“A Megerinha Domada” no Teatro Armando Gonzaga

Através de uma linguagem circo-teatro e pontuada com cantigas de rodas infantis onde os atores cantam e tocam instrumentos ao vivo, a trupe teatral apresenta uma encenação voltada para o teatro de rua em busca de uma expressão popular e de fácil entendimento.

A história inicia com o Sr. Batista que possui duas filhas, Catarina e Bianca. Enquanto Bianca é graciosa, delicada e com muitos pretendentes, Catarina é conhecida como demônio de saias, devido ao seu temperamento arredio. Batista deseja casar suas filhas, mas seguindo a ordem de idade, primeiro deve casar Catarina e depois Bianca. Os pretendentes de Bianca ficam preocupados com isso, e decidem empurrar Petrúquio que aceita a missão na mesma hora em que soube que a família Batista é muito rica e possuí muitas propriedades. Apesar de ser rústico e mal educado. Petrúquio usa sua inteligência para domar a Megera Catarina.

SINOPSE

 

Uma trupe de artistas chega numa praça pública pra contar que Catarina é uma garota bonita, mas possui uma personalidade forte. Seu jeito insensível assusta os rapazes da cidade. Já Bianca, sua irmã, é o oposto. Meiga e sensível, ela é muito desejada. O pai das meninas, seu Batista, orientou-a que não tivesse um encontro amoroso antes de Catarina. E é aí que mora o perigo, pois nesse conflito, surge Petrúquio, um rapaz que acabou de chegar do interior e aceita o desafio de conquistar a megerinha.

 

Serviço

 

Autor:  Willian Shakespeare.

Direção e Livre Adaptação: Eliano Lettieri

Elenco: Beatriz Cunha, Vandoca Lopes, Marina Aguilera, Letícia Croner, Robert Queiroz, Saulo Lima, Uelisson Senna, Rodrigo Praça, João Gomes, Gustavo Mascarenhas e Igor Macesse.

Teatro Armando Gonzaga

Av. Gen. Osvaldo Cordeiro de Farias, 511 – Mal. Hermes –RJ.

Informações: (21) 23321040

Temporada: 25 de janeiro a 02 de fevereiro, sábado e domingo, às 16h.

Duração: 60 minutos

Capacidade: 210 lugares

Classificação etária: Livre

Valores:  R$30,00

“Bertoleza” no Sesc Belenzinho

Com elenco majoritariamente negro, a Gargarejo Cia Teatral estreia o musical Bertoleza, inspirado no livro O Cortiço, de Aluísio Azevedo, no dia 7 de fevereiro no Sesc Belenzinho. O espetáculo fica em cartaz até 1º de março, com sessões às sextas e aos sábados, às 21h30, e aos domingos (e no dia 22 de fevereiro), às 18h30.

A montagem, com adaptação, direção e músicas de Anderson Claudir, conta a história do clássico naturalista de Aluísio de Azevedo, agora sob ponto de vista da Bertoleza, uma mulher negra que é tão importante para a construção do romance quanto o próprio João Romão, o protagonista original.

Na trama, o oportunista Romão propõe uma sociedade à escrava Bertoleza, prometendo comprar a alforria dela. Eles começam uma nova vida juntos e constroem um pequeno patrimônio formado por um enorme cortiço, um armazém e uma pedreira.

Depois de acumular capital considerável, o ambicioso João Romão já não sabe mais como se tornar mais rico e poderoso. Envenenado pelo invejoso Botelho, ele decide se casar com Zulmira, a filha de Miranda um negociante português recentemente agraciado com o título de barão. Mas, para isso, precisa se livrar da amante Bertoleza, que trabalha de sol a sol para lutar pelo patrimônio que eles construíram juntos.

Para a companhia, o grande desafio foi fazer com que uma narrativa do século 19 questionasse e problematizasse as relações criadas nos dias de hoje. Por isso, o projeto iniciado em 2015 foi ganhando novos contornos. “Quisemos investigar uma identidade brasileira que vem da diáspora africana e pensar em como isso nos afeta artisticamente. Assim, podemos criar novos signos para essa geração e dar uma voz para essa terra periférica”, conta Claudir.

No processo, o coletivo procurou a força da figura de Bertoleza em outras mulheres negras brasileiras negligenciadas pela História. Durante a encenação, o elenco relembra as histórias dessas mulheres, como a vereadora Marielle Franco, militante da luta negra assassinada em março de 2018; a escritora Carolina Maria de Jesus, famosa pelo livro Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada; a jornalista e professora Antonieta de Barros, defensora da emancipação feminina que foi apagada dos livros de História; a escritora Maria Firmina dos Reis, considerada a primeira romancista brasileira; e a guerreira Dandara, que viveu e lutou no período colonial.

A protagonista dessa história é interpretada pela atriz Lu Campos, eo elenco também tem como destaque Eduardo Silva (Botelho), que ficou conhecido ao dar vida ao personagem Bongô no Castelo Rá Tim Bum e coleciona importantes prêmios teatrais como Mambembe, APCA, APETESP, Moliére e SHELL.

