“Baile Partimcundum” no XP Investimentos

Aos 9 anos, quando Isabel saiu sozinha pela primeira vez, o lugar escolhido por ela para ir foi uma livraria. Agora, aos 12 anos, sua paixão por livros não diminuiu e, em meio às histórias que lê, acaba descobrindo o primeiro amor no príncipe Alexandre, o menino que nasceu de um raio que veio do céu. Inspirado nas canções da obra “Partimpim 2”, da cantora e compositora Adriana Calcanhotto, o musical infantojuvenil “Baile Partimcundum” dá continuidade ao projeto iniciado com o espetáculo “Lá Dentro Tem Coisa” (2017), idealizado pelo ator e empreendedor cultural Felipe Heráclito Lima. Com dramaturgia de Adriana Falcão e Matheus Torreão, a peça estreia em 2 de novembro (sessões aos sábados e domingos, às 16h, até 1º de dezembro) no Teatro XP Investimentos. A direção é de Inez Viana, Mariana Lima e Renato Linhares.

O enredo foi criado a partir das músicas do disco “Partimpim Dois”. Assim como em “Lá Dentro Tem Coisa”, Isabel é o fio condutor dessa nova história. Aqui, a menina cuja paixão por livros permanece latente, tem duas mães e descobre-se apaixonada por Alexandre, o herói um pouco inseguro e um tanto misterioso de uma das histórias que leu. “As crianças de hoje estão tão ligadas em aparelhos eletrônicos, e os pais ficam preocupados com isso. Mas as mães da Isabel ficam preocupadas porque ela está completamente enlouquecida por livros. A peça brinca com essa inversão”, conta Adriana Falcão, que assina a dramaturgia em parceria com Matheus Torreão.

O universo da peça transita entre a casa de Isabel e Reino do Partimcundum, onde vive o príncipe Alexandre. Certa noite, a menina é surpreendida pelo cavalo Aristócrates, fiel escudeiro do príncipe Alexandre, na janela do seu quarto, com um pedido de ajuda para encontrar o jovem nobre, que sumiu no dia de sua coroação – e o Leão é o principal suspeito de tê-lo raptado. Isabel, então, aceita ir para o Reino Partimcundum com Aristócrates em busca do príncipe desaparecido. A partir desse momento, ela entra no livro e começa a contar essa história junto com os personagens. Em meio a sua aventura, ela passa pelo mágico Poço de Partimcundum, onde todos os desejos se realizam, o Bosque das Alfaces e a Toca do Leão.

A diretora Mariana Lima destaca a importância do processo colaborativo na criação cênica da montagem. “Nossa vontade era criar uma dramaturgia na qual os atores também participassem como criadores. Construímos juntos com o elenco e colaboradores essa história dentro a história, que o público vai construir junto também.” Mariana conta que esse espírito colaborativo se estendeu à música no espetáculo. “O Felipe Habib tinha esse desejo de não apenas repetir as canções lindas da Adriana, mas inseri-las nessa outra história. Então, a música está muito viva no espetáculo. Elas contam a história, não apenas ilustram.”

Idealizador do projeto, Felipe Heráclito Lima ressalta a importância de levar para a cena infantojuvenil temas como o primeiro amor e as novas formações familiares. “Como é se apaixonar por um personagem inventado, que só existe no mundo da imaginação? De uma certa forma, quando a gente se apaixona por uma pessoa, a gente também fantasia, vai colocando nela os adjetivos que a gente projeta”, acredita. “A família está mudando, não se pode mais restringi-la a uma configuração heteronormativa. Isso é colocado na peça de uma maneira muito sutil.”

O elenco de atores-cantores é formado por Caju Bezerra, Felipe Rocha, Léo Bahia, Polly Marinho, Thaís Belchior e Thiago Catarino. Acompanhados do músico Nelson Freitas (piano e acordeom), eles cantam ao vivo nove músicas, sendo sete do disco “Partimpim Dois” (2009). Com novos arranjos criados pelo diretor musical Felipe Habib, as canções pontuam a aventura de Isabel pelo Reino Partimcundum. São elas: “Alexandre”, “Ringtone de Amor”, “Alface”, “O Homem Deu Nome a Todos os Animais”, Menina, Menino”, “O Trenzinho do Caipira” e “Baile Partimcundum”.

Criado pelo Estúdio Chão em parceria com Julia Deccache, o cenário evoca a ideia de que as coisas são efêmeras. O universo do camping está em cena com objetos reais – uma barraca, cadeiras de praia e utensílios de cozinha – que transitam de uma cena para outra, ganhando novas funções. Com diferentes estampas e cores, os figurinos remetem a uma grande brincadeira surrealista. A figurinista Karen Bustollin buscou no ambiente da casa e da família o ponto de partida para a criação das peças. “Para a criança, a roupa se transforma e tudo é possível. Com um lençol, ela pode virar um herói”, diz. A maior parte das peças são originais de figurinos de cinema dos anos 60 e 80. “É importante darmos valor a esse reaproveitamento”.

