BELCHIOR: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro

Pela primeira vez em Niterói, o musical “BELCHIOR: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro” orgulhosamente fará 03 únicas apresentações no Theatro Municipal de Niterói (Rua Quinze de Novembro, 35 – Centro, Niterói -Tel: 2620-1624), nos dias 06, 07 e 08 de agosto/2019, sexta-feira 20h, sábado às 19h e domingo às 18h, com ingressos a R$60 / R$30 (estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60).

O espetáculo que foi aplaudido por mais de 2000 pessoas, durante 3 apresentações no Theatro José de Alencar, em Fortaleza, conta um pouco da vida, da obra e dos pensamentos do cantor e compositor cearense, através de uma dramaturgia formada por trechos de entrevistas do próprio cantor.

O ator e cantor Pablo Paleologo dá vida ao cantor cearense, enquanto o ator Bruno Suzano interpreta o Cidadão Comum, personagem recorrente nas canções de Belchior e de alguma forma seu alter ego.

 Acompanhando os dois atores, o musical conta também com a participação de uma banda ao vivo com seis músicos – Dudu Dias (baixo), Cacá Franklin (percussão), Emília B. Rodrigues (bateria), Mônica Ávila (sax/flauta), Nelsinho Freitas (teclado), Rico Farias (violão/guitarra) – que realizam 15 músicas ao vivo, são elas: ‘Alucinação’, ‘Apenas Um Rapaz Latino Americano’, ‘A Palo Seco’, ‘Na Hora do Almoço’, ‘Todo Sujo de Batom’, ‘Coração Selvagem’, ‘Medo de Avião’, ‘Mucuripe’ (de Belchior e Raimundo Fagner), ‘Conheço o Meu Lugar’, ‘Como Nossos Pais’, ‘Populus’, ‘Paralelas’, ‘Velha Roupa Colorida’, ‘Sujeito de Sorte’ e ‘Galos, Noites e Quintais’.

“BELCHIOR: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro” marca o resgate de Antonio Carlos Belchior, trazendo a tona seu discurso ainda atual em relação a política brasileira.

Belchior acreditava na força do amor e na potência transformadora da arte na vida das pessoas. Diante de um cenário repleto de medo e inseguranças sobre o futuro do país, a voz desse belíssimo poeta se faz necessária para pensarmos um mundo igualitário.

 O musical conta com a direção de Pedro Cadore, que também assina a organização de textos ao lado de Cláudia Pinto. Mais do que sua biografia, a peça pretende mostrar ao espectador a filosofia de um dos ícones mais misteriosos da Música Popular Brasileira.

O cantor e compositor Belchior nasceu dia 26 de outubro de 1946, em Sobral, norte do Ceará, e já no início da década de 70 veio para o eixo Rio-São Paulo tentar emplacar suas canções em festivais de música. Seu sucesso inicial aconteceu quando a cantora Elis Regina interpretou duas de suas músicas em seu espetáculo ‘Falso Brilhante’: “Velha Roupa Colorida” e “Como Nossos Pais”.

Belchior faleceu há dois anos, mas seus últimos dez anos de vida já foram de quase silêncio total para a mídia, com raras notícias, entrevistas ou shows.

 Na primeira temporada, no Teatro João Caetano, os filhos do homenageado, Camila e Mikael Henman Belchior e a mãe Ângela, assistiram ao espetáculo e comentaram o quão emocionante foi a experiência:

“Nos emocionamos em ver uma produção sobre a obra do nosso pai tão alinhada com a  proposta artística dele. O foco nas palavras de Belchior, tanto de músicas quanto de entrevistas, enaltece o compromisso do espetáculo com a filosofia do artista. Desejamos vida longa ao musical “Ano Passado Eu Morri, Mas Este Ano Eu Não Morro” e que ele alcance o Brasil inteiro. Parabéns a todos pelo lindo trabalho e empenho, que tenha sido a primeira temporada de muitas por vir!”

Em Fortaleza, os irmãos Francisco Gilberto Belchior e Emilia Belchior rodeados de sobrinhos e a filha Vannick Belchior aplaudiram e se emocionaram com o espetáculo, sendo unanimes em afirmarem que o musical é uma linda e honesta homenagem ao seu irmão e pai Belchior.

“BELCHIOR: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro” é uma produção de João Luiz Azevedo, que promete trazer uma sessão de nostalgia aos fãs e aos que não conhecem sua poesia inigualável.

Certamente um musical diferente, simples e necessário.

Próximas datas do musical:

Dias 20 e 22 / Setembro – Teatro Liberdade em São Paulo

Dia 11/outubro –  Teatro Via Mar em Fortaleza (CE)

Dia 13/outubro – Teatro Lauro Monte Filho em Mossoró (RN)

Dia 26/ Outubro (aniversário de Belchior) – Teatro Rival BR ( RJ )

Dias 09 e 10 / novembro – Teatro Fernanda Montenegro – Curitiba (PR)

FICHA TÉCNICA:

BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical

Organização de Textos: CLÁUDIA PINTO e PEDRO CADORE

Direção: PEDRO CADORE

Atores: BRUNO SUZANO e PABLO PALEOLOGO

Músicos: CACÁ FRANKLIN (percussão), DUDU DIAS (baixo), EMILIA B. RODRIGUES (bateria), MONICA AVILA (sax/flauta), NELSINHO FREITAS (teclado) e RICO FARIAS (violão/guitarra)

Direção Musical: PEDRO NÊGO

Direção de Arte e Cenografia: JOSÉ DIAS

Iluminação: RODRIGO BELAY

Produção Geral, Assessoria de Imprensa e Marketing: JOÃO LUIZ AZEVEDO

Theatro Municipal de Niteroi

Rua Quinze de Novembro, 35 – Centro, Niterói –  Telefone: (21) 2620-1624

Informações e reserva de ingressos pelo whatsapp (21) 99731-093

Dias 06, 07 e 08 de setembro/2019.

