Samba em Festa na esquina da Ipiranga com a São João

Em palco montado na esquina da Ipiranga com a São João, encontro de avenidas mais famoso da cidade, imortalizado na música de Caetano Veloso, o evento Sampa em Festa pretende comemorar o aniversário da cidade de São Paulo com música brasileira de qualidade em programação gratuita, entre meio-dia e 19 horas do dia 26 de janeiro, domingo. Em seis horas de música, Sampa em Festa reunirá a nova geração e nomes mais consagrados. Com 16 artistas no palco, fora o coletivo de dançarinos Hip Hop Dança no Vagão, que encerra a programação, o line-up traz o DJ Pardieiro (Leandro Pardi, do Coletivo Pardieiro, que animou a festa de Réveillon na Paulista em 2019), especializado em música popular brasileira, sonoridades regionais e clima carnaval, abrindo os trabalhos e comandando o show nas trocas de palco.

 

A festa segue com um dos nomes mais em evidência da cena indie brasileira, a cantora e compositora de Goiânia Brvnks, que mostra versões diferentes das músicas do CD Morri de Raiva (Sony, 2019).  O show, conta com a participação especial de Emilly Barreto, da banda Far From Alaska, uma das bandas de destaque do rock brasileiro atualmente. No show, Emilly participa de quatro músicas, entre vocais e bateria. O show tem 50 minutos de duração com 12 músicas no repertório. Depois é a vez da cantora e compositora de rap e r&b Drik Barbosa, que abre para canja do músico Fióti, que está à frente do coletivo Lab Fantasma com seu irmão Emicida. Luiza Lian apresenta um set list contemporâneo, com repertório dos seus discos  Azul Moderno e Oya Tempo, com a participação da cantora e compositora baiana Josyara.

 

O guitarrista, produtor e compositor Walmir Borges, com mais de 25 anos de carreira (tocou com Paula Lima, Seu Jorge, Jeito Moleque, Earth Wind & Fire, Exaltasamba, Alexandre Pires, Grooveria, Roberto Frejat, RapinHood , Max de Castro, Belo, Fernanda Porto, Simoninha, Jair Oliveira, Luciana Mello) sobe ao palco e chama o show inédito dos convidados especiais Luciana Mello e Leo Maia. Os três serão acompanhados de banda de seis músicos da nata da música instrumental, entre eles, Daniel de Paula (baterista do Simoninha, que já tocou com Marcos Valle e Michel Leme), Marcelo Maita (pianista do Clube do Balanço, toca com Paula Lima, Seu Jorge, Liniker) e Márcio Forte (percussionista, toca com Max de Castro, Acadêmicos do Baixo Augusta e no projeto Show dos Famosos, no Domingão do Faustão, na Rede Globo).

 

Com produção e realização do Grupo Fábrica de Bares, responsável pela gestão e operação de casas noturnas com programação musical (como o Bar Brahma, entre outros), direção artística de Anderson de Moraes, curadoria de Anderson de Moraes e Fabrício Nobre, o evento tem apoio do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Cultura e Economia Criativa, por meio do Programa de Ação Cultural – PROAC ICMS e patrocínio do Açúcar Guarani. A contrapartida do projeto é a arrecadação de brinquedos a serem doados para instituições. Haverá um ponto no Bar Brahma.

 

Além de homenagear São Paulo através da música brasileira, o projeto brinda os empreendedores/programadores da vida noturna da cidade e valoriza o trabalho desenvolvido por músicos que movimentam a noite paulistana em bares com música ao vivo e casas de show. “Estamos fazendo um evento para presentear a cidade de São Paulo. Entendemos nossa missão cultural e nossa localização, que é um marco no Brasil, nos propõe uma responsabilidade muito grande”, afirma Anderson Vinícius de Moraes, diretor artístico do grupo Fábrica de Bares, que assina a curadoria ao lado de Fabrício Nobre.

 

A opção dos curadores foi mesclar artistas da nova geração com os mais consagrados mas que não fossem totalmente mainstream também. “Luciana Mello é super reconhecida e tarimbada. Já o Leo Maia, que é filho do Tim Maia, nem tanto. Walmir Borges é um dos representantes do samba rock, ritmo reconhecido como patrimônio cultural da cidade de São Paulo, tem parcerias musicais com Earth Wind and Fire e Seu Jorge. Em contraponto a isso, na grade temos a nova geração da música urbana representada por Drik Barbosa e Luiza Lian, que, além de cantora e compositora, é também artista visual, isso para ficar em apenas dois exemplos’, explica Anderson. “A ideia de criar o Sampa em Festa foi de festejar o aniversário da cidade com música popular brasileira na esquina mais paulistana de todas. Uma forma de homenagear a cidade, o paulistano, nossa cultura. Esperamos que o evento entre no calendário do paulistano e de quem visita a cidade nessa data. Esperamos repetir com isso anualmente o projeto”, diz Cairê Aoas, diretor do Grupo Fábrica de Bares.

 

Sobre as apresentações

 

12h – 12h40 DJ Leandro Pardí – Coletivo Pardieiro

Leandro Pardí comantou as pick-ups de um das maiores festas do mundo – o Reveillon 2019 da Av. Paulista, que reuniu mais de 2 milhões de pessoas.  Já se apresentou em outros eventos do calendário cultural da cidade, como a Jornada do Patrimônio, tocou nas principais casas noturnas de São Paulo, é o Dj nas festas de mídia da Rede Globo (Samba na Globo e São Globão) há 3 anos. Mantém a própria festa e o Bloco de Carnaval Lua Vai. Nas festas que produz já passaram Fafá de Belém, Céu, Ney Matogrosso, Liniker, Elza Soares (madrinha da festa). Atuando com produção cultural há quase uma década, hoje possui a própria produtora, a Pardieiro Cultural.

 

12h40 – 13h30 Brvnks convida Emily (FFA – Far From Alaska)

Um dos nomes mais comentados cena indie brasileira dos últimos anos, Brvnks é guitarrista, cantora e compositora. Tem referência de bandas clássicas dos anos 90 e grupos atuais como Alvvays, Wavves, Best Coast, Snail Mail e Fidlar. Cresceu envolvida em uma cena de música plural e atuante na sua cidade natal – Goiânia (GO). Bruna Guimarães começou a compor aos 17 anos boa parte das músicas de seu EP de estreia – Lanches – 2016. O disco de estreia, Morri de Raiva, veio em 2019 pela Sony Music. A artista já abriu shows internacionais pelo Brasil, como Courtney Barnett, Wavves, Tigers Jaw e Basement, e participou de neventos como Festival Bananada, Festival Dosol, SIM SP, Popload Festival, além de ter passado pelo palco principal do festival Lollapalooza Brasil. Atualmente, está em turnê do lançamento do seu disco de estreia, que corre por todas as regiões do Brasil até a metade de 2020.

 

Emily é cantora da banda de rock da Natal (RN) – Far From Alaska, que aposta em riffs pesados, vocais femininos e letras em inglês.

 

14h- 14h50 – Drik Barbosa convida Fióti

Drik Barbosa é cantora e compositora de rap e r&b. Para mostrar seu talento com músicas próprias, Drik lançou os single Pra eternizar e Não é mais você. Em 2013, a convite do Emicida, colaborou na trilha do filme O Menino e o Mundo – uma animação feita por Alê Abreu, filme indicado para o Oscar. Em parceria com o produtor musical Casp (GROU) – que já trabalhou com Emicida, Kamau, Rashid -, lançou em 2015 o single Deixa eu te levar. Participou do cd Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa, de Emicida. Em 2018 lançou 0 EP Espelho, com participação de Rincon Sapiência. Seu primeiro álbum, Drik Barbosa, está disponível nas as plataformas digitais.

 

Fióti é empresário e produtor de seu irmão mais velho, Emicida. Em 2018, lançou o isco Gente Bonita e ganhou destaque nos palcos. Segue firme à frente do coletivo de música e moda Lab Fantasma.

 

15h20 – 16h10 – Luiza Lian convida Josyara–

A cantora, compositora e artista visual Luiza Lian foi  lançada pelo Selo Risco, em 2015, com o álbum homônimo Luiza Lian. Em 2017, lançou o álbum visual Oyá Tempo, que foi acompanhado por um filme de 25 minutos. Oyá Tempo desdobrou dois hits: Oyá e Tucum.

 

Josyara é cantora e compositora baiana. Em 2012, lançou o disco Uni Versos. Em 2018, veio o segundo álbum, Mansa Fúria, com 12 canções autorais. Abriu shows para Tiê e Elba Ramalho, entre outros artistas.