“É uma encenação performática que amplia o lúdico do texto da Adriana Falcão e do Matheus Torreão. O cenário e os figurinos contribuem para amplificar o imaginário do público. São vários elementos e momentos mágicos que ajudam a contar essa história. A gente não faz uma cena atrás da outra. Em vez disso, uma coisa liga a outra. Criamos o conceito de trupe para contar essa história, e tem uma brincadeira de trocar os personagens e também de atores diferentes experimentarem o mesmo personagem”, conta a diretora Inez Viana.

ROTEIRO MUSICAL

Alexandre

Ringtone de Amor

Alface

O homem deu nome a todos os animais

Menina, menino

O Trenzinho do caipira

Baile Partimcundum

FICHA TÉCNICA

Elenco: Caju Bezerra, Felipe Rocha, Léo Bahia, Polly Marinho, Thaís Belchior e Thiago Catarino

Músico: Nelson Freitas (piano e acordeom)

Idealização: Felipe Heráclito Lima

Dramaturgia: Adriana Falcão e Matheus Torreão

Direção e dramaturgia cênica: Inez Viana, Mariana Lima e Renato Linhares

Colaboração Dramatúrgica: Carol Cony e Cristina Moura

Colaboração Artística: Cristina Moura

Direção Musical: Felipe Habib

Direção assistente: Carolina Cony

Assistente de Direção Musical e coarranjador: Nelson Freitas

Realização: A Coisa Toda e Sevenx Produções

Cenário: Estúdio Chão + Julia Deccache

Figurinos: Karen Bustollin

Luz: Bernardo Lorga

Desenho de Som: Branco Ferreira

Programação Visual: Radiográfico

Fotos da Arte e de Divulgação: Leo Aversa

Assessoria de Imprensa: Bianca Senna e Paula Catunda

Mídias Sociais: Léo Ladeira

Direção de Produção: Ana Paula Abreu e Renata Blasi

Produção Executiva: Viviani Rayes

Assistente de Produção: Pedro Pedruzzi

Coordenação Leis de Incentivo: Estufa de Ideias

Parcerias Estratégicas: Glória Dinniz e Bruno Paiva

Produção: Diálogo da Arte Produções Culturais

PATROCINADOR

Sergio Franco

SERVIÇO

Temporada: De 2 de novembro a 1º de dezembro de 2019.

Dias e horários: Sábados e domingos, às 16h.

Local: Teatro XP Investimentos (Jockey Club – Av. Bartolomeu Mitre, 1110)

Tel.: (21) 3807-1110

Ingressos: R$ 60 (inteira) | R$30 (meia)

Duração: 60 minutos.

Classificação: Livre.

Gênero: Musical infantojuvenil.

Vendas online pelo site da Sympla

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Da mesma produção de A Arca de Noé, o espetáculo “O Meu Pé de Laranja Lima” se apresenta em São Paulo, no Teatro Gazeta!

Há no romance O MEU PÉ DE LARANJA LIMA, de José Mauro de Vasconcelos, uma dicotomia entre o sonho e a realidade, a inocência e a dura realidade da vida. O espetáculo conta a história de Zezé, um menino que refugia-se no sonho como uma possibilidade de sobrevivência. Como uma forma de seguir em frente, crescer e tornar-se adulto com a segurança de não perder-se da imaginação e da beleza. Não encontrando na família e nas pessoas a ternura e o afeto que necessita, Zezé entrega o seu amor às pequenas coisas, em especial a Minguinho, o seu Pé de Laranja Lima.

Então que a adaptação/direção, embora tenha a percepção de que o espetáculo deverá ser visto por um público de todas as idades, seguirá pelos caminhos dessa dicotomia. Ao mesmo tempo em que a realidade se manifesta, a procura pela fantasia deve equilibrar a cena.

O espetáculo fará um caminho seguro pelo universo do “realismo fantástico”, valorizando a beleza da literatura popular de José Mauro de Vasconcelos, dando relevo ao seu comentário esperançoso e buscando interação com o público a partir da voz de um menino, que em muitos aspectos é muito parecido com todos nós.

O MEU PÉ DE LARANJA LIMA é uma fantasia, mas, pode-se dizer com segurança que é uma “fantasia social”, porque não se desgruda nunca do rito de passagem, muitas vezes dolorido, que é a aventura de saltar da infância para a adolescência, misturando as necessidades práticas do dia a dia, com o mergulho no sonho e na imaginação que, futuramente, darão sustentação a grande viagem que é toda a construção de uma personalidade.

José Mauro de Vasconcelos equilibra em seu romance, o feio e o belo, com uma reflexão apaixonada. Ao mesmo tempo em que, com as palavras, tenta proteger seu personagem, entrega-lhe a doçura e a dor, como a consciência de que todas fazem parte da vida.

Os atores do espetáculo, como é necessário num teatro moderno e vibrante, fazem diversos personagens, num exercício de rodízio que valoriza o teatral e ajuda o público a refletir sobre a cena, ainda que a performance conduza-a cada vez mais para o conteúdo; e com o apoio de uma equipe técnica inspirada, a literatura de José Mauro de Vasconcelos ganha formas lúdicas e artísticas.

