Exposição “Lina em Casa: Percursos”

Lina Bo Bardi faria 100 anos em 05 de dezembro de 2014. A arquiteta italiana, naturalizada brasileira, viveu na Casa de Vidro, no Morumbi, em São Paulo de 1952 até 1992, quando faleceu.

A Casa de Vidro, primeira obra construída da arquiteta, é o cenário da exposição Lina em Casa: Percursos, de 11 de abril a 19 de julho, que integra a programação de atividades relacionadas ao centenário de nascimento da artista, iniciado em agosto de 2014 e estendendo-se até julho deste ano.

A exposição, com curadoria do professor do IAU-USP Renato Anelli e da museóloga Anna Carboncini, apresenta um recorte inédito a partir do acervo do Instituto Lina Bo e P.M. Bardi destacando a contribuição de Lina para a arquitetura, seu alinhamento com as revisões dos projetos desenvolvimentista e modernista no Brasil dos anos 1970 e 80.

Mais do que apresentar a já consagrada produção da arquiteta, Lina em Casa: Percursos é uma mostra reflexiva sobre sua construção intelectual e política, demonstrada em modo de vida único.

A curadoria buscou apresentar na Exposição aspectos únicos e marcantes do universo Lina. Nesse sentido, reúne indícios de como suas posições e ideias se transformaram no Brasil,  a partir de leituras, viagens, relações pessoais e trechos de correspondência, abrindo novas possibilidades para futuras pesquisas.

O principal mote da exposição é traçar o caminho pelo qual a arquiteta atinge a posição sintonizada com o pensamento brasileiro mais radical e propositivo dos anos 1970:

“Não existem homens absolutamente incultos, a linguagem do povo não é sua pronúncia errada, mas sua maneira de construir o pensamento. Ver pode ajudar a ver, a despertar uma natural consciência, e adquirir consciência é politizar-se, decodificar a linguagem visual reduzida a situações existenciais. Ainda que o método é aquele do analfabeto.” Lina Bo Bardi, 1973.

Seguindo este raciocínio, a mostra ressalta aspectos da obra de Lina ainda pouco conhecidos do público em geral, como por exemplo a crítica ao design e ao planejamento urbano e sua aproximação ao discurso ecológico e ambiental. Tanto sua arquitetura, quanto seu desenho de objetos desenvolveram, gradualmente uma maior aproximação ao ambiente natural, como já expresso em 1958:

“Uma arquitetura natural (…) não limitada a priori, uma arquitetura ‘aberta’ que aceita a natureza, que se aproxima com cautela, que procura mimetizar-se com ela, como um organismo vivo, uma arquitetura que chega a assumir algumas vezes forma de quase mimetismo, tal como uma iguana sobre pedras ao sol”, Lina Bo Bardi, 1958

Parte do reconhecimento da importância de seu trabalho pode ser demonstrado pela quantidade e relevância das mostras ao redor do mundo, das quais se destacam as exposições ‘Lina Bo Bardi 100: Brazil’s aternative path to modernism’, na Pinacoteca Moderna de Munique; ‘Quello che volevo, era avere Storia’, no MAXXI Museu nacional das artes do século XXI em Roma; ‘Maneiras de expor: arquitetura expositiva de Lina Bo Bardi’, no Museu da Casa Brasileira, ‘A Arquitetura Política de Lina Bo Bardi’ e ‘Lina Gráfica, ambas no SESC Pompéia, além de uma grande participação na exposição ‘Latin America in Construction: Architecture 1955-1980’, no MOMA em Nova York; em São Paulo – todas elas com incentivo e suporte do Instituto Lina Bo e P.M. No início deste ano, Lina Bo Bardi foi homenageada pela cidade de São Paulo com a Medalha 25 de Janeiro, juntamente com os arquitetos Paulo Mendes Rocha e João Batista Vilanova Artigas, por mudarem a cara de São Paulo e por pensarem uma cidade mais democrática e mais comunitária. Ao entregar a medalha, o prefeito Fernando Haddad afirmou que São Paulo é a casa de toda a população paulistana e fez um convite à revalorização do espaço urbano.

Em Lina em Casa: Percursos algumas das relações pessoais, afetivas e políticas da artista serão apresentadas através das trocas de cartas com personalidades como Odorico Tavares ( jornalista e poeta baiano), Lavínia Magalhães (esposa do governador da Bahia Juracy Magalhães), o economista Celso Furtado, o historiador de arquitetura Bruno Zevi, o arquiteto Flávio Império e com o marido Pietro Maria Bardi.