Sexta 20h, sábado às 19h e domingo 18h

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos

Valor dos ingressos: R$ 60,00 / R$ 30,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e idosos acima de 60 anos)

Tempo de Duração: 70 minutos

Pontos de Venda de Ingressos: Bilheteria do Teatro.

Produção: Boca Fechada Produções Artísticas

“Monstros” no Teatro PetroRio das Artes

Pais e mães têm sempre grandes expectativas em relação a seus filhos e vice-versa. Mas como lidar quando os sonhos e desejos não são correspondidos? Como lidar com nossos próprios impulsos e emoções? Este é o ponto de partida de Monstros, primeiro musical argentino contemporâneo montado no Brasil. O premiado espetáculo de Emiliano Dionisi, com músicas originais de Martín Rodríguez, estreia dia 6 de setembro e fica em temporada no Teatro PetroRio das Artes, no Shopping da Gávea, sempre às sextas e sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h, até 27 de outubro. A adaptação brasileira ganhou direção de Victor Garcia Peralta, direção musical de Azullllllll e elenco que reúne Claudio Lins e Soraya Ravenle na pele de quatro personagens que fazem o público refletir sobre as crueldades ocultas nas relações familiares e cotidianas.

A trama acompanha a história de Claudio e Sandra, pessoas aparentemente comuns e que só se conhecem porque seus respectivos filhos, Francisco e Luíza, estudam na mesma escola. Eles têm certeza de que seus filhos são especiais e acima da média, apesar de alguns probleminhas na escola, ou questões de relacionamento com outras crianças. Mas nada que o amor desses pais veja como desvios de conduta. Aos poucos, como monstros saindo do armário, as verdadeiras faces dessas famílias vão se revelar.

“O musical põe em cena temas com os quais eu tenho gostado de trabalhar: as relações familiares, educação, infância e, principalmente, a dificuldade que temos de nos colocar do lugar do outro, de exercer a empatia”, explica Victor Garcia Peralta. “Em Monstros, temos um pai e uma mãe que não conseguem olhar de verdade para os seus filhos e que têm dificuldade de lidar com as expectativas frustradas”, acrescenta o diretor, que assistiu à primeira montagem do texto, em Buenos Aires, há três anos.

Na encenação, Claudio Lins e Soraya Ravenle interpretam os pais Sandra e Claudio, mas também seus respectivos filhos, Luíza e Francisco. E assim, percorrem um arco dramático que vai do orgulho ao terror. “Quando o Victor me falou que tinha visto este espetáculo em Buenos Aires, fiquei muito intrigado. Afinal, um musical original com um texto potente e apenas dois atores é algo raro. Consegui assistir ao espetáculo na Argentina e fiquei entusiasmado. Que grade desafio para um ator! Falar das aflições da paternidade é algo com o qual eu me identifico completamente nesse momento da minha vida”, comenta Claudio, que tem um filho de 7 anos.

Atriz com mais de três dezenas de musicais no currículo, Soraya Ravenle chama a atenção para a densidade do texto, que não costuma ser habitual nos espetáculos do gênero. “É uma peça sofisticada, de dramaturgia contemporânea e fragmentada, que fala muito sobre a violência que nos cerca. Há uma grande incapacidade de enxergar verdadeiramente o outro, de ter calma para compreender quando as atitudes das pessoas não são as mesmas que as nossas. A peça põe em cena uma mãe e um pai que amam os filhos, mas que não conseguem se comunicar com eles”, define a atriz e cantora.

O espetáculo conta com oito canções originais, com tradução e versões de Victor Garcia Peralta e Claudio Lins e novos arranjos de Azullllllll, que assina a direção musical e estará em cena com um set eletrônico. Na montagem argentina, os atores eram acompanhados por uma banda, mas, na adaptação atual, a equipe optou por uma produção eletrônica.

 

“Uma sonoridade que aborda do imaginário infantil ao terror para criar uma espécie de realidade onírica e cruel. Há também, nos arranjos, a noção ancestral da relação que temos com nossos pais e nossas paternidades e, por isso, um aspecto sensorial e emocional nas canções. Evoco elementos musicais da nossa ancestralidade brasileira e afro-brasileira e recorro, também, a estéticas eletrônicas, como a das séries “Stranger Things” e “Dark”, buscando a contemporaneidade necessária para dialogar com a diversidade cultural que o povo brasileiro carrega e consome”, define Azullllllll. “Cada música adiciona uma camada ao entendimento da peça, fortalecendo a trama e ajudando a conduzir a energia do espetáculo”, acrescenta.

Também fazem parte do time criativo Fernando Rubio (cenário), Claudio Tovar (figurino) e Maneco Quinderé (iluminação).

