“O Hétero” no Café Pequeno

Realizando um debate sobre o papel do artista brasileiro na sociedade, sua absorção pelo mercado profissional e a influência da indústria televisiva na formação e naturalização de arquétipos, o ator Zé Wendell escreveu e encena “O HÉTERO”, seu primeiro texto solo que estreia dia 25 de Maio sob a direção de Alice Steinbruck no Teatro Café Pequeno, onde fica em cartaz até17 de Junho. O monólogo autorreferente conta com humor a história de Fulano de Tal, um artista nordestino sonhador que sai pelo mundo em busca de espaço profissional numa jornada de autoconhecimento e autoaceitação. Para isso carrega, além de seus questionamentos e observações, uma potente bagagem cultural, que vai da pluralidade da cultura popular brasileira às influências midiáticas da televisão com suas telenovelas e programas de auditório.

“A necessidade de sobrevivência me levou a escrever este texto para resistir ao mal e existir como artista. Estava numa fase de inquietação interna, com poucos trabalhos e uma necessidade pungente de criar. Nosso país inserido numa tensão política como nunca vi antes, com um discurso deturpado sobre o papel do artista na sociedade. Não queria contar com a sorte ou esperar por convites e quis dar conta do meu papel de ator de forma mais autônoma. Me joguei de cabeça”, afirma Zé, que é integrante da Cia. Omondé há 10 anos. “Eu precisava falar do mundo sob vários aspectos: o mundo do artista, do nordestino imigrante, do LGBTI açoitado diariamente no país que mais mata esta população. Por isso resolvi falar do meu quintal e botei a minha verdade pra jogo”, relata.

A parceria com Alice Steinbruck na direção vem dos tempos em que eram colegas na UNI-RIO, onde se formaram há 14 anos em Artes Cênicas. “O Zé se formou em interpretação e eu em direção e, para este trabalho, criamos uma partitura surrealista para contar de maneira virtuosa esta saga. Por termos algumas experiências reais misturadas com fantasia,fizemos um trabalho delicado, que demandou muita conversa e uma profunda reflexão sobre o que ele, como autor, havia escrito”, revela a diretora. “Para um monólogo com vários personagens ter um ritmo adequado é preciso desapego e humildade na abordagem das narrativas, do tempo e do material humano que você tem.O Zé teve uma escuta fenomenal e se abriu para a abordagem quase psicanalítica que eu usei para desvelar este texto no corpo dele. Com muito rigor técnico nas seis horas diárias de ensaios, conversas profundas, repetições sem trégua e nenhuma procrastinação chegamos ao resultado que poderá ser conferido no palco”, celebra.

Para viabilizar a montagem, Zé realiza parceria com uma equipe de profissionais renomados e entrou num financiamento coletivo, que segue recebendo investimentos. “Em alguns momentos, o texto alude à literatura de cordel e, paralelamente, se vale da linguagem pop e de uma pequena dose de existencialismo filosófico. A peça não é apenas para entreter. Construímos um monólogo performático cheio de representatividade e com um dedo na ferida que convida à reflexão, pois discutimos a questão das minorias abordando estigmas e sendo um espelho da nossa sociedade atual. Falar sobre identidade e preconceito hoje é um ato político, uma quebra de tabu. Falo do direito de poder exercer minhas convicções, minha fala, meu timbre de voz, meu corpo”, desabafa Zé Wendell.

“Infelizmente estamos retrocedendo no tempo e precisamos combater esse tipo de ideologia, que se diz não ideológica. Senti e ainda sinto isso na pele, mas chega de opressão! Acredito que as influências externas nos definem e muito, afinal, somos frutos do meio. Porque podem nos dizer como devemos ser? Que autoridade e que legitimidade possuem para condenar o outro ao inferno de suas próprias convicções? Enquanto  isso não for compreendido, estaremos fadados ao fracasso social. Obviamente nossas instituições contribuem para isso – a religião, a política, a família e até a educação das escolas estão contaminadas dessa mentira. É lamentável e cruel. Mas é real. Decidi encarar, botei minha verdade para jogo. Acredito que precisamos criar e produzir, pois é a única forma de fomentar e fortalecer nossa própria carreira. Então ou você cria, ou você morre. E eu decidi viver”, encerra o a(u)tor.

SINOPSE:

O monólogo conta com muito humor a história de Fulano de Tal, nordestino, artista e sonhador. Um homem comum, que sai pelo mundo numa jornada de autoconhecimento e aceitação de si mesmo, trazendo consigo a pluralidade da cultura popular brasileira e flertando com a cultura do repente, do cordel e das influências midiáticas da televisão na década de 90, chegando até os dias de hoje.

