Martin e Will Callaghan, astros da Broadway e West End London, estarão no Brasil para Workshops em São Paulo

Martin Callaghan, ator e diretor da Broadway e West End London, e Will Callaghan, Manager de artistas do X Factor UK, The Voice e West End London, estarão no Brasil ministrando dois Workshops para atores em São Paulo.

 

Com carreiras impressionantes e um vasto conhecimento de teatro musical, o casal vem para o Brasil em maio para dois workshops que trarão para os participantes a experiência de de 31 anos de carreira dos performers nos palcos da Broadway e West End London, com foco em “Acting your Song” e “Técnicas de audição”.

Os interessados poderão escolher entre dois formatos: “Interpretando a Música”, com três dias de aula, com três horas cada e uma hora extra no último dia, com foco em atuação da canção, o famoso “Acting your song”. O segundo formato é a aula intensiva “Como fazer uma audição de sucesso”, que será ministrada no feriado do dia 01 de maio, com 8 horas de duração e foco em técnicas de audição.

O aluno poderá optar por um dos formatos ou ir aos dois, já que eles são complementares.

 

O ator britânico Martin Callaghan é conhecido no mundo por sua voz e por participado de grandes musicais na Broadway e no West End London, como “Chicago”, “O Mágico de OZ” e “Funny Girl.

Formado em drama pela Abraham Moss Centre e canto pelo Royal Northern College of Music, ambas na Inglaterra, já esteve em mais de 30 musicais em 30 anos de carreira, além de filmes e séries pela BBC. 

 

Will Callaghan é um ator, comediante e cantor brasileiro. Em seu currículo consta espetáculos como “Curto Circuito”, ao lado dos globais Charles Paraventi e Gustavo Haddad, e a comédia “Nuno, Ana e tinha que ter um Gay”, além do musical “Glee, O Musical” e “Uma Noite na Broadway”.

Já no Reino Unido, Will é conhecido como um dos maiores destaques da atualidade em gerenciamento de carreiras e já cuidou de participantes do programa The VoiceX Factor UK e atores e cantores do West End London

Anton Stephans, Kyle Passmore, Martin Callaghan e outros ícones da música e tv britânica estão no currículo de artistas gerenciados por Will. 

Atualmente Will acaba de lançar em todas as plataformas digitais a sua primeira canção, “Para Sempre” (For Forever), do aclamado musical da Broadway “Dear Evan Hansen”. 

 

Will e Martin são casados e vivem em Londres, no Reino Unido, juntos de suas buldogues francês Bailee Hannah e Carrie Fisher. 

 

Sobre o Workshop

 

Direto de Londres para o Brasil, o casal Martin e Will Callaghan trazem a experiência de 31 anos de carreira nos palcos da Broadway e West End London. 

De um lado, o ator e cantor britânico destaque em mais de 30 musicais como “Jesus Cristo Superstar”, “O Mágico de Oz”, “Chicago”, “A Noviça Rebelde”, “Funny Girl” e outros. Do outro, o comediante, ator e manager de carreiras de estrelas da tv e do teatro, como artistas do “X Factor UK”, “The Voice” e West End London. 

Juntos eles rodam o mundo e agora o Brasil, trabalhando a parte da interpretação através da música e da dança. 

Exercícios e técnicas de improvisação, canto, dança e “como fazer uma audição de sucesso” são partes desse workshop. Além de dicas e um super bate-papo sobre a realidade do mundo Broadway e West End London. 

Intenso, divertido, comprometedor e sucesso absoluto, entender as técnicas de interpretação da música e de audição tem mudado a vida de milhares de atores, cantores e dançarinos ao redor do mundo.

 

Serviço:

Interpretando a Música (Workshop de três dias)

De 2 a 4 de maio

Turma da tarde: Das 14h às 17h20.

Turma da Noite: Das 19h às 22h20.

Vagas formato de 3 dias: 55 Vagas por turma

Link de vendas: https://www.sympla.com.br/interpretando-a-musica—com-will-e-martin-callaghan-direto-de-londres__454124

Endereço: Espaço O Andar. Rua Dr. Gabriel dos Santos, 30 – 2º Andar. Santa Cecília (Próximo ao metro Marechal Deodoro)

 

Aula intensiva: Como fazer uma audição de sucesso

Dia 1 de maio

Horário: das 10h às 18h

Vagas aula intensiva: 55 vagas

Link de vendas: https://www.sympla.com.br/como-fazer-uma-audicao-de-sucesso-com-will-e-martin-callaghan__454445

Endereço: Espaço O Andar. Rua Dr. Gabriel dos Santos, 30 – 2º Andar. Santa Cecília (Próximo ao metro Marechal Deodoro)

 

Realização: Thymeli Produções e Tamires Candido

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Nelson Gonçalves – O Amor e o Tempo

Ele voltou… O boêmio voltou novamente! Após uma temporada de sucesso no Teatro Clara Nunes, NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO retornará aos palcos cariocas para continuar a celebração do centenário de um dos maiores cantores do Brasil. A reestreia é no dia 15 de março, no Teatro Sesc Ginástico e a temporada vai até o dia 31 de março, de quinta a domingo.

A montagem homenageia de forma singela e emocionante a trajetória de um dos maiores ídolos da música brasileira, que vendeu mais de 80 milhões de discos em sua longa carreira. O espetáculo é idealizado e produzido por Guilherme Logullo, com texto de Gabriel Chalita, sob a direção de Tânia Nardini, direção musical de Tony Lucchesi, cenografia de Doris Rollemberg e figurinos de Fause Haten. Além da produção, Logullo também atua em parceria com a atriz e cantora Jullie, dando vida ao protagonista.

O ESPETÁCULO

A figura humana de Nelson Gonçalves e os seus sentimentos são o fio condutor do musical. Seus desejos, pensamentos, amores e anseios são retratados no texto de Chalita e nas 33 canções escolhidas para compor a delicada e sensível história. Em NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO, a linguagem poética se sobrepõe e é utilizada numa narrativa não-linear, totalmente inspirada nas emoções do cantor e compositor. Os dois intérpretes – únicos atores em cena – trazem à tona os dois lados desse grande ídolo, num diálogo constante entre o amor ou o lado emocional (Logullo) e o tempo ou o lado racional (Jullie).

“Quis escrever um texto que, de alguma forma, fugisse um pouco dos musicais tradicionais. Nelson Gonçalves foi um homem que amou profundamente e que, também por isso, sofreu. NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO traça um diálogo entre a razão e a emoção, reforçado pela força e dramaticidade das canções interpretadas por ele. As músicas entrelaçam essas falas o tempo todo, enfatizando essa disputa de sentimentos”, explica Chalita, que também se preocupou em levar o público à reflexão das próprias inquietudes e sentimentos. “Todos nós temos esses dois lados. Todos nós vamos nos ver nesse conflito”.