Prêmios

 

Selecionado em 2015 como melhor projeto de teatro musical na Bienal de Arte Jovem de Buenos Aires, o texto Monstros teve uma carreira surpreendente. Desde que estreou, no mesmo ano de 2015, até suas últimas apresentações, em 2018, o espetáculo acumulou casas lotadas, excelentes críticas e cerca de 17 prêmios do teatro argentino, além de montagens no Uruguai e na República Dominicana. Na Argentina, venceu o 1º Prêmio Trinidad Guevara (Melhor trilha original), o 1º Prêmio Argentores (Melhor música), ganhou sete Prêmios Hugo (Hugo de Oro – espetáculo do ano,  Melhor musical, Melhor direção, Melhor atriz de musical, Melhor ator de musical, Melhor libreto de musical argentino e Melhores letras de musical argentino) e quatro Prêmios ACE (Melhor Musical, Melhor direção de musical, Melhor ator de musical e Melhor música original). No Uruguai, venceu quatro Prêmios Florencio Sanchez (Melhor musical, Melhor atriz de musical, Melhor ator de musical e Melhor música original).

 

Claudio Lins

Atuou em grandes musicais como “Ópera do malandro” (2003/2006), “Gota d’água” (2009), “Milton Nascimento – nada será como antes” (2012/2013), “Elis, a musical” (2013/2015), “O beijo           no asfalto – o musical” (2015/2016) e “O musical da Bossa Nova” (2017/2018),     entre   outros. Na TV, esteve nas novelas “História de amor” (1995), “Esmeralda”   (2004), “Uma rosa com amor” (2010), “Babilônia” (2015), “Malhação” (2017),    além do reality musical “Popstar” (2017). Tem dois discos gravados e compôs para os espetáculos “O beijo    no asfalto – o musical” e “Senna – o          musical”.

Soraya Ravenle

Uma das grandes atrizes do musical brasileiro, foi revelada para o grande público no musical “Dolores” (1999), onde interpretava a cantora Dolores Duran. Atuou ainda em “South American Way – a vida de Carmem Miranda” (2001), “Ópera do Malandro” (2003/2006),   “Sassaricando – e o Rio inventou a marchinha” (2007/2008), “Um violinista no telhado” (2011) e “Instabilidade perpétua” (2017/2019), entre outros. Esteve nas novelas “Laços de família” (2000), “Beleza pura” (2008), “Paraíso” (2009), “Malhação” (2011) e  “I love Paraisópolis”  (2015). Tem dois discos de carreira.

Victor Garcia Peralta

Responsável pela direção de “Tebas Land”  (2018), uma das grandes sensações da temporada, Victor também dirigiu ”Decadência” (1999), “Dorotéia minha” (2002), “Quartett” (2006), “Não sou feliz mas tenho marido” (2006), “Os homens são de Marte… E é pra lá que eu vou” (2005), “Quem tem medo de Virgínia Wolff” (2014), “Sexo, drogas e rock’nroll” (2015) e “Euforia” (2017/2018), entre outros. Ainda na Argentina, dirigiu “As lágrimas amargas de  Petra Von Kant” (1987), o musical “Gypsy” (1992), além de adaptações de “A   partilha” e “Submarino”, textos de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa.

Azullllllll

Desenvolve trabalhos nos campos da música, performance, artes visuais e cênicas. Atualmente, apresenta o show ‘Azullllllll’, exibe a instalação interativa ‘Maquina de Contato’ no Centro Cultural Oi Futuro com o Koletivo Machina, do qual é integrante, e produz a coluna de performance ‘#mimesetranseincorporacao’ no site Heretica.co. Dois dos seus trabalhos performativos em andamento são ‘@continuovive’ (instagram) e ‘sem título’. Assinou a direção musical dos espetáculos ‘Ajuste’, ‘bicho’ e ‘Cara de Fogo’, com direção de Georgette Fadel; ‘Naquele Dia Vi Você Sumir’, parceria com Áreas Coletivo e Magiluth; e ‘Instabilidade Perpétua’, com atuação de Soraya Ravenle.

Sinopse curta

 

O premiado musical acompanha o complexo relacionamento de Claudio e Sandra com seus respectivos filhos.

Sinopse longa

O premiado musical Monstros conta a história de Claudio e Sandra, adultos que se cruzam casualmente porque seus filhos estudam no mesmo colégio. Sandra tem tanto orgulho de sua filha Luíza como Claudio tem de seu filho Francisco. Eles têm certeza de que seus respectivos filhos são especiais. Talvez, acima da média. Qualquer problema na escola ou questões de relacionamento com outras crianças são encarados de maneira normal. Nada que o amor sufocante e cego desses pais possa ver como desvios de conduta. Mas, aos poucos, como monstros saindo do armário, as verdadeiras faces dessas famílias vão se revelando, com suas relações caóticas e cotidianas, até um desfecho tão surpreendente quanto inevitável.