O núcleo audiovisual da mostra conta ainda com depoimentos, referências de trabalhos, entrevistas, palestras e documentos que constroem uma narrativa sobre seu pensamento e suas relações afetivas no campo intelectual e política. Também estão presentes neste segmento, vídeos documentais sobre as colaborações da artista na cinematografia e dramaturgia brasileiras, como por exemplo os figurinos em “A Compadecida” (1969), dirigido por Jorge Jonas  e a direção de arte em “Prata Palomares” (1971), dirigido por André Faria, além das peças “Gracias Señor” (1972) e “Selva das Cidades” (1969) de Bertold Brecht, ambas dirigidas por José Celso Martinez Corrêa.

A Casa de Vidro, um dos marcos internacionais da arquitetura moderna em São Paulo, abriga a exposição, oferecendo a atmosfera da residência em que Lina e Pietro viveram por 40 anos. Além disso, a casa abriga o acervo profissional e pessoal do casal, organizado com apoio da FAPESP, Petrobras e CEF, e composto por desenhos, fotos, documentos e objetos de arte que vêm sendo usado nas exposições.

Lina em Casa: Percursos apresenta vários documentos desse acervo, alguns ainda inéditos como fotografias do cotidiano na casa, registros de viagens, anotações em diários e livros da biblioteca. Objetos de arte popular da exposição Nordeste e um desenho original de Le Corbusier também serão apresentados. A exposição revela que o acervo transcende o aspecto pessoal, pois carrega o raro testemunho de dedicação e generosidade para com o povo brasileiro.

Com o intuito de desvendar o processo de desenvolvimento das principais concepções de arte, arquitetura e cultura ao longo de sua vida no Brasil, a apresentação da exposição Lina em Casa: Percursos se dará com sua trajetória classificada em cinco períodos, expostos de forma não linear. Inicia-se com os anos que viveu a guerra na Itália, passa pelos primeiros anos em São Paulo, quando através do MASP e do Instituto de Arte Contemporânea procuram intervir no processo de desenvolvimento industrial brasileiro. A partir de 1959 enfoca o período que viveu e atuou em Salvador na construção do MAM-BA e no reconhecimento da cultura popular nordestina, que chamaria de “civilização da sobrevivência”. Após 1964 Lina retorna a São Paulo, dedicando-se à conclusão da construção da sede do MASP na Av. Paulista e a poucos trabalhos de cenografia, período de resguardo e revisão intelectual crítica. Por último a  exposição aponta a partir de final de década de 1970 os projetos onde pode experimentar as novas posições que desenvolvera: a Igreja do Espírito Santo do Cerrado e o SESC Pompéia.
SERVIÇO
LINA EM CASA: PERCURSOS
Data: 12/04 a 19/4.
Visitação: De quinta-feira a domingo, das 10h às 16h30 (entrada até 16h) – aberto nos feriados de 1° de maio e Corpus Christi, em 4 de junho.
Valor: gratuito
Local: Casa de Vidro – Rua General Almério de Moura, 200 – Morumbi- São Paulo / SP – Brasil

Ficha técnica
Realização: Instituto Lina e P.M. Bardi
Curadoria: Anna Carboncini e Renato Anelli
Organização: in.vertice comunicação e arte
Projeto Expográfico: Marina Correia
Identidade visual e projeto gráfico: Luciana Facchini
Produção: TZM Entretenimento
Cenografia e montagem: Estúdio Móbile Cenografia e Design
Produção e edição de vídeo: Estúdio Zut
Assessoria de imprensa: Cinnamon Comunicação
Maquete: Laboratório de Modelos do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo

Curadoria

Renato Anelli é doutor pela FAU-USP, tendo realizado pesquisas no Instituto Universitário de Arquitetura de Veneza. Atualmente, é professor titular do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo em São Carlos, diretor do Instituto Lina Bo e P. M. Bardi e coordenador da Área de Arquitetura e Urbanismo da FAPESP.  É autor do livro Architettura Contemporanea: Brasile, Ed. Motta, e da publicação Rino Levi: Arquitetura e Cidade Ed. Romero Guerra.

Foi Secretário Municipal de Obras, Transportes e Serviços Públicos de São Carlos [2001-2004] e Presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano de São Carlos [2011-2013].

Anna Carboncini é museóloga e curadora. Em 1990 promoveu a Coleção Pirelli/MASP de fotografia que coordenou até 2012. É diretora do Instituto Lina Bo e P.M. Bardi desde 2006, onde coordenou a recuperação da Casa de Vidro e a conservação e catalogação dos sete mil desenhos  e documentos de Lina. Em 2005 organizou o arquivo de negativos do fotógrafo Pete Scheier para o Arquivo Histórico Judaico e em 1998 realizou a exposição Claudia Andujar: Yanomami para a Bienal Internacional de Curitiba.

Realização:
Projeto realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Programa de Ação Cultural 2014.
Instituto Lina Bo e P. M. Bardi

Institucional
O Instituto Lina Bo e P.M. Bardi, no início Instituto Quadrante, foi criado em 1995 com objetivo de promover o estudo e a pesquisa em especial nas áreas de arquitetura, design, urbanismo e arte popular brasileira. Com foco em exposições, publicações, palestras e conferências, o Instituto Bardi possibilita o acesso a aspectos relevantes e pouco conhecidos do pensamento e da produção artística e cultural do país.

Lina Bo e seu marido Pietro Maria Bardi foram responsáveis por intervenções relevantes no cenário cultural Brasileiro. Pietro estruturou o MASP e investiu na profissionalização da área no país.  A arquiteta Lina atuou em diferentes áreas como design, educação, cinema, moda, meio ambiente.

A Casa de vidro, a primeira obra construída da arquiteta italiana naturalizada brasileira Lina Bo Bardi, tornou-se um ícone da arquitetura moderna e representa de forma atemporal o pensamento inovador e modo de vida do casal: simples, engajado, recheado de diversidade, possibilidades e beleza. A Casa de Vidro, projetada em 1950 e tombada pelo CONDEPHAAT como patrimônio histórico em 1987, abriga, hoje, a sede do instituto e o acervo do casal Bardi.

Entre 2007 e 2013 o Instituto Bardi recebeu apoios da FAPESP, Petrobras e Caixa Econômica Federal para a organização do seu acervo, composto por mais de 7.000 desenhos, 15.000 fotografias, documentos, filmes, livros, revistas e obras de arte. Em 2015,  o Instituto conta com patrocínio da Petrobras para manutenção de suas atividades.

Exposição “Coragem”, de Marcelo Ment

O artista gráfico Marcelo Ment volta à Galeria Homegrown em “Coragem”, uma exposição que traduz a experiência de cerca de 20 anos de carreira, pintando em ruas, fazendo parcerias e trabalhos para grandes marcas e empresas. Explora ainda e acima de tudo, o hábito do artista em desenhar, deixando o lápis, a caneta e o spray deslizarem sem borracha, sem hesitar, sem voltar atrás. Suas obras já foram adquiridas por colecionadores de cidades como Paris, Londres, Amsterdam, Nova York e Los Angeles. A abertura acontece na quinta, dia 12, na galeria em Ipanema.

Desenhar sempre fez parte da rotina do carioca nascido em Nova Iguaçu e criado na Vilda da Penha. O graffitti nas ruas da Zona Norte eram, no início, mais intuitivos que técnicos, mas já mostravam potencial. Ao se soltar de medos e amarras, Ment acredita que seu trabalho amadureceu e hoje tenta desenhar como criança, simplesmente deixando a imaginação e o instinto fluírem, sem os filtros que a idade adulta impõe. “Venho tentando estudar e produzir sem parar. Viver de arte, fazendo o que amo é muito privilégio, mas é necessário sair da zona de conforto, se jogar literalmente e ter muita coragem” revela o artista.

Para “Coragem”, usará em uma obra um papel alemão de acervo próprio, seis em papel Rives Tradition 320g, duas telas (canvas) e cinco peças em mdf, em técnica mista: lápis, marcadores, acrílica e spray, em tamanhos que têm o mínimo de 60x40cm (desenhos) e máximo de 120x90cm.

“Todos temos medos, mas se você acredita no que faz e faz por amor, é possível chegar perto ao menos do que sonhou um dia. Eu vivo o que sonhei, continuo sonhando e acreditando. Cada vez mais tento ignorar meus medos quando estou criando, pintando e me expressando. Com esta exposição, espero proporcionar algum questionamento, sentimento ou emoção em quem vir as obras” finaliza.

Sobre Marcelo Ment
Sua primeira exposição solo foi em Amsterdam no ano de 2008. Em 2010 participou da primeira Bienal Internacional de Graffiti Fine Art no MUBE em São Paulo, pintando ao lado de Can2 (artista alemão da velha escola que foi uma de suas principais referências) e a sul africana Faith47. A peça acabou entrando para o acervo do museu. A expo “Contrastes” no Espaço Cultural de Furnas (2012), primeira solo no Rio de Janeiro, sendo recorde de público na abertura e durante a exposição. E na própria Galeria Homegrown em 2013 expôs ao lado de Mark Miner, encarando o desafio de criar obras exclusivamente em preto e branco.

