“BONDE” aborda vivências femininas reais nos transportes públicos

Com elenco e equipe formados apenas por mulheres, “BONDE” estreia dia 07 de junho no Teatro Rogério Cardoso / Porão do Laura Alvim, em curta temporada até o dia 30 do mesmo mês. O espetáculo tem como tema a relação da cidade, da mobilidade urbana e do poder público com o corpo da mulher ao longo dos anos no Rio de Janeiro. O texto crítico, emocionante e divertido tem autoria Natasha Corbelino e direção de Maria Clara Guim.

Mesclando fatos históricos com ficção, o “BONDE” vai passando por quatro histórias de mulheres em diferentes épocas no Rio de Janeiro: uma mulher que descobre o prazer em 1861; uma ativista contra a proibição das mulheres nas Olimpíadas de 1896; uma jovem vivendo a liberdade do carnaval em 1937; uma jovem em um relacionamento abusivo nos anos 1990/2000; e uma mulher relatando o primeiro dia do vagão feminino do metrô em 2006. Todas em busca de uma vida sem medo.

“Nosso espetáculo é sobre uma luta, mas não tem nada de bélico! Ele é sobre histórias e vozes silenciadas do passado e que hoje podem ecoar por aí. Conversamos sobre muitas coisas que nós, mulheres, passávamos em nosso dia-a-dia. Reparamos que nossas experiências às vezes eram bem parecidas, e atravessadas pelo fato de sermos mulheres. Em comum, o corpo da mulher no transporte público sendo desrespeitado em assédios e abusos reais”, relembra a diretora Maria Clara Guim.

 A peça é resultado de um processo chamado “Experimenta” iniciado na Ocupação Ovárias em 2017. O evento, que exibiu cenas teatrais, filmes, performances e exposições produzidas só por mulheres, fez uma chamada para artistas mulheres se juntarem para realizar uma cena teatral. Sentadas em um vagão de bondinho em Santa Teresa, sem ainda se conhecerem, as atrizes, diretora e autora criaram o “BONDE”.

“Ter uma equipe formada apenas por mulheres é uma mão na roda. Quando uma pessoa nova entra na equipe ou no elenco, não precisamos explicar os desafios de ser mulher. Ela sabe. Mas pra nós é importante também falar com e para os homens! Queremos que eles nos escutem e estejam com a gente na mudança para um mundo mais equilibrado”, reflete Elea Mercurio, que integra o elenco ao lado de Andrezza AbreuAnita ChavesÉrika Marinho, Karina Ramil e Natália Balbino (stand in).

Ações recentes, como a criação do vagão exclusivo para mulheres em trens e metrôs, são citadas na montagem. “Esta é uma solução a curto prazo, e nem dá pra calcular quantos assédios pode ter evitado. Mas vemos a ideia também sob um viés crítico: por que somos nós que temos que nos afastar? E se a mulher não for no vagão feminino, ela pode ser assediada? E quem decide quem é mulher e quem não?”, provoca a atriz Anita Chaves. “A sensação é que temos que estar vigiando o tempo todo. Mas estamos fazendo uma mudança e hoje estamos mais atentas. Principalmente no transporte público – e se vemos uma mulher em uma situação estranha, estamos mais abertas a oferecer ajuda. O empoderamento feminino é uma curva ascendente!”, finaliza Anita.

SERVIÇO:

Temporada:

07 a 30 de junho

Horários:

Sexta-feira e Sábado às 19h / Domingo às 18h

Local:

Teatro Rogerio Cardoso / Porão do Laura Alvim

Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema

Tel.: (21) 2332-2015

Ingressos:
R$ 20 (inteira) / R$ 10 (meia-entrada)

Duração: 60 minutos

Classificação: 12 anos

FICHA TÉCNICA:

Elenco: Andrezza Abreu, Anita Chaves, Elea Mercurio, Karina Ramil, Érica Marinho e Natália Balbino (standi in).

Texto: Natasha Corbelino

Direção: Maria Clara Guim

Figurino: Anouk Zee

Iluminação: Nina Balbi

Assessoria de Imprensa – Marrom Glacê Assessoria – Gisele Machado & Bruno Morais

Produção Executiva: Luciana Duque

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“Jogo de Damas” no Sesc Copacabana

Depois dos projetos “Trilogia da Guerra” (com O Dragão, Kabul, Histórias de Família) e “África em Nós” (com Salina – A Última Vértebra e Os Cadernos de Kindzu), o Amok Teatro abre uma nova etapa de trabalho tendo agora como tema o universo feminino. Jogo de Damas, a mais nova criação do Amok Teatro abre o “Ciclo das Mulheres”.