 

 

SERVIÇO:

“O HÉTERO”

Temporada:

25 de Maio a 17 de Junho

Horários:

Sexta-feira a Segunda-feira – 20h30

Local:

Teatro Café Pequeno

Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon – Rio de Janeiro

Tel.: (21) 3111-2011

Ingressos: R$ 40 (Inteira) / R$ 20 (Meia-entrada)

Duração: 60 minutos

Classificação: 16 anos

Gênero: Tragicomédia

 

 

 

FICHA TÉCNICA:

 

Texto e atuação: Zé Wendell

Direção: Alice Steinbruck

Direção de Produção: Zé Wendell

Produção Executiva: Andrea Menezes

Iluminação: Ana Luzia de Simoni

Figurino: Ticiana Passos

Cenário: Mina Quental

Visagismo:rcio Mello

Direção Musical: Marcelo Alonso Neves

Programação Visual: André Senna

Assessoria de Imprensa: Marrom Glacê Assessoria – Gisele Machado & Bruno Morais

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Ana Fumaça Maria Memória

Realizada através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, do Governo do Estado do Rio de Janeiro – Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e com patrocínio da Oi, o espetáculo teatral infantil Ana Fumaça Maria Memória estreia estreia no dia 13 de abril no Centro Cultural Oi Futuro, onde permanecerá em cartaz até dia 2 de junho, sempre aos sábados e domingos, às 16h.

 

Recheada de elementos fantásticos na narrativa, da viagem num trem imaginário de memórias a várias interações com desenhos em projeções no cenário, a peça aborda, de forma leve e poética, temas como perda. “Buscamos contar a história pelo ponto de vista de duas crianças: Ana e seu amigo Jonas. Juntos, os dois seguem essa jornada de buscas por respostas para questionamentos que, muitas vezes, os adultos não sabem como responder com palavras.” diz Marcela. O objetivo, segundo ela, é ampliar a identificação com o público infantil e oferecer aos adultos uma oportunidade de debater temáticas delicadas, como a saudade, a partir de uma abordagem lúdica.

A autora Marcela Andrade, entre 2011 e 2014, vivenciou a perda de memória de sua avó paterna, então com 95 anos. “Em meio a ‘apagões’, ela se esquecia de situações recentes que vivia, mas por outro lado, me contava histórias muito antigas de sua infância e de sua juventude.” Essa experiência aproximou as duas e inspirou a autora a escrever a peça. “Eu passei a valorizar cada momento junto, porque ela já estava bastante velhinha. Minha avó faleceu com quase 98 anos e, quando estava internada no CTI, soube por mim que eu escrevia essa peça pra ela – conta Marcela.”

 

A dramaturgia foi criada a partir dessa memória pessoal da autora em diálogo com a obra “Meninas de Risco”, da artista plástica Adriana Seiffert. “Fui a uma exposição na casa da Adriana e me identifiquei com seus desenhos. Tive um insight ao perceber possíveis uniões entre seus traços, seus espaços vazios, suas meninas e a narrativa que eu desejava escrever.” Inspirada pelo título das ilustrações de Seiffert – “Meninas de Risco” – a autora explora na dramaturgia o duplo sentido da palavra “risco”, que pode denotar tanto um rabisco quanto um perigo. Na história, Ana é uma menina que mora na periferia, próximo à linha do trem, e decide encarar uma aventura no tempo para recuperar as lembranças de sua avó, tentando lidar com diferentes tipos de perdas no caminho, como o apagamento das lembranças da vó Maria ou a ausência do vô Bastião.

 

 “A peça é sobre permanências, principalmente de amores. Essa vida que sempre permanece, mesmo quando se apaga, mesmo quando é rabisco ou quando é como fumaça e fica difícil pegar.” completa a autora.

 

Sinopse
Ana quer recuperar a memória que vó Maria vem perdendo. Através de desenhos, seu avô lhe ensina que a memória é como um trem na cabeça: diversos vagões com pedacinhos de vida. Como vó Maria é velhinha, o trem da cabeça dela ficou enorme e saiu pela orelha! Os vagões estão longe e, com a distância, ela passou a esquecer. Ana, então, parte em uma fantástica aventura no tempo para descobrir como guardar as lembranças para sempre.

 

 

FICHA TÉCNICA

Idealização: Marcela Andrade

Realização: Agência Botão Cultural e Centro Cultural Oi Futuro

Dramaturgia e Direção: Marcela Andrade

Diretor de Produção: Bernardo Schlegel

Produção Executiva: Thiago Monte

Elenco: Cacá Ottoni, Gé Lisboa, Juliana Trimer, Marina Hodecker, Pablo Aguilar

Direção Musical e Trilha Sonora: Rach Araújo

Canções: Filho da Lua (Pablo Aguilar e Raíssa Barbosa), Trenzinho do Sono (Arno Hodecker Jr. e Marina Hodecker) e Colinho do Vovô (Diego de Abreu e Juliana Trimer)

Iluminação: Pedro Struchiner e Thiago Monte

Cenografia: Elsa Romero

Cenotécnica: Fátima de Souza

Figurino: Arlete Rua

Adereços: Arlete Rua e Elsa Romero

Confecção de Figurinos: Kátia Salles

Visagismo: Rodrigo Reinoso

Designer Gráfico: Jaqueline Sampin

Assessoria de Imprensa: Duetto Comunicação

Assistente de Direção: Filipe Codeço

Assistente de Produção: Pedro Pedruzzi

Desenhos: Adriana Seiffert

Animação e Vídeo Mapping: Nicole Schlegel

Mídias Sociais: Agência ePlan

Fotografia: Renato Mangolin

Captação de Apoios: Gloria Dinniz

Intérprete de Libras: David de Jesus e Jadson Abraão – JDL Traduções

Operador de Luz: Thiago Monte

Operador de Vídeo e Som: Edmar da Rocha

Contrarregras: Tiago D’ávila e Leonardo Pessanha

 

