Casuarina 18 Anos – Ao Vivo

Ouça o álbum: https://orcd.co/18anosaovivo

Assista ao clipe de “Canto de Ossanha” : https://youtu.be/Cbkk2Q5UtVc

Nos anos 2000, a Lapa abrigou uma geração que renovou a música brasileira.  A sofisticação do samba tradicional com harmonias trabalhadas em violões, cavaquinhos e bandolins. Os casarões centenários que conectaram os jovens com a atmosfera do Rio Antigo. A batucada que ora namora com a gafieira, ora com o candomblé. A cerveja servida no copo americano. A pesquisa e resgate de autores pré-Bossa Nova. Os sambas que não tocavam nas rádios começaram a ser cantados, em coro, em animadas rodas. Tudo isso gerou um novo caldo, um novo estado de espírito.  A partir daí, o chão e o som da Lapa passaram a reverberar numa frequência nova.

 

Há 18 anos, nessa Lapa, o Casuarina vocalizou esse estado de espírito. E agregou um diferencial: a competência e o carisma para atingir um público mais abrangente. Em poucos anos, fez da Fundição Progresso a sua casa. Manteve lotado um dos maiores espaços da Lapa. Em 2012, reuniu uma multidão, ao ar livre, diante dos Arcos da Lapa para a gravação do DVD “Casuarina – 10 Anos de Lapa”.

 

Foram, até aqui, oito discos, dois DVDs e uma série de turnês pelo Brasil e pelo mundo. O grupo também ganhou prêmios importantes, como o de “Melhor Grupo de Samba” no 28º Prêmio da Música Brasileira em 2017. O sucesso do Casuarina lembra a famosa frase de Tolstoi: “Se queres ser universal, canta a tua aldeia.”

 

Essa trajetória, essa aldeia, estão impressos em “Casuarina 18 anos – ao vivo”. O grupo escolheu o Centro Cultural Carioca, onde foi residente por anos, para a gravação. Próximo à Lapa, o CCC é um dos principais casarões centenários do Rio Antigo. Estão ali os sambas preciosos garimpados para os primeiros discos. Alguns foram vestidos com arranjos tão marcantes que passaram a ser reconhecidos como “sambas do Casuarina”. É o caso de “Jornal da Morte”, do compositor e jornalista Miguel Gustavo e “É isso Aí”, do genial e esquecido Sidney Miller. As harmonias e os arranjos do competente trio de cordas formado por Daniel Montes (violão de 7 cordas), João Fernando (bandolim) e Rafael Freire (cavaquinho) se tornaram uma das marcas do Casuarina.

 

Gabriel Azevedo (pandeiro e voz) canta com segurança em todas as faixas, com especial destaque em “Disritmia”, de Martinho da Vila. O balanço saboroso entre a voz potente e o trio de instrumentistas fica nítido no arranjo de “Canto de Ossanha”, um dos afro-sambas de Vinícius de Moraes e Baden Powell.

 

O clima dançante de gafieira está em “Falso Moralista”, do quase centenário Nelson Sargento. De quebra, a música soa como um comentário sarcástico ao Brasil de 2020.  A única música ainda não gravada pelo grupo é o samba-canção “Meu apelo”, de Wilson Moreira. Uma homenagem ao mestre, referência maior do Casuarina, que morreu em 2018.

 

Com o passar dos anos, e com o amadurecimento da geração de músicos da Lapa, começaram a aparecer novos compositores. E o Casuarina brilhou com “Certidão”. João Cavalcanti, que saiu do grupo em 2017, assinou essa canção com João Fernando. O grupo agora registra sua certidão na voz de Gabriel Azevedo.

 

As músicas garimpadas da nova geração de compositores soam como clássicos. Basta ouvir os versos “Cansei de procurar em outras bocas / O gosto desse beijo que não sai de mim”, que abrem a música “Um samba de saudade”, de Chico Alves e Toninho Geraes.  A batucada que ora namora com a gafieira em “Falso Moralista”, se firma no candomblé em “Falangeiro de Ogum” (Leandro Fregonesi / Raul DiCaprio) e “Embira” (Cadé / Raul DiCaprio).

 

Mais do que gravações com arranjos impecáveis, “Casuarina 18 anos – ao vivo” reverbera os sons e o chão da Lapa. Cada música te leva pra atmosfera do Centro Cultural Carioca, do Arco da Velha, Semente, Carioca da Gema, Clube dos Democráticos. Mesmo que você nunca tenha escutado um samba nesses lugares. 