O time de intérpretes fica completo com Taciana Bastos (Zulmira), Bruno Silvério (João Romão) e pelos integrantes do coro Ananza Macedo, Cainã Naira, David Santoza, Gabriel Gameiro, Matheus França, Palomaris e Welton Santos. A direção musical é assinada por Eric Jorge; o dramaturgismo e a poesia, por Le Tícia Conde; e a coreografia, por Emílio Rogê.

Relação profunda entre vida e obra

 “Bertoleza é uma personagem inspirada em tantas histórias de um povo que resiste às injustiças de uma lógica racista. Sua história resiste ao tempo. Ela representa a força dessas inúmeras mulheres que sustentam a base do nosso país”, comenta Eduardo Silva. Para ele, o inescrupuloso Botelho também é bastante atual. “É a velha manipulação política, que não se preocupa com o povo e justifica suas incoerências sem a menor base social ou científica”, completa.

Para Lu Campos, interpretar Bertoleza tem um significado ainda mais profundo. No processo desde 2015, ela conta que vivenciou um chamado ancestral em 2017: suas antepassadas maternas deram-lhe a missão de quebrar o ciclo de opressão vivenciado por sua família desde os tempos de escravidão. “Espero que as mulheres pretas se sintam bem representadas na peça e a partir disso, busquem seus lugares de protagonismo nos variados âmbitos da vida”, conta.

Para a atriz, estar nesse processo contribui para a sua expansão de consciência. Em busca de mais respostas sobre sua ancestralidade, ela também cursou a pós-graduação em Matriz Africana pela FACIBRA/Casa de Cultura Fazenda Roseira. “As pessoas precisam perceber quão rica e diversificada é a matriz africana, por isso ela deve ser resgatada e valorizada. Afinal, a África é o ventre do mundo”, emociona-se.

Sobre a Gargarejo Cia Teatral

Formada por uma equipe majoritariamente periférica, a Gargarejo Cia Teatral conta com artistas de diversas áreas, como artes plásticas, dramaturgia, artes cênicas, direção, cenografia, musicalidade e produção. A companhia teve início em 2014, em Campinas, reunindo diferentes especialidades artísticas em parceria com renomadas instituições da região, como a Universidade de Campinas (UNICAMP), o Conservatório Carlos Gomes, a Estação Cultura de Campinas, as Prefeituras de Campinas, Sumaré e Vinhedo e o Lar dos Velhinhos de Campinas.

O grupo foca em uma perspectiva étnico-racial que reflete sobre colonização versus identidade. A intenção é articular a vivência periférica na cena como protagonista na sociedade, resgatando a autoestima e recriando autoimagem.

Em 2015, iniciou uma pesquisa sobre O Cortiço, que resultou na microcena Bertoleza – uma pequena tragédia: ponto de partida para o processo de investigação que, em 2019, completa quatro anos. Em 2017, o grupo se estabelece na cidade de São Paulo e, durante esse período, realiza diversas experimentações cênicas e musicais, propõe leituras, debates, rodas de conversa e apresentações das canções.

 SINOPSE

Adaptação musical de O Cortiço, de Aluísio Azevedo, obra clássica da literatura naturalista brasileira, em que o protagonismo é invertido. A voz agora é de Bertoleza: mulher, negra e escravizada que se relaciona com João Romão, um português ambicioso e oportunista. Bertoleza é o dedo na ferida, é o nó expulso da garganta, a voz que pergunta: E a Bertoleza?

FICHA TÉCNICA

Direção e Adaptação: Anderson Claudir
Direção Musical: Eric Jorge
Dramaturgismo e poesia: Le Tícia Conde
Texto final: Anderson Claudir e Le Tícia Conde
Elenco: Lu Campos, Eduardo Silva, Ananza Macedo, Cainã Naira, Palomaris, Taciana Bastos, Bruno Silvério, David Souza , Edson Teles, Gabriel Gameiro, Matheus França e Welton Santos
Coreógrafo: Emílio Rogê
Preparação Vocal e Assistência de direção musical: Juliana Manczyk
Coordenadora de Produção: Cláudia Miranda
Produção Executiva: Andréia Manczyk
Assistente de Produção: Marina Pinho
Cenografia e Figurino: Daniela Oliveira
Assistente de cenário e figurino: Gabriela Moreira
Iluminação: Andressa Pacheco
Assistente de Iluminação: Stella Pollitti
Vídeo: Aline Almeida
Assessoria de imprensa: Bruno Motta Mello e Verônica Domingues – Agência Fática
Técnico de Palco: Maria Clara Venna e Leonardo Barbosa

SERVIÇO

BERTOLEZA, da Gargarejo Cia Teatral
De 7 de fevereiro a 1º de março de 2020. Sexta e sábado, 21h30. Domingo, 18h30
(Dia 22 de fevereiro, sábado, 18h30)
Local: Sala de Espetáculos I (100 lugares)
Valores: R$ 30 (inteira). R$ 15 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante). R$ 9 (credencial plena do Sesc: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes)
Ingressos disponíveis pelo portal Sesc SP (www.sescsp.org.br) a partir do dia 28/1, às 12h, e nas bilheterias das unidades do Sesc a partir de 29/1, às 17h30. Limite de 4 ingressos por pessoa
Duração: 90 minutos
Recomendação etária: 12 anos

Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.
Belenzinho – São Paulo (SP)
Telefone: (11) 2076-9700
www.sescsp.org.br/belenzinho

Estacionamento
De terça a sábado, das 9h às 22h. Domingos e feriados, das 9h às 20h.
Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.

Para espetáculos pagos, após as 17h: R$ 7,50 (Credencial Plena do Sesc – trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo). R$ 15,00 (não credenciados).

Transporte Público

Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

 

Dois espetáculos musicais entram em cena no Rio, produzidos pela Escola de Atores Wolf Maya

Depois do sucesso de Os Saltimbacos, em 2019, a Escola de Atores Wolf Maya apresenta outras duas realizações de teatro musical, que acontecem no Teatro Nathalia Timberg.

O espetáculo Sou Assim – O Musical fica em cartaz do dia 24 de janeiro ao dia 2 de fevereiro (sextas, sábados e domingos, às 20 horas) e a montagem Vai Crescer – Uma Tarde Musical entra em cartaz no dia 25 de janeiro e segue até o dia 2 de fevereiro (sábados e domingos, às 16 horas).

Os espetáculos são estudos sobre teatro musical, resultado do Curso Prática de Montagem Musical, realizado pela Escola no segundo semestre de 2019, coordenado por Rafaela Amado, que também assina a direção artística das montagens. A direção musical é de Anna Priscilla Lacerda.

Os espetáculos

Reunindo 19 atores/cantores, Sou assim – O Musical é um espetáculo/show com cenas de alguns dos musicais mais famosos da Broadway. Números das montagens Chicago, Hairspray, Burlesque, Cantando na Chuva, Avenida Q, Os Produtores, A Família Addams e Wicked estão presentes em Sou Assim, que tem como fio condutor o desejo interno de afirmação, a busca pela identidade própria no mundo moderno.

O espetáculo Vai Crescer – Uma Tarde Musical é vibrante e alegre. Com 19 números musicais, faz homenagem os musicais infantis mais amados de todos os tempos. Entre eles, Shrek, Mary Poppins e Escola do Rock, que se misturam às princesas Moana, Tiana, Rapunzel, Mulan e aos clássicos como Alice no País das Maravilhas e Annie, entre outros. Vai Crescer é um mosaico de musicais modernos e antigos que fala sobre o crescimento. O elenco é formado por 28 atores/cantores jovens com idades entre 10 e 18 anos.

FICHA TÉCNICA – Diretora artística: Rafaela Amado. Diretora musical: Anna Priscila Lacerda. Diretora assistente: Alix Bandeira. Assistente musical: Pedro Aran. Cenógrafo: Alix Bandeira. Figurinista: Patrícia Pizzolato. Iluminador e operador de luz: Kadu Garcia. Estagiário: Felipe Ferretti. Pianista ensaiadora: Lidia Esther Baratute. Músicos: Davi Lacerda (guitarra e violão), Vitor Daniel (bateria), Theo Macedo (baixo), Ygor Thadeu (pianista) e Luiza Amélio (monitora de música). Diretor de produção: Rogério Garcia. Design e operador de som: Branco Ferreira. Design grafico: Felipe Barros. Diretor técnico e microfonista: Lenilson Souza. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação.

Elenco / Sou Assim – O Musical: Alice Pinheiro, Amanda Posada, Daltom Reis, Enzo Campeão, Felipe Ferretti, Fernanda Fernandez, Giovanna Valentim, Gustavo Smith, Jorge Grecco, Júlia Zimmer, Luigi Castellões, Maju Tatagiba, Marina Moretzsohn, Nádia Nogueira, Pedro Aran, Renata Jones, Ursula Miranda, Valléria Freire e Victória Louise.

Elenco / Vai Crescer – Uma Tarde Musical Amanda Posada, Camilla Rodrigues Araujo, Duda Lima, Enrico Yuuki, Giovanna Lima, Giulia Gatti, Jaque Andrade, João Poli, Juju Becker, Júlia Carvalho, Júlia Flor, Júlia Mazoni, Juliana Ribas, Laura Botelho, Letícia Ferreira, Letícia Paiva, Livia Maciel, Lucas Henrique, Mafê Gonçalves, Maria Clara Ribeiro, Maria Helena Sarmento, Maria Luísa Amado, Mariane Reigota, Nanda Cardin, Sophia Poubel, Thalita Mota, Victoria Shizue e Vitor Vaimberg.

Serviço

Espetáculo musical: Sou assim – O Musical

Temporada: 24 de janeiro a 2 de fevereiro

Horário: Sextas, sábados e domingos, às 20 horas

Duração: 80 minutos. Classificação: Livre.

