PINOCCHIO, o Musical

A partir do dia 03 de novembro, as crianças têm mais uma opção de diversão no Rio de Janeiro. “PINOCCHIO, o Musical” inicia temporada, às 18h30, no Teatro Vannucci, no Shopping da Gávea, sempre aos sábados, domingos e feriados, até 16 de dezembro.

No elenco, as atrizes Silvia Bertelli, que interpreta o personagem principal, Pinocchio, Elisa Angélica, a fada, os atores Ronan Ribeiro, o Grilo Falante, Ismar Martins, o Gepetto, e João Honesto, o Luan Kazin.

Com roteiro adaptado de um dos maiores clássicos de todos os tempos, o espetáculo infantil “PINOCCHIO, o Musical” traz uma releitura contemporânea, que despertará o interesse das crianças pela abordagem de temas relacionados à educação, respeito, obediência aos pais, tudo de uma forma lúdica, bem humorada e emocionante. “Após uma extensa pesquisa, produzimos um musical com cenas e diálogos contemporâneos, além de reunir uma equipe comprometida com o objetivo da peça, trazendo muita diversão e uma experiência audiovisual incrível”, reforçam as diretoras e roteiristas, Ana Ferguson e Solange Bighetti.

No palco do teatro Vannucci, o público pode conferir um dos grandes diferenciais do espetáculo, que é o cenário virtual. “Como inovação no mercado de peças infantis, trouxemos toda a ambientação em projeção mapeada, trazendo realidade virtual e imagens animadas, desenvolvidas por Edu Salles, um dos profissionais mais renomados do mercado”, salienta o diretor Luiz Marcelo Legey.

Serviço:

Espetáculo – “PINOCCHIO, o Musical” 

Local: Teatro Vannucci

Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 52 – 3º piso – Shopping da Gávea

Informações: (21)2274-7246

Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia) – Vendas: Na bilheteria do Teatro (somente dinheiro) ou nos canais de vendas: www.tudus.com.br e www.clubinhodeofertas.com.br

Lotação: 400 lugares.

Temporada: de 03/11 a 16/12/2018 – Sábados, domingos e feriados – às 18h30.

Gênero: Infantil

Classificação etária: Livre

Duração: 50 minutos

FICHA TÉCNICA

Direção Geral: Ana Ferguson, Luiz Marcelo Legey e Solange Bighetti

Texto e Roteiro Adaptado: Ana Ferguson e Solange Bighetti

Direção de Produção: Ana Ferguson, Luiz Marcelo Legey e Solange Bighetti

Assessoria de Imprensa: Eliana Brito e Tania Figueira – Track Marketing

Concepção de imagens: Eduardo Salles

Preparação de elenco: Viviane Cataldi

Elenco:

·         Pinocchio – Silvia Bertelli

·         Gepetto – Ismar Martins

·         João Honesto – Luan Kazin

·         Grilo Falante – Ronan Ribeiro

·         Fada – Elisa Angélica

Realização e Produção: MDArtz Produções Artísticas e Zeus Produções 

“Romeu e Julieta” nos cinemas

Sucesso de público e crítica, o musical “Romeu e Julieta”, que conta com 25 canções do repertório de Marisa Monte,  será transmitido ao vivo para os cinemas de todo o país. Essa é a primeira vez no Brasil que um espetáculo teatral é exibido ao vivo nas telonas. O clássico de Shakespeare em versão inédita está atualmente em cartaz no Teatro Frei Caneca, de quinta a domingo.  No dia da última sessão paulista, 21 de outubro, às 19 horas, a montagem do romance mais conhecido da história será transmitida para os cinemas de mais de 15 cidades, como Belém, João Pessoa, Manaus, Natal, Uberlândia e outras que possuem uma maior dificuldade em receber espetáculos de grande porte. Espetáculo apresentado por Bradesco Seguros, tem patrocínio da LG Electronics – com sua linha LG OLED TV THINQ AI, inovadora graças à sua plataforma exclusiva de Inteligência Artificial – e apoio cultural da Riachuelo. Realização da Aventura Entretenimento, Leme Produções, Orange Group e Motion Produções Visuais.

A direção para as telonas é de Gustavo Garcia, irmão do diretor do espetáculo  Guilherme Leme Garcia.  A iniciativa faz parte do projeto exclusivo Cine Experience, que tem o objetivo de ampliar o acesso e a democratização a cultura, indo além do eixo Rio-São Paulo. Em novembro,  o musical entrará em turnê passando por quatro cidades: Florianópolis (Teatro Pedro Ivo), Porto Alegre (Teatro do SESI), Curitiba (Teatro Guaira) e Belo Horizonte (Teatro SESC Palladium). Os ingressos estão à venda nos sites Ingresso Rápido e Disk Ingressos, além das bilheterias dos cinemas.

 

Sobre o musical

Apresentado pelo Ministério da Cultura e Circuito Cultural Bradesco Seguros, o espetáculo é assinado pela Leme Produções Artísticas, em parceria com a Aventura Entretenimento, dos sócios Aniela Jordan, Fernando Campos, Luiz Calainho e Patrícia Telles. O musical conta com o patrocínio da Altas Schindler e Riachuelo e o apoio do BMA Advogados, do CNA e da Nissin.

A tragédia escrita entre 1591 e 1595, nos primórdios da carreira literária do inglês, conta a história de dois adolescentes apaixonados cuja morte acaba unindo suas famílias, outrora em pé de guerra. A obra é uma das mais levadas aos palcos do mundo inteiro e hoje o relacionamento dos protagonistas é considerado como o arquétipo do amor juvenil.

“Histórias de amor sempre têm um lado melancólico, triste, mas, como todos sabem, Romeu e Julieta é a mais bela história de amor que já existiu”, comenta o diretor. “Eu assisti uma montagem do Antunes Filho há 30 anos, em São Paulo, e desde então fiquei totalmente emocionado. Sempre quis falar de Shakespeare para os jovens e trazer essa galera nova para o teatro. O espetáculo é atemporal, mistura o texto de 1500 com a música dos anos 2000, além de um figurino e um cenário que circulam entre esses tempos”.

A equipe criativa do espetáculo conta ainda com craques como a cenógrafa Daniela Thomas, uma das responsáveis pela Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, e o estilista João Pimenta, que desfila suas criações na São Paulo Fashion Week. A atriz Vera Holtz assina como “colaboradora artística”, tendo participado da preparação do elenco, e a adaptação da obra e o roteiro musical são da dupla Gustavo Gasparani, vencedor do Prêmio Shell, e do dramaturgo Eduardo Rieche. O visagismo é de Fernando Torquatto, um dos maquiadores e fotógrafos mais requisitados do país, referência no assunto beleza.

A direção musical é do produtor Apollo Nove e a direção vocal de Jules Vandystadt. Renato Rocha, diretor de “Ayrton Senna, O Musical”, é o responsável em preparar os atores para as lutas de espadas que acontecem durante o espetáculo. Ele trabalhou durante um longo tempo com a “Royal Shakespeare Company”, uma das companhias de teatro mais importantes do Reino Unido.

O jovem e apaixonado casal é interpretado por Bárbara Sut (Rio Mais Brasil – O Nosso Musical) e Thiago Machado (Cazuza, Rent, Rocky Horror show, Cantando na Chuva). O elenco traz ainda nomes como Ícaro Silva (Rock in Rio – O Musical, Simonal, Elis, a Musical), no papel de Mercuccio, Lincoln Tornado (Elis, A Musical), como Teobaldo, Bruno Narchi (Rock in Rio – O Musical, Cazuza, Cinderella, Rent), interpretando Benvoglio, Stella Maria Rodrigues (Cristal Bacharat, Cazuza, Emilinha), como a carismática Ama, Claudio Galvan (Família Addams, Garota de Ipanema – O Amor É Bossa), o Frei, Kacau Gomes (Rock in Rio – O Musical, Beatles num céu de diamantes, O médico e o monstro, Les Misérables) e Marcello Escorel (A Grande Viagem do Doutor Tchecov, Cheiro de Chuva, Vaidades e Tolices).

É uma personagem que já não imaginava fazer. Teve uma peça na escola que me colocaram para fazer a Ama. Todas as meninas fizeram a Julieta, mas eu era muito alta. Teoricamente eu também não tenho o perfil do que se espera de Julieta, né? Itália medieval, uma Julieta negra? Por isso também me sinto muito honrada de ter essa oportunidade, é um papel que eu pensava ser meio inacessível para mim”, confessa Bárbara. 

 

Já conhecido de musicais como “Cantando na chuva”, Thiago comenta sua primeira vez ao interpretar um texto de Shakespeare: “Eu acho que todo ator não só almeja, mas tem que viver pelo menos uma vez o teatro Shakespeariano. E contar a história do Romeu com a Julieta, que é a maior história de amor que tem, ainda mais na linguagem do teatro musical, está sendo uma aventura muito grande!”.

Para Guilherme Leme Garcia a escolha do repertório veio com naturalidade. “Quando comecei a pensar no espetáculo ele não era nem musical, na verdade. Mas, toda vez que eu ouvia Marisa, eu pensava ‘Nossa, essa canção ficaria tão linda nessa cena’. Quando o Gustavo Gasparani, que entrou para fazer o processo de criação, propôs que o espetáculo fosse inteiro com músicas da Marisa, topei na hora!”

“Sou muito próximo da Marisa e o meu universo se aproxima muito do dela”, comenta Gasparani. A ideia teve o aval de Aniela Jordan: “As canções casam como se tivessem sido escritas para a peça”, completa.

“Romeu e Julieta” é a vigésima quinta produção da Aventura Entretenimento e marca os 10 anos de estrada da empresa.

Sobre a Leme Produções Artísticas

A Leme Produções Artísticas está no mercado há mais de vinte anos. Nesse período, muitos projetos passaram pela produtora. Levaram mais de 300 mil espectadores ao teatro e recebram diversas premiações, como Prêmio Shell de Teatro e Prêmio Arte Qualidade Brasil SP. Guilherme Leme Garcia, fundador da Leme Produções Artísticas, tem mais de 30 anos de carreira no teatro, televisão e cinema. No início da sua trajetória, ajudou a fundar a Companhia de Teatro São Paulo Brasil e participou de vários festivas no país e no exterior. Nos palcos, além de atuar, Leme dirigiu e produziu diversos espetáculos, como Decadência, Eduardo II, Felizes da Vida, Os Sem Vergonhas, Boeing Boeing, Uma Relação Pornográfica, Trágica.3, entre outros. Em 2004, fez a sua primeira direção teatral e desde lá, mais de 15 produções contaram com o seu trabalho de diretor. No cinema, no longa “Anjos da Noite”, ganhou o prêmio de melhor ator revelação no Festival de Gramado e como ator já participou de mais 30 produções.

Sobre a Aventura Entretenimento

Produtora de grandes sucessos musicais, a Aventura Entretenimento está há 10 anos no mercado, investindo no crescimento e na modernização do setor. Neste período, os espetáculos criados no país ampliaram sua estrutura, ganharam espaço no mercado e poder de atração entre espectadores e investidores. A empresa dos sócios Aniela Jordan, Fernando Campos, Luiz Calainho e Patrícia Telles é responsável por grandes sucessos como Elis, A musical, Chacrinha, o musical, Sambra, Bem Sertanejo, Um Violinista no Telhado, Hair, A Noviça Rebelde, Sete – O musical, O Mágico de Oz, Rock in Rio – O Musical, entre outros, levando mais de 4 milhões de pessoas aos espetáculos. Em agosto de 2016, a Aventura inaugurou o Teatro Riachuelo Rio.

Circuito Cultural Bradesco Seguros

Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros com a conquista da longevidade com qualidade de vida, considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas.

Dentre as atrações realizadas recentemente, destacam-se os musicais “Bibi – uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “60 – Década de Arromba”, “Cinderella”, “Chacrinha, O Musical”, “Elis – A Musical”, “A Família Addams”, “O Rei Leão” e “Wicked”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais”, “Ballet Zorba, O Grego” e a exposição inaugural da Japan House, “Bambu – histórias de um Japão”.

Para conhecer o calendário 2018 do Circuito Cultural Bradesco Seguros, acesse www.bradescoseguros.com.br, clique na opção “Outros Portais” e “Circuito Cultural”.

 

Ficha Técnica

Concepção e direção: Guilherme Leme Garcia

Adaptação e roteiro musical: Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche

Colaboração artística: Vera Holtz

Direção musical: Apollo Nove

Direção Vocal, Arranjos Vocais e Arranjos Adicionais: Jules Vandystadt

Direção de movimento e Coreografia: Toni Rodrigues

Esgrima: Renato Rocha

Cenário: Daniela Thomas

Figurino: João Pimenta

Visagismo: Fernando Torquatto

Desenho de luz: Monique Gardenberg e Adriana Ortiz

Desenho de som: Carlos Esteves

Produção de elenco: Marcela Altberg

Elenco: Bárbara Sut (Julieta), Thiago Machado (Romeu), Ícaro Silva (Mercuccio), Stella Maria Rodrigues (Ama), Claudio Galvan (Frei Lourenço), Kacau Gomes (Sra. Capuleto), Marcello Escorel (Sr. Capuleto), Lincoln Tornado (Teobaldo), Bruno Narchi (Benvólio), Neusa Romano, Max Grácio, Kadu Veiga, Diego Luri, Saulo Segreto, Daniel Haidar, Gabriel Vicente, Jorge Neto, Lara Suleiman, Laura Carolinah, Luci Salutes, Marcelo Ferrari, Thiago Lemmos, Gabi Porto, Santiago Villalba, Juliana Gama

SERVIÇO CINEMAS

 

Data: 21 de outubro (domingo)

Horário: 19 horas

Salas:

Cinepolis Boulevard Belém – Belém (PA)// 1 sala

Cinepolis Pátio Batel – Curtiba (PR)// 8 salas

Cinepolis Rio Mar Fortaleza – Fortaleza (CE)// 10 salas

Cinepolis Manaíra Shopping – João Pessoa (PB)// 8 salas

Cinepolis Millennium – Manaus (AM)// 6 salas

Cinepolis Natal Shopping – Natal (RN)// 3 salas

Cinepolis Santa Ursula – Ribeirão Preto (SP)// 2 salas

Cinepolis Horto Bela Vista – Salvador (BA)// 8 salas

Cinepolis São Luis Shopping – São Luis (MA)// 4 salas

Cinepolis Rio Poty – Teresina (PI)// 5 salas

Cinepolis Iguateni Alphaville – Barueri (SP)// 1 sala

Cinepolis Judiaí Shopping – Judiaí (SP)// 7 salas

Cinepolis Marília Shopping – Marília (SP)// 4 salas

Cinepolis Iguatemi São José do Rio Preto – São José do Rio Preto (SP)// 5 salas

Cinepolis Uberlândia – Uberlândia (MG)// 10 salas

Cinepolis Nações Bauru – Bauru (SP)// 5 salas

Cinepolis Iguatemi Esplanada – Sorocaba (SP)// 6 salas

 

SERVIÇO TURNÊ

Florianópolis

Datas: 3 e 4/11

Local: Teatro Pedro Ivo

Endereço: Rodovia SC 401, Km 15, n° 4600, Saco Grande – Saco Grande, Florianópolis – SC

Ticketeira: Disk Ingressos

 

POA

Datas: 10 e 11/11

Local: Teatro do SESI

Endereço: Av. Assis Brasil, 8787 – Sarandi, Porto Alegre – RS

Ticketeira: Ingresso Rápido

 

Curitiba

Datas: 16 e 17/11

Local: Teatro Guaira

Endereço: Rua XV de Novembro, 971 – Centro, Curitiba – PR

Ticketeira: Disk Ingresso

 

BH

Datas: 01 e 02/12

Local: Teatro SESC Palladium

Endereço: Av. Augusto de Lima, 420 – Centro, Belo Horizonte – MG

Ticketeira: Ingresso rápido

‘Tropicalinha – Caetano e Gil para crianças’, de 12 a 14/10 no Morro da Urca

Com objetivo de homenagear e preservar a memória de grandes nomes da música popular brasileira, o premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela Entre Entretenimento, apresenta seu quarto espetáculo: ‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’. Depois de duas temporadas com casa cheia e elogios de público e crítica,  a peça chega ao Anfiteatro do Morro da Urca para três apresentações: dias 12, 13 e 14 de outubro. Com texto de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Guilherme Borges, o musical infantil presta homenagem aos baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil, dois ícones do movimento tropicalista e da música mundial, em uma história que enaltece a amizade e desperta o sentimento de responsabilidade social.

Depois de ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’, ‘O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças’ e ‘Bituca – Milton Nascimento para Crianças’, o projeto reúne, pela primeira vez, dois artistas em um mesmo musical. O espetáculo é apresentado pela Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Companhia Caminho Aéreo do Pão de Açúcar, Atlântida Administradora de Imóveis e Logimex, através da Lei do ISS.

“Em Tropicalinha, mostramos como a amizade e parceria profissional entre dois músicos deu origem à criação de um movimento cultural que influenciou e influencia até hoje as mais diversas manifestações artísticas”, explica o autor Pedro Henrique Lopes, sócio da Entre Entretenimento ao lado de Diego Morais. “Dos espetáculos, este é o que mais brinca com as possibilidades teatrais. No sentido de conseguir subverter o enredo em tramas lúdicas, personagens mais fantásticos, exagerados, tudo no tom descontraído, fazendo um paralelo com algumas manifestações artísticas do período da Tropicália”, acrescenta Diego, lembrando que o disco ‘Tropicalia ou Panis et Circencis’, lançado em 1968 como um manifesto musical do movimento, completa cinco décadas este ano.

O espetáculo conta a história do Reino de Pindorama, governado por uma rainha autoritária (Martina Blink), que toma o poder e baixa decretos proibindo a música e as cores no lugar. Dois amigos, Cae (Pedro Henrique Lopes) e Gil (Orlando Caldeira), se unem para trazer sons e cores de volta ao reino, em alusão ao movimento tropicalista. Também estão no elenco, Flora Menezes (Pobo), Hamilton Dias (Lindoneia) e Rafael de Castro (Juca). O musical não é biográfico, mas é inspirado em momentos vividos por Caetano Veloso e Gilberto Gil na juventude. No repertório, estão 43 músicas (completas e/ou trechos) compostas por eles individualmente ou em parceria, entre elas TropicáliaForça estranhaAlegria, alegria,Vamos fugirAndar com féDivino MaravilhosoExpresso 2222 Você é linda.

“A partir de uma história divertida que se passa num reino fictício, falamos de como é importante o compromisso com a comunidade e da nossa participação na luta pelos direitos de um povo”, observa Diego Morais. “O repertório e bem vasto porque os dois artistas compuseram, cada um, mais de 600 músicas, e quisemos reunir músicas das mais diversas fases da carreira dos dois”, completa.

Grandes Músicos para Pequenos

 

Tropicalinha – Caetano e Gil para crianças é o quarto espetáculo do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, que nasceu em 2013 com o musicalLuiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças. Depois, vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ –  Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes) – e Bituca – Milton Nascimento para crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino). As três peças juntas já foram vistas por mais de 150 mil espectadores. O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

 

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social.

Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

Tijolinho e serviço:

12/10 a 14/10

Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças. Musical Infantil. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Guilherme Borges. Com Pedro Henrique Lopes, Orlando Caldeira, Martina Blink, Rafael de Castro, Flora Menezes e Hamilton Dias. Dois amigos se unem para destronar uma rainha autoritária que proibiu a música no reino onde vivem. (55 min). Anfiteatro Morro da Urca. Avenida Pasteur, 520 – Urca – Rio de Janeiro – RJ. Tel.: (21) 2546-8433. Sexta a dom., às 11h. R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia). A viagem de Bondinho até o Morro da Urca está incluída no ingresso. Livre. Capacidade: 500 pessoas.

Ficha técnica:

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Guilherme Borges

Texto: Pedro Henrique Lopes

Elenco: Pedro Henrique Lopes, Orlando Caldeira, Martina Blink, Rafael de Castro, Flora Menezes e Hamilton Dias.

Cenário e figurinos: Clívia Cohen

Iluminação: Tiago e Fernanda Mantovani

Visagismo: Vitor Martinez

Produção e realização: Entre Entretenimento

“Alice, O Musical” em SP

O espetáculo ALICE O MUSICAL retorna aos palcos de São Paulo no dia 13 de outubro, no Teatro Porto Seguro, com sessões aos sábados e domingos, às 15h, até o dia 28 de outubro.

Nesta história a famosa garotinha em busca de um coelho branco, perdida em um mundo de fantasias e cheio de personagens inusitados, vem com uma nova essência e interpretação. Alice está crescida!

Em seu quarto ela está entediada e resolve se divertir lendo um livro. Quando de repente, a história ganha vida e a velha estante da família deixa escapar fantásticas criaturas que transformam seu quarto no verdadeiro País das Maravilhas. Entre os questionamentos da puberdade e os anseios de envelhecer para ser “dona de seu próprio nariz”, ela passa a viver grandes aventuras ao lado do Chapeleiro Maluco, o Gato Sorridente e a Rainha de Copas.

O espetáculo apresenta efeitos especiais que vão desde a criação de uma Alice gigante em cena, até o surgimento de um gato brilhante na mesma proporção; números musicais (interpretados ao vivo) contam ainda com coreografias acrobáticas, além da manipulação de bonecos, como a Lagarta fumante (que, na versão, aparece apenas com uma tosse intensa e problemas de memória) e um papagaio e um urubu, feitos a base de guarda-chuvas.

O texto foi adaptado de modo que toda a família possa compreender e se divertir sem limites!

SERVIÇO

 

ALICE – O MUSICAL

Direção geral: Max Oliveira

Direção residente e letras: Fernando Marianno

Elenco: Natália Foschini, Adriano Tunes, Márcio Godoy e Thiago Sak

 

Gênero: Infantil

Duração: 60min

Classificação: livre

 

Temporada: de 13 a 28 de outubro, Sábados e Domingos, às 15h.

Ingressos:

Plateia: R$ 60,00 | R$ 30,00 (meia-entrada)
Balcão: R$ 50,00 | R$ 25,00 (meia-entrada)
Frisas: R$ 50,00 | R$ 25,00 (meia-entrada)

 

Pela Internet: https://www.tudus.com.br/evento/teatro-porto-seguro-alice–o-musical

Bilheteria: terça a sábado, das 13h às 21h

Domingo: das 12h às 19h

Informações: 11. 3226.7300

 

Teatro Porto Seguro – 496 lugares

Alameda Barão de Piracicaba, 740

Campos Elíseos

Ficha Técnica

Direção geral: Max Oliveira

Direção residente e letras: Fernando Marianno

Elenco: Natália Foschini, Adriano Tunes, Márcio Godoy e Thiago Sak

Operador de Som: Clauber Fonseca

Operador de Luz; Isaias Neri

Composição musical e arranjos: Elton Towersey

Trilha sonora: Guilherme Góes

Voz em off: Paula Capovilla (mãe) e Claudio Galvan (gato)

Figurinos: Jota Produções

Execução de Cenografia: Gabriel Gombossy

Produção Executiva: Andrea de Lara

Assistente de Produção: Cissa Moreira

Redes Sociais: Rodrigo Albuquerque

Coordenador de Produção: Jardel Romão

Produção geral: Voir Produções e Despertar Produções

Realização: Voir Produções, Despertar Produções e Terence Entretenimento

“O Amor em Jogo” na Gávea

O Teatro dos Quatro, na Gávea (RJ), vai se transformar em um grande tabuleiro. Isso porque estreia no dia 18 de setembro “O Jogo da Vida”, primeira produção da Arina Entretenimento. O musical, inspirado no famoso jogo, traz seis atores que dão vida a personagens inéditos, em colaboração coletiva com a direção e a plateia, com texto e música autoral.

– Como o próprio título propõe, o musical fala sobre a vida e seus acontecimentos inesperados, o futuro sob controle do acaso. Livremente inspirado no clássico “Jogo da vida” e em outros jogos de tabuleiro, as cenas são definidas ora por integrantes da plateia, ora por um dado jogado em cena pelos próprios atores – diz Tauã Delmiro, diretor, compositor e dramaturgista do espetáculo.

Essa interação junto ao público e os atores tem uma explicação, a premissa da Arina Entretenimento é que o telespectador faça parte do espetáculo de forma mais participativa.

– Queremos trazer projetos inovadores, arte e conteúdo, com produtos autorais e de qualidade para o mercado carioca – diz Kau Swaelen, uma das idealizadoras e fundadora da ARINA.

Além da direção e das composições das canções, de Tauã, conhecido por seu trabalho em “O Edredom” e no premiado “Nome do espetáculo”, a peça tem direção musical de Rafael Sant’anna (“Sweeney Todd”, “Matilda” e “60 doc. Musical”) e orientação artística de João Fonseca (“Tim Maia”, “Minha mãe é uma peça” e “Bilac vê estrelas”).

– O espetáculo se propõe a fazer uma busca por uma reflexão de como a sociedade entende e percebe a felicidade e o sucesso, e a relação destes com dinheiro, casamento, filhos, etc – completa Karina Swaelen, uma das atrizes e produtora do musical.

“O Jogo da Vida” fica em cartaz de 18 de setembro até 31 de outubro no Teatro dos Quatro com sessões nas terças e quartas às 20h.

O Jogo da Vida

Teatro dos 4 – Shopping da Gávea

Ingresso: R$ 60,00 Inteira e R$ 30,00 Meia

Temporada: 18/09 a 31/10

Terças e Quartas

Horário: 20 h

Tempo: 70 minutos

Classificação: 12 anos

Ficha Técnica: 

Diretor, compositor e dramaturgista: Tauã Delmiro

Direção Musical: Rafael Sant’anna

Orientação Artística: João Fonseca

Elenco: Hamilton Dias, Kau Swaelen, Saulo Segreto, Tecca Ferreira, Thainá Gallo, Luiz Filipe Carvalho

Texto colaborativo: Hamilton Dias, Kau Swaelen, Marina Mota, Saulo Segreto, Tecca Ferreira, Thainá Gallo, Luiz Filipe Carvalho

Produtoras: Kau Swaelen e Gabriela Tavares

Cenário: Mariane Simão

Figurino: Renan Mattos

Design de som: 220 Decibeis

Design de Arte: Kau Swaelen e Saulo Segreto

Fotos: Julia Assis Fotografia

Assessoria de imprensa: MercadoCom/Ribamar Filho

Realização: ARINA Entretenimento

Sonho de Uma Noite de Verão

Após sucesso no Teatro Riachuelo, o espetáculo “Sonho de Uma Noite de Verão”, estreia curta temporada dia 20 de setembro, no Serrador. A peça, realizada pelo Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical (CEFTEM), é uma adaptação inédita da clássica comédia de Shakespeare, com músicas originais.

O musical tem direção de João Fonseca, direção musical de Tony Lucchesi e direção de movimento de Bella Mac, e ficará em cartaz de 20 a 29 de setembro, de quinta a sábado, às 19h30.

Sinopse: Às vésperas do casamento do Duque de Atenas, um casal de apaixonados (Hérmia e Lisandro) adentra a mata para tentar escapar de um destino terrível. Também entram Demétrio, apaixonado por Hérmia, e Helena, apaixonada por Demétrio. O caos está instalado na floresta por causa de uma disputa ciumenta entre os deuses Titãnia e Oberon, que não conseguem controlar os espíritos da floresta, e seu líder, Puck. Feitiços são lançados e os jovens apaixonados acabam se encantando pelas pessoas erradas, numa noite de perseguições amorosas confusas e cansativas. Nesta mesma floresta, uma trupe de atores amadores ensaia uma lamentável comédia de muito mal gosto para apresentar no casório que se dará em breve. Um deles é arrastado para o caos dos feitiços, quando é transformado em burro por Puck, e capturado pela rainha das fadas, que se apaixona profundamente por suas orelhas peludas. Em uma noite que mais parece um sonho, o amor é feitiço e todos vivem experiências misteriosas e memoráveis.

Sonho de uma Noite de Verão – O Musical

Temporada: de 20 a 29 de setembro

De quinta a sábado

Horário: 19h30

Teatro Serrador – Cinelândia (Rio de Janeiro/RJ)

Duração: 120 minutos

Classificação: 12 anos

Valor: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia-entrada)

Teatro Serrador

R. Sen. Dantas, 13 – Centro, Rio de Janeiro – RJ

Tel: (21) 2220-5033

Lotação: 276 lugares

Elenco:

Alina Cunha – Hérmia/Fada

Anderson Rosa – Egeu/Quina/Fada

Caio Lisboa – Lisandro/Sanfona

Carol Groetaers – Hérmia/Fada

Clara Equi – Hipólita/Titânia/Fada

Gabriel Lara – Puck

Hamilton Dias – Teseu/Oberon

Julia de Aquino – Helena/Justine

Luiz Filipe Carvalho – Puck

Maria Clara Cristóvão – Helena/Justine

Mateus Penna Firme – Demétrio/Sanfona

Milene Cauzin – Hipólita/Titânia/Fada

Rhuan Santos – Lisandro/Bicudo

Sidarta Senna – Demétrio/Bicudo

Vitor Louzada – Bobina

Ficha Técnica:

Realização: CEFTEM

Direção: João Fonseca

Assistência de Direção: Lyv Ziese e Luiz Filipe Carvalho

Direção Musical e Músicas Originais: Tony Lucchesi

Assistência de Direção Musical: Flávio Moraes

Direção de Movimento: Bella Mac

Assessoria de imprensa: MercadoCom

Frida, Frida, Frida

A artista Frida Kahlo serve como base para o novo musical da ARINA Entretenimento, “Frida, Frida, Frida”, que estreia dia 29 de setembro no Teatro XP Investimentos (RJ). Em cena, seis atores (três crianças e três adultos) dão vida a personagens inéditos, com texto e música autorais.

A intenção do musical é colocar o público infanto-juvenil em contato com o universo da artista. São três esquetes, interpretadas por três crianças, que, com diferentes pontos de vista, apresentam as cores e a ludicidade da obra da pintora mexicana e abordam questões sobre diversidade e superação.

– O espetáculo nasce da necessidade de abordar no teatro temas que afetam as crianças atualmente e que não são habitualmente discutidos no seu cotidiano. A peça procura apresentar uma história real, de uma heroína real, ampliando assim o horizonte da criança e a relação com seus ideais – diz Kau Swaelen, uma das idealizadoras e fundadora da ARINA.

A peça tem texto e composição das canções de Tauã Delmiro, reconhecido por seu trabalho em “O edredom” e recém-premiado no Prêmio do Humor na categoria Especial e Melhor espetáculo pela direção de “O nome do espetáculo”. A direção é dividida por Fabiana Tolentino (“Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812” e “Bibi, o musical”), Erika Affonso (“60! Doc. Musical”, “Mister Brau”, “Cia Encanto” e “Cordel do Amor sem Fim”) e Gustavo Klein (Os Produtores, Avenida Q, Matilda). A direção musical é de Maíra Garrido (“Eu Quase Morri Afogada Várias Vezes”), bacharel em canto pela UNIRIO com experiência em diversos corais e musicais.

“Frida, Frida, Frida” fica em cartaz até dia 4 de novembro no Teatro XP Investimentos, Leblon (RJ), com sessões aos sábados e domingos, às 16h.

Frida, Frida, Frida 

Teatro XP Investimentos

Av. Bartolomeu Mitre, 1.110 – Leblon (Jockey Club do Rio de Janeiro), Rio de Janeiro, RJ

Valor: R$ 60,00 Inteira / R$ 30,00 Meia
Temporada: 29/09 a 04/11

Sessões aos sábados e domingos, às 16h

Duração: 50 minutos

Classificação: Livre

Ficha Técnica: 

Texto e compositor: Tauã Delmiro

Direção: Fabi Tolentino, Erika Affonso e Gustavo Klein

Direção Musical: Maíra Garrido

Elenco: Laura Rabello, JF Barreiro, Manu Oliveira, Déborah Cecília, Kau Swaelen e Mateus Penna Firme

Participação especial em vídeo: Marisa Orth

Figurino: Maria Penna Firme

Som: Rodrigo Oliveira – 220 Decibeis

Cenário: Mariane Simão e Carol Santana

Luz: Adriana Ortis

Produtoras: Kau Swaelen e Gabriela Tavares

Produção Executiva: Marcela Rosario

Assessoria de Imprensa: MercadoCom / Ribamar Filho

Produção: ARINA Entretenimento

Gonzaguinha: O Eterno Aprendiz – O Musical

O espetáculo ‘GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ – O Musical’, uma versão poética da vida e da obra do cantor e compositor Gonzaguinha, estará em cartaz no Teatro João Caetano, do dia 07 a 30 de setembro, as sextas e sábados 19h e domingo 18h.

 ‘GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ – O Musical’ retorna ao Rio, depois de grande sucesso na Sala  Municipal Baden Powell (em Copacabana), e em temporadas em Salvador (Teatro Jorge Amado), São Paulo (Teatro Brigadeiro, Eva Wilma e BTC), Belo Horizonte (Teatro Alterosa), São Luís do Maranhão (Teatro Arthur Azevedo), Brasília (Teatro Ulisses Guimarães), Fortaleza (Teatro do Shopping Via Sul) e Manaus (Teatro Manauara).

‘GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ – O MUSICAL’ contana a história de um dos maiores compositores e intérpretes brasileiros, em uma obra que reúne artes cênicas e música.

Com o intuito de preservar a memória desse ícone da MPB, o espetáculo apresenta passagens da vida do artista que iniciou sua trajetória na década de 60 em meio aos tropeços da ditadura militar e seguiu cantando seus amores e anseios pela vida.

No palco, nove artistas – um ator, três cantores e cinco instrumentistas – em uma banda, fazem brilhar ainda mais a obra de Gonzaguinha que deixou um legado de músicas belíssimas e letras inteligentes que marcam gerações, inclusive através de grandes intérpretes como Maria Bethânia, Elis Regina, Simone, Fagner e muitos outros.

Dezesseis músicas que misturam xote, samba, baião e a música romântica do poeta do povo são apresentadas nesse musical cheio de emoção que leva o público a sentir de novo o que só as letras especiais de Gonzaguinha conseguem fazer.

Intercalada à dramaturgia, são interpretadas as seguintes canções durante o show. Todas assinadas pelo homenageado, Gonzaguinha: “Explode Coração”, “Recado”, “Começaria Tudo Outra Vez”, “Moleque”, “Sangrando”, “O Que é o Que é?”, “Ponto de Interrogação”, “Eu Apenas Queria Que Você Soubesse”, “Com a Perna no Mundo”, “Grito de Alerta”, “De Volta ao Começo”, “Palavras”, “É”, “Diga Lá, Coração”, “Espere por Mim, Morena” e “Vamos a Luta” são algumas canções que são apresentadas durante o show.

GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ –O MUSICAL.

Concepção do espetáculo: Dr Kleber Lincoln e Maestro Amaury Vieira.

Texto: Gildes Bezerra.

aor: Rogério Silvestre.

Diretor Musical: Rafael Toledo.

Diretor Teatral: Breno Carvalho.

Guitarra, violão e voz: Rafael Toledo.

Bateria: Alcione Ziolkowski.

Baixo: Júlio Melo.

Teclado: Omar Fontes.

Sax, flauta e cavaquinho: Buga Júnior.

Cantores: Bruna Moraes, Paulo Tiso (Tutuca) e Nathallie Alvin.

Produção, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo

Teatro João Caetano (Praça Tiradentes – Centro – Tel. 21- 2332-9257).

De 07 a 30 de Setembro 2018

Sextas e Sábados 19h e Domingos 18h

Preço dos ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos e assinantes de O Globo)

Tempo de duração: 80 minutos

Limite: 14 Anos

600 lugares

Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro

Estreia no dia 14 de Setembro às 19 horas, no Teatro Carlos Gomes, o espetáculo “Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro”.

Idealizado pelo ator e produtor Jô Santana, o espetáculo faz parte do projeto Trilogia do Samba, com a montagem de três espetáculos musicais que retratem a vida e obra de expoentes da cultura nacional, “Cartola – O Mundo é um Moinho”, visto por mais de 100 mil pessoas, “Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro” e “Alcione – Eu sou a Marrom”.

No espetáculo, a história de Dona Ivone Lara será contada em dois atos que misturam três tempos diferentes, sem ordem cronológica, surgindo em cena com três idades, aos 12 anos, aos 26, e aos 80, épocas que marcaram sua vida, e explicam quem ela foi verdadeiramente. Iniciamos nossa trajetória pelas lembranças da adolescência, quando Ivone viveu como interna no Colégio Orsina da Fonseca, passando pela a vida adulta quando ela se casa com Oscar Costa, filho de uma família tradicional da Serrinha, até atingir a maturidade já consagrada como artista.

Muitas figuras conhecidas do samba brasileiro fazem parte da história da Dona Ivone e estarão representados no espetáculo. Seus parceiros musicais Silas de Oliveira e Délcio Carvalho, cantores que defenderam suas composições: Elizeth Cardoso, Maria Bethânia, Clementina de Jesus, Roberto Ribeiro, Gal Costa, e muitos outros.

Na fase menina Dona Ivone Lara será interpretada pela atriz Dandara Mariana, que também viverá Gal Costa e Emerentina, a atriz Heloisa Jorge assumirá o papel na fase adulta e também vive as cantoras Elizeth Cardoso e Maria Bethânia e já na fase madura a atriz Fernanda Jacob interpretará sua era de ouro, quando Dona Ivone chega os palcos e se consagra como a grande dama do samba. O espetáculo conta também com as participações da atriz Isabel Filardes interpretando os papéis de Zaíra de Oliveira e Maria de Lourdes da Silva; André Lara, neto de Dona Ivone, interpretando Rildo Hora e Mauro; Nara Couto em Clementina de Jesus; Larissa Noel dando vida a Criola e Elza Soares; Guilherme silva fazendo João da Silva Lara (filho de Dona Ivone) e Délcio Carvalho (parceiro de várias canções); Diego Lopes dando vida a Fuleiro (primo que presenteou Dona Ivone com o pássaro que inspirou a música Tiê); Fernanda Cascardo e Olivia Torres interpretam a Drª Nise da Silveira, e grande elenco.

Com idealização de Jô Santana, pesquisa de Nilcemar Nogueira e Desirée Reis, Direção e Dramaturgia de Elísio Lopes Jr., Direção Coreográfica de Zebrinha, Direção Musical de Rildo Hora, Codireção Musical Jarbas Bittencourt, “Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro” é um espetáculo com samba no pé, poesia na garganta e a linda história de uma heroína brasileira. Uma mulher que foi no miudinho, e encontrou o seu lugar na música popular brasileira, foi guerreira mais nunca deixou de ser uma dama.

O espetáculo é patrocinado pelo Banco Itaú, Rede e Renner.

ELENCO

ANDRÉ LARA- Mauro/ Rildo Hora

ANDRE MUATO- Mano Décio/ Dr. Niemeyer

BRUNO QUIXOTTE- Bacalhau

CESAR MELLO- Oscar Costa / Roberto Ribeiro

DANDARA MARIANA – Ivone Menina/ Gal Costa/ Emerentina

DIOGO LOPES- Fuleiro

JEFF PEREIRA – Alfredo Lara da Costa/ Aniceto

FELIPE ADETOKUNBO- Mokorongo

FERNANDA JACOB- Ivone Madura

FERNANDA CASCARDO- Nise da Silveira/ Manoela/ Dona Paula

FELIPE GOMES MOREIRA- Ribamar/ Elói Antero Dias/Sargenteli/ Bruno

FRANCISCO SALGADO- Alfredo Costa/Locutor da Rádi

FLAVIA SOUZA- Tia Tereza

GUILHERME SILVA- João da Silva Lara/ Délcio Carvalho

HELOISA JORGE – Ivone Adulta/ Elizeth Cardoso/ Maria Bethânia

HUGO GERMANO- Silas de Oliveira

ISABEL FILARDIS- Zaíra de Oliveira/ Maria de Lourdes da Silva

LUCAS LETO- Molequinho/ Odir Lara da Costa

LARISSA NOEL- Criola / Elza

MATHEUS PAIVA- Xerife/ Adelzon/ Sergio Cabral

NARA COUTO- Clementina de Jesus

OLIVIA TORRES- Nise da Silveira/ Catarina / Rosinha de Valença

ROSE LIMA- Pitel / Eulália

SYLVIA NAZARÉ- Dona Iaiá/ Elenice/ Coach de Elizeth Cardoso

CURIOSIDADES

Dona Ivone Lara também teve trabalhos como atriz, com participação em filmes, e foi a Tia Nastácia em especiais do programa Sítio do Pica-Pau Amarelo.

1977 – Filme A Força de Xangô, interpretando Zulmira de Iansã

1982 – Especial Sítio do Pica-Pau Amarelo, interpretando Tia Nastácia

Ao longo de toda sua carreira musical Dona Ivone Lara lançou 15 CDs e 2 DVDS:

Suas músicas foram gravadas por grandes nomes da nossa MPB, entre os intérpretes que gravaram suas composições destacam-se Clara Nunes, Roberto Ribeiro, Maria Bethânia, Gal Costa, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Paula Toller, Paulinho da Viola, Beth Carvalho, Mariene de Castro, Roberta Sá, Marisa Monte e Dorina. Uma de suas composições mais conhecidas, em parceria com Délcio Carvalho, foi Sonho Meu, sucesso na voz de Maria Bethânia e Gal Costa em 1978, cujo álbum ultrapassou um milhão de cópias vendidas

No ano de 2012, foi homenageada pelo Império Serrano, no grupo de acesso, com o enredo Dona Ivone Lara: O enredo do meu samba. Em 2010 foi a homenageada na 21.ª edição do Prêmio da Música Brasileira. Em dezembro de 2014 foi a homenageada na 19.ª edição do Trem do Samba. Em 2015, entrou para a lista das Dez Grandes Mulheres que Marcaram a História do Rio.

SERVIÇO

Local: Teatro Carlos Gomes

Estréia: 14 de setembro

Temporada: 14 de setembro até o dia 25 de novembro

Horário: Sextas e Sábados, às 19h – Domingos, às 17h

Classificação indicativa: 12 anos

Ingressos a partir de R$ 40,00(balcão) e R$ 80,00(plateia)

Vendas online: ticketmais.com.br

“Godspell” no Cesgranrio

Após sucesso no Serrador, o espetáculo Godspell faz temporada no teatro Cesgranrio a partir de 7 de agosto. De autoria de John-Michael Tebelak, direção de João Fonseca, direção musical de Tony Lucchesi e coreografia de Victor Maia, a nova temporada fica até dia 29 de agosto, com sessões às terças e quartas sempre às 20h.

Após seu lançamento, nos anos 70, o musical virou imediatamente o emblema de toda uma geração e um clássico da Broadway ao subverter a estética e a narrativa comumente associada a figura de Jesus. Não buscava desvirtuá-lo, mas sim aproximando a essência de sua mensagem à realidade de todos nós através de canções pop-rock que se tornaram clássicos do teatro musical e da música mundial. Mas isso foi em 1970 nos Estados Unidos da América – e agora?

– O amor em primeiro lugar, é isso que Godspell quer nos mostrar. E esse discurso se faz muito atual, já que vivemos em tempos tão difíceis e decisivos, onde constantemente somos levados à guerrear com nossos pares – literalmente e metaforicamente – o nosso espetáculo e a nossa companhia viu necessária à nossa volta aos palcos para levar essa mensagem sobre amizade, lealdade e amor – diz Lyv Ziese, do elenco da peça.

A peça já havia ganhado releitura de João Fonseca em 2015, que na época decidiu juntar um grupo de jovens atores para montar o musical usando elementos da cultura popular brasileira e a linguagem jovem atual, ele revisitava por completo a obra e propunha uma versão inédita e genuinamente brasileira do clássico da Broadway. Porém a nova remontagem do diretor promete algumas novidades!

– As parábolas, as canções e as cenas divertidas de Godspell traçam o caminho de cada integrante do grupo para compreender a filosofia do “bem viver”, proposta no Evangelho de São Matheus, como um caminho para transformar o processo caótico que rege as relações humanas na sociedade atual. Dito isso, longe de ser veículo de uma mensagem religiosa, Godspell é engraçada, emocionante, jovem, popular, acessível e resgata a essência da mensagem do evangelho: a tolerância e o amor – complementa Caio Loki, responsável pela designer de arte e figurino.

Godspell

Gênero: Musical

Temporada: de 7 a 29 de agosto

Dias: Terças e quartas

Horário: 20h

Classificação: livre

Duração: 120 minutos

Valor: R$ 40,00 (inteira), R$20,00 (meia)

Teatro Cesgranrio

Rua Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido – Rio de Janeiro

Ficha Técnica

Elenco: Alain Catein, Bernardo Dugin, Carol Botelho, Deborah Marins, Diana Cataldo, Erick de Luca, Gabi Porto, Giovanna Rangel, Joana Mendes, João Telles, Leo Bahia, Lyv Ziese, Oscar Fabião, Raphael Rossatto, Ugo Cappelli e Vinicius Teixeira Swing: Tecca Ferreira

Autor: John-Michael Tebelak

Direção: João Fonseca

Direção musical: Tony Lucchesi

Coreografia: Victor Maia

Figurino: Caio Loki

Designer de arte: Caio Loki

Cenário: Nello Marresse

Assessoria: MercadoCom (Ribamar Filho)

Realização: CEFTEM

Cinderella, o Musical

Em turnê nacional, Cinderella, o Musical retorna à capital paulista, dia 3 de agosto, sexta-feira, para curta temporada no Theatro NET São Paulo, onde fica em cartaz até o dia 30 de setembro com sessões quintas e sextas-feiras (20h), sábados (16h e 20h) e domingos (17h).

 

Dirigido por Charles Möeller e Claudio Botelho, no retorno a São Paulo, ‘Cinderella’ traz novidades no elenco: Lia Canineu interpreta o papel título e André Loddi, o Príncipe Topher.  Lia participou de musicais como ‘A Noviça Rebelde’ e ‘A era do rock’, entre outros. Já André Loddi esteve em espetáculos como ‘Wicked’, ‘Ghost’, ‘O homem de la mancha’ e ‘O Despertar da primavera’. Rodrigo Filgueiras será alternante no papel do príncipe.

Ivanna Domenyco segue interpretando a fada madrinha, Marie. O elenco traz ainda Talitha Pereira (Madrasta), Igor Miranda (Jean-Michel), Luana Bichiqui (Charlotte), Letícia Mamede (Gabrielle), Marino Rocha (Sebastian), Fernando Palazza (Lorde Pinkleton) e Willian Sancar (tabelião e stand in Jean-Michel). O coro feminino é formado por Mariana Amaral (stand in Gabrielle), Ana Araújo (stand in Charlotte e fada madrinha), Mariana Montenegro (stand in Cinderella), Nay Fernandes, Thati Abra (stand in madrasta) e Raquel Higa. O coro masculino traz Rodrigo Filgueiras (aldeão), Marcelo Vasquez (stand in Sebastian e Lorde Pinkleton), Renato Bellini (tabelião), Alberto Venceslau, Vittor Fernando e Lucas Nunes.

Cinderella conquistou a crítica e foi indicado aos principais prêmios do país: cinco indicações ao Prêmio Reverência (Melhor espetáculo, figurinos, atriz coadjuvante (Giulia Nadruz), coreografia e iluminação, nove indicações ao Prêmio Botequim Cultural (incluindo Melhor Espetáculo Musical, melhor direção, melhor ator (Bruno Narchi), melhor atriz (Bianca Tadini e Totia Meireles); 10 indicações ao Musical Cast, incluindo melhor produção, melhor montagem de musical estrangeiro, melhor atriz, melhor atriz coadjuvante, melhor direção e melhor direção musical; duas indicações ao Aplauso Brasil (Melhor espetáculo voto popular e atriz coadjuvante (Giulia Nadruz)) e duas indicações ao Arte Qualidade Brasil (Melhor atriz – Totia Meireles e Bianca Tadini). Além disso, o musical, dirigido por Charles Moeller e Claudio Botelho,  venceu o Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Cenografia e o Blog do Arcanjo elegeu Ivanna Domenyco como melhor atriz coadjuvante.

Sinopse sugerida – História clássica e universal da jovem órfã, maltratada pela madrasta e suas duas filhas, que sonha em mudar de vida e encontrar a felicidade.

Cinderella é uma realização da Touché Entretenimento, de Renata Borges, que tinha como sonho realizar uma turnê nacional.  “Precisamos levar qualidade e magia para outros estados além do Rio e São Paulo. É importante fomentar cultura, o público brasileiro merece. E acho fundamental apresentar o espetáculo com o mesmo nível da montagem dos Estados Unidos. E levar o melhor da Broadway a outros estados é um desejo meu e compromisso diante ao Ministério da Cultura. Foi assim com o musical. Sim, Eu Aceito! e estamos realizando com Cinderella. Tenho certeza que as pessoas ficarão encantadas”, celebra Renata, que complementa: “negociei a encenação de Cinderella diretamente com o escritório em Nova Iorque. Esta foi, sem dúvida, a maior produção teatral de 2016 e seguirá por todo o Brasil em 2018”.

Circuito Cultural Bradesco Seguros

Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros com a conquista da longevidade com qualidade de vida, considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas.

Dentre as atrações realizadas recentemente, destacam-se os musicais “Bibi – uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “60 – Década de Arromba”, “Cinderella”, “Chacrinha, O Musical”, “Elis – A Musical”, “A Família Addams”, “O Rei Leão” e “Wicked”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais”, “Ballet Zorba, O Grego” e a exposição inaugural da Japan House, “Bambu – histórias de um Japão”.

Para conhecer o calendário 2018 do Circuito Cultural Bradesco Seguros, acesse http://www.bradescoseguros.com.br, clique na opção “Outros Portais” e “Circuito Cultural”.

SERVIÇO:

Cinderella, o musical

Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia, 5º andar – Rua Olimpíadas, 360.

Temporada: 3 de agosto a 30 de setembro

Datas: Quinta e Sexta (20h), Sáb (16h e 20h), Dom (17h)

Classificação: Livre

Duração: 135 min.

Ingressos: R$ 250,00 (inteira) e R$ 125,00 (meia) – Plateia Central

R$ 230,00 (inteira) e R$ 115,00 (meia) – Plateia Lateral

R$ 130,00 (inteira) e R$ 65,00 (meia) – Balcão I

R$ 75,00 (inteira), R$ 37,50 (meia) – Balcão II

Capacidade: 799 lugares

Site: www.theatronetsaopaulo.com.br

Vendas para grupos específicos: 11.94536-6682/ 21.96629-0012

Horário do funcionamento da bilheteria: segunda a sábado, das 10h às 22h; e domingo, das 10h às 20h30.

Formas de pagamento: Todos os cartões de crédito, débito e vale cultura. Não aceita cheques.

Clientes NET têm 50% de desconto na compra de até quatro ingressos.

Acessibilidade

Estacionamento no Shopping

Convencional: Até 2 horas – R$ 13,00 / Demais (por hora) + R$ 3,50

Motos: Até 2 horas – R$ 9,00 / Demais (por hora) + R$ 3,50

Bituca – Milton Nascimento para Crianças

Sucesso de público de crítica, o musical infantil Bituca – Milton Nascimento para Crianças fará curta temporada no Teatro XP Investimentos (Antigo Teatro do Jockey) de 4 a 12 de agosto, sempre aos sábados e domingos. A peça integra o premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, idealizado pela Entre Entretenimento com o objetivo de homenagear e preservar a memória de grandes nomes da música popular brasileira. Com texto de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Guilherme Borges, a montagem é inspirada na vida e na obra de Milton Nascimento e expõe em cena a ternura e os desafios inerentes ao processo de adoção e as dificuldades de inserção de uma criança negra em um ambiente majoritariamente branco. Vencedora do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural – Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino) –, a peça é a terceira montagem do projeto, que também levou à cena os espetáculos ‘Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças’ e ‘O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças’. No dia 18 de agosto, a equipe estreará seu quarto espetáculo: ‘Tropicalinha – Caetano e Gil para crianças’ no mesmo teatro.

Em cena, Udylê Procópio (Milton), Martina Blink (Mãe), Aline Carrocino (Maricota), Anna Paula Black (Mãe Maria), Marina Mota (Professora) e Pedro Henrique Lopes (Salomão) contam a história do pequeno Milton que, ao ficar órfão aos 2 anos de idade, é adotado pelos patrões de sua avó. Chegando a Minas Gerais, o menino precisa lidar com o preconceito da sociedade por seu negro e ter pais brancos. “O musical é um tributo ao Milton Nascimento, então nos inspiramos em passagens da vida dele, mas também criamos momentos ficcionais para debater temas como adoção, bullying e preconceito racial de maneira lúdica”, explica o diretor Diego Morais. “Também fazemos uma grande homenagem à maternidade e à ampliação dos modelos de família”.

Na direção musical de Guilherme Borges, grandes sucessos de Milton Nascimento como “Coração de estudante”, “Travessia”, “Canção da América”, “Canção do sal”, “Amor de índio”, “Quem sabe isso quer dizer amor” e “Maria Maria” transportam o espectador para esse universo todo especial do músico, que passa pelas belezas de Minas Gerais, rezadeiras, relicários e movimento barroco. “A obra do Milton sempre me encantou desde muito pequeno. Conhecer mais profundamente a história de vida deste gênio me fez querer levar o amor que transborda de suas melodias e letras para crianças de todas as idades”, acrescenta o dramaturgo e ator Pedro Henrique Lopes. “Nossa ideia é criar espetáculos com conteúdos atraentes para as famílias, para aproximar as gerações”. Também fazem parte da equipe criativa Clívia Cohen (cenários e figurinos), Carlos Lafert (iluminação) e Vitor Martinez (visagismo).

Grandes Músicos para Pequenos

 

Bituca – Milton Nascimento para Crianças é o terceiro espetáculo do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, que nasceu em 2013 com o musical Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças e seguiu com O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ: Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes). As três peças juntas já foram vistas por mais de 150 mil espectadores. O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, ator e roteirista do musical, e um dos sócios da Entre Entretenimento, produtora cultural responsável por projetos de sucesso como O Meu Sangue Ferve por Você. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor do espetáculo, Diego Morais, sócio de Pedro na Entre Entretenimento.

Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br.

 

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social.

Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

TIJOLINHO:

Bituca – Milton Nascimento para Crianças. Musical infantil. De Pedro Henrique Lopes. Direção: Diego Morais. Direção Musical: Guilherme Borges. Com Udylê Procópio, Martina Blink, Aline Carrocino, Anna Paula Black, Marina Mota e Pedro Henrique Lopes. Chegando a Minas, o pequeno Bituca enfrenta, com bom-humor e determinação, o bullying dos colegas de escola por ser negro e ter pais brancos. (55 min). Teatro XP Investimentos (Antigo Teatro do Jockey), Av. Bartolomeu Mitre, 1110B – Gávea – Rio de Janeiro – RJ. Tel.: (21) 3807-1110. Sáb. e Dom. Dias 04 e 05 (16h), dia 11 (11h) e 12/08 (16h). R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). Livre. Capacidade: 366 pessoas. Possui estacionamento.

 

Ficha técnica:

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Guilherme Borges

Texto: Pedro Henrique Lopes

Elenco: Udylê Procópio, Martina Blink, Aline Carrocino, Anna Paula Black, Marina Mota e Pedro Henrique Lopes

Cenário e figurinos: Clívia Cohen

Iluminação: Carlos Lafert

Visagismo: Vitor Martinez

Produção e realização: Entre Entretenimento

Serviço:

Bituca – Milton Nascimento para Crianças

Temporada: De 04 a 12 de agosto

Teatro XP Investimentos: Av. Bartolomeu Mitre, 1.110- B – Gávea – Rio de Janeiro

Telefone: (21) 3807-1110.

Dias e horários: 04/08 (16h), 05/08 (16h), 11/08 (11h) e 12/08 (16h)

Ingressos: R$ 60 e R$ 30 (meia-entrada)

Lotação: 366 pessoas

Duração: 55 minutos

Classificação: Livre

Funcionamento da Bilheteria: Terça-feira, das 13h às 17h, Quarta a sexta-feira, das 17h às 21h, Sábados, das 13h30 às 21h e Domingos, das 13h30 até a hora do espetáculo em cartaz.

Possui estacionamento

“Romeu e Julieta” chega a SP

Sucesso de público e crítica durante temporada de estreia, com público de mais de 50 mil espectadores no Rio de Janeiro, “Romeu e Julieta”, em formato inédito no país para o clássico de William Shakespeare, chega ao Teatro Frei Caneca no dia 10 de agosto. Com direção de Guilherme Leme Garcia (Um Pai – Puzzle), o roteiro musical do espetáculo é composto por 25 canções do repertório de Marisa Monte, tanto de sua carreira solo quanto do projeto Tribalistas, como “Amor I Love You”, “Beija eu” e “Não Vá Embora”. Apresentado pelo Ministério da Cultura e Circuito Cultural Bradesco Seguros, o espetáculo é assinado pela Leme Produções Artísticas, em parceria com a Aventura Entretenimento. O musical conta com o patrocínio da Altas Schindler e Riachuelo e o apoio do BMA Advogados e do CNA. Os ingressos estão à venda no site do Ingresso Rápido.

“Contamos com uma equipe de criadores incríveis para encantar o público, contando a história trágica do amor de dois jovens, obra imortal da literatura. Tivemos uma linda temporada no Teatro Riachuelo Rio e esperamos ser igualmente bem recebidos em São Paulo”, comenta Aniela Jordan, sócia-diretora da Aventura, ao lado de Fernando Campos, Luiz Calainho e Patrícia Telles.

A tragédia escrita entre 1591 e 1595, nos primórdios da carreira literária do inglês, conta a história de dois adolescentes apaixonados cuja morte acaba unindo suas famílias, outrora em pé de guerra. A obra é uma das mais levadas aos palcos do mundo inteiro e hoje o relacionamento dos protagonistas é considerado como o arquétipo do amor juvenil.

“Histórias de amor sempre têm um lado melancólico, triste, mas, como todos sabem, Romeu e Julieta é a mais bela história de amor que já existiu”, comenta o diretor. “Eu assisti uma montagem do Antunes Filho há 30 anos, em São Paulo, e desde então fiquei totalmente emocionado. Sempre quis falar de Shakespeare para os jovens e trazer essa galera nova para o teatro. O espetáculo é atemporal, mistura o texto de 1500 com a música dos anos 2000, além de um figurino e um cenário que circulam entre esses tempos”.

A equipe criativa do espetáculo conta ainda com craques como a cenógrafa Daniela Thomas, uma das responsáveis pela Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, e o estilista João Pimenta, que desfila suas criações na São Paulo Fashion Week. A atriz Vera Holtz assina como “colaboradora artística”, tendo participado da preparação do elenco, e a adaptação da obra e o roteiro musical são da dupla Gustavo Gasparani, vencedor do Prêmio Shell, e do dramaturgo Eduardo Rieche. O visagismo é de Fernando Torquatto, um dos maquiadores e fotógrafos mais requisitados do país, referência no assunto beleza.

A direção musical é do produtor Apollo Nove e a direção vocal de Jules Vandystadt. Renato Rocha, diretor de “Ayrton Senna, O Musical”, é o responsável em preparar os atores para as lutas de espadas que acontecem durante o espetáculo. Ele trabalhou durante um longo tempo com a “Royal Shakespeare Company”, uma das companhias de teatro mais importantes do Reino Unido.

O jovem e apaixonado casal é interpretado por Bárbara Sut (Rio Mais Brasil – O Nosso Musical) e Thiago Machado (Cazuza, Rent, Rocky Horror show, Cantando na Chuva). O elenco traz ainda nomes como Ícaro Silva (Rock in Rio – O Musical, Simonal, Elis, a Musical), no papel de Mercuccio, Pedro Caetano (Rei Leão, Les Misérables), como Teobaldo, Bruno Narchi (Rock in Rio – O Musical, Cazuza, Cinderella, Rent), interpretando Benvoglio, Stella Maria Rodrigues (Cristal Bacharat, Cazuza, Emilinha), como a carismática Ama, Claudio Galvan (Família Addams, Garota de Ipanema – O Amor É Bossa), o Frei, Kacau Gomes (Rock in Rio – O Musical, Beatles num céu de diamantes, O médico e o monstro, Les Misérables) e Marcello Escorel (A Grande Viagem do Doutor Tchecov, Cheiro de Chuva, Vaidades e Tolices).

É uma personagem que já não imaginava fazer. Teve uma peça na escola que me colocaram para fazer a Ama. Todas as meninas fizeram a Julieta, mas eu era muito alta. Teoricamente eu também não tenho o perfil do que se espera de Julieta, né? Itália medieval, uma Julieta negra? Por isso também me sinto muito honrada de ter essa oportunidade, é um papel que eu pensava ser meio inacessível para mim”, confessa Bárbara. 

 

Já conhecido de musicais como “Cantando na chuva”, Thiago comenta sua primeira vez ao interpretar um texto de Shakespeare: “Eu acho que todo ator não só almeja, mas tem que viver pelo menos uma vez o teatro Shakespeariano. E contar a história do Romeu com a Julieta, que é a maior história de amor que tem, ainda mais na linguagem do teatro musical, está sendo uma aventura muito grande!”.

Para Guilherme Leme Garcia a escolha do repertório veio com naturalidade. “Quando comecei a pensar no espetáculo ele não era nem musical, na verdade. Mas, toda vez que eu ouvia Marisa, eu pensava ‘Nossa, essa canção ficaria tão linda nessa cena’. Quando o Gustavo Gasparani, que entrou para fazer o processo de criação, propôs que o espetáculo fosse inteiro com músicas da Marisa, topei na hora!”

“Sou muito próximo da Marisa e o meu universo se aproxima muito do dela”, comenta Gasparani. A ideia teve o aval de Aniela Jordan: “As canções casam como se tivessem sido escritas para a peça”, completa.

“Romeu e Julieta” é a vigésima quinta produção da Aventura Entretenimento e marca os 10 anos de estrada da empresa.

Sobre a Leme Produções Artísticas

A Leme Produções Artísticas está no mercado há mais de vinte anos. Nesse período, muitos projetos passaram pela produtora. Levaram mais de 300 mil espectadores ao teatro e recebram diversas premiações, como Prêmio Shell de Teatro e Prêmio Arte Qualidade Brasil SP. Guilherme Leme Garcia, fundador da Leme Produções Artísticas, tem mais de 30 anos de carreira no teatro, televisão e cinema. No início da sua trajetória, ajudou a fundar a Companhia de Teatro São Paulo Brasil e participou de vários festivas no país e no exterior. Nos palcos, além de atuar, Leme dirigiu e produziu diversos espetáculos, como Decadência, Eduardo II, Felizes da Vida, Os Sem Vergonhas, Boeing Boeing, Uma Relação Pornográfica, Trágica.3, entre outros. Em 2004, fez a sua primeira direção teatral e desde lá, mais de 15 produções contaram com o seu trabalho de diretor. No cinema, no longa “Anjos da Noite”, ganhou o prêmio de melhor ator revelação no Festival de Gramado e como ator já participou de mais 30 produções.

Sobre a Aventura Entretenimento

Produtora de grandes sucessos musicais, a Aventura Entretenimento está há 10 anos no mercado, investindo no crescimento e na modernização do setor. Neste período, os espetáculos criados no país ampliaram sua estrutura, ganharam espaço no mercado e poder de atração entre espectadores e investidores. A empresa dos sócios Aniela Jordan, Fernando Campos, Luiz Calainho e Patrícia Telles é responsável por grandes sucessos como Elis, A musical, Chacrinha, o musical, Sambra, Bem Sertanejo, Um Violinista no Telhado, Hair, A Noviça Rebelde, Sete – O musical, O Mágico de Oz, Rock in Rio – O Musical, entre outros, levando mais de 2 milhões de pessoas ao teatro. Em agosto de 2016, a Aventura inaugurou o Teatro Riachuelo Rio.

Circuito Cultural Bradesco Seguros

Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros com a conquista da longevidade com qualidade de vida, considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas.

Dentre as atrações realizadas recentemente, destacam-se os musicais “Bibi – uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “60 – Década de Arromba”, “Cinderella”, “Chacrinha, O Musical”, “Elis – A Musical”, “A Família Addams”, “O Rei Leão” e “Wicked”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais”, “Ballet Zorba, O Grego” e a exposição inaugural da Japan House, “Bambu – histórias de um Japão”.

Para conhecer o calendário 2018 do Circuito Cultural Bradesco Seguros, acesse http://www.bradescoseguros.com.br, clique na opção “Outros Portais” e “Circuito Cultural”.

 

Ficha Técnica

Concepção e direção: Guilherme Leme Garcia

Adaptação e roteiro musical: Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche

Colaboração artística: Vera Holtz

Direção musical: Apollo Nove

Direção vocal: Jules Vandystadt

Coreografia: Toni Rodrigues

Lutas: Renato Rocha

Cenário: Daniela Thomas

Figurino: João Pimenta

Visagismo: Fernando Torquatto

Desenho de luz: Monique Gardenberg e Adriana Ortiz

Desenho de som: Carlos Esteves

Desenho gráfico: Victor Hugo

Produção de elenco: Marcela Altberg

Elenco: Bárbara Sut (Julieta), Thiago Machado (Romeu), Ícaro Silva (Mercuccio), Stella Maria Rodrigues (Ama), Claudio Galvan (Frei), Marcello Escorel (Sr. Capuleto), Kacau Gomes (Sra. Capuleto), Bruno Narchi (Benvoglio), Pedro Caetano (Teobaldo) Diego Luri, Kadu Veiga, Max Grácio, Neusa Romano, Gabriel Vicente, Laura Carolinah, Luci Salutes, Saulo Segreto, Thiago Lemmos, Gabi Porto, Santiago Villalba, Daniel Haidar, Jorge Neto, Lara Suleiman, Marcelo Ferrari e Juliana Gama.

 

SERVIÇO – ROMEU & JULIETA

Local: Teatro Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo – SP)

Temporada: 10 de agosto a 21 de outubro

Horários: sextas (20h30), sábados (16h e 20h) e domingos (19h)

Vendas: www.ingressorapido.com.br

Preços:

SEXTA
Plateia VIP – R$ 190,00
Plateia – R$ 160,00
Plateia Popular – R$ 75,00

SÁBADO e DOMINGO
Plateia VIP – R$ 200,00
Plateia – R$ 170,00
Plateia Popular – R$ 75,00

Capacidade: 600 lugares
Duração: 2h30 com 15 minutos de intervalo
Classificação etária: Livre 

“A Pequena Sereia – o musical” no Fashion Mall

Baseada no conto homônimo de Hans Christian Andersen, peça infantil A Pequena Sereia – O musical estreia dia 7 de julho, 17h, no Teatro Fashion Mall.

 

Dos mesmos criadores de Peter Pan – O musical, produção promete divertir toda a família, com lindas canções, coreografias inéditas e um cenário virtual que vai te levar o público diretamente para o reino dos mares, onde Tristão não mais encontra a paz desejada.

 

Sebastião até tenta deixar tudo organizado, mas a pequena sereia Ariel, que sonha em conhecer os seres humanos, e seu fiel amigo Linguado, segue outro caminho e acabam deixando até os corais do oceano agitados.

 

Os sonhos de Ariel são muito grandes para se limitarem ao fundo do mar e parece que seu coração também. A sereia acaba se apaixonando por um humano e será capaz de qualquer coisa para poder conhecer melhor o mundo dele. Para isso ela conta com a ajuda dos seus amigos e de alguém muito malvada também.

 

Seu maior encanto é sua voz e a bruxa do mar lhe promete lindas pernas em troca deste dom, mal sabe a pequena sereia que ela tem um plano muito maior por trás disso.

 

Com sessões aos sábados e domingos, 17h, infantil cumpre temporada até dia 26 de agosto.

 

Ficha técnica:

Direção e Adaptação: André Breda

Elenco: Beatriz Pedroso, Caio Godard, Carol Leipelt, Daniel de Mello, Daniel Scarcello, Elis Loureiro, Gabriela Levaskevicious, Igor Leão, Larissa Tavares, Magno Navarro

Produção artística: Carol Leipelt

Cenário: Gustavo Pinheiro

Direção musical: Cosme Motta

Coreografias: Arthur Rozas

Visagismo: Caio Godard

Produção: Ana Casalli

Assistente de Produção: Gustavo Canella

Realização: RPR Produções Artísticas e Smille Produções Artísticas.

 

Serviço:

A Pequena Sereia – O Musical

Estreia: 7 de julho

Temporada: 7 de julho a 26 de agosto de 2018

Horários: Sábados e domingos às 17h

Local: Teatro Fashion Mall – Sala II – Shop. Fashion Mall

Endereço: Estr. da Gávea, 899 – São Conrado – Telefone:  (21) 2422-9800

Preços: 60,00 (inteira) / 30,00 (meia entrada)

Lotação: 200 lugares

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

Gênero: Musical

AUDIÇÃO – Dia 8 de junho para o espetáculo “Uma Noite na Broadway”

O diretor Billy Bond está produzindo o espetáculo musical Uma Noite na Broadway, em parceria com a OPUS.

A montagem – com estreia prevista para Outubro de 2018 – está selecionando elenco para testes dia 8 de junho, sexta-feira.

Trata-se do primeiro musical para público ADULTO –produzido por Billy Bond em parceria com a Opus, com quem o artista

já encenou, entre outros, O Mágico de Oz, A Bela Adormecida, Natal Mágico, A Bela e a Fera e Peter Pan.

“A Dama e o Vagabundo” no Fashion Mall

A Dama e o Vagabundo, clássico da literatura infantil e imortalizado pelas mãos de Walt Disney, em 1955, a partir de um conto original do norte-americano Ward Greene, reestreia dia 5 de maio no Teatro Fashion Mall, 17h.

 

Dirigido e adaptado por André Breda e direção musical de Cosme Motta, a produção da RPR Produções conta a clássica história de Dama (Carol Leipelt), uma Cocker Spaniel acostumada ao luxo e aos carinhos de seus donos que vê sua vida se transformar quando estes têm um bebê. No contraponto, Vagabundo (Caio Godard), um vira-lata acostumado com os perigos das ruas da cidade, possuidor de um enorme instinto de sobrevivência e de uma boa dose de malandragem.

Com linguagem moderna, em relação ao famoso filme, que conta a história de amor entre uma cadela de raça e um vira-lata, completam o elenco os atores Debora Mesquitta (Shelly), Daniel de Mello (Bidu), Nicolas Moraes (Caco), Alison Weller (Humano), Clarice Monteiro (Humana) e Bruna Natali (Lily).

Ao fugir de casa, Dama se perde pela cidade, cruzando seu “mundo perfeito” com o contrastante universo em que vive Vagabundo, de quem dependerá para conseguir sobreviver em meio aos perigos que habitam nas esquinas da cidade.

 

Ela é uma Dama. Ele é um Vagabundo. Dois mundos; duas realidades; um caminho cruzado. O

que será que acontece quando nos arriscamos a conhecer o desconhecido? No mínimo uma grande aventura! Claro que falamos dos nossos melhores amigos, os cachorros!

A Dama e o Vagabundo nos mostra que temos um mundo inteiro a descobrir, que o mais importante está nas pequenas coisas, que não precisamos de muito para ser feliz, mas, principalmente, que o encaixe perfeito está onde as diferenças se completam!

Com músicas originais, cantadas ao vivo, e personagens que encantam a todos os públicos, o musical foi eleito, pela Revista Veja, como um dos 5 melhores espetáculos infantis em sua primeira temporada, no Teatro Vannucci.

A nova temporada tem sessões aos sábados e domingos, 17h, até dia 27 de maio.

Serviço:

A Dama e o Vagabundo – O Musical

Temporada: 05 a 27 de maio de 2018

Horários: Sábados e domingos às 17h

Teatro Fashion Mall – Sala II – Shopping Fashion Mall, Estr. da Gávea, 899 – São Conrado Tel: (21) 2422-9800

Preços: 60,00 (inteira) / 30,00 (meia entrada)

Lotação: 300 lugares

Classificação: Livre

Duração: 55 minutos

Ficha Técnica:

Adaptação e Direção: André Breda

Elenco: Carol Leipelt, Caio Godard, Debora Mesquitta, Daniel de Mello, Nicolas Moraes , Alison

Weller, Clarice Monteiro, Bruna Natali.

Direção Musical: Cosme Motta

Coreografias: Arthur Rozas

Visagismo: Caio Godard

Som: Jorge Baptista

Produção Artística: Carol Leipelt – RPR Produções

Produção: Ana Casalli

Assistente de Produção: Gustavo Canella

Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias

Realização: Smille Produções Artísticas

Sonho de Uma Noite de Verão – O Musical

Estreia dia 2 de maio, no Teatro Riachuelo Rio, Sonho de Uma Noite de Verão – O Musical. O espetáculo reúne os atores que se destacaram nas três edições do projeto Incubadora de Cias, realizado pelo CEFTEM em parceria com a Aventura Entretenimento, em uma adaptação inédita da clássica comédia de Shakespeare, com músicas originais. O espetáculo tem direção João Fonseca, direção musical de Tony Lucchesi e direção de movimento de Bella Mac.

SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO

Às vésperas do casamento do Duque de Atenas, um casal de apaixonados (Hérmia e Lisandro) adentra a mata para tentar escapar de um destino terrível. Também entram Demétrio, apaixonado por Hérmia, e Helena, apaixonada por Demétrio. O caos está instalado na floresta por causa de uma disputa ciumenta entre os deuses Titãnia e Oberon, que não conseguem controlar os espíritos da floresta, e seu líder, Puck. Feitiços são lançados e os jovens apaixonados acabam se encantando pelas pessoas erradas, numa noite de perseguições amorosas confusas e cansativas. Nesta mesma floresta, uma trupe de atores amadores ensaia uma lamentável comédia de muito mal gosto para apresentar no casório que se dará em breve. Um deles é arrastado para o caos dos feitiços, quando é transformado em burro por Puck, e capturado pela rainha das fadas, que se apaixona profundamente por suas orelhas peludas. Em uma noite que mais parece um sonho, o amor é feitiço e todos vivem experiências misteriosas e memoráveis.

SONHO DE UMA NOITE DE VERÃOO MUSICAL

Datas: 2, 9, 16, 23 e 31 de maio | 1, 2 e 3 de junho

Local: Teatro Riachuelo – Cinelândia (Rio de Janeiro/RJ)

Horários: 02, 09, 16, 23, 31 de maio às 20h

1 e 2 de junho às 20h

3 de junho às 18h

Duração: 120 minutos

Classificação: 12 Anos

Valor: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia-entrada)

Ingressos disponíveis em: https://www.ingressorapido.com.br/event/6547/d/27506

Ficha Técnica:

Realização: CEFTEM e Aventura Entretenimento

Direção: João Fonseca

Assistência de Direção: Lyv Ziese

Direção Musical e Músicas Originais: Tony Lucchesi

Assistência de Direção Musical: Flávio Moraes

Direção de Movimento: Bella Mac

Assessoria de Imprensa: MercadoCom

Elenco:

Alina Cunha – Hérmia/Fada

Anderson Rosa – Egeu/Quina/Fada

Caio Lisboa – Lisandro/Sanfona

Clara Equi – Hipólita/Titânia/Fada

Erick De Luca – Lisandro/Bicudo

Gabriel Lara – Puck

Hamilton Dias – Teseu/Oberon

Julia de Aquino – Helena/Justine

Maria Clara Cristóvão – Helena/Justine

Mariana Montenegro – Hérmia/Fada

Mateus Penna Firme – Demétrio/Sanfona

Milene Cauzin – Hipólita/Titânia/Fada

Sidarta Senna – Demétrio/Bicudo

Vitor Louzada – Bobina

“Yank! – O Musical” na Gávea

O aclamado Yank! – O Musical, produzido pela Silhueta Produções, anunciou sua tão aguardada segunda temporada. Vencedor de quatro categorias na 17º edição do Prêmio CENYM (melhor musical, elenco, canção e melhor cartaz), além de faturar dois prêmios no Broadway World Brazil Awards (melhor direção musical e melhor versão brasileira), a produção vai estrear no dia 6 de março no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea (RJ), com temporada que vai até 2 de maio e sessões nas terças e quartas às 20h.

O espetáculo dos irmãos norte americanos Joseph e David Zellnik traz ao palco duas das coisas mais assustadoras que podem existir: ir para a guerra e apaixonar-se pela primeira vez. Sua inspiração é nos clássicos filmes e peças musicais dos anos 40, com um diferencial: é uma história de amor entre dois homens.

O elenco é formado por Leandro Terra, idealizador e produtor do espetáculo, Fernanda Gabriela, atriz convidada, além de Hugo Bonemer e Betto Marque, que fazem, respectivamente, os protagonistas Stu e Mitch, Conrado Helt, Dennis Pinheiro, Leonam Moraes, André Viéri, Alain Catein, Bruno Ganem, Robson Lima e Rhuan Santos.

“Interpretar um personagem que vive uma relação homoafetiva, pra quem não estiver enfermo, é natural, como deve ser em qualquer história de amor. A dificuldade real está em viver as nuances de um relacionamento que brota em meio a uma guerra, um ambiente de morte e medo constante. A homofobia, como todo preconceito, é uma doença, mas essa o amor cura.” Hugo Bonemer (intérprete de Stu)

O que me motiva nesse espetáculo é descobrir, através desses personagens, a possibilidade de amor em tempos de ódio. Sinto que a intolerância, o ódio e a agressão continuam sendo as energias motrizes de nossos corpos. A segunda guerra ainda continua através da intolerância diária em nossas grandes cidades. Parece que não aprendemos nada. Sinto que aceitamos a guerra e sabemos pouco sobre amor e empatia.”Betto Marque (intérprete de Mitch)

Há alguns anos, eu comecei a procura de alguma peça teatral que tocasse em um tema que acho muito importante trazermos para discussão, para atualidade, para sociedade, que é a Homo afetividade. E foi a partir dessa pesquisa que eu, e um grande amigo, descobrimos YANK! Além de ser uma história linda, passada durante a Segunda Guerra Mundial, onde dois soldados norte-americanos se apaixonam, ainda é um musical. Juntei o útil ao agradável. Este projeto era uma chance de estabelecer um diálogo com toda sociedade carente de representação e que sempre desejou ver os seus sonhos e sua voz trazida à tona, de forma encantadora e digna. Estamos em uma época única da história mundial, em que essa questão, a defesa da homo afetividade, pode ser abordada de maneira direta pois transcende as barreiras de nacionalidade ou de gêneros artísticos, sendo do interesse do grande público. Mas aí esbarrei num grande problema: conseguir patrocínio. Eu já fiz outras produções independentes, pegando dinheiro emprestado ali, pegando do meu mesmo, mas um Musical gasta muito com som, músicos, e etc. De lá pra cá, vinha tentando editais, lei Rouanet, mas tudo sem sucesso. Me veio então o estalo de fazer através de financiamento coletivo. E aí o projeto voltou a andar. A primeira temporada foi um sucesso e agora estamos com a segunda”Leandro Terra, idealizador e produtor do espetáculo.

 

Sinopse:

YANK! – O Musical é uma carta de amor aos filmes e musicais dos anos 1940. O espetáculo conta a história de Stu, um correspondente de guerra, e Mitch, um soldado do exército, que se apaixonam e lutam pela sobrevivência num tempo e lugar onde as circunstâncias estão contra eles.

A montagem de estreia, no circuito Off-Broadway, aconteceu em 2010 e rendeu a YANK! 7 indicações ao Drama Desk Awards (incluindo Melhor Musical), assim como indicações de Melhor Musical no Outer Critics Circle Award e The Lucille Lortel Awards.

No Brasil a primeira temporada aconteceu de 6 de junho a 1 de julho de 2017 no Teatro Serrador (RJ) e foi sucesso de público e crítica.

YANK! – O Musical

Teatro dos Quatro

Shopping da Gávea

R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro

Temporada: de 6 de março a 2 de maio

Terças e quartas às 20h

Tel: (21) 2239-1095

Classificação: 16 anos

Duração: 130 min

Valor do ingresso: R$ 60,00

Lotação: 402 lugares

Ficha técnica:

Elenco: Hugo Bonemer, Betto Marque, Leandro Terra, Fernanda Gabriela, Conrado Helt, Dennis Pinheiro, Leonam Moraes, André Viéri, Alain Catein, Bruno Ganem, Robson Lima e Rhuan Santos.

Libretto e Letras: David Zellnik

Música: Joe Zellnik

Tradução e Versões: Menelick de Carvalho e Vitor Louzada

Direção Geral: Menelick de Carvalho

Direção Musical: Jules Vandystadt

Coreografias: Clara da Costa

Desenho de Luz: Daniela Sanchez

Direção de Arte: Vitor Aragão

Programação Visual: Thiago Fontin e Raphael Jesus

Assistência de Direção: Vitor Louzada

Assistência de Direção Musical e Regência: Ciro Magnani

Direção de Produção: Leandro Terra

Produção Executiva: George Luis

Assistência de Produção: Igor Miranda e Mayara Luana

Realização: Silhueta Produções

Assessoria de Imprensa: Ribamar Filho / MercadoCom

“Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes

Há mais de quatro anos circulando pelo Brasil, com cerca de 200 mil espectadores na estrada, “Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” volta ao palco do Imperator – Centro Cultural João Nogueira para sua 22ª temporada carioca. Motivos para celebrar não faltam: o espetáculo permanece em cartaz por quase meia década sem patrocínio, mas sempre com grande sucesso de público, o que motivou o lançamento de um DVD, com selo da Biscoito Fino, que inclui depoimentos de amigos e familiares da cantora (1942-1983) gravados em sua terra natal: Caetanópolis. Com texto de Marcia Zanelatto e direção de Isaac Bernat, o musical, protagonizado pela atriz Clara Santhana no papel de Clara Nunes, fica em cartaz de 16 de fevereiro a 4 de março. Os ingressos custam R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).

Com direção musical de Alfredo Del Penho, o espetáculo mistura música e poesia na construção de um olhar sobre a cantora Clara Nunes e sua carreira que busca incentivar a juventude a valorizar o cancioneiro brasileiro e suas raízes genuínas. “Nossa ideia é apresentar o legado da cantora para as novas gerações”, explica Clara Santhana, idealizadora do projeto e apaixonada pela obra da cantora mineira. Ela se apresenta acompanhada por um quarteto formado por João Paulo Bittencourt (violão), Gustavo Pereira (Cavaco/ percussão), Pedro Paes (clarinete/ sax) e Michel Nascimento (percussão).

No repertório estão clássicos de grandes compositores como “O canto das três raças” (Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte), “Na linha do mar” (Paulinho da Viola), “Morena de Angola” (Chico Buarque), “Um ser de luz” (João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte), “O mar serenou” (Candeia), entre outras.

Trajetória de sucesso

“Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” estreou em outubro de 2013, no Teatro Café Pequeno, no Leblon, em homenagem aos 30 anos de morte de Clara Nunes. Aos poucos, a peça cresceu e chamou a atenção da crítica e do público. Do Leblon foi para o tradicional Teatro João Caetano (onde já fez quatro temporadas), passou pelo Imperator – Centro Cultural João Nogueira, Teatro das Artes, Teatro Glauce Rocha, Espaço Furnas Cultural e Teatro da Uff, em Niterói.  Quando completou dois anos de estrada, fez uma apresentação especial no Teatro SESI Graça Aranha, e doou o lucro da bilheteria para a Creche Clara Nunes, em Caetanópolis (MG). Fora do Rio o espetáculo circulou pelas cidades de Goiânia, Salvador e fez uma temporada em São Paulo. Em Minas Gerais, fez uma turnê pelos teatros do circuito SESI em Belo Horizonte, Contagem, Itaúna, Uberlandia, Ouro Preto, Mariana e Tiradentes. Em Uberaba, foi registrado em DVD – incentivado pelo SESI Minas e com selo da Gravadora Biscoito Fino. Há também no DVD um minidocumentário, gravado em Caetanópolis, cidade Natal de Clara Nunes (com depoimentos de pessoas ligadas à sua infância, sua irmã e mãe de criação Dindinha) e na Portela (com depoimentos de integrantes da escola que conviveram com a cantora).

 

Ficha técnica:

Idealização e atuação – Clara Santhana

Texto – Marcia Zanelatto

Direção – Isaac Bernat

Direção Musical – Alfredo Del Penho

Músicos: João Paulo Bittencourt (violão)

Gustavo Pereira (Cavaco/ percussão)

Pedro Paes (clarinete/ sax)

Michel Nascimento (percussão)

Direção de Movimento – Marcelle Sampaio

Assistência de Direção – Daniel Belmonte

Iluminação – Aurélio de Simoni

Figurino – Desirée Bastos

Cenário – Doris Rollemberg

Foto divulgação banner – Marcelo Rodolfo

Operação de Luz – Brisa Lima

Operação de Som – Fernando Capão

Contrarregra – Cristiane Morilo

Programação visual – Gabriela Zuquim / Leandro Carvalho

Produção executiva – Lucas Oliveira

Direção de Produção – Sandro Rabello

Realização – Diga Sim! Produções

 

Serviço

Deixa Clarear – Espetáculo musical sobre Clara Nunes

Temporada: 16 de fevereiro a 04 de março

Imperator – Centro Cultural João Nogueira: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier

Telefone: (21) 2597-3897

Dias e horários: 6ª, às 16h. Sáb. e dom., às 19h.

Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).

Lotação: 642 pessoas

Duração: 1h15 minutos

Classificação indicativa: Livre

Funcionamento da Bilheteria: Quarta, das 13h às 20h30. De quinta a sábado, das 13h às 21h30. Domingo, das 13h às 19h30. Em dias de espetáculo, a bilheteria permanecerá aberta até uma hora após o início do show, para a impressão dos bilhetes adquiridos na internet.

Bem Sertanejo – Eu fui!

A música sertaneja já ultrapassou as barreiras de música regional e ganhou o Brasil. Quando há alguns anos Michel Teló fez sucesso mundial com seu “Ai, se eu te pego” avançou até mesmo as fronteiras internacionais.

O mesmo artista se desafia e toma a frente de um musical que conta a história deste estilo musical. A escolha de Teló como o protagonista veio de um quadro que o mesmo fazia no “Fantástico”. Com números musicais e entrevistas, desbravava cantos do Brasil combinando parcerias com o artista.

Porém, o que é levado agora ao palco é mais requintado. Cenografia e iluminação bacanas, figurino caprichado e muito bem cantado. Michel manda muito bem e surpreende como cantor, mostrando mais recursos que em seu corriqueiro repertório. Mas o restante do elenco mantém o alto nível musical do espetáculo.

As mais de duas horas de espetáculo são tempo suficiente para serem inseridos clássicos sertanejos e os sucessos mais atuais também. Estes são apresentados no segundo ato, que é mais um showzão para levantar a galera.

A parte não musical é preenchida por cultura sertaneja, alguns contos e tradições populares, comédia… Talvez isto soe um pouco estranho para quem não está muito acostumado com este universo (principalmente a interminável cena em que boa parte do elenco simula uma pescaria e troca causos com os famosos exageros de quem é adepto da prática).

Para os pouco acostumados ao universo sertanejo, o recado é dado (pelo menos) no início e no fim do espetáculo: deixar o preconceito do lado de fora. Mas observando a quantidade de pessoas que havia na grande Cidade das Artes, isto parece que ficou para trás há muito tempo aqui no Rio de Janeiro.

P.S.: Agradeço à Aniela Jordan pelos convites!

 

“Rapsódia – O Musical” no Solar de Botafogo

Pra você que é fã de Rocky Horror ou Sweeney Todd, não pode perder o revival de Rapsódia – O Musical que estreia nova temporada no Solar de Botafogo no dia 20 de janeiro. Apresentado pela primeira vez em 2013, o espetáculo, da Cerejeira Produções, volta aos palcos repaginado e ficará em cartaz até 4 de fevereiro. Com novas canções e direção, ele ganhou um ar mais contemporâneo, além de ser um presente para a produtora, que completa 5 anos em 2018 e começou suas atividades com a peça.

– Pode se dizer que quem assistiu o Rapsódia no passado vai viver uma nova experiência, bem mais sangrenta. No revival, haverá muito sangue no palco, mas não é para se enganar, o musical conta com muito humor e músicas divertidas – diz Mau Alves, que assina o texto e direção.

Rapsódia traz uma história que é contada por Pátrio (Hugo Kerth), um jovem sonhador que viaja para a cidade de Rapsódia a convite do seu primo mais velho Jeremias (Mau Alves), que é dono de uma fábrica de sabonetes. Lá ele conhece Rubi (Joana Mendes), Coné (Gustavo Klein) e Catarina (Julia Morganti), funcionários bem excêntricos do seu primo. Ao longo da história, Pátrio descobre um porão abandonado que esconde um segredo bem macabro. No elenco ainda estão Anna Claudiah Vidal, Camila Matoso, Caio Godard, Débora Polistchuk, Malu Cordioli, Clara da Costa, Dennis Pinheiro, Guilherme Guimarães e Vitor Lima.

Venda pela internet pelo: http://www.tudus.com.br/evento/solar-de-botafogo-rapsodia–o-musical

 

SERVIÇO: 

Rapsódia – O Musical

Temporada: 20 de Jan a 04 de Fev

Sáb às 20h / Dom às 19h

Solar de Botafogo

Rua General Polidoro, 180 – Botafogo – Rio de Janeiro

180 lugares

Classificação etária: 16 anos

Duração: 70 minutos

Ingressos: 50 reais (inteira) e 25 reais (meia)

FICHA TÉCNICA:

Gênero: Musical

Texto e direção: Mau Alves

Direção Musical: Tony Lucchesi

Direção Coreográfica: Clara da Costa

Letras: Mau Alves e Sarah Benchimol

Iluminação: Rubia Vieira

Cenografia: Renato Marques

Designer de Som: Rodrigo Oliveira – 220 Decibéis

Figurino: Carmen Costa

Assistente de Direção: Anderson Rosa

Assistente de Produção: João Castro

Assessoria de imprensa: MercadoCom – Ribamar Filho

Realização: Cerejeira Produções

“60! Década de Arromba – Doc. Musical” retorna ao cenário carioca

Em dezembro de 2016, a cantora Wanderléa subia ao palco do Theatro Net Rio para fazer sua estreia em musicais. A expectativa em torno do espetáculo musical que conta os principais fatos da década de 1960 por meio de vídeos, depoimentos e fotos era grande. Uma superprodução com quase três horas de duração, inúmeros cenários, figurinos, perucas e música, muita música. O que ninguém imaginava era o sucesso de público e crítica que o espetáculo alcançaria já em sua estreia no Rio de Janeiro. Depois de repetir o sucesso durante uma temporada de cinco meses em São Paulo, “60! Década de Arromba – Doc. Musical” retorna ao cenário carioca. Wanderléa e o elenco de 24 atores/cantores/bailarinos voltam em cartaz no dia 4 de janeiro. O espetáculo ficará em cartaz de quinta a domingo no Theatro Net Rio, em Copacabana.

– Quando eu e o Marcos Nauer (que assina o roteiro e pesquisa) estávamos entendendo como era esse gênero que queríamos apresentar ao público jamais poderíamos imaginar que a peça teria toda essa repercussão de crítica e público. Foi um trabalho feito do coração e com a cumplicidade e parceria da grande Wanderléa, que acreditou nas nossas loucuras e embarcou sem medo. Viva o tempo do amor – diz o diretor Frederico Reder.

Fruto de uma extensa pesquisa feita por Frederico Reder e Marcos Nauer, 60! Década de Arromba – Doc. Musical começa com um prólogo, em 1922, contando a chegada do Rádio no Brasil, para em seguida mostrar o início da Televisão e aí sim, sua popularização na década de 1960.  A partir desse ponto, a peça narra os principais acontecimentos, apresentando mais de cem canções dos mais diversos gêneros. De Roberto e Erasmo, passando por Dalva de Oliveira, Cauby Peixoto, Elvis Presley, Beatles, Tony e Celly Campello, Bibi Ferreira, Edith Piaf, Tom e Vinicius, Milton Nascimento, Gil e Caetano, Maysa, Geraldo Vandré e tantos outros nomes importantes na música.

 

Wanderléa brilha em sua estreia em musicais

 

Ícone pop da década de 1960, Wanderléa sempre foi considerada um símbolo de vanguarda. Primeira mulher a posar nua grávida para uma foto e pioneira no uso das minissaias e do silicone, contribuiu para os direitos e a liberdade das mulheres de sua geração.

 

O momento era de grande agitação política, jovens reivindicavam seus direitos pregando a bandeira do amor. Wanderléa embalava os sonhos de milhões de brasileiros com os versos bem apropriados para a época na música “É o Tempo do Amor”.

 

Um espetáculo construído a partir de canções conhecidas de todo o público, feito para toda a família, que mescla humor, números de circo, ilusionismo e cheio de emoção. Uma história cantada com fatos e músicas memoráveis. No repertório não faltam sucessos como Banho de Lua, Biquíni de Bolinha Amarelinha, Beijinho Doce, Lata D’água, Travessia, Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores, Era um Garoto que como eu Amava os Beatles e os Rollings Stones, Ponteio, Nós Somos Jovens, Filme Triste, Prova de Fogo, Pare o Casamento, Calhambeque, e outras internacionais como Blue Moon, La Bamba, Non Je Ne Regrette Rien, Yellow Submarine e I say a litlle prayer for you, entre tantos outros. Uma viagem no tempo!

 

SINOPSE SUGERIDA

Representante maior do movimento da Jovem Guarda, a cantora Wanderléa faz sua estreia em musicais num espetáculo que faz um passeio musical pela década de 1960, com seus principais fatos e acontecimentos. Um doc. musical emocionante e divertido para toda a família.

 

FICHA TÉCNICA:

Roteiro e Pesquisa: Marcos Nauer

Direção: Frederico Reder

Direção Musical: Tony Lucchesi

Elenco: Wanderléa, Amanda Döring, Ana Varella, André Sigom, Camilla Brauna, Cássia Raquel, Daniel Lack, Deborah Marins, Erika Affonso, Ester Freitas, Fernanda Biancamano, Fhilipe Gislon, Jade Salim, Leandro Massaferri, Leo Araujo, Letícia Mamede, Pedro Arrais, Rachel Cristina, Rodrigo Morura, Rodrigo Naice, Rodrigo Serphan, Rosana Chayin e Tauã Delmiro.

Músicos:

Vagner Meyer – Piano/Regência

Arianna Pijoan – Teclado

Flávia Chagas – Cello

Wallace Cristovão- Violino

Rafael Maia – Bateria

Pedro Aune – Baixo

Vitor de Medeiros – Sax Alto, Sax Barítono, Clarinete, Flauta e Piccolo

Rafael Sant’Anna – Trompete

Gabriel Quinto – Violão, Guitarra e Cavaquinho

Lalo Califórnia – Guitarra

Coreografia: Victor Maia

Figurino: Bruno Perlatto

Cenário: Natália Lana

Iluminação: Daniela Sanchez

Diretora Residente: Roberta Cid e Clara da Costa

Diretora Assistente: Alessandra Brantes

Diretor de Palco: Claudio Roberto

Maquinista: José Claudio

Maquinista Auxiliar: Murilo Alves

Operador de Luz: Sergio Martins

Canhoneiros: Ana Claudia e Leonardo Moura

Videografismo cenário: Thiago Stauffer

Operador de Vídeo: Paulo Oliveira

Desenho de Som: Talita Kuroda e Thiago Chaves

Direção de Produção: Juliana Reder e Frederico Reder

Produtor Executivo: Alex Felippe

Produtor Assistente: Matheus Castro

Produção de Comunicação: Allan Fernando

Diretor de Comunicação: Léo Delgado

Direção de Arte: Barbara Lana

Assistente de Direção Musical: Alexandre Queiroz

Operador de Som: Talita Kuroda e Thiago Chaves

Microfonista: Camille Lago

Assistente de Microfonista e Rodie: Bruno Coelho

Chefe de Perucaria: Adriana Almeida

Assistentes de Perucaria: Lucas Azevedo e Glaucia Fausto

Figurinista Assistente: Teresa Abreu

Assistente de Figurino: Karoline Mesquita

Estagiária de Figurinista: Tayane Zille

Estagiária de Figurinista: Jemima Oliveira

Estagiária de Figurinista: Gabriela Silva Fernandes

Coreógrafa Assistente: Clara da Costa

Dance Captain: Rodrigo Morura

Cenógrafa Assistente: Marieta Spada

Assistente de Cenografia: Guilherme Ribeiro

Contrarregras: Filipe Tomochigue e Hevaldo Martins

Camarins: Rose Marie, Nete Benevides, Kaká Silva, Vivi Rocha e Rita Vasconcelos

 

Sobre o Theatro Net

 

Arrendado em abril de 2011 pelos produtores culturais Frederico Reder e Juliana Reder, sócios da produtora Brain+, o antigo teatro Tereza Rachel teve sua reforma iniciada no mesmo ano, após mais de dez anos sem atividades. Quatro décadas depois de sua primeira inauguração, o Theatro Net Rio abriu suas cortinas no dia 4 de abril de 2012, com o espetáculo “BIBI – Histórias e Canções”, no qual Bibi Ferreira comemorava seus 90 anos de vida e 70 anos de carreira. No dia 7 de abril, foi inaugurado para o grande público.

 

Entre shows, musicais, peças de teatro e espetáculos de dança já promoveu mais de 1500 sessões para um público acima de um milhão de pessoas. O espaço conta com duas salas, sendo a maior, Sala Tereza Rachel, com capacidade de 622 lugares e a menor, Sala Paulo Pontes, com 100 lugares.

 

Dois anos depois os mesmos produtores inauguraram o Theatro NET São Paulo, localizado no quinto andar do Shopping Vila Olímpia. Com uma grande festa a noite do dia 18 de julho de 2014 foi marcada por um inesquecível show de Gilberto Gil. Desde então, o teatro já recebeu em seu palco grandes nomes da MPB, além de espetáculos musicais e eventos corporativos. Com 2.300 m² a estrutura conta com arquitetura moderna e tecnologia de ponta. Apesar de grandioso, tudo no Theatro NET São Paulo é aconchegante.

Ambas as casas têm pleno funcionamento, com uma programação diversificada, todos os dias da semana, e preza pelo bem-estar do público e dos artistas e pela excelência em seu atendimento.

 

Sobre a produtora Brain+

 

Depois de conquistar diferencial em sua área, a Brain+ – que nasceu Brainstorming Entretenimento – hoje comemora sete anos e movimenta o setor da economia criativa no Brasil, a partir de São Paulo e Rio de Janeiro, com a operação consolidada de dois teatros.

 

Por meio de contratos de naming right/patrocínio com a empresa de serviços de telecomunicações e entretenimento via cabo Net, viabiliza a operação dos Theatro Net Rio e Theatro Net São Paulo.

 

Conduzindo diretamente todos os seus negócios, Fred Reder comemora cada crescimento e novas conquistas profissionais. Seu nome é sinônimo de ousadia no cenário cultural do eixo Rio/São Paulo e sua ambição ultrapassa essas fronteiras. Ainda este ano, sua empresa tem a expectativa de crescer cada vez mais nesse mercado de entretenimento cultural, com a abertura de novos teatros.

 

Em paralelo aos gerenciamentos das casas, a Brain+ traz ainda em seu catálogo a produção de espetáculos, que são sucesso de público e crítica. Tango, Bolero e Cha Cha Cha; O Pacto das 3 Meninas; Romeu e Julieta; e, Avenida Q são alguns deles. Além dos mais recentes: Qualquer Gato Vira-Lata Tem a Vida Sexual Mais Sadia Que a Nossa; E Aí, Comeu?; Constellation, O Musical; O Último Lutador; Ou Tudo Ou Nada.

 

 

SERVIÇO:

 

60! DÉCADA DE ARROMBA – DOC. MUSICAL

Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).

Temporada: 4 de janeiro até 4 de março.

Horário: Quinta a sábado às 20h30 e domingo às 17h.

Classificação: 14 anos.

Duração: 180 minutos.

Ingresso: Quinta e sexta R$ 160,00 (plateia e frisas) R$ 120,00 (balcão I) e R$ 50,00 (Balcão II)

Sábado e domingo R$ 180,00 (plateia e frisas) R$ 140,00 (balcão I) e R$ 50,00 (Balcão II)

Direito à meia entrada e descontos :  http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/bilheteria.html

Capacidade do Teatro: 622 lugares.

Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060

Site: www.theatronetrio.com.br

Vendas pela internet:  www.ingressorapido.com.br ou pelo aplicativo do Ingresso Rápido.
Vendas pelo telefone: Informações e compra Ingresso Rápido – (11) 4003 – 1212
Atendimento pós venda Ingresso Rápido – (11) 4003 – 2051
Informações sobre ponto de venda de Ingresso Rápido de outros eventos fora do Theatro Net Rio, somente pelo telefone – (11) 4003 – 1212
Horário de funcionamento – Todos os dias das 10h às 18h.

Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.

Reservas para grupos: Guilherme Romeu – guilhermeromeu@brainmais.com / (21) 96629 – 0012
Horário de atendimento – De Segunda a Sábado de 14h às 21h.

Formas de pagamento: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito, vale cultura nas bandeiras (Alelo & Ticket) e dinheiro. Não aceitamos cheques.

Acessibilidade

Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.

Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes

Há mais de quatro anos circulando pelo Brasil, com cerca de 200 mil espectadores na estrada, “Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” faz sua 21ª temporada carioca, a primeira delas em Copacabana, na Sala Baden Powell. Motivos para celebrar não faltam: o espetáculo permanece em cartaz por quase meia década sem patrocínio, mas sempre com grande sucesso de público, o que motivou o lançamento de um DVD, com selo da Biscoito Fino, que inclui depoimentos de amigos e familiares da cantora (1942-1983) gravados em sua terra natal: Caetanópolis. Com texto de Marcia Zanelatto e direção de Isaac Bernat, o musical, protagonizado pela atriz Clara Santhana no papel de Clara Nunes, fica em cartaz de 10 a 14 de janeiro, de quarta a domingo, sempre às 20h. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) em qualquer sessão, e podem ser adquiridos na hora ou antecipadamente na bilheteria ou pelo site www.ticketmais.com.br. O DVD será vendido na portaria do teatro a R$ 30.

Com direção musical de Alfredo Del Penho, o espetáculo mistura música e poesia na construção de um olhar sobre a cantora Clara Nunes e sua carreira que busca incentivar a juventude a valorizar o cancioneiro brasileiro e suas raízes genuínas. “Nossa ideia é apresentar o legado da cantora para as novas gerações”, explica Clara Santhana, idealizadora do projeto e apaixonada pela obra da cantora mineira. Ela se apresenta acompanhada por um quarteto formado por João Paulo Bittencourt (violão), Gustavo Pereira (Cavaco/ percussão),  Pedro Paes (clarinete/ sax) e Michel Nascimento (percussão).

No repertório estão clássicos de grandes compositores como “O canto das três raças” (Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte), “Na linha do mar” (Paulinho da Viola), “Morena de Angola” (Chico Buarque), “Um ser de luz” (João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte), “O mar serenou” (Candeia), entre outras.

Trajetória de sucesso

“Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” estreou em outubro de 2013, no Teatro Café Pequeno, no Leblon, em homenagem aos 30 anos de morte de Clara Nunes. Aos poucos, a peça cresceu e chamou a atenção da crítica e do público. Do Leblon foi para o tradicional Teatro João Caetano (onde já fez quatro temporadas), passou pelo Imperator – Centro Cultural João Nogueira, Teatro das Artes, Teatro Glauce Rocha, Espaço Furnas Cultural e Teatro da Uff, em Niterói.  Quando completou dois anos de estrada, fez uma apresentação especial no Teatro SESI Graça Aranha, e doou o lucro da bilheteria para a Creche Clara Nunes, em Caetanópolis (MG). Fora do Rio o espetáculo circulou pelas cidades de Goiânia, Salvador e fez uma temporada em São Paulo. Em Minas Gerais, fez uma turnê pelos teatros do circuito SESI em Belo Horizonte, Contagem, Itaúna, Uberlandia, Ouro Preto, Mariana e Tiradentes. Em Uberaba, foi registrado em DVD – incentivado pelo SESI Minas e com selo da Gravadora Biscoito Fino. Há também no DVD um minidocumentário, gravado em Caetanópolis, cidade Natal de Clara Nunes (com depoimentos de pessoas ligadas à sua infância, sua irmã e mãe de criação Dindinha) e na Portela (com depoimentos de integrantes da escola que conviveram com a cantora).

 

Ficha técnica:

Idealização e atuação – Clara Santhana

Texto – Marcia Zanelatto

Direção – Isaac Bernat

Direção Musical – Alfredo Del Penho

Músicos: João Paulo Bittencourt (violão)

Gustavo Pereira (Cavaco/ percussão)

Pedro Paes (clarinete/ sax)

Michel Nascimento (percussão)

Direção de Movimento – Marcelle Sampaio

Assistência de Direção – Daniel Belmonte

Iluminação – Aurélio de Simoni

Figurino – Desirée Bastos

Cenário – Doris Rollemberg

Foto divulgação banner – Marcelo Rodolfo

Operação de Luz – Brisa Lima

Operação de Som – Fernando Capão

Contrarregra – Cristiane Morilo

Programação visual – Gabriela Zuquim / Leandro Carvalho

Produção executiva – Lucas Oliveira

Direção de Produção – Sandro Rabello

Realização – Diga Sim! Produções

 

Serviço

Sala Baden Powell: Av. N. Sra. De Copacabana, 360.

Telefone: (21) 2255-1067

Temporada: de 10 a 14 de janeiro

Dias e horários: 4ª a domingo, às 20h.

Ingresso: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Lotação do teatro: 469 pessoas.

Duração: 1h15.

Classificação indicativa: livre

“Janis” no Oi Futuro

O espetáculo Janis, monólogo musical sobre Janis Joplin, estreia no dia 25 de maio no Oi Futuro Flamengo, com Carol Fazu no papel-título. A peça vai mostrar a trajetória de Janis Joplin, a cantora com voz forte e marcante, lembrada pela atitude rebelde da geração beat, os temas de dor e perda de suas músicas, que transformaram a menina que cantava no coro local de sua cidade no Texas na principal voz branca de rockblues de todos os tempos.

Idealizado por Carol Fazu, fã de Janis, o espetáculo traz uma dramaturgia inédita de Diogo Liberano, direção de Sergio Módena, direção musical de Ricco Viana e cenografia e figurinos de Marcelo Marques. Carol estará sozinha no palco, acompanhada de cinco músicos, evocando Janis, que marcou uma geração e é reverenciada até hoje como uma de nossas maiores cantoras.

Janis traz uma dramarurgia que mistura aspectos biográficos e ficcionais e texto entremeado de canções, em que a atriz vai à essência e às emoções do personagem, sem reproduzir nem imitar a cantora. “Essa Janis é uma junção de muitos pontos de vista sobre a vida da cantora. Tem um pouco das minhas experiências, um tanto de invenção, muitas falas ditas originalmente por Janis e também aquilo que a própria atriz Carol Fazu trouxe ao projeto”, descreve o dramaturgo.

Em cena, uma trama inédita e original inspirada na vida e obra de Janis Joplin, personagem intensa, contestadora, que não abriu concessões e foi um retrato de sua geração e da contracultura dos anos 60.  Está lá o universo da cantora, sua vida, as emoções que experimentou pela vida e suas refexões sobre solidão, ambição, sucesso, amor, sexo, culpa, rejeição e família. Sentimentos atemporais, comuns a todos nós hoje. Com 14 músicas, é um espelho do que ela vivenciou na vida e colocou em suas canções, que são sucesso até hoje. 

 

Neste monólogo musical Carol faz uma homenagem a Janis, interpretando as histórias permeadas por suas canções como Cry Baby, Little Girl Blue, Kozmic Blues, Maybe, Me and Bobby McGee, Piece of my Heart, Mover Over, Mercedez Benz, Tell Mama e Try (Just a Little Bit Harder).  

Sobre Janis Joplin

Janis Joplin cresceu no Texas ouvindo músicos de blues e cantando no coro local. Fez de sua voz a sua caracterísitca mais marcante, tornando-se um dos ícones do rock psicodélico e dos anos 60. Todavia, problemas com drogas e álcool encurtaram sua carreira. Morta em 1970, aos 27 anos, de uma overdose de heroína possivelmente combinada com os efeitos do álcool, Janis cultivou uma atitude rebelde e se vestia como os poetas da geração beat.

 

O sucesso veio depois de suas apresentações no Festival Pop de Monterey em 1967, quando se transformou numa estrela. Mais. Provou que branco podia cantar blues. Também exibiu outro tipo de beleza e sensualidde, que nada tinham a ver com as mocinhas bem-comportadas. Enquanto cantava, virava a cabeça como se estivesse chicoteando com os próprios cabelos. O público se apaixonou por ela e Janis, mais do que uma cantora, se transformava no símbolo feminino do rock.

 

Seu quarto e último álbum Pearl foi lançado seis meses após sua morte e alcançou o primeiro lugar nas paradas com Me and Bobby McGee. E o sucesso continuou. Janis Joplin passou à condição de mito. 

 

Solitária no meio da multidão, frustrada no auge do sucesso, Janis Joplin, a menina do Texas, não conseguiu sobreviver às pressões da vida. Mas sua fulminante trajetória bastou para trazer para o rock, definitivamente, a emoção do blues sem meias palavras, a sensualidade explícita, a tristeza cortante. E a sensação de que viver é correr todos os riscos. 

 

Sinopse

Janis é um monólogo musical que evoca a emblemática figura da cantora norte-americana Janis Joplin, falecida em 1970, aos 27 anos. Em cena, a atriz Carol Fazu, dirigida por Sergio Módena, numa dramaturgia original de Diogo Liberano, se apresenta numa trama que combina as canções mais icônicas de Joplin, fatos de sua biografia e o encontro com o público presente. Nesse encontro, temas como a fama e o sucesso, família, liberdade, o amor e a solidão, abrem uma reflexão sobre o ser humano, o seu estar no mundo e a importância de ser quem se é.

Carol Fazu

Carol estudou música na Escola de Música de Brasília e depois teatro (Tablado) e cinema e TV (Artcênicas), no Rio de Janeiro, onde fez cinema, novelas, séries e teatro. Na TV fez as novelas Insensato Coração, Escrito nas Estrelas e Viver a Vida, a minissérie A Téia, e os seriados Cilada, A Grande Família, Tapas e Beijos, Lolô e Tavinho e Sangue Bom, na TV Globo, e Por isso Sou Vingativa e Uma Rua Sem Vergonha, no Multishow.

No teatro seus últimos espetáculos foram Mulheres de Caio, peça baseada em quatro histórias do escritor Caio Fernando Abreu, com direção de Delson Antunes, e Anônimas, com direção de Roberto Naar. No cinema trabalhou com os diretores Lula Buarque de Hollanda (O Vendedor de Passados), Breno Silveira (Gonzaga, de Pai para Filho) e Flávio Tambellini (Malu de Bicicleta).

Carol se interessa também pela escrita; estudou roteiro com os globais Márcio Trigo e Celso Taddei, é autora do curta Oito, da peça Ainda não Terminei de Gostar de Você (coautora com Marcélli Oliveira, roteirista do Zorra), e é integrante do núcleo de criação para audiovisual da FM Produções. Em 2014, realizou seu primeiro trabalho internacional, a série Revê Sans Faim, uma coprodução França/Costa do Marfim.

Sergio Módena

É bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp é também formado pela École Philipe Gaulier, em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes como diretor são: Os Vilões de Shakespeare, de Steven Berkoff, Bossa Nova em Concerto, pocket musical com roteiro dele e de Rodrigo Faour, Esse Vazio, de Juan Pablo Gomez, Como Me Tornei Estúpido, adaptação da obra de Martin Page feita por Pedro Kosovski, O Último Lutador, de Marcos Nauer e Tereza Frota, Ricardo III, de William Shakespeare, A Arte da Comédia, de Eduardo De Filippo, Politicamente Incorretos, Forró Miudinho, Bossa Novinha – A festa do pijama e Sambinha, musicais de Ana Velloso; A Revista do Ano – O Olimpo Carioca, de Tânia Brandão, As Mimosas da Praça Tiradentes, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche e o show Paletó de Lamê – Os Grandes Sucessos (dos outros).

Adaptou o conto O Soldadinho e Chumbo, de H. C. Andersen para o espetáculo O Soldadinho e a Bailarina, em parceria com Gustavo Wabner, com Luana Piovani e direção de Gabriel Villela. É sócio fundador da Trupe Fabulosa Produções Artísticas, em parceria com os atores Gustavo Wabner e Érika Riba.

Seus últimos trabalhos receberam mais de trinta indicações e treze prêmios nas principais premiações do Rio de Janeiro: Ricardo III (Cesgranrio, Shell, APTR, FITA e APCA-SP), A Arte da Comédia (Cesgranrio, Shell, FITA e APCA-SP) e os musicais Sambinha e Bossa novinha (prêmios Zilka Salaberry e CEBTIJ). Em 2016 ganhou o prêmio CBTIJ de melhor direção por “Forró Miudinho” (o musical saiu vencedor também em mais cinco categorias, incluindo espetáculo, texto, coletivo de atores e coreografia).

Diogo Liberano

Graduado em Artes Cênicas – Direção Teatral e Mestre em Performance e Teatro pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É professor da Faculdade CAL de Artes Cênicas, dramaturgo-coordenador do Núcleo de Dramaturgia SESI Rio de Janeiro e diretor artístico e de produção da companhia carioca Teatro Inominável, junto a qual assina a curadoria e a direção artística da Mostra Hífen de Pesquisa-Cena, Mostra Bienal de Artes da Cena, desde 2012.

Como dramaturgo, dentre quase 30 peças escritas e encenadas, destacam-se: Sinfonia Sonho (2011) do Teatro Inominável, Maravilhoso (2013) com direção de Inez Viana, LaborAtorial (2013) em comemoração aos 25 anos da Cia dos Atores, com direção de Cesar Augusto e Simon Will, O Narrador do Teatro Inominável, Inquérito (2015), dramaturgia que integra o espetáculo Real – Uma Revista Política do grupo Espanca! de Belo Horizonte/MG, e Os Sonhadores (2016) dirigida por Vinicius Arneiro. Como diretor, dentre 20 peças encenadas, destacam-se Sinfonia Sonho (2011), Vermelho Amargo (2013), de Bartolomeu Campos de Queirós, Uma Vida Boa (2014), de Rafael Primot, O Narrador (2015), A Santa Joana dos Matadouros (2015) com Marina Vianna, e O Leão no Aquário (2017) com a Minha Nossa Cia de Teatro de Curitiba/PR.

Por seu trabalho foi indicado aos principais prêmios de teatro do Rio de Janeiro: Prêmio Shell (em 2015, pela dramaturgia de O Narrador e, em 2016, pela de Os Sonhadores), Cesgranrio (em 2015, pela dramaturgia de O Narrador e pela direção de A Santa Joana dos Matadouros, junto com Marina Vianna e, em 2016, pela dramaturgia de Os Sonhadores), APTR (em 2013, pela dramaturgia de Maravilhoso) e Questão de Crítica (em 2012, pela direção de Sinfonia Sonho e pela curadoria e direção artística da Mostra Hífen de Pesquisa-Cena).

Ficha Técnica

Idealização e interpretação: Carol Fazu

Dramaturgia: Diogo Liberano

Direção geral: Sergio Módena

Direção musical: Ricco Viana

Cenografia e figurinos: Marcelo Marques

Iluminação: Fernanda Mantovani & Tiago Mantovani

Banda: Marcelo Muller (baixo), Arthur Martau (guitarra), Eduardo Rorato (bateria), Gilson Freitas (saxofone) e Antônio Van Ahn (teclado)

Programação visual: Cacau Gondomar e Bruno Sanches

Direção de produção: Alice Cavalcante e Ana Velloso

Produção executiva: Alice Cavalcante, Ana Velloso e Vera Novello

Produção e Realização: Sábios Projetos e Lúdico Produções

Serviço

Espetáculo: “Janis” – monólogo musical com Carol Fazu

Dramaturgia: Diogo Liberano

Direção: Sergio Módena

Local: Teatro Oi Futuro Flamengo (Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo/RJ- Tel.: (21) 3131-3060)

Estreia: 25 de maio de 2017, quinta-feira

Temporada: de 26 de maio a 16 de julho de 2017, de quinta a domingo às 20h

Preço:  R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Duração: 80 minutos

Capacidade: 63 lugares

Classificação: 14 anos

Deixa Clarear, Musical sobre Clara Nunes

Há quatro anos circulando pelo Brasil, “Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” retorna ao Teatro João Caetano, no Centro, a partir de 5 de maio, para a sua quarta temporada naquele palco. O motivo é celebrar o lançamento do DVD do espetáculo, que tem selo da Biscoito Fino, e que inclui depoimentos e amigos e familiares da cantora (1942-1983). Com texto de Marcia Zanelatto e direção de Isaac Bernat, o musical, protagonizado pela atriz Clara Santhana no papel de Clara Nunes, fica em cartaz até 28 de maio, às sextas e sábados, às 20h, e domingo, às 18h.  O ingresso será vendido a preços populares:  R$ 30 e R$15 (meia-entrada).

Com direção musical de Alfredo Del Penho, o espetáculo mistura música e poesia na construção de um olhar sobre a cantora Clara Nunes e sua carreira que busca incentivar a juventude a valorizar a música brasileira e suas raízes genuínas. “Nossa ideia é apresentar o legado da cantora para as novas gerações”, explica Clara Santhana, idealizadora do projeto e apaixonada pela obra da cantora mineira. Ela se apresenta acompanhada por um quarteto de violão, cavaco, percussão e sopros (flauta/ sax).

No repertório estão clássicos de grandes compositores como “O canto das três raças” (Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte), “Na linha do mar” (Paulinho da Viola), “Morena de Angola” (Chico Buarque), “Um ser de luz” (João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte), “O mar serenou” (Candeia), entre outras.

Trajetória de sucesso

“Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” estreou em 2013, no Teatro Café Pequeno, no Leblon, em homenagem aos 30 anos de morte de Clara Nunes. Aos poucos, a peça cresceu e chamou a atenção da crítica e do público. Do Leblon foi para o tradicional Teatro João Caetano (chegando agora à quarta temporada neste palco), passou pelo Imperator – Centro Cultural João Nogueira, Teatro das Artes, Teatro Glauce Rocha, Espaço Furnas Cultural e Teatro da Uff, em Niterói.  Quando completou dois anos de estrada, fez uma apresentação especial no Teatro SESI Graça Aranha, e doou o lucro da bilheteria para a Creche Clara Nunes, em Caetanópolis (MG). Fora do Rio o espetáculo circulou pelas cidades de Goiânia, Salvador e São Paulo.  Em Minas Gerais, fez uma turnê pelos teatros do circuito SESI em Belo Horizonte, Contagem, Itaúna, Uberlandia, Ouro Preto, Mariana e Tiradentes. Em Uberaba, foi registrado em DVD – incentivado pelo SESI Minas e com selo da Gravadora Biscoito Fino. Há também no DVD um minidocumentário, gravado em Caetanópolis, cidade Natal de Clara Nunes (com depoimentos de pessoas ligadas à sua infância, sua irmã e mãe de criação Dindinha) e na Portela (com depoimentos de integrantes da escola que conviveram com a cantora).

 

Ficha técnica:

Idealização e atuação – Clara Santhana

Texto – Marcia Zanelatto

Direção – Isaac Bernat

Direção Musical – Alfredo Del Penho

Músicos: João Bouhid (violão), Gustavo Pereira  (Cavaco/percussão), Michel Nascimento (percussão. Alternante: Alex Coutinho) e Pedro Paes (Clarinete/Sax)

Direção de Movimento – Marcelle Sampaio

Assistência de Direção – Daniel Belmonte

Iluminação – Aurélio de Simoni

Figurino – Desirée Bastos

Cenário – Doris Rollemberg

Foto divulgação banner – Marcelo Rodolfo

Direção de Produção – Sandro Rabello

Assistente de produção – Lucas Oliveira

Operação de Luz – Brisa Lima

Operação de Som – Fernando Capão

Contrarregra – Cristiane Morilo

Programação visual – Gabriela Zuquim / Leandro Carvalho

Realização – Diga Sim! Produções

 

Serviço

Teatro João Caetano:  Praça Tiradentes, s/nº – Centro.

Telefone: (21) 2332-9257

Temporada: de 5 a 28 de maio

Dias e horários: 6ª e sáb., às 20h, e dom., às 18h.

Ingresso: R$ 30 (inteira) e R$ 20 (meia)

Lotação do teatro: 1.139 pessoas.

Duração: 1h15.

Classificação indicativa: livre

“Cássia Eller – O Musical” no Teatro Bradesco

A partir do dia 8 de abril o Teatro Bradesco recebe “Cássia Eller – O Musical”. O espetáculo já foi visto por mais de 150 mil espectadores após percorrer as 27 capitais brasileiras. O Primeiro musical a circular todas as capitais do Brasil, o espetáculo destaca a carreira de uma das vozes mais marcantes da MPB. “Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher”. Os versos de Renato Russo que Cássia Eller cantou por tantos anos falam muito sobre a personalidade da artista, uma verdadeira fera nos palcos, mas que podia ser um bicho arredio fora dele. Mulher de poucas palavras, cantora de infinitos sons e uma voz tamanha, doce e amiga na vida, foi forte e surpreendente na arte. Com menos de 40 anos de vida e 20 de carreira, Cássia Eller partiu no auge e deixou uma obra eterna.

O musical tem direção de João Fonseca e Viniciús Arneiro, idealização de Gustavo Nunes e produção da Turbilhão de Ideias Entretenimento. O texto é de Patrícia Andrade, que flagra Cássia ainda antes do início da carreira e acompanha toda a sua trajetória musical – dos primeiros passos como cantora em Brasília a sua explosão nacional – sem deixar de lado seus amores, em especial Maria Eugênia, sua companheira com quem criou o filho Chicão. A autora fez um amplo mergulho na obra de Cássia e entrevistou familiares e amigos que a ajudaram a construir um mosaico fiel sobre a história da cantora.

A direção musical é de Lan Lanh, que tocou anos com Cássia e tem total propriedade na obra da cantora. O roteiro passeia desde uma criação autoral quase obscura, como Flor do Sol, até algumas canções que ficaram imortalizadas por ela, como Malandragem (Cazuza/Frejat), Socorro (Arnaldo Antunes/Alice Ruiz) e Por Enquanto (Renato Russo). O amigo Nando Reis, que é também personagem do espetáculo, comparece com várias composições no repertório, como All Star, O Segundo Sol, Relicário, Luz dos Olhos e E.C.T., entre outras.

O papel-título é interpretado por Tacy de Campos, atriz e cantora de Curitiba que foi escolhida entre mais de 1000 candidatas que se inscreveram para as audições, quando foi definido também todo o elenco, que conta ainda com Eline Porto, Emerson Espíndola, Juliane Bodini, Jana Figarella, Jandir Ferrari, Thainá Gallo. Os diretores João Fonseca e Viniciús Arneiro não poupam elogios à protagonista: “Tacy é sensacional, muito inteligente e intuitiva, além de ter uma voz incrível”, exalta João.

“Ela surpreendeu a todos e, antes mesmo dela cantar, já estávamos magnetizados pela figura tímida e doce que ela é. Ao final da primeira música, ficamos um pouco em silêncio, admirados com o que estava diante de nós. Existem algumas semelhanças entre ela e a Cássia e foi essa pureza de estado que nos arrebatou”, complementa Viniciús.

Para João Fonseca, esse é um espetáculo diferente dos musicais biográficos que ele dirigiu anteriormente (sobre Tim Maia e Cazuza). “É focado no essencial, simples e teatral como a própria Cássia. Apenas cadeiras, os atores e os músicos. A Márcia Rubin elaborou uma coreografia diferente, não é uma dança convencional, mas uma movimentação coreográfica”, acrescenta.

A banda é formada por Felipe Caneca (pianista), Pedro Coelho (baixista), Diogo Viola (guitarrista), Mauricio Braga (baterista) e Fernando Caneca (violonista). A ficha técnica do espetáculo completa-se com os figurinos de Marília Carneiro e Lydia Quintaes, iluminação de Maneco Quinderé, cenários de Nello Marrese e Natália Lana e direção de movimento de Márcia Rubin.

Imagens de divulgação: https://youtu.be/BSqmcrT9XqI

 

 

MÚSICAS

1. Do Lado Do Avesso (Cássia Eller)

2. Lanterna dos Afogados (Herbert Vianna)

3. Eu Queria Ser Cássia Eller (Péricles Cavalcante)

4. Come Together (Lennon/Mc Cartney)

5. Vinheta: Noturno (Graco/Caio Sílvio)

6. Que País é Este (Renato Russo)

7. Flor do Sol (Cássia Eller/Simone Saback)

8. Noite do Meu Bem (Dolores Duran)

9. Mercedez-Benz (Janis Joplin with the posts Michael McClure and Bob Neuwirt)

10. Pra longe do Paranoá (Oswaldo Montenegro)

11. Ne me Quitte Pas (Jacques Brel)

12. Vinheta: Eu Queria Ser Cássia Eller

13. Eleanor Rigby (Lennon/Mc Cartney)

14. Socorro (Arnaldo Antunes/Alice Ruiz)

15. Vinheta: Stairway to Heaven (Page/Plant)

16. Juventude Transviada (Luis Melodia)

17. Rubens (Mario Manga)

18. De Esquina (Xis)

19. Palavras ao Vento (Moraes Moreira/Marisa Monte)

20. Top Top (Mutantes/Arnolpho Lima)

21. Um Branco, Um Xis e Um Zero (Marisa/Pepeu/Arnaldo)

22. Vinheta: Infernal (Nando Reis)

23. Por Enquanto (Renato Russo)

24. Vinheta: Partido Alto (Chico Buarque)

25. Com Você Meu Mundo Ficaria Completo (Nando Reis)

26. Coroné Antonio Bento (João do Valle/Luiz Wanderley)

27. Cocorocó (Marcio Mello)

28. 1º de Julho (Renato Russo)

29. Todo Amor que Houver nessa Vida (Cazuza/Frejat)

30. Malandragem (Cazuza/Frejat)

31. ECT (Nanco Reis/Carlinhos Brown/Marisa Monte)

32. Luz dos Olhos (Nando Reis)

33. Nós (Tião Carvalho)

34. Soy Gitano (J. Monje/José Fernandes Torres/Vicente Amigo)

35. Relicário (Nando Reis)

36. All Star (Nando Reis)

37. Smells Like Teen Spirit (Nirvana)

38. Non, Je Ne Regrette Rien (Michel Vaucaire/Charles Dumont)

39. O Segundo Sol (Nando Reis)

ELENCO E PERSONAGENS

Tacy de Campos

(Cássia Eller)

Eline Porto

(Cláudia/Eugênia)

Emerson Espíndola

(Ronaldo/Marcelo Saback/Elder/Executivo/ Nando Reis)

Juliane Bodini

(Nanci Eller/Ana)

Jana Figarella

(Rúbia/Dora/Cássia Eller)

Jandir Ferrari

(Altair Eller/ Oswaldo Montenegro/ Violonista/ Empresário/ Guto/ Fernando Nunes)

Thainá Gallo

(Moema/Lan Lan)

 

OBS:

– As atrizes Tacy de Campos e Jana Figarella revezam-se na personagem de Cássia Eller sem aviso prévio.

FICHA TÉCNICA

Texto: Patrícia Andrade.

Direção: João Fonseca e Viniciús Arneiro.

Direção De Produção: Gustavo Nunes.

Direção Musical: Lan Lanh.

Codireção Musical: Fernando Nunes.

BANDA

Pianista: Felipe Caneca

Baixista: Pedro Coelho.

Guitarrista: Diogo Viola.

Baterista: Mauricio Braga.

Violonista: Fernando Caneca.

Direção De Movimento: Márcia Rubin.

Figurinista: Marília Carneiro e Lydia Quintaes.

Cenógrafo: Nello Marrese e Natália Lana.

Visagismo: Beto Carramanhos.

Design De Luz: Maneco Quinderé.

Cenotécnico: André Salles e Equipe.

Designer e Engenheiro de Som: João Paulo Pereira

Operação de som: João Paulo Pereira.

Preparador Elenco (Tacy De Campos): Ana Paula Bouzas.

Produtora de Elenco: Cibele Santa Cruz.

Pesquisadora: Barbara Duvivier.

Fotógrafo: Marcos Hermes.

Assistência de Direção: João Pedro Madureira.

Assistência de Direção de Movimento: Luar Maria.

Representante do Espólio da Família da Cássia Eller: Rodrigo Garcia.

Preparação Vocal: Marco Dantonio.

Pianista Ensaiador: Felipe Caneca.

Produtora de Base: Glauce Carvalho

Produção Executiva: Deborah Aguiar

Coordenador de Produção: Helber Santa Rita
Marketing: Mauricio Tavares
Designer: Julliana Della Costa

Idealização: Gustavo Nunes

Uma Produção Turbilhão De Ideias Entretenimento
Realização: Turbilhão de Ideias Entretenimento e Opus Promoções

Imagens de divulgação: https://youtu.be/BSqmcrT9XqI

Serviço

Teatro: “Cássia Eller – O Musical”

Temporada: De 08 a 30 de abril

Local: Teatro Bradesco

Endereço: VillageMall – Av. das Américas, 3900 – 160 – Barra da Tijuca
Telefone: (21) 3431-0100

Horários: sextas e sábados às 21 e domingo às 19h

Dias: 8, 9, 14, 15, 16, 22, 23, 28, 29 e 30 de abril
Ingressos: De R$ 25,00 a R$100,00 (inteira)

Duração: 120 minutos

Classificação: 14 anos

Gênero: Musical

APRESENTADO POR
MINISTÉRIO DA CULTURA E TURBILHÃO DE IDEIAS

LEI DE INCENTIVO À CULTURA

APOIO INSTITUCIONAL
BANCO DO BRASIL SEGURIDADE

REALIZAÇÃO
TURBILHÃO DE IDEIAS
OPUS PROMOÇÕES
MINISTÉRIO DA CULTURA
BRASIL – GOVERNO FEDERAL

Chica da Silva – O musical

A força da mulher negra brasileira foi construída a partir de séculos de batalhas, conquistas, decepções e sonhos. O desejo de levar à cena essa impactante trajetória, que inclui discussões sobre gênero, raça e cultura afro, motivou a montagem de Chica da Silva – O musical. O espetáculo ganha curta temporada de 9 de março a 8 de abril, no Teatro Sesi, no Centro (quintas e sextas, às 19h30, e sábados, às 19h).

Com direção de Gilberto Gawronski, texto de Renata Mizrahi e pesquisa de Daniel Porto, a peça é protagonizada pela atriz Vilma Melo, no papel de Chica da Silva. Alexandre Elias assina a direção musical e a direção de produção é de Alexandre Lino. Chica da Silva – O musical estreou em setembro de 2016, no Centro Cultural Correios. Sucesso de público e de crítica, a montagem está indicada aos prêmios Shell (Melhor Atriz para Vilma Mello) e Cesgranrio (Melhor Atriz em Musical para Vilma Mello e Direção Musical para Alexandre Elias).

O projeto começou a tomar forma quando o ator, diretor e produtor Alexandre Lino montou a exposição Cacá Diegues – Cineasta do Brasil, na Caixa Cultural Rio de Janeiro, em 2013. Na ocasião, teve oportunidade de rever o clássico Xica da Silva, protagonizado por Zezé Mota, que Cacá Diegues lançou em 1976, baseado no livro homônimo de João Felício dos Santos. Tanto o longa-metragem quanto o romance comemoraram quatro décadas em 2016. Lino achou que era o momento propício de a história chegar aos palcos cariocas. “É uma grande homenagem ao mito e a negritude brasileira. Vamos comemorar os 40 anos do lançamento filme e 20 anos da novela Xica da Silva”, disse o produtor.

“O Daniel Porto, parceiro meu em diversos trabalhos, fez uma extensa pesquisa histórica, depois a Renata Mizrahi fez um paralelo entre este ícone brasileiro e as batalhas das mulheres negras contemporâneas”, explica Lino. “Apesar dos inúmeros avanços que conquistamos desde o século 18, essas mulheres ainda encontram muita opressão tanto nos ambientes profissionais quanto em suas relações afetivas”.

A TRAMA

Renata Mizrahi criou três planos diferentes. No passado, o musical resgata momentos da biografia de Chica da Silva, escrava alforriada que viveu durante anos uma relação estável com o rico contratador dos diamantes João Fernandes de Oliveira, teve treze filhos e conquistou uma posição de destaque na conservadora sociedade do século 18. No presente, a história de Chica da Silva é representada pela mulher negra que ocupa espaços importantes na sociedade, vive um momento especialmente importante de conquistas femininas e sonoridade, mas ainda enfrenta uma série de preconceitos nos âmbitos pessoal e profissional. O terceiro plano é o da imaginação, mostra a vida como a personagem gostaria que ela fosse, com cenas de uma mulher amada, que jamais sofreu preconceito.

“A peça distancia Chica da Silva daquela mulher devoradora de homens a qual muitas vezes é associada, e a aproxima da mulher negra do século 21, que ainda tem que lidar com injúrias raciais em sua vida cotidiana e, muitas vezes, precisa se ‘embranquecer’ para ser aceita”, descreve a dramaturga. O que levou o diretor Gilberto Gawronski a aceitar o convite para dirigir a montagem foi justamente esse paralelo com a atual luta feminina, além de discussões instigantes sobre as raízes brasileiras. “Não me interessa uma investigação sobre a vida pessoal de Chica da Silva, mas uma dramaturgia que explore os temas de libertação, negritude e cultura brasileira, que é o que nós vamos fazer”, observa o encenador.

No elenco estão Vilma Melo, Ana Paula Black, Antônio Carlos Feio, Luciana Victor e Tom Pires. “Por um lado, é muito prazeroso interpretar uma personagem que já está no imaginário dos brasileiros, que é um ícone em termos de atitude feminina; por outro é um desafio desconstruir este mito e criar esse paralelo com essas questões das mulheres contemporâneas que ainda sofrem muito no dia a dia”, analisa a protagonista Vilma.

O diretor musical Alexandre Elias reúne, no espetáculo, canções originais com muita presença de percussão, evocando a ancestralidade da raça negra, e sucessos como Xica da Silva, de Jorge Ben Jor. Em cena, atores são acompanhados da banda formada por Di Lutgardes, Reginaldo Vargas, Victor Durante e Tássio Ramos. As figuras dos orixás serviram de inspiração para o cenário e o figurino de Karlla de Luca. O iluminador Renato Machado completa o time criativo, que vai mostrar no palco traços ancestrais em uma linguagem contemporânea.

“A maior qualidade do espetáculo, sustentada pela acuidade da autora, está na dosagem da carga de emoção indisfarçável provocada na plateia, que reage com vozes participantes e lágrimas discretas. A comunicabilidade direta facilita a compreensão da tripla personificação e da permanência de atos de rejeição em uma sociedade de raiz multicultural”. (Macksen Luiz, O Globo)

“Com diálogos cheios de lirismo e uma estrutura narrativa capaz de unir catolicismo e candomblé, século XVIII e contemporaneidade, narrativa e engajamento social claro, o texto marca o início de uma carreira venturosa da já consagrada dramaturga Renata Mizrahi no gênero musical”. (Rodrigo Monteiro, blog Crítica Teatral)

FICHA TÉCNICA

Texto: Renata Mizrahi

Direção: Gilberto Gawronski

Idealização: Alexandre Lino

Pesquisa: Daniel Porto

Elenco: Vilma Melo, Antônio Carlos Feio, Ana Paula Black, Luciana Victor e Tom Pires

Diretor Musical: Alexandre Elias

Músicos: Di Lutgardes, Reginaldo Vargas, Victor Dutra e Tássio Ramos

Assistente de direção musical: Victor Dutra

Preparação Vocal: Ananda Torres

Direção de Movimento: Carlos Muttalla

Assistente de Direção: Renato Krueger

Iluminação: Renato Machado

Cenário: Karlla de Luca

Figurinos: Karlla de Luca

Desenho de som: Rossini Maltoni

Programação Visual: Guilherme Lopes Moura

Fotos e Vídeos: Janderson Pires

Visagismo: Sandra Moscatelly

Cenotécnico e Pintura de Arte: Emphorium Carioca

Costureira: Maria Helena

Operador de Luz: Kelson Alvarenga e Diego de Assis

Operador de Som e Microfonista: Kelson Santos Alavrenga

Bilheteria: Equipe Cineteatro

Direção de Produção: Alexandre Lino

Produção Executiva: Daniel Porto, Mariana Martins e Tom Pires

Assistente de Produção: Renato Krueger

Coordenação – Lei Rouanet: Jessica Santiago e Mariana Martins

Prestação de contas: Jéssica Santiago

Assessoria jurídica: André Siqueira

Assessoria de Imprensa: Bianca Senna, Paula Catunda e Rachel Almeida.

Homenagem especial: Zezé Motta

Realização: CINETEATRO PRODUÇÕES

SERVIÇO: Chica da Silva – O musical Temporada: de 9 de março a 8 de abril de 2017. Teatro Sesi: Avenida Graça Aranha, 1, Centro. Telefone: (21) 2563-4168. Dias e horários: quintas e sextas, às 19h30, e sábados, às 19h. Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). Lotação do teatro: 338 lugares. Duração: 1h10. Classificação indicativa: 16 anos. Funcionamento da bilheteria: De segunda a sexta, das 12h às 20h. Sábados e feriados, a partir de duas horas antes do espetáculo

“Bossa Nova em Concerto” no Teatro do Leblon

Devido ao sucesso de público, o musical ‘Bossa Nova em Concerto‘, que acaba de cumprir temporada na Gávea, volta para mais quatro semanas de apresentações no Teatro do Leblon, Sala Marília Pêra. O espetáculo reestreia no dia 3 de março, às 19h, e as apresentações acontecem de sexta a domingo. Produzido pela Aventura Entretenimento, dos sócios Aniela Jordan, Fernando Campos e Luiz Calainho, o musical conta a história da Bossa Nova através de um repertório de canções que marcou um dos movimentos mais influentes da música popular brasileira e que revelou nomes como Vinícius de Moraes, Tom Jobim e João Gilberto. Ao todo 28 músicas integram a montagem. “Este espetáculo, que é um musical show, traz de volta à cena, depois de ‘Garota de Ipanema’, as principais músicas da Bossa Nova, desta vez contando a trajetória de um importante gênero da musica brasileira”, comenta Aniela Jordan.

Em cena os atores/cantores Claudio Lins, Tatih Kohler, Stephanie Serrat, Eduarda Faidini e Kesia Estacio traçam uma trajetória do estilo musical, interpretando composições que ficaram na memória afetiva de toda uma geração, como ‘Samba de uma nota só’ (Tom Jobim e Newton Mendonça), ‘Ela é carioca’ (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), ‘Samba de minha terra’ (Dorival Caymmi), ‘O Barquinho’ (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli), ‘Chega de saudade’ (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), ‘Minha namorada’ (Carlos Lyra e Vinícius de Moraes), ‘Garota de Ipanema’ (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), ‘Samba de Verão’ (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle), ‘Mas que nada’ (Jorge Ben), entre outras.

“Percebo que a cidade do Rio de Janeiro, apesar de ser o berço da Bossa Nova, não tem na sua programação fixa shows e espetáculos que tratem do tema. Então acredito que possamos preencher essa lacuna com humor, leveza, emoção e boa música, logicamente!”, comenta Claudio Lins.

Quem assina a direção é Sergio Módena, que dirigiu o elogiado ‘Ricardo III’, protagonizado por Gustavo Gasparani, “A arte da comédia”, do Eduardo Di Filippo, a trilogia musical para crianças e adultos “Sambinha, Bossa Novinha e Forró Miudinho”, de Ana Velloso, entre outros. O texto é de Módena ao lado do jornalista e pesquisador musical Rodrigo Faour. Segundo o diretor, a ideia era fazer um show sobre a Bossa Nova que fosse cênico e que contasse a história desse gênero tão brasileiro. “Gosto desse formato bastante informal, onde os cantores são antes de tudo contadores de histórias. A Bossa Nova é um estilo livre, descontraído e leve. E são esses aspectos dão o tom do espetáculo. Rodrigo Faour levou seu amplo conhecimento musical para não só construir o repertório, mas também os textos que ligam as canções”.

O musical é dividido em quatro partes: Na primeira são abordadas as histórias e curiosidades sobre o nome ‘Bossa Nova’; na segunda a origem do estilo musical, as influências do passado e como o cenário musical brasileiro propiciou o surgimento da Bossa; o terceiro bloco trata dos costumes dos artistas da época e os locais onde se reuniam para criar; e o último mostra como a Bossa Nova ganhou o mundo.

A direção musical é de Delia Fischer, que esteve à frente do espetáculo ‘Garota de Ipanema, o amor é bossa’ e nos últimos anos vem se destacando e ganhando prêmios no cenário teatral brasileiro como arranjadora e diretora musical. No seu currículo montagens como ‘Beatles num Céu de Diamantes’ (2009), ‘Milton Nascimento – Nada Será Como Antes’ (2012), ‘Rock in Rio, o musical’ (2012), ‘Elis – A Musical’ (2013), ‘Chacrinha, O Musical’ (2014), entre outros. “A nova produção reúne canções que já faziam parte do musical ‘Garota de Ipanema’, acrescidas de outras tão conhecidas e importantes como, mas que acabaram ficando de fora do outro espetáculo. O espectador terá a oportunidade de fazer uma viagem às décadas de 50 e 60 e se lembrar de músicas marcantes para nossa história”, conta Delia. Ainda fazem parte da equipe criativa Roberta Serrado (coreografia) e Tomás Ribas (desenho de luz).

Ficha técnica

Texto – Rodrigo Faour e Sergio Módena

Direção – Sergio Módena

Direção musical – Delia Fischer

Coreografia – Roberta Serrado

Desenho de luz – Tomás Ribas

Elenco:

Claudio Lins

Eduarda Fadini

Kesia Estacio

Stephanie Serrat

Tatih Köhler

Músicos:

Hebert Souza (pianista regente)

Rafael Maia (bateria, percussão, trompete e flugel)

Matias Correa (baixo)

Marcos Amorim (guitarra e violão)

SERVIÇO

Reestreia: 03 de março

Local: Teatro do Leblon – Sala Marília Pêra

Endereço: Rua Conde de Bernadotte, 26 – Leblon – Rio de Janeiro

Dias e horários: Sextas e sábados, às 19h; e domingo, às 18h

Duração: 75 min

Vendas:

Pelo site: www.tudus.com.br

Preços: R$ 70,00 inteira / R$ 35,00 meia

Classificação etária: Livre

Até 26 de março

“Bataclã Brasil” na Nathalia Timberg

Chega ao Rio de Janeiro o mais novo musical do autor e diretor Carlos Leça, BATACLàBRASIL, inspirado na obra Noites de Cabiria, de Frederico Fellini. Realizado pela companhia Atores In Cena, a montagem estará em curta temporada, de 03 a 18 de dezembro, no Teatro Nathalia Timberg, na Barra da Tijuca.

O espetáculo conta a história de Beatriz, uma cantora de Cabaret da Praça Mauá dos anos 70/80, que tem como grande sonho, conhecer o verdadeiro amor de sua vida.  Entre altos e baixos, a vida de Beatriz é narrada e cantada através de 13 cenas e 12 números musicais, destacando as canções populares e inesquecíveis como: “Beatriz”, “O que será”, “Devagar com a louça”, “A Bahia te Espera”, “Folhetim” entre outras.

Um detalhe interessante é que o musical de Leça já foi montado em Portugal, no teatro Sá da Bandeira, no Porto, lançando a atriz portuguesa Luciana Abreu ao estrelado. E aqui no Brasil, atrizes consagradas do teatro musical, como Sabrina korgut, Cristiana Pompeo, Helga Nemeczyk e Cidália Castro encenaram o texto em versões anteriores.

SERVIÇO:

FICHA TÉCNICA:

ATORES IN CENA PRODUÇÕES APRESENTA:  BATACLÃ BRASIL

TEXTO E DIREÇÃO : CARLOS LEÇA

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: JOÃO JUNIOR(AIC)

COREOGRAFIAS: PAULO BESSADO

PREPARAÇÃO VOCAL: CARLOS LEÇA

CENÁRIO: AIC

FIGURINO: O ELENCO

OPERADOR DE SOM: LENON GOMES

OPERADOR DE LUZ: Cid (AIC)

ELENCO:

ANDERSON LEITE, ANA CLÁUDIA MARINHO, BRUNO CARIA, DOUGLAS MATIAS, GABRIELLA STRABELLO, IGOR CARVALHO, JOHNNY WALLACE, KARLA REGINA, LUCIANA FONTENELLE, NATÁLIA ESCOBAR, RENATA FARINA, RENATA MUSSY, REGINA ROCHA, THAÍS ROCHA

LOCAL: TEATRO NATHALIA TIMBERG (SALA NATHALINHA) – Freeway Center – Av. das Américas, 2000 – Barra da Tijuca

CENSURA: 14 ANOS

CURTA TEMPORADA DE 03 À 18 DE DEZEMBRO

SÁBADOS ÀS 21:00 E DOMINGOS ÀS 19:00

REALIZAÇÃO: ATORES IN CENA

Deixa Clarear – musical sobre Clara Nunes

Há mais de dois anos circulando pelo Brasil, “Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” retorna aos palcos cariocas para mais uma temporada, a partir de 4 de novembro. Com a atriz Clara Santhana no papel de Clara Nunes,  o espetáculo fica em cartaz até 27 de novembro no do Teatro João Caetano, marcando sua terceira temporada no espaço, no horário de sexta e sábado, às 20h e domingo, às 18h.  O ingresso custa R$30 e R$15 (meia entrada).

 

A direção é de Isaac Bernat (ator de Incêndios e diretor de Calango Deu!) e o texto de Marcia Zanelatto (Um Encontro com Hannah Arendt). Coube à Alfredo Del Penho (Gonzagão e A Lenda – Ópera do Malandro) dirigir musicalmente a atriz Clara Santhana (WAR, A Lenda do Vale da Lua) idealizadora do projeto e apaixonada pela obra da cantora mineira. Ela se apresenta com a banda formada por  Luciano Fogaça (percussão), Bidu Campeche (percussão/ cavaquinho), Felipe Rodrigues (violão) e João Gabriel (flauta/sax). 

 

Durante os 75 minutos de duração, o espetáculo mistura música e poesia para contar, de forma delicada, um pouco da trajetória de Clara Nunes, com o objetivo de incentivar a juventude a valorizar a música brasileira e suas raízes genuínas. “Nossa ideia é apresentar o legado da cantora para as novas gerações”, explica Clara Santhana.   No repertório estão clássicos como  “O canto das três raças”(Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte) e “Na linha do mar”(Paulinho da Viola), “Morena de Angola” (Chico Buarque), “Um ser de luz”(João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte) e “O mar serenou” (Candeia), entre outras.  

 

“Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” estreou em 2013, no Teatro Café Pequeno, no Leblon, sem grandes pretensões, mas, aos poucos, cresceu e chamou a atenção da crítica e do público.  Do Leblon foi para o tradicional Teatro João Caetano (em duas temporadas), passou pelo Imperator – Centro Cultural João Nogueira, Espaço Furnas Cultural e Teatro da Uff, em Niterói.  Quando completou dois anos de estrada, fez uma apresentação especial no Teatro SESI Graça Aranha, e doou o lucro da bilheteria para a Creche Clara Nunes, em Caetanópolis (MG).  Fora do Rio o espetáculo circulou pelas cidades de Goiânia, Salvador e São Paulo.  Em Minas Gerais, fez uma turnê pelos teatros do circuito SESI em Belo Horizonte, Contagem, Itaúna, Uberlândia, Ouro Preto, Mariana e Tiradentes. Em Uberaba, foi registrado em DVD – que será lançado pela Gravadora Biscoito Fino. Um mini documentário, gravado em Caetanópolis, cidade Natal de Clara Nunes, também registrou o dia do aniversário da cantora na cidade.

 

SERVIÇO:

Deixa Clarear – musical sobre Clara Nunes

Temporada: de 4 a 27 de novembro

Horário: sextas e sábados às 20h e domingos às 18h

Local: Teatro João Caetano – Praça Tiradentes, s/n – Centro  – Telefone: (21) 2332-9257

Ingresso:  R$30 e R$15

Capacidade: 1.139 lugares

Censura Livre

“Para conhecer os Beatles” no Nathália Timberg

Formado por um elenco de 18 crianças, o espetáculo PARA CONHECER OS BEATLES conta a história de duas meninas de uma cidade distante que querem pular corda e procuram na cidade grande uma terceira criança para ajudar. Porém, elas não conseguem, pois nessa cidade todas as crianças estão “enfeitiçadas” por aparelhos eletrônicos como smartphones, tablets e joguinhos.

 

Diante dessa dificuldade, num curioso passe de mágica todos os aparelhos “bugam” e ao mesmo tempo, anunciam um concurso em uma rádio, que oferece como prêmio uma viagem inesquecível. Nesse concurso as crianças devem apresentar músicas dos Beatles, que elas não conhecem por não serem da sua geração. E como regra do concurso, não podem usar nenhum recurso moderno. O prêmio prometido é uma viagem inesquecível.

 

Sinopse

 

O espetáculo leva os pequenos a uma viagem inesquecível pela obra e músicas dos Beatles, levantando também uma reflexão sobre o uso abusivo de aparelhos eletrônicos.

 

 

SERVIÇO

“Musical Infantil – Para Conhecer os Beatles”

Texto & Direção: Mareliz Rodrigues

 

Teatro Nathália Timberg – Av. das Américas, 2000 – Freeway – Barra da Tijuca.

Estreia:   08 de outubro, sábado, às 16h

 

Temporada até 30 de outubro, sábados e domingos, ás 16h.

Elenco:  Ana Helena de Freitas, Anna Clara Malvar, Beatriz Messias, Duda Almeida,  Elise Blanzat, Felipe Izzo, Greg Blanzat, João Victor Martins, Laura Havilla, Luiz Claudio Barcellos, Manuela Simões, Matheus Dantas, Maya Gonçalves, Nicolle Vieira, Nicolle Tiezzi, Vincenzo Lucchese, Yasmin Ronquetti, Nathália Costa.

Stand in: Luana Ayldel.

 Valor: R$ 50,00 (Inteira) / R$ 25,00 (meia)

Telefone:  2442-5188

Gênero: Musical

Duração – 60 minutos

Classificação Etária: livre, recomendável para crianças a partir de 5 anos

Capacidade do teatro: 293 lugares

Bilheteria funciona de 3f á sábado, das 15h ás 21h, e domingo das 14h ás 20h

 

FICHA TÉCNICA: 

Texto & DireçãoMareliz Rodrigues

Assistente de Direção: Lorrana Mousinho

Trilha sonora: Marcelo Rezende

Preparação Vocal: Simone Chaves

Coreografias: Renata Ferreira

Cenografia e Figurino: Daniela Sant’Mor

Fotografia e Arte Gráfica: Diogo Calil

Direção de Produção – Mareliz Rodrigues

Produção Executiva: Lorrana Mousinho

Realização: Espaço Cultural Vamos Fazer Arte

Oficina de Instrumentos Musicais

O Clubinho deste domingo, dia 18, no Ilha Plaza, será muito especial e animado. A criançada começa o dia, às 13h, pintando, bordando e cantando muito na Oficina de Instrumentos Musicais, onde terão a oportunidade de conhecer cada nota, aprender sobre os tons e ainda trocar experiências testando os instrumentos e criando harmonias.

Na Oficina de Colorir, que começa logo depois, os pequenos irão se divertir desenhando e colorindo as peças, e às 16h começa a atração principal do dia, com muita música, dança e expressão corporal na apresentação do musical infantil “A Caixa de Música”. O espetáculo é um show musical interativo para as crianças, que estimula a memória musical através do tocar dos instrumentos. Ao longo do show, a própria plateia precisa desvendar quais são os instrumentos para adivinhar as músicas do repertório, percebendo que os objetos utilizados sempre fazem menção a uma próxima música, causando um “frisson” geral e grande euforia musical.

Serviço

Clubinho – Ilha Plaza

Local: SAC – Piso L1 – Ilha Plaza – Av. Maestro Paulo e Silva, 400 – Ilha do Governador.

Horário: 13h às 17h

“Musical da Alegria” no Imperator

Inclusão. Inclusão na folia. Inclusão no teatro. Inclusão na vida. Inclusão na alegria. E este ano, a alegria inclusiva está se expandindo para além da avenida Marquês de Sapucaí. A Embaixadores da Alegria – primeira escola de samba voltada a pessoas com deficiência, que há 9 anos abre o Desfile das Campeãs no sábado depois do Carnaval – vai transportar sua alegria para outras plataformas culturais, compartilhando novas ferramentas de inclusão. Uma delas é o teatro. Aprovado no Edital do Fomento Olímpico da Secretaria Municipal de Cultura, o “Musical da Alegria” será apresentado no Imperator – Centro Cultural João Nogueira, nos dias 10 e 11 de setembro, com duas sessões por dia: às 16h e às 20h.  

Com uma linguagem diferente do musical tradicional, a peça conta a história de um casal que se conhece num bloco de carnaval, apaixona-se e tem uma filha com Síndrome de Down. A vida, que parecia ser de confete e serpentina, fica complicada, e o casal enfrenta momentos de preocupação, superproteção e dúvidas. A filha cresce e, quando conhece a Embaixadores da Alegria, vê a vida mudar. O casal acaba redescobrindo carnaval e a alegria de viver. É como diz o lema da Embaixadores da Alegria: “Uma nova maneira de ver a vida”!

O roteiro é da premiada Renata Mizrahi, que se preocupou em chamar a atenção para a tendência dos pais de crianças com Down a superprotegê-las. Já a direção do espetáculo é de Luís Igreja, que usou toda sua sensibilidade e sua experiência para conduzir a montagem. Luís lembra de sua infância e da  convivência com o irmão com Down, que faleceu com apenas sete anos. Convivência marcada por sensibilidade e delicadeza; memórias de infância que se internalizam para sempre. Igreja, que já deu oficinas para crianças e jovens com diversos tipos de deficiência, afirma: “Não tem receita, não tem técnica, é trabalhar com amor. O importante é ouvi-los e entrar em contato verdadeiro.” Foi assim que ele adaptou o texto com as falas da personagem de Fernanda Honorato. “Dei uma diagramação diferente, pautada na respiração dela, na sua expressão, transformando cada fala em música e o texto numa espécie de partitura, para melhor expressão em cena.”, explica o diretor sem esconder a emoção.

A produção musical do espetáculo é do craque Alfredo Del-Penho, escolhido, este ano, como Melhor Cantor de Samba na 27ª edição do Prêmio da Música Brasileira. E o elenco conta com os atores Gisela de Castro, Rodrigo Alzuguir, Fernanda Honorato, atriz e repórter da TV Brasil que tem síndrome de Down, e Caio Sampaio, que é modelo e para-atleta de rugby.

Na curtíssima temporada no Imperator, local com grande acessibilidade, a peça contará com intérpretes de Libras, elenco formado por pessoas com deficiência, área para específica para cadeirantes e ainda contará com a mesma harmonia e a mesma alegria que a Embaixadores leva para a avenida nesses nove anos de desfile na Sapucaí, mostrando que ela é mais do que uma escola de samba, ela é uma escola de vida.

Sobre a Embaixadores da Alegria                                                   

A Embaixadores da Alegria é uma organização social sem fins lucrativos que utiliza a arte, a cultura e a educação como ferramentas de inclusão social para pessoas com e sem deficiência. Em dez anos de fundação, mais de 13 mil pessoas já foram beneficiadas gratuitamente com os desfiles na Sapucaí, oficinas de carnaval e apresentações de samba em formato pocket show

A Embaixadores da Alegria foi fundada em 2006 por Paul Davies e  Caio Leitão. O primeiro desfile, em 2008, contou com a participação de 800 foliões. Na escola de samba, os componentes não são tratados com vitimização e contam com o apoio de psicomotricistas, fisioterapeutas, pedagogos, terapeutas ocupacionais, professores de educação física adaptada e, principalmente, dos pais que participam integralmente das atividades.

Em 2016, a Embaixadores da Alegria está inovando com outras ferramentas de inclusão. Além do “Musical da Alegria”, promoverá o  Wheelchair Fest, um festival multicultural inédito que utiliza a cadeira de rodas como ferramenta de conexão entre pessoas com deficiência e diferentes culturas. O evento contará com uma Wheelchair Parade com cadeiras de rodas feitas por artistas espalhadas pelo Boulevard Olímpico durante os Jogos Paralímpicos Rio 2016. O projeto tem apoio da Prefeitura do Rio, da Riotur, da Empresa Olímpica e da Útil Empresa de Ônibus.

 

Ficha Técnica:

Direção: Luís Igreja

Direção Musical: Alfredo Del-Penho

Produção Executiva: Caio Leitão e Paul Davies

Roteiro: Renata Mizrahi

Figurino e Cenografia: Denise Bernardes

Supervisão de Produção: Helder Jardim

Assistente de direção: Ana Carina

Elenco: Gisela de Castro, Rodrigo Alzuguir, Fernanda Honorato, Caio Sampaio

Videografismo: Felipe Nobre e Caio Garcia

Fotografia: Guilherme Maia

 

Serviço:

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier

Tel.: 2597-3897

Datas: 10 e 11 de setembro em duas sessões diárias

Horários: 16h e 20h

Classificação: Livre

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Duração: 58 minutos

Um Musical de Palhaças – Cada Um Com Seu Quadril

O grupo As Marias da Graça estreia, no dia 10 de setembro, o primeiro musical de sua carreira e sétima criação autoral:Um Musical de Palhaças – Cada Um com seu Quadril. Contemplado pelo Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2014, o espetáculo é dirigido por Sueli Guerra e revela os bastidores de um teste para musical através da vivência de três palhaças. A montagem fica em cartaz até o dia 26 de setembro, no Centro Cultural Banco do Brasil, Teatro II, de sábado a segunda-feira, às 19h30.

 

Primeiro coletivo de mulheres palhaças do Brasil, o grupo completa 25 anos em 2016. Neste novo desafio, as palhaças Maffalda dos Reis (Geni Viegas),  Indiana da Silva (Karla Concá) e Iracema (Samantha Anciães) mostram, em uma encenação que mescla dança, canto e linguagem circense, as dores e as delícias de passar pela audição de um musical. A comicidade e a singeleza da palhaça, somadas a expressividade corporal dos números de dança, garantem um espetáculo dinâmico e engraçado ao evidenciar os desafios e as conquistas das artistas nesse dia de avaliação cênica. Esquecer o texto, entrar no palco na hora errada, frio na barriga, impaciência do auditor estão entre as diversas situações apresentadas pelo trio de atrizes.

 

O musical marca também a estreia de Sueli Gerra na palhaçaria. “O fato das Marias serem as Marias, as palhaças que são, o trabalho que têm, já muda tudo, tira tudo do lugar, de uma maneira refrescante e instigante, em um desafio de mesclar pela primeira vez na minha trajetória a linguagem do palhaço e da dança”, afirma a diretora com mais de 30 anos de carreira.

 

Na trilha sonora, dirigida por Marcelo Alonso Neves, não irão faltar referências aos musicais clássicos Cabaret, ChicagoO Pirata, Roberto Carlos e Frère Jacques, além de A Noviça Rebelde, que ganha uma interpretação exclusiva para a montagem – em off – na voz da cantora e atriz  Sylvia Massari, cantando Dó Ré Mi. “A gente sempre brincou nos camarins, durante nossas viagens, de cantar e simular um musical. Inicialmente, queríamos fazer um só com músicas do Roberto Carlos, depois, a ideia foi ganhando corpo e somamos outras referências de musicais que gostaríamos de ter feito em nossa carreira até que, finalmente, nasceu Um musical de palhaças”,conta Samantha Anciães.

 

 

 

Sinopse
Três palhaças em um dia de audição musical.  No teste, elas passam por inusitadas e engraçadas situações como esquecer o texto, entrar no palco na hora errada, frio na barriga, enfrentar a impaciência do auditor. A trilha sonora homenageia musicais clássicos como: Cabaret,ChicagoO Pirata,A Noviça Rebelde, Roberto Carlos e Frère Jacques.

 

As Marias da Graça


O grupo foi criado em 1991 a partir de uma oficina de clown. Inicialmente, eram sete palhaças. Da formação original ficaram Geni Viegas, Karla Concá e Vera Ribeiro. São mulheres que trabalham o riso e escolheram a arte da/o palhaça/o para expressar o cotidiano feminino. Interferem, assim, na visão tradicional deste universo artístico. Em 2003, Samantha Anciães integrou-se ao grupo e foi nesse ano que ele se institucionalizou e fundou As Marias da Graça Associação de Mulheres Palhaças que tem como missão valorizar a arte da mulher palhaça dentro da visão do feminino.

 

SERVIÇO:

 

Um Musical de Palhaças – Cada Um Com Seu Quadril
Temporada: 10 a 26/09, sábado a segunda-feira, às 19h30

Local: Teatro II / CCBB
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – Rio de Janeiro/RJ
Tel: (21) 3808-2020

Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia entrada)

Funcionamento bilheteria: de 4ªf a 2ªf, das 9h às 21h

Duração: 70 minutos
Capacidade: 155 espectadores
Classificação: 14 anos

Filhote de Cruz-credo – A Triste História Alegre de Meus Apelidos

O jornalista e escritor Fabrício Carpinejar sofreu um bocado na infância ao receber de seus amigos uma série de apelidos nada lisonjeiros. Essa angustiante época de sua vida o motivou a escrever o livro Filhote de Cruz-credo – A Triste História Alegre de Meus Apelidos, que trata do tema do bullying infantil de maneira delicada e, ao mesmo tempo, contundente. A história cativou o produtor e ator Eduardo Katz na primeira leitura e o levou a adaptar a história para o teatro no espetáculo homônimo, que chega aos palcos do Oi Futuro Flamengo no dia 10 de julho. Com direção de Isaac Bernat, a montagem infanto-juvenil reúne o próprio Katz, na pele do protagonista Fabrício, e os atores Priscila Assum e João Lucas Romero, que entram em cena embalados por músicas do repertório de Erasmo Carlos. O projeto tem patrocínio da Oi e co-realização do Oi Futuro.

A história se passa nos anos 70, quando o pequeno Fabrício sabe que tem algo de errado com sua aparência física, o que lhe rende apelidos como ‘Cara de Morcego’, ‘Cabeção’, ‘Monstro’ e ‘Filhote de Cruz-credo’. Ao lado da mãe e do irmão Rodrigo, ele vai ter que lidar com a implicância dos amigos, aprender como enfrentar o bullying diário e conquistar certa menina do colégio. “Descobri este livro num dia em que estava meio triste e devorei ali, na livraria mesmo. Já estava procurando algo para montar como produtor e a história me encantou na hora pela ambiguidade do título: ali conviviam uma certa melancolia e irreverência ao mesmo tempo”, lembra Eduardo Katz. “É também uma história de construção de autoestima e descoberta do senso de humor. Ou seja, de aprender a aceitar e até achar graça das nossas feiuras e imperfeições”.

Com grande experiência no teatro feito para crianças, o premiado diretor Isaac Bernat trouxe sua equipe criativa para o espetáculo e colocou o foco no trabalho do trio de atores. Priscila e João dão vida a vários personagens, enquanto Eduardo vive o angustiado Fabrício. “Eu tenho um mestre, o griot africano Sotigui Kouyaté, que diz que ‘ninguém pode te dar o que já não está em você’. Eu acho que a peça fala um pouco disso: da importância de acreditar na sua força, no seu caminho, de encontrar a sua turma apesar das adversidades”, comenta Bernat.

A atriz Priscila Assum faz a sua estreia no teatro voltado para crianças, depois de uma bem-sucedida experiência como a Bel da série de TV infantil ‘Detetives do prédio azul’ (Canal Gloob). “Estava mais de dedicada à TV e ao cinema, mas deu uma vontade de voltar ao teatro e participar de um espetáculo que o meu filho Antônio, de 4 anos, pudesse me assistir”, conta. “O texto mostra que a vida nem sempre acolhe a gente, e a importância de saber lidar com isso: com os apelidos que recebemos e não gostamos ou quando algo em nosso corpo não nos agrada, por exemplo. Saber que a gente é capaz de dar a volta por cima!”. Completando 10 anos de carreira, o ator João Lucas Romero lembra o bullying que sofreu na infância por ser tímido e dos inúmeros apelidos que recebeu na escola. “A peça fala daquele momento da vida em que você quer ser aceito pelos amigos e encontra dificuldades no caminho”, acrescenta ele que, recentemente, esteve em cartaz no premiado espetáculo ‘Bisa Bia, Bisa Bel’.

Os três atores vão cantar em cena músicas da carreira de Erasmo Carlos. A trilha sonora é exclusivamente costurada por canções do repertório do Tremendão, reunindo as mais famosas como ‘Festa de Arromba’. ‘Vem quente que eu estou fervendo’, ‘O caderninho’ e ‘É preciso saber viver’, e outras menos conhecidas como ‘Caramelo’, ‘No tempo da vovó’ e ‘Sentimento exposto’.

Também fazem parte da equipe os experientes Doris Rollemberg (cenário), Desirée Bastos (figurino), Mona Magalhães (caracterização), Charles Kahn (direção musical), Michel Robim (diretor de movimento), Aurélio de Simoni (iluminador) e Jenny Mezencio (diretora de produção).

Diretor:

Isaac Bernat – É ator, diretor e professor de teatro na Faculdade CAL. Doutor em Teatro pela UNIRIO, Isaac fez tese de doutorado sobre o griot africano e ator do grupo de Peter Brook, Sotigui Kouyaté, que deu origem ao livro “Encontros com o griot Sotigui Kouyaté”. Ficou três anos em cartaz como ator da peça “Incêndios”, estrelada por Marieta Severo, com direção de Aderbal Freire Filho. Entre as peças que dirigiu destacam-se: “Por Amor ao Mundo, um Encontro com Hanna Arendt”, “Deixa Clarear”, “Desalinho”, “Lili – Uma história de circo”; “Calango Deu – Os Causos de Dona Zaninha”; “Querida Helena Sergueievna”; “O Diário de Anne Frank” e “Sherazade”.  Fez inúmeros trabalhos como ator em cinema e televisão. Indicações a prêmios: Mambembe Infantil como ator (1986,1994 e 1997); APTR e Aplauso (2014) como ator coadjuvante por “Incêndios”; FITA (2014) de melhor direção por “Calango Deu”. Premiações: Coca-Cola (1995) de melhor ator por “As Aventuras de Pedro Malazartes”; Botequim Cultural (2014) de melhor ator e Aplauso (2014) de melhor elenco por “Incêndios”; Zilka Salaberry (2014) de melhor direção por “Lili – Uma história de circo”.

Elenco:

Priscila Assum – Atriz com experiência em teatro, cinema e TV. Bacharel em Interpretação Teatral pela Uni-Rio, com Pós-Graduação em Pedagogia do Ensino pela Cândido Mendes. Premiada nos principais festivais do Brasil por sua atuação no longa “Como Nascem os Anjos”, de Murilo Salles. Está no elenco dos filmes “Os Homens São de Marte, é pra Lá que eu Vou”, “Mato Sem Cachorro” e “Rio, Eu te Amo”. No teatro, trabalhou com nomes como Gianfrancesco Guarnieri, Roberto Bomtempo e com diretores contemporâneos como Mario Bortolotto e Ernesto Piccolo. Em TV, protagonizou em 2014 a série “As Canalhas” com direção geral de Ana Muylaert, exibida pelo GNT. Fez parte do elenco da série infantil “Detetives do Prédio Azul” (Canal Gloob), vencedora do prêmio Monet de melhor programa infantil (2012/2013).

Eduardo Katz – Formou-se como ator (2005) e Mestre (2009) na Uni-Rio, com uma pesquisa sobre o ator Pedro Cardoso. Atuou nos espetáculos “O Mistério do Barbeiro” (infanto-juvenil com temática científica, em cartaz de 2002 a 2003 no Museu da Vida da Fiocruz), “O Despertar da Primavera” (dir. de Michel Bercovitch – 2001), “O Mambembe” (dir. de Amir Haddad – 2004), entre outros. Atuou também nos longas “Giovanni Improtta” (de José Wilker – 2013), “O Veneno da Madrugada” (de Ruy Guerra – 2006) e no premiado curta “O Retrato do Artista” (de Hugo Moss – 2005). Protagonizou comerciais e fez diversas participações em televisão, com mais destaque no programa “Adorável Psicose”, como o Zingo, no canal Multishow (2011 a 2013). Em 2008, lançou, como coeditor, o livro “A nobre arte do palhaço”, de Marcio Libar.

João Lucas Romero – Ator formado na Faculdade Univercidade, iniciando a sua carreira em 2005 no “O Tablado”. Dentre seus últimos trabalhos destacam-se as peças: “A Lenda do Vale da Lua”, texto e direção de João das Neves (2016); “Como a Gente Gosta”, comédia de William Shakespeare, direção de Vinícius Coimbra, com Pedro Paulo Rangel (2015); “Bisa Bia, Bisa Bel”, adaptação e direção de Joana Lebreiro, do livro de Ana Maria Machado (espetáculo vencedor dos prêmios CBTIJ e Zilka Sallaberry de teatro infantil, nas categorias de melhor espetáculo, direção, elenco, texto e música – 2014); “Festa de Família”, com direção de Bruce Gomlevsky (2014); “Two Roses for Richard III”, no Word Shakespeare Festival 2012, em Londres; e “Deus é Química”, de Fernanda Torres com a direção de Hamilton Vaz Pereira (2009).

Ficha Técnica:

Texto: Fabrício Carpinejar

Idealização e adaptação: Eduardo Katz

Direção: Isaac Bernat

Assistente de direção: Kika Werner

Elenco: Eduardo Katz, Priscila Assum e João Lucas Romero.

Cenário: Doris Rollemberg

Figurino: Desirée Bastos

Caracterização: Mona Magalhães

Direção musical: Charles Kahn

Diretora de Movimento: Michel Robim

Iluminação: Aurélio de Simoni

Direção de Produção: Jenny Mezencio

SERVIÇO:

Filhote de Cruz-credo – A Triste História Alegre de Meus Apelidos

Local: Oi Futuro (R. Dois de Dezembro, 63 – Flamengo)

Telefone: (21) 3131-3060

Dias e horários: sábado e domingo, às 16h

Preço: R$10 (meia) e R$20 (inteira)

Lotação do teatro: 63 lugares

Duração: 1 hora

Classificação indicativa: livre

Funcionamento da bilheteria: De terça a domingo, das 14h às 20h.

Ingressos à venda: www.ingresso.com

Temporada: de 10 de julho a 25 de setembro

Nos Tempos do Milk Shake Shake

Nos Tempos do Milk Shake Shake é uma peça livremente inspirada na comédia Musical Grease – Nos Tempos da Brilhantina, de Randal Kleiser.

 

Trata-se da história de amor entre uma menina doce e recatada e o garoto mais popular da escola. O espectador é convidado a explorar o universo dos famosos grupos e “panelinhas” que se formam na escola, entretanto, as diferenças, o amadurecimento e a amizade das crianças, prevalecem acima de tudo. Através do ponto de vista das crianças brasileiras, Nos Tempos do Milk Shake Shake, conta uma aventura romântica, leve, engraçada e contagiante.

 

Serviço – “Musical Infantil – Nos Tempos do Milk Shake Shake”

Texto livremente inspirado na obra Grease – Nos Tempos da Brilhantina de Jim Jacobs e Warren Casey.

Texto & Direção: Mareliz Rodrigues

 

Teatro Nathália Timberg – Av. das Américas, 2000 – Freeway – Barra da Tijuca.

Estreou: 03 de setembro, sábado, as 16h

Dias e horários: de 03/09 a 25/09 – Sábados e domingos, ás 16h.

Elenco: Gabriella Saraivah, Kadu Schons , Nathália Costa, Rafael Sun, Raffael Pietro, Arthur Galvão, Amanda Basile, Bebel Gandra, Bebel Lessa, Beatriz Sousa, Beatriz Campos, Carol Santiago, Gabriel Quaresma, Gabrielly Duarte, Giulia Falcão, Guido Saraivah, Jully Sampaio, Lu Aydel.

 

Participação: Alexandre Aydelkop (Profº Flávio) e Maya Gonçalves (Profª Iolanda)

Stand in: Nicolle Castro e Felipe Izzo.

Valor: R$ 50,00 (Inteira) / R$ 25,00 (meia)

Gênero: Comédia Romântica

Duração – 60 minutos

Classificação Etária: livre

Capacidade do teatro: 400 lugares

“As Festas da Tia Ciata” a partir de 03/06

Homenageando o Centenário do Samba, a Fanfarra Carioca apresenta o musical “As Festas da Tia Ciata” a partir de 3 de junho na sala Baden Powell em Copacabana.  A temporada vai até 26 de junho com sessões as sextas-feiras e sábados 20h, e domingos, 19h.

Citadíssima em obras de sociologia e antropologia sobre a cultura negra no Rio de Janeiro – e homenageada em diversos enredos das escolas de samba de todos os grupos – Hilária Batista de Almeida, a famosa Tia Ciata, é considerada a grande dama da história cultura afro brasileira.

Lendária baiana que migrou para o Rio de Janeiro por volta de 1870 e que, aqui, inicialmente morou no bairro da Saúde, e depois, na Praça Onze, locais primordiais do desenvolvimento da cultura afro da época – se tornou um símbolo de diversidade negra e também líder reverenciada da comunidade do Rio de Janeiro Belle Époque.

O Musical resgata a atmosfera das festas e das rodas de samba que a Tia Ciata promovia, bem como sua participação nos fatos histórico-culturais ocorridos no início do século XX, incluindo a origem do samba, dos ranchos e das Escolas de Samba.

Com roteiro e direção de Loly Nunes, a montagem apresenta a contribuição cultural e social dos afro-baianos à cultura nacional, desde a sua chegada ao Rio de Janeiro que resultou na criação da “Pequena África”, região carioca em que morava Tia Ciata. Ao reviver a história das “Tias baianas” no início do século XX, o espetáculo ressalta o protagonismo da mulher negra na história do Brasil e, ao som dos ritmos musicais que emergem nessa época como o maxixe, o samba-enredo e o samba-choro, gêneros tipicamente cariocas, oito atores e cinco músicos, interpretam, cantam e dançam doze dos melhores sambas cariocas mais marcantes entre as décadas de 1900 a 1924.

O roteiro permeia por fatos curiosos, polêmicos e divertidos das décadas abordadas, tendo como referência o malandro e a capoeira, os compositores frequentadores das festas da Tia Ciata como Donga, João da Baiana, Sinhô e Pixinguinha.

SINOPSE SUGERIDA

Musical apresenta o nascimento do samba e personagens históricos do Rio de Janeiro, como Tia Ciata, Donga, João da Baiana, Sinhô e Pixinguinha. Oito atores e cinco músicos interpretam, cantam e dançam 12 canções clássicas de compositores que frequentavam as famosas festas na casa da baiana Tia Ciata.

SOBRE A CIA. FANFARRA CARIOCA

Ao longo dos últimos 22 anos, a Fanfarra Carioca Produções Artísticas desenvolveu uma forma de atuação sistemática no cenário cultural brasileiro que tornou a produtora um exemplo de competência e sustentabilidade.

Como grupo de teatro, iniciou sua atividade em 1985 e formalizou-se como produtora em 1993. Entre suas produções destaca-se o espetáculo Bailei na Curva, grande sucesso da temporada de 85. O espetáculo conquistou diversos prêmios: o Prêmio Inacen de Melhor Espetáculo do Ano; o Prêmio de Melhor Espetáculo do Festival da Serra em Teresópolis, organizado por Domingos Oliveira; a encenação internacional, como representante do Rio de Janeiro no IX FITEI – Festival Internacional de Expressões Ibéricas na Cidade do Porto, em Portugal.

Depois de uma turnê em Portugal a produtora produziu diversos espetáculos teatrais, destacando-se os espetáculos: Somos todos 22; Anita Garibaldi, Tupy or not Tupy; Fogo Morto; Paixões; Monteirices Lobatianas; Picasso; Mario Quintana entre outros com temporadas em teatros do Rio e turnês nacionais.

A partir do ano 2000, a Fanfarra criou novas frentes de atuação com o objetivo de torná-la um empreendimento autossustentável e plenamente integrado ao mercado da Economia Criativa brasileira.

FICHA TÉCNICA

Roteiro e direção: Loly Nunes

Elenco: Camila Boer, Daniely Stenzel, Flávia Souza, Hugo Germano, Ricardo Lopes, Rudson Martins, Thania Machado e Tuca Muniz

Músicos: Daniel Delavusca, Flávia Enne, Kaka Nomura, Renan Sardinha e Zéh Gustavo

Preparação vocal: Thania Machado

Coreografias: Arthur Rozas

Músicas Inéditas: Edinho do Samba e Loly Nunes

Iluminação: Djalma Amaral

Figurinos e Cenário: Marcia Marques e Loly Nunes

Produção Executiva: Wesley May e Thor Medrado

Marketing Cultural: Glória Diniz

Serviço:

Estreia: 3 de junho de 2016

Local: Sala Municipal Baden Powel

Endereço: Av. Nossa Sra. de Copacabana, 360 – Copacabana – Telefone:(21) 2255-1067

Horários: Sexta e sábado, 20h, Domingo, 19h

Ingresso: R$ 30,00 (Inteira) R$ 15,00 (Meia)
Temporada: De 3 a 26 de junho de 2016
Duração: 70 min.

Classificação: 12 anos

Capacidade: 250 Lugares

“Dom Quixote” no Theatro Municipal

Aclamada pela crítica e pelo público paulistanos, a ópera Dom Quixote, de Jules Massenet, será realizada pela Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura (SEC), nos dias 13, 15, 19 e 22 de abril, às 20h, e em 17 de abril, às 17h, em coprodução com o Theatro São Pedro, de São Paulo. Inspirada na obra de Miguel de Cervantes, esta montagem com o patrocínio do BNDES, será apresentada pelo Coro e a Orquestra Sinfônica do TM e contará com participações de solistas convidados, como o baixo estadunidense Gregory Reinhart, no papel-título, a mezzo-soprano Luiza Francesconi, como Dulcineia, e o barítono Eduardo Amir, que dará vida a Sancho Pança. Completam o elenco as sopranos Roseane Soares e Marianna Lima, o tenor Anibal Mancini e o barítono André Rabello. Primorosa, a montagem é resultado de um harmonioso trabalho norteado pelo estilo das gravuras do francês Gustave Doré – ilustrador de clássicos como A Divina Comédia, de Dante, em 1861, e do próprio Dom Quixote de la Mancha, de Cervantes, em 1863 – e que leva as assinaturas de Ney Bonfante, no desenho de luz; de Fábio Namatame, no figurino; de Nicolas Boni, na cenografia; de Nuria Castejón, na coreografia do balé flamenco; de Jorge Takla, na concepção e direção cênica; e do maestro Luiz Fernando Malheiro, na direção musical e regência. A récita de 17 de abril será regida pelo Maestro Pedro Messias.

 

Esta ópera de Massenet, no entanto, não é exatamente criada a partir do livro de Cervantes. Conforme o especialista em óperas Sergio Casoy, a versão deste compositor francês, que estreou em 1910 no Cassino de Monte Carlo, em Mônaco, foi feita a partir do libreto de Henri Cain, que, por sua vez, se baseou na peça Le Chevalier de la Longue Figure, de Jacques Le Lorrain. No Brasil, a ópera Dom Quixote foi apresentada pela primeira vez no Brasil em 6 de agosto de 1926, em récita única no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, organizada pelo empresário  Walter Mocchi, um italiano nascido na cidade de Turim e que se casou com a soprano Bidu Sayão, naquele mesmo ano. Encerrada a temporada carioca, em 11 de agosto, a companhia de Mocchi rumou para São Paulo, onde o público paulistano conheceu o Dom Quixote, de Massenet, em récita no Theatro Municipal no dia 16 de agosto de 1926, dez dias após a estreia no Rio.

 

Diretor Artístico do Theatro Municipal, o Maestro André Cardoso destaca: “Reviver a ópera de Massenet e trazê-la mais uma vez ao palco do Municipal só foi possível graças ao acordo de coprodução estabelecido com o Theatro São Pedro, uma iniciativa auspiciosa que abre boas perspectivas para a cena lírica nacional. Procedimento comum entre teatros de ópera em todo o mundo as coproduções reduzem os custos, garantem um maior número de récitas aos artistas e fazem circular as produções, tornando-as acessíveis para um público maior. O Dom Quixote de Massenet configura-se, portanto, como a ponta de lança daquilo que pode vir a ser uma nova fase de estreita colaboração entre os teatros de ópera brasileiros”.

 

Dom Quixote fala de sentimentos e de valores que não costumamos mais ver em uma só pessoa, como amor incondicional, poesia, justiça, dignidade, honestidade e incorruptibilidade. Isto faz a imortalidade e a beleza da obra. Tentamos valorizar estas qualidades, buscando a harmonia entre a teatralidade da música e o trabalho de todos os profissionais envolvidos na sua realização. Não posso deixar de mencionar os intérpretes dos três personagens centrais, que além de excelentes cantores são atores incríveis: o Gregory Reinhart compõe perfeitamente o Quixote, porque é um ator que traz a poesia e a nobreza dentro dele; a Luiza Francesconi faz uma cortesã que passa longe da vulgaridade e mostra a nobreza de sentimentos da Dulcineia; e o Eduardo Amir é um artista que tem nele toda a bondade, a generosidade e a preocupação com o bem-estar das pessoas, um perfeito Sancho Pança”, comenta Jorge Takla, responsável pela concepção e direção cênica.

 

Sinopse

 

Ato I

 

Uma praça diante da casa da coquete Dulcineia. Quatro admiradores da bela jovem fazem uma serenata. Ela aparece, explica que ser adorada não é suficiente para uma mulher porque os anos passam e sai a seguir. O povo saúda efusivamente a chegada do velho cavaleiro Dom Quixote acompanhado de seu escudeiro Sancho. Quando a multidão se dispersa, Dom Quixote canta uma serenata para Dulcineia, mas é interrompido por Juan, um outro ciumento admirador. Ambos puxam suas espadas. Dulcineia interrompe a luta e, atraída pelas antigas maneiras cavalheirescas de Quixote, manda Juan embora. Dulcineia intima o fidalgo a recuperar seu colar de pérolas, roubado pelo chefe dos bandidos locais.

 

Ato II

 

Amanhecer nublado no campo. Dom Quixote, em busca do colar de pérolas, aproveita para compor um poema de amor. Sancho protesta fortemente contra a perigosa expedição. A névoa se desfaz. Dom Quixote vê, no horizonte, uma série de moinhos de vento, que ele acredita serem gigantes. Para desespero de Sancho, o fidalgo ataca um deles, é apanhado por uma pá e lançado no ar.

 

Ato III

 

Crepúsculo nas montanhas. Na trilha dos bandidos. Sancho dorme e Quixote monta guarda, mas adormece. Os bandidos o dominam. Sancho foge. Enquanto os bandidos se preparam para matar o velho fidalgo, este reza para que Deus receba sua alma. Envergonhado, o chefe dos bandidos pergunta a  Quixote quem é ele,  o fidalgo conta que é um cavaleiro andante e o chefe, comovido, devolve o colar ao fidalgo, que abençoa todos os ladrões antes de partir.

 

Ato IV

 

Uma festa no jardim da casa de Dulcineia. Quando todos saem para jantar, chegam Dom Quixote e Sancho. O fidalgo sonha em se casar com Dulcineia, e ele promete a Sancho um castelo numa vaga ilha. Dulcineia, cercada por seus amigos, volta à cena. Todos aplaudem a devolução do colar. Quixote pede a jovem em casamento, causando uma gargalhada geral. Com pena do velho fidalgo, ela manda todos saírem, e explica a Quixote que suas formas de vida são diferentes, a função dela é dar amor a todos. A seguir se despede ternamente e parte, mas a multidão volta para caçoar do velho. Sancho os enfrenta e arrasta Dom Quixote consigo para longe dali.

 

Ato V

 

Um bosque na montanha. Noite estrelada. Encostado em uma árvore, Dom Quixote percebe que seu tempo terminou e se prepara para morrer. Ele se lembra que prometeu a Sancho uma ilha, mas a única ilha que pode legar ao escudeiro é a ilha dos sonhos. Vendo o intenso brilho do planeta Júpiter no céu, Dom Quixote tem uma visão de Dulcineia, cuja voz o chama para outro mundo. Dom Quixote morre, enquanto Sancho chora sobre seu corpo.

 

 

Sobre os solistas

 

Gregory Reinhart, baixo – Dom Quixote

 

Reinhart vive na França e canta desde 1984 na Ópera de Paris. Tem também presença garantida nos mais renomados teatros da Europa, Estados Unidos, Israel, Singapura e, recentemente, no Brasil. Nos Estados Unidos esteve nos palcos do Metropolitan Opera e Carnegie Hall, além das cidades de São Francisco, Washington e Santa Fé. Na Itália, cantou no Rossini Festival Pesaro, em Turim, Trieste e Veneza. Já esteve em Zurique, Genebra, Berlim, Colônia e no Festival de Handel em Halle. Em São Paulo participou de Die Walküre e Götterdämmerung. No Rio de Janeiro esteve em Entführung Die. Destaque para sua atuação nos papéis de Osmin, Sarastro, Rocco, Commendatore, Frère Laurence, Narbal, Arkel, Le Veilliard em língua hebraica, Hunding e Hagen.

 

Luisa Francesconi, mezzo-soprano – Dulcineia

 

Considerada com excepcional capacidade para a execução de coloratura, destacando-se no repertório rossiniano e mozartiano ao interpretar papéis em óperas como Il Barbiere di Siviglia, L’Italiana in Algeri, Così fan Tutte e Don Giovanni. A mezzo-soprano fez a sua estreia internacional no Teatro Argentina, em Roma, no papel de Cherubino (Le Nozze di Figaro, Mozart). Atua com grande sucesso em papeis masculinos, como Romeo (I Capuleti ed I Montecchi, de V. Bellini), Orfeo (Orfeo ed Euridice, Gluck) e Idamante (Idomeneo, Mozart). Luisa canta com frequência nos principais teatros brasileiros e italianos, e tem-se apresentado regularmente também em Portugal. Interpretou o Stabat Mater (Pergolesi) na famosa igreja Ara Coeli, em Roma e a Missa em Dó Menor (Mozart) no Auditorium Verdi, em Milão. Seu repertório de concerto é vasto, com atuações marcantes em Rapsódia para Contralto e Missa em Si Menor (Bach), Requiem e Missa da Coroação (Mozart), Nisi Dominus (Vivaldi), Messias (Haendel), Nona Sinfonia, Missa em Dó Maior e Fantasia Coral (Beethoven), Stabat Mater e Petite Messe Solennelle (Rossini), Sonhos de uma Noite de Verão (Mendelssohn), Te Deum (Bruckner), Les Nuits d’Été (Berlioz), Sinfonias n.2, n.3 e n.8 (Mahler), El Amor Brujo (Falla) e Floresta do Amazonas (Villa-Lobos). Gravou suas participações como solista na Nona Sinfonia (Beethoven) e no Requiem Hebraico (Erich Zeisl), lançadas em CD pela Biscoito Fino.

Eduardo Amir, barítono – Sancho Pança

 

Carioca, graduado em música e canto pela UFRJ, estudou com Victor Prochet e, em Nova Iorque, com Catherine Green. Ator formado pela Casa de Artes de Laranjeiras (CAL), atuou e dirigiu Tartufo, pelo qual recebeu o V Prêmio Coca-Cola de Teatro, e La Serva Padrona, entre outros. Cantou no Theatro Municipal RJ nas produções O Morcego, Il Tabarro, Gianni Schicchi, Rigoletto, O Guarani, Salomé, Iphigénie en Tauride e Tosca. No Theatro Municipal de SP, participou de Manon, Carmen, Romeu e Julieta e Ça Ira. Participou da estreia mundial de O Anjo Negro, de João Guilherme Ripper, no CCBB SP, cantou O Barbeiro de Sevilha e Tosca no Palácio das Artes de Minas Gerais, Amahl e A Ópera dos Três Vinténs no CCBB RJ. Atuou nos musicais O Fantasma da Ópera, no Teatro Abril, e My Fair Lady, no Teatro Alfa. No FAO, em Manaus, apresentou-se em Lulu, Don Giovanni, Manon, Ariadne Auf Naxos, Ça Ira, Maria Golovin, Turandot e Manon Lescaut.

 

Roseane Soares, soprano – Pedro

 

Interpretou Rosina na première nacional de Il Barbieri di Siviglia, de Paisiello, no Theatro São Pedro; Clorinda, em La Cenerentola, de Rossini; Nannetta, em Falstaff, de Verdi. Apresentou-se também como Pamina, em A Flauta Mágica, de Mozart; Olympia, em Os Contos de Hoffmann, de Offenbach; Susanna, em As Bodas de Fígaro, de Mozart; Adina, em O Elixir do Amor, de Donizetti; Frasquita, em Carmen, de Bizet. Graduada em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas pela Universidade São Judas Tadeu, Roseane formou-se em Canto Lírico na Escola Municipal de Música de São Paulo, orientada pelo soprano Laura de Souza. Foi aluna da classe de Ópera Estúdio da EMESP, com Mauro Wrona. Atualmente, recebe orientação do tenor Luiz Alberto Faria. Integra o elenco estável da Temporada 2016 do Theatro São Pedro, SP.

 

Marianna Lima, soprano – Garcias

 

Possuidora de musicalidade marcante, Marianna desponta como importante soprano no cenário carioca. Foi segundo lugar geral no concurso para o Coro do Theatro Municipal. É Bacharel e Mestre em Música pela UFRJ. Destacamos suas atuações como solista da Petite Messe Solennelle de Rossini no Theatro Municipal do RJ. Junto à OSB Ópera & Repertório foi a protagonista de L’oro non compra amore, de Marcos Portugal, e com a OSB, na Sala Cecília Meireles, atuou em Renaud de Sacchini. No projeto Ópera do Meio-Dia do Theatro Municipal, protagonizou Lo Schiavo e Fosca de Carlos Gomes e Suor Angelica de Puccini. Interpretou Mimi da ópera La Bohème, de Puccini, no Festival de Inverno de Nova Friburgo e no Festival de Inverno de Petrópolis. Foi solista da Missa em si menor de Bach com a Cia. Bachiana Brasileira, na Igreja da Candelária e no Teatro Municipal de Niterói.

 

Aníbal Mancini, tenor – Rodriguez

 

Em 2015, interpretou O Messias, no Theatro Municipal do Rio, atuou em As Bodas no Monastério, de Prokofiev, no Theatro São Pedro SP, teve seu début na Nona Sinfonia de Beethoven, como solista, na prestigiada Sala São Paulo, e realizou, pela segunda vez, o papel de Fenton na ópera Falstaff, de Verdi, no Theatro São Pedro, com regência de Silvio Viegas.  Um dos seus mais recentes trabalhos foi o personagem Rinuccio, da ópera Gianni Schicchi, realizada no Teatro Positivo, em Curitiba.  Cantou, em estreia mundial, o personagem “Rapaz”, na ópera O Menino e a Liberdade, de Ronaldo Miranda. No Palácio das Artes BH, foi Hipólito, na estreia mundial da ópera Fedra e Hipólito de Christopher Park, sob a direção de Fernando Bicudo. Em 2014, foi um dos vencedores do 12º Concurso Maria Callas de Canto.

 

André Rabello, barítono – Juan

 

Premiado no 11º Concurso Brasileiro de Canto Maria Callas, o barítono André Rabello iniciou suas atividades como cantor aos 17 anos no musical The Phantom of the Opera, como Fantasma, e logo ingressou em montagens de óperas atuando em Die Zauberflöte (como Papageno), Don Giovanni (como Leporello), Carmen (como Dancaïre), La Bohème (como Schaunard), Les Contes d’Hoffmann (como Dapertutto) e na première nacional de Il Barbiere di Siviglia (como Bartolo), de Paisiello, no Theatro São Pedro SP. Como concertista, André foi solista do Requiem e da Krönungsmesse in C dur, de Mozart. Possui graduação em Canto, cursou o Ópera Estúdio da EMESP e atualmente integra o elenco estável do Theatro São Pedro de SP e o Coro Acadêmico da OSESP.

 

 

Direção Musical e RegênciaLuiz Fernando Malheiro

 

Luiz Fernando Malheiro tem em seu repertório mais de 50 títulos regidos. É o atual Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Amazonas Filarmônica, Diretor Artístico do Festival Amazonas de Ópera (FAO) e Diretor Artístico do Theatro São Pedro de São Paulo e regente titular de sua orquestra. Foi também diretor de Ópera no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Vencedor do Prêmio Carlos Gomes: Regente de Ópera (2012, 2011 e 2009) e Universo da Ópera (2000), dirigiu no Festival Amazonas de Ópera/FAO (2005) a primeira montagem brasileira de O Anel do Nibelungo, de Wagner, recebendo ainda mais dois prêmios: Universo da Ópera e Espetáculo do Ano. Regeu diversas vezes no Festival de Ópera de La Coruña na Espanha e dirigiu concertos e espetáculos frente à Orquestra Sinfônica de Roma, Orquestra Sinfônica de Miami, Orquestra do Teatro Olímpico de Vicenza, Sinfônica de Bari, Orchestra Filarmônica Marchigiana, Orquestra da Ópera Nacional de Sófia, Orquestra Sinfônica de Porto Rico, Orquestra Sinfônica da Galícia e a Orquestra Sinfônica Castilha e Leon, Orquestra do Teatro de Bellas Artes de Bogotá, Orquestra do Teatro de Bellas Artes do México, Filarmônica do México e no Teatro Del Libertador de Córdoba na Argentina. No Brasil regeu a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, a Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sinfônica Brasileira, a OSESP, a Sinfônica de Minas Gerais, a Filarmônica de Minas Gerais, a Sinfônica do Paraná e a Orquestra Sinfônica da Bahia, entre outras. Gravou Fosca e Maria Tudor de Carlos Gomes em vídeo e CD.

 

 

Concepção e Direção Cênica Jorge Takla

 

Formado na École des Beaux-Arts e no Conservatoire d’Art Dramatique em Paris, Takla atuou e dirigiu La Mama em New York de 1974 a 1976. No Brasil, dirigiu e produziu mais de 70 espetáculos, entre eles O Rei e Eu (Rodgers e Hammerstein), West Side Story (Bernstein), My Fair Lady (Lerner e Loewe), Candide (Bernstein), Mademoiselle Chanel (Maria Adelaide Amaral), Vitor ou Vitória (Mancini-Bricusse), Últimas Luas (Furio Bordon), Medéa (Eurípides), Electra (Sófocles), A Gaivota e O Jardim das Cerejeiras (Tchecov), Cabaret (Kander e Ebb),  Pequenos Burgueses (Gorki), Madame Blavatsky (Plínio Marcos) e Lembranças da China (Alcides Nogueira). Em ópera, destaque para o seu trabalho em La Traviata (Verdi), La Bohème e Madama Butterfly (Puccini), As Bodas de Fígaro (Mozart), Cavalleria Rusticana (Mascagni), I Pagliacci (Leoncavallo), Os Contos de Hoffmann (Offenbach), A Viúva Alegre (Franz Lehár), The Rake’s Progress (Stravinsky). Foi diretor da Divisão de Teatro da CIE-Brasil de 2002 a 2004, período em que coordenou as produções de A Bela e a Fera (Broadway), Chicago (Broadway), A Flor de Meu Bem-Querer (Juca de Oliveira), Suburbano Coração (Chico Buarque), entre outras. Foi também administrador e diretor artístico do Teatro Procópio Ferreira, São Paulo, de 1983 a 1992.

Cenografia – Nicolas Boni

 

Graduado com nota máxima em Belas Artes e doutorando em História da Arte, Nicolas é membro do Centro de Pesquisa em Arte Argentina e Latino-Americana, sediado na Universidade Nacional de Rosário, onde se formou em Música. Completou sua formação no Instituto Superior de Artes do Teatro Colón e no Teatro Municipal General San Martín, de Buenos Aires. Trabalha como cenógrafo em diversos teatros da América Latina e dos EUA. Entre as cenografias por ele criadas, destaque para as zarzuelas La Verbena de la Paloma, La Gran Vía e Las Nuevas Armas de Amor e as óperas Il Barbiere di Siviglia, Cavalleria Rusticana, Madama Butterfly, I Pagliacci, La Voix Humaine, Carmen, Les Contes d’Hoffmann, Don Giovanni, Lucia di Lammermoor, Don Carlo, Manon, La Bohème, Un Ballo in Maschera, Macbeth, Lucrezia Borgia, Romeo et Julliett, La Rondine, The Turn of the Screw, Rigoletto e Tannhäuser, esta com direção de Gustavo Dudamel. Em 2011, o Jornal La Capital de Rosário, Argentina, conferiu-lhe o título de personalidade do ano. Recentemente criou o cenário de Salomé, para o Theatro Municipal de São Paulo, e de As Bodas de Fígaro, na Temporada 2015 do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, ambas com excelente repercussão de crítica e público.

 

 

Figurino – Fábio Namatame

Formado em Comunicações e Artes pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), desenhou para teatro os figurinos para Master Class, Uma Relação Tão Delicada, Joana Dark, Loba de Ray Ban, Paraíso Perdido, Evangelho Segundo Jesus Cristo, Memórias Póstumas de Braz Cubas, O Libertino e Vermelho, entre outras. Para óperas, sob a direção de José Possi Neto,  participou de As Bodas de Fígaro, Romeu e Julieta, O Guarani, Falstaff (direção de Willian Pereira), O Pescador de Pérolas, Olga, A Tempestade e Madama Buterfly (direção de Jorge Takla). Em figurinos para musicais, destaque para My Fair Lady, West Side Story, O Rei e Eu, Evita, Emoções Baratas, Cabaret e Crazy for You. Na dança, assinou os figurinos de Cubo de Susana Yamauchi, Vem Dançar e Baobá para a Cia. Cisne Negro, Samba para Cia. Studio 3 e Tudo se Torna Um para Cia. de Dança da Fundação Salgado Filho/BH. Recebeu os prêmios APETESP, APCA, Sesc de Teatro SP, Prêmio Shell de Teatro, Prêmio Cultura Inglesa de Teatro, Prêmio Carlos Gomes de Ópera, Festival de Cinema de Paulínia e Prêmio SESC de Dança de BH.

 

Desenho de Luz – Ney Bonfant

Sócio da Bonfante Iluminação Cênica, profissional com mais de 30 anos de experiência, participou de importantes projetos de teatro, dança, concertos e óperas no Brasil e no exterior. Destaques para A Máquina (Prêmio Shell de Melhor Iluminação) e Quem tem medo de Virginia Woolf (direção de João Falcão), Os Contos de Hoffmann, Parsifal, La Traviata, Candide, The Rake´s Progress e Jesus Christo Superstar (Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Iluminação, direção de Jorge Takla) e Vestido de Noiva (direção de Marcio Aurélio).

Coreografia do balé flamenco Nuria Castejón

 

Nascida em uma família de longa tradição teatral, Castejón estudou dança, folclore clássico e espanhol e Flamenco na Escola de Ballet Nacional da Espanha. Começou sua carreira como coreógrafa em 2004, com a ajuda de Emilio Sagi. Desde então já trabalhou como coreógrafa e também como assistente de direção em mais de 15 produções operísticas, operetas e musicais e junto a renomados diretores, como Lluis Pascual, Tamzin Towsen, Jesus Castejón e Marcelo Lombardero.  Destaque para o seu trabalho em Carmen (Ópera de Roma), Luisa Fernanda, Il Barbiere di Siviglia e Carmen (Ópera de São Francisco), Rigoletto  e Il Barbiere di Siviglia (Teatro São Carlos, Lisboa), Pan y Toros e Carmen (Teatro Municipal de Santiago do Chile), Carmen (Teatro Colón de Buenos Aires),  Le Chanteur de Mexico e The General  (Teatro Chatelet de Paris). No cinema, trabalhou com Pedro Almodóvar em Volver e Alberto Arvelo em Libertador. Em 2011, estreou como diretora e coreógrafa do balé Bestiário, coprodução do Teatro Real, Abao, Oviedo Ópera e Teatro del Liceo.

 

Maestro Titular do Coro do TM – Jésus Figueiredo

 

Bacharel em Regência Orquestral, em Órgão de Tubos e Mestre em Acústica Musical pela Escola de Música da UFRJ, onde também foi Professor Substituto de Regência Orquestral. É Maestro Titular do Coro do Theatro Municipal RJ, onde trabalha desde 1999 atuando também com a Orquestra Sinfônica na preparação e regência de concertos, óperas e balés. Em 2010, ganhou o Primeiro Lugar em Regência de Ópera na 4ª Edição do Concurso Nacional da Ópera de San Juan, na Argentina. Já regeu diversas orquestras como a de Câmara do Amazonas, a Sinfônica de Minas Gerais, a Filarmônica do Ceará, a Sinfônica de Barra Mansa, a Acadêmica do Teatro Colón de Buenos Aires, a da Universidade Nacional de Cuyo (Argentina), a da Ópera de San Juan (Argentina), a Sinfônica da UFRJ, a Sinfônica Nacional da UFF, a Sinfônica Brasileira e a Sinfônica do Theatro Municipal RJ. Em 2013 assumiu a Direção Musical do Coro da Associação de Canto Coral.

 

SERVIÇO

 

DOM QUIXOTE – Ópera em cinco atos

CORO E ORQUESTRA SINFÔNICA DO THEATRO MUNICIPAL

Coprodução com o Theatro São Pedro (SP)

 

Música – Jules Massenet

Libreto – Henri Cain, com base na peça Le Chevalier de La Longue

             Figure, de Jacques Le Lorrain, inspirada na obra de Miguel

             de Cervantes

 

Direção Musical: Luiz Fernando Malheiro

Regência: Luiz Fernando Malheiro e Pedro Messias

Concepção e Direção Cênica – Jorge Takla

Cenografia – Nicolas Boni

Figurino – Fábio Namatame

Desenho de Luz – Ney Bonfante

Coreografia – Nuria Castejón

 

Solistas:

Gregory Reinhart, baixo – Dom Quixote

Luiza Francesconi, mezzo-soprano – Dulcineia

Eduardo Amir, barítono – Sancho Pança

Roseane Soares, soprano – Pedro

Marianna Lima, soprano – Garcias

Anibal Mancini, tenor – Rodriguez

André Rabello, barítono – Juan

 

Coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Maestro Titular – Jésus Figueiredo

 

 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano s/n° – Centro

 

 

Dias 13, 15, 19 e 22 de abril, às 20h

(Regência de Luiz Fernando Malheiro)

Dia 17 de abril, às 17h

(Regência de Pedro Messias)

Patrocínio:

BNDES

 

Apoio:

CVC Viagens e Turismo

Hotéis Othon

O Globo

Rádio SulAmérica Paradiso

Livraria da Travessa

Rádio MEC

Civil Master

Petroserv

 

 

Preços:

  • Frisas e camarotes – R$ 600,00
  • Plateia e balcão nobre – R$ 100,00
  • Balcão superior – R$ 72,00
  • Galeria – R$ 36,00

 

Desconto de 50% para estudantes e idosos

 

 

Vendas na Bilheteria, no site Ingresso.com

ou por telefone 21 4003-2330

 

 

Capacidade – 2.227 lugares

 

Classificação etária – Livre

 

Duração – 160 minutos

 

Informações – (21) 2332-9191

“Ou Tudo Ou Nada” no Imperator

A montagem brasileira do musical criado a partir de um dos grandes sucessos de bilheteria do cinema nos anos 1990 – The Full Monty – conquistou os cariocas em sua temporada no Theatro NET Rio, com direção de Tadeu Aguiar e versão de Artur Xexéo. Devido ao grande sucesso, o espetáculo faz temporada no Imperator de 19 a 28 de fevereiro, às sextas e sábados, às 20h e domingo, às 19h.

Com um elenco de 17 atores que inclui Mouhamed Harfouch, Patrícia França e Sylvia Massari e sete músicos, a deliciosa comédia protagonizada por seis desempregados que se aventuram num striptease para pagar suas contas.

Em 1997, um filme britânico independente, de baixo orçamento e sem grandes nomes do cinema internacional no elenco, era lançado. A comédia, ambientada numa cidade antes próspera e em fase de decadência, contava a história de seis demitidos – sujeitos comuns – que arranjavam um meio muito original de dar a volta por cima: subir ao palco para um striptease. Para isso, têm de enfrentar seus medos e inseguranças quanto à aparência ao investir no show em que, como diferencial, prometem a nudez completa. The Full Monty, imediatamente ganhou o reconhecimento do público, virando fenômeno de bilheteria.

Transformado em musical de sucesso na Broadway por Terrence McNally e David Yazbek, a comédia ganhou dezenas de montagens mundo afora e, agora, é montado no Brasil, com concepção e direção do experiente diretor e ator Tadeu Aguiar, fartamente premiado por “Quase Normal”.

“Ou Tudo ou Nada” tem direção musical de Miguel Briamonte (das versões brasileiras de “O Fantasma da Ópera”, “Chicago”, “A Bela e a Fera” e “Les Misérables”) e texto em português de Artur Xexéo.

 “Sou apaixonado por musicais desde sempre! Acredito que o musical tem o poder de deixar tudo mais leve ou pelo menos aparentemente mais leve. Nos espetáculos que dirijo é pensando nisso que busco temas que, a meu ver, precisam ser discutidos. Foi assim com ‘Quase Normal’, tratando da bipolaridade; com ‘Quatro Faces do Amor’, discutindo o amor em suas diferentes formas e é assim com ‘Ou Tudo ou Nada, com personagens que enfrentam uma crise econômica, falando da importância de nos despirmos dos nossos medos, de nos enchermos de coragem e de buscarmos o futuro que queremos para nós”, afirma o diretor Tadeu Aguiar.

Artur Xexéo, autor da versão para o português, destaca a atualidade do texto: “É um musical surpreendente. Baseado no roteiro de um filme de 1997, deixa a impressão de que Terrence McNally o escreveu ontem. Crise econômica, desemprego, uma discussão sobre o papel do homem e da mulher na sociedade, parece que nada mudou nos últimos 20 anos. Mas, como canta Sylvia na pele de Jeanette, no espetáculo, ‘as coisas vão melhorar’.  Os personagens de ‘Ou Tudo ou Nada’ sabem disso e transmitem seu otimismo para a plateia”.

FICHA TÉCNICA

 

Autores: Terrence McNally (texto) e David Yazbek (música)

Baseado no filme da Fox Searchlight Picture escrito por Simon Beaufoy, produzido por Uberto Pasolini e dirigido por  Peter Cattaneo

Direção: Tadeu Aguiar

Direção musical: Miguel Briamonte / Versão para o português: Artur Xexéo

Elenco: Mouhamed Harfouch (Jerry), Saulo Rodrigues (Dave), André Dias (Malcolm), Victor Maia (Ethan), Carlos Arruza (Harold), Sérgio Menezes (Jegue), Xande Valois/Pedro Henriques Motta (Nathan), Patrícia França (Vicki), Kacau Gomes (Geórgia), Sylvia Massari/  Betina Vianny (Jeanette), Stela Celanuo (Pam), Carol Futuro (Estela), Claire Nativel (Susan), Larissa Landin (Joana), Fabio Bianchini (Bobby/Keno), Felipe Niemeyer (Teddy), Gabriel Peregrino (Regis).

Cenário: Edward Monteiro

Figurino: Ney Madeira e Dani Vidal

Coreografia: Alan Rezende

Desenho de luz: David Bosboom e Daniela Sanchez

Desenho de som: Gabriel D’Angelo e Bruno Pinho

Multimídia: Paulo Severo

Assistente de direção: Flávia Rinaldi

Segunda assistente de direção: Claire Nativel

Assistente de coreografia: Rafael Camel

Assistente de produção: Leandro Giglio

Assistente de direção musical: Daniel Sanches

Orquestração: Harold Wheeler

Arranjos vocais e incidentais: Ted Sperling

Arranjos para músicas de dança: Zane Mark

Preparador vocal: Mirna Rubim

Design gráfico: Claudia Xavier

Músicos: Miguel Briamonte e Daniel Sanches – piano;  Josias Franco, Ricardo Hulck, Marco Moreira (Chiquinho) – sopros; Pedro Silveira –  guitarra; Leandro Vasques – baixo e Leandro Pagani – bateria

Coordenação de produção: Norma Thiré

Produção geral: Eduardo Bakr

Produtor Associado: Brainstorming Entretenimento

Realização: Estamos Aqui Produções Artísticas

SERVIÇO:

Imperator – Rua Dias da Cruz, 170, Méier

Ingresso: R$ 50,00  (plateia) e R$ 40,00 (balcão)

Temporada: 19, 20, 21, 26, 27 e 28 de fevereiro.

Horário: Sextas e sábados às 20h / domingo às 19h

Classificação: 10 anos.

Duração: 140 minutos.

Capacidade do Teatro: 642 lugares.

Telefone do teatro: 21 2596.1090

Site: http://www.imperator.art.br

Vendas: www.ingresso.com / 4003-2330. Todos os dias das 9h às 21h.

 

Horário de funcionamento da bilheteria:

Terças e quartas: das 13h às 20h.

Quintas e sextas: das 13h às 21h30.

Sábados: das 10h às 21h30.

Domingos: das 10h às 19h30.

 

Formas de pagamento: São aceitos cartões de crédito e de débito (MasterCard, Visa, Dinners) e Vale Cultura (Ticket).

“Godspell” – Eu fui!

Começo as postagens do “Eu fui!” de 2016 com o maior delay da existência do blog. Nem tive coragem de olhar

Foto: apetecer.com

Foto: apetecer.com

quando aconteceu o convite, mas creio que foi mais ou menos lá para novembro =O Tanto que o musical sobre o qual vou falar nem entrou no Top 5 dos melhores do gênero de 2015, como era de merecimento. Mas, pela qualidade do trabalho do pessoal da Ceftem, tem tudo para ser bem qualificado no ranking que gosto de fazer nos fins de ano.

Bem, vamos lá! “Godspell” é um musical tradicional da Broadway, e tem como base as parábolas do Evangelho de São Matheus. Um grupo de 12 pessoas tem seus caminhos cruzados por João Batista / Judas e por Jesus. Esse encontro altera as ações e o olhar de todos pela vida. A adaptação brasileira tem bastante toque nacional. O primeiro ato é recheado de alusões a memes de internet no texto. Se você não está antenado no que está rolando na net fica meio perdido e sem saber de que as pessoas riem tanto. O repertório também faz muitas versões de hits atuais nas rádios, principalmente internacionais.

Foto: apetecer.com

Foto: apetecer.com

Confesso que não curti muito o texto no primeiro ato, apesar de considerar logo de cara o talento da galera bem jovem que estava em cena. Mas, quando estava voltando do intervalo, o clima na sala estava de uma animação só. É que o elenco puxava um medley de músicas religiosas (e outras nem tanto), que incluía “Xô, Satanás”, “Erguei as Mãos”, entre outras. E isto preparava para o ótimo segundo ato que se iniciava. Mais divertido, emocionante e com o texto caprichado. Todos do elenco tiveram seu momento de brilhar individualmente. Na interpretação e no canto. O entrosamento deles no palco é bastante evidente, e parecem se divertir tanto quanto a plateia.

Quem brilhou não foi apenas o elenco. As formações que faziam em cena eram ótimas. A iluminação também colabora para que os atores brilhem ainda mais em cena, sendo um dos melhores destaques da montagem. Apesar de visivelmente não tão grandioso quanto um musical da Broadway possivelmente é, a equipe dedicada ao que se propôs fez um excelente trabalho. E a galera nova – alguns já experientes – tem tudo para bombar em futuras produções do gênero, pois tem energia e talento de sobra.

 

P.S.: Agradeço ao Otavio Furtado pelos convites

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“Os RamoneCats” no Grandes Atores

Unindo as duas paixões da criançada, a música e os animais, o musical infanto-juvenil “Os RamoneCats” vai contar a divertida história do jovem Ramon. Ele é um dedicado estudante que sonha em formar uma banda de rock com seus gatos cantores e, assim, conquistar a admiração da sua amada Norma. Com produção da companhia Atores In Cena, a peça estreia no dia 9 de janeiro, a partir das 17h, no Teatro dos Grandes Atores, Shopping Barra Square.

Todas cantadas ao vivo, as músicas são versões inéditas em português de clássicos pop americanos. Levando para o palco infantil uma linguagem moderna, as coreografias montadas por Paulo Bessado foram baseadas nos vídeos clips originais das canções Material Girl, Beat It, Blue Suede Shoes, Single Lady entre outras.

Segundo o autor e diretor, Carlos Leça, a montagem tem como objetivo transmitir uma bonita mensagem de amizade e amor pelos animais, além de apresentar bons valores humanos, o misterioso universo dos felinos e o prazer de compartilhar uma conquista.

A história começa quando o jovem Ramón precisa enfrentar suas primeiras frustrações na música. Para tentar superar a tristeza, ele divide seus momentos de solidão e seus sonhos com os seus oito gatos recolhidos da rua.

Então, inconformados com o fracasso de seu dono em todos os testes musicais, os felinos decidem mostrar à Ramón que eles podem ser o caminho para o sucesso, sendo os cantores de sua banda e torná-lo um vencedor. Surge assim “Os RamoneCats”.

Serviço:

 

Musical infantil “Os RamoneCats”. Temporada: De 09/01/16 a 28/12/16. Apresentações: Sábados e domingos, às 17h. Elenco: Lucas Moreno, Paulo Bessado, Elvécio Martins, Thais Rocha, Douglas Matias e grande elenco. Texto e direção: Carlos Leça. Realização: Atores In Cena Produções. Local: Teatro dos Grandes Atores – Shopping Barra Square. End: Av. das Américas, 3665 – 116/117 – Barra da Tijuca. Telefone para Informações: (21) 3325-1645.Preços: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia*). Duração do espetáculo: 60 min. Classificação etária: Livre. Capacidade da sala: 356 lugares

 

* Estudantes e maiores de 60 anos pagam meia-entrada, mediante apresentação dos respectivos documentos comprobatórios.

Compra de ingressos: Na bilheteria ou através do site www.ingresso.com

Funcionamento da Bilheteria: Todos os dias, de 15h às 20h (para compra antecipada)

Forma de pagamento: Dinheiro, cartão de crédito e débito.

Acesso a deficientes físicos em cadeiras de rodas.

 

FICHA TÉCNICA – MUSICAL INFANTIL “OS RAMONECATS”

 

Texto e direção: Carlos Leça

Direção de produção: João Junior (AIC)

Coreografias e assistência de direção: Paulo Bessado

Preparação vocal: Elvécio Martins

Versões musicais: Carlos Leça

Trilha sonora: Altair Araújo

Iluminação e cenografia: Atores in Cena

Figurinos: Denise Conde

Cabelo e maquiagem: O Elenco

Realização: Atores in Cena Produções

Censura – livre

 

Elenco/ personagem:

Douglas Matias – Ramon

Thais Rocha – Norma

Kimberly Carvalho – Norma

Andreia Rocha – Bionça

Elvécio Martins – Félix

Lucas Moreno – Mike Catson

Chritie Barth – Gatonna

Maiara Queiroz – Gatonna

Renata Farina – Butterfly

Loren Vandal – Butterfly

Renata Mussy – Veruska

Karla Regina – Veruska

Paulo Bessado – Mephisto

Thiago Manhães – Mephisto

Tiago Celos – Luciano

Fábio Gomes – Luciano

Malu Bittencourt – Coro

Priscila Melo – Coro

Top 5 – “Eu Fui!”: Musical

Algo que junte música, teatro e dança não tem como não me agradar. Assisto a todos os que tenho oportunidade e estes são os melhores de 2015:

 

1 – Kiss me, Kate – O beijo da megera

Foto: Divulgação

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Adaptação brasileira de um sucesso da Broadway (Kiss me, Kate), o musical – que também é inspirado no clássico “A megera domada”, de William Shakespeare – une coreografias ótimas, cantores idem, e um texto inteligente e engraçado.

Veja o post sobre o espetáculo

 

 

 

2 – “S’imbora, o musical – a história de Wilson Simonal”

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Excelentes números musicais – com destaque para Ícaro Silva como o protagonista -, o espetáculo conta a história de Wilson Simonal, do apogeu da fama ao ostracismo. Com pouco texto e muita música, agrada ao público. Faz quem viveu a época relembrar os sucessos, quanto as novas gerações conhecerem clássicos da MPB.

Veja o post sobre o espetáculo

 

 

3 – Elis, A Musical

A atuação impecável de Laila Garin no papel de Elis Regina é o principal trunfo de “Elis, A Musical”. A atriz

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convence, e faz por vezes acreditarmos que é a própria Pimentinha quem está em nossa frente cantando.

Veja o post sobre o espetáculo

 

 

 

 

4 – Constellation

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“Constellation” conta a história de Regina Lúcia, jovem sonhadora que quer porque quer participar do voo inaugural da aeronave que dá nome ao espetáculo. O veículo prometia reduzir de 72 para 20 horas o tempo de trajeto entre Rio de Janeiro e Nova York. O acontecimento foi nos anos 1950, e o musical tem o repertório de sucessos da década. Elenco mandando bem, com destaque para Jullie, a protagonista de voz doce e afinadíssima.

Veja o post sobre o espetáculo!

 

5 – Chacrinha, o musical

Uma enorme quantidade de canções foi utilizada para preencher o musical sobre a trajetória do Velho Guerreiro, para representar os longos anos que o apresentador esteve à frente de seus programas televisivos. Fruto de uma época em que a TV dava uma grande espaço para a música, a atração, assim como o espetáculo, tinha repertório muito eclético. Clara Nunes, Benito de Paula, Roberto Carlos… Muitos foram reproduzidos no palco, e fez o público cantar com sucessos eternos.

Veja o post sobre o espetáculo, e também a apresentação para a imprensa!

 

 

 

“Mágico de Oz” no Glauce Rocha

Devido ao grande sucesso, o musical volta aos palcos para temporada especial de final de ano, com valor promocional para toda a família no Teatro Glauce Rocha: R$10.

Crianças e adultos são levados até Oz e se divertem com os personagens clássicos da história e suas músicas. E são surpreendidos pelas novidades cênicas, como os óculos mágicos e o castelo de esmeraldas que surge ao olhar de todos no palco. O musical surpreende o espectador com as inovações cênicas, mexendo com o imaginário das crianças e adultos, fazendo a plateia rir e se emocionar com esse grande clássico.

O “Mágico de Oz” é um grande espetáculo, recheado de músicas que foram tiradas do clássico com novos arranjos e gravações. E a direção fica por conta de Cristiane Sanctos, que hoje é uma referência de Teatro Infantil no Rio de Janeiro.

Sinopse

A peça conta a história da menina Doroty que foi levada a Terra de Oz por um tornado. Para voltar para casa, a menina, com auxílio de um espantalho, homem de lata e um leão, precisa encontrar o poderoso Mágico de Oz, único capaz de mandá-la de volta para o lugar de origem. Porém precisa enfrentar a Bruxa Má do Oeste para conseguir este retorno.

Acessibilidade: projeto Em Cena Para Todos terá sessões com audiodescrição

Acessibilidade para todos – Dia 28 de novembro será o dia da acessibilidade no Teatro Glauce Rocha. Além da interpretação em Libras, que já acontece em todas as sessões do projeto Em cena Para Todos, o público também poderá contar com audiodescrição. A primeira peça com o serviço será o infantil “O Mágico de Oz”. E, à noite, “Cenas de Um Casamento”.

“Audiodescrição é o recurso que permite a inclusão de pessoas cegas como espectadoras de peças, filmes, novelas, óperas, ou seja, qualquer manifestação artística. Isso porque programas de ficção têm muitas informações nas imagens e a intenção é fazer com que as pessoas que não veem não as percam”, define a atriz e audiodescritora Graciela Pozzobon, que será a responsável pelas sessões com audiodescrição do projeto Em Cena Para Todos.

Sobre a ocupação “Em Cena Para Todos” 

Idealizado pela produtora carioca Ymbu Entretenimento, o projeto “Em cena para Todos” visa à ocupação e promoção do Teatro Glauce Rocha com espetáculos e artistas renomados, além de, novos talentos das artes cênicas no país. O projeto prevê ainda oficinas de Artes Cênicas, Teatro para Jovens, Expressão corporal e dramaturgia. O objetivo é dar oportunidade a artistas já formados, e ainda, novos candidatos a seguir a profissão de ator/atriz. Um diferencial é a oficina de Teatro para Jovens, com diretores especializados e com sucessos em cartaz dentre o público.

“Este projeto foi contemplado pela Fundação Nacional de Artes – FUNARTE no edital de Ocupação do Teatro Glauce Rocha 2015”

SERVIÇO: 

O Mágico de Oz

Autoria e direção: André Lamare e Cristiane Sanctos

Elenco: Alan Di Moura, Aly Moreira, Cristiane Sanctos, Luciana Albertin, Luciana Boeira, Matheus Marques, Pedro Natividade e Tiago Atzevedo.

Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – (21) 2220-0259.

Data: 28 e 29/11

Sessão com audiodescrição: 28/11

Horário: sábados e domingos às 16h.

Ingresso: R$ 10,00 (inteira)

Classificação: livre

Duração: 60 minutos

Gênero: Drama

Capacidade: 202 Lugares

Deixa Clarear, Musical Sobre Clara Nunes

Depois de rodar por vários palcos do Rio de Janeiro, “Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” chega ao Espaço Furnas Cultural, onde faz seis apresentações, de 6 a 15 de novembro, de sexta a domingo, com entrada franca.  O espetáculo começou sem pretensão e sem patrocínio, com temporada discreta no Teatro Café Pequeno, no Leblon. Aos poucos foi conquistando o público e espaços, passando pelos mais importantes palcos cariocas, incluindo o tradicional Teatro João Caetano, onde fez duas temporadas de sucesso.

“Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” conta com a direção de Isaac Bernat, texto de Marcia Zanelatto e direção musical de Alfredo Del Penho. Tem como intérprete a atriz Clara Santhana, idealizadora do projeto e apaixonada pela obra da cantora mineira. O espetáculo é o encontro das duas Claras: a atriz e a cantora.  Durante os 75 minutos de duração, o musical apresenta fases da carreira e da vida de Clara Nunes e tem como ponto alto a música, que atua como uma extensão da cena.  Estão lá clássicos da cantora, como “O canto das três raças” (Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte) e “Na linha do mar”(Paulinho da Viola), “Morena de Angola” (Chico Buarque), “Um ser de luz” (João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte) e “O mar serenou” (Candeia), entre outras.  O espetáculo mistura música e poesia para contar, de forma delicada, um pouco da trajetória de Clara Nunes, com o objetivo de incentivar a juventude a valorizar a música brasileira e suas raízes genuínas. “Nossa ideia é apresentar o legado de Clara Nunes para as novas gerações”, explica Clara Santhana. A atriz se apresenta acompanhada da banda formada por Michel Nascimento (percussão), Bidu Campeche (percussão/ cavaquinho), Felipe Rodrigues (violão) e João Gabriel (flauta/sax).

SERVIÇO:

Deixa Clarear, Musical Sobre Clara Nunes

Dias 6, 7 8, 13, 14 e 15 de novembro de 2015

Horário: sextas e sábados às 20h; e domingos, às 19h

Local: Espaço Furnas Cultural

Endereço: R. Real Grandeza, 219 – Botafogo

Telefone: (21) 2528-5166

Entrada franca / ingressos distribuídos nos dias do espetáculo, a partir das 14h

Capacidade:170 lugares

Já fomos, veja só! Também já demos uma palavrinha com Clara Santhana!

“O Barbeiro de Ervilha” na Gávea

A partir do dia 17 de outubro, o Centro de Referência Cultura Infância apresenta o espetáculo infantil “O Barbeiro de Ervilha”, uma comédia musical para crianças. Trata-se de uma adaptação da ópera Il Barbiere di Siviglia, de Gioacchino Rossini com libreto de Cesare Sterbini baseado na comédia homônima de Pierre Caron de Beaumarchais. A história apresenta uma trupe mambembe de comediantes que encena, na pequena vila fictícia nordestina de Ervilha do Norte, as artimanhas e astúcias de um tipo bem brasileiro, apesar de francês e italiano de origem e da naturalidade espanhola. Assim como na ópera cômica original, Fígaro, o barbeiro de Ervilha, é um faz tudo da cidade, fugindo aos padrões dos barbeiros do nosso século. Além de barbeiro é sanfoneiro, enfermeiro, jardineiro e nas horas vagas ainda é veterinário, farmacêutico, cirurgião, entrega bilhetes de casais enamorados com sigilo e discrição e o que mais for preciso, de maneira honesta, para ganhar o seu pão.

Andarilho, sempre à procura de um novo trabalho, acaba salvando a linda história de amor do conde Almaviva com Maria Flor. Um amor “proibido”, pois Maria Flor vai ser obrigada a casar com o seu tutor, Doutor Bartolo, médico e velho avarento cujo interesse, no fundo, é pela herança da moça. Servindo o conde com habilidade, o barbeiro acaba conseguindo acobertar e unir os enamorados, bem debaixo do nariz de Bartolo – que vive dizendo que não é tolo; fazendo triunfar a boa idéia de que “o amor é a mais valiosa das moedas”.

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia Original e Texto: Vanessa Dantas

Versões das Músicas e Letras: Leandro Castilho

Direção: Daniel Herz

Elenco:

Leandro Castilho (Fígaro)

Vanessa Dantas (Maria Flor)

Tiago Herz (Conde Almaviva)

Leonardo Miranda (Doutor Bartolo)

Pedro Maia (Comida de Onça)

Pedro Gracindo (Bocó, Soldado Quebra Queixo)

Carol Garcia (Di Mola, Soldado Rocambole)

Francisco Salgado (João do Bode)

Anna Bello (Santa do Mandacarú)

SERVIÇO

Data: 17 de outubro a 01 de novembro

Local: Teatro Municipal Maria Clara Machado (Planetário da Gávea)

Endereço: Av. Padre Leonel Franca, 240, Gávea. Tel.: (21) 2274 7722

Horário: sábado e domingo, às 16h

Valor: R$ 20,00

Duração: 60 minutos

Gênero: Infantil (recomendado a partir de 04 anos)

Classificação: Livre

Bilheteria: quarta a domingo, a partir das 14h

Capacidade: 138 lugares

Estacionamento pago no local

SamBra, o musical – 100 anos de samba

Com apresentações lotadas em todo o país, “SamBra, o musical – 100 anos de samba” volta à cidade maravilhosa para temporada popular no Teatro João Caetano, a partir do dia 15 de outubro (quinta-feira). O espetáculo visita a história do samba e de seus baluartes, contando a trajetória deste gênero musical em homenagem ao seu centenário. A superprodução já teve curta temporada no Rio de Janeiro e em São Paulo, com apresentações no Vivo Rio (RJ) e no Espaço das Américas (SP), e viajou por cinco cidades (Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Porto Alegre e Curitiba).

Vencedor de oito prêmios por direção, texto e atuação em musicais e com mais de 60 indicações, Gustavo Gasparani, autor e diretor do espetáculo, retorna ao gênero como ator em “SamBra, o musical – 100 anos de samba”. Gustavo assume os papéis interpretados por Diogo Nogueira, que precisou se ausentar temporariamente, pois estará em turnê com o lançamento de seu novo álbum. “O Gustavo tem uma história muito antiga, profunda e verdadeira com o samba e também já estava completamente envolvido com o processo do musical. A escolha por ele aconteceu naturalmente.”, conta Aniela Jordan, sócia-diretora da Aventura Entretenimento, e que assina a direção artística e de produção do musical. Gustavo Gasparani aceitou o novo desafio com alegria “Eu não atuo em musical há dois anos e meio. Estou há um tempo na tragédia grega, no Shakespeare, então voltar para os musicais fazendo algo tão prazeroso é uma felicidade! Para falar do samba tem que ter verdade, se não for de coração fica falso. O samba não admite isso, a fé tem que ser verdadeira e eu acho que vou conseguir passar isso junto com essa equipe maravilhosa!”, comenta o ator e diretor. Para comemorar os 202 anos do Teatro João Caetano, o musical terá sessão especial no dia 27 de outubro.

“SamBra, o musical – 100 anos de samba” é uma co-produção da Aventura Entretenimento e da Musickeria, que apostaram na ideia de Washington Olivetto de criar um projeto que homenageasse o gênero musical mais característico do país. Apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Bradesco, “SamBra, o musical – 100 anos de samba” terá outras ações além do teatro: um projeto multiplataforma que prevê o lançamento de um livro, ambiente web, web rádio e um ciclo de encontros.

Sobre o espetáculo

Com duas horas e meia de duração dividida em dois atos, a produção é composta de prólogo, abertura e mais 14 quadros que envolvem cerca de 70 músicas cantadas e 25 outras que ligam as canções em formato de texto. A narrativa é feita de forma quase cronológica e conta desde o registro de “Pelo telefone”, canção conhecida por ser o primeiro samba registrado do país, até a chegada do samba na Avenida, com os desfiles de carnaval. Passando pelo berço do samba; a Praça XI; os morros, a boemia e a malandragem cariocas; o teatro de revista; o samba politizado e o subúrbio do Rio. Todos os grandes nomes do gênero são lembrados: Pixinguinha, Silas de Oliveira, Mano Décio da Viola, Donga, João da Baiana, Sinhô, Ismael, Tia Ciata, Francisco Alves, Carmen Miranda, Grande Otelo, Cartola, João Nogueira, Clara Nunes, Paulo Cesar Pinheiro, Noel Rosa, Chico Buarque, Billy Blanco, Martinho da Vila, o Cacique de Ramos, Jorge Aragão, Silas de Oliveira, Beth Carvalho, Paulinho da Viola e muitos outros.

Para escrever o espetáculo, Gustavo Gasparani mergulhou durante três meses em uma profunda pesquisa para a criação do texto. “É uma grande viagem, irreverente e lúdica, nada didática, onde o samba é a inspiração, o protagonista. Buscamos um olhar diferente, que fugisse do óbvio, uma forma nova de cantar o samba, sem perder a essência. Me fixei nos movimentos, na chegada do choro, na relação do teatro com o samba, na irreverência das revistas, na importância da Praça XI, na explosão do rádio. Mas não é calcado no racional, pelo contrário, é feito pra emocionar, pra mexer com o público e vimos, pelo retorno do público, que conseguimos esse objetivo ao viajar o país com essa produção”, conta Gasparani.

Equipe criativa

Além de Gustavo Gasparani, o espetáculo terá também a atriz, autora e produtora Ana Velloso, de “Clara Nunes – Brasil Mestiço”, “O Bem do Mar” e “A Aurora da Minha Vida”; Beatriz Rabello, estrela de “Divina Elizeth” e filha de Paulinho da Viola; Lilian Valeska, uma das protagonistas do seriado “Sexo e as Negas”; e mais Patricia Costa, Simone Debett, Bruno Quixotte, Edio Nunes, Wladimir Pinheiro, Alan Rocha, Cristiano Gualda, Catia Cabral, Patricia Ferrer, Pablo Dutra, Paulo Mazzoni, Shirlene Paixão e Charles Fernandes.

A coreografia é assinada por Renato Vieira, professor, coreógrafo e diretor artístico e de movimento. Renata já esteve à frente da comissão de frente da Grande Rio, em 2003, onde permaneceu por nove anos. Na equipe coreográfica também participa Isnard Manso e Marluce Medeiros. O figurino é de Marília Carneiro, uma das figurinistas mais consagradas do país, que assinou o vestuário de grandes novelas da Rede Globo, como “Páginas da Vida”, “Celebridade” e “O Clone”, com colaboração de Reinaldo Elias e assistência de Luiza Moura. Nando Duarte assina a direção musical; Juliana Medella e Pedro Rothe são assistentes de direção; a cenografia ficará a cargo de Hélio Eichbauer – cenógrafo renomado, que assinou peças como “O Rei da Vela” e, aos 30 anos, já havia sido premiado 28 vezes, além de ter realizado 130 trabalhos em teatro e 13 exposições – com assistência de Marieta Spada e Igor Perseke; Marcela Altberg é a produtora de elenco e Maurício Detoni o preparador vocal; o design de som ficará a cargo de Carlos Esteves, o design de luz de Paulo Cesar Medeiros e a videografia de Thiago Stauffer.

Projeto Multiplataforma

“SamBra, o musical – 100 anos de samba” não é apenas um musical, mas também um projeto multiplataforma. Além dos espetáculos presenciais, o projeto terá a criação de outras plataformas que acontecerão paralelamente às apresentações do espetáculo. A primeira ação lançada, antes mesmo da estreia de “SamBra, o musical – 100 anos de samba”, foi um portal integrado às redes sociais, com conteúdos relevantes sobre os 100 anos de samba, como entrevistas, imagens históricas e uma linha do tempo que apresenta, de forma gráfica e cronológica, a história do movimento. Também entrará no ar uma Web Rádio, que contará a história do samba em uma seleção de músicas disponível gratuitamente através das plataformas web e  mobile. O projeto prevê também o lançamento de um livro, que terá entrevistas, curiosidades e uma seleção de imagens que contarão a história dos 100 anos de samba, em versões física e e-book adaptado para tablets. Será realizado também um Ciclo de Encontros SamBra, com a presença de notáveis como jornalistas, pesquisadores e compositores que falarão sobre a história do samba e a importância do gênero como expressão cultural brasileira. Nos dias das estreias dos espetáculos, tanto no Rio quanto em São Paulo, acontecerão Rodas de Samba após as apresentações, para convidados.

Gustavo Gasparani

Iniciou sua carreira em 1982, fazendo teatro amador no Colégio Andrews, dirigido por Miguel Falabella. Com formação em dança, fez cursos de especialização em teatro, inclusive Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) e Tablado, estudou canto, balé clássico,  técnicas vocais e mímica. Em 1989, fundou a Cia. dos Atores, dirigida por Enrique Díaz, onde encenou vários espetáculos como “Cobaias de Satã”, “O Rei da Vela”, “Meu Destino é Pecar” e “O Bem Amado”, entre outros. Com a companhia, participou de festivais na Argentina, Estados Unidos, Portugal, Espanha e recebeu prêmios como Shell, APCA, Molière e Mambembe. Paralelamente à trajetória da Cia. dos Atores, escreveu e/ou dirigiu os musicais “A Flor e o Samba”, “Clara Nunes – Brasil Mestiço”, “Rio…enredo do meu samba!”, “Comédias Cariocas “, “Mercedes de Meddelin”, “Otelo da Mangueira”, “Oui, Oui, A França é Aqui”, “Samba Futebol Clube” e “As Mimosas da Praça Tiradentes”. Participou da adaptação de “Ricardo III”, de Shakespeare, onde viveu 21 personagens. Passista da Mangueira por 20 anos, fez ainda vários trabalhos na TV (“Anos Rebeldes”, “Dalva e Herivelto”, “Você Decide”, “Lua Cheia de Amor”) e no cinema (“Orfeu”, “Uma Bela Noite Para Voar”, “Xangô de Backer Street”, “Orquestra dos Meninos” e “Buffo & Spallanzani”). Também é professor de teatro, no Colégio Andrews e na Casa Cultura Laura Alvim, onde dirige montagens anuais com seus alunos.

Sobre as produtoras:

 

Aventura Entretenimento

Produtora de grandes sucessos musicais no Brasil, a Aventura Entretenimento (www.aventuraentretenimento.com.br) foi criada em 2008. Desde então, vem investindo no crescimento e na modernização do mercado de musicais. Com o passar dos anos, os espetáculos criados no país ampliaram sua estrutura, ganharam espaço no mercado e poder de atração entre espectadores e investidores. A empresa dos sócios Aniela Jordan, Fernando Campos e Luiz Calainho já produziu grandes sucessos como Elis, A Musical,  Um Violinista no TelhadoHairJudy GarlandA Noviça RebeldeGypsySete – O Musical, O Mágico de OzRock in Rio – O Musical, entre outros, levando mais de 2 milhões de pessoas ao teatro.

Inspirada no grande sucesso de Uma Aventura Brasileira – trilogia criada em 2013, composta por Elis, A Musical, Se Eu Fosse Você, o musical e Chacrinha, o musical, que levou mais de 600 mil espectadores aos teatros, a Aventura Entretenimento lançou, em 2015, Uma Nova Aventura Brasileira. A nova série conta com quatro espetáculos que prometem, mais uma vez, revolucionar o conceito de musicais com os espetáculos: “SamBRA”, “O primeiro musical a gente nunca esquece”, que estreia dia 29 de outubro no Theatro NET, em São Paulo, “Garota de Ipanema, o musical” e “Vamp”.

MUSICKERIA

A Musickeria, dos sócios Luiz Calainho, Flavio Pinheiro e Afonso de Carvalho, desenvolve soluções criativas e inovadoras para promover a ativação e posicionamento de marcas através da plataforma de música. Direção artística, curadoria, planejamento e execução de alavancagem editorial de branded content são algumas das suas áreas de atuação.  A companhia já realizou grandes cases para marcas como Sky, Bradesco, VIVO, Ambev, P&G, Itaú, Bombril e Gol e agências como Africa, WMcCann, GREY e DPZ. Entre os cases recentes estão o Re-Colour da canção EX4GERADO, de Cazuza e a reedicão do Circo Voador na praia do Arpoador desenvolvidos para a VIVO e Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, o musical “SamBra – 100 anos de samba”, realizado em parceria com a Aventura Entretenimento, a direção artística e alavancagem editorial de “Prontas pra Divar” para a marca Gillette Vênus e o Rock in Rio 30 anos Box Brasil, um projeto de conteúdo multiplataforma em celebração aos 30 anos do maior festival de música do mundo, apresentado por SKY e apoiado pela Gol.

Elenco

Gustavo Gasparani, Ana Velloso, Beatriz Rabello, Lilian Valeska, Patricia Costa, Alan Rocha, Bruno Quixotte, Cristiano Gualda, Édio Nunes, Wladimir Pinheiro, Cátia Cabral, Patrícia Ferrer, Shirlene Paixão, Simone Debett, Charles Fernandes, Pablo Dutra e Paulo Mazzoni

Músicos

Nando Duarte (Regente/Violonista), Alexandre Caldi  (Sax/Flauta), André Vercelino (Percussão), Zé Luiz Maia (Baixo), Fabiano Segalote (Trombone), Gustavo Salgado (Piano), João Callado (Cavaco), José Arimatea (Trompete), Nailson Simões (Bateria e Percussão) e Rodrigo Jesus (Percussão).

Serviço:

SamBra, o musical – 100 anos de samba

Temporada: de 15 de outubro a 06 de dezembro

Teatro João Caetano – Praça Tiradentes, s/n – Centro, Rio de Janeiro/RJ

Quintas – 19h | Sextas e sábados – 20h | Domingos – 18h30

Funcionamento da bilheteria: Diariamente das 14h às 18h ou até a hora do espetáculo (em dias com apresentações)

Telefone da bilheteria: (21) 2332-9166

Pela internet: www.ingresso.com

 

Preços:

Quinta e sexta

Plateia – R$80,00 (inteira)| R$40,00 (meia)

Balcão nobre – R$70,00 (inteira) | R$35 (meia)

Balcão simples – R$40,00 (inteira) | R$20 (meia)

Sábado e domingo

Plateia – R$100,00 (inteira) | R$50,00 (meia)

Balcão nobre – R$80,00 (inteira) | R$40 (meia)

Balcão simples – R$50,00 (inteira) | R$25 (meia)

Capacidade: 1.139 lugares

Duração: 150 minutos (com intervalo)

Classificação etária: Livre

“Efeitos de Borboleta” no Maria Clara Machado

Com um formato inovador, o musical “Efeitos de Borboleta” faz temporada entre os dias 09 de outubro e 01º de novembro no Teatro Municipal Maria Clara Machado (Av. Padre Leonel Franca, 240 – Gávea). A peça é um monólogo musical, incomum para o gênero, que conta a história de amor de uma mulher através de canções da MPB e poemas brasileiros.

Após ser traída pelo seu grande amor ela vê seu sofrimento evoluir num verdadeiro efeito borboleta, ocasionando uma profunda depressão que a faz chegar à beira do suicídio. Mas, a partir dos versos do poema “Borboletas”, atribuído a Mario Quintana, adquire uma nova consciência sobre o amor e si mesma, vivenciando assim novos ciclos fundamentais em sua trajetória amorosa: a depressão e a superação, ambos como efeitos de borboleta.

Sob a direção cênica de Leonam Moraes e arranjos originais de Tony Lucchesi, a atriz Fernanda Gabriela entra em cena acompanhada por três músicos numa atmosfera poética e intimista. Um musical que irá fazer você revisitar grandes clássicos da cultura brasileira.

Efeitos de Borboleta, um monólogo musical Brasileiro

De 09 de outubro a 01º de novembro de 2015 (sextas, sábados e domingos – 20h)

Teatro Municipal Clara Machado (Av. Padre Leonel Franca, 240 – Gávea)

Classificação etária: 12 anos

Valor: R$ 40,00 (R$20,00 meia entrada)

Duração: 50 minutos

Lotação: 120 lugares

Elenco: Fernanda Gabriela

Direção: Leonam Moraes

Direção Musical: Tony Lucchesi

Banda: Marcelo Farias e Priscilla Azevedo (piano), Marcos Renagel (violoncelo), Georgia Camara e Flora Milito (percussão e metalofone)

Cenário: Laura Storino

Iluminação: Victor Tavares

Figurino: Marcela Cantaluppi

Projeto Gráfico: Caio Loki

Fotos: Mari Mendonça

A Galinha Pintadinha, em o Ovo de Novo

A partir de 03 de outubro a Galinha Pintadinha estará no palco do Teatro das Artes junto com seus companheiros inseparáveis Galo Carijó, Pintinho Amarelinho, Baratinha, os Naftalinas (Baratazul e Baratotal), Borboletinha, Sr. Gavião, Dr. Peru, Enfermeira Ururubu, Galinho Quiriquiqui, boneco Pimpom, e a divertida família de Carlos Henrique, um menino muito imaginativo que gosta de contar histórias e de usar palavras difíceis.

Aborrecido com a notícia do nascimento da irmã, Carlos Henrique faz uma retrospectiva de sua vida para tentar entender seus sentimentos. Com a ajuda da “mais sinistra… mais cascuda… mais antenada… a Barata”, que canta as 15 canções que compõem o repertório musical do espetáculo, a vida de Carlos Henrique e de sua família é revista em flashbacks. Como seus pais se conheceram, seu nascimento, a carinhosa relação com a sua avó. Numa brincadeira divertida, o público também assistirá, paralelamente à história da família de Carlos Henrique, a história da família da Galinha Pintadinha, Galo Carijó e do Pintinho Amarelinho que também está triste com os mimos para o OVO NOVO. Misturando recursos artísticos do circo, teatro, dança, música e animações, o musical, com patrocínio do Grupo

Bradesco Seguros e sabonete Baby Dove, criado para o público infantil da primeira infância (de 0 a 5 anos) com certeza agradará a todos da família.

Com roteiro de Marcos Luporini e Juliano Prado (os criadores da Galinha Pintadinha), dramaturgia e texto final de Keli Freitas, direção de Ernesto Piccolo, coreografias de Marcia Rubin, números circenses especialmente criados por Claudio Baltar, cenários, figurinos e bonecos de Clívia Cohen, preparação de canto de Adriana Piccolo e iluminação de Maneco Quinderé, o musical A GALINHA PINTADINHA, EM OVO DE NOVO reúne diversas linguagens artísticas, compondo um espetáculo, lúdico e divertido. Piccolo conta um pouco sobre as novidades desse novo musical: “Quando eu dirigi o primeiro musical da Galinha Pintadinha, eu tinha como maior desafio colocar em cena, ao vivo, aquela personagem carismática e adorada, num espetáculo que tivesse o mesmo encantamento que os desenhos animados tinham. Antes da estreia nos perguntávamos como seria a reação das crianças ao encontrar frente a frente com aqueles personagens retirados dos desenhos animados. A reação das crianças não poderia ter sido melhor. Acho que conseguimos apresentar um musical que carregava a magia e o divertimento dos clipes animados criados pela dupla Marcos Luporini e Julianos Prado. “A Galinha Pintadinha, o musical” foi um sucesso estrondoso. Quando Luporini e Juliano nos procuraram no ano passado propondo a realização de um novo musical, logo me perguntei o que poderíamos trazer de novo. Gosto de desafios, não queria repetir a mesma fórmula do outro musical que dirigi. “A Galinha Pintadinha, em o ovo de novo” vem com a novidade do circo. A montagem explora as possibilidades da mistura da pantomima, música, dança e circo nos números musicais, além de apresentar uma história que vai agradar as crianças um pouco maiores. O desafio desse novo trabalho é criar um espetáculo com muitas novidades na parte musical, agradando os pequeninos, e também conquistar crianças um pouco maiores, que temos certeza vão adorar a história do Carlos Henrique e vão voltar a curtir a Galinha Pintadinha e sua turma de animais animados.”.

Partindo para a terceira produção teatral, a estreia no palco foi com o musical “A Galinha Pintadinha, o musical” dirigido por Piccolo em 2012, em seguida veio “A Galinha Pintadinha em cadê Popó” dirigido por Alessandra Brantes em 2013/2014, Marcos Luporini e Juliano Prado são grandes incentivadores da presença da Galinha Pintadinha nos palcos brasileiros. “O teatro é uma arte humana milenar. Esta capacidade que temos de, através da imaginação, nos transportarmos a outras realidades é algo mágico. Para nós, é motivo de imenso orgulho saber que, para muitas crianças, este musical da Galinha Pintadinha será a primeira experiência no teatro. É incrível ver como mesmo os bebês pequenos conseguem se conectar e viajar com a peça.” Diz Luporini. E Juliano Prado completa: “O que é delicioso nos musicais da Galinha Pintadinha é a grande festa das crianças, pais, tios e avós curtindo o teatro. É um momento muito intenso para os pequenos que, muitas vezes, estão experimentando a sensação de um espetáculo pela primeira vez. Esta nova montagem, cheia de música como não poderia deixar de ser, conta a história de uma família que descobre a chegada de mais um bebê, no meio dos malabarismos do dia a dia. Malabarismos mesmo, executados por um elenco afiadíssimo, nessa montagem cheia de números circenses. É diversão garantida.”

Roteiro musical:

“Baratinha”; “Galinha Pintadinha 2”; “Pintinho Amarelinho”; “Samba Lelê”; “Lá na casa da Galinha Pintadinha”; “Se essa rua fosse minha”; “Pimpom”; “Os Pintinhos Dizem”; “Meu sininho”; “Galinha Pintadinha1”; “Mamama Papapa”; “Medley de canções infantis”; “Galinha Pintadinha 4”; “Borboletinha”; “Quem está feliz”.

Um pouco da história da Galinha Pintadinha

No dia 28 de dezembro de 2006, Juliano Prado e Marcos Luporini postaram no Youtube um vídeo infantil chamado “Galinha Pintadinha”. Esta foi a solução encontrada para apresentar o vídeo em uma reunião de produtores na qual eles não poderiam estar presentes. Seis meses depois, a surpresa: o vídeo havia virado um hit e já ultrapassava a marca de 500.000 visualizações, número expressivo para a época. Hoje os números cresceram consideravelmente. Já são mais de 2 bilhões de visualizações do canal no Youtube, mais de 3 milhões de seguidores na página do facebook, mais de 1,5 milhões de DVDs oficiais vendidos, 2 discos de diamante duplos, mais de 60 produtos licenciados.

O sucesso da Galinha Pintadinha

O projeto da série infantil Galinha Pintadinha, que resgata canções infantis populares e apresenta em pequenos clipes de animações em 2D vem agradando crianças entre 0 e cinco anos que repetem “de novo” assim que termina, assistindo incessantemente cada um dos desenhos animados. Além do sucesso com os pequeninos, as mamães e papais agradecem a existência da Galinha Pintadinha: “– Oba! O bebê está vendo a Galinha Pintadinha, vou aproveitar para comer alguma coisa, tomar um banho rápido, ler um livro! Ficar com as pernas para o ar!…”. A Galinha Pintadinha é a garantia de alguns momentos de paz e tranquilidade para mamães e papais exaustos.

A GALINHA PINTADINHA, EM OVO DE NOVO

Elenco: Cássia Raquel / Dudu Varello / Giovana Vitorino / Helena Heyzer / Laura Faleiros / Leonardo Freitas / Nando Moretzsohn / Natasha Jascalevich / Raíra Yuma / Samuel Rottas / Ton Carvalho / Wagner Cavalcante

Ficha Técnica

Roteiro: Marcos Luporini e Juliano Prado

Dramaturgia e texto final: Keli Freitas

Direção: Ernesto Piccolo

Coreografias: Marcia Rubin

Criações Circenses: Claudio Baltar

Cenários, Bonecos, Figurinos: Clívia Cohen

Iluminação: Maneco Quinderé

Preparação Vocal e Canto: Adriana Piccolo

Assistente de direção: João Maia

Assistente de coreografia: Maíra Maneschy

Designer gráfico: Eduarda de Aquino e Marina Kelson

Assessoria de imprensa: Daniella Cavalcanti

Equipe de produção: Renata Monteiro de Barros e Rose Gomes

Captação de Patrocínios: Renata Borges Pimenta / Leila Garcia e Jorge Abreu (ON TIME)

Direção de Produção: Dadá Maia

Patrocínio Bradesco Seguros e Baby Dove através da Lei Rouanet

Uma Coprodução de Bromélia Produções e Expressão Piccolo Produções

SERVIÇO

Estreia (convidados e públicos): dia 03 de outubro, às 17h

Local: Teatro das Artes (Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52/2º piso)

Temporada: de 03 de outubro a 20 de dezembro de 2015

Horário: sábados, às 17h, e domingos, às 15h e 17h

Sessão extra: Dias das Crianças, segunda-feira, dia 12 de outubro, às 17h

Gênero: musical infantil

Classificação indicativa: Livre para todas as idades

Ingressos: R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia)

Clientes Bradesco Seguros têm 30% de desconto Vendas online: http://www.ingresso.com

Informações: (21) 2540-6004

Bilheteria: de segunda a domingo das 15h às 20h

Lotação do teatro 421 lugares

Lisbela e o Prisioneiro

O Palco Petrobras Premmia receberá a partir do dia 1º de agosto o musical Lisbela e o Prisioneiro, no Theatro Net Rio. A peça fica em cartaz às sextas e sábados às 21h e domingo às 18h até o dia 30 de agosto. O texto original do pernambucano Osman Lins, escrito em 1964 que já foi filme e especial de TV, foi adaptado para os palcos pelas mãos da escritora Francisca Braga que apresentará ao público um universo musical circense, repleto de criatividade e imaginação.

Na trama Leléu (Luiz Araújo) é um artista mambembe que chega na cidade de Vitória de Santo Antão com seu circo, após se engraçar com a mulher de um matador de aluguel, o vilão Vela de Libra (Dan Rosseto). Na cidade Leléu conhece Lisbela (Ligia Paula Machado) que está de casamento marcado com Douglas (Beto Marden), porém ambos se apaixonam, tornando-se prisioneiros deste amor.

O elenco composto por 08 atores, 08 músicos e 03 acrobatas circenses apresentarão diversos números de circo como trapézio, lyra, tecido acrobático, corda indiana, malabares, clown, mágica e acrobacias de solo coordenados pelo artista circense Roger Pendezza que optou por uma concepção baseada no artista mambembe brasileiro. Além disso o espetáculo ainda tem coreografias de ballet, forró, samba, roller dance e ballet contemporâneo, idealizadas por Ligia.

Na parte musical o público se deliciará com canções de grandes nomes da nossa música como Zé Ramalho, Pixinguinha, Dominguinhos, Filipe Catto, Caetano Veloso, João Pernambuco entre outros com os arranjos do maestro e diretor musical Dyonisio Moreno que arranjou as músicas regionais dando uma levada pop rock, mesclando instrumentos regionais com eletrônicos.

A criação do espaço cênico foi inspirada nos circos itinerantes do século passado que eram totalmente móveis permitindo diversas combinações cenográficas durante a peça, como uma grande caixa surpresa. Já os figurinos foram pensados como uma atualização dos tipos clássicos do circo teatro, com o cômico, a trapezista, o apresentador entre outros, só que em um novo desenho, de acordo com as personagens e aproveitando materiais essencialmente brasileiros: rendas, cordas e bordados. Essa criação será feita pelo premiado cenógrafo e figurinista Kleber Montanheiro.

Todo trabalho dessa grande produção é coordenado pelos diretores Dan Rosseto e Ligia Paula Machado e pela supervisora artística Francisca Braga.

FICHA TÉCNICA: Autor: Osman Lins

Adaptação e supervisão geral: Francisca Braga

Direção Geral: Dan Rosseto e Ligia Paula Machado

Direção Musical: Dyonisio Moreno

Supervisão Circense: Roger Pendezza

Repertório Musical: Francisca Braga

Elenco: Luiz Araújo (Leléu), Ligia Paula Machado (Lisbela), Beto Marden (Douglas), Millene Ramalho (Inaura), Nill de Pádua (Tenente Guedes), Dan Rosseto/Fernando Prata (Vela de libra/Frederico Evandro), Jonatan Motta (Cabo Citonho), Milene Vianna (Francisquinha). Acrobatas: Roger Pedenzza, Tarik Henrique Músicos: João Paulo Pardal (guitarra e violão), Renan Cacossi (pífano e flauta transversal), Maristela Silvério (piano), Jonatan Motta (violino), Azael Rodrigues (bateria e percussão), Daniel Warchauer (acordeon), Augusto Brambilla (baixo acústico e elétrico) Coreografias: Ligia Paula Machado e Roger Pendezza

Instrutor de Roller Dance: Alex Bonanza

Cenografia, figurinos e designer de luz: Kleber Montanheiro

Aderecista: Michele Rolandi

Costureira: Euda Alves de Souza

Fotos: Caio Gallucci

Assessoria de Imprensa: Fabio Camara

SERVIÇO: PALCO PETROBAS PREMMIA –LISBELA E O PRISIONEIRA

Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).

Ingresso: R$ 150,00 (plateia, frisa) R$ 100 (balcão)

Direito à meia entrada: Menor ou igual à 21 anos, idosos com 60 anos ou mais, professor da rede pública, estudante, cliente Net (4 ingressos), cliente O Globo (2 ingressos), classe artística com DRT (1 ingresso), cliente Mais Pão de Açúcar, revista Básica (2 ingressos), carteira da Amave (2 ingressos), funcionários da Petrobras (2 ingressos) Horário: Sexta e sábado às 21h e Domingo às 18h

Temporada: 1 a 30 de agosto.

Classificação: Livre.

Duração: 105 Minutos.

Capacidade do Teatro: 623 lugares.

Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060

Site: http://www.theatronetrio.com.br

Vendas: http://www.ingressorapido.com.br / consulte os pontos de vendas no site.

Horário de funcionamento da bilheteria: 10h às 22h.