Clássicos eternizados na voz poderosa do cantor e compositor, como “Naquela Mesa”, “A Volta do Boêmio”, “Chão de Estrelas”, entre tantos outros, não poderiam ficar de fora do repertório. Definido por seu idealizador e produtor, Guilherme Logullo, como uma “junkie box”, o espetáculo vai fazer os fãs do rei do rádio se emocionarem. “A montagem tem um tom nostálgico e lírico. Vamos trazer fatos, histórias, emoções, músicas e sentimentos”, explica ele, que “descobriu” Nelson Gonçalves durante estudos para um personagem, e por conta da semelhança do registro vocal, ficou encantado. A descoberta virou vício e admiração. E, aos poucos, nasceu a vontade de levar Nelson aos palcos.

“Os altos e baixos, os nãos que Nelson escutou na carreira musical, seus relacionamentos e seus problemas com as drogas estarão lá de alguma maneira. No entanto, NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO não é uma obra biográfica, mas uma homenagem. Foi a forma que encontramos de trazer a essência de Nelson para a cena”, comenta.

Convidada por Logullo para unir-se ao elenco, a atriz e cantora Jullie traz sua voz angelical e conhecida de outros espetáculos como “Tudo Por Um Pop Star”, “Constellation – Uma Viagem Musical Pelos Anos 50” e “O Musical da Bossa Nova”, para contrastar com a força masculina presente na voz de Nelson Gonçalves. “Um dos pontos interessantes do musical é a maneira como nos apropriamos das canções. Somos dois jovens cantando músicas lindas de um tempo diferente do nosso. Isso dá uma outra roupagem a esse repertório que ganha novas cores com os arranjos sensíveis e criativos do Tony Lucchesi”, diz Jullie.

A DIREÇÃO E A DIREÇÃO MUSICAL

Uma das principais diretoras e coreógrafas em atividade no país, Tania Nardini foi escolhida para capitanear a direção de NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO. É a primeira vez que ela concebe esse tipo de temática em um espetáculo, sem tantas coreografias, e com um elenco enxuto: apenas dois intérpretes.

“É extremamente desafiador homenagear um homem como Nelson Gonçalves que tocou o coração e a vida de tantas pessoas, ainda mais numa proposta que foge do tradicional. Apesar de falarmos do artista Nelson Gonçalves, o fio condutor aqui é o ser humano e as suas dualidades: o que é mais forte? O tempo ou o amor?”.

Em cena, os atores vão dançar, cantar, falar, sonhar… “Está sendo uma experiência muita enriquecedora e será uma delicada homenagem, a partir das belíssimas canções eternizadas por Nelson”, comenta ela, diretora de espetáculos como “Nuvem de Lágrimas”, diretora associada e coreógrafa de “West Side Story”, “O Rei e Eu” e “My Fair Lady”, e diretora responsável por todas as montagens do espetáculo “Chicago” em qualquer parte do mundo, desde 2007.

Tão desafiador quanto dirigir é trazer uma nova roupagem musical às canções do espetáculo, tarefa concedida ao premiado diretor musical e arranjador, Tony Lucchesi, vencedor do último Prêmio Bibi Ferreira e do Prêmio Reverência na categoria por “Bibi, Uma Vida em Musical”. Lucchesi sempre teve contato com a obra de Nelson, graças à sua família, e já foi responsável pela direção musical de outras obras inspiradas em canções da mesma época, como “Elizeth, A Divina”.

Para NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO, Lucchesi estabeleceu uma desconstrução dos arranjos de alguns dos clássicos de Nelson Gonçalves para contar e mostrar separadamente esses dois elementos: o tempo e o amor. “As músicas têm um papel muito importante em cena, pois ajudam na estrutura narrativa do texto, desenrolando a história. E foi um desafio trazer uma voz tão potente, tão forte como a do Nelson para um outro contexto”, diz ele, lembrando o quanto o sucesso do cantor perdurou e a sua capacidade de se reinventar musicalmente. “Nelson chegou a gravar canções de Lulu Santos, Ângela Rô Rô e até Legião Urbana. Era um artista completo e é um prazer transformar canções tão dramáticas e fortes em algo novo”, explica.

Para a montagem, o diretor incluirá violões na orquestra, instrumento muito ligado ao homenageado e conta ainda que o fato da emoção (o amor) ser personificada na figura masculina e o tempo (a razão) na figura feminina também gera uma riqueza musical e mais diversidade às interpretações, já que, normalmente, se espera o contrário. Outros recursos, como uma marcação de relógio nas canções do repertório de Jullie (representando o tempo), além de muitos mash-ups quando os protagonistas cantam juntos, ajudam a associar os temas às interpretações.

Completam o dream team criativo de NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO o renomado figurinista Fause Haten, e a cenógrafa Dóris Rollemberg.

SINOPSE: Vivendo um conflito constante entre o amor (a emoção) e o tempo (a razão), os protagonistas trazem à tona as emoções vividas por Nelson Gonçalves ao longo de sua vida e carreira, cantando seus maiores sucessos, numa homenagem ao centenário do cantor e compositor brasileiro, um dos maiores vendedores de discos do país. Nelson Gonçalves é revivido por meio das canções e das emoções do casal de protagonistas.

SOBRE GUILHERME LOGULLO: Ator, cantor e bailarino, nascido em São Paulo, Guilherme Logullo se formou em teatro musical em Londres. Participou do elenco de grandes montagens musicais no Brasil como ‟A Bela e a Fera‟, ‟Chicago‟, ‟West Side Story‟, “Priscilla, A Rainha do Deserto”, “Elis, A Musical”, “Como Vencer na Vida sem Fazer Força” e, mais recentemente, de “Bibi, Uma Vida em Musical” e “Pippin”. Na TV, fez “Rock Story” e “Babilônia”. NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO é sua estreia como produtor.

SOBRE JULLIE: Jullie é uma das atrizes e cantoras mais requisitadas em grandes montagens musicais. Protagonizou os espetáculos “Tudo Por Um Popstar”, “Constellation – Uma Viagem Musical Pelos Anos 50” (que lhe rendeu uma indicação como melhor atriz na primeira edição do Prêmio Reverência), integrou o elenco de “60! Década de Arromba – Doc. Musical”, da turnê 2018 de “O Musical da Bossa Nova”, participou da temporada carioca de “A Noviça Rebelde” (sub de Maria Von Trapp), entre outras produções. Jullie também é compositora e lançou digitalmente o álbum autoral “Até o Sol”. Dubladora desde 2007,  deu voz à diversas personagens em filmes/ séries como “Trolls” (Poppy) e “Pé Pequeno” (voz cantada da Meechee).

