“Supermoça” no Teatro Armando Gonzaga

Após o sucesso dos vídeos inéditos da SUPERMOÇA e sucesso na Casa Aguinaldo Silva de Artes, em São Paulo, Izabella Van Hecke traz de volta aos palcos cariocas com a personagem Pérola em Super Moça, no Teatro Armando Gonzaga, que pertence a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa/FUNARJ. para uma temporada popular.

O espetáculo de 60 minutos mostra a vida do aeronauta de forma DIVERTIDA E RESPEITOSA, contando os casos mais engraçados dos últimos 20 anos de profissão da profissão da nossa personagem.

Após o incêndio do Teatro Clara Nunes, esta produção se reergueu com uma bela temporada nos Teatros Gláucio Gill, Teatro Glauce Rocha, Casa Aguinaldo Silva de Artes em SP, Casa Rio e Teatro Café Pequeno.

“Eu queria falar sobre as facetas de ser comissária e contar as histórias engraçadas. Assim nasceu na internet a Supermoça, mas sem pretensão de que fosse um sucesso, que viralizasse. Eu queria me divertir, fazendo aquilo que eu gosto e de uma forma que eu não tivesse que gastar muito”, conta.

SINOPSE:

Com esta citação de Willian Shakespeare, começamos a contar a história de Pérola: uma comissária de voo, que há 20 anos abriu mão do seu sonho de ser atriz, ao fazer uma prova para o emprego de aeromoça em uma empresa aérea e ser bem-sucedida.

Agora 20 anos depois, Pérola faz seu último voo, aluga um pequeno teatro, ensaia um monólogo do mestre Shakespeare e corre para sua estreia. Ao se deparar com a casa cheia, ela se esquece do texto e começa a contar sua história de vida, apegada ainda a velhos hábitos da comissária. Pérola acaba usando seu tempo no teatro para contar as aventuras, loucuras e emoções da vida no ar.

FICHA TÉCNICA

 

Texto: Márcio Azevedo.

Direção: Márcio Azevedo e Milton Filho

Elenco: Izabella Van Hecke.

Cenário: José Carlos Vieira e Jorge Roriz

Figurino: Anderson Ferreira

Produção e Assessoria de Imprensa: Júlio Luz

Serviço

Teatro Armando Gonzaga

Av. Gen. Osvaldo Cordeiro de Farias, 511 – Mal. Hermes

Informações: 23321040

20 a 29 de setembro de 2019

Sextas e sábados, às 20h e domingos, às 19h

Duração: 60 minutos

Ingressos R$ 30,00 e R$ 15,00

Classificação etária: 14 anos

Obs.: Morador de Marechal Hermes paga R$ 10,00

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“Mojo Mickybo” no XP Investimentos

Em uma cidade deteriorada pela guerra, dividida por questões econômicas, sociais e religiosas, dois garotos desenvolvem uma grande amizade, movidos pelo desejo de se tornarem heróis, como aqueles que tanto admiram no cinema. O processo de amadurecimento dessas crianças, narrado com sensibilidade e humor, guia a trama do espetáculo Mojo Mickybo, texto do premiado autor irlandês Owen McCaferty, que ganha sua primeira montagem brasileira a partir de 27 de setembro, no Teatro XP Investimentos, no Jockey da Gávea, com sessões às sextas e sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h, até 27 de outubro. Com direção de Diego Morais, a peça reúne em cena os atores Pedro Henrique Lopes, também responsável pela adaptação do texto, e Cirillo Luna, que vivem os protagonistas e outros 15 personagens. A produção é da Entre Entretenimento, responsável pelo bem-sucedido projeto Grandes Músicos Para Pequenos.

O texto original se passa durante o maior conflito étnico, religioso e político da Irlanda do Norte, conhecido como ‘The troubles’, mas, nesta adaptação, a história não é situada geograficamente, o que amplia a discussão sobre o mundo polarizado, a divisão social nas cidades, as diferenças culturais e a complexidade das relações humanas. “Mojo Mickybo mostra as consequências das desigualdades socioeconômicas em uma mesma população e os embates gerados pelas diferenças culturais.  É um espetáculo que fala sobre a perda da inocência e como todos os heróis podem ser esvaziados em algum momento”, analisa o diretor Diego Morais, que criou uma linguagem cênica ágil e perspicaz que, ao mesmo tempo, diverte e provoca o questionamento.

Ambos com cerca de 10 anos, Mojo (Pedro Henrique Lopes) e Mickybo (Cirillo Luna) se conhecem quando cruzam a ponte que separa o Norte do Sul da cidade onde vivem. A admiração pelo novo e a vontade de ser o outro faz com que se unam e criem sua própria gangue para enfrentar seus inimigos particulares. Obcecados pelos heróis de faroestes Butch Cassidy e Sundance Kid, os garotos vivem em um mundo quase irreal.

