“Inocentes de Ipanema” no Flamengo

Baseado na obra homogênea Os Inocentes de Ipanema de Fabrisio Coelho.

O espetáculo realiza sua 4 temporada no Rio de janeiro, agora de sexta a domingo no Flamengo.

Os Inocentes de Ipanema…

O velório mais animado da cidade.

A súbita morte da Matriarca Brenda de Cândida, moradora do tradicional bairro de Ipanema, abala toda estrutura da família, na qual não se convive a mais de 20 anos, ocasionando em seu enterro o momento único de despedida, e de reencontro, onde quatro irmãos, que praticamente são quatro desconhecidos, se reencontram. Rodeado por marcas do passado, e um mistério que envolve a trajetória dessa Mãe e seus filhos, num bem humorado conflito familiar, onde as descobertas são o ponto de início da trama, entre revelações e resgate de valores, questionamentos de afeto, e a ausência deles, conduta e moral, colocando em cheque uma sociedade contemporânea individualista, e pouco afetiva. O encontro com o passado é inevitável, as verdades brotam de forma natural, e a surpresa do inesperado que abate essa família, esses irmãos e o comportamento do conceito Mãe. O Espetáculo Os Inocentes de Ipanema brinca com o imaginário, propõe questionamentos e se liberta dos padrões convencionais de família, já pouco exercido, porém muito citado. Família, emoção, descobertas, afeto, humor e uma pitada de mistério.

De sexta a domingo acontece o velório mais badalado da cidade…

A comédia traz aos palcos a codependência, um padrão de comportamento pouco falado, que hoje é considerado uma doença, na qual muitos desconhece, dependência afetiva, emociona , e sua inabilidade de manter e nutrir relacionamentos saudáveis.

Texto e direção: Fabrisio Coelho

Elenco: Rita Luz Jefferson Jima Susy Savedra Leonardo Gutierrez

Gênero: Comédia

Nova temporada: Castelinho do Flamengo

Praia do Flamengo 158

De 05/04 a 02/06 sexta, sábado e domingo ás 19h Ingresso: R$ 40,00 inteira 20,00 meia (Estudantes, professores da rede pública, Maiores de 60 anos)

Bilheteria: 1h antes do espetáculo

Aceita cartão de credito e debito.

Contato: 2205-0655

Whatssap: 98246-4006

Classificação: Livre

Redes Sociais ( facebook e Instagram): @osinocentesdeipanema

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“Homens de Papel” no Nair Bello

A Escola de Atores Wolf Maya apresenta espetáculo concebido por sua Turma M6C, Homens de Papel, obra de Plínio Marcos com direção de Sergio Ferrara.

As apresentações acontecem entre os dias 5 e 14 de abril (de sexta a domingo), no Teatro Nair Bello.

O enredo traz a história de um grupo de catadores de papel e suas relações de trocas comerciais exploradoras, enfatizando sempre a busca humana pela sobrevivência. A montagem é um estudo sobre o texto de Plínio Marcos (1935-1999), um dos mais importantes dramaturgos brasileiros, autor de inúmeras peças de teatro, escritas em sua maioria na época do regime militar.

Sergio Ferrara é professor e diretor. Integrou o CPT (Centro de Pesquisa Teatral), supervisionado por Antunes Filho, por 10 anos. Recebeu o Prêmio APCA de melhor diretor por Pobre Super-Homem, de Brad Fraser. Foi diretor convidado da EAD-USP, onde dirigiu a peça Vereda da Salvação, de Jorge Andrade. Desenvolveu, junto ao grupo Os Satyros, um projeto sobre a Praça Roosevelt, no qual dirigiu o texto A Noite do Aquário, de Sérgio Roveri. Além do trabalho como diretor teatral, Ferrara é diretor de Montagem Teatral e professor de Expressão Corporal na Escola de Atores Wolf Maya.

Ficha técnica

Texto: Plínio Marcos. Direção: Sérgio Ferrara. Elenco: Turma M6C – Adalia Pereira, Alyne Montenegro, Beatriz Eiras, Bianca de Souza, Bryan Parasky, Christopher Ruas, Danilo Aburad, Everaldo Cortes, Gabrielly Brás, Íris Ghanem, Ella Goes, Juliana Ferrari, Larissa Palacio, Leandro Tadeu, Lia Benacon, Luiza Lindholm, Marcelo Pereira Felix, Mariana Murari, Maurício Fiori, Pedro Bonilha, Raphael Moretto, Vinicius Nascimento, Wenis Caetano e William David. Assistência de direção: André Pottes, Dani Rombolli, Enrique Espinosa, Gabriella Brito, Hellen Miranda, Igor Lima e Jo Luna. Preparação corporal: André Pottes. Preparação vocal: Nádia Vilela. Figurino e trilha sonora: O elenco. Criação de luz: Beto Martins. Produção: Maristela Bueno e Rodrigo Trevisan. Assintência de produção: Dani Rombolli. Design gráfico: Felipe Barros. Registro fotográfico: Enrique Espinosa. Coordenação pedagógica: Josemir Kowalick. Coordenação geral: Hudson Glauber. Realização: Escola de Atores Wolf Maya.

 

Serviço

 

Espetáculo: Homens de Papel

Temporada: 5 a 14 de abril – Sextas e sábados (às 21h) e domingos (às 19h)

Ingressos: R$ 15,00 – Vendas na bilheteria do teatro.

Duração: 80 min. Gênero: Drama. Não recomendado para menores de 12 anos.

Bilheteria: quarta a sábado (15h às 21h) e domingo (15h às 19h).

