Lenine – Em Trânsito – Eu Fui!

No último sábado (14) fomos conferir o show de Lenine, “Em Trânsito” no Centro Cultural João Nogueira. O projeto – vencedor do Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock em Língua Portuguesa – estava de volta onde tudo começou. E Lenine melhor que nunca. Já fui a algumas apresentações do cantor e sempre pude conferir performances mais puxadas para o rock’n roll que nas versões originais e vejo que essa tradição se repete. Lenine dá roupagens mais pesadas para suas canções, inclusive algumas completamente diferentes, em perfeito match com a acústica perfeita do Imperator.

O show obviamente trouxe canções de seu premiado álbum “Em Trânsito”, como “Intolerância” e “Lua Candeia”. Um dos pontos altos da noite foi quando seu roadie, Gabriel Ventura se uniu a Lenine para apresentar “Umbigo”, do álbum Falange Canibal. Também não ficaram de fora grandes sucessos, como “Tubi Tupy” (Na Pressão) e “Virou Areia” (Lenine In Cité). Já que o papo é sobre hits, o bis foi um show à parte, com “Paciência” (Na Pressão), “Hoje eu quero sair só” (O dia em que faremos contato), “Leão do Norte” (Olho de Peixe) e “Jack Soul Brasileiro” (Na Pressão).

Para quem quiser saber onde encontrar Lenine em próximas ocasiões, agora a turnê segue para São Paulo e depois Florianópolis.

P.S.: Agradeço à MNiemeyer pelos convites!

 

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Fervo Julino – Eu Fui!

Não, os festejos juninos / julinos ainda não acabaram e a prova disso foi último sábado (13), quando fomos conferir o Fervo Julino, evento organizado pelo Mangolab. Decoração, comida, música, tudo típico de festas dessa época do ano. A música, falando nela, era a estrela da noite e o mais aguardado da festa.

A lista de atrações musicais da noite contava com Sexteto Sucupira, Duda Beat, Biltre, Illy, Potyguara Bardo e Mateus Carrilho. O sexteto foi a primeira atração ao vivo da festa. Com exceção dos outros artistas, deu um show prolongado logo no início. Os demais se apresentaram com poucas músicas e houve bastante participação uns nas apresentações dos outros.

Apesar do grande número de atrações ao vivo, a maior parte do evento foi preenchida por DJs, tocando músicas temáticas ou não. O repertório era bem variado e de muito bom gosto. O tipo de evento de onde saímos com a sensação de que nos divertimos e presenciamos o contato com a cultura POP e regional, assim como novidades do cenário musical.

P.S.: Agradeço à Buld Up Media pelos convites

 

A Ponte – Eu Fui!

Relacionamentos cotidianos, pessoas comuns… Tudo isso pode render boas histórias e desvendar mistérios inimagináveis. “A Ponte” traz um pouco disso. O enredo é o de três irmãs que estão reunidas em prol da mãe, que anda mal de saúde e precisando de todas reunidas e, por sua vez, precisam visitar o pai para fazer a vontade da genitora. Aos poucos vão se revelando as tais histórias obscuras que servem para camuflar verdades que destruiriam a imagem da família perante a sociedade que ama fiscalizar os bons costumes allheios.

Bel Kowarick é Theresa, a mais velha. Freira, demonstra-se cansada da obrigação de demonstrar fé quando a própria mesma duvida da existência de coisas que propaga. Débora Lamm é Agnes, a do meio. Atriz em crise financeira e profissional, arrependida do que foi no passado forçada a fazer devido aos tais bons costumes. Maria Flor é Louise, a caçula. Viciada em uma tal série que a faz não ser muito atenta à realidade e do mau momento que vivem.

Toda a peça se passa na cozinha vermelha e repleta de utensílios da casa. Há uma tela voltada para o público que nos ambienta a respeito de passagem de tempo, saídas e entradas em cena, sonoplastias e afins. A imaginação do público é estimulada dessa forma, acompanhada do ótimo texto, com destaque aos monólogos que Bel e Maria Flor fazem. O espetáculo certamente entra para a lista must go cultural atual do Rio de Janeiro.

Segue serviço:

Local | Centro Cultural
Banco do Brasil Rio de Janeiro – Teatro II
Data | 20 de junho a 12 de agosto
Horários | De quinta à segunda – feira, às 19h30
Endereço | Rua Primeiro de Março 66, Centro, tel (21) 3808-2020
Entrada | R$30 e R$15 (meia-entrada)
Capacidade | 153 lugares
Classificação: 12

 

P.S.: Agradeço à Binômio Comunicação pelo convite!

Leila Pinheiro em “Extravios” – Eu Fui!

Fomos recentemente assistir ao show “Extravios”, da cantora Leila Pinheiro, com direção da atriz Ana Beatriz Nogueira. A apresentação mostra Leila com afinação e segurança de sempre, acompanhada de seu piano e do músico João Felippe no cavaco de cinco cordas. Fomos no NET Rio, mas agora Leila desembarca no Rival com a mesma turnê que certamente merece a atenção dos amantes da MPB.

Veja abaixo mais informações:

 

“Eu sei que os extravios são necessários, sim. A necessária parte do meu caminho sozinho”. Os versos da canção “Extravios” (de Dalto e Antônio Cícero) e o sentimento de seguir numa outra direção, serviram de inspiração para o título do novo show de Leila Pinheiro. Após diversas apresentações no Rio de Janeiro, EXTRAVIOS encerra sua primeira temporada carioca dias 4 e 5 de julho, quinta e sexta, às 19h30, no Teatro Rival Petrobras, acompanhada do premiado músico João Felippe no cavaco de cinco cordas. Em EXTRAVIOS, Leila, sob a direção da atriz Ana Beatriz Nogueira, apresenta ao público um repertório de interpretações diferentes das habituais: inusitadamente posicionadas no médio-grave de sua voz.

Uma amizade de mais de 30 anos e um belo encontro musical. Ana Beatriz Nogueira, atriz, propôs um show intimista, teatral, poético e embalado por canções como a valsa instrumental de Leila, “Dorotéia”, que abre o espetáculo; “Para um Amor no Recife” (de Paulinho da Viola); “Só de Você” (de Rita Lee e Roberto de Carvalho); “Blues para Bia” (de Chico Buarque), “Vivo a Sorrir” (de Adriana Calcanhoto)“, “Chuva, Suor e Cerveja” (de Caetano Veloso), entre tantas outras, intercaladas por pequenas citações de poemas de Hilda Hilst e Cecilia Meirelles.

“É um show pensado pela Ana Beatriz e roteirizado por nós duas. Um mar de belas canções que foram se complementando e montando esse texto – de teatro”, conta Leila. “A Ana Beatriz é essa atriz gigante que eu conheço, admiro e respeito tanto. Termos essa relação de confiança foi fundamental. EXTRAVIOS é, de fato, uma nova forma de me colocar no palco, de me envolver nas canções. Isso fica bem claro para o público”, afirma a cantora, compositora e pianista.

Propondo uma direção que valoriza o mais íntimo da intérprete, Ana Beatriz Nogueira – uma declarada apaixonada pela música popular brasileira de todas as épocas – quis, primeiramente, explorar a voz de Leila Pinheiro numa nova região, o médio-grave, trazendo novos ares ao repertório escolhido e desafiando a cantora. Além disso, a beleza nem sempre percebida das letras das canções e a forma como elas soariam na voz de Leila também foram cruciais na escolha do repertório.

“O que me move nesta direção, neste extravio, é o amor pela música. É o respeito e a admiração pela intérprete. Eu propus um show no qual o público saísse tocado, pensando na música, na letra e na voz. E refletindo sobre como é bom escutar essas canções de uma maneira diferente”, comenta a atriz e diretora.

Também foi sugestão de Ana Beatriz a parceria com o músico convidado, o jovem e premiado João Felippe, que acompanha Leila Pinheiro com o seu cavaco de cinco cordas. “Certa vez, num encontro de amigos, vi a Leila e o João improvisarem uma canção juntos. Fiquei tão encantada com a química deles… Foi a primeira pessoa em quem pensei para acompanhá-la nesse novo caminho”, completa Ana.

EXTRAVIOS traz ainda composições de Dolores Duran, da jovem portuguesa Luísa Sobral, de Tom Jobim, de Zé Miguel Wisnik, de Moreno Veloso, entre outros. “Um novo caminho. Eu extraviada e encantada com esse  rumo novo por onde tem ido a minha voz e o meu corpo”, conclui Leila.

SOBRE

SOBRE LEILA PINHEIRO: Um dos maiores nomes da música popular brasileira, Leila Pinheiro é intérprete, compositora e pianista. Começou a estudar piano aos dez anos de idade. Aos vinte, desiste da faculdade de Medicina e realiza seu primeiro espetáculo, “Sinal de Partida”, em outubro de 1980, em Belém, sua cidade natal, onde estreou como cantora. Em maio de 1981, passa a morar no Rio de Janeiro e grava seu primeiro LP de maneira independente com produção de Raimundo Bittencourt. Excursionou com o Zimbo Trio em shows pelo exterior em 1984, mas o sucesso veio na verdade em 1985, quando ganhou o prêmio de cantora-revelação no Festival dos Festivais, da TV Globo, onde defendeu o samba “Verde”, de Eduardo Gudin e José Carlos Costa Neto, seu primeiro sucesso radiofônico. Seu CD “Benção, Bossa Nova” (1989), celebrou as três décadas da bossa no Brasil e no Japão, com Leila e um de seus maiores criadores, Roberto Menescal. “Coisas do Brasil” (1993), produzido pelo pianista Cesar Camargo Mariano, e “Catavento e Girassol” (1996), com as parcerias de Guinga e Aldir Blanc, são três grandes referências da intérprete, suas escolhas e parceiros. Em seus 38 anos de carreira, gravou 19 CDs e três DVDs, interpretando o cancioneiro brasileiro clássico por seus grandes criadores – os que vieram vindo e os que vêm chegando. Leila Pinheiro é sinônimo da melhor música brasileira: clássica, moderna, eterna.

SOBRE ANA BEATRIZ NOGUEIRA: A atriz carioca estreou profissionalmente no longa “Vera” (filmado em 1985 e lançado em 1987), dirigido por Sérgio Toledo. Por este trabalho, aos 20 anos, foi premiada, entre outras láureas, com o Urso de Prata no Festival de Berlim, prêmio dado somente a três brasileiras – além dela, Marcélia Cartaxo e Fernanda Montenegro. Desde então, contabiliza, em sua trajetória, além de diversos outros prêmios, mais de uma dezena de filmes, 17 trabalhos na televisão e 14 peças de teatro, entre elas “Uma relação pornográfica”, do iraniano Philippe Blasband e direção de Victor Garcia Peralta; os solos “Tudo que eu queria te dizer”, com textos de Martha Medeiros com direção de Victor Garcia Peralta e “Um Pai (puzzle)”, sobre livro de Sybille Lacan e direção de Vera Holtz e Guilherme Leme Garcia; “As Três Irmãs”, de Tchekhov e direção de Bia Lessa; “Fala baixo, senão eu grito”, de Leilah Assunção e direção de Paulo de Moraes; “O Leitor por horas”, do espanhol José Sanchis Sinisterra e direção de Christiane Jatahy; “A memória da água”, da inglesa Shelagh Stephenson e direção de Felipe Hirsch, entre outras tantas produções. Atualmente está no ar na novela das 21h, “O Sétimo Guardião”, de Aguinaldo Silva, na TV Globo.

SOBRE JOÃO FELIPPE: João Felippe, 31 anos, iniciou sua carreira musical como cavaquinista solo aos 8 anos de idade. Em 1996, aos 10 anos, foi premiado pela Ordem dos Músicos do Brasil com o título de O Mais Jovem Instrumentista do Estado do Rio de Janeiro. Em 2001, aos quinze anos, recebeu o prêmio de Personalidade do Ano, como Revelação nas Artes e foi parte da turma de Harmonia e Improvisação do guitarrista Victor Biglione, que lhe concedeu a honra de se apresentar ao lado de Yamandú Costa, em um dos Festivais de Inverno de Petrópolis, RJ. João Felippe já se apresentou ao lado de nomes como Yamandú Costa, Armandinho Macedo, Moraes Moreira, Diogo Nogueira, Lan Lanh, Luiz Brasil, Martnália, Carlos Malta, Dadi, Márcio Mello, Pretinho da Serrinha e Rodrigo Sha, entre outros.

FICHA TÉCNICA:

Voz, piano e violão: Leila Pinheiro

Direção artística e roteiro: Ana Beatriz Nogueira

Direção musical: Leila Pinheiro

Músico convidado: João Felippe (cavaco de 5 cordas)

Desenho de luz: Aurélio de Simoni

Engenheiro de Som: Márcio Reis

Figurinista: Carla Garan

Direção de Produção: Silvia Rezende

Realização: Trocadilhos 1000

SERVIÇO:

Leila Pinheiro em EXTRAVIOS

Datas: 04 e 05/07/2019 – quinta e sexta

Horário: 19h30

Local: Teatro Rival Petrobras

Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia

Telefone: (21) 2240-9796 / 2240-4469

Ingressos: R$ 80,00 (Inteira); R$ 40,00 (Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal/Funcionário Petrobras/Assinante O Globo); R$ 40,00 (Lista amiga).

Capacidade: 350 lugares

18 anos.

Abertura da casa: 1h antes do show

Bilheteria: de terças a sextas, das 13h às 21h; sábados e feriados, das 16h às 21h.

Perfume de Mulher – Eu Fui!

Feliz 2019!

Só agora? Sim, só agora, pois estamos iniciando nosso roteiro cultural. Posso dizer que o pontapé inicial foi muito bem dado. Afinal, estamos cada vez mais caprichando no conteúdo.

Fomos assistir a “Perfume de Mulher”. A história, baseada na obra de Ruggero Maccari e Dino Risi, é bem famosa devido ao filme com Al Pacino, o qual lhe rendeu seu primeiro Oscar. Agora, os palcos cariocas ganham essa montagem, idealizada por Silvio Guindane, que também assume o protagonista. Guindane vive o tenente-coronel Fausto, que fica cego após um acidente de carro. Junto com a deficiência, aflora também seu lado ranzinza. Solitário, contrata o cuidador Ciccio (Eduardo Melo) – que não tem originalmente esse nome, mas assim Fausto o chama -, de quem fica muito próximo.

Ambos estreitam a amizade durante uma viagem para a Itália, e é nesse período em que ocorre a maior parte do espetáculo. Lá, Fausto revê Sara (Gabriela Duarte), que foi sua grande paixão, mas a abandonou depois do acontecido no acidente. Todos os atores estao muito bem, com destaque para Silvio Guindane, que deixa transparecer mesmo no personagem ranzinza sua já conhecida veia cômica.

O ponto alto do espetáculo é o tango que Sara e Fausto dançam com perfeição. Acrescido ao fato de acontecer já na metade final da peça – fase em que todos estão bem envolvidos na situação -, tem bastante receptividade da plateia.

Para quem quer conferir esse e outros momentos imperdíveis de “Perfume de Mulher”, o espetáculo está em cartaz no Shopping da Gávea até fevereiro. Segue abaixo o serviço:

Teatro PetroRio das Artes – Shopping da Gávea
Temporada:
3/1 a 24/2 de 2019
Quinta a Sábado às 21h
Domingo às 20h
Duração: 90 minutos
Ingressos:
Quinta:
R$ 80,00/ R$ 40,00 (meia)
Sexta a domingo: R$ 90,00 (inteira)/ R$ 45,00 (meia)
Ingressos populares: R$ 50,00 (inteira)/ R$ 25,00 (meia)
Classificação etária: 14 anos
Telefone da bilheteria: (21) 2540-6004
Endereço: Shopping da Gávea – R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro
Capacidade do teatro: 417 lugares

 

P.S.: Agradeço à Palavra Online pelos convites!

“Chacrinha – O Velho Guerreiro” – Eu Fui!

Estreia desta quinta-feira (8), “Chacrinha – O Velho Guerreiro” foi exibido no Festival do Rio no feriado (2). O filme conta a história do lendário comunicador que morreu há exatos 30 anos. Desde seus tempos de aspirante a locutor até a estrela que se tornou.

O longa traz Stepan Nercessian impecável na pele de Chacrinha, o que já é conhecido há algum tempo. O ator vive o personagem desde o musical (que fomos conferir veja aqui e aqui) e até mesmo em especiais para a televisão. Quem o vive na fase jovem é Eduardo Sterblitch, famoso por sua faceta cômica, mas que neste filme é bem dosada.

O enredo conta com fatos reais e fictícios, desde a vinda de Abelardo Barbosa do Pernambuco até o estouro nacional. Mostra Chacrinha como um talentoso visionário, prevendo que o povo precisava de alegria e de um grande carnaval nas telas de TV, com cenografia colorida e fantasias sensacionais (com certeza está entre as partes mais engraçadas do filme). Mas em contraponto, era evidente um temperamento turrão e nem sempre de convivência pacífica com chefes e colegas.

Mas o grande fato é a genialidade do comunicador, que transcende gerações e tem sua vida lembrada décadas após sua morte.

P.S.: Agradeço à Palavra Assessoria em Comunicação pelos convites

Crô em Família – Eu Fui!

Marcelo Serrado conseguiu a façanha que alguns outros poucos atores conseguem: fazer seu personagem fazer tanto sucesso que chega a transcender o limite das telinhas. Crô surgiu na novela “Fina Estampa”, em 2012, e já no ano seguinte pintou nas telonas em busca de uma nova musa a quem devotar sua atenção.

Cinco anos depois, Crô segue podre de rico, porém solitário. Tristonho após um divórcio, é procurado por uma família que alega ter parentesco com ele. O fato gera desconfiança – e treta – para os amigos mais próximos. Mas também mexe com a carência do personagem, que acolhe todos em sua mansão.

O elenco é composto por nomes como Tonico Pereira e Arlete Salles nos papéis dos supostos pais de Crô. No núcleo dos amigos, Jefferson Schroeder (aquele que memetizou esse ano com o vídeo postado por Fábio Porchat, em que imita vozes de dublagens brasileiras para vídeos americanos) é destaque, com um trabalho de voz feminina perfeita.

As participações especiais são ilustres e muitas, como David Brazil, Pabblo Vittar, Preta Gil, entre muitos outros. Marcelo Serrado mantém a regularidade do personagem debochado, porém dócil. Um pouco mais afetado, talvez, mas não sei se foi impressão minha pelo tempo que não via o personagem. O texto não economiza no dialeto gay, com comparações como “Vou fazer a Angélica e ir de táxi” durante todo o filme. A estreia acontece em 6 de setembro.

P.S.: Agradeço à Liège Monteiro Assessoria pelo convite!