 

 

Para roteiro

 

Banda que acompanha Leo Maia e Luciana Mello é formada por:

 

Daniel de Paula – baterista do Simoninha, já tocou com Marcos Valle e Michel Leme; Felipe Pizzutiello – baixo; Marcelo Maita – pianista do Clube do Balanço, toca c/ Paula Lima, Seu Jorge, Liniker; Márcio Forte – percussionista, toca com Max de Castro, Acadêmicos do Baixo Augusta, projeto Show dos Famosos, Domingão do Faustão, Rede Globo; Dilson Laguna – guitarra; Doug Bone – trombone; e Walmir Borges – guitarrista, representante do samba rock, parcerias com Earth Wind & Fire, Seu Jorge.

 

Sampa em Festa – Dia 26 de janeiro, domingo, a partir das 12 horas, em palco montado em frente ao Bar Brahma, na avenida Ipiranga, 677, centro historio. Gratuito. Contrapartida – Campanha de arrecadação de brinquedos. Ponto de coleta no Bar Brahma. A contrapartida do projeto é a arrecadação de brinquedos a serem doados para instituições. Haverá um ponto de coleta no Bar Brahma.

 

Início    Fim      Programação

12h00   12h40   DJ set Pardieiro

12h40   13h30   Show 1: Brvnks convida Emilly (Far From Alaska)

13h30   14h00   troca de palco + DJ set Pardieiro

14h00   14h50   Show 2 : Drik Barbosa convida Fioti

14h50   15h20   troca de palco + DJ set Pardieiro

15h20   16h10   Show 3: Luiza Lian convida Josyara

16h10   16h40   troca de palco + DJ set Pardieiro

16h40   18h00   Show 4 Guitarrista Walmir Borges + Luciana Melo e Leo Maia e banda

18h00   18h20  Hip Hop no Vagão

19h00   DJ set Pardieiro – Brvnks, Drik Barbosa e Luiza Lian estão com ele

PedeTeresa no Teatro Rival Refit

A tradicional roda de samba PedeTeresa – criada no Bairro de Fátima e que há anos anima a Praça Tiradentes nas sextas-feiras – chega agora ao Teatro Rival Refit, com muito respeito pelo palco por onde passaram tantos bambas. Formado por Alex Oliver (percussão geral), Blade Percussão (percussão e voz), Leo Rosário (cavaco e voz) e Luna (percussão e voz), o grupo promete um samba animado no dia 23, seguindo com as comemorações de seus seis anos de existência, completados em outubro do ano passado.

 

O roteiro do show inclui composições de craques que vão de Ismael Silva, Cartola e Candeia, a Zeca Pagodinho, Jorge Aragão e Galocantô, passando por Roberto Ribeiro, Dona Ivone Lara, Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, e Almir Guineto. Isso é que é roda de samba!

 

Sobre o PedeTeresa

A roda de samba PedeTeresa começou no dia 31 de outubro de 2013, no Bairro de Fátima. O grupo resolveu brincar com o lugar onde surgiu – “aos pés de Santa Teresa” – fazendo um jogo de palavras e, assim, se batizou de PedeTeresa.  

Depois de um ano, o grupo se deslocou para a avenida Gomes Freire, precisamente para o tradicionalíssimo bar A Paulistinha, passando em seguida para a Praça Tiradentes, onde ficou por quase dois anos todas as sextas feiras, reunindo, semanalmente, 2 mil pessoas, em média. Com o sucesso na praça, começaram a surgir convites para o grupo se apresentar em locais como Trapiche Gamboa, o bar Sempre Vila, Espaço Catete, Terreirão do Samba, Renascença Clube, Estação Ribeira, Centro Cultural Carioca, Arco do Teles, Concha Acústica da Uerj, Tijolinho, Food Park Tijuca e Bom Demais. Além de ter participado da festa de 90 anos da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, da apresentação do tradicional bloco Boitatá no Carnaval Carioca e de ter feito a abertura para o show do cantor Péricles no Terreirão do Samba.

O PedeTeresa também já acompanhou cantoras como Teresa Cristina, Dorina, Thaís Macedo, Marcelle Motta e Marina Iris. Seu vasto e rico repertório inclui sambas de Ismael Silva, Cartola, Candeia, Roberto Ribeiro, Dona Ivone Lara, Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, Jorge Aragão, Almir Guineto, Zeca Pagodinho, Galocantô, João Martins, Luciano Bom Cabelo e Fernando Procópio, além de músicas autorais.

