Banda Catedral no Rival

Depois de sua vitoriosa turnê de despedida pelo Brasil, a Banda Catedral tinha encerrado suas atividades em dezembro de 2016. Porém, após pausa de um ano e quatro meses o grupo retorna aos palcos com a turnê “Catedral 30 Anos e Você”, apresentação que acontecerá no dia 18 e maio, sexta, às 19h30, no Teatro Rival Petrobras, na Cinelândia – Rio. A volta acontece atendendo a pedidos de fãs.

 

“Foram muitos pedidos nas redes sociais, cheios de emoção e histórias que nos tocaram. Com isso, a voltamos atrás em nossa decisão e esse novo show vai emocionar os catedráticos sensíveis de coração”, conta o vocalista, Kim Motta.

O show comemora os 30 anos de sucessos da banda de pop rock cristã mais notável no Brasil na década de 1990. O grupo vendeu e mais de 3 milhões e meio de discos em suas três décadas de carreira. O nome do espetáculo também faz alusão aos 30 anos do primeiro LP “Você”, ganhador do disco de platina.

 

A apresentação da Banda Catedral – formada por Kim Motta (voz e guitarra), Júlio César Motta (baixo), Guilherme Morgado (bateria) será a mais longo já realizada pelo trio formado por e conta com 2 horas e 10 minutos de duração. No setlist, 35 músicas que marcaram a trajetória do grupo e são trilha sonora de muitos momentos dos fãs e simpatizantes. Show vai relembrar os grandes Cerca de 35 músicas serão apresentadas ao público.

 


Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia. Data: 18 de maio (Sexta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Ingressos: Setor A – R$ 120 (inteira), R$ 70,00 (antecipados até o dia 17/05), R$ 60,00 (meia) | Setor B – R$ 100 (inteira), R$ 60,00 (antecipados até o dia 17/05), R$ 50 (meia). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j. Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública

Terceiro Sinal faz apresentação gratuita de música erudita

Com o objetivo de democratizar o acesso a música de câmara erudita e ampliar o repertório nacional, o compositor e músico Newton Carneiro desenvolveu o projeto Terceiro Sinal – aprovado pelo Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo – ProAC – que traz composições de sua autoria e do maestro Cyro Pereira, com destaque para a viola orquestral. Além de Newton Carneiro (viola) o projeto conta também com a participação dos músicos Mariô Rebouças (piano) e Luiz Guello (percussão). “Terceiro Sinal tem a premissa de divulgar o gênero música de câmera, assim como agraciar e difundir a obra póstuma e inédita do maestro Cyro Pereira, um dos artistas brasileiros mais completos dentro do cenário musical contemporâneo”, ressalta o compositor, Newton Carneiro.

Terceiro Sinal destaca as personalidades musicais dos dois compositores, proporcionando uma experiência sonora híbrida. Parte do trabalho de Cyro Pereira apresenta referências populares brasileiras, como a obra Suíte Brasiliana – 1º movimento – Samba e Suíte Brasiliana – 3º movimento – Choro. Já a obra de Newton Carneiro é marcada pela mescla da linguagem jazzística com a música erudita. Ambos os compositores apresentam uma diversidade composicional ímpar, permeada de timbres e texturas harmônicas. O Terceiro Sinal contempla a realização de três concertos gratuitos no Estado de São Paulo: capital paulista, Campinas e Bauru, e a realização de Masterclasses/Workshops sobre a música de câmara no cenário fonográfico contemporâneo e a presença da viola orquestral dentro deste contexto.  Em Campinas, a apresentação acontece no dia 14 de junho, às 13h, na Unicamp. Em São Paulo, será no dia 25 de junho, às 15h, no Auditório Oliver Toni – USP e, em Bauru, o Teatro Municipal Celina Lourdes Alves Neves, recebe o Terceiro Sinal no dia 28 de junho, a partir das 20h.

Em maio será disponibilizado em plataformas digitais, via streaming, como Spotify, Deezer, iTunes, SoundCloud entre outros, o álbum Terceiro Sinal, com composições de Newton Carneiro e Cyro Pereira, com destaque para a inédita Fala Maestro, uma parceria dos dois músicos. “Quando a gente fala, já está fazendo música, por isso a Fala Maestro, é a compilação de uma conversa de mais de duas horas que tive com Cyro no ano de 2008. Esse bate-papo é o pano de fundo, durante os quatro minutos da música, onde o maestro fala de seu trabalho e de seu amor pela música”, conta. O álbum conta com a participação dos músicos Mariô Rebouças (piano), Luiz Guello (percussão), Nelton Essi (percussão), Vinicius Barros (percussão) e Lenita Portilho (piano).

Será lançado também, em julho, o documentário Terceiro Sinal.doc, que mostrará material inédito, captado durante a gravação do álbum. “Com essa obra documental, vamos elucidar a concepção do projeto e sua importância no cenário nacional da música de câmara hoje, mostrar como foi a construção das composições e arranjos, além de todo o processo de gravação”, explica. O documentário será disponibilizado em plataformas streaming de vídeo como YouTube e Vimeo, como forma de democratizar o acesso ao conteúdo produzido e difundir em outros meios, fora a sala de concerto. Mais informações podem ser adquiridas no site www.newtoncarneiro.com e no Facebook: www.facebook.com/newton.carneiro.musico. O Projeto conta com o apoio do ProAC – Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.