 

SERVIÇO
Datas: 13 de abril até 2 de junho de 2019 – sábados e domingos
Horário: 16h
Duração: 70 min

Lotação: 96 lugares

Classificação: Livre – recomendado para crianças a partir de 3 anos
Local: Centro Cultural Oi Futuro
Endereço: Rua Dois de Dezembro, 53 – Flamengo
Ingressos: R$20,00 inteira/ R$10,00 meia
Vendas: http://www.ticketplanet.com.br/

“Somos Tão Jovens” até 23 de junho

Depois de temporadas no Teatro Nair Belo e Teatro Augusta, em 2018, o espetáculo Somos Tão Jovens reestreia no dia 1º de junho (sábado, às 21h), no Teatro Décio de Almeida Prado, onde permanece somente até o dia 23 de junho. Com texto de Vinícius de Oliveira e direção de Ricardo Grasson, o espetáculo traz a história de adolescentes que vivem a intensidade de sentimentos, característica da idade.

Em cena, seis jovens sentem-se livres para expressar e compartilhar tudo que estão sentindo e vivendo, sem filtros nem meias palavras. Suas dúvidas, seus medos e suas angústias se alternam com as alegrias, erros e acertos das personagens vividas por Júlio Oliveira (Théo), Gabriel Moura (Renato), Fernando Burack (Daniel), Danillo Branco (Guilherme), Luís Fernando Delalibera (Plínio) e Marcos Oli (Beto).

A trilha sonora proporciona um clima intenso e vibrante à encenação, conduzindo a temática jovem, colorindo as cenas com canções que embalaram a juventude nas décadas de 1980 a 2000. A música Tempo Perdido, da banda Legião Urbana, por exemplo, garante um dos momentos mais nostálgicos para o público.

O diretor Ricardo Grasson comenta que Somos Tão Jovens está em plena sintonia com os dias atuais, onde os diálogos são cada vez mais difíceis. Ele explica que a aposta da direção na simplicidade e na mensagem direta para o jovem confere dinamismo e fluidez à encenação. “O teatro tem a característica de mostrar a vida como ela realmente é para, assim, propor questionamentos. Não importa se é clássico ou contemporâneo, o bom do teatro é a possibilidade de falar do ser humano com todas as camadas que o envolve”.

Ambientado em cenários lúdicos de uma metrópole – um barzinho, um apartamento, um terraço. Os temas abordados são tão diversos quanto as questões que sempre povoaram a vida dos jovens na fase de amadurecimento. O espectador é conduzido por um universo surreal, recheado de medos, incertezas, sonhos, alegrias, angústias, paixões, rebeldias e devaneios. No decorrer da trama, afloram questões ligadas a preconceitos, uso de drogas, relacionamentos afetivos e sexualidade.

O autor Vinícius de Oliveira revela que se inspirou no espetáculo Garotos, de Leandro Goulart, no filme Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro, e no livro As Meninas, de Lygia Fagundes Telles, para escrever o texto e elaborar a dramaturgia. “Essas obras impulsionaram e ajudaram a costurar a trama. Histórias que aconteceram comigo e com pessoas próximas também serviram como propulsores”. E completa dizendo que “Somos Tão Jovens é um espetáculo que cativa não só os jovens, que vivem essas cenas cotidianamente, como as pessoas adultas, que passaram por esses momentos em algum ponto da vida”.

A temporada no Teatro Décio de Almeida Prado promete participação de convidados especiais, que atuarão em uma das cenas. Os nomes serão divulgados oportunamente.

Ficha técnica

 

Dramaturgia: Vinicius de Oliveira. Direção: Ricardo Grasson. Assistência de direção: Heitor Garcia. Elenco: Júlio Oliveira, Gabriel Moura, Fernando Burack, Danillo Branco, Luís Fernando Delalibera e Marcos Oli. Figurino e adereços: Rosângela Ribeiro. Desenho e operação de luz: Pati Morim Lobato. Trilha sonora: Kelly Martins. Operação de som: Tomé de Souza. Direção de produção: Ricardo Grasson. Produção executiva: Gabriela Gama. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Realização e produção: NOSSO Cultural.

Serviço

Espetáculo: Somos Tão Jovens

Reestreia: 1º de junho – sábado, às 21h

Temporada: de 1º a 23 de junho

Horários: sábados (às 21h) e domingos (às 19h)

Ingressos: R$ 30,00 (meia-entrada: R$ 15,00)

Bilheteria: 1h antes das sessões. Aceita dinheiro e cartão de débito.

Ingressos online: www.sampaingressos.com.br

Duração: 70 min. Gênero: Jovem / LGBTQ+. Indicação: 14 anos.

Teatro Décio de Almeida Prado 

Rua Lopes Neto, 206 – Itaim Bibi – São Paulo/SP

Telefone: (11) 3079-3438. Capacidade: 186 lugares.