Como é do estilo e da consciência do diretor Edson Bueno e do Centro Cultural Boqueirão, encenar um grande autor é também homenageá-lo, ou seja, é procurar com a linguagem do teatro, dar voz à sua literatura, e ao mesmo tempo, à toda a literatura.

É preciso reafirmar junto às crianças e adolescentes, a importância da leitura e a transformação mágica, que ela pode fazer em suas consciências; além do poder de preparar-lhes para a vida.

A leitura ainda é o leme seguro para a construção da personalidade e o amor pela literatura e pelas artes deve fazer parte de toda manifestação artística que entenda esta função primordial.

O MEU PÉ DE LARANJA LIMA é uma grande e poderosa viagem pelo mundo da literatura, do teatro e da imaginação; e dá mais um passo no grande exercício que é dar ao teatro uma função social, artística e de paixão.

 

FICHA TÉCNICA:

 

Elenco:

Wenry Bueno – Zezé

Jeff Bastos – Totoca

Marcelina Fialho – Morcego Ariel

Lilian Marchiori – Minguinho/Professora/D. Maria da Penha

Tarciso Fialho – Papai/Portuga

Texto e Direção: Edson Bueno

Direção de Produção: Márcio Roberto

Direção Musical: Marcela Zanette e Du Gomide

Sonoplastia: Chico Nogueira

Cenários e Figurinos: Ricardo Garanhani

Iluminação: Rodrigo Ziolkowski

Caracterização e Maquiagem: Lilian Marchiori

Design Gráfico: Marcos Minini

Produção Executiva: Claudia Zanca

Assessoria de Imprensa: Luciane Honorio

Técnico Operador de Som: Marlon Marques

Técnico Operador de Luz: Luiz Henrique

Costureira: Rose Matias

Assistência de Costura: Larissa Yeda

Camareira: Katty Gonçalves

Marcenaria: Atanásio da Veiga (Tico)

Secretaria: Marcela Vieira

Fotos: Chico Nogueira

Vídeos: Stayflow

Realização: Centro Cultural Boqueirão e MRG – Produções Artísticas

SERVIÇO:

O MEU PÉ DE LARANJA LIMA

Dias: 12 e 13 de outubro de 2019, sábado e domingo

Horário: 16h

Local: Teatro Gazeta – Av. Paulista, 900 – Bela Vista – São Paulo/SP

Classificação: livre, recomendado para crianças acima de 05 anos

Duração: 60 minutos

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia)

Vendas Online: http://www.teatrogazeta.com.br/event/o-meu-pe-de-laranja-lima/

Estacionamento Conveniado: MultiPark de quinta-feira à domingo – Rua São Carlos do Pinhal, 303 – Subsolo.

Telefone da Bilheteria: (11) 3253-4102

Trilogia dirigida por Duda Maia conta e canta histórias de amor para crianças no RJ

Os três celebrados musicais infantojuvenis que compõem a o projeto TRILOGIA DO AMOR – Três Histórias de Amor para Crianças, dirigidos por Duda Maia, serão apresentados num circuito teatral nas Zonas Norte, Sul e centro do Rio de Janeiro. Essa é a primeira vez que a cidade recebe uma trilogia destinada ao público infantil e infantojuvenil, estreando simultaneamente e em três bairros distintos.

A ousada proposta tem como objetivo principal criar um diálogo entre crianças e adultos através de histórias que tratam dos afetos humanos. Aproveitando também para celebrar o dia das crianças, 12 de outubro, dia da estreia dos 3 musicais. A sequência dos espetáculos será a seguinte: A Gaiola fica em cartaz de 12 de outubro a 03 de novembro no Teatro Petra Gold – localizado no Leblon; Contos Partidos de Amor se apresenta de 12 a 20 de outubro no IMPERATOR – Centro Cultural João Nogueira – localizado no Méier; e o terceiro musical que encerra a trilogia, Vamos Comprar um Poeta, que tem sua estreia inédita na cidade, será encenado de 12 de outubro a 8 dezembro no Centro Cultural Banco do Brasil – localizado no Centro do Rio de Janeiro.

As três peças partiram da adaptação de três obras literárias, sendo dois autores nacionais e um português.

Inspirado no livro homônimo de Adriana Falcão, o musical A Gaiola estreou em 2016, no Rio de Janeiro, e ganhou os prêmios CBTIJ, Botequim Cultural e Zilka Sallaberry. Além disso passou pelas quatro unidades do CCBB, realizou cinco temporadas cariocas, participou de vários festivais e apresentou-se em Cabo Verde e Portugal.

A peça conta a história de um passarinho que cai na varanda de uma menina e, enquanto ela cuida dele, os dois se apaixonam. Quando o passarinho fica curado e eles têm que se despedir, resolvem aprisioná-lo em uma gaiola. A partir desse dia, surgem as alegrias e os questionamentos de “ficar preso”.

Contos Partidos de Amor é livremente inspirado em contos e poemas de Machado de Assis e tem dramaturgia de Eduardo Rios. O espetáculo estreou em 2018 e ganhou o Prêmio Zilka Sallaberry nas categorias de melhores direção e figurino. Também circulou pelas quatro unidades do CCBB e foi encenado em festivais em Portugal, nas cidades de Fundão e Setubal.