 “Mojo e Mickybo são, ao mesmo tempo, seres opostos e complementares. Vivem em um mundo de fantasia, mas, ao longo do espetáculo, vão perdendo a inocência ao serem invadidos pela realidade que os cerca. A falta de dinheiro, o alcoolismo, a infidelidade, a depressão, a violência e, principalmente, a divisão social vão influenciar no processo de amadurecimento deles”, descreve Pedro Henrique Lopes, que adaptou o texto e interpreta Mojo. O cenário e os figurinos são assinados por Clívia Cohen e José Cohen, que colocam em cena um parquinho degradado, que remete a uma cidade marcada pelos conflitos e pelo descaso.

A história destes dois amigos já ganhou diversas montagens teatrais ao redor do mundo e foi adaptada para o cinema no filme “Mickybo and me” (em português, Eternos Heróis), dirigido por Terry Loane.

Diego Morais

Diretor de teatro e de TV, iniciou sua carreira como ator em Pernambuco. Diego já foi indicado a diversos prêmios teatrais, tendo sido contemplado em 2017 e 2018 como Melhor Diretor de Teatro Infanto Juvenil pelo Prêmio Botequim Cultural. Dirigiu os espetáculos teatrais “O Meu Sangue Ferve Por Você” (2009), “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” (2013), “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças” (2016 – indicado a Melhor Diretor pelos prêmios CBTIJ 2016 e Botequim Cultural 2016), “Vamp, O Musical” (indicado a Melhor Diretor de Musical no Botequim Cultural 2017), “Bituca – Milton Nascimento para Crianças” (2017 – Melhor Diretor Infanto juvenil no Botequim Cultural 2017), e “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças” (2018 – Melhor Diretor Infanto juvenil no Botequim Cultural 2018). Na TV Globo desde 2008, dirigiu as novelas “Verão 90” (2019) e “Eta Mundo Bom!” (2016). Também atuou na equipe de Direção em “Os Normais 2”, “Toma lá da cá”, “Malhação”, “A Vida Alheia”, “SOS Emergência”, “Aquele Beijo”, “Guerra dos Sexos” e “Alto Astral”.

Pedro Henrique Lopes

Formado em Artes Cênicas pela UNIRIO, Pedro Henrique Lopes é ator e dramaturgo. Escreveu o roteiro e integrou o elenco da comédia musical “O Meu Sangue Ferve Por Você” (2009 – 2016), e dos musicais infantis “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” (indicado a Melhor Roteiro Original e Melhor Ator no Prêmio CBTIJ 2015, e Melhor Ator no Prêmio Zilka Salaberry 2015), “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças” (indicado Melhor Roteiro Original e Melhor Ator no Prêmio CBTIJ 2016, e Melhor Roteiro no Prêmio Zilka Salaberry 2016), “Bituca – Milton Nascimento para Crianças” (Melhor Roteiro Original no Prêmio Botequim Cultural 2017, e indicado no Prêmio CBTIJ 2017), e “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças” (2018). Esteve também em “Os Fuzis da Senhora Carrar”, de Brecht (2008), “Chacrinha – O Musical” (2013) e “Vamp – O Musical” (2017). Foi cantor e performer da Disney no Brasil (2008) e nos EUA (2005 e 2006). Na TV Globo, viveu Ari em “Verão 90”, Wanderley na novela “Aquele Beijo” e o Padre Francisco na novela “Eta Mundo Bom”.

Cirillo Luna

Graduado em Artes Dramáticas pela UniverCidade, em 2010, Cirillo Luna divide sua carreira entre TV, cinema e teatro. No teatro, integrou os elencos de “O Princípio de Arquimedes” de Josep Maria Miró, “Tubarões”, “A Ordem Natural das Coisas” de Leonardo Netto, “The Pride” dirigido por Victor Garcia Peralta, “As três irmãs”, “O Processo” de Leandro Romano, “Quebra-Osso” de Julia Spadaccini, “Uma história de borboletas” de Caio Fernando Abreu, “Os ruivos”, de Cynthia Reis, e no musical da Broadway “Um Violinista no Telhado”, dirigido por Charles Moeller e Cláudio Botelho. Na TV, participou de diversas novelas e séries, com destaque para o Marco Aurélio de “Verão 90” e Selésio de “Deus Salve o Rei”, na TV Globo, e Gabriel em “Milagres de Jesus”, da Record TV. Esteve ainda ao lado de Paulo Gustavo no programa “220 Volts”, do Multishow. No cinema, atuou ao lado do ator Jean Dujardin no longa-metragem francês “Oss 117”, de Michel Hazanavicius. Atuou ainda em “Assalto ao Banco Central”, de Marcos Paulo, e “O Escaravelho do Diabo”, de Hugo Maltese.