Ingressos: Contribuição espontânea (sugestão: R$ 25,00)

https://checkout.tudus.com.br/teatro-nathalia-timberg-sou-assim–o-musical/selecione-seus-ingressos

Espetáculo musical: Vai Crescer – Uma Tarde Musical

Temporada: 25 de janeiro a 2 de fevereiro de 2020

Horário: sábados e domingos, às 16 horas

Duração: 80 minutos. Classificação: Livre.

Ingressos: Contibuição espontânea (sugestão: R$ 25,00)

https://checkout.tudus.com.br/teatro-nathalia-timberg-vai-crescer–uma-tarde-musical/selecione-seus-ingressos

Teatro Nathalia Timberg

Avenida das Américas, nº 2.000 – Barra da Tijuca. Freeway Center. RJ/RJ.

Tel: (21) 3388-5864. Capacidade: 300 lugares.

wolfmaya.com.br | Nas redes: @escolawolfmaya

“Quando Ismália Enlouqueceu” no Teatro Itália

A comédia dramática musical Quando Ismália Enlouqueceu reestreia dia 25 de janeiro, sábado, às 18 horas, no Teatro Itália, onde cumpre temporada aos sábados até o dia 15 de fevereiro. Com dramaturgia e direção artística de Fernando Cardoso, composição e direção musical de Tato Fischer, cenografia e produção de Marcos Thadeus, coreografia de Sergio Galdino, figurino de Cláudio Tovar, iluminação de André Lemes.  No palco estão as atrizes Cibele Troyano, Jô Rodrigues, Maria do Carmo Soares e Salete Fracarolli, da Cia As Tias, que interpretam, cantam e dançam ao som do piano de Tato Fischer, que também integra o grupo ao lado do produtor Marcos Thadeus

 

A peça reúne 40 textos do Parnasianismo e Romantismo brasileiros, interpretados e musicados. A Tato Fischer coube a missão de criar versões musicadas para algumas dessas obras de poetas, como Olavo Bilac, Gonçalves Dias, Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu e Alphonsus de Guimarães. A montagem resgata parte da memória de uma época lírica, ao mesmo tempo em que mostra a significativa diferença daquele tempo para os dias atuais. De acordo com o diretor Fernando Cardoso, não é um recital de poesias. “Trata-se de um sarau com poemas musicados e encenados/dramatizados, de forma leve e divertida, com ideia de levar o público a uma identificação com esta obra dos séculos 19 e 20, mostrando a poesia de uma forma diferente, sem ser hermética.”

O arranjador e instrumentista Tato Fischer buscou inspiração no Teatro de Revista e usou a imaginação para adaptar os textos a ritmos como modinha, valsa, baião, lundu e catira, entre outros. “Tínhamos um vasto universo de textos para musicar, foi preciso escolher entre os 40 textos aqueles que se identificavam mais com a encenação”.

Os Poemas Meus Oito Anos e A Valsa, de Casimiro de Abreu, por exemplo, ganharam a roupagem de uma valsa. Para o texto Em Louvor de Santa Inês, de José de Anchieta, criamos uma catira. Já para a cantiga de roda Terezinha de Jesus, dança popular dos Açores e Ilha da Madeira, fizemos uma modinha.” A cenografia, assinada por Marcos Thadeus, faz referência ao estilo da época e traz entre os elementos cênicos, um piano, cavaletes, molduras de quadros e chapéus. “Além de aludir à arte, os adereços atendem às necessidades da encenação.”  Para o diretor artístico Fernando Cardoso, foi uma excelente experiência ter à mão o talento de quatro atrizes generosas, versáteis, inteligentes e despudoradas. “A tanto talento, somam-se a música de Tato Fischer, o figurino de Claudio Tovar e a produção atenta de Marcos Thadeus. Espero que este espetáculo possa ajudar a aproximar o público da poesia. Ou a poesia do público.”

Sobre o grupo As Tias

 

A Cia. As Tias estreou o espetáculo Cabaré Literótico Musicado, em novembro de 2015, no Teatro Commune, no centro de São Paulo. Em 2016, ficou em cartaz por dois meses na SP Escola de Teatro e, em 2017, mais dois meses de temporada no Viga Espaço Cênico.  O espetáculo recebeu o prêmio Júri, no 1º Festival de Teatro de Passos, Minas. Em 2017, a montagem foi apresentada no Interior do Estado de São Paulo pelo programa Circuito Cultural Paulista. Também foram realizadas apresentações em várias unidades do SESC, em Piracicaba, Sesc-Consolação e Sesc-Pinheiros. Em 2018, o espetáculo percorreu casas de cultura da cidade São Paulo por meio da Secretaria Municipal de Cultura.

Sinopse

 

Com versões musicadas para poemas de Olavo Bilac, Gonçalves Dias, Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu e outros importantes nomes da poesia dos séculos 19 e 20, a peça reconstrói a memória de uma época de sonhos e anseios, ao mesmo tempo em que mostra a significativa diferença daqueles tempos para os dias atuais.

Ficha Técnica

 

Dramaturgia e Direção Artística: Fernando Cardoso. Elenco: Cibele Troyano, Joseli Rodrigues, Maria do Carmo Soares e Salete Fracarolli. Direção e Composição Musical: Tato Fischer. Coréografo: Sérgio Galdino. Cenografia e direção de produção: Marcos Thadeus. Figurinos: Claudio Tovar. Iluminação: André Lemes. Produção Executiva: Nayara Rocha. Fotos: Sillas H (@sillas.h).

Para roteiro

Quando Ismália Enlouqueceu – Reestreia dia 25 de janeiro de 2020, sábado, às 18 horas, no Teatro Itália, Av. Ipiranga, 344 – República, telefone – (11) 3120-6945. Temporada – De 18 de janeiro a 15 de fevereiro de 2020. Sábados, às 18h.  Duração: 50 min. Classificação: Livre. Ingressos – R$ 15,00 (meia) e R$ 30,00 (Inteira). Gênero: Comédia dramática Musical.

“Fame” no Teatro Prudential

Após o sucesso alcançado em agosto do ano passado, o musical Fame, produção do CEFTEM (Centro de Estudo e Formação em Teatro Musical), ganha uma segunda temporada no Teatro Prudential, no Rio de Janeiro. O espetáculo será apresentado no período de 04 a 19 de fevereiro, com sessões às terças e quartas-feiras, às 20h. Os ingressos estão à venda no site – https://bileto.sympla.com.br/event/64086/d/79936.

O musical tem direção e coreografia de Victor Maia e conta a história de um grupo de alunos empenhados a se formarem como artistas, no dia a dia de uma escola de artes performáticas muito rigorosa. Durante os anos que se passam lá dentro, os alunos descobrem mais sobre si, sobre amor, vocação e, principalmente, sobre os limites para conquistar a tão desejada fama.

O papel principal da montagem, a personagem Carmen Diaz, será interpretado pela atriz e cantora Marcella Bártholo (ex-The Voice Kids), com atuação como protagonista também em Brilha La Luna, que ficou em cartaz de 02 de novembro a 16 de dezembro e no Musical Peter Pan, no período de 03 de agosto a 27 de outubro, ambos no ano passado, no Rio de Janeiro. Marcella também atuou como Carmen Diaz na primeira temporada do espetáculo. Diaz é uma jovem ambiciosa e sonhadora, que busca o estrelato a qualquer custo, sem medir as consequências.

O diretor Victor Maia ressalta que o espetáculo é emocionante, com música, dança e apresentando uma nova geração de atores, “com fogo nos olhos e paixão pelo que fazem”. Ele também destaca que o processo de seleção foi muito difícil, já que o espetáculo exige bons atores, cantores e bailarinos. Ao todo, foram cinco fases de audição até fechar o elenco.

Além de Victor Maia, o espetáculo conta com direção musical de Tony Lucchesi e Miguel Schönmann, tradução de Leonardo Rocha e versões de Bruno Camurati.

Segundo Victor Maia, um dos números mais emblemáticos do espetáculo é “Fame”, música que dá nome ao musical e que já foi muito tocada nas rádios por conta do filme baseado na mesma história, com versões em vários países. “Ela faz todo mundo se balançar e cantar o refrão junto. Acho que é um momento ímpar do espetáculo”, afirmou.

FAME
Gênero: Musical
Temporada: 04 a 19 de fevereiro
Dias: Terça e Quarta às 20h
Classificação: 12 anos
Duração: 150 min
Valor: R$ 50 (inteira) R$ 25 (meia)
Teatro Prudential
Telefone: (21) 2558-3862
Lotação: 359 lugares
Venda online: https://bileto.sympla.com.br/event/64086/d/79936

Ficha Técnica
Elenco: Alborina Paiva, Ariane Rocha, Augusto Volcato, Bella Mac, Bruno Rasa, Carol Donato, Cínthya Verçosa, Flávio Fusco, Flávio Moraes, Gabriel Laurindo, Gustavo Waz, Larissa Jansen, Luiza Lewicki, Marcella Bártholo, Marianna Lobo, Matheus Ananias, Naiaama Belle, Nano Max, Ricardo Neme e Vitor Talihel
Direção e Coreografias: Victor Maia
Direção Musical: Tony Lucchesi e Miguel Schönmann
Tradução: Leonardo Rocha
Versões: Bruno Camurati
Coordenação geral: Reiner Tenente
Assistência de Direção: Ariane Rocha
Assistente de Coreografia: Bella Mac
Assessoria de Imprensa: Ribamar Filho (MercadoCom)

FOTOS: Caio de Biasi

“Lyson Gaster no Borogodó” no Teatro Itália

O musical Lyson Gaster no Borogodó reestreia dia 18 de janeiro, sábado, às 21 horas, no Teatro Itália.  A peça homenageia a atriz e cantora nascida na Espanha e criada em Piracicaba, Lyson Gaster, que se consagrou nas décadas de 1920 a 1948. A montagem tem pesquisa de Maria Eugenia de Domenico, dramaturgia de Fábio Brandi Torres, direção e figurinos de Carlos ABC, produção e cenários de Marcos Thadeus e direção musical de Tato Fischer e fica em cartaz até o dia 15 de fevereiro com sessões de quinta a sábado, às 21 horas e domingo, às 19 horas.

