CCJF – Programação de 28 de janeiro a 02 de fevereiro

Cinema

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema / cineclube

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema é um cineclube do CCJF e como o nome já diz contempla filmes que marcaram a história do cinema, tornando-se um clássico ou por terem sido um grande sucesso de público. Intencionamos com isso incentivar e facilitar o hábito de ir ao cinema bem como o acesso do público aos títulos disponíveis em nossa Biblioteca.

 

Filmes: Coleção Salete Maccaloz/ccjf

Programação: http://bit.ly/2tHH8yc

 

Dia 31 de janeiro
Sexta
18h


Dias 01 e 08 de fevereiro

Sábados

18h

Entrada franca

Senhas uma hora antes

Cinema


Verdades que são ditas brincando / cine-oficina

O curso se propõe a trazer um olhar atualizado e diferenciado para a obra de Charles Chaplin a partir da análise de sua carreira nos Music Halls, de suas primeiras influências e como elas se apresentam posteriormente em seus filmes.


Ministrante: Julhia Quadros (Cineasta e Pesquisadora)

Inscrições através do e-mail: julhiaquadros@gmail.com

 

Dias 23 e 30/01 | 06 e 13/02

Quintas

18h

Gratuito

Cinema

Mínimo de participantes para formar turma: 08

Máximo de participantes: 56

 

Exposições

Campo dos Afonsos – 100 anos da instrução militar na aviação brasileira / histórica

A exposição apresenta um estudo com fontes primárias, relatórios, avisos ministeriais, boletins, fotografia, plantas e publicações impressas dos regulamentos e dos principais periódicos da época. Descreve, ainda, o contexto das questões importantes que definiram o Campo dos Afonsos como local para instalação do campo de aviação.

 

De 12/11 a 02/02

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 


Rio Branco, 241 – Justiça e Cultura / histórica

A exposição bilíngue faz uma retrospectiva da ocupação do prédio histórico do STF, dando destaque à trajetória da 1ª Instância da Justiça Federal no Rio de Janeiro. Narra, em seus painéis, desde a criação da Justiça Federal de 1ª e 2ª Instância até as obras de restauração e criação do Centro Cultural Justiça Federal, passando por fatos marcantes da trajetória da Justiça Federal neste prédio.

 

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 

Teatro

Só Percebo que Estou Correndo quando Vejo que Estou Caindo / leitura
No texto de Lane Lopes, Mônica vê sua calcinha fugir do varal e decide correr atrás dela, tentando escapar de um cotidiano de cerceamentos e repetições.

Texto: Lane Lopes

Dia 30
Quinta
18h
Entrada franca
Teatro

 

 

Educativo

 

Da Justiça à Arte / visita orientada
A visita conta a história do prédio até os dias atuais. De estilo eclético, é um dos poucos remanescentes da reformulação da cidade do Rio de Janeiro, ocorrida no início do Século XX.

Agendamento pelos telefones: 3261-2552/3261-2567 ou pelo e-mail atividadeseducativas.ccjf@trf2.jus.br


Terça a sexta 

13h às 17h
Entrada franca

Exposição Helenice Dornelles e Ronaldo Miranda na Galeria Evandro Carneiro

Galeria Evandro Carneiro Arte, na Gávea, apresenta de 25 de janeiro a 29 de fevereiro de 2020 a Exposição Helenice Dornelles e Ronaldo Miranda. A mostra reúne cerca de 40 obras, entre telas grandes e trabalhos menores de ambos os artistas.
 