Entre entretenimento

A ENTRE Entretenimento é uma empresa de criação de projetos inéditos de entretenimento de alta qualidade artística que dialogam com a história e as manifestações culturais do Brasil e do mundo. Realizou a comédia musical “O Meu Sangue Ferve Por Você”, que se manteve em cartaz entre 2009 e 2016. Ainda no ramo das comédias, foi responsável pela turnê Nordeste do espetáculo “Salve Jorge Fernando”, do ator e diretor Jorge Fernando, em 2014. Desde 2013, realiza o projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, vencedor da Categoria Especial do Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela inovação do projeto, com espetáculos assistidos por mais de 200 mil pessoas. O projeto soma 12 prêmios de Teatro Infantil, entre outras 49 indicações. O primeiro espetáculo do projeto, “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” circulou pelo RJ, SP, BA e MG. Em 2016, estreou o espetáculo “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças”, que circulou pelo RJ e MG. Em 2017, estreou o musical infantil “Bituca – Milton Nascimento para Crianças”, sucesso absoluto de público e crítica. Em 2018, “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças” consolidou o projeto Grandes Músicos para Pequenos como um dos maiores projetos de teatro infantil do RJ. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

 

Sinopse

Numa cidade dividida, onde as pessoas vivem amedrontadas e trancadas em suas casas, nasce uma improvável amizade entre dois garotos que pertencem a lados opostos. Os jovens inocentes, obcecados pelos heróis de faroeste do cinema, vivem num mundo de fantasia que é interrompido pela cruel realidade do conflito que eles são obrigados a enfrentar. Uma história de aventura cheia de coragem, bom humor, emoção e lições de vida narra o encontro entre Mojo e Mickybo, duas crianças cuja infância ficaria marcada para sempre.

 

 

TIJOLINHO:

Mojo Mickybo. Drama. De Owen McCafferty. Dir. Diego Morais. Com Pedro Henrique Lopes e Cirillo Luna. Numa cidade dividida, onde as pessoas vivem amedrontadas e trancadas em suas casas, nasce uma improvável amizade entre dois garotos que pertencem a lados opostos. (1h15). Teatro XP Investimentos (no Jockey Club Brasileiro) – Av. Bartolomeu Mitre, 1.110 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ, 22431-004. Tel.: (21) 3807-1110. 6ª e sáb., às 21h, e dom., às 20h. R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia). Livre. Capacidade: 366 lugares. De 27/09 a 27/10.

FICHA TÉCNICA:

Direção: Diego Morais

Texto Original: Owen McCafferty

Tradução: Luciana Kezen

Adaptação Brasileira: Pedro Henrique Lopes

Elenco: Pedro Henrique Lopes e Cirillo Luna

Cenário e figurinos: Clívia Cohen e José Cohen

Iluminação: Paulo César Medeiros

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção e realização: Entre Entretenimento

SERVIÇO:

 

Mojo Mickybo

Temporada: 27/09 a 27/10

Teatro XP Investimentos (no Jockey Club Brasileiro): Av. Bartolomeu Mitre, 1.110 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ, 22431-004

Telefone: (21) 3807-1110

Dias e horários: Sextas e Sábados, 21h; Domingos, 20h

Ingressos: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada)

Lotação: 366 pessoas

Duração: 75 minutos

Classificação: Livre

Funcionamento da Bilheteria: Terça-feira, das 13h às 17h, Quarta a sexta-feira, das 17h às 21h, Sábados, das 13h30 às 21h, e Domingos, das 13h30 até a hora do espetáculo em cartaz.

Possui estacionamento

A História do Menino que Nasceu Azul

O Reino Branco estava em festa aguardando ansiosamente a chegada do Príncipe Alvinho, filho do Rei Alvo e Rainha Branca. A cegonha fez sua entrega, e para o espanto da realeza, Alvinho era azul! A trajetória de um menino que nasce azul em um mundo onde tudo é branco é o tema desse musical infantil que aborda o respeito às diferenças, apontando a intolerância como um dos grandes fatores da violência.

 

A MONTAGEM:

Com texto e direção de Marcelo Aquino, a montagem utiliza a linguagem do metateatro, ou do ‘teatro-dentro-doteatro’, segundo a velha e infalível fórmula dos contadores e cantadores de histórias. Esta tendência apareceu, primeiro, na música de Otávio santos, que acabou sendo determinante para a construção da linguagem estética do espetáculo e se estendeu para a cenografia e também pelos figurinos de Wanderley Gomes que expressam toda a diversidade e pluralidade de pensamentos. As cores são o signo forte dentro desta proposta, onde o branco não é apenas uma cor, mas uma forte simbologia.

 

A PROPOSTA:

A montagem surgiu da necessidade de se construir uma obra que estivesse conectada com questões da atualidade, que cumprisse a essencial função de resgatar valores, não subestimasse a capacidade de compreensão das crianças e que, sobretudo, fosse um instrumento de apoio para discussões acerca da violência e da intolerância em todas as suas manifestações.