Siga: Instagram – @somostaojovensapeca

“Kondima – Sobre Travessias” na Sede das Cias

O quinto espetáculo da Troupp Pas D’argent apresenta como questão central: os Refugiados, lançando um olhar sensível para os desdobramentos das vidas de cinco personagens, revelando suas dificuldades, sua força, seus medos, seus sonhos e a perda deles.

           Segundo a Convenção de Refugiados de 1951, é considerado refugiado, qualquer pessoa que “temendo ser perseguida por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas, se encontra fora do país de sua nacionalidade e que não pode ou, em virtude desse temor, não quer valer-se da proteção desse país”. (Fonte ACNUR – Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados – Agência da ONU para Refugiados).

           “KONDIMA” é uma palavra pertencente ao dialeto Lingala, falado em tribos da Angola e da República Democrática do Congo, e significa ACREDITAR. A dramaturgia traz de forma poética e densa um olhar profundo sobre essas mulheres, homens e crianças, que se encontram em situação de vulnerabilidade social e terror. De acordo com dados da ONU (Organização das Nações Unidas): “Pelo menos metade das pessoas deslocadas no mundo são mulheres adultas e crianças. Sem contar com a proteção de seus lugares de origem, seus governos e, em muitos casos, de estruturas familiares tradicionais. Enfrentam os rigores de longas jornadas a caminho do refúgio, perseguição ou indiferença oficial e com frequência sofrem abuso sexual, inclusive quando já chegaram a um lugar aparentemente seguro”.

O espetáculo aborda a temática a partir do olhar de refugiados vindos de países distintos que se viram obrigados a deixar suas casas, na busca pela sobrevivência e pela paz.  Os motivos que os obrigam a realizar uma arriscada travessia são diversos: perseguição política, conflitos armados e guerrilhas, fome, discriminação racial, social ou religiosa, violência sexual, violência de todas as formas, ou seja, a violação básica dos direitos humanos. A trama evidencia a humanidade dos personagens e revela os conflitos e desventuras surgidos a partir do entrelaçamento destas histórias, que geram inusitadas e instigantes situações.

A cada hora, 48 mulheres são estupradas no Congo, tornando assim o estupro, nesse país e em muitos outros, uma arma de guerra. Em 2011, a República Democrática do Congo foi indicada em pesquisa como o pior lugar do mundo para ser mulher. No mar mediterrâneo, duas crianças morrem afogadas por dia, fugindo da fome, da guerra e do extremismo político e cultural. A cada mulher estuprada, uma dignidade se perde, um trauma se cria, uma ferida na alma se constrói. A cada criança que foge de sua pátria, uma infância é perdida e seus sonhos são diluídos. Para a Troupp Pas D’argent, perder um sonho tem a mesma densidade que perder uma vida. Assim, falar sobre esse tema é de suma importância, pois o que percebemos são vozes caladas pela violência ou pela dor de um trauma, que precisam ser ouvidas.

SINOPSE

Quatro pessoas em um pequeno bote no meio do oceano, à deriva, vão em busca de uma vida melhor. Através de uma Doc. Ficção Teatral, o Teatro se confunde com o Documentário, a realidade se mistura com a ficção. E entre relatos verídicos de violências, travessias e sonhos, os estilhaços destas vozes se cruzam e se entrelaçam de forma irreversível, onde já não mais sabemos que história é a sua ou é a minha. Tudo se vai, só o que fica é a certeza de que somos todos iguais quando perdemos tudo.

SERVIÇOS:

Estreia dia 04 de maio

Temporada de 04 a 26 de maio – sábados e domingos

Horário: 20:00

Local: Sede das Cias

Endereço: Rua Manuel Carneiro 12 – Santa Teresa , Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: Consciente

Informações: (21) 2137-1271 – Bilheteria – abre 1h antes do espetáculo

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 80 minutos

Lotação: 60 lugares

Gênero: drama

 

FICHA TECNICA

Dramaturgia e Direção: Marcela Rodrigues

Assistente de Direção: Jorge Florêncio

Idealização e Concepção do Projeto: Natalíe Rodrigues

Colaboração Dramatúrgica: Jorge Florêncio

Elenco: Carolina Garcês, Natalie Rodrigues, Orlando Caldeira

Atriz Convidada: Ruth Mariana

Pesquisa de Movimento: Troupp Pas D’Argent

Trilha Sonora: Isadora Medella

Cenografia: Marcela Rodrigues

Iluminação: Luiz Paulo Nenen

Figurino: Orlando Caldeira

Produção: Corpo Rastreado e MS Arte e Cultura

Fotografia: Marcela Rodrigues

Assessoria de Imprensa: Duetto Comunicação

Realização: MIDIXCULPA PRODUÇÕES ARTISTICAS

DOCUMENTÁRIO

Direção e edição: Marcela Rodrigues

Assistente de Direção: Jorge Florêncio

Cinegrafistas: Marcela Rodrigues, Jorge Florêncio

Entrevistas em Bangladesh: André Coelho

REPERTORIO DA TROUPP PAS D’ARGET:

           A Troupp Pas D’argent é uma companhia de teatro de pesquisa do Rio de Janeiro, que ao longo dos seus 12 anos de existência, já recebeu importantes estímulos a sua atividade de investigação cênica, como a indicação ao Prêmio Shell 2008 na Categoria Especial, pela Pesquisa de Movimento do espetáculo Cidade Das Donzelas; o recebimento do Prêmio Europeu Compasso di Argento Italiano 2010, pela mesma peça, em Nápoles/Itália; e do Prêmio Lukas Awards de melhor produção teatral latino-americana em Londres no ano de 2012, pelo espetáculo Holoclownsto. Os espetáculos realizaram temporadas nos principais teatros do país, circularam por diversos Festivais e Mostras nacionais, além de representar o Brasil em festivais na Inglaterra, Itália e Chile.

