material.

Lançada no dia 13 de março, a websérie “Ouvir pra Crer” ganha novos episódios a cada sexta-feira, na página da orquestra no Youtube. Apresentados pela diretora da OSB Ana Flavia Cabral e pelo compositor e regente Leandro Oliveira, os programas exploram de forma simples e informal assuntos relacionados ao universo da música de concerto. Veja aqui: https://youtu.be/f-qni8LuS34

 

 

MAIS SOBRE A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA:

 

Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 80 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia.

Responsável por revelar talentos como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Menezes e pioneira na criação de projetos de democratização da música de concerto, como o Aquarius e os Concertos da Juventude, a OSB chega aos 80 anos com fôlego para levar ao público uma temporada especial e comemorativa, com destaque para a música brasileira e os artistas nacionais, tendo sua própria história como fio condutor da programação. O Itaú é o patrocinador da Série Clássica Brasileira. Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem a NTS – Nova Transportadora do Sudeste – como mantenedora, a Vale como patrocinadora master e a Brookfield como patrocinadora, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.

Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura.

Casuarina 18 Anos – Ao Vivo

Ouça o álbum: https://orcd.co/18anosaovivo

Assista ao clipe de “Canto de Ossanha” : https://youtu.be/Cbkk2Q5UtVc

Nos anos 2000, a Lapa abrigou uma geração que renovou a música brasileira.  A sofisticação do samba tradicional com harmonias trabalhadas em violões, cavaquinhos e bandolins. Os casarões centenários que conectaram os jovens com a atmosfera do Rio Antigo. A batucada que ora namora com a gafieira, ora com o candomblé. A cerveja servida no copo americano. A pesquisa e resgate de autores pré-Bossa Nova. Os sambas que não tocavam nas rádios começaram a ser cantados, em coro, em animadas rodas. Tudo isso gerou um novo caldo, um novo estado de espírito.  A partir daí, o chão e o som da Lapa passaram a reverberar numa frequência nova.

 

Há 18 anos, nessa Lapa, o Casuarina vocalizou esse estado de espírito. E agregou um diferencial: a competência e o carisma para atingir um público mais abrangente. Em poucos anos, fez da Fundição Progresso a sua casa. Manteve lotado um dos maiores espaços da Lapa. Em 2012, reuniu uma multidão, ao ar livre, diante dos Arcos da Lapa para a gravação do DVD “Casuarina – 10 Anos de Lapa”.

 

Foram, até aqui, oito discos, dois DVDs e uma série de turnês pelo Brasil e pelo mundo. O grupo também ganhou prêmios importantes, como o de “Melhor Grupo de Samba” no 28º Prêmio da Música Brasileira em 2017. O sucesso do Casuarina lembra a famosa frase de Tolstoi: “Se queres ser universal, canta a tua aldeia.”

 

Essa trajetória, essa aldeia, estão impressos em “Casuarina 18 anos – ao vivo”. O grupo escolheu o Centro Cultural Carioca, onde foi residente por anos, para a gravação. Próximo à Lapa, o CCC é um dos principais casarões centenários do Rio Antigo. Estão ali os sambas preciosos garimpados para os primeiros discos. Alguns foram vestidos com arranjos tão marcantes que passaram a ser reconhecidos como “sambas do Casuarina”. É o caso de “Jornal da Morte”, do compositor e jornalista Miguel Gustavo e “É isso Aí”, do genial e esquecido Sidney Miller. As harmonias e os arranjos do competente trio de cordas formado por Daniel Montes (violão de 7 cordas), João Fernando (bandolim) e Rafael Freire (cavaquinho) se tornaram uma das marcas do Casuarina.

 

Gabriel Azevedo (pandeiro e voz) canta com segurança em todas as faixas, com especial destaque em “Disritmia”, de Martinho da Vila. O balanço saboroso entre a voz potente e o trio de instrumentistas fica nítido no arranjo de “Canto de Ossanha”, um dos afro-sambas de Vinícius de Moraes e Baden Powell.

 

O clima dançante de gafieira está em “Falso Moralista”, do quase centenário Nelson Sargento. De quebra, a música soa como um comentário sarcástico ao Brasil de 2020.  A única música ainda não gravada pelo grupo é o samba-canção “Meu apelo”, de Wilson Moreira. Uma homenagem ao mestre, referência maior do Casuarina, que morreu em 2018.

 

Com o passar dos anos, e com o amadurecimento da geração de músicos da Lapa, começaram a aparecer novos compositores. E o Casuarina brilhou com “Certidão”. João Cavalcanti, que saiu do grupo em 2017, assinou essa canção com João Fernando. O grupo agora registra sua certidão na voz de Gabriel Azevedo.

 

As músicas garimpadas da nova geração de compositores soam como clássicos. Basta ouvir os versos “Cansei de procurar em outras bocas / O gosto desse beijo que não sai de mim”, que abrem a música “Um samba de saudade”, de Chico Alves e Toninho Geraes.  A batucada que ora namora com a gafieira em “Falso Moralista”, se firma no candomblé em “Falangeiro de Ogum” (Leandro Fregonesi / Raul DiCaprio) e “Embira” (Cadé / Raul DiCaprio).

 

Mais do que gravações com arranjos impecáveis, “Casuarina 18 anos – ao vivo” reverbera os sons e o chão da Lapa. Cada música te leva pra atmosfera do Centro Cultural Carioca, do Arco da Velha, Semente, Carioca da Gema, Clube dos Democráticos. Mesmo que você nunca tenha escutado um samba nesses lugares. 

Grandes momentos da Sala no Youtube!

Uma ótima opção para quem está de quarentena: o canal Youtube da Sala Cecília Meireles oferece 57 concertos que contam parte da história da Sala. São registros de grandes momentos,  com orquestras, conjuntos de câmera, quartetos e solistas, muitos deles do arquivo da Academia Brasileira de Música.

 

Nos programas, obras de Villa-Lobos, Alberto Nepomuceno, Almeida Prado, Edino Krieger, Marlos Nobre, Lorenzo Fernandez, João Guilherme Ripper, Camargo Guarnieri, Claudio Santoro entre muitos outros.

 

Entre os intérpretes, Rosana Lanzelotte, Nelson Freire, Roberto Szidon, Yamandu Costa, Turíbio Santos, Camerata SESI, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Sinfônica de Barra Mansa,  Música Brasilis, Camerata Jovem, Orquestra Sinfônica Nacional  da UFF.

 

Os vídeos, editados em ordem cronológica, começam com um histórico recital de Turíbio Santos em setembro de 1969, e vão até o belo Romance nº2 em F maior Op. 50, de Beethoven, com a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa regida por Daniel Guedes em janeiro de 2019.

 

O link é https://bit.ly/394Slbq

DVD reúne Edu Lobo, Dori Caymmi, Toninho Horta e Zé Renato

Pela primeira vez, a Biscoito Fino vai disponibilizar um DVD na íntegra em seu canal YouTube e no Facebook Whatch, antes que ele esteja nas  lojas físicas. 
 
Trata-se do registro ao vivo do show “Em casa com Luiz Eça”, idealizado por Igor Eça, filho do pianista, e estrelado por craques como Edu Lobo, Dori Caymmi, Toninho Horta e Zé Renato. O conteúdo acaba de estrear e o convite para ficar em casa é mais do que pertinente.
 
Segue foto em anexo (divulgação)
 

  

O DVD do projeto Em casa com Luiz Eça, estrelado por Edu Lobo, Dori Caymmi, Toninho Horta e Zé Renato, ganha lançamento na web antes de chegar às lojas físicas 

EmCasa_DVD_Capa_fabrica.jpg

Em Casa Com Luiz Eça Ao Vivo (Show Completo) https://www.youtube.com/watch?v=0ozwBSbYwyg&t=2206s


Gravado em 25 de abril de 2017 no palco do Theatro Net Rio (RJ), o projeto Em casa com Luiz Eça nasceu como álbum de estúdio, lançado no mesmo ano, pela Biscoito Fino. Ao transforma-se em espetáculo musical, ganhou roteiro e direção de Dulce Lobo, Hugo Sukman e Igor Eça, idealizador e co-diretor musical, ao lado de Itamar Assiere.

 

O registro ao vivo, que está sendo editado em álbum digital e DVD físico, celebra o genial pianista, arranjador e compositor Luiz Eça do jeito que ele mais gostava: reunindo amigos, como se estivessem na sala de sua casa, no Leblon.

 

Convidados por Igor Leça (baixo e vocais), Dori Caymmi, Edu Lobo, Toninho Horta e Zé Renato participam do tributo, ao lado de Itamar Assiere (piano), Mauro Senise (saxes e flauta), Jurim Moreira e Ricardo Costa nas baterias.

 

Por Hugo Sukman

Eles chegaram ao estúdio como quem entra na casa de um velho mestre, aquele mestre que de tão íntimo se torna amigo. A casa de Luiz Eça, no Leblon, tinha as portas abertas. E o piano no centro da sala. E sentado diante dele um menino da noite, um músico constantemente entusiasmado, incansável, como se redescobrisse a música a cada acorde, a cada tema novo – seu ou dos outros – que surgisse. Pelo umbral da porta da casa de Luiz Eça, certa vez passou um menino que seria, senão o maior compositor popular do mundo em seu tempo, o sucessor de Tom Jobim. Edu Lobo chegou à casa de Luiz Eça com uma dúzia de canções espetaculares para um compositor de qualquer idade, inacreditáveis para um garoto de 22 anos. Saiu de lá com o seu primeiro e revolucionário disco arranjado. E com a maior aula de música (e de vida) que poderia haver. Filho do gênio maior, um certo Dorival Caymmi Filho também apareceu certo dia pelos lados do Leblon. Não era compositor menor que Edu, seu amigo de infância, aliás, pelo contrário, autor de estilo próprio, inconfundível. Mas queria aprender mais e, veja só, mesmo nascido em berço de ouro artístico, topou ser copista dos arranjos que Luiz Eça faria para seu próximo disco. E assim Dori mergulhou nas notas e acordes de “Luiz Eça e cordas”, para muitos o maior disco de orquestra já gravado no Brasil. Juntou o berço, o talento próprio e essa inestimável aula de música e de vida para tornar-se, além do grande compositor, um dos maiores arranjadores do mundo. 

Toninho Horta não saía da casa do Leblon e dos estúdios em que Luiz Eça gravasse. Pudera, trouxe de Minas uma guitarra que de tão complexa e inusitada em seus caminhos harmônicos se equivalia aos acordes “de dez dedos” de Luiz Eça para o piano. Dessa parceria nasceu muita gravação e o arranjo mais lindo, de uma das mais lindas canções, “Beijo partido” pelo Tamba Trio. Zé Renato certa vez passou uma noite na casa do Leblon, fascinado por Luiz Eça. Que também era apaixonado por sua voz perfeita, associada a uma musicalidade que se traduz em suas composições, no seu violão e nas harmonizações que executa com o Boca Livre. Nunca trabalharam juntos, falha histórica que agora se corrige – e que cantor, hoje, faria seus temas com mais perfeição e naturalidade.

De repente, no estúdio estão diante do microfone Edu Lobo, Dori Caymmi, Toninho Horta e Zé Renato, quatro dos maiores compositores e músicos do mundo. O mistério que os uniu ali chama-se Luiz Eça. E o clima é tão caseiro e pessoal, que ao lado deles nos vocais só poderia haver outas duas pessoas, os filhos Fred e Igor Eça. Este, o filho músico que idealizou e produziu “Em casa” como, de fato, quem dá uma festa em casa. O tema que eles todos gravaram juntos, “Tamba”, não precisou sequer de ensaio: todos tão íntimos da música gravada originalmente no primeiro disco do Tamba Trio, em 1962, que bastou meia dúzia de olhares e ajustes para que se gravasse em 15 minutos – eles tinham o arranjo original no ouvido e no coração. O objetivo era trazer o clima que tantas vezes Igor – menino deitado sob o piano ou adolescente aprendendo música com o pai – presenciou em casa.

Além de recriar os principais temas de Luiz Eça por seus filhos musicais, Em casa com Luiz Eça , que está sendo lançado nos formatos DVD físico e álbum digital, corrige até certas lacunas históricas deixadas pela dinâmica muito própria da noite. Nesse clima muito informal – mas de alta densidade musical – os amigos vão se revezando nos temas. Não se trata, neste sentido, de um disco clássico de “participações especiais”, como era de esperar, mas de um sarau mesmo. Igor optou por seguir muito fielmente os arranjos originais do pai. E a formação que ele mais gostava de trabalhar – consagrada no Tamba Trio – a bateria, com dois mestres do instrumento Ricardo Costa e Jurim Moreira; o baixo pelo próprio Igor, e o piano de Itamar Assiere, outro jovem mestre que encarou com galhardia tamanha responsabilidade, não de substituir mas de fazer com sua personalidade o piano num disco de Luiz Eça. E também, como Bebeto Castilho volta e meia fazia no Tamba, a presença das flautas e saxofones de Mauro Senise, outro velho parceiro. Além, é claro, da onipresente guitarra de Toninho Horta. Mas o mais bonito é, de repente, enquanto Igor canta a sua canção nova em homenagem ao pai, “Menino da noite”, parceria com Paulo César Pinheiro, Dori virar para Edu, emocionado. “Estou ouvindo a voz do Luizinho…”. Como se estivessem – e estão – numa daquelas noites sem fim na casa à beira do velho canal do Leblon. 

Petrobras Sinfônica disponibiliza 45 vídeos inéditos no Youtube

Segundo o Regente Titular da Petrobras Sinfônica, Isaac Karabtchevsky, a orquestra é um microrganismo que reflete a sociedade. Portanto, como forma de entreter e de estar junto de seu público que está em quarentena em casa, no intuito de frear a proliferação do vírus Covid-19, a Orquestra Petrobras Sinfônica vai disponibilizar a partir de hoje, em seu canal oficial do YouTube http://www.youtube.com/c/OPESinfonica, vídeos inéditos de concertos realizados nos últimos anos. O primeiro, com foco em toda família, é do concerto “O Mágico de Oz”, com a interpretação da música “Somewhere Over The Rainbow”. Ao longo das próximas semanas será incluído pelo menos um vídeo por dia, intercalando infantil, pop e clássico. Estão confirmados Quebra Nozes, apresentado no Concerto de Natal de 2019, “Ventura”, com músicas dos Los Hermanos e “Black Album”, do Metallica.

O canal da orquestra possui também diversos vídeos disponíveis na sua plataforma, que agrada a todos os gostos e idades. Do rock ao clássico, estão disponíveis vídeos do concerto Bohemian Rhapsody, da banda Queen, da Série Convidados, com nomes como Nando Reis, Pitty e Lucy Alves. Já para a criançada, estão disponíveis A Arca Sinfônica – com músicas de Vinícius de Moraes, Saltimbancos Sinfônico e Balão Mágico Sinfônico. Da série clássica, estão disponíveis vídeos com músicas de Ludwig Van Beethoven, Tchaikovsky e Heitor Villa-Lobos.

Também é possível assistir trechos de concertos, making-of, vídeos da Academia Juvenil da Orquestra Petrobras Sinfônica e o projeto TV OPES, que apresenta os instrumentos e a função de cada músico que forma uma orquestra, disponível também no IGTV da orquestra a partir da semana que vem.

Link do vídeo “O Mágico de Oz: Somewhere Over The Rainbow”:  https://youtu.be/Wf84-jtEURQ

Devido às medidas de prevenção adotadas para conter o avanço do Covid-19, o coronavírus, e visando o bem-estar do público, músicos e equipe, a Orquestra Petrobras Sinfônica cancelou concertos clássicos que aconteceriam em março e adiou os concertos “Bohemian Rhapsody” e “Série Playlist: Coldplay”, para os dias 09 e 19 de julho, respectivamente.

Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica:
Aos 47 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres, e patrocinada pela Petrobras desde 1987, a orquestra conta com uma formação de mais de 80 instrumentistas e tem como Diretor Artístico e Regente Titular o maestro Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.

Modelo de gestão: A Associação Orquestra Pró Música do Rio de Janeiro, entidade que administra a orquestra, possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos.

Sobre a PETROBRAS: A Petrobras completou 33 anos de patrocínio da Orquestra Petrobras Sinfônica em 2019. Uma parceria essencial para mantê-la entre os principais conjuntos da América Latina, sempre desenvolvendo um importante trabalho de democratização da música clássica e de renovação do público do gênero.

Encruza faz show com participação de Jards Macalé

Da junção dos grupos paulistanos Metá Metá e Passo Torto se originou a Encruza, um núcleo de criação que se reúne para apresentar ao público, além das características individuais dos trabalhos de cada um de seus integrantes, os pontos de interseção entre eles e seus muitos desdobramentos. Eles se apresentarão na Sala Nelson Pereira dos Santos, em Niterói, no dia 12/03 (quinta-feira) às 20h. Neste show, esse grupo contará ainda com a participação especial do “professor” Jards Macalé. Os ingressos variam entre R$ 20 e R$ 40.

 

Formado por Kiko Dinucci, Juçara Marçal, Marcelo Cabral, Rodrigo Campos, Romulo Fróes e Thiago França, que para além de sua importante colaboração em trabalhos de artistas como Elza Soares, Jards Macalé e Criolo, deixou sua reconhecida marca estética na música popular brasileira produzida neste século. A marca deles está presente nos álbuns autorais lançados por cada um de seus integrantes como: “Encarnado”, “Bahia Fantástica”, “Metal Metal”, “Barulho Feio”, “Motor”, “Malagueta, Perus e Bacanaço”, “Passo Elétrico”, entre muitos outros.

 

Já Jards Macalé, é um artista sem par na música brasileira, tamanha a abrangência de sua obra, de suas parcerias e de suas andanças por vários segmentos artísticos. Após 20 anos sem lançar um trabalho de composições inéditas Jards lançou em 2019 o disco “Besta Fera” que conta com a participação direta de membros da “Encruza”, com a direção artística de Rômulo Fróes e produção musical de Kiko Dinucci junto com Thomas Harres. Sob direção musical do próprio Jards o disco apresenta a expressão exata de sua atualidade provocadora, e conta com parceiros contemporâneos como: Ava Rocha, Capinam, Clima, Ezra Pound, Kiko Dinucci, Rodrigo Campos, Rômulo Fróes, Thomas Harres e Tim Bernardes, e renova a composição de Macalé.

 

A Sala Nelson Pereira dos Santos, onde eles se reunirão, fica localizada na Av. Visconde do Rio Branco, 880, em Niterói.

 

Serviço:

Encruza + Jards Macalé

Data: 12/03/2020 (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Sala Nelson Pereira dos Santos

Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, 880 – São Domingos – Niterói/RJ

Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia)

Classificação: Livre

 

Descontos:

50% – estudantes do ensino fundamental, médio e superior; maiores de 60 anos;

menores de 21 anos; professores da rede pública de ensino; servidores públicos municipais e pessoas com deficiência e acompanhantes.

Os descontos serão concedidos apenas mediante a apresentação do documento de identificação com foto e validade.

 

Menores de idade acompanhados dos responsáveis.

Crianças até 02 anos não pagam.

 

Mats Gustafsson e Christof Kurzmann na Audio Rebel

Destaques da cena de Free Jazz e música de vanguarda, o sueco Mats Gustafsson e o austríaco Christof Kurzmann apresentam o show “Falling” na Audio Rebel. A apresentação é atração desse mês dentro da programação Budweiser Apresenta e acontece no dia 12/03 (quinta-feira), a partir das 20h. Os ingressos custam R$ 25.