“Coragem, coragem, se o que você quer é aquilo que pensa e faz. Coragem, coragem, eu sei que você pode mais.” Raul Seixas

Serviço:
Coragem
Data abertura: 12 de março (quinta), das 18h às 22h
Período de exposição: 12/03 a 11/04
Horário de visitação: segunda a sexta das 10h às 20h, sábado das 12h às 18h
Endereço: Rua Maria Quitéria, 68 – Ipanema – RJ
Telefone: (21) 2513 2160
Entrada Gratuita/ Classificação livre
Contato: galeria@hg68.com.br

O Circo Chegou

O fã do emblemático Jorge explica suas motivações: “Sou muito fã do Jorge Ben Jor! Sempre coloco seus discos para escutar e, numa dessas vezes, ouvindo o álbum “Ben”, me deu o estalo de trabalhar em cima da música “O Circo Chegou”. A letra resgata um universo circense que me faz lembrar das minhas idas ao circo quando na minha infância. Há alguns anos, fui com minha esposa num circo muito pequeno no interior do Rio. Esse dia me marcou muito. Fiquei emocionado de ver que a simplicidade, e até mesmo a precariedade, não diminuem o amor daqueles artistas de fazer o espetáculo acontecer, mesmo com menos de 15 pessoas na arquibancada. Gosto particularmente dessa abordagem bonita, lírica e tão visual que essa música tem”.

Pelas paredes podemos esperar uma série de cinco retratos baseados em alguns personagens da música e uma série de cinco telas com tamanhos de aproximadamente 40 x 50cm pintados em acrílica, além de uma outra série com diversas cenas e situações envolvendo outros personagens (também da música) e utilizando diferentes técnicas: desde desenhos a lápis de cor, nanquim, até aquarelas.

“Pretendo transportar o público a esse universo ingênuo, com clima de simplicidade e beleza de um circo de interior. Pude interpretar e criar a personalidade dos personagens de “O Circo Chegou” de Jorge Ben Jor. O palhaço Tererê (“o palhaço que é ladrão de mulher”) aparece, por exemplo, com um sutiã na cabeça e um coração vermelho pintado no peito da camisa. Pensei nele como alguém que ‘rouba’ o amor de uma mulher de outro alguém, e não literalmente um ladrão que sequestra mulheres. Ben Jor tem essa liberdade de ser ingênuo em suas músicas, tanto no aspecto figurativo, quanto nas próprias letras, quando cria rimas como: “Deise a mulher do homem que come raio-‘leise'” – revela.

Outras exposições do artista foram em algumas exposições coletivas em cidades dos EUA e do Brasil. Em 2009 fiz minha primeira individual, com o nome “O Peru de MOTTILAA”, na +SOMA (SP) e na Homegrown (RJ).

Serviço:
Data de abertura: 5 de fevereiro
Período de exposição: 5 de fevereiro a 7 de março de 2015
Horário: das 18h às 22hrs
Assessoria de imprensa: juliaryff@gmail.com
contato: galeria@hg68.com.br

“Portas de Copa” reúne imagens de portas icônicas de edifícios de Copacabana

No meio do século passado, o bairro de Copacabana teve sua verticalização acelerada e, para alavancar a venda de apartamentos, as imobiliárias deram um jeito de atrelar a ideia de luxo aos pequenos detalhes dos prédios: corredores, elevadores, lustres, fachadas e portas de entrada. No âmbito das comemorações pelos 450 anos do Rio, a arquiteta Cassia Mota, registrou imagens de portas icônicas do bairro e criou o projeto “Portas de Copa”, que durante o mês de março, vai apresentar uma imagem por dia, no site http://www.portasdecopa.com.

“Portas de Copa” é um projeto cultural que pretende valorizar a beleza que o art-déco e as décadas de 30, 40 e 50 deixaram de herança para as portarias de Copacabana. A ideia de Cassia é homenagear a cidade do Rio de Janeiro de uma maneira diferente, com imagens que não estão nos cartões postais. “Minha intenção é revelar uma beleza bem cotidiana, que vemos no nosso dia-a-dia e não damos a devida atenção”, conta a arquiteta que sempre cultivou certa paixão por portas e janelas. “Na minha opinião, as portas de Copacabana têm uma simbologia ainda maior. Elas são testemunhas de um tempo em que o Rio era capital federal, em que morar em edifícios tinha um certo glamour, um tempo em que prestávamos mais atenção aos pequenos detalhes”, completa.