O espetáculo reestreia em terceira temporada no Teatro Glaucio Gill, que é um espaço da Secretaria do Estado de Cultura e Economia Criativa/FUNARJ.

 

Ficha  Técnica:

 

Elenco: Vitor Louzada, Bárbara Montes Claros,

Marcelo Aquino, Aloysio Araripe e Talita Feuser.

Texto e direção Marcelo Aquino

Co-Direção  Anthero Montenegro

Trilha sonora Marcelo Aquino e Otávio Santos

Figurinos, adereços e visagismo Wanderley Gomes

Cenário Marcelo Aquino

Supervisão musical Claudia Castelo Branco

Supervisão coreográfica Renata Costa

Pesquisa de efeitos e edições Fred Steffen

Som Diogo Perdigão

Iluminação Anderson Peixoto

Programação Visual Thiago Sacramento

Produção executiva Bárbara Montes Claros

Produção Antero Montenegro e Marcelo Aquino

Assistente de produção Felipe Abrahão e Sandro Codorniz

Assessoria de imprensa Sandra Alencar

Serviço:

O Que?A História do Príncipe que Nasceu Azul

Quando?07 a 29 de setembro – Sábados e domingos, 16h

Onde?Teatro Glaucio Gill

Praça Cardeal Arcoverde s/n – Copacabana – Rio de Janeiro \ 21 2332 7904

Quanto?  R$ 40,00 \\ R$ 20,00

Classificação indicativa:Livre

Duração:60 minutos

Contato Produção: 21 98151 3290\ 21 99562 7676

“Josephine Baker” volta ao Maison de France

A história da dançarina, cantora, atriz, ativista e humorista Josephine Baker (1906-1975), norte-americana naturalizada francesa que conquistou o mundo com sua arte e talento, volta a ser contada no Rio e de forma esplendorosa. Em terceira temporada no Teatro Maison de France, no Centro, “Josephine Baker – A Vênus Negra” ficará em cartaz  de 12 de setembro a 6 de outubro – sextas, sábados e domingos – agora com ainda mais pompa: já foi indicada aos prêmios Shell (melhor atriz; autor e figurino), Cesgranrio (direção musical e melhor atriz em musical), e Botequim Cultural (autor e melhor atriz em musical) pelo primeiro semestre de 2017,  prêmio APTR (melhor atriz) pelo segundo semestre de 2017, e aos prêmios  Broadway World (atriz revelação) APCA (Melhor Atriz) e Aplauso Brasil (Melhor atriz, autor e espetáculo)

A volta ao Rio e, especialmente, ao teatro Maison de France, é motivo de grande alegria e entusiasmo de todo o elenco: “nosso espetáculo tinha a intenção de resgatar a memória de uma história que precisava ser contada, mas o resultado foi muito maior do que o esperado. Fizemos verdadeiros amigos, dentro da equipe e com o público, no Rio, em SP e BH por onde passamos com casa lotada!”, ressalta a premiada atriz Aline Deluna, que vive a personagem principal, e completa: “eu diria que mais do que uma representação teatral, o espetáculo é uma apresentação de pessoas que se unem pela diferença e pelo desejo de viverem livres e felizes”.

O “mito de Cinderela” era como Josephine Baker via sua vida: uma menina negra, pobre, nascida em St. Louis, Missouri / EUA, num período de intensa discriminação e segregação racial, que se tornou uma das artistas mais célebres de sua época. Com sua dança selvagem e as caretas que fazia em cena, e posteriormente com seu surpreendente refinamento, tornou-se uma aclamada cantora francesa, mas sem nunca abandonar seu entusiasmo e sua voracidade em cena, valendo-se sempre do humor e do deboche para conquistar e alegrar seu público.

É essa mulher e artista à frente de seu tempo que o espetáculo “Josephine Baker, a Vênus Negra”, com texto de Walter Daguerre e direção de Otavio Muller, busca apresentar ao público. No papel principal, Aline Deluna, além de cantar e dançar, se parece fisicamente com Baker. Acompanhando a atriz, o trio de jazz formado pelos músicos Dany Roland (bateria e percussão), Christiano Sauer (contrabaixo, violão e guitarra) e Jonathan Ferr (piano e escaleta). Através da dramaturgia, da música ao vivo, dança e humor, “Josephine Baker – a Vênus Negra” aborda questões sociais e culturais em discussão ainda nos dias de hoje, como a discriminação racial, a censura dentro da arte, o valor do saber acadêmico versus o conhecimento prático e a indagação de qual é o papel da arte e do artista frente à sociedade.

Percorrer a vida de Josephine Baker é fazer uma viagem no tempo, quando

o jazz, até então “música de negros”, passa a ser reconhecido como arte e absorvido com entusiasmo pelos brancos; é acompanhar, pelo olhar de quem viveu, a busca por seu lugar e acabou por reinventá-lo diante da sociedade.