SOBRE GABRIEL CHALITA: Gabriel Chalita revelou-se escritor já aos 12 anos, quando publicou seu primeiro livro. Hoje, tem uma obra composta por mais de 80 títulos. Doutor em Filosofia do Direito e em Comunicação e Semiótica, deu início à carreira política aos 19 anos, como vereador e presidente da Câmara Municipal de Cachoeira Paulista. Exerceu os cargos de secretário da Juventude, Esporte e Lazer e de secretário da Educação do Estado de São Paulo; neste último, instituiu os Programas Escola da Família, Escola de Tempo Integral e Caminho das Artes. Foi também presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), por dois mandatos, e vereador da cidade de São Paulo. Foi deputado federal pelo PMDB-SP – eleito com mais de meio milhão de votos – e secretário de Educação do município de São Paulo. É professor universitário, membro da Academia Brasileira de Educação, presidente da Academia Paulista de Letras e palestrante.

SOBRE TÂNIA NARDINI: Tania trabalhou com os mais importantes produtores, atores e diretores de teatro e televisão do Brasil. Esteve à frente da direção dos espetáculos “Priscilla – A Rainha do Deserto” e “Nuvem de Lágrimas”, além de ser coreógrafa e diretora associada nas produções “O Rei e Eu” e “West Side Story”. Coreografou “Raia 30” e “Cauby! Cauby! Uma Lembrança” e é a diretora responsável por todas as montagens do espetáculo “Chicago” em qualquer parte do mundo, desde 2007.

SOBRE TONY LUCCHESI: Vencedor do Prêmio Bibi Ferreira e do Prêmio Reverência 2018 na categoria “Melhor Direção Musical” por “Bibi, uma Vida em Musical”, Tony Lucchesi é diretor musical, arranjador e preparador vocal dos espetáculos: “Bibi – Uma Vida em Musical”, “60! Década de Arromba – Doc. MusicaI”, “VAMP” (também compositor das canções originais), “Rock ln Rio Now” (Lisboa- 2016). É compositor, arranjador e diretor musical do espetáculo “Vem buscar-me que ainda sou teu” (RJ – 2016), e diretor musical dos espetáculos “Godspell” (RJ- 2015), com direção de João Fonseca e “Matilda” (RJ- 2016), com direção de Gustavo Klein, ambos práticas de montagem realizadas pelo CEFTEM. O artista ainda é arranjador Vocal das edições do programa “The Voice Brasil” (Tv Globo); pianista do espetáculo “Beatles num céu de diamantes”, e pianista/co-arranjador do espetáculo “Milton Nascimento – Nada será como antes”, de Cláudio Botelho e Charles Moeller. Também assina a Direção de canção dublada do Beck Studios. Seus últimos trabalhos foram os filmes “Hotel Transylvania 1 e 2”, além das séries “Miraculous – As aventuras de Ladybug”, “Odd Squad”, entre outras (Canal Gloob).

SOBRE FAUSE HATEN: Estilista renomado e eternizado nos palcos do país por sua montagem de “Lili Marlene, um Musical”, produção idealizada pelo próprio artista, que escreve o texto, dirige e assina as canções. Conhecido por trabalhos performáticos e cheios de personalidade, Haten vai trazer sua criatividade para o universo de Nelson Gonçalves.

FICHA TÉCNICA:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

Um musical idealizado por Guilherme Logullo e Gabriel Chalita

Direção e coreografia: Tânia Nardini

Roteiro: Gabriel Chalita

Elenco: Guilherme Logullo e Jullie

Coordenação Artística: Guilherme Logullo

Cenografia: Doris Rollemberg

Figurinos: Fause Haten

Direção Musical e arranjos: Tony Lucchesi

Direção de Produção: Jenny Mezencio

Assistência de direção e movimento: Nadia Nardini

Visagista: Diego Nardes

Design de Som: Gabriel D’Angelo

Design de Luz: Renato Machado

Redes Sociais: Prisma

SERVIÇO:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

Reestreia: 15 de março de 2019.

Temporada: De 15 a 31 de março de 2019.

Horários: de quinta a sábado, às 19h. Domingo, às 18h.

Local: Teatro Sesc Ginástico

Endereço: Avenida Graça Aranha, 187, Centro.

Duração: 70 minutos.

Bilheteria oficial: (21) 2279-4027

Valores: R$30, R$15 (meia-entrada) e R$7,50 (habilitado Sesc).

Entrada solidária: 50% de desconto mediante a doação de 1kg de alimento não perecível, que será revertido para o projeto Mesa Brasil.

Telefone: 2274-9696

513 lugares.

Livre.

Espetáculo musical “Com Todas as Letras” abre financiamento coletivo para estrear em São Paulo

“Com Todas as Letras” é uma comédia romântica musical, com músicas de artistas LGBT+ brasileiros, que precisa da ajuda do público para contar essa história real, atual e tão necessária nos dias de hoje. 
 
No pôr do sol, do que parece ser um dia qualquer, um homem se debruça no parapeito de uma ponte, pronto para se jogar no abismo e acabar com o sofrimento que o sufoca. Quando um jovem, sem jeito, interrompe pedindo ajuda para também se jogar do mesmo lugar. Os dois se reconhecem no outro e contam seus motivos e histórias para chegar naquele ponto. 
 
São várias histórias dentro do universo que engloba as siglas LGBTQICAPF2K+. São muitas letras, que tentam representar pessoas, que são a mistura de várias letras, que formam novas palavras e significados. Essa é acima de tudo uma peça que mostra que não devemos julgar o livro pela capa, pois uma pessoa dificilmente é apenas o que sua imagem parece ser. É sobre descobrir quem você é, qual é o seu lugar no mundo, e qual caminho seguir para ser quem você é de verdade. Seja lá quem você for. 
 
O Brasil é o país que mais mata pessoas LGBTQ+, tendo 3 vezes mais crimes desse tipo do que o México, que está em segundo lugar nessa triste lista. Qual o motivo desse número alarmante? Falta de informação. O desconhecimento com o tema causa medo, estranhamento, que leva aos ataques. Então pra que fazer uma peça que conta histórias dessas minorias? Pra mostrar que essas pessoas são seres humanos como qualquer outro, com sonhos, desejos, planos, talentos, amores, e que só querem uma coisa: RESPEITO. Direito de viver, conquistar seu lugar na sociedade. Apenas viver, como eu e você. 
 
