Nelson Gonçalves – O Amor e O Tempo

Uma das vozes mais emblemáticas da música brasileira e que embalou milhões de corações durante várias gerações. Nelson Gonçalves completaria cem anos de nascimento em 2019. E para homenagear “o rei do rádio”, como era conhecido, nasce o musical NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO. Com pré-estreia marcada para o dia 4/1 e estreia oficial no dia 11/1, no Teatro Clara Nunes, a montagem homenageia de forma singela e emocionante a trajetória de um dos maiores ídolos da nossa música. O espetáculo é idealizado e produzido por Guilherme Logullo, com texto de Gabriel Chalita, sob a direção de Tânia Nardini, direção musical de Tony Lucchesi, cenografia de Doris Rollemberg e figurinos de Fause Haten. Além da produção, Logullo atua em parceria com a atriz e cantora Jullie, dando vida ao protagonista.

O ESPETÁCULO

A figura humana de Nelson Gonçalves e os seus sentimentos são o fio condutor do musical. Seus desejos, pensamentos, amores e anseios são retratados no texto de Chalita e nas 33 canções escolhidas para compor a delicada e sensível história. Em NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO, a linguagem poética se sobrepõe e é utilizada numa narrativa não-linear, totalmente inspirada nas emoções do cantor e compositor, que vendeu mais de 80 milhões de discos em sua longa carreira. Os dois intérpretes – únicos atores em cena – trazem à tona os dois lados desse grande ídolo, num diálogo constante entre o amor ou o lado emocional (Logullo) e o tempo ou o lado racional (Jullie).

“Quis escrever um texto que, de alguma forma, fugisse um pouco dos musicais tradicionais. Nelson Gonçalves foi um homem que amou profundamente e que, também por isso, sofreu. NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO traça um diálogo entre a razão e a emoção, reforçado pela força e dramaticidade das canções interpretadas por ele. As músicas entrelaçam essas falas o tempo todo, enfatizando essa disputa de sentimentos”, explica Chalita, que também se preocupou em levar o público à reflexão das próprias inquietudes e sentimentos. “Todos nós temos esses dois lados. Todos nós vamos nos ver nesse conflito”.

Clássicos eternizados na voz poderosa do cantor e compositor, como “Naquela Mesa”, “A Volta do Boêmio”, “Chão de Estrelas”, entre tantos outros, não poderiam ficar de fora do repertório. Definido por seu idealizador e produtor, Guilherme Logullo, como uma “junkie box”, o espetáculo vai fazer os fãs do rei do rádio se emocionarem. “A montagem tem um tom nostálgico e lírico. Vamos trazer fatos, histórias, emoções, músicas e sentimentos”, explica ele, que “descobriu” Nelson Gonçalves durante estudos para um personagem, e por conta da semelhança do registro vocal, ficou encantado. A descoberta virou vício e admiração. E, aos poucos, nasceu a vontade de levar Nelson aos palcos.

“Os altos e baixos, os nãos que Nelson escutou na carreira musical, seus relacionamentos e seus problemas com as drogas estarão lá de alguma maneira. No entanto, NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO não é uma obra biográfica, mas uma homenagem. Foi a forma que encontramos de trazer a essência de Nelson para a cena”, comenta.

Convidada por Logullo para unir-se ao elenco, a atriz e cantora Jullie traz sua voz angelical e conhecida de outros espetáculos como “Tudo Por Um Pop Star”, “Constellation – Uma Viagem Musical Pelos Anos 50” e “O Musical da Bossa Nova”, para contrastar com a força masculina presente na voz de Nelson Gonçalves. “Um dos pontos interessantes do musical é a maneira como nos apropriamos das canções. Somos dois jovens cantando músicas lindas de um tempo diferente do nosso. Isso dá uma outra roupagem a esse repertório que ganha novas cores com os arranjos sensíveis e criativos do Tony Lucchesi”, diz Jullie.

A DIREÇÃO E A DIREÇÃO MUSICAL

Uma das principais diretoras e coreógrafas em atividade no país, Tania Nardini foi escolhida para capitanear a direção de NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO. É a primeira vez que ela concebe esse tipo de temática em um espetáculo, sem tantas coreografias, e com um elenco enxuto: apenas dois intérpretes.

“É extremamente desafiador homenagear um homem como Nelson Gonçalves que tocou o coração e a vida de tantas pessoas, ainda mais numa proposta que foge do tradicional. Apesar de falarmos do artista Nelson Gonçalves, o fio condutor aqui é o ser humano e as suas dualidades: o que é mais forte? O tempo ou o amor?”.

