“Contracapa” no Laura Alvim

O espetáculo “Contracapa” estreia em 18 de maio para curta temporada de quatro semanas na Casa de Cultura Laura Alvim. Com texto inédito de Suzana Nascimento e direção Priscila Vidca, a peça discute as relações familiares por meio de escolhas feitas no passado e suas consequências. No elenco estão José Karini, Roberto Frota, Rocio Durán, idealizadora do projeto, e Saulo Rodrigues. As apresentações acontecem sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h, até 10 de junho. A Casa de Cultura Laura Alvim é um espaço da Secretaria de Estado da Cultura/FUNARJ.

 

Na montagem, Carmen (Rocio Durán) é uma escritora em processo de criação de seu novo livro. Casada com Jorginho (Saulo Rodrigues), músico desempregado, os dois vivem com o pai dela, Seu Gutierrez (Roberto Frota), influente advogado aposentado, que não aprova a profissão do casal. Como já não bastassem os conflitos familiares e as pressões do editor pelo lançamento do livro, a realidade transpassa a ficção quando um reencontro inesperado com Heitor (José Karini) traz, do passado, a história de muitas páginas atrás que nunca foi contada. Em meio de incertezas, descobertas e recordações que influenciam a vida de todos, a escritora deve escolher entre a verdade e a melhor versão, mas como distinguir o que é real?

“A peça questiona o quanto temos controle sobre a própria vida e como nossas atitudes interferem o outro. Fala de decisões em diferentes níveis, tanto as escolhas de vida da personagem enquanto mulher quanto como da autora durante o processo de criação”, conta a atriz Rocio Durán.

Segundo texto de Suzana Nascimento — autora e atriz de “Calango Deu! Os causos da Dona Zaninha”, monólogo que recebeu os prêmios de atriz, espetáculo e cenário nos festivais FITA e Cena Contemporânea — “Contracapa” apresenta diferentes camadas que se confundem e se encontram ao longo do espetáculo. A luz de Paulo Denizot e a trilha sonora original de Federico Puppi e Gastão Villeroy, composta especialmente para o espetáculo, estabelecem o clima dessas passagens. O cenário de José Dias traz uma estrutura hexagonal, suspensa que se projeta no chão, que abre a possibilidade de uma casa, mas não se encerra nisso.

“Há várias leituras subjetivas abrem a possibilidade de colocar a encenação dentro de um livro e de, esteticamente, descolar os personagens da realidade para que, dicotomicamente, esses corpos sejam preenchidos de verdade”, explica a diretora Priscila Vidca.

 

“Contracapa”

Temporada: de 18/5 a 10/6 – sexta e sábado, às 20h; domingo, às 19h.

Local: Casa de Cultura Laura Alvim. Av. Vieira Souto 176. Tel.: 2232-2015

Quanto: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia).

Lista amiga: contracapaapeca@gmail.com

Capacidade: 190 lugares. Duração: 70 min. Classificação etária: 14 anos.

 

 

FICHA TÉCNICA

 

 

Idealização: Rocio Durán

Dramaturgia: Suzana Nascimento

Direção: Priscila Vidca

Trilha sonora original: Federico Puppi e Gastão Villeroy

Elenco: José Karini, Rocio Durán, Roberto Frota (ator convidado) e Saulo Rodrigues

Cenógrafo: José Dias

Figurinista: Desirée Bastos

Iluminador: Paulo Denizot

Programação visual: Raquel Alvarenga

Assistente de direção: Rômulo Chindelar

Fotos: Leandra Benjamin

Assistente de fotografia: Sofia Ibarguren

Cenotécnico: José Galdino dos Reis

Visagista: Francis de Paula

Direção de produção: Heder Braga

“3 Mulheres 1 Destino…” no Tijuca Tênis Clube

O espetáculo comemora 10 anos, assistido por mais de 100 mil pessoas, realizando temporada em mais de 5 estados ( Bahia, Maceió, Sergipe, Ceará, Minas Gerais, Rio de janeiro…), e mais de 18 salas no Rio de janeiro, em 2014 a convite da editora Bartlebee, o espetáculo virou livro, deixando registrado a história dessas 3 Mulheres em literatura.

Release:

3 Mulheres 1 Destino…

Em tempos de empoderamento feminino, o espetáculo se torna mais atual que nunca, colocando 3 mulheres no palco, que pensam, que falam de política, sexualidade, sociedade, e de suas conquistas desde os anos 80 até os dias de hoje. Amigas que viveram toda transformação política e social dos anos 80 reencontram-se após 30 anos e revivem um passado, quebrando tabus, revelando histórias do passado, todas as descobertas, e compondo um novo presente, numa comédia que navega por questões políticas e históricas do nosso país. Além da expressiva liberdade do universo feminino adquirido e todas as suas conquistas nestas últimas décadas.