Nessa performance, os músicos unem música improvisada em diferentes perspectivas e tradições, passadas e futuras. Unindo jazz, rock e eletrônica, “Falling” traz em seus componentes fundamentais elementos que parecem vir do século 20: o saxofone, o laptop e música de fita. Mas, ao examinar os materiais, torna-se rapidamente aparente que, embora as “máquinas” possam pertencer ao século anterior, as metodologias aplicadas a eles não.

Sueco radicado na Áustria, Mats é saxofonista, improvisador, compositor e colabora com diversos projetos ao lado de artistas como Neneh Cherry, Sonic Youth, Merzbow, Jim O’Rourke, Barry Guy, Otomo Yoshihide, Yoshimi, Peter Brötzmann, Chrsitian Marclay, Albert Oehlen e Ken Vandermark. Entre seus projetos, estão grupos como THE CHERRY THING (The Thing + Neneh Cherry), FIRE! Orchestra, Klangforum Wien e NU – Ensemble.

Nascido em Viena, Christof tem o clarinete e computador como seus principais instrumentos, transitando entre o eletropop, improvisação e “new music”. Ocasionalmente é um solista, embora prefira fazer parte de grupos ou coletivos. No seu curriculum estão bandas como: The Magic I.D., El Infierno Musical, Qmince, Made to Break, Trio Carrasco/Kaplan/Kurzmann, Orchester 33 ⅓ e Schnee.

O show integra a programação da Budweiser na Audio Rebel, que já recebeu Passo Torto, Kiko Dinucci, Rodrigo Campos, Jair Naves, Blastfemme, Vovô Bebê e Nina Becker, entre outros. Esse show acontece na casa em Botafogo que reúne também estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

 

Serviço

Budweiser Apresenta: Mats Gustafsson e Christof Kurzmann

Data: 12/03/2020 (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 25

Compra online: http://bit.ly/2wVPofE

Evento: https://web.facebook.com/events/238206570519878/

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Chinese Cookie Poets se apresenta na Audio Rebel

Um dos principais nomes da música de vanguarda carioca, o power trio carioca Chinese Cookie Poets retorna ao palco da Audio Rebel no dia 19/03 (quinta-feira), na Audio Rebel, a partir das 20h. Os ingressos custam R$ 20.

A banda vai apresentar sua combinação de Free Jazz e No Wave. Formado por Marcos Campello (guitarra), Felipe Zenícola (baixo) e Renato Godoy (bateria), o projeto já lançou quatro álbuns e tocou em vários países da América Latina e Europa.

Esse show único acontece no palco da Audio Rebel, casa em Botafogo que reúne também estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

 

Serviço

Chinese Cookie Poets

Data: 19/03/2020 (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Paulo Ricardo apresenta Rádio Pirata ao vivo – 35 anos

Divisor de águas do show business brasileiro dos anos 80, o espetáculo “Rádio Pirata Ao Vivo” ganha reedição. Há tempos os fãs de todas as idades pediam que Paulo Ricardo voltasse a apresentar o repertório do álbum lançado em 1985 e que é, até hoje, o mais vendido da história da música brasileira, ganhando os palcos em uma superprodução dirigida por Ney Matogrosso.

A nova turnê, batizada de Rádio Pirata ao Vivo – 35 anos, que celebra o espetáculo emblemático, estreou com casa lotada no Rio (em setembro de 2019), ganhou a estrada e agora volta à cidade, no palco do Ribalta.  “Estreamos o show “Rádio Pirata ao vivo” no dia seguinte ao meu aniversário de 24 anos, em São Paulo, com a presença e a bênção de nosso padrinho Chacrinha, e o impacto foi imediato. As pessoas enlouqueceram com o laser e a direção precisa e sofisticada de Ney, e na semana seguinte participamos de um festival no Gigantinho, em Porto Alegre”, lembra Paulo Ricardo, que conta ainda que foi o sucesso meteórico de sua versão de “London, London”, que não estava no disco de estúdio, que fez a banda fazer um registro ao vivo. “Em poucos meses, a música estava em primeiro lugar nas paradas de todo o Brasil, pasmem, sem que houvesse sido lançada em nenhum disco. Assim, decidimos registrar o álbum “Rádio Pirata ao vivo”, gravado no Anhembi em Sampa, mixado em Los Angeles, que permanece até hoje como o álbum mais vendido da história do Brasil, assim como a turnê, que quebrou todos os recordes dos lugares por onde passou. Foram 250 shows em 15 meses para mais de 2,500,000 de pessoas”, finaliza Paulo.

Já para Ney Matogrosso foi a sua estreia como diretor, já em uma superprodução: “Conheci o Paulo Ricardo bem antes, quando ele era jornalista e escrevia para uma revista de música. Durante uma entrevista, ele me contou que tinha uma banda e tudo mais. Um tempo depois, quando “Louras geladas” começava a tocar timidamente no rádio, o empresário Manoel Poladian me disse que estava buscando uma banda de rock e eu sugeri que ele ouvisse os meninos. Depois de contrata-los, Poladian me perguntou se eu queria dirigir o show e a minha condição pra aceitar foi que ele me desse carta branca e condições pra fazer tudo que eu pedisse. Assim foi feito e o show teve uma produção escandalosa! A minha inspiração veio toda do filme Blade Runner: tinha raio laser e luz neon em toda a beirada do palco, que parecia uma nave espacial. Foi um fenômeno para a época”,

A turnê revisita o repertório do show mais emblemático dos anos 80: “Sim, é exatamente o mesmo show de 85, com os canhões de raio laser e tudo mais. O mesmo show que está eternizado no DVD homônimo. O mesmo show que moveu multidões. Se você esteve lá, vai se arrepiar. Se não esteve, bem-vindo a bordo”, resume Paulo Ricardo.

No repertório, Radio Pirata, Revoluções por Minuto, Alvorada Voraz, A Cruz e a Espada, Naja, Olhar 43, Estação no Inferno, London London e Flores Astrais.

 

Paulo Ricardo – Rádio Pirata ao vivo – 35 anos

Ribalta

Endereço: Av. das Américas, 9650 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Abertura da casa: 20:30 horas

Show previsto para: 22:30 horas.

Classificação: 18 Anos

Ingressoshttps://www.ingressorapido.com.br/event/33951-1/d/69028

Mesa Central

A partir de R$ 130,00Taxas e encargos R$ 13,00
Mesa PlateiaA partir de R$ 110,00Taxas e encargos R$ 11,00
Pista Premium

A partir de R$ 70,00

Taxas e encargos R$7,00

Moacyr Luz no Circo Voador

E lá se vão 15 anos desde que Moacyr Luz reuniu um grupo de amigos para uma roda de samba em uma segunda-feira, no Andaraí. Depois de centenas de apresentações e quilômetros rodados país afora, o Samba do Trabalhador desembarca pela primeira vez no Circo Voador, dia 12 de março. Além da comemoração de aniversário, o show marca o lançamento do álbum “Fazendo Samba” e terá participações de Marcelo D2Roberta Sá e Toninho Geraes, entre outros convidados que ajudaram a escrever a história de uma das rodas de samba mais tradicionais do Brasil.

No repertório da noite, além das canções do novo disco, o grupo apresentará dezenas de clássicos do gênero, que embalam as noites de segunda-feira e fizeram do Samba do Trabalhador parada obrigatória para cariocas e turistas. Lançado em janeiro deste ano, o álbum “Fazendo Samba” é o quinto disco do grupo, que também soma 3 DVDs ao vivo.

Resultado do encontro entre Moacyr Luz (voz e violão), Gabriel Cavalcante (voz e cavaquinho), Alexandre Marmita (voz e cavaquinho), Mingo Silva (voz e percussão), Nego Álvaro (voz e percussão), Luiz Augusto Guimarães (percussão), Nilson Visual (percussão),

Junior de Oliveira (percussão) e Daniel Neves (violão 7 cordas), em ‘Fazendo Sambo’ o Samba do Trabalhador traz o mesmo calor e energia que o consagraram nas apresentações ao vivo, mas com a lapidação e apuro técnico de uma gravação em estúdio.

“Depois de 15 anos juntos, chegamos a um momento de amadurecimento harmônico e do nosso pensamento musical. Posso dizer que hoje somos um só organismo. Tocamos e pulsamos juntos, o entrosamento fica mais afinado a cada vez que nos encontramos, seja no Renascença, no estúdio, palcos e terreiros pelo país” aponta Moacyr Luz, que também assina a direção artística do álbum. “A escolha do repertório se desenrolou naturalmente, reunindo canções nossas e parcerias inéditas com amigos e velhos conhecidos da música brasileira, além de quatro sucessos que já estão na boca do público, que agora ganham a nossa cara e uma pitada do que o público encontra nas nossas segundas-feiras sagradas”, afirma o bamba.

Serviço Moacyr Luz E Samba Do Trabalhador
Participação: Roberta Sá e Toninho Geraes
Data:  12/03, quinta-feira
Abertura dos portões: 21h
Local: Circo Voador
Classificação: 18 anos
(de 14 a 17 anos somente acompanhado do responsável legal)

1º Lote:*
R$ 30 (meia-entrada para estudantes, menores de 21 anos e maiores de 60 anos)
R$ 30 (cliente Clube Sou + Rio)**
R$ 30 (ingresso solidário válido com 1kg de alimento)
R$ 30 (cliente Cartão Giro Metrô Rio)
R$ 60 (inteira)

2º Lote:*
R$ 40 (meia-entrada para estudantes, menores de 21 anos e maiores de 60 anos)
R$ 40 (cliente Clube Sou + Rio)**
R$ 40 (ingresso solidário válido com 1kg de alimento)
R$ 40 (cliente Cartão Giro Metrô Rio)
R$ 80 (inteira)

*Lote sujeito a alteração sem aviso prévio

Ingressos à venda na bilheteria do Circo (dinheiro e cartão de débito/crédito Elo, Visa e Master) e na Tudus pelo link http://bit.ly/samba-do-trabalhador-nocirco

Horário de Funcionamento da bilheteria: De terça a quinta, das 12:00 às 19:00; sexta das 12:00 às 00:00; sábado das 14:00 às 00:00. E sempre 02 horas antes de cada evento.

Sobre Moacyr Luz e Samba do Trabalhador:

 

Consolidado na geografia cultural do país como polo de resistência da cultura brasileira, o Samba do Trabalhador foi fundado por Moacyr Luz em uma tarde de 2005.

O nome de batismo da roda foi inspirado no dia de suas apresentações, todas às segundas-feiras, no Clube Renascença. Ocorre que, ao contrário da maioria das profissões, as folgas dos músicos são sempre às segundas. Foi por isso que, há 15 anos, Moacyr viu nesta data uma oportunidade rara de reunir seus amigos do samba, que tem agenda lotada nos outros dias. O encontro casual virou patrimônio cultural, e hoje reúne milhares de pessoas semanalmente, entre personalidades da cultura brasileira, músicos e anônimos. Já passaram por lá nomes como Anderson Cooper (âncora da CNN), Fagner, Pedro Bial, Débora Bloch, o ex-jogador Junior, entre muitos outros. Em comum, todos fãs do verdadeiro samba de raiz.

Hoje, o Samba do Trabalhador se tornou parada obrigatória para amantes da música brasileira. Com o passar dos anos o movimento ganhou contornos de resistência, por manter vivas as tradições do samba e as pautas sociais em versos e acordes.

Esta rica história, que inclui 4 álbuns lançados e 3 Prêmios da Música Brasileira, além de dezenas de participações de estelas da nossa música. Agora, o grupo lança “Fazendo Samba”, seu quinto disco, pela gravadora Biscoito Fino.

Gerson King Combo em Noite Black

O primeiro sábado de março será dia de baile black no Teatro Rival Refit. Rei do soul brasileiro, Gerson King Combo lança o segundo single do “DVD Gerson King Combo 70 Anos”, “Deixe sair o suor”, que foi gravado na casa. Ele dançou para o James Brown em pessoa, cantou na banda de Wilson Simonal e lançou quatro discos fundamentais para a black music nacional. E é um apanhado desses discos que Combo vai mostrar no dia 7 de março. No repertório do show, estão releituras dos clássicos “Mandamentos Black”, “Funk Brother Soul” e “Good-bye”, que se misturam a homenagens aos mestres James Brown “I Feel Good” e Tim Maia “Rational Culture”. Com o auxílio luxuoso da banda Supergroove, a apresentação conta também com a participação especial do cantor Carlos Dafé. Em seguida, o baile se espalha com os DJs e as projeções da conceituada festa Blax. Prepare seu melhor visual e se jogue na pista!

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 07 de março (sábado). Horário: 21h. Abertura da casa: 20h. Ingressos: R$60 (inteira), R$30 (meia-entrada)Venda antecipada pela Sympla – https://sympla.com.br/teatrorivalrefit Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit

Programação de março do Clube Manouche

06/03 – Sexta, 22h – “Baile Charme Black Tie” com William Vorhees e Dj Corello  

 

O catálogo da Motown Records, assim como os de outras gravadoras antológicas, recheia o setlist do Baile Charme Black Tie, com o mestre William Vorhees e o “mago das pickups” DJ Corello, que traz a alma e o coração da black music em mais uma irresistível edição no Clube Manouche. “O charme que tem ritmo, harmonia, melodia e vocais bonitos”, define Corello, conhecido por falar para a plateia “Chegou a hora do charminho, transe seu corpinho bem devagarinho”.  É a comemoração dos 40 anos do Charme.

O anfitrião William Vorhees é presença de luxo, grande conhecedor do estilo de vida carioca. Nascido no Complexo do Alemão, ele já levou figuras de peso, como Kanye West e Will Smith para programas típicos da cidade, como visitar o Baile do Méier. Vorhees é a figura perfeita para essa ponte entre a zona norte, onde o Baile Black Tie acontecia no Imperatório, com a Zona Sul do Rio de Janeiro.

Assim como a mistura do suingue do Baile de Charme com elegância do Black Tie, a experiência de Corello DJ já transformou as noites na casa num evento inesquecível.

Serviço

Evento: “Baile Charme Black Tie” com William Vorhees e Dj Corello  

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 06 de março, sexta, 22h

* Atenção: O Baile Charme Black Tie terá formação de pista durante toda a noite (em pé)

Ingressos: R$ 70,00 (inteira), R$ 50,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 35,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos

Estacionamento no local (tarifado)

07/03 – Sábado, 21h“Kind of Blue 60 Anos”, Três Vezes Miles Davis – série CJUB Jazz Nights

 

Abrindo a temporada 2020, a série “CJUB Jazz Nights” trás ao Clube Manouche, pela primeira vez, um espetacular trumpet summit, reunindo os mais destacados solistas cariocas desse instrumento – Jessé Sadoc, Altair Martins e Guilherme Dias Gomes –, para reverenciar os 60 anos de lançamento do mais importante e mais vendido disco de jazz de todos os tempos: “Kind of Blue”, o icônico álbum de Miles Davis, verdadeiro divisor de águas do gênero.

Com arranjos originais e releituras especialmente preparadas para essa noite única – as emblemáticas “So What”, “All Blues”, “Blue in Green”, “Freddie Freeloader” e “Flamenco Sketches” – alguns dos melhores músicos do Rio apresentam na íntegra o repertório do antológico álbum do trompetista americano neste projeto mensal dedicado ao jazz. No palco estarão Altair Martins, direção musical, trompete e flugelhorn, Jessé Sadoc, direção musical, trompete e flugelhorn, Guilherme Dias Gomes, direção musical, trompete e flugelhorn, Marcelo Martins, saxofone tenor, Danilo Sinna, saxofone alto, Marcos Nimrichter, piano, Jefferson Lescowitch, contrabaixo acústico, e Renato “Massa” Calmon, bateria.

Serviço

Show“Kind of Blue 60 Anos”, Três Vezes Miles Davis – série CJUB Jazz Nights

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 07 de março, sábado, 21h

Ingressos: R$ 160,00 (inteira), R$ 120,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 80,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Lotação: 100 lugares (formação com mesas e cadeiras)

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

07, 08, 14, 21, 22, 28 e 29/03 – Sábados e domingos, 16h Peça Infanto-juvenil “A Máquina do Tempo” 

 

Com direção de Denise Stutz, solo inédito com texto e interpretação de Gui Stutz fala sobre menino que viaja pelo tempo

 

Para entender o mundo de hoje, um menino resolve usar objetos que tem em seu próprio quarto para construir uma máquina que o permita viajar ao passado em busca de respostas. Eis o ponto de partida do espetáculo inédito “A Máquina do Tempo”, peça infanto-juvenil escrita pelo ator e músico Gui Stutz, com direção de Denise Stutz, que estréia temporada no Clube Manouche em 07 de março, com sessões aos sábados e domingos, às 16h, até 29 de março.

Sozinho em cena, Gui Stutz narra a história do menino de forma lúdica e entremeada por canções autorais. Nessa aventura pelo tempo, o menino é capturado por um navio pirata, vê diferentes dinossauros na pré-história, testemunha Santos Dumont voando no 14-Bis, vai trabalhar num circo de 1923 como o “menino do futuro” e passa por muitas cidades e países até voltar ao ano de 2020. Seu desejo nessa viagem é observar as florestas, os mares e as cidades para tentar entender como o passado se tornou o presente.

 

Acostumado a trabalhar com companhias teatrais, Gui já cultivava há tempos a vontade de montar um solo que reunisse música e dramaturgia. Para escrever “A Máquina do Tempo”, ele se inspirou na própria infância e na paternidade. “Sou filho único. Minha memória da infância tem muito de brincar sozinho e acompanhar as viagens de trabalho dos meus pais. Desenhava muito, criava mundos e histórias na minha cabeça”, recorda. Hoje pai de três filhos com idades entre dois meses e quatro anos, Gui se vê rodeado pelo universo da criança.

A música é um elemento constante nos trabalhos de artes cênicas de Gui Stutz, e não foi diferente na construção da dramaturgia de “A Máquina do Tempo”. Em cena, ele utiliza guitarra, e sintetizador ligados a um equipamento de looping para compor em tempo real a trilha sonora original.

Mãe e filho, Denise e Gui já trabalharam juntos em muitas produções, mas é a primeira vez que estão apenas os dois na criação de uma obra. Na bagagem, compartilham experiências que vão desde o teatro de rua popular da Grande Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades até o teatro contemporâneo do espanhol Fernando Renjifo. “A nossa vontade era de fazer uma peça que não infantilizasse a criança. Queríamos dar espaço para ela pensar sobre o tempo de hoje”, enfatiza Denise.

Gui Stutz

Ator e músico. Bacharel em interpretação teatral pela Uni-Rio. Foi aluno da Escola Nacional de Circo e do curso de comunicação social (cinema) da UFF. Integrou por dez anos o elenco da Grande Cia. Brasileira de Mystérios e Novidades. É um dos fundadores do Coletivo Pernalta, em 2014. Fundador e integrante da banda Dona Joana, com dois discos e participação em diversos festivais e programas de TV. Dirigiu “sobre aqueles que carregam coisas” em novembro de 2014, no projeto VEM! e integrou o elenco do espetáculo “Contra o Vento” (2015) e CABEÇA (2016) – vencedor do prêmio Shell 2016 de melhor música. É autor das trilhas sonoras dos espetáculos “Burundanga” (2011), “Elevador tem Quatro Cantos” (2013), “agora não veio nada na minha cabeça”(2014), “Solilóquio” (2014), “Beleza” (2015), “Ausências” (2018) “Marina Nada Morena” (2018), “Eu, Mãe” (2019) e dos vídeo-danças “Até que Você Me Esqueça” (2011) e “Dvlcelaborisproemium” (2012).

Denise Stutz

É uma das fundadoras do Grupo Corpo. Trabalhou com Lia Rodrigues como bailarina, professora e assistente de direção. Foi professora da Escola Angel Viana durante seis anos. Seus solos foram apresentados nas principais capitais do Brasil, além de países como França, Espanha, Portugal, África e Austrália. Seus solos aparecem na lista dos dez melhores espetáculos da crítica do jornal O Globo nos anos de 2004 (‘DeCor”), 2013 (“Finita”) e 2015 (“EntreVer”). Em 2007, estreou “Absolutamente Só” no Itaú Cultural SP e “Estudo para Impressões”, em Madrid. Fez parte do Coletivo Improviso, dirigido por Enrique Diaz. Trabalhou com o diretor Luiz Fernando Carvalho nas séries da TV Globo “Hoje é Dia de Maria”, “Capitú” e “Clarice só para Mulheres”, e na preparação de atores de “Velho Chico”. Em 2018, dirigiu “Sobre O Que Não Sabemos”, do Grupo Roda Gigante e atuou na peça “A Mentira”, de Nelson Rodrigues, dirigida por Inez Viana. A estreia de seu último solo, “Só”, foi considerada um dos destaques na programação do Festival Panorama da Dança 2018.

FICHA TÉCNICA

Atuação, texto e músicas originais: Gui Stutz

Direção e dramaturgia: Denise Stutz

Iluminação: Felipe Antello

Consultoria de figurino: Flavio Souza

Consultoria de cenografia: Keller Veiga E Marcela De Paula

Desenho de som: Alex Miranda

Desenho gráfico: Letícia Andrade

Fotografia: Renato Mangolin

Realização e produção: Plano Geral Espaço E Produções

Serviço

Peça infanto-juvenil“A Máquina do Tempo”

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Temporada: 07 e 08, 14, 21 e 22 e 28 e 29/03 – sábados e domingos, 16h

* Excepcionalmente no dia 8 (domingo), sessão extra às 14h. No dia 15 (domingo) não haverá apresentação.
Ingressos: R$ 160,00 (inteira), R$ 120,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 80,00 (meia) https://manouche.byinti.com

* Crianças a partir de três anos e jovens até 12 anos pagam meia-entrada mediante comprovação. Crianças de até 02 anos e 11 meses de idade não pagam ingressos.

Lotação: 80 lugares (formação com cadeiras)

Duração: 60min

Classificação: Livre.

Estacionamento no local (tarifado)

10/03 – Terça, 20h“Política para Quem Precisa” – Francisco Bosco

O filósofo e professor Francisco Bosco estreia o projeto que vai acontecer mensalmente “Política para Quem Precisa”, dedicado a pensar alguns dos conceitos fundamentais da política (democracia, liberalismo, conservadorismo, desigualdade etc.) sem pré-conceitos e sem sectarismos. Pensar primeiro, para que se possa, só então, agir da melhor maneira possível. A primeira da série de sete aulas que Bosco dará sobre política no Clube Manouche tem como tema “Como se formou a polarização?”.

Desde 2013, o Brasil passou por um processo de passagem da cultura à política em sua auto-imagem. Todo brasileiro se transformou do dia pra noite num analista de conjuntura. Esse processo, entretanto, para muitos não levou a um aprofundamento da experiência democrática, e sim a uma sociedade polarizada, atravessada pelo ódio e organizada pelas lógicas de grupo das redes sociais.

A proposta do curso é fazer uma grande limpeza da situação verbal, como dizia um poeta-filósofo: pensar alguns dos conceitos fundamentais da política (democracia, liberalismo, conservadorismo, desigualdade etc.) sem pré-conceitos e sem sectarismos. Pensar primeiro, para que se possa, só então, agir da melhor maneira possível. Serão nove aulas mensais.

Aula 1 – Como se formou a polarização?

A primeira pedra no lulopetismo (junho de 2013), a emergência do novo espaço público, a operação Lava-Jato, o impeachment de Dilma Roussef, o entreato Temer e a eleição de Bolsonaro.

Aula 2 – Entendendo o liberalismo

Dos primeiros whigs a John Locke; de Adam Smith a Robert Nozick, passando por Friedrich Hayek; de John Stuart Mill a Karl Popper. Em suma: introdução às ideias fundamentais do liberalismo nas agendas econômica e civil.

Aula 3 – Existe um liberalismo de esquerda?

Uma contra-história do liberalismo; liberdade negativa e liberdade positiva; duas dimensões independentes do Estado; introdução às ideias de John Rawls.

Aula 4 – A posição conservadora

O que é o conservadorismo? Edmund Burke e a revolução francesa; Thomas Paine e a revolução americana. A posição conservadora segundo Michael Oakeshott. O tradicionalismo, o organicismo e o ceticismo.

Aula 5 – A posição reacionária

Anaximandro versus Platão; os monoteísmos; a tradição anti-moderna; o reacionarismo no Brasil hoje.

Aula 6 – Pobreza e desigualdade

A perspectiva liberal e a perspectiva democrática. A riqueza das nações; O capital no século XXI. O problema moral da desigualdade. A desigualdade no Brasil, duas abordagens: Pedro Ferreira de Souza e Marta Arretche.

Aula 7 – Caminhos e descaminhos das lutas identitárias

Pensando a fundo o viriarcado (Olivia Gazalé). Armadilhas da identidade (Asad Haider). Fanon e Mbembe. Culpa e responsabilidade. Uma síntese entre a identidade e o universal?

Aula 8 – O antropoceno

“A humanidade errou”? Perspectivas econômicas e sociais diante da degradação do ecossistema; a política ambiental sob Bolsonaro.

Aula 9 – Por uma nova ideia de centro

A lógica pemedebista na redemocratização. Norberto Bobbio: o terceiro incluído e o terceiro inclusivo. Os malefícios da polarização. Reconquistar e aprofundar a democracia liberal.

Serviço

Evento: “Política para Quem Precisa” – Francisco Bosco

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 10 de março terça, 20h

Ingressos: R$ 50,00 (inteira), R$ 30 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 25,00 (meia). https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

11/03 – Quarta, 21h“Baile da Lua Cheia” – Orquestra Imperial

 

Depois de animar as noites da casa nas segundas de janeiro e fevereiro, a bigband Orquestra Imperial está de volta, mensalmente, em noites de lua cheia. A primeira delas é na quarta, dia 11 de março,

Com uma formação mesclando integrantes das primeiras formações como Berna Ceppas, Kassin, Nina Becker, Moreno Veloso, Emanuelle Araujo, Felipe Pinaud, Pedro SáMarlon Sette, César BodãoMauro Zacharias, Bidu Cordeiro, a bigband agora conta com mais dois integrantes fixos Matheus VK e Pedro Miranda e outros mais, caras novas e da nova cena marcarão presença na temporada, além do percussionista Leonardo Reis. E, claro, as surpresas que sempre pintam e nunca sabemos – e nos acabamos. E DJs convidados. Nesta primeira noite de lua cheia teremos como convivdados Leo Middea e a cantora pop Malía.

Na temporada anterior, as noites das segundas-feiras foram sucesso, com casa lotada todos os dias e convidados mais que especiais: DJ Marlboro, Ana Frango Elétrico, Danilo Cutrim (Braza), o coletivo contemporâneo afro-brasileiro Pra Gira Girar, Eliana Pittman e a participação surpresa de Jorge Ben Jor na última apresentação em fevereiro.

 

A banda preparou novo repertório que tem a ver com o espaço do Manouche, mais acolhedor, pra dançar coladinho. “Caso Sério”, de Rita Lee, é uma delas, sem abrir mão das músicas mais animadas. Mas não faltam clássicos da MPB como marchinhas, sambas, forrós e carimbos. O resto é surpresa.

Serviço

Show: Baile da Orquestra Imperial – Baile da Lua Cheia

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 11 de março, quarta, 21h

Lotação: 200 lugares em pé (formação de pista)

Ingressos: R$ 120,00 (inteira), R$ 60 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 60,00 (meia). https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

Serenada para Tenor, Trompa e Cordas de Britten

A Sala Cecília Meireles, um espaço da FUNARJ, apresenta nos dias 6 e 7 de março, sexta-feira e sábado, às 19 horas, dentro da SÉRIE ORQUESTRAS, a Orquestra Petrobras Sinfônica, sob a regência de Isaac Karabtchevsky, tendo como convidados o tenor Fernando Portari e o trompista Philip Doyle. No programa, Samuel Barber, Benjamin Britten e Richard Strauss.

Ingressos a R$ 40 (R$ 20,00)

http://www.ingressorapido.com.br (+55) 21 2332-9224 http://www.salaceciliameireles.rj.gov.br https://www.facebook.com/salaceciliameireles/

Twitter: @SalaCeMeireles

Instagram: @salaceciliameireles Podcast da Sala Cecília Meireles: https://spoti.fi/2SuTfrg

Mais informações: Marcus Veras – marcus@coringacomunica.com.br

+55 21 99243-5165

SCM – MARÇO – 6 e 7 – SEX E SAB – 19h SÉRIE ORQUESTRAS

Fernando Portari, tenor

Philip Doyle, trompa

Orquestra Petrobras Sinfônica

Isaac Karabtchevsky, regente

Programa:

Samuel Barber (1910-1981)

– Adagio para cordas

Benjamin Britten (1913-1976)

– Serenata para tenor, trompa e cordas, op.31

Intervalo

Richard Strauss (1864-1949)

– Metamorphosen, TrV. 290

Benjamin Britten foi um importante compositor, maestro e pianista inglês, contemporâneo de Barber. Figura central da música britânica do século 20, suas obras abrangem diversos formatos, da ópera à música de câmara. A Serenata que faz parte do programa deste concerto foi encomendada por um trompista amigo do compositor, Dennis Brain. Embora o tenor certamente tenha um papel de destaque, Britten escreveu uma belíssima parte para trompa, sem dúvida pensando com carinho em seu amigo. Solos do instrumento de sopros abrem e fecham a obra, com um prólogo e um epílogo, tocados em harmônicos naturais, que servem como uma moldura eloqüente para a poesia cantada pelo tenor.

Samuel Barber foi um compositor americano, nascido em 1910. Seu Adagio para Cordas talvez seja uma das composições mais famosas do século XX. Considerada uma obra de profunda tristeza, ela é um arranjo feito a partir do segundo movimento de um quarteto de cordas composto por Barber alguns anos antes. Tal arranjo fez sua estreia na rádio americana em 1938 sob a regência do maestro Arturo Toscanini. Seu sucesso foi tal que a obra foi posteriormente tocada nos funerais de Franklin Delano Roosevelt e Albert Einstein, além de ter figurado em emissoras de rádio estadunidenses por ocasião do assassinato de John F. Kennedy. Como compositor, Barber tinha um estilo bastante conservador, acreditando que a linguagem romântica que o precedera ainda tinha muita força, característica que podemos observar facilmente em seu Adagio.

Fechando esse tocante programa, teremos uma peça de Richard Strauss, nascido em 1864 em Munique. Metamorphosen foi escrita quase no fim da vida do compositor, em 1945. No inverno do mesmo ano o teatro de ópera de Vienna foi bombardeado e destruído, por conta da Segunda Guerra Mundial. A perda deste teatro impactou profundamente o compositor, e foi sob este impacto que Metamorphosen foi escrita. Não à toa que ela foi descrita pelo crítico americano Alan Rich como uma “Música solene, sombria e resignada do final da vida de um compositor cada vez mais amargo.”

FERNANDO PORTARI – tenor

Fernando Portari é um artista versátil que ao longo do tempo aliou a arte de seu canto à força de sua voz para tornar-se intérprete dos mais variados gêneros musicais. Artista internacionalmente reconhecido, cantou no teatro Alla Scala de Milão as óperas Fausto e Romeo e Julieta e foi partner da soprano Anna Netrebko em Berlim sob a regência do maestro Daniel Barenboim em Manon de Massenet além de participações em shows, musicais, concertos, recitais, trilhas sonoras de novelas e jingles comerciais . Paralelamente à sua bem sucedida carreira como cantor, abriu com sua sócia Rosane Barbosa a produtora Eté Produções Artísticas onde pesquisa e desenvolve novas ideias no gênero lírico . Neste momento realizam o projeto OPERA NOVA em parceria com o Clube Athletico Paulistano e o SESC SP onde propõem um espetáculo compacto fundamentado em um diálogo do canto com imagens cinematográficas criadas especialmente para

cada espetáculo, no qual se busca a possiblidade de levar essa arte fundamental a muitos públicos de uma forma simples, bela e com baixo custo.

PHILIP DOYLE – trompista

Radicado no Brasil desde 1977, Philip começou seus estudos de trompa na Inglaterra com Adrian Leaper em 1974. No Rio de Janeiro, estudou com João Jeronimo Meneses e Zdenék Svab. Aulas com Norman Schweikert, Gregory Hustis e Roland Pandolfi, além de masterclasses com Hermann Baumann, Frank Lloyd e Vladimira Klanská, aprimoraram seus estudos. Philip é Mestre em Música pela Escola de Música da UFRJ, onde atualmente leciona, e trompista da Orquestra Petrobras Sinfônica e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. É membro do Quinteto Villa-Lobos desde 1987, e foi condecorado em 2018, com a Ordem de Rio Branco por serviços culturais.

ISAAC KARABTCHEVSKY – Diretor Artístico e Regente Titular da OPES

Em 2009, o jornal inglês The Guardian indicou o maestro Isaac Karabtchevsky como um dos ícones vivos do Brasil. A expressão do jornal tem sua razão de ser: desde os anos 70, Karabtchevsky tem desenvolvido uma das carreiras mais brilhantes no cenário musical brasileiro, atuando por 26 anos como maestro da Orquestra Sinfônica Brasileira, comandando o projeto mais ousado de comunicação popular da América Latina, o Aquarius, que reuniu durante anos milhares de pessoas ao ar livre e favoreceu, dessa forma, a formação de um público sensível à música de concerto.

A partir de 2004, Karabtchevsky assumiu a direção da Orquestra Petrobras Sinfônica. Nesta fase, prepondera sua vasta experiência no repertório sinfônico e também a visão do regente habituado a títulos do porte de Erwartung, de Schoenberg, Billy Budd, de Britten e inúmeras produções que o levaram a dirigir, na Ópera de Washington, uma notável realização de Boris Godunov, considerada pelo crítico Tim Page, do Washington Post, como a melhor da temporada de 1999-2000.

Vêm desse período as comendas que recebeu do governo austríaco pelos serviços culturais prestados ao país, a medalha “Chevalier des Arts et des Lettres”, do governo francês, além das que recebeu de praticamente todos os estados brasileiros. Desde 2000, dirige, na Itália, no Musica Riva Festival, masterclasses para maestros do mundo inteiro.

“Música, Letra e Dança” no Manouche

Estreia do show “Música, letra e dança” com as cantoras atrizes ou atrizes cantoras Babi Xavier, Carol Fazu e Helga Nemeczyk. Uma ode ao repertório da cantora e compositora Marina Lima.

A produção musical é do consagrado Liminha, que também sobe ao palco junto com as três vozes. O vasto repertório da carioca Marina Lima é a base estrutural do espetáculo que com certeza irá fazer a plateia dançar muito e se emocionar. “Uma noite e meia”, “Inverno”, “Virgem”, “Fullgás” e “À Francesa” são algumas das pérolas que vão sacudir o público.

As três vozes têm vasta experiência e se entregaram de corpo e alma aos cuidados do mestre Liminha, que quer com isso trazer de volta – ainda que por algumas horas – o brilho e romantismo pop dessa cantora e compositora que é a cara da cidade maravilhosa.

Babi Xavier estreou como atriz em novelas de TV, mas ficou conhecida apresentando o programa “MTV Erótica”, na MTV Brasil, em que conversava juntamente com o médico Jairo Bouer, sobre sexualidade e comportamento. Babi já lançou livro (“E Aí, Um Papo Aberto Entre A Gente”), CD (“Do Jeito Que Eu Quero”), atuou em longa-metragem (“Korda”, de Marcus Andrade), em curta-metragem (“Corrompendo Paulo”, de Patrícia Freitas e Thiago Morena), participou da Dança dos Famosos, do Domingão do Faustão, da TV Globo, e do reality show A Fazenda na Record. Nesta emissora também atuou em novelas como Vidas Opostas”, “Os Mutantes – Caminhos do Coraçãoe “Os Dez Mandamentos”, e na minissérie “José do Egito”. E, mais recentemente, participou da terceira temporada do programa Popstar”, da TV Globo. Seu mais novo trabalho no teatro foi a comédia romântica “100 Dicas pra Arranjar Namorado”, de Daniele Valente e Cacau Hygino.

Nascida e criada em Brasília, Carol Fazu escolheu o Rio de Janeiro para viver e atuar. Na TV fez as novelas “Insensato Coração”, “Escrito nas Estrelas” e “Viver a Vida”, a minissérie “A Téia”, e os seriados “Cilada”, “A Grande Família”,Tapas e Beijos”, entre outros, na TV Globo, e “Por isso Sou Vingativa” e “Uma Rua Sem Vergonha”, no Multishow. No teatro atuou em “Mulheres de Caio”, baseado em quatro histórias de Caio Fernando Abreu, e “Anônimas”, com direção de Roberto Naar. No cinema trabalhou com os diretores Lula Buarque de Hollanda (“O Vendedor de Passados”), Breno Silveira (“Gonzaga, de Pai para Filho”) e Flávio Tambellini (“Malu de Bicicleta”). Cantora por vocação e paixão, em 2017 apresentou, no Rio de Janeiro, o espetáculo “Janis”, um monólogo musical sobre a cantora norte-americana Janis Joplin, pelo qual ganhou o prêmio de melhor atriz em musical do Cesgranrio e foi indicada a dois outros: Shell de Teatro (categoria música) e Botequim Cultural (melhor espetáculo, melhor diretor e melhor atriz). Depois, saltou para TV, onde fez a personagem Selma na novela “Segundo Sol”, na TV Globo em 2018.

Formada em canto lírico, a atriz Helga Nemeczyk já participou do “Show dos Famosos” do “Domingão do Faustão” e, mais recentemente, da 3ª temporada do “Popstar” da TV Globo. Conhecida pelos anos em que atuava em quadros do extinto programa “Zorra Total”, Helga também se descobriu como youtuber. Depois de um ano do Superchef Celebridades (quadro dentro do programa Mais Você”), foi convidada a apresentar suas alquimias na cozinha em seu canal virtual, o Cozinhando com Helga”. Só no ano passado participou de três musicais “Company”, “Meu Destino é ser Star – Ao som de Lulu Santos” e “Brilha La Luna–Um Novo Musical. E no cinema atuou nos curtas-metragens: Prazer, Camila”, “A Delirante História de um Homem Morto” e “Cinzas e Café”.

A banda é outro show à parte: Fernando Vidal, guitarra, Thiago Gomes, teclados, Cezinha, bateria, e Liminha (baixo).

Serviço

Festa: Babi Xavier, Carol Fazu e Helga Nemeczyk cantam Marina Lima no show Música, Letra e Dança”

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 05 e 12 de março, quinta, 21h

Lotação: 60 lugares em pé (formação de pista) e 50 lugares sentados (mesas e cadeiras).
Ingressos: R$ 140,00 (inteira, mesas), R$ 80 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível – Em pé) e R$ 40,00 (meia – em pé). https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

Concerto da Opes na Sala Cecília Meireles

A Sala Cecília Meireles, um espaço da FUNARJ, apresenta nos dias 6 e 7 de março, sexta-feira e sábado, às 19 horas, dentro da SÉRIE ORQUESTRAS, a Orquestra Petrobras Sinfônica, sob a regência de Isaac Karabtchevsky, tendo como convidados o tenor Fernando Portari e o trompista Philip Doyle. No programa, Samuel Barber, Benjamin Britten e Richard Strauss.

Ingressos a R$ 40 (R$ 20,00)

http://www.ingressorapido.com.br (+55) 21 2332-9224 http://www.salaceciliameireles.rj.gov.br https://www.facebook.com/salaceciliameireles/

Twitter: @SalaCeMeireles

Instagram: @salaceciliameireles Podcast da Sala Cecília Meireles: https://spoti.fi/2SuTfrg

Mais informações: Marcus Veras – marcus@coringacomunica.com.br

+55 21 99243-5165

SCM – MARÇO – 6 e 7 – SEX E SAB – 19h SÉRIE ORQUESTRAS

Fernando Portari, tenor

Philip Doyle, trompa

Orquestra Petrobras Sinfônica

Isaac Karabtchevsky, regente

Programa:

Samuel Barber (1910-1981)

– Adagio para cordas

Benjamin Britten (1913-1976)

– Serenata para tenor, trompa e cordas, op.31

Intervalo

Richard Strauss (1864-1949)

– Metamorphosen, TrV. 290

Benjamin Britten foi um importante compositor, maestro e pianista inglês, contemporâneo de Barber. Figura central da música britânica do século 20, suas obras abrangem diversos formatos, da ópera à música de câmara. A Serenata que faz parte do programa deste concerto foi encomendada por um trompista amigo do compositor, Dennis Brain. Embora o tenor certamente tenha um papel de destaque, Britten escreveu uma belíssima parte para trompa, sem dúvida pensando com carinho em seu amigo. Solos do instrumento de sopros abrem e fecham a obra, com um prólogo e um epílogo, tocados em harmônicos naturais, que servem como uma moldura eloqüente para a poesia cantada pelo tenor.

Samuel Barber foi um compositor americano, nascido em 1910. Seu Adagio para Cordas talvez seja uma das composições mais famosas do século XX. Considerada uma obra de profunda tristeza, ela é um arranjo feito a partir do segundo movimento de um quarteto de cordas composto por Barber alguns anos antes. Tal arranjo fez sua estreia na rádio americana em 1938 sob a regência do maestro Arturo Toscanini. Seu sucesso foi tal que a obra foi posteriormente tocada nos funerais de Franklin Delano Roosevelt e Albert Einstein, além de ter figurado em emissoras de rádio estadunidenses por ocasião do assassinato de John F. Kennedy. Como compositor, Barber tinha um estilo bastante conservador, acreditando que a linguagem romântica que o precedera ainda tinha muita força, característica que podemos observar facilmente em seu Adagio.

Fechando esse tocante programa, teremos uma peça de Richard Strauss, nascido em 1864 em Munique. Metamorphosen foi escrita quase no fim da vida do compositor, em 1945. No inverno do mesmo ano o teatro de ópera de Vienna foi bombardeado e destruído, por conta da Segunda Guerra Mundial. A perda deste teatro impactou profundamente o compositor, e foi sob este impacto que Metamorphosen foi escrita. Não à toa que ela foi descrita pelo crítico americano Alan Rich como uma “Música solene, sombria e resignada do final da vida de um compositor cada vez mais amargo.”

FERNANDO PORTARI – tenor

Fernando Portari é um artista versátil que ao longo do tempo aliou a arte de seu canto à força de sua voz para tornar-se intérprete dos mais variados gêneros musicais. Artista internacionalmente reconhecido, cantou no teatro Alla Scala de Milão as óperas Fausto e Romeo e Julieta e foi partner da soprano Anna Netrebko em Berlim sob a regência do maestro Daniel Barenboim em Manon de Massenet além de participações em shows, musicais, concertos, recitais, trilhas sonoras de novelas e jingles comerciais . Paralelamente à sua bem sucedida carreira como cantor, abriu com sua sócia Rosane Barbosa a produtora Eté Produções Artísticas onde pesquisa e desenvolve novas ideias no gênero lírico . Neste momento realizam o projeto OPERA NOVA em parceria com o Clube Athletico Paulistano e o SESC SP onde propõem um espetáculo compacto fundamentado em um diálogo do canto com imagens cinematográficas criadas especialmente para

cada espetáculo, no qual se busca a possiblidade de levar essa arte fundamental a muitos públicos de uma forma simples, bela e com baixo custo.

PHILIP DOYLE – trompista

Radicado no Brasil desde 1977, Philip começou seus estudos de trompa na Inglaterra com Adrian Leaper em 1974. No Rio de Janeiro, estudou com João Jeronimo Meneses e Zdenék Svab. Aulas com Norman Schweikert, Gregory Hustis e Roland Pandolfi, além de masterclasses com Hermann Baumann, Frank Lloyd e Vladimira Klanská, aprimoraram seus estudos. Philip é Mestre em Música pela Escola de Música da UFRJ, onde atualmente leciona, e trompista da Orquestra Petrobras Sinfônica e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. É membro do Quinteto Villa-Lobos desde 1987, e foi condecorado em 2018, com a Ordem de Rio Branco por serviços culturais.

ISAAC KARABTCHEVSKY – Diretor Artístico e Regente Titular da OPES

Em 2009, o jornal inglês The Guardian indicou o maestro Isaac Karabtchevsky como um dos ícones vivos do Brasil. A expressão do jornal tem sua razão de ser: desde os anos 70, Karabtchevsky tem desenvolvido uma das carreiras mais brilhantes no cenário musical brasileiro, atuando por 26 anos como maestro da Orquestra Sinfônica Brasileira, comandando o projeto mais ousado de comunicação popular da América Latina, o Aquarius, que reuniu durante anos milhares de pessoas ao ar livre e favoreceu, dessa forma, a formação de um público sensível à música de concerto.

A partir de 2004, Karabtchevsky assumiu a direção da Orquestra Petrobras Sinfônica. Nesta fase, prepondera sua vasta experiência no repertório sinfônico e também a visão do regente habituado a títulos do porte de Erwartung, de Schoenberg, Billy Budd, de Britten e inúmeras produções que o levaram a dirigir, na Ópera de Washington, uma notável realização de Boris Godunov, considerada pelo crítico Tim Page, do Washington Post, como a melhor da temporada de 1999-2000.

Vêm desse período as comendas que recebeu do governo austríaco pelos serviços culturais prestados ao país, a medalha “Chevalier des Arts et des Lettres”, do governo francês, além das que recebeu de praticamente todos os estados brasileiros. Desde 2000, dirige, na Itália, no Musica Riva Festival, masterclasses para maestros do mundo inteiro.

Quarteto em Cy no Teatro Rival Refit

Fevereiro de ano bissexto merece fechar com rodada dupla de atrações. Então, no dia 29, o Teatro Rival Refit vai ter duas atrações. Às 19h30, o Quarteto em Cy, que ainda comemora 55 anos de uma linda trajetória na música brasileira, apresenta o alegre show “Samba em Cy”, nome da música feita por dois grandes compositores – Ruy Quaresma e Nei Lopes – em homenagem ao grupo. Originalmente formado pelas irmãs Cyva, Cybele, Cynara e Cylene, o Quarteto em Cy chega a 2020 com formação diferente: as cantoras Sônia e Corina se uniram a Cyva e Cynara. O espetáculo, que reúne sambas de todas as épocas, promete reviver momentos e histórias que vão levar o público a embarcar numa emocionante viagem musical.  Participação de Jane Duboc.

 

 

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 29 de fevereiro (sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$70 (inteira), R$35 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit

Buraco Show no Teatro Rival Refit

Carnaval chegando, e tem Bloco Sem Rival na porta do teatro, na sexta-feira 21 de fevereiro. As portas só reabrem, com toda a animação, no dia 28, sexta-feira. Nascido na boêmia Lapa, em 2012, o coletivo Buraco Show leva, ao tradicional palco do Teatro Rival Refit, o novo trabalho da companhia: “Estranhas”. A proposta é questionar o que é realmente estranho e por que quem foge aos padrões é alvo de bullying e todo tipo de violência. Para o pessoal do Buraco Show, “perceber que as minorias formam uma maioria de estranhos não enxergados é revolucionário”. Mas também muito divertido! Afinal de contas, a combinação humor-música é a marca do grupo formado por Eber Inácio, Letícia Guimarães, Luis Lobianco, Pedroca Monteiro, Sidnei OliveirSimone Mazzer e Banda Ant-Art. No roteiro de “Estranhas”, estão sucessos de estilos musicais diferentes, de Ney Matogrosso a George Michael, passando pelo já clássico hino do grupo: “Entra no meu buraco”. Estranho mesmo vai ser quem perder esse show de liberdade, empatia e diversidade!  
 
 

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 28 de fevereiro (sexta-feira). Horário: 20h. Abertura da casa: 19h. Ingressos: R$50 (inteira), R$25 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit

“Beatles e a Música do Cinema” segundo a Cia. Filarmônica

Violino, duas vozes, voz principal, violão, guitarra, teclado, bateria, guitarra e contrabaixo, emoldurados pela participação da dupla de roadies e humoristas.

Com criação e direção de Marco Fentanes, Beatles Segundo a Cia. Filarmônica procura fugir do conceito comum de bandas covers de artistas consagrados fazendo um mix de comédia e canções. Dois roadies (contrarregras) ajudam a infernizar o roteiro do show, até o minuto que se “incluem” como instrumentistas. Momentos engraçados são emoldurados por infláveis, adereços de submarino, bolhas e até mesmo bonecos gigantes dos Beatles que remetem aos cabeções do carnaval de Recife.

A Cia. Filarmônica é composta por músicos consagrados, como o baterista Gel Fernandes (Rita Lee/Radio Táxi), e explora a versatilidade que sua formação permite. Destacam-se também o pianista Flavio Fernandes, o guitarrista Miltinho e o baixista Pedro Henrique. A cantora Nathalie Salviano dá voz às canções.

“A seleção das músicas seguiu o seguinte critério: encantar e surpreender”, diz Fentanes. É o que, por exemplo, em Yesterday, cuja letra é apresentada com “gerador de caracteres” para estimular a plateia a cantar junto, acompanhando uma “bolinha dançante”.

Beatles Segundo a Cia. Filarmônica está há 19 anos em cartaz. Já foi visto em diversas cidades do Brasil, totalizando um público superior a 600 mil pessoas. O repertório reúne sucessos como Day TripperI want to hold your hand, Let it beStrawberry fields foreverTwist and shoutYellow submarine, entre outras.

SERVIÇO

Dia 24 de fevereiro 20H

BEATLES SEGUNDO A CIA. FILARMÔNICA

TEATRO GAZETA – av. PAULISTA 900

Livre para todos os públicos

Serviço:

BEATLES

TEATRO GAZETA

Av. Paulista, 900

24 de fevereiro as 20h – feriado de carvanal

Local: Teatro Gazeta – Avenida Paulista, 900

Ingressos: R$ 80,00 inteira – Meia entrada: R$ 40,00

Ingressos à venda no Teatro GAZETA – Informações :11- 3253-4102

VENDAS: www.sympla.com.br/teatrogazeta

Recomendado para todas as idades

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A MÚSICA DO CINEMA SEGUNDO A CIA. FILARMÔNICA

dia 25 fevereiro de carnaval

Terça feira

25 fev as 19h30

R$ 80 inteira

R$ 40 meia entrada

DIA 25 DE FEVEREIRO   TERÇA  19h30  

A MÚSICA DO CINEMA

 

Fotos Julio Menezes

https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1O01HvfmUbyL-JNLGBq0P4Jv8zrym5ewj

Teaser

https://www.youtube.com/watch?v=puK9QVpgctY

 

A MÚSICA DO CINEMA REVIVE TEMAS DE NOSSA MEMÓRIA CINEMATOGRÁFICA E MUSICAL

Com propósito de reunir “as mais belas canções de filmes inesquecíveis”, o espetáculo mostra desde trilhas dos filmes Cinema Paradiso, Perfume de Mulher, Perdidos na noite, Hair e Golpe de mestre, até colagens de suspense (Psicose/Tubarão/Missão impossível) e faroeste (Da terra nascem os homens/Sete homens e um destino)

Criado e dirigido por Marco Fentanes, A Música do Cinema é conduzido por piano, violino, violão, percussão, bateria, guitarra, baixo e vozes. Cenas no telão, efeitos especiais e encenações de teatro de sombra completam o espetáculo.

No repertório, estão ainda A Ponte do Rio Kwai, Luzes da ribalta, Cantando na chuva, Casablanca, O Mágico de Oz, A noviça rebelde, E o vento levou, Moon River, Em algum lugar do passado, A primeira noite de um homem, Butch Cassid and Sandance Kid, Perdidos na noite, Hair, Uma mulher para dois e Diários de motocicleta.

“Seguimos a tradição de pesquisar novas linguagens e possibilidades musicais e cênicas e compusemos um espetáculo com canções representativas de filmes importantes da história do cinema mundial”, define Fentanes.

Cia. Filarmônica

  • elenco:

        piano – Eliane Pelegrine

        violino– Eryck Giacon

        voz – Nathalia Salviano

        baixo e voz – Pedro

guitarra e voz – Miltinho Romero

bateria – Gel Fernandes

ator – Marco Fentanes

ator – Jica Thomé

  • Cenários e Objetos de Cena: Elmo Cardoso, Sidney Caria e Débora de Paula
  • Fotografia: Julio Menezes
  • Criação e Direção: Marco Fentanes
  • Realização: Fentanes Produções / Cia. Filarmônica

 

SERVIÇO

Dia 25 de fevereiro 19h30

A MÚSICA DO CINEMA SEGUNDO A CIA. FILARMÔNICA

TEATRO GAZETA   AV. PAULISTA 900

Livre para todos os públicos

Teatro Gazeta / R&M Brasil Produções
roberto silva
Av. Paulista, 900 – térreo
teatro.gazeta@terra.com.br
www.teatrogazeta.com.br
www.rmbrasil.com
11 3253-4102 – 3251-2327
11 9.9252-9514

Cordão da Bola Preta no Quartas Brasileiras

O carnaval chega mais cedo ao Méier. Bloco mais tradicional e querido do Brasil, o Cordão da Bola Preta promove um baile animado no Centro Cultural João Nogueira – Imperator, dentro do projeto Quartas Brasileiras, no dia 19 de fevereiro, às 16h. Este será o quarto baile pré-carnaval com o bloco, que lotou a casa nas edições anteriores.

Comemorando seus 102 anos agora em 2020, sempre na defesa do tradicional carnaval carioca, o Bola Preta leva o público para cair na folia ao som de marchinhas consagradas como “Mamãe, eu quero”, “A jardineira”, “Me dá um dinheiro aí”, “Alá-lá-ô” e, claro, “A marcha do Cordão da Bola Preta”, considerada o hino da agremiação, composta por Nelson Barbosa e Vicente Paiva.

E, para animar ainda mais, vai ter concurso de fantasias! Vale caprichar no look porque haverá premiação para três categorias: a fantasia mais bonita, a mais original e a mais engraçada.

Uma ótima oportunidade para reviver a tradição dos antigos bailes de carnaval!

“Vem pro Bola, meu bem”! Vem para o Quartas Brasileiras no Imperator!

 

O Cordão da Bola Preta

Fundado em 2018, o Cordão da Bola Preta sempre teve uma banda de carnaval própria formada por associados, músicos militares e frequentadores do clube.

A partir da década de 1950, com a inauguração da sede própria na Avenida Treze de Maio, 13 – 3° andar, o Bola organizou uma banda com músicos profissionais de forma a valorizar os seus desfiles e bailes de carnaval, a maior das suas festas e razão da existência do “quartel-general do carnaval”.

Com o passar dos anos, principalmente a partir de 1975 até os dias atuais, a Banda do Cordão da Bola Preta passou a tocar não só nos eventos do bloco, como também em todos os grandes bailes de carnaval da Cidade Maravilhosa.

Com a revitalização do carnaval nos anos 2000, a Banda do Cordão da Bola Preta passou a se apresentar, antes e durante os dias de folia,  em cidades do interior do estado do Rio de Janeiro, como São João da Barra, Miguel Pereira, Paracambi, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Iguaba, Barra do Piraí, Itaboraí, Paraíba do Sul, Petrópolis, Araruama, Três Rios, São Gonçalo e Niterói; e até mesmo em outros estados, a exemplo de Minas Gerais (Juiz de Fora), Sergipe (Aracaju), Pernambuco (Recife), Ceará (Fortaleza), São Paulo (Caraguatatuba, São Carlos e São José do Vale do Rio Preto), Amazonas (Manaus) e Espírito Santo (Cachoeiro do Itapemirim).

Em 2018 e 2019, o Cordão da Bola Preta tocou no Baile de Gala do Copacabana Palace.

 

Todo o sucesso deve-se à tradição da mais antiga instituição em atividade no carnaval carioca: o Cordão da Bola Preta, que tem, como lema, “Tradição, Paz, Amor e Folia”.

 

Serviço:

Cordão da Bola Preta no Quartas Brasileiras

Data: 19 de fevereiro (quarta-feira)

Horário: 16h  – COM SESSÃO EXTRA ÀS 19H30

Endereço: Rua Dias da Cruz 170, Méier

Contato: (21) 2597-3897

Classificação etária: Livre

Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)

Lotação da casa: 724 lugares

Blues Etílicos no Teatro Rival Refit

Marca mais forte do blues nacional, o Blues Etílicos é a atração do dia 15 de fevereiro. Banda há mais tempo em atividade nesse segmento, o grupo vem produzindo uma extensa obra autoral desde os anos 1980 e gravando homenagens às suas principais influências nos seus dez CDs e um DVD. O blues é a principal raiz da música popular norte-americana, tendo influenciado tanto o jazz quanto o surgimento do rock. Buscar a ponte entre a música brasileira e o blues tem sido o diferencial do Blues Etílicos ao longo dessas três décadas. Se o blues hoje no Brasil é um mercado consolidado com inúmeros festivais no país, muito se deve ao trabalho contínuo e consistente da banda, que é a maior responsável pela criação e manutenção de uma verdadeira legião de fãs desse estilo musical. Mesmo assim, pode-se dizer que o som do Blues Etílicos não se limita a nenhum rótulo específico. A densidade do blues, a energia do rock e o balanço da música brasileira são os três elementos básicos que regem seu som. Uma mistura que promete fazer o público curtir, dançar e festejar no show do Teatro Rival Refit, que vai contar com as participações especiais de Marco Lacerda (voz e guitarra) e Marcus Kenyatta (guitarra), que estão juntos há dez anos tocando em projetos como a Laranjeletric e Caravana Cigana do Blues trazendo para o palco o poder da negritude e da crescente nova cena de Blues do Rio de Janeiro.
 
 

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 15 de fevereiro (sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$80 (inteira), R$ 40 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit

Roda do Lampra no Espaço Jockey

Artista que já se apresentou ao lado de ninguém menos que Amy Winehouse e fez parcerias de sucesso com Mart’nália, Rodrigo Lampreia está de volta com a Roda do Lampra, abrindo o carnaval 2020. No dia 21 de fevereiro, sexta-feira, Lampreia levará para o Espaço Joquey, na Gávea, toda a animação e energia características das suas performances, com repertório eclético que inclui clássicos do samba, da MPB, do pop, do sertanejo e do axé, fechando com versões dos funks mais queridos, em ritmo de pagode. É verão, é carnaval, é para ninguém ficar parado e cantar junto.

Para a noite fechar a noite com astral ainda mais elevado, a edição especial da Roda do Lampra se uniu ao baile do DJ João Brasil, responsável por hits como “Michael Douglas (#NuncaMaisEuVouDormir)”, cujo vídeo já ultrapassa 15 milhões de visualizações no YouTube. O DJ já se apresentou para mais de 2 milhões de pessoas no réveillon da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, e foi o responsável pela trilha sonora da queima de fogos por três anos consecutivos deste, que é o maior réveillon do mundo.