Em cena, os atores vão dançar, cantar, falar, sonhar… “Está sendo uma experiência muita enriquecedora e será uma delicada homenagem, a partir das belíssimas canções eternizadas por Nelson”, comenta ela, diretora de espetáculos como “Nuvem de Lágrimas”, diretora associada e coreógrafa de “West Side Story”, “O Rei e Eu” e “My Fair Lady”, e diretora responsável por todas as montagens do espetáculo “Chicago” em qualquer parte do mundo, desde 2007.

Tão desafiador quanto dirigir é trazer uma nova roupagem musical às canções do espetáculo, tarefa concedida ao premiado diretor musical e arranjador, Tony Lucchesi, vencedor do último Prêmio Bibi Ferreira e do Prêmio Reverência na categoria por “Bibi, Uma Vida em Musical”. Lucchesi sempre teve contato com a obra de Nelson, graças à sua família, e já foi responsável pela direção musical de outras obras inspiradas em canções da mesma época, como “Elizeth, A Divina”.

Para NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO, Lucchesi estabeleceu uma desconstrução dos arranjos de alguns dos clássicos de Nelson Gonçalves para contar e mostrar separadamente esses dois elementos: o tempo e o amor. “As músicas têm um papel muito importante em cena, pois ajudam na estrutura narrativa do texto, desenrolando a história. E foi um desafio trazer uma voz tão potente, tão forte como a do Nelson para um outro contexto”, diz ele, lembrando o quanto o sucesso do cantor perdurou e a sua capacidade de se reinventar musicalmente. “Nelson chegou a gravar canções de Lulu Santos, Ângela Rô Rô e até Legião Urbana. Era um artista completo e é um prazer transformar canções tão dramáticas e fortes em algo novo”, explica.

Para a montagem, o diretor incluirá violões na orquestra, instrumento muito ligado ao homenageado e conta ainda que o fato da emoção (o amor) ser personificada na figura masculina e o tempo (a razão) na figura feminina também gera uma riqueza musical e mais diversidade às interpretações, já que, normalmente, se espera o contrário. Outros recursos, como uma marcação de relógio nas canções do repertório de Jullie (representando o tempo), além de muitos mash-ups quando os protagonistas cantam juntos, ajudam a associar os temas às interpretações.

Completam o dream team criativo de NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO o renomado figurinista Fause Haten, e a cenógrafa Dóris Rollemberg.

SINOPSE: Vivendo um conflito constante entre o amor (a emoção) e o tempo (a razão), os protagonistas trazem à tona as emoções vividas por Nelson Gonçalves ao longo de sua vida e carreira, cantando seus maiores sucessos, numa homenagem ao centenário do cantor e compositor brasileiro, um dos maiores vendedores de discos do país. Nelson Gonçalves é revivido por meio das canções e das emoções do casal de protagonistas.

SOBRE GUILHERME LOGULLO: Ator e bailarino, nascido em São Paulo, Guilherme Logullo se formou em teatro musical em Londres. Participou do elenco de grandes montagens musicais no Brasil como ‟A Bela e a Fera‟, ‟Chicago‟, ‟West Side Story‟, “Priscilla, A Rainha do Deserto”, “Elis, A Musical”, “Como Vencer na Vida sem Fazer Força” e, mais recentemente, de “Bibi, Uma Vida em Musical” e “Pippin”. Na TV, fez “Rock Story” e “Babilônia”. NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO é sua estreia como produtor.

SOBRE JULLIE: Jullie é uma das atrizes e cantoras mais requisitadas em grandes montagens musicais. Protagonizou os espetáculos “Tudo Por Um Popstar”, “Constellation – Uma Viagem Musical Pelos Anos 50” (que lhe rendeu uma indicação como melhor atriz na primeira edição do Prêmio Reverência), integrou o elenco de “60! Década de Arromba – Doc. Musical”, da turnê 2018 de “O Musical da Bossa Nova”, participou da temporada carioca de “A Noviça Rebelde” (sub de Maria Von Trapp), entre outras produções. Jullie também é compositora e lançou digitalmente o álbum autoral “Até o Sol”. Dubladora desde 2007,  deu voz à diversas personagens em filmes/ séries como “Trolls” (Poppy) e “Pé Pequeno” (voz cantada da Meechee).