No reencontro, Ana Regina ( Dona de casa), Helena ( Bibliotecária , evangélica e assexuada), Bernada Campos ( Um executiva de sucesso para todos, no seu íntimo uma prostituta) , 3 personalidades distintas, e suas verdades, mulher falando de mulher, uma comédia sensível, que emocionado por onde passa, se fazendo de espelho pra uma sociedade cheia de conceitos, e limites quando o assunto é a “mulher e suas conquistas”.

Propondo reflexão e verdades, a comédia, se mantem viva e contemporânea, que em 2018 celebra 10 anos de sucesso, resistência, e auto afirmação, onde o teatro é o fio condutor de um debate social, propondo o público a pensar, rir com as situações da nossa história e suas contradições, falando de mulheres, através de mulheres.

3 Mulheres 1 Destino tem sido recomendadas por terapeutas e sexólogas, devido a liberdade de expressão feminina, e por falar de tabus e conceitos de maneira direta e sem rodeios.

Teatro Henriqueta Brieba

Sábados e domingos ás 19:30h

De 02/06 a 01/07

Ingressos: R$ 40,00 / 20,00 (meia estudantes, professores rede púbica, e sócios do clube Tijuca Tênis Clube)

Telefone: (21) 3294-9300 ou 98246-4006

Bilheteria aceita cartão de CREDITO e DEBITO.

Classificação Livre

Duração 80 min

Texto e Direção: Fabrisio Coelho.

Produção Geral: Clecio Ferreira

Luz: Anauã Carmo

Som: Sandro Martins

Figurino: Denise Veiga

Cenário: Thaysa Carreiro

Arte gráfica: 4 ideias

Elenco:

Flavia Sequeira

Rita Luz

Claudia Cabral

Classificação livre

Redes Sociais: facebook.com.br/3mulheres1destini Email: fabrisiocoelho@hotmail.com

Fone e WhatsApp: (21) 98246-4006

“Jacques e a revolução” no Café Pequeno

Jacques e a Revolução, de Ronaldo Lima Lins, montagem inaugural da Todo o Mundo Cia de Teatro, dirigida por Theotonio de Paiva, está em cartaz, às 20h, terças e quartas no Teatro Municipal Café Pequeno, até 30 de maio.

Peça traz em sua narrativa uma arquitetura dramatúrgica que alinha tirania, manipulação, jogos de poder. Sedução e sexo recheiam os diálogos de Jacques, um empregado de segundo escalão, e seu patrão, o Empresário. De conversa em conversa, qualquer sentido de moral desaparece. Jacques conta suas proezas e aprende/ensina com o Empresário. A história, que se passa sem definição de lugar e tempo, poderia ser no Planalto Central, numa empresa pública, agronegócio, enfim, na vida real.

Na verdade, a peça foi escrita a pedido do mestre Luís de Lima (1925-2002), ator português notabilizado por sua grandeza na mímica. Ele nunca a encenou. “Luís sugeriu em 1989 que Ronaldo elaborasse um texto para teatro a partir de ‘Jacques, o Fatalista, e seu amo’, de Diderot. A ideia era o centenário da Revolução Francesa estar no centro da peça. O que Ronaldo fez, porém, foi estabelecer um diálogo intenso com a obra do filósofo francês iluminista Denis Diderot”, destaca o diretor e dramaturgo Theotonio de Paiva.

As histórias de Jacques receberam um destaque especial através do humor de Ronaldo Lima Lins. São construções provocadoramente deliciosas que nos trazem à mente acontecimentos ligados a outras épocas: histórias de amor, traições, armadilhas etc. Por outro lado, a peça é recheada de pistas falsas, com espelhamento de situações e de personagens, nos levando a querer saber, de fato, o que é verdade ou mentira.

Jacques e a Revolução ou Como o Criado aprendeu as lições de Diderot é o único texto teatral de Ronaldo Lima Lins, que defendeu sua tese de doutoramento, ‘O teatro de Nelson Rodrigues: uma realidade em agonia’, em 1979 na Sorbonne. O estudo se tornou uma referência sobre o autor de ‘Vestido de Noiva’. Ronaldo Lima Lins é Professor Emérito da Faculdade de Letras da UFRJ, da qual foi diretor por duas vezes. É poeta, ficcionista e autor de livros de ensaio, nos quais elabora reflexões envolvendo cultura, literatura e sociedade. Sua mais recente obra é ‘O Livro e seus algozes’ (Editora Mauad).

Ficha Técnica

Texto: Ronaldo Lima Lins

Direção: Theotonio de Paiva

Elenco: Abílio Ramos, Katia Iunes, Marco Aurélio Hamellin e Sol Menezzes

Trilha sonora original: Caio Cezar e Christiano Sauer

Direção de arte: Marianna Ladeira e Thaís Simões

Direção de movimento: Carmen Luz

Iluminação: Renato Machado

Design gráfico: Nicholas Martins

Fotos de divulgação: MarQo Rocha e Flávia Fafiães

Direção de produção: Katia Iunes

Realização: Todo o Mundo Cia de Teatro

Produção: Nonada – Arte e cultura contemporânea.