Teatro Nair Bello

Rua Frei Caneca, 569 – Shopping Frei Caneca, 3º Piso. Centro – SP/SP.

Tel: (11) 3472-2442. Capacidade: 201 lugares.

Ar condicionado. Acessibilidade.

http://wolfmaya.com.br/

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“O Santo Dialético” no Teatro do Incêndio

O Teatro do Incêndio reestreia O Santo Dialético no dia 30 de março (sábado, às 20h), para uma curta temporada com apenas oito apresentações, até o dia 21 de abril.

Com texto e direção de Marcelo Marcus Fonseca, a montagem – resultante do processo de pesquisa do projeto A Teoria do Brasil – investiga os vestígios da essência ancestral do brasileiro por meio de pessoas que, vivendo em São Paulo, perderam o contato com suas origens, e passaram a habitar um mundo determinado por valores urbanos.

Dividida em dois atos, a montagem parte do ponto de vista de pessoas comuns, inquietadas pelo esquecimento e pela perda de fatos de sua própria história. Elas seguem, então, em busca de uma mitologia que possa explicá-la. A peça propõe o entendimento da descaracterização do negro, do índio e do próprio europeu (transformados em outra raça), indo à procura desse “novo povo”, o brasileiro, levando cada personagem numa espécie de voo interior rumo à própria raiz.

Com música ao vivo e trilha sonora original, a peça propõe uma paisagem diversa, levando o público por lugares do centro, periferia e interior do Brasil. No intervalo, pratos da culinária brasileira como baião de dois, galinhada, acarajé etc, preparados durante o primeiro ato pelo próprio diretor, são oferecidos ao público, por um valor à parte. “A ideia é que o teatro seja, além de um lugar de apresentações, um espaço de agradável permanência, mesmo depois da sessão”, diz Marcelo Marcus Fonseca, autor e diretor de O Santo Dialético, “um lugar de comunhão, principalmente nos dias de hoje, quando precisamos lembrar que temos uns aos outros”, completa.

O enredo traz seis histórias paralelas, entrecortadas, que criam um mosaico da mistura racial brasileira: um índio, tirado aos oito anos de sua tribo por padres, retorna do seminário para encontrar sua aldeia; uma moradora de rua acredita ter sido chamada para uma missão e encontra o sincretismo pelo caminho; um casal negro, evangélicos, vive o drama de não conseguir ter filhos, enquanto o marido é atormentado por sons antigos que ele não reconhece; e um publicitário não se encontra no próprio corpo, enquanto sua mulher sofre de uma doença terminal.

O Santo Dialético cumpriu temporada, durante quase todo o ano de 2016, na antiga sede do grupo. Agora retorna adaptado ao atual teatro, com pequenas alterações necessárias para atualização do diálogo frente à situação do país.

 

Ficha técnica

Texto e direção geral: Marcelo Marcus Fonseca.

Figurino: Gabriela Morato.

Direção musical, composições originais: Bisdré Santos.

Música ao vivo: Bisdré Santos, Yago Medeiros e Renato Silvestre.

Iluminação: Marcelo Marcus Fonseca e Valcrez Siqueira.

Assistência de sonoplastia: Victor Castro.

Adereços: André Souza, Gabriela Morato e Fabrízio Casanova.

Trilha sonora mecânica: Marcelo Marcus Fonseca e Bisdré Santos.

Coreografias e preparação corporal: Gabriela Morato.

Assistência de produção/figurino/adereços e bilheteria: jovens do projeto de Vivência Artística no Teatro do Incêndio.

Fotos: Giulia Martins e João Caldas.

Assessoria de imprensa: Eliane Verbena.

Realização e produção: Cia. Teatro do Incêndio.

Elenco: Gabriela Morato, Francisco Silva, Elena Vago, Ágata Matos, Carlos Gomes, Marcelo Marcus Fonseca, Valcrez Siqueira, André Souza, Victor Castro, Yago Medeiros, Renato Silvestre e jovens do projeto Vivência Artística.

Atriz mirim: Laura de Rita.

Jovens do projeto Viência Artística no Teatro do Incêndio: Guilherme Berkoff, Heloisa Feliciano, Isabela madalena, Jade Buck e Pamela Cristina.

Serviço

SinopseO Santo Dialético explora a perda da ancestralidade e da identidade da formação étnica do brasileiro na cidade de São Paulo, por meio de pessoas comuns que buscam respostas para o chamado da própria raiz. Misturando teatro, dança e música ao vivo, a curta temporada traz apenas oito apresentações.

Espetáculo: O Santo Dialético

Restreia: 30 de março. Sábado, às 20h

Temporada: sábados (às 20h) e domingos (às 19h) – Até 21 de abril

Ingresso: R$ 60,00 (dinheiro ou cartão de débito)

Duração: 150 min. (com intervalo de 20 min e jantar opcional)

Gênero: Drama musical. Classificação: 14 anos. Capacidade: 80 lugares.

Teatro do Incêndio

Rua 13 de Maio, 48. Bela Vista/SP.

Tel: (11) 2609 3730 / 2609 8561

Estacionamento em frente ao teatro. Local para comer.

https://www.teatrodoincendio.com/

“Tebas Land” volta ao cartaz

Depois de duas temporadas de sucesso, Tebas Land, do autor uruguaio Sergio Blanco, volta ao cartaz dia 22 de março, no Teatro PetroRio das Artes, para temporada até 28 de abril. Inspirado no mito do Édipo e na vida de São Martinho de Tours, santo europeu do século IV, o espetáculo tem como tema central um parricídio. A história, no entanto, não foca na reconstrução do crime e sim nos encontros entre um jovem parricida e um dramaturgo interessado em escrever a história desse crime. A peça venceu os prêmios Shell de Melhor Ator (Otto Jr.) e Botequim Cultural de Melhor Espetáculo, Melhor Direção e Melhor Ator (Robson Torinni). Também foi indicado ao Botequim Cultural de Melhor Ator (Otto Jr.) e Cesgranrio de Melhor Direção e Melhor Ator (Robson Torinni).

