“Out Of Water Musical”, versão americana do premiado “Cargas D’água – Um Musical de Bolso”, estreia em Nova Iorque

O musical autoral brasileiro “Cargas D’Água”, escrito por Vitor Rocha, ganhou uma versão americana e está em cartaz em Nova Iorque. O espetáculo teve duas temporadas de sucesso no Brasil e chegou a se apresentar em cidades do interior de São Paulo e Minas Gerais e Brasília.

O espetáculo conta uma história que começa bem no meio do Brasil, só que um pouquinho para cá: no sertão mineiro. Onde um menino perde a sua venerada mãe e acaba por esquecer o seu próprio nome, pois seu padrasto, agora o único membro da família, só o chama por “moleque”. Mas tudo muda quando ele faz um amigo, nada comum, um peixe, e começa a ver toda a sua história com outros olhos. Agora ele tem uma missão: levar seu amigo para ver o mar. Uma missão que seria muito fácil se ele não tivesse inventado de contornar o país inteiro por dentro antes de sair no litoral. Em sua jornada, o moleque acaba encontrando distintos personagens que o ajudam ou atrapalham, e de alguma forma, o obrigam a enfrentar os maiores medos dos homens. Entre os personagens estão Charles e Pepita, dois artistas peculiares que ajudam o moleque a dar sentido para sua jornada e consequentemente, para sua vida e para a deles.

O responsável por levar o espetáculo aos EUA foi Edu Medaets, produtor e ator, que integra o elenco no papel do personagem “Kid”, que na versão original chamava-se “Moleque”. Para completar o time de “Out Of Water”, título em inglês, os atores Pedro Coppeti, Helora Danna e Maite Zakia, interpretam Charles e Pepita, respectivamente, e contam ainda com Rony Dutra, cover do personagem Charles. Para a escolha do elenco, foram abertas audições apenas para atores e atrizes brasileiros que residem em Nova Iorque, a equipe criativa também é formada por brasileiros. O texto, versionado por Isa Bustamanti, ganhou adaptações de piadas e expressões para o público americano e alguns novos elementos de cenário, feitos pela Set Design Juliana Suaide, ajudarão a levar um pouco mais do sertão de Minas Gerais para Nova Iorque.

O musical estreou em 2018, no Brasil, escrito por Vitor Rocha, com músicas do mesmo ao lado de Ana Paula Villar. No elenco estiveram, além de Vitor e Ana Paula, André Torquato, Gustavo Mazzei, Davi Novais e Victória Ariante. A produção rendeu o prêmio de Revelação no Prêmio Bibi Ferreira 2018 a Vitor Rocha, por texto e música do espetáculo. O espetáculo também recebeu indicações aos prêmios Reverência e Aplauso Brasil, além do Destaque Imprensa Digital.

Em Nova Iorque as apresentações acontecem no TADA! Theater, com sessões aos sábados e domingos, os ingressos estão à venda pelo site Eventbrite.

Ficha Técnica:

Cast:

Eduardo Medaets (Kid)

Helora Danna (Pepita)

Maite Zakia (Pepita)

Petro Coppeti (Charles and Kid u/s)

Ronny Dutra (Charles u/s)

Book: Vitor Rocha

Score And Lyrics: Ana Paula Villar & Vitor Rocha

Direction: Renata Soares and Ronny Dutra

Musical Direction: Ana Paula Villar

Set Design: Juliana Suaide

Costume Design: Maite Zakia

Stage Manager: Benjamin Vigil

Production Assistant: Beatriz Cavalieri

Serviço:

Location: TADA! Theater – 15 West 28th Street. New York, NY 10001. United States

Sábado às 14h e 20h e Domingo às 15h

Ingressos: $25 – $30

Vendas pelo site Eventinbrite

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Drama espírita “Renúncia, o Musical” é a atração do dia 21 de agosto no Teatro Rival Petrobras

Arte transcendental é a novidade na programação de agosto do Teatro Rival Petrobras. No dia 21, a companhia teatral Mensageiros apresenta a peça “Renúncia, o musical”, baseada no famoso romance de Emmanuel, psicografado pelo médium Chico Xavier, morto em 2002. O texto descreve a existência de Alcione, espírito que passa por uma encarnação de renúncias e dedicação a todos que o cercam, demonstrando heroísmo e lealdade na frívola Paris do reinado de Luís XIV. Graças a uma minuciosa pesquisa histórica, os figurinos remontam ao período entre os anos de 1620 a 1710.