Helenice Dornelles nasceu em Santa Maria, RS, em 1959. Cursou Educação Artística, Artes Plásticas e Comunicação Visual na Universidade Federal desta cidade, mas mudou-se pouco tempo depois para Belo Horizonte, em função de seu gosto por Minas Gerais e embalada pelos Festivais de Inverno de Ouro Preto. Desde sempre posava de modelo para pintores, o que continuou fazendo na Escola Guignard, abrindo-lhe uma série de contatos com artistas que ali estudavam e desenvolviam trabalhos. Foram anos de muitos aprendizados e de concretizações, na medida em que expôs em alguns salões, tendo como ápice desta fase a participação no Salão da Pampulha (1985), onde uma visita de Claudio Valério Teixeir a e Carl os Roberto Maciel Levy redefiniu os caminhos da artista, trazendo-a para o Rio de Janeiro. Primeiramente, a dupla indicou uma obra sua para o acervo do Museu Nacional de Belas Artes, em 1986. Em seguida, ela chegou na cidade maravilhosa, mas preferiu instalar-se em Niterói, entre outros motivos, devido à amizade que estabeleceu com Claudio Valério, Tânia e o círculo de amigos que frequentavam o ateliê do artista, restaurador e professor.

Helenice, desde criança, é inquieta e criativa, bordava, desenhava, fazia bonecas de crochê, roupinhas e etc. (entrevista oral com a artista, 2019). Este talento a levou também para rotas de interseção com a publicidade e a moda. Foi então residir em Nova York, trabalhando no escritório do designer brasileiro Carlos Falchi, cuja inserção na moda glamourosa daquela metrópole fazia enorme sucesso. Foram 14 anos criando coleções de bolsas, gravatas, lenços e roupas com tecidos pintados à mão pela artista. Os estilistas da empresa espantavam-se com a rapidez e a inventividade de suas criações. Esta estamparia encontra-se presente em seu trabalho pictórico. Quase sempre vemos manequ ins e te cidos expressivamente coloridos em seus quadros. O tema segue corriqueiro até hoje, conforme nos conta a crítica Maria Elizabete Santos Peixoto (catálogo da exposição individual da artista na Galeria Multiarte, Fortaleza, 1989):

“O universo temático de sua pintura é a casa, o interior e todo o clima subjetivo e solitário implícito neste ambiente intimista por excelência. E dos elementos mais singelos que compõem este cenário peculiar, a artista obtém, através de seu talento, vasta e rica transfiguração de seu cotidiano. São bules, plantas, panos, latas de tinta, roupas, entre outros elementos e objetos que, a cada tela, sob cada diferente ângulo ou perspectiva, adquirem múltiplas conotações.”

Não é preciso dizer mais nada, a não ser que durante a sua estada em Nova York, a artista expôs em galerias de Manhattan, India e Japão.

Vinte anos antes de Helenice, em 1939, Niterói, RJ, nascia o pintor Ronaldo Miranda. Quando criança “estava sempre com os olhos pregados na paisagem vista de Icaraí”, me contou em entrevista oral, 2019. As cores e o horizonte o fascinavam. Talvez já fosse pintor, mas não experimentava esse talento ainda. Queria ser cientista e bem jovenzinho foi trabalhar no laboratório químico Vital Brasil. Ali, as cores o encantavam mais do que tudo e seus experimentos giravam entorno da apreciação cromática. Igualmente se interessava pela humanidade porque sabia que “somente a subjetividade purificava a cor” (entrevista oral, 2019). Assim, cursou psicologia e trabalhou com atendimento clínico a vida inteira. Paralelamente , tornou -se um excelente pintor autodidata, desde 1964, quando aflorou a sua “pulsão artística”, conforme me disse, e alugou um ateliê à beira mar, em Icaraí. Pintava contemplativo da janela o mar batendo na praia, o horizonte, sempre tão presente no seu trabalho. Fazia pequenos quadros, desenhados primeiramente a carvão, o céu alaranjado, o mar azul… Depois pintou as naturezas mortas, em que reinava a melancia, mas também bules e frutas organizados sobre mesas ou janelas com vistas para o mar. Então vieram as paisagens observadas do ateliê. E a primeira exposição, na Galeria Angelus, Belém do Pará (1968). Logo em seguida ganhou o prêmio do Salão do Mar (1971), entre outros marcos de sua rica carreira artística. Decidiu viajar pelo Brasil, sobretudo Nordeste, sempre notando o colorido das paisagens. Expôs em São Paulo, Brasília e na Pet ite Galerie, no Rio de Janeiro, agradando os críticos do naipe de Walmir Ayala. Até que em 1974 houve o que ele considera um marco em sua trajetória: ter exposto no Museu Nacional de Belas Artes, ainda jovem e na casa que era cânone na pintura brasileira. Até hoje repetiu duas vezes o mérito de expor neste museu.

Para Abelardo Zaluar (1983), “Suavidade e leveza, Claridade e clareza, Tranquilidade e quietude. Simplicidade e síntese” caracterizam a obra de Ronaldo Miranda. Nas palavras do próprio artista isso se traduz em minimalismo, naturalidade e prazer, porque não há sofrimento em pintar, contou-me. Sem dúvida, notam-se placidez e sabedoria por meio de formas e cores observadas em contemplação. Sua pintura é quase meditativa.

Hoje com 80 anos, Ronaldo segue uma rotina ativa de produzir em seu ateliê, em Santa Tereza, bairro bucólico e atemporal no Rio de Janeiro. Fica lá com seu gato Jorge. Enquanto Helenice produz na féerica Copacabana, também rodeadas de felinos.

Nesse ponto os dois artistas se aproximam. Ronaldo e Helenice têm em comum uma certa solitude para pintar que transparece na pintura de ambos que quase não possui a figura humana. Embora com cenários e paisagens bem diferentes, as cores se expressam fortemente, mas organizadas de maneiras distintas: ele de forma plácida, ela de maneira inquieta. Ao conhecer a história de vida dos dois, vemos que seus trabalhos têm a ver com as características pessoais de cada um. Mas o que os une, além de Niterói e o gosto por felinos, é certamente a qualidade artística, notada por Evandro Carneiro que organizou esta exposição.

Laura Olivieri Carneiro.
Janeiro, 2020.

Serviço:  Exposição Helenice Dornelles e Ronaldo Miranda
Galeria Evandro Carneiro Arte: Rua Marquês de São Vicente, 124 (Shopping Gávea Trade Center). Lojas 108 e 109.
De 25 de janeiro a 29 de fevereiro de 2020.
Visitação: de segunda a sábado, das 10h às 19h.
Telefone: (21) 2227.6894
Estacionamento no local.
Site: http://www.evandrocarneiroarte.com.br/
Instagram: @galeriaevandrocarneiro

CCJF – Programação de 21 a 26 de janeiro

Cinema

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema / cineclube

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema é um cineclube do CCJF e como o nome já diz contempla filmes que marcaram a história do cinema, tornando-se um clássico ou por terem sido um grande sucesso de público. Intencionamos com isso incentivar e facilitar o hábito de ir ao cinema bem como o acesso do público aos títulos disponíveis em nossa Biblioteca.

 

Filmes: Coleção Salete Maccaloz/ccjf

Programação: http://bit.ly/2tHH8yc

 

Dias 10, 17, 24 e 31
Sextas
18h
Dias 11 e 18
Sábado
18h
Entrada franca
Senhas uma hora antes
Cinema

 

Verdades que são ditas brincando / cine-oficina

O curso se propõe a trazer um olhar atualizado e diferenciado para a obra de Charles Chaplin a partir da análise de sua carreira nos Music Halls, de suas primeiras influências e como elas se apresentam posteriormente em seus filmes.


Ministrante: Julhia Quadros (Cineasta e Pesquisadora)

Inscrições através do e-mail: julhiaquadros@gmail.com

 

Dias 23 e 30/01 | 06 e 13/02

Quintas

18h

Gratuito

Cinema

Mínimo de participantes para formar turma: 08

Máximo de participantes: 56

 

Exposições

Campo dos Afonsos – 100 anos da instrução militar na aviação brasileira / histórica

A exposição apresenta um estudo com fontes primárias, relatórios, avisos ministeriais, boletins, fotografia, plantas e publicações impressas dos regulamentos e dos principais periódicos da época. Descreve, ainda, o contexto das questões importantes que definiram o Campo dos Afonsos como local para instalação do campo de aviação.

 

De 12/11 a 02/02

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 


Rio Branco, 241 – Justiça e Cultura / histórica

A exposição bilíngue faz uma retrospectiva da ocupação do prédio histórico do STF, dando destaque à trajetória da 1ª Instância da Justiça Federal no Rio de Janeiro. Narra, em seus painéis, desde a criação da Justiça Federal de 1ª e 2ª Instância até as obras de restauração e criação do Centro Cultural Justiça Federal, passando por fatos marcantes da trajetória da Justiça Federal neste prédio.

 

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 

Música

Série Desafios Musicais / concerto em vídeo

Iniciamos o novo ano com a ópera  Orfeu de Eurídice, de Christoph Willibald Gluck estreada em Viena, em 1762. Baseada no libretto de Ranieri d’Calzabigi, é a primeira e mais importante ópera reformista do compositor alemão, propondo uma nova integração entre música e drama. Celebrando o tricentenario de nascimento do seu autor, a montagem de Ondrej Havelka no Teatro Barroco de Cesky Kromlov traz como intérpretes principais o contratenor Bejun Mehta, Eva Liebau e Regina Mühlemann, regidos por Václav Lucks.

 

Dia 25

Sábado

15h

R$ 40 e R$ 20 (meia)

180 minutos

Cinema

 

Educativo

 

Da Justiça à Arte / visita orientada
A visita conta a história do prédio até os dias atuais. De estilo eclético, é um dos poucos remanescentes da reformulação da cidade do Rio de Janeiro, ocorrida no início do Século XX.

Agendamento pelos telefones: 3261-2552/3261-2567 ou pelo e-mail atividadeseducativas.ccjf@trf2.jus.br


Terça a sexta 

13h às 17h
Entrada franca

Reserva Cultura mostra trajetória do cartaz do cinema brasileiro

A Galeria Reserva Cultural apresenta a partir da próxima quinta feira, às 19hs, a mostra Brasil em cartaz. Trata-se de uma ocupação artística que mostrará, segundo o curador Filippo Pitanga, boa parte da história de nosso país contada através de seus filmes.

Serão mais de 80 cartazes expostos graças aos acervos do MAM Rio,

Vitrine e Estação Net. Através dessa jornada pelo cinema brasileiro, a mostra quer gerar uma reflexão através desses registros, de forma que se possa também entender as atuais tensões politicas e a tentativa de esvaziamento do incentivo público à arte e à cultura.

Para o curador Filippo Pitanga é importante o encontro desses registros para se pensar a reação de nosso cinema ao atual momento e sua transformação diante desse quadro e as possibilidades de diálogos entre as raízes da sétima arte e a defesa de nosso patrimônio histórico –cultural. A mostra O Brasil em cartaz fica na Galeria Reserva Cultural até o dia 9 de fevereiro, de 12 às 22hs.

SOBRE O CURADOR

Filippo Pitanga é advogado e jornalista, atuando como crítico, curador e professor de cinema. Mestrando em comunicação pela UFRJ e pós-graduando em cinema pela Estácio, sua área de pesquisa e atuação dentro do cinema está ligada a seu interesse pelo registro e preservação de nossa identidade cultural em todas suas nuances.

Membro da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro e professor da Academia Internacional de Cinema, Filippo Pitanga

é curador de Cineclubes no Estação Net de Cinema, Ação e Reflexão e Casa do Saber. Editor-chefe do Almanaque Virtual e colaborador da Justificando e da Carta Capital, participou como membro de júris do Canal Brasil em festivais nacionais e do Festival Curta Cinema, além de coberturas e entrevistas exclusivas de festivais e mostras nacionais e internacionais de cinema.

GALERIA RESERVA CULTURAL

Av. Visconde do Rio Branco, 880 – São Domingos, Niteroi RJ

Diariamente das 12 às 22hs

Centro Cultural Light recebe exposição ‘CTRL+ALT+DEL’, individual do artista Ian Sant’anna

O Centro Cultural Light, recebe, a partir do dia 15 de janeiro de 2020, a exposição individual “CTRL + ALT + DEL” do artista Ian Sant’anna. A mostra fica em cartaz até 19 de fevereiro de 2020, com visitação de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 9h às 19h, na Pequena Galeria do espaço.

Com foco em analisar e refletir como o indivíduo se comporta em sociedade, tendo consciência de que existem meios, principalmente políticos e tecnológicos de padronizar e controlar suas condutas e ações.

A exposição será composta por um trabalho de caráter instalativo, ocupando toda a Pequena Galeria. Com uma mesa e duas cadeiras em seu centro, além de um teclado com fios vermelhos em cima da mesa em questão. Também estará exposto um vídeo com uma animação pixelada e uma filmagem do próprio artista mesclada em um looping.

Conceito da exposição

A exposição foca em analisar e refletir como o indivíduo se comporta em sociedade, tendo consciência de que existem meios, principalmente políticos e tecnológicos de padronizar e controlar suas condutas e ações.

A obra utiliza vestígios e um registro de ação para fazer paralelo entre as diferentes temporalidades. Além de demonstrar que a situação em questão não é exclusividade de quem foi filmado. É uma realidade muito pouco futurista, porém distópica do nosso atual momento. Programações que influenciam fluxos de vidas, cotidianos, decisões, comportamentos.

Outro objetivo é evidenciar as relações de poder que se acirram com a evolução tecnológica, além de demonstrar como os seres humanos são mais suscetíveis e passivos diante da tecnologia no geral.

O trabalho questiona o conhecimento sobre dos meios de dominação e controle presentes na sociedade, além das questões éticas que envolvem sua manipulação e monitoramento.

Serviço Exposição CTRL+ALT+DEL’ Centro Cultural Light – Pequena Galeria Av. Marechal Floriano, 168, Centro, Rio de Janeiro De 15 de janeiro a 19 de fevereiro de 2020 De segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 9h às 19h. Classificação livre.

CCJF – Programação de 14 a 19 de janeiro

Cinema

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema / cineclube

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema é um cineclube do CCJF e como o nome já diz contempla filmes que marcaram a história do cinema, tornando-se um clássico ou por terem sido um grande sucesso de público. Intencionamos com isso incentivar e facilitar o hábito de ir ao cinema bem como o acesso do público aos títulos disponíveis em nossa Biblioteca.

 

Filmes: Coleção Salete Maccaloz/ccjf

Programação: www.ccjf.trf2.jus.br

 

Dias 10, 17, 24 e 31
Sextas
18h
Dias 11 e 18
Sábado
18h
Entrada franca
Senhas uma hora antes
Cinema

 

Exposições

Campo dos Afonsos – 100 anos da instrução militar na aviação brasileira / histórica

A exposição apresenta um estudo com fontes primárias, relatórios, avisos ministeriais, boletins, fotografia, plantas e publicações impressas dos regulamentos e dos principais periódicos da época. Descreve, ainda, o contexto das questões importantes que definiram o Campo dos Afonsos como local para instalação do campo de aviação.

 

De 12/11 a 02/02

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 


Rio Branco, 241 – Justiça e Cultura / histórica

A exposição bilíngue faz uma retrospectiva da ocupação do prédio histórico do STF, dando destaque à trajetória da 1ª Instância da Justiça Federal no Rio de Janeiro. Narra, em seus painéis, desde a criação da Justiça Federal de 1ª e 2ª Instância até as obras de restauração e criação do Centro Cultural Justiça Federal, passando por fatos marcantes da trajetória da Justiça Federal neste prédio.

 

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 

Teatro

Poesia no Centro – Tanussi Cardoso & Outras Vozes / apresentação de poesia
Na forma de poesia falada e performática, tendo como eixo principal a obra do escritor Tanussi Cardoso, o projeto aproxima autores e público. Entre os convidados, Claudia Roquette-Pinto, Antonio Cicero, Geraldo Carneiro, Antonio Carlos Secchin e Thereza Christina Rocque da Motta.

Organizador: Tanussi Cardoso
Curadoria: Carmen Moreno e Igor Fagundes

Dias 16 e 17
Quintas e Sextas
19h
R$ 5,00 (inteira)
R$ 2,00 (meia)

Classificação: 14 anos

Educativo

 

Da Justiça à Arte / visita orientada
A visita conta a história do prédio até os dias atuais. De estilo eclético, é um dos poucos remanescentes da reformulação da cidade do Rio de Janeiro, ocorrida no início do Século XX.

Agendamento pelos telefones: 3261-2552/3261-2567 ou pelo e-mail atividadeseducativas.ccjf@trf2.jus.br


Terça a sexta 

13h às 17h
Entrada franca

Janeiro no CCBB

O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro abre a programação de 2020 com as estreias dos espetáculos Billdog 2; Tatá, o Travesseiro; e Leopoldina, Independência e Morte, além da mostra de cinema Fellini – Il Maestro. Acontece também mais uma edição do Madrugada no Centro, que recebe Marcos Valle, Sexteto Sucupira convida João Cavalcanti e Júlia Vargas, e DJ DONI (Bailão do Castelo).

 

 

EXPOSIÇÃO

EGITO ANTIGO: DO COTIDIANO À ETERNIDADE

Até 27/01

1º andar e Térreo

Em comemoração aos 30 anos do Centro Cultural, apresentamos uma exposição inédita sobre o Egito Antigo, considerada uma das maiores civilizações da história da humanidade. Por meio de um amplo panorama sobre o cotidiano, a religiosidade e os costumes ligados à crença na eternidade, o recorte reúne esculturas, pinturas, objetos, sarcófagos e até uma múmia, vindos do Museu Egípcio de Turim, segundo maior acervo egípcio do mundo, além de instalações cenográficas e interativas que permitem uma viagem ao tempo dos faraós.

 

Curadoria: Paolo Marini e Pieter Tjabbes

Classificação indicativa: livre

 

Entrada franca

 

Retire seu ingresso pelo aplicativo Eventim (Apple Store e Google Play) ou na bilheteria do CCBB, mediante disponibilidade.

 

 

VAIVÉM

 

Até 17/02

 

2º andar e térreo

A exposição investiga as relações entre as redes de dormir e a construção da identidade nacional no Brasil com cerca de 300 obras de coleções públicas e privadas. Caracteriza-se pelo caráter trans-histórico, reunindo artistas de distintos contextos sociais, diferentes períodos e regiões do País, que refletem sobre permanências, rupturas e resistências na representação e nos usos das redes de dormir na arte e na cultura visual brasileiras.

 

Curadoria: Raphael Fonseca

Classificação indicativa: livre

 

Entrada franca

 

Retire seu ingresso pelo aplicativo Eventim (Apple Store e Google Play) ou na bilheteria do CCBB, mediante disponibilidade.

 

TEATRO

BILLDOG 2

 

03/01 a 23/02

 

Quarta a domingo – 19h30

 

Teatro III

 

Uma história instigante e divertida, que brinca com referências de HQ, dos filmes Noir e de ação. Nela, o ator Gustavo Rodrigues interpreta 46 personagens, acompanhado do eletrizante som ao vivo de Tauã, nesta deliciosa trama policial que evoca a cultura pop.

 

Texto e concepção: Joe Bone; direção: Gustavo Rodrigues e Joe Bone; Supervisão artística: Guilherme Leme Garcia; elenco: Gustavo Rodrigues (ator) e Tauã de Lorena (músico).

 

Duração: 65 min

 

Classificação indicativa: 18+

 

Ingressos: R$30

 

LEOPOLDINA, INDEPÊNDENCIA E MORTE

 

08/01 a 23/02

 

Quarta a domingo – 19h

 

Teatro I

 

O espetáculo recria momentos do período em que a Imperatriz Leopoldina, esposa de D. Pedro I, viveu no Brasil. Em três fragmentos – que passam pela sua chegada ao país, em 1817, até a véspera de sua morte, aos 29 anos, em 1826, a montagem joga luz à importância decisiva dessa personagem no processo de independência do Brasil, desconhecida ainda pela maioria dos brasileiros.

 

Texto e direção: Marcos Damigo; Elenco: Sara Antunes e Plínio Soares

 

Duração: 75 min

 

Classificação indicativa: 12+

 

Ingressos: R$30

 

DIÁLOGOS COM A PROGRAMAÇÃO – LEOPOLDINA, INDEPÊNDENCIA E MORTE

 

18/01

 

Sábado – 17h

 

Teatro I

 

Paulo Rezzutti, historiador e autor do livro “D. Leopoldina, a história não contada. A mulher que arquitetou a independência do Brasil”, apresentará um panorama geral sobre a vida de Leopoldina, desde o seu nascimento, em Viena, até sua morte no Brasil, com foco

 

Classificação indicativa: 12+

 

Entrada franca.

 

 

TATÁ, O TRAVESSEIRO

 

11/01 a 01/03

 

Sábado e domingo – 16h

 

Teatro II

 

Lipe é um menino que tem como melhor amigo o seu travesseiro Tatá. Eles formam uma dupla inseparável até que, um dia, Tatá desaparece e Lipe acredita que ele foi sequestrado pelo Pirata dos Sonhos. O garoto empreende uma jornada de resgate ao melhor amigo, tendo que vencer seus medos, aos quais apenas a sua imaginação será capaz de resolver.

 

Texto e dramaturgia: Andréa Batitucci, Gustavo Bicalho e Patrícia Von Studnitz, direção: Gustavo Bicalho e Henrique Gonçalves; elenco: Alexandre Scaldini, Edeilton Medeiros, Lívia Guedes, Marcio Nascimento, Marise Nogueira e Tatá Oliveira; concepção, criação e confecção de bonecos, sombras e adereços: Bruno Dante.

 

Duração: 55 min

 

Classificação indicativa: livre

 

Ingressos: R$30

 

 

MÚSICA

MADRUGADA NO CENTRO – #CCBB30ANOS

18/01

Área externa – 22h

Marcos Valle, Sexteto Sucupira convida João Cavalcanti e Júlia Vargas, DJ DONI (Bailão do Castelo).

 

Esta edição traz ao palco uma rica mistura de artistas renomados que acompanhados de um sexteto vão buscar diversas conexões entre os ritmos brasileiros como forró, baião, xaxado, samba, bossa nova e MPB.

 

Curadoria: Paita Produções

 

Classificação indicativa: 18+

 

MÚSICA NO MUSEU

Sala 26 (4º andar)

Quartas-feiras – 12h30

O projeto tem por objetivo a formação de plateias e estimular a música de concerto, sendo realizado em diversos museus e centros culturais da cidade. Todas as quartas-feiras no CCBB. Consulte a programação em www.musicanomuseu.com.br

Curadoria: Sérgio da Costa e Silva

Classificação indicativa: livre

Entrada franca

 

CINEMA

FELLINI: IL MAESTRO

08/01 a 03/02

Quarta a segunda

Cinema I

No ano em que se comemora o centenário de nascimento de Federico Fellini (1920-1993), o CCBB apresenta a mais completa retrospectiva do cineasta italiano já feita no Brasil. Além das sessões no cinema, a programação prevê também a realização de debate e curso sobre o diretor. Natural da província italiana de Rimini, Fellini se tornou um dos nomes mais influentes do cinema do século XX. Sua obra conjuga elementos de duas das mais importantes correntes do pós-guerra: o neorrealismo e o existencialismo, promovendo uma mistura inovadora de poesia, memória, fantasia e desejo.

Confira a programação no fôlder da mostra e no site bb.com.br/cultura.

Curadoria: Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida.

Classificação indicativa de acordo com o filme.

 

 

CCBB 30 ANOS

2º andar, 4º andar e térreo – 09h às 21h

Quarta a segunda

Exposição comemorativa que resgata a memória dos projetos realizados no CCBB Rio de Janeiro ao longo de três décadas (1989-2019), com a exibição de cartazes de alguns eventos de artes cênicas, cinema, exposições, ideias e música que marcaram a história do Centro Cultural. O material estará exposto em espaços no Térreo (hall do cinema), no 2º andar (hall do teatro 3) e no 4º andar (Museu Banco do Brasil), criando uma atmosfera que envolve o público durante a experiência da visita ao Centro Cultural.

 

GALERIA DE VALORES

Museu Banco do Brasil – 09 às 21h

Quarta a segunda

Exposição de longa duração que apresenta a trajetória da moeda no Brasil e no mundo, com cerca de 2 mil peças do acervo numismático do Banco do Brasil. Venha conhecer materiais curiosos que já foram ou continuam sendo usados como dinheiro.

Curadoria: Denise Mattar

 

O BANCO DO BRASIL E SUA HISTÓRIA

Museu Banco do Brasil – 09h às 21h

Quarta a segunda

Exposição de longa duração que apresenta os 210 anos do Banco do Brasil e sua contribuição para o desenvolvimento da sociedade e do país. As quatro salas mostram a linha do tempo de 1808 até os dias atuais, destacando os acervos museológico e arquivístico do Banco do Brasil. Outros três ambientes apresentam a sala do secretário, a sala do presidente e a biblioteca, utilizadas pela Direção Geral do Banco do Brasil até a transferência da Capital do Rio para Brasília, em 1960.

 

Curadoria: M’Baraká e CCBB Rio

 

ARQUIVO HISTÓRICO

6º andar – 10h às 19h

Segunda, quarta, quinta e sexta

Acervos arquivístico e audiovisual do Banco do Brasil e da Memória CCBB para pesquisa e consulta dos estudantes e público em geral. Atendimento com agendamento telefônico prévio no 3808-2353.

CCBB EDUCATIVO

1º andar

Quarta a segunda – 09h às 21h

O programa Arte & Educação desenvolve ações que estimulam experiência,

criação, investigação e reflexão para todos os públicos, garantindo acesso

amplo e inclusivo ao patrimônio e sua diversidade. Agendamentos para

grupos, escolas, instituições e pessoas com deficiência: agendamentorj@

ccbbeducativo.com. Mais informações: contatorj@ccbbeducativo.com.

Programação completa e inscrições em: ccbbeducativo.com.

 

Destaque do mês | Especial Férias

 

Programação para toda a família como oficinas de cuidado da natureza, de dança, canto, percussão e de criação artística, e contação de histórias com nossos educadores e artistas convidados.

 

 

Serviços

Confeitaria Colombo – Casa de chá

2° andar

Novo espaço da Colombo, que traz em seu cardápio, os produtos que fazem parte da história da confeitaria, e um tradicional Chá da tarde que recebeu o nome do Centro Cultural. O chá CCBB é acompanhado de torrada Petrópolis, mel, geleia, bolo, doce, suco, pães e biscoitos leque, todos os produtos feitos na sede da casa centenária.

 

Restaurante e Cafeteria Lilia

Térreo

A cafeteria oferece opções de lanches doces e salgados para os visitantes durante todo o funcionamento do CCBB e no mezanino, de 11h30 às 15h, o restaurante traz opções para o almoço.

 

Livraria da Travessa

Térreo

É possível encontrar catálogos de mostras atuais e anteriores, além de centenas de títulos em livros nacionais, livros importados, eBooks, AudioBooks, DVDs e Blu-Rays.

 

Mais Informações

Centro Cultural Banco do Brasil

Rua Primeiro de Março, 66, Centro – Rio de Janeiro – RJ

Quarta a segunda, das 9h às 21h.

Bilheteria: Quarta a segunda, das 9h às 21h.