Sobre Cyro Pereira (1929-2011) – Foi um grande músico brasileiro, maestro, arranjador, compositor e pianista. Escreveu seu primeiro arranjo orquestral em 1947. Lecionou Orquestração na UNICAMP e foi maestro da Orquestra Jazz Sinfônica. Atuou como diretor de orquestra nos festivais da Rede Record e participou de programas como “O Fino da Bossa”, apresentado por Elis Regina e Jair Rodrigues. Na sua discografia destaca-se: Cyro Pereira – 50 anos de música. Sua trajetória musical está relatada na biografia Cyro Pereira, Maestro, escrita pelo jornalista Irineu Franco Perpétuo. Sua obra recebeu repercussão internacional, principalmente por sua parceria com Mário Albanese, pela criação do “samba de 5 tempos”, o Jequibau.


Sobre Newton Carneiro
 – Músico, compositor, produtor musical e arranjador é formado em Música pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo-USP, onde foi aluno de Henrique Pinto (violão), Perez Dworecki (viola), Mário Ficarelli (composição) e Roberto Sion (saxofone e improvisação). Integrou os grupos Ânima, nos anos 80, o Tetralogia nos 90, e atualmente o duo com o clarinetista Michel Moraes. Integra também as orquestras Sinfônica da USP e Jazz Sinfônica. Destaca-se entre suas produções músicas para os espetáculos de Natal do coral infantil do HSBC (Curitiba). Em 2010 publicou seu primeiro trabalho autoral em CD, o Ânima, com Derico Sciotti, Jamês Mü, Sacha Amback, Mário Campos e Ed Cortes. Em 2014 publicou o álbum Mudança em duo com Michel Moraes. Entre os discos que já produziu estão: Raio X Brasil (Racionais MC’s), Traficando Informação (MV Bill), Flamencando (Zezo Ribeiro) e As Suítes de Bach (João Carlos Martins). Possui arranjos e composições encomendadas pelas orquestras Jazz Sinfônica, Bachiana Chamber Orchestra, Sinfônica da USP e Sinfônica de São José dos Campos. Produziu músicas para diversos documentários, programas de TV e cinema, como Perfume de Gardênia, A Hora Mágica e Onde andará Dulce Veiga, além da trilha original do programa Café Filosófico, da TV Cultura.

 

FICHA TÉCNICA 

Projeto: Terceiro Sinal
Músicos dos concertos: Newton Carneiro (viola), Mariô Rebouças (piano) e Luiz Guello (percussão)
Compositores: Newton Carneiro e Cyro Pereira
Datas: Campinas – 14 de junho, 13h, Sala Paes Nunes – Unicamp (Rua Elis Regina, 50 – Campinas); São Paulo – 25 de junho, 15h, Auditório Oliver Toni – USP (Rua da Praça do Relógio, 215 – travessa J, Prédio 6, Depto. de Música da ECA/USP, Cidade Universitária);
Bauru – 28 de junho, 20h, Teatro Municipal Celina Lourdes Alves Neves (Avenida das Nações Unidas, 8)
Produção Musical: Newton Carneiro
Produção Executiva: Jô Bittencourt
Fotografia: Paulo Rapoport
Artes Gráficas: AC Piantino
Engenheiro de áudio: Roger Benício
Redes Sociais: Leandro Bittencourt
Assessoria de imprensa: Sevilha Comunicação

Confira a programação do Canto da Ema

Com influência dos mestres Luiz Gonzaga e Dominguinhos, trios e grupos fazem a alegria dos amantes do forró no fim de semana. Quem quiser dançar juntinho precisa conferir a programação do Canto da Ema.

 

Banda Bicho de Pé, sexta-feira, 11 de maio, às 22h30  – 34,00 (inteira) 18 anos

O Bicho de Pé tem 19 anos de atividade e é um dos grupos mais festejados do forró universitário. Com carreira internacional, os artistas são especialistas em ritmos dançantes do Norte e Nordeste como xote, baião, forró, xaxado e maracatu. Além de canções autorais, o grupo inclui no repertório desde clássicos de Luiz Gonzaga e até versões de Raul Seixas. A discografia reúne 4 CDs, além de 2 DVDs, 1 documentário e 8 turnês fora do Brasil. Com Carla Casarim nos vocais, Clayton Gama no acordeon, Daniel Teixeira no baixo, Potiguara Menezes na guitarra e Chica Brother na zabumba e bateria.

Trio Virgulino e Raízes do Sertão, sábado, dia 12 de maio, às 22h30 – Valor da Entrada – 34,00 (inteira) 18 anos

Formado em 1980 por Enok Virgulino (sanfona), Adelmo Nascimento (triângulo) e Roberto Pinheiro (zabumba), o Trio Virgulino faz parte da história do forró. Os artistas são responsáveis pela valorização do ritmo tipicamente brasileiro: o forró pé de serra. Seus shows já contaram com participações de Caetano Veloso, Elba Ramalho, Moraes Moreira, Dominguinhos e Oswaldinho do Acordeon. O trio tem 10 trabalhos na bagagem: um vinil lançado em 1986, oito CDs e um DVD. O disco mais recente é Vida de Forró, de 2011.

https://www.youtube.com/watch?time_continue=1&v=BDD02nD3OKk

https://www.youtube.com/watch?v=knpEA9whUtc

Rendez – Vous do Krassik – domingo, 13 de maio, às 19 horas DIA DAS MÃES – Programação ESPECIAL – Valor da Entrada – 34,00 (inteira)

Nicolas Krassik coloca há 15 anos seu violino a serviço da música popular brasileira. Herdeiro da famosa tradição francesa de violinistas de jazz, estudou música clássica por 13 anos, Jazz durante 1 ano e atuou durante 8 anos na Europa ao lado de nomes de peso como Michel Pettrucciani, Didier Lockwood, Vincent Courtois e Pierrick Hardy e neste dia 13 de maio se apresenta no Canto da Ema com um show mais autêntico do que nunca, ele toca ao lado Cosme Vieira, Diego Duarte e Vinicinho – vim

Um forró dedicado a todas as mães forrozeiras ou não.