“CIDADE DAS DONZELAS” ( 2008)

 Festival Internacional de Teatro de Curitiba, seguindo com temporadas como o SESI-RJ, SESC Tijuca, Teatro Municipal do Jockey, Teatro Municipal Café Pequeno, Centro Cultural Solar de Botafogo, Teatro Glaucio Gil, Teatro Glauce Rocha e Circuito SESC-RJ. Festival Internacional de Teatro Latino-americano ENTEPOLA em Santiago- Chile, Festival Internacional de Teatro E45 em Nápoles- Itália, Festival Internacional de Culturas (SUQ) em  Genova-Itália, Festival de Teatro  Latino-americano CASA em Londres-Inglaterra. Contemplado no edital Caravana Cultural SESI –SP para apresentação em 17 cidades do interior de SP. Participou do Projeto Plateias Hospitalares (Doutores da Alegria), com apresentações em Hospitais do RJ. Contemplada no edital Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural do MinC.

“HOLOCLOWNSTO” (2011)

 ESPAÇO SESC Copacabana, contemplado no edital Caixa Cultura-RJ para a temporada no  Teatro de Arena da Caixa Cultural, contemplado no edital Caravana Cultural SESI-SP para apresentação em 17 cidades do interior de SP Circuito, Circuito SESC RJ, Festival de Teatro  Latino-americano CASA em Londres-Inglaterra, contemplado no edital de teatro Miryan Muniz 2014 com a circulação do espetáculo em SP.

“MORRO DA ÓPERA” (2014)

Espaço SESC em Copacabana seguido de apresentações no SESC Madureira e SESC São João de Meriti.

“LAVAGEM” (2017)

Caixa Cultural – Rio de Janeiro

“Em Nome do Filho” no Cândido Mendes

EM NOME DO FILHO é uma peça que está em circuito desde janeiro de 2016, se apresentando em teatros do Rio e São Paulo. Foi indicada ao Prêmio PAPO MIX DA DIVERSIDADE 2018, como melhor espetáculo com temática LGBTI. A peça retrata o cotidiano de uma sauna gay decadente. É uma comédia de erros, encontros e desencontros O espetáculo também apresenta performances musicais, cômicas e sensuais. A montagem lembra, em seus melhores momentos, o universo do cineasta Pedro Almodóvar. A peça fala sobre a diversidade sexual colocando uma luz sobre esse tema tão importante, tudo de forma divertida e leve. Claro que sem deixar de tocar em pontos importantes desta questão.  O espetáculo faz parte da MOSTRA CARIOCA CORES DA DIVERSIDADE, com produção de Guilherme Oliveira. Estreia dia 17 de maio em curta temporada até 02 de junho.

SERVIÇO:

EM NOME DO FILHO

Texto: Dolores DelRio

Direção: Marco Miranda

Elenco: Dolores DelRio, Matheus Nogueira, Pietro Benvenutti, Luis Xaxu, Gustavo Azaranys, Anderson Lopes, Gabriel Morgato e Douglas Tavares

Teatro Cândido Mendes

Endereço: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema

Telefone: 25253-3663

Horário: sextas, sábados e domingos às 20:00

Duração: 80 minutos

Ingressos: R$50,00 e R$25,00

Temporada: 17 de maio a 02 de junho

“Saudade de Mim” no XP Investimentos

A Focus Cia. de Dança retorna ao Rio de Janeiro, por meio do patrocínio da Petrobras, com um dos espetáculos de maior repercussão da companhia, Saudade de Mim, em apenas oito apresentações no Teatro XP Investimentos, de 23 de maio a 02 de junho, de quinta a sábado, às 21h, e domingo, às 20h.

Saudade de Mim

 

O espetáculo, que une Candido Portinari e Chico Buarque, inicia com os acordes de “Construção” levando para cena a vida de Pedro, Maria, Bárbara, Juca, Nina, entre outros personagens, que vêm de músicas distintas de Chico, e aqui se relacionam. Todos também habitam telas e ambientes criados por Portinari. Entre o onírico e o real, a história traz dores, amores, triângulos amorosos, indo e voltando através de referências a Chico e Portinari.

Para Alex Neoral, Saudade de Mim é um divisor de águas na trajetória da Focus. “Senti a necessidade de mergulhar e trazer, mais concretamente, para a dança, a presença de outras linguagens artísticas que já se esboçavam em minhas criações anteriores. Os bailarinos, além de dança, tiveram o desafio de construir personagens, entrar em uma narrativa com cenas e situações delineadas”, destaca Alex Neoral.