Para viabilizar a execução do projeto, Cássia recorreu à plataforma Benfeitoria, de crowdfunding (www.benfeitoria.com.br/portasdecopa). Os recursos captados são, em grande parte, revertidos para a confecção das recompensas. São quadros, ilustrações e até um projeto de uma exposição das imagens. Com a ajuda do financiamento coletivo, essas portas foram documentadas, inventariadas, vetorizadas e durante o mês de março de 2015 (mês do aniversário de 450 anos do Rio de Janeiro), será publicada uma ilustração a cada dia. Embora já tenha captado 100% da meta, continua aceitando colaborações para aumentar ainda mais as possibilidades do “Portas de Copa”.
Portas de Copa:
http://benfeitoria.com/portasdecopa
https://www.facebook.com/portasdecopa

http://www.portasdecopa.com

Oficina “Contando um lugar”, no MAC

De 3 a 5 de março (de terça-feira a quinta-feira), o MAC – Museu de Arte Contemporânea de Niterói e o Itaú Cultural realizam a oficina Contando um lugar (imagem, som, gesto, palavra e outras possibilidades de narrar o sensível). A atividade é ministrada pelos artistas visuais André Severo e Maria Helena Bernardes, selecionados nas edições anteriores do programa “Rumos Artes Visuais” e membros do Areal, um projeto em arte contemporânea brasileira. As aulas acontecem das 9h30 às 12h30 e das 14h às 17h, nos dias 3 e 4; e das 9h às 12h30, no dia 5. Ao todo, serão disponibilizadas 15 vagas. As inscrições devem ser feitas de 9 a 20 de fevereiro, pelo e-mail comunicacao@macdeniteroi.com ou pelo telefone (21) 2620-2530.

Em Contando um lugar, Severo e Maria Helena tratam de meios, fontes de referência artísticas, leituras. Outros assuntos a serem abordados são os modelos de compartilhamento em grupo de estratégias de construção poética associadas à narrativa textual, à performance oral, ao uso de imagens e à participação do gesto. Voltada para estudantes de artes, artistas em trajetória e interessados de modo geral, essas aulas têm, como base, experiências de criação a partir do encontro com um lugar, real ou ficcional. A dupla divide com os alunos, assim, o conhecimento adquirido em seus 14 anos de parceria desenvolvida no litoral gaúcho, no sul do Brasil.

Esta oficina abre a série de workshops Singularidades/Anotações que durante 2015 vai itinerar por 10 cidades do país – em locais sendo definidos –, ministradas por 11 artistas contemplados no “Rumos Artes Visuais”. O grupo foi selecionado por Aracy Amaral, Paulo Miyada e Regina Silveira – curadores desta série que dá continuidade ao objetivo da mostra Singularidades-Anotações/Rumos Artes Visuais 1998-2013, também curada por eles: apresentar ao público o legado deste que é o principal programa de fomento no Itaú Cultural nos últimos 16 anos. Realizada em 2014 no instituto em São Paulo, a exposição exibiu obras de outros 35 artistas de todas as regiões do país escolhidos pela curadoria entre os contemplados em todos os editais de Artes Visuais e Arte e Tecnologia do “Rumos”.

“Os artistas selecionados pela equipe curatorial para esta fase de Singularidades/Anotações têm suas trajetórias ligadas a práticas relacionadas à educação e à formação”, explica Sofia Fan, gerente do núcleo de Artes Visuais do Itaú Cultural. “Como a ideia é gerar trocas de experiências e referências, esta série pode resultar na aproximação destes artistas, que já passaram pelo “Rumos” com o público e produção local”, conclui.

Rumos Legado

Principal programa de apoio à produção cultural brasileira do Itaú Cultural e uma das plataformas mais longevas de incentivo do país, ao chegar à sua 16ª edição, em 2013, o “Rumos Itaú Cultural” passou por mudanças estruturais e de conceito, eliminando, entre outras modificações, a divisão de carteiras por áreas de expressão.

A iniciativa estimulou o instituto a buscar o que os contemplados até aquela edição produziram, com a proposta, segundo Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural, de lançar um olhar sobre estes 16 anos de trajetória do programa. Assim, ao longo de 2014, o instituto apresentou um recorte da produção realizada pelos artistas selecionados, em um total de 1.130 projetos em Artes Visuais, Arte e Tecnologia, Cinema e Vídeo, Dança, Educação, Jornalismo Cultural, Literatura, Música, Pesquisa Acadêmica e Teatro.

Na ocasião, a exposição Singularidades-Anotações/Rumos Artes Visuais 1998-2013 apresentou um recorte do legado de 16 anos dos editais “Rumos Artes Visuais” e “Rumos Arte Cibernética”, por meio de 60 obras de 35 artistas, de um total de 1.130 trabalhos. Neste ano, a série de workshops funciona como uma extensão desse trabalho, agora com o objetivo de fomentar o debate e a formação sobre a produção recente de arte contemporânea.

Perfil dos palestrantes

André Severo nasceu em 1974, e vive e trabalha em Porto Alegre. Mestre em poéticas visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, iniciou, em 2000, ao lado de Maria Helena Bernardes, as atividades de Areal, projeto que se define como uma ação de arte contemporânea deslocada que aposta em situações transitórias capazes de desvincular a ocorrência do pensamento contemporâneo dos grandes centros urbanos e de suas instituições culturais. Em 2004 publicou Consciência errante, quinto volume da série Documento Areal.