Permitida a entrada de menores de 16 e 17 anos acompanhados dos pais ou responsável legal.

Para roteiro:

 

Banda Bicho de Pé, sexta-feira, 11 de maio, às 22h30  – 34,00 (inteira) 18 anos

Trio Virgulino e Raízes do Sertão, sábado, dia 12 de maio, às 22h30 – Valor da Entrada – 34,00 (inteira) 18 anos

Rendez – Vous do Krassik – domingo, 13 de maio, às 19 horas DIA DAS MÃES – Programação ESPECIAL – Valor da Entrada – 34,00 (inteira)

Ingressos: Meia-entrada para estudantes. Na bilheteria são aceitos cartões de débito e dinheiro. Classificação: 18 anos. Capacidade: 450 lugares. Serviço de vallet: R$ 20.

CANTO DA EMA – Av. Brigadeiro Faria Lima, 364 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05426-200. Telefone: (11) 3813-4708. Horários de funcionamento: Quarta e quinta-feira, das 20h30 às 2h. Sexta-feira e sábado, das 22h30 até às 5h. Domingo, das 19h à meia-noite.

Shows no Aaparelho

O rock progressivo dos Anjos de Vidro, o odd rock da banda Mara Rúbia e o power trio instrumental Pomar se juntam para shows no Aaparelho no dia 11 de maio, sexta, num evento produzido por Luciano Strazzer.

A Anjos de Vidro retornou aos palcos em novembro de 2016 na primeira edição da Festa Realmente Som no Casarão Floresta e já está com disco novo no forno e agendas de shows de lançamentos. Repetiram a dose na edição 5 da Festa em abril do ano passado, nos shows no Áudio Rebel e no Teatro Café Pequeno, dentro do Festival Cena Carioca de Música Progressiva, e depois no Ganjah Lapa. Traz o vocalista e letrista Luciano Strazzer, o baterista Beto Batera (ambos da primeira formação), o guitarrista e produtor musical Pedro Tambellini (filho do cineasta Flávio Tambellini), no baixo Ricardo Richaid (sobrinho-neto de Carmem Miranda) e Frederico Santiago nos teclados. Com influências de rock, progressivo, e toques de funk, vai mostrar um repertório autoral, com oito músicas, sendo três inéditas, entre elas “Labirintos”, “Mutações” e “Sedução” (todas de Luciano Strazzer) e mais “Canibal” e “Mandrágora”.

Os Anjos de Vidro estrearam em 1986 em Sampa com Luciano Strazzer, o baterista Beto Lanzara, o baixista Luiz Portela e o casal Héctor Gonzales, na guitarra, e Graziela, nos teclados. Nesta época se apresentaram em várias casas como Espaço Off, Madame Satã, Espaço Mambembe e SESC Pompéia. Depois, com a vinda de Luciano para o Rio, a banda seguiu com alguns shows ainda em Sampa com o ator Gabriel Braga Nunes no vocal. 

 

Neste ano a banda grava seu CD no Casebre Estúdio com músicas inéditas e novos arranjos para músicas de 30 anos atrás com lançamento previsto para o segundo semestre.
Veja aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=Deiae_jDPvk&index=2&list=PLRLtnOmDImVeD2zOTKxPo02u56n11CH2N – “Você Me Deixa Louco”

 

O Mara Rúbia, banda meio moderninha meio fake vintage com uma pitada de prog natura, é formada por Pedro Tambellini (guitarra e voz), Ricardo Richaid (baixo e voz) e Pedro Richaid (bateria), que se autodenominam uma banda de “odd rock”, ou rock esquisito no bom português. Depois do primeiro EP com cinco músicas, lançaram seu primeiro disco 2013 com 10 faixas sob o título de “#1”, gravado no estúdio Monoaural e mixado por Daniel Carvalho com Conceitinho Surf Music”, “Xeque Mate”, “Força Inercial”, “Gigante” e “Essa Noite”, entre outras, e, em 2016, o segundo EP “Epzinho” com “Nuvem”, “Ultra-Violeta” e “Lá Vem Verão” – todas autorais.

Com letras e melodias criativas, muito delay, reverb e quebras de tempo, a Mara Rúbia –nome inspirado no da babá de infância de Pedro Tambellini – impressiona pela qualidade técnica dos músicos. Nada de clichê para fazer música. Com um formato diferente, psicodélico, que agrada muito pelos arranjos ousados, pelas letras divertidas e por uma sonoridade que mescla sons conhecidos como de Jimi Hendrix a elementos modernos e experimentais que podem ser observados, por exemplo, no Muse.