Quando assistimos um musical, tudo parece fluir fácil, deve parecer simples. Mas leva anos para se criar e estrear uma peça. A peça estreará dia 7 de maio, mas esse projeto está em produção desde 2016, quando começou a ser criado e experimentado, com pesquisas, leituras e workshops em Natal, Rio de Janeiro e São Paulo, até chegar na formação atual.  
 
Sem patrocínio o espetáculo será financiado pelo público, que estará transformando sonhos em realidade. Tornando possível uma transformação na vida das pessoas que irão fazer esse musical, e principalmente na vida de quem vai assistir essa história. Neste projeto quem colabora se torna um sócio, financiador, não apenas doador.  
 
Para doar e ser parte deste projeto, basta apenas entrar no site Benfeitoria (https://benfeitoria.com/comtodasasletras), as doações são a partir de R$25,00 e podem ser feitas até o dia 28 de fevereiro de 2019. 
 
  
 
FICHA TÉCNICA DO PROJETO 
 
Texto, direção e coreografia: Tomaz Quaresma 
 
Direção musical: Guilherme Leal 
 
Arranjos: Leonardo Córdoba 
 
Produção: Maria Fernanda Aidar 
 
Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro 
 
Visagismo: Teresa Baesa 
 
Preparação de elenco: Erika Altimeyer 
 
Iluminador: Gregory Guimarães 
 
Designer de som: Gabriel Hernandes 
 
Assessoria de imprensa: Unicórnio Assessoria e Mídia 
 
Designer: Lucas de Brito 
 
Marca: Elisa Sampaio 
 
Elenco: Alicia dos Anjos, Vanessa Abate, Vitor Moresco, Elaine Marinho, Lívia Graciano, Tomaz Quaresma, Wilson Granja, Bruna Grasselli, Erick Ferrari, Raphael Mota, João Pedro Aldozza, Dalton Caldas, Aline Serra, Maria Gerjoy, Ananda Ismail, Everton Salzano, Ana Paula Lobo e Caio Junquilho. 
 
  
 
Vídeo com o elenco: 
 
 
  
 
Vídeo da campanha: 
 

Anos 80 – Um Show para Crianças e Pais

Se você foi criança na época em que pegar carona nessa cauda de cometa ou dançar na festa do estica e puxa eram garantia de muita diversão, vai adorar reviver tudo isso (e muito mais) em ANOS 80 – UM SHOW PARA CRIANÇAS E PAIS, show inédito para pais e filhos compartilharem juntos grandes hits e estilos da década de 1980 e reviverem toda a alegria da época. A estreia é nos dias 9 e 10 de fevereiro, às 17h e 16h, respectivamente, na programação do Festival Infantil do Teatro Clara Nunes.

Com direção de Lidy Marx, e sob a direção musical de Gugu Peixoto, o musical vai trazer aos pequenos de hoje, um pouquinho da infância inesquecível dos pais. O mundo colorido e cheio de alegria dos anos 1980 será mostrado no palco, de forma lúdica e cronológica, por meio das músicas da época. No show, uma criança (no telão) tem um livro mágico! E desse livro, saem todas as canções que vão embalar pais e filhos nessa viagem de clássicos, que só os adultos sabem cantar, mas que os pequenos vão adorar. O público entrará em um verdadeiro túnel do tempo de referências.

“Com muito respeito e carinho, vamos levar ao palco um show que vai reviver uma das melhores épocas de nossas vidas. A década de 1980 marcou a nossa história e todos aqueles hits ainda estão muito frescos em nossa memória. É uma alegria trazer isso à tona. É como se os pequenos de hoje abrissem um baú e descobrissem a infância dos pais”, diz a diretora Lidy Marx, que promete uma nova roupagem, que vai deixar pais e filhos encantados.

Verdadeiros hinos da época como as aberturas dos desenhos animados He-Man, She-Ra e Thundercats, sucessos infantis como o Balão Mágico, o Trem da Alegria, a Xuxa e as Paquitas, e muitas outras músicas marcantes estarão no repertório dos músicos Martina Blink e Lucas Corsino (vocalistas), Roberta do Recife e Arnaud Neto (backing vocal), Felipe Chernicharo (guitarra), Denilson Prata (baixo), Nelsinho Freitas (teclado) e John Caldwell (bateria).

“Os anos 1980 foram um período com um repertório vastíssimo e muito rico dentro da cultura POP. Escolhemos as canções que mais tocam a nossa memória afetiva, além daqueles hits que não saíam da boca da criançada”, conta Gugu Peixoto.

Além das canções, o público também vai conferir medleys impagáveis dos principais jingles de peças publicitárias da época, das melhores aberturas de desenhos animados e daquelas canções de super-heróis, que, quando tocavam na tevê de tubo, faziam todas as crianças se encherem de alegria.

“Quem vier, vai se emocionar, pular e brincar com as músicas, as manias e todas aquelas loucuras maravilhosas que só a década de 1980 tem. É uma oportunidade de mostrar aos pequenos de hoje, tudo o que nos fazia sorrir antigamente”, completa Gugu.

Muita cor, alegria, brincadeiras e as referências mais marcantes te esperam em ANOS 80 – UM SHOW PARA CRIANÇAS E PAIS.

SINOPSE: E se as crianças de hoje pudessem viver com os pais toda a alegria e a essência dos anos 1980? Chegou a hora de pais e filhos se divertirem juntos com ANOS 80 – UM SHOW PARA CRIANÇAS E PAIS, show musical no qual a banda interage com uma criança no telão, descobrindo várias aventuras dentro de um livro mágico que transportará o público para uma viagem no tempo: a cada página, uma nova canção.

FICHA TÉCNICA:

ANOS 80 – UM SHOW PARA CRIANÇAS E PAIS

Direção: Lidy Marx

Direção Musical: Gugu Peixoto

Roteiro, idealização e produção: Miçairi Guimarães e Lidy Marx

Vocalistas: Martina Blink e Lucas Corsino

Backing Vocal: Roberta do Recife e Arnaud Neto

Guitarra:  Felipe Chernicharo

Baixo: Denilson Prata

Teclado: Nelsinho Freitas

Bateria: John Caldwell

Criança no telão: Clara Guimarães

Figurino: Roberta de Recife e Martha Rapozzo

Fotos e videomaker: Dan Coelho

Edição e animação: Prisma e Mari da Matta

Design: Letícia Andrade

Realização: N4K Produções!