Serviço:

Temporada: Até 30 de maio

Horário: terças e quartas, às 20h

Valor do Ingresso: R$ 40 inteira, R$ 20 meia

Classificação: 14 anos

Gênero: Comédia dramática

Duração: 80 minutos

Local: Teatro Municipal Café Pequeno

Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 269, Leblon – Telefone: 21 2294-4480

Horário de funcionamento: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, das 14h às 20h.

Não possui estacionamento

“Sobre nós” no Teatro Vannucci

Por que será que há tanta falha de comunicação, mesmo entre pessoas tão próximas? Por que usamos subterfúgios em vez dizer aquilo que realmente nos angustia na relação com quem amamos? Por que brigamos por coisas tão banais, que escondem o motivo verdadeiro de uma insatisfação, de uma angústia? Há esperança na troca com o outro? Essas e outras indagações, que permeiam a vida em comum, motivaram a criação do espetáculo ‘Sobre nós’, que estreia dia 31 de maio, no Teatro Vannucci, e fica em cartaz até 29 de junho, sempre às sextas-feiras, às 19h (com exceção da estreia: quinta-feira, às 19h). É um espetáculo que se propõe a dialogar com o espectador pela identificação com sentimentos que são comuns a todos nós e que não necessariamente podem ser expressos em palavras.

O espetáculo marca a primeira aventura do experiente diretor musical Charles Kahn na dramaturgia e direção de espetáculo teatral. Com 60 anos de vida e 43 de carreira, ele resolveu estrear nessas novas funções por uma necessidade de expor em cena assuntos e sentimentos ausentes das conversas cotidianas. “O que me motivou foi uma precisão – no sentido de uma necessidade, uma urgência imediata em falar e ouvir sobre mim e sobre você, sobre o que nos toca, o que nos move e o que nos trava. Por que tenho tantos nós que eu mesmo poderia desatar?”, resume. “A peça não tem um enredo, uma história linear. Eu quis falar do humano, do lado sensitivo que existe em cada espectador. Parece que eu abri uma porta e nunca ia conseguir acabar de escrever o texto porque sempre há algo mais a dizer”.

Em cena, estão os atores Gabriel Zanelatto, Isabel Lamoglia, Isabelle Nassar, Lívia Sales, Matheus Quintão e Raquel Menau, a maioria ex-alunos de Charles na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) e da Escola Martins Pena. Para a trilha sonora, foram compostas, em sua maioria, músicas originais que também funcionam como narrativa. Na equipe criativa, também estão Nívea Faso (cenário e Figurinos), Marco Cardi (iluminação), Michel Robim (direção de movimento) e Pedro Jardim (Direção Musical). “Estou cercado de bons amigos. Hoje em dia, se você não se produz, dificilmente vai conseguir levantar o projeto que deseja. Então, resolvi colocar a mão na massa e convidar todos para este aventura”, completa Charles.

 

Sinopse:

Em meio a uma sociedade cada vez mais tecnológica e menos empática, o espetáculo propõe ao espectador uma experiência sensorial que busca refletir sobre nossos afetos, atitudes e angústias. Sem um enredo linear, a montagem destaca os conflitos existenciais que carregamos em todas as nossas relações.

Sobre Charles Kahn

 

Músico, arranjador e compositor. Trabalha com música para cinema, TV, rádio e teatro desde 1978, em mais de 250 montagens profissionais como Diretor Musical. Trabalhos premiados: “Jardins da Infância”, prêmio Molière; Integrante do grupo “Navegando”, que obteve inúmeros prêmios de melhor grupo do Rio de Janeiro; “Meu vizinho Comprou um Carro”, prêmio Rio Cine Festival de melhor trilha original; “O mágico de Oz” e “O Patinho Feio”, ambos indicados ao prêmio Coca-Cola de melhor música. Representou o Brasil no Festival Internacional de Teatro Jovem em Lion, França. Principais trabalhos em teatro: “Na Terra do Pau-Brasil”, direção de Ari Fontoura; “A Gaiola das Loucas”, direção de Jorge Fernando; “Segundas Intenções”, direção de Jose Renato, com Maria Zilda e Stepan Nercessian; “As Atrizes”, direção de Juca de Oliveira, com Tonia Carreiro, Lucélia Santos, Osmar Prado e Mauro Mendonça; “Chão de Estrelas”, direção de Renato Icarahy, com Paulo Goulart e Nicette Bruno; “Esta Noite se Improvisa”, direção de Amir Haddad; “Círculo de Giz”, direção de Lucia Coelho; “Entornando o Sonho”, direção de Daniel Hertz; “Jogos de Guerra”, direção de Cláudio Gonzaga, com Patrícia Pillar; “Soldadinho de Chumbo”, direção de Gilberto Gawronski; “Com o Rio na Barriga”, direção de Ernesto Piccolo; “Terror na Praia”, diversos diretores, entre os quais Anselmo Vasconcelos, Antonio Pedro e Ricardo Petraglia; “Os Cafajestes”, direção de Cininha de Paula; “Tiradentes”, direção de Aderbal Freire; “O Café”, direção de Luiz Fernando Lobo; e “Raimunda Raimunda” direção Regina Duarte.

Ficha técnica:

Texto e Direção: Charles Kahn

Elenco: Gabriel Zanelatto, Isabel Lamoglia, Isabelle Nassar, Lívia Sales, Matheus Quintão e Raquel Menau

Cenário e Figurinos: Nívea Faso

Iluminação: Marco Cardi

Direção de Movimento:  Michel Robim

Direção Musical: Pedro Jardim

Identidade visual: Juliana Della Costa

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida

Direção de Produção: Jenny Mezencio

 

Serviço:

Sobre Nós

Temporada:  De 31 de maio a 29 de junho.

Teatro Vannucci: Rua Marquês de São Vicente 52, terceiro piso, lj. 371, Gávea.

Telefone: 2239-8545

Dias e horários: Quinta (só no dia 31/05) e sextas, às 19h.

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

Lotação: 400 pessoas

Duração: 1h.

Classificação indicativa: 12 anos.

Venda online: https://www.tudus.com.br/evento/teatro-vannucci-sobre-nos

Isaac no mundo das partículas

Todo bom cientista deve ser criativo, ter espírito investigativo e uma certa obsessão pelo desafio. Mas como será que nasce esse cientista?  Ou melhor: será que existe um cientista desses em cada um de nós? A provocação contida no livro inédito de Elika Takimoto levou a diretora Joana Lebreiro e a produtora Camila Vidal a idealizarem o musical quântico Isaac no mundo das partículas, que depois de temporada com lotação esgotada no Oi Futuro Flamengo, faz sua estreia no Teatro Ipanema no dia 2 de junho, onde fica em cartaz até dia 1º de julho. A segunda temporada, que também contará com lançamento de CD com a trilha original do espetáculo, está sendo realizada graças à bem-sucedida campanha de financiamento coletivo feita por meio da Benfeitoria.

Com direção de Joana Lebreiro e direção musical de Ricco Viana, o espetáculo infantil é uma adaptação do livro homônimo da escritora e professora de física Elika Takimoto e trata de um tema nada fácil – a física de partículas – de maneira envolvente, divertida e informativa. O músico David Bowie e seu lendário personagem Ziggy Stardust inspiram a estética e a proposta da encenação, que propõe transformar o palco em um show de rock.

 

Musical fala do despertar para a ciência

 

A história começa quando o protagonista Isaac (João Lucas Romero) vai à praia, segura um pequeníssimo grão de areia e começa a se interessar pelos mistérios universais. O grão de areia (Vicente Coelho, da banda Biltre, que faz sua estreia no papel) ganha vida e, na tentativa de responder a dezenas de perguntas, leva o menino para uma viagem que começa na Grécia e acaba no Cern (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear). Tudo isso é narradopor um enigmático personagem: a partícula subatômica Bóson de Higgs (Julia Gorman), um dos mais fundamentais elementos do universo. No elenco, também estão André Arteche e Júlia Shimura, que vivem músicos-partículas e cientistas.

A diretora Joana Lebreiro conta que o projeto nasceu de maneira curiosa, já que a física era uma das matérias de que menos gostava na adolescência. “Eu já acompanhava a Elika no Facebook e, no dia 30 de dezembro de 2016, li um post em que ela mencionava ter um livro de física para crianças. Mesmo sendo uma data nada propícia para um pedido desses, mandei uma mensagem falando que tinha interesse em ler o livro. No dia seguinte, o texto já estava na minha caixa de email”, lembra Joana, também responsável pela adaptação do texto para o teatro: “Percebi que podíamos fazer uma peça que abordasse, de forma metafórica, o processo do nascimento do ‘cientista’ que pode existir em cada um de nós, focando na curiosidade infinita que nos move como seres humanos pensantes, incessantemente questionadores. Ser cientista para a gente é se apaixonar por algum tema e ir em busca do conhecimento sobre ele. A adaptação do texto para a cena ainda incluiu questões que surgiram nos ensaios e o tema da física de partículas – que arrebatou a todos”.

A autora Elika Takimoto resolveu escrever o livro para estimular os questionamentos das crianças sobre o tema. “Eu estive no Cern (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear) durante uma semana fazendo um curso de física de partículas. Quando voltei, meu filho me fez muitas perguntas. E eu fiquei muito feliz, porque muitas das perguntas eram as mesmas que eu tinha feito para os grandes cientistas. Como ele estava encantando com esse mundo, resolvi procurar livros sobre o tema, e encontrei bem poucos. Então, resolvi eu mesma encarar o desafio e escrever”, comenta ela.

A trilha sonora é um capítulo à parte. Na primeira leitura do livro, Joana Lebreiro já imaginou a história contada com atmosfera roqueira. Logo depois, vieram as inspirações estéticas e musicais de Ziggy Stardust, personagem criado pelo músico David Bowie que vem de outro mundo para salvar a Terra, mas em vez disso encontra o rock. O diretor musical e arranjador Ricco Vianna criou as melodias do espetáculo enquanto Joana escreveu as letras das canções – em uma parceria azeitada durante o processo de ensaios. “Começamos com a influência de Bowie, que fica clara na primeira canção, mas também seguimos outros caminhos. Temos uma trilha que mistura rock e música eletrônica, com atores que tocam violão, baixo e guitarra”, conta Ricco. Os figurinos de Bruno Perlatto, o cenário de Natália Lana e as projeções de Rico Vilarouca e Renato Vilarouca também acompanham as referências ao músico inglês. Completam a equipe criativa Paulo César Medeiros (iluminação), Bruno Cezario (direção de movimento).

Ficha técnica:

Isaac no mundo das partículas

Baseado na obra homônima de Elika Takimoto

 

Texto adaptado e direção: Joana Lebreiro

Elenco: André Arteche, João Lucas Romero, Julia Gorman, Júlia Shimura e Vicente Coelho.

Stand-in: Pedrinhu Junqueira

Projeções do espetáculo: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca

Direção Musical: Ricco Viana

Canções: Ricco Viana e Joana Lebreiro

Figurinos: Bruno Perlatto

Iluminação: Paulo César Medeiros

Cenário: Natália Lana

Direção de movimento e Coreografias: Bruno Cezario

Diretora Assistente: Brunna Napoleão

Visagismo: Duoelo Visagismo

Maquiadores: Diego Nardes, Diva Correia e Lucas Souza

Figurinista Assistente: Rachel Rozenberg

Assistente de Figurino: Luisa Marques

Cenotécnico: André Salles

Técnico de Som: Leandro Meireles

Operador de Luz: José Luiz Jr.

Operadora de vídeo: Stella Maiques

Mídias Sociais: André Mizarela (Humans Creative Group)

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Programação Visual: Renato Vilarouca e Rico Vilarouca

Fotos: Rudy Hühold

Administração Financeira: Rodrigo Gerstner

Assistente de Produção: Marina Caran

Produtora Executiva: Débora Amorim

Direção de Produção: Camila Vidal

Idealização: Joana Lebreiro e Camila Vidal

 

Serviço:

Isaac no mundo das partículas

Temporada:  De 02 de junho a 01 de julho.

Teatro Ipanema: Rua Prudente de Moraes, 824 –  Ipanema

Telefones: 2267-3750 ou 3518.5220

Dias e horários: Sábados e domingos, às 16h. Não haverá apresentação no dia 17 de junho.

Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia). Moradores do Rio de Janeiro que apresentarem comprovante de residência na cidade pagam meia.

Local de venda:  na bilheteria do Teatro Ipanema, de quinta a segunda-feira, aberta 1

hora antes do início do espetáculo do dia ou vendas de ingressos on line pelo site www.ticketmais.com.br

Lotação: 193 pessoas

Duração: 1h10.

Classificação indicativa: Livre (indicado prioritariamente para crianças a partir

de 5 anos)

“Vim Assim que Soube” no Sesc Copacabana

O Sesc Copacabana recebe, de 1 a 24 de junho, sexta e sábado, às 19h e domingo, às 18h, a estreia de “Vim Assim que Soube”. Com texto de Renato Carrera, o espetáculo coloca ficção e realidade caminhando juntas, em diferentes camadas dramatúrgicas, para discutir como o ser humano se relaciona com a proximidade da morte. Um autor de teatro com uma doença em fase terminal resolve chamar sua melhor amiga para passar seus últimos dias de vida ao seu lado para que ela o ajude a concluir a peça teatral que está escrevendo. A partir daí uma série de lembranças e conflitos são revelados. Crueldades e mentiras surgem durante este período de “pré-morte”, estabelecendo uma relação sufocante de dependência mútua. A montagem reúne os atores Cris Larin e Renato Carrera sob a direção do premiado Marco André Nunes (também diretor de “Caranguejo Overdrive” e “Guanabara Canibal”), com direção de produção de Claudia Marques, iluminação de Renato Machado, cenário de Daniel de Jesus e trilha sonora de Felipe Storino.

Construído a partir de um duelo de interdependência e calcado no embate entre os atores e suas diferentes visões artísticas sobre os temas pesquisados, o espetáculo retrata a crueldade intimidadora de um doente terminal com sua melhor amiga, suscitando lembranças, desafetos e desejos nem sempre agradáveis e que irão transformar suas vidas para sempre. A montagem celebra os encontros do teatro e homenageia referências das décadas de 1980 e 1990, como: Gerald Thomas, Bete Coelho, Antunes Filho, Pina Bausch, Amir Haddad etc.

Amigos na vida real, Cris Larin e Renato Carrera já dividiram palco várias vezes. Entre os trabalhos mais importantes destacam-se “Preguiça”, “Esfícnter” e “Senhora dos Afogados”, todos sob a direção de Ana Kfouri. Outro projeto de sucesso da dupla foi a montagem de “O Ateliê Voador” de Valérie Novarina sob a direção de Thomas Quilladert. Agora voltam a se encontrar novamente (13ª vez) e pela primeira vez com o diretor Marco André Nunes. Esta junção joga os atores num novo desafio onde o estudo dos temas e o encontro artístico com o novo diretor e sua equipe técnica, acabam provocando instigantes visões sobre seus trabalhos a partir do estudo dos temas amizade, morte e questionamento da própria linguagem teatral desenvolvida pelos atores em seus trabalhos até agora.

“Vim Assim que Soube” celebra 30 anos de carreira do autor, diretor e ator Renato Carrera.

Marco André Nunes, diretor

Diretor de Teatro, iniciou sua carreira em 2004 com o espetáculo “O Despertar da Primavera” de Frank Wedekind. Fundou em 2005 Aquela Cia de Teatro onde desenvolveu, ao lado dos dramaturgos Pedro Kosovski, Walter Daguerre e de outros artistas, uma linguagem cênica própria com dramaturgia sempre inédita e colaborativa. Nos últimos anos vem realizando pesquisa acerca do atravessamento entre Teatro e Música. Em 2016 recebeu, como melhor diretor, os prêmios Shell, APTR, Cesgranrio e Questão de Crítica. Das suas encenações mais recentes destacam-se: “Outside: um musical noir” (2011) com 2 indicações ao Prêmio Shell, 5 ao APTR e 3 ao Questão de Crítica, “Cara de Cavalo” (2012) com uma indicação ao Prêmio Shell e 4 ao Prêmio Questão de Crítica, “A Porta da Frente” (2013), de Júlia Spadachini, com indicações ao Prêmio Shell e Cesgranrio e “Edypop” (2014) com 3 indicações ao Prêmio Questão de Crítica e 2 ao Prêmio Cesgranrio. Em julho de 2015 realizou a “Ocupação 10 anos Aquela Cia” no Espaço Sesc onde encenou “Laio e Crísipo” e “Caranguejo Overdrive” (4 indicações ao Prêmio Shell, 6 ao Prêmio APTR, 4 ao Prêmio Cesgranrio e 5 ao Prêmio Questão de Crítica). Em 2017 dirigiu “Laundromatic” para a segunda edição do Microteatro, o espetáculo de dança “Mar de Ressaca” da Cia Impele e “Guanabara Canibal” no CCBB Rio.

Cris Larin, atriz

Atriz formada pela CAL em 1989, continuou sua formação em diversos cursos como: Performances Studies na New York University em 2005, Rasaesthetics com Michelle Minnick em NY em 2005, Viewpoints e Suzuki com Enrique Diaz e Mariana Lima em 2003 e posteriormente com o Siti Company, companhia dirigida por Anne Bougart em LA em 2006. Trabalhou como atriz com os diretores Amir Haddad, Ana Kfouri, Moacyr Góes, Bia Lessa, Marcio Abreu, Felipe Vidal, Joelson Gusson, Hamilton Vaz Pereira, Eliana Fonseca, Thomas Quillardet, Renato Carrera entre outros. Trabalhou também com a companhia paulista Teatro de Vertigem, e durante 8 anos foi integrante da Cia. Teatral do Movimento. Seus últimos trabalhos foram: no Teatro a peça “Krum” dirigida por Marcio Abreu, no cinema o filme “Terra Incógnita” de Bruno Mello e na TV foram a minissérie “Magnífica 70” da HBO e a novela “Regra do Jogo” na TV Globo. Indicada como atriz revelação no Prêmio Açorianos pela peça “Uma Cadeira Vazia”. Indicada como melhor atriz de drama no prêmio Arte-Qualidade Brasil pela peça “Senhora dos Afogados”.

Renato Carrera, ator e autor

Como diretor, seus trabalhos mais recentes, em 2017, foram “Gisberta”, com Luis Lobianco, em diversas temporadas no Rio de Janeiro e Brasília e “2 x Nelson – A Falecida e A Serpente” com um elenco de 30 atores, no Teatro Ziembinksk. Em 2016 é indicado ao Prêmio Shell de melhor diretor e melhor ator, aos prêmios Cesgranrio, APTR e Questão de Crítica pela direção de “Abajur Lilás” de Plínio Marcos e por sua interpretação de Sra. Simpson em “O Homossexual ou a Dificuldade de se Expressar” de Copi, com direção de Fabiano de Freitas. Em 2010 dirigiu “Savana Glacial”,  Prêmio Shell de melhor texto (Jô Bilac), atualmente excursionando pelo Brasil e se apresentando nos principais festivais de teatro do país, foi considerado um dos 10 melhores espetáculos de 2010 pelo O Globo. Como ator, foi dirigido por Ana Kfouri nos espetáculos “Preguiça”, “Esfíncter” e como protagonista de “Senhora dos Afogados”, no papel de Misael. Idealizou e protagonizou o espetáculo “O Ateliê Voador” de Valère Novarina, dirigido pelo francês Thomas Quilladert, no Espaço Sesc, dentro do projeto “Novarina em Cena”, projeto que integrou o Ano da França no Brasil 2009. Em 2010 atuou na peça “Tentativas Contra a Vida Dela”, direção de Filipe Vidal. Em 2011 dirigiu “A Morte do Pato”, texto de sua autoria e atuou em “Feriado de Mim Mesmo”, texto de Santiago Nazarian com direção de Fabiano de Freitas. Vencedor de dois Prêmios Mirian Muniz, em 2012 com “Assassinas por Amor”, sua idealização e direção, com texto de Márcia Zanelatto, e em 2013 com a circulação do infantil “Histórias de Jilú”, indicado ao Prêmio Zilka Salabery de Teatro Infantil de melhor cenário, figurino e atriz. Em 2013 dirigiu e idealizou “Vestido de Noiva” de Nelson Rodrigues vencedor do Prêmio Questão de Crítica de melhor espetáculo. Em 2015 dirige “Dois Amores e um Bicho” de Gustavo Ott, com os Clowns de Shakespeare, ficando em cartaz em Natal e no Sesc Pompéia, depois “Hipnose” de Marcia Zanellatto. Atualmente este fazendo assistência da direção geral da novela Jesus, que estreia em julho, na Record e, no segundo semestre de 2018 vai dirigir o espetáculo infanto juvenil “MALALA, a menina que queria ir para escola”, no CCBB Rio. Em 2018 Renato Carrera completa 30 anos de carreira.

Ficha Técnica

Texto: Renato Carrera
Direção: Marco André Nunes
Elenco: Cris Larin e Renato Carrera
Direção de Produção: Claudia Marques
Cenário: Daniel de Jesus
Iluminação: Renato Machado
Trilha Sonora: Felipe Storino
Figurinista: Nina Costa Reis
Assistente de Direção: Daniel Belmonte
Gravação, edição e projeção dos vídeos: Daniel Belmonte e Pedro Cadore
Direção de Movimento: Lavinia Bizzotto
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos de Divulgação: Aline Macedo
Fotos da Programação Visual: Dalton Valério
Produção Executiva: Beta Schneider
Administração e Assistente de Produção: Igor Lopes
Operação de Som e Projeção: Pedro Cadore
Operação de Luz: Leandro Barreto/Gabriel Pietro
Cenotécnico: José Luis Cristófaro
Realização: Fábrica de Eventos

Serviço

Local: Sesc Copacabana (Sala Multiuso)
Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro
Informações: (21) 2547-0156
Temporada: 01 a 24 de junho, sexta e sábado, às 19h e domingo, às 18h
Ingresso: R$ 7,50 (associados Sesc), R$ 15,00 (meia) R$ 30,00 (inteira)
Funcionamento da bilheteria: terça a sexta-feira das 14h às 21h; sábados das 13h às 21h; domingos e feriados das 13h às 20h
Vendas antecipadas a partir do dia 01 de junho
Site do Teatro: http://www.sescrio.org.br
Capacidade de público:
Duração: 60 minutos
Não recomendado para menores de 14 anos

Vou deixar de ser feliz por medo de ficar triste?

A partir de 1º de junho o Teatro das Artes recebe a comédia romântica “Vou deixar de ser feliz por medo de ficar triste?”, de Yuri Ribeiro, com argumento do próprio autor em conjunto com Claudia Wildberger. Para contar a história do casal Andréia e Daniel, o diretor Jorge Farjalla optou por uma linguagem poética e lúdica para criar uma montagem não realista, transformada em fábula.

Se valendo da atualidade do tema, Yuri Ribeiro, que também está como ator, resolveu transformar sua experiência de vida em espetáculo teatral. O espetáculo aborda as várias fases de um relacionamento amoroso, prometendo deliciosas risadas e muita reflexão. No palco, Paula Burlamarqui dá vida a Andrea, uma mulher mais “experiente” que casa com Daniel, interpretado por Ribeiro, um rapaz que tem uns bons anos de experiência a menos que ela. O filho de Andrea, Caio (Vitor Thiré), brincalhão e piadista, não se dá muito bem com “a espécie de irmão mais velho que ele arrumou”.

Vou Deixar De Ser Feliz Por Medo De Ficar Triste? é uma produção da CW MARKETING em parceria com a BRAIN +.  Espetáculo com aproximadamente 70 minutos de duração, promete conquistar um público diversificado, emocionando e, principalmente, divertindo com um humor leve.

 

FICHA TÉCNICA

Autor – YURI RIBEIRO

Argumento – CLAUDIA WILDBERGER e YURI RIBEIRO

Direção Artística  – JORGE FARJALLA

Diretora Assistente – RAPHAELA TAFURI

Elenco – PAULA BURLAMAQUI, YURI RIBEIRO, VITOR THIRÉ e JUJUBA CANTADOR

Figurinos – JORGE FARJALLA

Preparação Corporal – JORGE FARJALLA

Preparação Vocal – PATRÍCIA MAIA

Trilha Sonora – JOÃO PAULO MENDONÇA

Direção de Arte e Cenografia – JOSÉ DIAS

Desenho de Luz – JACSON INÁCIO e VLADIMIR FREIRE

Fotos – CAROL BEIRIZ

Visagismo – ROSA BANDEIRA

Gerência de Marketing – MAURÍCIO TAVARES

Produtor Executivo – DEZO MOTA

Assessoria de imprensa – DANIELLA CAVALCANTI

Produtores associados – CLAUDIA WILDBERGER e FREDERICO REDER

SERVIÇO

Data:  1º de junho a 29 de julho

Local: Teatro das Artes

Endereço: R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea (Shopping da Gávea)

Horário: Sexta e Sábado, às 21h | Domingo, às 20h

Ingresso: R$ 80,00 (inteira)

Gênero: comédia romântica

Classificação: 12 anos

Duração: 70 min

Horário da bilheteria: 15h às 20h, de segunda a domingo. Após às 20h, apenas peças para o dia.

Telefone: (21) 2540-6004

Vendas: www.divertix.com.br

Capacidade: 421 lugares

 

CURRÍCULOS

JORGE FARJALLA

Nome proeminente do teatro contemporâneo, Jorge Farjalla é responsável por um dos melhores espetáculos de 2016: a adaptação de Dorotéia, clássico de Nelson Rodrigues, estrelada por Rosamaria Murtinho e Letícia Spiller.

A obra é um excelente cartão de visitas para o universo do diretor: ousada, visceral, de forte apelo imagético e entrega total dos atores.

Elogiado por ícones como Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg, ele se prepara para um ano intenso, com projetos para os palcos, cinema e televisão.

Apesar do furor recente em torno de seu nome, Farjalla vem, há anos, construindo um repertório singular, marcado por sua visão intensa, dualista, niilista, apaixonada.  Carregando a essência dos grandes encenadores, algo raro no teatro brasileiro atual.

Depois de Doroteia, o artista mergulhou em outra peça complexa de Nelson Rodrigues – Senhora dos Afogados(1947) atualmente em cartaz em SP.

Farjalla nos promete transformar a comédia romântica brasileira com a montagem do texto inédito “Vou deixar de ser FELIZ por medo de ficar TRISTE?”

PAULA BURLAMAQUI

Arrebatadora e surpreendente, Paula Burlamaqui estreou na TV em 1989. Coleciona personagens diversos na tv, cinema e teatro. Seus mais recentes sucessos no teatro foram “A ESTUFA” (Harold Pinter) direção de Ary Colosv, “OMISANTROPO” (Molière) direção de Marcio Aurélio.

Seus últimos trabalhos na televisão foram “A Regra do Jogo” e o remake de “Os Trapalhões” que também será exibido no Canal Viva.

Atualmente no cinema esteve em “POR TRÁS DO CÉU“ (onde ganhou o prêmio de melhor atriz coadjuvante no festival de PE), com Natalia Dill, Emilio Orciollo e Renato Góes, direção de Caio Shó e “PARAÍSO PERDIDO” com  Júlio Andrade, Seu Jorge, Hermila Guedes e Erasmo Carlos direção Monique Gardenberg.

YURI RIBEIRO

Multifacetado, ator, apresentador e humorista Yuri Ribeiro é uma das grandes promessas de sua geração. Passeia pelo humor e pelo drama com a mesma energia.

Premiado como melhor ator do FESTU 2014, Yuri é fundador e idealizador do grupo teatral “OS TRÁGICOS”, com quem realizou nos últimos 2 anos 10 temporadas de sucesso da comédia “Hamlet ou Morte!” e o infantil “Faz de Conta que é Tempestade” e ainda esteve nos espetáculos Fazendo História e Os Insones.

Apresentador do programa “Futura Profissão – Inovadores”, no Canal Futura.

No cinema em breve estará nas telas com “Veneza” de Miguel Falabella e “A Volta” de Ronaldo Uzeda.

VITOR THIRÉ

Vitor Thiré iniciou sua carreira muito novo, em 1999, no teatro com o espetáculo A Dona Baratinha, com direção de Karen Acioly. Desde então já são mais de quinze peças teatrais. Seus últimos destaques foram, “Um estranho no ninho”, “Filhos do Tráfico”, “O Ateneu” e “Minha Querida Quitinete”.

Na televisão, iniciou na série Filhos do Carnaval, com direção de Cao Hamburger, exibida pela HBO em 2008.

Trabalhou em grandes emissoras como GNT, Multishow e Rede Globo, nas quais atuou em ‘Desenrola Ai’, ‘Dilemas de Irene’, ‘Malhação’, ‘Liberdade Liberdade’ e ‘Filhos da Pátria’.

No cinema, no longa-metragem ‘Desenrola’ (2011), que conta com a direção de Rosane Svartman.

JUJUBA CANTADOR

Jujuba é produtor, ator, músico, palhaço e radialista, arte educador, contador de histórias, roteirista, escritor de textos teatrais, livros infantis, compositor, arranjador, com cinco CDs lançados para público infantil. É pesquisador do folclore, arte e cultura popular.