O PedeTeresa é composto por Alex Oliver (percussão geral), Blade Percussão (percussão e voz), Leo Rosário (cavaco e voz) e Luna (percussão e voz).

 

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 23 de janeiro (quinta-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$60,00 (inteira) R$40,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) R$30,00 (lista amiga). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit

Teatro Rival Refit apresenta tributo a João Nogueira

Em 2020, faz 20 anos que a música brasileira perdeu o cantor e compositor João Nogueira, que deixou 18 álbuns e 400 composições gravadas, inclusive por outros grandes artistas, como Clara Nunes, Elizeth Cardoso, Emílio Santiago, João Bosco, Elis Regina, Chico Buarque e Zeca Pagodinho. Motivos, então, não faltam para João Nogueira ser homenageado. Portanto, o violonista, cantor, compositor e arranjador Jorge Simas – que foi parceiro e diretor musical de João durante mais de dez anos – e o produtor musical e cantor Didu Nogueira, sobrinho do artista, vão apresentar o “Tributo a João Nogueira” no Teatro Rival Refit, no dia 21 de janeiro, às 19h30.

João Nogueira se definia como um sambista de calçada, linha tênue entre o morro e o asfalto. Ele é uma das grandes referências do samba carioca de uma rara linhagem encontrada nas músicas de seus ídolos Wilson Batista, Geraldo Pereira e Noel Rosa, os quais homenageou num belo samba composto nos anos 1970.

Filho de João Baptista Nogueira, o Mestre – assim chamado por Donga, Pixinguinha e Jacob do Bandolim –, João Nogueira foi embalado, desde menino, ao som do violão de seu pai entre valsas e choros, o que lhe deram a condição de se constituir. apesar do autodidatismo, num compositor sofisticado e de grande alcance popular.

Numa carreira de 32 anos de duração, João Nogueira emplacou sucessos nacionais como “Nó na madeira”, “Mineira”, “Clube do Samba”, “Eu hein Rosa”, “Um ser de luz”, “Súplica” e “Espelho”, sucessos que estarão no repertório do show de Didu e Simas. Esse tributo, aliás, já rodou várias cidades brasileiras – Natal, Recife, Porto Velho, Rio Branco , Santos , Niterói , São Paulo e São Roque – e agora chega ao Rio no dia 21.

 

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 21 de janeiro (terça-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$40,00 (inteira) R$20,00 (lista amiga). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorival.com.br/ . Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

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Angela Ro Ro no Teatro Rival Refit

O público pede. Ela volta, claro! É sempre assim. Angela Ro Ro costuma lotar o Teatro Rival – agora Teatro Rival Refit – sempre que se apresenta no palco onde se sente em casa, acolhida por funcionários e público, além de pode estar perto dos fãs. E ela volta no dia 18 de janeiro, às 19h30, com o espetáculo “40 anos de amor à música”, em que comemora suas quatro décadas de carreira.

 

Para Ro Ro, cantar no Rival é como cantar em casa, para os amigos, porque é no palco do teatro que ela pode compartilhar um clima de intimidade e cumplicidade com a plateia. São 40 anos de uma feliz e bem sucedida trajetória que vai da bossa nova ao rock. O que não faltam são sucessos na careira da cantora, e a maioria vai estar no roteiro do show no Teatro Rival Refit.

 

Acompanhada pelo pianista Ricardo Mac Cord, Angela Ro Ro vai cantar clássicos do repertório dela, como “Tola foi você”, “Fogueira”, “Amor, meu grande amor”, “Só nos resta viver”, “Compasso” e “Simples carinho”, além de outras canções já incorporadas aos roteiros de seus shows, como “Ne Me Quitte Pas”, de Jacques Brel, gravada pela inesquecível Maysa, com a qual Ro Ro chegou a ser comparada no início de sua carreira.

O espetáculo “Angela Ro Ro: 40 anos de amor à música” é promessa de show inesquecível: tanto pelo talento e o bom humor da artista quanto pela qualidade das canções. É emoção com diversão para ninguém botar defeito!

