Exposição Virtual “Coletiva EIXO 2020”

A EIXO Arte Contemporânea, há cinco anos abre uma convocatória que abrange o território nacional e internacional, culminando em uma mostra virtual.

Projetado exclusivamente para abrigar os trabalhos de arte contemporânea, a exposição, traz novos e reconhecidos artistas no meio das artes visuais, respeitando sua linguagem, materiais e suporte individuais garantindo a riqueza e a diversidade da mostra. O acervo do evento é  constituído de obras bi e tridimensionais.

As salas da coletiva são projetadas em 3D e aproximam o visitante, colecionador e apreciador com a arte em qualquer lugar do mundo.

Apresentamos os  artistas: 

Aldene Rocha, André Mussi, Aurora Bernardo, Carla Crocchi, Carolina Kasting, Claudia Laux, Claudio Partes, Damih Marques, Daniela Marton, Daniela Vignoli, Dolly Michailovska, Dulce Lysyj, Elaine Pauvolid, Elisa Latgé, Fabi, Flávia Baxhix, Francesca Falli, Gloria Conforto, Henrique de Souza Miranda, Katia dos Santos, KRISGRAF, Laura M. Mattos, Leila Bokel, Lenora Rosenfield, Luiz A. G. Diniz, Luiz Eugênio Martins, Maria Dundakova, Maria Francisca, Meire Martins, Miguel Barros, Nina de Souza-Lima, Odette Boudet, Patrícia Freire, Paulo Robalo, Rafael Baron, Regina Moura, RHAY, Ricardo Fasanello, Ricardo Larangeira, Rosa Grizzo, Rose Aguiar, Sandra Lapage + Carlos Pileggi (Eclusa), Silvia Neves, Stella Margarita, Sylvana Lobo, Talita Tunala, Vania Camara, Vera Pamplona e Vivien Zanlorenzi.

SOBRE A EIXO

A EIXO Arte é um espaço virtual que trabalha produzindo exposições através de recursos 3D e multimídia. O seu diferencial e possibilitar ao artista ter um espaço de exposição que permita ao visitante vivenciar e interagir a qualquer hora e lugar com os trabalhos expostos. Foi criada com o objetivo de proporcionar a aproximação das pessoas com a arte contemporânea. Como o próprio nome sugere, faz um eixo entre novos artistas e curadores, entre a obra e seu potencial colecionador/comprador e entre as cidades; tornando-se também um forte eixo de ligação junto à projetos sociais e culturais.

Sendo assim, temos o prazer de convidá-los a navegar pelos nossos produtos e serviços! 

Lançamento: 28 de março

Local: www.eixoarte.com

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Organização: EIXO Arte Contemporânea

Parceria: Galeria Reserva Cultural e Vilmar Madruga

Direção Geral: Sara Figueiredo.

Dúnia Quiroga em exposição inédita na La Cucaracha

A La Cucaracha recebe de quarta a domingo (de 11 a 15 de março) a exposição da artista visual Dúnia Quiroga. Vivendo entre Rio, São Paulo e Manaus, ela apresenta 13 obras inéditas, produzidas entre 2019 e 2020, entre elas quatro pinturas em tela e duas séries de esculturas feitas com lixo eletrônico e brinquedos antigos. A abertura a exposição será na quarta-feira (11 de março), às 19h, com a presença da artista.

Dúnia passeia pelo desenho, pintura, quadrinhos, colagens e mais recentemente pela modelagem de bonequinhos e pelas esculturas com lixo eletrônico. Seu estilo é diretamente marcado pela poluição visual caótica e inspiradora das ruas, como a pixação, grafite, lixo, ferrugem e pessoas. Além das ruas, a música (principalmente o dub) é sua outra grande inspiração.

“Conheci o trabalho da Dúnia através dos quadrinhos. Por algum tempo, ela foi a única mulher no time de colaboradores da revista Tarja Preta. Em 2006, fizemos o lançamento do seu livrinho de ilustrações “Terríveis Desenhinhos”, com personagens robóticos disformes e caóticos, mas não por isso menos fofos, lembra Matias Maxx, proprietário da La Cucaracha. “Em 2011, ela começou a modelar personagens e mais recentemente começou a reproduzi-los utilizando fitas cassetes, memórias de computador, outros lixos eletrônicos e brinquedos antigos que ela acha na rua ou comprava nos famosos ‘shopping chão’”, conta.

A La Cucaracha é um espaço dedicado a cultura canábica e arte urbana. Em quase 14 anos de atividade, realizou diversas expos de artistas locais e internacionais como Tara McPherson, Estevan Oriol, Fernando de La Rocque, Ment, Acme, Panmela Castro e muitos outros. A primeira exposição individual da La Cucaracha foi justamente de Dúnia Quiroga, em 2006. A artista também expôs no local em 2011.

Exposição de Dúnia Quiroga

Datas: de 11 a 15 de março. Abertura: 11 de março, das 19h às 23.

Visitação: das 12h às 20h. Classificação etária: livre. Entrada franca.

Local: La Cucaracha – Rua Teixeira de Melo 31 H, Ipanema.

 

Evento no FaceBook: www.facebook.com/events/1038567363193183

Instagram: @quirogadunia @lacucaracharj

CCJF – Programação de 10 a 15 de março

Especial
III Seminário Mulher, Poder e Democracia
O Centro Cultural Justiça Federal realiza a terceira edição do evento MULHER, PODER E DEMOCRACIA, com ênfase nas metas 5.2 e 5.5 da Agenda 2030 da ONU para o Desenvolvimento Sustentável, que tratam de temas como a violência contra a mulher e a participação das mulheres nos âmbitos político, econômico e social.

Além de mesas-redondas e de comunicações coordenadas, as participantes terão acesso a exposições, apresentações poéticas, leituras abertas de dramaturgia, rodas de conversa, concerto de piano e voz, exibição da mostra Heroínas no cinema, entre outras atividades culturais realizadas por mulheres.

10, 11, 12, 13 de março
Evento: http://bit.ly/2SnJLhs

Exposições
Rio Branco, 241 – Justiça e Cultura / histórica

A exposição bilíngue faz uma retrospectiva da ocupação do prédio histórico do STF, dando destaque à trajetória da 1ª Instância da Justiça Federal no Rio de Janeiro. Narra, em seus painéis, desde a criação da Justiça Federal de 1ª e 2ª Instância até as obras de restauração e criação do Centro Cultural Justiça Federal, passando por fatos marcantes da trajetória da Justiça Federal neste prédio.

 

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 

Educativo

 

Da Justiça à Arte / visita orientada
A visita conta a história do prédio até os dias atuais. De estilo eclético, é um dos poucos remanescentes da reformulação da cidade do Rio de Janeiro, ocorrida no início do Século XX.

Agendamento pelos telefones: 3261-2552/3261-2567 ou pelo e-mail atividadeseducativas.ccjf@trf2.jus.br


Terça a sexta 

13h às 17h
Entrada franca

“Realidade Simulada” no Centro Cultural Correios

As figuras expressivas e vibrantes de Lair Uaracy vão encher de cor a Sala Proa, do Centro Cultural Correios, a partir de 18 de março. É a exposição Realidade Simulada, que apresenta alguns dos mais recentes trabalhos do artista plástico: retratos feitos em tinta acrílica sobre tela de diferentes formatos e dimensões. Com curadoria de Carlos Bertão e design expográfico de Alê Teixeira, a mostra reúne cerca de 20 obras que têm como principal característica pinceladas espessas e marcantes.

– Conheci o Lair numa exposição coletiva na Úmida Galeria. Sua obra me chamou atenção imediatamente. Meu lado colecionador logo disse: “compra”. E o curador: “expõe”. Fiz ambos. E o resultado é a exposição Realidade Simulada – conta o curador Carlos Bertão, que se impressionou especialmente com a forma franca, sem ser pretensiosa, com que Lair retrata seus personagens.

De fato, as obras do artista revelam figuras densas, ainda que um tanto distorcidas, por vezes andrógenas, mas sempre com cores vibrantes e muita força.

– Qualquer pessoa faz com o celular fotos realistas. Os meus quadros são meio estranhos porque crio retratos de personagens nada realistas. A maioria tem traços de pessoas que fazem parte da minha vida. Mas a partir daí, crio outros personagens, montando quase um Frankenstein (risos). E o engraçado é que muita gente acaba se identificando de alguma forma – diverte-se Lair.

Uma das figuras mais recorrentes, como inspiração para esses personagens, é o pai de Lair, que morreu em 2017 – mesmo ano em que o então advogado resolveu largar a promissora carreira, num grande

escritório, para se dedicar exclusivamente às artes, uma paixão que cultivava desde menino.

O primeiro passo foi o de muitos artistas cariocas: a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, onde foi aluno de João Magalhães e Bob N, que se tornaria seu mentor. Foi Bob quem primeiro indicou Lair para a École Nationale Superieure des Beaux Arts de Paris, uma das mais prestigiadas do mundo. Lá, o artista fez sua primeira residência fora do país, no ateliê de Jean Michel Alberola, apenas dois anos depois de iniciar seu caminho pelo mundo das artes e em sua primeira participação na difícil seleção que inclui talentos de todo o mundo. O intercâmbio parisiense durou seis meses, entre julho de 2019 e janeiro de 2020 – período em que Lair era o único brasileiro por lá -, e levou ainda a uma segunda residência internacional, dessa vez na Galeria Casa70 Lisboa, em Portugal. Outro fruto imediato foi a seleção para criar o rótulo de um vinho comemorativo (e produzido em edição limitadíssima exclusivamente para ser presenteado) da tradicional Quinta do Javali, que completa 300 anos em 2020.

– Essa vivência foi muito importante. Além de todo o aprendizado e das referências de História da Arte, que eu não tinha já que sempre fui muito intuitivo, foi uma experiência que mudou minha cabeça. Foi muito impressionante ver como o artista é respeitado na França, como a visão de cultura é tão diferente da que temos aqui – conta.

A carreira intensa desse jovem artista de 40 anos, que nasceu em Belém mas sempre viveu no Rio, inclui ainda a realização de mostras individuais em galerias e a participação em diversas coletivas como a tradicional Abre Alas da moderninha A Gentil Carioca. Lair foi um dos participantes da mostra de 2019 com cinco de suas obras.

A exposição “Realidade Simulada” é a primeira do artista em um Centro Cultural e fica em cartaz até o dia 3 de maio.

Informações para a imprensa:

(21) 2512-3636 / angelafalcao@angelafalcao.com.br

Angela Falcão – (21) 98112-3636

Serviço:

 

Exposição: “Realidade Simulada”

Abertura: 18 de março de 2020, às 19h

Visitação: de 19 de março a 03 de maio de 2020

Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.

Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro

Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro, Rio de Janeiro.

Tel.: 2253-1580 (recepção)

Pietrina Checcacci – 60 anos de Arte

Completando 60 anos de carreira em plena atividade, a artista plástica Pietrina Checcacci, a convite de Carlos Bertão, ganha uma exposição à altura do seu talento e importância. Em “Pietrina Checcacci – 60 anos de Arte”, que abre no do dia 18 de março, no Centro Cultural Correios, serão apresentadas cerca de 100 obras entre pinturas, desenhos, esculturas, aquarelas e serigrafias que traçam um panorama da longa carreira da artista ítalo-brasileira, além de trabalhos inéditos feitos especialmente para a exposição.

 

Com curadoria de Carlos Bertão e design expográfico de Alê Teixeira, a mostra faz um passeio, em ordem cronológica, por diversas fases de criação da artista plástica e as muitas interseções entre elas, com temas que ressurgem de tempos em tempos, sempre com um novo olhar. Com destaque para o corpo humano, sempre presente, das mais variadas formas.

 

– Acho que a exposição vai ser uma surpresa até para mim porque vou rever 60 anos de trabalho de uma forma que nunca vi. Ao longo desse tempo, foram mais de 20 fases. E a cada fase, fim e recomeço mantêm uma mesma base, raiz e coerência de pensamento. Novo tema, nova proposta, novo enfoque, nova técnica, mas sempre a continuação do passo a passo criativo. Renovações que não impedem que após terminada, uma fase reapareça em nova forma e outras soluções complementares – conta Pietrina.

 

Um exemplo é a série “Povo Brasileiro”. Sua primeira versão, nos idos dos anos 1970, tinha um certo ar naïve e retratava operários, trabalhadores, políticos, jovens, fumantes e censores. Já sua versão 2020 surge com cores mais vibrantes e ainda mais politizada em sinergia com um povo que é mais consciente, informado e superconectado. O resultado são pinturas que retratam personagens como um Clóvis repleto de celulares, políticos (Moro e Bolsonaro, entre eles) e até a menina Ágatha (morta por PMs no Complexo do Alemão). Suportes e materiais também se modernizaram. Se há 50 anos, as pinturas encantavam em estandartes feitos de cânhamo, agora, elas estão em telas sem chassi que ganharam um suporte especial para simplesmente flutuar na parede.

 

Diversidade de materiais e técnicas, aliás, não são nenhuma novidade para Pietrina que sempre fez questão de manter uma criação muito variada. Reflexo direto de sua formação na Escola Nacional de Belas Artes, onde teve como contemporâneos grandes nomes como Carlos Vergara, Roberto Magalhães, Solange Escotegui, Anna Maria Maiolino, Antonio Dias, Rubens Gerchman, Paiva Brasil e Ivan Freitas.

 

– Era uma patota que discutia e debatia artes, costumes, ética e estética. Divagávamos tardes inteiras no diretório da escola. Foi na ENBA que aprendi a trabalhar com todo tipo de material e técnica. Isto me proporciona uma liberdade criativa imensa – destaca a artista.

 

E o resultado poderá ser visto na exposição. Montada em duas salas do terceiro andar do Centro Cultural Correios, que somam cerca de 500 metros quadrados, a mostra apresenta, em ordem cronológica, trabalhos de todas as seis décadas de arte de Pietrina, desde 1960 até 2020.

 

– Essa exposição é, na verdade, uma oportuna e merecida homenagem a uma grande artista plástica. Quem ainda não conhece o trabalho de Pietrina, poderá se deleitar ao vê-la pela primeira vez de forma completa, conhecendo todo o seu trabalho desde o início dos anos 1960 até hoje – avalia Carlos Bertão, curador e produtor da mostra.

 

O público certamente perceberá que apesar das muitas mudanças, um tema é recorrente: o corpo humano. Ele está sempre presente. Seja nas suas famosas esculturas, seja nas pinturas. Por vezes descontruído, por vezes visto através de uma lente grande angular. Ora apresentado como terra, montanha ou paisagem. Ora representado como um botão de rosa ou um asteroide.

 

– Todo o meu trabalho gira em torno do ser humano, da terra, do universo, da vida e da morte. Mas o homem é minha maior referência, a forma como vemos o mundo. Por isso, o corpo humano aparece em tantas fases – explica Pietrina.

 

Outro destaque da exposição é a apresentação, em vitrines, de quatro selos desenhados pela artista, a convite dos Correios, entre 1978 e 1984.

 

Dois deles chegaram a ganhar prêmios mundiais – que também estarão expostos.

A exposição “60 Anos de Arte” fica em cartaz no Centro Cultural Correios até o dia 3 de maio.

 

Sobre a artista

“Racionalmente italiana, emocionalmente brasileira”. É como Pietrina Checcacci, nascida em Taranto, na Itália, em 1941, gosta de se definir. Cidadã honorária carioca, chegou na cidade aos 13 anos, quando deixou com os pais a Europa do pós-guerra. E logo começou a se dedicar às artes e à literatura. “Desde os 5 anos, sabia que seria artista”, conta, lembrando a menina que na adolescência devorava dois a três livros por semana, sempre emprestados de bibliotecas públicas em Copacabana, onde morava com a família. Ilustrações suas feitas sobre a obra Dom Casmurro estão até hoje no Colégio Amaro Cavalcanti, onde estudou. Os estudos formais nas artes começaram em 1958, quando ingressou na Escola Nacional de Belas Artes. Ali, foi premiada duas vezes com medalha de ouro. Desde então, participou de inúmeras mostras internacionais e coletivas no Brasil, Itália, Portugal, Espanha, Estados Unidos e países latino-americanos. Entre as incontáveis exposições individuais destacam-se as realizadas na Galeria Documenta e Skultura Galeria de Arte, em São Paulo, AM Niemeyer, Galeria Gravura Brasileira, Museu Nacional de Belas Artes, além dos principais museus e galerias das capitais brasileiras. Suas obras estão nos acervos de museus e galerias de arte do Brasil e integram importantes coleções nacionais e internacionais. Entre suas premiações, destacam-se o “Prêmio de Viagem ao Estrangeiro”, do Salão Nacional de Arte Moderna (1974); a inclusão nos “Destaques da Pintura Brasileira da Década de 70”, pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1980) e ainda o “Prêmio São Gabriel” (1977) e “Rosa de Prata” (1982), na Itália.

 

Informações para a imprensa:

(21) 2512-3636 / angelafalcao@angelafalcao.com.br

Angela Falcão – (21) 98112-3636

Serviço:

 

Exposição: “Pietrina Checcacci – 60 anos de Arte”

Abertura: 18 de março de 2020, às 19h

Visitação: de 19 de março a 03 de maio de 2020

Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.

Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro

Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro, Rio de Janeiro.

Tel.: 2253-1580 (recepção)

Exposição “Prelúdio” no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro

Minha técnica, a qual intitulei “Circunscritos”, visa reavivar algo que com o tempo e a própria familiaridade se desgasta – A relação com o Belo.  A convivência com algo e a intimidade daí advinda, nos torna gradualmente insensíveis  virtualmente ao que nos cerca e ao que nos foi, uma vez, motivo de afeto.

Minhas pinturas são compostas pela junção de círculos pintados à mão livre, que evocam o próprio moto-perpétuo de nossas memórias e relações.  A partir desses círculos e de conjugações cromáticas e tonais, desconstruo e reconstruo imagens do meu imaginário, diluindo-as como em memórias, buscando a harmonia e a beleza para que sejam disponibilizadas ao observador de uma forma diferenciada.

Rachel Roscoe

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Rachel Roscoe nasceu em Belo Horizonte, MG em 1976. Graduou-se em Belas Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais no ano de 2002. Nos anos 2000 criou a técnica “Circunscritos” e vem se dedicando desde então ao desenvolvimento e possibilidades da mesma.

            Dona de uma pintura peculiar, permeada por uma busca incessante pelo Belo, sua obra reflete uma íntima investigação em vários aspectos da existência da própria artista. Instigada pelo objetivo de encontrar a harmonia e o Belo através de uma poesia própria, ela propõe uma complexidade na construção da imagem utilizando conjuntos de uma forma única, o círculo, que acaba por gerar intenso movimento ao se olhar. Soma-se, ainda, conjugações cromáticas fortes que tornam a tela vibrante. Seu desafio é, portanto, ter que lidar com essa complexidade proposta, para se chegar ao seu objetivo, ou seja, o de fazer com que razão e sensibilidade se igualem em forças para que surja o Belo.

Sua técnica nos convida ao surpreendente, não nos impondo a imagem, mas nos conduzindo a descobri-la.  Ela nos leva ao prazer estético através da tessitura do único, em que participamos da existência de cada obra, em que razão e sensibilidade, agora em plena harmonia, nos impele a externar, como seres de linguagem, o termo Belo.

Edson Siquara, Mestre em Filosofia da Arte e Estética.

Serviço:

 

Exposição: “Prelúdio”

Abertura: 18 de março de 2020, às 19h

Visitação: de 19 de março a 03 de maio de 2020

Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.

Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro

Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro, Rio de Janeiro.

Tel.: 2253-1580 (recepção)

Exposição “Silêncio” de Sonia Guggisberg no Centro Universitário MariAntonia

A exposição individual ”Silêncio” traz uma série de fotografias impressas em tecido transparente montando uma grande instalação. A Instalação Vista para o Mar e o vídeo Travessia somado a registros sonoros captados durantes suas viagens na Grécia, Malta e Lampedusa, ocupam todo o espaço expositivo. A exposição busca linguagens que interroguem a presença do silêncio a respeito do gigante deslocamento humano contemporâneo.

 

Silêncio

Sonia Guggisberg pensa seus processos de criação instaurando em suas obras procedimentos cada vez mais políticos. O que passa a dar sentido a essas experiências é o processo de testemunhar vidas anônimas, mergulhar nos seus movimentos, dissolver  alteridades e explicitar um certo modo de percebê-las a partir de imagens e sonoridades.

Trata-se de um silencio que transforma a realidade em lacuna e apresenta seu testemunho em um discurso audiovisual e sonoro.

 

Christine Greiner

Exposição ”Silêncio” de Sonia Guggisberg. MariAntonia 2020.

A exposição ”Silêncio”, da artista suíço-brasileira Sonia Guggisberg, ocupa uma das salas do primeiro andar do Centro Universitário MariAntonia e permanecerá até o dia 24  de agosto.

www.soniaguggisberg.com

 

Abertura dia 22 de abril as 19:00 h

Exposição de 23 de abril à 23 de agosto de 2020

 

Visitação de terça a domingo e feriados

Das 10 ás 18h

R. Maria Antônia, 258/294 – Vila Buarque, São Paulo – SP, 01222-010

Phone: (11) 3123-5202

http://www.mariantonia.prceu.usp.br/