“A ideia não é reproduzir artes já existentes, mas, a partir da fusão de artes distintas, resultar em um espetáculo de dança contemporânea afetado pelas obras destes dois artistas”. Que ninguém espere referências diretas entre músicas e telas. Ao longo da narrativa canções como “Olha Maria”, “Trocando em miúdos”, “Valsinha” surgem na voz de Chico Buarque. De muitas formas, pinturas históricas como “O espantalho”, “Casamento na roça” e “O mestiço” de Candido Portinari, se impõem na narrativa.

Para dar corpo a Saudade de Mim, o preparo da Focus Cia de Dança incluiu aulas de interpretação com o ator Reiner Tenente, além da preparação vocal com Felipe Habib, que também assina a direção musical e criação de arranjos e canções, todas inspiradas em Chico Buarque, que completam a obra.

Dirigida por Alex Neoral, a companhia reafirma sua importância no território da dança contemporânea brasileira lançando um feito inédito na criação de Saudade de Mim: um roteiro teatral que se integra ao instigante conjunto de gestos e movimentos que consagraram a companhia carioca ao longo de sua história. O espetáculo parte da pintura de Candido Portinari e da obra de Chico Buarque para transbordar poesia em cena.

Os riscos são bem-vindos na trajetória da companhia. O incandescente As canções que você dançou para mim, inspirado na obra de Roberto Carlos, que chega em breve a marca expressiva de 300 apresentações e foi assistido por aproximadamente 120 mil pessoas dentro e fora do Brasil, como Costa Rica, México, Bolívia, Canadá, Washington e Nova York, nos Estados Unidos e Porto, em Portugal. 

 

Sobre a Focus

 

Com 20 obras e 10 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança se consagrou através da crítica especializada e sucesso de público. E, agora, comemora mais uma conquista, a inauguração da sua própria sede.

“Sempre almejei um espaço de criação e ensaios para Focus Cia de Dança. Nesse tempo que a cia só cresceu e produziu cada vez mais obras, cada vez em mais lugares, precisamos da ajuda de alguns parceiros para nos abrigar e nesses gestos pudemos ver que há generosidade em nossa classe. E esse espaço nasce com um intuito de fomentar arte, promover encontros de artistas, oficinas, performances, um espaço para pensar arte e desenvolvê-la. O Rio é uma cidade que efervesce cultura, instiga novas ideias e novos desafios. Em qualquer hora, o surgimento dessa sede seria arriscado, mas desde sempre necessária. Agora com a nossa segunda casa, eu e meus bailarinos alçaremos mais voos e abraçaremos mais dança pra nossa cidade, país e mundo”, afirma Neoral.

A companhia já se apresentou em mais de 90 cidades brasileiras e levou sua arte para países como Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha e Panamá. Em 2018 participou do filme ‘Eduardo e Mônica’, com lançamento previsto para 2019. Em 2017 se apresentou na última edição do ‘Rock In Rio’, ao lado de Fernanda Abreu. Em 2016 recebeu a ‘Comenda da Ordem do Mérito Cultural’, do Ministério da Cultura, maior condecoração da cultura brasileira. Com “As canções que você dançou pra mim”, que se aproxima da marca de 300 apresentações, recebeu diversas indicações a melhor espetáculo do ano, por sua criatividade e originalidade. Em 2012 foi escolhida, através da seleção pública do Programa Petrobras Cultural, a receber o patrocínio durante três anos para desenvolvimento de suas atividades, dando início a uma parceria de manutenção que segue até hoje. Foram mais de 120 mil espectadores que ficaram encantados com a poesia e a capacidade técnica lapidadas nas coreografias inovadoras de Alex Neoral e nos movimentos precisos de seus bailarinos.

Atualmente integram o elenco da companhia os bailarinos Carolina de Sá, Cosme Gregory, José Villaça, Marcio Jahú, Marina Teixeira, Monise Marques, Rafael Luz e Roberta Bussoni.

Ficha Técnica

Direção, concepção e coreografia: Alex Neoral

Com: Carolina de Sá, Cosme Gregory, José Villaça, Marcio Jahú, Marina Teixeira, Monise Marques, Rafael Luz e Roberta Bussoni

Direção de produção: Tatiana Garcias

Consultoria de projeto: Aline Cardoso

Curadoria de Obras [Candido Portinari]: Maria Duarte

Iluminação: Binho Schaefer

Operação de Luz: Anderson Ratto

Figurinos e visagismo: André Vital

Confecção de figurinos: Jacira Garcias

Direção Musical e Trilha original: Felipe Habib

Músicas: Chico Buarque

Preparação Vocal: Felipe Habib

Arranjos, Piano e Acordeon: Felipe Habib e João Bittencourt 

Mixagem: Davi Mello

Preparação de interpretação cênica: Reiner Tenente

Ambientação cenográfica: Márcio Jahú

Técnico de Palo: Rodrigo Ferreira

Assessoria de Imprensa: Daniella Cavalcanti

Fotos de divulgação: Luiz Alves e Paula Kossatz

Comunicação Visual: Infinitamente Estudio de Criação

Serviço

‘SAUDADE DE MIM’

Temporada: 23 maio a 02 de junho

Local: Teatro XP Investimentos

Endereço: Endereço: Av. Bartolomeu Mitre, 1110 (Jockey Club Brasileiro) – Leblon

Horário: quinta a sábado, às 21h | domingo, às 20h

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). Além dos casos previstos em lei, colaboradores da Petrobras pagam meia.

Telefone da bilheteria: (21) 3807-1110

Funcionamento da Bilheteria:

Terça-feira das 13h às 17h | Quarta a sexta-feira das 17h às 21h
Sábados das 13h30 às 21h | Domingos das 13h30 até a hora do espetáculo

Venda online: http://www.eventim.com.br

Lotação: 366 lugares

Acesso para pessoas com deficiência

Duração: 85 min/ com intervalo

Classificação: 14 anos

Estacionamento pago no local

Desconto de 50% na compra de até dois ingressos para os colaboradores da Petrobras (mediante apresentação do crachá) e para clientes do Cartão Petrobras (mediante apresentação do cartão).

“O Pequeno Príncipe” no Teatro Folha

Está em cartaz no Teatro Folha, até o dia 25 de agosto, o espetáculo infantil O Pequeno Príncipe, que tem adaptação e direção de Ian Soffredini.

A encenação, que integra o trabalho de ator com manipulação de bonecos e técnicas de teatro com luz negra, tem sessões aos sábados, domingos e feriados, às 16h.

O Pequeno Príncipe é uma adaptação da obra homônima escrita pelo aviador francês Antoine de Saint-Exupéry, publicada em 1943. O livro se tornou um clássico da literatura universal, traduzido em mais de 220 idiomas e dialetos.

O Pequeno Príncipe mora no asteroide B-612 com uma rosa, baobás e três vulcões. Um dia ele pega carona numa revoada de pássaros e vai conhecer novos mundos e pessoas. Depois de passar por diversos planetas e conhecer inusitados personagens – como o Rei, o Homem de Negócios e o Vaidoso – acaba caindo no planeta Terra, em pleno deserto do Saara. Na Terra conhece o narrador, que coincidentemente sofreu uma queda de avião no mesmo local.

O diretor Ian Soffredini conta que, ao adaptar a obra literária, preservou ao máximo as imagens poéticas sugeridas pelo autor e concentrou o foco em criar uma ação dramática fortalecendo, assim, a narrativa da peça. “O livro começa contando a história do aviador e depois conta a história do Pequeno Príncipe. Eu fui direto à história do Pequeno Príncipe, destacando a ação e o que acontece com ele. O primeiro ato mostra a viagem do personagem pelos planetas e o segundo, as experiências dele na Terra”, explica o diretor.

A equipe encena o texto destacando a sensibilidade e a visão poética sobre a vida e as relações, que é um dos pontos fortes da obra de Saint-Exupéry. A montagem leva o conteúdo da obra para um mundo de sonho e fantasia por meio de uma estética visual rica, colorida, capaz de despertar a imaginação das crianças e emocionar aos adultos. Assim como a obra literária, a peça se comunica com o público de todas as idades.

Ian Soffredini conta que a mistura de linguagens – interpretação, manipulação de bonecos, objetos e formas inanimadas e luz negra – foi experimentada de maneira a reforçar o significado de cada cena e ressaltar a função de cada personagem da peça.

Ficha técnicaDramaturgia e direção: Ian Soffredini (baseado no livro de Antoine de Saint-Exupéry). Elenco: Enrico Verta, Luiza Arruda, Mari Williams, Nathalia Kwast, Patrick Aguiar, Rafael Rilo e Tita Azevedo. Direção de arte: Sidnei Caria. Cenografia, figurinos, bonecos e máscaras: Sidnei Caria, Silas Caria e Tete Ribeiro. Costureira: Cidinha André. Direção de manipulação de bonecos: Wanderley Piras. Música original: Ricardo Severo. Fotografia, produção executiva e administração: Will Siqueira. Desenho de luz: Diego Rocha. Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicação. Coordenação de marketing: Emanoela Abrantes. Criação Gráfica: Marjorie costa. Mídias sociais: Pedro Tavares. Equipe técnica: Jardim Cabine. Realização: Dulion Participações e Serviços Teatrais LTDA.

Serviço

Espetáculo: O Pequeno Príncipe

Apresentações: sábados, domingos e feriados, às 16h.

Temporada: 9 de março a 25 de agosto. Sessões extras dias 20 e 21/06 (feriados).

Ingresso: R$ 40,00* (setor único).

Duração: 50 minutos. Classificação etária: 3 anos. Drama.

 

Local: Teatro Folha – Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 618, Terraço – Higienópolis, São Paulo/SP.

Tel.: (11) 3823-2323.

305 lugares. Acessibilidade. Arcondicionado.

Estacionamento: R$ 14 primeiras 2 horas.

Vendas por telefone: (11) 38232423 / 38232737 / 38232323. Por internet: www.teatrofolha.com.br.

Bilheteria: segunda e terça (14h às 16h), quarta e quinta (14h às 21h), sexta (14h às 21h30), sábado (12h às 23h59) e domingo (12h às 20h).

Aceita cartões Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex.

Clube Folha 50% desconto.

Venda para grupos e escolas: (11) 3661-5896 / 97628-4993.

