“Emilinha” estreia no Teatro Cesgranrio

Conhecida atriz de musicais, Stella Maria Rodrigues revive episódios emblemáticos da história de Emilinha Borba no espetáculo “Emilinha”, que chega ao Teatro Cesgranrio no dia 7 de fevereiro. No repertório, clássicos da MPB, boleros românticos e inesquecíveis marchinhas de Carnaval como “Chiquita bacana”, “Escandalosa”, “Asa Branca” e “Bandeira branca”.

 

Stella é acompanhado pela pianista e regente Cristina Bhering, pelo baterista Affonso Neto e pelo baixista Raul Oliveira. Para homenagear César de Alencar, ela recebe no palco o ator e cantor Chris Penna. A amiga e rival, Marlene, também é homenageada no musical. Um dos figurinos utilizados pela atriz é um vestido original de Emilinha, que foi cedido pelo seu fá-clube.

 

“Emilinha, uma das cantoras mais populares desse país. Aprendi a amá-la durante o musical “Emilinha e Marlene, as Rainhas do Rádio”. Fico encantada a magia, o amor dos fãs, o repertório. Uma época de ouro”, conta Stella.

Ficha técnica:

Textos: Thereza Falcão

Roteiro: Stella Maria Rodrigues

Elenco: Stella Maria Rodrigues, participação de Chris Penna ou Fabricio Negri

Diretora Musical e Pianista: Cristina Bhering

Músicos: Affonso Neto (bateria), Raul Oliveira (baixo)

Direção de Movimento: Sueli Guerra

Iluminação: Paulo Cesar Medeiros

Direção de Produção: Valeria Macedo

Serviço:

Teatro Cesgranrio – Rua Santa Alexandrina, 1.011 – Rio Comprido

Telefone: (21) 2103-9682

Temporada: de 07/02 a 01/03

Sexta e sábado às 20h e Domingo às 19h

Ingresso: Inteira: R$40 (R$ 20 meia)

“A Megerinha Domada” no Teatro Armando Gonzaga

Através de uma linguagem circo-teatro e pontuada com cantigas de rodas infantis onde os atores cantam e tocam instrumentos ao vivo, a trupe teatral apresenta uma encenação voltada para o teatro de rua em busca de uma expressão popular e de fácil entendimento.

A história inicia com o Sr. Batista que possui duas filhas, Catarina e Bianca. Enquanto Bianca é graciosa, delicada e com muitos pretendentes, Catarina é conhecida como demônio de saias, devido ao seu temperamento arredio. Batista deseja casar suas filhas, mas seguindo a ordem de idade, primeiro deve casar Catarina e depois Bianca. Os pretendentes de Bianca ficam preocupados com isso, e decidem empurrar Petrúquio que aceita a missão na mesma hora em que soube que a família Batista é muito rica e possuí muitas propriedades. Apesar de ser rústico e mal educado. Petrúquio usa sua inteligência para domar a Megera Catarina.

SINOPSE

 

Uma trupe de artistas chega numa praça pública pra contar que Catarina é uma garota bonita, mas possui uma personalidade forte. Seu jeito insensível assusta os rapazes da cidade. Já Bianca, sua irmã, é o oposto. Meiga e sensível, ela é muito desejada. O pai das meninas, seu Batista, orientou-a que não tivesse um encontro amoroso antes de Catarina. E é aí que mora o perigo, pois nesse conflito, surge Petrúquio, um rapaz que acabou de chegar do interior e aceita o desafio de conquistar a megerinha.

 

Serviço

 

Autor:  Willian Shakespeare.

Direção e Livre Adaptação: Eliano Lettieri

Elenco: Beatriz Cunha, Vandoca Lopes, Marina Aguilera, Letícia Croner, Robert Queiroz, Saulo Lima, Uelisson Senna, Rodrigo Praça, João Gomes, Gustavo Mascarenhas e Igor Macesse.

Teatro Armando Gonzaga

Av. Gen. Osvaldo Cordeiro de Farias, 511 – Mal. Hermes –RJ.

Informações: (21) 23321040

Temporada: sextas e sábados, às 20h e domingo, às 19h

Duração: 60 minutos

Capacidade: 210 lugares

Classificação etária: Livre

Valores:  R$30,00

“Bertoleza” no Sesc Belenzinho

Com elenco majoritariamente negro, a Gargarejo Cia Teatral estreia o musical Bertoleza, inspirado no livro O Cortiço, de Aluísio Azevedo, no dia 7 de fevereiro no Sesc Belenzinho. O espetáculo fica em cartaz até 1º de março, com sessões às sextas e aos sábados, às 21h30, e aos domingos (e no dia 22 de fevereiro), às 18h30.

A montagem, com adaptação, direção e músicas de Anderson Claudir, conta a história do clássico naturalista de Aluísio de Azevedo, agora sob ponto de vista da Bertoleza, uma mulher negra que é tão importante para a construção do romance quanto o próprio João Romão, o protagonista original.

Na trama, o oportunista Romão propõe uma sociedade à escrava Bertoleza, prometendo comprar a alforria dela. Eles começam uma nova vida juntos e constroem um pequeno patrimônio formado por um enorme cortiço, um armazém e uma pedreira.

Depois de acumular capital considerável, o ambicioso João Romão já não sabe mais como se tornar mais rico e poderoso. Envenenado pelo invejoso Botelho, ele decide se casar com Zulmira, a filha de Miranda um negociante português recentemente agraciado com o título de barão. Mas, para isso, precisa se livrar da amante Bertoleza, que trabalha de sol a sol para lutar pelo patrimônio que eles construíram juntos.

Para a companhia, o grande desafio foi fazer com que uma narrativa do século 19 questionasse e problematizasse as relações criadas nos dias de hoje. Por isso, o projeto iniciado em 2015 foi ganhando novos contornos. “Quisemos investigar uma identidade brasileira que vem da diáspora africana e pensar em como isso nos afeta artisticamente. Assim, podemos criar novos signos para essa geração e dar uma voz para essa terra periférica”, conta Claudir.

No processo, o coletivo procurou a força da figura de Bertoleza em outras mulheres negras brasileiras negligenciadas pela História. Durante a encenação, o elenco relembra as histórias dessas mulheres, como a vereadora Marielle Franco, militante da luta negra assassinada em março de 2018; a escritora Carolina Maria de Jesus, famosa pelo livro Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada; a jornalista e professora Antonieta de Barros, defensora da emancipação feminina que foi apagada dos livros de História; a escritora Maria Firmina dos Reis, considerada a primeira romancista brasileira; e a guerreira Dandara, que viveu e lutou no período colonial.

A protagonista dessa história é interpretada pela atriz Lu Campos, e o elenco também tem como destaque Eduardo Silva (Botelho), que ficou conhecido ao dar vida ao personagem Bongô no Castelo Rá Tim Bum e coleciona importantes prêmios teatrais como Mambembe, APCA, APETESP, Moliére e SHELL.

O time de intérpretes fica completo com Taciana Bastos (Zulmira), Bruno Silvério (João Romão) e pelos integrantes do coro Ananza Macedo, Cainã Naira, David Santoza, Gabriel Gameiro, Matheus França, Palomaris e Welton Santos. A direção musical é assinada por Eric Jorge; o dramaturgismo e a poesia, por Le Tícia Conde; e a coreografia, por Emílio Rogê.

Relação profunda entre vida e obra

 “Bertoleza é uma personagem inspirada em tantas histórias de um povo que resiste às injustiças de uma lógica racista. Sua história resiste ao tempo. Ela representa a força dessas inúmeras mulheres que sustentam a base do nosso país”, comenta Eduardo Silva. Para ele, o inescrupuloso Botelho também é bastante atual. “É a velha manipulação política, que não se preocupa com o povo e justifica suas incoerências sem a menor base social ou científica”, completa.

Para Lu Campos, interpretar Bertoleza tem um significado ainda mais profundo. No processo desde 2015, ela conta que vivenciou um chamado ancestral em 2017: suas antepassadas maternas deram-lhe a missão de quebrar o ciclo de opressão vivenciado por sua família desde os tempos de escravidão. “Espero que as mulheres pretas se sintam bem representadas na peça e a partir disso, busquem seus lugares de protagonismo nos variados âmbitos da vida”, conta.

Para a atriz, estar nesse processo contribui para a sua expansão de consciência. Em busca de mais respostas sobre sua ancestralidade, ela também cursou a pós-graduação em Matriz Africana pela FACIBRA/Casa de Cultura Fazenda Roseira. “As pessoas precisam perceber quão rica e diversificada é a matriz africana, por isso ela deve ser resgatada e valorizada. Afinal, a África é o ventre do mundo”, emociona-se.

Sobre a Gargarejo Cia Teatral

Formada por uma equipe majoritariamente periférica, a Gargarejo Cia Teatral conta com artistas de diversas áreas, como artes plásticas, dramaturgia, artes cênicas, direção, cenografia, musicalidade e produção. A companhia teve início em 2014, em Campinas, reunindo diferentes especialidades artísticas em parceria com renomadas instituições da região, como a Universidade de Campinas (UNICAMP), o Conservatório Carlos Gomes, a Estação Cultura de Campinas, as Prefeituras de Campinas, Sumaré e Vinhedo e o Lar dos Velhinhos de Campinas.

O grupo foca em uma perspectiva étnico-racial que reflete sobre colonização versus identidade. A intenção é articular a vivência periférica na cena como protagonista na sociedade, resgatando a autoestima e recriando autoimagem.

Em 2015, iniciou uma pesquisa sobre O Cortiço, que resultou na microcena Bertoleza – uma pequena tragédia: ponto de partida para o processo de investigação que, em 2019, completa quatro anos. Em 2017, o grupo se estabelece na cidade de São Paulo e, durante esse período, realiza diversas experimentações cênicas e musicais, propõe leituras, debates, rodas de conversa e apresentações das canções.

 SINOPSE

Adaptação musical de O Cortiço, de Aluísio Azevedo, obra clássica da literatura naturalista brasileira, em que o protagonismo é invertido. A voz agora é de Bertoleza: mulher, negra e escravizada que se relaciona com João Romão, um português ambicioso e oportunista. Bertoleza é o dedo na ferida, é o nó expulso da garganta, a voz que pergunta: E a Bertoleza?

FICHA TÉCNICA

Direção e Adaptação: Anderson Claudir
Direção Musical: Eric Jorge
Dramaturgismo e poesia: Le Tícia Conde
Texto final: Anderson Claudir e Le Tícia Conde
Elenco: Lu Campos, Eduardo Silva, Ananza Macedo, Cainã Naira, Palomaris, Taciana Bastos, Bruno Silvério, David Santoza , Edson Teles, Gabriel Gameiro, Matheus França e Welton Santos
Coreógrafo: Emílio Rogê
Preparação Vocal e Assistência de direção musical: Juliana Manczyk
Coordenadora de Produção: Cláudia Miranda
Produção Executiva: Andréia Manczyk
Assistente de Produção: Marina Pinho
Cenografia e Figurino: Daniela Oliveira
Assistente de cenário e figurino: Gabriela Moreira
Iluminação: Andressa Pacheco
Assistente de Iluminação: Stella Pollitti
Vídeo: Aline Almeida
Assessoria de imprensa: Bruno Motta Mello e Verônica Domingues – Agência Fática
Técnico de Palco: Maria Clara Venna e Leonardo Barbosa

SERVIÇO

BERTOLEZA, da Gargarejo Cia Teatral
De 7 de fevereiro a 1º de março de 2020. Sexta e sábado, 21h30. Domingo, 18h30
(Dia 22 de fevereiro, sábado, 18h30)
Local: Sala de Espetáculos I (100 lugares)
Valores: R$ 30 (inteira). R$ 15 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante). R$ 9 (credencial plena do Sesc: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes)
Ingressos disponíveis pelo portal Sesc SP (www.sescsp.org.br) a partir do dia 28/1, às 12h, e nas bilheterias das unidades do Sesc a partir de 29/1, às 17h30. Limite de 4 ingressos por pessoa
Duração: 90 minutos
Recomendação etária: 12 anos

Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.
Belenzinho – São Paulo (SP)
Telefone: (11) 2076-9700
www.sescsp.org.br/belenzinho

Estacionamento
De terça a sábado, das 9h às 22h. Domingos e feriados, das 9h às 20h.
Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.

Para espetáculos pagos, após as 17h: R$ 7,50 (Credencial Plena do Sesc – trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo). R$ 15,00 (não credenciados).

Transporte Público

Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

 

Dois espetáculos musicais entram em cena no Rio, produzidos pela Escola de Atores Wolf Maya

Depois do sucesso de Os Saltimbacos, em 2019, a Escola de Atores Wolf Maya apresenta outras duas realizações de teatro musical, que acontecem no Teatro Nathalia Timberg.

O espetáculo Sou Assim – O Musical fica em cartaz do dia 24 de janeiro ao dia 2 de fevereiro (sextas, sábados e domingos, às 20 horas) e a montagem Vai Crescer – Uma Tarde Musical entra em cartaz no dia 25 de janeiro e segue até o dia 2 de fevereiro (sábados e domingos, às 16 horas).

Os espetáculos são estudos sobre teatro musical, resultado do Curso Prática de Montagem Musical, realizado pela Escola no segundo semestre de 2019, coordenado por Rafaela Amado, que também assina a direção artística das montagens. A direção musical é de Anna Priscilla Lacerda.

Os espetáculos

Reunindo 19 atores/cantores, Sou assim – O Musical é um espetáculo/show com cenas de alguns dos musicais mais famosos da Broadway. Números das montagens Chicago, Hairspray, Burlesque, Cantando na Chuva, Avenida Q, Os Produtores, A Família Addams e Wicked estão presentes em Sou Assim, que tem como fio condutor o desejo interno de afirmação, a busca pela identidade própria no mundo moderno.

O espetáculo Vai Crescer – Uma Tarde Musical é vibrante e alegre. Com 19 números musicais, faz homenagem os musicais infantis mais amados de todos os tempos. Entre eles, Shrek, Mary Poppins e Escola do Rock, que se misturam às princesas Moana, Tiana, Rapunzel, Mulan e aos clássicos como Alice no País das Maravilhas e Annie, entre outros. Vai Crescer é um mosaico de musicais modernos e antigos que fala sobre o crescimento. O elenco é formado por 28 atores/cantores jovens com idades entre 10 e 18 anos.

FICHA TÉCNICA – Diretora artística: Rafaela Amado. Diretora musical: Anna Priscila Lacerda. Diretora assistente: Alix Bandeira. Assistente musical: Pedro Aran. Cenógrafo: Alix Bandeira. Figurinista: Patrícia Pizzolato. Iluminador e operador de luz: Kadu Garcia. Estagiário: Felipe Ferretti. Pianista ensaiadora: Lidia Esther Baratute. Músicos: Davi Lacerda (guitarra e violão), Vitor Daniel (bateria), Theo Macedo (baixo), Ygor Thadeu (pianista) e Luiza Amélio (monitora de música). Diretor de produção: Rogério Garcia. Design e operador de som: Branco Ferreira. Design grafico: Felipe Barros. Diretor técnico e microfonista: Lenilson Souza. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação.

Elenco / Sou Assim – O Musical: Alice Pinheiro, Amanda Posada, Daltom Reis, Enzo Campeão, Felipe Ferretti, Fernanda Fernandez, Giovanna Valentim, Gustavo Smith, Jorge Grecco, Júlia Zimmer, Luigi Castellões, Maju Tatagiba, Marina Moretzsohn, Nádia Nogueira, Pedro Aran, Renata Jones, Ursula Miranda, Valléria Freire e Victória Louise.

Elenco / Vai Crescer – Uma Tarde Musical Amanda Posada, Camilla Rodrigues Araujo, Duda Lima, Enrico Yuuki, Giovanna Lima, Giulia Gatti, Jaque Andrade, João Poli, Juju Becker, Júlia Carvalho, Júlia Flor, Júlia Mazoni, Juliana Ribas, Laura Botelho, Letícia Ferreira, Letícia Paiva, Livia Maciel, Lucas Henrique, Mafê Gonçalves, Maria Clara Ribeiro, Maria Helena Sarmento, Maria Luísa Amado, Mariane Reigota, Nanda Cardin, Sophia Poubel, Thalita Mota, Victoria Shizue e Vitor Vaimberg.

Serviço

Espetáculo musical: Sou assim – O Musical

Temporada: 24 de janeiro a 2 de fevereiro

Horário: Sextas, sábados e domingos, às 20 horas

Duração: 80 minutos. Classificação: Livre.

Ingressos: Contribuição espontânea (sugestão: R$ 25,00)

https://checkout.tudus.com.br/teatro-nathalia-timberg-sou-assim–o-musical/selecione-seus-ingressos

Espetáculo musical: Vai Crescer – Uma Tarde Musical

Temporada: 25 de janeiro a 2 de fevereiro de 2020

Horário: sábados e domingos, às 16 horas

Duração: 80 minutos. Classificação: Livre.

Ingressos: Contibuição espontânea (sugestão: R$ 25,00)

https://checkout.tudus.com.br/teatro-nathalia-timberg-vai-crescer–uma-tarde-musical/selecione-seus-ingressos

Teatro Nathalia Timberg

Avenida das Américas, nº 2.000 – Barra da Tijuca. Freeway Center. RJ/RJ.

Tel: (21) 3388-5864. Capacidade: 300 lugares.

wolfmaya.com.br | Nas redes: @escolawolfmaya

“Quando Ismália Enlouqueceu” no Teatro Itália

A comédia dramática musical Quando Ismália Enlouqueceu reestreia dia 25 de janeiro, sábado, às 18 horas, no Teatro Itália, onde cumpre temporada aos sábados até o dia 15 de fevereiro. Com dramaturgia e direção artística de Fernando Cardoso, composição e direção musical de Tato Fischer, cenografia e produção de Marcos Thadeus, coreografia de Sergio Galdino, figurino de Cláudio Tovar, iluminação de André Lemes.  No palco estão as atrizes Cibele Troyano, Jô Rodrigues, Maria do Carmo Soares e Salete Fracarolli, da Cia As Tias, que interpretam, cantam e dançam ao som do piano de Tato Fischer, que também integra o grupo ao lado do produtor Marcos Thadeus

 

A peça reúne 40 textos do Parnasianismo e Romantismo brasileiros, interpretados e musicados. A Tato Fischer coube a missão de criar versões musicadas para algumas dessas obras de poetas, como Olavo Bilac, Gonçalves Dias, Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu e Alphonsus de Guimarães. A montagem resgata parte da memória de uma época lírica, ao mesmo tempo em que mostra a significativa diferença daquele tempo para os dias atuais. De acordo com o diretor Fernando Cardoso, não é um recital de poesias. “Trata-se de um sarau com poemas musicados e encenados/dramatizados, de forma leve e divertida, com ideia de levar o público a uma identificação com esta obra dos séculos 19 e 20, mostrando a poesia de uma forma diferente, sem ser hermética.”

O arranjador e instrumentista Tato Fischer buscou inspiração no Teatro de Revista e usou a imaginação para adaptar os textos a ritmos como modinha, valsa, baião, lundu e catira, entre outros. “Tínhamos um vasto universo de textos para musicar, foi preciso escolher entre os 40 textos aqueles que se identificavam mais com a encenação”.

Os Poemas Meus Oito Anos e A Valsa, de Casimiro de Abreu, por exemplo, ganharam a roupagem de uma valsa. Para o texto Em Louvor de Santa Inês, de José de Anchieta, criamos uma catira. Já para a cantiga de roda Terezinha de Jesus, dança popular dos Açores e Ilha da Madeira, fizemos uma modinha.” A cenografia, assinada por Marcos Thadeus, faz referência ao estilo da época e traz entre os elementos cênicos, um piano, cavaletes, molduras de quadros e chapéus. “Além de aludir à arte, os adereços atendem às necessidades da encenação.”  Para o diretor artístico Fernando Cardoso, foi uma excelente experiência ter à mão o talento de quatro atrizes generosas, versáteis, inteligentes e despudoradas. “A tanto talento, somam-se a música de Tato Fischer, o figurino de Claudio Tovar e a produção atenta de Marcos Thadeus. Espero que este espetáculo possa ajudar a aproximar o público da poesia. Ou a poesia do público.”

Sobre o grupo As Tias

 

A Cia. As Tias estreou o espetáculo Cabaré Literótico Musicado, em novembro de 2015, no Teatro Commune, no centro de São Paulo. Em 2016, ficou em cartaz por dois meses na SP Escola de Teatro e, em 2017, mais dois meses de temporada no Viga Espaço Cênico.  O espetáculo recebeu o prêmio Júri, no 1º Festival de Teatro de Passos, Minas. Em 2017, a montagem foi apresentada no Interior do Estado de São Paulo pelo programa Circuito Cultural Paulista. Também foram realizadas apresentações em várias unidades do SESC, em Piracicaba, Sesc-Consolação e Sesc-Pinheiros. Em 2018, o espetáculo percorreu casas de cultura da cidade São Paulo por meio da Secretaria Municipal de Cultura.

Sinopse

 

Com versões musicadas para poemas de Olavo Bilac, Gonçalves Dias, Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu e outros importantes nomes da poesia dos séculos 19 e 20, a peça reconstrói a memória de uma época de sonhos e anseios, ao mesmo tempo em que mostra a significativa diferença daqueles tempos para os dias atuais.

Ficha Técnica

 

Dramaturgia e Direção Artística: Fernando Cardoso. Elenco: Cibele Troyano, Joseli Rodrigues, Maria do Carmo Soares e Salete Fracarolli. Direção e Composição Musical: Tato Fischer. Coréografo: Sérgio Galdino. Cenografia e direção de produção: Marcos Thadeus. Figurinos: Claudio Tovar. Iluminação: André Lemes. Produção Executiva: Nayara Rocha. Fotos: Sillas H (@sillas.h).

Para roteiro

Quando Ismália Enlouqueceu – Reestreia dia 25 de janeiro de 2020, sábado, às 18 horas, no Teatro Itália, Av. Ipiranga, 344 – República, telefone – (11) 3120-6945. Temporada – De 18 de janeiro a 15 de fevereiro de 2020. Sábados, às 18h.  Duração: 50 min. Classificação: Livre. Ingressos – R$ 15,00 (meia) e R$ 30,00 (Inteira). Gênero: Comédia dramática Musical.

“Fame” no Teatro Prudential

Após o sucesso alcançado em agosto do ano passado, o musical Fame, produção do CEFTEM (Centro de Estudo e Formação em Teatro Musical), ganha uma segunda temporada no Teatro Prudential, no Rio de Janeiro. O espetáculo será apresentado no período de 04 a 19 de fevereiro, com sessões às terças e quartas-feiras, às 20h. Os ingressos estão à venda no site – https://bileto.sympla.com.br/event/64086/d/79936.

O musical tem direção e coreografia de Victor Maia e conta a história de um grupo de alunos empenhados a se formarem como artistas, no dia a dia de uma escola de artes performáticas muito rigorosa. Durante os anos que se passam lá dentro, os alunos descobrem mais sobre si, sobre amor, vocação e, principalmente, sobre os limites para conquistar a tão desejada fama.

O papel principal da montagem, a personagem Carmen Diaz, será interpretado pela atriz e cantora Marcella Bártholo (ex-The Voice Kids), com atuação como protagonista também em Brilha La Luna, que ficou em cartaz de 02 de novembro a 16 de dezembro e no Musical Peter Pan, no período de 03 de agosto a 27 de outubro, ambos no ano passado, no Rio de Janeiro. Marcella também atuou como Carmen Diaz na primeira temporada do espetáculo. Diaz é uma jovem ambiciosa e sonhadora, que busca o estrelato a qualquer custo, sem medir as consequências.

O diretor Victor Maia ressalta que o espetáculo é emocionante, com música, dança e apresentando uma nova geração de atores, “com fogo nos olhos e paixão pelo que fazem”. Ele também destaca que o processo de seleção foi muito difícil, já que o espetáculo exige bons atores, cantores e bailarinos. Ao todo, foram cinco fases de audição até fechar o elenco.

Além de Victor Maia, o espetáculo conta com direção musical de Tony Lucchesi e Miguel Schönmann, tradução de Leonardo Rocha e versões de Bruno Camurati.

Segundo Victor Maia, um dos números mais emblemáticos do espetáculo é “Fame”, música que dá nome ao musical e que já foi muito tocada nas rádios por conta do filme baseado na mesma história, com versões em vários países. “Ela faz todo mundo se balançar e cantar o refrão junto. Acho que é um momento ímpar do espetáculo”, afirmou.

FAME
Gênero: Musical
Temporada: 04 a 19 de fevereiro
Dias: Terça e Quarta às 20h
Classificação: 12 anos
Duração: 150 min
Valor: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)
Teatro Prudential
Telefone: (21) 2558-3862
Lotação: 359 lugares
Venda online: https://bileto.sympla.com.br/event/64086/d/79936

Ficha Técnica
Elenco: Alborina Paiva, Ariane Rocha, Augusto Volcato, Bella Mac, Bruno Rasa, Carol Donato, Cínthya Verçosa, Flávio Fusco, Flávio Moraes, Gabriel Laurindo, Gustavo Waz, Larissa Jansen, Luiza Lewicki, Marcella Bártholo, Marianna Lobo, Matheus Ananias, Naiaama Belle, Nano Max, Ricardo Neme e Vitor Talihel
Direção e Coreografias: Victor Maia
Direção Musical: Tony Lucchesi e Miguel Schönmann
Tradução: Leonardo Rocha
Versões: Bruno Camurati
Coordenação geral: Reiner Tenente
Assistência de Direção: Ariane Rocha
Assistente de Coreografia: Bella Mac
Assessoria de Imprensa: Ribamar Filho (MercadoCom)

FOTOS: Caio de Biasi

“Lyson Gaster no Borogodó” no Teatro Itália

O musical Lyson Gaster no Borogodó reestreia dia 18 de janeiro, sábado, às 21 horas, no Teatro Itália.  A peça homenageia a atriz e cantora nascida na Espanha e criada em Piracicaba, Lyson Gaster, que se consagrou nas décadas de 1920 a 1948. A montagem tem pesquisa de Maria Eugenia de Domenico, dramaturgia de Fábio Brandi Torres, direção e figurinos de Carlos ABC, produção e cenários de Marcos Thadeus e direção musical de Tato Fischer e fica em cartaz até o dia 15 de fevereiro com sessões de quinta a sábado, às 21 horas e domingo, às 19 horas.

Com músicas ao vivo, a cargo de Tato Fischer ao piano e Henrique Vasques no acordeom e cajón, oito atores – Bruno Parisoto, Felipe Calixto, Alexia Twister, Tiago Mateus, André Kirmayr, Marcos Thadeus, Giovani Tozi e Patrick Carvalho interpretam canções como Rua do Ouvidor, A Fantasia, No Rancho Fundo e Luar do Sertão, entre outras, enquanto apresentam relatos da vida da atriz Lyson Gaster, revigorando fatos importantes dos palcos brasileiros e resgatando parte da história cultural do País.  Por seu talento e coragem, ela foi elogiada por artistas e críticos como Procópio Ferreira, Henriette Morineu, Pedro Bloch, Rachel de Queiroz, Paschoal Carlos Magno, Eva Todor, Mario Lago e Nelson Rodrigues, entre outros.

Piracicabano, o produtor e mestre em teatro Marcos Thadeu alimentava o desejo de montar um espetáculo sobre Lyson Gaster há mais de 20 anos, quando foi apresentado à história da artista pelo diretor Carlos ABC, também piracicabano. Assim, tratou de encomendar a pesquisa para montar “um genuino musical brasileiro.”  “É bem provável que o pessoal do teatro musical de hoje nunca tenha ouvido falar em Lyson Gaster”. “Para nossa sorte, dedicados pesquisadores do gênero conseguiram recuperar parte da memória cultural brasileira e colocaram foco em nessa atriz que foi tão importante para a classe artística.” Afirma Marcos Thadeus que, junto com outros três atores, interpretam a atriz em diferentes fases da vida dela.

Maria Eugenia de Domenico nunca tinha ouvido falar em Lyson Gaster e, pesquisando, ficou impressionada com a relevância da artista no meio cultural da época. Eugenia ressalta a dificuldade de conseguir documentos ao vasculhar um passado completamente esquecido.  “Quando se consegue os textos, eles encontram-se em estado precário, ilegíveis pois não foram digitalizados, sendo comidos por traças. Alguns, datilografados, não consegui ler.” Eugenia descobriu uma Lyson dramaturga também, que assinou  textos sozinha e com o segundo marido, Alfredo Viviani. “Tivemos sorte e conseguimos um dos últimos textos escritos por ela, A Mimosa Roceira, que tem trecho incluído na peça.”  Nesta tarefa árdua, foi fonte de informação importante o livro De pernas para o ar: O teatro de revista em São Paulo, coleção Aplauso, da diretora e doutora em teatro Neyde Veneziano. Estudiosa do teatro musical, Veneziano já havia resgatado parte da trajetória da artista e de outros pioneiros hoje esquecidos, mas que prepararam o palco e a plateia paulista para as produções musicais de hoje. “É um livro maravilhoso”, afirma.

“Ela era a estrela da companhia que tinha o seu nome, às vezes só Companhia Lyson Gaster, às vezes Companhia de Comédia Lyson Gaster”, empolga-se Eugenia ao contar a história. “Ela exercia uma liderança absurda, era uma companhia grande, eles viajavam o Brasil todo, não só o interior de São Paulo”, continua.   “Imagine, naquela época não havia teatro nas cidades, a companhia montava os espetáculos em cinemas, que geralmente possuíam palcos. Ao lado do segundo marido, ela foi desbravadora, corajosa e conseguiu ganhar dinheiro, formou os dois filhos (um em Engenharia, outro em Medicina), que moravam em São Paulo com os avós. Foi absolutamente bem-sucedida, empregava as duas irmãs com os maridos e o irmão na companhia, numa composição familiar. Trabalhou por 30 anos, faleceu aos 74 e quando parou de trabalhar, tinha duas casas – uma no Rio de Janeiro, outra em Teresópolis.”

Sobre a direção

 

A encenação de Carlos ABC tem cenas de humor, músicas, figurinos e cenários tipícos. Personagens revisteiros permeiam a narrativa, como caipiras, portugueses, coristas e vedetes. “Tudo o que representa o Teatro de Revista e suas convenções estão preservadas na montagem”, informa Carlos. As músicas, clássicos populares da época, ilustram a temática e ajudam a tornar leve o desenrolar dramático. A cenografia conta com telões de grandes dimensões – 8m por 4,5 de altura – e a indispensável escadaria, peça característica do teatro de revista, entre outros elementos cênicos que entram e saem, de acordo com as cenas. Carlos ABC, que também assina o figurino, conta que as peças “seguem os modelos da época e convidam o público a um mergulho no passado, já que o espetáculo expõe passagens da vida da atriz e do aspecto alegórico do teatro dentro do teatro de revista, da magia dos musicais”.

 

Sobre a dramaturgia

 

O dramaturgo, diretor e tradutor Fábio Brandi Torres também confessa que antes de começar a escrever o texto da peça não conhecia nada sobre Lyson Gaster, ainda que tenha estudado a fundo o Teatro de Revista. “O mergulho no universo desconhecido de Lyson, de sua carreira e de sua companhia, teve a vantagem de ter a pesquisa de Maria Eugenia de Domenico como guia, com uma estrutura muito bem concebida, incluindo indicações de músicas (Chiquinha Gonzaga, por exemplo) e textos (Artur Azevedo, Max Nunes etc).” A partir do trabalho de Maria Eugenia, Fábio começou sua pesquisa ouvindo programas de rádio da época, músicas, lendo textos de peças e de estudos. “Com este material em mãos, foi um prazer desenvolver esta peça, tendo a liberdade de contar a história de uma mulher profundamente apaixonada por sua arte, que se dedicou a levar a companhia que criou para todos os cantos do país.”  “Acho que esse é um ponto importante para destacar, porque é um fato revelador desse amor pelo teatro e que precisa ser destacado, já que vivemos uma época em que ele já não faz mais parte da vida das pessoas e já não existem companhias que se dedicam a viajar pelo país. Existem algumas produções que conseguem rodar algumas capitais, mas até isso já é cada vez mais raro. Outra grande questão que o espetáculo traz é o quanto é efêmera essa arte. Lyson marcou sua época, foi um nome aclamado por onde passava e hoje, poucos se lembram de seu nome ou mesmo o conhecem. Por sorte, Marcos e Maria Eugenia se lembraram.”

Sobre a direção musical de Tato Fischer

Para o roteiro musical, Tato Fischer garimpou preciosidades como Rua do Ouvidor, usada na trilha da peça A Capital Federal (1926), de Arthur Azevedo, e reutilizada por Flávio Rangel na montagem der 1972, que o próprio Tato já incluíra em 1985 em A Fantasia, também de Arthur Azevedo. Do cancioneiro brasileiro, No Rancho Fundo e Luar do Sertão também estão na trilha. “Tenho um largo interesse no Teatro de Revista, paixão desde sempre pelo meu trabalho como ator e diretor teatral. Depois fui me aprofundando na área e cheguei a fazer, como ouvinte, um curso na USP, com Neide Veneziano, doutora na área, com quem montei, em 1993, a revista musical Os Sonhos Mais Lindos, de Perito Monteiro.”

 

Sobre Lyson Gaster

Filha de imigrantes espanhóis que chegaram a Piracicaba no final do século 19, casou-se ao 17 anos e  logo teve filhos. Separada, mudou-se para São Paulo com os pais e trabalhou como modista num ateliê da rua Conselheiro Crispiniano, onde conheceu artistas de teatro que a levaram para o palco. Pisou no tablado pela primeira vez em 1919, na época dos discos de 78 rotações, adotando o nome artístico que tomou emprestado de uma personagem de um romance francês. Ligou-se a várias companhias de teatro, com as quais viajou pelo Interior de São Paulo, entre elas a Companhia Cassino Antarctica e a trupe Teatro Novo. Integrou o elenco da Cia Zaparolli, ao lado de Manuel Pera, pai da atriz Marília Pera. No Rio, juntou-se a Cia Juvenal Fontes até se casar, em 1922, com Alfredo Viviani. Com o marido, participou da Cia Nair Alves e Sebastião Arruda, até o casal montar a própria companhia, a Companhia Lyson Gaster, onde o teatro de revista era o ponto forte. Os dois excursionaram pelo Brasil todo. Era a época de Dercy Gonçalves, Oscarito, Henriquieta Brieba, Zilka Salaberry e Mara Rúbia, entre outros. Lyson naturalizou-se brasileira nos anos 40 e deixou o teatro em 1950. Viviani foi contratado pela Rádio Nacional, onde permaneceu em atuação até 1963.

 

De Rachel de Queiroz, Procópio Ferreira a Mário Lago

Em depoimentos recolhidos pelo piracicabano Waldemar Iglesias Fernandes, reunidos no livro Lyson Gaster – A Piracicabana que o Brasil Aplaudiu e Nunca Esqueceu, estão vários elogios à atriz. Da escritora Rachel de Queiroz: “pode-se considerar Lyson Gaster como uma das pioneiras do teatro ambulante ou mambembe”. Da atriz Henriette Morineu: “Não somente na sua terra natal, como também no Brasil inteiro, o nome da grande Lyson Gaster não pode ser esquecido.”  Já a atriz Eva Todor disse sobre Lyson: “Ela fazia naquele tempo aquilo que hoje o Ministro da Educação está querendo que os artistas façam: descentralizar o teatro”. Um dos grandes nomes do teatro brasileiro, Procópio Ferreira se referiu a ela como “uma pioneira” levou o teatro aos mais longínquos e inacessíveis rincões do solo brasileiros, o nosso Anchieta de saias. “Artista eclética, empolgando plateias, principalmente no interior, onde deixou luminoso rastro de sua passagem”. Para o poeta, compositor e ator Mário Lago: “Lyson Gaster e Viviani pertenceram a essa turma heroica que foi levando o teatro brasileiro pelo interior do país, permitindo que populações de cidades pequenas conhecessem o que se vinha fazendo nos grandes centros”.