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 18 de janeiro (sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$70,00 (inteira) R$55,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) R$35,00 (lista amiga). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorival.com.br/ Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

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MangoLab apresenta festival Calorzão

O pocket festival carioca mais antenado com as novidades e nomes incensados do cenário nacional, o MangoLab está de volta em edição Calorzão, inaugurando fevereiro em clima de fervo. Após ter no line up nomes como Duda Beat, Letrux, Marcos Valle e MC Tha em edições passadas, agora é a vez do evento ser palco da nova revolução do funk promovida pelo Heavy Baile, que recebe a convidada Baby Perigosa; e sets de Leo Justi, Larinhx, Glau Tavares, Carlos do Complexo e MangoDJs. A noite de 01/02 (sábado) tem início às 22h no NAU – Núcleo de Ativação Urbana.

 

O Heavy Baile é um coletivo multimídia de funk que propõe a convergência de produções musicais, coreográficas e audiovisuais. O projeto foi criado por Leo Justi como um estilo próprio de produção musical e se consolidou como uma dos principais sensações do Rio de Janeiro. Nessa noite, o grupo sobe ao palco com Justi e DJ Thai, o mestre de cerimônias Tchelinho e os dançarinos Sheick, Neguebites e Celly.

 

E nada melhor para atestar a emergência do funk carioca do que o Heavy Baile. Presença garantida em festivais pelo país, incluindo o último Rock in Rio, trata-se de um movimento progressivo de empoderamento musical e cultural da periferia, potencializando o batidão ao uni-lo a outros ritmos dos subúrbios internacionais, desde o hip hop e o trap ao jersey club.

 

O Heavy Baile lançou em 2018 seu álbum de estreia, “Carne de Pescoço”, e está em um momento de alta. Além dos hits recentes “Grelinho de Diamante” (ao lado de Baby Perigosa, convidada especial neste show) e “Cavalgada” (com Luísa Sonza), eles foram um dos destaques do MTV MIAW e venceram o Music Video Festival na categoria Melhor Coreografia em Videoclipe Nacional, com “Ciranda”.

 

Assista a “Cavalgada” com Luísa Sonza: http://bit.ly/ClipeCavalgada

Assista a “Grelinho de Diamante” com Baby Perigosa: https://youtu.be/_nZ2XmxvvvU

Assista a “Ciranda”: https://youtu.be/_tdmKl_3joA

 

Na mesma noite, Leo Justi, DJ e produtor fundador do Heavy Baile continua o agito com o seu set. Ele retornou de uma turnê europeia em 2019 e ganhou destaque fora do Brasil com dois EPs lançados pelo selo Waxploitation (“HVY BL NSS PRR”, de 2014, e “Vira a Cara”, de 2015), além de fazer parcerias com M.I.A., Phantogram, Tropkillaz, Emicida e MC Guimê.

 

Já Glau Tavares é residente das festas Velcro e Batekoo RJ. Tem seu som baseado na cultura funk e hip hop, mas tem ampliado suas frequências para o afrohouse e moombahton.  O DJ e produtor Carlos do Complexo já se apresentou no Red Bull Music Academy, além de outras festas itinerantes e festivais. Seu set mistura brasilidades, percussão, jazz, funk e R&B. Por fim, Larinhx mostra porque é um dos nomes que mais chamam atenção no Soundcloud, e os MangoDJs representam a prata da casa para não deixar ninguém parado.

 

O Calorzão é uma realização da MangoLab, uma plataforma carioca multimídia de desenvolvimento de talento, visibilidade artística e experimentação cultural. Pensando novas estratégias de levar música ao seu público alvo, a MangoLab aposta em capacitar e desenvolver nomes promissores da cena independente, passando pelo mid-stream ao mainstream.

 

Nessa noite quente, vai rolar “open água”: a MangoLab oferece estações de hidratação gratuita para refrescar todo o público. Os ingressos já estão à venda online, na plataforma Sympla: https://bit.ly/35uMAlt.

 

Serviço

MangoLab – Calorzão

Data: 01/02/2019 (sexta-feira)

Horário: 22h

Local: NAU – Núcleo de Ativação Urbana

Endereço: Av Cidade de Lima s/ nº – Parque Ernesto Nazareth – Santo Cristo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 15

Antecipados: https://bit.ly/35uMAlt

Evento: https://www.facebook.com/events/920522618342593/

Classificação: 18 anos

 

Consuelo de Paula lança “Maryákoré”

No dia 24 de Janeiro, sexta, o Sesc Belenzinho recebe Consuelo de Paula em show de lançamento do CD Maryákoré, às 21 horas. Este é o sétimo disco da carreira da cantora e compositora mineira, uma obra provocadora naquilo que tem de mais feminina, mais negra, mais indígena e mais reveladora de nós mesmos.

No show, Consuelo (voz, violão e percussão) apresenta-se acompanhada por Carlinhos Ferreira (percussão) e Ana Rodrigues (piano). O roteiro da apresentação traz algumas surpresas. “Farei um tema popular dos canoeiros do Vale do Jequitinhonha e cantarei uma música de César Isella e Armando Tejada Gómez, que já foi interpretada por Mercedes Sosa”, revela a artista, que também vai interpretar canções essenciais de seus CDs anteriores. “São composições que conversam com Maryákoré”, conta a artista.

O título do CD pode ser entendido como uma nova assinatura de Consuelo de Paula: maryá (Maria é o primeiro nome de Consuelo), koré (flecha na língua paresi-haliti, família Aruak), oré (nós em tupi-guarani), yakoré (nome próprio africano).

Além de assinar letras e músicas – tendo apenas duas parcerias, uma com Déa Trancoso e outra com Rafael Altério -, Consuelo é responsável pela direção, pelos arranjos, por todos os violões e por algumas percussões de Maryákoré (caixa do divino, cincerro, unhas de lhama, entre outros). A harmonia entre Consuelo e sua música, sua poesia, sua expressão e a estética apresentada é nítida neste disco. Ao interpretar letras carregadas de imagens e sensações, ao dedilhar os ritmos que passam por Minas Gerais e pelos sons dos diversos “brasis”, notamos a artista imersa em sua história: ela traz a vida e a arte integrada às canções.

Segundo Consuelo, desde o nome, o trabalho “traduz uma arte guerreira e amorosa, que se alimenta da força dos ventos, das brisas e das tempestades; nasceu entre o dia e a noite, entre a cidade e as matas, entre raios e trovões”. Essas energias, movimentos e gestos de amor e de luta, estão condensados nas músicas, nos arranjos e na voz da cantora e compositora, de modo a reafirmar a fisionomia vigorosa de uma artista inquieta, de expressividade singular e força criativa que se renova a cada trabalho. E as fotografias que compõem a arte gráfica, cujos créditos são para f.cabral, traduzem em imagens o conceito do CD.

O violão é seu instrumento de composição que, nesse trabalho, revela-se também, de maneira ousada e criativa, como parte de seu corpo; e como koré provoca as composições ao mesmo tempo em que comanda e orienta os ritmos que dão originalidade à obra. Consuelo gravou juntos o violão e a voz, ao vivo, no estúdio Dançapé do músico Mário Gil, transpondo para o disco a naturalidade e a energia original das canções. Um desafio que pode ser conferido em cada uma das dez faixas: ora o violão silencia as cordas para servir de tambor, ora se ausenta para deixar fluir a voz à capela; em outros momentos as cordas produzem somente um pizzicato para acompanhar o movimento da melodia; e, às vezes, soa como percussão e instrumento harmônico. Tudo ao mesmo tempo.

Além do violão, um piano e vários instrumentos percussivos compõem a sonoridade de Maryákoré. Consuelo conta com o percussionista Carlinhos Ferreira para produzir paisagens e novos sons com instrumentos criados por ele, como goopchandra com arco, flautas de tubos, rabeca de lata, tambor de mar, gungas de sementes e outros. O piano de Guilherme Ribeiro enriquece esse cenário ao fazer destacar na obra, utilizando suavidade e desenhos sonoros, os contrastes imaginados por Consuelo.

O CD é apresentado em dois movimentos. Da mesma maneira que assistimos a um bom filme, acompanhar o roteiro de Maryákoré é uma experiência surpreendente. “São gestos, ventos que impulsionam ciclos, são lutas internas e externas que foram trazendo o disco e apontando o rumo das canções”, revela Consuelo. Maryákoré é uma guerreira em meio às batalhas cotidianas pela vida e pela arte, é uma obra-síntese da dedicação da artista, de sua fina sensibilidade musical, poética e social. É a voz de Consuelo de Paula frente aos desafios dos nossos tempos.

Consuelo de Paula / Maryákoré

Distribuição: Tratore. Ano: 2019. Preço sugerido: R$ 35,00.

Disponível em todas as plataformas digitais.

Facebook: @maryakoreconsuelodepaula | Instagram: @#maryákoré

www.consuelodepaula.com.br | Teaser:  https://www.youtube.com/watch?v=RHYNOGW1d8I

 

SERVIÇO

Show: Consuelo de Paula

Lançamento CD: Maryákoré

Dia 24 de janeiro/2020. Sexta, às 21h

Local: Teatro I (396 lugares)

Ingressos: R$ 30,00 (inteira); R$15,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$9,00 (credencial plena do Sesc – trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes.

Ingressos disponíveis pelo portal Sesc SP (www.sescsp.org.br) a partir de 14/01/2020, às 12h, e nas bilheterias das unidades a partir do dia 15/01/2020, às 17h30. Limite de 2 ingressos por pessoa.

Duração: 90 minutos. Recomendação etária: 12 anos.

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.

Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

www.sescsp.org.br/belenzinho

Estacionamento
De terça a sábado, das 9h às 22h. Domingos e feriados, das 9h às 20h.
Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.

Para espetáculos pagos, após as 17h: R$ 7,50 (Credencial Plena do Sesc – trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo). R$ 15,00 (não credenciados).
Transporte Público – Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

João Fênix – “Minha Boca Não Tem Nome”

O pernambucano Fênix celebrou 25 anos de carreira com o lançamento do disco “Minha Boca Não Tem Nome, apontado pela crítica como seu melhor trabalho. Em um país cada vez mais dividido e polarizado, a arte cura. O disco fala desse momento do Brasil, das cisões e polarizações, além de reafirmar posicionamentos e questões que sempre permearam a obra do artista. O show volta aos palcos do Rio de Janeiro em única apresentação no dia 22 de janeiro, quarta, no Teatro Rival, e traz uma trupe de amigos que, como ele, fazem parte de uma geração jovem que movimenta a cena musical pernambucana, para participações especiais: Almério, Airton Montarroyos e Martins.

Com direção artística de André Brasileiro, o show apresenta o repertório do disco homônimo, mas também músicas nunca gravadas por Fênix, como “Chama“ – grande sucesso de Joanna -, ou extraídas de álbuns anteriores, como “Língua do P“, de Gilberto Gil. “Pensamos em blocos com canções do disco e fora dele para compor o repertório com os temas: política, humanidade, sexualidade, religiosidade e relações amorosas para o bem ou para o mal”, explica Fênix. “Assim como no CD, também exponho e retifico minha sexualidade. Celebro minha religião ao homenagear o orixá que me deu minha voz, Iansã. E canto sobre minha necessidade de amar, ser amado e toda decepção e glória intrínsecas neste jogo da vida”, completa.

Com produção de Guilherme Kastrup (responsável pelos aclamados discos da Elza Soares, A mulher do fim do mundo e Deus é mulher) e Jaime Alem (que foi maestro de Maria Bethânia por mais de 30 anos), o CD Minha Boca não tem nome trouxe inéditas de Moreno Veloso, Pedro Luís, César Lacerda, Álvaro e Ivor Lancelotti, além de um lado B de Caetano Veloso, de Reginaldo Rossi e uma canção de Sergio Sampaio, Roda Morta com uma letra que parece ter sido escrita para esses dias: “O triste em tudo isso é isso tudo/A sordidez do conteúdo desses dias maquinais/E as máquinas cavando um poço fundo entre os braçais/eu mesmo e o mundo dos salões coloniais/Colônias de abutres colunáveis/Gaviões bem sociáveis vomitando entre os cristais”.

No palco, Fênix é acompanhado pela mesma banda que gravou o CD: Guilherme Kastrup, bateria, percussões e atmosphere, Jaime Alem, violões e guitarra, Alberto Continentino, baixo e baixo synth, e Dustan Galas, teclados, guitarra e synth. Um espetáculo assumidamente político, como faz questão de frisar o cantor: “O show aprofunda o pensamento de refletir e questionar sobre humanidade e o que de nobre nos motiva a seguir adiante. Entretanto, ao tocar de forma ácida no assunto político, tem um lado: o lado da democracia”.

SERVIÇO:

Show: João Fênix – “Minha Boca Não Tem Nome”

Local: Teatro Rival (Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia- RJ – Tel.: 2240-9796)

Data: 22 de janeiro de 2020, quarta
Horário: 19h30

Abertura da casa: 18h

Classificação: 18 anos

Preços: R$ 60,00 (inteira), R$ 40,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) e R$ 30,00 (estudante/idoso/professor da rede municipal/funcionário Petrobras e assinante O Globo)