O musical conta a história de quatro pessoinhas amorosas e ciumentas que revelam ao público suas verdades sobre as relações humanas por meio de diálogos bem-humorados, dança e música.

Já o musical Vamos Comprar um Poeta – que será encenado pela primeira vez na cidade,  é uma adaptação do livro do escritor português Afonso Cruz e narra a chegada de um Poeta à casa de uma família comum. Nesse lar, moram um pai que só pensa em ganhar dinheiro; uma mãe que organiza todos os dias os trabalhos domésticos; uma menina esperta e curiosa que gosta de entender o significado das coisas; e um menino que adora fazer contas. O poeta ensina os pequenos a observar borboletas, compor os próprios poemas e aprender a dar abraços. A montagem cria uma divertida reflexão sobre a nossa capacidade de invenção, fazendo um importante paralelo entre cultura e economia. É uma homenagem à cultura, em um espetáculo que mistura poesia, música e dança.

É extremamente importante não subestimar a inteligência da criança, compreender que ela tem uma percepção sensorial mais aguçada que do adulto e que irá, do seu jeito, codificar o que lhe é mostrado e com isso, criar um diálogo saudável e necessário com os adultos. Apresentar um projeto que fomenta esse diálogo e que, ao mesmo tempo, espalha histórias de amor, amizade, respeito e liberdade por diversos pontos da cidade me dá uma certeza absoluta de que a Arte é um caminho indiscutível para uma sociedade mais justa e desenvolvida”, afirma Duda Maia.

A ideia da trilogia surgiu em 2014, a partir de uma parceria entre as empresas Camaleão Produções Culturais, da diretora Duda Maia, e Palavra Z Produções Culturais, do produtor Bruno Mariozz, com a proposta de realizar trabalhos significativos para o público infantojuvenil. A trilogia aborda uma série de temas presentes no dia a dia tanto das crianças como dos pais, estimulando a reflexão e o diálogo entre ambos.

SERVIÇOS:

TRILOGIA DO AMOR – Três Histórias de Amor para Crianças

A Gaiola

Temporada: de 12 de outubro a 03 de novembro

Teatro Petra Gold: Rua Conde de Bernadotte, 26 – Leblon

Apresentações: Sábados e Domingos, às 11h

Tel: (21) 2529-7700

Local de venda: Bilheteria de ter a Sex, das 14h às 21h. Sáb a Dom, das 10h até o início do último espetáculo.

Capacidade: 400 lugares

Duração: 50 minutos

Ingressos: R$ 60, a inteira

Classificação Indicativa: Livre – Indicado para maiores de 5 anos

Sinopse: A Gaiola conta a história de um passarinho que cai na varanda de uma menina, e enquanto a menina cuida dele, os dois se apaixonam. Quando o passarinho fica curado e eles tem que se despedir, resolvem aprisioná-lo em uma gaiola. A partir desse dia, surgem as alegrias e os questionamentos de “ficar preso”. E, por fim, com a decisão de sair da gaiola, um final otimista e surpreendente.

FICHA TÉCNICA

Do livro de: Adriana Falcão

Adaptação: Adriana Falcão e Eduardo Rios

Direção e Roteiro: Duda Maia

Elenco: Luana Martau e Pablo Áscoli

Diretor Assistente: Fábio Enriquez

Direção musical e trilha original: Ricco Viana

Cenário: João Modé

Iluminação: Renato Machado

Figurino: Flávio Souza

Coreografia Aérea: Leonardo Senna

Identidade Visual: Patricia Clarkson

Direção de Produção: Bruno Mariozz

Produção: Palavra Z Produções Culturais

Idealização: Camaleão Produções Culturais

Contos Partidos de Amor

Temporada: de 12/10 a 20/10

Imperator – Centro Cultural João Nogueira: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier / RJ

Apresentações: sábados e domingos, às 16h

Tel: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

Local de venda: bilheteria do Centro Cultural, Terça e Quarta: das 13h às 20h30; Quinta a sábado: das13h às 21h30; Domingo: das 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br

Capacidade: 751 lugares

Duração: 50 min

Ingressos: R$40, a inteira

Classificação indicativa: Livre – Indicado para maiores de 5 anos

Sinopse: O espetáculo conta a história de quatro pessoinhas amorosas e ciumentas, revelam ao público suas verdades sobre as relações humanas, através de diálogos bem-humorados, dança e música. Uma peça infantojuvenil que apresenta canções e contos originais livremente inspirados na obra de Machado de Assis.

FICHA TÉCNICA

Inspirado na obra de: Machado de Assis

Texto: Eduardo Rios

Direção e Roteiro: Duda Maia

Diretor Assistente: Leticia Medella

Elenco: Diego de Abreu, Isadora Medella, Juliana Linhares e Tiago Herz

Trilha sonora original e arranjos: Ricco Viana

Letras das Canções: Ricco Viana

Preparação Vocal: Agnes Moço

Figurino: Kika Lopes

Adereços: Heloisa Stokler

Cenário: Diogo Monteiro

Iluminação: Renato Machado

Identidade Visual: Patricia Clarkson

Direção de Produção: Bruno Mariozz

Produção: Palavra Z Produções Culturais

Idealização: Camaleão Produções Culturais

Vamos Comprar um Poeta

Temporada: de 12/10 a 8/12

Centro Cultural Banco do Brasil: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro. Teatro II.

Apresentações: sábados e domingos, às 11h e às 16h

Tel: (21) 3808.2020

Capacidade: 153 lugares

Duração: 60 min

Ingressos: R$30, a inteira

Classificação indicativa: Livre – Indicado para maiores de 5 anos

Sinopse: Uma menina esperta e curiosa que gosta de entender o sentido das coisas. Um menino que adora fazer contas. Um pai que só pensa em lucrar e uma mãe que organiza todos os dias os trabalhos domésticos. O que acontece quando um Poeta chega para morar com essa família? Observar borboletas, criar poemas e aprender a dar abraços são algumas pérolas da nossa história. Um musical infantojuvenil que ressalta a importância da cultura dentro e fora de casa.

FICHA TÉCNICA

Texto original: Afonso Cruz

Direção: Duda Maia

Adaptação: Clarice Lissovsky

Diretora Assistente: Juliana Linhares

Intérpretes Criadores: Letícia Medella, Luan Vieira, Sergio Kauffmann

Trilha Sonora original e arranjos: Ricco Viana

Letras das canções: Clarice Lissovsky, Juliana Linhares e Ricco Viana

Preparação Vocal: Agnes Moço

Cenário: André Cortez

Figurino: Kika Lopes

Iluminação: Renato Machado

Desenho de Som: Vitor Osório

Identidade Visual: Patricia Clarkson

Direção de Produção: Bruno Mariozz

Produção: Palavra Z Produções Culturais

Idealização: Camaleão Produções Culturais

 

“Felizes para sempre?” na Casa de Cultura Laura Alvim

Após o sucesso da temporada de estreia no Teatro Maria Clara Machado, em junho, o espetáculo “Felizes para sempre?” volta em cartaz na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema a partir do dia 05 de outubro, todo sábado e domingo às 16h, até o fim do mês. Inspirada no romance do filósofo e escritor francês Jean-Paul Sartre, “Os dados estão lançados”, a peça conta a história de Anaís, que tomada por sentimentos confusos, decide se jogar numa aventura em um lugar misterioso para tentar mudar algo que parece ser irreversível: a perda de seu pai e a falta que ele lhe fará.

Cruzar o universo do dramaturgo existencialista e o mundo lúdico das crianças partiu da cabeça fervilhante da atriz e psicóloga Aline Cruz. Em 2011, época em que se debruçava sobre a obra de Sartre ao mesmo tempo em que era assídua frequentadora de peças infantis com suas filhas, foi pega de surpresa com perguntas capciosas das crianças sobre o tempo de vida e quanto tempo dura o tal “para sempre”, tão falado nos contos de fadas.

“Apesar de divertidos, queria ver assuntos mais profundos nos espetáculos, que colocassem as crianças para refletir. O que poderia ir além dos personagens que elas identificam facilmente e das distrações? Foi buscando essa reflexão que me aventurei na escrita, sob influência de Sartre, criando o ‘Felizes para sempre?’”, explica Aline, que assina o texto em parceria com Thiago Bomilcar Braga, além de atuar na montagem.

            A peça, dirigida por Thiago Bomilcar Braga e Paula Jardim, joga luz sobre temas como a importância do agora, a finitude das coisas, o valor da família e da amizade verdadeira. “Tivemos uma resposta incrível na nossa primeira temporada, com pais dizendo o quanto a peça ajudou a tocar em assuntos que eles não sabiam como abordar. Ficamos superfelizes”, conta Paula.

Na história, Anaís, que mora numa aldeia e tem uma árvore como sua melhor amiga, entra em um misterioso buraco no intuito de contornar a iminente perda do pai e a saudade que sentirá dele. Na imensidão deste lugar, ela encontra um menino, com quem tem identificação imediata. A amizade entre os dois se intensifica na mesma proporção da ânsia de sair do tal lugar. No decorrer da história, surge uma chance de sair do buraco sob inusitadas condições e os dois terão que agarrar esta oportunidade para poder viver seu final feliz.

            “Buscamos criar uma ambientação bem lúdica, usando elementos orgânicos como folhas, troncos e galhos verdadeiros no cenário, para abordarmos, com a delicadeza necessária, temas preciosos como o tempo, a liberdade, a vida e a morte”, resume a produtora e atriz Tainá Bevilacqua. Completam o elenco, além de Aline e Tainá, Lucas Baptista, Bruna Stephanes e Tainá Mattos.

Serviço:

“Felizes para sempre?”