Cantor e compositor, Rodrigo Lampreia se lançou em carreira solo em 2014, depois de ter rodado o Brasil com o projeto “Benditos”, ao lado do parceiro Beto Landau, com quem fundou o bloco Samba de Santa Clara. Já em carreira independente, Lampreia lotou festas no Rio e São Paulo com o seu ‘Sambinha”, festa com roda de samba comandada por ele, além ter feito shows em eventos por cidades como São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Maceió, Natal, Teresina, entre outros.

Em 2015, estreou sua discografia com o single “Lá vai um selfie” em parceria com Gabriel Moura e, logo depois, lançou “Saudade”(Rodrigo Lampreia), que confirmou seu talento como compositor. No fim de 2016, assinou contrato com a gravadora Sony Music para lançar seu primeiro EP, e em janeiro de 2019, também pela Sony Music, lançou “RL Ao vivo no mato”, com regravações modernas de pagodes românticos e músicas inéditas. O sucesso do álbum o inspirou a criar a sua nova roda de samba, a Roda do Lampra, que já realizou mais de 10 edições esgotadas entre Rio e São Paulo.

Para a nova edição, Lampreia vai interpretar clássicos do pagode romântico dos anos 90 como “Essa tal liberdade”(SPC), hits do pagode atual como “Cerveja de garrafa” (Atitude 67) e “Péssimo Negócio” (Dilsinho), sambas de raiz como “Conselho” (Almir Guineto), músicas próprias como “Chega mais” e “Carol ou Clarice”, que foi gravada por Mart’nália, hits internacionais surpresas, entre muitos outros.

Além do set do DJ João Brasil, o evento contará ainda com os DJs Camilla Brunetta, RV, Thai e Gagau Dieckmann.

Serviço

Data: 21/02 (sexta-feira)

Horário: 21h

Local: Espaço Jockey (Praça Santos Dumont, 31 – Gávea, Rio de Janeiro)

Canal de venda (exclusivo): Ingresse (https://www.ingresse.com/roda-do-lampra-de-carnaval)

Valores:

1º lote – R$70;

2o lote – R$80 reais

3o lote – R$90 reais

Line Up:

Rodrigo Lampreia com samba e pagode na Roda do Lampra;

J Brasil com o setlist de funk do Baile Brasil;

Camilla Brunetta;

DJ RV;

DJ Thai;

Gagau Dieckmann;

Auê agita a temporada de carnaval com shows de Duda Beat, Baco Exu do Blues e outras atrações

Então, é Carnaval! E se tem Carnaval, tem Auê. O evento que vem conquistando cada vez mais os amantes da folia terá sua segunda temporada carnavalesca. Entre os dias 21 e 29 de fevereiro a Auê vai promover na HUB RJ, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, seis dias de festa, com shows de nomes como Duda Beat, Baco Exu do Blues, Jaloo, Bloco Fogo e Paixão, MC Tha, Amigos da Onça, entre muitos outros.

Reafirmando o compromisso com a brasilidade e a diversidade, bandeiras presentes no DNA da Auê desde a sua primeira edição, a maratona de festas contará com atrações plurais, pensando em agregar o público mais diverso. Na Auê, os compromissos são a alegria e o respeito à pluralidade.

A série de eventos carnavalescos começa na sexta-feira, dia 21/02, com a “rainha da sofrência  pop” Duda Beat, uma das grandes revelações de 2019. Também no palco Auê, a festa contará com atrações como os blocos Minha Luz é de Led e Vulcão Erupçado, além da DJ Bruna Strait. No sábado, 22, o line-up terá toda a irreverência do Bloco Fogo e Paixão, que faz uma ode ao brega, Samba que elas querem, grupo formado exclusivamente por mulheres, o Bloco Vem Cá, Minha Flor, e para quem achou que o rock ia ficar de fora, a noite vai trazer a festa Rockcetera.

Dia 23, domingo, será a vez do cantor paraense Jaloo, destaque do pop indie brasileiro moderno, News Kids on the Bloco, que mistura samba com músicas de boybands como Backstreet Boys, ‘N Sync e Jonas Brothers, e muita purpurina na festa V de Viadão. No dia 24, segunda, será a vez de MC Tha, cantora que dialoga entre o Funk e a MPB, os blocos Toco-Xona, o primeiro LGBTQI+, e Bloconce, que toca só músicas de Beyoncé, ambos formados apenas por mulheres, além da festa Xêpa.

A terça-feira, dia 25, levará para a Auê o Amigos da Onça, bloco que arrasta uma multidão no sábado de Carnaval pelo Centro do Rio, o cantor Julio Secchin, além do Bloco Pra Iaiá, que interpreta músicas da banda Los Hermanos em ritmo de carnaval. O dia terá ainda a pista Tendências, com cinco DJs. O encerramento será no dia 29, com um dos nomes mais conhecidos do rap nacional,  Baco Exu do Blues, além dos DJs Leo Justi, produtor e DJ à frente do coletivo Heavy Baile, Sany Pitbull, Tamy Reis, entre outros.

A Auê é uma realização da Vibra Marketing e Entretenimento.

Serviço

Local: HUB RJ (Avenida Professor Pereira Reis, 50, Santo Cristo – Rio de Janeiro)

Datas: 21, 22, 23, 24, 25 e 29/02

Classificação: 18 anos

Ingressos: https://www.sympla.com.br/

 

Programação:

 

21/02, a partir das 20h

Palco Auê:
DUDA BEAT
Minha Luz é de LED

Vulcão Erupçado

Bruna Strait

Yas Vilhena

Silvio Maranhão

Pista Tendências:

Ju Perez

Lysia

Larinha

DJ CT

22/02, a partir das 17h

Palco Auê

Bloco Fogo e Paixão

Samba Que Elas Querem

Bloco Vem Cá, Minha Flor

Ju Perez

Silvio Maranhão

Glitterada

Pista Rockcetera

23/02, a partir das 17h

Palco Auê:

Jaloo

V de Viadão

New Kids On The Bloco

Migas in Fervo

Silvio Maranhão

Glitterada

Pista Sereias da Guanabara

24/02, a partir das 17h

Palco Auê

MC Tha

Bloco Toco-Xona

bloconce

Xêpa

Rafa Canholato

Fernanda Fox

Tatá Thomazini

Pista Meu Carna é Funk DJ Set

Bruna Strait

Felipe Vian

Nicole Antunes

Foxx

Malex

25/02, a partir das 17h

Palco Auê

Amigos da Onça

Julio Secchin

Bloco Pra Iaiá

Ju Schultz

Yas Vilhena

Bahruth

Schlaepfer

Bruna Lennon

Pista Tendências

Gonça

Cix

Glitterada

 Silvio Maranhão

Ju Perez

29/02, a partir das 20h

Palco Auê

Baco Exu do Blues

Leo Justi

DKVPZ

Sany Pitbull

Tamy Reis

Bruno X
Pauly

Carnaholic na Sociedade Hípica Brasileira

Nem só de Sapucaí e bloco de rua vive o Carnaval no Rio. A temporada recebe também eventos comemorativos que animam ainda mais a folia carioca. Com uma programação plural, que pretende agradar todos os gostos musicais, o Carnaholic reúne festas hypadas e atrações de destaque na cena artística nacional, entre os dias 22 e 29 de fevereiro, na Sociedade Hípica Brasileira. Essa será a primeira edição do evento, que tem idealização da Fábrica, Emociona, Privilège Brasil, Entourage e Vibra.

A abertura acontece no dia 21, sexta-feira, com show do grupo BaianaSystem, um dos maiores fenômenos da música baiana de todos os tempos, com a festa BrZZil, dos DJs Zeh Pretim e Zedoroque. No sábado, 22, é a vez do Bloco do Silva, projeto que nasceu em 2019, a partir da vontade do cantor de interpretar o repertório de Carnaval dos anos 90, o primeiro da sua geração, que vai animar a noite com convidados especiais. O dia 23, domingo, será dedicado ao funk, e vai trazer show de Kevin o Chris com Mc Rebecca, DJ Zullu e a festa Errejota.

A segunda, dia 24, será de muita cor e brilho, com a festa  SubaJovem e o Baile da Purpurina, além de show do rapper Baco Exu do Blues, autor de sucessos como “Te amo disgraça”. Já a terça, feriado de Carnaval, vai trazer o badalado Baile da Favorita, com apresentações das cantoras Ludmilla e Pocah, a MC Pocahontas.

Passada a quarta de cinzas, o evento retorna para o pós-Carnaval no dia 28, sexta, com Privilège convida Chemical Dogz, projeto que une as duplas Chemical Surf e Dubdogz. E fechando a programação, no dia 29, sábado, o Carnaholic traz ao Rio todo tempero baiano com a festa Oxente e o grupo Harmonia do Samba.

Serviço – Carnaholic

Local: Sociedade Hípica Brasileira (Av. Borges de Medeiros, 2448. Lagoa – Rio de Janeiro

Datas: 21, 22, 23, 24, 25, 28 e 29/02

Classificação: 18 anos

Ingressos: https://www.sympla.com.br/carnaholic

Programação:

21/02, 21h: BRZZIL | BaianaSystem | Zeh Pretim & Zedoroque

22/02, 21h: Bloco do Silva & convidados

23/02, 21h: Errejota | Kevin o Chris, Mc Rebecca e DJ Zullu

24/02, 18h: SubaJovem: Baile da Purpurina | Baco Exu do Blues

25/02, 21h: Baile da Favorita | Ludmilla & Pocah

28/02, 21h: Privilège convida Chemical Dogz

29/02, 16h: Festa Oxente c/ Harmonia do Samba

Baile de pré-Carnaval e muito mais na Lapa

Criado pela cantora Rosângela Si, o Palco Lapa 145 abre as portas com o intuito de ser uma casa dos artistas e seus movimentos no bairro mais boêmio do Rio de Janeiro, a Lapa. Com uma programação eclética, o casarão do final do século XIX está totalmente antenado com o nosso tempo, abraçando a diversidade e as manifestações artísticas em estado puro com festivais, shows, exposições, saraus, gastronomia, rodas de samba, rap e hip-hop e oficinas de cinema, dança e iniciação musical. “Somos a casa da diversidade e da cultura, sempre aberta a todos que queiram mostrar o seu talento e, é claro, para quem está ávido a curtir e descobrir a cena carioca das artes muito além do mainstream”, ressalta a fundadora.

Confira a programação da casa:

Quinta-feira, dia 13 de fevereiro, às 21h – Renata Braz e Trio 

A cantora Renata Braz e o trio de músicos formado por Leandro Rocha, Alexandre Alves e Ju Werneck apresentam releituras de clássicos e repertório autoral com muito samba, pop, forró, Axé e Bossa Nova. Renata Braz tem mais de 20 anos de carreira, com diversos festivais de música no currículo e atualmente participa do espetáculo “Bitucanto”, que homenageia a vida e obra de Milton Nascimento. O evento começa às 21h e a entrada é uma contribuição consciente.

Sexta-feira, dia 14 de fevereiro, às 20h – Pré-Carnaval: Joice Taciana recebe Rosana Araújo e convidados

Cantora e compositora, Joice Taciana integra a nova geração da MPB e, em pouco tempo de carreira, já conquistou admiradores ilustres, como Chico Buarque, Carlos Dafé, Jorge Aragão, maestro João Carlos Martins, Teresa Cristina, Monarco, Arlindo Cruz e Moacyr Luz, com o seu estilo único de interpretação, tanto do seu trabalho autoral quanto de clássicos da nossa música. Com a cantora Rosana Araújo e convidados especiais, Joice desfila o seu talento numa edição pré-carnaval repleta de clássicos do samba e das marchinha. Entre as participações, Wantuir Cardeal, Susanne Brandão e Alexandre Velloso. O fervo começa às 20h e a entrada é R$ 15.

Toda terça-feira, às 21h – Jam Latin Jazz Session

Jazz com tempero latino. Essa é a proposta da banda DS Grooves, liderada pelo saxofonista, clarinetista, compositor e arranjador uruguaio Daniel Santos. Com mais de 30 anos de carreira e participações em diversos projetos e Big Bands na América Latina, o artista apresentará com seu conjunto músicas autorais, clássicos fusionados com ritmos latinos e canções de expoentes como Paquito D’Rivera e Chucho Valdés. O evento começa às 21h e a entrada é uma contribuição consciente.

Toda quarta-feira, às 18h – Microfone aberto

Microfone Aberto é um sarau moderno que acontece todas as quartas, a partir das 18h, onde os artistas podem recitar suas poesias, cantar, apresentar monólogos, ler seus contos, manifestos, lançar novos trabalhos, em resumo, mostrar a sua arte, sem amarras nem mordaças. A entrada franca.

O Palco Lapa fica na Rua da Lapa, 145. Mais informações pelo telefone (21) 98231-0108 ou pelo site www.palcolapa145.com.br

Vovô Bebê faz show de lançamento de novo disco em Botafogo

Nome da nova geração da música carioca, Vovô Bebê faz o show de lançamento de seu novo disco, “Briga de Família” (selo Risco) na Audio Rebel. A apresentação é atração desse mês dentro da programação Budweiser Apresenta e acontece no dia 20/02 (quinta-feira), a partir das 20h. Os ingressos custam R$ 20.

Vovô Bebê é o projeto das composições autorais do produtor e instrumentista Pedro Dias Carneiro. Nascido no Rio de Janeiro, ele iniciou sua carreira fonográfica com a banda “quase” instrumental Dos Cafundós, que lançou o disco “Capitão Coração”, pelo selo inglês Far Out Records em 2012. Ao mesmo tempo em que participava de pequenos shows como compositor e instrumentista, trabalhava como assistente do produtor musical Chico Neves, com quem gravou o primeiro disco Vovô Bebê e se iniciou no universo do estúdio ainda em 2006.

Hoje, no icônico espaço que abrigava o estúdio 304 de Chico, Pedro produz, grava e toca com artistas como Ana Frango Elétrico, El Efecto, Thiago Amud e Luís Capucho – todos eles, de certa forma, integram seu novo trabalho.

Em “Briga de Família”, Vovô Bebê mostra a sonoridade que vem lapidando em palcos como o da Rebel e ao lado de parceiros de composição e instrumentistas que vão de Frango Elétrico e Luiza Brina a Guilherme Lírio e Tomas Rosati. As canções são crônicas urbanas de um Rio de Janeiro ao mesmo tempo caótico e bem-humorado, caminhando na linha tênue entre good vibes e bad trip – como toda “Briga de Família”.

O show integra a programação da Budweiser na Audio Rebel, que já recebeu Passo Torto, Kiko Dinucci, Rodrigo Campos, Jair Naves, Blastfemme e Nina Becker, entre outros. Esse show acontece na casa em Botafogo que reúne também estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

Os ingressos já estão à venda na plataforma Eventbrite: https://www.eventbrite.com.br/e/budweiser-apresenta-vovo-bebe-tickets-93126276199

 

Serviço

Budweiser Apresenta: Vovô Bebê

Data: 20/02/2020 (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Compra online: https://www.eventbrite.com.br/e/budweiser-apresenta-vovo-bebe-tickets-93126276199

Evento: https://www.facebook.com/events/166266694802932/

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Arthus Fochi, Tyaro e Bê e os Botos na Audio Rebel

Três shows em uma só noite no palco da Audio Rebel. Como parte do projeto FIlatelia, Arthus Fochi, Tyaro e Bê e os Botos apresentam suas canções no dia 12/02 (quarta-feira), a partir das 20h. Os ingressos são R$ 20.

O cantor, compositor e multi instrumentista carioca Arthus Fochi está prestes a lançar seu próximo disco, “Ano Sabático”. Ele retorna à Rebel para apresentar destaques da sua discografia até aqui, que inclui os trabalhos “Êxodo Urbano” e “Suvaco do Mundo”, onde une raízes das músicas brasileira e latina.

 

Nascido em Pernambuco e criado no Rio de Janeiro, Tyaro é um cantor e compositor conhecido pela intensidade de suas performances. Ele ganhou notoriedade com Rio Maracatu, Grupo Maracutaia, Renascimento e Agytoê.

 

Carregando uma poética simples e positiva com uma mistura de gêneros que vai do carimbó à bossa passando pelo alternativo, a banda carioca Bê e Os Botos iniciou seus trabalhos em 2017 e já lançou 3 EPs. O grupo é formado pelo vocalista e guitarrista Bê Camará, o baixista Rafael Lopes e o baterista Carlos Fonseca.

 

Filatelia é um agregado de selos que desagua num coletivo de artistas, realizando música brasileira de todos os povos do mundo. A ideia é fazer a arte girar sobre um eixo mais justo e igualitário, longe de machismo, racismo, homofobia, misoginia, intolerância religiosa e injustiça social. O coletivo faz canções de todos os amores, até os impossíveis, em tom maior e menor, em ritmos quadrados e quebrados, em português, em espanhol, em portunhol.

 

Esse encontro acontece no palco da Audio Rebel, casa em Botafogo que reúne também estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

 

Serviço

Filatelia – Arthus Fochi, Tyaro e Bê os Botos

Data: 12/02/2020 (quarta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Orquestra Sinfônica Brasileira comemora 80 anos em 2020

Em 2020, uma das orquestras mais tradicionais do país, cuja história se confunde com a história da música de concerto brasileira, comemorará 80 anos de existência. E para celebrar tamanha longevidade, a Temporada 2020 da Orquestra Sinfônica Brasileira levará ao público uma série de concertos que destacarão a música brasileira e os artistas nacionais. O repertório clássico, os 250 anos de nascimento de Ludwig van Beethoven e a música popular nacional e internacional também terão espaço na programação. O primeiro concerto da Temporada 2020 será no dia 16 de fevereiro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

O Brasil é o país escolhido para abrir a Série Mundo e a Temporada 2020. Sob a regência do maestro Neil Thomson, a OSB interpretará obras de célebres compositores nacionais. A noite de abertura terá início com a Abertura da ópera “O Guarani”, de Carlos Gomes. Na sequência, “Bachianas nº 9”, de Heitor Villa-Lobos. “Brasiliana”, de Claudio Santoro é a primeira obra a ser apresentada depois do intervalo, enquanto a “Sinfonia”, de Alberto Nepomuceno, fecha o programa.

Para viabilizar suas atividades, a Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem a NTS – Nova Transportadora do Sudeste – como mantenedora, a Vale como patrocinadora master e Brookfield, Eneva e Itaú-Unibanco como patrocinadores, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.

PROGRAMA:

Carlos Gomes – O Guarani (Abertura)

Heitor Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras nº 9

Claudio Santoro – Brasiliana

Alberto Nepomuceno – Sinfonia

SERVIÇO:

Orquestra Sinfônica Brasileira | Série Mundo – Brasil

Dia 16 de fevereiro (domingo), às 17h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro (RJ)

Ingressos:

Frisa/Camarote: R$ 100 (R$50 meia)

Balcão Nobre: R$ 100 (R$ 50 meia)

Balcão Superior: R$ 50 (R$ 25 meia)

Balcão Superior Lateral: R$ 40 (R$20 meia)

Galeria Central: R$ 30 (R$ 15 meia)

Galeria Lateral: R$ 20 (R$ 10 meia)

(Ingressos à venda na bilheteria do TMRJ e no site Ingresso Rápido)

 

TEMPORADA 2020 | 80 ANOS

Responsável por revelar talentos como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Menezes e pioneira na criação de projetos de democratização da música de concerto, como o Aquarius e os Concertos da Juventude, a OSB chega aos 80 com fôlego para levar ao público uma temporada especial e comemorativa, com destaque para a música brasileira e os artistas nacionais, tendo sua própria história como fio condutor da programação. “Idealizamos uma temporada em que a própria Orquestra Sinfônica Brasileira é a protagonista. Ao longo do ano, levaremos ao palco um pouco dessas oito décadas, seja com músicos convidados cujas carreiras têm estreita relação com a OSB, seja com programas compostos por obras que estiveram presentes em concertos históricos” – adianta a diretora geral da FOSB, Ana Flávia Cabral Souza Leite. Os concertos serão divididos em cinco séries temáticas.

A SÉRIE MUNDO homenageará um total de oito países e terá início com o grande mote da temporada: o Brasil. No dia 16 de fevereiro, a OSB abre os trabalhos com o concerto Série Mundo Brasil, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com regência do maestro Neil Thomson, a orquestra levará ao palco obras de Carlos Gomes, Heitor Villa-Lobos, Claudio Santoro e Alberto Nepomuceno. Realizada em parceria com embaixadas e consulados, a Série Mundo explorará, ao longo de 2020, as riquezas musicais de Áustria e Hungria, México, Azerbaijão, França, Noruega, Turquia e Canadá.

Com curadoria do compositor Antônio Ribeiro, compartilhada com a Comissão Artística da OSB, a SÉRIE CLÁSSICA BRASILEIRA apresentará dez concertos, que terão em seus programas obras que marcaram os 80 anos da Orquestra Sinfônica Brasileira e peças de compositores de destaque na história da música sinfônica nacional desde Carlos Gomes, Heitor Villa-Lobos, Camargo Guarnieri, Lorenzo Fernandez e Francisco Mignone até artistas contemporâneos como Ernani Aguiar, Marco Pereira, Edino Krieger e João Guilherme Ripper. O repertório da série conta também com obras de compositores estrangeiros do período clássico. “É uma maneira de homenagearmos a OSB, os compositores brasileiros e o período em que se consolidou a formação da orquestra como a concebemos hoje” – explica o curador.

Abrindo o ciclo, no dia 10 de março, a OSB apresentará, sob a regência do paulistano Guilherme Mannis, o “Concerto para Cordas e Percussão”, de Camargo Guarnieri, a “Sinfonia nº 25” de Mozart e a “Suíte nº 2” de Villa-Lobos. O programa do dia 26 de março, que terá regência da brasiliense Simone Menezes, é um exemplo de resgate de uma peça importante na história da OSB. Nesse dia, Fabio Martino executará o “Concerto para Piano nº 2”, de Guarnieri, cuja estreia ocorreu com Eudóxia de Barros e a Orquestra Sinfônica Brasileira, sob a regência do próprio compositor. No repertório da noite estão, ainda, “Canto do Tabajara”, do maestro José Siqueira – fundador da OSB -, e “Sinfonia Popular”, de Radamés Gnatalli.

No dia 8 de julho, o regente Miguel Campos Neto estará no comando da orquestra, que executará “Saudades de Belém” e “Amazônia – Concerto para Tímpanos e Orquestra”, de Pierre Thilloy; “Concerto Amazônico”, de Dimitri Cervo, “Saudades do Brasil”, de Darius Milhaud e, encerrando a noite, “Sinfonietta nº 1”, de Villa-Lobos. Carlos Gomes e sua “Alvorada” abrem o quarto concerto da Série Clássica Brasileira, dia 14 de julho, seguidos por “Sinfonia nº 94 – Surpresa”, de Haydn. “Sinfonietta Seconda”, de Ernani Aguiar (que completa 70 anos em 2020), fecha o programa.

O violinista italiano Domenico Nordio é o solista convidado dos concertos de 5 e 6 de setembro, sendo a segunda data em formato de Concerto da Juventude – didático a preço popular. Tobias Volkmann será o regente das duas apresentações. Quatro peças do paulistano Marco Pereira compõem os programas dos dias 31 de outubro e 1º de novembro: “Abertura Brincantes”, “Círculo dos Amantes” e “Concerto Calunga” – ambos para violão e orquestra, tendo Eduardo Isaac como solista – e “Lendas Amazônicas”, que contará com a participação do Duo Siqueira Lima. O próprio compositor estará à frente da orquestra nas duas datas.

A “Suíte para Orquestra de Cordas”, do decano da música de concerto brasileira Edino Krieger, abrirá a última apresentação da série. “Contrasting surfaces: Montains and Sea”, de João Guilherme Ripper, dá sequência ao programa, que conta, ainda, com “26 variações sobre ‘Folia de Espanha’”, do italiano Antônio Salieri, “Congada” (da ópera “O contador de diamantes”), de Francisco Mignone, e “Batuque – Dança de Negros” (da suíte “Reisado do Pastoreio”), de Lorenzo Fernandez.

“Nossa ideia foi mesclar obras muito conhecidas de nossos grandes compositores, como a ‘Alvorada’, de Carlos Gomes, com peças pouco executadas, porém igualmente fantásticas, como a ‘Suíte nº 2’ de Villa-Lobos e ‘Constrasting Surfaces: Montains and Sea’, do Ripper” – esclarece Antônio Ribeiro.

Em homenagem aos 250 anos de nascimento do compositor mais executado na história da OSB, a SÉRIE BEETHOVEN terá cinco concertos, todos sob a batuta de Roberto Tibiriçá, responsável também pela curadoria do ciclo. “A escolha do repertório teve como objetivo traçar um panorama da obra desse gênio, jogando luz sobre talentos da música brasileira. Linda Bustani, Lilian Barretto, Daniel Guedes, Cristian Budu e Rosana Lamosa são alguns dos nomes que teremos como solistas convidados, e todos eles têm suas carreiras intimamente ligadas à Orquestra Sinfônica Brasileira” – explica o maestro.

Linda Bustani, que na infância venceu o Concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica Brasileira e, desde então, é frequente colaboradora da OSB, é a convidada do primeiro concerto da série, dia 30 de abril, e executará o “Concerto para Piano nº 3”. No programa estarão ainda a abertura “Leonora nº 3” e a “Sinfonia nº 3 – Eroica”. Na apresentação seguinte, dia 26 de maio, o expoente Leonardo Hilsdorf subirá ao palco para, junto com a OSB, interpretar o “Concerto para Piano nº 4”. A abertura “Egmont” e a “Sinfonia nº 6 – Pastoral” completam o repertório.

Um dos nomes mais destacados da cena pianística atual, Cristian Budu apresentará, no dia 24 de junho, o “Concerto para Piano nº 5 – Imperador”. Na mesma noite o público poderá ouvir a abertura “As Criaturas de Prometeu” e o “Concerto para Violino”, considerado um dos concertos mais belos e difíceis já escritos, interpretado pelo carioca Daniel Guedes, que já foi spalla da OSB. O “Concerto Tríplice para Piano, Violino e Violoncelo”, com Lilian Barretto, Koh Kameda e Matias de Oliveira, ganhará o palco no dia 30 de julho, em concerto cujo programa contará também com a abertura “Coriolano” e a “Sinfonia nº 7”.

Fecha a Série Beethoven um dos concertos mais importantes da Temporada 2020. No dia 17 de agosto, dia do aniversário de 80 anos da OSB, a orquestra subirá ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com um programa especial: a exibição em telão do “Testamento de Heiligenstadt” precederá a execução da apoteótica “Sinfonia nº 9”. Para Tibiriçá, que foi regente titular da orquestra na década de 90, trata-se de um momento de glória: “Eu devo minha carreira à OSB e sou muito grato a todos os músicos que já passaram por suas estantes. Estar à frente do concerto de comemoração dos 80 anos, regendo a ‘Nona’, é tudo que posso desejar. Estou muito feliz com essa oportunidade.”

A Série Beethoven é dedicada ao maestro Eleazar de Carvalho. Figura de grande importância na história da música de concerto brasileira, foi regente titula da OSB em três diferentes períodos nas décadas de 1950 e 1960.

A vertente “pop” da orquestra será explorada ao longo dos cinco espetáculos inéditos da SÉRIE OSB É SHOW. Concebida pelo maestro Eduardo Pereira, a série apresentará o surgimento e a evolução de quatro gêneros musicais, além de um programa especial em homenagem às mulheres. As apresentações acontecerão no Teatro Riachuelo e contarão com narradores convidados e roteiros especialmente criados para as montagens. “Vamos além da parte musical. Nossa ideia é apresentar o contexto histórico, usando a música como ferramenta” – explica Pereira.

“Rock Sinfônica – A História do Rock Mundial” abre a série com a OSB sob a regência do próprio Eduardo Pereira no dia 14 de abril. Em “Black or White – Os caminhos da Soul Music”, o estilo americano ganha o palco nos dias 11 e 12 de maio, sob a batuta de Marconi Araújo, enquanto a brasilidade dá o tom em “A Bossa é Nova?”, dias 25 e 26 de agosto, com regência do maestro Paulo Nogueira. Pereira reassume a batuta nos dois últimos títulos da série: “Uma Homenagem às Divas da Música”, dias 17 e 18 de outubro, e “O Nosso Samba – Das origens aos dias atuais”, dias 23 e 24 de novembro.

E, além de assistir aos espetáculos, o público que comparecer às apresentações da Série OSB É Show também terá a oportunidade de ajudar o próximo. A campanha OSB Solidária arrecadará, no início de todas as apresentações, doações voluntárias de alimentos não perecíveis que serão distribuídos em instituições da cidade.

Os projetos paralelos dos integrantes da orquestra serão levados ao palco do Teatro Prudential na SÉRIE MÚSICOS OSB, em quatro datas (28 de maio, 30 de junho, 21 de julho e 11 de agosto). Apresentações extras, dentro ou fora das séries, poderão ser incluídas na programação ao longo da Temporada 2020.

CONEXÕES MUSICAIS, PROJETO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DA OSB, SEGUE EM 2020

Vinte e sete municípios de seis estados brasileiros já receberam as ações do projeto Conexões Musicais, que, em 2020, pretende oferecer cerca de 1.200 horas de aula com os músicos da OSB pelo país. Cidades do Maranhão, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Pará serão beneficiadas.

Criado em 2017, o Conexões Musicais é o projeto de responsabilidade social da Orquestra Sinfônica Brasileira e tem como objetivo criar uma rede de interação em cidades do interior, promovendo o acesso à cultura e à informação. Capacitação de educadores da rede pública de ensino, workshops para músicos locais e a realização de concertos estão entre as ações realizadas pelo Conexões Musicais.

 

MAIS SOBRE A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA:

 

Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 80 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia.

Nas últimas oito décadas, a OSB revelou nomes como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Meneses e contou com maestros e compositores brasileiros como Heitor Villa-Lobos, Eleazar de Carvalho, Claudio Santoro, Francisco Mignone e Camargo Guarnieri. Também faz parte de sua história a colaboração de alguns dos maiores artistas do cenário internacional, como Leonard Bernstein, Arthur Rubinstein, Mstislav Rostropovich, Igor Stravinsky, Claudio Arrau, Zubin Mehta, Lorin Maazel e Kurt Masur, entre muitos outros.

Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura. Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem a NTS – Nova Transportadora do Sudeste – como mantenedora, a Vale como patrocinadora master e a Brookfield, Eneva e Itaú-Unibanco como patrocinadores, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.

TEMPORADA 2020 – PROGRAMAÇÃO COMPLETA (sujeita a alterações):

SÉRIE MUNDO

(7 concertos)

Dia 16 de fevereiro, 17h – Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Brasil

Neil Thomson, regente

 

Programa:

Carlos Gomes – O Guarani (abertura)

Heitor Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras nº 9

Claudio Santoro – Brasiliana

Alberto Nepomuceno – Sinfonia

Dia 5 de março, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Áustria e Hungria

Neil Thomson, regente

Programa:

Joseph Haydn – Sinfonia nº 6 “Le Martin”

Franz Liszt – Sinfonia Fausto

Dia 16 de setembro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Azerbaijão

Yalchin Adigezalov, regência

Programa:

Dmitry Shostakovich Abertura Festiva

Vasif Adigezalov Concerto para Violoncelo e Orquestra

Sergei Prokofiev Fragmentos do balé “Romeu e Julieta”

Kara Karayev Segunda suíte do balé “The Thunder Path”

 

Dia 22 de setembro, 19h, Teatro Riachuelo

Série Mundo – México

Miguel Salmon, regência

Programa:

A definir

Dia 9 de outubro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – França

Stefan Geiger, regência

Programa:

A definir

Dia 11 de novembro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Turquia

Rengim Gokmen, regência

Teyfik Rodos, baixo barítono

Cihat Askin, violino

Programa:

A definir

Dia 21 de dezembro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Canadá

Regente a confirmar

Programa:

A definir

SÉRIE CLÁSSICA BRASILEIRA

(10 concertos)

Dia 10 de março, 19h – Teatro Riachuelo

Guilherme Mannis, regência

 

Programa:

Camargo Guarnieri – Concerto para Cordas e Percussão

     I.        Vigoroso

   II.        Saudoso

 III.        Jocoso

Wolfgang Amadeus Mozart – Sinfonia nº 25

     I.        Allegro con brio

   II.        Andante

 III.        Menuetto

  IV.        Allegro

Heitor Villa Lobos – Suíte II

Dia 26 de março, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Simone Menezes, regência

Fabio Martino, piano

Programa:

José Siqueira – Canto do Tabajara

Camargo Guarnieri – Concerto para Piano nº 2

     I.        Allegro com brio

   II.        Andante

 III.        Menuetto

  IV.        Allegro

Radamés Gnatalli – Sinfonia Popular

Dia 8 de julho, 19h, Sala Cecília Meireles

Miguel Campos Neto, regência

Programa:

Pierre Thilloy – Saudades de Belém

Pierre Thilloy – Amazônia – Concerto para Tímpanos e Orquestra

Dimitri Cervo – Concerto Amazônico

Darius Milhaud – Saudades do Brasil

Heitor Villa-Lobos – Sinfonietta nº 1

Dia 14 de julho, 19h, Teatro Riachuelo

Regente a confirmar

Programa:

Carlos Gomes – Alvorada

Joseph Haydn – Sinfonia nº 94 “Surpresa”

     I.        Adagio

   II.        Andante

 III.        Menuetto: Allegro molto

  IV.        Finale: Allegro molto

Ernani Aguiar – Sinfonietta Seconda

     I.        Samba

   II.        Frevo

 III.        Marcho rancho

  IV.        Escola de samba

 

 

Dia 5 de setembro, 19h, Sala Cecília Meireles

Tobias Volkmann, regência

Domenico Nordio, violino

Programa:

A confirmar

 

Dia 6 de setembro, 19h, Sala Cecília Meireles (Concerto da Juventude)

Tobias Volkmann, regência

Domenico Nordio, violino

Programa:

A confirmar

Dia 31 de outubro, 19h, Sala Cecília Meireles

Marco Pereira, regência

Eduardo Isaac, violão

Duo Siqueira Lima, violão

Programa:

Marco Pereira – Abertura Brincantes (para orquestra)

Marco Pereira – Círculo dos Amantes (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Concerto Calunga (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Lendas Amazônicas – Fantasia concertante para dois violões e orquestra

Dia 1º de novembro, 11h, Sala Cecília Meireles

Marco Pereira, regência

Eduardo Isaac, violão

Duo Siqueira Lima, violão

Programa:

Marco Pereira – Abertura Brincantes (para orquestra)

Marco Pereira – Círculo dos Amantes (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Concerto Calunga (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Lendas Amazônicas – Fantasia concertante para dois violões e orquestra

Dia 2 de dezembro, 19h, Sala Cecília Meireles

Regente a confirmar

Programa:

A confirmar

Dia 8 de dezembro, 19h, Teatro Riachuelo

Regente a confirmar

Programa:

Edino Krieger – Suíte para orquestra de cordas

     I.        Abertura

   II.        Ronda breve

 III.        Homenagem a Bartok

  IV.        Marcha rancho

João Guilherme Ripper – Contrasting surfaces: Montains and Sea

Antônio Salieri – 26 variações sobre “Folia de Espanha”

Francisco Mignone – Congada (da ópera “O contador de diamantes”)

Lorenzo Fernandez – Batuque – Dança de Negros (da suíte Reisado do Pastoreio)

SÉRIE BEETHOVEN

(5 concertos)

Dia 30 de abril, 19h – Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regente

Linda Bustani, piano

 

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “Leonora nº 3”

Ludwig van Beethoven – Concerto para piano nº 3

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 3 “Eroica”

    V.        Allegro con brio

  VI.        Marcia Funebre: adagio assai

VII.        Scherzo: Allegro vivace

VIII.        Finale: Allegro molto

Dia 26 de maio, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Leonardo Hilsdorf, piano

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “Egmont”

Ludwig van Beethoven – Concerto para piano nº 4

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 6 “Pastoral”

     I.        Allegro ma non troppo

   II.        Andante molto mosso

 III.        Allegro

  IV.        Allegro

    V.        Allegretto

Dia 24 de junho, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Cristian Budu, piano

Daniel Guedes, violino

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “As Criaturas de Prometeu”

Ludwig van Beethoven – Concerto para Piano nº 5 “Imperador”

Ludwig van Beethoven – Concerto para Violino

Dia 30 de julho, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Lilian Barretto, piano

Koh Kameda, violino

Matias de Oliveira, violoncelo

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “Coriolano”

Ludwig van Beethoven – Concerto Tríplice para Piano, Violino e Violoncelo

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 7

     I.        Poco sustenuto – vivace

   II.        Allegretto

 III.        Presto

  IV.        Allegro com brio

 

 

Dia 17 de agosto, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Rosana Lamosa, soprano

Fernando Portari, tenor

Ana Lucia Benedetti, mezzo-soprano

Leonardo Neiva, baixo barítono

Coro

Programa:

Ludwig van Beethoven – Testamento de Heiligenstadt

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 9 “Coral”

     I.        Allegro ma non troppo

   II.        Molto vivace

 III.        Adagio molto cantábile

  IV.        Finale

SÉRIE OSB É SHOW

(9 concertos)

Dia 14 de abril, 19h – Teatro Riachuelo

“Rock Sinfônica – A História do Rock Mundial”

Eduardo Pereira, regente

Programa:

Década de 30/40 (As Origens do Rock)Robert Johnson – Cross Road Blues, Hank Williams – Move it on Over, Muddy Waters – Hoochie Coochie Man

Década de 50 (Tirem as Crianças da Sala)Little Richard – Tutti Frutti, Jerry Lee Lewis – Great Balls of Fire, Chuck Berry – Johnny B. Goode, Elvis Presley – Jailhouse Rock

Década de 60 (A Invasão Britânica)The Who – Pinball Wizard, Rolling Stones – Satisfaction, The Beatles – Yesterday, The Beatles – Eleanor Rigby, The Beatles – Penny Lane, The Beatles – Let it Be

Década de 60 (A Reação Americana)Bob Dylan – Blowin in the Wind, Beach Boys – God Only Knows, The Monkees – I’m a Believer, The Doors – Light My Fire, Jimi Hendrix – Purple Haze

Década de 70 (O Rock Progressivo e os Precursores do Heavy Metal)Pink Floyd – Time, Deep Purple – Smoke On The Water, Aerosmith – Dream On, Led Zeppelin – Kashmir

Década de 70 (Os Glam Rock)Elton John – Your Song, David Bowie – Life on Mars?, Queen – Who Wants to Live Forever

Década de 80/90 (O Novo Metal)Scorpions – Still Loving You, Guns N’ Roses – November Rain, Metallica – Nothing Else Matters, Iron Maiden – Fear of the Dark

O Rock no Brasil (Da Jovem Guarda aos Dias “Quase” Atuais)Roberto Carlos – Calhambeque, Raul Seixas – Metamorfose Ambulante, Lulu Santos – Tempos Modernos, Paralamas do Sucesso – Óculos, Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, Legião Urbana – Que País é Esse?

Dias 11 e 12 de maio, 19h, Teatro Riachuelo

“Black or White – Os caminhos da Soul Music”

Marconi Araújo, regência

Programa:

A definir

Dia 25 e 26 de agosto, 19h, Teatro Riachuelo

“A Bossa é Nova?”

Paulo Nogueira, regência

Programa:

A definir

Dias 17 de outubro, às 19h, e 18 de outubro, às 17h, Teatro Riachuelo

“Uma Homenagem às Divas da Música”

Eduardo Pereira, regência

Ana Flavia Cabral, narração

Programa:

A definir

 

 

Dias 23 e 24 de novembro, 19h, Teatro Riachuelo

“O Nosso Samba – Das origens aos dias atuais”

Eduardo Pereira, regência

Programa:

A definir

 

SÉRIE MÚSICOS DA OSB

(4 concertos)

 

Dia 28 de maio, 20h30, Teatro Prudential

 

Programa:

A definir

Dia 30 de junho, 20h30, Teatro Prudential

 

Programa:

A definir

Dia 21 de julho, 20h30, Teatro Prudential

 

Programa:

A definir

Dia 11 de agosto, 20h30, Teatro Prudential

Programa:

A definir

Programação do Clube Manouche

11/02 – Terça, 20h30 Projeto “Quesito Samba Enredo”- os músicos e jornalistas Bernardo Araujo e Luiz Felipe de Lima conversam sobre o tema, de sua história à contemporaneidade

“Os sambas-enredo não são mais o que eram”, lamenta Luis Filipe de Lima, músico, jornalista, jurado do Estandarte de Ouro e um dos violões de sete cordas mais requisitados da música brasileira. “Originalmente, a ala dos compositores era a espinha dorsal das escolas, tudo se originava dela e dos sambas. Hoje, a parte visual tomou conta, e os sambas têm que se adequar aos desfiles, e não o contrário”.

“A forma como as escolas pensam seus sambas de fato mudou, mas isso não afetou os sambas-enredo, que passam por um grande momento”, retruca o jornalista Bernardo Araujo, especialista no universo das escolas de samba e autor do livro “Prazer da Serrinha – Histórias do Império Serrano” (Editora Verso Brasil), sobre sua escola do coração. “Ultimamente tivemos hinos como o ‘Malandro Batuqueiro’ do Salgueiro, ‘História para Ninar Gente Grande’, da Mangueira, vários da Portela e muitos outros”.

De tanto debater este objeto de sua paixão (entre muitos outros), os dois amigos resolveram chamar o povo para um papo e levam ao Clube Manouche, no próximo dia 11 de fevereiro, terça, o projeto “Quesito Samba-Enredo”, em que falam da origem do hino (no início, por exemplo, as canções não tinham a menor relação com o espetáculo visual apresentado), debatem um pouco de sua história e chegam ao debate da contemporaneidade, sempre com muito humor.

Em tempos de pré-carnaval – que nas agendas de Filipe e Bernardo é qualquer momento depois do Desfile das Campeãs – nada como um papo de samba.

 

 

Serviço

EventoProjeto “Quesito Samba Enredo” com os músicos e jornalistas Bernardo Araujo e Luiz Felipe de Lima

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 11 de fevereiro, terça, 20h30

Ingressos: R$ 50,00 (inteira), R$ 30,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 25,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Lotação: 100 lugares (formação com mesas e cadeiras)

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 entram acompanhado dos pais.

Estacionamento no local (tarifado)

12/02 –  Quarta, 21h – Zé Mauricio Machline convida Mônica Salmaso e Zé Renato – Projeto Por Acaso

Zé Maurício Machline, criador do Prêmio da Música Brasileira, volta ao palco do Clube Manouche com a quarta edição do “Por Acaso“, programa de entrevistas que comandou na televisão até 2004, com um encontro de gerações de cantores no palco para um bate-papo informal e números musicais: Mônica Salmaso e Zé Renato.

O projeto, que promove bate-papos e números musicais com grandes representantes da MPB  já reuniu no palco nomes como Zeca Pagodinho e Mariene de Castro; Gal Costa e Alice Caymmi e Ney Matogrosso e Filipe Catto e na primeira edição na casa nova recebeu Zélia Duncan e Moska, Alcione e Ferrugem e, na última edição em janeiro Pedro Luís, João Cavalcanti, Pedro Miranda e Moyseis Marques.

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“A ideia é sair do lugar comum, promover encontros interessantes entre músicos com a mesma linguagem, entremeando a conversa com números musicais que fujam do repertório mais conhecido do artista”, define Machline,

Serviço

Show: Zé Maurício Machline recebe Mônica Salmaso e Zé Renato

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 12 de fevereiro, quarta-feira, 21h

Ingressos: R$ 70,00 (inteira), R$ 50,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 35,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: Livre

Estacionamento no local (tarifado)

13/02 – Quinta, 21h Gabriel Grossi – lançamento de songbook dedicado à sua obra

 “Fiquei muito impressionado com Gabriel Grossi, um gaitista que toca com enorme facilidade, um músico de grande explosão. Também fiquei admirado com suas composições e seu domínio da linguagem brasileira”

 Toots Thieleman

 

“É um gaitista espetacular, um músico de forte personalidade, movido por uma enorme paixão pela gaita e pela música.”

 Mauricio Einhorn, ex- professor

 

O gaitista Gabriel Grossi adentra o tablado vermelho do Clube Manouche em 13 de fevereiro, quinta, para show de lançamento do seu novo projeto: um Songbook que reúne 40 composições de seu vasto repertório instrumental em um lindo trabalho gráfico.

Com onze discos lançados, gravações, shows com grandes nomes da música nacional e internacional (Hermeto Pascoal, Chico Buarque, Ivan Lins, Leila Pinheiro, João Donato, Dave Matthews, Guinga, Lenine, Djavan, Milton Nascimento, Dominguinhos, entre outros) e diversas turnês ao redor do mundo, Gabriel coleciona um extenso currículo e reconhecimento e reverência do público e dos que mais conhecem seu trabalho.

Ao lado de Eduardo Faria, teclado, e Xande Figueiredo, bateria, Gabriel apresenta canções que fazem parte do songbook, todas escolhidas a dedo para este show, como “Arapuca” e “#EmMovimento”, faixa que dá nome ao seu recente DVD.

Apesar de jovem, Gabriel tem uma trajetória extensa. Além da carreira solo, é desde 2005 integrante do Hamilton de Holanda Quinteto, vencedor do Prêmio TIM 2007 e finalista do Grammy Latino por três vezes. Sempre envolvido em importantes projetos, Gabriel foi parceiro frequente do saudoso e consagrado clarinetista Paulo Moura, com quem atuou de 2003 até seu falecimento. No ano de 2004, também gravou CD e DVD com as cantoras Zélia Duncan e Beth Carvalho, com as quais trabalhou bastante.

Seu disco de estreia, “Diz Que Fui Por Aí”, recebeu elogios pela concepção musical, composição e arranjos. O segundo, “Afinidade” (em duo com o grande violonista Marco Pereira), e o terceiro, “Arapuca” (inspirado no universo do forró) também conquistaram crítica e público, mostrando que é possível aliar a tradição da música instrumental com o gosto popular.

Em 2009 formou seu trio com os instrumentistas Guilherme Ribeiro, piano e Sergio Machado, bateria, e com essa formação gravou “Horizonte”, álbum preparado durante a turnê que realizou com o lendário trombonista Raul de Souza. Em 2011, lançou o CD “Zibididi” com o guitarrista Diego Figueiredo, álbum composto exclusivamente por temas autorais.

Em 2012 Gabriel lançou mais dois trabalhos: os CDs “Villa Lobos Popular”, em duo com o pianista Amilton Godoy, e “Realejo”, com o acordeonista Bebe Kramer. Em 2013 gravou “Urbano”, com temas autorais e uma proposta moderna dentro do universo da harmônica.

No início de 2015 foi chamado pelo jornalista e produtor francês Remy Kopakopul para a direção musical, produção e arranjos do musical “K Rio K” em Pari,  peça que fala da relação Rio-Paris dos anos 20. Neste mesmo ano grava o disco “Nascente”, lançado em 2016. Em 2016 lança, em parceria com o violonista Felix Júnior, o projeto/disco/show “Nascente”, em homenagem à Guinga e Hermeto Pascoal; além de dar continuidade aos projetos “Urbano”, “Realejo” (com Bebê Kramer), “Villa Lobos Popular (com Amilton Godoy) em homenagem a Villa Lobos e “Fole de Boca” (projeto que busca novos caminhos para o forró). Em 2016 também produziu dois discos em homenagem aos seus mestres da harmônica: Toots Thielemans e Maurício Einhorn. No projeto “We do it out of love ”, Gabriel e seu parceiro Alex Rossi juntaram harmonicistas de vários lugares do mundo para prestar essa homenagem e entregaram o disco pessoalmente ao homenageado Toots Thielemans em seu aniversário de 94 anos.

Já na homenagem “Viva Maurício Einhorn” Grossi se juntou ao seu parceiro Pablo Fagundes e mais de vinte e seis gaitistas brasileiros para gravar um disco duplo brindando a obra do grande Mauricio Einhorn. Mais recentemente, gravou seu quinto disco com Hamilton de Holanda Quinteto, homenageando Milton Nascimento e comemorando os dez anos de existência do grupo. Também gravou na Espanha em Barcelona pelo selo TempsRecords um disco em duo com o violonista e antigo parceiro Jurandir Santana chamado “Conexões“. Em 2017 grava em Brasília o DVD “#Em Movimento”, uma homenagem dele a vários de seus ídolos. Para esse projeto compôs músicas dedicadas a cada um deles e também fez uma reverência aos artistas e colegas de sua geração e aos novos instrumentistas e compositores da música instrumental feita no Brasil, além de fazer turnê pela América Latina e Europa.

Serviço

Show: Gabriel Grossi lança songbook dedicado à sua obra  

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 13 de fevereiro, quinta-feira, 21h

Ingressos: R$ 60,00 (inteira), R$ 45,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 30,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 entram acompanhado dos pais.

Estacionamento no local (tarifado)

14/02 – Sexta, 21hRita Benneditto com seu novo show “Samba de Benneditto”

Rita Benneditto sempre teve, ao longo de 25 anos de carreira, o samba presente na sua vida e voz. E há muito que a cantora queria dedicar um projeto ao gênero, e, aos pouquinhos, foi maturando o seu “Samba de Benneditto, este novo show que trás ao Clube Manouche no dia 14 de fevereiro, após apresentações em São Paulo.

“Samba de Benneditto” mostra o olhar personalíssimo da artista para o gênero. E nesse balaio misturam-se 26 sambas, entre clássicos, autorais e inéditos, alguns confiados a ela por autores consagrados ou da mesma geração da intérprete. Marca também o lançamento do seu novo single, “Benneditto Seja”, composição própria com produção de Luís Filipe de Lima.

Discriminado durante décadas, o samba ficou inicialmente segregado aos terreiros e, tempos depois, às patuscadas de fundo de quintal. No caso do Maranhão, os terreiros são os do Tambor da Mata, cuja maior representatividade está na região do Codó, com as manifestações conhecidas como Terecô. Esse lado da sua ancestralidade está presente no show. Rita ganhou de Nei Lopes “Terecô”, samba em parceria com Everson Pessoa, no qual Lopes, grande conhecedor da história do gênero, faz na letra referências à Encanteria maranhense.

Rita também passeia por outros estados do Nordeste. De Pernambuco, mais exatamente da Ilha do Massangano, ela saúda o tradicional Samba de Véio.  Da Bahia, reverencia dois representantes importantes do coco e do samba de roda: Bule-Bule (nome artístico de Antonio Ribeiro da Conceição) e Roque Ferreira. O primeiro faz-se presente com “Que Moça é Aquela?” e o segundo com “A filha do Macumbeiro” (Roque Ferreira e Dunga).

Rita tem um olho naquilo que fundamenta e outro na modernidade – e seu bem-sucedido projeto “Tecnomacumba” é um exemplo vivo disso. E nesse “Samba de Benneditto” referências e atualidade dão-se as mãos em roda (de samba). Ao mesmo tempo em que resgata pérolas como “Dois de Fevereiro”, de Dorival Caymmi (1914-2008), abre alas à produção de gerações mais recentes, caso de Zeca Pagodinho, de cujo repertório revisita “Minha Fé” (Murilão da Boca do Mato) e “Só Você e Eu” (Jorge Aragão), incluindo compositores da mesma geração da cantora, como João Martins, de quem canta “Lendas da Mata”. E permite-se também (re) encontrar faixas da própria discografia, caso de “Caramba, Galileu da Galileia” (Jorge Ben Jor), gravada por ela no seu terceiro CD, “Comigo” (2001), e “O Que é Dela é Meu” (Arlindo Cruz, Rogê, Marcelinho Moreira), gravado em “Encanto” (2014).

Ainda na seara das reverências/referências, Rita joga luz sobre o legado de duas mulheres, artistas que conseguiram se impor num meio que, durante anos, foi majoritariamente  masculino: Jovelina Pérola Negra (1944-1998) e Dona Ivone Lara (1922-2018). Do repertório da primeira, pescou duas pérolas, “Água de Cachoeira” e “Sorriso Aberto”, e de Dona Ivone, escolheu “Axé de Ianga (Pai Maior)”. E já que o assunto é a força autoral feminina, Rita nos brinda com três de suas composições: além de “Benneditto Seja”, o roteiro traz a também inédita “Rainha do Candomblé” e “7Marias”, single lançado em 2018.

Estarão no palco com Rita, Fred Ferreira, guitarra, violão, baixo e vocais, Leandro Pereira, cavaco, violão 7 cordas e vocais, Beto Lemos, rabeca, viola caipira e vocais, Ronaldo Silva, percussão e vocais, Junior Crispin, percussão e vocais, Pedrinho Ferreira, percussão e vocais, e Fayomi da Encarnação, também na percussão e vocais.

Serviço

Show: Rita Benneditto com o novo show “Samba de Benneditto”

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 14 de fevereiro, sexta, 21h

Ingressos: R$ 120,00 (inteira), R$ 60,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 60,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 entram acompanhado dos pais.

Estacionamento no local (tarifado)

15/02 – Sábado, 22h – Festa Alento – Edição Especial Carnaval – DJs Rodrigo Penna e Helen Sancho

 

Mais de 12 anos depois do Bailinho recriar a tradição dos domingos dançantes, a “Alento”, festa de Rodrigo Penna, vem reviver as domingueiras, com edições arrebatadoras no Clube Manouche, casa lotada e gente dançando como se não houvesse amanhã. E mais uma edição mais que especial, desta vez carnavalesca, aporta por lá no dia 15/02, sábado, Para abrir o carnaval, os caminhos e o coração. Um último alento da estação.

Alento: Respiração Coragem, ânimo. Alimento. Inspiração. O dicionário é claro. Alento é substantivo masculino, com conotações altamente inspiradoras. Afinal, nos dias de hoje, o que mais precisamos é respirar fundo, ter coragem para enfrentar os percalços da vida, se alimentando de prazer.  “Alento” é uma festa para os românticos. Novos e antigos clássicos se misturam a pequenos sets de música lenta. Dançar soltinho ou juntinho, pode tudo nesse filhote do Bailinho que deu frutos. Nesse momento tão árido da cidade, “Alento” é encontro, gentileza, mansidão.

Com uma ou duas pistas, é festa com gosto de playground, de sala de estar.  Para todas as idades, credo, gosto e sabores, “Alento” é abraço, cafuné, carinho.  “Uma festa para dançar juntinho, meio rosto colado, meio chão rabiscado, música lenta como nos velhos tempos, lembra? Música dancing de hoje e de ontem. A gente precisa de alento.”, diz o DJ e produtor que há mais de uma década está à frente de eventos de sucesso no Rio.

Nesta empreitada Rodrigo Penna divide o som com a DJ Helen Sancho, conhecida na cena musical carioca e paulistana, dona de um estilo livre no comando das pick-ups de festas badaladas.

Quem já foi curtir ao som de Rodrigo e seus convidados ilustres já sabe que vai encontrar diversidade e qualidade na escolha musical, que faz toda a diferença no clima do evento. O DJ queridinho dos famosos dá uma palhinha do que vem: na playlist, Bob Marley, Gilberto Gil, Neil Young, Stevie Wonder, Gal Costa, Dona Ivone Lara, Marvin Gaye, Elvis Presley, Prince, Caetano Veloso, Lauryn Hill, Cartola, Paulinho da Viola, entre muitos outros sucessos. “O nome da festa descreve o que estamos precisando para a cidade e para o país de modo geral. Na pista, reverenciamos a cultura”, conta Rodrigo.

Serviço

Festa: “Alento”- Festa de Rodrigo Penna

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 16 de janeiro, sábado, 22h

Ingressos: R$ 120,00 (inteira, primeiro lote), R$ 60,00 (inteira, segundo lote), R$ 40 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 60,00 (meia)

Há também o passaporte de verão para as quatro festas: R$ 120,00 https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

17/02 – Segunda, 21h Baile da Orquestra Imperial encerra temporada recebendo Eliane Pittman

Verão, janeiro, fevereiro, calor, samba e os bailes de segundas-feiras da Orquestra Imperial no Clube Manouche, lotados, viraram mais uma vez o point da temporada. A bigband e seus bailes mais cariocas do planeta encerram a temporada no Clube Manouche, renovada e cheia de amor pra dar – como sempre. E recebe Eliana Pittman, que estava de olho na Orquestra desde seu começo, e vai cantar sambas e carimbós pra animar a festa.

Depois de animar as noites cariocas de 2002 a 2018 com direito a diversos bailes e shows em palcos, clubes e festivais por todo o Brasil, Europa, Estados Unidos e América Latina, a Orquestra está de volta com uma formação mesclando integrantes das primeiras formações como Berna Ceppas, Kassin, Nina Becker, Moreno Veloso, Emanuelle Araujo, Felipe Pinaud, Pedro Sá, Marlon Sette, César Bodão, Mauro Zacharias, Bidu Cordeiro e outros mais. E a Orquestra acaba de receber mais dois integrantes: Pedro Miranda e Matheus VK.

Caras novas e da nova cena são presenças surpresas que sempre pintam e DJs convidados, como DJ Malboro já confirmado. No mês de janeiro a orquestra recebeu Matheus VK e DJ Marlboro, Danilo Cutrim do Braza, Ana Frango Elétrico e Pedro Miranda, além do percussionista Leonardo Reis.

A banda preparou novo repertório que tem a ver com o espaço do Manouche, mais acolhedor, pra dançar coladinho. “Caso Sério”, de Rita Lee, é uma delas, e a música “Obsessão”, de Milton de Oliveira e sucesso na voz de Clara Nunes – que está na trilha da novela “Amor de Mãe” da TV Globo – sem abrir mão das músicas mais animadas.

Ouça aqui: https://youtu.be/23m2FkdxIf4“Obsessão”

 

Serviço

Festa: Baile da Orquestra Imperial 

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 17 de fevereiro, segundas, 21h

Ingressos: R$ 120,00 (inteira), R$ 60 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 60,00 (meia). https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

Diogo Nogueira na Varanda Vivo Rio

O Clube do Samba na Varanda do Vivo Rio, com Diogo Nogueira no comando, criado para comemorar seus 40 anos de história e relembrar os 20 anos de saudades de João Nogueira – idealizador e fundador do clube – foi um sucesso, com quatro domingos lotados em janeiro, muita alegria, cerveja gelada, rodas de samba da melhor qualidade e gente cantando todas as músicas de braços abertos como se não houvesse amanhã. E agora volta em nova edição no domingo, dia 16/02, com feijoada pré-carnavalesca e o batismo de samba de Beatriz Rabello, filha de Paulinho da Viola, o homenageado especial do dia.