 

Com direção de Ana Teixeira e Stephane Brodt, Jogo de Damas é resultado de uma pesquisa iniciada em 2018 pelos atores Stephane Brodt e Gustavo Damasceno sobre os personagens femininos do “Ricardo III”, de Shakespeare. Um estudo sobre mulheres solitárias, repletas de medos e rancores, enquanto o mundo agoniza ao redor. Para a montagem do Jogo de Damas, os atores confrontaram esse estudo à obra Fim de Jogo de S. Beckett.

 

O espetáculo coloca em cena duas velhas senhoras envolvidas em um complexo jogo de relações. Mulheres assustadas e solitárias em um mundo apocalíptico. Emma e Clara são idosas reclusas que sofrem com a escassez de alimentos, remédios, sonhos e ideais. Suas vidas estão recolhidas em um espaço fechado, onde se alimenta um jogo intenso de amor, dominação e medo.

 

Nos espetáculos do Amok Teatro a música, ao vivo ou gravada, é indissociável da narrativa e da ação dramática. Em Jogo de Damas não é diferente. O Amok mergulha no universo musical do compositor estoniano Arvo Pär e suas sonoridades melancólicas para acompanhar o drama dessas velhas em busca de um sentido para a vida.

 

 

A obra é um ensaio sobre a solidão e o enigma da condição humana face à finitude do corpo, do mundo e da vida. Os diretores convidam o público a debruçar-se sobre essas questões a partir dos vínculos e das relações de intimidade, movidos por uma espécie de nostalgia do humano

 

 

“Abrir o ‘Ciclo das Mulheres’ com dois atores homens significa antes de tudo afirmar o teatro como espaço de alteridade, mais do que de identidade. Significa colocar-se no lugar do outro, identificar-se e dialogar. O teatro, para além da obra de arte, mais do que nunca, é promoção de saúde social”, explica a diretora Ana Teixeira.

 

 

Sobre o Amok Teatro

Dirigido por Ana Teixeira e Stephane Brodt, o Amok Teatro caracteriza-se pela dedicação a um processo contínuo de pesquisa sobre a arte do ator e as possibilidades de encenação. Desde sua fundação em 1998, o grupo tem recebido por seus espetáculos diversos prêmios do teatro e um grande reconhecimento da crítica e do público nacional e internacional, sendo considerada hoje, uma das companhias de maior prestígio da cena carioca contemporânea.

 

Os processos de criação e formação estão profundamente ligados nos trabalhos do Amok Teatro. Durante a temporada do espetáculo no Sesc Copacabana, os diretores Ana Teixeira e Stephane Brodt ministrarão uma oficina intensiva de Treinamento-Improvisação.

Com mais de 30 anos de experiência pedagógica nas artes cênicas os diretores desenvolveram uma metodologia de trabalho que se tornou referência para a formação de atores no Brasil e no estrangeiro.  www.amokteatro.com.br

 

 

SERVIÇO

Jogo de Damas (Teatro)

Datas: 13/06 a 07/07, Quinta a domingo

Horário: 20h

Local: Mezanino do Sesc Copacabana

Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia), R$ 30 (inteira)

(Ingresso solidário R$ 15,00 (meia) com a doação de 1 kg de alimento para o Projeto Mesa Brasil do Sesc RJ)

Informações: (21) 2547-0156

Bilheteria – Horário de funcionamento:Terça a Sexta – 9h às 20h; Sábados, domingos e feriados – 12h às 20h.

Classificação indicativa: 14 ANOS

Duração: 75 min

Lotação: 80 lugares

Gênero: drama

 

Oficina Treinamento-Improvisação – Os Caminhos do Ator no Amok Teatro

com Ana Teixeira e Stephane Brodt

Datas: de 20 de junho a 07 de julho, de quinta a domingo

Horários: das 14h às 18h (48h)

Local: Sesc Copacabana

Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ

Inscrições: enviar e-mail para oficina@amokteatro.com.br breve currículo (máximo 10 linhas) até o dia 03/06

Inscritos receberão e-mail de confirmação até: 05/06

“La Bamba – O Musical” – no XP Investimentos

Estreia dia 06 de Junho a terceira temporada de ‘La Bamba – O Musical’, no Teatro XP Investimentos, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Desta vez, o espetáculo traz uma montagem inédita. A CIA Cara Lavada optou pela direção de Cesar Bournier que, além de adaptar o texto de Rayssa de Castro, traz uma nova roupagem ao espetáculo diferente das últimas temporadas. O Maestro Ivan Cid continua responsável pela Direção Musical e pelos arranjos brilhantes. Já a coreografia fica a cargo da renomada Dani Greco. O Cantor Gui Daiher faz o Ritchie Valens, mesmo com um pouco mais de idade que o homenageado, o cantor tem a aparência de 17.