Ficha técnica

 

Texto: Emiliano Dionisi

Direção: Victor Garcia Peralta

Elenco: Claudio Lins e Soraya Ravenle

Músicas: Martin Rodriguez

Tradução e versões: Victor Garcia Peralta e Claudio Lins

Direção musical e musicista: Azullllllll

Cenário: Fernando Rubio

Figurino: Claudio Tovar

Iluminação: Maneco Quinderé

Assessoria de Comunicação: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Mídias Sociais: Beto Feitosa

Design gráfico: Alexandre Castro

Direção de produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela

Produção: Galharufa Produções Culturais

Produção Executiva: Anna Bittencourt

 

Serviço

Espetáculo “Monstros”

Temporada: 6 de setembro a 27 de outubro

Teatro PetroRio das Artes: Rua Marquês de São Vicente, 52 – Shopping da Gávea, Rio de Janeiro – RJ

Telefone: 2540-6004

Dias e horários:  6ª e sáb., às 21h, e dom., às 20h.

Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia).

Duração: 1h40

Lotação: 421 pessoas

Classificação Etária: 14 anos

Funcionamento da bilheteria: 2ª a dom., das 15h às 20h. Após às 20h, apenas para as peças do dia.

Instagram: @monstrosomusical

Marlene Dietrich – as pernas do século

A biografia musicadaMarlene Dietrich – as pernas do século”, primeira montagem teatral brasileira sobre Marlene Dietrich, escrita pelo dramaturgo Aimar Labaki e direção de William Pereira, estreia dia 13 de setembro no Teatro Prudential, com Sylvia Bandeira, ao lado de José Mauro Brant, Marciah Luna Cabral e Mauricio Baduh.

Marlene Dietrich – as pernas do século” é uma peça sobre o amor e o tempo. Revisita a história de vida de uma grande artista e símbolo sexual, mas principalmente de uma mulher corajosa que nunca abriu mão do amor e da liberdade.

Atriz e cantora, Marlene Dietrich (1901-1992) foi uma das personalidades mais marcantes do século XX. No cinema, no teatro e na música, Dietrich se destacou por sua originalidade e perfeccionismo. Grandes compositores escreveram canções especialmente para ela. Foi um dos maiores símbolos sexuais do cinema – seu rosto, pernas e voz já fazem parte do imaginário de gerações. 

Por sua movimentada vida amorosa passaram Eric Maria Remarque, Jean Gabin, Yul Bryner, Ernest Hemingway, Burt Bacharach, Frank Sinatra, Cole Porter, entre outros. Desde o início de sua carreira, Dietrich esteve sempre no centro dos acontecimentos: na Berlim dos anos 20; em Hollywood, a partir dos anos 30; no front da II Guerra Mundial, quando cantou para os soldados; em Paris e Nova York nas décadas seguintes. Sua história mistura-se com a história do século XX.

SINOPSE

No final da vida, já bem idosa, Marlene conhece um jovem que não faz a menor ideia de quem ela seja, e sequer ouviu falar do mito Marlene Dietrich. Já às vésperas de completar 90 anos, ela acaba seduzindo o rapaz de uma forma bem diferente de quando brilhava absoluta no cinema e nos palcos. Se hoje não conta mais com o frescor da juventude nem com as lendárias pernas, seu charme e inteligência estão mais vivos do que nunca, e somados a uma grande aliada: a memória. Ao narrar para o desavisado rapaz sua trajetória, a diva o envolve e o fascina por ter sido testemunha e personagem dos acontecimentos mais marcantes do século XX: desde o crescimento do nazismo na Alemanha dos anos 1920, passando pelo glamour de Hollywood dos anos 30 a 50, sua experiência no front da II Guerra, até os anos 70, pelos palcos do mundo, New York, Londres, Rio de Janeiro, Tókio.

 

A MONTAGEM  

‘A diva alemã é humanizada em espetáculo delicioso’  Barbara Heliodora  

Trazendo em cena quatro atores/cantores e três músicos, Marlene Dietrich – as pernas do século” se define como uma biografia musicada. No papel de Dietrich, Sylvia Bandeira desfila as memórias de Marlene e utiliza-se de canções interpretadas pela diva para ilustrar seu relato. São canções de Burt Bacharach, Cole Porter, Kurt Weill e George Gershwin, além das francesas, “La Vie en Rose”, “Que Reste T-il de Nos Amours” e da emblemática “Lili Marlene”. 

José Mauro Brant é o jovem a quem Marlene seduz com sua vivência. Marciah Luna Cabral e Maurício Baduh desdobram-se em vários personagens, dando vida às memórias da atriz – sua relação destemida com amores e família, os produtores e diretores de cinema e teatro, os números musicais dos filmes, peças e shows. 

As grandes canções do repertório de Dietrich são cantadas em inglês, alemão, francês e até em português!

 

FICHA TÉCNICA: 

Texto: Aimar Labaki

Direção e Cenografia: William Pereira

Elenco: Sylvia Bandeira, Marciah Luna Cabral, José Mauro Brant, Maurício Baduh

Direção Musical e Arranjos: Roberto Bahal

Figurino: Marcelo Marques 

Visagismo: Beto Carramanhos 

Iluminação: Paulo Cesar Medeiros

Preparação Vocal: Marciah Luna Cabral 

Preparação Corporal: Marcia Rubin 

Coreografia do Tango: Paulo Masoni 

Programação Visual: Cacau Gondomar

Músicos: Piano – Roberto Bahal, Clarinete – Vinícius Carvalho, Violoncelo – Luciano Correa

Direção de Produção: Diga Sim Produções e Cacau Gondomar

Produtores Associados: Minouskine Produções Artísticas e Diga Sim Produções.