Sessões: aos sábados e domingos, às 16h

Temporada: De 05 a 27 de outubro de 2019
Indicada para maiores de 5 anos

Preço: R$ 40 (inteira) R$ 20 (meia-entrada)

Local: Casa de Cultura Laura Alvim

Endereço: Avenida Vieira Souto 176

Telefone: (21) 2332-2016

Capacidade: 186 lugares

Ficha técnica:

Texto: Aline Cruz e Thiago Bomilcar Braga

Direção: Paula Jardim e Thiago Bomilcar Braga

Elenco: Aline Cruz, Bruna Stephanes, Lucas Baptista, Tainá Bevilacqua e Tainá Mattos

Arte e Cenário: Martha Pedalino

Figurino: Rosa Ebee

Iluminação: Nanda Mattos

Trilha Sonora: Cainã Bomilcar

Assistente de direção: Filipe Leon

Assistente de cenário e figurino: Thiago Tonazzi

Fotos: Flávio Dantas

Assessoria de imprensa: Bianca Arman

Direção de produção: Tainá Bevilacqua

Produção executiva: Amanda Loretti

Idealização: Aline Cruz

Realização: Due Art e Saideira Produções

“A Menina que Ri” no Teatro Itália

“A Menina Que Ri” é uma comédia infantil que conta a história de uma garota que precisa rir, e rir muito, para manter sua aldeia, a floresta e seu povo vivo. E o combustível para esses risos são as histórias infantis, porém o bruxo Shakespeare rouba todas as histórias da aldeia, e ela não ri mais.  Com tudo desaparecendo, seu amigo Digo monta uma força tarefa com os seres mágicos da floresta para salvar a menina que ri. Juntos, eles vivem essa aventura, até encontrar o bruxo e finalmente salvar a menina e toda a aldeia.

A montagem é do Grupo Botija, nascido e criado na zona central de São Paulo e  tem em Maciel Silva seu principal agitador cultural. Silva escreveu o roteiro e é o diretor do espetáculo que fica em cartaz até o dia 26 de outubro no Teatro Itália, com sessões aos sábados às 16h, com duas sessões especiais aos domingos, nos dias 20 e 27 de outubro, às 14h.

A Menina Que Ri

Autor e Diretor- Maciel Silva

Elenco- Chico Tomaz, Clau Pereira, Cynthia Azevedo, Gil Teles, Juan Ortega, Malu Reis E Pedro Vicente

Participação – Lucas Matellato

Gênero- Infantil

Duração: 45 Minutos

Recomendação: Livre

Ingressos: R$ 40 | R$ 20 meia

Temporada: de 7 de setembro a 26 de outubro – sábados às 16h.

Sessões especiais aos domingos –  nos dias 20 e 27 de outubro às 14h.

Equipe De Produção – Juan Carlos E Roberta Viana

Som Luz E Projeções – Keila Ribeiro

Cenário- Marcelo Melo

Figurino – Arlete Castro

 

Local- Teatro Italia

Av. Ipiranga, 344

Edifício Itália – Subsolo – Metrô República

Vendas: https://www.sazarte.com/evento/a_menina_que_ri_teatro_italia_44244

(11) 3255-1979

Bilheteria: De terça a domingo, a partir das 15h.

Sobre o grupo Botija

O Grupo Botija, nascido e criado na zona central de São Paulo, tem em Maciel Silva seu principal agitador cultural. Fundado em 2003, pelo seu planejamento de ação junto às empresas e escolas, com repertório ainda pequeno, mas empenhado em difundir cultura. Em seu histórico estão ‘Os Três Porquinhos’, ‘O Cabo Rosinha e a Donzela Encalhada’, ‘A Hora da Estrela’, ‘Cenas de Doido – A Comédia Proibida’, ‘Homem da Silva’, ‘Senhora no Jardim’ ‘Gatomeu e Ratoleta , O Folclore e as Lendas D’água e agora A menina que Ri.

Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças

O Rio de Janeiro ganha a partir de outubro um espaço dedicado a exibir e a pensar a arte feita para crianças e jovens. Trata-se do Núcleo de Produção de Arte e Cultura para a Infância e Juventude, que funcionará no Teatro 1 do Sesc Tijuca, Zona Norte do Rio. Estão previstas para o local a apresentação de obras inéditas de todas as linguagens, como temporadas teatrais, exposições e exibições de filmes, mesas de debates, oficinas, residências e outras atividades associadas. A ideia é atender ao público infantil e jovem, assim como pesquisadores e artistas interessados.

A inauguração do espaço será com a estreia do espetáculo “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças”, dia 5 de outubro, com temporada até 3 de novembro, aos sábados e domingos, às 16h. O musical, com direção geral de Diego Morais e direção musical de Claudia Elizeu, é a continuação do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, que contempla também “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças”, “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças”, “Bituca – Milton Nascimento para Crianças” e “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças”, espetáculos já assistidos por quase 200 mil pessoas e que somam juntos 12 prêmios de teatro infantil, entre outras 34 indicações.

O projeto do Núcleo de Produção de Arte e Cultura para a Infância e Juventude está sendo implementado em etapas, começando com estreias teatrais. Nestes últimos meses do ano, depois de “Rauzito Beleza – Raul Seixas para Crianças”, a agenda segue com “A saga de Dandara e Bizum a caminho de Wakanda”, da Confraria do Impossível, de 9 de novembro a 8 de dezembro, às 16h, e “O Voo de Iparum”, da Teatro Baixo, de 16 de novembro a 15 de dezembro, às 15h. A partir do ano que vem serão introduzidas atividades formativas associadas e agenda de atividades nas demais linguagens artísticas do programa Cultura do Sesc RJ: Artes Visuais, Audiovisual, Biblioteca, Literatura e Música.

A criação do Núcleo busca cobrir uma lacuna deixada pelo fechamento de espaços dedicados a esse público na cidade. Segundo a gerente de Cultura do Sesc RJ, Márcia Costa Rodrigues, o Núcleo do Sesc se privilegia da já consolidada atuação do Sesc diante dos públicos envolvidos e da possibilidade de diálogo entre a arte e a cultura com outras frentes de trabalho da Instituição.

“Nosso objetivo é oferecer um polo de referência para públicos, artistas e pensadores do campo das artes e da infância. Para isso escolhemos um local específico, diferenciado, para pesquisa, compartilhamento de ideias, saberes e fazeres artísticos, promovendo ainda uma integração entre os diferentes Programas, enriquecendo perspectivas e permitindo dinâmicas culturais ricas e singulares”, analisa Márcia Costa.

SERVIÇO

Núcleo de Produção de Arte e Cultura para a Infância e Juventude

Sesc Tijuca: R. Barão de Mesquita, 539

Inauguração: 5 de outubro, às 16h com “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças”

Temporada: Sábados e domingos, às 16h, até 3 de novembro

Ingressos: R$ 2,50 (habilitado Sesc), R$ 5 (meia-entrada) e R$ 10

Classificação: Livre

 

Saiba mais sobre “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças”

 

“Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” é a continuação do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, que, desde 2013, vem trazendo a obra de expoentes da música brasileira para as novas gerações, sendo contemplado em Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela sua relevância ao teatro infantil. Os espetáculos do projeto, “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças”, “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças”, “Bituca – Milton Nascimento para Crianças” e “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças”, já foram assistidos por quase 200 mil pessoas e somam juntos 12 prêmios de teatro infantil, entre outras 34 indicações.

Com direção geral de Diego Morais, direção musical de Cláudia Elizeu e roteiro original de Pedro Henrique Lopes, “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” se inspira na infância e em grandes sucessos de Raul Seixas para contar a história de um menino que era criativo demais. Tão criativo que sua falta de atenção ao mundo real começou a atrapalhá-lo na escola. A falta de foco e o excesso de energia de Raulzito traz à cena questionamentos sobre a rotina e o tratamento de crianças que apresentam traços de hiperatividade e déficit de atenção (TDAH).

Preocupados e sem entender a genialidade do filho, os pais de Raul tentam de tudo para que o menino se adeque aos moldes padrões da sociedade. Para desespero dos pais de Raulzito, Mêlo, amigo imaginário de Raul, se materializa para guiá-lo em uma viagem de descobertas e auto aceitação. Juntos, eles percebem que Raulzito não tem que ser igual aos outros, e que cada pessoa é diferente e especial do jeito que ela é.

“Acredito que o ‘Raulzito Beleza’ vai emocionar e divertir adultos e crianças. A mente extremamente criativa e o espírito livre de Raul Seixas fizeram com que ele se tornasse o gênio da música que nós conhecemos. Se ele tivesse se fechado e tentado ser só mais um, nós não teríamos as pérolas musicais que ele nos deixou. O espetáculo é uma ode à imaginação e à criatividade. É sobre se encontrar em você e em todos os universos que sua mente pode criar!”, coloca Pedro Henrique Lopes, autor do espetáculo.

“Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” valoriza a cultura musical brasileira, atenta para o valor da família e das relações humanas, apresenta grandes clássicos da música brasileira para as novas gerações, traz um espetáculo de alta qualidade artística, democratiza o acesso à cultura, estimula o debate sobre as diferenças e individualidades presentes em cada pessoa da nossa sociedade, respeita as diferentes formas de aprendizagem do ser humano, valoriza os diferentes tipos de inteligência, e une entretenimento e aprendizagem através de um espetáculo para toda família.

Grandes Músicos para Pequenos

 

“Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Depois, vieram “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças”, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ –  Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações – Bituca – Milton Nascimento para crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações – e “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças”, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações.

As quatro peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores. O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

FICHA TÉCNICA:

Direção Geral: Diego Morais

Direção Musical: Claudia Elizeu

Roteiro Original: Pedro Henrique Lopes

Elenco: Rodrigo Salvadoretti (Raulzito), Elisa Pinheiro (Maria Eugênia), Pablo Áscoli (Seu Raul) e Pedro Henrique Lopes (Mêlo)

Coreografias: Natacha Travassos

Cenário: Clivia Cohen e José Cohen

Figurinos: Clivia Cohen

Figurinista Assistente: Lucila Bélcic

Iluminação: Lúcio Bragança

Operação de Som: Leonardo Carneiro

Produtor Executivo: Heder Braga

Assistente de Produção: Layla Paganini

Produção e realização: Entre Entretenimento

Qual é meu nome, mamãe?