Dirigido por Victor Garcia Peralta, o espaço cênico de Tebas Land é simples e depurado: a quadra de basquete da prisão, onde acontece o encontro quase documental entre esses dois personagens, duas pessoas de mundos completamente distintos. Começa então uma peça dentro da peça, em que o jovem assassino e o ator que o interpreta são representados por Robson Torinni. O elenco também traz Otto Jr., no papel do dramaturgo. Com esse jogo de metalinguagem, a peça pode ser considerada uma tese sobre o fazer do teatro, em que o espetáculo surge de uma sedutora combinação entre razão e emoção dos personagens.

“O texto nos cativou pelos dois diferentes planos, razão e emoção, e pelo processo criativo imbuído neles, em que a dramaturgia é construída durante a ação da peça, oscilando, quase que paralelamente, entre a discussão do fato ocorrido e a construção do texto da peça que será baseada no crime”, conta Victor Garcia Peralta, diretor e Torinni, ambos idealizadores do projeto.

Com sensibilidade e inteligência, o autor uruguaio Sergio Blanco expõe temas de grande relevância: paternidade, falta de afeto, solidão, famílias disfuncionais e falência dos sistemas prisionais.  “Tebas Land conta a história de um encontro entre três mundos muito diferentes. No argumento, a única sobrevivência da espécie humana está na consciência do outro: eu existo na medida em que há outro antes de mim e, portanto, devo isso a ele. Além disso, a peça, ao abordar o parricídio, refere-se a uma questão que muito nos toca: as ligações com os pais. Nem todos podemos ser pais, mas todos somos filhos e, portanto, todos temos a experiência da descendência. E finalmente, é um trabalho que conta a dinâmica do que é a engenharia da construção de uma peça, como o texto está sendo escrito”, conta Sergio Blanco autor da obra, que recebeu cinco indicações ao Prêmio Max, na Espanha.

O espetáculo revisita ainda textos que abordam o tema, como Os Irmãos Karamazov, de Dostoievski, Um Parricida, de Maupassant, e Dostoievski e o Parricídio, de Freud.

Ficha Técnica

Autor: Sergio Blanco

Tradutor: Esteban Campanela

Direção: Victor Garcia Peralta

Atores: Otto Jr. e Robson Torinni

Cenógrafo: José Baltazar

Iluminador: Maneco Quinderé

Figurino: criação coletiva

Trilha sonora: Marcello H

Designer Gráfico: Alexandre Castro

Fotografia: Jr. Marins

Direção de produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela

Produção: Galharufa Produções Culturais

Produção Executiva: Lis Maia

Equipe de Produção: Alex Nunes e Ártemis

Realização: REG’S Produções Artísticas

Idealização: Robson Torinni e Victor Garcia Peralta

 Serviço

Espetáculo “Tebas Land”

Direção: Victor Garcia Peralta

Elenco: Otto Jr e Robson Torinni

Teatro PetroRio das Artes – R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ

De 22/03 a 28/04 – sextas e sábados às 21h ; domingos às 20h

Lotação: 421 lugares.

Classificação Etária: 16 anos

Valor do ingresso:  R$ 96 (inteira) e R$ 48 (meia).  Valor promocional para compra direto na bilheteria: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia).

Autor│Sergio Blanco – Diretor e dramaturgo teatral franco-uruguaio, Sergio Blanco viveu sua infância e adolescência em Montevidéu e atualmente reside em Paris. Depois de estudar filologia clássica, ele decidiu dedicar-se inteiramente à escrita e à direção de teatro. Suas peças foram premiadas em várias oportunidades com vários prêmios, entre eles, o Prêmio Dramático Nacional do Uruguai, o Prêmio Drama da Inauguração de Montevidéu, o Prêmio Nacional do Fundo de Teatro, o Prêmio Florêncio de Melhor Dançarino, Prêmio Internacional Casa de las Américas e Prêmios Best Text Theatre na Grécia. Em 2017, sua peça Tebas Land recebeu o prestigiado British Award Off West End em Londres. Seu trabalho entrou no repertório da Comédia Nacional do Uruguai em 2003 e 2007 com suas peças .45 ‘ e Kiev. Entre seus títulos mais conhecidos estão o Slaughter, .45 ‘, Kiev, Opus Sextum, diptiko (vol 1 e 2), Barbarie, Kassandra, Thebes Land, A ira de Narciso e quando você passa sobre meu túmulo. Várias de suas obras foram lançadas em seu país e no exterior, e a maioria foi traduzida em diferentes idiomas e foram publicadas em diferentes países.

Direção │Victor Garcia Peralta – Formado no Piccolo Teatro di Milano sob a direção de Giorgio Strehler. Trabalhou em Buenos Aires como ator e diretor em diversos espetáculos. No Brasil, dirigiu o sucesso de público Os homens são de Marte… E é para lá que eu vou! (com Mônica Martelli). Também foi responsável pela direção dos espetáculos Não sou feliz, mas tenho marido (com Zezé Polessa). Decadência (de Steven Berkoff, com Beth Goulart e Guilherme Leme), Tudo que eu queria dizer (de Martha Medeiros, com Ana Beatriz Nogueira) e Quem tem medo de Virginia Woolf? (de Edward Albee, com Zezé Polessa), A Sala Laranja: no Jardim de infância (Victoria Hladilo), O garoto da última fila (J. Mayorga). Na televisão dirigiu Alucinadas (Multishow), Gente lesa (GNT).

Ator │Robson Torinni – Participou de alguns trabalhos no cinema, teatro, teatro musical e televisão. Iniciou sua trajetória na Escola de Atores Globe-SP, passando pela Oficina de Atores da Rede Globo e Escola de Atores Wolf Maya. Se formou como Bacharel em teatro na Universidade Cândido Mendes e sua primeira produção foi A Sala Laranja: no Jardim de Infância.

Ator │Otto Jr – No teatro, cinema e na televisão o ator tem um extenso trabalho.  Participou de “Amor em Dois Atos” (2016,2017) de Pascal Rambert com direção de Luiz Felipe Reis o qual recebeu o premio APTR “melhor ator protagonista 2016″;”Labirinto” (2015,2016,2017) de Alexandre Costa e Patrick Pessoa com direção de Daniela Amorim. No cinema atuou em “Desterro” (em pós-produção) com direção de Maria Clara Escobar. Participou de “Malhação” e “Celebridade”, ambos da Rede Globo.

“A Verdade” no Maison de France

O ator Diogo Vilela está à frente dessa inédita montagem de A Verdade, de Florian Zeller, e direção de Marcus Alvisi,. O elenco também conta com os atores Claudia Ventura, Carolina Gonzalez e Paulo Trajano. 

Com 80 minutos, o espetáculo fala sobre as dinâmicas das relações pessoais e, em particular, da vida conjugal. Em cena estão dois casais que vão se revelando nas pequenas hipocrisias, inverdades e omissões do cotidiano, falando de relações humanas. Após montagens clássicas, como Othelo, de William Shakespeare, e dos musicais Ary Barroso, de sua autoria, Gaiola das Loucas, com Miguel Falabella, e Cauby Cauby uma Lembrança, de Flavio Marinho, Diogo Vilela volta aos palcos para produzir e atuar num texto bem humorado, uma de suas especialidades.

O diretor Marcus Alvisi  explica porque encenar Florian Zeller: “É um dos autores mais montados atualmente no mundo, e acabou de ganhar (2017), com A Verdade, o Prêmio de Melhor Texto estrangeiro, em Londres. Escolhi apresentar por aqui um autor desse quilate e por A Verdade ser inédita no Brasil. Uma comédia francesa, que é sucesso de público e crítica. Ela une extrema sofisticação de linguagem e alto poder de comunicação.  Especificamente entre dois casais, melhores amigos. Propiciando aos atores grandes interpretações, sendo um  projeto diferente de tudo que está acontecendo na cena brasileira. E por contar com atores de grande talento.”

A Produção tem ficha técnica de excelência com Realização da NITIREN Produções Art., Cenário e Figurinos de Ronald Teixeira e Guilherme Reis, Luz de Maneco Quinderé, Caracterização Mona Magalhães, Fotos Dalton Valério, Produção Executiva Marco Aurélio Monteiro, e Direção de Produção de Marília Milanez, fazendo com que todos se identifiquem com as situações apresentadas.

SERVIÇO:

Espetáculo “A Verdade”

Local: Teatro Maison de France – 350 lugares

Av. Presidente Antônio Carlos, 58 – Centro – Rio de Janeiro.

Contato: 21 – 2544-2533

Estreia: 15 de março a 26 de maio

Quinta: 17h30min (R$ 80, e R$ 40)

Sexta e Sábado: 19h30min (R$ 90, e R$ 45)

Domingo: 18h30min (R$ 90, e R$ 45)

Duração: 80 min.

Classificação: 12 anos

“Três Mudanças” no Teatro Itália

Depois de uma temporada de sucesso no Sesc Ipiranga, o espetáculo “Três Mudanças”, do renomado dramaturgo norte-americano Nicky Silver, com direção de Mário Bortolotto, reestreia no Teatro Itália entre 11 de abril e 2 de maio, com sessões às quartas e quintas, às 21h (no dia 24 de abril não haverá sessão).  Ao final desse período a peça terá completado 21 apresentações.

Em um clima semelhante ao encontrado nos filmes do Woody Allen, a obra conta a história de Nathan e Laurel, um casal bem-sucedido que vive aparentemente feliz em um bairro de classe média alta em Nova Iorque. Entretanto, a chegada de Hal, o irmão mais velho de Nathan e autor bem-sucedido de seriados de TV, muda completamente o cotidiano da família, expondo a fragilidade da relação e alterando drasticamente o estado das coisas. A tradução é de Clara Carvalho.

A peça é uma crônica de costumes tragicômica que questiona as estruturas familiares contemporâneas ao evidenciar a busca incessante do ser humano por estabelecer vínculos e compartilhar laços frente à solidão das relações.

Com idealização e atuação de Carolina Mânica, o espetáculo também tem Nilton Bicudo, Bruno Guida, Lucas Romano e Renata Becker no elenco. Trazer a peça ‘Três Mudanças’ para o Brasil é um desafio e uma responsabilidade muito prazerosa, pois o roteiro original recebeu excelentes críticas nos EUA. Tem tudo para ser um sucesso, pois dialoga de forma universal com as inquietações humanas”, conta Carolina.

SINOPSE

Um casal vive aparentemente feliz e confortável no bairro de Upper West Side, em Nova Iorque, até a chegada surpresa de um parente. O que parecia ser apenas uma visita casual, de repente, transforma-se em um incômodo que muda o cotidiano da família e expõe a fragilidade das relações.