SOBRE GABRIEL CHALITA: Gabriel Chalita revelou-se escritor já aos 12 anos, quando publicou seu primeiro livro. Hoje, tem uma obra composta por mais de 80 títulos. Doutor em Filosofia do Direito e em Comunicação e Semiótica, deu início à carreira política aos 19 anos, como vereador e presidente da Câmara Municipal de Cachoeira Paulista. Exerceu os cargos de secretário da Juventude, Esporte e Lazer e de secretário da Educação do Estado de São Paulo; neste último, instituiu os Programas Escola da Família, Escola de Tempo Integral e Caminho das Artes. Foi também presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), por dois mandatos, e vereador da cidade de São Paulo. Foi deputado federal pelo PMDB-SP – eleito com mais de meio milhão de votos – e secretário de Educação do município de São Paulo. É professor universitário, membro da Academia Brasileira de Educação, presidente da Academia Paulista de Letras e palestrante.

SOBRE TÂNIA NARDINI: Tania trabalhou com os mais importantes produtores, atores e diretores de teatro e televisão do Brasil. Esteve à frente da direção dos espetáculos “Priscilla – A Rainha do Deserto” e “Nuvem de Lágrimas”, além de ser coreógrafa e diretora associada nas produções “O Rei e Eu” e “West Side Story”. Coreografou “Raia 30” e “Cauby! Cauby! Uma Lembrança” e é a diretora responsável por todas as montagens do espetáculo “Chicago” em qualquer parte do mundo, desde 2007.

SOBRE TONY LUCCHESI: Vencedor do Prêmio Bibi Ferreira e do Prêmio Reverência 2018 na categoria “Melhor Direção Musical” por “Bibi, uma Vida em Musical”, Tony Lucchesi é diretor musical, arranjador e preparador vocal dos espetáculos: “Bibi – Uma Vida em Musical”, “60! Década de Arromba – Doc. MusicaI”, “VAMP” (também compositor das canções originais), “Rock ln Rio Now” (Lisboa- 2016). É compositor, arranjador e diretor musical do espetáculo “Vem buscar-me que ainda sou teu” (RJ – 2016), e diretor musical dos espetáculos “Godspell” (RJ- 2015), com direção de João Fonseca e “Matilda” (RJ- 2016), com direção de Gustavo Klein, ambos práticas de montagem realizadas pelo CEFTEM. O artista ainda é arranjador Vocal das edições do programa “The Voice Brasil” (Tv Globo); pianista do espetáculo “Beatles num céu de diamantes”, e pianista/co-arranjador do espetáculo “Milton Nascimento – Nada será como antes”, de Cláudio Botelho e Charles Moeller. Também assina a Direção de canção dublada do Beck Studios. Seus últimos trabalhos foram os filmes “Hotel Transylvania 1 e 2”, além das séries “Miraculous – As aventuras de Ladybug”, “Odd Squad”, entre outras (Canal Gloob).

SOBRE FAUSE HATEN: Estilista renomado e eternizado nos palcos do país por sua montagem de “Lili Marlene, um Musical”, produção idealizada pelo próprio artista, que escreve o texto, dirige e assina as canções. Conhecido por trabalhos performáticos e cheios de personalidade, Haten vai trazer sua criatividade para o universo de Nelson Gonçalves.

FICHA TÉCNICA:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

Um musical idealizado por Guilherme Logullo e Gabriel Chalita

Direção e coreografia: Tânia Nardini

Roteiro: Gabriel Chalita

Elenco: Guilherme Logullo e Jullie

Coordenação Artística: Guilherme Logullo

Cenografia: Doris Rollemberg

Figurinos: Fause Haten

Direção Musical: Tony Lucchesi

Direção de Produção: Jenny Mezencio

Assistência de direção e movimento: Nadia Nardini

Visagista: Diego Nardes

Design de Som: Gabriel D’Angelo

Design de Luz: Renato Machado

SERVIÇO:

NELSON GONÇALVES – O AMOR E O TEMPO

Pré-estreia: 4, 5 e 6 de janeiro de 2019.

Estreia oficial: 11 de janeiro de 2019.

Temporada: De 4 de janeiro a 24 de fevereiro de 2019.

Horários: sextas e sábados, às 21h. Domingos, às 19h30.

Local: Teatro Clara Nunes

Endereço: Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea.

Duração: 70 minutos.

Bilheteria online: www.tudus.com.br

Bilheteria oficial: Teatro Clara Nunes – De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos, das 15h às 22h.

Telefone: 2274-9696

Valores: Sexta: R$80 (plateia) e R$50 (balcão). Sábado e domingo: R$100 (plateia) e R$70 (balcão).

700 lugares.

Livre.

