CCJF – Programação de 10 a 15 de dezembro

Cinema

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema / cineclube

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema é um cineclube do CCJF e como o nome já diz contempla filmes que marcaram a história do cinema, tornando-se um clássico ou por terem sido um grande sucesso de público. Intencionamos com isso incentivar e facilitar o hábito de ir ao cinema bem como o acesso do público aos títulos disponíveis em nossa Biblioteca.

 

Filmes: Coleção Salete Maccaloz/ccjf

Programação: www.ccjf.trf2.jus.br


Dias 04, 11 e 18

Quartas

16h

 

Dia 06 e 07

Sexta e Sábado

18h

 

Entrada franca

Senhas uma hora antes

Cinema

Exposições

Vozes / instalação sonora

Os visitantes são convidados a sentar e ouvir relatos que formam uma rede de vozes construída a partir de três questões: O que é uma sociedade machista? Como o machismo afeta a sua individualidade? Como é ser escutada?  Os depoimentos apresentam diversos pontos de vista sobre a desigualdade de gênero, que se complementam e ecoam pautas do feminismo.

 

Até 15/12

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 


Campo dos Afonsos – 100 anos da instrução militar na aviação brasileira / histórica

A exposição apresenta um estudo com fontes primárias, relatórios, avisos ministeriais, boletins, fotografia, plantas e publicações impressas dos regulamentos e dos principais periódicos da época. Descreve, ainda, o contexto das questões importantes que definiram o Campo dos Afonsos como local para instalação do campo de aviação.

 

De 12/11 a 02/02

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 


Rio Branco, 241 – Justiça e Cultura / histórica

A exposição bilíngue faz uma retrospectiva da ocupação do prédio histórico do STF, dando destaque à trajetória da 1ª Instância da Justiça Federal no Rio de Janeiro. Narra, em seus painéis, desde a criação da Justiça Federal de 1ª e 2ª Instância até as obras de restauração e criação do Centro Cultural Justiça Federal, passando por fatos marcantes da trajetória da Justiça Federal neste prédio.

 

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 

Música

Banda Espelho D’Água / show
Em seu novo show Certas Canções, a bandafaz um passeio pela música brasileira, trazendo um repertório eclético e variado que inclui composições de Ari Barroso, Ismael Silva, Cartola, Johnny Alf, Tom Jobim, João Gilberto, entre outros, em arranjos inéditos.

 

Dia 10           

Terça

19h

R$ 40 e R$ 20 (meia)

90 minutos
Teatro


Série Associação Canto Coral / concerto

No dia 13 a ACC apresenta trechos do oratório O Messias, de Haendel. No dia 14, os Coros Oficina, Prelúdio, Tu Voz Mi Voz e Intercantus se reúnem para o Concerto de Natal, apresentando obras nacionais e internacionais de renomados compositores. No repertório temas natalinos como: “Então é Natal”, “Ó Noite Santa”, “Natal Branco”, “Um Feliz Natal”, “Noite Azul” e “We Wish You a Merry Christmas”, entre outros.

Convidados: Coros Oficina, Prelúdio, Tu Voz Mi Voz e Intercantus

 

Dias 13 e 14

Sexta e sábado

17h

R$ 30 e R$ 15 (meia)

120 minutos
Sala de Sessões

 

Série Prelúdio 21- Música do Presente / concerto

No último concerto da Temporada de 2019, apresentam o programa “Voz e violão”, com a participação do consagrado Duo Doriana Mendes e Marco Lima. Neste espetáculo, interpretam obras para soprano e violão dos compositores do Prelúdio 21, que é composto por Alexandre Schubert, Caio Senna, J. Orlando Alves, Marcos Lucas, Neder Nassaro e Pauxy Gentil-Nunes.

 

Dia 14           

Sábado

15h

Entrada Franca

Senha uma hora antes

60 minutos
Teatro


Teatro

Ciclo de Leituras Ricardo Torres / leitura dramatizada

Continuando a programação que teve início em novembro, o Ciclo de Leituras Ricardo Torres apresenta textos teatrais desse autor carioca, também diretor de “ LUIZ GAMA – Uma Voz pela Liberdade”, falando de temas contemporâneos e despertando reflexão, discussão e opinião.

 

Textos e Direção: Ricardo Torres

Produção: Olhos d’Água

 

Dias 06 e 13

Sextas

18h

Entrada Franca

Sala de Leitura do 2° andar

 


Em busca da expressividade: O teatro e a deficiência visual / oficina de teatro

A oficina visa mostrar o teatro como um meio facilitador na educação e atendimento da pessoa com deficiência visual, através de seus conteúdos estratégias e recursos específicos. Ao final, haverá a apresentação de uma cena do grupo Corpo Tátil, como exemplificação do trabalho.

Ministrantes: Marlíria Flávia Coelho da Cunha, Aline Lopes e Victor Meirelles

 

Dia 13

Sexta

De 15h às 19h

Entrada Franca

Teatro

Número de Vagas: 25

Carga Horária Total: 4 horas/aula

 


Educativo

 

Da Justiça à Arte / visita orientada
A visita conta a história do prédio até os dias atuais. De estilo eclético, é um dos poucos remanescentes da reformulação da cidade do Rio de Janeiro, ocorrida no início do Século XX.

Agendamento pelos telefones: 3261-2552/3261-2567 ou pelo e-mail atividadeseducativas.ccjf@trf2.jus.br


Terça a sexta 

13h às 17h
Entrada franca

Beth Bastos apresenta performance “O que vemos quando olhamos dança?”

O que vemos quando olhamos dança? é o questionamento proposto pela bailaria e coreógrafa mineira Beth Bastos na performance-observatório que acontece no dia 14 de dezembro, sábado, às 17 horas, no MAC – Museu de Arte Contemporânea de São Paulo. Beth Bastos e os bailarinos do Núcleo Pausa propõem ao público a experiência da  composição e do movimento com o foco no corpo e no espaço, ativando a percepção dos sentidos e da imaginação. “A performance-observatório oferece ao espectador a possibilidade de escolher como e de que lugar se quer olhar, ver e assistir”, comenta Bastos.

A programação no Mac inclui a exibição do filme “O que te move, o que vemos quando olhamos dança”,  com direção de Antonio Miano e Kiko Ferrite, às 15 horas. Trata-se de um documentário sobre a construção de 32 solos orientados por Beth Bastos durante o processo do projeto “O que vemos quando olhamos dança?”, contemplado pelo Fomento à Dança da Cidade de São Paulo. Às 16h30, o grupo Nébula propõe uma conversa esclarecedora sobre a filosofia de corpo da artista performer americana Lisa Nelson e suas partituras de percepção dos sentidos. Às 17 horas, entre a sala expositiva do museu e o jardim, acontecem as performances-observatório, com direção de Beth Bastos. Sete bailarinos e um pianista compõem partituras de movimento e pausa, convidando o público a registrar as imagens com fotos, vídeos, desenhos ou simplesmente com os olhos.

Este trabalho de improvisação e de composição em dança se alimenta das filosofias de corpo da bailarina americana Lisa Nelson (bailarina, performer, editora de revista em Nova York) e de Klauss Vianna (bailarino brasileiro, criador de um método de dança). Beth Bastos investe na desaceleração do espectador e do artista. A coreógrafa explica que “a proposta das performances-observatório é sintonizar a percepção e o instante para criar composições espontâneas e singulares, usando os sentidos do corpo como ferramentas de sobrevivência e de produção de imagens. O que pode uma pausa provocar? O que se imagina a partir de um corpo que pausa? Como essa imagem efêmera afeta o espaço?”

 

Beth Bastos

 

Bailarina, performer, improvisadora e professora de dança. Sua experiência passa pela formação em filosofias do corpo em Klauss Vianna (Brasil) e Lisa Nelson (USA).  Em sua pesquisa questiona o trânsito entre a contemporaneidade e a desaceleração, no tempo e no espaço, a composição de imagens, e a percepção dos sentidos e os sentidos da imaginação.

 

Serviço

 

O que vemos quando olhamos dança? – Dia 14 de dezembro – sábado, às 17 horas

Espaço expositivo do Mac (Museu de Arte Contemporânea de São Paulo).

Av. Pedro Álvares Cabral, 1301. Duração: 60 min. Grátis.

Visita guiada com o curador na exposição do americano Mac Adams na CAIXA Cultural Rio de Janeiro

No dia 5 de dezembro, quinta-feira, às 19h, vai ter visita guiada com o curador Luiz Gustavo Carvalho na exposição “Mens Rea: a cartografia do mistério”, de Mac Adams, um dos fundadores da Arte Narrativa (Narrative Art), em cartaz na Caixa Cultural Rio de Janeiro.

Sobre a exposição:

Inédita na capital carioca, a exposição apresenta ao público 15 dípticos fotográficos da icônica série “Mistérios” e uma seleção da série “Tragédias Pós Modernas”, desenvolvida pelo artista na década de 1980 como uma forma de reflexão sobre as políticas econômicas desenvolvidas por Margaret Thatcher e Ronald Reagan, no Reino Unido e nos Estados Unidos, respectivamente.

Provocando colisões híbridas entre tragédias sociais e utensílios de design, os objetos espelhados cromados fotografados por Mac Adams refletem nas suas superfícies situações violentas e inquietantes, que contradizem completamente as formas metálicas perfeitas. “Em uma época onde a palavra pós-verdade foi escolhida como uma das palavras que melhor representa a nossa sociedade, é impressionante ver a contemporaneidade desta série em diversas culturas”, comenta Luiz Gustavo Carvalho.

Com uma obra que encontra as suas raízes na rica tradição oral e escrita dos contos do País de Gales, nos romances de Arthur Conan Doyle e no cinema de Alfred Hitchcock e de noir, Mac Adams desenvolveu ao longo das últimas décadas um trabalho de importância singular em duas e três dimensões, explorando o potencial narrativo da fotografia e da instalação na composição e construção de cenas misteriosas que levam o público à fronteira das normas sociais.

Como um contador de histórias, ele utiliza fotografias e objetos, em uma estreita relação semiótica. A exposição Mens Rea: a cartografia do mistério apresenta ainda três esculturas do artista anglo-americano em torno da sombra. Este elemento, que vem fascinando a humanidade desde a Antiguidade, é abordado por Mac Adams, por meio de esculturas, nas quais estruturas abstratas projetam sombras figurativas. Estes trabalhos, onde a escultura se transforma em pintura e fotografia, influenciaram importantes artistas americanos tais como Tim Nobel e Sue Webster.

“Esta faceta do trabalho de Mac Adams é dotada de um humor singular. No entanto, em toda a sua obra, ele sempre nos obriga a interrogar a veracidade de elementos que transitam entre a realidade e a ficção”, ressalta o curador.

Na exposição, ainda haverá a instalação site specific Cartografia de um crime, criada especialmente para a mostra no Rio de Janeiro. Nesta instalação, o

artista reflete sobre a memória e o esquecimento, por meio de uma relação passional obsessiva. Para isso, Mac Adams constroi um diálogo entre suas imagens e fotografias provenientes do arquivo do Museu Nicéphore Niépce (França), um dos mais importantes da Europa.

Sobre o artista:

Nascido em Brynmawr (país de Gales, Reino Unido) em 1943, Mac Adams estudou na Escola de Arte e Design de Cardiff entre 1962 e 1967. Adams concluiu o seu mestrado em belas artes pela Universidade de Rutgers, onde estudou com o artista Bob Watts. Em 1969, integrou a primeira exposição de ‘Soft Art’ no New York State Museum, junto com Richard Serra, Richard Archwager, Keith Sonnier e John Chamberlain, entre outros. Em 1970, mudou-se para a cidade de Nova York onde vive e trabalha atualmente.

Foi um dos fundadores da Arte Narrativa, movimento artístico surgido nos Estados Unidos na década de 1970. Em 1974, sua primeira série, “Mistério”, foi exibida na lendária Galeria Green Street em Soho, N.Y. Adams foi associado a um grupo de artistas conceituais que usavam texto e fotografias fictícias. No entanto, ele se distancia destes artistas por decidir não utilizar a palavra e adota, ao contrário, uma abordagem mais semiótica para a narrativa, na qual a fotografia terá um papel fundamental.

Mac Adams realizou mais de 13 encomendas de arte pública em larga escala, entre as quais destaca-se o War Memorial Battery, em Nova York. Este foi o primeiro grande memorial dedicado à Guerra da Coreia nos Estados Unidos.

Vencedor de inúmeros prêmios pela sua obra, tais como o “Pollock/KrasnerFoundation Award”, em 2013 e o prêmio por pesquisa artística da Universidade de New York, em 2002, suas obras integram as coleções de fotografia do Victoria and Albert Museum (Londres), Museu de Arte Moderna do Centre Pompidou (Paris) e Museu de Arte Moderna (New York), entre outros. Exposições nos principais centros de arte contemporânea tais como o Museu de Arte Moderna de Luxemburgo (MUDAM), o Musée Nicéphore Niépce (Chalon-surSaône), Neue Galerie-Sammlung Ludwig (Aachen), Musée Jeu de Paume (Paris), MOCAK (Cracóvia) e MoMa (Nova York) registram a importância deste artista no cenário artístico contemporâneo.

Serviço:

Conversa aberta ao público na exposição “Mens Rea: a cartografia do mistério”

Data: 5 de dezembro (quinta-feira)

Horário: 19h

Entrada gratuita

Local: Galeria 4 – Caixa Cultural RJ Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Classificação indicativa: 12 anos

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: Caixa e Governo Federal

Jonas Bloch – ator e artista visual – abre a exposição “Persona”, na Sala José Cândido de Carvalho

Quando se ouve falar em Jonas Bloch, se pensa logo em televisão, teatro e cinema. Mas o que nem todo mundo sabe é que, além de ator, ele também é artista visual. O público vai poder conferir um pouco desta produção na mostra “Persona”, que abre, no dia 10 de dezembro, terça-feira, às 19h, na Sala José Candido de Carvalho, com curadoria de Desirée Monjardim.

Composta por cerca de 20 desenhos, a exposição representa a moderna vertente do surrealismo com técnicas que variam entre aquarela, nanquim, pastel e ecoline. São imagens instigantes de personagens e seus mundos. Uma viagem ao imaginário.

Sim. Jonas Bloch cursou Escola de Belas Artes, ainda na adolescência, e entrou também para o Teatro de Dulcina de Moraes. Estreou na antiga TV Tupi, e foi o início de sua longa carreira de ator, que teve uma trajetória tão rica, que virou a prioridade de sua expressão artística, mas nunca deixou de desenhar, esculpir e pintar, constantemente. Fez poucas exposições, e mesmo com a grande aceitação de seus trabalhos, a carreira de ator estava vibrante, com convites irrecusáveis, e o artista visual se beneficiou com isto, já que seu trabalho, fora das influências de mercado, ganhou mais liberdade. Jonas acha que a arte leva ao público um outro olhar. “As pessoas estão habituadas a ver tudo com um olhar utilitário, com objetivo de uso, é diferente ao olhar uma obra de arte, ela nos tira da rotina, nos transporta para outro universo, nos livra do olhar viciado, para desvendar algo novo, atiçando nosso imaginário, nosso inconsciente”, explica o artista.

Como sintetiza Isis Fernandes Braga – Dra. em Artes Visuais e 2ª. Vice-Presidente da ABCA (Associação Brasileira de Críticos de Arte): “quando artista plástico, Jonas deixa sua imaginação voar, seus sonhos se tornarem reais, representados de forma tátil, seja usando o grafite, o nanquim, a aquarela ou ecoline. E, quando escultor, usa materiais inusitados, em ‘assemblages’, desconstruindo e reconstruindo o seu sujeito. Ele é um representante da moderna vertente do surrealismo, movimento literário surgido na Europa, imaginado pelo poeta André Breton (1896-1966), autor do ‘manifesto surrealista’, em 1924, no qual defende um pensamento livre, baseado no inconsciente, e representando sonhos. Trata-se da tradução do onírico, do inusitado, do inconsciente, traduzidos em artes plásticas ou em poesias”.

Os últimos trabalhos de Jonas na TV Globo, as novelas ‘Novo Mundo’ e ‘Bom Sucesso’, além da mini-série ‘Se eu fechar os olhos agora’, tiveram uma preparação e ensaios tão estimulantes, que o inspiraram nesses desenhos agora apresentados. Ele tem convite para expor em Lisboa, em março de 2020, e pretende dar, daqui por diante, mais

espaço ao seu papel como artista plástico. “Nesses tempos difíceis em que vivemos, espero que essa exposição toque a sensibilidade das pessoas e seja um respirar no cotidiano de todos”, conclui.

Mais sobre Jonas Bloch:

Formado também em Artes Visuais e em vários cursos de Teatro, foi professor de interpretação em Universidades, é ator, diretor, autor. Durante mais de 55 anos, vem trabalhando em Cinema (quarenta filmes), Teatro (trinta e oito peças), Televisão (cinquenta e uma produções).

Em seu vasto currículo, há uma enorme variedade de experiências, que vão desde Shakespeare a comédias de costumes, de filmes ambiciosos a novelas leves e musicais.

Entre seus trabalhos de Teatro incluem-se: ‘Hamlet’, ‘Sonhos de uma noite de Verão’ (Shakespeare), ‘PeerGynt’(Ibsen), ‘Franck V’ (Durrematt), a participação na Mostra Internacional de Teatro de Montevidéu com ‘Besame Mucho’, Festival de Cabo Verde, Mindelact, em Portugal no Festival do Porto e de Vianna do Castelo com ‘Senhor das Flores’.

Atuou em filmes internacionais, como ‘Sigilo Absoluto’ (DiscretionAssured ), ao lado de Michael York; ‘Womanon top’; o italiano ‘O Traidor’ e ‘Butterfly’, além dos nacionais como ‘Caso Claudia’, ‘Avaeté’, ‘O homem da Capa Preta’, ‘O dia da caça’, ‘Amarelo’ (indicação para melhor ator), ‘Cabra Cega’ (prêmio Fiesp, de melhor coadjuvante), entre muitos outros.

Foi homenageado no 28º. Festival de Cinema de Recife, no Guarnicê, do Maranhão, e no de Canoa Quebrada, Prêmio Nelson Rodrigues, pela ANCEC, por sua trajetória.

Tem participado de novelas e mini- séries, como ‘Corpo Santo’, ‘Mulheres de areia’, ‘A Viagem’, ‘Bicho do Mato’, ‘Novo Mundo’, ‘Se eu fechar os olhos agora’, entre outras, além da mini série ¨Garret¨, da RTP , TV portuguesa.

Serviço:

Exposição “Persona”, de Jonas Bloch

Curadoria: Desirée Monjardim

Abertura: 10 de dezembro, terça-feira, às 19h

Visitação: de 11 de dezembro de 2019 a 9 de fevereiro de 2020, sempre de segunda a sexta, das 9h às 17h

Local: Sala José Candido de Carvalho

Endereço: Rua Presidente Pedreira, 98, Ingá, Niterói-RJ

Informações: (21) 2719-6939/2719=9900

Centro Cultural Light recebe exposição com desenhos e esculturas individuais de Ayla Tavares

A partir do dia 4 de dezembro até 8 de janeiro de 2020, os visitantes do Centro Cultural Light terão uma nova exposição gratuita para conhecer na Pequena Galeria do espaço. Sonantes é uma proposta individual da artista Ayla Tavares, estudante da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA/UFRJ), que tem como objetivo uma exposição que propõe uma escuta que dispensa o tato e o espaço em que se insere. Por meio de sua pesquisa, a artista convida em sua poética outras possibilidades de experiência sensória, questionando a lógica do arquivo e sua catalogação.

Por meio da escuta e do engajamento corporal, a série Sonantes (2018-2019), é possível a apreensão e compartilhamento de uma temporalidade dilatada, plasmada no barro e reverenciada na proposição que invoca a durabilidade da cerâmica, a materialidade tida como “eternas” pelos arqueólogos.

Conceito da exposição
Curadoria de Aldones Nino

Modelar a argila é um gesto arcaico, que evoca de maneira simbólica devaneios imemoriais. Modelar é ação dirigida à matéria e requer consciência do gesto, solicitando acúmulos, repetições, um acordo entre o barro e corpo.

Voltando ao grau zero do objeto para pensar os usos do corpo, seus gestos e suas significações, a artista Ayla Tavares passa a se interessar por objetos arqueológicos encontrados em diferentes fontes (arquivo virtual de museus e in loco). A partir da consonância de formas encontradas na pesquisa de objetos cerâmicos, peças-arquivo geram uma constelação de objetos “estranhamente familiares”, buscando tencionar novas relações e gestualidades, para além de sua catalogação científico-museológica

A série propõe uma escuta que dispensa o tato e o espaço em que se insere. O objeto em cerâmica não permite ser queimado de forma compactada, para sua criação é imprescindível que sua moldagem seja feita sempre em torno de um vazio (sem esse oco a peça explodiria no forno). O oco, o vazio, o iato é essencial para que a forma exista. Em suas peças, o oco passa a ser o local de passagem e fluxo – escuta do aqui e agora:  o ruído externo é filtrado por essas formas variando em cada objeto.

A realocação da hierarquia dos sentidos que propõe Ayla tem continuidade nos desenhos presentes na exposição. Ao mesmo tempo que a artista propõe uma escuta horizontal do barro, os desenhos cumprem um papel especulativo, que subverte a lógica do desenho científico. Funcionando como exercícios de fabulação em torno do espaço interior, alertando para o limite das bordas do cientificismo. A exposição resulta de exercícios de arqueologia sensorial, tencionando temas como arquivo, labor, escuta e tempo. Seus desenhos são executados posteriormente a moldagem e queima das peças, embora possam parecer projetos, apontam para uma indagação sobre a infalibilidade da visão, uma arapuca para o olhar, atuando como uma sombra anticartesiana que é capaz de revelar o oco e o objeto/matéria enquanto uma rede de nexos, propondo epistemes desviantes.

Serviço

Exposição: Sonantes
Artista: Ayla Tavares

Curadoria: Aldones Nino

Visitação: De 4/11/19 a 8/01/20
De segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 9h às 19h

Centro Cultural Light – Pequena Galeria
Av. Marechal Floriano, 168, centro, Rio de Janeiro

“Ponto de Queda” no Ibeu

Pensar o tempo a partir do espaço é um dos interesses da artista Bianca Madruga, que ocupará a Galeria de Arte do IBEU a partir do dia 4 dezembro ás 18hs, fechando o calendário de 2019 da Galeria de Arte Ibeu. Trata-se de uma instalação onde a artista utiliza o próprio espaço da galeria e elementos como relógios solares, som, luz e escuridão. Há em sua produção um forte interesse pela sinceridade da matéria. Além disso, utiliza-se das medidas do mundo para pensar as do próprio trabalho: peso do corpo, duração das horas, distância das coisas, velocidade da luz. As estruturas apresentadas por Bianca carregam consigo um certo drama a partir da ideia de queda. São estruturas feitas de pó, que devem se sustentar em uma lógica avessa a de uma construção. A curadoria é assinada por Cesar Kiraly. “Ponto de queda” faz parte do conjunto de trabalhos diurnos da artista, que têm se desenvolvido a partir da ideia de horizonte, não apenas em sua ambivalência – no que diz respeito às noções de tempo e espaço -, mas, principalmente, por se tratar do modo como um povo pensa coletivamente o que está por vir. As estruturas apresentadas por Bianca carregam consigo um certo drama, a partir da ideia de queda. São estruturas feitas de pó, que devem se sustentar em uma lógica avessa a de uma construção. “Um monte de cimento ou areia, pedra, que como um poste, aspiram a verticalidade. É preciso imaginar isso. Vai ruir, mas não dá para saber em quanto tempo. Muito por falta daquilo que aglutina”, analisa. SOBRE A ARTISTA: Bianca Madruga é artista visual. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Doutoranda em Artes Visuais na UERJ. Formou-se em filosofia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Artista Visual e Mestre em Estética e Filosofia da Arte pela Universidade Federal Fluminense. É fundadora e cogestora do espaço A MESA, no Morro da Conceição, desde 2015. Sua produção tem sido orientada a partir de duas práticas: práticas do meio-dia e práticas da meia-noite.

ABERTURA: 4 dezembro às 18:30hs

Visitação: 5 dezembro de 2019 a 10 janeiro de 2020

(Recesso de 24 de dezembro a 1 de janeiro de 2020)

GALERIA DE ARTE DO IBEU

Rua Maria Angélica, 168 – Jardim Botânico

Visitação: 2ª a 5ª de 13h às 19h – 6ª, de 12h às 18hs

Thomas Baccaro Art Gallery abre a exposição “DEZ.EM.BRO Coletivo”

A recém-inaugurada Thomas Baccaro Art Gallery abre o mês de dezembro com uma proposta de exposição coletiva. A abertura, que ocorre no dia 7, das 17h às 21h, apresentará trabalhos de 18 artistas distintos. São eles: Alvaro Caldas, Aubert, Carlos Pragana, Claudia Liz, Cris Campana, Eric Carrazedo, Fabiana Preti, Karin Folie, Marcella Riani, Margot Delgado, Patrícia Brandstatter, Raffaella Pezzilli, Rita Proushan, Sandro Akel, Ana Silvia Maluf, Thomas Baccaro, Vacilante e Jacques Faing.

Diferentes gerações, técnicas, olhares e estilos giram em torno do ofício artístico como forma expressiva de assimilar e exprimir parcelas de realidades vividas, bem como a exploração da força plástica que se materializa no objeto de arte.

As obras trazidas para a galeria constituem-se, em sua maioria, por pinturas – mas são apresentadas, também, algumas esculturas. A curadoria atuou com o cuidado do olhar de um garimpo, buscando diferentes fragmentos e olhares do que se manifesta no contexto atual da arte; reúnem-se trabalhos que, por trás de diferentes histórias não lineares, cruzam-se sob as linhas da diversidade artística em um diálogo interessante. Com a ideia de receber um público amplo, o espaço da galeria se abre de maneira receptiva para a circulação de olhares e ideias que se ligam pelo interesse em torno da arte.

A exposição contará, também, com a presença da artista convidada Renata Barros, que na adolescência passou pelos ateliers de Baravelli, Fajardo e Michalany. A artista formou-se em Artes Plásticas pela FAAP, estudou também na USP e na Sorbonne, em Paris – retornou ao Brasil em 1984 quando, com o amadurecimento de seu trabalho, inaugurou sua jornada de exposições (nacionais e internacionais), e que hoje perpassa a exploração de diversos materiais e técnicas ao qual dialogam diretamente com o conceito de sua obra.

Serviço:

Thomas Baccaro Art Gallery

Inaugura a exposição

“DEZ.EM.BRO Coletivo”

Curadoria: Thomas Baccaro

Abertura: dia 7 de dezembro, às 17h

Valet no local

Período da exposição: 8 de dezembro a 31 de janeiro

Horário de visitação: Segunda a Sexta-feira,

das 10h às 12h e das 14h às 18h

Sábados, domingos e feriados somente com hora marcada

Thomas Baccaro Art Gallery

Rua Bastos Pereira, 39

Vila Nova Conceição – São  Paulo SP