Assessoria de Imprensa: Luiz Mena Barreto 21 99872-5534

 

SERVIÇO:

Teatro Prudential – Rua do Russel, 804 – Glória 

De 13 de setembro a 06 de outubro

Sextas e sábados às 21h, Domingos às 19h

Sextas – R$ 70,00

Sábado e domingo – Plateia central R$ 80,00 e Plateia lateral R$ 70,00

Duração: 90 minutos

Classificação etária: 18 anos

 

MARLENE DIETRICH 

Em dezembro de 1901, nasce em Berlim Marie-Magdalene. Filha de um militar morto no front de batalha, a pequena Marlene tem uma infância difícil, em meio a uma Alemanha totalmente devastada pela guerra. Após o fim da I Guerra Mundial, Marlene segue então para um internato em Weimar, a cidade de Goethe, que já conhecia e por quem se apaixona: “Li todos os seus livros, segui todos os seus ensinamentos”. Nessa época, ela não se achava bonita e aprende a tocar piano.

Alguns anos depois, Marlene vai para a escola de teatro Max Reinhardt e participa de vários espetáculos. Além de inúmeras peças, atua em 17 filmes. Em 1929, em “Kiss your hand, Madame”, ela já ensaia a personagem cínica, sexy e temperamental que a tornaria famosa. Atuando em “Duas gravatas”, é vista pelo diretor Josef Von Sternberg. Por suas mãos, estoura no cinema em “Anjo Azul”. Marlene parte para a América, para atuar nos grandes estúdios em Holywood.

Em 1932, a mando de Hitler, recebe várias propostas que a tornariam a maior estrela da Alemanha. Diante da sua recusa e insinuações, os nazistas a acusam de estar “infectada” pela propaganda americana. Revoltada com a situação em seu país natal, ela passa treze anos sem voltar a Berlim.

No final de 1943, a estrela deixa para sempre os estúdios e Hollywood. Como filha de um soldado, sentia necessidade de lutar por seus ideais. Com a patente de coronel, Marlene parte para o front para cantar para os soldados e trazer-lhes algum alento em meio aos horrores da guerra. Atuava sobre toscas plataformas de madeira instaladas nos campos, com apenas os faróis do jipe para iluminá-la, ou até mesmo debaixo da chuva, sob tendas de lona ou em cima de caminhões. Marlene estava sempre uniformizada como um GI. Ela gostava de parecer apenas mais um soldado.

Com o fim da guerra em 1945, volta para Nova York e declara: “Sou apenas um GI de volta ao lar”. Ainda neste mesmo ano, regressa enfim, a uma Berlim em ruínas para enterrar sua mãe. Com isso, rompe-se o último vínculo que a ligava a seu país.

Em 1953, num uniforme de diretor de circo, estala o chicote diante de leões num show beneficente na Madison Square Garden. A partir daí, inicia uma nova fase de sua carreira e percorre várias cidades do mundo, inclusive o Rio de Janeiro, cantando músicas que se tornaram célebres na sua voz. 

Em seu primeiro tour alemão, percebe que o nazismo ainda não está morto. Em algumas performances, ovos e tomates são arremessados ao palco, além de ameaças de bombas, mas nada faz com que ela mude de idéia. Ela amava a sua pátria. 

Em seu último show, na Austrália, já debilitada devido a acidentes que arruinaram gradativamente o movimento de suas famosas pernas, ela tomba no palco e fratura o fêmur. Marlene não mais se recupera. Recolhe-se ao seu apartamento em Paris, onde permanece até o último dos seus dias, quarta- feira, 6 de maio de 1992: “Como é estranho – escreveu Erik Hanut – escolher um dia tão comum, tão pacífico, para morrer”.

“Out Of Water Musical”, versão americana do premiado “Cargas D’água – Um Musical de Bolso”, estreia em Nova Iorque

O musical autoral brasileiro “Cargas D’Água”, escrito por Vitor Rocha, ganhou uma versão americana e está em cartaz em Nova Iorque. O espetáculo teve duas temporadas de sucesso no Brasil e chegou a se apresentar em cidades do interior de São Paulo e Minas Gerais e Brasília.

O espetáculo conta uma história que começa bem no meio do Brasil, só que um pouquinho para cá: no sertão mineiro. Onde um menino perde a sua venerada mãe e acaba por esquecer o seu próprio nome, pois seu padrasto, agora o único membro da família, só o chama por “moleque”. Mas tudo muda quando ele faz um amigo, nada comum, um peixe, e começa a ver toda a sua história com outros olhos. Agora ele tem uma missão: levar seu amigo para ver o mar. Uma missão que seria muito fácil se ele não tivesse inventado de contornar o país inteiro por dentro antes de sair no litoral. Em sua jornada, o moleque acaba encontrando distintos personagens que o ajudam ou atrapalham, e de alguma forma, o obrigam a enfrentar os maiores medos dos homens. Entre os personagens estão Charles e Pepita, dois artistas peculiares que ajudam o moleque a dar sentido para sua jornada e consequentemente, para sua vida e para a deles.

O responsável por levar o espetáculo aos EUA foi Edu Medaets, produtor e ator, que integra o elenco no papel do personagem “Kid”, que na versão original chamava-se “Moleque”. Para completar o time de “Out Of Water”, título em inglês, os atores Pedro Coppeti, Helora Danna e Maite Zakia, interpretam Charles e Pepita, respectivamente, e contam ainda com Rony Dutra, cover do personagem Charles. Para a escolha do elenco, foram abertas audições apenas para atores e atrizes brasileiros que residem em Nova Iorque, a equipe criativa também é formada por brasileiros. O texto, versionado por Isa Bustamanti, ganhou adaptações de piadas e expressões para o público americano e alguns novos elementos de cenário, feitos pela Set Design Juliana Suaide, ajudarão a levar um pouco mais do sertão de Minas Gerais para Nova Iorque.

O musical estreou em 2018, no Brasil, escrito por Vitor Rocha, com músicas do mesmo ao lado de Ana Paula Villar. No elenco estiveram, além de Vitor e Ana Paula, André Torquato, Gustavo Mazzei, Davi Novais e Victória Ariante. A produção rendeu o prêmio de Revelação no Prêmio Bibi Ferreira 2018 a Vitor Rocha, por texto e música do espetáculo. O espetáculo também recebeu indicações aos prêmios Reverência e Aplauso Brasil, além do Destaque Imprensa Digital.

Em Nova Iorque as apresentações acontecem no TADA! Theater, com sessões aos sábados e domingos, os ingressos estão à venda pelo site Eventbrite.

Ficha Técnica:

Cast:

Eduardo Medaets (Kid)

Helora Danna (Pepita)

Maite Zakia (Pepita)

Petro Coppeti (Charles and Kid u/s)

Ronny Dutra (Charles u/s)

Book: Vitor Rocha

Score And Lyrics: Ana Paula Villar & Vitor Rocha

Direction: Renata Soares and Ronny Dutra

Musical Direction: Ana Paula Villar

Set Design: Juliana Suaide

Costume Design: Maite Zakia

Stage Manager: Benjamin Vigil

Production Assistant: Beatriz Cavalieri

Serviço:

Location: TADA! Theater – 15 West 28th Street. New York, NY 10001. United States

Sábado às 14h e 20h e Domingo às 15h

Ingressos: $25 – $30

Vendas pelo site Eventinbrite

Drama espírita “Renúncia, o Musical” é a atração do dia 21 de agosto no Teatro Rival Petrobras

Arte transcendental é a novidade na programação de agosto do Teatro Rival Petrobras. No dia 21, a companhia teatral Mensageiros apresenta a peça “Renúncia, o musical”, baseada no famoso romance de Emmanuel, psicografado pelo médium Chico Xavier, morto em 2002. O texto descreve a existência de Alcione, espírito que passa por uma encarnação de renúncias e dedicação a todos que o cercam, demonstrando heroísmo e lealdade na frívola Paris do reinado de Luís XIV. Graças a uma minuciosa pesquisa histórica, os figurinos remontam ao período entre os anos de 1620 a 1710.

O espetáculo fala do sacrifício de amor desse abnegado espírito que volta à luta terrestre para estar com aquele ser por quem havia intercedido no plano espiritual, propondo-se ajudá-lo nas provas, expiações e reparações da nova existência na Terra. O grande amor do passado, os acertos e desacertos, as novas conquistas espirituais e a dedicação amorosa da doce Alcione servem de moldura para o desenrolar ágil e envolvente dessa trama, marcada, também, por sentimentos violentos, alertando-nos para a ilusão da matéria ante as realidades eternas do espírito.

Emmanuel nos oferece, ainda, o relato de mais uma de suas encarnações, como Padre Damiano, vigário da igreja de São Vicente, em Ávila.

 

 

Sobre a companhia teatral Mensageiros

 A companhia foi fundada em 2000 e estreou com a peça “Há 2.000 anos” no teatro João Caetano. Surgiu da reunião de atores profissionais e amantes da arte espírita/espiritualista e afins  para levar aos palcos peças com este cunho específico, ou seja,  arte transcendental.

E o que é transcendental? Segundo o Dicionário Aurélio, transcendental é tudo aquilo que ultrapassa os limites da experiência; metafísico; algo que supõe-se a intervenção de um princípio que lhe é superior; que transcende do sujeito para algo fora dele; que se eleva além de um limite ou de um nível dado; que ultrapassa a nossa capacidade de conhecer. Portanto, transcendental vai muito além da matéria, diz respeito a espiritualidade dos indivíduos.

Nosso objetivo não é o de fazer proselitismo, mas o de informar e participar deste grande movimento da arte transcendental que abrange peças de teatro variadas, músicas e até mesmo filmes norte-americanos, como “Ghost”, “Amor além da vida” e “O sexto sentido”.

 

Ficha técnica

Adaptação e direção geral: Caíque Assunção

Direção musical: Antonio Sciamarelli

Elenco: Bethania Buckton, Caíque Assunção, Lia Evangelista, Priscilla Lanter, José Eudes, Dario Ralm e Alessandra Wolf

Iluminação: Dasio Castro

Multimídia: Alessandra Wolf

Gênero: drama espírita

Tempo: 90 minutos

 

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 21 de agosto (quarta-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$60,00 (inteira) R$30,00 (lista amiga e mediante a 1kg de alimento não perecível) Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo

“Las Panamericanas” estreia dia 23

O SESC Tijuca recebe de 23 de agosto a 15 de setembro, de sexta a domingo sempre às 19h, o espetáculo Las Panamericanas – grandes sucessos de ontem, hoje e sempre.  Estruturado a partir de números musicais e coreográficos, numa homenagem ao teatro de revista brasileiro, o espetáculo tem como mote o retorno ao Brasil de  “Las Panamericanas” após quase 2000 anos de sucesso internacional, circulação por diversos países e inúmeros prêmios. Depois de espalhar brilho e glamour de Berlim a Madagascar, elas voltam à sua terra natal para encantar o público brasileiro com os melhores momentos de sua carreira. Em meio à balas perdidas, helicópteros com fuzis e crise econômica, apresentam o caminho do riso, do prazer e da liberdade como uma potência revolucionária. Este teatro de revista contemporâneo mistura Techno brega com Doris Day, sereias fugidas de Atlântida com dançarinas de flamenco, Cleópatra com Pedro Almodóvar, para realizar um espetáculo divertidíssimo onde a mulher deixa de ser a partner (lugar que ocupou durante muito tempo na história do circo) para se tornar a protagonista absoluta.

A montagem é fruto de uma extensa pesquisa realizada pelas quatro integrantes do grupo: Ana Carolina Sauwen, Florencia Santángelo, Nara Menezes e Natascha Falcão. Elas são atrizes, cômicas, palhaças com percursos individuais consolidados e que se uniram pelo interesse comum em investigar as potências cênicas que surgem a partir da união entre a palhaçaria e o burlesco e a necessidade da prática, reflexão e discussão sobre o corpo feminino cômico, suas subversões e potências. O grupo realizou uma série de números que se apresentou nos maiores festivais de palhaçaria feminina do Brasil ao longo de dois anos e o excelente retorno do público motivou a criação do espetáculo. “Uma das bases do trabalho do palhaço é o mergulho no próprio ridículo, no seu fracasso pessoal. Já o burlesco explora a beleza, a afirmação da sensualidade de todos os corpos, o empoderamento. O material artístico que surge a partir da união desses dois mundos é muito rico, cheio de camadas e oposições e isso nos levou à criação do nosso lema, uma mistura de Beckett com Dercy Gonçalves: ‘Fracasse. Fracasse de novo. Fracasse melhor. Fracasse coberta de glitter’”, afirma Ana Carolina.

Nesse encontro brilhoso entre a palhaçaria feminina e o burlesco, o figurino assinado por Natascha Falcão se tornou, na visão do coletivo, um dos balizadores na linguagem que está sendo construída em Las Panamericanas. “É nosso desejo que o figurino traga consigo tanto a estética do burlesco como a da palhaçaria ao revelar personalidades\peculiaridades de cada uma de nossas figuras e favorecer a possibilidade de jogo quando, por exemplo, a palhaça fica aliviada ao tirar um espartilho, ou quando joga com um desconforto estético, ou quando está tão orgulhosa de estar tão maravilhosa… são muitas as possibilidades”, destaca Natascha. Ao todo, são 11 trocas de roupas e mais de 21 adereços.

Com uma equipe majoritariamente feminina o quarteto de palhaças contou com o aporte artístico de Delirious Fenix, artista não binário que já dividiu os palcos com grandes nomes do burlesco mundial como Dirty Martini e Miss Indigo Blue. Para alguns números de dança a equipe teve o olhar criterioso de Eliane de Carvalho, pesquisadora, diretora e dançarina especializada em dança Flamenca. Já a supervisão cênica é assinada por Andrea Macera, uma das mais importantes palhaças brasileiras, com mais de 20 anos de atuação profissional.  “Como mulheres artistas queremos nos fortalecer dentro do mercado, ocupando cargos cada vez mais relevantes dentro da cadeia de produção. Darmos esse espaço para nossas colegas mulheres é uma oportunidade que queríamos aproveitar”, destaca Florencia.

Sinopse

Depois de circular por diversos países do mundo apresentando seus espetáculos, Las Panamericanas estão de volta ao Brasil, laureadas com diversos prêmios internacionais, para trazer ao publico brasileiro as maiores pérolas de seus 2000 anos de carreira mundial na qual vem arrancando elogios de importantes figuras como Marylin Monroe,  Frida Kahlo e Beyoncé.

Las Panamericanas – grandes sucessos de ontem, hoje e sempre

Temporada: 23/08 a 15/09 de 2019

Dia\Hora: de sexta a domingo, sempre às 19h

Local: SESC Tijuca (Teatro II)

Endereço: Rua Barão de Mesquita, 539 – Tijuca

Valor: R$30(inteira)\R$15(meia)\R$7,50 comerciários

Telefone: 3238-2139

Duração: 60 minutos

Capacidade: 50 lugares

Classificação: 14 anos

Ficha técnica

Idealização e Direção: Las Panamericanas
Elenco: Las Panamericanas (Ana Carolina Sauwen, Florencia Santángelo, Nara Menezes e Natascha Falcão)
Supervisão de Direção: Andrea Macera
Dramaturgia: Las Panamericanas e Andrea Macera
Consultoria de Burlesco: Delirious Fenix
Assessoria de Flamenco: Eliane Carvalho
Figurinista: Natascha Falcão
Assistente de figurino: Anna Fernanda

Costura: Reinaldo Patrício e Vicentina Mendes
Aderecista: Reinaldo Patrício

Iluminadora: Ana Luzia de Simoni

Consultoria de cenário: Elsa Romero

Operação de som: Jessyca Meireles
Operação de luz: Cris Ferreira

Locuções: Guillermo Navas, Deborah Valença e Pablo Aguilar

Assessoria de comunicação: Lyvia Rodrigues (Aquela que divulga)
Design gráfico: CROMA
Fotografia: Renato Mangolin
Assistente de produção: Gabrielly Vianna
Produção: Pagu Produções Culturais