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“Rapsódia – o Musical” estreia em Janeiro no Teatro Serrador

O espetáculo “Rapsódia – O Musical” estreia temporada no Teatro Serrador (RJ). Com uma pegada que promete agradar aos fãs de Rocky Horror ou Sweeney Todd, o revival de Rapsódia – O Musical estreia dia 10 de janeiro e fica até 16 de fevereiro com sessões às quintas, sextas e sábados, às 19h30.

Apresentado pela primeira vez em 2013, o espetáculo da Cerejeira Produções, volta aos palcos repaginado. Com novas canções e direção, ele ganhou um ar mais contemporâneo.

– Pode se dizer que quem assistiu o Rapsódia no passado vai viver uma nova experiência, bem mais sangrenta. No revival, haverá muito sangue no palco, mas não é para se enganar, o musical conta com muito humor e músicas divertidas – diz Mau Alves, que assina o texto e direção.

A história é contada por Pátrio (Hugo Kerth), um jovem sonhador que viaja para a cidade de Rapsódia a convite do seu primo mais velho, Jeremias (Mau Alves), que é dono de uma fábrica de sabonetes. Lá, ele conhece Rubi (Joana Mendes), Coné (Gustavo Klein) e Catarina (Julia Morganti), funcionários bem excêntricos do seu primo. Ao longo da história, Pátrio descobre um porão abandonado que esconde um segredo bem macabro.

No elenco ainda estão Anna Claudiah Vidal, Camila Matoso, a drag Velma Real, Isabela Quadros, Malu Cordioli, Clara da Costa, César Viggiani, Robson Lima e Vitor Lima.

SERVIÇO: 

Rapsódia – O Musical

Teatro Serrador

R. Sen. Dantas, 13 – Centro, Rio de Janeiro – RJ

Tel: (21) 2220-5033

Temporada: 10 de Janeiro a 16 de fevereiro

Quintas, sextas e sábados, às 19h30

Lotação: 276 lugares

Classificação etária: 16 anos

Duração: 70 minutos

Ingressos: 40 reais (inteira)

FICHA TÉCNICA:

Elenco: Mau Alves, Julia Morganti, Gustavo Klein, Hugo Kerth, Joana Mendes, Anna Claudiah Vidal, Camila Matoso, a drag Velma Real, Isabela Quadros, Malu Cordioli, Clara da Costa, César Viggiani, Robson Lima e Vitor Lima

Gênero: Musical

Texto e direção: Mau Alves

Direção Musical: Tony Lucchesi

Direção Coreográfica: Clara da Costa

Letras: Mau Alves e Sarah Benchimol

Direção Residente: Ana Varella

Iluminação: Rubia Vieira

Cenografia: Renato Marques

Designer de Som: Rodrigo Oliveira – 220 Decibéis

Figurino: Carmen Costa

Assistente de Direção: Andressa Tristão

Assessoria de imprensa: MercadoCom – Ribamar Filho

Realização: Cerejeira Produções

Ópera João e Maria no Theatro Municipal em dezembro

Ópera mais popular do alemão Engelbert Humperdinck,  “Hänsel und Gretel” (“João e Maria”), escrita originalmente para crianças e baseada no conto homônimo dos irmãos Grimm, terá montagem em dezembro, na Sala Mário Tavares, no prédio anexo ao Theatro Municipal.

Nesta versão concebida por João Wlamir, chefe da divisão de dança do Municipal, o espetáculo retrata, nos tempos atuais, uma trupe de cantores que está ensaiando, justamente, a obra-prima de Humperdinck.

Dois elencos de solistas irão se revezar no palco, acompanhados pelo jovem pianista Felipe Naim e sob a direção musical do maestro Jésus Figueiredo.  Estreada em 1893, em Weimar, na Alemanha, regida por Richard Strauss, “João e Maria” teve sucesso imediato e, só em seu primeiro ano, foi encenada em 50 teatros diferentes.

A linguagem musical da peça é refinada, com influências de  Richard Wagner, de quem Humperdinck era amigo, e melodia com belas referências do folclore alemão. Com libreto escrito pela irmã do autor, Adelheid Wette, a trama de contos de fadas sofreu várias alterações curiosas na transposição para ópera : a madrasta perversa foi substituída pelo personagem da mãe fatigada e enérgica;  o pai, um lenhador, se transformou num fabricante de vassouras; e a menina Maria é quem acaba conduzindo a ação, com sua personalidade incisiva e brilhante, em contraposição à introversão do sonhador João. A tradução do libreto para o português leva a assinatura de Dante Pignatari.

Com duração de 75 minutos, o espetáculo, de terça a sexta-feira, será apresentado no horário alternativo das 12h, na sala Mário Tavares do Anexo do Theatro Municipal (Avenida Almirante Barroso, 14-16), com capacidade para 160 pessoas. Aos sábados, a sessão é às 16h; aos domingos, às 11h.

Ficha técnica:

João: Vivian Delfini e Lara Cavalcanti

Maria: Michele Menezes e Rose Provenzano-Páscoa

A Bruxa: Eliane Lavigne e Geilson Santos

A Mãe: Magda Belloti e Noeli Mello

O Pai: Ciro d’Araújo e Fabio Belizallo

Direção musical: Maestro Jésus Figueiredo

Concepção e direção cênica: João Wlamir

O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro

PATROCÍNIO OURO PETROBRAS

Apoio: Livraria da Travessa e SulAmérica Paradiso

Realização: Theatro Municipal e Associação dos Amigos do Teatro Municipal

 

DATAS E HORÁRIOS

De 11 a  23 de dezembro, com exceção do dia 17; de terça a sexta, às 12h; sábado, às 16h; domingo, às 11h;

PREÇOS DOS INGRESSOS

De terça a sábado, R$ 10; domingo, R$ 1

Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com

 

 

Sala Mário Tavares – no prédio Anexo ao Theatro Municipal

Avenida Almirante Barroso, 14-16, Centro.

Pequena Miss Sunshine

O espetáculo “Pequena Miss Sunshine”, produzido pelo CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical), estreia no próximo dia 4 de Dezembro no Teatro Cesgranrio, Rio Comprido (RJ), com sessões às terças e quartas, às 20h.

A prática de montagem com texto de James Lapine, baseado no filme escrito por Michael Arndt, terá direção geral de Sergio Módena, direção musical de Tony Lucchesi e Miguel Schönmann, coreografia de Clara da Costa, além de coordenação geral de Reiner Tenente.

– Este musical foi inspirado no internacionalmente premiado filme de 2006 e leva o espectador a uma reflexão sobre o estigma de vencedores e perdedores, sugerindo que a vida não é um concurso permanente. A vida é fracassar, perder, cair, e, por fim, levantar-se para novamente empurrar aquela velha kombi no caminho certo. E o sucesso talvez não seja uma coleção de conquistas, mas sim de todas as tentativas – diz Reiner Tenente.

A história é bem conhecida do público. O sonho da pequena Olivia é participar do concurso da Pequena Miss Sunshine. Ela embarca então em uma divertida e comovente viagem com o pai, o tio, o avô, o irmão e a mãe. A família tem que correr contra o tempo para que Olive chegue no horário e possa fazer a apresentação criada pelo seu avô.

– É uma obra sobre otimismo e resiliência, valores essenciais para qualquer pessoa. É de imensa importância disseminar uma mensagem de aceitação e superação com potencial cômico. A peça nos faz refletir sobre questões sérias com diálogos poderosos e pungentes. Montar Pequena Miss Sunshine é importante quando vivemos numa sociedade com uma realidade de culto à beleza e à estética – completa.

“Pequena Miss Sunshine” faz temporada até dia 19 de dezembro.

Pequena Miss Sunshine

Gênero: Musical

Temporada: de 4 a 19 de dezembro

Dias: Terças e quartas

Horário: 20h

Classificação: 12 anos

Duração: 120 minutos

Valor: R$ 40,00 (inteira), R$20,00 (meia)

Teatro Cesgranrio

Rua Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido – Rio de Janeiro

Ficha Técnica:

Texto de James Lapine

Baseado no filme escrito por Michael  Arndt

Elenco: Anais Waucampt, Ariane Rocha, Beatruz Rufo, Brenno Negrellos, Cíntia Paredes, Daniel de Mello, Fernanda Gabriela, Flávio Moraes, Gledy Goldbach, Joana Nunes, João Pedro Chaseliov, João Telles, Maria Souza, Marina Malfacini, Marina Mortzsohn, Murici Lima, Nando Brandão, Nano Max e Yasmim Tozzi

Cenário: Nello Marrese

Direção Artística: Sérgio Módena

Direção Musical: Tony Lucchesi e Miguel Schönmann

Direção de Movimento e Coreografia: Clara da Costa

Coordenação Geral: Reiner Tenente

Assessoria de imprensa: MercadoCom / Ribamar Filho

Produção: CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical)

Raul Fora da Lei – A História de Raul Seixas

Em dezembro de 2018, completando 20 anos e mais de 300 mil espectadores, “Raul Fora da Lei – A História de Raul Seixas”, volta para única apresentação no Rio de Janeiro, no palco do TEATRO RIVAL PETROBRAS, no dia 01 de dezembro, às 19h30. A sessão marca o início da turnê que se estenderá por todo o país em 2019.