La Bamba – O Musical é um espetáculo livremente inspirado na vida e obra de Ricardo Esteban Valenzuela Reyes, mais conhecido como Ritchie Valens, compositor e autor estadunidense de origem mexicana, nascido em uma comunidade pobre, próxima a cidade de Los Angeles que, com seu talento, dedicação e especialmente sua disposição para superar obstáculos e barreiras, consegue marcar profundamente a história da música mundial, sendo comparado a Elvis Presley.

Em 2019 completou sessenta anos do acidente aéreo que resultou em sua morte juntamente com Buddy Holly e The Big Bopper, sendo considerado por muitos “O dia em que a música morreu”.

Atores, cantores, diretores e músicos se reuniram para criar um espetáculo de excelente qualidade artística para contar a trajetória da música, pelos olhos e a vida de um cantor que, em sua breve existência, não mensurava a sua importância atemporal na história da música no cenário mundial.

Idealizado pela produtora Rayssa de Castro, que escreveu livremente o texto inspirado na vida de Ritchie Valens, no formato teatral, e encomendou ao diretor Cesar Bournier a direção e adaptação para o formato musical, o maestro Ivan Cid, propôs as músicas e criou os arranjos originais. Vinte atores/cantores e três músicos se juntaram, através de uma audição pública, para formar o elenco. Para compor a equipe na execução do projeto, ingressaram na equipe os preparadores de elenco Mara Soto e Bruno Raphael, a fonoaudióloga e assistente de produção Priscila Mayer, o coach de língua estrangeira Douglas Cardozo e a coreógrafa Dani Greco.

Objetiva-se, com a linguagem e a direção do espetáculo, uma visão leve e agradável, sobretudo com apelo emocional e afetivo das músicas selecionadas, apresentando a influência de Ritchie Valens aos caminhos que a música tomou na História, rompendo com tempo e espaço e influenciando gerações diversas da música, inclusive a atual. Esta influência se propagou para todo o mundo, demonstrada em nosso espetáculo com referências musicais em inglês, espanhol, latim, francês, italiano e até dialeto tribal. O dia da morte de Ritchie foi considerado, a partir de sua importância, como “o dia em que a música morreu”, eternizado por Don McLean através da canção “American Pie”.

Apoio Cultural:
Depil All Time, Nova Dupla, Centro de Artes Calouste Gulbenkian, Banana Tropical, Tatiana Medeiros Fonoaudióloga, Valor Café, Made 4 You, Império dos Quiches, Dani Cabanas, Alfa Music, Galetomania, Escola de Cinema Darcy Rineiro, Rede, Donna Natureza, Copa Hair, De Mel.

Agradecimentos Vakinha Online
Alessandra da Silveira, Alfredo Lopes, Amália Galvão Idelbrando, Ana Paula callil, Cláudia dos Santos, Claudio da Silva Gomes, Cristiana Vidal, Daniele Souza, Debora da Hora Santos, Eduardo de Almeida Antunes, Erica Tavares, Fernanda Pozzebon, Gabriela Chalub, Gisele S Monteiro, Guilherme Constâncio, Gustavo Souza Azambuja, Helena Goldenberg, Jose dos Reis, Jose Maria Elias do Vale, Jussara Moreira, Jussara Neves Calmon, Kadú Sandeiro, Karen Godinho Lemos, Kelly Debiazi Virissimo, Maria Cristina dos Santos, Maria Lydia Freitas Oliveira, Marilese Mara Machado, Maristela de Paula Pinheiro, Marli Mello Vianna da Cunha, Moura, Neyr Leão, Ronaldo Santos, Rosely Garcia, Rubeni Carpanedo Venturini, Thaís Spindola e Valeria Zettel

Ficha Técnica:
Direção e Adaptação do Texto de Rayssa de Castro: Cesar Bournier
Texto Original: Rayssa de Castro
Direção Musical e Arranjos: Maestro Ivan Cid
Coreografia: Dani Greco
Elenco: Andressa Colares, Augusto Volcato, Carlos de Moraes, Chris Markes, Cris Ramos, Dani Barbos, Daniela Schmitz, Daniela Sousa, Djanira de Paula, Gui Daiher, Joy Miranda, Mayara Tenório, Neyriellen Ferreira, Paulo Fernandes, Pedro Prado, Thaieny Monteiro, Viviane Delfino, Wagnera e Wendel Pereira.
Músicos: Beto di Souza – Bateria, Gui Daiher – Guitarra, Henrique Ayres – Guitarra, Ivan Cid – Piano, Lennon Barbosa – Teclado e Samuel Permino – Baixo.
Direção de Arte: Cesar Bournier
Preparadores de Elenco: Mara Soto e Bruno Raphael
Consultor de Idiomas: Dougie
Fonoaudióloga e Preparadora Vocal: Priscila Mayer
Costura: Ariane de Castro e Cacilda Monteiro
Luz: Eder Nascimento
Locução: Rodrigo Najar
Vídeo Design: Bruna Pieroni Cidade Rodrigues e Vinícius Alves Rodrigues Carneiro
Programador Visual: Thiago Ristow
Still: Kadu Rangel
Logomarca: Andressa Colares
Assistente de Produção: Marcelo Gomes
Produção: CIA Cara Lavada
Coprodução: Cesar Bournier Produções
Siga as Redes Sociais:
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SERVIÇO
La Bamba – O Musical
Datas: 06 a 30/06/2019
Local: Teatro XP Investimentos
Endereço: Av. Bartolomeu Mitre, 1110 (Jockey Club Brasileiro) – Leblon – Rio de Janeiro
Horário: Quinta a Sábado às 21h | Domingo às 20h
Abertura dos portões: 1h30 antes do espetáculo
Classificação etária: Livre. Menores de 05 anos devem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA
Bilheteria do Teatro XP
Av. Bartolomeu Mitre, 1110 (Jockey Club Brasileiro) – Leblon – Rio de Janeiro
Terça-feira das 13h às 17h
Quarta a sexta-feira das 17h às 21h
Sábados das 13h30 às 21h
Domingos das 13h30 até a hora do espetáculo em cartaz
Apenas venda e retirada de ingressos para os eventos do Teatro XP Investimentos

PONTOS DE VENDA – SUJETO A COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA
Loja EVENTIM – Brasília Shopping
SCN Quadra 5 Bloco A – 2º Subsolo – Brasília Shopping – Brasília/DF
Segunda a sábado das 10h às 22h
Domingos e feriados das 13h às 19h
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM

Loja EVENTIM – Shopping 5ª Avenida
R. Alagoas, 1314 – Loja 20C – Savassi – Belo Horizonte/MG
Segunda a sexta-feira das 10h às 19h
Sábados das 10h às 16h
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM

Casa Natura Musical
R. Artur de Azevedo, 2134 – Pinheiros – São Paulo/SP
Terça a sábado das 12h às 20h
Segundas e domingos, somente em dias de show
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM

Allianz Parque
R. Palestra Itália, 214 – Perdizes – São Paulo/SP
Terça a domingo das 10h às 18h
Não há funcionamento em feriados
Obs.: Em dia de jogos e eventos, o horário de funcionamento está sujeito a alteração.
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM

Teatro J. Safra
R. Josef Kryss, 318 – Barra Funda – São Paulo/SP
Quartas e quintas das 14h às 21h
Sexta a domingo das 14h até o horário dos espetáculos
Venda e retirada de ingressos para os todos os eventos vendidos pela EVENTIM

Jeunesse Arena
Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ
Terça a sábado das 10h às 12h e das 13h às 17h
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM
A Bilheteria encontra-se em frente à Jeunesse Arena

Amplitur
R. Padre Leonardo Nunes, 440 – Portão – Curitiba/PR
Segunda a sexta-feira das 9h às 12h e das 13h30 às 18h
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM

Porks Museu
R. Marechal Hermes, 1092 – Centro Cívico – Curitiba/PR
Terça a domingo das 17h às 0h
Feriados das 17h às 0h
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM. Vendas somente em cartão de crédito e débito.

Porks Vicente Machado
Av. Vicente Machado, 642 – Batel – Curitiba/PR
Terça-feira a domingo das 17h às 0h
Feriados das 17h às 0h
Venda e retirada de ingressos para todos os eventos vendidos pela EVENTIM. Vendas somente em cartão de crédito e débito.

MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAIS
Confira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios.

https://www.eventim.com.br/ingressos.html?affiliate=BR1&doc=artistPages/tickets&fun=artist&action=tickets&erid=2485424&includeOnlybookable=false&x10=1&x11=la%20bamba

Moça velha não faz milagre

Com mais de 100 MIL seguidores no Twitter, três mil inscritos no Instagram e dez mil no Facebook, Santa Alfabeta tornou-se uma personagem popular nas mídias sociais. Depois de 10 anos de sucesso de seu humor ácido nas redes sociais, a personagem saiu da internet para brilhar no teatro.