O espetáculo fala do sacrifício de amor desse abnegado espírito que volta à luta terrestre para estar com aquele ser por quem havia intercedido no plano espiritual, propondo-se ajudá-lo nas provas, expiações e reparações da nova existência na Terra. O grande amor do passado, os acertos e desacertos, as novas conquistas espirituais e a dedicação amorosa da doce Alcione servem de moldura para o desenrolar ágil e envolvente dessa trama, marcada, também, por sentimentos violentos, alertando-nos para a ilusão da matéria ante as realidades eternas do espírito.

Emmanuel nos oferece, ainda, o relato de mais uma de suas encarnações, como Padre Damiano, vigário da igreja de São Vicente, em Ávila.

 

 

Sobre a companhia teatral Mensageiros

 A companhia foi fundada em 2000 e estreou com a peça “Há 2.000 anos” no teatro João Caetano. Surgiu da reunião de atores profissionais e amantes da arte espírita/espiritualista e afins  para levar aos palcos peças com este cunho específico, ou seja,  arte transcendental.

E o que é transcendental? Segundo o Dicionário Aurélio, transcendental é tudo aquilo que ultrapassa os limites da experiência; metafísico; algo que supõe-se a intervenção de um princípio que lhe é superior; que transcende do sujeito para algo fora dele; que se eleva além de um limite ou de um nível dado; que ultrapassa a nossa capacidade de conhecer. Portanto, transcendental vai muito além da matéria, diz respeito a espiritualidade dos indivíduos.

Nosso objetivo não é o de fazer proselitismo, mas o de informar e participar deste grande movimento da arte transcendental que abrange peças de teatro variadas, músicas e até mesmo filmes norte-americanos, como “Ghost”, “Amor além da vida” e “O sexto sentido”.

 

Ficha técnica

Adaptação e direção geral: Caíque Assunção

Direção musical: Antonio Sciamarelli

Elenco: Bethania Buckton, Caíque Assunção, Lia Evangelista, Priscilla Lanter, José Eudes, Dario Ralm e Alessandra Wolf

Iluminação: Dasio Castro

Multimídia: Alessandra Wolf

Gênero: drama espírita

Tempo: 90 minutos

 

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 21 de agosto (quarta-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$60,00 (inteira) R$30,00 (lista amiga e mediante a 1kg de alimento não perecível) Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo

“Las Panamericanas” estreia dia 23

O SESC Tijuca recebe de 23 de agosto a 15 de setembro, de sexta a domingo sempre às 19h, o espetáculo Las Panamericanas – grandes sucessos de ontem, hoje e sempre.  Estruturado a partir de números musicais e coreográficos, numa homenagem ao teatro de revista brasileiro, o espetáculo tem como mote o retorno ao Brasil de  “Las Panamericanas” após quase 2000 anos de sucesso internacional, circulação por diversos países e inúmeros prêmios. Depois de espalhar brilho e glamour de Berlim a Madagascar, elas voltam à sua terra natal para encantar o público brasileiro com os melhores momentos de sua carreira. Em meio à balas perdidas, helicópteros com fuzis e crise econômica, apresentam o caminho do riso, do prazer e da liberdade como uma potência revolucionária. Este teatro de revista contemporâneo mistura Techno brega com Doris Day, sereias fugidas de Atlântida com dançarinas de flamenco, Cleópatra com Pedro Almodóvar, para realizar um espetáculo divertidíssimo onde a mulher deixa de ser a partner (lugar que ocupou durante muito tempo na história do circo) para se tornar a protagonista absoluta.