Em 2007 elaborou, com Cláudia Vieira, Grady Gerbracht e Paula Krause, o projeto Lomba Alta, um programa de residência que se utilizava do espaço físico de uma fazenda, em atividade no Rio Grande do Sul e para oferecer o espaço e os meios para a realização de investigações artísticas que colocassem em foco a experiência do fazer criativo e reflexivo compartilhado. Em 2008 inaugurou, com Marcelo Coutinho, o projeto Dois vazios, buscando alcançar o encontro de duas linguagens artísticas (cinema e artes plásticas), e o embate entre os pampas do Sul e o sertão do Nordeste. Em 2009 publicou Histórias de península e praia grande/Arranco, com Maria Helena Bernardes – trabalho que reúne, em livro, histórias orais colhidas no Rio Grande do Sul, e, em um filme, traduz em imagem, tempo e símbolo a amplidão e o imaginário da região.

Em 2010 lançou Soma, experiência audiovisual que trata do encontro de indivíduos movidos pelo impulso da errância. Com Maria Helena, foi curador da mostra “Horizonte expandido”, proposta expositivo/reflexiva que inaugurou um debate sobre a construção e afirmação de novas possibilidades de contato entre arte e público. Em 2012, convidado por Luis Pérez-Oramas, foi curador associado da XXX Bienal de São Paulo – A Iminência das Poéticas e publicou Deriva de sentidos – nono volume de Documento Areal e segunda parte da tetralogia Nômada. Em 2013, com Oramas, fez a co-curadoria da exposição Dentro/fora dentro da representação brasileira na 55ª Bienal de Veneza.

Maria Helena Bernardes nasceu em Porto Alegre (RS), em 1966. Graduou-se em desenho e gravura na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Leciona História e Teoria da Arte na Arena, associação dedicada à promoção de projetos independentes de artistas e à formação teórica em artes (Arena Cursos). Ao lado de André Severo, é coautora do Projeto Areal, por meio do qual publicou os livros: Vaga em Campo de Rejeito. (Documento Areal 02. São Paulo: Escrituras, 2003); História de Península e Praia Grande/Arranco (com André Severo, Documento Areal 07. Porto Alegre: Fundação Bienal do Mercosul, 2009). Dilúvio (com André Severo, Documento Areal 10. Belo Horizonte: Ja.Ca, 2010). A Estrada que não Sabe de Nada (com Ana Flávia Baldisserotto, Documento Areal 11.Rio de Janeiro: Confraria do Vento) e Ensaio (com André Severo, Documento Areal 12. São Paulo: Panorama da Arte Brasileira, 2011).

SERVIÇO

Workshop Itaú Cultural: Singularidades-Anotações
Contando um lugar (imagem, som, gesto, palavra e outras possibilidades de narrar o sensível)

Com André Severo e Maria Helena Bernardes (Projeto Areal)

De 3 a 5 de março de 2015
Dias 3 e 4 de março (terça-feira e quarta-feira), das 9h30 às 12h30/das 14h às 17h
Dia 5 de março (quinta-feira), das 9h30 às 12h30

Local: MAC – Museu de Arte Contemporânea de Niterói
Endereço: Mirante da Boa Viagem, s/nº – Boa Viagem, Niterói – RJ, 24210-390

Inscrições: de 9 a 20 de fevereiro
Tel.: (21) 2620-2530 / comunicacao@macdeniteroi.com

15 vagas

Pré-requisitos:  estudantes de artes, artistas visuais e pessoas com formação em outras áreas, desde que tenham interesse na experiência de contar um lugar e de construir uma narrativa em torno deste lugar eleito pela via poética.

Seleção: ordem de inscrição
Proposta:

– apresentação: objetivos, projetos, aspirações, dúvidas e experiências trazidas pelos participantes e ministrantes

– descoberta/mergulho/invenção de lugares: possibilidades poéticas de representação ou realização de um lugar nas artes visuais

– outros lugares/outras fontes: apresentação/discussão em torno de obras de artes visuais, cinema, literatura que narram ou constroem lugares na contemporaneidade

– confraternização e conversa sobre os experimentos e entendimentos vividos no workshop.