SOBRE NICKY SILVER

Nicky Silver, nascido na Filadélfia em 1960, é um dos autores contemporâneos mais celebrados. Seus textos são resultado de uma combinação de drama, comédia e existencialismo pop, que reveste temas como o isolamento, a punição, a culpa, a negação, as disfunções psicológicas, sociais e as várias inclinações da sexualidade. Tipos urbanos instáveis e complexos, seus personagens habitam textos impregnados de humor ácido, que corrói as entranhas de núcleos familiares e de tragédias individuais.

Nicky é autor de 13 peças que já foram montadas no Brasil e em várias partes do mundo, incluindo “Pterodátilos”, “Os Solitários” (direção de Felipe Hirsch), “Adorável Garoto” (direção de Maria Maya), “Família Lyons” (direção de Marcos Caruso) e “Os Altruístas” (direção de Guilherme Weber).

SOBRE MÁRIO BORTOLOTTO

Mario Bortolotto é um dos nomes mais importantes do teatro brasileiro. Com mais de 50 textos montados e nove livros publicados, é reconhecido como um intérprete da contemporaneidade. Sua direção e dramaturgia estabelecem laços de responsabilidade com o seu tempo, ao lidar com personagens que vivem histórias em condições-limite de confronto social, afetivo e existencial. Essa estética revela-se não apenas nas suas peças autorais, mas na linha de direção que adotou nos últimos anos com “Noturnos”, de Jon Fosse; “Garotas da Quadra”, de Rebecca Prichard; “Tape”, de Stephen Belber; “Killer Joe”, de Tracy Letts; “O Canal”, de Gary Richards; e “Criança Enterrada” e “Oeste Verdadeiro”, ambas de Sam Shepard.

FICHA TÉCNICA

Direção: Mário Bortolotto

Tradução: Clara Carvalho

Idealização: Carolina Mânica

Elenco: Carolina Mânica, Renata Becker, Nilton Bicudo, Bruno Guida e Lucas Romano

Cenário e Iluminação: Marisa Bentivegna

Figurino: Fábio Namatame

Sonoplastia: Mario Bortolotto

Produção: Anayan Moretto

Assistente de Produção: Veronica Jesus

Design Gráfico: Uibirá Barelli e Paulo Bueno / Estúdio Diorama

Fotos: Julieta Benoit

Assessoria de imprensa: Agência Fática

SERVIÇO

Três Mudanças, de Nicky Silver

Teatro Itália – Avenida Ipiranga, 344, Edifício Itália, próximo ao Metrô República – serviço de vallet na porta (R$ 25)

Temporada: 11 de abril a 2 de maio, às quartas e quintas, às 21h (no dia 24 de abril não haverá sessão)
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)

Horário de funcionamento da bilheteria: de terça à domingo, das 15h até o início do espetáculo. Nos dias em que não houver espetáculo a bilheteria funciona até às 19h

Vendas pela internet: https://www.sazarte.com/evento/tres_mudancas_teatro_italia_32966

Informações: (11) 3255 1979

Classificação: a partir de 16 anos
Duração: 75 minutos
Capacidade: 290 lugares
Redes sociais: @tresmudancas

**Acessibilidade total com cadeiras para todas as necessidades especiais, rampas, elevador e banheiro.

“Os Desajustados” no Oi Futuro

O Oi Futuro apresenta, de 28 de março a 19 de maio, a montagem inédita do espetáculo ‘Os Desajustados’, de Luciana Pessanha, direção de Daniel Dantas, com Cristina Amadeo, Felipe Rocha, Isio Ghelman, Tainá Müller e um(a) fotógrafo(a) convidado(a) a cada duas semanas.

1960. No bangalô 21 do Beverly Hills Hotel estão hospedados Marilyn Monroe (Tainá Müller) e o dramaturgo Arthur Miller (Isio Ghelman). Depois de um badalado período de paixão, o casal está passando por uma crise conjugal, aparentemente disparada pela urgência de Marilyn em rodar “Os Desajustados”, filme ambicioso, roteirizado pelo marido, para realizar o sonho da estrela de se tornar uma atriz dramática. No bangalô ao lado estão o famoso cantor francês Yves Montand (Felipe Rocha), que no momento faz o par romântico de Marilyn numa comédia, e a sua esposa Simone Signoret (Cristina Amadeo), que acaba de ganhar um Oscar de melhor atriz.

Marilyn e Arthur estão recebendo Simone e Yves para jantar. A novidade da noite é a presença de um fotógrafo (uma participação especial a cada semana), convidado por Marilyn para registrar o encontro, cuja presença desagrada aos convidados. O que deveria ser um encontro entre amigos acaba se tornando um registro de olhares furtivos, ciúmes, inveja, desconforto, raiva e insegurança. Sentimentos normalmente representados na telona do cinema, mas jamais revelados na intimidade das grandes estrelas.

 “Os Desajustados” investiga as fronteiras entre o teatro e a fotografia, o público e o privado. Uma dramaturgia construída a partir de registros fotográficos de um jantar, que aconteceu na vida real, entre artistas ícones de uma época. Depois dessa noite, nada será como antes.

 

Sobre os Millers e os Montands

 

Os Millers eram Arthur Miller e Marilyn Monroe. Os Montands, Simone Signore e Yves Montand. Os casais já se conheciam e eram amigos. Mas o que parecia ser um jantarzinho grandes ambições, tinha muitos fios soltos a serem costurados.