A montagem é fruto de uma extensa pesquisa realizada pelas quatro integrantes do grupo: Ana Carolina Sauwen, Florencia Santángelo, Nara Menezes e Natascha Falcão. Elas são atrizes, cômicas, palhaças com percursos individuais consolidados e que se uniram pelo interesse comum em investigar as potências cênicas que surgem a partir da união entre a palhaçaria e o burlesco e a necessidade da prática, reflexão e discussão sobre o corpo feminino cômico, suas subversões e potências. O grupo realizou uma série de números que se apresentou nos maiores festivais de palhaçaria feminina do Brasil ao longo de dois anos e o excelente retorno do público motivou a criação do espetáculo. “Uma das bases do trabalho do palhaço é o mergulho no próprio ridículo, no seu fracasso pessoal. Já o burlesco explora a beleza, a afirmação da sensualidade de todos os corpos, o empoderamento. O material artístico que surge a partir da união desses dois mundos é muito rico, cheio de camadas e oposições e isso nos levou à criação do nosso lema, uma mistura de Beckett com Dercy Gonçalves: ‘Fracasse. Fracasse de novo. Fracasse melhor. Fracasse coberta de glitter’”, afirma Ana Carolina.

Nesse encontro brilhoso entre a palhaçaria feminina e o burlesco, o figurino assinado por Natascha Falcão se tornou, na visão do coletivo, um dos balizadores na linguagem que está sendo construída em Las Panamericanas. “É nosso desejo que o figurino traga consigo tanto a estética do burlesco como a da palhaçaria ao revelar personalidades\peculiaridades de cada uma de nossas figuras e favorecer a possibilidade de jogo quando, por exemplo, a palhaça fica aliviada ao tirar um espartilho, ou quando joga com um desconforto estético, ou quando está tão orgulhosa de estar tão maravilhosa… são muitas as possibilidades”, destaca Natascha. Ao todo, são 11 trocas de roupas e mais de 21 adereços.

Com uma equipe majoritariamente feminina o quarteto de palhaças contou com o aporte artístico de Delirious Fenix, artista não binário que já dividiu os palcos com grandes nomes do burlesco mundial como Dirty Martini e Miss Indigo Blue. Para alguns números de dança a equipe teve o olhar criterioso de Eliane de Carvalho, pesquisadora, diretora e dançarina especializada em dança Flamenca. Já a supervisão cênica é assinada por Andrea Macera, uma das mais importantes palhaças brasileiras, com mais de 20 anos de atuação profissional.  “Como mulheres artistas queremos nos fortalecer dentro do mercado, ocupando cargos cada vez mais relevantes dentro da cadeia de produção. Darmos esse espaço para nossas colegas mulheres é uma oportunidade que queríamos aproveitar”, destaca Florencia.

Sinopse

Depois de circular por diversos países do mundo apresentando seus espetáculos, Las Panamericanas estão de volta ao Brasil, laureadas com diversos prêmios internacionais, para trazer ao publico brasileiro as maiores pérolas de seus 2000 anos de carreira mundial na qual vem arrancando elogios de importantes figuras como Marylin Monroe,  Frida Kahlo e Beyoncé.

Las Panamericanas – grandes sucessos de ontem, hoje e sempre

Temporada: 23/08 a 15/09 de 2019

Dia\Hora: de sexta a domingo, sempre às 19h

Local: SESC Tijuca (Teatro II)

Endereço: Rua Barão de Mesquita, 539 – Tijuca

Valor: R$30(inteira)\R$15(meia)\R$7,50 comerciários

Telefone: 3238-2139

Duração: 60 minutos

Capacidade: 50 lugares

Classificação: 14 anos

Ficha técnica

Idealização e Direção: Las Panamericanas
Elenco: Las Panamericanas (Ana Carolina Sauwen, Florencia Santángelo, Nara Menezes e Natascha Falcão)
Supervisão de Direção: Andrea Macera
Dramaturgia: Las Panamericanas e Andrea Macera
Consultoria de Burlesco: Delirious Fenix
Assessoria de Flamenco: Eliane Carvalho
Figurinista: Natascha Falcão
Assistente de figurino: Anna Fernanda

Costura: Reinaldo Patrício e Vicentina Mendes
Aderecista: Reinaldo Patrício

Iluminadora: Ana Luzia de Simoni

Consultoria de cenário: Elsa Romero

Operação de som: Jessyca Meireles
Operação de luz: Cris Ferreira

Locuções: Guillermo Navas, Deborah Valença e Pablo Aguilar

Assessoria de comunicação: Lyvia Rodrigues (Aquela que divulga)
Design gráfico: CROMA
Fotografia: Renato Mangolin
Assistente de produção: Gabrielly Vianna
Produção: Pagu Produções Culturais

Musical Fame ganha versão assinada por Victor Maia

No segundo semestre o CEFTEM (Centro de Estudo e Formação em Teatro Musical), chega cheio de novidades, uma delas é o espetáculo Fame que estreia na próxima sexta, 2 de agosto, e faz curta temporada, até 11 de agosto no Teatro Cesgranrio, todas as sextas, sábados e domingos às 20h. Com sessões extras nos dias 4, 10 e 11 às 16h e no dia 8 de agosto, quinta-feira, haverá sessão extra às 20h.

Com direção, e coreografia, de Victor Maia, Fame conta a história de um grupo de alunos empenhados a se formarem como artistas, no dia a dia de uma escola de artes performáticas muito rigorosa. Durante os anos que se passam lá dentro, eles descobrem mais sobre eles mesmos, sobre amor, limites, vocação e principalmente sobre os limites para se conquistar a tão desejada fama.

– O Reiner Tenente, criador é coordenador do CEFTEM, me faz sentir em casa, ele foi por algum tempo meu colega de faculdade e o CEFTEM foi o lugar que eu busquei para me reciclar como performer de musicais, após a minha conclusão do curso universitário. De aluno virei professor, e agora diretor! É um prazer! – diz Maia sobre essa parceria com Tenente.

O diretor ainda ressalta que o espetáculo é emocionante, bem cantado, super dançado e principalmente, bem interpretado por uma nova geração de atores com fogo nos olhos e paixão pelo que fazem. Ele também ressalta o processo de seleção, que foi muito difícil, já que o espetáculo exige bons atores, cantores e bailarinos. Segundo ele, eles passaram por cinco fases de audição até encontrar o elenco.

Perguntado sobre alguma música, ou número, que ele destaca como emblemático neste musical, ele não titubeia.

–  Sem sombra de dúvida FAME. Muito tocada nas rádios por conta do filme musical, com versões em vários países (aqui no Brasil por Sandra de Sá). Ela faz todo mundo se balançar e cantar o refrão junto! Acho que é um momento ímpar do espetáculo – diz Victor.

Como já é de imaginar FAME é baseado no musical homônimo.

 – Reiner queria fazer um espetáculo que mostrasse o dia a dia de alunos em formação, numa escola de artes, já que o CEFTEM é o seu mais novo, e arriscado, empreendimento. Ele não pensou duas vezes ao adquirir com a MTI os direitos para a montagem. Como eu tenho já uma história em coreografar musicais com bastante dança ele não pensou duas vezes em me convidar – diz o diretor sobre o espetáculo.

Além Victor Maia, o espetáculo conta com direção musical de Tony Lucchesi e Miguel Schönmann, tradução de Leonardo Rocha e versões de Bruno Camurati.

FAME

Gênero: Musical

Temporada: de 2 a 11 de agosto

* Nos dias 4, 10 e 11 de agosto haverá sessão extra às 16h e no dia 8 de agosto, quinta-feira, haverá sessão extra às 20h.

Dias: sextas, sábados e domingos

Horário: 20h

Classificação: 12 anos

Duração: 150 min

Valor: R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia)

Teatro Cesgranrio

Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido – Rio de Janeiro

Ficha Técnica

Elenco: Alborina Paiva, Ariane Rocha, Augusto Volcato, Bella Mac, Bruno Rasa, Carol Donato, Cínthya Verçosa, Flávio Fusco, Flávio Moraes, Gabriel Laurindo, Gustavo Waz, João Cavalcante, Larissa Jansen, Luiza Lewicki, Marcella Bártholo, Maria Esff, Mari Lobo, Matheus Ananias, Naiaama Belle, Nano Max, Ricardo Neme e Vitor Talihel

Direção e Coreografias: Victor Maia

Direção Musical: Tony Lucchesi e Miguel Schönmann

Tradução: Leonardo Rocha

Versões: Bruno Camurati

Coordenação geral: Reiner Tenente

Assistência de Direção: Ariane Rocha

Assistente de Coreografia: Bella Mac

Iluminação: Alexandre Farias

Assistente de Iluminação: Mari Lobo

Cenógrafo: Felipe Alencar

Equipe de Cenogafia: Bella Mac, Alborina Paiva, Mari Lobo, Augusto Volcato, Vitor Talihel, João Cavalcante