Veja aqui: https://www.youtube.com/watch?v=U9zIeiC0EE0 – “Essa Noite” e https://vimeo.com/93024835 – “Gigante”

 

A Pomar é um power trio de música instrumental e improvisação. Pedro Pereira, na guitarra, Thiago Guerra, no baixo, e Matheus Pellegrini, na bateria, flutuam por sons de embriaguez contemplativa e pulsações hipnóticas em contrações sístole-diastólicas, entre a delicadeza e a intensidade. Frutos ácidos de rock progressivo, psicodélico, espacial, krautrock, post-rock, jazz fusion e outros grooves delirantes.

Ouça aqui: https://www.youtube.com/watch?v=uSKSICrbpBI – “Neuzze”

Serviço:

Shows: Anjos de Vidro, Mara Rúbia e Pomar

Local – Aaparelho (Praça Tiradentes, 85 – Centro)

Data – 11 de maio, sexta

Horário – 22h

Lotação –100 pessoas

Ingressos  – R$ 15,00
Aceita todos os tipos de cartão de crédito e débito  https://www.facebook.com/images/emoji.php/v7/f57/1/16/1f609.png
Traga os amigos.  https://www.facebook.com/images/emoji.php/v7/fac/1/16/2665.png

Teatro Rival apresenta “Rival Rebolado”

Democrático, o Teatro Rival Petrobras abre o microfone para todas as vozes, incluindo as das minorias de gênero. Por isso, todo mês Rival Rebolado e seu lacrador concurso de drag queens, drag kings e transformistas, que vem elegendo, anualmente, a Rainha da Cinelândia. Em maio, a edição do espetáculo vai comemorar os 100 anos do Chacrinha no dia 9, quarta-feira, a partir das 19h.

A ideia é levar o Cassino do Chacrinha para o palco. Karina Karão representará o apresentador numa super-homenagem drag, com direito a chacretes, interpretadas pelas “rolescas”, e calouros buzinados. Aliás, essa é uma novidade. O karaokê, que abre sempre o Rival Rebolado, vai acontecer dentro do espetáculo, como se fosse o famoso Show de Calouros. Vamos ver quem vai faturar o “troféu abacaxi”!

No elenco estão Fabiano de Freitas, Leandra Leal, Luís Lobianco, Delirious Fenix, Chayenne F, Eber Ignacio, Iara Nixie, Karina Karão, Letícia Guimarães e Sidnei Oliveira.

O Rival Rebolado idealizado por Alê Youssef, Leandra Leal e Luís Lobianco vem movimentando a cena transformista carioca com suas edições mensais no teatro desde 2016. O espetáculo tem a missão de resgatar a tradição do Teatro de Revista, caracterizado por esquetes, musicais debochados sobre assuntos do momento – e também que já caíram no esquecimento e precisam ser relembrados, vedetes, burlescas, sátiras ácidas e bem humoradas sobre os acontecimentos mais marcantes do país e do mundo, o RIVAL REBOLADO promete causar alvoroço com suas apresentações contestadores e ousadas.

E no dia 9, também tem a segunda etapa do concurso de Drag Queens, Drag Kings e Transformistas que elege todos os anos a Rainha da Cinelândia está recebendo inscrições pelo e-mail rivalrebolado@gmail.com.

 


Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia. Data: 09 de maio (Quarta). Horário: 19h. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Ingressos: Setor A e B – R$ 30 (inteira), R$ 15,00. Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j. Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública

David Chew comemora 50 anos de carreira na Cidade das Artes

Recentemente condecorado pela Rainha da Inglaterra por seu importante trabalho que vem desenvolvendo na área da música, David Chew chega aos seus 50 anos de carreira com fôlego de sobra para dar conta de tantos projetos. Para comemorar a efeméride, o violoncelista inglês, radicado no Brasil há 38 anos, fará um concerto especial celebrando, inclusive, seus 65 anos de vida. O concerto será no dia 02 de maio, quarta-feira (data do seu aniversário), às 20h, na Cidade das Artes (Barra da Tijuca. No programa, obras de  J.S Bach, C.Saint Saens, H,Villa-Lobos e  R.Schumann, além de composições de Gilson Peranzetta e Blas Rivera, que, inclusive, se apresentarão ao lado do violoncelista. Outros grandes amigos não deixarão a data passar em branco e participarão desta grande festa: Linda Bustani, Gilson Perenzzetta, Blas Rivera, Fernanda Canaud, Felipe Prazeres, Michel Bessler, Bernardo Fantini, Tomaz Soares, Ubiritan Rodrigues e bailarinos de tango Cecilia Gonzales e Andre Carvalho. No dia, será lançado o DVD CHEWFACES, produzido por Sil Azevedo e pelo próprio David Chew, de música clássica e popular, que reúne entrevistas com o violoncelista e diversos músicos participantes. A venda será revertida para arrecadar fundos para o Rio Cello Encounter 2018.

A edição deste ano do maior festival de violoncelos do país está, até o momento, sem patrocinador, entretanto o violoncelista lança mão de diferentes recursos para poder manter acesa sua grande paixão. Para David Chew, “em tempos de crise e, com a falsa promessa de fornecer serviços tão essenciais como saúde e educação, diversas fontes têm aberto mão de investir em cultura. Com a certeza de considerarmos a Arte algo tão vital para nossa sociedade, toda a família Rio Cello soma esforços para levar esperança e Luz ao nosso povo através da Arte, com mínimos recursos financeiros”. Para o violoncelista, esta ação é “essencial para que vençamos o desânimo e consigamos recuperar o entusiasmo para seguir adiante. Como diria o filósofo Nietzsche, sem a música, a vida seria um erro, uma tarefa cansativa, um exílio”.

Idealizado e capitaneado pelo músico desde a sua primeira edição, em 1994, o Rio Cello Encounter traz em sua programação, além de concertos, espetáculos de dança, exposições de arte, masterclasses e workshops. Tudo inteiramente gratuito. O sonho de Chew apaixonado pelo Brasil, é popularizar a música clássica, além é claro, de homenagear o maestro Villa-Lobos, sua maior inspiração. “Nossa intenção é levar o poder de transformação social da música a espaços públicos e comunidades. No início, era um encontro de violoncelistas, mas o projeto cresceu e hoje recebe diversos instrumentos e múltiplas linguagens artísticas. Desta forma o festival alcança seu principal objetivo que é incluir a música na vida diária de todas as pessoas”, declara o músico.

Teatros, centros culturais, igrejas, museus e parques são os palcos preferencias do Rio Cello. Em 24 anos o festival bateu todos os recordes de público em eventos de música clássica no Brasil. Os números são impressionantes: 550 mil espectadores, 12 mil músicos, 900 concertos, 650 horas de workshops e masterclasses. Ao longo de sua extensa trajetória, o Rio Cello consolidou-se como uma grande plataforma multicultural no qual música, dança, poesia, artes plásticas e cinema que integram um evento de grande sofisticação artística e responsabilidade social.

DAVID CHEW – (BIO)

Começa a tocar profissionalmente aos 15 anos na Orquestra Filarmônica de Hull. Em seguida com os Mozart Players e a Orquestra da BBC, ambos em Londres. Fez seus estudos no Guildhall School of Music de Londres com William e Tony Pleeth e ainda pós-graduação na Universidade de Hull, e fez seu PhD no Kingston University de Londres, onde se especializou em música brasileira. Foi convidado a ser professor da Universidade de Colorado e Doutor Honoris causa na Universidade de Hull

Inspirado em Villa Lobos, sua maior especialidade, fundou e dirige até hoje, o Rio International Cello Encounter (Rio Cello), que há 24 anos reúne no Rio os maiores nomes do cello e da música, sempre oferecendo a todos gratuitamente, concertos, masterclasses. (www.riocello.com)

Solista / primeiro cellista / Spalla há mais de 35 anos da OSB (desde 1981), é também integrante e do Quarteto da UFF (1LP). Fundou a Orquestra de Câmara Brasil Consort (1LP) e o Rio Cello Ensemble (6 CDs), e Rio Strings (5CDs), o Duo Folia (2CDs), Trio Carioca, Duo com Fernanda Canaud (1CD) Quarteto com Gilson Peranzzetta, Mauro Senise e Paulo Russo (3CDs), Trio com Antonio Meneses e Rosana Lanzelotte (1DVD) e mais recentemente o DVD CHEW FACES, com Blas Rivera, Cristina Braga, Felipe Prazeres, Otto Hanriot e Michele Barsand.

Recebeu os títulos de Honra de Cidadão de Estado de Rio de Janeiro e Herdeiro do Zumbi em 2003. Premiado na Alemanha, França e Inglaterra pela sua interpretação das Bachianas Brasileiras no Hyperion em 1986. Em 2005 foi indicado ao Grammy Latino. Recebi o título de Ordem da Império Britânico da HRH Rainha Elizabeth 11.

Juntamente com sua ONG (O-Music), David Chew vem trabalhando e contribuindo com outras importantes ONGs, como a “Grota de Surucucu”, Solar Meninos de Luz (Pavão Pavãozinho), e os Projetos Música nas Escolas em Volta Redonda e Barra Mansa.

SERVIÇO : David Chew comemora 50 ANOS de carreira e 65 ANOS de vida

 

*Concerto para arrecadar fundos para o Rio Cello 2018 (www.riocello.com)

02/05, quarta-feira – Cidade das Artes – Teatro de Câmara

Horário: 20h

Ingressos: Gratuito

Endereço: Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ

Telefone: (21) 3325-0102

Capacidade: 450 pessoas

Classificação: livre

Duração: 1h30min

 

Programa:

Fernanda Canaud, piano (dia 02/05)

Felipe Prazeres, violino

David Chew, violoncelo

Camille Saint-Saëns

Carnaval dos Animais

​ –

O Cisne

Edward Elgar

Salut d’Amour, Op.12

Heitor Villa-Lobos

Bachianas Brasileiras, No. 5

​ –

Ária

Bachianas Brasileiras, No.2

​-

Trenzinho do Caipira

​________________________​

Lindarte Piano Quartet

Linda Bustani, piano

Michael Bessler, violino

Bernardo Fantini, viola

David Chew, violoncelo

Robert Schumann

Quarteto para Piano em Mi Bemol Maior, Op.47

-Sostenuto assai – Allegro ma non troppo

-Scherzo: Molto vivace – Trio I – Trio II

-Andante cantabile

-Finale: Vivace

 

[INTERVALO]

Gilson Perranzetta, Piano

David Chew, violoncelo

Gilson Peranzzetta

Teresa

Quermesse

Canção da Lua

Paisagem Brasileira

​________________________​

Blas Rivera, piano e saxofone

Tomaz Soeres e  Bira Rodrigues, violinos

Bernardo Fantini, viola

David Chew, violoncelo

Cecilia Gonzalez e André Carvalho, bailarinos ​

Blas Rivera

Ranquel

Canción para conquistar a la bailarina

Nocturno

Milonga sudaca

Comprar o DVD CHEW FACES:

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The Fevers no Imperator

Influenciados por Elvis, Beatles e Rolling Stones, a Banda The Fevers iniciou suas atividades musicais no Colégio entre amigos em 1.965, na zona norte do Rio de Janeiro. Em função do destaque em suas apresentações ao vivo, foram convidados a acompanhar musicalmente as principais estrelas brasileiras do movimento que se espalhava por todo o mundo, o chamado Rock n’ Roll, do qual no Brasil, os Fevers tiveram grande participação e importância, foram contratados para atuar no principal programa jovem em rede nacional de TV da época, a “Jovem Guarda”, transmitido ao vivo aos domingos pela TV Record de São Paulo, apresentado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. 

 

O nome da banda surgiu inspirada em um sucesso de Elvis Presley – “Fever”. Destacaram-se gravando grandes versões de sucessos internacionais, acompanhando a evolução do mercado musical, mantendo a pegada de rock n’ roll que os lançou, sempre com ritmo dançante, mas acrescentando um toque de contemporaneidade aos novos trabalhos, seja na  tecnologia instrumental ou na adaptação de suas obras à novas mídias.

 

O programa Jovem Guarda saiu do ar em 1968, mas o movimento que introduziu a guitarra elétrica e os instrumentos eletrônicos na música brasileira continuou em cena.

 

Os Fevers foram contratados pela gravadora Emi Odeon, onde emplacaram inúmeros hits nas principais paradas de sucesso do País: “Já Cansei” (1968), “Agora Eu Sei” (1969), “Cândida” (1970), “Vem Me Ajudar”, “Mar de Rosas” (recentemente regravada pela banda baiana Chiclete Com Banana), “Sou Feliz”, “Nathalie” (todas de 1971), “Deus” (1972), “Alguém Em Meu Caminho”, “Hey Girl” (as duas de 1973), “Sou Assim” e “Marcas do Que Se Foi” (1976), “Pra Cima, Pra Baixo” e “Gengis Kan” (1978), “Elas Por Elas” (1982), “Guerra dos Sexos” e “Por Causa de Você” (1986),  regravada pela banda KLB “Um Louco” (1988), “Trem da Alegria” (1985), esta lançou o grupo Trem da Alegria, conquistaram o titulo de “Banda Mais Popular do Brasil”.

 

Tiveram grande participação em gravações fonográficas acompanhando em estúdio artistas como : Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Wanderléa, Jorge Benjor, Golden Boys, Eduardo Araújo, Wilson Simonal, Reginaldo Rossi, Raul Seixas, Sergio Reis e tantos outros… até hoje continuam exercendo sua criatividade em estúdio.

 

Ao longo de quatro décadas de estrada o volume de sucessos da banda só é comparável no Brasil a Roberto Carlos. São mais de 50 lançamentos e um grande número de compilações (entre vinil, fitas cassete, Cds e DVD,, uma vendagem superior a 12 milhões de copias efetivamente vendidas. A extensa discografia da banda, incluindo compilações ao longo de quatro décadas de sucesso atingiu números recordes em vendagem e lançamentos de discos, que contribuíram para muitas premiações: 29 discos de ouro, 5 de Platina, 3 de Platina Duplo, 1 de Diamante, Disco de Platina em Portugal, Prêmio Sharp como “Melhor Grupo”, Prêmio “Destaque Popular”, da Rádio Difusão, em 1999, Prêmio Petrobrás Rio Show 2005, 2006, 2007 e 2008, o reconhecimento internacional em 2009, Prêmio Portuguese Cultural em Mississauga, Canadá, em  2010 The Fevers foi o grande homenageado na Festa Nacional da Musica, o maior Fórum da Musica Popular Brasileira, realizado em Canelas, no Rio Grande do Sul, evento que reúne artistas, músicos, editores, jornalistas, formadores de opinião e executivos que atuam na Musica e na Industria do Entretenimento Musical Brasileira, em 2011 tiveram seu Cd VEM DANÇAR II, indicado como “Melhor Álbum Popular” ao Prêmio da Musica Brasileira, o evento teve lugar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

 

Entre as varias canções incluídas em trilhas sonoras de novelas de sucesso para a TV GLOBO destacam-se os temas de abertura das novelas ELAS POR ELAS e GUERRA DOS SEXOS, bem como, importantes temas de personagens das novelas TI TI TI, DE QUINA PRA LUA, AMOR COM AMOR SE PAGA e atualmente NINGUEM VIVE SEM AMOR e SÓ VOU GOSTAR DE QUEM GOSTA DE MIM, na trilha da novela AMOR & REVOLUÇÃO da Tv Record 2011.

