“Janis” no Oi Futuro

O espetáculo Janis, monólogo musical sobre Janis Joplin, estreia no dia 25 de maio no Oi Futuro Flamengo, com Carol Fazu no papel-título. A peça vai mostrar a trajetória de Janis Joplin, a cantora com voz forte e marcante, lembrada pela atitude rebelde da geração beat, os temas de dor e perda de suas músicas, que transformaram a menina que cantava no coro local de sua cidade no Texas na principal voz branca de rockblues de todos os tempos.

Idealizado por Carol Fazu, fã de Janis, o espetáculo traz uma dramaturgia inédita de Diogo Liberano, direção de Sergio Módena, direção musical de Ricco Viana e cenografia e figurinos de Marcelo Marques. Carol estará sozinha no palco, acompanhada de cinco músicos, evocando Janis, que marcou uma geração e é reverenciada até hoje como uma de nossas maiores cantoras.

Janis traz uma dramarurgia que mistura aspectos biográficos e ficcionais e texto entremeado de canções, em que a atriz vai à essência e às emoções do personagem, sem reproduzir nem imitar a cantora. “Essa Janis é uma junção de muitos pontos de vista sobre a vida da cantora. Tem um pouco das minhas experiências, um tanto de invenção, muitas falas ditas originalmente por Janis e também aquilo que a própria atriz Carol Fazu trouxe ao projeto”, descreve o dramaturgo.

Em cena, uma trama inédita e original inspirada na vida e obra de Janis Joplin, personagem intensa, contestadora, que não abriu concessões e foi um retrato de sua geração e da contracultura dos anos 60.  Está lá o universo da cantora, sua vida, as emoções que experimentou pela vida e suas refexões sobre solidão, ambição, sucesso, amor, sexo, culpa, rejeição e família. Sentimentos atemporais, comuns a todos nós hoje. Com 14 músicas, é um espelho do que ela vivenciou na vida e colocou em suas canções, que são sucesso até hoje. 

 

Neste monólogo musical Carol faz uma homenagem a Janis, interpretando as histórias permeadas por suas canções como Cry Baby, Little Girl Blue, Kozmic Blues, Maybe, Me and Bobby McGee, Piece of my Heart, Mover Over, Mercedez Benz, Tell Mama e Try (Just a Little Bit Harder).  

Sobre Janis Joplin

Janis Joplin cresceu no Texas ouvindo músicos de blues e cantando no coro local. Fez de sua voz a sua caracterísitca mais marcante, tornando-se um dos ícones do rock psicodélico e dos anos 60. Todavia, problemas com drogas e álcool encurtaram sua carreira. Morta em 1970, aos 27 anos, de uma overdose de heroína possivelmente combinada com os efeitos do álcool, Janis cultivou uma atitude rebelde e se vestia como os poetas da geração beat.

 

O sucesso veio depois de suas apresentações no Festival Pop de Monterey em 1967, quando se transformou numa estrela. Mais. Provou que branco podia cantar blues. Também exibiu outro tipo de beleza e sensualidde, que nada tinham a ver com as mocinhas bem-comportadas. Enquanto cantava, virava a cabeça como se estivesse chicoteando com os próprios cabelos. O público se apaixonou por ela e Janis, mais do que uma cantora, se transformava no símbolo feminino do rock.

 

Seu quarto e último álbum Pearl foi lançado seis meses após sua morte e alcançou o primeiro lugar nas paradas com Me and Bobby McGee. E o sucesso continuou. Janis Joplin passou à condição de mito. 

 

Solitária no meio da multidão, frustrada no auge do sucesso, Janis Joplin, a menina do Texas, não conseguiu sobreviver às pressões da vida. Mas sua fulminante trajetória bastou para trazer para o rock, definitivamente, a emoção do blues sem meias palavras, a sensualidade explícita, a tristeza cortante. E a sensação de que viver é correr todos os riscos. 

 

Sinopse

Janis é um monólogo musical que evoca a emblemática figura da cantora norte-americana Janis Joplin, falecida em 1970, aos 27 anos. Em cena, a atriz Carol Fazu, dirigida por Sergio Módena, numa dramaturgia original de Diogo Liberano, se apresenta numa trama que combina as canções mais icônicas de Joplin, fatos de sua biografia e o encontro com o público presente. Nesse encontro, temas como a fama e o sucesso, família, liberdade, o amor e a solidão, abrem uma reflexão sobre o ser humano, o seu estar no mundo e a importância de ser quem se é.

Carol Fazu

Carol estudou música na Escola de Música de Brasília e depois teatro (Tablado) e cinema e TV (Artcênicas), no Rio de Janeiro, onde fez cinema, novelas, séries e teatro. Na TV fez as novelas Insensato Coração, Escrito nas Estrelas e Viver a Vida, a minissérie A Téia, e os seriados Cilada, A Grande Família, Tapas e Beijos, Lolô e Tavinho e Sangue Bom, na TV Globo, e Por isso Sou Vingativa e Uma Rua Sem Vergonha, no Multishow.