Com textos de autoria do próprio Raul Seixas, direção de José Jofilly e direção musical de Igor Eça, Roberto Bomtempo é acompanhado pela Banda M743 (Fred Castilho, Igor Eça Lipe Rodrigues e pelos cantores, Leandro Baumgratz, Tamara Trindad e Andréa Mota) para mostra a vida e o legado de Raul Seixas para a música e cultura brasileira.

 

Raulzito deixou um farto material, entre fitas, escritos, fotos e composições, guardados em seu famoso baú. Tinha mania de registrar tudo para a posteridade, na esperança de manter-se vivo na memória do seu público. E o esforço valeu a pena. Parte deste material serviu de fonte de pesquisa para que o ator Roberto Bomtempo realizasse um antigo sonho: montar um espetáculo que falasse sobre Raul Seixas com a intimidade que só os textos do próprio Raulzito poderiam expressar. Lá o público poderá conferir um Raul Seixas aberto, em carne viva, inteiro, exposto. Ele fala de sua relação (nem sempre pacífica) com o sucesso, com suas mulheres, sua espiritualidade, seus anseios, seus sonhos, suas frustrações. Os seus fãs certamente vão matar as saudades do ídolo e mesmo aqueles que conhecem apenas as músicas mais famosas (como “Gita”, “Cowboy Fora-da-Lei”, “Maluco Beleza”, entre outras) são tocados pela vida repleta de altos e baixos de Raul, que nos deixou precocemente em 1989.


Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 01 de dezembro (sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 70,00 (Inteira), R$ 35,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventimhttp://bit.ly/Ingressos2z0P23j. Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo

“Meu Destino é Ser Star” estreia em janeiroe traz no repertório a obra de Lulu Santos

Na última segunda-feira, 12 de novembro, a Aventura e a Em Foco promoveram o primeiro encontro para o elenco do mais novo musical “Meu Destino é Ser Star”, ao som de Lulu Santos, no Teatro Adolpho Bloch, localizado no bairro da Glória, no Rio de Janeiro. Com apresentação do Ministério da Cultura, da SulAmérica e patrocínio da Riachuelo, a comédia musical, tem um elenco de dez atores, sob a direção musical e arranjos, de Zé Ricardo, e direção geral de Renato Rocha. Ele pretende  mostrar  ao espectador toda a construção do gênero no teatro, desde as audições, passando pelas angústias e as conquistas, levando para a ficção teatral um sonho tão comum a cada ator, em especial para quem busca uma carreira nesse mercado, cada vez mais competitivo. “É um mergulho na carreira do Lulu unido à busca pelo sonho de ser uma estrela de musical”, explicou Renato. A estreia está prevista para o dia 19 de janeiro, no Teatro Riachuelo Rio.

Foi uma tarde de reencontros, a turma pôde compartilhar um pouco sobre o que espera ser mais um sucesso no mundo dos musicais teatrais. Renato Rocha, que além de ter tido a ideia da comédia musical, contribuiu em parte do roteiro e dirige o espetáculo, deixou bem claro: “Todos vão estar em cena o tempo todo. Não teremos direito à coxia. Fazer xixi só quando acabar a apresentação”, disse descontraindo o encontro e levando todos às gargalhadas.

O elenco será formado por Jessica Ellen (destaque em de “Pineal – Ritual Cênico”), Myra Ruiz (“Wicked”), Gabriel Falcão (“Les Misérables”), Helga Nemeczyk (“Chaplin, O Musical”) , Victor Maia (“60! Década de Arromba – Doc. Musical”), Carol Botelho (“Peter Pan”), Marina Palha (“S’imbora, O Musical – A História de Wilson Simonal”), Mateus Ribeiro (“Peter Pan”) , Ana Elisa Schumacker (“Chacrinha, O Musical”) e Leo Senna (“Ayrton Senna, O Musical”). Parte da equipe do espetáculo (Ficha técnica criativa mais abaixo), também foi ao teatro e pôde ouvir trechos das músicas do astro pop, que estarão na comédia musical. Todos os clássicos puderam ser acompanhados durante o encontro. Entre os sucessos, hits como “Toda Forma de Amor”, ”Um Certo Alguém”, “Apenas Mais Uma de Amor”, “Condição”, “Tempos Modernos”, somando cerca de 40 músicas do repertório de uma dos maiores hitmakers brasileiros.

