Vespeiro Poético – Edição “Poesia social: a lírica sob forma de denúncia”

A próxima edição do Vespeiro Poético terá como tema “Poesia como artefato: resistir & renunciar”. Artistas, autores e escritores se reunirão para debater a temática no dia 10 de fevereiro, segunda-feira, às 19h, na Livraria Prefácio, em Botafogo. A entrada é gratuita. Estão confirmados o rapper, poeta e escritor O Limce; o poeta, roteirista e ator Mano Melo; o escritor e produtor Guilherme Zarvos; as poetas Helen Queiroz; Marisa Vieira, Danielle Magalhães e Ana Paula Simonaci.

 

Idealizado pelos poetas e jornalistas Érica Magni e Igor Calazans, o Vespeiro Poético é um movimento cultural voltado para atividades literárias e ações sociais em todo o Rio de Janeiro. Promove debates, palestras, encontros e saraus entre escritores e profissionais do segmento literário, até apresentações, oficinas, laboratórios e visitações em comunidades e escolas públicas.

 

“A ideia é aproximar a arte poética das pessoas e fazer com que a diversidade de expressões reúna uma nova cena artística, mais vibrante e pungente”, diz Igor Calazans.


As primeiras atividades do Vespeiro Poético começaram em novembro de 2019, com os encontros literários na Livraria Prefácio, em Botafogo. Uma vez por mês, poetas se reúnem para discutir um tema proposto pelos idealizadores. Entre grandes convidados que já estiveram presentes, estão o ativista cultural João do Corujão, o ator Bayard Tonelli, os poetas Paulo Sabino, Alexandre Guarnieri, Nuno Rau e André Capilé, as poetas Wanda Monteiro, Bruna Mitrano e Tatiana Pequeno, além de Fred Spada, João Cândido Brasileiro, Nélida Capela e Sérgio Neto, importantes profissionais do mercado editorial.

 

“O foco do projeto é nos encontros presenciais, algo que a internet nos tomou com o tempo, passamos muitas horas frente à tela e perdemos a prática do debate sobre a nossa prática poética. Cada encontro é emocionante pois retornamos à essência do diálogo que quer apresentar soluções para fomentar o desenvolvimento de novas ações criativas na cidade”, ressalta Érica Magni.


Em janeiro de 2020, o Vespeiro Poético iniciou parceria como o “Coletivo em Silêncio”, e passou também a apresentar atividades na Fundição Progresso, tradicional casa de eventos na Lapa, Centro do Rio de Janeiro. A primeira edição teve como tema “Poesia em Cárcere”, reunindo poetas que já estiveram presos e que, mesmo em condições insalubres, conseguiram por meio da poesia uma forma de libertação do enclausuramento. Nesse encontro estiveram presentes a poeta Valéria Mello, que escreveu o seu primeiro livro dentro do presídio Talavera Bruce, do também ex-presidiário Samuel Lourenço, além do professor Pedro Cunca, especialista em Direitos Humanos. 

 

SERVIÇO:

Vespeiro Poético – Edição “Poesia social: a lírica sob forma de denúncia”

Data: 10 de fevereiro – segunda-feira

Horário: 19h

Local: Livraria Prefácio

Endereço: R. Voluntários da Pátria, 39 – Botafogo.

Telefone: 21 2527-5699

Entrada gratuita.

Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta a Série Playlist interpretando pela primeira vez Coldplay, na Jeunesse Arena

Com intuito de apresentar um repertório popular, a Orquestra Petrobras Sinfônica vem realizando a cada ano concertos dos mais diversos estilos, indo do Pop ao Clássico, passando por Rock e Samba. Dia 04 de abril, o concerto fará um concerto inédito,  com releitura de quinze músicas da banda britânica Coldplay, na Jeunesse Arena, com regência de Felipe Prazeres. Os ingressos custam a partir de R$70 (meia) e podem ser comprados através do site Eventim.

Para o concerto, sucessos como Paradise, Clocks, Viva la Vida e A skyfull a stars vão ganhar arranjos inéditos, feitos por Ricardo Cândido. As apresentações, que integram um grande conjunto de iniciativas da Petrobras Sinfônica para democratizar a música clássica e renovar o público do gênero, já reuniram mais de 40 mil pessoas. “O grande público não está acostumado a ouvir uma orquestra, uma apresentação como essa é uma forma de aproximar pessoas e apresentar a diversidade de timbres e de ritmos que uma orquestra pode alcançar. Eu, como fã da banda, estou muito animado com essa possibilidade de colocar esses grandes sucessos, que tem um alcance enorme, para tocar. Nós, da Petrobras Sinfônica, estamos muito empolgados”, adianta Felipe Prazeres.

Além do Coldplay, a Orquestra Petrobras Sinfônica já apresentou concertos interpretando arranjos inéditos de Queen, Metallica, Pink Floyd e Los Hermanos.

Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica

Aos 47 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres e patrocinada pela Petrobras desde 1987, a orquestra conta com uma formação de mais de 80 instrumentistas e tem como Diretor Artístico e Regente Titular o maestro Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.

 

Modelo de gestão: A Associação Orquestra Pró Música do Rio de Janeiro, entidade que administra a orquestra, possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos.

Sobre a PETROBRAS: A Petrobras completou 33 anos de patrocínio da Orquestra Petrobras Sinfônica em 2019. Uma parceria essencial para mantê-la entre os principais conjuntos da América Latina, sempre desenvolvendo um importante trabalho de democratização da música clássica e de renovação do público do gênero.

 

Programação

 

PlaylistColdplay

Regente: Felipe Prazeres

Arranjos: Ricardo Cândido

Repertório

Clocks

Paradise

Viva la Vida

Fix you

Yellow

My place

The Scientist

Speed of sound

Talk

Trouble

The hardest part

Adventure of a life time

A sky full a stars

Death and All his friends

Charlie Brown

 

Serviço

 

Data: 04 de abril de 2020 às 21h

Local: Jeunesse Arena – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ

Telefones:  (21) 2430-1750

Duração: 90 min

Ingressos: https://www.eventim.com.br/

Preços:

Cadeira Premier: R$ 260/ R$ 130 (meia)

Cadeira Platinum: R$ 230/ R$ 115 (meia)

Cadeira Gold: R$ 200/ R$ 100 (meia)

Cadeira Especial: R$ 170/ R$ 85 (meia)

Cadeira Nível 01: R$ 140/ R$ 70 (meia)

Camarote: R$ 240/ R$ 120 (meia)

Classificação: livre

O Último Concerto para Vivaldi

No próximo dia 11 de fevereiro acontecerá no Instituto Cultural Capobianco a leitura do texto inédito “O Último Concerto para Vivaldi” de Dan Rosseto, que também fará a direção. No elenco Amazyles de Almeida, Bruno Perillo e Michael Waisman.

O “Último Concerto para Vivaldi” conta o último ano na vida de um professor de matemática universitário e um violinista profissional que ensaia um concerto de “As Quatro Estações” de Vivaldi. Um deles está com uma doença terminal incurável e tem apenas um ano de vida. Eles decidem transformar a casa em que moram em um hospital para que eles possam viver juntos durante este período. Eles são assistidos por Adilah (Amazyles de Almeida), uma cuidadora muçulmana que deixou o seu país após perder toda a sua família num confronto. Com o agravamento da doença vem uma descoberta que pode abalar a relação de Anton (Bruno Perillo) e Ben (Michael Waisman). Um deles se inscreveu num programa de morte assistida e precisa que o outro assine a documentação para que o procedimento aconteça. Neste embate entre vida e morte, o espectador é testemunha da difícil decisão entre antecipar ou não a partida quando o fim está próximo.

“O Último Concerto para Vivaldi” fecha um ciclo de obras de Dan Rosseto, iniciado com “Manual para Dias Chuvosos” em que o tema morte tem forte importância em sua obra. A peça é um drama em quatro quadros (Primavera, Verão, Outono e Inverno), passando pelas “As Quatro Estações de Vivaldi” e os estágios da doença que nos faz chegar até a morte. Na obra além da discussão sobre o tema, temos um outro assunto relacionado que é morte assistida e a sua discussão sobre ela.

“O Último Concerto para Vivaldi” é um texto realista que conta um pouco sobre a vida de Anton e Ben que vivem juntos há dez anos. O primeiro matemático, professor universitário e pesquisador reconhecido. O segundo, um violinista profissional que toca em uma orquestra sinfônica e ensaia para um concerto de “As Quatro Estações” em homenagem a Vivaldi. Morando juntos desde que se conheceram, eles transformaram a casa onde vivem em um hospital com poucos equipamentos após a descoberta de uma doença grave em um deles, fazendo com que o outro viva os últimos meses ao lado do parceiro, como uma despedida.

Convivendo juntos e trabalhando em casa, eles passam as horas relembrando momentos de suas vidas, traçando um panorama sobre o comportamento dos casais no mundo contemporâneo, a convivência entre dois homens e tudo o que compreende esta condição. A medida que as estações do ano avançam, a doença se agrava e o público sabe enfim quem está se despedindo da vida.

O texto também relembra os anos de relação do casal, passando por momentos de ciúmes, reflexões importantes sobre o papel na sociedade, as escolhas de cada um, arte, viagens, entre outros assuntos. Eles revivem em um ano, durante as quatro estações momentos marcantes de suas vidas.

É importante ressaltar que esta obra fala de amor, em qualquer que seja a sua instancia. E não trata do tema de forma a levantar bandeiras políticas ou sociais, apenas narra a relação de dois homens maduros e independentes que lutam dia após dia para um deles morrer dignamente, com a aliança e pacto de serem felizes por um ano ou até o término das quatro estações.

Após a leitura do texto “O Último Concerto para Vivaldi” acontecerá um debate com o elenco e autor, mediado pelo jornalista Bruno Cavalcanti.

 

FICHA TÉCNICA:

Texto e direção: Dan Rosseto

Direção de produção e assessoria de imprensa: Fabio Camara

Elenco: Amazyles de Almeida, Bruno Perillo e Michel Waisman

Arte gráfica: André Kitagawa

Realização: Applauzo Produções e Lugibi Produções

 

SERVIÇO:

LOCAL: Instituto Cultural Capobianco (Rua Álvaro de Carvalho, 97 – Centro), 70 lugares. Acesso a deficiente.

DATA: 11/02 (Terças 20h)

INGRESSOS: Gratuito. Reservas pelo e-mail fabio@lugibi.com.br

INFORMAÇÕES: 11 3237 1187

DURAÇÃO: 60 minutos

CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

Instituto Caleidos leva dança contemporânea para escolas de São Paulo

Crianças, jovens, adultos, professores e gestores de 30 escolas da rede municipal de ensino de São Paulo terão a oportunidade de vivenciar e apreciar a dança de uma maneira diferente. Entre os meses de março a setembro de 2020, estudantes e docentes de escolas da rede municipal de ensino de São Paulo circularão pela sede do Instituto Caleidos por meio do projeto Leituras de Dança, elaborado e coordenado pelos diretores do Caleidos, Isabel Marques e Fábio Brazil. Esta é a terceira edição do projeto que já ocorreu em 2010, contemplado pelo ProAC, e em 2014, com apoio de fundo coletivo. Ao todo, o projeto pretende atingir um público de cerca de 2.100 pessoas da rede municipal de ensino de São Paulo. O foco do projeto Leituras da Dança 2020 serão os direitos humanos nos processos artístico/educacionais.

O Projeto Leituras da Dança versão 2020 terá 33 apresentações de espetáculos de dança contemporânea, encontros de formação com professores/gestores e um seminário sobre dança e educação. Com isso, os participantes poderão desfrutar de experiência artística com formação continuada e ainda ter bases para implantação de atividades de dança nas escolas. Em oito meses de trabalho, o projeto alcançará 30 escolas, dialogando com diretamente com escolas de todas as regiões da cidade.

Apresentações artísticas do Caleidos Cia. servirão de epicentro para o desenvolvimento das outras atividades do projeto. Com temáticas e abordagens artísticas diferentes, três espetáculos diferentes serão compartilhados com estudantes de EMEI, EMEF e EJA assim como com professores, funcionários e gestores escolares. Os três espetáculos têm como foco a defesa e discussão dos direitos humanos em diferentes faces: a ludicidade, a LGBTfobia e a igualdade de gênero.

Em setembro, para finalizar o projeto, professores e gestores participantes do projeto Leituras da Dança, assim como a comunidade escolar como um todo, se encontrarão em um Seminário sobre dança e educação, discutindo o desenvolvimento do projeto nas escolas em diálogo com especialistas. O projeto Leituras da Dança 2020 tem realização da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Arte e Educação
Desde 1996, quando foi criado, o Caleidos Cia. traça interfaces diretas entre sua produção artística em dança e os processos educacionais. Em Leituras de Dança não seria diferente. Os diretores da cia. entrecruzam suas experiências acadêmicas, artísticas, docentes e de assessoria educacional trazendo propostas para que as escolas possam ampliar o acesso à dança contemporânea discutindo diferentes formas de relacionar a produção cultural da cidade com a educação escolar.

O projeto Leituras da Dança surgiu, em 2010, da necessidade de dialogar com crianças da Educação Infantil sobre a possibilidade da experiência artística estar diretamente relacionada aos processos de educação nas escolas. Com isso, almejava-se transformar espectadores de dança em leitores críticos da dança/mundo, a partir da fruição de espetáculos e cursos de formação de professores. “Essas atividades, de cunho educativo, permitiram a integração entre arte e educação, entre artistas e público e entre arte e cidadania”, explica Isabel Marques. Na época, o foco do projeto foi a interatividade e a ludicidade da dança para crianças pequenas.

Na versão 2020, o projeto Leituras de Dança se amplia e trabalhará com diferentes espetáculos e faixas etárias, assim como diferentes focos de diálogo entre a dança, a educação e a sociedade. Espetáculos e atividades de formação abordarão de três formas diferentes a defesa dos direitos humanos no sentido de dialogar sobre o direito à ludicidade, o direito à diversidade sexual e o direito à igualdade de gênero no mundo de hoje.

A Cia.
Fundada por Isabel Marques em 1996, e codirigida por Fábio Brazil desde 1998, o Caleidos Cia. desenvolve trabalho cênico nas interfaces entre a dança e a educação. Pautada pela investigação sobre a interatividade na dança contemporânea, o Caleidos Cia. de Dança pesquisa as relações entre a dança, a poesia e o jogo cênico, dialogando com os princípios de Rudolf Laban e Paulo Freire. Em seus 23 anos, produziu 25 espetáculos em duas linhas de trabalho: a lúdica, que propõe jogos de dançar para todos os corpos e a linha crítica, pautada em reflexões sobre direitos humanos e a cidadania. Apresentou-se em diversos estados do Brasil e no exterior, dialogando com públicos de diversas idades e culturas corporais

Desde a sua criação, os objetivos do Caleidos Cia. de Dança mantiveram-se inalterados: abrigar e desenvolver as atividades de iniciação, apreciação, reflexão, pesquisa e criação em arte em suas interfaces com a educação por meio de atividades artísticas (produção de espetáculos e eventos de dança), docentes (cursos, workshops, eventos) e de pesquisa (seminários, encontros, publicações).

O Caleidos instala-se na interface híbrida entre a arte e a educação. Despregando-se dos estigmas convencionais de que arte e educação são campos distintos, a cia. de dança desenvolve espetáculos comprometidos com o diálogo e a reflexão com o público – valor da educação – e ao mesmo tempo comprometidos com a interação e pesquisa da linguagem da dança – valor da arte.  Desde a sua fundação, o Caleidos Cia. criou projetos e espetáculos que no conjunto refletem a face híbrida da cia de dança: arte e educação dialogam com a finalidade de que a arte não seja escolarizada e de que o ensino de dança não perca sua potência artística.

Projeto Leituras da Dança
Realização: Instituto Caleidos e Secretaria Municipal de Cultura
www.institutocaleidos.com
Coordenação: Isabel Marques e Fábio Brazil
Público alvo: professores e escolas da rede municipal de ensino de São Paulo
Data: de março a setembro de 2020
Local: Instituto Caleidos – Rua Mota Pais, 213 – Lapa – São Paulo
Inscrições: até 15 de fevereiro pelo site https://www.institutocaleidos.com/leituras-da-danca.html
Descrição: Apresentação de espetáculos, atividades formativas, seminário gratuitos e com transporte para estudantes, professores, gestores e funcionários de escolas da Rede Municipal de Ensino de São Paulo
Vagas: 30 grupos (30 pessoas) de diferentes escolas do município

“Bluebell”, romance de Maria Elisa Coelho e Gustavo Annecchini

Para quem está em busca boas opções para ler, uma ótima sugestão é o Livro Bluebell, o romance de Maria Elisa Coelho e Gustavo Annecchini conduz o leitor à autorreflexão; trata-se de uma ode às virtudes e de um chamado à consciência coletiva.

Saiba mais sobre sobre o livro

Sinopse:

CHIARA DI BERNARDI tem um coração de ouro e descobriu que seu maior anseio era conseguir legar ao seu próximo o melhor de si. Mas como fazer isso?

Em meio à exaustiva rotina de trabalho à frente do reconhecido escritório de arquitetura de seu pai, Gianluca di Bernardi, Chiara vê o tempo escorrer por entre suas mãos.

Luiza, sua melhor amiga, desperta em Chiara uma necessidade de mudança fazendo sua vida passar por uma fantástica reviravolta.

Um curso de Belas Artes em Florença, a descoberta do amor verdadeiro pelo jovem romeno Dragos, o chamado de um misterioso bibliotecário para conhecer suas mais íntimas virtudes, as eletrizantes aparições de um imenso lobo branco e o contato estreito com uma milenar Ordem Secreta mudarão a vida de Chiara para sempre.

A trajetória desta jovem italiana tem por inspiração trazer ao leitor a capacidade de se conectar com suas virtudes, além de multiplicar em seus corações a certeza de que, sim, é possível fazer pelo próximo muito mais do que imaginamos.

Para isso, agir, sonhar e perseguir, com verdade e retidão, as nossas virtudes serão sempre o melhor caminho

Preço: R$ 34,31

CCJF – Programação de 04 a 09 de fevereiro

Cinema

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema / cineclube

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema é um cineclube do CCJF e como o nome já diz contempla filmes que marcaram a história do cinema, tornando-se um clássico ou por terem sido um grande sucesso de público. Intencionamos com isso incentivar e facilitar o hábito de ir ao cinema bem como o acesso do público aos títulos disponíveis em nossa Biblioteca.

 

Filmes: Coleção Salete Maccaloz/ccjf

Programação: clique aqui

 

Dia 31 de janeiro
Sexta
18h


Dias 01 e 08 de fevereiro

Sábados

18h

 

Entrada franca

Senhas uma hora antes

Cinema

 

Verdades que são ditas brincando / cine-oficina

O curso se propõe a trazer um olhar atualizado e diferenciado para a obra de Charles Chaplin a partir da análise de sua carreira nos Music Halls, de suas primeiras influências e como elas se apresentam posteriormente em seus filmes.


Ministrante: Julhia Quadros (Cineasta e Pesquisadora)

Inscrições através do e-mail: julhiaquadros@gmail.com

 

Dias 06 e 13/02

Quintas

18h

Gratuito

Cinema

Mínimo de participantes para formar turma: 08

Máximo de participantes: 56

 

Exposições
Rio Branco, 241 – Justiça e Cultura / histórica

A exposição bilíngue faz uma retrospectiva da ocupação do prédio histórico do STF, dando destaque à trajetória da 1ª Instância da Justiça Federal no Rio de Janeiro. Narra, em seus painéis, desde a criação da Justiça Federal de 1ª e 2ª Instância até as obras de restauração e criação do Centro Cultural Justiça Federal, passando por fatos marcantes da trajetória da Justiça Federal neste prédio.

 

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 

Música

Série Desafios Musicais / concerto em vídeo

Pela primeira vez nos Desafios Musicais, a exibição de um concerto gravado na Cidade Proibida, em Pequim. O vídeo concerto foi realizado em 2018 com a Orquestra Sinfônica de Shangai sob a regência de Long You, acompanhando todos os demais intérpretes, a violinista Mari Samuelson, com a obra de Huang Yijun, Ao piano o russo Danniil Trifonov, com a obra de Sergei Rachmaninov, concerto para piano e orquestra nº 2, op.18, a cantata Carmina Burana, de Carl Orff completa, com os coros da Academia de Canto de Viena e o Coro Infantil Primavera Shangai e solistas. No encerramento, a obra de YeZou, Flor de Jasmim com os coros principal e infantil.

Produção: Saulo Chermont

 

Dia 15

Sábado

15h

R$ 40 e R$ 20 (meia)

180 minutos

Cinema

 

Piano Maranhense / concerto

O projeto cultural Piano Maranhense apresenta o recital de piano solo com obras de compositores nascidos ou radicados no Maranhão dos séculos XIX e XX, na interpretação de Daniel Lemos. Uma projeção em paralelo traz imagens e fatos históricos sobre a música maranhense.

Dia 4              

Terça

19h

Entrada Franca

Senha uma hora antes

70 minutos
Teatro

 

 

Teatro

Poesia no Centro – Tanussi Cardoso & Outras Vozes / apresentação de poesia

Na forma de poesia falada e performática, tendo como eixo principal a obra do escritor Tanussi Cardoso, o projeto aproxima autores e público. Entre os convidados Claudia Roquette-Pinto, Antonio Cicero, Geraldo Carneiro, Antonio Carlos Secchin e Thereza Christina Rocque da Motta.

Organizador: Tanussi Cardoso

Curadoria: Carmen Moreno e Igor Fagundes

 

Dias 06 e 07

Quinta e Sexta

19h

R$ 5,00 e R$ 2,00 (meia)

Teatro

Classificação Indicativa: 14 anos

 

 

Educativo

 

Da Justiça à Arte / visita orientada
A visita conta a história do prédio até os dias atuais. De estilo eclético, é um dos poucos remanescentes da reformulação da cidade do Rio de Janeiro, ocorrida no início do Século XX.

Agendamento pelos telefones: 3261-2552/3261-2567 ou pelo e-mail atividadeseducativas.ccjf@trf2.jus.br


Terça a sexta 

13h às 17h
Entrada franca

Programação de fevereiro do Teatro Rival Refit abre com o espetáculo “Meu Caro Amigo Chico Buarque”

Fruto de mobilização iniciada nas redes sociais em 2016, a partir de uma publicação-desabafo da cantora Marianna Leporace, o projeto “Meu Caro Amigo Chico Buarque” volta ao Teatro Rival Refit, no dia 1ª de fevereiro, às 19h30. Cantores, instrumentistas e produtores unem-se para afirmar a grandeza e a relevância de Chico no cenário musical brasileiro, destacando a magnitude e o papel do artista como agente cultural do país.  

Em agosto de 2017, com a coordenação da Zênitha Produções, um time de excelência de produtores levou para o palco um grande elenco de intérpretes e músicos, dando vida a mais de vinte obras do autor na Sala Municipal Baden Powell. Nascia, então, oficialmente, o coletivo “Meu Caro Amigo Chico Buarque”, com direção musical de Felipe Radicetti e roteiro de Cecília Rangel. O projeto já teve outras edições, inclusive no Teatro Rival – hoje Rival Refit – nos meses de agosto e novembro de 2019, lotando a famosa casa da Cinelândia.

 

Sobre o coletivo

Idealizado por Marianna Leporace, o projeto tem como objetivo homenagear Chico Buarque, confirmando sua importância para o Brasil, e apresentar para as novas gerações a grandeza de sua obra.

O coletivo “Meu Caro Amigo Chico Buarque” reúne muitos artistas. A banda conta com: Deborah Levy, Felipe Radicetti e Sheila Zagury no piano; Dôdo Ferreira e Rômulo Gomes no baixo; Fabio Nin e João Cantiber nos violões; Guilherme Hermolin na flauta; Luisinho Sobral e Otavio Garcia na bateria. E os cantores são Amanda Bravo, Cacala Carvalho, Cecília Rangel, Danny Reis, Eliane Tassis, Felipe Radicetti, Folia de 3, Ivan Azevedo, Karla Boechat, Kika Tristão, Lu Oliveira, Lucas Bueno, Lúcia Menezes, Lúcio Sanfilippo, Maíra Garrido, Márcio Thadeu, Marianna Leporace, Martha Peixoto, Mauricio Detoni, Mauro Aguiar, Ninah Jo, Rômulo Gomes, Simone Lial, Solange Pellegrini e Tato Fischer.

“De uma provocação, uma indignação, nasceu um projeto. De um monte de comentários e uma enorme troca de ideias criativas, surgiu um show, uma homenagem, uma produção a várias mãos, vozes e instrumentos. Vamos homenagear Chico Buarque, um dos maiores compositores desse país! São muitos no palco e nos bastidores declarando sua admiração, numa união de talentos e forças muito bonita. Um elenco reunido por afinidade com a obra do autor e porque atendeu a um chamado muito sutil e provocador, uma brincadeira de internet que ganhou vida! Aqui estamos nós, “Meu caro amigo Chico Buarque”, um coletivo de artistas para cantar, tocar e falar da obra desse autor imenso”, empolga-se Marianna Leporace.

 

O espetáculo

Direção musical: Felipe Radicetti

Roteiro: Cecília Rangel

Produção executiva: Sandra De Paoli, da Zênitha Produções

 

Repertório e intérpretes:

“Cadê você” – Amanda Bravo

“Joana francesa” – Cecília Rangel

“Olhos nos olhos” – Danny Reis

“Jorge Maravilha” – Duo de Casa (Cacala Carvalho e Canequinha)

“A história de Lily Braun” – Duo Marianna Leporace e Sheila Zagury

“Cálice” – Eliane Tassis

“Deus lhe pague” – Felipe Radicetti e coro

“Construção” – Folia de 3

“Meia-noite” – Ivan Azevedo

“Uma canção desnaturada” – Kika Tristão

“Sabiá” – Karla Boechat

“Cordão” – Lu Oliveira

“Tua cantiga” – Lucas Bueno

“A violeira” – Lúcia Menezes

“Tanto mar” – Lúcio Sanfilippo

“Vida” – Maíra Garrido

“Estação derradeira” – Márcio Thadeu

“Trocando em miúdos” – Martha Peixoto

“Mambembe” – Mauro Aguiar

“Todo sentimento” – Ninah Jo

“Homenagem ao malandro” – Quarteto do Rio

“Cotidiano” – Rômulo Gomes

“Carolina” – Simone Lial

“Palavra de mulher” – Solange Pellegrini

“Tango de Nancy” – Tato Fischer

“Todos juntos” – todo o elenco

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 01 de fevereiro (sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$70 (inteira), R$35 (lista amiga), R$55 (promoção para os 100 primeiros pagantes). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit