Cecelo Frony Quarteto apresenta tributo a James Taylor, nesta quinta-feira, 23, no Hotel Fasano, em Ipanema

Dando sequência a sua seleta programação musical, com produção e curadoria de Teca Macedo, a série JAZZ+ levará ao Baretto-Londra (Hotel Fasano, Ipanema), nesta quinta-feira, dia 23, o cantor, guitarrista e violonista Cecelo Frony. Desde sua iniciação musical, o músico acompanha e aprecia a obra única do cantor e compositor norte-americano James Taylor, a quem apresenta um tributo interpretando seus grandes clássicos, como “You’ve Got a Friend”, “Fire and Rain”, “Don’t Let Me Be Lonely Tonight”, “How Sweet It Is To Be Loved By You”, entre outros. Cecelo se apresenta ao lado de Marcelinho da Costa (bateria), Augusto Mattoso (baixo) e Guilherme Ge (teclado).
A série Jazz+ segue às quintas-feiras de janeiro, recebendo, no dia 30, última quinta-feira do mês, o Nico Rezende Quarteto – do pop ao jazz – com participação especial de Guilherme Dias Gomes no trompete.

SERVIÇO:

23/1, quinta-feira – Cecelo Frony Quarteto – Tributo a James Taylor
Local: Baretto-Londra, no Hotel Fasano
Endereço: Rua Vieira Souto, 80, Ipanema
Horário: 21hs (2 sets)
Preço: R$70,00 inteira / R$35,00 meia e lista amiga
Telefone: (21) 3202-4000
Venda antecipada:

Shows da semana no Clube Manouche – Bruno Capinan e Bem Gil e Maurício Machline com o Por Acaso, recebendo Pedro Luís, João Cavalcanti, Pedro Miranda e Moyseis Marques

21/01 – Terça , 21h – Bruno Capinan e Bem Gil no show “Real”

O cantor e compositor baiano Bruno Capinan traz seu mais recente disco “Real”, composto e gravado no Canadá, onde mora há dezessete anos. Nesta apresentação será acompanhado pelo músico Bem Gil (violão) numa versão acústica do disco, eleito pelos críticos como um dos melhores discos de 2019.

E Capinam traz novidades: acaba de lançar o novo single “Mais Amor”, em todas as plataformas digitais gravada em Toronto no Canadá, com letra e música assinada por ele. Uma canção em tempos de guerra e polarização no cenário da política mundial. “Só o amor poderá nos salvar. Seja o amor pelo próximo, o amor pelo planeta ou o amor próprio”, descreve Capinan.

Serviço

Show: Bruno Capinan com Bem Gil no show do disco “Real”

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 21 de janeiro, terça-feira, 21h

Ingressos: R$ 50,00 (inteira), e R$ 30,00 (Ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 25,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.
Estacionamento no local (tarifado)

22/01 – Quarta,  21h Zé Maurício Machline recebe Pedro Luís, João Cavalcanti, Pedro Miranda e Moyseis Marques no Projeto Por Acaso

Zé Maurício Machline, criador do Prêmio da Música Brasileira, volta ao palco do Clube Manouche com a terceira edição do “Por Acaso“, programa de entrevistas que comandou na televisão até 2004, com um encontro de gerações de sambistas no palco para um bate-papo informal e números musicais: Pedro Luís, João Cavalcanti, Pedro Miranda e Moyseis Marques.

O projeto, que promove bate-papos e números musicais com grandes representantes da MPB – já reuniu no palco nomes como Zeca Pagodinho e Mariene de Castro; Gal Costa e Alice Caymmi e Ney Matogrosso e Filipe Catto e, na primeira edição na casa, nova recebeu Zélia Duncan e Moska, e na segunda Alcione e Ferrugem.

“A ideia é sair do lugar comum, promover encontros interessantes entre músicos com a mesma linguagem, entremeando a conversa com números musicais que fujam do repertório mais conhecido do artista”, define Machline,

Serviço

Show: Zé Maurício Machline recebe Pedro Luís, João Cavalcanti, Pedro Miranda e Moyseis Marques.