No teatro seus últimos espetáculos foram Mulheres de Caio, peça baseada em quatro histórias do escritor Caio Fernando Abreu, com direção de Delson Antunes, e Anônimas, com direção de Roberto Naar. No cinema trabalhou com os diretores Lula Buarque de Hollanda (O Vendedor de Passados), Breno Silveira (Gonzaga, de Pai para Filho) e Flávio Tambellini (Malu de Bicicleta).

Carol se interessa também pela escrita; estudou roteiro com os globais Márcio Trigo e Celso Taddei, é autora do curta Oito, da peça Ainda não Terminei de Gostar de Você (coautora com Marcélli Oliveira, roteirista do Zorra), e é integrante do núcleo de criação para audiovisual da FM Produções. Em 2014, realizou seu primeiro trabalho internacional, a série Revê Sans Faim, uma coprodução França/Costa do Marfim.

Sergio Módena

É bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp é também formado pela École Philipe Gaulier, em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes como diretor são: Os Vilões de Shakespeare, de Steven Berkoff, Bossa Nova em Concerto, pocket musical com roteiro dele e de Rodrigo Faour, Esse Vazio, de Juan Pablo Gomez, Como Me Tornei Estúpido, adaptação da obra de Martin Page feita por Pedro Kosovski, O Último Lutador, de Marcos Nauer e Tereza Frota, Ricardo III, de William Shakespeare, A Arte da Comédia, de Eduardo De Filippo, Politicamente Incorretos, Forró Miudinho, Bossa Novinha – A festa do pijama e Sambinha, musicais de Ana Velloso; A Revista do Ano – O Olimpo Carioca, de Tânia Brandão, As Mimosas da Praça Tiradentes, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche e o show Paletó de Lamê – Os Grandes Sucessos (dos outros).

Adaptou o conto O Soldadinho e Chumbo, de H. C. Andersen para o espetáculo O Soldadinho e a Bailarina, em parceria com Gustavo Wabner, com Luana Piovani e direção de Gabriel Villela. É sócio fundador da Trupe Fabulosa Produções Artísticas, em parceria com os atores Gustavo Wabner e Érika Riba.

Seus últimos trabalhos receberam mais de trinta indicações e treze prêmios nas principais premiações do Rio de Janeiro: Ricardo III (Cesgranrio, Shell, APTR, FITA e APCA-SP), A Arte da Comédia (Cesgranrio, Shell, FITA e APCA-SP) e os musicais Sambinha e Bossa novinha (prêmios Zilka Salaberry e CEBTIJ). Em 2016 ganhou o prêmio CBTIJ de melhor direção por “Forró Miudinho” (o musical saiu vencedor também em mais cinco categorias, incluindo espetáculo, texto, coletivo de atores e coreografia).

Diogo Liberano

Graduado em Artes Cênicas – Direção Teatral e Mestre em Performance e Teatro pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É professor da Faculdade CAL de Artes Cênicas, dramaturgo-coordenador do Núcleo de Dramaturgia SESI Rio de Janeiro e diretor artístico e de produção da companhia carioca Teatro Inominável, junto a qual assina a curadoria e a direção artística da Mostra Hífen de Pesquisa-Cena, Mostra Bienal de Artes da Cena, desde 2012.

Como dramaturgo, dentre quase 30 peças escritas e encenadas, destacam-se: Sinfonia Sonho (2011) do Teatro Inominável, Maravilhoso (2013) com direção de Inez Viana, LaborAtorial (2013) em comemoração aos 25 anos da Cia dos Atores, com direção de Cesar Augusto e Simon Will, O Narrador do Teatro Inominável, Inquérito (2015), dramaturgia que integra o espetáculo Real – Uma Revista Política do grupo Espanca! de Belo Horizonte/MG, e Os Sonhadores (2016) dirigida por Vinicius Arneiro. Como diretor, dentre 20 peças encenadas, destacam-se Sinfonia Sonho (2011), Vermelho Amargo (2013), de Bartolomeu Campos de Queirós, Uma Vida Boa (2014), de Rafael Primot, O Narrador (2015), A Santa Joana dos Matadouros (2015) com Marina Vianna, e O Leão no Aquário (2017) com a Minha Nossa Cia de Teatro de Curitiba/PR.

Por seu trabalho foi indicado aos principais prêmios de teatro do Rio de Janeiro: Prêmio Shell (em 2015, pela dramaturgia de O Narrador e, em 2016, pela de Os Sonhadores), Cesgranrio (em 2015, pela dramaturgia de O Narrador e pela direção de A Santa Joana dos Matadouros, junto com Marina Vianna e, em 2016, pela dramaturgia de Os Sonhadores), APTR (em 2013, pela dramaturgia de Maravilhoso) e Questão de Crítica (em 2012, pela direção de Sinfonia Sonho e pela curadoria e direção artística da Mostra Hífen de Pesquisa-Cena).

Ficha Técnica

Idealização e interpretação: Carol Fazu

Dramaturgia: Diogo Liberano

Direção geral: Sergio Módena

Direção musical: Ricco Viana

Cenografia e figurinos: Marcelo Marques

Iluminação: Fernanda Mantovani & Tiago Mantovani

Banda: Marcelo Muller (baixo), Arthur Martau (guitarra), Eduardo Rorato (bateria), Gilson Freitas (saxofone) e Antônio Van Ahn (teclado)

Programação visual: Cacau Gondomar e Bruno Sanches

Direção de produção: Alice Cavalcante e Ana Velloso

Produção executiva: Alice Cavalcante, Ana Velloso e Vera Novello

Produção e Realização: Sábios Projetos e Lúdico Produções

Serviço

Espetáculo: “Janis” – monólogo musical com Carol Fazu

Dramaturgia: Diogo Liberano

Direção: Sergio Módena

Local: Teatro Oi Futuro Flamengo (Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo/RJ- Tel.: (21) 3131-3060)

Estreia: 25 de maio de 2017, quinta-feira

Temporada: de 26 de maio a 16 de julho de 2017, de quinta a domingo às 20h

Preço:  R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Duração: 80 minutos

Capacidade: 63 lugares

Classificação: 14 anos

Deixa Clarear, Musical sobre Clara Nunes

Há quatro anos circulando pelo Brasil, “Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” retorna ao Teatro João Caetano, no Centro, a partir de 5 de maio, para a sua quarta temporada naquele palco. O motivo é celebrar o lançamento do DVD do espetáculo, que tem selo da Biscoito Fino, e que inclui depoimentos e amigos e familiares da cantora (1942-1983). Com texto de Marcia Zanelatto e direção de Isaac Bernat, o musical, protagonizado pela atriz Clara Santhana no papel de Clara Nunes, fica em cartaz até 28 de maio, às sextas e sábados, às 20h, e domingo, às 18h.  O ingresso será vendido a preços populares:  R$ 30 e R$15 (meia-entrada).

Com direção musical de Alfredo Del Penho, o espetáculo mistura música e poesia na construção de um olhar sobre a cantora Clara Nunes e sua carreira que busca incentivar a juventude a valorizar a música brasileira e suas raízes genuínas. “Nossa ideia é apresentar o legado da cantora para as novas gerações”, explica Clara Santhana, idealizadora do projeto e apaixonada pela obra da cantora mineira. Ela se apresenta acompanhada por um quarteto de violão, cavaco, percussão e sopros (flauta/ sax).

No repertório estão clássicos de grandes compositores como “O canto das três raças” (Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte), “Na linha do mar” (Paulinho da Viola), “Morena de Angola” (Chico Buarque), “Um ser de luz” (João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte), “O mar serenou” (Candeia), entre outras.

Trajetória de sucesso

“Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” estreou em 2013, no Teatro Café Pequeno, no Leblon, em homenagem aos 30 anos de morte de Clara Nunes. Aos poucos, a peça cresceu e chamou a atenção da crítica e do público. Do Leblon foi para o tradicional Teatro João Caetano (chegando agora à quarta temporada neste palco), passou pelo Imperator – Centro Cultural João Nogueira, Teatro das Artes, Teatro Glauce Rocha, Espaço Furnas Cultural e Teatro da Uff, em Niterói.  Quando completou dois anos de estrada, fez uma apresentação especial no Teatro SESI Graça Aranha, e doou o lucro da bilheteria para a Creche Clara Nunes, em Caetanópolis (MG). Fora do Rio o espetáculo circulou pelas cidades de Goiânia, Salvador e São Paulo.  Em Minas Gerais, fez uma turnê pelos teatros do circuito SESI em Belo Horizonte, Contagem, Itaúna, Uberlandia, Ouro Preto, Mariana e Tiradentes. Em Uberaba, foi registrado em DVD – incentivado pelo SESI Minas e com selo da Gravadora Biscoito Fino. Há também no DVD um minidocumentário, gravado em Caetanópolis, cidade Natal de Clara Nunes (com depoimentos de pessoas ligadas à sua infância, sua irmã e mãe de criação Dindinha) e na Portela (com depoimentos de integrantes da escola que conviveram com a cantora).

 

Ficha técnica:

 

Idealização e atuação – Clara Santhana

Texto – Marcia Zanelatto

Direção – Isaac Bernat

Direção Musical – Alfredo Del Penho

Músicos: João Bouhid (violão), Gustavo Pereira  (Cavaco/percussão), Michel Nascimento (percussão. Alternante: Alex Coutinho) e Pedro Paes (Clarinete/Sax)

Direção de Movimento – Marcelle Sampaio

Assistência de Direção – Daniel Belmonte

Iluminação – Aurélio de Simoni

Figurino – Desirée Bastos

Cenário – Doris Rollemberg

Foto divulgação banner – Marcelo Rodolfo

Direção de Produção – Sandro Rabello

Assistente de produção – Lucas Oliveira

Operação de Luz – Brisa Lima

Operação de Som – Fernando Capão

Contrarregra – Cristiane Morilo

Programação visual – Gabriela Zuquim / Leandro Carvalho

Realização – Diga Sim! Produções

 

Serviço

Teatro João Caetano:  Praça Tiradentes, s/nº – Centro.

Telefone: (21) 2332-9257

Temporada: de 5 a 28 de maio

Dias e horários: 6ª e sáb., às 20h, e dom., às 18h.

Ingresso: R$ 30 (inteira) e R$ 20 (meia)

Lotação do teatro: 1.139 pessoas.