Arthur e Marilyn haviam se conhecido em 1951, quando Marilyn estava no seu segundo divórcio e ainda era uma estrela em ascensão, e Miller já era um dos dramaturgos mais celebrados do mundo, com as peças ‘Morte de Um Caixeiro Viajante’ e ‘As Bruxas de Salém’ na sua bagagem. Foi amor, ou talvez atração, à primeira vista. Mas Miller era casado, e o reencontro dos dois só se deu anos depois, em 1956, quando logo se casaram.

O sonho de Marilyn era se tornar uma atriz dramática respeitada. Para isso ela vinha se dedicando há anos, a estudos com Lee Strasberg, do Actors Studio. O sonho de Miller era um ingresso pelo tapete vermelho nos estúdios de Hollywood. Além de belos e jovens, suas ambições eram talhadas um para o outro. Mas as coisas não saíram tão bem quanto o planejado. Na ocasião do jantar no Beverly Hills Hotel, Marilyn já havia passado por dois abortos naturais, duas depressões e uma tentativa de suicídio. E estava devendo uma comédia à 20th Century Fox, que ela não tinha desejo algum de filmar. Seu sonho era rodar ‘Os Desajustados’, escrito para ela pelo marido – o único trabalho assinado por Arthur Miller nos seus então quatro anos de casamento. Marilyn, já havia declarado à imprensa que: “Além de meu marido e de Marlon Brando, Yves Montand é o homem mais atraente que já conheci.” Então, presença de Montand no set de ‘Adorável Pecadora’, o filme que Marilyn devia à Fox, foi a única forma de fazê-la cumprir o contrato e se desimpedir para finalmente poder trabalhar com o marido e John Houston nas filmagens de ‘Os Desajustados’, o primeiro papel dramático de sua carreira.

Arthur Miller, por sua vez, estava exausto. Décadas depois da morte de Marilyn, ele declarou que o casal parecia ser formado por uma mulher doce, suave, um anjo que amava a vida; e um homem mais obscuro, dramaturgo, ligado aos dramas da existência. O que ele desconhecia na ocasião do casamento era a escuridão que se escondia no coração da mulher amada. A escuridão tomou conta da vida de um homem que pensava estar fugindo dela, ao se casar com a doce pinup, anjo travestido em deusa do sexo. E a essa altura ele estava exausto de noites em claro, barbitúricos misturados a álcool, depressões e até uma tentativa de suicídio. E viu no encontro da esposa com o astro francês uma oportunidade, uma janela, uma chance fugir de uma situação que estava acabando com sua saúde mental, e que até então parecia sem saída. Afinal, como seria considerado o homem que deixasse a mulher mais doce, sexy e mais amada do mundo?

Por outro lado, um pobre dramaturgo, abandonado pela deusa do sexo, por um símbolo sexual francês, o arquétipo do conquistador, estaria salvo, ao menos aos olhos do grande público, não estaria? O convite para estrelar Adorável Pecadora ao lado de Marilyn Monroe parecia perfeito. Simone Signoret tinha acabado de ganhar um Oscar com o filme Roon at the top. Estava em voga, chamando mais atenção do que o marido, e pensando em fazer carreira nos EUA, como Ingrid Bergman. Para Signoret, nada melhor do que encaminhar o marido em Hollywood.

E Yves Montand… Era um romântico, um apaixonado, um sedutor, um homem pronto para receber a deusa do sexo de braços abertos. Como realmente o fez. O que ninguém contava era com a força dos laços de um casamento francês, o amor de Montand por Simone Signoret, a maturidade dela ao lidar com o fato, o respeito à individualidade do outro, ainda que isso custe suas próprias vísceras expostas. Esse jogo de desejos e interesses está o tempo todo rasgando a delicadeza e elegância do jantar. Em pausas, olhares, silêncios e palavras. Numa espécie de ‘Quem tem medo de Virgínia Woolf’, com personagens reais, sob a mira de um artista: o fotografo Bruce Davidson, talvez o primeiro a entrar na intimidade de artistas, numa época em que o público ainda era separado do privado. E que, depois desse jantar, nunca mais voltou a ser.

Luciana Pessanha

Luciana Pessanha – dramaturgia

Luciana Pessanha é professora licenciada do departamento de Comunicação Social da PUC – Rio.

No teatro escreveu e encenou os espetáculos: JT Leroy – Um conto de fadas punk, nos teatros CCBB-Brasília, CCBB-Rio e SESC Consolação – SP, de fevereiro a julho de 2012; Eu nunca disse que prestava (em parceria com Adriana Falcão), no Teatro Maria Clara Machado / Planetário (em 2006) e Teatro do Leblon em 2007; Alegria (em parceria com Daniela Amorim), no Teatro SESC Tijuca – 2002; e 36 Horas – Um ensaio de Otelo, no Teatro Sérgio Porto em 1997 e Casa de Cultura Laura Alvim- Porão em 1998.

Desde 2010 é roteirista contratada da TV Globo, onde participou das equipes de roteiristas de ‘Avenida Brasil’ (2012); ‘Amor e Sexo’ (2013). ‘A Grande Família – última temporada’ (2014); ‘Babilônia’ (2015); ‘Malhação – Viva a Diferença!’ (2017);

Publicou os livros: ‘Que tipo de homem escreve uma história de amor?’ – Editora Rocco, 2015; ‘Como montar uma mulher-bomba. Manual prático para terroristas emocionais’ – Editora Rocco, 2008; ‘O Transponível Super Empty’ – Editora Planeta, 2004; ‘Ao Vivo’ – Editora Sete Letras, 2004. E as coletâneas: ‘Contos do Rio’ – selecionados pelo Segundo Caderno do Jornal O Globo – Editora Bom Texto, 2005.

Teve uma coluna de entrevistas na Revista do jornal O Globo, todo primeiro domingo do mês, entre 2007 e 2009. E foi colaboradora das revistas: Vogue, JP (Joyce Pascowitch), Poder, TPM, Serafina, FFW>MAG!, Casa Vogue, Vogue RG, Simples e Tempo.

Prêmio:

I Circuito Brasileiro de Esquetes e Performances – 2006 (Melhor roteirista).

Daniel Dantas – direção

Iniciou sua carreira no teatro, em 1975, como integrante do grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone, na peça ‘O Inspetor Geral’, de Nicolai Gogol.

Tem um currículo que abrange quatro décadas, com prêmios em cinema e Teatro, mais de 20 filmes e alguns curta-metragens, 25 peças, mais de 20 novelas e uma dezena de seriados de TV. Trabalhou com alguns os maiores nomes do Teatro do país e foi um dos criadores de dois dos mais importantes grupos de teatro da década de 70, “Asdrúbal Trouxe o Trombone” e “Pessoal do Despertar”, que influenciaram várias gerações posteriores de atores e criadores teatrais, no Rio de janeiro e no Brasil. Atualmente além de continuar sua trajetória como ator, realiza sua segunda direção em teatro e tem projetos para dirigir em cinema e TV.

Cristina Amadeo

Atriz, bailarina, coreógrafa e produtora; Formada pela American Academy of Dramatic Arts NY em 1987/88.

Principais trabalhos em teatro: Laundromatic”, de Pedro Kosovski, direção de Marco André Nunes na 2a edição do MicroTeatro RJ 2016; “Vestido de Noiva”, de Nelson Rodrigues, direção Christiane Jatahy, projeto IN DRAMA, Casa França Brasil 2012; “Corte Seco”, direção Christiane Jatahy 2008/09/10; “A Falta Que Nos Move”, direção Christiane Jatahy 2005/06/07/08; Fez parte do Coletivo Improviso, com o espetáculo “Não Olhe Agora” direção Enrique Diaz 2004/05; “Strip-Tease e Teatro Irregular” , direção Daniel Dantas 2000/2001,entre outros. No cinema é protagonista do curta metragem “E Ela Tinha Um Coração”, de Mateus Chernicharo- 2017; “Tem Alguém Feliz Em Algum Lugar” de Alvaro e Mario Furloni- 2014 onde recebeu os prêmios de Melhor Atriz com o filme, nos CineFest Votorantim e Curta Santos em 2016; “Disparos” de Juliana Reis -2013; “A Falta Que Nos Move”, de Christiane Jatahy- 2013; “Mulheres Sexo Verdades Mentiras” de Euclydes Marinho- 2008, entre outros.

Na TV os últimos trabalhos são: “A Força do Querer” (TV Globo 2017); “Boogie OOgie” (TV Globo 2015); “A Teia” (TV Globo 20013); “Escrito Nas Estrelas” (TV Globo 2011); “Paixões Proibidas” (TV Bandeirantes 2007); “Malhação” (TV Globo 2006); “Celebridades” (TV Globo 2003/2004); entre outros.

Produziu e atuou no espetáculo “Strip-Tease e Teatro Irregular”. Integrou a “Cia de Dança Cia de Deborah Colker” como bailarina e assistente de direção durante três anos, participando dos espetáculos “Vulcão” e “Velox”. Coreografou shows e videoclipes do “Dream Team do Passinho” e o show “Amor Geral”, de Fernanda Abreu. Hoje, é sócia da Mera Semelhança Produções Artísticas LTDA, empresa proponente do projeto.

Felipe Rocha

Juntamente com Alex Cassal, é fundador dos Foguetes Maravilha, onde escreve, dirige e/ou atua em espetáculos como ELE PRECISA COMEÇAR (apresentado em mais de 40 cidades brasileiras), 2HISTÓRIAS, SÍNDROME DE CHIMPANZÉ e NINGUÉM FALOU QUE SERIA FÁCIL (que lhe rendeu em 2012 os prêmios Shell, Questão de Crítica e APTR de melhor dramaturgia) e MORTOS VIVOS-uma ex-conferência. Compõe música para teatro, cinema e dança desde 1989, tendo sido indicado três vezes ao Prêmio Shell de Teatro de melhor trilha sonora. Também é trompetista, diretor artístico e compositor da banda Brasov, com a qual lançou o CD Uma Noite em Tuktoyaktuk, pela gravadora Dubas/Universal. Em 2012 investe na direção em audiovisual, com o curta-metragem TALVEZ EM LISBOA (apresentado na noite de abertura do Festival Curta Cinema/RJ), e os videoclipes do grupo Tono e de Domenico Lancellotti. Paralelamente, vem atuando em cinema e televisão. Seus últimos trabalhos em cinema, com estreia prevista para 2013 são os longas VAI QUE DÁ CERTO, de Maurício Farias; TRAGO COMIGO, de Tata Amaral; MATO SEM CACHORRO, de Pedro Amorim; e ENGENHO DE DENTRO, de Roberto Berliner. Em 2012, Felipe foi um dos artistas cariocas a participar em Londres do Projeto Rio Occupation London, e criou, ao lado dos outros membros dos Foguetes Maravilha, de Tiago Rodrigues e do grupo Mundo Perfeito, de Portugal, o espetáculo MUNDO MARAVILHA, em Lisboa. Atualmente atua em Malhação – TV Globo.