“O Renato Rocha nos trouxe a proposta de fazermos um musical com a obra do Lulu. Então, tive a ideia de descortinar o backstage do musical para o público: as dores e as delícias dos atores, criadores e produtores do teatro. A Aventura está completando 10 anos e, agora, achamos que o público está pronto e interessado em conhecer um pouco mais sobre esses bastidores e a busca pelo sucesso”, afirmou Aniela Jordan, uma das sócias da Aventura. Zé Ricardo, cantor cuja experiência como curador do palco Sunset no festival Rock in Rio, o colocou em evidência, estava esfuziante com a estreia num espetáculo do gênero “Tudo o que tenho hoje consegui através da música. Estar aqui ao lado desse elenco tão talentoso, pra mim, é espetacular. As letras do Lulu representam várias gerações. Fazem parte da vida das pessoas que vão nos assistir, certamente”, afirmou. O processo de ensaios começa essa semana e, em janeiro, todos poderão mergulhar nessa história que vai ter tudo e muito mais para emocionar a todos.

Ficha Criativa:

Texto – Renato Rocha, Diego De Angeli e Leandro Muniz

Direção – Renato Rocha

Direção Musical e Arranjos – Zé Ricardo

Direção vocal – Felipe Habib

Direção de Movimento e Coreografia – Victor Maia

Cenário – André Cortez

Figurino – Bruno Perlatto

Desenho de luz – Renato Machado

Desenho de som – Carlos Esteves

Produção de elenco – Marcela Altberg

Link com fotos para baixar:

https://we.tl/t-UUOkZN5eiU

Legenda das fotos – Crédito – Felipe Panfili:

 

8948 – Victor Maia, Zé Ricardo, Aniela Jordan, Renato Rocha e Felipe Habib

8956 – Elenco e parte da equipe criativa

9156 – Marina Palha , Jessica Elle e Myra

9162 – Myra Ruyz , Gabriel Falcão e Jessica Elle

9190 – Leonardo Senna e Carol Botelho

9077 – Ana Elisa Schumacher, Victor Maia e Helga Nemeczyk

9002 – Carol Botelho entre Victor Maia e Mateus Ribeiro

8994 – Aniela Jordan e Renato Rocha

Gonzaguinha: O Eterno Aprendiz

Depois de uma super bem-sucedida temporada no Centro da cidade e na Barra da Tijuca onde foram aplaudidos por quase 12.000 espectadores com várias LOTAÇÕES ESGOTADAS, o musical “GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ”, volta ao Teatro João Caetano (Praça Tiradentes – Centro) para mais 12 apresentações, de 02 a 25 de novembro/2018, com apresentações as 6as feiras e sábados 19h e domingo 18h, com ingressos aos preços de R$ 40,00 e  50% de desconto para estudantes, jovens até os 21 anos e acima de 60 anos.

O espetáculo é uma versão poética da vida e da obra do cantor e compositor Gonzaguinha e conta com o ator Rogério Silvestre, os cantores Paulo Francisco ‘Tutuca’, Bruna Moraes e Nathallie Alvin e os músicos Rafael Toledo (Guitarra, violão e voz),  Alcione Ziolkowski (bateria), Omar Fontes (teclados), Buga Júnior (sax, flauta e cavaquinho) e Dudu Dias (baixo).

O espetáculo mostra a história de um dos maiores compositores e intérpretes brasileiros, em uma obra que reúne artes cênicas e música.

São 16 canções assinadas pelo próprio Gonzaguinha – “Explode Coração”, “Recado”, “Começaria Tudo Outra Vez”, “Moleque”, “Sangrando”, “O Que é o Que é?”, “Ponto de Interrogação”, “Eu Apenas Queria Que Você Soubesse”, “Com a Perna no Mundo”, “Grito de Alerta”, “De Volta ao Começo”, “Palavras”, “É”, “Diga Lá, Coração”, “Espere por Mim, Morena” e “Vamos a Luta” – que misturam xote, samba, baião e música romântica que foram gravadas pelos maiores nomes da nossa MPB, como Maria Bethânia, Simone, Joanna, Zizi Possi, Raimundo Fagner, Ângela Maria, Cauby Peixoto  e o próprio Wagner Tiso que já participou algumas vezes do espetáculo.