SERVIÇO:

ANOS 80 – UM SHOW PARA CRIANÇAS E PAIS

No Festival Infantil do Teatro Clara Nunes

Únicas apresentações: 09 (sábado) e 10 (domingo) de fevereiro de 2019.

Horários: dia 09 às 17h; e dia 10 às 16h.

Local: Teatro Clara Nunes

Endereço: Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea.

Duração: 70 minutos.

Bilheteria online: www.tudus.com.br

Bilheteria oficial: Teatro Clara Nunes – De segunda a segunda, das 13h às 21h.

Telefone: 2274-9696

Valores: R$70 (inteira) e R$35 (meia-entrada, para todos os casos previstos em lei).

750 lugares.

Livre.

A Fantástica Jornada de Um Pequeno Príncipe – O Musical

Inspirado na obra escrita pelo francês Antoine de Saint-Exupéry, o Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical (CEFTEM) traz a Prática de montagem “A Fantástica Jornada de Um Pequeno Príncipe – O Musical” com temporada de 2 a 24 de fevereiro no Teatro XP Investimentos, no Jockey Club (RJ).

O diretor Gustavo Klein conta que a ideia da peça surgiu do diretor-assistente, Anderson Rosa, que é apaixonado pelo livro e que, portanto, sugeriu ao coordenador do CEFTEM, Reiner Tenente, que reproduzisse o espetáculo.

– Primeiro ocorreu o processo de adaptar uma obra literária e narrativa para a linguagem de teatro-musical, tentando se ater ao original. Durante os ensaios, foi mais uma questão de adequar as falas, aumentar ou diminuir cenas na tentativa de contar a história da melhor maneira, além de criar novidades para deixar mais claro algumas situações que no livro são narradas, e aqui precisávamos entender – conta Gustavo.

Embora seja um conto infantil, o espetáculo, que tenta ser o mais fiel possível do original, pode ser voltado para os grandinhos também, apresentando múltiplas facetas que permitem mais de uma abordagem, sem perder a essência genuína. “A expectativa é de que consigamos entregar nosso melhor, e que o público receba de coração aberto esse fruto do nosso esforço. E, certamente, a plateia pode esperar muita fofura”, finaliza Gustavo.

“A Fantástica Jornada de Um Pequeno Príncipe – O Musical” fará sessões aos sábados e domingos às 16h.

A Fantástica Jornada de Um Pequeno Príncipe – O Musical

Temporada: de 2 a 24 de fevereiro

Dias: sábado e domingo

Horário: 16h

Teatro XP Investimentos

Av. Bartolomeu Mitre, 1.110 – Leblon (Jockey Club do Rio de Janeiro), Rio de Janeiro, RJ

Valor: R$ 60,00 Inteira / R$ 30,00 Meia

Lotação: 366 lugares

Classificação: livre

Duração: 90 minutos

Ficha Técnica:

Elenco: Bárbara Valadão, Brenda Pedrotti, Bruna Botelho, Mafê Magoulas, Matheus Torres, Sofia Rocha, Amanda Prevot, Kaio Antunes, Luisa Machado, Paty Bueno e Rafaela Takaki e Vitória Rocha

Direção: Gustavo Klein

Direção Musical: Carol Saboya

Direção de Movimento: Bella Mac

Diretor Assistente: Anderson Rosa

Coordenação Pedagógica: Reiner Tenente

Assessoria de imprensa: MercadoCom / Ribamar Filho

Produção: CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical)

“Elza” no Imperator

A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de partida para o musical “Elza”, que estreou em julho no Rio de Janeiro, passou por outras capitais e fará nova temporada na capital fluminense, no Imperator, após imenso sucesso popular e a aprovação irrestrita da homenageada. De 31 de janeiro a 24 de fevereiro, Larissa Luz, convidada para a montagem, e outras seis atrizes selecionadas em uma bateria de testes (Janamô, Júlia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacorte e Verônica Bonfim) sobem ao palco para celebrar o trabalho, as seis indicações ao Prêmio Cesgranrio, a indicação ao Prêmio Shell de Melhor Música, os quatro troféus do Prêmio Reverência recém-conquistados (Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Autor e Categoria Especial) e o Prêmio da APCA de Melhor Dramaturgia.

Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além de personalidades marcantes, como Ary Barroso (1903-1964), apresentador do programa onde se apresentou pela primeira vez, e Garrincha (1933-1983), que protagonizou com ela um notório relacionamento.

Com texto inédito de Vinícius Calderoni e direção de Duda Maia, o espetáculo tem a direção musical de Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet. Além disso, o maestro Letieres Leite, da Orquestra Rumpilezz, foi o responsável pelos novos arranjos para clássicos do repertório da cantora, tais como Lama, O Meu Guri, A Carne e Se Acaso Você Chegasse. O projeto foi idealizado por Andrea Alves, da Sarau Agência, a partir de um convite da própria Elza e de seus produtores Juliano Almeida e Pedro Loureiro.

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Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam no palco, a estrutura de Elza foge do formato convencional das biografias musicais. Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas recentes (A Mulher do Fim do Mundo, a emblemática A Carne e Maria da Vila Matilde) se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da cantora, como Se Acaso Você Chegasse, Lama, Malandro, Lata D’Água e Cadeira Vazia.

Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –, a jornada de Elza é contada com alegria.

A Elza me disse: ‘sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um musical triste, tem que ter alegria’. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela gostaria de ser retratada”, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de textos aparecem na peça.

O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher (2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs, como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das principais vozes da mulher negra brasileira.

Vinícius Calderoni, autor do texto, chama a atenção para a coletividade presente em todo o processo de criação da montagem. Após ter escrito as primeiras páginas, ele começou a frequentar os ensaios e estabeleceu um rico intercâmbio com Duda Maia e as sete atrizes. ‘Hoje poderia dizer que elas são coautoras e colaboradoras do texto. São sete atrizes negras e múltiplas, como a Elza é. Diante da responsabilidade enorme, eu estabeleci limites de fala para mim, por exemplo, em relação a alguns temas. Limitei a minha voz e disse que não escreveria nada, queria os relatos delas e as opiniões. Pedi a colaboração delas, das experiências vividas por uma mulher negra. Do mesmo jeito que a Duda propôs muitas coisas, as atrizes também tiveram este espaço’, conta o dramaturgo.

Tal processo colaborativo se estendeu para a música, com a participação ativa das atrizes e das musicistas nos ensaios com os diretores musicais, e o maestro Letieres Leite, que liderou algumas oficinas com o grupo no período dos ensaios. O processo gerou ainda duas canções inéditas que estão na peça: Ogum, de Pedro Luís, e Rap da Vila Vintém, de Larissa Luz. Se a escolha de Pedro Luís para a função foi referendada pela própria Elza – que gravou e escolheu um verso do compositor para nomear seu último disco –, Larissa Luz já estava envolvida com o projeto desde o seu embrião.

 

SOBRE A EQUIPE DE CRIAÇÃO E PRODUÇÃO

A estreia de Elza marca o encontro da dramaturgia de Vinícius Calderoni com a direção de Duda Maia, dois nomes que se destacaram no recente panorama teatral brasileiro. Pela direção de Auê (2016), estrelado pela Cia. Barca dos Corações Partidos, ela conquistou os prêmios Shell, Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Direção, além dos prêmios APTR e Cesgranrio de Melhor Espetáculo e o Bibi Ferreira de Melhor Musical Nacional. Enquanto isso, Vinicius já ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor por Ãrrã (2015), o APCA por Os Arqueólogos (2016) e coleciona outras indicações e troféus por espetáculos da companhia Empório de Teatro Sortido, que lidera ao lado de Rafael Gomes.

Em paralelo à carreira de escritor, Vinícius é também ator e músico – ele integra a banda 5 a Seco e tem dois discos lançados. A experiência musical foi determinante no processo de criação do texto. Já Duda trouxe todo o seu trabalho corporal para o desenvolvimento da linguagem da encenação.

A sintonia entre Duda e os diretores musicais Pedro Luís, Larissa Luz (esta também em cena) e Antonia Adnet foi determinada por uma característica fundamental: a escuta e a participação das intérpretes. ‘Foi um processo de ensaios muito vivo, em que partimos do princípio que a voz não é nossa, é das atrizes. Fizemos este trabalho para elas e a partir de propostas delas também. Precisamos olhar para o grupo, para a troca’, conta Duda, ressaltando que tudo só foi possível graças à parceria com a Sarau, produtora capitaneada por Andrea Alves.

Nos últimos anos, a Sarau foi responsável montagens tais como Gonzagão – A Lenda, Ópera do Malandro, Auê e Suassuna – O Auto do Reino do Sol, da Cia. Barca dos Corações Partidos, e Gota D’Água [a seco], dirigida por Rafael Gomes e protagonizada por Laila Garin. Sempre comprometida com a cultura nacional em seus mais variados aspectos, a produtora também assina a direção do Festival Villa-Lobos e do Toca, evento que teve a primeira edição neste ano e trouxe a canção brasileira para o centro da discussão, através de shows gratuitos, oficinas e debates.

FICHA TÉCNICA

Elenco: Janamô, Júlia Tizumba, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacôrte, Verônica Bonfim e a atriz convidada Larissa Luz.

Musicistas: Aline Colombani (violões e cavaquinho) , Georgia Camara (bateria e percussão), Guta Menezes (trompete, flugelhorn e gaita), Marfa Kourakina (baixo), Neila Kadhí (programações, pandeiro e guitarra) e Priscilla Azevedo (teclado, sanfona e escaleta).

Direção: Duda Maia

Texto: Vinícius Calderoni

Direção Musical: Pedro Luís, Larissa Luz e Antônia Adnet

Arranjos: Letieres Leite

Idealização e Direção de Produção: Andréa Alves

Cenário: André Cortez

Figurinos: Kika Lopes e Rocio Moure

Iluminação: Renato Machado

Visagismo: Uirandê de Holanda

Design de Som: Gabriel D’Angelo

Design de som associado: André Breda, Bruno Pinho e Rodrigo Oliveira

Diretora Assistente: Letícia Medella

Colaboração Dramatúrgica: Larissa Luz, Janamô, Júlia Dias, Késia Estácio, Khrystal, Laís Lacôrte e Verônica Bonfim

Arranjos vocais e programações: Larissa Luz

Cenógrafa assistente: Tuca Benvenutti

Assistente de iluminação: Maurício Fuziyama

PRODUÇÃO

Coordenação de Produção: Leila Maria Moreno

Produção Executiva: Rafael Lydio

Assistente de produção: Priscila Cardoso, Laura Picorelli e César Augusto

COMUNICAÇÃO

Assessoria de imprensa: Factoria Comunicação

Projeto Gráfico: Beto Martins

Fotografia: Silvana Marques

Vídeos: Elisa Mendes

Assistente de vídeo: Eloi Leones

TÉCNICA

Operador de Luz: Maurício Fuziyama

Operador de Som: André Breda

Microfonista: Rodrigo Oliveira

Diretor de palco: Edilson Risoleta

Camareira: Marceli Araújo

Cenotécnico: André Salles

Pintura de Arte: Naira Santana

Aderecista: Gabriel Barros

Costureiras: Fátima Félix e Deyside Rios

Coordenador de RF: André Breda e Rodrigo Oliveira

EQUIPE SARAU

Direção Geral: Andréa Alves

Direção de Produção: Leila Maria Moreno e Vivi Borges

Produção Executiva: Mariana Sobreira , Rafael Lydio e Felipe Valle

Produção de Planejamento: Bruno Barros e Ana Caroline Araújo

Produção de comunicação: Marcelo Alves e Daniel Barboza

Prestação de contas: Débora Giangiarulo

Coordenação Administrativo-financeira: Luciana Verde

Apoio de Produção e Office Boy: Leandro Barbalho

Estagiário de produção: César Augusto.

Citações: Conceição Evaristo e Maya Angelou

AGRADECIMENTO ESPECIAL

Elza Soares, pela confiança; aos produtores Juliano Almeida e  Pedro Loureiro, pelo convite e a Rafael Gomes, fonte de inspiração.

AGRADECIMENTOS

Arquivo Nacional, Junior Perim, Celso Alvim, Maurício Tizumba, Benoni Hubmaier, Guilherme Kastrup, José Miguel Wisnik, 220 Decibéis – Soluções em Áudio.

SERVIÇO

Temporada de 31 de janeiro a 24 de fevereiro

Quintas, sextas e sábados, às 20h. Domingos, às 19h.

Ingressos a R$ 70 / R$ 35 (meia-entrada)

Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Teatro)
Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural: Terças e quartas: De 13h às 20h30. Quintas, sextas e sábados: De 13h às 21h30. Domingos: De 13h às 19h30.

Vendas pela internet:  ingressorapido.com.br

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

Classificação etária: 14 anos.
Duração: 120 minutos.