Isio Ghelman

Ator profissional desde 1985, atuou em mais de 50 espetáculos. Em 2015, recebeu o Prêmio APTR de Melhor Ator em papel coadjuvante por seu desempenho na peça A estufa, de Harold Pinter, com direção de Ary Coslov.

Entre seus espetáculos de teatro mais recentes destacam-se: Nossas mulheres, de Eric Assous; O garoto da última fila, de Juan Mayorga; Ivanov, de Tchekhov; Até o final da noite, de Julia Spadaccini; Vianinha conta o último combate do homem comum, de Vianinha; Jacinta, de Newton Moreno; Novecentos, de Alessandro Baricco; Moby Dick, de Herman Melville; Traição, de Harold Pinter; O púcaro búlgaro, de Campos de Carvalho; Sonata de outono, de Ingmar Bergman; Nada de Pânico, de Michael Frayn e Memória da Água, de Shelag Stephenson, tendo sido dirigido por Aderbal Freire-Filho, Ary Coslov, Victor Garcia Peralta, André Paes Leme, Felipe Hirsch, Miguel Falabella, Domingos Oliveira, Enrique Dias, Eduardo Wotzik e outros.

Na televisão, integrou o elenco do novo Zorra (TV Globo), com Direção Geral de Mauro Farias, entre 2015 e 2017. Destacam-se também sua atuação na série Amorteamo, de Cláudio Paiva e Newton Moreno, com direção de Flávia Lacerda e nas duas temporadas de Aline, seriado exibido na TV Globo, dirigido por Mauricio Farias, no papel do psicanalista Yuri. Foi ainda o protagonista da série Gente Lesa, com direção de Alê Braga e Victor Garcia Peralta exibida no canal GNT.

No cinema, além de ter atuado em diversos curta-metragens, fez recentemente o personagem Watson no ainda inédito Lucicreide vai para Marte, de Rodrigo César e Jerome no longa-metragem Querido Embaixador de Luiz Fernando Goulart. Fez ainda o personagem José no drama bíblico Maria, a mãe do filho de Deus, dirigido por Moacyr Góes e Norman Jones, pai de Stuart Angel Jones em Zuzu Angel, de Sérgio Rezende.

Tainá Müller

Jornalista por formação, começou na TV aos 19 anos como VJ da MTV, no Rio Grande do Sul. Por um período trabalhou também como modelo, fazendo temporadas em Milão, Hong Kong e Bangcoc. Em 2005 mudou-se para a cidade de São Paulo para estudar teatro. Em 2007 estreou no cinema com o filme ‘Cão Sem Dono’, pelo qual foi premiada melhor atriz em festivais brasileiros. Pouco tempo depois, estreou na Rede Globo em ‘Eterna Magia’. No cinema ainda integrou o elenco de filmes como ‘Plastic City’, ‘As Mães de Chico Xavier’ e ‘Tropa de Elite 2’. Com As Mães de Chico Xavier (2011), foi premiada no Festival do Cinema Brasileiro de Los Angeles e no Prêmio Contigo de Cinema. Concorreu a melhor atriz no Festival de Veneza com Plastic City. Por Tropa de Elite 2 (2010), foi indicada ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.

Em 2008 estreou no SBT a novela ‘Revelação’, e no ano seguinte passou algum tempo apresentando o programa ‘A Liga’. Em 2011, volta à Globo com destaque ao interpretar a arrogante Paula em ‘Insensato Coração’. No ano seguinte interpreta a moderna Liara na novela’ Cheias de Charme’. Já em 2013, encarna a mimada Ludmilla em’ Flor do Caribe’. Em 2014, viveu um dos grandes momentos de sua carreira na novela ‘Em Família’, na qual interpretou Marina, uma fotógrafa homossexual, onde viveu par romântico com Giovanna Antonelli. Em 2015, interpretou a vilã dissimulada Cris em ‘Babilônia’.

Seus trabalhos mais recentes são o filme ‘Bingo: O Rei das Manhãs’, de Daniel Rezende, e a série ‘Edifício Paraíso’, de Fernanda Young e Alexandre Machado, no canal GNT e “O outro lado do paraíso” de Walcyr Carrasco, da TV Globo.

FICHA TÉCNICA:

Texto: Luciana Pessanha

Direção: Daniel Dantas

Elenco: Cristina Amadeo, Felipe Rocha, Isio Ghelman, Tainá Müller e um(a) fotógrafo(a) convidado(a)

Direção de Produção: Tatiana Garcias

Textos Projeto: Aline Cardoso e Luciana Pessanha

Produção Executiva: Dayana Lima

Assistente de Direção: Luisa Espíndula

Sistema de vídeo: Corja

Cenógrafo: Marcelo Lipiani e Fernanda Vizeu

Figurinista: Marcelo Olinto

Iluminação: Renato Machado

Projeto Gráfico: Heleno Bernardi

Direção Musical: Alexandre Pereira

Direção de Movimento: Dani Lima

Visagismo: Dayse Teixeira

Assessoria de Imprensa: Daniela Cavalcanti

Fotos de Divulgação: Murillo Meirelles

Fotos de estudo e ensaio: Manu Tasca

Realização: Mera Semelhança Produções

SERVIÇO:

Local: Oi Futuro (Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo)

Telefone: 3131-3050

Horário: de quinta a domingo, às 20h

Ingressos: R$30,00 (inteira) | R$15,00 (meia)

Capacidade: 63 lugares

Duração: 70 minutos

Classificação: 14 anos

Bilheteria: de terça a domingo, das 14h às 20h

Vendas on-line: ticketplanet.com.br

Contato Ticket Planet: 2576-0300

Temporada: 28 de março a 19 de maio de 2019