Com o intuito de preservar a memória desse ícone da MPB, o espetáculo apresenta passagens da vida do artista que iniciou sua trajetória na década de 60 em meio aos tropeços da ditadura militar e seguiu cantando seus amores e anseios pela vida.

Só pra saber…

Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, mais conhecido como Gonzaguinha, nasceu no RJ no dia 22/09/1945 e faleceu aos 45 anos após sofrer um acidente de carro, na madrugada do dia 29/04/1991, quando voltava pra casa depois de um dos seus muitos shows pelo interior do país.

Gonzaguinha era filho registrado, mas não natural, do cantor e compositor pernambucano Luiz Gonzaga, ‘o rei do baião’ e de Odaleia Guedes dos Santos, cantora do Dancing Brasil. Teve 04 filhos: Daniel Gonzaga, Fernanda, Amora Pêra e Mariana.

Em 2017 foi tema do carnaval da Estácio de Sá, com o enredo “É! O Moleque desceu o São Carlos, pegou um sonho e partiu com a Estácio!” e no próximo Carnaval, a escola de samba Império Serrano escolheu como enredo para seu desfile no Grupo Especial em 2019, o sucesso de Gonzaguinha O Que é, o Que é?. Será emocionante, cantar Gonzaguinha na passarela do Samba.

 Abaixo, o comentário postado nas redes sociais pelo Julio Cesar Farias após assistir o espetáculo:

“Fui assistir à excelente peça “GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ – O MUSICAL”, no teatro João Caetano, no Centro. O espetáculo mostra, por intermédio de algumas de suas canções mais famosas, as várias facetas de um artista singular da nossa MPB. Mais notório como compositor do que cantor, Gonzaguinha forneceu um manancial de belas letras a grandes vozes do nosso cancioneiro, como Maria Bethânia, Simone, Nana Caymmi, Joanna e Fagner, entre outros. A grandeza de sua personalidade e obra não pode ser posta num único espetáculo, contudo nessa montagem musical especial ambas se fazem presentes com didatismo e grande força dramática. O que diferencia esse musical dos outros está no protagonismo de suas ideias nas canções de sua autoria, visto que o talentoso ator Rogério Silvestre incorpora a pessoa e não o cantor em si como fazem todos os outros musicais, nos quais os atores-cantores cantam as músicas do saudoso artista homenageado procurando dar o timbre o mais parecido na composição do personagem. Rogério só canta a canção de encerramento “O que é, o que é?”, numa apresentação conjunta apoteótica com os músicos e a plateia. O figurino do ator, todo de branco e com chinelo franciscano – o qual deixa de calçar a peça inteira – remete à doutrina espírita, como se o artista estivesse ali, realmente reencarnado no ator, sob um apropriado foco de luz. Tal observação pode ser constatada na interpretação comovente de Rogério Silvestre, que passa todos os sentimentos de Gonzaguinha, mostrando sua personalidade enigmática, forte, intensa e contestadora. Por várias vezes o ator se emociona e vai às lágrimas ao contar os principais fatos ocorridos na vida do homenageado, revelando toda a alegria e angústia de Gonzaguinha como se estivesse acontecendo com ele mesmo. A entrega do ator é impressionante ao mergulhar na alma do cantor. Uma banda profissional de primeira qualidade e um casal de primorosos cantores, que tecem o fio narrativo interpretando as canções ilustrativas em consonância com a performance do ator, completam a tocante dramaturgia intimista solo musical que vale muito a pena assistir!”

Certamente, GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ merece ser visto e revisto pelos fãs do Gonzaguinha e principalmente, pelos amantes do bom teatro.

Confiram…

GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ.

Concepção do espetáculo: Dr Kleber Lincoln e Maestro Amaury Vieira.

Texto: Gildes Bezerra.

Com o ator Rogério Silvestre, os cantores Paulo Francisco ‘Tutuca’, Brunna Moraes e Nathallie Alvin e os músicos Rafael Toledo (Guitarra, violão e voz), Alcione Ziolkowski (bateria), Omar Fontes (teclados), Buga Júnior (sax, flauta e cavaquinho) e Dudu Dias (baixo).

Diretor Musical: Rafael Toledo.

Diretor Teatral: Breno Carvalho.

Produção, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo

Realização: Boca Fechada Produções Artísticas e Rogério Silvestre Produções.

Teatro João Caetano

Praça Tiradentes – Centro – Tel. 21- 2332-9257).

De 02 a 25 de Novembro 2018

Sextas e Sábados 19h e Domingos 18h

Preço dos ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos e assinantes de O Globo)

Tempo de duração: 80 minutos

Limite: Livre

725 lugares