Grandes momentos da Sala no Youtube!

Uma ótima opção para quem está de quarentena: o canal Youtube da Sala Cecília Meireles oferece 57 concertos que contam parte da história da Sala. São registros de grandes momentos,  com orquestras, conjuntos de câmera, quartetos e solistas, muitos deles do arquivo da Academia Brasileira de Música.

 

Nos programas, obras de Villa-Lobos, Alberto Nepomuceno, Almeida Prado, Edino Krieger, Marlos Nobre, Lorenzo Fernandez, João Guilherme Ripper, Camargo Guarnieri, Claudio Santoro entre muitos outros.

 

Entre os intérpretes, Rosana Lanzelotte, Nelson Freire, Roberto Szidon, Yamandu Costa, Turíbio Santos, Camerata SESI, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Sinfônica de Barra Mansa,  Música Brasilis, Camerata Jovem, Orquestra Sinfônica Nacional  da UFF.

 

Os vídeos, editados em ordem cronológica, começam com um histórico recital de Turíbio Santos em setembro de 1969, e vão até o belo Romance nº2 em F maior Op. 50, de Beethoven, com a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa regida por Daniel Guedes em janeiro de 2019.

 

O link é https://bit.ly/394Slbq

DVD reúne Edu Lobo, Dori Caymmi, Toninho Horta e Zé Renato

Pela primeira vez, a Biscoito Fino vai disponibilizar um DVD na íntegra em seu canal YouTube e no Facebook Whatch, antes que ele esteja nas  lojas físicas. 
 
Trata-se do registro ao vivo do show “Em casa com Luiz Eça”, idealizado por Igor Eça, filho do pianista, e estrelado por craques como Edu Lobo, Dori Caymmi, Toninho Horta e Zé Renato. O conteúdo acaba de estrear e o convite para ficar em casa é mais do que pertinente.
 
Segue foto em anexo (divulgação)
 

  

O DVD do projeto Em casa com Luiz Eça, estrelado por Edu Lobo, Dori Caymmi, Toninho Horta e Zé Renato, ganha lançamento na web antes de chegar às lojas físicas 

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Em Casa Com Luiz Eça Ao Vivo (Show Completo) https://www.youtube.com/watch?v=0ozwBSbYwyg&t=2206s


Gravado em 25 de abril de 2017 no palco do Theatro Net Rio (RJ), o projeto Em casa com Luiz Eça nasceu como álbum de estúdio, lançado no mesmo ano, pela Biscoito Fino. Ao transforma-se em espetáculo musical, ganhou roteiro e direção de Dulce Lobo, Hugo Sukman e Igor Eça, idealizador e co-diretor musical, ao lado de Itamar Assiere.

 

O registro ao vivo, que está sendo editado em álbum digital e DVD físico, celebra o genial pianista, arranjador e compositor Luiz Eça do jeito que ele mais gostava: reunindo amigos, como se estivessem na sala de sua casa, no Leblon.

 

Convidados por Igor Leça (baixo e vocais), Dori Caymmi, Edu Lobo, Toninho Horta e Zé Renato participam do tributo, ao lado de Itamar Assiere (piano), Mauro Senise (saxes e flauta), Jurim Moreira e Ricardo Costa nas baterias.

 

Por Hugo Sukman

Eles chegaram ao estúdio como quem entra na casa de um velho mestre, aquele mestre que de tão íntimo se torna amigo. A casa de Luiz Eça, no Leblon, tinha as portas abertas. E o piano no centro da sala. E sentado diante dele um menino da noite, um músico constantemente entusiasmado, incansável, como se redescobrisse a música a cada acorde, a cada tema novo – seu ou dos outros – que surgisse. Pelo umbral da porta da casa de Luiz Eça, certa vez passou um menino que seria, senão o maior compositor popular do mundo em seu tempo, o sucessor de Tom Jobim. Edu Lobo chegou à casa de Luiz Eça com uma dúzia de canções espetaculares para um compositor de qualquer idade, inacreditáveis para um garoto de 22 anos. Saiu de lá com o seu primeiro e revolucionário disco arranjado. E com a maior aula de música (e de vida) que poderia haver. Filho do gênio maior, um certo Dorival Caymmi Filho também apareceu certo dia pelos lados do Leblon. Não era compositor menor que Edu, seu amigo de infância, aliás, pelo contrário, autor de estilo próprio, inconfundível. Mas queria aprender mais e, veja só, mesmo nascido em berço de ouro artístico, topou ser copista dos arranjos que Luiz Eça faria para seu próximo disco. E assim Dori mergulhou nas notas e acordes de “Luiz Eça e cordas”, para muitos o maior disco de orquestra já gravado no Brasil. Juntou o berço, o talento próprio e essa inestimável aula de música e de vida para tornar-se, além do grande compositor, um dos maiores arranjadores do mundo. 