Com músicas ao vivo, a cargo de Tato Fischer ao piano e Henrique Vasques no acordeom e cajón, oito atores – Bruno Parisoto, Felipe Calixto, Alexia Twister, Tiago Mateus, André Kirmayr, Marcos Thadeus, Giovani Tozi e Patrick Carvalho interpretam canções como Rua do Ouvidor, A Fantasia, No Rancho Fundo e Luar do Sertão, entre outras, enquanto apresentam relatos da vida da atriz Lyson Gaster, revigorando fatos importantes dos palcos brasileiros e resgatando parte da história cultural do País.  Por seu talento e coragem, ela foi elogiada por artistas e críticos como Procópio Ferreira, Henriette Morineu, Pedro Bloch, Rachel de Queiroz, Paschoal Carlos Magno, Eva Todor, Mario Lago e Nelson Rodrigues, entre outros.

Piracicabano, o produtor e mestre em teatro Marcos Thadeu alimentava o desejo de montar um espetáculo sobre Lyson Gaster há mais de 20 anos, quando foi apresentado à história da artista pelo diretor Carlos ABC, também piracicabano. Assim, tratou de encomendar a pesquisa para montar “um genuino musical brasileiro.”  “É bem provável que o pessoal do teatro musical de hoje nunca tenha ouvido falar em Lyson Gaster”. “Para nossa sorte, dedicados pesquisadores do gênero conseguiram recuperar parte da memória cultural brasileira e colocaram foco em nessa atriz que foi tão importante para a classe artística.” Afirma Marcos Thadeus que, junto com outros três atores, interpretam a atriz em diferentes fases da vida dela.

Maria Eugenia de Domenico nunca tinha ouvido falar em Lyson Gaster e, pesquisando, ficou impressionada com a relevância da artista no meio cultural da época. Eugenia ressalta a dificuldade de conseguir documentos ao vasculhar um passado completamente esquecido.  “Quando se consegue os textos, eles encontram-se em estado precário, ilegíveis pois não foram digitalizados, sendo comidos por traças. Alguns, datilografados, não consegui ler.” Eugenia descobriu uma Lyson dramaturga também, que assinou  textos sozinha e com o segundo marido, Alfredo Viviani. “Tivemos sorte e conseguimos um dos últimos textos escritos por ela, A Mimosa Roceira, que tem trecho incluído na peça.”  Nesta tarefa árdua, foi fonte de informação importante o livro De pernas para o ar: O teatro de revista em São Paulo, coleção Aplauso, da diretora e doutora em teatro Neyde Veneziano. Estudiosa do teatro musical, Veneziano já havia resgatado parte da trajetória da artista e de outros pioneiros hoje esquecidos, mas que prepararam o palco e a plateia paulista para as produções musicais de hoje. “É um livro maravilhoso”, afirma.

“Ela era a estrela da companhia que tinha o seu nome, às vezes só Companhia Lyson Gaster, às vezes Companhia de Comédia Lyson Gaster”, empolga-se Eugenia ao contar a história. “Ela exercia uma liderança absurda, era uma companhia grande, eles viajavam o Brasil todo, não só o interior de São Paulo”, continua.   “Imagine, naquela época não havia teatro nas cidades, a companhia montava os espetáculos em cinemas, que geralmente possuíam palcos. Ao lado do segundo marido, ela foi desbravadora, corajosa e conseguiu ganhar dinheiro, formou os dois filhos (um em Engenharia, outro em Medicina), que moravam em São Paulo com os avós. Foi absolutamente bem-sucedida, empregava as duas irmãs com os maridos e o irmão na companhia, numa composição familiar. Trabalhou por 30 anos, faleceu aos 74 e quando parou de trabalhar, tinha duas casas – uma no Rio de Janeiro, outra em Teresópolis.”

Sobre a direção

 

A encenação de Carlos ABC tem cenas de humor, músicas, figurinos e cenários tipícos. Personagens revisteiros permeiam a narrativa, como caipiras, portugueses, coristas e vedetes. “Tudo o que representa o Teatro de Revista e suas convenções estão preservadas na montagem”, informa Carlos. As músicas, clássicos populares da época, ilustram a temática e ajudam a tornar leve o desenrolar dramático. A cenografia conta com telões de grandes dimensões – 8m por 4,5 de altura – e a indispensável escadaria, peça característica do teatro de revista, entre outros elementos cênicos que entram e saem, de acordo com as cenas. Carlos ABC, que também assina o figurino, conta que as peças “seguem os modelos da época e convidam o público a um mergulho no passado, já que o espetáculo expõe passagens da vida da atriz e do aspecto alegórico do teatro dentro do teatro de revista, da magia dos musicais”.

 

Sobre a dramaturgia

 

O dramaturgo, diretor e tradutor Fábio Brandi Torres também confessa que antes de começar a escrever o texto da peça não conhecia nada sobre Lyson Gaster, ainda que tenha estudado a fundo o Teatro de Revista. “O mergulho no universo desconhecido de Lyson, de sua carreira e de sua companhia, teve a vantagem de ter a pesquisa de Maria Eugenia de Domenico como guia, com uma estrutura muito bem concebida, incluindo indicações de músicas (Chiquinha Gonzaga, por exemplo) e textos (Artur Azevedo, Max Nunes etc).” A partir do trabalho de Maria Eugenia, Fábio começou sua pesquisa ouvindo programas de rádio da época, músicas, lendo textos de peças e de estudos. “Com este material em mãos, foi um prazer desenvolver esta peça, tendo a liberdade de contar a história de uma mulher profundamente apaixonada por sua arte, que se dedicou a levar a companhia que criou para todos os cantos do país.”  “Acho que esse é um ponto importante para destacar, porque é um fato revelador desse amor pelo teatro e que precisa ser destacado, já que vivemos uma época em que ele já não faz mais parte da vida das pessoas e já não existem companhias que se dedicam a viajar pelo país. Existem algumas produções que conseguem rodar algumas capitais, mas até isso já é cada vez mais raro. Outra grande questão que o espetáculo traz é o quanto é efêmera essa arte. Lyson marcou sua época, foi um nome aclamado por onde passava e hoje, poucos se lembram de seu nome ou mesmo o conhecem. Por sorte, Marcos e Maria Eugenia se lembraram.”

Sobre a direção musical de Tato Fischer

Para o roteiro musical, Tato Fischer garimpou preciosidades como Rua do Ouvidor, usada na trilha da peça A Capital Federal (1926), de Arthur Azevedo, e reutilizada por Flávio Rangel na montagem der 1972, que o próprio Tato já incluíra em 1985 em A Fantasia, também de Arthur Azevedo. Do cancioneiro brasileiro, No Rancho Fundo e Luar do Sertão também estão na trilha. “Tenho um largo interesse no Teatro de Revista, paixão desde sempre pelo meu trabalho como ator e diretor teatral. Depois fui me aprofundando na área e cheguei a fazer, como ouvinte, um curso na USP, com Neide Veneziano, doutora na área, com quem montei, em 1993, a revista musical Os Sonhos Mais Lindos, de Perito Monteiro.”

 

Sobre Lyson Gaster

Filha de imigrantes espanhóis que chegaram a Piracicaba no final do século 19, casou-se ao 17 anos e  logo teve filhos. Separada, mudou-se para São Paulo com os pais e trabalhou como modista num ateliê da rua Conselheiro Crispiniano, onde conheceu artistas de teatro que a levaram para o palco. Pisou no tablado pela primeira vez em 1919, na época dos discos de 78 rotações, adotando o nome artístico que tomou emprestado de uma personagem de um romance francês. Ligou-se a várias companhias de teatro, com as quais viajou pelo Interior de São Paulo, entre elas a Companhia Cassino Antarctica e a trupe Teatro Novo. Integrou o elenco da Cia Zaparolli, ao lado de Manuel Pera, pai da atriz Marília Pera. No Rio, juntou-se a Cia Juvenal Fontes até se casar, em 1922, com Alfredo Viviani. Com o marido, participou da Cia Nair Alves e Sebastião Arruda, até o casal montar a própria companhia, a Companhia Lyson Gaster, onde o teatro de revista era o ponto forte. Os dois excursionaram pelo Brasil todo. Era a época de Dercy Gonçalves, Oscarito, Henriquieta Brieba, Zilka Salaberry e Mara Rúbia, entre outros. Lyson naturalizou-se brasileira nos anos 40 e deixou o teatro em 1950. Viviani foi contratado pela Rádio Nacional, onde permaneceu em atuação até 1963.

 

De Rachel de Queiroz, Procópio Ferreira a Mário Lago

Em depoimentos recolhidos pelo piracicabano Waldemar Iglesias Fernandes, reunidos no livro Lyson Gaster – A Piracicabana que o Brasil Aplaudiu e Nunca Esqueceu, estão vários elogios à atriz. Da escritora Rachel de Queiroz: “pode-se considerar Lyson Gaster como uma das pioneiras do teatro ambulante ou mambembe”. Da atriz Henriette Morineu: “Não somente na sua terra natal, como também no Brasil inteiro, o nome da grande Lyson Gaster não pode ser esquecido.”  Já a atriz Eva Todor disse sobre Lyson: “Ela fazia naquele tempo aquilo que hoje o Ministro da Educação está querendo que os artistas façam: descentralizar o teatro”. Um dos grandes nomes do teatro brasileiro, Procópio Ferreira se referiu a ela como “uma pioneira” levou o teatro aos mais longínquos e inacessíveis rincões do solo brasileiros, o nosso Anchieta de saias. “Artista eclética, empolgando plateias, principalmente no interior, onde deixou luminoso rastro de sua passagem”. Para o poeta, compositor e ator Mário Lago: “Lyson Gaster e Viviani pertenceram a essa turma heroica que foi levando o teatro brasileiro pelo interior do país, permitindo que populações de cidades pequenas conhecessem o que se vinha fazendo nos grandes centros”.