SERVIÇO:

 

JOSEPHINE BAKER A VÊNUS NEGRA

De 12 de setembro (sexta-feira) a 6 de outubro (domingo)

Local: TEATRO MAISON DE FRANCE

Horários: Sextas 19:30    Sábados 20:00      Domingos 18:00

Ingressos: De R$60,00 a R$70,00 (inteira) / de R$30,00 a R$35,00 (meia-entrada)

Duração: 70 minutos

Classificação: 16 anos

Capacidade: 352 LUGARES

Endereço: Av. Presidente Antonio Carlos n. 58

Informações: 2544-2533

FICHA TÉCNICA

ALINE DELUNA

CHRISTIANO SAUER

DANY ROLAND

MICHAEL ANASTACIO

De WALTER DAGUERRE

Direçâo OTAVIO MULLER

Direção musical DANY ROLAND

Direção de movimento MARINA SALOMON

“Nossa Vida Em Família” no Nair Bello

Com direção de Sérgio Ferrara, o espetáculo Nossa Vida Em Família estreia no dia 20 de setembro, sexta-feira, no Teatro Nair Bello, às 21 horas. A peça é um estudo sobre a obra de Oduvaldo Vianna Filho, um dos expoentes da dramaturgia brasileira, que tem no elenco os formandos da Turma M6C da Escola de Atores Wolf Maya.

A temporada vai até o dia 29 de setembro com sessões às sextas-feiras e aos sábados, às 21 horas, e aos domingos, às 19 horas.

 

Esta montagem dá sequência a um panorama do teatro brasileiro que o diretor tem apresentado nos espetáculos que vem dirigindo na Escola Wolf Maya. O primeiro autor a ser encenado no projeto foi Mauro Rasi (A Cerimônia do Adeus), seguido por Dias Gomes (O Bem Amado) e Plínio Marcos (Homens de Papel).

 

Nossa Vida em Família estreou em março de 1972, no Teatro Itália, em São Paulo, com direção de Antunes Filho, falecido em maio deste ano, aos 89 anos. O espetáculo é uma homenagem que Ferrara e o elenco fazem ao diretor. “Precisamos reverenciar o importante trabalho que Antunes desenvolveu como diretor e pesquisador artístico. E trabalhar com um texto de Vianninha, cuja primeira montagem foi pelas mãos de Antunes, é uma boa maneira de mantermos vivas essas duas histórias do teatro brasileiro”, comenta Sérgio Ferrara.

No enredo, o casal de idosos Seu Souza e Dona Lu reúne os filhos em um almoço de domingo em sua casa, em Miguel Pereira, interior do Rio de Janeiro, para lhes comunicar que terão de deixar a casa onde viveram até então. O espectador atento perceberá com facilidade que a peça tem como fio condutor e objetivo central uma crítica social. Mesmo que não esteja tão evidente, a principal questão que conduz a história é o baixo poder aquisitivo da maioria da população brasileira. Nesse caso, exemplificado pela família Sousa, que se depara com o problema financeiro enfrentado pelo casal. Sousa é a personagem que traz à tona o debate sobre a condição do idoso e ao mesmo tempo denuncia os inversos valores do mundo capitalista, ou seja, as concepções morais como a ética e o trabalho, que não garantem um futuro digno e estável. Apesar disso, a personagem não perde seu senso de humor e não se esquece de gozar a vida, mesmo que esta esteja derrotada.

Oduvaldo Vianna Filho (Vianinha) – Autor e ator carioca, Oduvaldo Vianna Filho (1936-1974) personifica a trajetória de uma luta contra o imperialismo cultural. Sua dramaturgia coloca em cena a realidade brasileira por meio do homem simples e trabalhador. Filho do importante dramaturgo Oduvaldo Vianna, passou a ser chamado de Vianinha pela classe teatral e imprensa. Ao lado de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal, foi um dos principais nomes do Teatro de Arena, em São Paulo, no final da década de 1950, e também participou da fundação do Centro Popular de Cultura (CPC) e do Grupo Opinião, no Rio de Janeiro, na década de 1960. Escreveu 17 peças, além de roteiros para a televisão, destacando-se no teatro os textos Chapetuba Futebol Clube, Moço em Estado de Sítio, Se Correr o Bicho Pega, se Ficar o Bicho Come (com Ferreira Gullar), Papa Higuirte, A Longa Noite de Cristal, Corpo a Corpo e Rasga Coração. Na televisão, as estórias O Matador, O Morto do Encantado, adaptação de Medéia (de Eurípedes) e episódios da série A Grande Família estão entre as principais realizações de Vianinha. Para o cinema, escreveu o roteiro de O Casal, filmado por Daniel Filho, em 1975, com José Wilker e Sônia Braga no elenco. Ele buscou imprimir sentido político à sua notável produção intelectual, vinculando-a, desde os primeiros escritos, aos deserdados, aos oprimidos e aos derrotados.