Equipe de Figurino: Luiza Lewicki, Marcella Bartolo, Naiaama Belle, Matheus Ananias

Operação de Som: Leonardo Rocha Sonorização

Áudio Cênico Assistente de Design de Som Bruno Rasa

Microfonista: Gusta Moreira

Direção de Produção: Joana Mendes e Reiner Tenente

Produção Executiva: Brenda Monteiro

Assistência de Produção: Larissa Jansen

Programação Visual: Gustavo Waz

Assessoria de Imprensa: Ribamar Filho (MercadoCom)

Mídias Sociais: Gustavo Waz, Carol Donato, Maria Esff, Cinthya Verçosa, Vitor Talihel, Flavio Fusco Produção de Eventos, Larissa Jansen

Contabilidade: Ricardo Neme

Aconteceu de Acontecer Assim

No mês de agosto estreia o espetáculo “Aconteceu de Acontecer Assim” produzido pelo CEFTEM (Centro de Estudo e Formação em Teatro Musical) com roteiro, letras e direção musical de Jay Vaquer, direção de Thadeu Torres e coreografias de Clara da Costa. A prática de montagem terá curta temporada no Teatro Cesgranrio, de 6 a 21 de agosto, com apresentações às terças e quartas.

A trama se passa em uma sala de aula, e fala sobre jovens e seus anseios, temores, inseguranças, traumas, descobertas e segredos de treze alunos e do seu professor. Conforme o universo de cada um vai sendo gradativamente revelado, as relações ganham contornos que percorrem trajetórias para muito além da pressuposta superfície.

– É uma história muito importante, pois na medida que a gente vai revelando os personagens da trama, nós vamos percebendo as relações de cada um com a vida, as questões, os anseios, os traumas, os desejos, os medos, isso tudo é muito rico, pois abordamos diversos temas – completa Jay.

Ele também ressalta a importancia do elenco, formado em sua maioria por atores bem jovens, na construção da história “Aconteceu de Acontecer Assim”.

– são jovens incriveis e muito talentosos. Acredito que as pessoas vão querer voltar para assistir mais vezes. Todos verão muita qualidade, muito amor, muita entrega, enfim, muito respeito pelo teatro musical. Isso no mínimo (rs) – ressalta o diretor musical.

A peça é também o segundo trabalho consecutivo de Thadeu Torres no CEFTEM. Ele, que atualmente está em cartaz com “Peter Pan, o Musical”, no Rio de Janeiro, codirigiu “A Nobre Arte de Bater a Porta” no final de 2018. Ele fala sobre esse desafio, de junto a Vaquer, criar um musical original completamente do zero.

– Isso só foi possível graças a junção de inúmeros fatores. Primeiramente a confiança em mim depositada e o convite feito pelo Reiner Tenente, coordenador geral do CEFTEM, para que eu assinasse minha primeira direção. Somado a isso a parceria, genialidade e generosidade de Jay Vaquer que foi o cúmplice ideal para que toda essa loucura se tornasse real, além de toda a equipe criativa como nossa talentosíssima coreógrafa Clara da Costa e nossos assistentes incansáveis e extremamente dedicados, Sarah Plutarcho, Alina Cunha e Bella Mac – diz o diretor.

Ele também ressalta o elenco de jovens que fazem esta nova produção.

– … eles, dos quais sem a existência nada disso seria possível, nosso elenco, jovem, é super comprometido e multitalentoso e me ensina todos os dias sobre o frescor da ARTE! Todo esse trabalho foi criado das nossas experiências e vivências durante esse processo. Deixo meu agradecimento final a tudo e todos por esse imenso aprendizado, com a reflexão ilustrada em uma de nossas canções: “Se um dia vou olhar pra trás, sentir saudades disso aqui, e se esse dia não chegar, ainda temos tempo, que não costuma esperar e quando ele passar, será feliz… por um triz!” – completa Thadeu.

Sinopse: Luiza elabora poemas para refletir e digerir circunstâncias da vida. Lourdes busca se expressar através de desenhos controversos. Ana é a “Unicórnia”. Ganhou esse apelido depois que passou a pintar as unhas, um dedo de cada cor. Os dedos do meio, ela sempre pinta de vermelho e é com eles em riste que desenvolveu sua “filosofia de vida” para tudo e todos. Ela inclusa? Duda, na crista da onda, é o “pacote completo” e tem muitos followers. Carol sabe o peso desse pacote como ninguém. Marcela tem uma mãe distraída e isso não é mentira. Talvez. Gabi sofre de uma timidez patológica. Fica no canto da sala em silêncio. Não escolheu o silêncio. Sara escolheu. Manu, Bernardo e Valentina são amigos desde o pré. Criados para a perfeição. Nada menos. Lucas sabe fazer graça bem. Professor Miguel terá um bom dia. Nada fora do normal e o normal tem disso, como qualquer dia, mas nenhum dia é qualquer um.

Aconteceu de Acontecer Assim fica em cartaz no Cesgranrio com sessões sempre às 19h30 às terças e quartas até 21 de agosto.

Aconteceu de Acontecer Assim

Gênero: Musical

Temporada: de 6 a 21 de agosto

Dias: Terças e quartas

Horário: 19h30

Classificação: 12 anos

Duração: 120 minutos

Valor: R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia)

Teatro Cesgranrio

Rua Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido – Rio de Janeiro

Ficha Técnica

Elenco: Arthur Bastos, Amanda Saboia, Beatriz Chamas, Brenda Pedrotti, Duda Efroin, José Daniel, Joana Nunes, Julia Klein, Larissa Travassos, Laura Trentin, Marcella Bártholo, Maria Esff, Paula Tavares, Paulo Freitas.

Atores convidados para substituições eventuais: Alina Cunha e João Telles

Texto e Músicas: Jay Vaquer

Direção e Adaptação: Thadeu Torres

Direção Musical: Jay Vaquer

Coreografias: Clara da Costa

Assistente de Direção: Sarah Plutarcho

Assistente de Direção Musical: Alina Cunha

Assistente de Coreografia: Bella Mac

Assessoria de imprensa: Ribamar Filho / MercadoCom

Produção: CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical

“Quando a gente ama” no Imperator

A peça “Quando a gente ama” realiza temporada no Imperator – Centro Cultural João Nogueira, de 19 de julho a 4 de agosto, no Rio de Janeiro. O elenco, formado por Alexandre Moreno, André Muato, Cris Vianna, Édio Nunes, Lu Fogaça, Rodrigo França e Vilma Melo, canta os altos e baixos do amor, a partir do repertório do sambista Arlindo Cruz e parceiros na maior casa de espetáculos da Zona Norte do Rio. O público poderá ouvir grandes sucessos como Casal Sem VergonhaO Show tem que Continuar e O Que é o Amor, entre outros. O texto é de João Batista e a produção é de Bruno Mariozz, da Palavra Z.

O elenco é acompanhado por cinco músicos que animam uma roda de samba em cena. “Quando a gente ama” tem dez histórias curtas cada uma delas relacionada a uma canção do repertório de Arlindo Cruz, a quem o espetáculo é dedicado. A ideia de levar o repertório dele para os palcos surgiu numa quadra de escola de samba.

“Quando o grupo que animava a feijoada tocou ‘O que é o amor’, a quadra inteira cantou junto. As expressões de cada pessoa pareciam indicar o que aquela música representava nas suas histórias pessoais. Pensei nessa identificação que se estabelece a partir das canções de Arlindo, e decidi homenageá-lo. A intenção também é lançar um olhar diferente sobre a ideia de musical brasileiro, tendo como ponto de partida o samba”, diz João Batista.

“É um prazer incrível ver a segunda edição desse musical porque na primeira edição eu e o Arlindo assistimos várias vezes e nos emocionamos bastante. Quando acendia as luzes do teatro a gente via o público chorando muito, com muita emoção rolando e o Arlindo ficou muito feliz em ter uma peça em sua homenagem, com a sua discografia. E toda homenagem é bem-vinda quando o artista está vivo. O Arlindo sempre falou: “faça a homenagem enquanto eu estiver por aqui”. E ele está por aqui, pulsando, maravilhoso, lutando, reagindo, vencendo e vamos lá assistir novamente a peça, eu e ele. Parabéns a toda a equipe!”, comemora  Babi Cruz, esposa de Arlindo Cruz

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“Se você gosta de samba, amor e musical, não deixe de ver – a peça é toda sua. Quando a gente ama, de João Batista, (…) explora o velho sentimento irresistível seguindo notas de composições inspiradas, sucessos amados pelo povo, assinados pelo grande mestre Arlindo Cruz com parceiros célebres. O desejo da cena, dá para adivinhar, é propor caminhos novos para o musical brasileiro. (…)”

“Para um povo afetivo como o brasileiro, a linha de musical sugerida por João Batista abre uma vertente importante. Ela consegue unir a arte mais amada pelo povo, o samba das ruas, com o nosso jeito desabrido de amar, explodir o coração, pois quando a gente ama, brilha mais que o sol, como já ensinou a canção”.

Tania Brandão, crítica teatral em http://foliasteatrais.zip.net/

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“A peça não é apenas para familiares e para fãs de Arlindo Cruz, tão pouco só para interessados em conhecer sua biografia. “Quando a gente ama” é sobre o amor em várias de suas facetas, pontos de vista, possibilidades, momentos e, por isso, é para o homem lembrar-se de que é homem, propondo, assim, arte da melhor qualidade”.

Rodrigo Monteiro, crítico teatral em http://teatrorj.blogspot.com.br

 Ficha Técnica: 

Com: Alexandre Moreno, André Muato, Cris Vianna, Édio Nunes, Lu Fogaça, Rodrigo França e Vilma Melo.

Direção Geral: João Batista

Direção Musical: Marcelo Alonso Neves

Direção de Produção: Bruno Mariozz

Produção: Palavra Z Produções Culturais

Serviço:

Data: 19 de julho a 04 de agosto

Horário: Sextas e sábados, às 20h. Domingos, às 19h

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Teatro)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Valor do Ingresso: Plateia inferior e balcão: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural, Terça e Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br

Classificação: 14 anos

Duração do espetáculo: 90 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

Belchior: ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro – O Musical

Devido ao sucesso em sua temporada de estreia, o espetáculo “BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”, voltará ao teatro João Caetano, na Praça Tiradentes, para 06 únicas apresentações, nos dias 05, 06, 07, 12, 13 e 14 de julho/2019, as sextas feiras e sábados 19h e domingo 18h, com ingressos a preços populares, de R$40,00 / R$20,00 (estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60).

O espetáculo marca os 02 anos de ausência desse cantor e compositor que teve sua trajetória artística interrompida por sua própria vontade e necessidade; Antonio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes”, como gostava de ironizar, “um dos maiores nomes da música popular”. Mais conhecido como Belchior, o cantor e compositor nasceu no dia 26 de outubro/1946, em Sobral, norte do Ceará e faleceu, aos 70 anos, no dia 30 de abril/2017, em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul.

O espetáculo BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO, título tirado de uma das canções do homenageado (“Sujeito de Sorte”),  conta um pouco da história do cantor cearense Belchior, vivido em cena pelo ator/cantor Pablo Paleologo, a partir do personagem criado em suas canções: o ‘Cidadão Comum’, interpretado pelo ator Bruno Suzano, que representa uma larga faixa da juventude que se vê obrigada a se conformar com os padrões da sociedade, sem nunca conseguir ir atrás dos seus sonhos.

Com 15 músicas – ‘Alucinação’, ‘Apenas Um Rapaz Latino Americano’, ‘A Palo Seco’, ‘Na Hora do Almoço’, ‘Todo Sujo de Batom’, ‘Coração Selvagem’, ‘Medo de Avião’, ‘Mucuripe’ (de Belchior e Raimundo Fagner), ‘Conheço o Meu Lugar’, ‘Como Nossos Pais’, ‘Populus’, ‘Paralelas’, ‘Velha Roupa Colorida’, ‘Sujeito de Sorte’ e ‘Galos, Noites e Quintais’ –  interpretadas por uma banda formada pelos músicos Dudu Dias (baixo), Emília B. Rodrigues (bateria), Mônica Ávila (sax/flauta), Nelsinho Freitas (teclado), Rico Farias (violão/guitarra) liderados pelo diretor musical Pedro Nêgo, e uma organização de textos, retirados de entrevistas do próprio Belchior, pela pesquisadora Claudia Pinto e o, também diretor, Pedro Cadore,  a peça pretende passar para o espectador não a sua biografia, mas a filosofia de um dos ícones mais misteriosos da música popular brasileira.

O ator Pablo Paleologo que dá vida ao Belchior comenta:

“Viver Belchior é, literalmente, uma alucinação. Como se estuda alguém tão enigmático, tão curioso, tão camaleônico? Admirava muito como compositor. Hoje admiro como pessoa. Belchior tinha o dom da palavra, como poucos tem. E, por opção, tornou-se o “desaparecido” da Música Brasileira. Trazê-lo de volta, em tempos atuais, é necessário. Poder transmitir as mensagens de suas músicas é um presente que me foi dado. É necessário lembrar que “amar e mudar as coisas” deve, de fato, ser o mais importante”.

Um dos organizadores do texto e diretor do espetáculo, Pedro Cadore explica: “Eu e a Cláudia Pinto (organizadora do texto, juntamente com ele) decidimos partir das palavras do homenageado e não apenas de suas músicas, mas também de suas falas em entrevistas de programas de televisão, de rádios e jornais. Fizemos uma compilação de seu discurso e suas referências criativas numa tentativa de mostrar um pouco da sua filosofia e atmosfera. O roteiro da peça se fechou quando entendemos que o personagem dentro das músicas não era um alter ego de Belchior, mas que na verdade ele estaria falando de uma larga faixa da população. Vemos então em cena não apenas a representação do cantor, mas também o personagem criado por ele: o Cidadão Comum. A vida do criador e da criatura se confundem e de alguma maneira acabamos contando um pouco de sua biografia, mas sempre dando preferência ao conteúdo de seu discurso”.

Na temporada passada, o espetáculo teve o  aval dos filhos do BELCHIOR em sua plateia e o diretor Pedro Cadore, comenta o quanto foi emocionante esse momento:

“Foi um sentimento único, que eu nem sei nomear. Principalmente pelo fato da Camila e do Mikael Henman Belchior terem feito questão de nos encaminhar um depoimento para adicionarmos ao projeto. Segue um dos comentários deles….”Nos emocionamos em ver uma produção sobre a obra do nosso pai tão alinhada com a proposta artística dele. O foco nas palavras de Belchior, tanto de músicas quanto de entrevistas, enaltece o compromisso do espetáculo com a filosofia do artista. Desejamos vida longa ao musical “Ano Passado Eu Morri, Mas Este Ano Eu Não Morro” e que ele alcance o Brasil inteiro. Parabéns a todos pelo lindo trabalho e empenho, que tenha sido a primeira temporada de muitas por vir!”

FICHA TÉCNICA:

“BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”

Organização de Textos: CLÁUDIA PINTO E PEDRO CADORE

 Direção: PEDRO CADORE

 Atores: PABLO PALEOLOGO e BRUNO SUZANO

Músicos: CACÁ FRANKLIN (percussão), DUDU DIAS (baixo), EMILIA B. RODRIGUES (bateria), MONICA AVILA (sax/flauta), NELSINHO FREITAS (teclado) e RICO FARIAS (violão/guitarra),

Direção Musical: PEDRO NÊGO

Diretor de Arte e Cenografia: JOSÉ DIAS

Iluminação: RODRIGO BELAY

Visagismo: BETO CARRAMANHOS

Produção Geral, Assessoria de Imprensa e Marketing: JOÃO LUIZ AZEVEDO.

Local: Teatro João Caetano

Praça Tiradentes – tel. 2332-9257

Informações e Reserva de ingressos pelo whatsapp (21) 99731-0933

Dias 05, 06, 07, 13, 14 e 15 de julho de 2019.

Sexta e sábado às 19h e domingo às 18h.

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos.

Valor dos ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e idosos acima de 60 anos)

Tempo de Duração: 70min.

Pontos de Venda de Ingressos:

Bilheteria do Teatro João Caetano e no site Ingresso Rápido.

Produção: Boca Fechada Produções Artísticas