Para roteiro

 

Lyson Gaster no Borogodó – Reestreia dia 18 de janeiro de 2020, sábado, às 21 horas, no Teatro Itália, Av. Ipiranga, 344 – República, telefone – (11) 3120-6945.

Temporada – De 18 de janeiro a 15 de fevereiro de 2020. Quintas a sábados às 21h e domingos às 19h. Duração: 1h30.

Classificação: Livre. Gênero: Musical. Ingressos – R$ 15,00 e R$ 30,00. Patrocínio do Magazine Luiza.

“Annie” no Teatro Riachuelo

O CEFTEM (Centro de Estudo e Formação em Teatro Musical) começa 2020 com a estreia da temporada do musical “Annie”. A prática de montagem terá 3 elencos e fará temporada de 18 de janeiro a 16 de fevereiro, com sessões aos sábados às 15h e domingos às 11h durante a programação especial de férias do Teatro Riachuelo.

Com texto de Thomas Meehan, músicas de Charles Strouse e letras de Martin Charnin, o musical traz versões de Miguel Falabella, direção de Ana Paula Abreu, direção musical de Alexandre Queiroz e Miguel Schomam e coreografias de Bella Mac. Além de supervisão artística de Reiner Tenente.

– Quando anunciamos um espetáculo como Annie, o público deseja assistir ao grande clássico! E é isso que vamos oferecer, o clássico com um toque de moderno, com direito a muita emoção e ternura – diz Ana Paula Abreu.

SINOPSE: Annie conta a história da órfã, de mesmo nome, e se passa em 1933. A garota, de 11 anos de idade, está vivendo em um Orfanato Municipal em Nova Iorque, comandado pela Senhora Hannigan, uma diretora tirânica que não ficaria por baixo se comparada à Bruxa Má do Oeste. Annie decide fugir para tentar encontrar seus pais. No caminho, cria amizade com um cachorrinho de rua e lhe batiza como Sandy. Naturalmente, ela não obtém sucesso em sua busca, e é levada de volta ao Orfanato. Após receber um convite de um magnata para passar o Natal com ele, a pequena vê sua vida, e a dele, se transformarem.

– Nosso objetivo é montar um belíssimo espetáculo, misturando atores profissionais e estudantes de teatro musical. Montar Annie nos dias de hoje é uma forma de alimentar a esperança de que o melhor virá! É dizer que ainda apostamos no outro e no amanhã – finaliza a diretora.

Annie

Gênero: Musical

Temporada: de 18 de janeiro a 16 de fevereiro

Dias: sábados e domingos

Horário: sábado às 15h e domingos às 11h

Duração: 120 min

Classificação: livre

Teatro Riachuelo – Cinelândia (Rio de Janeiro/RJ)

Valor do ingresso: Plateia VIP: R$ 60,00 (inteiro) e R$ 30,00 (meia entrada). Plateia: R$ 50,00 (inteiro) e R$ 25,00 (meia entrada). Balcão Nobre e Balcão: R$ 40,00 (inteiro) e R$ 20,00 (meia entrada).

Ficha Técnica

Elenco Adulto: Carol Vasconcelos, Ágatha Félix, Cecília Diniz, Pedro Balu, Nathan Leitão, Alborina Paiva, Humberto Seixas, Maria Esff, João Telles, Anderson Calabria, Flora Menezes, Duda Efroin, Larissa Jansen, Tom Souza, Peterson Ferreira.

Elenco infantil: Kaíque Lopes, Alana Calabria, Bruna Perdigão, Mariana Scofano, Marina Malfacini, Bárbara Valadão, Luisa Silberman, Maria Antonia Vereza, Alice Pinheiro, Sofia Vallin, Olivia Yumi, Mafê Magoulas, Lia Campos, Giovanna Alves, Laís Villela, Luísa Machado, Gabi Amaral, Malu Môcho, Duda Wendling, Sophia Costa, Paola Monteiro, Alborina Paiva, Kaíque Lopes.

Direção: Ana Paula Abreu

Direção: Musical Alexandre Queiroz e Miguel Schomman

Coreografias: Bella Mac

Músicas originais: Charles Strouse letras de Martin Charnin

Texto: Thomas Meehan

Supervisão Artística: Reiner Tenente

Assessoria de imprensa: MercadoCom / Ribamar Filho

Realização: Ceftem

Crédito fotográfico: Marcelo Vallin