Ficha técnicaAutor: Oduvaldo Vianna Filho (um estudo da obra). Direção: Sérgio Ferrara. Preparação vocal: Edi Montecchi. Preparação corporal: André Pottes. Criação De Luz: Rodrigo Alves ‘Salsicha’. Figurino: Raphael Moretto. Operação de som: Elder Freitas. Assistência de direção: André Pottes, Elder Freitas, Francine Mello, Giovanna Kuczynski, Lucas Marques, Nanda Barroso e Raphael Moretto. Produção executiva: Maristela Bueno. Produção: Rodrigo Trevisan e Renato Campagnoli. Designer gráfico: Felipe Barros. Coordenação pedagógica: Josemir Kowalick. Coordenação geral: Hudson Glauber. Realização: Escola de Atores Wolf Maya.

 

Elenco (Turma M6C): Alexandre Bitencourt, Angel Takeda, Ariel Crepaldi, Arthur Bandeira, Chase Hoffman, Enrique Henriquez, Gabriel Stacio, Gustavo Cortez, Hellen Miranda, Igor Lima, Karol Mendes, Larissa Taytie, Lucas Valente, Nathalia Mota, Renato Mascarenhas, Stephany Poncio, Tatiane Tovani, Thalía Melo e Victor Gomes.

Serviço

Espetáculo: Nossa Vida em Famila

Estreia: 20 de setembro. Sexta, às 21h

Temporada: de 20 a 29 de setembro/2019

Sextas e sábados, às 21h, e domingos, às 19h

Ingressos: R$ 30,00 (valor único) – Vendas na bilheteria do teatro.

Duração: 90min. Gênero: Drama. Não recomendado para menores de 12 anos.

Bilheteria: quarta a sábado (15h às 21h) e domingo (15h às 19h).

Teatro Nair Bello

Rua Frei Caneca, 569 – Shopping Frei Caneca, 3º Piso. Centro – SP/SP.

Tel: (11) 3472-2442. Capacidade: 201 lugares.

Ar condicionado. Acessibilidade.

http://wolfmaya.com.br/

Facebook e Twitter @escolawolfmaya

Quanto mais eu vou, eu fico

Depois do sucesso da estreia no Recife, o espetáculo “Quanto mais eu vou, eu fico” da Bubuia Companhia de Teatro vai ao Rio de Janeiro para sua primeira temporada, no Teatro Glaucio Gil. As apresentações ocorrerão em todos os fins de semana de setembro a partir do dia 6, de sexta à segunda-feira, e os ingressos custam R$40 (inteira) e R$20 (meia). Com texto original, que mistura estórias reais e fictícias, a peça convida o público a viajar na jornada do povo nordestino que migra para o Sudeste do Brasil em busca de uma vida melhor.

 

Com montagem inovadora, o espetáculo reúne a nova cena autoral de teatro e música pernambucana, com atuação das atrizes Endi Vasconcelos, do filme “A Morte Habita à Noite” de Eduardo Morotó, Maria Laura Catão, da peça “Bailei na Curva” (RJ) e Bruna Castiel, conhecida pelos trabalhos em “A Filha do Teatro”, de Antônio Rodrigues e a montagem de “Rei Lear”, dirigida pelo carioca Moacir Chaves.

 

A direção musical da peça fica por conta de Juliano Holanda, dramaturgia do poeta Gleison Nascimento, com músicas de Thiago Martins e Zé Barreto, além da canção inédita “Cinemascópio”, do disco “Quanto mais eu vou, eu fico” de Marcello Rangel, que dá nome à peça.

 

​Mas o que é o Nordeste? O que significa uma vida melhor? O enredo debate esses e outros dilemas dessa jornada de ida e volta dos nordestinos para o Sudeste do país, levando o público a viajar junto e descobrir um Nordeste mais humano, real e nada caricato, desconstruindo o Nordeste que habita no preconceito popular. Em cena, as atrizes experimentam diversos personagens que juntos montam um mosaico para contar histórias de pessoas que deixam o lugar de origem em busca dos próprios sonhos.

 

​O espetáculo, que recebe o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa/FUNARJ, ainda conta com direção geral do aclamado Samuel Santos, conhecido pela adaptação de “A Terra dos Meninos Pelados”, de Graciliano Ramos, que conquistou 09 prêmios APACEPE. E a direção de movimento do artista Hélder Vasconcelos, um dos fundadores do grupo Mestre Ambrósio e consagrado por passear pelas diversas facetas da dança, teatro e música como em seus espetáculos “Espiral Brinquedo Meu” e “Por Si Só”.

 

 

Serviço:

Peça “Quanto mais eu vou, eu fico” 

Data: De 06 a 30 de setembro – De sexta a segunda

Horário: sexta e sábado às 21h e domingo e segunda às 20h

Local: Teatro Glaucio Gill / Praça Cardeal Arcoverde S/N – Copacabana, CEP: 22.040-030, Rio de Janeiro RJ

Ingresso: R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia)

Duração: 60 min

Classificação etária: Livre

Local de vendas: Bilheteria do teatro e pelo site Ingresso Rápido (https://ingressorapido.com.br)

Telefone da bilheteria: (21) 2332-7904

Cada um tem o Anjo que Merece

O casal, Oswaldo (Gil Teles) e Quitéria (Carla Pagani), vive às turras, brigando e se desentendendo a todo momento, por qualquer motivo. Os dois estão nos seus limites e prestes a se separarem quando algo surpreendente acontecesse.  Lá no céu os Deuses decidem que eles merecem uma atenção especial, para ajudar a refazer esse amor tão desgastado pelo tempo.

Eles recebem de surpresa um Anjo (Pedro Fabrini) em suas vidas, com a missão de recuperar o amor que existe entre Osvaldo e Quitéria, todavia o Anjo acaba entrando em várias confusões. É confundido com um bandido, com um vizinho, até que consegue provar ao confuso casal que realmente é um enviado de Deus.

Depois de conseguir provar a sua identidade o anjo começa a criar situações inusitadas para fazer aflorar o sentimento entre o casal e provar que o Amor existe!

O espetáculo é uma grande comedia de erros no melhor estilo vaudeville, para que toda família possa rir e se emocionar.

FICHA TÉCNICA:

Texto: Pedro Fabrini

Direção: Maximiliana Reis

Elenco: Carla Pagani, Gil Teles e Pedro Fabrini

Figurino e designer gráfico: Adriana Hitomi

Cenografia: Valdir Archanjo e Jefferson Koltro

Light designer: Marcus Filomenus

Trilha Sonora: Elias Kacá

Operador de Som: Janice Rodrigues / Sylvie Laila

Operador de Luz: Angel Taize / Paloma Dantas / Rosana Ferrarezi

Produção Assistente: Juliana Paltrinieri

Produção de Captação de Permuta: Claudia Odorissio

Produção Executiva: Valdir Archanjo e Celina Germer

Direção de Produção: Bira Saide

Produtores Associados: Bira Saide, Valdir Archanjo e Pedro Fabrini

Fotos: Celina Germer

Assessoria de imprensa: Fabio Camara

Realização: U.S. Saide Produções

SERVIÇO: 

LOCAL: Teatro Jaraguá, Rua Martins Fontes, 71 – Centro. 271 lugares + 02 PNE.

DATA: 14/09 até 14/12 (Sábado 21h e Domingo 19h).

Setembro: 14, 21, 22, 28 e 29

Outubro: 06, 13 e 20

Novembro: 09, 10, 17 e 24

Dezembro: 01, 07, 08 e 14

INFORMAÇÕES: (11) 9 8557 4926 / (11) 9 7418 2047

INGRESSOS: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)

VENDAS PELA INTERNET: http://www.val.art.br

DURAÇÃO: 70 min

CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

EQUIPE:

Maximiliana Reis, iniciou como atriz em 1983. Trabalhou e excursionou com a Cia. Arte Livre por 9 países totalizando 320 cidades europeias conquistando 9 Festivais Internacionais. Atualmente em turnê e em temporada em São Paulo com o espetáculo OS MONÓLOGOS DA VAGINA de Eve Ensler com Adaptação e Concepção de Miguel Falabella, um dos espetáculos de maior sucesso no Brasil, além de atuar também assina a produção. No Brasil obteve 06 premiações com o espetáculo “Draculinha” dentre eles: Melhor Atriz, Direção e espetáculo. Produziu e dirigiu os espetáculos: “Marly Emboaba”, “Draculinha, A Vida Acidentada de um Vampirinho”, “Vote no Draculão na próxima eleição”, “O Patinho Preto”, “Vampiros na Bloodway”, atuou como atriz em “Grease, o Musical”. Dirigiu e atuou no Musical: “Planeta Sbrufs”. Protagonizou por 4 anos “Querido Mundo” de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa com direção de Rubens Ewald Filho. Viveu Tatiana Belinky no Musical “Um Punhado de Letras…”). Em 2013 atuou em “Conexão Marilyn Monroe” com direção de Alexandre Reinecke. Participou de “8 longas metragem”. Atuou na novela “Maria Esperança”, foi COACHING de Cláudia Raia em Salve Jorge, fez participação em “Chiquititas” como Leila -Assistente Social. Na novela CÚMPLICES DE UM RESGATE viveu a costureira BERTA.

Carla Pagani é atriz, bacharel em Artes Cênicas formada pela ECA (Escola de Comunicações e Artes), USP. Participou como atriz durante 16 anos no espetáculo de maior sucesso no Brasil, Trair e Coçar é só Começar, que cumpriu temporada por 33 anos em São Paulo e em todo o Brasil. Protagoniza a Série “Velhas Amigas” da Netflix.  Na TV, atuou nas novelas ” Louca Paixão “, ” Cidadão Brasileiro “, ” Essas Mulheres ” pela TV Record. No SBT fez o Programa de humor “Câmera Café”. No Canal Sony o sitcom “Cabe Mais Um “. Foi indicada 3 anos consecutivos como melhor atriz para o prêmio Apetesp, com os espetáculos: ” Jovem Hamlet”, “Planeta Lilás” e ” Contos de Bruxas”. Também atuou nos espetáculos “Laços Eternos”, “O amor Venceu”, “As mentiras que os homens Contam”, ” O Bem Amado “, ” A Rainha Esther”, entre outros. No teatro infantil atuou em: ” Pinóquio”, ” O Gato de Botas”, ” O Coelho Engenheiro”, ” O Castelo Encantado das Princesas” e “Branca de Neve “.

Gil Teles é ator e músico percussionista e instrumentista. Natural de BH, Minas Gerais. Atualmente, está se destacando, interpretando o malandro “Falcão”, na novela “As Aventuras de Poliana”, no SBT, que tem o texto adaptado por Iris Abravanel e direção Geral de Reynaldo Boury. Novela que já recebeu diversos prêmios, destacando-se os de melhor Novela de 2018, eleito pela “Folha de São Paulo” e também pela “Contigo”. A trama irá ao ar até meados de 2020. Formado em Turismo e Jornalismo pela UNIPRO/MG e Artes Cênicas pelo CCPAC (Centro de Capacitação Profissional em Artes Cênicas, no Rio de Janeiro. Como ator, trabalha profissionalmente na área há 8 anos, esteve em cartaz em diversos espetáculos, entre eles, “O Pagador de Promessas” e “Sociedade dos Poetas Mortos”, dirigido por Bia Oliveira, “Como Treinar seu Dragão” – Pessoa Produções, “A Ilha de ouro” – Cia Chicote de Teatro, “Megera Domada na Comunidade”, pela Cia Camarim 3, “Gatomeu e Ratoleta”, Botija Produções, “O Folclore e as Lendas D’agua” – Botija Produções. “Cachorrada”, dirigido por Joca Andreazza. Tem alguns trabalhos também com Tv como nos programas Divertics e A Grande Família Tv (Globo), interpretou recentemente pra série Love School, na Tv Record e no cinema fez participações em curtas e longas-metragens, como “Mulher que enche” pra AICTV e no longa “EAS” ambos no RJ. Facebook: Gil Teles e Instagram: @giltelesoficial.

Pedro Fabrini, publicitário, jornalista, produtor de TV, redator e ator, começou como radialista na cidade de Bragança Paulista e não parou mais. Atualmente é protagonista do espetáculo Cada Um tem o Anjo que Merece (de sua autoria), ao lado da atriz Carla Pagani, que após 16 anos no espetáculo Trair e Coçar é só Começar, vem atuar em nosso elenco, também ao lado do ator Gil Teles, grande destaque na novela As Aventuras de Poliana com o personagem “Falcão”. Empresário, fundou o primeiro Jornal Impresso de abrangência regional na cidade de Bragança e implementou na cidade dois canais de TV (Vivax 21 e Tv Mantiqueira). Pedro Fabrini é colunista de diversos sites por todo Brasil e redator de programa de televisão. Suas peças de Teatro, todas comédias de costume que mostram sua forma irreverente e divertida de ver a vida, foram ganhando a simpatia do público em geral e elogios da crítica especializada graças ao seu humor leve e irreverente. Entre elas destacam-se: I Love Neide a Viagem (onde também atuou ao lado do Ator Eduardo Martini), Suicídio Patrocinado (peça assistida por mais de 20 mil pessoas em São Paulo), onde além de autor Pedro também atuou sob a direção de Eduardo Martini, ao lado de grande elenco. Atuou em montagem anterior na cidade de São Paulo de Cada Um Tem o Anjo que Merece ao Lado de Viviane Araújo, com grande sucesso de público. Outros espetáculos de sua autoria, Pensão Brasil, Amigo é pra Essas Coisas, Apertem os Cintos o Defunto Sumiu – escrito em parceria com Vida Vlatt, Differente – escrito em parceria com Marcelo Saback. Entre suas idas e vindas à maior metrópole da América Latina – São Paulo- continua desenvolvendo todos seus trabalhos como apresentador, repórter e ator. Hoje se dedica entre outras coisas a sua pousada em Arraial d’ Ajuda onde escreve suas peças de teatro e livros.