Patrocínio do Teatro Folha: Folha de S.Paulo, Consigaz, Owens-llinois, EMS, Bain & Company, Grupo Pro Security, Previsul, Brasforma, NR Acampamentos, Nova Chevrolet.

 

Sobre a equipe criativa

 

Ian Soffredini (adaptação e direção) – Ator, diretor, dramaturgo e produtor teatral, Soffredini atua profissionalmente na área teatral desde 2006, participando, em sua trajetória, de mais de trinta produções teatrais. É diretor artístico do Teatro dos Arcos. Ian é credenciado pela City University London, pelos estudos concluídos na Academy of Creative Training, de Brighton, e na Arts Educational School London. Atuou nos espetáculos “A Minha Primeira Vez” e “Cinderela”,  com direção de Isser Korik; “A Bela Adormecida”, com direção de Paulo Henrique Jordão; “Cyrano de Bergerac”, com direção de João Fonseca; “Further then the furtherest thing” e “Gut girls”, interpretados em Londres; “Pequena reflexão cômica” – com texto, direção e atuação próprias; “Minha Nossa!”, de Carlos Alberto Soffredini; “Nunca Se Sábado”, de Mário Viana, Fábio Torres, Luiz Henrique Romagnolli, Laert Sarrumor e Isser Korik; e “Revistando 2006”, de Mário Viana e Fábio Torres. Em parceria com o Grupo XPTO, adaptou e interpretou “Romeu e Julieta”, apresentado no Festival Internacional de Teatro de Objetos, promovido pelo SESI. Mais recentemente idealizou e foi o curador dos projetos Berçário Teatral e Mostra Espontânea, realizados no Teatro dos Arcos.

 

Sidnei Caria (direção de arte) – Cursou Artes Cênicas pelo Conservatório Carlos Gomes de Campinas entre 1983 e 1985. Em São Paulo, conheceu o grupo XPTO do diretor Osvaldo Gabrieli, onde participou do desenvolvimento da linguagem do grupo como assistente técnico e ator entre 1986 e 2002. Neste período o grupo criou espetáculos reconhecidos pelo público e pela crítica: “Coquetel Clown”, “Babel Bum”, “O Pequeno Mago”, “Buster, o enigma do Minotauro”, ganhando mais de 30 dos mais importantes prêmios do Teatro Brasileiro e participando de diversos festivais no Brasil e em vários países da América Latina e da Europa. Em 1993 montou a Cia Teatro de Papel, em parceria com Anie Welter e Sergio Serrano, onde desenvolveu a linguagem própria de cenografia e figurinos, utilizando materiais recicláveis. Este trabalho lhe rendeu os prêmios APCA, Mambembe, Coca-Cola Panamco de melhor figurino, cenário e pesquisa de linguagem, além de outras indicações.

Coordena o grupo Maracujá Laboratório de Artes desde 2005, realizando trabalhos na área de criação e confecção de adereços, bonecos, figurinos e cenários. O Grupo Maracujá tem em seu repertório os espetáculos “As Aventuras de Bambolina” (que lhe rendeu o Prêmio APCA de melhor ator e o Prêmio Coca-Cola Femsa de Direção, em pareceria com Beto Andretta), “Rabisco – um cachorro perfeito” (prêmio Coca Cola Femsa de Melhor Texto Adaptado), “O Buraco do Muro”, “Nerina, a ovelha Negra”, que ganhou o prêmio Aplauso Brasil de Melhor Espetáculo Infantil de 2017, entre outros.

Wanderley Piras (preparação de atores e manipulação de bonecos) – Ator e bonequeiro, diretor e arte-educador, especializado em cultura popular e manipulação de bonecos e objetos. Fundador e diretor artístico da Cia. da Tribo desde 1996, também trabalha com o grupo Pia Fraus como ator e diretor desde 2002. Dentre outros ganhou prêmios de Melhor Ator Infantil e Melhor Diretor Infantil. Também é diretor do projeto BuZum!

Sobre a Conteúdo Teatral

 

O grupo empresarial paulista Conteúdo Teatral atua há mais de quinze anos em duas vertentes: gestão de salas de espaços e produção de espetáculos. Como gestora, é responsável pela operação do Teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis, com direção artística de Isser Korik, programando espetáculos para temporada em regime de coprodução. No período de atuação a empresa soma mais de 2 milhões de espectadores. Como produtora de espetáculos, viabilizou dezenas de peças, como “Gata Borralheira”, “O Grande Inimigo”, “Os Saltimbancos”, “A Pequena Sereia”, “Grandes Pequeninos”, “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Cigarra e a Formiga”, “Cinderela” e “Chapeuzinho Vermelho” para as crianças. Para os adultos, foram realizadas, entre outras montagens, “A Minha Primeira Vez”, “Os Sete Gatinhos”, “O Estrangeiro”, “Senhoras e Senhores”, “O Dia que Raptaram o Papa”, “E o Vento Não Levou”, “Equus” a trilogia “Enquanto Isso…”, além de projetos de humor – como “Nunca Se Sábado…” e “IMPROVISORAMA” – Festival Nacional de Improvisação Teatral. Em parceria com Moeller e Botelho produziu os Musicais “Um Violinista no Telhado”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos”, “Nine – Um Musical Felliniano” e “Beatles num Céu de Diamantes”.