Toninho Horta não saía da casa do Leblon e dos estúdios em que Luiz Eça gravasse. Pudera, trouxe de Minas uma guitarra que de tão complexa e inusitada em seus caminhos harmônicos se equivalia aos acordes “de dez dedos” de Luiz Eça para o piano. Dessa parceria nasceu muita gravação e o arranjo mais lindo, de uma das mais lindas canções, “Beijo partido” pelo Tamba Trio. Zé Renato certa vez passou uma noite na casa do Leblon, fascinado por Luiz Eça. Que também era apaixonado por sua voz perfeita, associada a uma musicalidade que se traduz em suas composições, no seu violão e nas harmonizações que executa com o Boca Livre. Nunca trabalharam juntos, falha histórica que agora se corrige – e que cantor, hoje, faria seus temas com mais perfeição e naturalidade.

De repente, no estúdio estão diante do microfone Edu Lobo, Dori Caymmi, Toninho Horta e Zé Renato, quatro dos maiores compositores e músicos do mundo. O mistério que os uniu ali chama-se Luiz Eça. E o clima é tão caseiro e pessoal, que ao lado deles nos vocais só poderia haver outas duas pessoas, os filhos Fred e Igor Eça. Este, o filho músico que idealizou e produziu “Em casa” como, de fato, quem dá uma festa em casa. O tema que eles todos gravaram juntos, “Tamba”, não precisou sequer de ensaio: todos tão íntimos da música gravada originalmente no primeiro disco do Tamba Trio, em 1962, que bastou meia dúzia de olhares e ajustes para que se gravasse em 15 minutos – eles tinham o arranjo original no ouvido e no coração. O objetivo era trazer o clima que tantas vezes Igor – menino deitado sob o piano ou adolescente aprendendo música com o pai – presenciou em casa.

Além de recriar os principais temas de Luiz Eça por seus filhos musicais, Em casa com Luiz Eça , que está sendo lançado nos formatos DVD físico e álbum digital, corrige até certas lacunas históricas deixadas pela dinâmica muito própria da noite. Nesse clima muito informal – mas de alta densidade musical – os amigos vão se revezando nos temas. Não se trata, neste sentido, de um disco clássico de “participações especiais”, como era de esperar, mas de um sarau mesmo. Igor optou por seguir muito fielmente os arranjos originais do pai. E a formação que ele mais gostava de trabalhar – consagrada no Tamba Trio – a bateria, com dois mestres do instrumento Ricardo Costa e Jurim Moreira; o baixo pelo próprio Igor, e o piano de Itamar Assiere, outro jovem mestre que encarou com galhardia tamanha responsabilidade, não de substituir mas de fazer com sua personalidade o piano num disco de Luiz Eça. E também, como Bebeto Castilho volta e meia fazia no Tamba, a presença das flautas e saxofones de Mauro Senise, outro velho parceiro. Além, é claro, da onipresente guitarra de Toninho Horta. Mas o mais bonito é, de repente, enquanto Igor canta a sua canção nova em homenagem ao pai, “Menino da noite”, parceria com Paulo César Pinheiro, Dori virar para Edu, emocionado. “Estou ouvindo a voz do Luizinho…”. Como se estivessem – e estão – numa daquelas noites sem fim na casa à beira do velho canal do Leblon. 

Petrobras Sinfônica disponibiliza 45 vídeos inéditos no Youtube

Segundo o Regente Titular da Petrobras Sinfônica, Isaac Karabtchevsky, a orquestra é um microrganismo que reflete a sociedade. Portanto, como forma de entreter e de estar junto de seu público que está em quarentena em casa, no intuito de frear a proliferação do vírus Covid-19, a Orquestra Petrobras Sinfônica vai disponibilizar a partir de hoje, em seu canal oficial do YouTube http://www.youtube.com/c/OPESinfonica, vídeos inéditos de concertos realizados nos últimos anos. O primeiro, com foco em toda família, é do concerto “O Mágico de Oz”, com a interpretação da música “Somewhere Over The Rainbow”. Ao longo das próximas semanas será incluído pelo menos um vídeo por dia, intercalando infantil, pop e clássico. Estão confirmados Quebra Nozes, apresentado no Concerto de Natal de 2019, “Ventura”, com músicas dos Los Hermanos e “Black Album”, do Metallica.

O canal da orquestra possui também diversos vídeos disponíveis na sua plataforma, que agrada a todos os gostos e idades. Do rock ao clássico, estão disponíveis vídeos do concerto Bohemian Rhapsody, da banda Queen, da Série Convidados, com nomes como Nando Reis, Pitty e Lucy Alves. Já para a criançada, estão disponíveis A Arca Sinfônica – com músicas de Vinícius de Moraes, Saltimbancos Sinfônico e Balão Mágico Sinfônico. Da série clássica, estão disponíveis vídeos com músicas de Ludwig Van Beethoven, Tchaikovsky e Heitor Villa-Lobos.

Também é possível assistir trechos de concertos, making-of, vídeos da Academia Juvenil da Orquestra Petrobras Sinfônica e o projeto TV OPES, que apresenta os instrumentos e a função de cada músico que forma uma orquestra, disponível também no IGTV da orquestra a partir da semana que vem.

Link do vídeo “O Mágico de Oz: Somewhere Over The Rainbow”:  https://youtu.be/Wf84-jtEURQ

Devido às medidas de prevenção adotadas para conter o avanço do Covid-19, o coronavírus, e visando o bem-estar do público, músicos e equipe, a Orquestra Petrobras Sinfônica cancelou concertos clássicos que aconteceriam em março e adiou os concertos “Bohemian Rhapsody” e “Série Playlist: Coldplay”, para os dias 09 e 19 de julho, respectivamente.

Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica:
Aos 47 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres, e patrocinada pela Petrobras desde 1987, a orquestra conta com uma formação de mais de 80 instrumentistas e tem como Diretor Artístico e Regente Titular o maestro Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.

Modelo de gestão: A Associação Orquestra Pró Música do Rio de Janeiro, entidade que administra a orquestra, possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos.

Sobre a PETROBRAS: A Petrobras completou 33 anos de patrocínio da Orquestra Petrobras Sinfônica em 2019. Uma parceria essencial para mantê-la entre os principais conjuntos da América Latina, sempre desenvolvendo um importante trabalho de democratização da música clássica e de renovação do público do gênero.

Encruza faz show com participação de Jards Macalé

Da junção dos grupos paulistanos Metá Metá e Passo Torto se originou a Encruza, um núcleo de criação que se reúne para apresentar ao público, além das características individuais dos trabalhos de cada um de seus integrantes, os pontos de interseção entre eles e seus muitos desdobramentos. Eles se apresentarão na Sala Nelson Pereira dos Santos, em Niterói, no dia 12/03 (quinta-feira) às 20h. Neste show, esse grupo contará ainda com a participação especial do “professor” Jards Macalé. Os ingressos variam entre R$ 20 e R$ 40.

 

Formado por Kiko Dinucci, Juçara Marçal, Marcelo Cabral, Rodrigo Campos, Romulo Fróes e Thiago França, que para além de sua importante colaboração em trabalhos de artistas como Elza Soares, Jards Macalé e Criolo, deixou sua reconhecida marca estética na música popular brasileira produzida neste século. A marca deles está presente nos álbuns autorais lançados por cada um de seus integrantes como: “Encarnado”, “Bahia Fantástica”, “Metal Metal”, “Barulho Feio”, “Motor”, “Malagueta, Perus e Bacanaço”, “Passo Elétrico”, entre muitos outros.

 

Já Jards Macalé, é um artista sem par na música brasileira, tamanha a abrangência de sua obra, de suas parcerias e de suas andanças por vários segmentos artísticos. Após 20 anos sem lançar um trabalho de composições inéditas Jards lançou em 2019 o disco “Besta Fera” que conta com a participação direta de membros da “Encruza”, com a direção artística de Rômulo Fróes e produção musical de Kiko Dinucci junto com Thomas Harres. Sob direção musical do próprio Jards o disco apresenta a expressão exata de sua atualidade provocadora, e conta com parceiros contemporâneos como: Ava Rocha, Capinam, Clima, Ezra Pound, Kiko Dinucci, Rodrigo Campos, Rômulo Fróes, Thomas Harres e Tim Bernardes, e renova a composição de Macalé.

 

A Sala Nelson Pereira dos Santos, onde eles se reunirão, fica localizada na Av. Visconde do Rio Branco, 880, em Niterói.

 

Serviço:

Encruza + Jards Macalé

Data: 12/03/2020 (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Sala Nelson Pereira dos Santos

Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, 880 – São Domingos – Niterói/RJ

Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia)

Classificação: Livre

 

Descontos:

50% – estudantes do ensino fundamental, médio e superior; maiores de 60 anos;

menores de 21 anos; professores da rede pública de ensino; servidores públicos municipais e pessoas com deficiência e acompanhantes.

Os descontos serão concedidos apenas mediante a apresentação do documento de identificação com foto e validade.

 

Menores de idade acompanhados dos responsáveis.

Crianças até 02 anos não pagam.

 

Mats Gustafsson e Christof Kurzmann na Audio Rebel

Destaques da cena de Free Jazz e música de vanguarda, o sueco Mats Gustafsson e o austríaco Christof Kurzmann apresentam o show “Falling” na Audio Rebel. A apresentação é atração desse mês dentro da programação Budweiser Apresenta e acontece no dia 12/03 (quinta-feira), a partir das 20h. Os ingressos custam R$ 25.

Nessa performance, os músicos unem música improvisada em diferentes perspectivas e tradições, passadas e futuras. Unindo jazz, rock e eletrônica, “Falling” traz em seus componentes fundamentais elementos que parecem vir do século 20: o saxofone, o laptop e música de fita. Mas, ao examinar os materiais, torna-se rapidamente aparente que, embora as “máquinas” possam pertencer ao século anterior, as metodologias aplicadas a eles não.

Sueco radicado na Áustria, Mats é saxofonista, improvisador, compositor e colabora com diversos projetos ao lado de artistas como Neneh Cherry, Sonic Youth, Merzbow, Jim O’Rourke, Barry Guy, Otomo Yoshihide, Yoshimi, Peter Brötzmann, Chrsitian Marclay, Albert Oehlen e Ken Vandermark. Entre seus projetos, estão grupos como THE CHERRY THING (The Thing + Neneh Cherry), FIRE! Orchestra, Klangforum Wien e NU – Ensemble.

Nascido em Viena, Christof tem o clarinete e computador como seus principais instrumentos, transitando entre o eletropop, improvisação e “new music”. Ocasionalmente é um solista, embora prefira fazer parte de grupos ou coletivos. No seu curriculum estão bandas como: The Magic I.D., El Infierno Musical, Qmince, Made to Break, Trio Carrasco/Kaplan/Kurzmann, Orchester 33 ⅓ e Schnee.

O show integra a programação da Budweiser na Audio Rebel, que já recebeu Passo Torto, Kiko Dinucci, Rodrigo Campos, Jair Naves, Blastfemme, Vovô Bebê e Nina Becker, entre outros. Esse show acontece na casa em Botafogo que reúne também estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

 

Serviço

Budweiser Apresenta: Mats Gustafsson e Christof Kurzmann

Data: 12/03/2020 (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 25

Compra online: http://bit.ly/2wVPofE

Evento: https://web.facebook.com/events/238206570519878/

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Chinese Cookie Poets se apresenta na Audio Rebel

Um dos principais nomes da música de vanguarda carioca, o power trio carioca Chinese Cookie Poets retorna ao palco da Audio Rebel no dia 19/03 (quinta-feira), na Audio Rebel, a partir das 20h. Os ingressos custam R$ 20.

A banda vai apresentar sua combinação de Free Jazz e No Wave. Formado por Marcos Campello (guitarra), Felipe Zenícola (baixo) e Renato Godoy (bateria), o projeto já lançou quatro álbuns e tocou em vários países da América Latina e Europa.

Esse show único acontece no palco da Audio Rebel, casa em Botafogo que reúne também estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

 

Serviço

Chinese Cookie Poets

Data: 19/03/2020 (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h