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 22 de janeiro, quarta-feira, 21h

Ingressos: R$ 50,00 (inteira), R$ 40,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 25,00 (meia) www.eventim.com.br

Classificação: Livre

Estacionamento no local (tarifado)

Em novo EP, The Tropical Riders vai do rock ao tango

Na reta final deste ano, a The Tropical Riders lança o EP “Desert Love”, segundo do duo, que conta com quatro faixas, e foi produzido de forma independente pelos integrantes. Em busca da afirmação como músicos independentes, as canções refletem a loucura que foi 2019, falando de forma poética sobre amor, latinidade e ego. O EP já está disponível nos streamings.

“Escrevemos elas enquanto fazíamos shows, divulgando nossos outros trabalhos, e elas foram amadurecendo conosco. Acho que encontramos nelas, definitivamente, como equilibrar a temática ‘Tropical’ com o nosso som.”, explica Leo Possani, baterista da The Tropical Riders, também formada por Gale Fernandez, voz e guitarra.

O EP tem início com a faixa “Love Lullaby”, a mais poética das canções do trabalho. Quase como uma mantra, ela cresce conforme os minutos avançam e como se saísse de um transe, a música pausa e torna-se agressiva. A próxima canção é “Tropical Love”, que chega num sussurro e fala sobre amor. Diferente da anterior, a música é uma montanha russa em que murmúrios e berros conversam, em uma mostra de como relacionamentos podem ser diferentes.

A faixa “Desert Tango” é uma releitura do ritmo argentino, em que os músicos fundem a latinidade com o rock, enquanto convida o ouvinte a se unir à proposta da banda: “Oh, Desert Tango, we were made to remain together ‘till kingdom come”. A última faixa do EP, “Vagabondo”, é quando a The Tropical Riders torna explícita a sua identidade musical. Em uma letra que fala sobre a auto idolatria, a banda diz que talvez exista um pouco do personagem da canção em nós.

Para chegar nas quatro faixas de “Desert Love”, a The Tropical Riders passou por outros dois lançamentos. Em 2018, foi a estreia com “Tapes from the Deep Sea”, que contou com seis faixas. No início de 2019, foi a vez de “Miami Sin”, com duas músicas. Entre as influências do duo estão Jack White, Royal Blood e Death from Above. E ainda, Ty Segall, Thee Oh Sees, Ron Gallo, entre outros.

As artes do EP foram criadas por Gale Fernandez, enquanto as fotografias de divulgação são de Rafaella Spiniella.

Ficha Técnica

Produção: The Tropical Riders e Electric Mars Studio (Ed Marsen + Giorgio Karatchuck);

Engenharia: Electric Mars Studio (Ed Marsen + Giorgio Karatchuck) ;

Músicos Convidados: Mounir  Sobh, Gabriel Vendramini e Alan “Jagunço”;

Mix + Master: Electric Mars Studio (Ed Marsen + Giorgio Karatchuck).

Ouça o EP “Desert Love”

Spotify: https://spoti.fi/34IemeN

Deezer: http://bit.ly/2Owq1r3

Apple Music: https://apple.co/2qNBmdD

 

Clutch volta ao Brasil em abril de 2020

O Clutch é cult. Desde a década de 1990 na estrada e com 12 discos lançados, é nome recorrente da cena hard rock/stoner mundial – do alto escalão! É o tipo de banda que está sempre em voga na grande mídia especializada, que recebe altas notas e coleciona elogios nas resenhas de álbuns e apresentações ao vivo, além de andar no mesmo hall dos figurões do Kyuss, Truckfigters, Red Fang e Monster Magnet, sempre com suporte de produtores requisitados em estúdio. E está de volta ao Brasil, dia 26 de abril de 2020, para show único em São Paulo, no Fabrique Club. A realização é da Powerline Music & Books junto à Abraxas.

O retorno do Clutch ao Brasil acontece seis anos após a apresentação em chamas da banda – em 2014 – no festival Converse Rubber Tracks, em São Paulo, junto à também norte-americana The Sword. À época, o stoner ganhava espaço no país e este evento ajudou a consolidar o cenário ao estilo. Não à toa aquele show do Clutch é ainda comentado pelos fãs. A espera, enfim, terminou.

A nova passagem pela capital paulista é anunciada em boa hora, com o Clutch com mesmo o brio e peso dos velhos tempos. É a turnê do 12º disco, Book of Bad Decisions, lançado em 2018 e que, somente na primeira semana disponível no mercado, vendeu mais de 26 mil cópias nos Estados Unidos, o que rendeu à banda o terceiro Top 20 consecutivo na Billboard 200.

Book of Bad Decisions, tão sólido e impactante quanto o já clássico Earth Rocker (de 2013, eleito pela Metal Hammer como o melhor disco daquele ano), foi gravado no famoso Sputnik Sound, em Nashville (Tennessee), com o premiado produtor Vance Powell, o homem que carrega consigo seis Grammys e a mente criativa por trás de disco de Jack White, The Raconteurs e Arctic Monkeys.

O Clutch chega ao ano de 2020 como potência do rock. Começou em 1990, em Maryland (EUA), e chegou a lançar o primeiro EP – Pitchfork – pela primeira gravadora do Metallica, a Megaforce Records; desde então, se mantém na ativa com composições bombásticas, que mistura stoner rock, blues, hard, rock n’ roll a la Mortorhëad (um dos hits, “One Eye Dollar”, já foi considerada o “Ace of Spades” do Clutch pelo lendário e saudoso Lemmy Kilmister, do Motörhead) e tem até mesmo uma pitada de country. O groove é marcante, seja no instrumental refinado como no vocal enérgico de Neil Fallon.

Nem mesmo começou e a agenda de shows internacionais de 2020 no Brasil já está repleta de atrações imperdíveis e lendárias, como Black Flag dia 8/3 e Converge dia 21/3 (ambos no Carioca Club, em São Paulo), e certamente o do Clutch também merece destaque e um grande público para prestigiar este aguardado retorno do quarteto à capital paulista.

Além de São Paulo, a turnê sul-americana do Clutch passa pela Argentina dia 28/4 (Uniclub, em Buenos Aires) e dia 30/4 no Chile (Club Chocolate, em Santiago).

Serviço
Clutch em São Paulo dia 26/4 no Fabrique Club
Evento: https://www.facebook.com/events/2935176716501026/
Data: 26 de abril de 2020
Local: Fabrique Club (rua Barra Funda 1071, Barra Funda/SP)
Ingresso: R$ 110 (1º lote | meia promocional e estudante)
Venda online: https://pixelticket.com.br/eventos/4981/clutch-em-sao-paulo-sp
Venda física: Locomotiva Discos (rua Barão de Itapetininga, 37 – SP/SP)
Classificação etária: 16 anos

Artes por Miopia

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IG VERTICAL POST
Clutch photo 2018

Crédito: Divulgação

Gabriela Terra e Malka organizam oficina musical para mulheres e trans

Por uma música brasileira com mais mulheres e pessoas trans, as multi-instrumentistas e produtoras musicais, Gabriela Terra (My Magical Glowing Lens) e Malka (MC Tha), realizam no dia 21 de janeiro (terça-feira), Oficina de Produção Musical Caseira, no Esponja, em São Paulo. Com ingressos entre 30 e 40 reais, a ideia é trazer mais mulheres e pessoas trans para a cena independente musical, por meio de exercícios práticos e teóricos.

 

Na Oficina serão apresentadas as metodologias de suas gravações, e outros trabalhos produzidos por Gabriela e Malka. Fundamentos artísticos e técnicos da gravação caseira serão abordados com foco em artistas da música e interessados no assunto. A oficina busca possibilitar a vivência com elementos de composição, produção de demos, pré-produção e gravação, a partir do software Ableton Live, além de lições sobre microfones, guitarra, baixo e pedais de efeito.

 

Produtora, arranjadora, compositora e multi-instrumentista, Gabriela Deptulski é a idealizadora do My Magical Glowing Lens. A banda chegou a tocar em festivais importantes do país, como Coquetel Molotov, DoSol, Bananada, PicNik, Morrostock, Saravá, Guaiamum Treloso e SIM São Paulo. Em seus shows, Gabriela experimenta, a partir de sons analógicos e eletrônicos, arranjos de sintetizadores, guitarras, baixo, bateria, percussões e beats.

 

A Oficina também contará com Malka, multi-instrumentista com dezenove anos de carreira, que se destaca na cena musical pelo seu talento e a militância trans. Idealizadora da gravadora Trava Bizness, a musicista foi a primeira trans a tocar na Sala São Paulo e já abriu shows de Peter Hook, ex-integrante do Joy Division e New Order, e da cantora francesa Yelle e do músico americano Twin Shadow, atualmente Malka acompanha MC Tha em apresentações ao vivo.

 

Serviço

Oficina de Produção Musical Caseira com Gabriela Terra e Malka

Data: 21/01/2020 (terça-feira) l Horário: 18h às 22h

Local: Esponja (Av. Vieira de Carvalho, nº 192 – Ap.: 111 – República – São Paulo/SP

Valor: R$30 (1º lote) l R$40 (2º lote)

Evento: https://www.facebook.com/events/591161574950970/

CCJF – Programação de 21 a 26 de janeiro

Cinema

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema / cineclube

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema é um cineclube do CCJF e como o nome já diz contempla filmes que marcaram a história do cinema, tornando-se um clássico ou por terem sido um grande sucesso de público. Intencionamos com isso incentivar e facilitar o hábito de ir ao cinema bem como o acesso do público aos títulos disponíveis em nossa Biblioteca.

 

Filmes: Coleção Salete Maccaloz/ccjf

Programação: http://bit.ly/2tHH8yc

 

Dias 10, 17, 24 e 31
Sextas
18h
Dias 11 e 18
Sábado
18h
Entrada franca
Senhas uma hora antes
Cinema

 

Verdades que são ditas brincando / cine-oficina

O curso se propõe a trazer um olhar atualizado e diferenciado para a obra de Charles Chaplin a partir da análise de sua carreira nos Music Halls, de suas primeiras influências e como elas se apresentam posteriormente em seus filmes.


Ministrante: Julhia Quadros (Cineasta e Pesquisadora)

Inscrições através do e-mail: julhiaquadros@gmail.com

 

Dias 23 e 30/01 | 06 e 13/02

Quintas

18h

Gratuito

Cinema

Mínimo de participantes para formar turma: 08

Máximo de participantes: 56

 

Exposições

Campo dos Afonsos – 100 anos da instrução militar na aviação brasileira / histórica

A exposição apresenta um estudo com fontes primárias, relatórios, avisos ministeriais, boletins, fotografia, plantas e publicações impressas dos regulamentos e dos principais periódicos da época. Descreve, ainda, o contexto das questões importantes que definiram o Campo dos Afonsos como local para instalação do campo de aviação.

 

De 12/11 a 02/02

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 


Rio Branco, 241 – Justiça e Cultura / histórica

A exposição bilíngue faz uma retrospectiva da ocupação do prédio histórico do STF, dando destaque à trajetória da 1ª Instância da Justiça Federal no Rio de Janeiro. Narra, em seus painéis, desde a criação da Justiça Federal de 1ª e 2ª Instância até as obras de restauração e criação do Centro Cultural Justiça Federal, passando por fatos marcantes da trajetória da Justiça Federal neste prédio.

 

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 

Música

Série Desafios Musicais / concerto em vídeo

Iniciamos o novo ano com a ópera  Orfeu de Eurídice, de Christoph Willibald Gluck estreada em Viena, em 1762. Baseada no libretto de Ranieri d’Calzabigi, é a primeira e mais importante ópera reformista do compositor alemão, propondo uma nova integração entre música e drama. Celebrando o tricentenario de nascimento do seu autor, a montagem de Ondrej Havelka no Teatro Barroco de Cesky Kromlov traz como intérpretes principais o contratenor Bejun Mehta, Eva Liebau e Regina Mühlemann, regidos por Václav Lucks.

 

Dia 25

Sábado

15h

R$ 40 e R$ 20 (meia)

180 minutos

Cinema

 

Educativo

 

Da Justiça à Arte / visita orientada
A visita conta a história do prédio até os dias atuais. De estilo eclético, é um dos poucos remanescentes da reformulação da cidade do Rio de Janeiro, ocorrida no início do Século XX.

Agendamento pelos telefones: 3261-2552/3261-2567 ou pelo e-mail atividadeseducativas.ccjf@trf2.jus.br


Terça a sexta 

13h às 17h
Entrada franca