 

Em 2004, grande parte das obras de seu catalogo da EMI Music, remasterizadas foram lançadas em formato de box (caixas comemorativa), em Cd com o titulo “The Fevers Collection”. A coleção é composta por 21 títulos distribuídos em 10 volumes. O primeiro deles é o 0 (zero), chamado The Fevers e Amigos (1966), seguido pelo volume 1 – A Juventude Manda (1966) e A Juventude Manda 2 (1967), vol. 2 – O Máximo em Festa (1968), vol. 3 – Os Reis dos Bailes (1969) e The Fevers (1970), vol. 4 – The Fevers (1971) e A Explosão Musical dos Fevers (1971), vol. 5 – The Fevers (1972) e The Fevers (1973), vol. 6 – The Fevers (1974) e O Sol Nasce Para Todos (1975), vol. 7 – The Fevers Nadie Vive Sin Amor – Espanhol (1975), vol. 8 – The Fevers (1976) Muitas destas obras gravadas em vinil foram remasterizadas em processo digital por Marcelo Froes e relançadas em CD.

 

Os Fevers participaram ativamente da comemoração dos 40 Anos da Jovem Guarda. Ao lado de Erasmo Carlos, Wanderléa e Golden Boys, montaram sob direção geral de José Carlos Marinho, o projeto 40 Anos de Rock Brasil – Jovem Guarda, que excursionou pelas principais capitais atuando nos principais espaços de Mega Shows de todo Brasil, com extraordinária repercussão. O espetáculo foi registrado em DVD no Tom Brasil, São Paulo, premiado com Discos de Ouro e Platina. O Jovem Guarda – 40 Anos de Rock Brasil, manteve-se na estrada, com novo titulo, “Festa de Arromba”, tornou-se um dos principais espetáculos dirigido para Eventos Coorporativos.

 

Em 2006, administrando o tempo entre shows e outros compromissos, gravaram ao vivo seu primeiro DVD numa grande apresentação realizada no Clube Português, em Recife. O repertorio foi composto por grandes sucessos, como : “Mar de Rosa”, “Agora Eu Sei”, “Hey Girl”, “Vem Me Ajudar”, “Nathalie”, “Onde Estão Seus Olhos Negros”, “Se Você Me Quiser”, “Cândida”, “Alguém Em Meu Caminho”, “Guerra dos Sexos”, “Elas Por Elas”, “Garoto Que Amava Beatles e Rolling Stones”, “Menina Linda” “Woolly Bully” e “For Ever”. Momentos especiais do DVD, além da perfeita performance dos Fevers foram as participações especiais de “Renato & Seus Blue Caps” e da Banda “Pholhas”.

 

Sob Direção Artística de JC Marinho e produção Musical de Liebert Ferreira e Luiz Cláudio. No inicio de 2007 o DVD e Cd, com titulo homônimo, foi lançado pela gravadora Polydisc. Como esperado, a dobradinha novamente alcança novo record de vendagem, contabilizando mais um Cd e DVD de ouro para o grupo. Empolgados com o sucesso do DVD, costuraram  novo show, lançando em agosto no palco do Canecão (Rio de Janeiro), o show “Vem Dançar”, com vendas de ingressos esgotadas. O repertório do espetáculo reproduz o do DVD, justificando muito bem o titulo “Vem Dançar”. O ritmo contagiante faz com que a platéia de um espetáculo a parte durante quase 2 horas do ritmo forte e contagiante da banda.

 

Um dos momentos mais importantes e emocionantes na carreira dos Fevers foi em  2008, o Concerto “FEVERS INTERNATIONAL TOUR”, no Ontário Place, em Toronto e em Mississauga,  Canadá, onde foram homenageados pela comunidade portuguesa canadense. A turnê internacional teve seqüência em Julho de 2009, The Fevers apresentaram novamente no Canadá, desta vez com maior destaque no Chin Radio Pic Nic, considerado o maior pic nic ao ar livre do mundo, o evento  reuniu uma platéia de mais de 150.000 pessoas no Ontário Place em Toronto, apresentaram-se novamente em Mississauga e em Winnipeg, todos os concertos tiveram lotação esgotada  Este é o resultado do excelente trabalho da Banda The Fevers e a bom relacionamento que a Marinho Produções mantém com a comunidade empresarial internacional. A meta da produção e dos Fevers é manter o Show VEM DANÇAR para os próximos três anos, superando a quantidade e a qualidade dos shows realizados em 2010.  

 

Comemorando o sucesso e a carreira ininterrupta de quatro décadas, os FEVERS lançam um novo disco. E não é apenas “mais um disco” na extensa discografia da banda. É UM NOVO DISCO!  Sim, eles não se acomodaram com o título de “A Banda mais Popular do Brasil” ou “A Melhor Banda de Shows”. O grupo resolveu inovar, registrando um de seus melhores trabalhos fonográficos até hoje.

Um “frescor” de Anos 2.000 com a pegada dos FEVERS. Não é aquele som característico da banda, que só de ouvir já se identificava a fonte. Tem o toque do moderno com a qualidade da experiência de 48 Anos de Estrada.

Trazendo canções inéditas, algumas feitas por renomados amigos como os irmãos Rogério “Percy” Lucas e Robson Lucas (“Vício Sem Cura”), do grupo sulista Nenhum de Nós (“Você Vai Lembrar de Mim”), Alex Cohen e Michael Sullivan (“Vai e Vem”), Cesar Lemos, Karla Aponte e Elsten Torres (“When A Man Cries / Quando Um Homem Chora”,  bem como, composições de integrantes da banda, “Sigo em Frente” (Luiz Cláudio e Francisdeo) e “O Pecado Mora Ao Lado” (Rama), este novo disco dos FEVERS aponta para o novo caminho e sonoridade da banda. Releituras do quilate de “Hey Jude” (John Lennon e Paul McCartney- versão de Rossini Pinto), sucesso de seus shows desde 1969 e “Um Louco” (Ed Wilson), que a banda estourou em 1988, os FEVERS mostram a sua versatilidade em recriar clássicos de sua carreira para os novos ouvintes que estão chegando. Mensagens que a banda passa a seus fãs, de otimismo,  alegria, confiança, com as regravações de “É Preciso Saber Viver” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos), “Boa Sorte” (O. Vera e H.Sotero – versão Paulo Coelho) e “Marcas do Que Se Foi” (Tavíto, Paulo Sergio Vale, Marcio Moura, Ribeiro, José Jorge e Ruy Mauriti). Para fechar o trabalho, o registro que mostra a cara dos FEVERS: a gravação de “Eu Nasci A Dez Mil Anos Atrás” (Raul Seixas e Paulo Coelho), com uma pegada e uma energia que justificam tantas bandas e músicos contemporâneos prestarem homenagens ao grupo.

Para o resultado final com esta qualidade, buscou-se trabalhar com os melhores profissionais e o melhor de tecnologia em equipamentos. Com isso, “Didier Fernan”, dirigiu toda gravação no Estúdio Copacabana e em seu Home Estúdio (RJ), “Cesar Lemos” (ex-integrante FEVERS), foi o responsável pela gravação no Miami Beat Studio (Miami, EUA), o saudoso “Guilherme Reis” mixou no Mega Studio (SP), e o festejado “Luigi Hoffer”, masterizou no DMS – Digital Mastering Solutions (RJ).

E os FEVERS não param. Este novo álbum, foi indicado ao Prêmio da Musica Brasileira, Edição 2011, (Noel Rosa).  Concorreu com THE FEVERS, as Bandas “ROUPA NOVA” e “SUA MÃE”, na categoria, MELHOR ALBUM CANÇÃO POPULAR. A cerimônia do Prêmio, aconteceu no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em Julho de 2011, para os  Fevers, foi uma grande vitoria ter seu novo álbum, um projeto independente, entre os três melhores do ano no seguimento pop Rock.

Com agenda de shows muito requisitada, os Fevers mantém uma média anual superior a mais de 100 apresentações de Shows ao vivo, atuando de norte a sul do país e no exterior.

 

Em 2012 a Gravadora Som Livre lançou coletânea de sucessos dos Fevers, titulo SEMPRE, onde se destaca a canção Guerra dos Sexos, titulo da telenovela da Tv. Globo em remake sob direção de Jorge Fernando.

 

Em 2013 a Banda THE FEVERS é homenageada com o Prêmio RIO SHOW PETROBRAS, como melhor GRUPO MUSICAL POPULAR, em 2014 mais uma honraria, homenageados desta feita pela Companhia Paulista de Teatro Loucos do Tarô, com o Troféu “Inspiração do Amanhã”.

 

O Show VEM DANÇAR seguiu rodando todo Brasil e Exterior, em 2015 contou com a marca superior a mais de 350 apresentações ao vivo, sinônimo de êxito nacional, a comemoração foi no palco do Teatro Rival do Rio de Janeiro, onde iniciaram as comemorações dos 50 Anos de Grandes Sucessos e longa Estrada… nossa gravadora lançou novo Cd comemorativo de “50 Anos”,.

 

Já em 2016 The Fevers lançou a Turnê Brasil no Imperator, casa de espetáculos do Rio de Janeiro, uma data não foi o suficiente, pois teve seus ingressos esgotados em duas semanas, o publico pediu e uma segunda sessão que também teve seus ingressos esgotados em menos de uma semana, a Turnê The Fevers 2017 contou com novo Show de sucessos do grupo, com a Direção geral de José Carlos Marinho e Direção Musical de Liebert Ferreira, nossa meta em 2018 é manter nossa marca de 100 Shows anuais por todo Brasil, dando sequencia a Turnê Vem Dançar, cientes aos problemas da crise que assola o País, seguimos levando a todo povo brasileiro nossa alegria, diversão, descontração e a boa musica popular.

 

Em nossos concertos pedimos a todos que deixem os problemas da vida lá fora onde existe  uma cesta imaginaria na entrada do local do Show, pedimos ainda que não desliguem seus celulares, pois, vocês estão no Vem Dançar, gostamos quando o publico se levanta, dança, pula e canta o tempo todo com a gente.

 

Das festas populares, passando por eventos corporativos e recepções das camadas mais elitizadas da sociedade brasileira, suas canções seguem marcando épocas, o que prova que The Fevers, esta marcado nos corações de seus admiradores e na musica popular brasileira. Fato este que independe de classe social e destaca o lado Cult da Banda, já foram os REIS DOS BAILES quando para se ter uma data da banda era necessário reserva prévia de mais de 12 meses de antecedência, e posteriormente ficou confirmado o resultado da pesquisa popular do programa FANTASTICO da Tv Globo : The Fevers é a “BANDA MAIS POPULAR DO BRASIL”.

Serviço:

Imperator – Centro Cultural João Nogueira

Dia 02 de maio  de 2018 (quarta-feira)

Rua Dias da Cruz, 170 – Méier

Horário às 16h

Classificação – livre

Preço: R$50 (inteira) e R$25 (Meia entrada – Lei Federal)