Duração: 1h15.

Classificação indicativa: livre

“Cássia Eller – O Musical” no Teatro Bradesco

A partir do dia 8 de abril o Teatro Bradesco recebe “Cássia Eller – O Musical”. O espetáculo já foi visto por mais de 150 mil espectadores após percorrer as 27 capitais brasileiras. O Primeiro musical a circular todas as capitais do Brasil, o espetáculo destaca a carreira de uma das vozes mais marcantes da MPB. “Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher”. Os versos de Renato Russo que Cássia Eller cantou por tantos anos falam muito sobre a personalidade da artista, uma verdadeira fera nos palcos, mas que podia ser um bicho arredio fora dele. Mulher de poucas palavras, cantora de infinitos sons e uma voz tamanha, doce e amiga na vida, foi forte e surpreendente na arte. Com menos de 40 anos de vida e 20 de carreira, Cássia Eller partiu no auge e deixou uma obra eterna.

O musical tem direção de João Fonseca e Viniciús Arneiro, idealização de Gustavo Nunes e produção da Turbilhão de Ideias Entretenimento. O texto é de Patrícia Andrade, que flagra Cássia ainda antes do início da carreira e acompanha toda a sua trajetória musical – dos primeiros passos como cantora em Brasília a sua explosão nacional – sem deixar de lado seus amores, em especial Maria Eugênia, sua companheira com quem criou o filho Chicão. A autora fez um amplo mergulho na obra de Cássia e entrevistou familiares e amigos que a ajudaram a construir um mosaico fiel sobre a história da cantora.

A direção musical é de Lan Lanh, que tocou anos com Cássia e tem total propriedade na obra da cantora. O roteiro passeia desde uma criação autoral quase obscura, como Flor do Sol, até algumas canções que ficaram imortalizadas por ela, como Malandragem (Cazuza/Frejat), Socorro (Arnaldo Antunes/Alice Ruiz) e Por Enquanto (Renato Russo). O amigo Nando Reis, que é também personagem do espetáculo, comparece com várias composições no repertório, como All Star, O Segundo Sol, Relicário, Luz dos Olhos e E.C.T., entre outras.

O papel-título é interpretado por Tacy de Campos, atriz e cantora de Curitiba que foi escolhida entre mais de 1000 candidatas que se inscreveram para as audições, quando foi definido também todo o elenco, que conta ainda com Eline Porto, Emerson Espíndola, Juliane Bodini, Jana Figarella, Jandir Ferrari, Thainá Gallo. Os diretores João Fonseca e Viniciús Arneiro não poupam elogios à protagonista: “Tacy é sensacional, muito inteligente e intuitiva, além de ter uma voz incrível”, exalta João.

“Ela surpreendeu a todos e, antes mesmo dela cantar, já estávamos magnetizados pela figura tímida e doce que ela é. Ao final da primeira música, ficamos um pouco em silêncio, admirados com o que estava diante de nós. Existem algumas semelhanças entre ela e a Cássia e foi essa pureza de estado que nos arrebatou”, complementa Viniciús.

Para João Fonseca, esse é um espetáculo diferente dos musicais biográficos que ele dirigiu anteriormente (sobre Tim Maia e Cazuza). “É focado no essencial, simples e teatral como a própria Cássia. Apenas cadeiras, os atores e os músicos. A Márcia Rubin elaborou uma coreografia diferente, não é uma dança convencional, mas uma movimentação coreográfica”, acrescenta.

A banda é formada por Felipe Caneca (pianista), Pedro Coelho (baixista), Diogo Viola (guitarrista), Mauricio Braga (baterista) e Fernando Caneca (violonista). A ficha técnica do espetáculo completa-se com os figurinos de Marília Carneiro e Lydia Quintaes, iluminação de Maneco Quinderé, cenários de Nello Marrese e Natália Lana e direção de movimento de Márcia Rubin.

Imagens de divulgação: https://youtu.be/BSqmcrT9XqI

 

 

MÚSICAS

1. Do Lado Do Avesso (Cássia Eller)

2. Lanterna dos Afogados (Herbert Vianna)

3. Eu Queria Ser Cássia Eller (Péricles Cavalcante)

4. Come Together (Lennon/Mc Cartney)

5. Vinheta: Noturno (Graco/Caio Sílvio)

6. Que País é Este (Renato Russo)

7. Flor do Sol (Cássia Eller/Simone Saback)

8. Noite do Meu Bem (Dolores Duran)

9. Mercedez-Benz (Janis Joplin with the posts Michael McClure and Bob Neuwirt)

10. Pra longe do Paranoá (Oswaldo Montenegro)

11. Ne me Quitte Pas (Jacques Brel)

12. Vinheta: Eu Queria Ser Cássia Eller

13. Eleanor Rigby (Lennon/Mc Cartney)

14. Socorro (Arnaldo Antunes/Alice Ruiz)

15. Vinheta: Stairway to Heaven (Page/Plant)

16. Juventude Transviada (Luis Melodia)

17. Rubens (Mario Manga)

18. De Esquina (Xis)

19. Palavras ao Vento (Moraes Moreira/Marisa Monte)

20. Top Top (Mutantes/Arnolpho Lima)

21. Um Branco, Um Xis e Um Zero (Marisa/Pepeu/Arnaldo)

22. Vinheta: Infernal (Nando Reis)

23. Por Enquanto (Renato Russo)

24. Vinheta: Partido Alto (Chico Buarque)

25. Com Você Meu Mundo Ficaria Completo (Nando Reis)

26. Coroné Antonio Bento (João do Valle/Luiz Wanderley)

27. Cocorocó (Marcio Mello)

28. 1º de Julho (Renato Russo)

29. Todo Amor que Houver nessa Vida (Cazuza/Frejat)

30. Malandragem (Cazuza/Frejat)

31. ECT (Nanco Reis/Carlinhos Brown/Marisa Monte)

32. Luz dos Olhos (Nando Reis)

33. Nós (Tião Carvalho)

34. Soy Gitano (J. Monje/José Fernandes Torres/Vicente Amigo)

35. Relicário (Nando Reis)

36. All Star (Nando Reis)

37. Smells Like Teen Spirit (Nirvana)

38. Non, Je Ne Regrette Rien (Michel Vaucaire/Charles Dumont)

39. O Segundo Sol (Nando Reis)

ELENCO E PERSONAGENS

Tacy de Campos

(Cássia Eller)

Eline Porto

(Cláudia/Eugênia)

Emerson Espíndola

(Ronaldo/Marcelo Saback/Elder/Executivo/ Nando Reis)

Juliane Bodini

(Nanci Eller/Ana)

Jana Figarella

(Rúbia/Dora/Cássia Eller)

Jandir Ferrari

(Altair Eller/ Oswaldo Montenegro/ Violonista/ Empresário/ Guto/ Fernando Nunes)

Thainá Gallo

(Moema/Lan Lan)

 

OBS:

– As atrizes Tacy de Campos e Jana Figarella revezam-se na personagem de Cássia Eller sem aviso prévio.

FICHA TÉCNICA

Texto: Patrícia Andrade.

Direção: João Fonseca e Viniciús Arneiro.

Direção De Produção: Gustavo Nunes.

Direção Musical: Lan Lanh.

Codireção Musical: Fernando Nunes.

BANDA

Pianista: Felipe Caneca

Baixista: Pedro Coelho.

Guitarrista: Diogo Viola.

Baterista: Mauricio Braga.

Violonista: Fernando Caneca.

Direção De Movimento: Márcia Rubin.

Figurinista: Marília Carneiro e Lydia Quintaes.

Cenógrafo: Nello Marrese e Natália Lana.

Visagismo: Beto Carramanhos.

Design De Luz: Maneco Quinderé.

Cenotécnico: André Salles e Equipe.

Designer e Engenheiro de Som: João Paulo Pereira

Operação de som: João Paulo Pereira.

Preparador Elenco (Tacy De Campos): Ana Paula Bouzas.

Produtora de Elenco: Cibele Santa Cruz.

Pesquisadora: Barbara Duvivier.

Fotógrafo: Marcos Hermes.

Assistência de Direção: João Pedro Madureira.

Assistência de Direção de Movimento: Luar Maria.

Representante do Espólio da Família da Cássia Eller: Rodrigo Garcia.

Preparação Vocal: Marco Dantonio.

Pianista Ensaiador: Felipe Caneca.

Produtora de Base: Glauce Carvalho

Produção Executiva: Deborah Aguiar

Coordenador de Produção: Helber Santa Rita
Marketing: Mauricio Tavares
Designer: Julliana Della Costa

Idealização: Gustavo Nunes

Uma Produção Turbilhão De Ideias Entretenimento
Realização: Turbilhão de Ideias Entretenimento e Opus Promoções

Imagens de divulgação: https://youtu.be/BSqmcrT9XqI

Serviço

Teatro: “Cássia Eller – O Musical”

Temporada: De 08 a 30 de abril

Local: Teatro Bradesco

Endereço: VillageMall – Av. das Américas, 3900 – 160 – Barra da Tijuca
Telefone: (21) 3431-0100

Horários: sextas e sábados às 21 e domingo às 19h

Dias: 8, 9, 14, 15, 16, 22, 23, 28, 29 e 30 de abril
Ingressos: De R$ 25,00 a R$100,00 (inteira)

Duração: 120 minutos

Classificação: 14 anos

Gênero: Musical

APRESENTADO POR
MINISTÉRIO DA CULTURA E TURBILHÃO DE IDEIAS

LEI DE INCENTIVO À CULTURA

APOIO INSTITUCIONAL
BANCO DO BRASIL SEGURIDADE

REALIZAÇÃO
TURBILHÃO DE IDEIAS
OPUS PROMOÇÕES
MINISTÉRIO DA CULTURA
BRASIL – GOVERNO FEDERAL

Chica da Silva – O musical

A força da mulher negra brasileira foi construída a partir de séculos de batalhas, conquistas, decepções e sonhos. O desejo de levar à cena essa impactante trajetória, que inclui discussões sobre gênero, raça e cultura afro, motivou a montagem de Chica da Silva – O musical. O espetáculo ganha curta temporada de 9 de março a 8 de abril, no Teatro Sesi, no Centro (quintas e sextas, às 19h30, e sábados, às 19h).

Com direção de Gilberto Gawronski, texto de Renata Mizrahi e pesquisa de Daniel Porto, a peça é protagonizada pela atriz Vilma Melo, no papel de Chica da Silva. Alexandre Elias assina a direção musical e a direção de produção é de Alexandre Lino. Chica da Silva – O musical estreou em setembro de 2016, no Centro Cultural Correios. Sucesso de público e de crítica, a montagem está indicada aos prêmios Shell (Melhor Atriz para Vilma Mello) e Cesgranrio (Melhor Atriz em Musical para Vilma Mello e Direção Musical para Alexandre Elias).

O projeto começou a tomar forma quando o ator, diretor e produtor Alexandre Lino montou a exposição Cacá Diegues – Cineasta do Brasil, na Caixa Cultural Rio de Janeiro, em 2013. Na ocasião, teve oportunidade de rever o clássico Xica da Silva, protagonizado por Zezé Mota, que Cacá Diegues lançou em 1976, baseado no livro homônimo de João Felício dos Santos. Tanto o longa-metragem quanto o romance comemoraram quatro décadas em 2016. Lino achou que era o momento propício de a história chegar aos palcos cariocas. “É uma grande homenagem ao mito e a negritude brasileira. Vamos comemorar os 40 anos do lançamento filme e 20 anos da novela Xica da Silva”, disse o produtor.

“O Daniel Porto, parceiro meu em diversos trabalhos, fez uma extensa pesquisa histórica, depois a Renata Mizrahi fez um paralelo entre este ícone brasileiro e as batalhas das mulheres negras contemporâneas”, explica Lino. “Apesar dos inúmeros avanços que conquistamos desde o século 18, essas mulheres ainda encontram muita opressão tanto nos ambientes profissionais quanto em suas relações afetivas”.

A TRAMA

Renata Mizrahi criou três planos diferentes. No passado, o musical resgata momentos da biografia de Chica da Silva, escrava alforriada que viveu durante anos uma relação estável com o rico contratador dos diamantes João Fernandes de Oliveira, teve treze filhos e conquistou uma posição de destaque na conservadora sociedade do século 18. No presente, a história de Chica da Silva é representada pela mulher negra que ocupa espaços importantes na sociedade, vive um momento especialmente importante de conquistas femininas e sonoridade, mas ainda enfrenta uma série de preconceitos nos âmbitos pessoal e profissional. O terceiro plano é o da imaginação, mostra a vida como a personagem gostaria que ela fosse, com cenas de uma mulher amada, que jamais sofreu preconceito.

“A peça distancia Chica da Silva daquela mulher devoradora de homens a qual muitas vezes é associada, e a aproxima da mulher negra do século 21, que ainda tem que lidar com injúrias raciais em sua vida cotidiana e, muitas vezes, precisa se ‘embranquecer’ para ser aceita”, descreve a dramaturga. O que levou o diretor Gilberto Gawronski a aceitar o convite para dirigir a montagem foi justamente esse paralelo com a atual luta feminina, além de discussões instigantes sobre as raízes brasileiras. “Não me interessa uma investigação sobre a vida pessoal de Chica da Silva, mas uma dramaturgia que explore os temas de libertação, negritude e cultura brasileira, que é o que nós vamos fazer”, observa o encenador.

No elenco estão Vilma Melo, Ana Paula Black, Antônio Carlos Feio, Luciana Victor e Tom Pires. “Por um lado, é muito prazeroso interpretar uma personagem que já está no imaginário dos brasileiros, que é um ícone em termos de atitude feminina; por outro é um desafio desconstruir este mito e criar esse paralelo com essas questões das mulheres contemporâneas que ainda sofrem muito no dia a dia”, analisa a protagonista Vilma.

O diretor musical Alexandre Elias reúne, no espetáculo, canções originais com muita presença de percussão, evocando a ancestralidade da raça negra, e sucessos como Xica da Silva, de Jorge Ben Jor. Em cena, atores são acompanhados da banda formada por Di Lutgardes, Reginaldo Vargas, Victor Durante e Tássio Ramos. As figuras dos orixás serviram de inspiração para o cenário e o figurino de Karlla de Luca. O iluminador Renato Machado completa o time criativo, que vai mostrar no palco traços ancestrais em uma linguagem contemporânea.

“A maior qualidade do espetáculo, sustentada pela acuidade da autora, está na dosagem da carga de emoção indisfarçável provocada na plateia, que reage com vozes participantes e lágrimas discretas. A comunicabilidade direta facilita a compreensão da tripla personificação e da permanência de atos de rejeição em uma sociedade de raiz multicultural”. (Macksen Luiz, O Globo)

“Com diálogos cheios de lirismo e uma estrutura narrativa capaz de unir catolicismo e candomblé, século XVIII e contemporaneidade, narrativa e engajamento social claro, o texto marca o início de uma carreira venturosa da já consagrada dramaturga Renata Mizrahi no gênero musical”. (Rodrigo Monteiro, blog Crítica Teatral)

FICHA TÉCNICA

Texto: Renata Mizrahi

Direção: Gilberto Gawronski

Idealização: Alexandre Lino

Pesquisa: Daniel Porto

Elenco: Vilma Melo, Antônio Carlos Feio, Ana Paula Black, Luciana Victor e Tom Pires

Diretor Musical: Alexandre Elias

Músicos: Di Lutgardes, Reginaldo Vargas, Victor Dutra e Tássio Ramos

Assistente de direção musical: Victor Dutra

Preparação Vocal: Ananda Torres

Direção de Movimento: Carlos Muttalla

Assistente de Direção: Renato Krueger

Iluminação: Renato Machado

Cenário: Karlla de Luca

Figurinos: Karlla de Luca

Desenho de som: Rossini Maltoni

Programação Visual: Guilherme Lopes Moura

Fotos e Vídeos: Janderson Pires

Visagismo: Sandra Moscatelly

Cenotécnico e Pintura de Arte: Emphorium Carioca

Costureira: Maria Helena

Operador de Luz: Kelson Alvarenga e Diego de Assis

Operador de Som e Microfonista: Kelson Santos Alavrenga

Bilheteria: Equipe Cineteatro

Direção de Produção: Alexandre Lino

Produção Executiva: Daniel Porto, Mariana Martins e Tom Pires

Assistente de Produção: Renato Krueger

Coordenação – Lei Rouanet: Jessica Santiago e Mariana Martins

Prestação de contas: Jéssica Santiago

Assessoria jurídica: André Siqueira

Assessoria de Imprensa: Bianca Senna, Paula Catunda e Rachel Almeida.

Homenagem especial: Zezé Motta

Realização: CINETEATRO PRODUÇÕES

SERVIÇO: Chica da Silva – O musical Temporada: de 9 de março a 8 de abril de 2017. Teatro Sesi: Avenida Graça Aranha, 1, Centro. Telefone: (21) 2563-4168. Dias e horários: quintas e sextas, às 19h30, e sábados, às 19h. Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). Lotação do teatro: 338 lugares. Duração: 1h10. Classificação indicativa: 16 anos. Funcionamento da bilheteria: De segunda a sexta, das 12h às 20h. Sábados e feriados, a partir de duas horas antes do espetáculo

“Bossa Nova em Concerto” no Teatro do Leblon

Devido ao sucesso de público, o musical ‘Bossa Nova em Concerto‘, que acaba de cumprir temporada na Gávea, volta para mais quatro semanas de apresentações no Teatro do Leblon, Sala Marília Pêra. O espetáculo reestreia no dia 3 de março, às 19h, e as apresentações acontecem de sexta a domingo. Produzido pela Aventura Entretenimento, dos sócios Aniela Jordan, Fernando Campos e Luiz Calainho, o musical conta a história da Bossa Nova através de um repertório de canções que marcou um dos movimentos mais influentes da música popular brasileira e que revelou nomes como Vinícius de Moraes, Tom Jobim e João Gilberto. Ao todo 28 músicas integram a montagem. “Este espetáculo, que é um musical show, traz de volta à cena, depois de ‘Garota de Ipanema’, as principais músicas da Bossa Nova, desta vez contando a trajetória de um importante gênero da musica brasileira”, comenta Aniela Jordan.

Em cena os atores/cantores Claudio Lins, Tatih Kohler, Stephanie Serrat, Eduarda Faidini e Kesia Estacio traçam uma trajetória do estilo musical, interpretando composições que ficaram na memória afetiva de toda uma geração, como ‘Samba de uma nota só’ (Tom Jobim e Newton Mendonça), ‘Ela é carioca’ (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), ‘Samba de minha terra’ (Dorival Caymmi), ‘O Barquinho’ (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli), ‘Chega de saudade’ (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), ‘Minha namorada’ (Carlos Lyra e Vinícius de Moraes), ‘Garota de Ipanema’ (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), ‘Samba de Verão’ (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle), ‘Mas que nada’ (Jorge Ben), entre outras.

“Percebo que a cidade do Rio de Janeiro, apesar de ser o berço da Bossa Nova, não tem na sua programação fixa shows e espetáculos que tratem do tema. Então acredito que possamos preencher essa lacuna com humor, leveza, emoção e boa música, logicamente!”, comenta Claudio Lins.

Quem assina a direção é Sergio Módena, que dirigiu o elogiado ‘Ricardo III’, protagonizado por Gustavo Gasparani, “A arte da comédia”, do Eduardo Di Filippo, a trilogia musical para crianças e adultos “Sambinha, Bossa Novinha e Forró Miudinho”, de Ana Velloso, entre outros. O texto é de Módena ao lado do jornalista e pesquisador musical Rodrigo Faour. Segundo o diretor, a ideia era fazer um show sobre a Bossa Nova que fosse cênico e que contasse a história desse gênero tão brasileiro. “Gosto desse formato bastante informal, onde os cantores são antes de tudo contadores de histórias. A Bossa Nova é um estilo livre, descontraído e leve. E são esses aspectos dão o tom do espetáculo. Rodrigo Faour levou seu amplo conhecimento musical para não só construir o repertório, mas também os textos que ligam as canções”.

O musical é dividido em quatro partes: Na primeira são abordadas as histórias e curiosidades sobre o nome ‘Bossa Nova’; na segunda a origem do estilo musical, as influências do passado e como o cenário musical brasileiro propiciou o surgimento da Bossa; o terceiro bloco trata dos costumes dos artistas da época e os locais onde se reuniam para criar; e o último mostra como a Bossa Nova ganhou o mundo.

A direção musical é de Delia Fischer, que esteve à frente do espetáculo ‘Garota de Ipanema, o amor é bossa’ e nos últimos anos vem se destacando e ganhando prêmios no cenário teatral brasileiro como arranjadora e diretora musical. No seu currículo montagens como ‘Beatles num Céu de Diamantes’ (2009), ‘Milton Nascimento – Nada Será Como Antes’ (2012), ‘Rock in Rio, o musical’ (2012), ‘Elis – A Musical’ (2013), ‘Chacrinha, O Musical’ (2014), entre outros. “A nova produção reúne canções que já faziam parte do musical ‘Garota de Ipanema’, acrescidas de outras tão conhecidas e importantes como, mas que acabaram ficando de fora do outro espetáculo. O espectador terá a oportunidade de fazer uma viagem às décadas de 50 e 60 e se lembrar de músicas marcantes para nossa história”, conta Delia. Ainda fazem parte da equipe criativa Roberta Serrado (coreografia) e Tomás Ribas (desenho de luz).

Ficha técnica

Texto – Rodrigo Faour e Sergio Módena

Direção – Sergio Módena

Direção musical – Delia Fischer

Coreografia – Roberta Serrado

Desenho de luz – Tomás Ribas

Elenco:

Claudio Lins

Eduarda Fadini

Kesia Estacio

Stephanie Serrat

Tatih Köhler

Músicos:

Hebert Souza (pianista regente)

Rafael Maia (bateria, percussão, trompete e flugel)

Matias Correa (baixo)

Marcos Amorim (guitarra e violão)

SERVIÇO

Reestreia: 03 de março

Local: Teatro do Leblon – Sala Marília Pêra

Endereço: Rua Conde de Bernadotte, 26 – Leblon – Rio de Janeiro

Dias e horários: Sextas e sábados, às 19h; e domingo, às 18h

Duração: 75 min

Vendas:

Pelo site: www.tudus.com.br

Preços: R$ 70,00 inteira / R$ 35,00 meia

Classificação etária: Livre

Até 26 de março

“Bataclã Brasil” na Nathalia Timberg

Chega ao Rio de Janeiro o mais novo musical do autor e diretor Carlos Leça, BATACLàBRASIL, inspirado na obra Noites de Cabiria, de Frederico Fellini. Realizado pela companhia Atores In Cena, a montagem estará em curta temporada, de 03 a 18 de dezembro, no Teatro Nathalia Timberg, na Barra da Tijuca.

O espetáculo conta a história de Beatriz, uma cantora de Cabaret da Praça Mauá dos anos 70/80, que tem como grande sonho, conhecer o verdadeiro amor de sua vida.  Entre altos e baixos, a vida de Beatriz é narrada e cantada através de 13 cenas e 12 números musicais, destacando as canções populares e inesquecíveis como: “Beatriz”, “O que será”, “Devagar com a louça”, “A Bahia te Espera”, “Folhetim” entre outras.

Um detalhe interessante é que o musical de Leça já foi montado em Portugal, no teatro Sá da Bandeira, no Porto, lançando a atriz portuguesa Luciana Abreu ao estrelado. E aqui no Brasil, atrizes consagradas do teatro musical, como Sabrina korgut, Cristiana Pompeo, Helga Nemeczyk e Cidália Castro encenaram o texto em versões anteriores.

SERVIÇO:

FICHA TÉCNICA:

ATORES IN CENA PRODUÇÕES APRESENTA:  BATACLÃ BRASIL

TEXTO E DIREÇÃO : CARLOS LEÇA

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: JOÃO JUNIOR(AIC)

COREOGRAFIAS: PAULO BESSADO

PREPARAÇÃO VOCAL: CARLOS LEÇA

CENÁRIO: AIC

FIGURINO: O ELENCO

OPERADOR DE SOM: LENON GOMES

OPERADOR DE LUZ: Cid (AIC)

ELENCO:

ANDERSON LEITE, ANA CLÁUDIA MARINHO, BRUNO CARIA, DOUGLAS MATIAS, GABRIELLA STRABELLO, IGOR CARVALHO, JOHNNY WALLACE, KARLA REGINA, LUCIANA FONTENELLE, NATÁLIA ESCOBAR, RENATA FARINA, RENATA MUSSY, REGINA ROCHA, THAÍS ROCHA

LOCAL: TEATRO NATHALIA TIMBERG (SALA NATHALINHA) – Freeway Center – Av. das Américas, 2000 – Barra da Tijuca

CENSURA: 14 ANOS

CURTA TEMPORADA DE 03 À 18 DE DEZEMBRO

SÁBADOS ÀS 21:00 E DOMINGOS ÀS 19:00

REALIZAÇÃO: ATORES IN CENA