O Teatro Municipal Maria Clara Machado recebe de 05 a 27 de outubro, aos sábados e domingos sempre às 16h, o espetáculo infantil “Qual é meu nome, mamãe?”, do Cegonha – Bando de Criação, grupo indicado ao Prêmio CBTIJ de Melhor Projeção Cênica com a peça-game Makupuni (2017). Baseado no premiado livro “My name is not Refugee” (2016), da escritora e ilustradora escocesa Kate Milner, a montagem, com adaptação, dramaturgia e direção de Vida Oliveira, narra a história de Mãe e filho que são obrigados a deixar o país de origem em busca de sobrevivência.

Mesclando circo, manipulação de bonecos, teatro de formas animadas e projeção em vídeo mapping, a narrativa parte do olhar curioso e genuíno de uma criança diante da experiência de ter que viajar por diversos países e culturas na missão de encontrar um novo local para morar.  Aos poucos, o menino divide com o público todos os momentos dessa inesperada mudança, desde a despedida dos amigos, dos brinquedos preferidos, passando pela travessia, pela descoberta de novos idiomas, de novos sabores de comida, pela indiferença de algumas pessoas, até a chegada no país onde irão reconstruir a vida do zero. A jornada – desta mãe e filho – abre reflexão para temas importantes como identidade e pertencimento das pessoas que se tornam invisíveis quando estão tentando se estabelecer em uma cultura distinta da sua. Na obra de Milner, a personagem da mãe diz: “Vão te chamar de refugiado, mas lembre-se, esse não é o seu nome”.

“Mesmo enfrentando momentos difíceis, o menino não deixa de lado a sua capacidade de brincar, de se divertir e de ver leveza em uma situação tão adversa. E é isso que a gente queria: despertar a reflexão e a empatia por aqueles que são obrigados a deixar o seu país de origem para viver em uma cultura totalmente diferente. Além disso, a montagem fala também de coragem, resiliência e perseverança”, destaca Vida.

Em cena, estão os atores Brisa Rodrigues, Luiza Süssekind, Miguel Araujo e Pedro Ivo Maia. A trilha sonora e as canções originais são assinadas pelo músico Ricco Viana (A Gaiola, Isaac no Mundo das Partículas e Makupuni).

Sinopse:

Mãe e filho são obrigados a deixar o país de origem em busca de sobrevivência. A história dessa viagem – desde a despedida de casa, passando pela travessia, até a chegada em um novo lugar para morar – é contada pelo olhar genuíno de uma criança. Linguagem circense, manipulação de bonecos, teatro de formas animadas e projeção em vídeo mapping compõem a encenação do grupo Cegonha – Bando de Criação.

Serviço:

“Qual é meu nome, mamãe?”

Local: Teatro Municipal Maria Clara Machado

Endereço: (Av. Padre Leonel Franca, 240 – Gávea)

Temporada: 05 a 27 de Outubro de 2019

Dia e Horário: Sábados e Domingos às 16h

Ingresso: R$40,00 (inteira); R$20,00 (meia)

Classificação: livre

Telefone: (21) 2274 7722

Duração: 50 minutos.

**excepcionalmente nos dias 26 e 27 de outubro o espetáculo integra a programação do Festival Cine Out Kids, que ocupará o pátio do teatro com shows ao vivo, food trucks, barraquinhas e DJs. Neste caso, será cobrada a entrada única de R$70 (teatro + evento) e não haverá venda separada para a sessão de teatro.

 

Ficha Técnica

 

Texto original: “My name is not Refugee” de Kate Milner.

Idealização do projeto: Miguel Araujo e Vida Oliveira
Direção: Vida Oliveira

Assistente de direção: Miguel Araujo
Adaptação dramatúrgica: Vida Oliveira
Elenco: Brisa Rodrigues, Luiza Süssekind, Miguel Araujo, Pedro Ivo Maia.

Idealização das formas animadas: Miguel Araujo e Vida Oliveira
Concepção e confecção dos bonecos da Mãe, Menino e Amiga: Ademir de Souza

Assistência de confecção dos bonecos: Márcio Newlands

Bonecos e objetos de cena: Luiza Süssekind, Miguel Araujo e Vida Oliveira

Cenário: Miguel Araujo e Vida Oliveira
Figurino: Luiza Süssekind e Vida Oliveira

Supervisão de cenário e figurino: Danielle Geammal

Desenho e operação de luz: Ricardo Rocha
Animações e desenho de mapping: Nicole Schlegel

Trilha sonora original: Ricco Viana

Pesquisa musical: Pedro Ivo Maia

Voz OFF: Emanuel Araujo

Voz canção “Despedida”: Ricco Viana

Voz canção “Meu nome”: Emanuel Araujo

Operação de projeção: Arthur Waite

Operação de som: Hebert Said

Costureira: Vicentina Mendes

Cenotécnico: Renato Marques

Identidade visual: Gbdesign | Guilherme Borges

Assessoria de Imprensa: Aquela que divulga | Lyvia Rodrigues

Mídias sociais: Kamyla Abreu

Direção de produção: Vida Oliveira

Produção executiva: AR Produções | André Roman

Assistente de produção: Joana Martins e Miguel Araujo

Realização: Cegonha – Bando de Criação