Moça velha não faz milagre estreou em maio de 2018 no Teatro Princesa Isabel. Seguiu para o Teatro Café Pequeno e em fevereiro de 2019 aportou no Teatro Candido Mendes para uma curta temporada, mas devido ao grande sucesso a temporada foi estendida até o dia 30 de abril. A partir de 03 de maio faz temporada popular no Teatro Dulcina.

Santa Alfabeta é uma professora suburbana que retrata de forma bem-humorada o dilema da virgindade após os 40 anos. Traz à tona seus encontros com o passado e anseios para o futuro.

Santa vivencia suas histórias de vida e essa combinação inusitada é exatamente a base para um show de humor de seu próprio cotidiano, trazendo à cena as diferenças e acertos do universo feminino e masculino. Santa não mede esforços para fazer rir ao tratar assuntos do cotidiano sempre com uma visão feminina.

Em cena, Santa não para. Dança, anda de um lado para outro, faz caras e bocas para mostrar o jeito espirituoso e bem-humorado que conquistou centenas de pessoas nas redes sociais.

Apesar de estar sozinha em cena, Santa Alfabeta vivencia outros personagens e até interage com a plateia convidando-os para desafios no palco. Santa traz como um dos trunfos a interação com a plateia. “Cada dia é diferente, não se sabe o que vai encontrar, isso é o instigante no teatro”.

Conheça mais sobre Santa Alfabeta nas redes sociais:

http://www.twitter.com/santaalfabeta

http://www.facebook.com/santaalfabetaoficial

instagram.com/santaalfabeta

Ficha Técnica:

Texto e direção: Sidnei Oliveira

Atuação: Crazú

Contrarregra: Jorge Erlon

Cenário e figurino: Crazú e Thiago Monteiro

Coreografia: Wandecyr Ricardo

Projeto gráfico: Diego Ferreira

Iluminação: Gabriel Gomes e Jorge Junior

Operador de luz e som: Samuel Rotas

Fotos: Priscila Marques Produção executiva: Sidnei Oliveira

Local: Teatro Dulcina (Rua Alcindo Guanabara, 17 – Centro, Metrô Cinelândia) – Tel: 2240-4879

Bilheteria: das 14h às 20h (domingo à domingo)

Temporada: 04 a 26 de Junho

“Os Lavadores de Histórias” no Sesc Vila Mariana

O Auditório do Sesc Vila Mariana recebe a nova temporada do espetáculo infantil Os Lavadores de Histórias, da Cia. de Achadouros, em temporada que vai de 9 a 30 de junho, com sessões aos domingos, às 15 horas.

A montagem, dirigida por Tereza Gontijo, foi inspirada na poesia de Manoel de Barros. A dramaturgia de Silvia Camossa, foi concebida em processo colaborativo com o grupo, a partir das cenas improvisadas na sala de ensaio.

Os Lavadores de Histórias são três personagens – Urucum, Tom Tom e Jatobá -, interpretados pelos atores palhaços Emiliano Favacho, Mariá Guedes e Felipe Michelini, respectivamente. À noite, eles visitam quintais abandonados para lavar objetos esquecidos como brinquedos e roupas, e reviver momentos especiais da infância. Eles carregam consigo o “rio da memória”, no qual vão lavando as coisas que encontram e revelando histórias, fantasias, personagens e brincadeiras. Por meio de cenas cômicas, circenses, teatro de sombras e objetos, o espetáculo faz uma sensível reflexão sobre a relação da criança com o mundo real e da imaginação, e lança sobre a infância o olhar lúdico e poético.

Tendo como ponto de partida a potente e delicada poesia de Manoel de Barros, a concepção valoriza a intimidade com as pequenas coisas, a beleza contida em sutilezas, a graça da imaginação, as brincadeiras espontâneas e colaborativas e o contato com a natureza. A partir de uma imersão na obra do poeta, os atores foram para as ruas do bairro São Mateus em busca de histórias reais da memória afetiva de pessoas comuns (moradores antigos e crianças) que foram usadas em cenas da peça. “Um dos poemas de Manoel de Barros que mais nos inspirou foi Desobjeto, que fala sobre como a imaginação pode dar novos sentidos e funções a um objeto e transformá-lo em outras coisas na hora de brincar”, comenta Felipe Michelini. Os protagonistas contam que lembranças de suas próprias infâncias e de outras pessoas envolvidas na produção também estão no enredo.

A diretora Tereza Gontijo – mineira de Belo Horizonte, que também é palhaça, integrante dos Doutores da Alegria e da Cia. Vagalum Tum Tum – enfatiza que Os Lavadores de História foi concebido como um espetáculo para a família. “Enquanto a palhaçaria é diversão garantida para as crianças, o tom lírico e poético da peça toca os adultos ao acionar o dispositivo de suas lembranças da infância”. Ela ainda comenta que o processo junto à Cia. de Achadouros teve como estímulo o prazer do jogo de palhaços no trabalho de criar para o público infantil.

Urucum, Tom Tom e Jatobá sabem que nas coisas esquecidas nos quintas das casas estão guardadas muitas histórias de meninos e meninas que cresceram e já não se lembram de seus sonhos e brincadeiras. As histórias vão surgindo à medida que os objetos e brinquedos vão sendo lavados e revelados.

Entre as cenas está O menino que queria voar: um lençol manchado revela o garoto que queria viajar pelo mundo. Às vezes, fazia xixi enquanto dormia e depois se escondia embaixo da cama, sonhando em voar e unir os quatro continentes. Tem também A menina triste que descobre o que a faz feliz: um lenço colorido traz a história da menina que vivia triste até conhecer um menino mágico. Na história, inspirada nas conversas com a sambista Tia Cida, moradora da região de São Mateus, a menina conhece um amigo quando vai buscar lenha para o fogão e o acompanha até o acampamento cigano, descobrindo ali o seu amor pela música. Outro momento é O menino que vai para a lua com o amigo imaginário: um sapato velho se transforma em um interfone secreto para anunciar a missão da primeira criança a pisar na lua (história do ator Felipe). E ainda A menina que encantava os passarinhos: uma velha escova de cabelos faz as personagens reviverem a história de uma rádio de passarinhos (lembrança da atriz Mariá). Na programação desta rádio muitas aves participam: a andorinha dá receita de bolinho de chuva (chuva mesmo!); o tico-tico, que voa muito alto, faz a previsão do tempo; na transmissão do futebol, os jogadores são pássaros; e a radionovela dramatiza a história do menino que ficou chateado porque ia ganhar uma irmãzinha – não um “irmãozinho para brincar” -, mas ele descobre a alegria dessa nova relação (história do ator Emiliano).

Ficha técnica Com Cia. de Achadouros. Dramaturgia: Silvia Camossa. Direção: Tereza Gontijo. Elenco: Emiliano B. Favacho (Urucum, Gururu e Cipriano), Felipe Michelini (Jatobá, Bugrinha e Menino Cigano) e Mariá Guedes (Tom Tom, Menina Triste e Meninassarinha). Cenografia: Alício Silva e Bira Nogueira. Figurino: Cleuber Gonçalves. Iluminação e fotografia: Giuliana Cerchiari. Adereços: Clau Carmo e Cia. de Achadouros. Pesquisa musical: Emiliano B Favacho e Tereza Gontijo. Músicas: Kevin Macleod. Preparação corporal: Ana Maíra Favacho, Erickson Almeida e Tereza Gontijo. Edição de som: Emiliano B. Favacho e Rodrigo Régis. Voz em off: Evandro Favacho. Grafite do painel: Celso Albino. Operação de som: Rebeka Teixeira e Thiago Mota. Operação de luz: Francisco Renner. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Idealização: Cia. de Achadouros. Realização: Sesc.

 

Serviço

 

Espetáculo: Os Lavadores de Histórias

Temporada: 9 a 30 de junho. Domingos, às 15h

Ingressos: R$ 17,00 (inteira), R$ 8,50 (meia) e R$ 5,00 (credencial plena do Sesc).

Grátis para crianças até 12 anos, com retirada de ingresso.

Duração: 60 min. Livre para todos os públicos (recomendação: a partir de 4 anos)

Sesc Vila Mariana

Rua Pelotas, 141, São Paulo – SP/SP.

Telefone: 5080-3000

Estacionamento: R$ 5,50 + R$ 2,00 a h adicional (credencial plena) e R$ 12,00 + R$ 3,00 a h adicional (outros).

sescsp.org.br/vilamariana

Facebook, Twitter e Instagram: @sescvilamariana

“Iroko – Meu Universo” no Sérgio Porto

A partir do dia 06 de Junho, a Sala II do Espaço Cultural Sérgio Porto apresentará a trajetória de um menino que, buscando conhecer a história e o mundo, acaba por encontrar a própria identidade. Esse é o mote de “IROKO”, solo de Jeff Fagundes, jovem negro que é ator, diretor teatral e fundador do Coletivo Egrégora – grupo carioca de estudos cênicos formado por negros e o único da América Latina  a ocupar o comitê Jovens Artistas Promissores (Network ofEmergingArtistsandProfessionalsNEAP) do Instituto de Teatro Internacional (InternationalTheaterInstitute – ITI) da UNESCO.

No espetáculo, é retratado o quanto a migração pela procura de oportunidades de uma vida melhor acaba se tornando um processo quase escravocrata para muitos, principalmente na hora de largar a própria cidade ou país por um sonho e não encontrar o que era procurado.Representação do tempo na nação africana Ketu, Iroko é a árvore que liga e anota todas as histórias com suas conquistas, lágrimas e viagens.

Não por acaso, foi numa viagem que o espetáculo teve início – em 2017, Jeff foi convidado pelo ITIpara mostrar uma cena do processo de criação do seu solo teatral. Iroko, então, viajou pela primeira vez a Segóvia, na Espanha, para se apresentar no Congresso Internacional de Teatro.

Em virtude dessa apresentação, o jovem de 27anos foi convidado a exercer o cargo de Secretário de Colaboração no comitê da UNESCO. Em 2018, também a convite da instituição, realizou e capitaneou o 1º Festival Internacional de Intercâmbio Teatral no Rio de Janeiro (NEAP Fest), evento gratuito que proporcionou a jovens artistas brasileiros a troca de experiências com artistas de teatro vindos de três continentes.

Com a apresentação no Festival, o solo teatral cresceu e se tornou o monólogo “Iroko – Meu Universo”, recebendo convites para participar de festivais no Nepal, Zimbabwe e Colômbia. “Trazer alguns países para ver o processo de construção da peça nos abriu muitas portas e linhas de pensamento a respeito do que é identidade. Para eles, é muito interessante a maneira abrasileirada que lido na construção da peça, usando as técnicas e referências de vários países e puxando para um lugar mais ancestral desse nosso corpo, que ainda está em diáspora. Fazer essa peça é mais que apenas um apresentação, mas também uma forma de questionar e provocar outros corpos negros como o meu a respeito da sua própria grande árvore genealógica. Da onde viemos e o que é esse nosso espaço no mundo contemporâneo?”, finaliza Jeff.

SINOPSE:

“Iroko – Meu universo”conta a trajetória de um menino que queria conhecer a história e o mundo, mas acaba encontrando a própria identidade. Irokoé a representação do tempo na nação africana Ketu, a árvore que liga e anota todas as histórias com suas viagens, lágrimas econquistas. Iroko é a árvore que liga todo o mundo.

 

 

SERVIÇO:

 

Temporada:

06 a 30 de Junhode 2019

Horários:

Quinta-feira a segunda-feira – 20h

Local:

Sala Dois – Espaço Cultural Sérgio Porto

Rua Humaitá, 163 – Humaitá – Rio de Janeiro

Tel.: (21) 2535-3846

Ingressos:

R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia-entrada)

Duração: 60 minutos

Classificação: 18 anos

Gênero: Drama

FICHA TÉCNICA:

Criação: Jeff Fagundes

Supervisão de Direção: Ricardo Rocha, Julia Limp e PaluFelipe

Elenco: Jeff Fagundes

Direção Musical: Pedro Moragas

Direção corporal: Palu Felipe

Cenografia e Indumentária: BidiBujnowski

Direção de Produção: Alessandro Zoe e Jeff Fagundes

Direção de Comunicação: João Assis

Estratégia: CRIVO

Produção Executiva: Fernanda Chazan

Assistência de Produção: NúriaKiffen

Operação de Luz: Jorge Oliveira

Programação Visual: LukasStonem

Assessoria de Imprensa: Marrom Glacê Assessoria – Gisele Machado & Bruno Morais

Direção de Produção: Alessandro Zoe e Jeff Fagundes

Realização: Coletivo Egrégora

“Aracy” no Sesc Tijuca

Poucas pessoas sabem, mas os sobrenomes possuem origem absolutamente oriunda dos pais e os demais antecessores masculinos – o que faz com que todas as mulheres sejam anuladas com o passar do tempo. Essa foi uma das descobertas de Flavia Milioni no processo criativo de “ARACY”, segundo solo ficcional dirigido e interpretado por ela que estreia dia 06 de Junho às 19h no Teatro II do Sesc Tijuca. Investigando a misteriosa história de sua avó materna através dos rastros deixados por ela, Flavia deparou-se com as consequências devastadoras do patriarcado na vida das mulheres.

Aracy se matou em 1954, aos 26 anos de idade.Para lançar luz a uma história trágica e infelizmente não tão rara, a peça mergulha em temas comuns a todas as mulheres, como o machismo e o patriarcado estruturais e suas consequências. “É um trabalho que propõe ao público refletir sobre as mulheres que vieram antes de nós, e encontrar essas mulheres que somos ou que queremos ser. A peça evoca uma memória inventada, uma relação de avó e neta que nunca existiu, criando o resgate de um laço ancestral, que no fim, une todas nós”, pondera Flavia, que iniciou este processo quando ainda encenava seu solo anterior, “O QUADRO ou pequeno poema para o fim do mundo” (2016).

Debruçada sobre uma história real e de foro íntimo,a montagem se vale daautoficção, quetambém foi objeto de pesquisa de Flavia em seu mestrado. “Um dos pilares deste tipo de teatro é o uso do relato e da confissão na cena. Tambémpode ser entendido como uma subversão da autobiografia, já que admite que a memória estádiretamente associada à imaginação”, elucida.

Evocando uma memória inventada, a relação de avó e neta que nunca existiu, o espetáculo cria um resgate de um laço ancestral, já que representa o apagamento existencial das mulheres na sociedade e apresenta um assunto tido como tabu ainda nos dias atuais. “Em escala mundial, o suicídio mata mais do que todos os homicídios, incluindo os mortos em guerras. Ninguém gosta de falar no assunto e, ao mesmo tempo, todo mundo conhece alguém que se matou. Por que não enfrentamos essa sombra? Os casos só aumentam e os números são alarmantes. Falar sobre isso é parte do processo de cura”, acredita a artista.

No processo de investigação da história Flavia percorreu quatro cidades, descobrindo parentes que não conhecia e sentindo que, por fim, teve um encontro consigo mesma.  “O espetáculo evidencia que a luta das mulheres continuará enquanto formos oprimidas e excluídas. Hoje somos inundadas por termos como machismo, misoginia, sexismo, mansplaining, gaslighting, sororidade. Nenhuma dessas palavras fazia parte do vocabulário de Aracy, mas ela sentiu na pele cada um de seus significados. Tocar na ferida através da historia de uma mulher específica é propor a reflexão sobre o machismo nas relações mais íntimas. Aracy está prestes a cair no esquecimento. Ela é cada uma de nós. Não podemos deixar que nos esqueçam”, encerra.

SERVIÇO:

ARACY

Temporada:

06 a 30 de junho

Horários:

Quinta-feira a Domingo- 19h(**não haverá espetáculo nos dias13, 14, 15 e 16 de Junho **)

Local:

Sesc Tijuca /Teatro II

Rua Barão de Mesquita, 539 – Tijuca

Telefone: (21) 3238-2164 / 2428 / 2139 (DESCOBRIR O CERTO)

Ingressos:

R$ 30 (inteira) / R$ 15 (meia) / R$ 7,50 (Associados, apresentando a carteira do Sesc)

Duração: 50 minutos

Classificação: 14anos

FICHA TÉCNICA:

 

Texto, Direção e Atuação: Flavia Milioni

Codireção e Direção de Movimento: Natasha Corbelino

Cenário:Elsa Romero e Lia Maia

Figurino: Flavia Milioni

Iluminação: Lara Cunha e Fernanda Mantovani

Projeto Gráfico: Patricia Cividanes

Vídeo e Fotografia: Elisa Mendes

Mídias Sociais: Natália Balbino

Assessoria de Imprensa: Marrom Glacê Assessoria – Gisele Machado & Bruno Morais

Direção de Produção: Flavia Milioni E Natasha Corbelino

SOBRE FLAVIA MILIONI

 

Atriz paulista formada pela Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP), Flavia é bacharel em Artes Cênicas pela Cal (RJ) e mestre pelo Programa de Pós Graduação Artes da Cena, na ECO/UFRJ. No teatro, trabalhou com importantes diretores como Georgette Fadel, Roberto Lage, Moacir Chaves, João Fonseca, Paulo de Moraes, Celso Frateschi, Hugo Possolo, Cristiane Paoli Quito, Pedro Brício, Debora Lamm, Renata Mizrahi e Pedro Kosovski, entre outros. Na TV,participou de “Mister Brau” e “Malhação – Viva a Diferença”, ambos na TV Globo. Autora e diretora de “O QUADRO ou pequeno poema para o fim do mundo”, ganhou com o espetáculo o prêmio de Melhor Atriz e Melhor Espetáculo no festival Fest& Arte (2016).

SINOPSE:

O espetáculo conta a busca de uma neta pela história misteriosa de sua avó e, ao seguir os rastros deixados por ela, se depara com as consequências devastadoras do patriarcado na vida das mulheres.