Musical Fame ganha versão assinada por Victor Maia

No segundo semestre o CEFTEM (Centro de Estudo e Formação em Teatro Musical), chega cheio de novidades, uma delas é o espetáculo Fame que estreia na próxima sexta, 2 de agosto, e faz curta temporada, até 11 de agosto no Teatro Cesgranrio, todas as sextas, sábados e domingos às 20h. Com sessões extras nos dias 4, 10 e 11 às 16h e no dia 8 de agosto, quinta-feira, haverá sessão extra às 20h.

Com direção, e coreografia, de Victor Maia, Fame conta a história de um grupo de alunos empenhados a se formarem como artistas, no dia a dia de uma escola de artes performáticas muito rigorosa. Durante os anos que se passam lá dentro, eles descobrem mais sobre eles mesmos, sobre amor, limites, vocação e principalmente sobre os limites para se conquistar a tão desejada fama.

– O Reiner Tenente, criador é coordenador do CEFTEM, me faz sentir em casa, ele foi por algum tempo meu colega de faculdade e o CEFTEM foi o lugar que eu busquei para me reciclar como performer de musicais, após a minha conclusão do curso universitário. De aluno virei professor, e agora diretor! É um prazer! – diz Maia sobre essa parceria com Tenente.

O diretor ainda ressalta que o espetáculo é emocionante, bem cantado, super dançado e principalmente, bem interpretado por uma nova geração de atores com fogo nos olhos e paixão pelo que fazem. Ele também ressalta o processo de seleção, que foi muito difícil, já que o espetáculo exige bons atores, cantores e bailarinos. Segundo ele, eles passaram por cinco fases de audição até encontrar o elenco.

Perguntado sobre alguma música, ou número, que ele destaca como emblemático neste musical, ele não titubeia.

–  Sem sombra de dúvida FAME. Muito tocada nas rádios por conta do filme musical, com versões em vários países (aqui no Brasil por Sandra de Sá). Ela faz todo mundo se balançar e cantar o refrão junto! Acho que é um momento ímpar do espetáculo – diz Victor.

Como já é de imaginar FAME é baseado no musical homônimo.

 – Reiner queria fazer um espetáculo que mostrasse o dia a dia de alunos em formação, numa escola de artes, já que o CEFTEM é o seu mais novo, e arriscado, empreendimento. Ele não pensou duas vezes ao adquirir com a MTI os direitos para a montagem. Como eu tenho já uma história em coreografar musicais com bastante dança ele não pensou duas vezes em me convidar – diz o diretor sobre o espetáculo.

Além Victor Maia, o espetáculo conta com direção musical de Tony Lucchesi e Miguel Schönmann, tradução de Leonardo Rocha e versões de Bruno Camurati.

FAME

Gênero: Musical

Temporada: de 2 a 11 de agosto

* Nos dias 4, 10 e 11 de agosto haverá sessão extra às 16h e no dia 8 de agosto, quinta-feira, haverá sessão extra às 20h.

Dias: sextas, sábados e domingos

Horário: 20h

Classificação: 12 anos

Duração: 150 min

Valor: R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia)

Teatro Cesgranrio

Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido – Rio de Janeiro

Ficha Técnica

Elenco: Alborina Paiva, Ariane Rocha, Augusto Volcato, Bella Mac, Bruno Rasa, Carol Donato, Cínthya Verçosa, Flávio Fusco, Flávio Moraes, Gabriel Laurindo, Gustavo Waz, João Cavalcante, Larissa Jansen, Luiza Lewicki, Marcella Bártholo, Maria Esff, Mari Lobo, Matheus Ananias, Naiaama Belle, Nano Max, Ricardo Neme e Vitor Talihel

Direção e Coreografias: Victor Maia

Direção Musical: Tony Lucchesi e Miguel Schönmann

Tradução: Leonardo Rocha

Versões: Bruno Camurati

Coordenação geral: Reiner Tenente

Assistência de Direção: Ariane Rocha

Assistente de Coreografia: Bella Mac

Iluminação: Alexandre Farias

Assistente de Iluminação: Mari Lobo

Cenógrafo: Felipe Alencar

Equipe de Cenogafia: Bella Mac, Alborina Paiva, Mari Lobo, Augusto Volcato, Vitor Talihel, João Cavalcante

Equipe de Figurino: Luiza Lewicki, Marcella Bartolo, Naiaama Belle, Matheus Ananias

Operação de Som: Leonardo Rocha Sonorização

Áudio Cênico Assistente de Design de Som Bruno Rasa

Microfonista: Gusta Moreira

Direção de Produção: Joana Mendes e Reiner Tenente

Produção Executiva: Brenda Monteiro

Assistência de Produção: Larissa Jansen

Programação Visual: Gustavo Waz

Assessoria de Imprensa: Ribamar Filho (MercadoCom)

Mídias Sociais: Gustavo Waz, Carol Donato, Maria Esff, Cinthya Verçosa, Vitor Talihel, Flavio Fusco Produção de Eventos, Larissa Jansen

Contabilidade: Ricardo Neme