Nelson Gonçalves – O Amor e O Tempo

Uma das vozes mais emblemáticas da música brasileira e que embalou milhões de corações durante várias gerações. Nelson Gonçalves completaria cem anos de nascimento em 2019. E para homenagear “o rei do rádio”, como era conhecido, nasce o musical NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO. Com pré-estreia marcada para o dia 4/1 e estreia oficial no dia 11/1, no Teatro Clara Nunes, a montagem homenageia de forma singela e emocionante a trajetória de um dos maiores ídolos da nossa música. O espetáculo é idealizado e produzido por Guilherme Logullo, com texto de Gabriel Chalita, sob a direção de Tânia Nardini, direção musical de Tony Lucchesi, cenografia de Doris Rollemberg e figurinos de Fause Haten. Além da produção, Logullo atua em parceria com a atriz e cantora Jullie, dando vida ao protagonista.

O ESPETÁCULO

A figura humana de Nelson Gonçalves e os seus sentimentos são o fio condutor do musical. Seus desejos, pensamentos, amores e anseios são retratados no texto de Chalita e nas 33 canções escolhidas para compor a delicada e sensível história. Em NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO, a linguagem poética se sobrepõe e é utilizada numa narrativa não-linear, totalmente inspirada nas emoções do cantor e compositor, que vendeu mais de 80 milhões de discos em sua longa carreira. Os dois intérpretes – únicos atores em cena – trazem à tona os dois lados desse grande ídolo, num diálogo constante entre o amor ou o lado emocional (Logullo) e o tempo ou o lado racional (Jullie).

“Quis escrever um texto que, de alguma forma, fugisse um pouco dos musicais tradicionais. Nelson Gonçalves foi um homem que amou profundamente e que, também por isso, sofreu. NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO traça um diálogo entre a razão e a emoção, reforçado pela força e dramaticidade das canções interpretadas por ele. As músicas entrelaçam essas falas o tempo todo, enfatizando essa disputa de sentimentos”, explica Chalita, que também se preocupou em levar o público à reflexão das próprias inquietudes e sentimentos. “Todos nós temos esses dois lados. Todos nós vamos nos ver nesse conflito”.

Clássicos eternizados na voz poderosa do cantor e compositor, como “Naquela Mesa”, “A Volta do Boêmio”, “Chão de Estrelas”, entre tantos outros, não poderiam ficar de fora do repertório. Definido por seu idealizador e produtor, Guilherme Logullo, como uma “junkie box”, o espetáculo vai fazer os fãs do rei do rádio se emocionarem. “A montagem tem um tom nostálgico e lírico. Vamos trazer fatos, histórias, emoções, músicas e sentimentos”, explica ele, que “descobriu” Nelson Gonçalves durante estudos para um personagem, e por conta da semelhança do registro vocal, ficou encantado. A descoberta virou vício e admiração. E, aos poucos, nasceu a vontade de levar Nelson aos palcos.

“Os altos e baixos, os nãos que Nelson escutou na carreira musical, seus relacionamentos e seus problemas com as drogas estarão lá de alguma maneira. No entanto, NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO não é uma obra biográfica, mas uma homenagem. Foi a forma que encontramos de trazer a essência de Nelson para a cena”, comenta.

Convidada por Logullo para unir-se ao elenco, a atriz e cantora Jullie traz sua voz angelical e conhecida de outros espetáculos como “Tudo Por Um Pop Star”, “Constellation – Uma Viagem Musical Pelos Anos 50” e “O Musical da Bossa Nova”, para contrastar com a força masculina presente na voz de Nelson Gonçalves. “Um dos pontos interessantes do musical é a maneira como nos apropriamos das canções. Somos dois jovens cantando músicas lindas de um tempo diferente do nosso. Isso dá uma outra roupagem a esse repertório que ganha novas cores com os arranjos sensíveis e criativos do Tony Lucchesi”, diz Jullie.

A DIREÇÃO E A DIREÇÃO MUSICAL

Uma das principais diretoras e coreógrafas em atividade no país, Tania Nardini foi escolhida para capitanear a direção de NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO. É a primeira vez que ela concebe esse tipo de temática em um espetáculo, sem tantas coreografias, e com um elenco enxuto: apenas dois intérpretes.

“É extremamente desafiador homenagear um homem como Nelson Gonçalves que tocou o coração e a vida de tantas pessoas, ainda mais numa proposta que foge do tradicional. Apesar de falarmos do artista Nelson Gonçalves, o fio condutor aqui é o ser humano e as suas dualidades: o que é mais forte? O tempo ou o amor?”.

Em cena, os atores vão dançar, cantar, falar, sonhar… “Está sendo uma experiência muita enriquecedora e será uma delicada homenagem, a partir das belíssimas canções eternizadas por Nelson”, comenta ela, diretora de espetáculos como “Nuvem de Lágrimas”, diretora associada e coreógrafa de “West Side Story”, “O Rei e Eu” e “My Fair Lady”, e diretora responsável por todas as montagens do espetáculo “Chicago” em qualquer parte do mundo, desde 2007.

Tão desafiador quanto dirigir é trazer uma nova roupagem musical às canções do espetáculo, tarefa concedida ao premiado diretor musical e arranjador, Tony Lucchesi, vencedor do último Prêmio Bibi Ferreira e do Prêmio Reverência na categoria por “Bibi, Uma Vida em Musical”. Lucchesi sempre teve contato com a obra de Nelson, graças à sua família, e já foi responsável pela direção musical de outras obras inspiradas em canções da mesma época, como “Elizeth, A Divina”.

Para NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO, Lucchesi estabeleceu uma desconstrução dos arranjos de alguns dos clássicos de Nelson Gonçalves para contar e mostrar separadamente esses dois elementos: o tempo e o amor. “As músicas têm um papel muito importante em cena, pois ajudam na estrutura narrativa do texto, desenrolando a história. E foi um desafio trazer uma voz tão potente, tão forte como a do Nelson para um outro contexto”, diz ele, lembrando o quanto o sucesso do cantor perdurou e a sua capacidade de se reinventar musicalmente. “Nelson chegou a gravar canções de Lulu Santos, Ângela Rô Rô e até Legião Urbana. Era um artista completo e é um prazer transformar canções tão dramáticas e fortes em algo novo”, explica.

Para a montagem, o diretor incluirá violões na orquestra, instrumento muito ligado ao homenageado e conta ainda que o fato da emoção (o amor) ser personificada na figura masculina e o tempo (a razão) na figura feminina também gera uma riqueza musical e mais diversidade às interpretações, já que, normalmente, se espera o contrário. Outros recursos, como uma marcação de relógio nas canções do repertório de Jullie (representando o tempo), além de muitos mash-ups quando os protagonistas cantam juntos, ajudam a associar os temas às interpretações.

Completam o dream team criativo de NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO o renomado figurinista Fause Haten, e a cenógrafa Dóris Rollemberg.

SINOPSE: Vivendo um conflito constante entre o amor (a emoção) e o tempo (a razão), os protagonistas trazem à tona as emoções vividas por Nelson Gonçalves ao longo de sua vida e carreira, cantando seus maiores sucessos, numa homenagem ao centenário do cantor e compositor brasileiro, um dos maiores vendedores de discos do país. Nelson Gonçalves é revivido por meio das canções e das emoções do casal de protagonistas.

SOBRE GUILHERME LOGULLO: Ator e bailarino, nascido em São Paulo, Guilherme Logullo se formou em teatro musical em Londres. Participou do elenco de grandes montagens musicais no Brasil como ‟A Bela e a Fera‟, ‟Chicago‟, ‟West Side Story‟, “Priscilla, A Rainha do Deserto”, “Elis, A Musical”, “Como Vencer na Vida sem Fazer Força” e, mais recentemente, de “Bibi, Uma Vida em Musical” e “Pippin”. Na TV, fez “Rock Story” e “Babilônia”. NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO é sua estreia como produtor.

SOBRE JULLIE: Jullie é uma das atrizes e cantoras mais requisitadas em grandes montagens musicais. Protagonizou os espetáculos “Tudo Por Um Popstar”, “Constellation – Uma Viagem Musical Pelos Anos 50” (que lhe rendeu uma indicação como melhor atriz na primeira edição do Prêmio Reverência), integrou o elenco de “60! Década de Arromba – Doc. Musical”, da turnê 2018 de “O Musical da Bossa Nova”, participou da temporada carioca de “A Noviça Rebelde” (sub de Maria Von Trapp), entre outras produções. Jullie também é compositora e lançou digitalmente o álbum autoral “Até o Sol”. Dubladora desde 2007,  deu voz à diversas personagens em filmes/ séries como “Trolls” (Poppy) e “Pé Pequeno” (voz cantada da Meechee).

SOBRE GABRIEL CHALITA: Gabriel Chalita revelou-se escritor já aos 12 anos, quando publicou seu primeiro livro. Hoje, tem uma obra composta por mais de 80 títulos. Doutor em Filosofia do Direito e em Comunicação e Semiótica, deu início à carreira política aos 19 anos, como vereador e presidente da Câmara Municipal de Cachoeira Paulista. Exerceu os cargos de secretário da Juventude, Esporte e Lazer e de secretário da Educação do Estado de São Paulo; neste último, instituiu os Programas Escola da Família, Escola de Tempo Integral e Caminho das Artes. Foi também presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), por dois mandatos, e vereador da cidade de São Paulo. Foi deputado federal pelo PMDB-SP – eleito com mais de meio milhão de votos – e secretário de Educação do município de São Paulo. É professor universitário, membro da Academia Brasileira de Educação, presidente da Academia Paulista de Letras e palestrante.

SOBRE TÂNIA NARDINI: Tania trabalhou com os mais importantes produtores, atores e diretores de teatro e televisão do Brasil. Esteve à frente da direção dos espetáculos “Priscilla – A Rainha do Deserto” e “Nuvem de Lágrimas”, além de ser coreógrafa e diretora associada nas produções “O Rei e Eu” e “West Side Story”. Coreografou “Raia 30” e “Cauby! Cauby! Uma Lembrança” e é a diretora responsável por todas as montagens do espetáculo “Chicago” em qualquer parte do mundo, desde 2007.

SOBRE TONY LUCCHESI: Vencedor do Prêmio Bibi Ferreira e do Prêmio Reverência 2018 na categoria “Melhor Direção Musical” por “Bibi, uma Vida em Musical”, Tony Lucchesi é diretor musical, arranjador e preparador vocal dos espetáculos: “Bibi – Uma Vida em Musical”, “60! Década de Arromba – Doc. MusicaI”, “VAMP” (também compositor das canções originais), “Rock ln Rio Now” (Lisboa- 2016). É compositor, arranjador e diretor musical do espetáculo “Vem buscar-me que ainda sou teu” (RJ – 2016), e diretor musical dos espetáculos “Godspell” (RJ- 2015), com direção de João Fonseca e “Matilda” (RJ- 2016), com direção de Gustavo Klein, ambos práticas de montagem realizadas pelo CEFTEM. O artista ainda é arranjador Vocal das edições do programa “The Voice Brasil” (Tv Globo); pianista do espetáculo “Beatles num céu de diamantes”, e pianista/co-arranjador do espetáculo “Milton Nascimento – Nada será como antes”, de Cláudio Botelho e Charles Moeller. Também assina a Direção de canção dublada do Beck Studios. Seus últimos trabalhos foram os filmes “Hotel Transylvania 1 e 2”, além das séries “Miraculous – As aventuras de Ladybug”, “Odd Squad”, entre outras (Canal Gloob).

SOBRE FAUSE HATEN: Estilista renomado e eternizado nos palcos do país por sua montagem de “Lili Marlene, um Musical”, produção idealizada pelo próprio artista, que escreve o texto, dirige e assina as canções. Conhecido por trabalhos performáticos e cheios de personalidade, Haten vai trazer sua criatividade para o universo de Nelson Gonçalves.

FICHA TÉCNICA:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

Um musical idealizado por Guilherme Logullo e Gabriel Chalita

Direção e coreografia: Tânia Nardini

Roteiro: Gabriel Chalita

Elenco: Guilherme Logullo e Jullie

Coordenação Artística: Guilherme Logullo

Cenografia: Doris Rollemberg

Figurinos: Fause Haten

Direção Musical: Tony Lucchesi

Direção de Produção: Jenny Mezencio

Assistência de direção e movimento: Nadia Nardini

Visagista: Diego Nardes

Design de Som: Gabriel D’Angelo

Design de Luz: Renato Machado

SERVIÇO:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

Pré-estreia: 4, 5 e 6 de janeiro de 2019.

Estreia oficial: 11 de janeiro de 2019.

Temporada: De 4 de janeiro a 24 de fevereiro de 2019.

Horários: sextas e sábados, às 21h. Domingos, às 19h30.

Local: Teatro Clara Nunes

Endereço: Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea.

Duração: 70 minutos.

Bilheteria online: www.tudus.com.br

Bilheteria oficial: Teatro Clara Nunes – De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos, das 15h às 22h.

Telefone: 2274-9696

Valores: Sexta: R$80 (plateia) e R$50 (balcão). Sábado e domingo: R$100 (plateia) e R$70 (balcão).

700 lugares.

Livre.