Itaú Cultural

Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô

Fones: 11. 2168-1776/1777 e atendimento@itaucultural.org.br

http://www.itaucultural.org.br ; http://www.twitter.com/itaucultural

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Assessoria de Imprensa : Conteúdo Comunicação

Fone: 11.5056-9800

Cristina R. Durán: cristina.duran@conteudonet.com

Karina Betencourt: karina.betencourt@conteudonet.com

Carina Bordalo: carina.bordalo@conteudonet.com

Roberta Montanari: roberta.montanari@conteudonet.com

No Itaú Cultural:

Fone: 11.2168-1950

Larissa Correa: larissa.correa@mailer.com.br

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http://www.facebook.com/agenciaconteudo

Inscrições:

Local: MAC de Niterói
Inscrições: de 9 a 20 de fevereiro de 2015
Inscrições pelo e-mail comunicação@macniteroi.com.br ou pelo telefone 2620-2530
Vagas limitadas: 15
Início do Workshop e horários: de 3 a 5 de março (de terça a quinta). Dias 3 e 4 – aulas das 9h30 às 12h30, e das 14h às 17h/ dia  5 – das 9h às 12h30

Exposição “As Cores do Rio”, na Galeria Homegrown

A primeira exposição do ano na Galeria Homegrown transforma temáticas simples, urbanas e soltas em fotografias de arte, que documentam a ocupação e a transformação de espaços urbanos naturalmente em constante mutação pelo uso criativo e ousados de skatistas. Ronaldo Land, videomaker e fotógrafo trás para dentro da Galeria sua visão desse caos organizado e emaranhado que é a cidade e seus ocupantes naturais.

Sobre o trabalho específico para essa exposição, Ronaldo Land, vulgo ‘Jesus’, o próprio também um skatista, diz:”Eu tento mostrar o dia a dia do skate nos grandes centros urbanos de uma maneira a integrar o skate, a atmosfera urbana e a rotina de cidade, sem esquecer da Luz, que dentro de cada foto acaba tendo um peso muito, muito grande, sendo quase um dos personagens da foto” explica”. A rua, um espaço de convivência democrática em constante transformação, não é usado pelo skatista como local de passagem, o simples ‘ir e vir’. Ele é o próprio agente transformador desse ambiente e a natural evolução técnica, consequente das repetições das manobras é o foco das lentes de Ronald Land: capturar essa energia vigorosa e criativa, muitas vezes absurda e transformar em um momento congelado no tempo e espaço. Sua maior influência fotográfica é o Expressionismo Alemão e o Cinema Noir.

A curadoria que fez para a exposição “Contrastes Urbanos” que aconteceu no Arte Core deste ano impressionou muita gente, pelos ângulos, pela, luz, contrastes e os momentos congelados que desafiam a física. Nesta expo na Galeria Homegrown, pela primeira vez mostrará fotos coloridas clicadas em Câmeras Fotográficas digital e analógicas, de tamanho que variam entre mínimo 60×40 e máximo 100×60.

Serviço:
As cores do Rio
Data abertura: 15 de janeiro (quinta), das 18h às 22h
Período de exposição: 15/01 a 29/01
Horário de visitação: segunda a sexta das 10h às 20h, sábado das 12h às 18h
Endereço: Rua Maria Quitéria, 68 – Ipanema – RJ
Telefone: (21) 2513 2160
Entrada Gratuita/ Classificação livre

Exposição “Asas a Raízes”, na CAIXA Cultural do Rio de Janeiro

“A CAIXA Cultural do Rio de Janeiro apresenta, de 18 de janeiro a 15 de março de 2015, a exposição Asas a Raízes, com 15 obras de dez artistas brasileiros de relevância no cenário das artes visuais. São eles: Christus Nóbrega, Gê Orthof, José Patrício, José Rufino, Leila Danziger, Monica Mansur, Neno del Castillo, Rosana Ricalde, Xico Chaves e Zalinda Cartaxo.

Com curadoria da carioca Sonia Salcedo del Castillo, a exposição reúne pinturas, objetos, desenhos, fotografias, esculturas e instalações. A maioria das obras foi realizada especialmente para a mostra na CAIXA Cultural e coloca em pauta os limites do diálogo entre trabalhos distintos. “O público irá conhecer um pouco mais sobre estes artistas e perceber que entre suas diferenças e frestas, a curadoria pretende sublinhar a existência de um espaço de exposição, situado na fronteira entre o vivido e o imaginado. É importante ter raízes, mas não menos possuir asas”, resume a curadora.

Entre os trabalhos realizados especialmente para a exposição estão a obra de Gê Orthof mar ! armar, a foto-instalação de Zalinda Cartaxo, a instalação de Neno Del Castillo e a ambientação de Leila Danziger.

Alguns artistas criarão seu trabalho no local, como a instalação com folhas secas proposta por Christus Nóbrega para a escada do foyer, e a de camuflagens de uma das colunas estruturais do prédio, projetada por José Patrício, com o uso de adesivos que compõem jogos de memória.

A exposição será aberta para convidados no dia 17 de janeiro (sábado), às 17h30, com a presença dos artistas e da curadora.