Para roteiro

 

Lyson Gaster no Borogodó – Reestreia dia 18 de janeiro de 2020, sábado, às 21 horas, no Teatro Itália, Av. Ipiranga, 344 – República, telefone – (11) 3120-6945.

Temporada – De 18 de janeiro a 15 de fevereiro de 2020. Quintas a sábados às 21h e domingos às 19h. Duração: 1h30.

Classificação: Livre. Gênero: Musical. Ingressos – R$ 15,00 e R$ 30,00. Patrocínio do Magazine Luiza.

“Annie” no Teatro Riachuelo

O CEFTEM (Centro de Estudo e Formação em Teatro Musical) começa 2020 com a estreia da temporada do musical “Annie”. A prática de montagem terá 3 elencos e fará temporada de 18 de janeiro a 16 de fevereiro, com sessões aos sábados às 15h e domingos às 11h durante a programação especial de férias do Teatro Riachuelo.

Com texto de Thomas Meehan, músicas de Charles Strouse e letras de Martin Charnin, o musical traz versões de Miguel Falabella, direção de Ana Paula Abreu, direção musical de Alexandre Queiroz e Miguel Schomam e coreografias de Bella Mac. Além de supervisão artística de Reiner Tenente.

– Quando anunciamos um espetáculo como Annie, o público deseja assistir ao grande clássico! E é isso que vamos oferecer, o clássico com um toque de moderno, com direito a muita emoção e ternura – diz Ana Paula Abreu.

SINOPSE: Annie conta a história da órfã, de mesmo nome, e se passa em 1933. A garota, de 11 anos de idade, está vivendo em um Orfanato Municipal em Nova Iorque, comandado pela Senhora Hannigan, uma diretora tirânica que não ficaria por baixo se comparada à Bruxa Má do Oeste. Annie decide fugir para tentar encontrar seus pais. No caminho, cria amizade com um cachorrinho de rua e lhe batiza como Sandy. Naturalmente, ela não obtém sucesso em sua busca, e é levada de volta ao Orfanato. Após receber um convite de um magnata para passar o Natal com ele, a pequena vê sua vida, e a dele, se transformarem.

– Nosso objetivo é montar um belíssimo espetáculo, misturando atores profissionais e estudantes de teatro musical. Montar Annie nos dias de hoje é uma forma de alimentar a esperança de que o melhor virá! É dizer que ainda apostamos no outro e no amanhã – finaliza a diretora.

Annie

Gênero: Musical

Temporada: de 18 de janeiro a 16 de fevereiro

Dias: sábados e domingos

Horário: sábado às 15h e domingos às 11h

Duração: 120 min

Classificação: livre

Teatro Riachuelo – Cinelândia (Rio de Janeiro/RJ)

Valor do ingresso: Plateia VIP: R$ 60,00 (inteiro) e R$ 30,00 (meia entrada). Plateia: R$ 50,00 (inteiro) e R$ 25,00 (meia entrada). Balcão Nobre e Balcão: R$ 40,00 (inteiro) e R$ 20,00 (meia entrada).

Ficha Técnica

Elenco Adulto: Carol Vasconcelos, Ágatha Félix, Cecília Diniz, Pedro Balu, Nathan Leitão, Alborina Paiva, Humberto Seixas, Maria Esff, João Telles, Anderson Calabria, Flora Menezes, Duda Efroin, Larissa Jansen, Tom Souza, Peterson Ferreira.

Elenco infantil: Kaíque Lopes, Alana Calabria, Bruna Perdigão, Mariana Scofano, Marina Malfacini, Bárbara Valadão, Luisa Silberman, Maria Antonia Vereza, Alice Pinheiro, Sofia Vallin, Olivia Yumi, Mafê Magoulas, Lia Campos, Giovanna Alves, Laís Villela, Luísa Machado, Gabi Amaral, Malu Môcho, Duda Wendling, Sophia Costa, Paola Monteiro, Alborina Paiva, Kaíque Lopes.

Direção: Ana Paula Abreu

Direção: Musical Alexandre Queiroz e Miguel Schomman

Coreografias: Bella Mac

Músicas originais: Charles Strouse letras de Martin Charnin

Texto: Thomas Meehan

Supervisão Artística: Reiner Tenente

Assessoria de imprensa: MercadoCom / Ribamar Filho

Realização: Ceftem

Crédito fotográfico: Marcelo Vallin

Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças

Com o objetivo de homenagear e apresentar os expoentes da música brasileira para as novas gerações, o premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’ apresenta seu mais novo espetáculo: Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças, que faz sua primeira temporada na Zona Sul, depois de grande sucesso e lotação esgotada no Sesc Tijuca em 2019. Com direção de Diego Morais, direção musical de Cláudia Elizeu e texto de Pedro Henrique Lopes, o musical infantil estreia, dia 11 de janeiro, no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea, já com duas indicações do Prêmio CBTIJ – Melhor Ator (Rodrigo Salvadoretti) e Melhor Cenário (Clívia Cohen e José Cohen). Contemplado na Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela sua relevância ao teatro infantil, o projeto reúne os espetáculos “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças”, “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças”, “Bituca – Milton Nascimento para Crianças” e “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças”, que já foram assistidos por quase 200 mil pessoas e somam juntos 12 prêmios de teatro infantil, entre outras 37 indicações.

“Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” se inspira na infância e em grandes sucessos da carreira de Raul Seixas para contar a história de um menino que era criativo demais. Tão criativo que sua falta de atenção ao mundo real começou a atrapalhá-lo na escola. A falta de foco e o excesso de energia de Raulzito trazem à cena questionamentos sobre a rotina e o tratamento de crianças que apresentam traços de hiperatividade e déficit de atenção (TDAH).

Preocupados e sem entender a genialidade do filho, os pais de Raul tentam de tudo para que o menino se adeque aos moldes padrões da sociedade. Para desespero dos pais de Raulzito, Mêlo, amigo imaginário de Raul, se materializa para guiá-lo em uma viagem de descobertas e auto aceitação. Juntos, eles percebem que Raulzito não tem que ser igual aos outros, e que cada pessoa é diferente e especial do jeito que ela é. No elenco, estão Rodrigo Salvadoretti, Pedro Henrique Lopes, Elisa Pinheiro e Pablo Áscoli.

“Acredito que o ‘Raulzito Beleza’ vai emocionar e divertir adultos e crianças. A mente extremamente criativa e o espírito livre de Raul Seixas fizeram com que ele se tornasse o gênio da música que nós conhecemos. Se ele tivesse se fechado e tentado ser só mais um, nós não teríamos as grandes músicas que ele nos deixou. O espetáculo é uma ode à imaginação e à criatividade. É sobre se encontrar em você e em todos os universos que sua mente pode criar”, avalia Pedro Henrique Lopes, autor do espetáculo.

Com direção geral de Diego Morais e direção musical de Cláudia Elizeu, “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” apresenta grandes sucessos do artista como “Maluco Beleza”, “Gita”, “Mosca na Sopa”, “Como Vovó Já Dizia (Óculos Escuros)” e “O Carimbador Maluco (Plunct Plact Zuuum)”, mostrando a importância do músico para as novas gerações. A trama também mostra o valor da família e das relações humanas, estimula o debate sobre as diferenças e individualidades, celebra a importância do respeito às diferentes formas de aprendizagem do ser humano e valoriza os diferentes tipos de inteligência.

Grandes Músicos para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Depois, vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ –  Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações – Bituca – Milton Nascimento para crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações – e Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações.

As quatro peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores. O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

 

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

TIJOLINHO:

Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças. Musical infantil. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Claudia Elizeu. Com Rodrigo Salvadoretti, Elisa Pinheiro, Pablo Ascoli e Pedro Henrique Lopes. Uma viagem musical de muito rock’n roll pela mente imaginativa e agitada do jovem Raulzito. (60 min) Teatro Clara Nunes. Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Gávea – Rio de Janeiro – RJ. Tel.: (21) 2274-9696. Sáb. e Dom., às 16h. R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia). Livre. Capacidade: 743 lugares. De 11/01 a 16/02.

 

FICHA TÉCNICA:

 

Direção Geral: Diego Morais

Direção Musical: Claudia Elizeu

Roteiro Original: Pedro Henrique Lopes

Elenco: Rodrigo Salvadoretti (Raulzito), Elisa Pinheiro (Maria Eugênia), Pablo Áscoli (Seu Raul) e Pedro Henrique Lopes (Mêlo)

Coreografias: Natacha Travassos

Cenário: Clivia Cohen e José Cohen

Figurinos: Clivia Cohen

Figurinista Assistente: Lucila Bélcic

Iluminação: Lúcio Bragança

Operação de Som: Leonardo Carneiro

Assessoria de Imprensa: Racca Comunicação (Rachel Almeida)

Produtor Executivo: Heder Braga

Assistente de Produção: Layla Paganini

Produção e realização: Entre Entretenimento

 

SERVIÇO:

 

Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças

Temporada: De 11 de janeiro a 16 de fevereiro de 2020

Teatro Clara Nunes (Shopping da Gávea) – Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Gávea – Rio de Janeiro – RJ.

Telefone: (21) 2274-9696

Dias e horários: Sábados e domingos, às 16h

Ingressos: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada)

Lotação: 743 pessoas

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre

Funcionamento da Bilheteria: Todos os dias, de 13h às 21h.

Marlene Dietrich – as pernas do século

A biografia musicadaMarlene Dietrich – as pernas do século”, primeira montagem teatral brasileira sobre Marlene Dietrich, escrita pelo dramaturgo Aimar Labaki e direção de William Pereira, em quatro apresentações no Teatro da UFF, com Sylvia Bandeira, ao lado de José Mauro Brant, Marciah Luna e Mauricio Baduh.

Marlene Dietrich – as pernas do século” é uma peça sobre o amor e o tempo. Revisita a história de vida de uma grande artista e símbolo sexual, mas principalmente de uma mulher corajosa que nunca abriu mão do amor e da liberdade.

Atriz e cantora, Marlene Dietrich (1901-1992) foi uma das personalidades mais marcantes do século XX. No cinema, no teatro e na música, Dietrich se destacou por sua originalidade e perfeccionismo. Grandes compositores escreveram canções especialmente para ela. Foi um dos maiores símbolos sexuais do cinema – seu rosto, pernas e voz já fazem parte do imaginário de gerações. 

Por sua movimentada vida amorosa passaram Eric Maria Remarque, Jean Gabin, Yul Bryner, Ernest Hemingway, Burt Bacharach, Frank Sinatra, Cole Porter, entre outros. Desde o início de sua carreira, Dietrich esteve sempre no centro dos acontecimentos: na Berlim dos anos 20; em Hollywood, a partir dos anos 30; no front da II Guerra Mundial, quando cantou para os soldados; em Paris e Nova York nas décadas seguintes. Sua história mistura-se com a história do século XX.

SINOPSE

No final da vida, já bem idosa, Marlene conhece um jovem que não faz a menor ideia de quem ela seja, e sequer ouviu falar do mito Marlene Dietrich. Já às vésperas de completar 90 anos, ela acaba seduzindo o rapaz de uma forma bem diferente de quando brilhava absoluta no cinema e nos palcos. Se hoje não conta mais com o frescor da juventude nem com as lendárias pernas, seu charme e inteligência estão mais vivos do que nunca, e somados a uma grande aliada: a memória. Ao narrar para o desavisado rapaz sua trajetória, a diva o envolve e o fascina por ter sido testemunha e personagem dos acontecimentos mais marcantes do século XX: desde o crescimento do nazismo na Alemanha dos anos 1920, passando pelo glamour de Hollywood dos anos 30 a 50, sua experiência no front da II Guerra, até os anos 70, pelos palcos do mundo, New York, Londres, Rio de Janeiro, Tókio.

 

A MONTAGEM  

Trazendo em cena quatro atores/cantores e três músicos, Marlene Dietrich – as pernas do século” se define como uma biografia musicada. No papel de Dietrich, Sylvia Bandeira desfila as memórias de Marlene e utiliza-se de canções interpretadas pela diva para ilustrar seu relato. São canções de Burt Bacharach, Cole Porter, Kurt Weill e George Gershwin, além das francesas, “La Vie en Rose”, “Que Reste T-il de Nos Amours” e da emblemática “Lili Marlene”. 

José Mauro Brant é o jovem a quem Marlene seduz com sua vivência. Marciah Luna Cabral e Maurício Baduh desdobram-se em vários personagens, dando vida às memórias da atriz – sua relação destemida com amores e família, os produtores e diretores de cinema e teatro, os números musicais dos filmes, peças e shows. 

As grandes canções do repertório de Dietrich são cantadas em inglês, alemão, francês e até em português!

 

FICHA TÉCNICA: 

Texto: Aimar Labaki

Direção e Cenografia: William Pereira

Elenco: Sylvia Bandeira, Marciah Luna, José Mauro Brant, Maurício Baduh

Direção Musical e Arranjos: Roberto Bahal

Figurino: Marcelo Marques 

Visagismo: Beto Carramanhos 

Iluminação: Paulo Cesar Medeiros

Preparação Vocal: Marciah Luna

Preparação Corporal: Marcia Rubin 

Coreografia do Tango: Paulo Masoni 

Programação Visual: Cacau Gondomar

Músicos: Piano – Roberto Bahal, Clarinete – Vinícius Carvalho, Violoncelo – Luciano Correa

Direção de Produção: Diga Sim Produções e Cacau Gondomar

Produtores Associados: Minouskine Produções Artísticas e Diga Sim Produções.

Assessoria de Imprensa: Luiz Mena Barreto 21 99872-5534

 

SERVIÇO:

Teatro da UFF – Rua Miguel de Frias 9, Icaraí – Niterói

De 7 a 15 de dezembro

Sábados e Domingos às 19h

Sextas – R$ 60,00 (inteira)

Duração: 90 minutos

Classificação etária: 18 anos

O Cravo e a Rosa, o Musical

Dia 11 de dezembro estreia em curtíssima temporada no Teatro Petro Rio das Artes, Gávea (RJ), “O Cravo e a Rosa, o Musical” prática de montagem com produção do CEFTEM (Centro de Estudo e Formação em Teatro Musical) em parceria com a atriz e produtora Izabella Bicalho, que assina o texto da produção. A peça fica em cartaz até 15 de dezembro com sessões de quarta a domingo às 21h. Dia 13 terá sessão dupla às 17h e 21h.

O musical, que é livremente inspirado na novela homônima, de Walcyr Carrasco, e tem direção de Rafaela Amado, direção musical de Cláudia Elizeu e músicas originais de Tony Lucchesi e Menelick de Carvalho.

– A ideia nasceu da minha paixão pela novela, visto que novelas foram as minhas primeiras experiências artísticas quando eu era criança! Esta novela especificamente foi uma das últimas de direção do Walter Avancini um diretor incrível que trouxe coisas maravilhosas para a TV. No caso do “Cravo e a Rosa”, foi uma novela direcionada para o público das 18h que sutilmente discutia a transformação dos papéis do homem e mulher na instituição do casamento. Um trabalho único que juntava o entretenimento com a reflexão de forma divertida e emocionante. Portanto a ideia de fazer um musical veio da paixão que tenho por este trabalho tão significativo – explica Izabella.

Apesar de ser livremente inspirado na novela, tendo como base elemento da dramaturgia, algumas tramas foram atualizadas para algumas discussões, visto que a novela já tem quase 20 anos.

– No musical, a discussão sobre os papéis dos homens e da mulher no casamento é o tema central, como pano de fundo as mudanças políticas importantes que aconteceram neste período da década de 20. Outra mudança diz respeito ao triângulo amoroso de Bianca, Heitor e Professor. Este também ganhou um final inesperado. Tudo inspirado pelas discussões contemporâneas sobre o papel de ambos na sociedade atual. As Sufragistas, mulheres que lutavam pelo direito de voto, também estão fortalecidas na nossa trama – completa ela.

Sinopse: Catarina é uma mulher à frente do seu tempo, feminista e idealista que luta pelo direito das mulheres, para poderem votar e conquistar respeito. Não quer casar e nem ocupar o papel destinado às mulheres da sua época. Conhece Petruchio, um fazendeiro que por sua vez, também não acredita no casamento e como Catarina, não se sente feliz em ocupar o papel destinado aos homens da sua época! Ao invés disso quer cuidar apenas da sua produção de queijos da fazenda e poder praticar seu hobby preferido que é artes culinárias! Estes dois acabam se encontrando e vivendo situações que fazem ambos repensarem sua vida. Com muita alegria e diversão a história se desenrola levando a um final divertido e surpreendente

“O Cravo e a Rosa, o Musical”

Gênero: Musical

Temporada: de 11 a 15 de dezembro

Dias:  de quarta a domingo – curtíssima temporada

Horário: 21h – dia 13 sessões dupla às 17h e 21h

Duração: 2h

Classificação: 12 anos

Valor do ingresso: Inteira R$ 60 / Meia Entrada R$ 30

Teatro Petro Rio das Artes

Rua Marquês de São Vicente – Shopping da Gávea, 2º Piso – Loja 264

Lugares: 421

Ficha Técnica

Elenco: Izabella Bicalho (Catarina), Paulo Oliveira (Petruchio), Lis Maia (Mimosa), Gledy Goldbach (dona Bete), Luiza Lewicki (Bianca), Margô Mello (Dona Beth), Alix Bandeira (Neca), Matheus Lana (Professor), Mariana Ferreira (Berta), Murici Lima (Batista), Hugo Minervini – (Heitor), Roberto Lomeu (Professor), Rodrigo Becker (Calixto / Padre), Amanda Wanderley – (Dora), Tiaia Mawê (Lindinha), Beatriz Chamas (Rosa), Lucas Alves (Mário), Branca Americano (Dona Adelaide), Mathias José (Batista), Felipe Coutinho (Petruchio), Anna Priscilla Lacerda (Carlota), Fernando Moreno Rudá (Nelson), Victoria Shizue (Bianca), Lyli Lua (Mimosa), Léo Patrocínio – (Calixto/Padre), Luíza Surreaux (Catarina Batista), Igor Fernandez (Heitor).

Direção: Rafaela Amado

Músicas originais: Tony Lucchesi e Menelick de Carvalho

Direção Musical: Claudia Elizeu

Texto e Atriz Convidada: izabella Bicalho

Coreografias: Malu Cordioli

Assessoria: MercadoCom / Ribamar Filho

Coordenação Geral: Reiner Tenente

Realização: CEFTEM

“Brillha la Luna” no Pruential

Os fãs da música pop têm mais uma razão para comemorar. No dia 2 de novembro estreia, no Teatro Prudential (RJ), o espetáculo “Brilha la Luna” que tem inspiração nas músicas do grupo Rouge.

O musical, uma produção da Lab Cultural com apoio da Aventura Entretenimento, tem texto de Juliano Marceano, direção de Pedro Rothe (Elis – A Musical), direção musical de Tony Lucchesi (vencedor do Prêmio Bibi Ferreira por Bibi – Uma Vida em Musical) e coreografias de Victor Maia (Meu Destino é Ser Star). Os figurinos são assinados pela estreante Ana Elisa Schumacher (M.O.T.I.M).

A ideia, segundo os idealizadores, nasceu antes mesmo da volta do grupo em 2013.

– A ideia surgiu faz tempo. Uma das minhas melhores amigas, que é atriz e estava fazendo novela comigo na época, viveu em uma comunidade hippie até seus 16 anos sem acesso algum a tecnologia ou cultura pop. Aquela história ficou tanto na minha cabeça que comecei a rascunhar a ideia de uma peça sobre essa garota que passa uma vida em uma aldeia afastada da cidade e cai de paraquedas no mundo frenético da televisão. No café onde eu escrevia o nome das primeiras personagens, tocou Ragatanga. Foi ali que me ocorreu que “Aserejé” é um nome ótimo para uma comunidade alternativa e que esse tal “Diego” que vira a esquina podia ser um mochileiro que apresenta todo esse universo a essa garota. Me juntei com o Juliano (Marceano, autor do texto) e começamos a desenvolver a dramaturgia em cima do repertório que a gente conhecia de cor: éramos fãs da banda de dormir na porta do estádio para ir no show! – completa Diego Montez, um dos idealizados do espetáculo.

A história tem como base a personagem Luna, que dá nome ao espetáculo, uma jovem que viveu toda sua vida na Comunidade de Arerejé, um refúgio hippie criado por seus pais escondido das grandes metrópoles. Ela vive uma vida tranquila, mas ao completar 18 anos, se vê órfã e sente que falta algo em toda aquela perfeição. É aí que ele vira a esquina vê Diego e toda a história começa.

O espetáculo passou pelo aval das integrantes do Rouge em 2017 e foi aprovado de cara.

– Foi um dos momentos mais tocantes da trajetória da peça. Apresentamos em 2017 uma leitura para elas e foi um momento muito lindo de troca. Elas se emocionaram, agradeceram o carinho e homenagem e se demonstraram muito abertas na época. Ter a bênção das cinco seria essencial – diz Diego.

Uma das razões do Rouge ser a escolha para o espetáculo foi que, além de ser um dos maiores grupos pop do Brasil, é também o motivo que torna tão fácil escrever uma dramaturgia sobre, elas falavam para todos e por todos.

– Todos se identificavam com os temas dos hits que iam desde baladas apaixonadas a verdadeiros hinos de empoderamento. Em seu retorno, o grupo se aprofundou mais nas discussões sobre a importância de se valorizar, respeitar o próximo e espalhar o amor. Além do mais…todos, inclusive você que está lendo, já dançaram uma boa Ragatanga em alguma festa! – ressalta Montez.

O espetáculo tem como premissa convidar a família toda, fãs do grupo e fãs de musical a refletir de maneira leve sobre sonoridade, diversidade e o poder dos sonhos. Tudo que as meninas passaram em suas músicas e a que são causas tão urgentes hoje em dia. A maioria dos hits do Rouge estará presente em 1h30 de espetáculo.

O elenco de “Brilha la Luna” é alternante, ou seja, cada personagem é interpretado por dois atores que dividem as sessões do musical. Sendo assim, os 9 personagens da peça são vividos por 18 atores e um elenco diferente em toda sessão!

Estão no elenco: Carol Botelho (Peter Pan) e Marcella Bartholo, que dão vida a Luna, a personagem Lilith é vivida pelas atrizes Myra Ruiz (Wicked) e Bel Lima (Bibi Ferreira). Robson Lima (VAMP – O Musical) e André Sigom (60! Doc Musical) serão Diego. Pedro, o melhor amigo, é vivido por Léo Bahia (da novela O Tempo Não Para) e Tauã Delmiro (70! Doc Musical). Calíope, a bailarina que tenta se provar apesar dos padrões é interpretada por Lyz Ziese (da novela O Sétimo Guardião) e Julia de Aquino (O Grande Cometa / RJ). Carol Vanni (Hoje é Dia de Rock!) e Amanda Doring (70! Doc Musical) dão vida a mimada Tiffany. Dois atores se alternam para viver a drag Queen Thalia: Diego Martins (X-Factor) e Victor Maia (coreógrafo do Lata Velha). Dinho, o tímido e confuso assistente é interpretado por Daniel Haidar (Merlin – Ao Som de Raul Seixas) e Luiz Gofman (O Homem de La Mancha) e Helga Nemetik (Show dos Famosos) e Fernanda Gabriela (Yank!) dão vida a misteriosa e energética Theodora. Completam o elenco: Deborah Marins (Rock In Rio – Lisboa), Raí Valadão (Man in The Mirror), Adam Lee (Ayrton Senna – O Musical), Yasmin Lima (Shrek), Lucas Becerra (Musical Popular Brasileiro) e Luiza Cesar (O Despertar da Primavera).

Os ingressos já estão à venda pelo https://bileto.sympla.com.br/event/62786/d/74277

Sinopse:

A história tem como base a personagem Luna, que dá nome ao espetáculo, uma jovem que viveu toda sua vida na Comunidade de Arerejé, um refúgio hippie criado por seus pais escondido das grandes metrópoles. Ela vive uma vida tranquila, mas ao completar 18 anos, se vê órfã e sente que falta algo em toda aquela perfeição. É aí que ele vira a esquina…

Diego, um mochileiro que está de passagem pela comunidade encanta Luna levando ela acreditar que finalmente encontrou a última parte que precisava pra completar a vida perfeita.
Quando Diego parte de Aserejé, ela descobre que o endereço do garoto na cidade grande é o mesmo estampado em cartas que seu pai, então líder da comunidade, recebia enquanto vivo. Luna decide segui-lo atrás de respostas com a ajuda de Pedro, seu melhor amigo secretamente apaixonado por ela.

Ao chegar na cidade grande ela acaba participando por engano da seleção de um show de talentos televisivo que irá revelar a nova estrela pop do Brasil. No programa, Luna conhece um grupo de garotas que irão se tornar suas novas amigas: Calíope; uma excelente bailarina que não liga para os que a acham fora do padrão de peso; Tiffany, que tenta a todo custo fugir do estereótipo da menina rica e mimada; Thalia, uma drag queen fabulosa que tem uma queda por Dinho, o assistente de direção – “hétero” – do programa, e Lilith, uma tímida caipira que parece ser muito mais do que uma “boa menina”. Theodora a poderosa dona do programa, também vê em Luna um brilho especial que ainda não entende se pode ser uma faísca de grande talento ou um eco de seu passado misterioso.

Luna continuará em busca de respostas sobre quem ela realmente é ou irá se esquecer de tudo para se tornar a nova estrela da música?

 

Brilha La Luna

Gênero: Musical

Temporada: 2 de novembro a 16 de dezembro

Sessões: Sábados às 16h, Domingos às 16h e Segundas às 19h

Preço: R$ 25 a R$ 75 reais

Classificação: 12 anos

Teatro Prudential

Rua do Russel, 804 – Glória (RJ)

Telefone: (21) 2558-3862

Lotação: 359 lugares

Venda online: https://bileto.sympla.com.br/event/62786/d/74277

Ficha Técnica:

IDEIA ORIGINAL: Diego Montez

TEXTO: Juliano Marceano

DIREÇÃO GERAL: Pedro Rothe

DIREÇÃO MUSICAL: Tony Lucchesi

COREOGRAFIAS: Victor Maia

FIGURINOS: Ana Elisa Schumacher

CENÁRIOS: Vinícius Lugon

DESENHO DE SOM: Lucas Couto

DESENHO DE LUZ: Alexandre Farias

DIREÇÃO RESIDENTE: Theodora França

DESGINER: Eduardo Ekermann

PRODUÇÃO EXECUTIVA: José Vinicius Toro

PRODUÇÃO: Thay Blois e Paula Serra

ASSESSORIA DE IMPRENSA: MercadoCom / Ribamar Filho

PRODUÇÃO: Lab Cultural

APOIO: Aventura Entretenimento

ELENCO: Carol Botelho, Marcella Bartholo, Myra Ruiz, Bel Lima, Robson Lima, André Sigom, Léo Bahia, Tauã Delmiro, Lyz Ziese, Julia de Aquino, Carol Vanni, Amanda Doring, Diego Martins, Victor Maia, Daniel Haidar, Luiz Gofman, Helga Nemetik, Fernanda Gabriela, Deborah Marins, Raí Valadão, Adam Lee, Yasmin Lima, Lucas Becerra, Luiza Cesar.

Instagram: https://www.instagram.com/brilhalalunaomusical/

O Amor em tempos de Bossa Nova

Dois astronautas vagam na lua, de repente avistam algo inebriante. Extasiados com a visão paralisam e escutam uma voz que vem do espaço: “Um pequeno compasso para o homem. Um compasso gigante para a humanidade. A bossa nova é azul”. Assim começa O amor em tempos de bossa nova’, uma fantasia musical sobre o amor de Aloisio de Abreu, com Aloisio de Abreu e Iza Eirado, direção de Walter Lima Júnior, direção musical de Maurício Gueiros, consultoria musical de Roberto Menescal, direção de movimento de Marina Salomon, preparação de canto de Ana Calvente, cenografia de José Dias, figurinos de Tiago Ribeiro, e com o trio de músicos: Itamar Assiere (piano), Diego Zangado (bateria) e Zé Luiz Maia (contrabaixo). A montagem ficará em cartaz de 12 de outubro a 17 de novembro de 2019, no Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil, de quarta a domingo, às 19h. A estreia será no dia em que o CCBB completa 30 anos!

‘O amor em tempos de bossa nova’ é uma comedia musical que mistura romance e irreverência, com alguma dose de fantasia. Um casal – Ele e Ela, travam um doce embate revelando várias faces desse sentimento que, quem não tem, quer; quem já tem, não quer perder; e quem perde, chora: o amor. Cerca de 25 canções, especialmente selecionadas entre os clássicos da bossa nova, se misturam com cenas que retratam o universo temático-poético desse movimento musical que transbordou as fronteiras brasileiras se espalhando pelos quatro cantos do mundo. Em ritmo cadenciado as histórias vão sendo contadas através de quadros: o encontro e a paixão, o desencontro e a desilusão, o versejar de uma garrafa de uísque – “Eu sou uma garrafa de uísque / musa mor da bossa nova / sem minha autorização / verso algum o poeta aprova”; a angústia da incerteza; o amor duplo; o diálogo rítmico entre a poesia de um rap e a canção “Chega de saudades”, a subversão especialmente preparada por Aloisio de Abreu para “Minha namorada”, numa homenagem ao espetáculo “Subversões” realizado por ele nos anos 90, precursor do gênero “teatro besteirol musical brasileiro”.

Em O amor em tempos de bossa nova’ a época e o local onde os personagens se encontram não são definidos. Os “tempos de bossa nova” a que se refere o título trazem, em si, um jogo semântico. Pode ser o tempo cronológico: uma época, as primaveras e outras estações. Pode ser o tempo interno de cada personagem: ora ilustrando, ora preparando o terreno para a cena que vem a seguir. As músicas tomam a forma de duetos, solos, entremeados por conversas, confissões, humor, leveza e muito romance. O musical, com 60 minutos de duração, apresenta canções emblemáticas como: “Minha Namorada” ǀ “Este seu olhar” ǀ “Tim tim por tim tim” ǀ “Discussão” ǀ “Por causa de você” ǀ “Canto de Ossanha” ǀ “Chove lá fora” ǀ “Você vai ver” ǀ “Fotografia” ǀ “Saudosismo” ǀ “Eu sei que vou te amar” ǀ “Brigas nunca mais” ǀ “Chega de Saudade” ǀ “Disse alguém” ǀ “Só tinha que ser por você” ǀ “S’ Wonderful”.

Teatro e música se fundem numa homenagem à bossa nova, seus compositores e intérpretes – em 2019 perdemos João Gilberto, ícone maior do movimento –  e todos os amantes que já pisaram nesse planeta terra.

 

CCBB 30 anos

 

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil celebra 30 anos de atuação com mais de 50 milhões de visitas. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, o CCBB é um marco da revitalização do centro histórico da cidade e mantém uma programação plural, regular, acessível e de qualidade. Mais de três mil projetos já foram oferecidos ao público nas áreas de artes visuais, cinema, teatro, dança, música e pensamento.  Desde 2011, o CCBB incluiu o Brasil no ranking anual do jornal britânico ‘The Art Newspaper’, projetando o Rio entre as cidades com as mostras de arte mais visitadas do mundo. Agente fomentador da arte e da cultura brasileira segue em compromisso permanente com a formação de plateias, incentivando o público a prestigiar o novo e promovendo, também, nomes da arte mundial.

FICHA TÉCNICA:

Texto Aloisio de Abreu

Direção Walter Lima Júnior

Elenco Aloisio de Abreu e Iza Eirado

Idealização do projeto Iza Eirado

Direção Musical Maurício Gueiros

Consultoria Musical Roberto Menescal

Direção de Movimento Marina Salomon

Cenografia José Dias

Figurinos Tiago Rodrigues

Preparação Vocal Ana Calvente

Assistente de direção e produção Tom Pires

Design gráfico Refinaria Design Valerie Tomsic

Assessoria de Imprensa Daniella Cavalcanti

Direção de Produção Dadá Maia

Produtores Associados Eirado e Gueiros Produções ǀ Ciranda de 3 Trupe Produções

Patrocínio Eletrobras Furnas (através da Lei Federal de Incentivo à Cultura)

Apoio Cultural Centro Cultural Banco do Brasil

SERVIÇO:

Local: Teatro I – Centro Cultural Banco do Brasil

Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro

Informações: 38082020

Horário: de quarta a domingo, às 19h

Ingresso: R$30,00

Capacidade: 170 lugares

Duração: 60 minutos

Gênero: Comédia musical

Classificação indicativa: 10 anos

Temporada: de 12 de outubro a 17 de novembro de 2019

 

ROTEIRO MUSICAL:

1. A Bossa em Nós (Mauricio Gueiros/Iza Eirado) 3’09’’

2. Wave (Tom Jobim) 1’11’’

3. Dindi (Tom Jobim/Aloysio de Oliveira) 2’18’’

4. Mentiras (João Donato/Lysias Ênio) 1’23’’

5. Minha namorada (Carlos Lyra/ Vinícius de Moraes) 2’11’’

6. Este seu olhar (Tom Jobim) 56’’

7. Nós e o mar (Roberto Menescal/ Ronaldo Bôscoli) 1’26’’

8. Só em teus braços (Tom Jobim) 57’’

9. Tim tim por tim tim (Haroldo Barbosa/Geraldo Jacques) 1’14’’

10. Discussão (Tom Jobim/Newton Mendonça) 38’’

11. Garota de Ipanema (Tom Jobim/Vinícius de Moraes) 18’’

12. Por causa de você (Tom Jobim/Dolores Duran) 1’55’’

13. Samba da bênção (Vinícius de Moraes/Baden Powell) 2’16’’

14. Canto de Ossanha (Vinícius de Moraes/Baden Powell) 1’38’’

15. Chove lá fora (Tito Madi) 1’43’’

16. Você vai ver (Tom Jobim) 1’20’’

17. The Dolphin (Luiz Eça) 1’48’’

18. Fotografia (Tom Jobim) 49’’

19. Saudosismo (Caetano Veloso) 1’48’’

20. Eu sei que vou te amar (Tom Jobim/Vinícius de Moraes) 1’48’’

21. Brigas nunca mais (Tom Jobim/Vinícius de Moraes) 53’’

22. Chega de saudade (Tom Jobim/Vinícius de Moraes) 2’15’’

23. Disse alguém (Seymor Simons versão Haroldo Barbosa) 3’12’’

24. ‘S wonderful (George Gershwin/Ira Gershwin) 1’35’’

25. Só tinha de ser com você (Tom Jobim/Aloysio de Oliveira) 2’27’’

 

CURRÍCULOS:

 

WALTER LIMA JÚNIOR

É jornalista, crítico, cineasta, roteirista, professor, diretor teatral, começou sua carreira no cinema como assistente de Adolfo Celi (no inacabado “Marafa”) e Glauber Rocha em “Deus e o Diabo na terra do sol”, onde também foi co-roteirista.

Estreou aos 25 anos como diretor cinematográfico em 1965 com ‘Menino de Engenho’, baseado em José Lins do Rego ganhando todos os prêmios para um filme brasileiro neste mesmo ano e logo em seguida realizou ‘Brasil Ano 2000’ (Urso de Prata no Festival de Berlim). Em cinco décadas dividiu seus trabalhos entre o jornalismo televisivo e o cinema ‘Na Boca da Noite’, ‘A Lira do Delírio’, ‘Joana Angélica’, piloto para a série de televisão nunca realizada “O Gesto Histórico”, ‘Chico Rei’, ‘Inocência’, ‘Ele, o Boto’, O Monge e filha do Carrasco’, ‘A Ostra e o Vento’, ‘Um Crime Nobre’, ‘Os Desafinados’, ‘Através da Sombra’, entre outros, curtas, médias-metragens e documentários.

É um dos mais premiados diretores cinematográficos brasileiros.

Na televisão dirigiu cerca de setenta documentários para os programas Globo Shell Especial e Globo Repórter e as mini-séries ‘Meu Marido’ (na TV Globo) e ‘Capitães da Areia’ (para a TV Bandeirantes), além da temporada da Sitcom norte-americana “Who’s the Boss” (‘Santo de Casa’), também para a TV Bandeirantes.

No palco encenou ‘Dois na Gangorra’, de William Gibson (com Murilo Benício e Giovanna Antonelli), ‘Comendo entre as Refeições’, de Donald Margulies (com Aracy Balabanian e Virginia Cavendish), ‘Hedda Gabler’, de Ibsen (com Virginia Cavendish e Camila Amado), ‘Fica comigo esta noite’, de Flavio de Souza (com Murilo Benício e Marisa Orth), ‘A Propósito da Senhorita Júlia’, baseado em Strindberg (com Alessandra Negrini e Armando Babaiof), ‘A Confissão’, de Stephen Belber (com Ângelo Paes Leme e Sílvio Guindane), ‘Repetition’, de Flavio de Souza (com Tatiana Trinxet, Roger Gobeth e Alexandre Varella), ‘Agora & na Hora’, de Luiz Erlanger (com André Gonçalves, Rodolfo Mesquita e Amanda Lee) e, mais recentemente, ‘Perfume de Mulher’, de Ruggero Maccari e Dino Risi, dramaturgia de Pedro Brício, Silvio Guindane e Walter Lima Júnior (com Sílvio Guindane, Gabriela Duarte, Eduardo Melo e Saulo Rodrigues).

MAURÍCIO GUEIROS

 

Compositor, arranjador, pianista e violonista.

Formado por Luiz Eça e pela maestrina Wilma Graça, acompanhou cantoras como Marianna Leporace e Daúde.

Em 1986 gravou o LP “Aldeias” em parceria com Fernando Leporace, incluindo no repertório canções próprias como “Depois das seis”, “Sierra Maestra”, “Menina do sertão”.

Em 1991 lançou seu segundo LP “Apologia” onde também grava canções próprias entre elas “Rosa canção” e “Cruzeiro do sul”.

Em 1994 sua canção “Tarde de sonhos” em parceria com Tavinho Bonfá é incluída no LP “Iluminar” gravado por Bonfá pelo selo Raiz Forte.

Em 1996 lança o CD “Pela fé” também com canções próprias, e em 1998 integra a equipe da Tibet Filmes compondo temas para as produções cinematográficas.

Recentemente lança o CD “A bossa em nós” em parceria com Iza do Eirado pelo selo Biscoito Fino.

 

ALOISIO DE ABREU

 

Em 2019 temporada de apresentações Do musical “Minha vida daria um bolero”. Ainda em 2019 dirige a comédia-monólogo “O Diabo em Mrs. Davis”, com Andréa Dantas, temporada na Casa de Cultura Laura Alvim – Espaço Rogério Cardoso. Em julho de 2018 estreou “Minha vida daria um bolero”, de Artur Xexéo, direção de Rubens Camelo e Paulo Denizot. Em novembro de 2017 estreou como ator em “AloisioFrankSinatraDeAbreu”, com direção de Ricardo Kosovski. De 14/09 a 07/10, Abreu cumpriu temporada no Porão da Laura Alvim. Atualmente continua em cartaz. Em junho de 2017 estreou “Karaokê – o Monólogo”, como autor e diretor. Este espetáculo foi indicado para o Prêmio do Humor Brasileiro nas Categorias Melhor Espetáculo e Melhor Performance, para Evelyn Castro. Em março de 2017 estreou como ator e autor em “Falando Frangamente”, solo de humor, com direção de Ricardo Kosovski. A temporada se estendeu até julho. Em fevereiro de 2018 cumpriu temporada na Cidade das Artes. De abril a julho de 2016 fez o show “Eles e Eu”. Em 2015 participou do espetáculo “Estúpido Cupido”, texto de Flavio Marinho e direção de Gilberto Gawronski. Ainda em 2015 escreveu a versão brasileira da peça “Cinco homens e um segredo”, original de Martin Casella. Em 2013 escreveu o musical “Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz”, com direção de João Fonseca. O musical fez nova estreia em agosto de 2019 no Teatro Riachuelo (RJ).

OUTROS TRABALHOS:

COMO ATOR destacamos: “PRK a Mil” (direção de Nelson Dantas), “Theatro Musical Brazileiro Parte I e Parte II” (direção de Luiz Antonio Martinez Correa), “Macbeth” (direção de Ricardo Kosovski), “O Rouxinol do Imperador” (direção de Miguel Falabella), “Lili, uma história de circo” (direção de Isabella Secchin), com este espetáculo, Aloisio foi indicado para o prêmio Mambembe de Melhor Ator e ganhou o prêmio Coca-Cola de Melhor Ator de 1989, “Ciúme” (direção de Marília Pêra), “Apareceu a Margarida” (direção de Aderbal Freire Filho), “O Doente Imaginário” (direção de Moacyr Góes), “O Século do Progresso” (direção de Antonio De Bonis), “That’s Besteirol” (direção de Aloisio de Abreu), “Esperando Godot” (direção de Zé Celso Martinez Correa), além da ópera “O Cavalinho Azul” (direção de Cacá Mourthé), “Subversões I”, “Subversões II”, “Subversões III-Unplugged” e “Subversões e 3 e ½” (todos com direção de Stella Miranda).

COMO AUTOR, escreveu os espetáculos “PRK a Mil” (direção de Nelson Dantas), “Mamãe foi às compras” (direção de Cláudio Gaya), “Subversões”, “Subversões II – Vestidos de Noiva”, “Subversões 3 – Unplugged”, “Subversões 3 e ½” e “Subversões Social Clubber” (todos dirigidos por Stella Miranda), “Na Festa de Bebete” (direção de Tânia Nardini), “Des- Contos de Fadas”, “Sobe o Pano!” (este último ganhou o prêmio Coca-Cola como um dos cinco melhores espetáculos do ano de 1999), “Intimidades” e “Intimidades II”, além de “Nesta data querida”, em parceria com Lícia Manzo. Também é de sua autoria os espetáculos: “Esse alguém maravilhoso que eu amei” (que também dirigiu junto com Cininha de Paula).

COMO DIRETOR, encenou os seguintes espetáculos: “Des-Contos de Fadas”, “Sobe o Pano!”, “Intimidades”, “Intimidades II”, “That’s Besteirol”, “Cócegas”, “Esse alguém maravilhoso que eu amei” e “Primeiro de Abreu”.

EM CINEMA, participou do filme “Primeiro de Abril, Brasil”, de Maria Letícia e do curta metragem “Os moradores da rua Humboldt”, de Luciano Moura. Participou também do longa “Canta, Maria”, de Francisco Ramalho Jr.(2005) É roteirista do longa-metragem “Embarque imediato”, de Alan Fitterman (2005). Colaborou no primeiro tratamento do roteiro do filme “Bem casados”, de Aluizio Abranches (2009).

EM TELEVISÃO, Aloisio de Abreu foi redator final do programa “A Diarista”. Além disso, foi roteirista dos programas “Sai de Baixo”, “Vídeo-Bula” e “A Grande Família”. Em 2008 escreveu o programa “Casos & Acasos”, em 2009 o programa “Junto & Misturado”, com Bruno Mazzeo. Em 2013 escreveu “Amor & Sexo” e “Junto & Misturado”.

Em 2006 escreveu, produziu, dirigiu e atuou no espetáculo “Primeiro de Abreu”, de sua autoria. Em 2007 estreou “Corações Encaixotados”, de Bosco Brasil. Em 2009 trabalhou como ator na novela “Três Irmãs”, de Antonio Calmon. Nos anos de 2010, 2011 e 2012, esteve em cartaz como ator em “Subversões 21”, de sua autoria, junto com Luís Salem. Em 2012, roteirizou, produziu e dirigiu o espetáculo “Isto aqui é rock’n’roll”, de fevereiro a maio, no Teatro Leblon. De janeiro de 2013 a fevereiro de 2015 cumpriu temporada como ator na peça “Nós sempre teremos Paris”, de Artur Xexéo, direção de Jacqueline Laurence, no Rio, SP e Brasília. Por essa peça, Abreu foi indicado para o Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator de 2014, em SP.

 

IZA EIRADO

 

Atriz de cinema, teatro e tv, e cantora.

No teatro tem experiências internacionais como a participação na montagem de “Les Troyennes”, direção de Dominique Quehec no Opera de la Bastille (Paris, 1990), e o estágio na Companhia do Théatre du Soleil, dirigida por Arianne Mnouschkine (1991).

Em 2019 participou do elenco de “As Comadres” musical de Michel Trembley, com direção de Ariane Mnouchkine e direção musical de Wladimir Pinheiro, que cumpriu temporada no Rio de Janeiro e São Paulo.

Atuou em filmes como “A grande arte” de Walter Salles Junior (1991), “Lavoura Arcaica” de Luiz Fernando Carvalho (2001).

Na televisão atuou em “Anos dourados” minissérie dirigida por Roberto Talma, produzida e exibida pela TV Globo, “Amazônia” novela dirigida por Tizuka Yamasaki produzida e exibida pela extinta TV Manchete.

Entre 1997 e 2015 realiza inúmeros shows com repertório do seu primeiro CD “novo amor” e de seu último CD “A bossa em nós” em parceria com Maurício Gueiros pelo selo Biscoito Fino.

Apresentação comemorativa do musical “Belchior: ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro”

O musical BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO que foi aplaudido por quase 20.000 pessoas, em 02 temporadas no Teatro João Caetano, onde estreou em abril 2019 (na Praça Tiradentes), na Sala Baden Powell, em Copacabana, no Teatro Municipal de Niterói, no Theatro José de Alencar em Fortaleza e no Teatro Liberdade em São Paulo conta um pouco da vida, da obra e dos pensamentos do cantor e compositor cearense, através de uma dramaturgia formada por trechos de entrevistas do próprio cantor.

O musical será apresentado no dia 26 de Outubro / 2019 no teatro RIVAL BR, em comemoração ao 73º aniversário de  Belchior no Teatro Rival BR.

Um dos roteiristas e diretor do espetáculo Pedro Cadore, conta um pouco sobre o processo de desenvolvimento do musical:

“Belchior me surgiu com força no segundo semestre do ano passado, época das eleições, onde tudo parecia estar perdido e de repente me veio o compositor/poeta falando sobre amor, medo, esperança, valorização da arte e tempos novos. A partir daí eu e a Claudia Pinto decidimos fazer uma organização de textos de suas entrevistas de tv, rádio e jornais. O intuito é passar muito mais que uma biografia, mas reviver um show de Belchior transmitindo toda sua filosofia e atmosfera. Belchior mesmo dizia que o trabalho do artista importa mais que o significado particular da sua vida. Então, entremeado a muita poesia e indignações, a peça conta a juventude do cantor cearense a partir do Cidadão Comum, personagem recorrente de suas canções e de alguma maneira seu álter ego”.

 

O ator e cantor Pablo Paleologo que dá vida ao cantor cearense explica que é uma responsabilidade muito grande interpretá-lo em cena! “Belchior tinha muita coisa pra dizer e muita coisa que precisa ser ouvida hoje em dia. E isso em canções de 1974, 1977… canções que, infelizmente, ainda são bastante atuais. Eu fico bem feliz de poder ser um tipo de “porta-voz” dele nos dias atuais, até porque acredito que pensamos de forma muito parecida e acredito que a música tem um jeito de fazer com que as pessoas ouçam o que precisa ser dito com mais ternura, mais clareza. E Belchior fazia isso como ninguém.  Belchior foi um cara extremamente enigmático, apaixonante, único!  O Brasil é um país de memória curta. E acho que esse espetáculo tenta mudar isso um pouco. É preciso manter viva a lembrança das coisas ruins que aconteceram para que elas não voltem a acontecer. E é preciso mantermos viva a memória dos grandes artistas que passaram pela história da nossa música. Belchior não vai morrer nunca”.

O ator Bruno Suzano que interpreta o Cidadão Comum, personagem recorrente nas canções de Belchior e de alguma forma seu alter ego comenta seu personagem: “Infelizmente moramos no país que tem um dos maiores índices de desigualdade do mundo. Dependendo do seu status, da sua roupa, do seu tom de pele, suas oportunidades vão aparecendo ou sumindo de vez. O Cidadão Comum é esse, que pela infelicidade do destino não pôde sonhar com um lugar além do seu trabalho rotineiro”.

O produtor João Luiz Azevedo comenta que é um privilégio manter um espetáculo grandioso como esse, com 02 atores/cantores + 01 banda com 06 músicos que tocam ao vivo durante toda apresentação + técnicos de som e luz sem 1 centavo de patrocínio: “É muito bom manter esse musical sobre um cara incrível como foi o Belchior, na garra, contando apenas com o dinheiro arrecadado nas nossas bilheterias.  Já fizemos 02 temporadas no RJ, 04 apresentações em Fortaleza, 03 em Niterói, sempre com sucesso de publico e criticas e já estamos agendados para apresentações em Mossoró (RN), Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS).

 Acompanhando os dois atores, o musical conta também com a participação de uma banda ao vivo com seis músicos – Dudu Dias (baixo), Cacá Franklin (percussão), Emília B. Rodrigues (bateria), Mônica Ávila (sax/flauta), Nelsinho Freitas (teclado), Rico Farias (violão/guitarra) – que apresentam 15 músicas ao vivo.

No repertório sucessos como: ‘Alucinação’, ‘Apenas Um Rapaz Latino Americano’, ‘A Palo Seco’, ‘Na Hora do Almoço’, ‘Todo Sujo de Batom’, ‘Coração Selvagem’, ‘Medo de Avião’, ‘Mucuripe’, ‘Conheço o Meu Lugar’, ‘Como Nossos Pais’, ‘Populus’, ‘Paralelas’, ‘Velha Roupa Colorida’, ‘Sujeito de Sorte’ e ‘Galos, Noites e Quintais’.

“BELCHIOR: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro” marca o resgate de Antonio Carlos Belchior, trazendo a tona seu discurso ainda atual em relação a política brasileira. O cantor acreditava na força do amor e na potência transformadora da arte na vida das pessoas. Diante de um cenário repleto de medo e inseguranças sobre o futuro do país, a voz desse belíssimo poeta se faz necessária para pensarmos um mundo igualitário.

O musical conta com a direção de Pedro Cadore, que também assina o roteiro ao lado de Cláudia Pinto. Mais do que sua biografia, o musical pretende mostrar ao espectador a filosofia de um dos ícones mais misteriosos da Música Popular Brasileira.

Biografia

O cantor e compositor Belchior nasceu dia 26 de outubro de 1946, em Sobral, norte do Ceará, e já no início da década de 70 veio para o eixo Rio-São Paulo tentar emplacar suas canções em festivais de música. O sucesso inicial aconteceu quando a cantora Elis Regina interpretou duas de suas músicas em seu espetáculo Falso Brilhante: “Velha Roupa Colorida” e “Como Nossos Pais”.

Belchior faleceu há dois anos, mas seus últimos dez anos de vida já foram de quase silêncio total para a mídia, com raras notícias, entrevistas ou shows.

Na primeira temporada, no Teatro João Caetano (RJ), os filhos do homenageado, Camila e Mikael Henman Belchior e a mãe Ângela, assistiram ao espetáculo e comentaram o quão emocionante foi a experiência:

“Nos emocionamos em ver uma produção sobre a obra do nosso pai tão alinhada com a  proposta artística dele. O foco nas palavras de Belchior, tanto de músicas quanto de entrevistas, enaltece o compromisso do espetáculo com a filosofia do artista. Desejamos vida longa ao musical “Ano Passado Eu Morri, Mas Este Ano Eu Não Morro” e que ele alcance o Brasil inteiro. Parabéns a todos pelo lindo trabalho e empenho, que tenha sido a primeira temporada de muitas por vir!”

Em Fortaleza, os irmãos Francisco Gilberto Belchior e Emilia Belchior rodeados de sobrinhos e a filha Vannick Belchior aplaudiram e se emocionaram com o espetáculo, sendo unanimes em afirmarem que o musical é uma linda e honesta homenagem ao seu irmão e pai Belchior.

“BELCHIOR: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro” é uma produção de João Luiz Azevedo, que promete trazer uma sessão de nostalgia aos fãs e aos que não conhecem sua poesia inigualável.

Certamente um musical diferente, simples e necessário.

BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O MUSICAL

Roteiro: CLÁUDIA PINTO e PEDRO CADORE

Direção: PEDRO CADORE

Atores: BRUNO SUZANO e PABLO PALEOLOGO

Músicos: CACÁ FRANKLIN (percussão), DUDU DIAS (baixo), EMILIA B. RODRIGUES (bateria), MONICA AVILA (sax/flauta), NELSINHO FREITAS (teclado) e RICO FARIAS (violão/guitarra)

Direção Musical: PEDRO NÊGO

Direção de Arte e Cenografia: JOSÉ DIAS

Iluminação: RODRIGO BELAY

Visagismo: BETO CARRAMANHOS

Produção Geral, Assessoria de Imprensa e Marketing: JOÃO LUIZ AZEVEDO

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos

Tempo de Duração: 70 minutos

Pontos de Venda de Ingressos: Bilheteria do Teatro.

 

Teatro Rival BR

Rua Álvaro Alvim 33 – Cinelândia

Preço dos ingressos: R$ 70,00 / R$ 35,00 (meia)

Dia 26 de outubro/ 2019 – 19:30h;

Próximas apresentações do espetáculo:

Dia 11 de outubro – Fortaleza no Theatro Via Sul;

Dia 13 de outubro – Mossoró no Teatro Municipal Dix Huit Rosado;

Dia 09 de novembro – Curitiba no Teatro Fernanda Montenegro.

“Mona canta Linda” no Maison de France

Abram alas que a primeiríssima Rainha do Rádio vai passar! Em 2019, Linda Batista, também conhecida como A Estrela do Brasil, completaria 100 anos. E é em homenagem a esse centenário que a cantora Mona Vilardo faz o espetáculo teatral “Mona canta Linda” no Teatro Maison de France – estreia no dia 16 de outubro (quarta-feira). A peça fica em cartaz todas as quartas-feiras até 11 de dezembro.
Cantora, atriz, escritora e professora de música, Mona tem uma pesquisa que já completa dois anos sobre a memória das Rainhas do Rádio – o famoso concurso da Associação Brasileira de Rádio, que deu o título por 11 anos a Linda, e que também marcou a clássica rivalidade de Marlene e Emilinha Borba. Em 2017, Mona estreou uma peça saudando Dalva de Oliveira, que passou pelos teatros Maison de France, Dulcina, da UFF e Municipal de Niterói.
O sucesso com o espetáculo em homenagem a Dalva motivou Mona a mergulhar na pesquisa sobre Linda Batista neste ano de centenário. Em junho, a artista lançou três clipes no YouTube com três canções que foram sucesso na voz de Linda – “Risque”, de Ari Barroso, “Vingança”, de Lupicínio Rodrigues, e “Me deixe em paz”, um samba de Monsueto. As gravações foram na Urca – importante cenário dessa história.
“Linda foi a rainha das marchinhas e a que ficou por mais tempo com a faixa de Rainha do Rádio. Foram 11 anos! Ela fazia coleções de joias e vestidos, e era considerada a mais chique entre as Rainhas do Rádio. Ao contrário de Dalva, não viveu um amor passional. O maior caso dela era com a própria carreira”, conta a artista e pesquisadora.
Livro infanto-juvenil
Esse ano, Mona lançou o livro infanto-juvenil “Dalva, minha vó e eu”, primeiro da coleção “Elas por ela — As rainhas do rádio por Mona Vilardo”. A publicação conta, através das memórias entre uma neta e a avó, detalhes da vida e das canções de Dalva de Oliveira Pelo sucesso da obra, Mona esteve na Festa Literária Internacional de Paraty de 2019.
Uma segunda edição está a caminho, e será lançada no Teatro Maison de France, na estreia da atual temporada de Mona. A obra tem o prefácio assinado por Ricardo Cravo Albin, e conta com a curadoria de Rona Hanning (curadora do espaço infantil da Bienal do Livro). “A ideia surgiu principalmente pela falta de registros da Época de Ouro do Rádio e de suas Rainhas para o público infantil, e já está sendo adotado em algumas escolas de Niterói”, explica a artista.
Ficha técnica
Texto: Marcia do Valle e Mona Vilardo
Direção: Vilma Mello
Direção musical e Arranjos: Marcelo Alonso Neves
Iluminação: Aurélio de Simoni
Cenário: Carlos Alberto Nunes
Figurino: Ney Madeira e Espetacular Produções Artísticas
Partituras e Arranjos : Alexandre Prado
Fotos e vídeos para divulgação: Lúcio Laranjeira
Design: Inova Brand
Fonoaudióloga: Verônica Machado
Produção: Filomena Mancuzo
Assessoria de imprensa: Matheus Vieira
Músicos: Kuko Moura (piano), Ricardo Nascimento (trompete), Ayres D’Athayde (percussão) e Francisco Falcon (contrabaixo acústico)
Serviço
“Mona Canta Linda”, de Marcia do Valle e Mona Vilardo
Com Mona Vilardo
Temporada de 16 de outubro a 11 de dezembro
Quartas-feiras, às 19h
Local – Teatro Maison de France – Av. Presidente Antonio Carlos 58, Centro – (21) 2544-2533
Ingressos: R$ 50 (inteira) / R$ 25 (meia-entrada) / R$ 20 (ONGs)
À venda na bilheteria e no site www.tudus.com.br
Classificação indicativa: 12 anos

Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças

O Rio de Janeiro ganha a partir de outubro um espaço dedicado a exibir e a pensar a arte feita para crianças e jovens. Trata-se do Núcleo de Produção de Arte e Cultura para a Infância e Juventude, que funcionará no Teatro 1 do Sesc Tijuca, Zona Norte do Rio. Estão previstas para o local a apresentação de obras inéditas de todas as linguagens, como temporadas teatrais, exposições e exibições de filmes, mesas de debates, oficinas, residências e outras atividades associadas. A ideia é atender ao público infantil e jovem, assim como pesquisadores e artistas interessados.

A inauguração do espaço será com a estreia do espetáculo “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças”, dia 5 de outubro, com temporada até 3 de novembro, aos sábados e domingos, às 16h. O musical, com direção geral de Diego Morais e direção musical de Claudia Elizeu, é a continuação do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, que contempla também “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças”, “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças”, “Bituca – Milton Nascimento para Crianças” e “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças”, espetáculos já assistidos por quase 200 mil pessoas e que somam juntos 12 prêmios de teatro infantil, entre outras 34 indicações.

O projeto do Núcleo de Produção de Arte e Cultura para a Infância e Juventude está sendo implementado em etapas, começando com estreias teatrais. Nestes últimos meses do ano, depois de “Rauzito Beleza – Raul Seixas para Crianças”, a agenda segue com “A saga de Dandara e Bizum a caminho de Wakanda”, da Confraria do Impossível, de 9 de novembro a 8 de dezembro, às 16h, e “O Voo de Iparum”, da Teatro Baixo, de 16 de novembro a 15 de dezembro, às 15h. A partir do ano que vem serão introduzidas atividades formativas associadas e agenda de atividades nas demais linguagens artísticas do programa Cultura do Sesc RJ: Artes Visuais, Audiovisual, Biblioteca, Literatura e Música.

A criação do Núcleo busca cobrir uma lacuna deixada pelo fechamento de espaços dedicados a esse público na cidade. Segundo a gerente de Cultura do Sesc RJ, Márcia Costa Rodrigues, o Núcleo do Sesc se privilegia da já consolidada atuação do Sesc diante dos públicos envolvidos e da possibilidade de diálogo entre a arte e a cultura com outras frentes de trabalho da Instituição.

“Nosso objetivo é oferecer um polo de referência para públicos, artistas e pensadores do campo das artes e da infância. Para isso escolhemos um local específico, diferenciado, para pesquisa, compartilhamento de ideias, saberes e fazeres artísticos, promovendo ainda uma integração entre os diferentes Programas, enriquecendo perspectivas e permitindo dinâmicas culturais ricas e singulares”, analisa Márcia Costa.

SERVIÇO

Núcleo de Produção de Arte e Cultura para a Infância e Juventude

Sesc Tijuca: R. Barão de Mesquita, 539

Inauguração: 5 de outubro, às 16h com “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças”

Temporada: Sábados e domingos, às 16h, até 3 de novembro

Ingressos: R$ 2,50 (habilitado Sesc), R$ 5 (meia-entrada) e R$ 10

Classificação: Livre

 

Saiba mais sobre “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças”

 

“Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” é a continuação do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, que, desde 2013, vem trazendo a obra de expoentes da música brasileira para as novas gerações, sendo contemplado em Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela sua relevância ao teatro infantil. Os espetáculos do projeto, “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças”, “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças”, “Bituca – Milton Nascimento para Crianças” e “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças”, já foram assistidos por quase 200 mil pessoas e somam juntos 12 prêmios de teatro infantil, entre outras 34 indicações.

Com direção geral de Diego Morais, direção musical de Cláudia Elizeu e roteiro original de Pedro Henrique Lopes, “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” se inspira na infância e em grandes sucessos de Raul Seixas para contar a história de um menino que era criativo demais. Tão criativo que sua falta de atenção ao mundo real começou a atrapalhá-lo na escola. A falta de foco e o excesso de energia de Raulzito traz à cena questionamentos sobre a rotina e o tratamento de crianças que apresentam traços de hiperatividade e déficit de atenção (TDAH).

Preocupados e sem entender a genialidade do filho, os pais de Raul tentam de tudo para que o menino se adeque aos moldes padrões da sociedade. Para desespero dos pais de Raulzito, Mêlo, amigo imaginário de Raul, se materializa para guiá-lo em uma viagem de descobertas e auto aceitação. Juntos, eles percebem que Raulzito não tem que ser igual aos outros, e que cada pessoa é diferente e especial do jeito que ela é.

“Acredito que o ‘Raulzito Beleza’ vai emocionar e divertir adultos e crianças. A mente extremamente criativa e o espírito livre de Raul Seixas fizeram com que ele se tornasse o gênio da música que nós conhecemos. Se ele tivesse se fechado e tentado ser só mais um, nós não teríamos as pérolas musicais que ele nos deixou. O espetáculo é uma ode à imaginação e à criatividade. É sobre se encontrar em você e em todos os universos que sua mente pode criar!”, coloca Pedro Henrique Lopes, autor do espetáculo.

“Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” valoriza a cultura musical brasileira, atenta para o valor da família e das relações humanas, apresenta grandes clássicos da música brasileira para as novas gerações, traz um espetáculo de alta qualidade artística, democratiza o acesso à cultura, estimula o debate sobre as diferenças e individualidades presentes em cada pessoa da nossa sociedade, respeita as diferentes formas de aprendizagem do ser humano, valoriza os diferentes tipos de inteligência, e une entretenimento e aprendizagem através de um espetáculo para toda família.

Grandes Músicos para Pequenos

 

“Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Depois, vieram “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças”, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ –  Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações – Bituca – Milton Nascimento para crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações – e “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças”, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações.

As quatro peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores. O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

FICHA TÉCNICA:

Direção Geral: Diego Morais

Direção Musical: Claudia Elizeu

Roteiro Original: Pedro Henrique Lopes

Elenco: Rodrigo Salvadoretti (Raulzito), Elisa Pinheiro (Maria Eugênia), Pablo Áscoli (Seu Raul) e Pedro Henrique Lopes (Mêlo)

Coreografias: Natacha Travassos

Cenário: Clivia Cohen e José Cohen

Figurinos: Clivia Cohen

Figurinista Assistente: Lucila Bélcic

Iluminação: Lúcio Bragança

Operação de Som: Leonardo Carneiro

Produtor Executivo: Heder Braga

Assistente de Produção: Layla Paganini

Produção e realização: Entre Entretenimento

BELCHIOR: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro

Pela primeira vez em Niterói, o musical “BELCHIOR: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro” orgulhosamente fará 03 únicas apresentações no Theatro Municipal de Niterói (Rua Quinze de Novembro, 35 – Centro, Niterói -Tel: 2620-1624), nos dias 06, 07 e 08 de agosto/2019, sexta-feira 20h, sábado às 19h e domingo às 18h, com ingressos a R$60 / R$30 (estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60).

O espetáculo que foi aplaudido por mais de 2000 pessoas, durante 3 apresentações no Theatro José de Alencar, em Fortaleza, conta um pouco da vida, da obra e dos pensamentos do cantor e compositor cearense, através de uma dramaturgia formada por trechos de entrevistas do próprio cantor.

O ator e cantor Pablo Paleologo dá vida ao cantor cearense, enquanto o ator Bruno Suzano interpreta o Cidadão Comum, personagem recorrente nas canções de Belchior e de alguma forma seu alter ego.

 Acompanhando os dois atores, o musical conta também com a participação de uma banda ao vivo com seis músicos – Dudu Dias (baixo), Cacá Franklin (percussão), Emília B. Rodrigues (bateria), Mônica Ávila (sax/flauta), Nelsinho Freitas (teclado), Rico Farias (violão/guitarra) – que realizam 15 músicas ao vivo, são elas: ‘Alucinação’, ‘Apenas Um Rapaz Latino Americano’, ‘A Palo Seco’, ‘Na Hora do Almoço’, ‘Todo Sujo de Batom’, ‘Coração Selvagem’, ‘Medo de Avião’, ‘Mucuripe’ (de Belchior e Raimundo Fagner), ‘Conheço o Meu Lugar’, ‘Como Nossos Pais’, ‘Populus’, ‘Paralelas’, ‘Velha Roupa Colorida’, ‘Sujeito de Sorte’ e ‘Galos, Noites e Quintais’.

“BELCHIOR: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro” marca o resgate de Antonio Carlos Belchior, trazendo a tona seu discurso ainda atual em relação a política brasileira.

Belchior acreditava na força do amor e na potência transformadora da arte na vida das pessoas. Diante de um cenário repleto de medo e inseguranças sobre o futuro do país, a voz desse belíssimo poeta se faz necessária para pensarmos um mundo igualitário.

 O musical conta com a direção de Pedro Cadore, que também assina a organização de textos ao lado de Cláudia Pinto. Mais do que sua biografia, a peça pretende mostrar ao espectador a filosofia de um dos ícones mais misteriosos da Música Popular Brasileira.

O cantor e compositor Belchior nasceu dia 26 de outubro de 1946, em Sobral, norte do Ceará, e já no início da década de 70 veio para o eixo Rio-São Paulo tentar emplacar suas canções em festivais de música. Seu sucesso inicial aconteceu quando a cantora Elis Regina interpretou duas de suas músicas em seu espetáculo ‘Falso Brilhante’: “Velha Roupa Colorida” e “Como Nossos Pais”.

Belchior faleceu há dois anos, mas seus últimos dez anos de vida já foram de quase silêncio total para a mídia, com raras notícias, entrevistas ou shows.

 Na primeira temporada, no Teatro João Caetano, os filhos do homenageado, Camila e Mikael Henman Belchior e a mãe Ângela, assistiram ao espetáculo e comentaram o quão emocionante foi a experiência:

“Nos emocionamos em ver uma produção sobre a obra do nosso pai tão alinhada com a  proposta artística dele. O foco nas palavras de Belchior, tanto de músicas quanto de entrevistas, enaltece o compromisso do espetáculo com a filosofia do artista. Desejamos vida longa ao musical “Ano Passado Eu Morri, Mas Este Ano Eu Não Morro” e que ele alcance o Brasil inteiro. Parabéns a todos pelo lindo trabalho e empenho, que tenha sido a primeira temporada de muitas por vir!”

Em Fortaleza, os irmãos Francisco Gilberto Belchior e Emilia Belchior rodeados de sobrinhos e a filha Vannick Belchior aplaudiram e se emocionaram com o espetáculo, sendo unanimes em afirmarem que o musical é uma linda e honesta homenagem ao seu irmão e pai Belchior.

“BELCHIOR: Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro” é uma produção de João Luiz Azevedo, que promete trazer uma sessão de nostalgia aos fãs e aos que não conhecem sua poesia inigualável.

Certamente um musical diferente, simples e necessário.

Próximas datas do musical:

Dias 20 e 22 / Setembro – Teatro Liberdade em São Paulo

Dia 11/outubro –  Teatro Via Mar em Fortaleza (CE)

Dia 13/outubro – Teatro Lauro Monte Filho em Mossoró (RN)

Dia 26/ Outubro (aniversário de Belchior) – Teatro Rival BR ( RJ )

Dias 09 e 10 / novembro – Teatro Fernanda Montenegro – Curitiba (PR)

FICHA TÉCNICA:

BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical

Organização de Textos: CLÁUDIA PINTO e PEDRO CADORE

Direção: PEDRO CADORE

Atores: BRUNO SUZANO e PABLO PALEOLOGO

Músicos: CACÁ FRANKLIN (percussão), DUDU DIAS (baixo), EMILIA B. RODRIGUES (bateria), MONICA AVILA (sax/flauta), NELSINHO FREITAS (teclado) e RICO FARIAS (violão/guitarra)

Direção Musical: PEDRO NÊGO

Direção de Arte e Cenografia: JOSÉ DIAS

Iluminação: RODRIGO BELAY

Produção Geral, Assessoria de Imprensa e Marketing: JOÃO LUIZ AZEVEDO

Theatro Municipal de Niteroi

Rua Quinze de Novembro, 35 – Centro, Niterói –  Telefone: (21) 2620-1624

Informações e reserva de ingressos pelo whatsapp (21) 99731-093

Dias 06, 07 e 08 de setembro/2019.

Sexta 20h, sábado às 19h e domingo 18h

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos

Valor dos ingressos: R$ 60,00 / R$ 30,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e idosos acima de 60 anos)

Tempo de Duração: 70 minutos

Pontos de Venda de Ingressos: Bilheteria do Teatro.

Produção: Boca Fechada Produções Artísticas

“Monstros” no Teatro PetroRio das Artes

Pais e mães têm sempre grandes expectativas em relação a seus filhos e vice-versa. Mas como lidar quando os sonhos e desejos não são correspondidos? Como lidar com nossos próprios impulsos e emoções? Este é o ponto de partida de Monstros, primeiro musical argentino contemporâneo montado no Brasil. O premiado espetáculo de Emiliano Dionisi, com músicas originais de Martín Rodríguez, estreia dia 6 de setembro e fica em temporada no Teatro PetroRio das Artes, no Shopping da Gávea, sempre às sextas e sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h, até 27 de outubro. A adaptação brasileira ganhou direção de Victor Garcia Peralta, direção musical de Azullllllll e elenco que reúne Claudio Lins e Soraya Ravenle na pele de quatro personagens que fazem o público refletir sobre as crueldades ocultas nas relações familiares e cotidianas.

A trama acompanha a história de Claudio e Sandra, pessoas aparentemente comuns e que só se conhecem porque seus respectivos filhos, Francisco e Luíza, estudam na mesma escola. Eles têm certeza de que seus filhos são especiais e acima da média, apesar de alguns probleminhas na escola, ou questões de relacionamento com outras crianças. Mas nada que o amor desses pais veja como desvios de conduta. Aos poucos, como monstros saindo do armário, as verdadeiras faces dessas famílias vão se revelar.

“O musical põe em cena temas com os quais eu tenho gostado de trabalhar: as relações familiares, educação, infância e, principalmente, a dificuldade que temos de nos colocar do lugar do outro, de exercer a empatia”, explica Victor Garcia Peralta. “Em Monstros, temos um pai e uma mãe que não conseguem olhar de verdade para os seus filhos e que têm dificuldade de lidar com as expectativas frustradas”, acrescenta o diretor, que assistiu à primeira montagem do texto, em Buenos Aires, há três anos.

Na encenação, Claudio Lins e Soraya Ravenle interpretam os pais Sandra e Claudio, mas também seus respectivos filhos, Luíza e Francisco. E assim, percorrem um arco dramático que vai do orgulho ao terror. “Quando o Victor me falou que tinha visto este espetáculo em Buenos Aires, fiquei muito intrigado. Afinal, um musical original com um texto potente e apenas dois atores é algo raro. Consegui assistir ao espetáculo na Argentina e fiquei entusiasmado. Que grade desafio para um ator! Falar das aflições da paternidade é algo com o qual eu me identifico completamente nesse momento da minha vida”, comenta Claudio, que tem um filho de 7 anos.

Atriz com mais de três dezenas de musicais no currículo, Soraya Ravenle chama a atenção para a densidade do texto, que não costuma ser habitual nos espetáculos do gênero. “É uma peça sofisticada, de dramaturgia contemporânea e fragmentada, que fala muito sobre a violência que nos cerca. Há uma grande incapacidade de enxergar verdadeiramente o outro, de ter calma para compreender quando as atitudes das pessoas não são as mesmas que as nossas. A peça põe em cena uma mãe e um pai que amam os filhos, mas que não conseguem se comunicar com eles”, define a atriz e cantora.

O espetáculo conta com oito canções originais, com tradução e versões de Victor Garcia Peralta e Claudio Lins e novos arranjos de Azullllllll, que assina a direção musical e estará em cena com um set eletrônico. Na montagem argentina, os atores eram acompanhados por uma banda, mas, na adaptação atual, a equipe optou por uma produção eletrônica.

 

“Uma sonoridade que aborda do imaginário infantil ao terror para criar uma espécie de realidade onírica e cruel. Há também, nos arranjos, a noção ancestral da relação que temos com nossos pais e nossas paternidades e, por isso, um aspecto sensorial e emocional nas canções. Evoco elementos musicais da nossa ancestralidade brasileira e afro-brasileira e recorro, também, a estéticas eletrônicas, como a das séries “Stranger Things” e “Dark”, buscando a contemporaneidade necessária para dialogar com a diversidade cultural que o povo brasileiro carrega e consome”, define Azullllllll. “Cada música adiciona uma camada ao entendimento da peça, fortalecendo a trama e ajudando a conduzir a energia do espetáculo”, acrescenta.

Também fazem parte do time criativo Fernando Rubio (cenário), Claudio Tovar (figurino) e Maneco Quinderé (iluminação).

Prêmios

 

Selecionado em 2015 como melhor projeto de teatro musical na Bienal de Arte Jovem de Buenos Aires, o texto Monstros teve uma carreira surpreendente. Desde que estreou, no mesmo ano de 2015, até suas últimas apresentações, em 2018, o espetáculo acumulou casas lotadas, excelentes críticas e cerca de 17 prêmios do teatro argentino, além de montagens no Uruguai e na República Dominicana. Na Argentina, venceu o 1º Prêmio Trinidad Guevara (Melhor trilha original), o 1º Prêmio Argentores (Melhor música), ganhou sete Prêmios Hugo (Hugo de Oro – espetáculo do ano,  Melhor musical, Melhor direção, Melhor atriz de musical, Melhor ator de musical, Melhor libreto de musical argentino e Melhores letras de musical argentino) e quatro Prêmios ACE (Melhor Musical, Melhor direção de musical, Melhor ator de musical e Melhor música original). No Uruguai, venceu quatro Prêmios Florencio Sanchez (Melhor musical, Melhor atriz de musical, Melhor ator de musical e Melhor música original).

 

Claudio Lins

Atuou em grandes musicais como “Ópera do malandro” (2003/2006), “Gota d’água” (2009), “Milton Nascimento – nada será como antes” (2012/2013), “Elis, a musical” (2013/2015), “O beijo           no asfalto – o musical” (2015/2016) e “O musical da Bossa Nova” (2017/2018),     entre   outros. Na TV, esteve nas novelas “História de amor” (1995), “Esmeralda”   (2004), “Uma rosa com amor” (2010), “Babilônia” (2015), “Malhação” (2017),    além do reality musical “Popstar” (2017). Tem dois discos gravados e compôs para os espetáculos “O beijo    no asfalto – o musical” e “Senna – o          musical”.

Soraya Ravenle

Uma das grandes atrizes do musical brasileiro, foi revelada para o grande público no musical “Dolores” (1999), onde interpretava a cantora Dolores Duran. Atuou ainda em “South American Way – a vida de Carmem Miranda” (2001), “Ópera do Malandro” (2003/2006),   “Sassaricando – e o Rio inventou a marchinha” (2007/2008), “Um violinista no telhado” (2011) e “Instabilidade perpétua” (2017/2019), entre outros. Esteve nas novelas “Laços de família” (2000), “Beleza pura” (2008), “Paraíso” (2009), “Malhação” (2011) e  “I love Paraisópolis”  (2015). Tem dois discos de carreira.

Victor Garcia Peralta

Responsável pela direção de “Tebas Land”  (2018), uma das grandes sensações da temporada, Victor também dirigiu ”Decadência” (1999), “Dorotéia minha” (2002), “Quartett” (2006), “Não sou feliz mas tenho marido” (2006), “Os homens são de Marte… E é pra lá que eu vou” (2005), “Quem tem medo de Virgínia Wolff” (2014), “Sexo, drogas e rock’nroll” (2015) e “Euforia” (2017/2018), entre outros. Ainda na Argentina, dirigiu “As lágrimas amargas de  Petra Von Kant” (1987), o musical “Gypsy” (1992), além de adaptações de “A   partilha” e “Submarino”, textos de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa.

Azullllllll

Desenvolve trabalhos nos campos da música, performance, artes visuais e cênicas. Atualmente, apresenta o show ‘Azullllllll’, exibe a instalação interativa ‘Maquina de Contato’ no Centro Cultural Oi Futuro com o Koletivo Machina, do qual é integrante, e produz a coluna de performance ‘#mimesetranseincorporacao’ no site Heretica.co. Dois dos seus trabalhos performativos em andamento são ‘@continuovive’ (instagram) e ‘sem título’. Assinou a direção musical dos espetáculos ‘Ajuste’, ‘bicho’ e ‘Cara de Fogo’, com direção de Georgette Fadel; ‘Naquele Dia Vi Você Sumir’, parceria com Áreas Coletivo e Magiluth; e ‘Instabilidade Perpétua’, com atuação de Soraya Ravenle.

Sinopse curta

 

O premiado musical acompanha o complexo relacionamento de Claudio e Sandra com seus respectivos filhos.

Sinopse longa

O premiado musical Monstros conta a história de Claudio e Sandra, adultos que se cruzam casualmente porque seus filhos estudam no mesmo colégio. Sandra tem tanto orgulho de sua filha Luíza como Claudio tem de seu filho Francisco. Eles têm certeza de que seus respectivos filhos são especiais. Talvez, acima da média. Qualquer problema na escola ou questões de relacionamento com outras crianças são encarados de maneira normal. Nada que o amor sufocante e cego desses pais possa ver como desvios de conduta. Mas, aos poucos, como monstros saindo do armário, as verdadeiras faces dessas famílias vão se revelando, com suas relações caóticas e cotidianas, até um desfecho tão surpreendente quanto inevitável.

Ficha técnica

 

Texto: Emiliano Dionisi

Direção: Victor Garcia Peralta

Elenco: Claudio Lins e Soraya Ravenle

Músicas: Martin Rodriguez

Tradução e versões: Victor Garcia Peralta e Claudio Lins

Direção musical e musicista: Azullllllll

Cenário: Fernando Rubio

Figurino: Claudio Tovar

Iluminação: Maneco Quinderé

Assessoria de Comunicação: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Mídias Sociais: Beto Feitosa

Design gráfico: Alexandre Castro

Direção de produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela

Produção: Galharufa Produções Culturais

Produção Executiva: Anna Bittencourt

 

Serviço

Espetáculo “Monstros”

Temporada: 6 de setembro a 27 de outubro

Teatro PetroRio das Artes: Rua Marquês de São Vicente, 52 – Shopping da Gávea, Rio de Janeiro – RJ

Telefone: 2540-6004

Dias e horários:  6ª e sáb., às 21h, e dom., às 20h.

Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia).

Duração: 1h40

Lotação: 421 pessoas

Classificação Etária: 14 anos

Funcionamento da bilheteria: 2ª a dom., das 15h às 20h. Após às 20h, apenas para as peças do dia.

Instagram: @monstrosomusical

Marlene Dietrich – as pernas do século

A biografia musicadaMarlene Dietrich – as pernas do século”, primeira montagem teatral brasileira sobre Marlene Dietrich, escrita pelo dramaturgo Aimar Labaki e direção de William Pereira, estreia dia 13 de setembro no Teatro Prudential, com Sylvia Bandeira, ao lado de José Mauro Brant, Marciah Luna Cabral e Mauricio Baduh.

Marlene Dietrich – as pernas do século” é uma peça sobre o amor e o tempo. Revisita a história de vida de uma grande artista e símbolo sexual, mas principalmente de uma mulher corajosa que nunca abriu mão do amor e da liberdade.

Atriz e cantora, Marlene Dietrich (1901-1992) foi uma das personalidades mais marcantes do século XX. No cinema, no teatro e na música, Dietrich se destacou por sua originalidade e perfeccionismo. Grandes compositores escreveram canções especialmente para ela. Foi um dos maiores símbolos sexuais do cinema – seu rosto, pernas e voz já fazem parte do imaginário de gerações. 

Por sua movimentada vida amorosa passaram Eric Maria Remarque, Jean Gabin, Yul Bryner, Ernest Hemingway, Burt Bacharach, Frank Sinatra, Cole Porter, entre outros. Desde o início de sua carreira, Dietrich esteve sempre no centro dos acontecimentos: na Berlim dos anos 20; em Hollywood, a partir dos anos 30; no front da II Guerra Mundial, quando cantou para os soldados; em Paris e Nova York nas décadas seguintes. Sua história mistura-se com a história do século XX.

SINOPSE

No final da vida, já bem idosa, Marlene conhece um jovem que não faz a menor ideia de quem ela seja, e sequer ouviu falar do mito Marlene Dietrich. Já às vésperas de completar 90 anos, ela acaba seduzindo o rapaz de uma forma bem diferente de quando brilhava absoluta no cinema e nos palcos. Se hoje não conta mais com o frescor da juventude nem com as lendárias pernas, seu charme e inteligência estão mais vivos do que nunca, e somados a uma grande aliada: a memória. Ao narrar para o desavisado rapaz sua trajetória, a diva o envolve e o fascina por ter sido testemunha e personagem dos acontecimentos mais marcantes do século XX: desde o crescimento do nazismo na Alemanha dos anos 1920, passando pelo glamour de Hollywood dos anos 30 a 50, sua experiência no front da II Guerra, até os anos 70, pelos palcos do mundo, New York, Londres, Rio de Janeiro, Tókio.

 

A MONTAGEM  

‘A diva alemã é humanizada em espetáculo delicioso’  Barbara Heliodora  

Trazendo em cena quatro atores/cantores e três músicos, Marlene Dietrich – as pernas do século” se define como uma biografia musicada. No papel de Dietrich, Sylvia Bandeira desfila as memórias de Marlene e utiliza-se de canções interpretadas pela diva para ilustrar seu relato. São canções de Burt Bacharach, Cole Porter, Kurt Weill e George Gershwin, além das francesas, “La Vie en Rose”, “Que Reste T-il de Nos Amours” e da emblemática “Lili Marlene”. 

José Mauro Brant é o jovem a quem Marlene seduz com sua vivência. Marciah Luna Cabral e Maurício Baduh desdobram-se em vários personagens, dando vida às memórias da atriz – sua relação destemida com amores e família, os produtores e diretores de cinema e teatro, os números musicais dos filmes, peças e shows. 

As grandes canções do repertório de Dietrich são cantadas em inglês, alemão, francês e até em português!

 

FICHA TÉCNICA: 

Texto: Aimar Labaki

Direção e Cenografia: William Pereira

Elenco: Sylvia Bandeira, Marciah Luna Cabral, José Mauro Brant, Maurício Baduh

Direção Musical e Arranjos: Roberto Bahal

Figurino: Marcelo Marques 

Visagismo: Beto Carramanhos 

Iluminação: Paulo Cesar Medeiros

Preparação Vocal: Marciah Luna Cabral 

Preparação Corporal: Marcia Rubin 

Coreografia do Tango: Paulo Masoni 

Programação Visual: Cacau Gondomar

Músicos: Piano – Roberto Bahal, Clarinete – Vinícius Carvalho, Violoncelo – Luciano Correa

Direção de Produção: Diga Sim Produções e Cacau Gondomar

Produtores Associados: Minouskine Produções Artísticas e Diga Sim Produções.

Assessoria de Imprensa: Luiz Mena Barreto 21 99872-5534

 

SERVIÇO:

Teatro Prudential – Rua do Russel, 804 – Glória 

De 13 de setembro a 06 de outubro

Sextas e sábados às 21h, Domingos às 19h

Sextas – R$ 70,00

Sábado e domingo – Plateia central R$ 80,00 e Plateia lateral R$ 70,00

Duração: 90 minutos

Classificação etária: 18 anos

 

MARLENE DIETRICH 

Em dezembro de 1901, nasce em Berlim Marie-Magdalene. Filha de um militar morto no front de batalha, a pequena Marlene tem uma infância difícil, em meio a uma Alemanha totalmente devastada pela guerra. Após o fim da I Guerra Mundial, Marlene segue então para um internato em Weimar, a cidade de Goethe, que já conhecia e por quem se apaixona: “Li todos os seus livros, segui todos os seus ensinamentos”. Nessa época, ela não se achava bonita e aprende a tocar piano.

Alguns anos depois, Marlene vai para a escola de teatro Max Reinhardt e participa de vários espetáculos. Além de inúmeras peças, atua em 17 filmes. Em 1929, em “Kiss your hand, Madame”, ela já ensaia a personagem cínica, sexy e temperamental que a tornaria famosa. Atuando em “Duas gravatas”, é vista pelo diretor Josef Von Sternberg. Por suas mãos, estoura no cinema em “Anjo Azul”. Marlene parte para a América, para atuar nos grandes estúdios em Holywood.

Em 1932, a mando de Hitler, recebe várias propostas que a tornariam a maior estrela da Alemanha. Diante da sua recusa e insinuações, os nazistas a acusam de estar “infectada” pela propaganda americana. Revoltada com a situação em seu país natal, ela passa treze anos sem voltar a Berlim.

No final de 1943, a estrela deixa para sempre os estúdios e Hollywood. Como filha de um soldado, sentia necessidade de lutar por seus ideais. Com a patente de coronel, Marlene parte para o front para cantar para os soldados e trazer-lhes algum alento em meio aos horrores da guerra. Atuava sobre toscas plataformas de madeira instaladas nos campos, com apenas os faróis do jipe para iluminá-la, ou até mesmo debaixo da chuva, sob tendas de lona ou em cima de caminhões. Marlene estava sempre uniformizada como um GI. Ela gostava de parecer apenas mais um soldado.

Com o fim da guerra em 1945, volta para Nova York e declara: “Sou apenas um GI de volta ao lar”. Ainda neste mesmo ano, regressa enfim, a uma Berlim em ruínas para enterrar sua mãe. Com isso, rompe-se o último vínculo que a ligava a seu país.

Em 1953, num uniforme de diretor de circo, estala o chicote diante de leões num show beneficente na Madison Square Garden. A partir daí, inicia uma nova fase de sua carreira e percorre várias cidades do mundo, inclusive o Rio de Janeiro, cantando músicas que se tornaram célebres na sua voz. 

Em seu primeiro tour alemão, percebe que o nazismo ainda não está morto. Em algumas performances, ovos e tomates são arremessados ao palco, além de ameaças de bombas, mas nada faz com que ela mude de idéia. Ela amava a sua pátria. 

Em seu último show, na Austrália, já debilitada devido a acidentes que arruinaram gradativamente o movimento de suas famosas pernas, ela tomba no palco e fratura o fêmur. Marlene não mais se recupera. Recolhe-se ao seu apartamento em Paris, onde permanece até o último dos seus dias, quarta- feira, 6 de maio de 1992: “Como é estranho – escreveu Erik Hanut – escolher um dia tão comum, tão pacífico, para morrer”.

“Out Of Water Musical”, versão americana do premiado “Cargas D’água – Um Musical de Bolso”, estreia em Nova Iorque

O musical autoral brasileiro “Cargas D’Água”, escrito por Vitor Rocha, ganhou uma versão americana e está em cartaz em Nova Iorque. O espetáculo teve duas temporadas de sucesso no Brasil e chegou a se apresentar em cidades do interior de São Paulo e Minas Gerais e Brasília.

O espetáculo conta uma história que começa bem no meio do Brasil, só que um pouquinho para cá: no sertão mineiro. Onde um menino perde a sua venerada mãe e acaba por esquecer o seu próprio nome, pois seu padrasto, agora o único membro da família, só o chama por “moleque”. Mas tudo muda quando ele faz um amigo, nada comum, um peixe, e começa a ver toda a sua história com outros olhos. Agora ele tem uma missão: levar seu amigo para ver o mar. Uma missão que seria muito fácil se ele não tivesse inventado de contornar o país inteiro por dentro antes de sair no litoral. Em sua jornada, o moleque acaba encontrando distintos personagens que o ajudam ou atrapalham, e de alguma forma, o obrigam a enfrentar os maiores medos dos homens. Entre os personagens estão Charles e Pepita, dois artistas peculiares que ajudam o moleque a dar sentido para sua jornada e consequentemente, para sua vida e para a deles.

O responsável por levar o espetáculo aos EUA foi Edu Medaets, produtor e ator, que integra o elenco no papel do personagem “Kid”, que na versão original chamava-se “Moleque”. Para completar o time de “Out Of Water”, título em inglês, os atores Pedro Coppeti, Helora Danna e Maite Zakia, interpretam Charles e Pepita, respectivamente, e contam ainda com Rony Dutra, cover do personagem Charles. Para a escolha do elenco, foram abertas audições apenas para atores e atrizes brasileiros que residem em Nova Iorque, a equipe criativa também é formada por brasileiros. O texto, versionado por Isa Bustamanti, ganhou adaptações de piadas e expressões para o público americano e alguns novos elementos de cenário, feitos pela Set Design Juliana Suaide, ajudarão a levar um pouco mais do sertão de Minas Gerais para Nova Iorque.

O musical estreou em 2018, no Brasil, escrito por Vitor Rocha, com músicas do mesmo ao lado de Ana Paula Villar. No elenco estiveram, além de Vitor e Ana Paula, André Torquato, Gustavo Mazzei, Davi Novais e Victória Ariante. A produção rendeu o prêmio de Revelação no Prêmio Bibi Ferreira 2018 a Vitor Rocha, por texto e música do espetáculo. O espetáculo também recebeu indicações aos prêmios Reverência e Aplauso Brasil, além do Destaque Imprensa Digital.

Em Nova Iorque as apresentações acontecem no TADA! Theater, com sessões aos sábados e domingos, os ingressos estão à venda pelo site Eventbrite.

Ficha Técnica:

Cast:

Eduardo Medaets (Kid)

Helora Danna (Pepita)

Maite Zakia (Pepita)

Petro Coppeti (Charles and Kid u/s)

Ronny Dutra (Charles u/s)

Book: Vitor Rocha

Score And Lyrics: Ana Paula Villar & Vitor Rocha

Direction: Renata Soares and Ronny Dutra

Musical Direction: Ana Paula Villar

Set Design: Juliana Suaide

Costume Design: Maite Zakia

Stage Manager: Benjamin Vigil

Production Assistant: Beatriz Cavalieri

Serviço:

Location: TADA! Theater – 15 West 28th Street. New York, NY 10001. United States

Sábado às 14h e 20h e Domingo às 15h

Ingressos: $25 – $30

Vendas pelo site Eventinbrite

Drama espírita “Renúncia, o Musical” é a atração do dia 21 de agosto no Teatro Rival Petrobras

Arte transcendental é a novidade na programação de agosto do Teatro Rival Petrobras. No dia 21, a companhia teatral Mensageiros apresenta a peça “Renúncia, o musical”, baseada no famoso romance de Emmanuel, psicografado pelo médium Chico Xavier, morto em 2002. O texto descreve a existência de Alcione, espírito que passa por uma encarnação de renúncias e dedicação a todos que o cercam, demonstrando heroísmo e lealdade na frívola Paris do reinado de Luís XIV. Graças a uma minuciosa pesquisa histórica, os figurinos remontam ao período entre os anos de 1620 a 1710.

O espetáculo fala do sacrifício de amor desse abnegado espírito que volta à luta terrestre para estar com aquele ser por quem havia intercedido no plano espiritual, propondo-se ajudá-lo nas provas, expiações e reparações da nova existência na Terra. O grande amor do passado, os acertos e desacertos, as novas conquistas espirituais e a dedicação amorosa da doce Alcione servem de moldura para o desenrolar ágil e envolvente dessa trama, marcada, também, por sentimentos violentos, alertando-nos para a ilusão da matéria ante as realidades eternas do espírito.

Emmanuel nos oferece, ainda, o relato de mais uma de suas encarnações, como Padre Damiano, vigário da igreja de São Vicente, em Ávila.

 

 

Sobre a companhia teatral Mensageiros

 A companhia foi fundada em 2000 e estreou com a peça “Há 2.000 anos” no teatro João Caetano. Surgiu da reunião de atores profissionais e amantes da arte espírita/espiritualista e afins  para levar aos palcos peças com este cunho específico, ou seja,  arte transcendental.

E o que é transcendental? Segundo o Dicionário Aurélio, transcendental é tudo aquilo que ultrapassa os limites da experiência; metafísico; algo que supõe-se a intervenção de um princípio que lhe é superior; que transcende do sujeito para algo fora dele; que se eleva além de um limite ou de um nível dado; que ultrapassa a nossa capacidade de conhecer. Portanto, transcendental vai muito além da matéria, diz respeito a espiritualidade dos indivíduos.

Nosso objetivo não é o de fazer proselitismo, mas o de informar e participar deste grande movimento da arte transcendental que abrange peças de teatro variadas, músicas e até mesmo filmes norte-americanos, como “Ghost”, “Amor além da vida” e “O sexto sentido”.

 

Ficha técnica

Adaptação e direção geral: Caíque Assunção

Direção musical: Antonio Sciamarelli

Elenco: Bethania Buckton, Caíque Assunção, Lia Evangelista, Priscilla Lanter, José Eudes, Dario Ralm e Alessandra Wolf

Iluminação: Dasio Castro

Multimídia: Alessandra Wolf

Gênero: drama espírita

Tempo: 90 minutos

 

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 21 de agosto (quarta-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$60,00 (inteira) R$30,00 (lista amiga e mediante a 1kg de alimento não perecível) Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo

“Las Panamericanas” estreia dia 23

O SESC Tijuca recebe de 23 de agosto a 15 de setembro, de sexta a domingo sempre às 19h, o espetáculo Las Panamericanas – grandes sucessos de ontem, hoje e sempre.  Estruturado a partir de números musicais e coreográficos, numa homenagem ao teatro de revista brasileiro, o espetáculo tem como mote o retorno ao Brasil de  “Las Panamericanas” após quase 2000 anos de sucesso internacional, circulação por diversos países e inúmeros prêmios. Depois de espalhar brilho e glamour de Berlim a Madagascar, elas voltam à sua terra natal para encantar o público brasileiro com os melhores momentos de sua carreira. Em meio à balas perdidas, helicópteros com fuzis e crise econômica, apresentam o caminho do riso, do prazer e da liberdade como uma potência revolucionária. Este teatro de revista contemporâneo mistura Techno brega com Doris Day, sereias fugidas de Atlântida com dançarinas de flamenco, Cleópatra com Pedro Almodóvar, para realizar um espetáculo divertidíssimo onde a mulher deixa de ser a partner (lugar que ocupou durante muito tempo na história do circo) para se tornar a protagonista absoluta.

A montagem é fruto de uma extensa pesquisa realizada pelas quatro integrantes do grupo: Ana Carolina Sauwen, Florencia Santángelo, Nara Menezes e Natascha Falcão. Elas são atrizes, cômicas, palhaças com percursos individuais consolidados e que se uniram pelo interesse comum em investigar as potências cênicas que surgem a partir da união entre a palhaçaria e o burlesco e a necessidade da prática, reflexão e discussão sobre o corpo feminino cômico, suas subversões e potências. O grupo realizou uma série de números que se apresentou nos maiores festivais de palhaçaria feminina do Brasil ao longo de dois anos e o excelente retorno do público motivou a criação do espetáculo. “Uma das bases do trabalho do palhaço é o mergulho no próprio ridículo, no seu fracasso pessoal. Já o burlesco explora a beleza, a afirmação da sensualidade de todos os corpos, o empoderamento. O material artístico que surge a partir da união desses dois mundos é muito rico, cheio de camadas e oposições e isso nos levou à criação do nosso lema, uma mistura de Beckett com Dercy Gonçalves: ‘Fracasse. Fracasse de novo. Fracasse melhor. Fracasse coberta de glitter’”, afirma Ana Carolina.

Nesse encontro brilhoso entre a palhaçaria feminina e o burlesco, o figurino assinado por Natascha Falcão se tornou, na visão do coletivo, um dos balizadores na linguagem que está sendo construída em Las Panamericanas. “É nosso desejo que o figurino traga consigo tanto a estética do burlesco como a da palhaçaria ao revelar personalidades\peculiaridades de cada uma de nossas figuras e favorecer a possibilidade de jogo quando, por exemplo, a palhaça fica aliviada ao tirar um espartilho, ou quando joga com um desconforto estético, ou quando está tão orgulhosa de estar tão maravilhosa… são muitas as possibilidades”, destaca Natascha. Ao todo, são 11 trocas de roupas e mais de 21 adereços.

Com uma equipe majoritariamente feminina o quarteto de palhaças contou com o aporte artístico de Delirious Fenix, artista não binário que já dividiu os palcos com grandes nomes do burlesco mundial como Dirty Martini e Miss Indigo Blue. Para alguns números de dança a equipe teve o olhar criterioso de Eliane de Carvalho, pesquisadora, diretora e dançarina especializada em dança Flamenca. Já a supervisão cênica é assinada por Andrea Macera, uma das mais importantes palhaças brasileiras, com mais de 20 anos de atuação profissional.  “Como mulheres artistas queremos nos fortalecer dentro do mercado, ocupando cargos cada vez mais relevantes dentro da cadeia de produção. Darmos esse espaço para nossas colegas mulheres é uma oportunidade que queríamos aproveitar”, destaca Florencia.

Sinopse

Depois de circular por diversos países do mundo apresentando seus espetáculos, Las Panamericanas estão de volta ao Brasil, laureadas com diversos prêmios internacionais, para trazer ao publico brasileiro as maiores pérolas de seus 2000 anos de carreira mundial na qual vem arrancando elogios de importantes figuras como Marylin Monroe,  Frida Kahlo e Beyoncé.

Las Panamericanas – grandes sucessos de ontem, hoje e sempre

Temporada: 23/08 a 15/09 de 2019

Dia\Hora: de sexta a domingo, sempre às 19h

Local: SESC Tijuca (Teatro II)

Endereço: Rua Barão de Mesquita, 539 – Tijuca

Valor: R$30(inteira)\R$15(meia)\R$7,50 comerciários

Telefone: 3238-2139

Duração: 60 minutos

Capacidade: 50 lugares

Classificação: 14 anos

Ficha técnica

Idealização e Direção: Las Panamericanas
Elenco: Las Panamericanas (Ana Carolina Sauwen, Florencia Santángelo, Nara Menezes e Natascha Falcão)
Supervisão de Direção: Andrea Macera
Dramaturgia: Las Panamericanas e Andrea Macera
Consultoria de Burlesco: Delirious Fenix
Assessoria de Flamenco: Eliane Carvalho
Figurinista: Natascha Falcão
Assistente de figurino: Anna Fernanda

Costura: Reinaldo Patrício e Vicentina Mendes
Aderecista: Reinaldo Patrício

Iluminadora: Ana Luzia de Simoni

Consultoria de cenário: Elsa Romero

Operação de som: Jessyca Meireles
Operação de luz: Cris Ferreira

Locuções: Guillermo Navas, Deborah Valença e Pablo Aguilar

Assessoria de comunicação: Lyvia Rodrigues (Aquela que divulga)
Design gráfico: CROMA
Fotografia: Renato Mangolin
Assistente de produção: Gabrielly Vianna
Produção: Pagu Produções Culturais

Musical Fame ganha versão assinada por Victor Maia

No segundo semestre o CEFTEM (Centro de Estudo e Formação em Teatro Musical), chega cheio de novidades, uma delas é o espetáculo Fame que estreia na próxima sexta, 2 de agosto, e faz curta temporada, até 11 de agosto no Teatro Cesgranrio, todas as sextas, sábados e domingos às 20h. Com sessões extras nos dias 4, 10 e 11 às 16h e no dia 8 de agosto, quinta-feira, haverá sessão extra às 20h.

Com direção, e coreografia, de Victor Maia, Fame conta a história de um grupo de alunos empenhados a se formarem como artistas, no dia a dia de uma escola de artes performáticas muito rigorosa. Durante os anos que se passam lá dentro, eles descobrem mais sobre eles mesmos, sobre amor, limites, vocação e principalmente sobre os limites para se conquistar a tão desejada fama.

– O Reiner Tenente, criador é coordenador do CEFTEM, me faz sentir em casa, ele foi por algum tempo meu colega de faculdade e o CEFTEM foi o lugar que eu busquei para me reciclar como performer de musicais, após a minha conclusão do curso universitário. De aluno virei professor, e agora diretor! É um prazer! – diz Maia sobre essa parceria com Tenente.

O diretor ainda ressalta que o espetáculo é emocionante, bem cantado, super dançado e principalmente, bem interpretado por uma nova geração de atores com fogo nos olhos e paixão pelo que fazem. Ele também ressalta o processo de seleção, que foi muito difícil, já que o espetáculo exige bons atores, cantores e bailarinos. Segundo ele, eles passaram por cinco fases de audição até encontrar o elenco.

Perguntado sobre alguma música, ou número, que ele destaca como emblemático neste musical, ele não titubeia.

–  Sem sombra de dúvida FAME. Muito tocada nas rádios por conta do filme musical, com versões em vários países (aqui no Brasil por Sandra de Sá). Ela faz todo mundo se balançar e cantar o refrão junto! Acho que é um momento ímpar do espetáculo – diz Victor.

Como já é de imaginar FAME é baseado no musical homônimo.

 – Reiner queria fazer um espetáculo que mostrasse o dia a dia de alunos em formação, numa escola de artes, já que o CEFTEM é o seu mais novo, e arriscado, empreendimento. Ele não pensou duas vezes ao adquirir com a MTI os direitos para a montagem. Como eu tenho já uma história em coreografar musicais com bastante dança ele não pensou duas vezes em me convidar – diz o diretor sobre o espetáculo.

Além Victor Maia, o espetáculo conta com direção musical de Tony Lucchesi e Miguel Schönmann, tradução de Leonardo Rocha e versões de Bruno Camurati.

FAME

Gênero: Musical

Temporada: de 2 a 11 de agosto

* Nos dias 4, 10 e 11 de agosto haverá sessão extra às 16h e no dia 8 de agosto, quinta-feira, haverá sessão extra às 20h.

Dias: sextas, sábados e domingos

Horário: 20h

Classificação: 12 anos

Duração: 150 min

Valor: R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia)

Teatro Cesgranrio

Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido – Rio de Janeiro

Ficha Técnica

Elenco: Alborina Paiva, Ariane Rocha, Augusto Volcato, Bella Mac, Bruno Rasa, Carol Donato, Cínthya Verçosa, Flávio Fusco, Flávio Moraes, Gabriel Laurindo, Gustavo Waz, João Cavalcante, Larissa Jansen, Luiza Lewicki, Marcella Bártholo, Maria Esff, Mari Lobo, Matheus Ananias, Naiaama Belle, Nano Max, Ricardo Neme e Vitor Talihel

Direção e Coreografias: Victor Maia

Direção Musical: Tony Lucchesi e Miguel Schönmann

Tradução: Leonardo Rocha

Versões: Bruno Camurati

Coordenação geral: Reiner Tenente

Assistência de Direção: Ariane Rocha

Assistente de Coreografia: Bella Mac

Iluminação: Alexandre Farias

Assistente de Iluminação: Mari Lobo

Cenógrafo: Felipe Alencar

Equipe de Cenogafia: Bella Mac, Alborina Paiva, Mari Lobo, Augusto Volcato, Vitor Talihel, João Cavalcante

Equipe de Figurino: Luiza Lewicki, Marcella Bartolo, Naiaama Belle, Matheus Ananias

Operação de Som: Leonardo Rocha Sonorização

Áudio Cênico Assistente de Design de Som Bruno Rasa

Microfonista: Gusta Moreira

Direção de Produção: Joana Mendes e Reiner Tenente

Produção Executiva: Brenda Monteiro

Assistência de Produção: Larissa Jansen

Programação Visual: Gustavo Waz

Assessoria de Imprensa: Ribamar Filho (MercadoCom)

Mídias Sociais: Gustavo Waz, Carol Donato, Maria Esff, Cinthya Verçosa, Vitor Talihel, Flavio Fusco Produção de Eventos, Larissa Jansen

Contabilidade: Ricardo Neme

Aconteceu de Acontecer Assim

No mês de agosto estreia o espetáculo “Aconteceu de Acontecer Assim” produzido pelo CEFTEM (Centro de Estudo e Formação em Teatro Musical) com roteiro, letras e direção musical de Jay Vaquer, direção de Thadeu Torres e coreografias de Clara da Costa. A prática de montagem terá curta temporada no Teatro Cesgranrio, de 6 a 21 de agosto, com apresentações às terças e quartas.

A trama se passa em uma sala de aula, e fala sobre jovens e seus anseios, temores, inseguranças, traumas, descobertas e segredos de treze alunos e do seu professor. Conforme o universo de cada um vai sendo gradativamente revelado, as relações ganham contornos que percorrem trajetórias para muito além da pressuposta superfície.

– É uma história muito importante, pois na medida que a gente vai revelando os personagens da trama, nós vamos percebendo as relações de cada um com a vida, as questões, os anseios, os traumas, os desejos, os medos, isso tudo é muito rico, pois abordamos diversos temas – completa Jay.

Ele também ressalta a importancia do elenco, formado em sua maioria por atores bem jovens, na construção da história “Aconteceu de Acontecer Assim”.

– são jovens incriveis e muito talentosos. Acredito que as pessoas vão querer voltar para assistir mais vezes. Todos verão muita qualidade, muito amor, muita entrega, enfim, muito respeito pelo teatro musical. Isso no mínimo (rs) – ressalta o diretor musical.

A peça é também o segundo trabalho consecutivo de Thadeu Torres no CEFTEM. Ele, que atualmente está em cartaz com “Peter Pan, o Musical”, no Rio de Janeiro, codirigiu “A Nobre Arte de Bater a Porta” no final de 2018. Ele fala sobre esse desafio, de junto a Vaquer, criar um musical original completamente do zero.

– Isso só foi possível graças a junção de inúmeros fatores. Primeiramente a confiança em mim depositada e o convite feito pelo Reiner Tenente, coordenador geral do CEFTEM, para que eu assinasse minha primeira direção. Somado a isso a parceria, genialidade e generosidade de Jay Vaquer que foi o cúmplice ideal para que toda essa loucura se tornasse real, além de toda a equipe criativa como nossa talentosíssima coreógrafa Clara da Costa e nossos assistentes incansáveis e extremamente dedicados, Sarah Plutarcho, Alina Cunha e Bella Mac – diz o diretor.

Ele também ressalta o elenco de jovens que fazem esta nova produção.

– … eles, dos quais sem a existência nada disso seria possível, nosso elenco, jovem, é super comprometido e multitalentoso e me ensina todos os dias sobre o frescor da ARTE! Todo esse trabalho foi criado das nossas experiências e vivências durante esse processo. Deixo meu agradecimento final a tudo e todos por esse imenso aprendizado, com a reflexão ilustrada em uma de nossas canções: “Se um dia vou olhar pra trás, sentir saudades disso aqui, e se esse dia não chegar, ainda temos tempo, que não costuma esperar e quando ele passar, será feliz… por um triz!” – completa Thadeu.

Sinopse: Luiza elabora poemas para refletir e digerir circunstâncias da vida. Lourdes busca se expressar através de desenhos controversos. Ana é a “Unicórnia”. Ganhou esse apelido depois que passou a pintar as unhas, um dedo de cada cor. Os dedos do meio, ela sempre pinta de vermelho e é com eles em riste que desenvolveu sua “filosofia de vida” para tudo e todos. Ela inclusa? Duda, na crista da onda, é o “pacote completo” e tem muitos followers. Carol sabe o peso desse pacote como ninguém. Marcela tem uma mãe distraída e isso não é mentira. Talvez. Gabi sofre de uma timidez patológica. Fica no canto da sala em silêncio. Não escolheu o silêncio. Sara escolheu. Manu, Bernardo e Valentina são amigos desde o pré. Criados para a perfeição. Nada menos. Lucas sabe fazer graça bem. Professor Miguel terá um bom dia. Nada fora do normal e o normal tem disso, como qualquer dia, mas nenhum dia é qualquer um.

Aconteceu de Acontecer Assim fica em cartaz no Cesgranrio com sessões sempre às 19h30 às terças e quartas até 21 de agosto.

Aconteceu de Acontecer Assim

Gênero: Musical

Temporada: de 6 a 21 de agosto

Dias: Terças e quartas

Horário: 19h30

Classificação: 12 anos

Duração: 120 minutos

Valor: R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia)

Teatro Cesgranrio

Rua Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido – Rio de Janeiro

Ficha Técnica

Elenco: Arthur Bastos, Amanda Saboia, Beatriz Chamas, Brenda Pedrotti, Duda Efroin, José Daniel, Joana Nunes, Julia Klein, Larissa Travassos, Laura Trentin, Marcella Bártholo, Maria Esff, Paula Tavares, Paulo Freitas.

Atores convidados para substituições eventuais: Alina Cunha e João Telles

Texto e Músicas: Jay Vaquer

Direção e Adaptação: Thadeu Torres

Direção Musical: Jay Vaquer

Coreografias: Clara da Costa

Assistente de Direção: Sarah Plutarcho

Assistente de Direção Musical: Alina Cunha

Assistente de Coreografia: Bella Mac

Assessoria de imprensa: Ribamar Filho / MercadoCom

Produção: CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical

“Quando a gente ama” no Imperator

A peça “Quando a gente ama” realiza temporada no Imperator – Centro Cultural João Nogueira, de 19 de julho a 4 de agosto, no Rio de Janeiro. O elenco, formado por Alexandre Moreno, André Muato, Cris Vianna, Édio Nunes, Lu Fogaça, Rodrigo França e Vilma Melo, canta os altos e baixos do amor, a partir do repertório do sambista Arlindo Cruz e parceiros na maior casa de espetáculos da Zona Norte do Rio. O público poderá ouvir grandes sucessos como Casal Sem VergonhaO Show tem que Continuar e O Que é o Amor, entre outros. O texto é de João Batista e a produção é de Bruno Mariozz, da Palavra Z.

O elenco é acompanhado por cinco músicos que animam uma roda de samba em cena. “Quando a gente ama” tem dez histórias curtas cada uma delas relacionada a uma canção do repertório de Arlindo Cruz, a quem o espetáculo é dedicado. A ideia de levar o repertório dele para os palcos surgiu numa quadra de escola de samba.

“Quando o grupo que animava a feijoada tocou ‘O que é o amor’, a quadra inteira cantou junto. As expressões de cada pessoa pareciam indicar o que aquela música representava nas suas histórias pessoais. Pensei nessa identificação que se estabelece a partir das canções de Arlindo, e decidi homenageá-lo. A intenção também é lançar um olhar diferente sobre a ideia de musical brasileiro, tendo como ponto de partida o samba”, diz João Batista.

“É um prazer incrível ver a segunda edição desse musical porque na primeira edição eu e o Arlindo assistimos várias vezes e nos emocionamos bastante. Quando acendia as luzes do teatro a gente via o público chorando muito, com muita emoção rolando e o Arlindo ficou muito feliz em ter uma peça em sua homenagem, com a sua discografia. E toda homenagem é bem-vinda quando o artista está vivo. O Arlindo sempre falou: “faça a homenagem enquanto eu estiver por aqui”. E ele está por aqui, pulsando, maravilhoso, lutando, reagindo, vencendo e vamos lá assistir novamente a peça, eu e ele. Parabéns a toda a equipe!”, comemora  Babi Cruz, esposa de Arlindo Cruz

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“Se você gosta de samba, amor e musical, não deixe de ver – a peça é toda sua. Quando a gente ama, de João Batista, (…) explora o velho sentimento irresistível seguindo notas de composições inspiradas, sucessos amados pelo povo, assinados pelo grande mestre Arlindo Cruz com parceiros célebres. O desejo da cena, dá para adivinhar, é propor caminhos novos para o musical brasileiro. (…)”

“Para um povo afetivo como o brasileiro, a linha de musical sugerida por João Batista abre uma vertente importante. Ela consegue unir a arte mais amada pelo povo, o samba das ruas, com o nosso jeito desabrido de amar, explodir o coração, pois quando a gente ama, brilha mais que o sol, como já ensinou a canção”.

Tania Brandão, crítica teatral em http://foliasteatrais.zip.net/

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“A peça não é apenas para familiares e para fãs de Arlindo Cruz, tão pouco só para interessados em conhecer sua biografia. “Quando a gente ama” é sobre o amor em várias de suas facetas, pontos de vista, possibilidades, momentos e, por isso, é para o homem lembrar-se de que é homem, propondo, assim, arte da melhor qualidade”.

Rodrigo Monteiro, crítico teatral em http://teatrorj.blogspot.com.br

 Ficha Técnica: 

Com: Alexandre Moreno, André Muato, Cris Vianna, Édio Nunes, Lu Fogaça, Rodrigo França e Vilma Melo.

Direção Geral: João Batista

Direção Musical: Marcelo Alonso Neves

Direção de Produção: Bruno Mariozz

Produção: Palavra Z Produções Culturais

Serviço:

Data: 19 de julho a 04 de agosto

Horário: Sextas e sábados, às 20h. Domingos, às 19h

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Teatro)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Valor do Ingresso: Plateia inferior e balcão: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural, Terça e Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br

Classificação: 14 anos

Duração do espetáculo: 90 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

Belchior: ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro – O Musical

Devido ao sucesso em sua temporada de estreia, o espetáculo “BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”, voltará ao teatro João Caetano, na Praça Tiradentes, para 06 únicas apresentações, nos dias 05, 06, 07, 12, 13 e 14 de julho/2019, as sextas feiras e sábados 19h e domingo 18h, com ingressos a preços populares, de R$40,00 / R$20,00 (estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60).

O espetáculo marca os 02 anos de ausência desse cantor e compositor que teve sua trajetória artística interrompida por sua própria vontade e necessidade; Antonio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes”, como gostava de ironizar, “um dos maiores nomes da música popular”. Mais conhecido como Belchior, o cantor e compositor nasceu no dia 26 de outubro/1946, em Sobral, norte do Ceará e faleceu, aos 70 anos, no dia 30 de abril/2017, em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul.

O espetáculo BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO, título tirado de uma das canções do homenageado (“Sujeito de Sorte”),  conta um pouco da história do cantor cearense Belchior, vivido em cena pelo ator/cantor Pablo Paleologo, a partir do personagem criado em suas canções: o ‘Cidadão Comum’, interpretado pelo ator Bruno Suzano, que representa uma larga faixa da juventude que se vê obrigada a se conformar com os padrões da sociedade, sem nunca conseguir ir atrás dos seus sonhos.

Com 15 músicas – ‘Alucinação’, ‘Apenas Um Rapaz Latino Americano’, ‘A Palo Seco’, ‘Na Hora do Almoço’, ‘Todo Sujo de Batom’, ‘Coração Selvagem’, ‘Medo de Avião’, ‘Mucuripe’ (de Belchior e Raimundo Fagner), ‘Conheço o Meu Lugar’, ‘Como Nossos Pais’, ‘Populus’, ‘Paralelas’, ‘Velha Roupa Colorida’, ‘Sujeito de Sorte’ e ‘Galos, Noites e Quintais’ –  interpretadas por uma banda formada pelos músicos Dudu Dias (baixo), Emília B. Rodrigues (bateria), Mônica Ávila (sax/flauta), Nelsinho Freitas (teclado), Rico Farias (violão/guitarra) liderados pelo diretor musical Pedro Nêgo, e uma organização de textos, retirados de entrevistas do próprio Belchior, pela pesquisadora Claudia Pinto e o, também diretor, Pedro Cadore,  a peça pretende passar para o espectador não a sua biografia, mas a filosofia de um dos ícones mais misteriosos da música popular brasileira.

O ator Pablo Paleologo que dá vida ao Belchior comenta:

“Viver Belchior é, literalmente, uma alucinação. Como se estuda alguém tão enigmático, tão curioso, tão camaleônico? Admirava muito como compositor. Hoje admiro como pessoa. Belchior tinha o dom da palavra, como poucos tem. E, por opção, tornou-se o “desaparecido” da Música Brasileira. Trazê-lo de volta, em tempos atuais, é necessário. Poder transmitir as mensagens de suas músicas é um presente que me foi dado. É necessário lembrar que “amar e mudar as coisas” deve, de fato, ser o mais importante”.

Um dos organizadores do texto e diretor do espetáculo, Pedro Cadore explica: “Eu e a Cláudia Pinto (organizadora do texto, juntamente com ele) decidimos partir das palavras do homenageado e não apenas de suas músicas, mas também de suas falas em entrevistas de programas de televisão, de rádios e jornais. Fizemos uma compilação de seu discurso e suas referências criativas numa tentativa de mostrar um pouco da sua filosofia e atmosfera. O roteiro da peça se fechou quando entendemos que o personagem dentro das músicas não era um alter ego de Belchior, mas que na verdade ele estaria falando de uma larga faixa da população. Vemos então em cena não apenas a representação do cantor, mas também o personagem criado por ele: o Cidadão Comum. A vida do criador e da criatura se confundem e de alguma maneira acabamos contando um pouco de sua biografia, mas sempre dando preferência ao conteúdo de seu discurso”.

Na temporada passada, o espetáculo teve o  aval dos filhos do BELCHIOR em sua plateia e o diretor Pedro Cadore, comenta o quanto foi emocionante esse momento:

“Foi um sentimento único, que eu nem sei nomear. Principalmente pelo fato da Camila e do Mikael Henman Belchior terem feito questão de nos encaminhar um depoimento para adicionarmos ao projeto. Segue um dos comentários deles….”Nos emocionamos em ver uma produção sobre a obra do nosso pai tão alinhada com a proposta artística dele. O foco nas palavras de Belchior, tanto de músicas quanto de entrevistas, enaltece o compromisso do espetáculo com a filosofia do artista. Desejamos vida longa ao musical “Ano Passado Eu Morri, Mas Este Ano Eu Não Morro” e que ele alcance o Brasil inteiro. Parabéns a todos pelo lindo trabalho e empenho, que tenha sido a primeira temporada de muitas por vir!”

FICHA TÉCNICA:

“BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”

Organização de Textos: CLÁUDIA PINTO E PEDRO CADORE

 Direção: PEDRO CADORE

 Atores: PABLO PALEOLOGO e BRUNO SUZANO

Músicos: CACÁ FRANKLIN (percussão), DUDU DIAS (baixo), EMILIA B. RODRIGUES (bateria), MONICA AVILA (sax/flauta), NELSINHO FREITAS (teclado) e RICO FARIAS (violão/guitarra),

Direção Musical: PEDRO NÊGO

Diretor de Arte e Cenografia: JOSÉ DIAS

Iluminação: RODRIGO BELAY

Visagismo: BETO CARRAMANHOS

Produção Geral, Assessoria de Imprensa e Marketing: JOÃO LUIZ AZEVEDO.

Local: Teatro João Caetano

Praça Tiradentes – tel. 2332-9257

Informações e Reserva de ingressos pelo whatsapp (21) 99731-0933

Dias 05, 06, 07, 13, 14 e 15 de julho de 2019.

Sexta e sábado às 19h e domingo às 18h.

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos.

Valor dos ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e idosos acima de 60 anos)

Tempo de Duração: 70min.

Pontos de Venda de Ingressos:

Bilheteria do Teatro João Caetano e no site Ingresso Rápido.

Produção: Boca Fechada Produções Artísticas

“Elis, a Musical” no Prudential

“Elis, a Musical” ganha uma nova adaptação produzida pelo CEFTEM (Centro de Estudo e Formação em Teatro Musical) com apoio da Aventura Entretenimento. Produzido originalmente pela Aventura em 2013, o espetáculo foi um sucesso de público e crítica com a atriz Laila Garin vivendo a personagem título. A peça será apresentada às terças e quartas em curta temporada de 9 a 31 de julho no Teatro Prudential.

O texto de Nelson Motta e Patrícia Andrade, tem direção de Pedro Rothe e direção musical de Délia Fischer, que fizeram parte da equipe da montagem de 2013, além de coreografia, e direção de movimento, de Clara da Costa. O espetáculo conta a vida e carreira da cantora Elis Regina, desde sua infância até sua morte.

– É uma alegria muito grande poder montar esse espetáculo e colocar jovens atores em contato com a vida e a obra de uma das maiores artistas que já tivemos no país. Contamos com o aval de Nelson Motta e a permissão de todos os filhos da Elis: Maria Rita, Pedro Mariano e João Marcelo Bôscoli, para contarmos essa história tão potente e emocionante – diz Reiner Tenente Fundador e Diretor artístico e pedagógico do CEFTEM.

A “Pimentinha” é representada, em diferentes fases da sua vida, por diferentes atrizes, divididas não só pela cronologia, mas também pelas várias facetas da artista.

– A peça é bastante baseada na montagem original em termos de texto, até mesmo alguns números. A grande diferença está na escolha de dividir Elis em fases, não só cronológicas, mas que também exploram as diferentes facetas da artista e a coexistência dessas fases no palco em alguns momentos da peça. Partindo da ideia de memória, de lembranças de Elis, a peça é um pouco mais fragmentada e permite esses encontros de Elis com ela mesma. A cenografia também representa esta fragmentação e acúmulo de momentos que vão preenchendo o palco, se entrecruzando, montando esta memorabilidade. A coreografia e direção de movimento também se difere da original em alguns pontos, partindo dos corpos dos alunos-atores para criar este universo (na verdade, estes universos). Além de alguns cortes e uma adição de música aqui, troca de música acolá (mas não direi quais, vai ser preciso conferir ((rs)) – diz Pedro Rothe.

Além disso, a nova adaptação de “Elis, a Musical” tem outro grande feito, será o primeiro musical a ser apresentado no novo Teatro Prudential.

– “Elis, A Musical” foi meu primeiro musical profissional, marcando também o início de minha relação de trabalho com a Aventura Entretenimento. Relação que já dura seis anos! É uma grande felicidade estrear essa releitura do musical no Teatro Prudential, mais uma casa da Aventura, e ter perto tantos amigos e parceiros que fiz nessa jornada. Claro que também aumenta a expectativa. Mas o teatro está lindo, bem equipado e é um enorme benefício para a cidade, especialmente neste momento complicado pelo qual a cultura está passando – completa o diretor.

Elis é vivida por diferentes atrizes em suas fases, na adolescência e juventude é vivida pelas atrizes Duda Santa Cruz e Karine Von Brandenburg, no auge da estrela o papel fica a cargo de Moira Osório e quando se reinventa, até o fim de sua vida, é vivida por Diana Cataldo.

Além de seus feitos na carreira, a peça aborda seus relacionamentos amorosos, o casamento com Ronaldo Bôscoli (Matheus Vieira) e, depois, com César Camargo Mariano (Gustavo Fagundes). Além de falar de seus amigos, e grandes parcerias, como Luís Carlos Miele (Felipe Durão), Lennie Dale (Pablo Marcell), seu empresário Marcos Lázaro (Kaíque Lopes), Jair Rodrigues (Celso Luz), Nelson Motta e Tom Jobim (ambos interpretados por Marco Dorville).

O espetáculo também irá abordar os conflitos familiares representados, além dos maridos, pela mãe Dona Ercy (Lívia Fraga) e pelo pai Romeu (Thiago Freitas).

– Eu sempre me perguntei o que Elis estaria produzindo hoje, tanto em termos artísticos quanto em termos de discurso. Com essa montagem, procuramos dar voz àquilo que ela já cantava e que permanece pertinente. Mas ainda me pergunto: o que Elis cantaria hoje? De que forma? – finaliza Rothe.

Completam o elenco: Eduardo Lanzini, Mariana Ferreira, Paula Serra, Thais Rodrigues e Victoria Orenbuch.

SERVIÇO:

“Elis, a Musical”

Teatro: Teatro Prudential Rua do Russel, 804 – Glória (RJ)

Telefone: (21) 2558-3862

Gênero: Musical

Dias: 09, 10, 16, 17, 23, 24 30 e 31 de Julho

Lotação:  359 lugares

Horário: 20h

Classificação etária: 12 anos

Duração: 170 min

Ingressos (preço): R$ 40 (inteira) R$ 20 (meia)

Ficha Técnica:

Elenco: Karine Von Brandenburg, Moira Osório, Diana Cataldo, Matheus Vieira, Gustavo Fagundes, Felipe Durão, Pablo Marcell, Kaíque Lopes, Celso Luz, Marco Dorville, Lívia Fraga, Thiago Freitas, Eduardo Lanzini, Mariana Ferreira, Paula Serra, Thais Rodrigues e Victoria Orenbuch.

Texto: Nelson Motta e Patrícia Andrade

Direção: Pedro Rothe

Direção Musical: Délia Fischer

Coreografia e Direção de Movimento: Clara da Costa

Assistente de Direção: Theodora França

Assistente de Direção Musical: Antônio Fischer-Band

Assistente de Coreografia e Direção de Movimento: Andressa Tristão

Cenografia: Vinícius Lugon

Desenho de Luz: Alexandre Farias

Desenho de Som: Lucas Couto

Figurinos: criação a partir de acervo

Assessoria de imprensa: Ribamar Filho / MercadoCom

Produção: CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical)

Instituto Lumiere abre audições para prática de montagem de “Um Reles Potter – O Musical”

O Instituto Lumiere já está recebendo inscrições para as audições da prática de montagem do musical “Um Reles Potter”, uma livre adaptação do espetáculo “A Very Potter Musical”, baseado no sucesso literário de J K Rowling, que conquistou fãs pelo mundo inteiro.

Os testes acontecerão em São Paulo e esse será o primeiro workshop com prática de montagem, realizado pelo Instituto Lumiere.  O workshop promete proporcionar aos alunos uma experiência única, em fazer parte dessa paródia musical e ter a oportunidade de entender como é participar de uma montagem profissional, em um ambiente acadêmico.

Recém inaugurado, o Instituto Lumiere de música, dança e teatro traz um novo conceito de ensino para a cidade de São Paulo.  Uma escola com o foco em desenvolver a arte através de uma metodologia que ensina a técnica necessária para que o aluno se torne completo e descubra o artista que há nele.

A equipe será formada por Ricardo Taveira como diretor musical, Lola Portela como diretora cênica, Jon Fonseca como coreógrafo e Fernando Bastos como preparador vocal.

As audições acontecem nos próximos dias 15 e 16 de junho e os interessados devem se inscrever pelo site institutolumiere.art.br, onde também estão disponíveis todas as informações sobre personagens, material para audição e valores. Para qualquer dúvida, basta entrar em contato pelo e-mail: contato@institutolumiere.com.br ou pelo Whatsapp: (61) 9 8330-8905.

Ficha técnica:

Direção Musical e Geral: Ricardo Taveira

Direção Cênica: Lola Portela

Coreografias: Jon Fonseca

Preparador Vocal: Fernando Bastos

Texto: Matt Lang

Músicas: A. J. Holmes e Darren Criss

Versões: Rafael Oliveira – Musical em Bom Português

Serviço:

Audição seletiva: 15 e 16 de junho

Início do curso: 22 de junho

Ensaios: Sábados das 14h às 20h

Duração: 06 meses – Com apresentação final no 6º mês

Local: Rua Estela, 515. Bloco F, Loja 41. Vila Mariana – São Paulo/SP.

Inscrições: institutolumiere.art.br

Contatos e dúvidas:

E-mail: contato@institutolumiere.com.br

Whatsapp: (61) 9 8330-8905 

“La Bamba – O Musical” – no XP Investimentos

Estreia dia 06 de Junho a terceira temporada de ‘La Bamba – O Musical’, no Teatro XP Investimentos, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Desta vez, o espetáculo traz uma montagem inédita. A CIA Cara Lavada optou pela direção de Cesar Bournier que, além de adaptar o texto de Rayssa de Castro, traz uma nova roupagem ao espetáculo diferente das últimas temporadas. O Maestro Ivan Cid continua responsável pela Direção Musical e pelos arranjos brilhantes. Já a coreografia fica a cargo da renomada Dani Greco. O Cantor Gui Daiher faz o Ritchie Valens, mesmo com um pouco mais de idade que o homenageado, o cantor tem a aparência de 17.

La Bamba – O Musical é um espetáculo livremente inspirado na vida e obra de Ricardo Esteban Valenzuela Reyes, mais conhecido como Ritchie Valens, compositor e autor estadunidense de origem mexicana, nascido em uma comunidade pobre, próxima a cidade de Los Angeles que, com seu talento, dedicação e especialmente sua disposição para superar obstáculos e barreiras, consegue marcar profundamente a história da música mundial, sendo comparado a Elvis Presley.

Em 2019 completou sessenta anos do acidente aéreo que resultou em sua morte juntamente com Buddy Holly e The Big Bopper, sendo considerado por muitos “O dia em que a música morreu”.

Atores, cantores, diretores e músicos se reuniram para criar um espetáculo de excelente qualidade artística para contar a trajetória da música, pelos olhos e a vida de um cantor que, em sua breve existência, não mensurava a sua importância atemporal na história da música no cenário mundial.

Idealizado pela produtora Rayssa de Castro, que escreveu livremente o texto inspirado na vida de Ritchie Valens, no formato teatral, e encomendou ao diretor Cesar Bournier a direção e adaptação para o formato musical, o maestro Ivan Cid, propôs as músicas e criou os arranjos originais. Vinte atores/cantores e três músicos se juntaram, através de uma audição pública, para formar o elenco. Para compor a equipe na execução do projeto, ingressaram na equipe os preparadores de elenco Mara Soto e Bruno Raphael, a fonoaudióloga e assistente de produção Priscila Mayer, o coach de língua estrangeira Douglas Cardozo e a coreógrafa Dani Greco.

Objetiva-se, com a linguagem e a direção do espetáculo, uma visão leve e agradável, sobretudo com apelo emocional e afetivo das músicas selecionadas, apresentando a influência de Ritchie Valens aos caminhos que a música tomou na História, rompendo com tempo e espaço e influenciando gerações diversas da música, inclusive a atual. Esta influência se propagou para todo o mundo, demonstrada em nosso espetáculo com referências musicais em inglês, espanhol, latim, francês, italiano e até dialeto tribal. O dia da morte de Ritchie foi considerado, a partir de sua importância, como “o dia em que a música morreu”, eternizado por Don McLean através da canção “American Pie”.

Apoio Cultural:
Depil All Time, Nova Dupla, Centro de Artes Calouste Gulbenkian, Banana Tropical, Tatiana Medeiros Fonoaudióloga, Valor Café, Made 4 You, Império dos Quiches, Dani Cabanas, Alfa Music, Galetomania, Escola de Cinema Darcy Rineiro, Rede, Donna Natureza, Copa Hair, De Mel.

Agradecimentos Vakinha Online
Alessandra da Silveira, Alfredo Lopes, Amália Galvão Idelbrando, Ana Paula callil, Cláudia dos Santos, Claudio da Silva Gomes, Cristiana Vidal, Daniele Souza, Debora da Hora Santos, Eduardo de Almeida Antunes, Erica Tavares, Fernanda Pozzebon, Gabriela Chalub, Gisele S Monteiro, Guilherme Constâncio, Gustavo Souza Azambuja, Helena Goldenberg, Jose dos Reis, Jose Maria Elias do Vale, Jussara Moreira, Jussara Neves Calmon, Kadú Sandeiro, Karen Godinho Lemos, Kelly Debiazi Virissimo, Maria Cristina dos Santos, Maria Lydia Freitas Oliveira, Marilese Mara Machado, Maristela de Paula Pinheiro, Marli Mello Vianna da Cunha, Moura, Neyr Leão, Ronaldo Santos, Rosely Garcia, Rubeni Carpanedo Venturini, Thaís Spindola e Valeria Zettel

Ficha Técnica:
Direção e Adaptação do Texto de Rayssa de Castro: Cesar Bournier
Texto Original: Rayssa de Castro
Direção Musical e Arranjos: Maestro Ivan Cid
Coreografia: Dani Greco
Elenco: Andressa Colares, Augusto Volcato, Carlos de Moraes, Chris Markes, Cris Ramos, Dani Barbos, Daniela Schmitz, Daniela Sousa, Djanira de Paula, Gui Daiher, Joy Miranda, Mayara Tenório, Neyriellen Ferreira, Paulo Fernandes, Pedro Prado, Thaieny Monteiro, Viviane Delfino, Wagnera e Wendel Pereira.
Músicos: Beto di Souza – Bateria, Gui Daiher – Guitarra, Henrique Ayres – Guitarra, Ivan Cid – Piano, Lennon Barbosa – Teclado e Samuel Permino – Baixo.
Direção de Arte: Cesar Bournier
Preparadores de Elenco: Mara Soto e Bruno Raphael
Consultor de Idiomas: Dougie
Fonoaudióloga e Preparadora Vocal: Priscila Mayer
Costura: Ariane de Castro e Cacilda Monteiro
Luz: Eder Nascimento
Locução: Rodrigo Najar
Vídeo Design: Bruna Pieroni Cidade Rodrigues e Vinícius Alves Rodrigues Carneiro
Programador Visual: Thiago Ristow
Still: Kadu Rangel
Logomarca: Andressa Colares
Assistente de Produção: Marcelo Gomes
Produção: CIA Cara Lavada
Coprodução: Cesar Bournier Produções
Siga as Redes Sociais:
https://www.instagram.com/labambaomusical/
https://www.facebook.com/labambaomusical2019/

SERVIÇO
La Bamba – O Musical
Datas: 06 a 30/06/2019
Local: Teatro XP Investimentos
Endereço: Av. Bartolomeu Mitre, 1110 (Jockey Club Brasileiro) – Leblon – Rio de Janeiro
Horário: Quinta a Sábado às 21h | Domingo às 20h
Abertura dos portões: 1h30 antes do espetáculo
Classificação etária: Livre. Menores de 05 anos devem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA
Bilheteria do Teatro XP
Av. Bartolomeu Mitre, 1110 (Jockey Club Brasileiro) – Leblon – Rio de Janeiro
Terça-feira das 13h às 17h
Quarta a sexta-feira das 17h às 21h
Sábados das 13h30 às 21h
Domingos das 13h30 até a hora do espetáculo em cartaz
Apenas venda e retirada de ingressos para os eventos do Teatro XP Investimentos

PONTOS DE VENDA – SUJETO A COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA
Loja EVENTIM – Brasília Shopping
SCN Quadra 5 Bloco A – 2º Subsolo – Brasília Shopping – Brasília/DF
Segunda a sábado das 10h às 22h
Domingos e feriados das 13h às 19h
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM

Loja EVENTIM – Shopping 5ª Avenida
R. Alagoas, 1314 – Loja 20C – Savassi – Belo Horizonte/MG
Segunda a sexta-feira das 10h às 19h
Sábados das 10h às 16h
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM

Casa Natura Musical
R. Artur de Azevedo, 2134 – Pinheiros – São Paulo/SP
Terça a sábado das 12h às 20h
Segundas e domingos, somente em dias de show
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM

Allianz Parque
R. Palestra Itália, 214 – Perdizes – São Paulo/SP
Terça a domingo das 10h às 18h
Não há funcionamento em feriados
Obs.: Em dia de jogos e eventos, o horário de funcionamento está sujeito a alteração.
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM

Teatro J. Safra
R. Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo/SP
Quartas e quintas das 14h às 21h
Sexta a domingo das 14h até o horário dos espetáculos
Venda e retirada de ingressos para os todos os eventos vendidos pela EVENTIM

Jeunesse Arena
Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ
Terça a sábado das 10h às 12h e das 13h às 17h
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM
A Bilheteria encontra-se em frente à Jeunesse Arena

Amplitur
R. Padre Leonardo Nunes, 440 – Portão – Curitiba/PR
Segunda a sexta-feira das 9h às 12h e das 13h30 às 18h
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM

Porks Museu
R. Marechal Hermes, 1092 – Centro Cívico – Curitiba/PR
Terça a domingo das 17h às 0h
Feriados das 17h às 0h
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM. Vendas somente em cartão de crédito e débito.

Porks Vicente Machado
Av. Vicente Machado, 642 – Batel – Curitiba/PR
Terça-feira a domingo das 17h às 0h
Feriados das 17h às 0h
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM. Vendas somente em cartão de crédito e débito.

MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAIS
Confira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios.

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“Emilinha” no Teatro dos Quatro

Um espetáculo emocionante!

Vivendo a lendária Emilinha Borba, Stella Maria Rodrigues canta vários de seus sucessos e lembra lindas e engraçadas histórias de sua vida e Carreira. Esse musical tem levado um público de terceira idade que relembra sua história… canta junto, dança e termina num empolgante baile de carnaval!

Stella se apresenta com mais um ator e três músicos tocando ao vivo.

Vencedora do Prêmio Fita (Festa Internacional de Teatro de Angra dos Reis) 2018 como Melhor Atriz de Musical, Stella Maria Rodrigues está de volta com o seu emocionante espetáculo “Emilinha”. No dia 18 de abril, ela reestreia no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em uma curtíssima temporada, apenas às quintas-feiras, às 18h, até o dia 23 de maio. Conhecida atriz de musicais, Stella já deu vida a Emilinha Borba em “Emilinha e Marlene, as cantoras do rádio”, sucesso encenado em 2011, ficando quase um ano em cartaz no Teatro Maison de France. Atualmente, ela está de volta ao universo da lendária diva, concentrando-se unicamente na história de Emilinha. A direção é assinada por Sueli Guerra.

Neste musical, Stella revive episódios emblemáticos da história de Emilinha e apresenta um vasto repertório de grandes clássicos da MPB, boleros românticos e inesquecíveis marchinhas de carnaval. Grandes sucessos como “Chiquita Bacana”, “Escandalosa”, “Asa Branca”, “Quem parte leva saudade”, “Se queres saber”, “Mulata Yê Yê Yê”, “Vai com jeito”, “Tomara que chova”, “Bandeira branca”, entre outros. O roteiro é da própria Stella Maria Rodrigues; já os textos, de Thereza Falcão.

“Emilinha, uma das cantoras mais populares desse país, que aprendi a amar durante o musical ‘Emilinha e Marlene, as Rainhas do Rádio’. Me encanta a magia, o amor dos fãs, o repertório. Uma Época de Ouro”, diz Stella Maria Rodrigues.

Stella é acompanhada pela pianista e regente Cristina Bhering, pelo baterista Affonso Neto e pelo baixista Raul Oliveira. E conta com a participação do ator e cantor Fabrício Negri em alguns duetos e numa homenagem ao “Programa César de Alencar”. A eterna rival/amiga Marlene também será homenageada no espetáculo.

Em cena, Stella Maria usa em um de seus figurinos, um vestido original de Emilinha, cedido pelo seu fã-clube para o espetáculo. E no foyer, o público ainda poderá apreciar um belíssimo acervo da diva. A direção é de Sueli Guerra, iluminação de Paulo Cesar Medeiros e a direção de produção de Valeria Macedo.

ROTEIRO MUSICAL
. CHIQUITA BACANA – João de Barro e Alberto Ribeiro
. ESCANDALOSA -Djalma Esteves e Moacyr Silva
. PRIMAVERA NO RIO – João de Barro
. COPACABANA- Tom Jobim
. PARAÍBA – Humberto Teixeira e Luís Gonzaga
. BAIÃO DE DOIS – Humberto Teixeira e Luís Gonzaga
. ASA BRANCA – Humberto Teixeira e Luís Gonzaga
. QUI NEM JILÓ – Luís Gonzaga
. EU JÁ VI TUDO – Peterpan e Amadeu Veloso
. SE É PECADO SAMBAR – Hermínio Bello de Carvalho
. AÍ VEM A MARINHA – Moacyr Silva e Lourival Faissal
. QUEM PARTE LEVA SAUDADE – Francisco Escaramboni
. DANADA DA SAUDADE – Rutinaldo
. AQUELES OLHOS VERDES – versão de João de Barro
. AMOR DA MINHA VIDA – Rossini Pinto
. FOGUEIRA – Angela Rô Rô
. OS MEUS O,HOS SÃO TEUS – Peterpan
. SE QUERES SABER – Peterpan
. AQUARELA DO BRASIL – Ary Barroso
. OS QUINDINS DE YÁYÁ – Ary Barroso
. CABIDE DE MOLAMBO – Luiz Bitencourt e Tuiú
. SEGUE TEU DESTINO – Vicente Amar
. CANÇÃO DAS FÃS – Rutinaldo
. DEZ ANOS – Rafael Hernandes( versão de Lourival Faissal)

. POUT-POURRI DE CARNAVAL

MULATA YÊ YÊ YÊ – João Roberto Kelly
CANCAN NO CARNAVAL- Carlos Cruz e Haroldo Barbosa
VAI COM JEITO – João de Barro
TOMARA QUE CHOVA – Paquito e Romeu Gentil
ISRAEL – João Roberto Kelly
MARCHA DO REMADOR – Antônio Almeida e Oldemar Magalhães
CHIQUITA BACANA- João de Barro e Alberto Ribeiro

. BANDEIRA BRANCA – Max Nunes e Laercio Alves

 

FICHA TÉCNICA

Textos: Thereza Falcão

Roteiro: Stella Maria Rodrigues

Elenco: Stella Maria Rodrigues, com participação do ator/cantor Fabrício Negri 

Diretora Musical e Pianista: Cristina Bhering

Músicos: Affonso Neto (bateria), Raul Oliveira (baixo) 

Direção de Movimento: Sueli Guerra

Iluminação: Paulo Cesar Medeiros

Direção de Produção: Valeria Macedo

 

Serviço:

EMILINHA – Reestreia 18 de abril. Temporada até 23 de maio.    

 

Textos: Thereza Falcão. Roteiro: Stella Maria Rodrigues. Elenco: Stella Maria Rodrigues, com participação do ator/cantor Fabrício Negri.  Direção: Sueli Guerra. Sinopse: Neste musical, Stella revive episódios emblemáticos da história de Emilinha e apresenta um vasto repertório de grandes clássicos da MPB, boleros românticos e inesquecíveis marchinhas de carnaval.

Dia e horário: toda quinta-feira, às 18h.

Local: Teatro dos Quatro (Shopping da Gávea) – Rua Marquês de São Vicente 52, Gávea –  2239-1095. 

Ingresso: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

Duração: 70 minutos

Classificação: livre

Gênero: musical

Bilheteria: seg e ter, das 14h às 20h. Qua a dom, das 14h até o início da última sessão do dia.

Capacidade do teatro: 402 poltronas

A Pequena Sereia – O Musical

Ícone do imaginário infantil no início da década de 90, a história da princesa dos mares que idealiza o mundo dos humanos, A Pequena Sereia, chega a São Paulo em forma de musical com texto, adaptação e direção de André Breda.

Montagem carioca, “A Pequena Sereia – O Musical” estreia dia 20 de abril, 16h, no Teatro J. Safra, onde cumpre temporada aos sábados e domingos, até dia 19 de maio.

 

Dos mesmos criadores de “Peter Pan – O Musical”, sucesso de crítica no Rio de Janeiro, “A Pequena Sereia – O Musical” é mais um espetáculo para divertir toda a família, com lindas canções, coreografias inéditas e um cenário virtual que conduzirá o público diretamente pelo reino dos sete mares.

Baseado no conto de Hans Christian Andersen, musical conta a história da sereia Ariel que sonha conhecer os seres humanos. A vida no fundo do mar já não tem mais a paz que Tritão esperava. Sebastião até tenta deixar tudo organizado, mas Ariel e seu fiel amigo Linguado, seguem outro caminho e acabam deixando até os corais do oceano agitados. Os sonhos de Ariel são muito grandes para se limitarem ao mar e parece que seu coração também. A sereia acaba se apaixonando por um humano e será capaz de qualquer coisa para conhecer melhor o seu mundo. Para isso ela conta com a ajuda dos seus amigos e de alguém muito malvada também. Seu maior encanto é sua voz e a bruxa do mar lhe promete lindas pernas em troca deste dom, mal sabe a pequena sereia que ela tem um plano muito maior por trás disso.

Sinopse sugerida: Com texto e direção de André Breda, o espetáculo baseado no conto de Hans Christian Andersen narra a história de Ariel, a pequena sereia que sonha conhecer os seres humanos.

 

Serviço:

A Pequena Sereia O Musical

Estreia: 20 de abril – Sábado – 16h

Local: Teatro J. Safra – Rua Josef Kryss, 318 – Barra Funda

Horários: Sábados e domingos, 16h

Temporada: De 20 de abril a 19 de maio

Lotação: 633  lugares

Preços: Plateia Premium R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)

Plateia Vip R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)

Mezanino R$ 30,00 (inteira) / R$ 15,00 (meia)

Vendas: eventim.com.br

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

Gênero: Musical Infantil

 

Ficha Técnica

Texto, adaptação e Direção: André Breda 

Assistente de Direção: Carol Leipelt

Direção Musical: Cosme Motta

Elenco: Alain Catein, Luisa Rossi, Ana Lobo e outros

Coreografias: Arthur Rosas

Produção Geral: Jeane Dantas

Produção Artística: RPR Produções Artísticas

Realização: Ymbu Entretenimento

Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias

“Icaro and The Black Stars” no Carlos Gomes

A partir do dia 19 de Abril, Ícaro Silva aterrissa pela segunda vez na Cidade Maravilhosa, desta vez no palco do Teatro Carlos Gomes, no Centro, com Icaro And The Black Stars, com patrocínio da BB SEGUROS. Em um show divertido, eletrizante, cantando e contando sucessos da história da Black Music, o artista leva ao público o som de Michael Jackson, Bob Marley, Tim Maia, Wilson Simonal, Beyoncé, James Brown e outras estrelas.

No palco, ao lado de Cássia Raquel e Hananza, as black stars, Ícaro conta histórias vividas por estes ídolos em paralelo com suas histórias pessoais. Trabalhando juntos pela terceira vez, o trio Ícaro Silva, Pedro Brício e Alexandre Elias, vieram com tudo nesta produção. Juntos fizeram também “S’imbora o Musical” e “Show em Simonal”.

O espetáculo teve sua estreia em Junho de 2018 no Teatro XP Investimentos com uma temporada de cinco semanas. Em seguida, após duas apresentações no Theatro Bangu Shopping, percorreu o Brasil passando por Belo Horizonte (MG), Novo Hamburgo (RS), Porto Alegre (RS), Vitória (ES), Salvador (BA) e São Bernardo do Campo (SP), além de uma única apresentação no Imperator (RJ) como parte da programação da Semana da Consciência Negra.

SOBRE O MUSICAL

 

Pedro Brício teve como ponto de partida para o espetáculo a paixão pela música negra, a black music, e pelo próprio Ícaro como artista. Segundo o diretor, o grande “tchan” do espetáculo é ser extremamente divertido, dinâmico e a grande qualidade do repertório. Além disso, temos a brincadeira de que o elenco é uma banda que está em uma nave espacial, que aborda também um lado lúdico, não comum de se ver em um show.

“Após ver a apresentação dele no Show dos Famosos, no Faustão, fiquei pensando que era preciso fazer algo onde ele pudesse colocar em cena essa versatilidade que Ícaro tem como cantor, ator, cômico e dramático. A base do espetáculo é essa beleza, riqueza, variedade da black music dançante do último século.” – conta Pedro.

Versátil e multimídia, o ator-cantor-showman mostra seu poder de interação com o público. Vencedor do “Show dos Famosos” (do Faustão), destaque no espetáculo “S’imbora, o Musical” (sobre a vida de Simonal) e no ar na novela “Verão 90” (Rede Globo), aqui ele não faz diferente. Aliado a um repertório pop e já antológico, com o melhor da black music, Ícaro também diverte com suas histórias, imitações e improvisações. Quando menos percebemos, somos todos parte do show. O espetáculo conta também com a presença de uma DJ no palco e projeções audiovisuais.

Em “ÍCARO AND THE BLACK STARS” a plateia mergulha na emoção destes artistas negros que fizeram o mundo cantar, dançar e pensar. Reis e rainhas pela grandeza. Pelos passos mágicos de Michael Jackson, pela poesia de Bob Marley, pelo timbre de Beyoncé ou pela loucura de Tim Maia. Por meio desses artistas homenageados, o espetáculo mostra que existem possibilidades de um mundo plural e democrático, independente de etnia, credo, cor, sexualidade e gênero. Uma grande homenagem a esses ídolos, para cantarmos e dançarmos com eles.

Temporada: 19 de Abril a 26 de Maio

Local: Teatro Carlos Gomes

Endereço: Praça Tiradentes, s/n° – Centro

Telefone: (21) 3111-2011

Horário: sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 18h

Ingressos: R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia)

Gênero: musical

Classificação etária: 12 anos

Duração: 90 minutos

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia e direção: PEDRO BRÍCIO

Elenco: ÍCARO SILVA, CÁSSIA RAQUEL e HANANZA

Direção musical: ALEXANDRE ELIAS

Coreografias: VICTOR MAIA

Cenário: TUCA BENVENUTTI

Figurino: BRUNO PERLATTO e MARIANA SAFADI

Iluminação: PAULO CÉSAR MEDEIROS

Projeções cênicas e videomapping: RICO VILAROUCA E RENATO VILAROUCA

Design gráfico: MIKA SCHAKOWOSKI

Visagismo: GABRIEL GOMEZ / TEODORO JR

Fotos de cena: IGOR MOTA / LORENA ZSCHABER

Fotos de divulgação: PINO GOMES

Preparação vocal: ANANDA TORRES

Direção de produção: CAIO BUCKER

Produtoras associadas: MARIANA NOGUEIRA e PAOLLA OLIVEIRA

Produção executiva: DANIEL GOFMAN e KAUÊ GOFMAN

Produção de turnê: RICARDO FERNANDES

Assessoria jurídica: RENAN NAZÁRIO

Assessoria de imprensa: DOIS PONTOS ASSESSORIA

Realização: MINISTÉRIO DA CIDADANIA, BB SEGUROS, BUCKER PRODUÇÕES ARTÍSTICAS, ÍCARO SILVA e LANÇAMENTO NOVO PRODUÇÕES

Nelson Gonçalves – O Amor e o Tempo

Em abril de 2014, se iniciou uma nova etapa no Imperator – Centro Cultural João Nogueira, um show à tarde, chamado “Eternas Canções”. Sucessos que não se ouvem todos os dias nas Rádios ou TVs, porém fazem parte da vida da grande maioria dos brasileiros. Márcio Gomes criou esse espetáculo onde há um improviso em comum acordo com a plateia. O público escolhe três cantoras e três cantores da Era do Rádio e Márcio canta seus respectivos êxitos. O show, de imediato, tornou-se um sucesso, tendo lotações esgotadas e uma disputa imensa de lugares para as apresentações seguintes.

Serviço:

Evento: MÁRCIO GOMES – ETERNAS CANÇÕES

Data: 03 de abril

Horário: Quarta-feira, às 16h | Abertura da casa: 1h antes do evento

Local do Evento: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Teatro)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Valor do Ingresso: Plateia inferior e balcão: R$ 50 (inteira) / R$ 25 (meia)

Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural, Terça e Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br

Classificação: Livre

Duração: 90 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

05 A 21 DE ABRIL: NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

Release:

Uma das vozes mais emblemáticas da música brasileira e que embalou milhões de corações durante várias gerações. Nelson Gonçalves completaria cem anos de nascimento em 2019. E para homenagear “o rei do rádio”, como era conhecido, nasce o musical NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO. O espetáculo, produzido por Guilherme Logullo, com texto de Gabriel Chalita, sob a direção de Tânia Nardini, direção musical de Tony Lucchesi, cenografia de Doris Rollemberg e figurinos de Fause Haten. Além da produção, Logullo atua em parceria com a atriz e cantora Jullie, dando vida ao protagonista.

A figura humana de Nelson Gonçalves e os seus sentimentos são o fio condutor do musical. Seus desejos, pensamentos, amores e anseios são retratados no texto de Chalita e nas 23 canções escolhidas para compor a delicada e sensível história. Em NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO, a linguagem poética se sobrepõe e é utilizada numa narrativa não-linear, totalmente inspirada nas emoções do cantor e compositor, que vendeu mais de 80 milhões de discos em sua longa carreira. Os dois intérpretes – únicos atores em cena – trazem à tona os dois lados desse grande ídolo, num diálogo constante entre o amor ou o lado emocional (Logullo) e o tempo ou o lado racional (Jullie).

Convidada por Logullo para unir-se ao elenco, a atriz e cantora Jullie traz sua voz angelical e conhecida de outros espetáculos como “Tudo Por Um Pop Star”, “Constellation – Uma Viagem Musical Pelos Anos 50” e “O Musical da Bossa Nova”, para contrastar com a força masculina presente na voz de Nelson Gonçalves. “Um dos pontos interessantes do musical é a maneira como nos apropriamos das canções. Somos dois jovens cantando músicas lindas de um tempo diferente do nosso. Isso dá uma outra roupagem a esse repertório que ganha novas cores com os arranjos sensíveis e criativos do Tony Lucchesi”, diz Jullie.

Serviço:

Evento: NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

Data: De 05 a 21 de abril de 2019

Horário: Sextas – 16h

Sábados e domingos – 19h

Local do Evento: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Teatro)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Valor do Ingresso: Plateia inferior e balcão: R$ 50 (inteira) / R$ 25 (meia)

Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural, Terça e Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br

Classificação: Livre

Duração: 70 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

Ficha técnica:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

Um musical idealizado por Guilherme Logullo e Gabriel Chalita

Direção e coreografia: Tânia Nardini

Roteiro: Gabriel Chalita

Elenco: Guilherme Logullo e Jullie

Coordenação Artística: Guilherme Logullo

Cenografia: Doris Rollemberg

Figurinos: Fause Haten

Direção Musical e Arranjos: Tony Lucchesi

Assistência de direção e movimento: Nadia Nardini

Visagista: Diego Nardes

Design de Som: Gabriel D’Angelo

Design de Luz: Renato Machado

Direção de Produção: Jenny Mezencio

“Avesso – O Musical” no Nathalia Timberg

Com texto forte e conflituoso, o espetáculo Avesso – O Musical chega ao Teatro Nathalia Timberg, no Rio de Janeiro, com apresentações nos dias 5, 6 e 7 de abril (sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 19h).

A montagém traz um novo olhar para os musicais, descontruindo formato clássico. O diretor Hudson Glauber também é idealizador do projeto, que tem texto assinado por Daniel Torrieri Baldi e Maria Elisa Berredo, com colaboração de Gustavo Amaral.

 

As apresentações integram a primeira edição da MOTE – Mostra de Teatro das Escolas – que reúne mais de 200 artistas em 10 espetáculos grátis, além de performances, oficinas e mesas de debates. Idealizada por Wolf Maya e Rogério Garcia, a mostra acontece entre os dias 5 e 28 de abril (de sexta a domingo), no Teatro Nathalia Timberg e Teatro Nathalinha –  salas do complexo Wolf Maya.

 

AVESSO tem caráter ousado, desconstrói o clássico formato para apresentar uma montagem jovem, densa e dinâmica. O enredo expõe os conflitos entre as gerações de um ponto de vista contemporâneo, a partir das reivindicações de um grupo de universitários, que sequestra um professor em busca de diálogo com o novo reitor da instituição.

 

Eles exigem melhores condições de ensino. Em princípio, as várias ideias, os debates e os pontos de vista são colocados em cena, mas os jovens acabam perdendo o controle da situação, seus ideais vão se confundindo com radicalismo e o sequestro toma rumos surpreendentes, atingindo proporções muito além do que eles poderiam imaginar.

No elenco, destaque para a volta do ator e diretor Jair Assumpção, interpretando o antiquado professor, ao lado de Vanessa Goulartt (no papel da líder ‘empoderada’), André Pottes (vencedor do Prêmio Brasil Musical como Ator Revelação), Gabriel Vaccaro, Guh Rezende, Priscilla Sampaio e Igor Costa.

Enquanto tentam manter o plano do sequestro, os alunos acabam se envolvendo em discussões e embates que colocam em cheque os seus próprios princípios; dúvidas vão surgindo, difíceis de serem contornadas. As discussões também colocam na berlinda o ponto de vista do professor, conhecido por suas ideias rígidas e até antiquadas. “Estamos em um mundo onde ninguém mais entende ninguém, onde não se pratica a empatia, e as confusões se tornam grandes torres de babel. Meu personagem traz isso, ele não consegue sair do conflito, nem tão pouco apaziguar as coisas”, explica o ator Jair Assumpção.

Outro viés interessante da trama é o destaque para o poder feminino, tendo uma mulher radical como líder da ação, interpretada por Vanessa Goulartt. “Ela não só lidera como tem um grande poder de persuasão. O problema é que está voltada para os seus próprios interesses”, comenta a atriz. Cada personagem surge com um ideal revolucionário, mas, no decorrer da trama, ficam perceptíveis os interesses individuais – de todos. “Avesso retrata a nossa atual sociedade, onde as pessoas estão sempre lutando por algo, seja o bem comum ou individual”, pontua o diretor Hudson Glauber. “Criamos um microcosmo capaz de refletir os problemas da sociedade contemporânea. O musical é uma pancada no estômago.” Completa o autor Daniel Torrieri Baldi.

Avesso tem trilha sonora original, com músicas e letras criadas por Thiago Gimenes que compôs um clima musical jovem e contemporâneo, no qual são destaques ritmos como o rap e o rock, além de estilos como MPB e até valsa. A montagem também traz para o teatro a sofisticação do som de cinema, sendo realizado com áudio 5.1. As cenas de luta e ação foram coreografadas pelo dublê profissional Cristiano Fortes; e a direção de movimento é de André Capuano. A encenação conta ainda com efeitos especiais e projeção mapeada em todo o palco que amarram as cenas, ilustrando acontecimentos externos, paralelos ao sequestro, que influenciam na mudança de rumo da história encenada.

FICHA TÉCNICA – Idealização e direção: Hudson Glauber. Texto: Daniel Torrieri Baldi e Maria Elisa Berredo; colaboração de Gustavo Amaral. Direção musical / letras e músicas: Thiago Gimenes. Direção de movimento: André Capuano. Elenco: Jair Assumpção, Vanessa Goulartt, André Pottes, Gabriel Vaccaro, Guh Rezende, Priscilla Sampaio e Igor Costa. Cenário: Chico Spinosa e Kimiko Kashiwaya. Figurino e visagismo: Lígia Breternitz. Design de luz: Rodrigo Alves ‘Salsicha’. Design de som: Eric Ribeiro Christani. Engenheiro e operação de som: Alessandro Aoyama. Técnico/projeção mapeada: Clézio Campos. Coreografias de ação: Cristiano Fortes. Percussão: Beto Sodré. Trilha original e sonoplastia: Fábio Sá. Captação/edição de imagens: Vinícius de Araújo. Captação de áudio: Daniel de Castro Lopes. Edição/áudio: Matheus Gonçalves. Músicos: Tiago Saul e Jhonny Mantelato. Assistência de direção musical: Daniel Medeiros. Direção de palco: Beto Martins. Assistência de direção: Felipe Caiafa, Sávio Gabriel e Vitória Mori. Assistência de palco: Isadora de Almeida e Thais do Nascimento. Pichação: Mico, LDP e Cegos. Cenotécnica: Armazém Cenográfico. Montagem cênica: Tiago Nunes. Voz OFF: Juçara Moraes, Leandro Tadeu, Lígia Breternitz. Administração: Fernando Rossilho. Auxiliares de administração: Renata Miranda e Márcia Okimura. Compras: Fábio Brazão. Técnico TI: Michael Banzatto. Design gráfico: Francisco Júnior. Assessoria de imprensa: Heloísa Corrêa e Verbena Comunicação. Direção de produção: Daniel Torrieri Baldi. Produção executiva: Maristela Bueno e Rodrigo Trevisan. Assistência de produção: Renato Campagnoli.

Serviço – AVESSO

Espetáculo: Avesso – O Musical

Apresentações: dias 5, 6 e 7 de abril

Horários: Sexta e sábado (às 21h) e domingo (às 19h)

Duração: 60 min. Classificação: 16 anos. Gênero: Drama musical

Ingressos: Grátis

 

Teatro Nathalia Timberg

Avenida das Américas, 2.000, Shopping Freeway Center. RJ/RJ

Tel: (21) 2442-5188

 

MOTE – Programação

 

Semana 1 – dias 5, 6 e 7 de abril

Sexta – 5/4

20h30: Avesso – Escola de Atores Wolf Maya (unidade SP) – Teatro Nathalia Timberg

22h: Festa de lançamento (MOTE)

Sábado – 6/4

19h: Sem A e Ê – Esquete de Liz Magini e Hugo Lobo – Escola de Atores Wolf Maya – Foyer do teatro

19h30: Nossas Bocas Não Foram Feitas Só Para Sorrir – Escola Martins Pena – Teatro Nathalinha

20h30: Avesso – Escola de Atores Wolf Maya (unidade SP) – Teatro Nathalia Timberg

Domingo – 7/4

19h: Sem A e Ê – Equete de Liz Magini e Hugo Lobo – Escola de Atores Wolf Maya – Foyer do teatro

20h30: Avesso – Escola de Atores Wolf Maya (unidade SP) – Teatro Nathalia Timberg

Semana 2 – dias 12, 13 e 14 de abril

Sexta – 12/4

19h30: Fabrica-Tablado – Teatro Nathalinha

20h30: Cabaret Sade – UNIRIO – Teatro Nathalia Timberg

Sabado – 13/4

15h30: Mesa “Artista em Formação” – Teatro Nathalia Timberg

19h30: Fabrica-Tablado – Teatro Nathalinha

20h30: Cabaret Sade – UNIRIO – Teatro Nathalia Timberg

Domingo – 14/4

16h: Oficina – com o diretor Alexandre Mello

19h30: Fabrica-Tablado – Teatro Nathalinha

20h30: Cabaret Sade – UNIRIO – Teatro Nathalia Timberg

Semana 3 – dias 19, 20 e 21 de abril

Sexta – 19/4

16h: Oficina A Luz e o Corpo – com Aurélio de Simões – Teatro Nathalia Timberg (Sala de Espelhos Superior)

19h: Sem A e Ê – Equete de Liz Magini e Hugo Lobo – Escola de Atores Wolf Maya – Foyer do teatro

19h30: Runners 2 – UNIRIO – Teatro Nathalinha

20h30: Quanto Você Calça? – Teatro Nathalia Timberg

Sábado – 20/4

16h: Oficina A Luz e o Corpo – com Aurélio de Simões – Teatro Nathalia Timberg (Sala de Espelhos Superior)

19h30: Runners 2 – UNIRIO – Teatro Nathalinha

20h30: Quanto Você Calça? – Teatro Nathalia Timberg

Semana 4 – dias 26, 27 e 28 de abril

Sexta – 26/4

20h30: O Resgate – Escola de Atores Wolf Maya – Teatro Nathalia Timberg

Sábado – 27/4

16h00: Mesa O Ator e o Mercado de Trabalho – Teatro Nathalia Timberg

20h30: O Resgate – Escola de Atores Wolf Maya – Teatro Nathalia Timberg

Domingo – 28/4

20h30: O Resgate – Escola de Atores Wolf Maya – Teatro Nathalia Timberg

Belchior: Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro – O Musical

O espetáculo “BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”,  que marcará os 02 anos de ausência desse cantor e compositor que teve sua trajetória artística interrompida por sua própria vontade e necessidade,  fará sua estreia nacional no Teatro João Caetano (RJ), em abril/2019, com apresentações sexta-feira e sábado às 19h e domingo às 18h, do dia 05/04 ao dia 28/04, com ingressos a preços populares, de R$40,00 / R$20,00 (estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60).

Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes. Como gostava de ironizar, “um dos maiores nomes da música popular”. Mais conhecido como Belchior, o cantor e compositor nasceu no dia 26 de outubro/1946, em Sobral, norte do Ceará, e já no início da década de 70 veio para o eixo Rio-São Paulo tentar emplacar suas canções em festivais de música.

Seu sucesso inicial aconteceu quando a cantora Elis Regina interpretou duas de suas músicas no espetáculo Falso Brilhante: ‘Velha Roupa Colorida’ e ‘Como Nossos Pais’.

Seus últimos dez anos de vida foram de quase total silêncio, com raras notícias, entrevistas ou shows. Diante de tal isolamento, seu nome acabou saindo dos grandes holofotes, porém neste momento político do país, sua voz se faz necessária, afinal… “amar e mudar as coisas interessa mais.”

O espetáculo conta um pouco da história do cantor cearense Belchior, vivido em cena pelo ator/cantor Pablo Paleologo, a partir do personagem criado em suas canções: o Cidadão Comum, interpretado pelo ator Bruno Suzano. Ele representa uma larga faixa da juventude que se vê obrigada a se conformar com os padrões da sociedade, sem nunca conseguir ir atrás dos seus sonhos.

Com 15 músicas interpretadas por uma banda formada pelos músicos Cacá Franklin (percussão), Dudu Dias (baixo), Emília B. Rodrigues (bateria), Mônica Ávila (sax/flauta), Nelsinho Freitas (teclado), Rico Farias (violão/guitarra) liderados pelo diretor musical Pedro Nêgo, e uma organização de textos, retirados de entrevistas do próprio Belchior, pela pesquisadora Claudia Pinto e o, também diretor, Pedro Cadore,  a peça pretende passar para o espectador não a sua biografia, mas a filosofia de um dos ícones mais misteriosos da música popular brasileira.

A produção geral, assessoria de imprensa e marketing são comandadas por João Luiz Azevedo em mais uma realização de sua produtora Boca Fechada Promoções e Produções Artísticas e Culturais.

FICHA TÉCNICA:

“BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”

Organização de Textos: CLÁUDIA PINTO E PEDRO CADORE

 Direção: PEDRO CADORE

 Elenco: BRUNO SUZANO e PABLO PALEOLOGO

Músicos: CACÁ FRANKLIN (percussão), DUDU DIAS (baixo), EMILIA B. RODRIGUES (bateria), MONICA AVILA (sax/flauta), NELSINHO FREITAS (teclado) e RICO FARIAS (violão/guitarra),

 Direção Musical: PEDRO NÊGO

Diretor de Arte e Cenografia: JOSÉ DIAS

Iluminação: RODRIGO BELAY

Produção Geral, Assessoria de Imprensa e Marketing: JOÃO LUIZ AZEVEDO.

Local: Teatro João Caetano

Praça Tiradentes – tel. 2332-9257

Informações e Reserva de ingressos pelo whatsapp (21) 99731-0933

De 05 à 28 de abril de 2019.

sexta e sábado às 19h e domingo às 18h.

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos.

Valor dos ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e idosos acima de 60 anos)

Pontos de Venda de Ingressos:

Bilheteria do Teatro João Caetano e no site Ingresso Rápido.

Produção: Boca Fechada Produções Artísticas

Martin e Will Callaghan, astros da Broadway e West End London, estarão no Brasil para Workshops em São Paulo

Martin Callaghan, ator e diretor da Broadway e West End London, e Will Callaghan, Manager de artistas do X Factor UK, The Voice e West End London, estarão no Brasil ministrando dois Workshops para atores em São Paulo.

 

Com carreiras impressionantes e um vasto conhecimento de teatro musical, o casal vem para o Brasil em maio para dois workshops que trarão para os participantes a experiência de de 31 anos de carreira dos performers nos palcos da Broadway e West End London, com foco em “Acting your Song” e “Técnicas de audição”.

Os interessados poderão escolher entre dois formatos: “Interpretando a Música”, com três dias de aula, com três horas cada e uma hora extra no último dia, com foco em atuação da canção, o famoso “Acting your song”. O segundo formato é a aula intensiva “Como fazer uma audição de sucesso”, que será ministrada no feriado do dia 01 de maio, com 8 horas de duração e foco em técnicas de audição.

O aluno poderá optar por um dos formatos ou ir aos dois, já que eles são complementares.

 

O ator britânico Martin Callaghan é conhecido no mundo por sua voz e por participado de grandes musicais na Broadway e no West End London, como “Chicago”, “O Mágico de OZ” e “Funny Girl.

Formado em drama pela Abraham Moss Centre e canto pelo Royal Northern College of Music, ambas na Inglaterra, já esteve em mais de 30 musicais em 30 anos de carreira, além de filmes e séries pela BBC. 

 

Will Callaghan é um ator, comediante e cantor brasileiro. Em seu currículo consta espetáculos como “Curto Circuito”, ao lado dos globais Charles Paraventi e Gustavo Haddad, e a comédia “Nuno, Ana e tinha que ter um Gay”, além do musical “Glee, O Musical” e “Uma Noite na Broadway”.

Já no Reino Unido, Will é conhecido como um dos maiores destaques da atualidade em gerenciamento de carreiras e já cuidou de participantes do programa The VoiceX Factor UK e atores e cantores do West End London

Anton Stephans, Kyle Passmore, Martin Callaghan e outros ícones da música e tv britânica estão no currículo de artistas gerenciados por Will. 

Atualmente Will acaba de lançar em todas as plataformas digitais a sua primeira canção, “Para Sempre” (For Forever), do aclamado musical da Broadway “Dear Evan Hansen”. 

 

Will e Martin são casados e vivem em Londres, no Reino Unido, juntos de suas buldogues francês Bailee Hannah e Carrie Fisher. 

 

Sobre o Workshop

 

Direto de Londres para o Brasil, o casal Martin e Will Callaghan trazem a experiência de 31 anos de carreira nos palcos da Broadway e West End London. 

De um lado, o ator e cantor britânico destaque em mais de 30 musicais como “Jesus Cristo Superstar”, “O Mágico de Oz”, “Chicago”, “A Noviça Rebelde”, “Funny Girl” e outros. Do outro, o comediante, ator e manager de carreiras de estrelas da tv e do teatro, como artistas do “X Factor UK”, “The Voice” e West End London. 

Juntos eles rodam o mundo e agora o Brasil, trabalhando a parte da interpretação através da música e da dança. 

Exercícios e técnicas de improvisação, canto, dança e “como fazer uma audição de sucesso” são partes desse workshop. Além de dicas e um super bate-papo sobre a realidade do mundo Broadway e West End London. 

Intenso, divertido, comprometedor e sucesso absoluto, entender as técnicas de interpretação da música e de audição tem mudado a vida de milhares de atores, cantores e dançarinos ao redor do mundo.

 

Serviço:

Interpretando a Música (Workshop de três dias)

De 2 a 4 de maio

Turma da tarde: Das 14h às 17h20.

Turma da Noite: Das 19h às 22h20.

Vagas formato de 3 dias: 55 Vagas por turma

Link de vendas: https://www.sympla.com.br/interpretando-a-musica—com-will-e-martin-callaghan-direto-de-londres__454124

Endereço: Espaço O Andar. Rua Dr. Gabriel dos Santos, 30 – 2º Andar. Santa Cecília (Próximo ao metro Marechal Deodoro)

 

Aula intensiva: Como fazer uma audição de sucesso

Dia 1 de maio

Horário: das 10h às 18h

Vagas aula intensiva: 55 vagas

Link de vendas: https://www.sympla.com.br/como-fazer-uma-audicao-de-sucesso-com-will-e-martin-callaghan__454445

Endereço: Espaço O Andar. Rua Dr. Gabriel dos Santos, 30 – 2º Andar. Santa Cecília (Próximo ao metro Marechal Deodoro)

 

Realização: Thymeli Produções e Tamires Candido

Nelson Gonçalves – O Amor e o Tempo

Ele voltou… O boêmio voltou novamente! Após uma temporada de sucesso no Teatro Clara Nunes, NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO retornará aos palcos cariocas para continuar a celebração do centenário de um dos maiores cantores do Brasil. A reestreia é no dia 15 de março, no Teatro Sesc Ginástico e a temporada vai até o dia 31 de março, de quinta a domingo.

A montagem homenageia de forma singela e emocionante a trajetória de um dos maiores ídolos da música brasileira, que vendeu mais de 80 milhões de discos em sua longa carreira. O espetáculo é idealizado e produzido por Guilherme Logullo, com texto de Gabriel Chalita, sob a direção de Tânia Nardini, direção musical de Tony Lucchesi, cenografia de Doris Rollemberg e figurinos de Fause Haten. Além da produção, Logullo também atua em parceria com a atriz e cantora Jullie, dando vida ao protagonista.

O ESPETÁCULO

A figura humana de Nelson Gonçalves e os seus sentimentos são o fio condutor do musical. Seus desejos, pensamentos, amores e anseios são retratados no texto de Chalita e nas 33 canções escolhidas para compor a delicada e sensível história. Em NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO, a linguagem poética se sobrepõe e é utilizada numa narrativa não-linear, totalmente inspirada nas emoções do cantor e compositor. Os dois intérpretes – únicos atores em cena – trazem à tona os dois lados desse grande ídolo, num diálogo constante entre o amor ou o lado emocional (Logullo) e o tempo ou o lado racional (Jullie).

“Quis escrever um texto que, de alguma forma, fugisse um pouco dos musicais tradicionais. Nelson Gonçalves foi um homem que amou profundamente e que, também por isso, sofreu. NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO traça um diálogo entre a razão e a emoção, reforçado pela força e dramaticidade das canções interpretadas por ele. As músicas entrelaçam essas falas o tempo todo, enfatizando essa disputa de sentimentos”, explica Chalita, que também se preocupou em levar o público à reflexão das próprias inquietudes e sentimentos. “Todos nós temos esses dois lados. Todos nós vamos nos ver nesse conflito”.

Clássicos eternizados na voz poderosa do cantor e compositor, como “Naquela Mesa”, “A Volta do Boêmio”, “Chão de Estrelas”, entre tantos outros, não poderiam ficar de fora do repertório. Definido por seu idealizador e produtor, Guilherme Logullo, como uma “junkie box”, o espetáculo vai fazer os fãs do rei do rádio se emocionarem. “A montagem tem um tom nostálgico e lírico. Vamos trazer fatos, histórias, emoções, músicas e sentimentos”, explica ele, que “descobriu” Nelson Gonçalves durante estudos para um personagem, e por conta da semelhança do registro vocal, ficou encantado. A descoberta virou vício e admiração. E, aos poucos, nasceu a vontade de levar Nelson aos palcos.

“Os altos e baixos, os nãos que Nelson escutou na carreira musical, seus relacionamentos e seus problemas com as drogas estarão lá de alguma maneira. No entanto, NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO não é uma obra biográfica, mas uma homenagem. Foi a forma que encontramos de trazer a essência de Nelson para a cena”, comenta.

Convidada por Logullo para unir-se ao elenco, a atriz e cantora Jullie traz sua voz angelical e conhecida de outros espetáculos como “Tudo Por Um Pop Star”, “Constellation – Uma Viagem Musical Pelos Anos 50” e “O Musical da Bossa Nova”, para contrastar com a força masculina presente na voz de Nelson Gonçalves. “Um dos pontos interessantes do musical é a maneira como nos apropriamos das canções. Somos dois jovens cantando músicas lindas de um tempo diferente do nosso. Isso dá uma outra roupagem a esse repertório que ganha novas cores com os arranjos sensíveis e criativos do Tony Lucchesi”, diz Jullie.

A DIREÇÃO E A DIREÇÃO MUSICAL

Uma das principais diretoras e coreógrafas em atividade no país, Tania Nardini foi escolhida para capitanear a direção de NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO. É a primeira vez que ela concebe esse tipo de temática em um espetáculo, sem tantas coreografias, e com um elenco enxuto: apenas dois intérpretes.

“É extremamente desafiador homenagear um homem como Nelson Gonçalves que tocou o coração e a vida de tantas pessoas, ainda mais numa proposta que foge do tradicional. Apesar de falarmos do artista Nelson Gonçalves, o fio condutor aqui é o ser humano e as suas dualidades: o que é mais forte? O tempo ou o amor?”.

Em cena, os atores vão dançar, cantar, falar, sonhar… “Está sendo uma experiência muita enriquecedora e será uma delicada homenagem, a partir das belíssimas canções eternizadas por Nelson”, comenta ela, diretora de espetáculos como “Nuvem de Lágrimas”, diretora associada e coreógrafa de “West Side Story”, “O Rei e Eu” e “My Fair Lady”, e diretora responsável por todas as montagens do espetáculo “Chicago” em qualquer parte do mundo, desde 2007.

Tão desafiador quanto dirigir é trazer uma nova roupagem musical às canções do espetáculo, tarefa concedida ao premiado diretor musical e arranjador, Tony Lucchesi, vencedor do último Prêmio Bibi Ferreira e do Prêmio Reverência na categoria por “Bibi, Uma Vida em Musical”. Lucchesi sempre teve contato com a obra de Nelson, graças à sua família, e já foi responsável pela direção musical de outras obras inspiradas em canções da mesma época, como “Elizeth, A Divina”.

Para NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO, Lucchesi estabeleceu uma desconstrução dos arranjos de alguns dos clássicos de Nelson Gonçalves para contar e mostrar separadamente esses dois elementos: o tempo e o amor. “As músicas têm um papel muito importante em cena, pois ajudam na estrutura narrativa do texto, desenrolando a história. E foi um desafio trazer uma voz tão potente, tão forte como a do Nelson para um outro contexto”, diz ele, lembrando o quanto o sucesso do cantor perdurou e a sua capacidade de se reinventar musicalmente. “Nelson chegou a gravar canções de Lulu Santos, Ângela Rô Rô e até Legião Urbana. Era um artista completo e é um prazer transformar canções tão dramáticas e fortes em algo novo”, explica.

Para a montagem, o diretor incluirá violões na orquestra, instrumento muito ligado ao homenageado e conta ainda que o fato da emoção (o amor) ser personificada na figura masculina e o tempo (a razão) na figura feminina também gera uma riqueza musical e mais diversidade às interpretações, já que, normalmente, se espera o contrário. Outros recursos, como uma marcação de relógio nas canções do repertório de Jullie (representando o tempo), além de muitos mash-ups quando os protagonistas cantam juntos, ajudam a associar os temas às interpretações.

Completam o dream team criativo de NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO o renomado figurinista Fause Haten, e a cenógrafa Dóris Rollemberg.

SINOPSE: Vivendo um conflito constante entre o amor (a emoção) e o tempo (a razão), os protagonistas trazem à tona as emoções vividas por Nelson Gonçalves ao longo de sua vida e carreira, cantando seus maiores sucessos, numa homenagem ao centenário do cantor e compositor brasileiro, um dos maiores vendedores de discos do país. Nelson Gonçalves é revivido por meio das canções e das emoções do casal de protagonistas.

SOBRE GUILHERME LOGULLO: Ator, cantor e bailarino, nascido em São Paulo, Guilherme Logullo se formou em teatro musical em Londres. Participou do elenco de grandes montagens musicais no Brasil como ‟A Bela e a Fera‟, ‟Chicago‟, ‟West Side Story‟, “Priscilla, A Rainha do Deserto”, “Elis, A Musical”, “Como Vencer na Vida sem Fazer Força” e, mais recentemente, de “Bibi, Uma Vida em Musical” e “Pippin”. Na TV, fez “Rock Story” e “Babilônia”. NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO é sua estreia como produtor.

SOBRE JULLIE: Jullie é uma das atrizes e cantoras mais requisitadas em grandes montagens musicais. Protagonizou os espetáculos “Tudo Por Um Popstar”, “Constellation – Uma Viagem Musical Pelos Anos 50” (que lhe rendeu uma indicação como melhor atriz na primeira edição do Prêmio Reverência), integrou o elenco de “60! Década de Arromba – Doc. Musical”, da turnê 2018 de “O Musical da Bossa Nova”, participou da temporada carioca de “A Noviça Rebelde” (sub de Maria Von Trapp), entre outras produções. Jullie também é compositora e lançou digitalmente o álbum autoral “Até o Sol”. Dubladora desde 2007,  deu voz à diversas personagens em filmes/ séries como “Trolls” (Poppy) e “Pé Pequeno” (voz cantada da Meechee).

SOBRE GABRIEL CHALITA: Gabriel Chalita revelou-se escritor já aos 12 anos, quando publicou seu primeiro livro. Hoje, tem uma obra composta por mais de 80 títulos. Doutor em Filosofia do Direito e em Comunicação e Semiótica, deu início à carreira política aos 19 anos, como vereador e presidente da Câmara Municipal de Cachoeira Paulista. Exerceu os cargos de secretário da Juventude, Esporte e Lazer e de secretário da Educação do Estado de São Paulo; neste último, instituiu os Programas Escola da Família, Escola de Tempo Integral e Caminho das Artes. Foi também presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), por dois mandatos, e vereador da cidade de São Paulo. Foi deputado federal pelo PMDB-SP – eleito com mais de meio milhão de votos – e secretário de Educação do município de São Paulo. É professor universitário, membro da Academia Brasileira de Educação, presidente da Academia Paulista de Letras e palestrante.

SOBRE TÂNIA NARDINI: Tania trabalhou com os mais importantes produtores, atores e diretores de teatro e televisão do Brasil. Esteve à frente da direção dos espetáculos “Priscilla – A Rainha do Deserto” e “Nuvem de Lágrimas”, além de ser coreógrafa e diretora associada nas produções “O Rei e Eu” e “West Side Story”. Coreografou “Raia 30” e “Cauby! Cauby! Uma Lembrança” e é a diretora responsável por todas as montagens do espetáculo “Chicago” em qualquer parte do mundo, desde 2007.

SOBRE TONY LUCCHESI: Vencedor do Prêmio Bibi Ferreira e do Prêmio Reverência 2018 na categoria “Melhor Direção Musical” por “Bibi, uma Vida em Musical”, Tony Lucchesi é diretor musical, arranjador e preparador vocal dos espetáculos: “Bibi – Uma Vida em Musical”, “60! Década de Arromba – Doc. MusicaI”, “VAMP” (também compositor das canções originais), “Rock ln Rio Now” (Lisboa- 2016). É compositor, arranjador e diretor musical do espetáculo “Vem buscar-me que ainda sou teu” (RJ – 2016), e diretor musical dos espetáculos “Godspell” (RJ- 2015), com direção de João Fonseca e “Matilda” (RJ- 2016), com direção de Gustavo Klein, ambos práticas de montagem realizadas pelo CEFTEM. O artista ainda é arranjador Vocal das edições do programa “The Voice Brasil” (Tv Globo); pianista do espetáculo “Beatles num céu de diamantes”, e pianista/co-arranjador do espetáculo “Milton Nascimento – Nada será como antes”, de Cláudio Botelho e Charles Moeller. Também assina a Direção de canção dublada do Beck Studios. Seus últimos trabalhos foram os filmes “Hotel Transylvania 1 e 2”, além das séries “Miraculous – As aventuras de Ladybug”, “Odd Squad”, entre outras (Canal Gloob).

SOBRE FAUSE HATEN: Estilista renomado e eternizado nos palcos do país por sua montagem de “Lili Marlene, um Musical”, produção idealizada pelo próprio artista, que escreve o texto, dirige e assina as canções. Conhecido por trabalhos performáticos e cheios de personalidade, Haten vai trazer sua criatividade para o universo de Nelson Gonçalves.

FICHA TÉCNICA:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

Um musical idealizado por Guilherme Logullo e Gabriel Chalita

Direção e coreografia: Tânia Nardini

Roteiro: Gabriel Chalita

Elenco: Guilherme Logullo e Jullie

Coordenação Artística: Guilherme Logullo

Cenografia: Doris Rollemberg

Figurinos: Fause Haten

Direção Musical e arranjos: Tony Lucchesi

Direção de Produção: Jenny Mezencio

Assistência de direção e movimento: Nadia Nardini

Visagista: Diego Nardes

Design de Som: Gabriel D’Angelo

Design de Luz: Renato Machado

Redes Sociais: Prisma

SERVIÇO:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

Reestreia: 15 de março de 2019.

Temporada: De 15 a 31 de março de 2019.

Horários: de quinta a sábado, às 19h. Domingo, às 18h.

Local: Teatro Sesc Ginástico

Endereço: Avenida Graça Aranha, 187, Centro.

Duração: 70 minutos.

Bilheteria oficial: (21) 2279-4027

Valores: R$30, R$15 (meia-entrada) e R$7,50 (habilitado Sesc).

Entrada solidária: 50% de desconto mediante a doação de 1kg de alimento não perecível, que será revertido para o projeto Mesa Brasil.

Telefone: 2274-9696

513 lugares.

Livre.

Espetáculo musical “Com Todas as Letras” abre financiamento coletivo para estrear em São Paulo

“Com Todas as Letras” é uma comédia romântica musical, com músicas de artistas LGBT+ brasileiros, que precisa da ajuda do público para contar essa história real, atual e tão necessária nos dias de hoje. 
 
No pôr do sol, do que parece ser um dia qualquer, um homem se debruça no parapeito de uma ponte, pronto para se jogar no abismo e acabar com o sofrimento que o sufoca. Quando um jovem, sem jeito, interrompe pedindo ajuda para também se jogar do mesmo lugar. Os dois se reconhecem no outro e contam seus motivos e histórias para chegar naquele ponto. 
 
São várias histórias dentro do universo que engloba as siglas LGBTQICAPF2K+. São muitas letras, que tentam representar pessoas, que são a mistura de várias letras, que formam novas palavras e significados. Essa é acima de tudo uma peça que mostra que não devemos julgar o livro pela capa, pois uma pessoa dificilmente é apenas o que sua imagem parece ser. É sobre descobrir quem você é, qual é o seu lugar no mundo, e qual caminho seguir para ser quem você é de verdade. Seja lá quem você for. 
 
O Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTQ+, tendo 3 vezes mais crimes desse tipo do que o México, que está em segundo lugar nessa triste lista. Qual o motivo desse número alarmante? Falta de informação. O desconhecimento com o tema causa medo, estranhamento, que leva aos ataques. Então pra que fazer uma peça que conta histórias dessas minorias? Pra mostrar que essas pessoas são seres humanos como qualquer outro, com sonhos, desejos, planos, talentos, amores, e que só querem uma coisa: RESPEITO. Direito de viver, conquistar seu lugar na sociedade. Apenas viver, como eu e você. 
 
Quando assistimos um musical, tudo parece fluir fácil, deve parecer simples. Mas leva anos para se criar e estrear uma peça. A peça estreará dia 7 de maio, mas esse projeto está em produção desde 2016, quando começou a ser criado e experimentado, com pesquisas, leituras e workshops em Natal, Rio de Janeiro e São Paulo, até chegar na formação atual.  
 
Sem patrocínio o espetáculo será financiado pelo público, que estará transformando sonhos em realidade. Tornando possível uma transformação na vida das pessoas que irão fazer esse musical, e principalmente na vida de quem vai assistir essa história. Neste projeto quem colabora se torna um sócio, financiador, não apenas doador.  
 
Para doar e ser parte deste projeto, basta apenas entrar no site Benfeitoria (https://benfeitoria.com/comtodasasletras), as doações são a partir de R$25,00 e podem ser feitas até o dia 28 de fevereiro de 2019. 
 
  
 
FICHA TÉCNICA DO PROJETO 
 
Texto, direção e coreografia: Tomaz Quaresma 
 
Direção musical: Guilherme Leal 
 
Arranjos: Leonardo Córdoba 
 
Produção: Maria Fernanda Aidar 
 
Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro 
 
Visagismo: Teresa Baesa 
 
Preparação de elenco: Erika Altimeyer 
 
Iluminador: Gregory Guimarães 
 
Designer de som: Gabriel Hernandes 
 
Assessoria de imprensa: Unicórnio Assessoria e Mídia 
 
Designer: Lucas de Brito 
 
Marca: Elisa Sampaio 
 
Elenco: Alicia dos Anjos, Vanessa Abate, Vitor Moresco, Elaine Marinho, Lívia Graciano, Tomaz Quaresma, Wilson Granja, Bruna Grasselli, Erick Ferrari, Raphael Mota, João Pedro Aldozza, Dalton Caldas, Aline Serra, Maria Gerjoy, Ananda Ismail, Everton Salzano, Ana Paula Lobo e Caio Junquilho. 
 
  
 
Vídeo com o elenco: 
 
 
  
 
Vídeo da campanha: 
 

Anos 80 – Um Show para Crianças e Pais

Se você foi criança na época em que pegar carona nessa cauda de cometa ou dançar na festa do estica e puxa eram garantia de muita diversão, vai adorar reviver tudo isso (e muito mais) em ANOS 80 – UM SHOW PARA CRIANÇAS E PAIS, show inédito para pais e filhos compartilharem juntos grandes hits e estilos da década de 1980 e reviverem toda a alegria da época. A estreia é nos dias 9 e 10 de fevereiro, às 17h e 16h, respectivamente, na programação do Festival Infantil do Teatro Clara Nunes.

Com direção de Lidy Marx, e sob a direção musical de Gugu Peixoto, o musical vai trazer aos pequenos de hoje, um pouquinho da infância inesquecível dos pais. O mundo colorido e cheio de alegria dos anos 1980 será mostrado no palco, de forma lúdica e cronológica, por meio das músicas da época. No show, uma criança (no telão) tem um livro mágico! E desse livro, saem todas as canções que vão embalar pais e filhos nessa viagem de clássicos, que só os adultos sabem cantar, mas que os pequenos vão adorar. O público entrará em um verdadeiro túnel do tempo de referências.

“Com muito respeito e carinho, vamos levar ao palco um show que vai reviver uma das melhores épocas de nossas vidas. A década de 1980 marcou a nossa história e todos aqueles hits ainda estão muito frescos em nossa memória. É uma alegria trazer isso à tona. É como se os pequenos de hoje abrissem um baú e descobrissem a infância dos pais”, diz a diretora Lidy Marx, que promete uma nova roupagem, que vai deixar pais e filhos encantados.

Verdadeiros hinos da época como as aberturas dos desenhos animados He-Man, She-Ra e Thundercats, sucessos infantis como o Balão Mágico, o Trem da Alegria, a Xuxa e as Paquitas, e muitas outras músicas marcantes estarão no repertório dos músicos Martina Blink e Lucas Corsino (vocalistas), Roberta do Recife e Arnaud Neto (backing vocal), Felipe Chernicharo (guitarra), Denilson Prata (baixo), Nelsinho Freitas (teclado) e John Caldwell (bateria).

“Os anos 1980 foram um período com um repertório vastíssimo e muito rico dentro da cultura POP. Escolhemos as canções que mais tocam a nossa memória afetiva, além daqueles hits que não saíam da boca da criançada”, conta Gugu Peixoto.

Além das canções, o público também vai conferir medleys impagáveis dos principais jingles de peças publicitárias da época, das melhores aberturas de desenhos animados e daquelas canções de super-heróis, que, quando tocavam na tevê de tubo, faziam todas as crianças se encherem de alegria.

“Quem vier, vai se emocionar, pular e brincar com as músicas, as manias e todas aquelas loucuras maravilhosas que só a década de 1980 tem. É uma oportunidade de mostrar aos pequenos de hoje, tudo o que nos fazia sorrir antigamente”, completa Gugu.

Muita cor, alegria, brincadeiras e as referências mais marcantes te esperam em ANOS 80 – UM SHOW PARA CRIANÇAS E PAIS.

SINOPSE: E se as crianças de hoje pudessem viver com os pais toda a alegria e a essência dos anos 1980? Chegou a hora de pais e filhos se divertirem juntos com ANOS 80 – UM SHOW PARA CRIANÇAS E PAIS, show musical no qual a banda interage com uma criança no telão, descobrindo várias aventuras dentro de um livro mágico que transportará o público para uma viagem no tempo: a cada página, uma nova canção.

FICHA TÉCNICA:

ANOS 80 – UM SHOW PARA CRIANÇAS E PAIS

Direção: Lidy Marx

Direção Musical: Gugu Peixoto

Roteiro, idealização e produção: Miçairi Guimarães e Lidy Marx

Vocalistas: Martina Blink e Lucas Corsino

Backing Vocal: Roberta do Recife e Arnaud Neto

Guitarra:  Felipe Chernicharo

Baixo: Denilson Prata

Teclado: Nelsinho Freitas

Bateria: John Caldwell

Criança no telão: Clara Guimarães

Figurino: Roberta de Recife e Martha Rapozzo

Fotos e videomaker: Dan Coelho

Edição e animação: Prisma e Mari da Matta

Design: Letícia Andrade

Realização: N4K Produções!

SERVIÇO:

ANOS 80 – UM SHOW PARA CRIANÇAS E PAIS

No Festival Infantil do Teatro Clara Nunes

Únicas apresentações: 09 (sábado) e 10 (domingo) de fevereiro de 2019.

Horários: dia 09 às 17h; e dia 10 às 16h.

Local: Teatro Clara Nunes

Endereço: Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea.

Duração: 70 minutos.

Bilheteria online: www.tudus.com.br

Bilheteria oficial: Teatro Clara Nunes – De segunda a segunda, das 13h às 21h.

Telefone: 2274-9696

Valores: R$70 (inteira) e R$35 (meia-entrada, para todos os casos previstos em lei).

750 lugares.

Livre.

A Fantástica Jornada de Um Pequeno Príncipe – O Musical

Inspirado na obra escrita pelo francês Antoine de Saint-Exupéry, o Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical (CEFTEM) traz a Prática de montagem “A Fantástica Jornada de Um Pequeno Príncipe – O Musical” com temporada de 2 a 24 de fevereiro no Teatro XP Investimentos, no Jockey Club (RJ).

O diretor Gustavo Klein conta que a ideia da peça surgiu do diretor-assistente, Anderson Rosa, que é apaixonado pelo livro e que, portanto, sugeriu ao coordenador do CEFTEM, Reiner Tenente, que reproduzisse o espetáculo.

– Primeiro ocorreu o processo de adaptar uma obra literária e narrativa para a linguagem de teatro-musical, tentando se ater ao original. Durante os ensaios, foi mais uma questão de adequar as falas, aumentar ou diminuir cenas na tentativa de contar a história da melhor maneira, além de criar novidades para deixar mais claro algumas situações que no livro são narradas, e aqui precisávamos entender – conta Gustavo.

Embora seja um conto infantil, o espetáculo, que tenta ser o mais fiel possível do original, pode ser voltado para os grandinhos também, apresentando múltiplas facetas que permitem mais de uma abordagem, sem perder a essência genuína. “A expectativa é de que consigamos entregar nosso melhor, e que o público receba de coração aberto esse fruto do nosso esforço. E, certamente, a plateia pode esperar muita fofura”, finaliza Gustavo.

“A Fantástica Jornada de Um Pequeno Príncipe – O Musical” fará sessões aos sábados e domingos às 16h.

A Fantástica Jornada de Um Pequeno Príncipe – O Musical

Temporada: de 2 a 24 de fevereiro

Dias: sábado e domingo

Horário: 16h

Teatro XP Investimentos

Av. Bartolomeu Mitre, 1.110 – Leblon (Jockey Club do Rio de Janeiro), Rio de Janeiro, RJ

Valor: R$ 60,00 Inteira / R$ 30,00 Meia

Lotação: 366 lugares

Classificação: livre

Duração: 90 minutos

Ficha Técnica:

Elenco: Bárbara Valadão, Brenda Pedrotti, Bruna Botelho, Mafê Magoulas, Matheus Torres, Sofia Rocha, Amanda Prevot, Kaio Antunes, Luisa Machado, Paty Bueno e Rafaela Takaki e Vitória Rocha

Direção: Gustavo Klein

Direção Musical: Carol Saboya

Direção de Movimento: Bella Mac

Diretor Assistente: Anderson Rosa

Coordenação Pedagógica: Reiner Tenente

Assessoria de imprensa: MercadoCom / Ribamar Filho

Produção: CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical)

“Elza” no Imperator

A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de partida para o musical “Elza”, que estreou em julho no Rio de Janeiro, passou por outras capitais e fará nova temporada na capital fluminense, no Imperator, após imenso sucesso popular e a aprovação irrestrita da homenageada. De 31 de janeiro a 24 de fevereiro, Larissa Luz, convidada para a montagem, e outras seis atrizes selecionadas em uma bateria de testes (Janamô, Júlia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacorte e Verônica Bonfim) sobem ao palco para celebrar o trabalho, as seis indicações ao Prêmio Cesgranrio, a indicação ao Prêmio Shell de Melhor Música, os quatro troféus do Prêmio Reverência recém-conquistados (Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Autor e Categoria Especial) e o Prêmio da APCA de Melhor Dramaturgia.

Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além de personalidades marcantes, como Ary Barroso (1903-1964), apresentador do programa onde se apresentou pela primeira vez, e Garrincha (1933-1983), que protagonizou com ela um notório relacionamento.

Com texto inédito de Vinícius Calderoni e direção de Duda Maia, o espetáculo tem a direção musical de Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet. Além disso, o maestro Letieres Leite, da Orquestra Rumpilezz, foi o responsável pelos novos arranjos para clássicos do repertório da cantora, tais como Lama, O Meu Guri, A Carne e Se Acaso Você Chegasse. O projeto foi idealizado por Andrea Alves, da Sarau Agência, a partir de um convite da própria Elza e de seus produtores Juliano Almeida e Pedro Loureiro.

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Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam no palco, a estrutura de Elza foge do formato convencional das biografias musicais. Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas recentes (A Mulher do Fim do Mundo, a emblemática A Carne e Maria da Vila Matilde) se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da cantora, como Se Acaso Você Chegasse, Lama, Malandro, Lata D’Água e Cadeira Vazia.

Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –, a jornada de Elza é contada com alegria.

A Elza me disse: ‘sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um musical triste, tem que ter alegria’. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela gostaria de ser retratada”, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de textos aparecem na peça.

O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher (2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs, como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das principais vozes da mulher negra brasileira.

Vinícius Calderoni, autor do texto, chama a atenção para a coletividade presente em todo o processo de criação da montagem. Após ter escrito as primeiras páginas, ele começou a frequentar os ensaios e estabeleceu um rico intercâmbio com Duda Maia e as sete atrizes. ‘Hoje poderia dizer que elas são coautoras e colaboradoras do texto. São sete atrizes negras e múltiplas, como a Elza é. Diante da responsabilidade enorme, eu estabeleci limites de fala para mim, por exemplo, em relação a alguns temas. Limitei a minha voz e disse que não escreveria nada, queria os relatos delas e as opiniões. Pedi a colaboração delas, das experiências vividas por uma mulher negra. Do mesmo jeito que a Duda propôs muitas coisas, as atrizes também tiveram este espaço’, conta o dramaturgo.

Tal processo colaborativo se estendeu para a música, com a participação ativa das atrizes e das musicistas nos ensaios com os diretores musicais, e o maestro Letieres Leite, que liderou algumas oficinas com o grupo no período dos ensaios. O processo gerou ainda duas canções inéditas que estão na peça: Ogum, de Pedro Luís, e Rap da Vila Vintém, de Larissa Luz. Se a escolha de Pedro Luís para a função foi referendada pela própria Elza – que gravou e escolheu um verso do compositor para nomear seu último disco –, Larissa Luz já estava envolvida com o projeto desde o seu embrião.

 

SOBRE A EQUIPE DE CRIAÇÃO E PRODUÇÃO

A estreia de Elza marca o encontro da dramaturgia de Vinícius Calderoni com a direção de Duda Maia, dois nomes que se destacaram no recente panorama teatral brasileiro. Pela direção de Auê (2016), estrelado pela Cia. Barca dos Corações Partidos, ela conquistou os prêmios Shell, Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Direção, além dos prêmios APTR e Cesgranrio de Melhor Espetáculo e o Bibi Ferreira de Melhor Musical Nacional. Enquanto isso, Vinicius já ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor por Ãrrã (2015), o APCA por Os Arqueólogos (2016) e coleciona outras indicações e troféus por espetáculos da companhia Empório de Teatro Sortido, que lidera ao lado de Rafael Gomes.

Em paralelo à carreira de escritor, Vinícius é também ator e músico – ele integra a banda 5 a Seco e tem dois discos lançados. A experiência musical foi determinante no processo de criação do texto. Já Duda trouxe todo o seu trabalho corporal para o desenvolvimento da linguagem da encenação.

A sintonia entre Duda e os diretores musicais Pedro Luís, Larissa Luz (esta também em cena) e Antonia Adnet foi determinada por uma característica fundamental: a escuta e a participação das intérpretes. ‘Foi um processo de ensaios muito vivo, em que partimos do princípio que a voz não é nossa, é das atrizes. Fizemos este trabalho para elas e a partir de propostas delas também. Precisamos olhar para o grupo, para a troca’, conta Duda, ressaltando que tudo só foi possível graças à parceria com a Sarau, produtora capitaneada por Andrea Alves.

Nos últimos anos, a Sarau foi responsável montagens tais como Gonzagão – A Lenda, Ópera do Malandro, Auê e Suassuna – O Auto do Reino do Sol, da Cia. Barca dos Corações Partidos, e Gota D’Água [a seco], dirigida por Rafael Gomes e protagonizada por Laila Garin. Sempre comprometida com a cultura nacional em seus mais variados aspectos, a produtora também assina a direção do Festival Villa-Lobos e do Toca, evento que teve a primeira edição neste ano e trouxe a canção brasileira para o centro da discussão, através de shows gratuitos, oficinas e debates.

FICHA TÉCNICA

Elenco: Janamô, Júlia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacôrte, Verônica Bonfim e a atriz convidada Larissa Luz.

Musicistas: Aline Colombani (violões e cavaquinho) , Georgia Camara (bateria e percussão), Guta Menezes (trompete, flugelhorn e gaita), Marfa Kourakina (baixo), Neila Kadhí (programações, pandeiro e guitarra) e Priscilla Azevedo (teclado, sanfona e escaleta).

Direção: Duda Maia

Texto: Vinícius Calderoni

Direção Musical: Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet

Arranjos: Letieres Leite

Idealização e Direção de Produção: Andréa Alves

Cenário: André Cortez

Figurinos: Kika Lopes e Rocio Moure

Iluminação: Renato Machado

Visagismo: Uirandê de Holanda

Design de Som: Gabriel D’Angelo

Design de som associado: André Breda, Bruno Pinho e Rodrigo Oliveira

Diretora Assistente: Letícia Medella

Colaboração Dramatúrgica: Larissa Luz, Janamô, Júlia Dias, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacôrte e Verônica Bonfim

Arranjos vocais e programações: Larissa Luz

Cenógrafa assistente: Tuca Benvenutti

Assistente de iluminação: Maurício Fuziyama

PRODUÇÃO

Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno

Produção Executiva: Rafael Lydio

Assistente de produção: Priscila Cardoso, Laura Picorelli e César Augusto

COMUNICAÇÃO

Assessoria de imprensa: Factoria Comunicação

Projeto Gráfico: Beto Martins

Fotografia: Silvana Marques

Vídeos: Elisa Mendes

Assistente de vídeo: Eloi Leones

TÉCNICA

Operador de Luz: Maurício Fuziyama

Operador de Som: André Breda

Microfonista: Rodrigo Oliveira

Diretor de palco: Edilson Risoleta

Camareira: Marceli Araújo

Cenotécnico: André Salles

Pintura de Arte: Naira Santana

Aderecista: Gabriel Barros

Costureiras: Fátima Félix e Deyside Rios

Coordenador de RF: André Breda e Rodrigo Oliveira

EQUIPE SARAU

Direção Geral: Andréa Alves

Direção de Produção: Leila Maria Moreno e Vivi Borges

Produção Executiva: Mariana Sobreira , Rafael Lydio e Felipe Valle

Produção de Planejamento: Bruno Barros e Ana Caroline Araújo

Produção de comunicação: Marcelo Alves e Daniel Barboza

Prestação de contas: Débora Giangiarulo

Coordenação Administrativo-financeira: Luciana Verde

Apoio de Produção e Office Boy: Leandro Barbalho

Estagiário de produção: César Augusto.

Citações: Conceição Evaristo e Maya Angelou

AGRADECIMENTO ESPECIAL

Elza Soares, pela confiança; aos produtores Juliano Almeida e  Pedro Loureiro, pelo convite e a Rafael Gomes, fonte de inspiração.

AGRADECIMENTOS

Arquivo Nacional, Junior Perim, Celso Alvim, Maurício Tizumba, Benoni Hubmaier, Guilherme Kastrup, José Miguel Wisnik, 220 Decibéis – Soluções em Áudio.

SERVIÇO

Temporada de 31 de janeiro a 24 de fevereiro

Quintas, sextas e sábados, às 20h. Domingos, às 19h.

Ingressos a R$ 70 / R$ 35 (meia-entrada)

Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Teatro)
Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural: Terças e quartas: De 13h às 20h30. Quintas, sextas e sábados: De 13h às 21h30. Domingos: De 13h às 19h30.

Vendas pela internet:  ingressorapido.com.br

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

Classificação etária: 14 anos.
Duração: 120 minutos.

Nelson Gonçalves – O Amor e O Tempo

Uma das vozes mais emblemáticas da música brasileira e que embalou milhões de corações durante várias gerações. Nelson Gonçalves completaria cem anos de nascimento em 2019. E para homenagear “o rei do rádio”, como era conhecido, nasce o musical NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO. Com pré-estreia marcada para o dia 4/1 e estreia oficial no dia 11/1, no Teatro Clara Nunes, a montagem homenageia de forma singela e emocionante a trajetória de um dos maiores ídolos da nossa música. O espetáculo é idealizado e produzido por Guilherme Logullo, com texto de Gabriel Chalita, sob a direção de Tânia Nardini, direção musical de Tony Lucchesi, cenografia de Doris Rollemberg e figurinos de Fause Haten. Além da produção, Logullo atua em parceria com a atriz e cantora Jullie, dando vida ao protagonista.

O ESPETÁCULO

A figura humana de Nelson Gonçalves e os seus sentimentos são o fio condutor do musical. Seus desejos, pensamentos, amores e anseios são retratados no texto de Chalita e nas 33 canções escolhidas para compor a delicada e sensível história. Em NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO, a linguagem poética se sobrepõe e é utilizada numa narrativa não-linear, totalmente inspirada nas emoções do cantor e compositor, que vendeu mais de 80 milhões de discos em sua longa carreira. Os dois intérpretes – únicos atores em cena – trazem à tona os dois lados desse grande ídolo, num diálogo constante entre o amor ou o lado emocional (Logullo) e o tempo ou o lado racional (Jullie).

“Quis escrever um texto que, de alguma forma, fugisse um pouco dos musicais tradicionais. Nelson Gonçalves foi um homem que amou profundamente e que, também por isso, sofreu. NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO traça um diálogo entre a razão e a emoção, reforçado pela força e dramaticidade das canções interpretadas por ele. As músicas entrelaçam essas falas o tempo todo, enfatizando essa disputa de sentimentos”, explica Chalita, que também se preocupou em levar o público à reflexão das próprias inquietudes e sentimentos. “Todos nós temos esses dois lados. Todos nós vamos nos ver nesse conflito”.

Clássicos eternizados na voz poderosa do cantor e compositor, como “Naquela Mesa”, “A Volta do Boêmio”, “Chão de Estrelas”, entre tantos outros, não poderiam ficar de fora do repertório. Definido por seu idealizador e produtor, Guilherme Logullo, como uma “junkie box”, o espetáculo vai fazer os fãs do rei do rádio se emocionarem. “A montagem tem um tom nostálgico e lírico. Vamos trazer fatos, histórias, emoções, músicas e sentimentos”, explica ele, que “descobriu” Nelson Gonçalves durante estudos para um personagem, e por conta da semelhança do registro vocal, ficou encantado. A descoberta virou vício e admiração. E, aos poucos, nasceu a vontade de levar Nelson aos palcos.

“Os altos e baixos, os nãos que Nelson escutou na carreira musical, seus relacionamentos e seus problemas com as drogas estarão lá de alguma maneira. No entanto, NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO não é uma obra biográfica, mas uma homenagem. Foi a forma que encontramos de trazer a essência de Nelson para a cena”, comenta.

Convidada por Logullo para unir-se ao elenco, a atriz e cantora Jullie traz sua voz angelical e conhecida de outros espetáculos como “Tudo Por Um Pop Star”, “Constellation – Uma Viagem Musical Pelos Anos 50” e “O Musical da Bossa Nova”, para contrastar com a força masculina presente na voz de Nelson Gonçalves. “Um dos pontos interessantes do musical é a maneira como nos apropriamos das canções. Somos dois jovens cantando músicas lindas de um tempo diferente do nosso. Isso dá uma outra roupagem a esse repertório que ganha novas cores com os arranjos sensíveis e criativos do Tony Lucchesi”, diz Jullie.

A DIREÇÃO E A DIREÇÃO MUSICAL

Uma das principais diretoras e coreógrafas em atividade no país, Tania Nardini foi escolhida para capitanear a direção de NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO. É a primeira vez que ela concebe esse tipo de temática em um espetáculo, sem tantas coreografias, e com um elenco enxuto: apenas dois intérpretes.

“É extremamente desafiador homenagear um homem como Nelson Gonçalves que tocou o coração e a vida de tantas pessoas, ainda mais numa proposta que foge do tradicional. Apesar de falarmos do artista Nelson Gonçalves, o fio condutor aqui é o ser humano e as suas dualidades: o que é mais forte? O tempo ou o amor?”.

Em cena, os atores vão dançar, cantar, falar, sonhar… “Está sendo uma experiência muita enriquecedora e será uma delicada homenagem, a partir das belíssimas canções eternizadas por Nelson”, comenta ela, diretora de espetáculos como “Nuvem de Lágrimas”, diretora associada e coreógrafa de “West Side Story”, “O Rei e Eu” e “My Fair Lady”, e diretora responsável por todas as montagens do espetáculo “Chicago” em qualquer parte do mundo, desde 2007.

Tão desafiador quanto dirigir é trazer uma nova roupagem musical às canções do espetáculo, tarefa concedida ao premiado diretor musical e arranjador, Tony Lucchesi, vencedor do último Prêmio Bibi Ferreira e do Prêmio Reverência na categoria por “Bibi, Uma Vida em Musical”. Lucchesi sempre teve contato com a obra de Nelson, graças à sua família, e já foi responsável pela direção musical de outras obras inspiradas em canções da mesma época, como “Elizeth, A Divina”.

Para NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO, Lucchesi estabeleceu uma desconstrução dos arranjos de alguns dos clássicos de Nelson Gonçalves para contar e mostrar separadamente esses dois elementos: o tempo e o amor. “As músicas têm um papel muito importante em cena, pois ajudam na estrutura narrativa do texto, desenrolando a história. E foi um desafio trazer uma voz tão potente, tão forte como a do Nelson para um outro contexto”, diz ele, lembrando o quanto o sucesso do cantor perdurou e a sua capacidade de se reinventar musicalmente. “Nelson chegou a gravar canções de Lulu Santos, Ângela Rô Rô e até Legião Urbana. Era um artista completo e é um prazer transformar canções tão dramáticas e fortes em algo novo”, explica.

Para a montagem, o diretor incluirá violões na orquestra, instrumento muito ligado ao homenageado e conta ainda que o fato da emoção (o amor) ser personificada na figura masculina e o tempo (a razão) na figura feminina também gera uma riqueza musical e mais diversidade às interpretações, já que, normalmente, se espera o contrário. Outros recursos, como uma marcação de relógio nas canções do repertório de Jullie (representando o tempo), além de muitos mash-ups quando os protagonistas cantam juntos, ajudam a associar os temas às interpretações.

Completam o dream team criativo de NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO o renomado figurinista Fause Haten, e a cenógrafa Dóris Rollemberg.

SINOPSE: Vivendo um conflito constante entre o amor (a emoção) e o tempo (a razão), os protagonistas trazem à tona as emoções vividas por Nelson Gonçalves ao longo de sua vida e carreira, cantando seus maiores sucessos, numa homenagem ao centenário do cantor e compositor brasileiro, um dos maiores vendedores de discos do país. Nelson Gonçalves é revivido por meio das canções e das emoções do casal de protagonistas.

SOBRE GUILHERME LOGULLO: Ator e bailarino, nascido em São Paulo, Guilherme Logullo se formou em teatro musical em Londres. Participou do elenco de grandes montagens musicais no Brasil como ‟A Bela e a Fera‟, ‟Chicago‟, ‟West Side Story‟, “Priscilla, A Rainha do Deserto”, “Elis, A Musical”, “Como Vencer na Vida sem Fazer Força” e, mais recentemente, de “Bibi, Uma Vida em Musical” e “Pippin”. Na TV, fez “Rock Story” e “Babilônia”. NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO é sua estreia como produtor.

SOBRE JULLIE: Jullie é uma das atrizes e cantoras mais requisitadas em grandes montagens musicais. Protagonizou os espetáculos “Tudo Por Um Popstar”, “Constellation – Uma Viagem Musical Pelos Anos 50” (que lhe rendeu uma indicação como melhor atriz na primeira edição do Prêmio Reverência), integrou o elenco de “60! Década de Arromba – Doc. Musical”, da turnê 2018 de “O Musical da Bossa Nova”, participou da temporada carioca de “A Noviça Rebelde” (sub de Maria Von Trapp), entre outras produções. Jullie também é compositora e lançou digitalmente o álbum autoral “Até o Sol”. Dubladora desde 2007,  deu voz à diversas personagens em filmes/ séries como “Trolls” (Poppy) e “Pé Pequeno” (voz cantada da Meechee).

SOBRE GABRIEL CHALITA: Gabriel Chalita revelou-se escritor já aos 12 anos, quando publicou seu primeiro livro. Hoje, tem uma obra composta por mais de 80 títulos. Doutor em Filosofia do Direito e em Comunicação e Semiótica, deu início à carreira política aos 19 anos, como vereador e presidente da Câmara Municipal de Cachoeira Paulista. Exerceu os cargos de secretário da Juventude, Esporte e Lazer e de secretário da Educação do Estado de São Paulo; neste último, instituiu os Programas Escola da Família, Escola de Tempo Integral e Caminho das Artes. Foi também presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), por dois mandatos, e vereador da cidade de São Paulo. Foi deputado federal pelo PMDB-SP – eleito com mais de meio milhão de votos – e secretário de Educação do município de São Paulo. É professor universitário, membro da Academia Brasileira de Educação, presidente da Academia Paulista de Letras e palestrante.

SOBRE TÂNIA NARDINI: Tania trabalhou com os mais importantes produtores, atores e diretores de teatro e televisão do Brasil. Esteve à frente da direção dos espetáculos “Priscilla – A Rainha do Deserto” e “Nuvem de Lágrimas”, além de ser coreógrafa e diretora associada nas produções “O Rei e Eu” e “West Side Story”. Coreografou “Raia 30” e “Cauby! Cauby! Uma Lembrança” e é a diretora responsável por todas as montagens do espetáculo “Chicago” em qualquer parte do mundo, desde 2007.

SOBRE TONY LUCCHESI: Vencedor do Prêmio Bibi Ferreira e do Prêmio Reverência 2018 na categoria “Melhor Direção Musical” por “Bibi, uma Vida em Musical”, Tony Lucchesi é diretor musical, arranjador e preparador vocal dos espetáculos: “Bibi – Uma Vida em Musical”, “60! Década de Arromba – Doc. MusicaI”, “VAMP” (também compositor das canções originais), “Rock ln Rio Now” (Lisboa- 2016). É compositor, arranjador e diretor musical do espetáculo “Vem buscar-me que ainda sou teu” (RJ – 2016), e diretor musical dos espetáculos “Godspell” (RJ- 2015), com direção de João Fonseca e “Matilda” (RJ- 2016), com direção de Gustavo Klein, ambos práticas de montagem realizadas pelo CEFTEM. O artista ainda é arranjador Vocal das edições do programa “The Voice Brasil” (Tv Globo); pianista do espetáculo “Beatles num céu de diamantes”, e pianista/co-arranjador do espetáculo “Milton Nascimento – Nada será como antes”, de Cláudio Botelho e Charles Moeller. Também assina a Direção de canção dublada do Beck Studios. Seus últimos trabalhos foram os filmes “Hotel Transylvania 1 e 2”, além das séries “Miraculous – As aventuras de Ladybug”, “Odd Squad”, entre outras (Canal Gloob).

SOBRE FAUSE HATEN: Estilista renomado e eternizado nos palcos do país por sua montagem de “Lili Marlene, um Musical”, produção idealizada pelo próprio artista, que escreve o texto, dirige e assina as canções. Conhecido por trabalhos performáticos e cheios de personalidade, Haten vai trazer sua criatividade para o universo de Nelson Gonçalves.

FICHA TÉCNICA:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

Um musical idealizado por Guilherme Logullo e Gabriel Chalita

Direção e coreografia: Tânia Nardini

Roteiro: Gabriel Chalita

Elenco: Guilherme Logullo e Jullie

Coordenação Artística: Guilherme Logullo

Cenografia: Doris Rollemberg

Figurinos: Fause Haten

Direção Musical: Tony Lucchesi

Direção de Produção: Jenny Mezencio

Assistência de direção e movimento: Nadia Nardini

Visagista: Diego Nardes

Design de Som: Gabriel D’Angelo

Design de Luz: Renato Machado

SERVIÇO:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

Pré-estreia: 4, 5 e 6 de janeiro de 2019.

Estreia oficial: 11 de janeiro de 2019.

Temporada: De 4 de janeiro a 24 de fevereiro de 2019.

Horários: sextas e sábados, às 21h. Domingos, às 19h30.

Local: Teatro Clara Nunes

Endereço: Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea.

Duração: 70 minutos.

Bilheteria online: www.tudus.com.br

Bilheteria oficial: Teatro Clara Nunes – De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos, das 15h às 22h.

Telefone: 2274-9696

Valores: Sexta: R$80 (plateia) e R$50 (balcão). Sábado e domingo: R$100 (plateia) e R$70 (balcão).

700 lugares.

Livre.

“Rapsódia – o Musical” estreia em Janeiro no Teatro Serrador

O espetáculo “Rapsódia – O Musical” estreia temporada no Teatro Serrador (RJ). Com uma pegada que promete agradar aos fãs de Rocky Horror ou Sweeney Todd, o revival de Rapsódia – O Musical estreia dia 10 de janeiro e fica até 16 de fevereiro com sessões às quintas, sextas e sábados, às 19h30.

Apresentado pela primeira vez em 2013, o espetáculo da Cerejeira Produções, volta aos palcos repaginado. Com novas canções e direção, ele ganhou um ar mais contemporâneo.

– Pode se dizer que quem assistiu o Rapsódia no passado vai viver uma nova experiência, bem mais sangrenta. No revival, haverá muito sangue no palco, mas não é para se enganar, o musical conta com muito humor e músicas divertidas – diz Mau Alves, que assina o texto e direção.

A história é contada por Pátrio (Hugo Kerth), um jovem sonhador que viaja para a cidade de Rapsódia a convite do seu primo mais velho, Jeremias (Mau Alves), que é dono de uma fábrica de sabonetes. Lá, ele conhece Rubi (Joana Mendes), Coné (Gustavo Klein) e Catarina (Julia Morganti), funcionários bem excêntricos do seu primo. Ao longo da história, Pátrio descobre um porão abandonado que esconde um segredo bem macabro.

No elenco ainda estão Anna Claudiah Vidal, Camila Matoso, a drag Velma Real, Isabela Quadros, Malu Cordioli, Clara da Costa, César Viggiani, Robson Lima e Vitor Lima.

SERVIÇO: 

Rapsódia – O Musical

Teatro Serrador

R. Sen. Dantas, 13 – Centro, Rio de Janeiro – RJ

Tel: (21) 2220-5033

Temporada: 10 de Janeiro a 16 de fevereiro

Quintas, sextas e sábados, às 19h30

Lotação: 276 lugares

Classificação etária: 16 anos

Duração: 70 minutos

Ingressos: 40 reais (inteira)

FICHA TÉCNICA:

Elenco: Mau Alves, Julia Morganti, Gustavo Klein, Hugo Kerth, Joana Mendes, Anna Claudiah Vidal, Camila Matoso, a drag Velma Real, Isabela Quadros, Malu Cordioli, Clara da Costa, César Viggiani, Robson Lima e Vitor Lima

Gênero: Musical

Texto e direção: Mau Alves

Direção Musical: Tony Lucchesi

Direção Coreográfica: Clara da Costa

Letras: Mau Alves e Sarah Benchimol

Direção Residente: Ana Varella

Iluminação: Rubia Vieira

Cenografia: Renato Marques

Designer de Som: Rodrigo Oliveira – 220 Decibéis

Figurino: Carmen Costa

Assistente de Direção: Andressa Tristão

Assessoria de imprensa: MercadoCom – Ribamar Filho

Realização: Cerejeira Produções

Ópera João e Maria no Theatro Municipal em dezembro

Ópera mais popular do alemão Engelbert Humperdinck,  “Hänsel und Gretel” (“João e Maria”), escrita originalmente para crianças e baseada no conto homônimo dos irmãos Grimm, terá montagem em dezembro, na Sala Mário Tavares, no prédio anexo ao Theatro Municipal.

Nesta versão concebida por João Wlamir, chefe da divisão de dança do Municipal, o espetáculo retrata, nos tempos atuais, uma trupe de cantores que está ensaiando, justamente, a obra-prima de Humperdinck.

Dois elencos de solistas irão se revezar no palco, acompanhados pelo jovem pianista Felipe Naim e sob a direção musical do maestro Jésus Figueiredo.  Estreada em 1893, em Weimar, na Alemanha, regida por Richard Strauss, “João e Maria” teve sucesso imediato e, só em seu primeiro ano, foi encenada em 50 teatros diferentes.

A linguagem musical da peça é refinada, com influências de  Richard Wagner, de quem Humperdinck era amigo, e melodia com belas referências do folclore alemão. Com libreto escrito pela irmã do autor, Adelheid Wette, a trama de contos de fadas sofreu várias alterações curiosas na transposição para ópera : a madrasta perversa foi substituída pelo personagem da mãe fatigada e enérgica;  o pai, um lenhador, se transformou num fabricante de vassouras; e a menina Maria é quem acaba conduzindo a ação, com sua personalidade incisiva e brilhante, em contraposição à introversão do sonhador João. A tradução do libreto para o português leva a assinatura de Dante Pignatari.

Com duração de 75 minutos, o espetáculo, de terça a sexta-feira, será apresentado no horário alternativo das 12h, na sala Mário Tavares do Anexo do Theatro Municipal (Avenida Almirante Barroso, 14-16), com capacidade para 160 pessoas. Aos sábados, a sessão é às 16h; aos domingos, às 11h.

Ficha técnica:

João: Vivian Delfini e Lara Cavalcanti

Maria: Michele Menezes e Rose Provenzano-Páscoa

A Bruxa: Eliane Lavigne e Geilson Santos

A Mãe: Magda Belloti e Noeli Mello

O Pai: Ciro d’Araújo e Fabio Belizallo

Direção musical: Maestro Jésus Figueiredo

Concepção e direção cênica: João Wlamir

O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro

PATROCÍNIO OURO PETROBRAS

Apoio: Livraria da Travessa e SulAmérica Paradiso

Realização: Theatro Municipal e Associação dos Amigos do Teatro Municipal

 

DATAS E HORÁRIOS

De 11 a  23 de dezembro, com exceção do dia 17; de terça a sexta, às 12h; sábado, às 16h; domingo, às 11h;

PREÇOS DOS INGRESSOS

De terça a sábado, R$ 10; domingo, R$ 1

Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com

 

 

Sala Mário Tavares – no prédio Anexo ao Theatro Municipal

Avenida Almirante Barroso, 14-16, Centro.

Pequena Miss Sunshine

O espetáculo “Pequena Miss Sunshine”, produzido pelo CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical), estreia no próximo dia 4 de Dezembro no Teatro Cesgranrio, Rio Comprido (RJ), com sessões às terças e quartas, às 20h.

A prática de montagem com texto de James Lapine, baseado no filme escrito por Michael Arndt, terá direção geral de Sergio Módena, direção musical de Tony Lucchesi e Miguel Schönmann, coreografia de Clara da Costa, além de coordenação geral de Reiner Tenente.

– Este musical foi inspirado no internacionalmente premiado filme de 2006 e leva o espectador a uma reflexão sobre o estigma de vencedores e perdedores, sugerindo que a vida não é um concurso permanente. A vida é fracassar, perder, cair, e, por fim, levantar-se para novamente empurrar aquela velha kombi no caminho certo. E o sucesso talvez não seja uma coleção de conquistas, mas sim de todas as tentativas – diz Reiner Tenente.

A história é bem conhecida do público. O sonho da pequena Olivia é participar do concurso da Pequena Miss Sunshine. Ela embarca então em uma divertida e comovente viagem com o pai, o tio, o avô, o irmão e a mãe. A família tem que correr contra o tempo para que Olive chegue no horário e possa fazer a apresentação criada pelo seu avô.

– É uma obra sobre otimismo e resiliência, valores essenciais para qualquer pessoa. É de imensa importância disseminar uma mensagem de aceitação e superação com potencial cômico. A peça nos faz refletir sobre questões sérias com diálogos poderosos e pungentes. Montar Pequena Miss Sunshine é importante quando vivemos numa sociedade com uma realidade de culto à beleza e à estética – completa.

“Pequena Miss Sunshine” faz temporada até dia 19 de dezembro.

Pequena Miss Sunshine

Gênero: Musical

Temporada: de 4 a 19 de dezembro

Dias: Terças e quartas

Horário: 20h

Classificação: 12 anos

Duração: 120 minutos

Valor: R$ 40,00 (inteira), R$20,00 (meia)

Teatro Cesgranrio

Rua Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido – Rio de Janeiro

Ficha Técnica:

Texto de James Lapine

Baseado no filme escrito por Michael  Arndt

Elenco: Anais Waucampt, Ariane Rocha, Beatruz Rufo, Brenno Negrellos, Cíntia Paredes, Daniel de Mello, Fernanda Gabriela, Flávio Moraes, Gledy Goldbach, Joana Nunes, João Pedro Chaseliov, João Telles, Maria Souza, Marina Malfacini, Marina Mortzsohn, Murici Lima, Nando Brandão, Nano Max e Yasmim Tozzi

Cenário: Nello Marrese

Direção Artística: Sérgio Módena

Direção Musical: Tony Lucchesi e Miguel Schönmann

Direção de Movimento e Coreografia: Clara da Costa

Coordenação Geral: Reiner Tenente

Assessoria de imprensa: MercadoCom / Ribamar Filho

Produção: CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical)

Raul Fora da Lei – A História de Raul Seixas

Em dezembro de 2018, completando 20 anos e mais de 300 mil espectadores, “Raul Fora da Lei – A História de Raul Seixas”, volta para única apresentação no Rio de Janeiro, no palco do TEATRO RIVAL PETROBRAS, no dia 01 de dezembro, às 19h30. A sessão marca o início da turnê que se estenderá por todo o país em 2019.

Com textos de autoria do próprio Raul Seixas, direção de José Jofilly e direção musical de Igor Eça, Roberto Bomtempo é acompanhado pela Banda M743 (Fred Castilho, Igor Eça Lipe Rodrigues e pelos cantores, Leandro Baumgratz, Tamara Trindad e Andréa Mota) para mostra a vida e o legado de Raul Seixas para a música e cultura brasileira.

 

Raulzito deixou um farto material, entre fitas, escritos, fotos e composições, guardados em seu famoso baú. Tinha mania de registrar tudo para a posteridade, na esperança de manter-se vivo na memória do seu público. E o esforço valeu a pena. Parte deste material serviu de fonte de pesquisa para que o ator Roberto Bomtempo realizasse um antigo sonho: montar um espetáculo que falasse sobre Raul Seixas com a intimidade que só os textos do próprio Raulzito poderiam expressar. Lá o público poderá conferir um Raul Seixas aberto, em carne viva, inteiro, exposto. Ele fala de sua relação (nem sempre pacífica) com o sucesso, com suas mulheres, sua espiritualidade, seus anseios, seus sonhos, suas frustrações. Os seus fãs certamente vão matar as saudades do ídolo e mesmo aqueles que conhecem apenas as músicas mais famosas (como “Gita”, “Cowboy Fora-da-Lei”, “Maluco Beleza”, entre outras) são tocados pela vida repleta de altos e baixos de Raul, que nos deixou precocemente em 1989.


Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 01 de dezembro (sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 70,00 (Inteira), R$ 35,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventimhttp://bit.ly/Ingressos2z0P23j. Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo

“Meu Destino é Ser Star” estreia em janeiroe traz no repertório a obra de Lulu Santos

Na última segunda-feira, 12 de novembro, a Aventura e a Em Foco promoveram o primeiro encontro para o elenco do mais novo musical “Meu Destino é Ser Star”, ao som de Lulu Santos, no Teatro Adolpho Bloch, localizado no bairro da Glória, no Rio de Janeiro. Com apresentação do Ministério da Cultura, da SulAmérica e patrocínio da Riachuelo, a comédia musical, tem um elenco de dez atores, sob a direção musical e arranjos, de Zé Ricardo, e direção geral de Renato Rocha. Ele pretende  mostrar  ao espectador toda a construção do gênero no teatro, desde as audições, passando pelas angústias e as conquistas, levando para a ficção teatral um sonho tão comum a cada ator, em especial para quem busca uma carreira nesse mercado, cada vez mais competitivo. “É um mergulho na carreira do Lulu unido à busca pelo sonho de ser uma estrela de musical”, explicou Renato. A estreia está prevista para o dia 19 de janeiro, no Teatro Riachuelo Rio.

Foi uma tarde de reencontros, a turma pôde compartilhar um pouco sobre o que espera ser mais um sucesso no mundo dos musicais teatrais. Renato Rocha, que além de ter tido a ideia da comédia musical, contribuiu em parte do roteiro e dirige o espetáculo, deixou bem claro: “Todos vão estar em cena o tempo todo. Não teremos direito à coxia. Fazer xixi só quando acabar a apresentação”, disse descontraindo o encontro e levando todos às gargalhadas.

O elenco será formado por Jessica Ellen (destaque em de “Pineal – Ritual Cênico”), Myra Ruiz (“Wicked”), Gabriel Falcão (“Les Misérables”), Helga Nemeczyk (“Chaplin, O Musical”) , Victor Maia (“60! Década de Arromba – Doc. Musical”), Carol Botelho (“Peter Pan”), Marina Palha (“S’imbora, O Musical – A História de Wilson Simonal”), Mateus Ribeiro (“Peter Pan”) , Ana Elisa Schumacker (“Chacrinha, O Musical”) e Leo Senna (“Ayrton Senna, O Musical”). Parte da equipe do espetáculo (Ficha técnica criativa mais abaixo), também foi ao teatro e pôde ouvir trechos das músicas do astro pop, que estarão na comédia musical. Todos os clássicos puderam ser acompanhados durante o encontro. Entre os sucessos, hits como “Toda Forma de Amor”, ”Um Certo Alguém”, “Apenas Mais Uma de Amor”, “Condição”, “Tempos Modernos”, somando cerca de 40 músicas do repertório de uma dos maiores hitmakers brasileiros.

“O Renato Rocha nos trouxe a proposta de fazermos um musical com a obra do Lulu. Então, tive a ideia de descortinar o backstage do musical para o público: as dores e as delícias dos atores, criadores e produtores do teatro. A Aventura está completando 10 anos e, agora, achamos que o público está pronto e interessado em conhecer um pouco mais sobre esses bastidores e a busca pelo sucesso”, afirmou Aniela Jordan, uma das sócias da Aventura. Zé Ricardo, cantor cuja experiência como curador do palco Sunset no festival Rock in Rio, o colocou em evidência, estava esfuziante com a estreia num espetáculo do gênero “Tudo o que tenho hoje consegui através da música. Estar aqui ao lado desse elenco tão talentoso, pra mim, é espetacular. As letras do Lulu representam várias gerações. Fazem parte da vida das pessoas que vão nos assistir, certamente”, afirmou. O processo de ensaios começa essa semana e, em janeiro, todos poderão mergulhar nessa história que vai ter tudo e muito mais para emocionar a todos.

Ficha Criativa:

Texto – Renato Rocha, Diego De Angeli e Leandro Muniz

Direção – Renato Rocha

Direção Musical e Arranjos – Zé Ricardo

Direção vocal – Felipe Habib

Direção de Movimento e Coreografia – Victor Maia

Cenário – André Cortez

Figurino – Bruno Perlatto

Desenho de luz – Renato Machado

Desenho de som – Carlos Esteves

Produção de elenco – Marcela Altberg

Link com fotos para baixar:

https://we.tl/t-UUOkZN5eiU

Legenda das fotos – Crédito – Felipe Panfili:

 

8948 – Victor Maia, Zé Ricardo, Aniela Jordan, Renato Rocha e Felipe Habib

8956 – Elenco e parte da equipe criativa

9156 – Marina Palha , Jessica Elle e Myra

9162 – Myra Ruyz , Gabriel Falcão e Jessica Elle

9190 – Leonardo Senna e Carol Botelho

9077 – Ana Elisa Schumacher, Victor Maia e Helga Nemeczyk

9002 – Carol Botelho entre Victor Maia e Mateus Ribeiro

8994 – Aniela Jordan e Renato Rocha

Gonzaguinha: O Eterno Aprendiz

Depois de uma super bem-sucedida temporada no Centro da cidade e na Barra da Tijuca onde foram aplaudidos por quase 12.000 espectadores com várias LOTAÇÕES ESGOTADAS, o musical “GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ”, volta ao Teatro João Caetano (Praça Tiradentes – Centro) para mais 12 apresentações, de 02 a 25 de novembro/2018, com apresentações as 6as feiras e sábados 19h e domingo 18h, com ingressos aos preços de R$ 40,00 e  50% de desconto para estudantes, jovens até os 21 anos e acima de 60 anos.

O espetáculo é uma versão poética da vida e da obra do cantor e compositor Gonzaguinha e conta com o ator Rogério Silvestre, os cantores Paulo Francisco ‘Tutuca’, Bruna Moraes e Nathallie Alvin e os músicos Rafael Toledo (Guitarra, violão e voz),  Alcione Ziolkowski (bateria), Omar Fontes (teclados), Buga Júnior (sax, flauta e cavaquinho) e Dudu Dias (baixo).

O espetáculo mostra a história de um dos maiores compositores e intérpretes brasileiros, em uma obra que reúne artes cênicas e música.

São 16 canções assinadas pelo próprio Gonzaguinha – “Explode Coração”, “Recado”, “Começaria Tudo Outra Vez”, “Moleque”, “Sangrando”, “O Que é o Que é?”, “Ponto de Interrogação”, “Eu Apenas Queria Que Você Soubesse”, “Com a Perna no Mundo”, “Grito de Alerta”, “De Volta ao Começo”, “Palavras”, “É”, “Diga Lá, Coração”, “Espere por Mim, Morena” e “Vamos a Luta” – que misturam xote, samba, baião e música romântica que foram gravadas pelos maiores nomes da nossa MPB, como Maria Bethânia, Simone, Joanna, Zizi Possi, Raimundo Fagner, Ângela Maria, Cauby Peixoto  e o próprio Wagner Tiso que já participou algumas vezes do espetáculo.

Com o intuito de preservar a memória desse ícone da MPB, o espetáculo apresenta passagens da vida do artista que iniciou sua trajetória na década de 60 em meio aos tropeços da ditadura militar e seguiu cantando seus amores e anseios pela vida.

Só pra saber…

Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, mais conhecido como Gonzaguinha, nasceu no RJ no dia 22/09/1945 e faleceu aos 45 anos após sofrer um acidente de carro, na madrugada do dia 29/04/1991, quando voltava pra casa depois de um dos seus muitos shows pelo interior do país.

Gonzaguinha era filho registrado, mas não natural, do cantor e compositor pernambucano Luiz Gonzaga, ‘o rei do baião’ e de Odaleia Guedes dos Santos, cantora do Dancing Brasil. Teve 04 filhos: Daniel Gonzaga, Fernanda, Amora Pêra e Mariana.

Em 2017 foi tema do carnaval da Estácio de Sá, com o enredo “É! O Moleque desceu o São Carlos, pegou um sonho e partiu com a Estácio!” e no próximo Carnaval, a escola de samba Império Serrano escolheu como enredo para seu desfile no Grupo Especial em 2019, o sucesso de Gonzaguinha O Que é, o Que é?. Será emocionante, cantar Gonzaguinha na passarela do Samba.

 Abaixo, o comentário postado nas redes sociais pelo Julio Cesar Farias após assistir o espetáculo:

“Fui assistir à excelente peça “GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ – O MUSICAL”, no teatro João Caetano, no Centro. O espetáculo mostra, por intermédio de algumas de suas canções mais famosas, as várias facetas de um artista singular da nossa MPB. Mais notório como compositor do que cantor, Gonzaguinha forneceu um manancial de belas letras a grandes vozes do nosso cancioneiro, como Maria Bethânia, Simone, Nana Caymmi, Joanna e Fagner, entre outros. A grandeza de sua personalidade e obra não pode ser posta num único espetáculo, contudo nessa montagem musical especial ambas se fazem presentes com didatismo e grande força dramática. O que diferencia esse musical dos outros está no protagonismo de suas ideias nas canções de sua autoria, visto que o talentoso ator Rogério Silvestre incorpora a pessoa e não o cantor em si como fazem todos os outros musicais, nos quais os atores-cantores cantam as músicas do saudoso artista homenageado procurando dar o timbre o mais parecido na composição do personagem. Rogério só canta a canção de encerramento “O que é, o que é?”, numa apresentação conjunta apoteótica com os músicos e a plateia. O figurino do ator, todo de branco e com chinelo franciscano – o qual deixa de calçar a peça inteira – remete à doutrina espírita, como se o artista estivesse ali, realmente reencarnado no ator, sob um apropriado foco de luz. Tal observação pode ser constatada na interpretação comovente de Rogério Silvestre, que passa todos os sentimentos de Gonzaguinha, mostrando sua personalidade enigmática, forte, intensa e contestadora. Por várias vezes o ator se emociona e vai às lágrimas ao contar os principais fatos ocorridos na vida do homenageado, revelando toda a alegria e angústia de Gonzaguinha como se estivesse acontecendo com ele mesmo. A entrega do ator é impressionante ao mergulhar na alma do cantor. Uma banda profissional de primeira qualidade e um casal de primorosos cantores, que tecem o fio narrativo interpretando as canções ilustrativas em consonância com a performance do ator, completam a tocante dramaturgia intimista solo musical que vale muito a pena assistir!”

Certamente, GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ merece ser visto e revisto pelos fãs do Gonzaguinha e principalmente, pelos amantes do bom teatro.

Confiram…

GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ.

Concepção do espetáculo: Dr Kleber Lincoln e Maestro Amaury Vieira.

Texto: Gildes Bezerra.

Com o ator Rogério Silvestre, os cantores Paulo Francisco ‘Tutuca’, Brunna Moraes e Nathallie Alvin e os músicos Rafael Toledo (Guitarra, violão e voz), Alcione Ziolkowski (bateria), Omar Fontes (teclados), Buga Júnior (sax, flauta e cavaquinho) e Dudu Dias (baixo).

Diretor Musical: Rafael Toledo.

Diretor Teatral: Breno Carvalho.

Produção, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo

Realização: Boca Fechada Produções Artísticas e Rogério Silvestre Produções.

Teatro João Caetano

Praça Tiradentes – Centro – Tel. 21- 2332-9257).

De 02 a 25 de Novembro 2018

Sextas e Sábados 19h e Domingos 18h

Preço dos ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos e assinantes de O Globo)

Tempo de duração: 80 minutos

Limite: Livre

725 lugares

“Janis” reestreia no Teatro Cesgranrio

Depois de participar da novela “Segundo Sol” na personagem Selma, par da policial Maura interpretada por Nanda Costa, Carol Fazu retoma o espetáculoJanis”, monólogo musical sobre Janis Joplin, onde faz o papel-título, que volta em cartaz para curta temporada no Teatro Cesgranrio com estreia dia 10 de novembro, sábado. A peça mostra a trajetória de Janis Joplin, a cantora com voz forte e marcante, lembrada pela atitude rebelde da geração beat, os temas de dor e perda de suas músicas, que transformaram a menina que cantava no coro local de sua cidade no Texas na principal voz branca de rockblues de todos os tempos.

“Janis” estreou no ano passado no Oi Futuro Flamengo e foi indicada a vários prêmios: Shell de Teatro (categoria música), Cesgranrio (melhor atriz em musical, direção musical e figurino) e Botequim Cultural (melhor espetáculo, melhor diretor e melhor atriz)

Idealizado por Carol Fazu, fã de Janis, o espetáculo traz uma dramaturgia inédita de Diogo Liberano, direção de Sergio Módena, direção musical de Ricco Viana e cenografia e figurinos de Marcelo Marques. Carol estará sozinha no palco, acompanhada de cinco músicos, evocando Janis, que marcou uma geração e é reverenciada até hoje como uma de nossas maiores cantoras.

“Janis” traz uma dramarurgia que mistura aspectos biográficos e ficcionais e texto entremeado de canções, em que a atriz vai à essência e às emoções do personagem, sem reproduzir nem imitar a cantora. “Essa Janis é uma junção de muitos pontos de vista sobre a vida da cantora. Tem um pouco das minhas experiências, um tanto de invenção, muitas falas ditas originalmente por Janis e também aquilo que a própria atriz Carol Fazu trouxe ao projeto”, descreve o dramaturgo.

Em cena, uma trama original inspirada na vida e obra de Janis Joplin, personagem intensa, contestadora, que não abriu concessões e foi um retrato de sua geração e da contracultura dos anos 60.  Está lá o universo da cantora, sua vida, as emoções que experimentou pela vida e suas refexões sobre solidão, ambição, sucesso, amor, sexo, culpa, rejeição e família. Sentimentos atemporais, comuns a todos nós hoje. Com 14 músicas, é um espelho do que ela vivenciou na vida e colocou em suas canções, que são sucesso até hoje. 

 

Neste monólogo musical Carol faz uma homenagem a Janis, interpretando as histórias permeadas por suas canções como Cry Baby, Little Girl Blue, Kozmic Blues, Maybe, Me and Bobby McGee, Piece of my Heart, Mover Over, Mercedez Benz, Tell Mama e Try (Just a Little Bit Harder).  

 

Sinopse

Janis é um monólogo musical que evoca a emblemática figura da cantora norte-americana Janis Joplin, falecida em 1970, aos 27 anos. Em cena, a atriz Carol Fazu, dirigida por Sergio Módena, numa dramaturgia original de Diogo Liberano, se apresenta numa trama que combina as canções mais icônicas de Joplin, fatos de sua biografia e o encontro com o público presente. Nesse encontro, temas como a fama e o sucesso, família, liberdade, o amor e a solidão, abrem uma reflexão sobre o ser humano, o seu estar no mundo e a importância de ser quem se é.

Sobre Janis Joplin

Janis Joplin cresceu no Texas ouvindo músicos de blues e cantando no coro local. Fez de sua voz a sua caracterísitca mais marcante, tornando-se um dos ícones do rock psicodélico e dos anos 60. Todavia, problemas com drogas e álcool encurtaram sua carreira. Morta em 1970, aos 27 anos, de uma overdose de heroína possivelmente combinada com os efeitos do álcool, Janis cultivou uma atitude rebelde e se vestia como os poetas da geração beat.

 

O sucesso veio depois de suas apresentações no Festival Pop de Monterey em 1967, quando se transformou numa estrela. Mais. Provou que branco podia cantar blues. Também exibiu outro tipo de beleza e sensualidde, que nada tinham a ver com as mocinhas bem-comportadas. Enquanto cantava, virava a cabeça como se estivesse chicoteando com os próprios cabelos. O público se apaixonou por ela e Janis, mais do que uma cantora, se transformava no símbolo feminino do rock.

 

Seu quarto e último álbum Pearl foi lançado seis meses após sua morte e alcançou o primeiro lugar nas paradas com Me and Bobby McGee. E o sucesso continuou. Janis Joplin passou à condição de mito. 

 

Solitária no meio da multidão, frustrada no auge do sucesso, Janis Joplin, a menina do Texas, não conseguiu sobreviver às pressões da vida. Mas sua fulminante trajetória bastou para trazer para o rock, definitivamente, a emoção do blues sem meias palavras, a sensualidade explícita, a tristeza cortante. E a sensação de que viver é correr todos os riscos. 

 

Ficha Técnica

Idealização e interpretação: Carol Fazu

Dramaturgia: Diogo Liberano

Direção geral: Sergio Módena

Direção musical: Ricco Viana

Cenografia e figurinos: Marcelo Marques

Iluminação: Fernanda Mantovani & Tiago Mantovani

Banda: Max Dias (baixo), Arthur Martau (guitarra), Kim Pereira (bateria), Marcelo Cebukin (saxofone) e Antônio Van Ahn (teclado)

Programação visual: Cacau Gondomar

Direção de produção: Alice Cavalcante e Ana Velloso

Produção executiva: Alice Cavalcante, Ana Velloso e Vera Novello

Produção e Realização: Sábios Projetos e Lúdico Produções

Serviço

Espetáculo: “Janis” – monólogo musical com Carol Fazu

Dramaturgia: Diogo Liberano

Direção: Sergio Módena

Local – Teatro Cesgranrio (Rua Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido – Tel.: 2103-9682)

Reestreia: 10 de novembro de 2018, sábado, às 20h

Temporada: dias 10, 11, 12 (sábado, domingo e segunda) e 15, 16, 17, 18 e 19 (quinta a segunda de novembro) às 20h

Preço:  R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)

Vendas: www.ingressorapido.com.br

Duração: 80 minutos

Capacidade: 266 lugares

Classificação: 14 anos

“Elizeth, a Divina”, no Teatro das Artes

Um resgate da memória de Elizeth Cardoso, uma das maiores intérpretes da música brasileira. Essa é a missão do espetáculo “Elizeth, a Divina” que chega aos palcos do Teatro das Artes em 9 de novembro para uma curta temporada até 2 de dezembro, com apresentações sextas, às 17h, sábados, às 21h, e domingos, às 19h30. Inspirado no livro biográfico da artista “Elizeth Cardoso, uma Vida”, escrito por Sergio Cabral, o espetáculo apresenta momentos marcantes da vida de Elizeth Cardoso, os grandes encontros, as paixões, os shows memoráveis e sua força poética por meio da música, do humor e da elegância, marcas registradas da personalidade da artista.

Com direção de Sueli Guerra e supervisão geral de João Fonseca, a atriz Izabella Bicalho, que também é responsável pela dramaturgia, vive Elizeth Cardoso e os cantores-atores Cilene Guedes, Jefferson Almeida e Dennis Pinheiro se rezevam entre diversos personagens. Junto com os músicos Ciro Magnani (piano), David Nascimento (violão e contrabaixo) e André Vercelino (bateria e percussão), eles interpretam ao vivo canções memoráveis de compositores como Cartola, Lupicínio, Herivelto, Pixinguinha, Noel Rosa, Ary Barroso, Tom Jobim e Vinícius de Moraes. O cenário de Nello Marrese e o figurino de Reinaldo Elias trazem o glamour de que tanto Elizeth gostava e a atmosfera romântica de suas canções. A direção musical é de Tony Lucchesi e a produção é da Tema Eventos Culturais.

A cena se passa no camarim do Teatro João Caetano, enquanto Elizeth dialoga com seus amigos Hermínio Bello de Carvalho, Eneida de Moraes – importante jornalista e grande amiga de Elizeth – e Jacob do Bandolim. Uma chuva torrencial inunda o Rio de Janeiro e todos estão apreensivos com a possibilidade de cancelamento do show. Memórias vêm à tona e, por meio deste clima íntimo, momentos da vida da cantora, desconhecidos do grande público, vão sendo revelados.

“Elizeth foi uma grande mulher à frente do seu tempo. Uma guerreira do amor, uma mulher empoderada quando ainda nem sonhávamos em falar disso. Mergulhar no seu universo é penetrar no melhor da música brasileira. Ary Barroso, Vinicius de Moraes, Chico Buarque e muitos outros compositores dedicaram suas composições à cantora. Uma mulher que por mais de quatro décadas se manteve em sintonia com os movimentos artísticos, se atualizando sempre e se reinventando como artista!”, exalta Izabella Bicalho que por quatro anos pesquisou acervo da cantora e recolheu depoimentos de amigos próximos, como Hermínio Bello de Carvalho, e do neto Paulo César, que conviveu intensamente com a cantora – da infância até os 15 anos, quando em seus braços Elizeth deu o último suspiro.

SERVIÇO

 

“ELIZETH, A DIVINA”

Local: Teatro das Artes – Shopping da Gávea: Rua Marquês de São Vicente 52. Tel.: (21) 2540-6004

Temporada: de 9 de novembro a 02 de dezembro

Apresentações: sexta às 17h, sábado às 21h e domingo às 19h30.

Ingressos: R$ 70 (sexta e domingo) e R$ 80 (sábado).

Gênero: teatro musical. Duração: 100 min. Lotação: 421 lugares. Classificação indicativa: livre

 

FICHA TÉCNICA

 

Texto: Izabella Bicalho

Supervisão geral: Joao Fonseca

Direção: Sueli Guerra

Direção musical: Tony Lucchesi (premiado em 2018 pelo musical “Bibi, uma vida em musical”)

Elenco: Izabella Bicalho, Cilene Guedes, Jefferson Almeida e Dennis Pinheiro

Músicos: Ciro Magnani (piano), David Nascimento (violão e contrabaixo) e André Vercelino (bateria e percussão)

Cenário: Nello Marrese

Figurinos: Reinaldo Elias

Produção: Tema Eventos Culturais

REPERTÓRIO MUSICAL DO ESPETÁCULO (em ordem alfabética)

Apelo (Vinicius de Moraes e Baden Powell)

As Praias Desertas (Tom Jobim)

Barracão de Zinco (Luiz Antonio e Oldemar Magalhães)

Camarim (Cartola e Hermínio Bello de Carvalho)

Canção da Volta (Antonio Maria e Ismael Neto)

Canção de Amor (Elano de Paula e Chocolate)

Chega de saudade (Vinicius de Moraes e Tom Jobim)

Carinhoso (Pixinguinha)

Chão de Estrelas (Orestes Barbosa e Silvio Caldas)

É Luxo Só (Ary Barroso)

Feitiço da Vila (Noel Rosa)

Isso Aqui É o Que É (Ary Barroso)

Jamais (Jacob do Bandolim)

Leva Meu Samba (Ataulfo Alves)

Manhã de Carnaval (Luiz Bonfá e Antonio Maria)

Meiga Presença (Otavio de Moraes e Paulo Valdez)

Mulata Assanhada (Ataulfo Alves)

Naquela Mesa (Sergio Bittencourt)

Nossos Momentos (Luiz Reis e Haroldo Barbosa)

Olhos Verdes (Vicente Paiva)

Serenata do Adeus (Vinicius de Moraes)

Todo Sentimento (Chico Buarque e Cristovão Bastos)