Em 2020 serão relembrados os 20 anos de saudades de João Nogueira em uma série de eventos que homenageiam o samba e seus grandes mestres. Legítimo herdeiro do Clube do Samba, filho de João, Diogo Nogueira é o grande anfitrião do projeto, com a roda de samba do Clube do Samba e convidados. “É um legado que minha família mantém há 40 anos e que agora estou podendo contribuir um pouco através da minha participação em shows e até mesmo na busca por criar um espaço físico, uma residência fixa, para que o Clube do Samba volte a ter uma força grande no Rio de Janeiro”, conta Diogo.

O Clube do Samba foi fundado por alguns dos maiores nomes da música popular brasileira: Cartola, Beth Carvalho, Clara Nunes, Martinho da Vila, Clementina de Jesus, Roberto Ribeiro e Monarco, entre outros bambas. Uma lista sem igual de sócios fundadores.

Em cada evento acontece um “batismo do samba”, em que um novo artista, herdeiro de algum grande mestre do samba, é “batizado” no clube, recebendo a chancela de Membro do Clube do Samba. Também tem homenagem especial a nomes consagrados do samba, que recebem placas comemorativas com o título de Sócio Honorário do Clube do Samba, como Zeca Pagodinho, Monarco, Zé Katimba, Jovelina Pérola Negra e Martinho da Vila já ganharam nas edições anteriores. Agora será a vez de Beatriz Rabello, filha de Paulinho da Viola, o homenageado especial do dia.

Diogo conta com o auxílio luxuoso da sua banda: Rafael dos Anjos no violão e direção musical, Henrique Garcia, no cavaquinho, Fabiano Segalate, no trombone, João Marcos, no baixo, Jefferson Rios, bateria, Maninho, surdo, Wilsinho Baltazar, percussão, e Bruno Barreto, percussão e coro.

Serviço
Show: Diogo Nogueira e Roda de Samba do Clube do Samba

Batismo de samba: Beatriz Rabello (filha de Paulinho da Viola)

Homenagem especial: Paulinho da Viola

Data: 16 de fevereiro de 2020, domingo
Local: Vivo Rio (Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo/RJ)

Horário: a partir das 14h

Preço: Pista: R$ 80,00 (inteira) e R$ 110,00 com 1 prato de feijoada (inteira), R$ 40,00 (meia ou solidária – para os clientes que levarem 1kg de alimento, exceto sal e açúcar) e R$ 70,00 (meia ou solidária com 1 prato com feijoada)

Vendas online: vivorio.com.br

Abertura dos portões: duas horas antes do show

Classificação: 18 anos. Menores entram acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Tributo a Pink Floyd no Teatro Rival Refit

Para quem está se guardando para quando o carnaval chegar, a pedida é rock’n’roll da melhor qualidade! E nada melhor do que curtir o som de uma das mais importantes bandas que marcaram o cenário do rock progressivo psicodélico: a lendária banda britânica Pink Floyd. No dia 5 de fevereiro, a Rio Floyd Machine faz, no Teatro Rival Refit, o “Tributo a Pink Floyd”, em mais uma parceria da casa com a Banca do Blues.

Formada em 2009, a Rio Floyd Machine tem como objetivo levar ao público um show sofisticado, fiel aos arranjos originais do Pink Floyd. O show vai proporcionar uma viagem pela longa estrada das músicas – entre sucessos e raridades – que marcaram a trajetória do grupo inglês.

Marcelo Pingarilho (voz principal), Elis Fonseca (backing vocal), Wlater Delanno (guitarra e voz), Hercules Costa (gruitarra), Francis Alexandrino (baixo), Fabio Lopes (teclados e vocais), Guilherme Vianna (sax e vocais), Ronan Faraco (bateria) estão preparando um repertório especial, com os grandes clássicos do Pink Floyd, além de músicas de diversas fases, contando a história de uma das maiores e mais amadas bandas da história do rock. Será uma grande noite de celebração à obra dessa banda fenomenal, cujo álbum “Dark Side Of The Moon” é um dos cinco álbuns mais vendidos da história da música, com 45 milhões de cópias!

 

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 05 de fevereiro (quarta-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$60 (inteira), R$30 (lista amiga), R$40 (promoção para os 100 primeiros pagantes). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit

Rhaissa Bittar lança álbum “João” com show na Audio Rebel

Rhaissa Bittar veste a pele de um homem velho que passou a vida com a cabeça nas nuvens, João. O espetáculo foi produzido para lançar o terceiro álbum, de mesmo nome, da cantora e atriz. Mais do que um show de música, a apresentação é uma viagem pela poesia, artes plásticas, audiovisual e pela moda que chega ao Rio em 06/02 (domingo), na Audio Rebel, a partir das 20h. Os ingressos custam R$ 20.

Como intérprete, Rhaissa conduz o público por histórias, personagens, amargas tristezas e doces realizações. Ela é acompanhada por Antonio Loureiro e Thiago Hoover que formam a banda com texturas ao piano, violões e elementos eletrônicos. A intérprete de libras Amanda Assis torna o show acessível para surdos. Os elementos cênicos foram feitos pela bonequeira Daiane Baumgartner (máscara) e a artista plástica Gabi Jovine (nuvem).

O repertório conta com releituras de “Jorge da Capadócia” (Jorge Ben), “Alento” (Paulo César Pinheiro), “Um Dia Útil” (Mauricio Pereira), além de inéditas como “Made in Produto” da pernambucana Isabela Moraes. Também estão entre as canções do show os singles lançados pela cantora durante a turnê Silêncio, “A Maior Ambição” (Zé Manoel e Juliano Holanda), “Velhas Sílabas” (Filipe Trielli) e “Toda vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar” (Siba).

Bittar começou a carreira na adolescência. Aos 16 anos de idade, participou de montagens musicais e ganhou dois prêmios de melhor atriz no 17º Festival Estudantil de Teatro do Estado de São Paulo, no conservatório de Tatuí, e no 3º Festival Estudantil de Teatro em Sorocaba, no Sesi. Aos 17, integrou o grupo de chorinho Coisa Linda de Deus. Em 2010, lançou seu primeiro álbum solo “Voilà” e percorreu os palcos por São Paulo, Bahia, Paraná e Pernambuco.

Seu segundo lançamento, “Matéria Estelar”, apresentava um universo lúdico de objetos que sentem e falam suas emoções quase humanas. O álbum, que tem participações de Spok Frevo Orquestra a Paulinho Moska, foi indicado a melhor disco no Prêmio da Música Brasileira. O espetáculo preparado para divulgação da obra passou por turnê na China e Brasil e teve direção de arte e conceito de Jum Nakao, autor do desfile do século segundo o Museu de Moda de Paris. Recentemente foi premiada nos festivais de canção Botucanto e Femupo interpretando Palitoterapia, uma das canções do álbum.

Esse show único acontece no palco da Audio Rebel, casa em Botafogo que reúne também estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

 

Serviço

Rhaissa Bittar

Data: 06/02/2020 (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Idriss Boudrioua faz noite de jazz na Audio Rebel

Nascido na França e radicado no Brasil, o saxofonista Idriss Boudrioua é um dos músicos de destaque no cenário nacional. Com uma carreira solo conhecida mundialmente e 12 discos lançados, Boudrioua faz sua tradicional apresentação mensal na Audio Rebel no próximo dia 04/02, a partir das 20h. Os ingressos custam R$ 30.

Em cerca de 40 anos de trajetória, Idriss acompanhou grandes nomes da música como Chet Baker, Johnny Alf, Kenny Barron, Luiz Eça, João Donato e Marcos Valle, entre muitos outros. No dia 04, ele se apresentará em formato brass band, com o seu já tradicional espetáculo Bass and Brass.

Essa noite dedicada ao jazz acontece no palco da Audio Rebel, casa em Botafogo que reúne também estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

 

Serviço

Idriss Boudrioua

Data: 04/02/2020 (terça-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 30

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Onda Errada celebra lançamento de single com shows no Rio e Niterói

Quinteto que faz parte da nova cena de punk e hardcore carioca, a Onda Errada faz um som que traz o peso dessas influências com tons de música latina e ska para letras politizadas que servem como uma espécie de lavagem de alma para a própria banda. Celebrando o lançamento do enfurecido single “Pó, P*** & Revólver”, que reflete preocupações anti-imperialistas, eles começam uma turnê com shows em Niterói (07/02, no Espaço Convés) e no Rio de Janeiro (08/02, no Smoke Lounge).

 

Formada em 2018 por Jean Chactoura (vocal), Mateus Ferrari (guitarra/vocal), Gustavo Felix (guitarra/vocal), Vinícius Câmara (baixo/vocal) e Brayner Rodrigues (bateria), Onda Errada surgiu quando Mateus e Vinícius colaboravam juntos como forma de expurgar as opressões sofridas no cotidiano do trabalhador.

 

Influenciados também pelo avanço do conservadorismo no cenário civil brasileiro, alavancado pela candidatura do atual presidente e seu grupo político, a banda utiliza suas músicas como forma de militância antifascista, extrapolando os limites dos palcos e levando para as ruas suas ideias e práticas. O primeiro EP da Onda Errada, de título homônimo, foi gravado neste primeiro ano de atividade no Estúdio Quintal em Niterói, por Renan Carriço (Facção Caipira).

 

No fim de 2018, o grupo começou a organizar por conta própria um festival de bandas independentes e antifascistas em Niterói, sua cidade natal, que logo se transformou em um coletivo. Hoje, a organização do Coletivo Guerrilha conta com produtores visuais, membros de outros projetos (como Concreto Armado, Nauzia), produzindo conteúdo audiovisual (Guerrilha Sessions), impresso (zines), bailes de cultura jamaicana, além de um já tradicional festival chamado Guerrilha Fest.

 

Em 2019, a Onda Errada lançou seu segundo EP, chamado “Eu Chego No Bar Pra Poder Relaxar E Ainda Tenho Que Ouvir Você Falando Merda”. Mais focado na velha escola do hardcore punk, o segundo lançamento possui músicas mais curtas e agressivas e contou também com produção de Carriço. No fim do ano, eles fecharam a parceria com a distribuidora Unite and Win, que reúne e apoia bandas antifascistas de todo o país.

 

A nova música conta com trompetes gravados por Fernando Oliveira (Jimmy & RATS, Canastra) no Estúdio MATA em Niterói. Novamente, Renan Carriço produziu as gravações e mixagens do single, que foi masterizado por Pedro Garcia (Planet Hemp).

 

No dia 07, a Onda Errada dividirá palco com a revelação do punk carioca Korja. O grupo se apresentará pela primeira vez na cidade com sua mistura de referências que vão de Ramones e Misfits a Bezerra da Silva. Pra completar a noite, o Coletivo Guerrilha trará seu baile reggae no Skaverna Dancehall.

 

No dia seguinte, no Rio, além da dobradinha com a Korja, a noite contará com Os Estudantes, banda com mais de 20 anos de estrada e que apresentará faixas novas.  O Espaço Convés fica na Rua Coronel Tamarindo, 137 e o Smoke Lounge fica na Rua Ibituruna, 08.

 

Serviços

 

Onda Errada, Korja e Skaverna Dancehall

Data: 07/02/2020 (sexta-feira)

Horário: 22h

Local: Espaço Convés

Endereço: Rua Coronel Tamarindo, 137 – Gragoatá – Niterói/RJ

Ingressos: R$15

Classificação: 18 anos

 

Onda Errada, Korja e Os Estudantes

Data: 08/02/2020 (sábado)

Horário: 20h

Local: Smoke Lounge

Endereço: Rua Ibituruna, 08 – Tijuca – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$15

Classificação: 18 anos

 

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YOUTUBE: https://www.youtube.com/channel/UCv7LQHwvURywxTHujLUNseA

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BANDCAMP: https://ondaerradahc.bandcamp.com/

SPOTIFY: https://open.spotify.com/artist/4BcqLHGAmqDBCjnDo8HDyp

 

Grupo Semente e Simone Mazzer celebram Nelson Cavaquinho com show em Copacabana

Tudo começou com a ideia do Marcos Esguleba de fazer um show em homenagem a Nelson Cavaquinho combinando a melancolia do bamba, a intimidade do grupo Semente com o gênero e a potente voz de Simone Mazzer.  O casamento deu tão certo que o projeto cresceu e virou um álbum completo,“Grupo Semente e Simone Mazzer cantam e tocam Nelson Cavaquinho”.  O show de lançamento acontecerá em duas datas: 04 e 05 de fevereiro, no Sesc Copacabana.

 A mescla entre as referências de Mazzer, natural do Paraná e criada com rock, e as do Semente ocorreram de forma muito natural e se mostraram um encontro feliz. O show apresentará as canções gravadas no álbum, outras músicas do Nelson Cavaquinho e mais duas, fora do universo do homenageado, uma do repertório da Simone e outra do repertório do Grupo Semente

O Grupo Semente completou 20 anos de vida em 2018. Sua história se mistura com a da revitalização da Lapa carioca onde começou a tocar samba, sendo um dos mais importantes agentes desse processo. Leva na bagagem o título de melhor grupo de Samba segundo o Prêmio da Música Brasileira de 2015, bem como parcerias com figuras importantes da música brasileira que vão de Paulinho da Viola e Teresa Cristina à Marisa Monte. É formado por João Callado (cavaquinho), Bernardo Dantas (violão de 7 cordas), Bruno Barreto (voz e percussão), Marcos Esguleba (percussão) e Maninho (percussão), que herdou o posto do pai, Mestre Trambique, um dos fundadores do grupo, que faleceu em 2016.

Já Simone Mazzer é reverenciada por sua voz, ousadia nas interpretações e facilidade de transitar por diferentes estilos. Em seu álbum de estreia, foi indicada ao lado de Gal Costa e Elza Soares e venceu o prêmio de cantora revelação no 27º Prêmio da Música Brasileira.

“Grupo Semente e Simone Mazzer cantam e tocam Nelson Cavaquinho” é o resultado do feliz encontro desses dois universos através de releituras  de 14 músicas, entre elas 3 medleys, de obras clássicas selecionadas do mestre, maturados pelos shows previamente realizados  que resultaram na fluidez da gravação do material.

Serviço:

•         Local: Sesc Copacabana – Mezanino

•         Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160 – Copacabana, Rio de Janeiro

•         Data: 04 e 05 de fevereiro de 2020

•         Horário: 20h

•         Ingressos:

•         Associado do Sesc: R$ 7,50

•         Meia-entrada: R$ 15. Disponível para estudantes, menores de 21 anos e maiores de 60 anos mediante apresentação de documentos. Também haverá a meia-entrada solidária para aqueles que levarem 1kg de alimento que será doado para o Projeto Mesa Brasil do Sesc RJ.

•         Inteira: R$ 30

•         Telefone: (21) 2547-0156

•         Horário de funcionamento da bilheteria:

•         Terça a sexta: de 9h às 20h

•         Sábados, domingos e feriados: de 12h às 20h

“Seresta de Sexta” de Carnaval

A “Seresta de Sexta” da Casa dos Trovadores volta com sua programação no mês de fevereiro e começa o ano com muita folia e afeto. Em 2020, os Trovadores Urbanos comemoram 30 anos de carreira e, por isso, muita alegria e momentos especiais esperam o público da Casa, de fevereiro a dezembro.

Início de ano com festa, boa música, muita folia e afeto. Assim serão retomadas as atividades na Casa dos Trovadores no início do mês de fevereiro, antecipando um ano de grandes comemorações. E nada melhor do que a Seresta de Sexta de Carnaval para esquentar esse clima de festa que toma conta do Brasil de norte a sul.
E 2020 será um ano muito especial de comemorações, pois há 30 anos, quatro amigos se encontraram e decidiram levar as serenatas românticas para as ruas de São Paulo. Nascia, assim, o grupo Trovadores Urbanos que – em tempos de modernas tecnologias – leva afeto e amor para muito além de todas as fronteiras. Para as Serestas de Sexta de Carnaval, o grupo prepara muitos encontros cheios de magia, com a apresentação das consagradas marchinhas carnavalescas, inesquecíveis melodias que ilustram o carnaval brasileiro: “Oh Abre Alas”, “Bandeira Branca”, “Pierrô Apaixonado”, “Aurora”, entre muitas outras.
As Serestas de Sexta acontecem semanalmente (de fevereiro a dezembro), sempre com início às 20 horas, mas os portões da Casa dos Trovadores são abertos às 19h, para que o público possa aproveitar a Casa enfeitada, antecipando a grande festa da noite. Na Casa dos Trovadores, as pessoas podem conhecer o Muro do Afeto (e participar compartilhando mensagens), passear pela Sala Silvio Caldas e, enquanto elas aguardam o grupo, podem “esquentar” a folia compartilhando a alegria que é esse grande encontro semanal entre famílias e amigos.
As Serestas de Sexta de Carnaval acontecem nos dias 7, 14, 21 e 28 de fevereiro, das 20h às 21h30 e é um evento gratuito. A Casa dos Trovadores fica na rua Aimberê, 651, no bairro de Perdizes. As mais lindas marchinhas de carnaval serão apresentadas nessas Sextas de muita festa e Seresta!
Serviço
“SERESTA DE SEXTA” DE CARNAVAL – CASA DOS TROVADORES
Rua Aimberê, 651 – Perdizes
Dias 07, 14, 21 e 28/02
Das 20 às 21H30 (Os portões da Casa dos Trovadores abrem às 19h)
GRATUITO

Nico Rezende Quarteto no Hotel Fasano

A série JAZZ +, encerra sua promoção de janeiro, no Hotel Fasano (Baretto-Londra, Ipanema) em alto nível. Nesta quinta-feira, dia 30, às 21h, será a vez do multi-instrumentista, arranjador, compositor e intérprete Nico Rezende. Com seu quarteto, e participação especial de Guilherme Dias Gomes (trompete), o músico vai apresentar músicas autorais e hits como “Esquece e vem”, “Fullgas”, “Exagerado”, “Your Song”, “Let’s Stay Together”, What’s Going On”, além de grandes sucessos do trompetista e cantor americano Chet Baker, considerado até hoje um dos músicos mais influentes do cool jazz.

Com nove álbuns autorais e três DVDs lançados, Nico começou sua carreira tocando com grandes nomes do cenário musical brasileiro como Ritchie e Lulu Santos. Seus primeiros sucessos,“Perigo”, interpretado por Zizi Possi, “Transas” por Ritchie e Esquece e Vem” pelo próprio Nico, chegaram ao 1º lugar nas paradas das rádios. Com “Transas” ganhou o Troféu Imprensa como a canção mais executada do ano. Nico venceu duas vezes o Prêmio da Música Brasileira como arranjador, e com cinema, publicidade, docs e teatro, ganhou prêmios como o Leão de Bronze no Festival de Cannes, foi duas vezes premiado pela Associação Brasileira de Propaganda, e ganhou também vários prêmios colunistas. Nico está lançando o DVD “Referências”, o “baile do Nico Rezende”, onde interpreta grande sucessos que produziu e/ou participou dos arranjos, assim como hits internacionais que influenciaram sua carreira.

SERVIÇO:

30/1, quinta-feira – Nico Rezende Quarteto
Local: Baretto-Londra, no Hotel Fasano
Endereço: Rua Vieira Souto, 80, Ipanema
Horário: 21hs (2 sets)
Preço: R$70,00 inteira / R$35,00 meia e lista amiga
Telefone: (21) 3202-4000