Artistas:

Christus Nóbrega – Nascido em João Pessoa (PB), é formado em Desenho Industrial pela Universidade Federal da Paraíba e Mestre em Artes pela Universidade de Brasília. Coordenador pedagógico do curso de licenciatura em Artes Visuais da UnB/UAB, Christus Nóbrega aborda em suas obras questões do corpo, das redes sociais, da identidade, da memória e sua relação com as novas tecnologias. Possui obras em coleções públicas e privadas, no Brasil e no exterior.

Gê Orthof – Artista e professor da Universidade de Brasília, nasceu em Petrópolis (RJ). Fez Pós-Doutorado em Boston. Foi selecionado para o Prêmio PIPA 2010. Principais exposições: Centro de Arte Moderna, em Madri; Museu de Arte Moderna (RJ); Galeria Gentil Carioca (RJ); Museu de Arte Contemporânea (SP); Paradigmas Arte Contemporânea, de Barcelona, entre outras.

José Patrício – Artista plástico pernambucano, José Patrício é graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pernambuco. Em 1983, realizou sua primeira exposição individual na Oficina Guaianases de Gravura, em Olinda (PE), onde foi diretor artístico, entre 1986 e 1987. Fez estágio no Atelier de Restauration d’Art Graphique, em Paris (França), de 1994 a 1995. Participou da 22ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1994, e, a partir de 1999, passa a utilizar, como elemento principal de suas obras, peças de dominó agrupadas, com as quais faz mosaicos.

José Rufino – Vive e trabalha em João Pessoa (PB). Desenvolveu sua jornada artística passando da poesia para a poesia-visual e, em seguida, para a arte-postal e desenhos, nos anos 1980. Filho de ativistas políticos presos durante o regime militar brasileiro, nos anos 1960, o artista é também conhecido pelos seus trabalhos de caráter político.

Leila Dazinger – Artista, pesquisadora e professora do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Nasceu no Rio de Janeiro, sua obra transita pela literatura e pela mídia. Participou de exposições no Rio de Janeiro, São Paulo, Berlim, entre outras.

Monica Mansur – Carioca, fez Pós-Graduação em Artes Visuais, na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. A artista é uma veterana com mais de vinte anos de carreira com grande número de exposições.

Neno del Castillo – Artista, arte educador, com Licenciatura Plena em Educação Artística pelas Faculdades Integradas Bennett (RJ), doutorando em Processos Artísticos Contemporâneos (UERJ), curador e produtor cultural da Funarte, instituição onde trabalha desde 1989, respondendo pelo setor de Artes Plásticas de 1992 a 2001.Desde 2003, coordenou o Programa de Artes Visuais no Museu Imperial de Petrópolis. Como artista, desde os anos 1980, participa de exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior.

Rosana Ricalde – Nascida em Niterói, formada pela EBA/RJ, é uma artista que trabalha no Rio de Janeiro e em Rio das Ostras (RJ) onde reside. Suas principais exposições individuais foram realizadas no Rio de Janeiro, Madri, Oslo, Miami, Lisboa, São Paulo e Havana. Possui trabalhos que fazem parte da coleção Gilberto Chateaubriand – MAM e participou de projetos de residências artísticas em São Tomé e Príncipe (2008), Ilha de Susak, Croácia (2008) e em Rotterdam, Holanda (2005).

Xico Chaves – Francisco de Assis Chaves Bastos nasceu em Tiros (MG). Artista plástico, poeta, letrista, participou da chamada Geração Mimeógrafo, no Rio de Janeiro. Obras poéticas editadas: Pássaro Verde (1967, mimeografada), Consumo 44 (1970, em computador), Pipa (1976), Purpurina (1977), entre outras.

Zalinda Cartaxo – Artista visual e professora adjunta na UNIRIO. Realizou Pós-Doutorado na Universidade do Porto, Portugal. É Doutora em Artes pela USP e em Artes Visuais pela UFRJ. Mestre em História e Crítica da Arte (UFRJ). Participou de exposições individuais e coletivas como Sem título, na Pequena Galeria do Centro Cultural Cândido Mendes (RJ), em 1999, entre outras. É autora do livro Pintura em Distensão.

Curadoria:

Sonia Salcedo del Castillo é arquiteta, cenógrafa, artista curadora. Pesquisadora e docente, é doutora em Artes visuais (EBA/UFRJ) e autora de livros e textos diversos. Como curadora independente e da Funarte, realiza exposições no Brasil e no exterior. Foi premiada pela União Internacional dos Arquitetos e tem experiencia profissional em teatro, televisão e carnaval.

Serviço:
Exposição Asas a Raízes
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 1
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Abertura: 17 de janeiro de 2015 (sábado), às 17h30
Visitação: 18 de janeiro a 15 de março de 2015 (terça-feira a domingo)
Horário: 10h às 21h
Classificação indicativa: Livre
Entrada Franca
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal.