MIMO Festival abre inscrições para Festival MIMO de Cinema!

Com exibição e difusão de filmes que tenham a música como fio condutor de sua narrativa, o Festival MIMO de Cinema, parte integrante do MIMO Festival, anuncia a abertura das inscrições para quem pretende ter sua obra exibida na programação deste ano. A partir do dia 11 de setembro, até o dia 10 de outubro, será possível se inscrever pelo site www.mimofestival.com.

Podem participar da seleção filmes brasileiros finalizados a partir de janeiro de 2018 e inéditos em circuito comercial de cinema e em canais de televisão. É necessário ter o tema central voltado para a música, não se restringindo a nenhum gênero ou estilo específico. São aceitos curtas, médias e longas metragens, sejam elas ficções, documentários ou animações, falados em língua portuguesa ou com legendas em português.

Importante janela de exibição da produção cinematográfica brasileira sobre música, os filmes são selecionados por uma comissão formada por renomados críticos, produtores e diretores de cinema e a direção artística do Festival. Os filmes são projetados em salas de cinema, tendas, centros culturais e ao ar livre, podendo proporcionar ao público a chance de apreciar a história de um artista na tela e se deliciar ao ouvi-lo na programação de concertos que acontecem simultaneamente durante o festival.

Com formato ímpar, que conquistou plateia cativa, o Festival MIMO de Cinema é dirigido pela cineasta Rejane Zilles e desde a sua primeira edição em 2004, já exibiu 346 filmes onde a música é protagonista. Nesta edição, o Festival MIMO de Cinema acontece nas cidades de São Paulo/SP (22 a 24 de novembro), pela primeira vez, e no Rio de Janeiro/RJ (29 de novembro a 01 de dezembro). A programação é toda gratuita. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site do festival (www.mimofestival.com).

SOBRE O MIMO FESTIVAL

Acumulando cinquenta edições, 16 anos de estrada e mais de um milhão e setecentas mil pessoas de público, o MIMO, festival de música inteiramente gratuito, idealizado e realizado pela Lume Arte, da experiente empresária Lu Araújo (que também assina a curadoria), conta com patrocínio do Bradesco, Certisign e Estácio. O MIMO Festival já exibiu mais de 475 concertos, como as apresentações memoráveis dos artistas Philip Glass, Herbie Hankock, Chick Corea, Jack DeJohnette, John Scofield, Jacob Collier, Goran Bregovic, Emir Kusturica, Pat Metheny, Buena Vista Social Club, Gotan Project e, ainda, os nacionais Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Nelson Freire, Nana Vasconcelos, entre muitos outros grandes nomes. Entre os filmes, “Chico Sciense, Caranguejo Elétrico”, ‘Eu sou Carlos Imperial’, “Mussum – Um filme do Cacildis”, “Legalize já – Amizade nunca morre”, “Com a Palavra, Arnaldo Antunes” passaram pelas telas do festival nas ultimas edições do Brasil e Portugal.

Após o quarto ano em Amarante, Portugal o Mimo já é apontado como um dos principais festivais do país e reuniu um público de mais de 80 mil pessoas. O sucesso do seu posicionamento em terras portuguesas valeu a distinção do Iberian Festival Awards, como “Melhor Infraestrutura de Festivais em Portugal”, em 2017 e 2018.

“Legalidade” estreia em 12/09

LEGALIDADE, filme de Zeca Brito, estreia nesta quinta-feira, dia 12 de setembro, nas cidades de Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia, Palmas, Teresina, Londrina, Niterói, Ponta Grossa, Ananideua, Bagé, Bento Gonçalves, Campo Bom, Cruz Alta, Erechim, Nova Prata, Palmeira das Missões, Rio Grande, Santa Rosa, São Leopoldo e Três Passos.

 

Produzido pela Prana Filmes, a obra foi premiada recentemente durante o 42ª Festival Guarnicê de Cinema (São Luís, MA), vencendo nas categorias de Melhor Direção (Zeca Brito), Direção de Arte (Adriana Borba), Fotografia (Bruno Polidoro) e Melhor Ator (Leonardo Machado – in memoriam).

Um triângulo amoroso, a luta por uma causa cívica, uma revolução feita pelas ondas do rádio. A inteligência e a coragem de um líder. O poder da comunicação gerando uma verdadeira demonstração de força e civilidade. Um movimento de resistência e mobilização popular sem precedentes na história do país: a “LEGALIDADE”.

Com Leonardo Machado, Cleo, Fernando Alves Pinto, Leticia Sabatella e José Henrique Ligabue, o filme aborda o momento histórico brasileiro, em 1961, quando o presidente da República, Jânio Quadros, renuncia e seu vice, João Goulart, deve ascender ao posto. Para evitar que um golpe organizado pelos militares entrasse em curso, o governador do estado do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, inicia um movimento inédito no país, pelo respeito à Constituição Federal.

“Em ‘LEGALIDADE’ quis falar de meu país e das raízes políticas que ligam o Brasil à América Latina. A heroica façanha de Leonel Brizola liderando o povo brasileiro em ato de coragem e civismo, garantindo a posse do presidente João Goulart e a soberania da nação. Através das ondas do rádio o despertar para a constituição, o respeito ao voto popular. Um filme que trama ficção e realidade. Um romance que une visões opostas de mundo. Política, espionagem e comunicação, temas que articulam um dos momentos históricos mais intrigantes do país”, explica o diretor, Zeca Brito.

Numa costura entre 1961 e 2004, ano da morte de Brizola, a jornalista Blanca faz uma investigação que é o fio condutor do filme. Em 1961, durante a Conferência das Nações Americanas, em Punta del Este, o antropólogo brasileiro Luís Carlos reencontra seu amigo e herói, o Comandante Ernesto Che Guevara. Já a misteriosa jornalista, Cecília, tem a difícil tarefa de entrevistar o polêmico governador gaúcho, Leonel Brizola. Brizola e Che Guevara convergem em torno das mesmas causas: ideais de cunho social e a libertação da América Latina da opressão econômica e política dos Estados Unidos, atraindo assim a ira das forças conservadoras. Paralelamente ao universo de tensão política que se instaura, Luís Carlos e Cecília vivem uma intensa história de amor interrompida pelo destino.

Pouco tempo depois, no Brasil, o presidente Jânio Quadros renuncia repentinamente. Enquanto seu vice, João Goulart, está em viagem pela China comunista, o governador Brizola se recusa a aceitar a tomada do poder pelos militares e decide resistir para que seja respeitada a Constituição. Dois irmãos vivem intensamente os dias de crise na República: o jovem anarquista Tonho, que trabalha como fotógrafo, e Luís Carlos, professor. Cecília também está em Porto Alegre, para continuar sua reportagem, quando o levante se inicia e logo conhece Tonho. É dentro do Palácio Piratini, numa situação limite, de guerra eminente, que os dois vivem um romance. Uma relação complicada, já que Cecília irá reencontrar Luís Carlos e terá que fazer uma difícil escolha.

O roteiro do filme começou a ser desenvolvido em 2010 e contou com uma extensa pesquisa. Foi escrito a quatro mãos, pela dupla Leo Garcia e Zeca Brito, que repete a parceria iniciada com a comédia adolescente “Em 97 Era Assim” (direção de Zeca e roteiro de Leo). Ambos também assinam juntos a direção do documentário “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro”, sobre a trajetória do jornalista gaúcho, que também esteve envolvido na Legalidade.

LEGALIDADE” é o sexto longa de Zeca Brito e foi inteiramente rodadono estado do Rio Grande do Sul. O filme é uma produção da Prana Filmes, de Luciana Tomasi.

SINOPSE 
Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Zeca Brito
Roteiro: Zeca Brito e Leo Garcia
Elenco: Cleo, Leonardo Machado, Fernando Alves Pinto, José Henrique Ligabue, Leticia Sabatella, Fábio Rangel, Sapiran Brito
Produção: Luciana Tomasi
Direção de Fotografia: Bruno Polidoro
Direção de Arte: Adriana Borba
Direção de Produção: Glauco Urbim
Figurino: Marcia Nascimento
Maquiagem: Nancy Marignac
Consultoria de Roteiro: Hilton Lacerda e Anna Carolina Francisco
Montagem: Alfredo Barros
Som: Gogó Conteúdo Sonoro

SOBRE O DIRETOR 

Zeca Brito é graduado em Realização Audiovisual pela Unisinos e Artes Visuais pela UFRGS. Dirigiu, roteirizou curtas e longas-metragens exibidos no Brasil e no exterior. Seu curta “Aos Pés” foi escolhido Melhor Filme Júri Popular no Festin Lisboa 2009, e o longa-metragem O Guri, exibido em festivais de Portugal e Brasil. Em 2015 lançou o longa “Glauco do Brasil” na 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e 10ª Bienal do Mercosul. Em 2016 dirigiu o longa “Em 97 Era Assim”, Prêmio de Melhor Direção e Melhor Filme Júri Popular no Festival Cinema dos Sertões (Piauí Brasil), Melhor Direção de Atores na Mostra SESC Brasil, Melhor Filme no The Best Film Fest (Seattle, EUA), Prêmio Especial do Júri no 8th Jagran Film Festival (Índia), seleção oficial no Regina International Film Festival (Regina, Canada), Los Angeles CineFest (Los Angeles, EUA), 51st International Independet Film Festival (Houston, EUA) e Prêmio de Melhor Filme Juvenil Estrangeiro no American Filmatic Arts Awards (Nova York, EUA). Em 2017 dirigiu o documentário “A vida Extra-Ordinaria de Tarso de Castro” exibido no Festival do Rio e 41 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

SOBRE A PRANA FILMES 
A Prana Filmes foi criada em 2011 pelas cineastas Luciana Tomasi e Carlos Gerbase. Focada na produção de filmes e séries de televisão, a companhia produziu o curta “Amores Passageiros”, dirigido por Augusto Canani, vencedor do prêmio de Melhor Filme Estrangeiro em Los Angeles Short Film Festival, e o longa “Menos que Nada”, dirigido por de Carlos Gerbase, indicado como Melhor Roteiro Adaptado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Além das produções audiovisuais, a produtora gerencia desde 2012 uma sala de cinema na cidade de Porto Alegre e é responsável pelo projeto educacional Primeiro Filme e pelo Festival Primeiro Filme, que já está em sua quarta edição.

Luciana Tomasi e Carlos Gerbase foram membros da Casa de Cinema de Porto Alegre por mais de 20 anos, participando de vários longas-metragens, curtas-metragens e séries de televisão, ganhando diversos prêmios em festivais internacionais como Berlim, Havana, Nova York, Los Angeles, Hamburgo, Índia, Portugal, Uruguai, entre outros. Os filmes, produzidos por Luciana Tomasi, já renderam impressionantes 200 prêmios nacional e internacionalmente.

Atualmente, a empresa trabalha na pós-produção do longa-metragem “Legalidade”,  de Zeca Brito; e na série de TV “Turma 5B”, de Iuli Gerbase; participando em festivais com os filmes “Bio”, de Carlos Gerbase, vencedor de 3 prêmios no 45º Festival de Cinema de Gramado (Melhor Filme no Prêmio do Público, Melhor Design de Som e Menção Honrosa para Direção) e “Yonlu”, de Hique Montanari , vencedor do Prêmio ABRACCINE – Melhor Filme Brasileiro de Diretor Estreante do 41º Festival Internacional de Cinema de São Paulo, Melhor Filme da Mostra Internacional de Longas, além de receber o Prêmio da Imprensa, no 9º  Festival Internacional de Cinema da Fronteira. A produtora também está em fase de captação de recursos para a série de TV “Todos Morrem no Fim”, de Carlos Gerbase, e para o longa-metragem “Jepotá”, de Augusto Canani.

Em 2018, a Prana Filmes produziu, em parceria com a Rainer Cine, o longa “Mudança” de Fabiano de Souza, que está em fase de pós-produção. Também produzimos o curta-metragem “A Pedra”, da diretora Iuli Gerbase, que recentemente participou do 40º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano em Havana (Cuba), e do 11º Festival Internacional de Cinema de Jaipur (Índia), vencendo a Menção do Júri na Mostra Panorama Internacional. Agora, a Prana Filmes está em fase de pré-produção do longa “A Nuvem Rosa” de Iuli Gerbase e no desenvolvimento de sete roteiros de filmes e séries de TV.

SOBRE A BOULEVARD FILMES 

A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto, tanto para cinema, quanto para TV e novas mídias. Entre seus lançamentos para as salas de cinema estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), “Filme Sobre um Bom Fim”(Boca Migotto), “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” (Leo Garcia, Zeca Brito), “Histórias que nosso cinema (não) contava” (Fernanda Pessoa) e “Açúcar” (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro), esté último com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2019.

3ª Edição da Mostra do Filme Marginal

A Mostra do Filme Marginal é uma iniciativa que tem por objetivo valorizar e divulgar produções independentes. Não é competitiva, visa a integração. A estratégia é utilizar o projeto como instrumento de difusão, reflexão, estímulo e formação de público para um cinema popular, autoral e crítico. Sendo assim, o espaço é aberto para produções independentes, que coloquem na tela personagens e temáticas sociais, políticas e culturais diversificadas.

A terceira edição 2019 acontecerá em setembro no Rio de Janeiro, em outubro em Belo Horizonte e em novembro em Salvador. Forma inscritos 600 filmes e 118 selecionados.

A Sessão de Abertura vai ser realizada pelo segundo ano seguido no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica no dia 14/09.

Três filmes serão exibidos neste dia:

Custos de Marilene Ribeiro, Monólogo Ao Pé do Ouvido de Francisco Pereira e Daniel Bretas e LAMA: O Crime Vale no Brasil de Carlos Pronzato cineasta argentino homenageado na edição deste ano.

A Mostra é inteiramente gratuita. Acreditamos que dessa forma poderemos facilitar e garantir o acesso da população, oferecendo sempre uma programação de qualidade.

Sobre os filmes:

1. Custos,

Documentário, 20 min, Brasil, 2018, Livre. Direção: Marilene Ribeiro.

Sinopse: Em resposta ao investimento dos últimos anos na construção de grandes hidrelétricas como solução para o crescimento econômico ‘sustentável’ do Brasil, CUSTOS aborda as transformações que tais empreendimentos ocasionam no ambiente local e nas pessoas que ali vivem. Moradores das regiões atingidas por três projetos de hidrelétricas – Sobradinho (Bahia, 1971-1978), Belo Monte (Pará, 2011-em construção) e Panambi (Rio Grande do Sul, planejada para ser construída em um futuro próximo) – desenham, cantam e falam sobre suas percepções acerca das situações vividas em depoimentos emocionados que discorrem sobre a imaterialidade dos custos envolvidos em tais obras. CUSTOS é uma reflexão sensível sobre violações, sobre o colapso da natureza, sobre identidade e memórias, agora submersas, porém vivas.

2. Monólogo Ao Pé do Ouvido.

Video-Performance, Brumadinho/MG, 2 min, 2019, Livre. Realização: Francisco Pereira e Daniel Bretas.

Sinopse: SOBRE TRAGÉDIAS ESPERADAS, NÃO-EVITADAS.

O medo dá origem ao mal

O homem coletivo sente a necessidade de lutar

O orgulho, a arrogância, a glória

Enche a imaginação de domínio

São demônios os que destroem o poder

Bravio da humanidade.

Chico Science, “Banditismo Por Uma Questão de Classe”, 1994.

3. LAMA: O Crime Vale no Brasil. (Este é o filme do homenageado, estreia no Rio) Documentário, Brumadinho/MG. 2019, Direção: Carlos Pronzato e Richardson Pontone.

Sinopse: No dia 25 de janeiro de 2019, a barragem do Córrego do Feijão rompe em Brumadinho, espalhando um mar de lama pela região. A barragem pertencia à mineradora Vale S.A.

Desde o episódio uma equipe esteve entre estradas, ruas e lama para registrar o cenário e captar as vozes que nos curtos intervalos dos helicópteros enunciaram seu testemunho da tragédia.

Este documentário de intervenção política foi produzido de forma independente, trazendo mais de 50 entrevistas com especialistas no assunto, moradores da região, militantes de movimentos sociais e representantes de órgãos oficiais, além de materiais relacionados com o episódio, reunidos minuciosamente.

Links – Mostra do Filme Marginal

Site: http://mostradofilmemarginal.com/

Facebook: https://www.facebook.com/mostradofilmemarginal/

Instagram: https://www.instagram.com/mostradofilmemarginal/

Contatos: mostradofilmemarginal@gmail.com

Uilton Oliveira – 21 96990-9165 / absolutarealidade@gmail.com

Hannah Cavalcanti – 21 96563-9166 / hcproducoes@gmail.com

Monica Miranda – 21 96597-0645 / producaocinedir@gmail.com

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ANIVERSÁRIO 23 ANOS

CENTRO MUNICIPAL DE ARTE HÉLIO OITICICA, RIO DE JANEIRO

07, 14, 21 e 28 de setembro de 2019

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IMAGENS DE IMPRENSA

Disponíveis no link:

http://bit.ly/2KQK029
Créditos:
Bernardo Feitosa

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CENTRO MUNICIPAL DE ARTE HÉLIO OITICICA

Horário: 12h às 18h
Funcionamento:  Segunda a Sábado, de meio-dia às 18h
Local: Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
Contato: (21) 2242-1012 / cmaho.cultura@gmail.com
Endereço: Rua Luís de Camões, 68. Praça Tiradentes – Rio de Janeiro
Entrada Gratuita
Espaço sujeito à lotação.

Espetáculo ‘Saia’ participa do Circuito SESI em setembro

Quando o herói grego Aquiles nasceu, sua mãe (a nereida Tétis) o banhou no Rio Estige na tentativa de torná-lo imortal. Mas segurou-o pelo calcanhar, parte do corpo que acabou vulnerável. O mito é uma das inspirações do espetáculo Saia, que, depois de uma bem-sucedida temporada na cidade do Rio no primeiro semestre, participa agora do Circuito SESI. Serão quatro apresentações no total, nas unidades do SESI em Duque de Caxias (20/09), Macaé (26/09), Campos (27/09) e Itaperuna (28/09). Escrito por Marcéli Torquato durante as atividades da 4ª turma do Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI em 2018, coordenado pelo diretor e dramaturgo Diogo Liberano, a peça propõe uma investigação sobre a superproteção e o instinto maternos, a importância da educação e a tentativa do ser humano de ter controle sobre a vida.

 A história chegou ao palco com direção de Joana Lebreiro e elenco que reúne as atrizes Eliane Carmo (Neném), Elisa Pinheiro (Mãe) e Vilma Melo (Aquiles). A dramaturgia será publicada pela Editora Cobogó, assim como outras duas criadas na mesma turma do projeto: ‘Desculpe o transtorno’, de Jonatan Magella, e ‘Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo’, de Lane Lopes.

Quando a autora se tornou mãe, foi tomada pelo medo de morrer, de que sua filha ficasse sem mãe. Os recorrentes episódios de violência da cidade também a perturbavam. Esse foi o ponto de partida da dramaturgia. “Queria investigar essa característica da maternidade: a tentativa de controlar os riscos, de imunizar as filhas e filhos a todo custo. Não se pode fugir de tudo. É preciso que a vida aconteça”, explica.

O dramaturgo Diogo Liberano, que acompanhou todo o processo de escrita, comenta como foi bonito ver a autora se desafiando durante as aulas do núcleo. “Uma questão que sempre discutíamos era o que ela faria com esse medo que veio com a maternidade: confirmar sua existência ou dar um problema para ele? E ela acabou colocando em xeque o medo desta mãe numa história de muita delicadeza, que nos toca e afeta”, define Diogo.

A trama acompanha a rotina de uma mãe que, diante de um mundo violento, cria suas duas filhas literalmente sob a sua saia. O dia a dia não muda: é ir da casa ao trabalho, e vice-versa, até que um furo na vestimenta faz com que as crianças comecem a desconfiar da falta de acontecimentos em suas vidas.

“O texto é extremamente poético, cheio de metáforas nas entrelinhas e, ao mesmo tempo, põe em cena questões muito profundas e reais. É como um enigma, que vamos descobrindo aos poucos”, reflete a diretora Joana Lebreiro, que aceitou dirigir uma das peças criadas no Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI antes mesmo de saber qual seria. “Sei que o Diogo Liberano tem uma pesquisa de dramaturgia muito contundente e que os trabalhos vindos do núcleo seriam, no mínimo, instigantes. E estava certa. Gostei muito de todos, mas ‘Saia’ me arrebatou”, acrescenta.

Ao lado da diretora no time criativo estão Gabriela Estevão (diretora assistente); Ana Luzia de Simoni (iluminadora); Marieta Spada (diretora de arte), Tatiana Tibúrcio (diretora de movimento e preparadora corporal) e Claudia Castelo Branco (diretora musical e trilha sonora), que compôs uma trilha original para o espetáculo. “Assim como a história apresenta situações cotidianas em cenas surrealistas, quis fazer essa mistura de elementos concretos e poéticos de uma forma experimental”, descreve Claudia.

Sinopse

Duas crianças são criadas sob a saia da mãe até que um furo na vestimenta faz com que elas comecem a desconfiar da falta de acontecimentos em suas vidas. Saia é uma investigação sobre o instinto materno em um mundo violento.

Núcleo de Dramaturgia

Em sua quinta edição, o Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI nasceu da vontade de descobrir e desenvolver novos autores teatrais brasileiros e é aberto para quem gosta de escrita, com ou sem experiência em dramaturgia. O programa anual de estudo e criação mistura teoria e prática, por meio de atividades de leitura de textos filosóficos e dramaturgias escritas no decorrer dos séculos; discussões; exercícios individuais e de jogos textuais em dupla ou trio; e encontros presenciais com autores e artistas profissionais da cena contemporânea. Além dessas experimentações, os participantes escrevem duas dramaturgias, sob orientação de Diogo Liberano, coordenador do Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI: uma menor, com cerca de 15 páginas, e uma final de no mínimo 30 páginas. “Pedagogicamente a atividade se dá a partir de distintos modos e tipos de escrita que cada autor ou autora traz. As turmas são compostas por 15 pessoas, a cada ano, assim, a diversidade de modos de escrita é muito grande. Temos encontros semanais com a turma toda e também individuais, nos quais discutimos a dramaturgia de cada aluno de maneira bastante profunda”, conta Liberano. “É muito gratificante ver o resultado”.

FICHA TÉCNICA:

Dramaturga: Marcéli Torquato

Diretora: Joana Lebreiro

Diretora assistente: Gabriela Estevão

Atrizes: Eliane Carmo, Elisa Pinheiro e Vilma Melo

Diretora de arte: Marieta Spada

Diretora de movimento e preparadora corporal: Tatiana Tiburcio

Diretora musical e trilha sonora: Claudia Castelo Branco

Iluminadora: Ana Luzia de Simoni

Programadora visual e mídias sociais: Thaís Barros

Assessora de comunicação: Rachel Almeida – Racca Comunicação

Fotógrafo da comunicação visual: Guilherme Silva

Fotógrafa e vídeo de cena: Thaís Grechi

Montador e operador de luz: Guiga Ensa

Montador de cenário, luz e contrarregra: Wellington Fox

Produtora: Clarissa Menezes

Coordenador do projeto e do Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI: Diogo Liberano

SERVIÇOS:

Saia. Drama. De Marcéli Torquato. Dir. Joana Lebreiro. Com Eliane Carmo, Elisa Pinheiro e Vilma Melo. Duas crianças criadas sob a saia da mãe começam a desconfiar da falta de acontecimentos em suas vidas. (1h15).

20 de setembro, às 17h

Teatro SESI Caxias: Rua Artur Neiva,100 – 25 de Agosto – Duque de Caxias

Telefone: (21) 3672-8369

Ingressos: R$ 22 (inteira) e R$ 11 (meia).

Duração: 1h15 minutos

Classificação: 12 anos

Capacidade: 220 pessoas.

Funcionamento da Bilheteria: De segunda a sexta, das 7h às 20h, e, aos sábados, das 9h às 14h.

26 de setembro às 20h

 

Teatro SESI Macaé: Alameda Etelvino Gomes, 155 – Riviera Fluminense – Macaé

Telefone: (22) 2791-9229

Ingressos: R$ 22 (inteira) e R$ 11 (meia).

Duração: 1h15 minutos

Classificação: 16 anos

Capacidade: 197 pessoas.

Funcionamento da Bilheteria: De segunda a sexta, das 8h às 19h45.

27 de setembro às 20h

Teatro SESI Campos: Avenida Dep. Bartolomeu Lysandro, 862 – Guarus – Campos dos Goytacazes

Telefones: (22) 2101-9052 e (22) 2101-9053

Ingressos: R$ 22 (inteira) e R$ 11 (meia).

Duração: 1h15 minutos

Classificação: 16 anos

Capacidade: 205 pessoas

Funcionamento da Bilheteria: De segunda a sexta, das 8h às 20h. Sábados e domingos, em dias de atração, a partir das 14h.

28 de setembro às 19h

Teatro SESI Itaperuna: Avenida Dep. José de Cerqueira Garcia, 883 – Pres. Costa e Silva – Itaperuna

Telefones: (22) 3811-9219, e (22) 3811-9201 –

Ingressos: R$ 22 (inteira) e R$ 11 (meia).

Duração: 1h15 minutos

Capacidade: 252 pessoas.

Classificação: 16 anos

Funcionamento da Bilheteria: De segunda a sexta, das 8h às 20h, e duas horas antes das atrações

“O Homem Ideal?” estreia em 3/10

 Baseado na peça de teatro homônima, ‘M’esperarás?’ (Prêmio Palanca e Roca de Teatro no Prêmio Literário Ciutat Alzira em 2013), ‘O HOMEM IDEAL?’ – título em português escolhido pela Fênix Distribuidora para o lançamento no Brasil –  é o primeiro longa-metragem de Carles Alberola, que além de autor e diretor, também atua no filme.
Filmado em versão original em Valência, na Espanha, com o mesmo elenco de atores que formou a peça, ‘O HOMEM IDEAL?’ é uma comédia romântica e divertida com diálogos ágeis e dinâmicos.
Reunindo muitos dos temas e obsessões que Alberola vem desenvolvendo em seus textos teatrais e obras televisivas, o roteiro do filme apresenta ao espectador: um indivíduo preso por uma realidade inóspita, o medo de lutar pelo que queremos e a esperança de tornar nossos sonhos realidade.
Tomando as adaptações cinematográficas das comédias de Nova York de Neil Simon como referência e, mais recentemente, a adaptação do texto teatral “LE PRÉNOM” ou “CARNAGE”, Alberola acredita no poder da situação dramática proposta por ‘M’ESPERARÀS?’ mantendo no filme, a unidade de tempo e espaço, assim como na peça de teatro.
O homem ideal?
(M’esperarás)
Espanha| 2017 | Comédia | 89 min
Um filme de Carles Alberola
Sinopse
Jaume e Raquel, casal exemplar, organizam um encontro às cegas com Rubén, um amigo neurótico e depressivo, separado há dois anos. A mulher que finalmente vai a esse encontro, coloca de cabeça para baixo o relacionamento deles, mudando tudo o que eles acreditavam estar imóvel. Mostrando a eles que nunca é tarde demais para recomeçar.
Sobre Diretor
CARLES ALBEROLA – AUTOR, DIRETOR E ATOR
Em 1994, junto com Toni Benaventi, criou a companhia Albena Produccions. Entre seus trabalhos como autor e/ou diretor, estão inclusos O TU OR RES e NIT I DIA (co-escritos com Ferran Torrent); CURRICULUM (Arts Escèniques Valencian Generalitat Awards de Melhor Texto, co-escrito com Pasqual Alapont); ESTIMADA ANUCHKA e PER QUÈ MOREN ELS PARES? (Prêmio da crítica da Interuniversity Institutede Valencian Philology de Melhor Texto); MANDÍBULA AFILADA (Prêmio “Cavall Verde” da Associação de Roteiristas na Língua Catalã e da crítica de Valencia de Melhor Texto); JOA, EL CENDRÓS e BESOS (Prêmio MAX de Melhor Autor Teatral em catalão, Prêmio da Associação dos Escritores de Valencia de Melhor Texto, Arts Escèniques Generalitat Valenciana Award de Melhor Peça); 23 CENTIMETERS e SPOT (os quatro últimos co-escritos por Roberto García); ALMENYS IS NOT CHRISTMAS, 13, THAT WE ARE LUCKY! (Prêmio de Melhor Texto pela Associação de Escritores de Valencia). Como ator, vale mencionar suas interpretações em O TU OR RES, NIT I DIA, CURRICULUM, MANDÍBULA AFILADA, BESOS, SPOT, ART, THAT WE ARE LUCKY!, MIDSUMMER, FICÇÃO, VOCÊ VAI ME ESPERAR? (Prêmio de Melhor Texto Teatral Ciutat Alzira), THE UGLY DUCKLING (Prêmio MAX de Melhor Peça Musical em 2016, co-escrito com Ernard J. Sorrentino) e o musical TIC-TAC, co-escrito com Rodolf Sirera e Pasqual Alapont (Prêmio MAX de Melhor Peça Musical em 2018). Para a televisão, ele escreveu, dirigiu, produziu e atuou nos programas de comédia AUTOINDEFINITS, SOCARRATS, CHECK-IN HOTEL e na sitcom MANIÀTICS. Ele atualmente coordena, dirige e opera uma série de esquetes chamadas AÇÒ ÉS UM DESTARIFO, pela À Punt Media.
Elenco
CARLES ALBEROLA
ALFRED PICÓ
CRISTINA GARCÍA
REBECA VALLS
Ficha Técnica
Roteiro e direção
CARLES ALBEROLA
Produção
ALBENA PRODUCCIONS
Em colaboração com IVAC/ CULTURARTS À PUNT MÈDIA
Produção executiva
TONI BENAVENT
CÉSAR MARTÍ
Gerente de produção
GLORIA GUILLOT
Assistente de Direção
XAVIER MACHANCOSES
Realização
RAFA PIQUERAS
Direção de fotografia
VÍCTOR ENTRECANALES
Direção de arte
JOSÉ LUIS COMPANY (TOTO)
Direção de atores
CARLES SANJAIME
Montagem
VICENTE IBÁÑEZ
RAFA PIQUERAS
Figurino
ROSA GARRIGA
Maquiagem e cabelo
MERCEDES LUJÁN
Trilha sonora
ARNAU BATALLER
Efeitos digitais
VICTOR SUÑER
Som
JOSÉ M. SOSPEDRA AGUADO
IVÁN MARTÍNEZ-RUFAT
Design de pôster
ASSAD KASSAB
Idioma original – Catalão

8ª edição do Festival Internacional de Artes de Tiradentes

O Festival Internacional de Artes de Tiradentes – Artes Vertentes, chega à 8ª edição entre os dias 12 e 22 de setembro, na histórica cidade mineira, reafirmando a proposta que orientou sua criação: oferecer espetáculos de alto nível artísticos nos diversos campos da arte; e estimular o diálogo e a troca de vivências culturais entre artistas e público, em torno de um tema que alinha a programação.

Serão 11 dias de um profundo mergulho nas artes. O Festival reunirá 40 artistas do Brasil e de outros nove países, que apresentarão ao público 19 concertos, cinco exposições, 11 performances literárias, três espetáculos teatrais, sete sessões de cinema e um ciclo de ideias com cinco mesas-redondas. A comunicação em seus diversos aspectos e seu impacto na sociedade contemporânea é o tema curatorial desta edição.

Com este formato, o Festival Artes Vertentes se coloca como único no Brasil: “O nosso compromisso é criar um diálogo entre diversas linguagens artísticas em torno de um tema, fomentar a criação artística contemporânea, com encomendas musicais, literárias e residências artísticas para artistas internacionais e da região”, explica Gustavo Carvalho, pianista e diretor artístico do Festival.

Em paralelo, o Festival promove a Ação Cultural, oferecendo cursos gratuitos de artes visuais, artes cênicas e música a crianças e adolescentes de Tiradentes; mantendo também o coro infanto-juvenil VivAvoz, em parceria com instituições locais. Os cursos são ministrados por professores especializados nas áreas e duram de fevereiro a dezembro. Durante o Festival, os alunos apresentam seus trabalhos, também integrados ao mote curatorial. Este ano, eles fizeram o roteiro, a trilha sonora, o cenário e o figurino para uma apresentação inspirada na peça “O Pássaro Azul”, do poeta e dramaturgo belga Maurice Maeterlink, que será apresentada no dia 20 de setembro, às 19:30 horas, no jardim do Museu Casa Padre Toledo.

Diálogos

Como os concertos de música, leituras de textos literários, lançamentos de livros, exposições, sessões de cinema e de teatro dialogam entre si e com o público em 11 dias de programação?

O curador Gustavo Carvalho oferece alguns exemplos: “Na programação de música, teremos um ciclo de concertos construído em torno da correspondência mantida entre Clara e Robert Schumann, homenageando os 200 anos de nascimento de Clara Schumann. Serão lidos trechos da correspondência amorosa do casal e, também, de compositores contemporâneos. O compositor brasileiro Sergio Rodrigo lançará uma peça especialmente composta a partir de versos do poeta Ricardo Domeneck (brasileiro, residente em Berlim), também presente no festival”.

Há diálogos explícitos. A exposição Mens Rea: a cartografia do mistério apresenta nove dípticos da série Mistérios, do artista plástico norte-americano Mac Adams. Assim como um contador de histórias, o artista procura incitar o espectador a penetrar o espaço entre as obras. Na exposição que será apresentada durante o Festival, textos de autores de diversas nacionalidades ocupam alguns destes espaços.

“Destaco, ainda, a exposição da cineasta russa Svetlana Filippova, que exibirá originais de ilustrações elaboradas para o livro Tchevengur, do russo Andrei Platonov (1899-1951). O Festival realizará o pré-lançamento do livro no Brasil, com tradução de Maria Vragova e Graziela Schneider”, conta Gustavo Carvalho. Svetlana Filippova estará presente na 8ª edição, mas Tiradentes é um território conhecido para ela: em 2017, Svetlana trabalhou técnicas de filmes de animação com os alunos da Ação Cultural. Durante a programação do festival haverá, ainda, uma retrospectiva dos seus filmes.

Integração

Realizar um Festival com o porte, a diversidade e a base conceitual do Artes Vertentes no Brasil não parece ser tarefa fácil. Mas os idealizadores e realizadores do Festival mantém a marca original: “Mostrar como linguagens artísticas sempre andam interligadas parece-me enriquecedor, não só para o entendimento da história da arte, mas também para o entendimento do homem. Há diversos festivais no Brasil que apresentam programação de alto nível. Nós escolhemos, além da qualidade artística, requisito básico, a integração, o diálogo, a multiplicidade de linguagens, a não segmentação. Creio que o Artes Vertentes propõe, com esse formato, uma nova forma de fazer, enxergar e fruir a arte”, explica Gustavo Carvalho.

Maria Vragova, diretora executiva do Festival, explica que ele é financiado de três formas: patrocínio de empresas e pessoas físicas pela Lei Federal de Incentivo à Cultura; recursos provenientes do Fundo Municipal e Estadual de Cultura; e doações d

mecenato. “Contamos com o apoio da Associação dos Amigos do Festival Artes Vertentes, hoje com 70 integrantes. Os amigos do Festival nos apoiam também logisticamente, oferecendo hospedagens para artistas e profissionais da produção em suas casas. Oferecem alimentação em local específico, onde todos os participantes almoçam e jantam. Isso é importante, porque permite uma interação maior entre os artistas e a cidade. Muitos convidados de outros países preferem ficar hospedados em casas dos moradores locais para conhecer melhor a nossa cultura”.

Diversos parceiros apoiam o Festival: a prefeitura de Tiradentes participa da manutenção da Ação Cultural; o Campus Cultural UFMG e SESI com a cessão dos seus espaços, além do apoio de diversas pousadas e restaurantes de Tiradentes.

Os concertos serão realizados na Matriz de Santo Antônio e na Igreja São João Evangelista, que oferecem ótima acústica, segundo os músicos que nelas se apresentaram em edições anteriores; as sessões de cinema e teatro e os debates dos ciclos de ideia no auditório do Centro Cultural; e as demais atividades em outras edificações históricas de Tiradentes.

Programa e artistas

O Festival levará a Tiradentes músicos, atores, escritores, compositores e artistas visuais do Brasil, Estados Unidos, Canadá, Ruanda, Rússia, França, Inglaterra, Portugal, Bielorrússia e Letônia.

Além dos artistas já citados, destacamos a presença de alguns outros nomes que participarão da 8ª edição do Festival:

Música

Eliane Coelho – soprano, nasceu no Rio de Janeiro e diplomou-se na Escola Superior de Música e Teatro de Hannover, na Alemanha. De 1983 a 1991 apresentou-se pela Opera de Frankfurt, e a partir de setembro de 1991, pela Opera de Viena. Na 8ª edição do Festival, ela apresentará obras de Schumann, Schubert e Wagner, além de um recital com compositores, cujas obras foram banidas durante o nazismo.

Jacob Katsnelson – pianista, nasceu em Moscou, em 1976. É professor no Conservatório Tchaikovsky e no Instituto Gnessin (Moscou). Em Tiradentes, fará várias apresentações, destacando-se um recital dedicado à Clara Schumann, com obras de Mendelssohn, Robert Schumann e Brahms.

Kristina Blaumane – vilocenlista, nasceu na Letônia e faz carreira internacional, apresentando-se como solista e participando de festivais europeus. No Artes Vertentes, apresentará obras primas do repertório camerístico, como a Sonata para piano e violoncelo de Edvard Grieg;, o Trio op. 67, de Felix Mendelssohn; e os Quarteto e Quinteto de Robert Schumann.

Literatura

Scholastique Mukasonga – nasceu em Ruanda, de onde fugiu do genocídio dos tutsis pelos hutus, em meados da década de 90. Atualmente, vive na França. Lá, ela publicou o livro autobiográfico Baratas, que marcou sua entrada na literatura, em 2006. Seu primeiro romance, Nossa Senhora do Nilo, ganhou importantes prêmios de literatura na França. No Festival, Scholastique fará leituras de trechos do romance-memorialista A Mulher de Pés Descalços, sobre o relacionamento da autora com sua mãe. A escritora também participará de uma mesa redonda sobre a voz feminina, ao lado da cineasta Svetlana Filippova .

Guilherme Gontijo Flores – é poeta, tradutor e professor de latim na Universidade Federal do Paraná. Publicou os poemas de brasa enganosa (2013), Tróiades ( 2014-2015), l’azur Blasé (2016), Naharia (2017) e carvão : : capim (2017 em Portugal, 2018 no Brasil), além do romance História de Joia (2019). Em Tiradentes, ele participará de uma performance ao lado do poeta fluminense André Capilé.

Angélica Freitas – é poeta e tradutora. Seus livros receberam prêmios importantes, entre os quais destaca-se o Prêmio APCA de poesia. Em Tiradentes, além de uma performance com o poeta Ricardo Domeneck, ela ministrará uma oficina de literatura.

Artes Visuais

Ricardo Siri – carioca, trabalha com matérias distintas e já expôs no Victoria and Albert Museum (Londres), NBK Gallery (Berlim) e Portikus (Frankfurt). Em Tiradentes, apresentará duas obras-instalações: Ninho e Pequenininho.

Mar de Paula – mineiro, faz trabalhos que mesclam fotografia, vídeo, instalação e performance. Em 2019, a convite do Artes Vertentes, fez residência artística no Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro. Parte do resultado desta residência será exposto durante o festival.

Conhecido mundialmente como Carybé, o pintor, escultor, ilustrador, desenhista, cenógrafo, ceramista, historiador, pesquisador e jornalista Hector Julio Paride Bernabó terá uma parte pouco conhecida da sua exposta no Artes Vertentes: uma série de desenhos realizadas em 1956 para o filme O Cangaceiro, de Lima Barreto.

Artes cênicas

Compagnie Zaï – grupo francês, criador do espetáculo “Victor, o menino selvagem”, que usa técnicas do teatro de sombras e do teatro mímico. Com interpretação do ator francês Arnaud Préchac e trilha sonora do músico Gildas Préchac, narra, de forma poética, a história de Victor, um menino que de um dia para o outro se encontra sozinho em um mundo estranho e incompreensível.

Gilberto Gawronski – nasceu em Porto Alegre (RS). É ator, diretor e cenógrafo. No Festival Artes Vertentes, fará o monólogo de A Ira de Narciso, de Sergio Blanco, dramaturgo franco-uruguaio. Relata a permanência do autor na cidade de Ljubljana, onde é convidado a dar uma palestra sobre o mito de Narciso. Alternando sutilmente

narração, palestra e confissão, a “Ira de Narciso” é uma jornada fascinante e arriscada que conduz o espectador num confuso labirinto do eu, da linguagem e do tempo.

Ciclos de ideias

Partindo da poética contida no mote curatorial do festival, O último grito antes do silêncio eterno, uma alusão a última mensagem enviada em código morse pela marinha francesa, o festival propõe uma série de debates e mesas redondas que acompanha a programação artística. “Pretendemos abordar vários aspectos da comunicação na sociedade contemporânea: a voz materna e a potência feminina como a primeira forma de comunicação vivenciada pelo ser humano, a pós-verdade e a falência da palavra como meio de comunicação, a comunicação além da palavra e as vozes apagadas na sociedade”, explica Gustavo Carvalho. Estes debates contarão com a presença de Scholastique Mukasonga, Svetlana Filippova, Ricardo Domeneck, Lívia Natália, além da psiquiatra e diretora do Museu Bispo do Rosário, Maria Raquel Fernandes, o sociólogo Sérgio Amadeu da Silveira, o tradutor Francisco de Araújo e o autor Marcus Fabiano.

A programação completa da 8ª edição do Festival Artes Vertentes, referências sobre todos os artistas que dela participarão e outras informações estão registradas no site http://www.artesvertentes.com.

“GRETA” em 5 de setembro

GRETA, de Armando Praça, e protagonizado por Marco Nanini fará sua estreia nacional hoje (5/9) no 29º Cine Ceará, que acontece em Fortaleza até 6 de setembro. O filme, que fez sua estreia mundial na Mostra Panorama do Festival de Berlim de 2019, chega aos cinemas brasileiros em circuito comercial em 10 de outubro, com distribuição da Pandora Filmes.

Estou muito feliz que a primeira exibição do Greta no Brasil seja no Cine Ceará. O filme foi feito em Fortaleza, e ter a equipe e elenco completos presentes, fará dessa sessão, uma sessão inesquecível! Exibi todos os meus curtas no Cine São Luís, dentro do Cine CE e é um Festival que acompanho há pelo menos uns 20 anos”, comemora o diretor, Armando Praça.

O filme é livremente inspirado na peça ‘Greta Garbo, Quem Diria, Acabou no Irajá’, do dramaturgo Fernando Melo, lançada no início dos anos 1970. À época, as personagens retratadas eram abordadas por meio da caricatura e do estereótipo. “Quando conheci o texto, em 2008, percebi o quanto o enredo era atual e bonito e o quanto aquela forma de olhar para os personagens havia ficado anacrônica. Isso me provocou o desejo de atualizar essa história com uma nova abordagem”, explica o diretor, que também assina o roteiro.

Assim, partindo do material original, Praça abandonou o tom cômico do texto, abraçando o drama, mas mantendo o humor. “Mudar o gênero do texto original me parecia um desafio interessante como roteirista e diretor”, diz. Assim, construiu a narrativa do filme com temas universais do cotidiano atual, apresentando um submundo realista e sexual de personagens pouco representados na cinematografia brasileira. “Procurei na ambiência sociocultural de Fortaleza as contradições que se revelam nos desejos e anseios dos próprios protagonistas”.

Em GRETA, Pedro (Nanini) precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para internar sua melhor amiga, a travesti Daniela (Denise Weinberg). Para isso, ele resolver ajudar Jean (Demick Lopes), um jovem criminoso hospitalizado, a fugir do hospital e assim liberar um leito para a internação da amiga, que sofre de insuficiência renal grave. Pedro, então, esconde Jean em sua casa até que ele se recupere, mas os dois acabam tendo um envolvimento romântico.

E é a partir desse relacionamento entre os personagens de Pedro e Jean que o longa se desenvolve e a trama se constitui. “A concepção do filme como um todo é fortemente influenciada pelas obras de alguns artistas contemporâneos, como o cineasta malaio Tsai Ming Liang, o filipino Brillante Mendonza e a argentina Lucrécia Martel, cuja maneira de desconstruir e flertar com os gêneros me inspira profundamente”, finaliza Praça.

GRETA é coproduzido pela Carnaval Filmes e pela Segredo Filmes, com produção de João Vieira Jr., Nara Aragão e Armando Praça.

SINOPSE
Pedro (Marco Nanini), um enfermeiro homossexual de 70 anos e fervoroso fã de Greta Garbo, precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para Daniela (Denise Weinberg), sua melhor amiga. Para salvar Daniela, ele decide ajudar Jean, um jovem que acaba de ser hospitalizado e algemado por ter cometido um crime. Pedro o ajuda a fugir e esconde-o em sua própria casa até que ele se recupere e nesse período, eles se envolvem afetiva e sexualmente. Essa relação será essencial para que Pedro sobreviva à perda de Daniela, mas também gere mudanças surpreendentes em si mesmo e no modo como ele lida com a solidão.

FICHA TÉCNICA 
Direção / Roteiro: Armando Praça
Produção: João Vieira Jr., Nara Aragão e Armando Praça
Produção Executiva: Maurício Macêdo e João Vieira Jr.
Direção de Produção: Maurício Macêdo
Direção de Fotografia: Ivo Lopes Araújo
Direção de Arte: Diego Costa
Montagem: Karen Harley
Figurino: Thaís de Campos
Maquiagem: Amanda Mirage
Edição de Som: Waldir Xavier
Som Direto: Pedro Moreira e Moabe Filho
Mixagem: Nicolau Domingues
Elenco: Marco Nanini, Denise Weinberg, Démick Lopes, Gretta Sttar

SOBRE O DIRETOR 
Armando Praça, nascido em 1978 em Aracati, Ceará é cineasta e sociólogo, trabalhou como assistente de direção, roteirista e preparador de elenco de importantes diretores brasileiros como, Marcelo Gomes, Karim Ainouz, Márcia Faria, Sérgio Rezende, Halder Gomes, Rosemberg Cariry, entre outros. Realizou curtas e médias-metragens. Entre eles: A Mulher Biônica (exibido no festival de curtas metragens de Clermont Ferrand), O Amor do Palhaço, Origem: Destino e Parque de Diversões. Atualmente está lançando seu primeiro longa, Greta e se prepara para filmar o segundo, Fortaleza Hotel, e desenvolve os projetos Ne Me Quitte Pas e Cachoeira do Descuido.

SOBRE A CARNAVAL FILMES 
Fundada e dirigida pelos experientes produtores João Vieira Jr. e Nara Aragão, Carnaval Filmes tem foco em conteúdo original e cinema autoral. Em parceria com mentes criativas, tem entre seus recentes lançamentos os documentários Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar, de Marcelo Gomes e Casa, de Letícia Simões, o longa de ficção Greta, de Armando Praça e a série infantil de animação Bia Desenha, para a TV Brasil.
Se prepara para filmar em 2019 a série Chão de Estrelas, de Hilton Lacerda, para o Canal Brasil, e desenvolve o projeto de série de animação Dó Ré Mi Fadas e a série de ficção De Volta para Casa.
Seus próximos lançamentos serão os longas Vestido Branco, Véu e Grinalda, de Marcelo Gomes e Fim de Festa, de Hilton Lacerda

SOBRE A SEGREDO FILMES 
Uma empresa que atua com pesquisa para roteiros, desenvolvimento de projetos para cinema, pesquisa e produção de locação, e produção e preparação de elenco. Dentre os principais trabalhos para pesquisa de roteiro, estão O Céu de Suely e Praia do Futuro, ambos de Karim Aïnouz; produção de locação e elenco no Ceará do premiado Onde Anda Você?, de Sérgio Rezende, dentre outros. Atua como produtora em parceria com outras empresas do ramo, como nas realizações de A Mulher Biônica, O Amor do Palhaço e Parque de Diversões, filmes que tiveram excelente êxito no Festival Internacional Clermont-Ferrand, no Latino Americano em Toulouse, Mecal e Barcelona, e em mais de 30 festivais nacionais e internacionais

SOBRE A PANDORA FILMES 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, e “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steinberg, Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meirelles, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida. Entre os próximos lançamentos, destacam-se “Greta”, de Armando Praça; “O Traidor”, de Marco Bellocchio, coprodução nacional, que concorre a Palma de Ouro em Cannes; e “O Caso Morel” de Suzana Amaral.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 25 cidades do Brasil.

“Branca como a Neve” estreia em setembro

Título Original: Blanche Comme Neige | White as Snow
Direção: Anne Fontaine
Roteiro: Anne Fontaine, Claire Barré, Pascal Bonitzer
Baseado no conto de fadas de Jacob e Wilhelm Grimm
Elenco: Isabelle Huppert, Benoît Poelvoorde, Damien Bonnard
Distribuição: A2 Filmes
Sinopse: Claire é uma bela jovem que trabalha no hotel de seu falecido pai. O local agora é administrado por sua madrasta má, Maud. Claire inconscientemente desperta ciúme incontrolável em Maud, cujo jovem amante se apaixonou pela bela enteada. A madrasta decide então se livrar de Claire, que consegue fugir e com a ajuda de um homem misterioso. Ele a leva para a sua fazenda dele, em uma pequena aldeia, onde ela causa bastante agitação: um, dois, e logo sete “príncipes” acabam cativados pelo seu charme. Para Claire, este é o começo de uma emancipação radical, tanto romântica quanto carnal. O novo filme da diretora de “Coco Antes de Chanel”, “Agnus Dei” e “Marvin”.

Mostra de Artes Cênicas do Sesc apresenta peças de grupos da Zona Norte aprimoradas por diretores consagrados

As unidades do Sesc em Engenho de Dentro, Madureira, Ramos e Tijuca recebem a partir do dia 5 de setembro (veja a agenda) os espetáculos da Mostra Zona Norte de Artes Cênicas. No projeto, o Sesc RJ convida diretores consagrados para participarem de intercâmbios em que contribuem com novos elementos artísticos em peças de companhias locais. Depois, os espetáculos circulam por unidades do Sesc em sessões gratuitas.

Nesta edição, quatro companhias da Zona Norte participam da mostra. O Coletivo Nanã, de Madureira, apresentará o espetáculo homônimo com contribuições da atriz, produtora e diretora Tatiana Tiburcio. O Grupo Atiro, de Ramos, encenará “Corpo Minado”, que teve a atriz e diretora Vilma Melo como artista colaboradora. Companhia Circaos, da Tijuca, contou com a consultoria do diretor Renato Linhares no espetáculo “Sound Circus”. Já os Imperadores da Dança, de Engenho de Dentro, apresentam “This is passinho”, que contou com o apoio do escritor e dramaturgo Paulo Azevedo.

MOSTRAS REGIONAIS – A Mostra Zona Norte de Artes Cênicas foi realizada pela primeira vez em 2015. O resultado positivo da inciativa fez o Sesc RJ replicar o modelo em outras localidades do estado, dando origem às Mostras Regionais de Artes Cênicas da Baixada (Duque de Caxias, Nova Iguaçu e São João de Meriti), Campista (Campos dos Goytacazes), Fluminense (Niterói e São Gonçalo) e Serrana (Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo).

Nesta edição de 2019, 14 companhias estão sendo contempladas no projeto, que inclui a consultoria dos artistas renomados e o apoio do Sesc RJ com ferramentas que permitem a comercialização futura dos espetáculos, como fotos e vídeos de divulgação. A programação das mostras também conta com fóruns onde são discutidos temas relacionados à produção cultural. O objetivo é alavancar as companhias, aprimorando seu processo criativo e contribuindo para a sua profissionalização.

SOUND CIRCUS

Companhia Circaos

Artista colaborador: Renato Linhares

Classificação indicativa: Livre

Duração: 50 minutos

O Sound Circus é o ponto de encontro entre o Som e o Circo, o Artista com o Público, do Festejo com a Performance. Sound Circus é um espetáculo lúdico e versátil formado por cinco artistas multidisciplinares que juntos fazem números de acrobacia em grupo, perna de pau, malabares de luz, monociclo, contorção, parada de mão, bambolê de luz e bola de cristal. Sua trilha sonora foi selecionada exclusivamente pela “Manie Dansante” tendo como características suas imersões sonoras em suas festas performáticas. Costurados com elementos musicais e de palhaçaria, para agradar a toda a família.

Sesc Tijuca > 05/09 | 20h (Teatro 1)

Sesc Ramos > 08/09 | 16h

Sesc Madureira > 14/09 | 17h

Sesc Engenho de dentro > 21/09 | 16h

Grátis

THIS IS PASSINHO

Imperadores da dança

Artista colaborador: Paulo Azevedo

Classificação indicativa: Livre

Duração: 40 minutos

O espetáculo This is Passinho traz as influências musicais e coreográficas que contribuíram para a criação do Passinho atravessadas pela realidade dos jovens das favelas do Rio de Janeiro. Michael Jackson, James Browm, Mr. Weegles são alguns nomes que, entre os anos 2000 e 2006, tanto inspiraram os dançarinos dos bailes funk cariocas a descobrir novas maneiras de se movimentar. This is Passinho revela o passinho como um ato político dançante de resistência.

Sesc Tijuca > 06/09 | 20h

Sesc Madureira > 13/09 | 19h30

Sesc Engenho de Dentro > 19/09 | 19h

Sesc Ramos > 20/09 | 19h30

Grátis

CORPO MINADO

Grupo Atiro

Artista colaborador: Vilma Melo

Classificação indicativa: 18 anos

Duração: 50 minutos

Grátis

Uma cultura milenar foi destruída. As sobreviventes do massacre formam um esquadrão que luta para garantir um futuro em que mulheres pretas existam. Um salão de mulheres pretas será o palco das articulações do esquadrão, revelando contradições e afetos a respeito da irmandade em torno da negritude da mulher, encontrando nela caminhos para a (re)existência.

Sesc Tijuca > 07/09 | 20h (Teatro 1)

Sesc Madureira > 12/09 | 19h30

Sesc Engenho de Dentro > 20/09 | 19h

Sesc Ramos > 25/09 | 19h30

Grátis

NANÃ

Coletivo Nanã

Artista colaborador: Tatiana Tiburcio

Classificação indicativa: Livre

Duração: 40 minutos

Grátis

Nanã é um projeto de espetáculo cuja necessidade surgiu de uma conjuntura temporal, falar sobre personagens místicos ligados à história e memória nacional, os orixás. Um convite aos pequenos e grandes espectadores a reconhecer novos pontos de vista de forma delicada e divertida. Acompanhando Nanã, seu irmão Gil e sua Tia Tê numa grande aventura para chegar ao vilarejo.

Sesc Tijuca > 08/09 | 16h (Teatro 1)

Sesc Madureira >15/09 | 16h

Sesc Engenho de Dentro > 22/09 | 16h

Sesc Ramos > 29/09 | 16h

Grátis

FÓRUM

Como produzir em tempos de crise?

A palestra abre um espaço de discussão e pensamento da produção cultural em um momento de escassez dos investimentos na arte. Assim, a palestra é conduzida de forma a pensarmos sobre a importância da construção de redes e circuitos para democratizar o acesso à arte e a cultura, em todas as linguagens. Os participantes são convidados a discutir sobre a construção do conhecimento através de suas experiências, tendo em suas diferentes linguagens artísticas variadas maneiras para dialogar com os públicos. Discutimos também sobre acessibilidade, inclusão e pluralidade entendendo que a cultura serve como ferramenta de ensino e educação tão eficiente quanto as tradicionais salas de aula. A ideia central é discutir a produção artística e seus caminhos de realização de forma criativa e empreendedora nos territórios onde os participantes atuam.

Dub e experimentações em remix da Dois Barcos

Despedidas costumam ser tristes. Mas a Dois Barcos transforma esse fim de ciclo em experimentações animadas. O lançamento do remix de “Submerso”, marca o fim do EP “Pier” (2018), que lançou a carreira do trio. Em busca de ressignificar a música mais popular do trio paulista, a versão traz sintetizadores e uma grande influência do Dub. A ideia é explorar a fundo os elementos eletrônicos que a banda pretende abordar em projetos futuros.

 

“A Dois Barcos é um projeto aberto para experimentações e novos olhares. A ideia era finalizar a fase Pier com o lançamento de um remix da nossa música mais popular e trazer outra cara para a faixa.”, explica Elisa Monasterio, guitarra e voz da banda.

 

Com mais de 56 mil plays no Spotify, a música “Submerso” hoje é uma das mais pedidas nos shows da Dois Barcos. Em junho, a canção ganhou um clipe repleto de referências estéticas e hoje, ganha um remix. Este é o segundo da banda, que também já optou pelo mesmo processo com a faixa “Ritual”, como um teste de exploração dos elementos eletrônicos.

 

“O remix de Submerso vem como um material finalizador e introdutório. Tudo isso acaba engatando uma forma de introduzir esses elementos eletrônicos, a fim de que as pessoas estejam mais preparadas para esperar isso da Dois Barcos; Os singles que estamos trabalhando estão muito mais dentro dessa proposta.”, adianta Elisa.

 

Tanta ânsia por mudança não é incomum. A Dois Barcos nasceu em meio a referências que buscavam explorar instrumentos orgânicos. Com o passar do tempo, Elisa e Rafaella Petrosino (baixo e voz), sentiram o chamado da mudança, consagrada pela entrada de Gabriel B. Ferreira (guitarra) na banda. A partir deste momento, a influência da música eletrônica se tornou cada vez mais presente nas músicas.

 

Durante este primeiro ano de divulgação do EP “Pier”, os três compuseram e testaram novos conceitos para a sonoridade musical. Estas experimentações envolviam beats eletrônicos e sintetizadores e, foi assim, que o remix de “Ritual” foi lançado. Responsável pelos dois remix, Colinz, é o projeto solo de Gabriel. Atualmente, o artista se encontra em fase de produção, em busca de uma carreira autoral.

 

A Ficha Técnica de “Submerso” Remix conta com voz de Elisa Monasterio e Rafaella Petrosino. Os arranjos, mixagem e masterização são de Colinz, criados a partir do arranjo original da Dois Barcos.

 

Ouça o remix de Submerso: https://song.link/i/1478156482

Ouça o remix no YouTube: http://bit.ly/2PjoLtP

 

Mostra Stephen King no CCBB-SP tem nova data

Depois de ser exibida no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, a mostra STEPHEN KING: O MEDO É SEU MELHOR COMPANHEIRO chega ao CCBB-SP em 30 de outubro. Até 25 de novembro, o público poderá conferir 41 produções, entre filmes, telefilmes e minisséries, baseadas nas obras do autor, além de cinco filmes que foram referência para seu trabalho. Com ingressos a preços acessíveis e algumas sessões gratuitas, a programação conta, ainda, com debates e masterclass com profissionais convidados, além de sessões com acessibilidade (libras e audiodescrição). O projeto é patrocinado pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e conta com curadoria é de Breno Lira Gomes e Rita Ribeiro. Em breve, a programação completa será divulgada.

Com a mostra, o público brasileiro, especialmente os fãs do autor, terá a oportunidade de debater sua obra, discutir sobre o seu processo criativo e analisar as adaptações dos seus livros para o cinema e para a televisão. Além disso, as exibições também pretendem estimular a leitura, já que a grande maioria dos filmes que compõem a seleção são baseados nos livros de Stephen King.

De acordo com Rita Ribeiro, curadora da mostra, “em suas obras e em seus escritos acadêmicos, King reafirma a influência da literatura e do cinema. Portanto, promover uma mostra que apresente exemplares de sua filmografia e adaptações para a TV é promover um passeio pelos terrores que assustam o homem do século XXI”, e completa, “A mostra é também uma oportunidade para se discutir o poder das adaptações literárias para o cinema e a televisão. De como podem ser um sucesso garantido ou um fracasso devastador. Nem sempre os filmes adaptados garantem o seu sucesso tendo como parâmetro a vendagem dos livros”.

Stephen King é um dos mais notáveis escritores de contos de horror fantástico e ficção de sua geração. A mostra STEPHEN KING: O MEDO É SEU MELHOR COMPANHEIRO pretende desvendar o fascínio exercido por esse escritor, que teve mais de 350 milhões de livros vendidos e conquistou os principais diretores de Hollywood, que levaram adaptações de suas obras para as telas, como Stanley Kubrick, Brian De Palma, John Carpenter, David Cronenberg, entre outros”, comenta Breno de Lira Gomes, curador da mostra.

SERVIÇO 
MOSTRA STEPHEN KING – O MEDO SEU MELHOR COMPANHEIRO 
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil
Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo – Cinema
Data: de 30 de outubro a 25 de novembro
Programação em breve em: http://culturabancodobrasil.com.br/portal/sao-paulo/

Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo 
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro, São Paulo -SP
(Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô)
(11) 3113-3651/3652 | Todos os dias, das 9h às 21h, exceto às terças.
ccbbsp@bb.com.br  | bb.com.br/cultura  | twitter.com/ccbb_sp  |
facebook.com/ccbbsp | instagram.com/ccbbsp
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência | Ar-condicionado | Cafeteria e Restaurante | Loja

Estacionamento conveniado: Estapar – Rua Santo Amaro, 272 (R$ 15, necessário validar ticket na bilheteria). Traslado entre o estacionamento e o CCBB das 14h às 23h.

“Ovárias” faz sua 4ª edição no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo

OVÁRIAS, indicada ao prêmio Shell de Teatro 2019 na categoria INOVAÇÃO por fomentar o protagonismo estético-político das mulheres na cena carioca, é uma ocupação feminista artística cultural voltada para a troca, reflexão e aprofundamento artístico feminino. A quarta edição da ocupação, nos dias 07 e 08 de Setembro, com as exposições ficando até 15/09, irá acontecer novamente no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo. O evento é composto por cinema, teatro, dança, música, performance, exposição e rodas de bate papo, cortes de cabelo, comidas, bebidas e muito mais.

 

EM OVÁRIAS A MULHER É PROTAGONISTA EM CENA E NO BACKSTAGE!

 

 

Resistir. Palavra forte, que demanda esforço, se encerra em si, mas nos enche de esperança sempre que dita e sempre que aplicada. Resistir é um ato de coragem, um ato de humanidade. O único caminho, pois se não resistir, o que sobra?

 

Idealizada por Aline Mohamad, Monique Vaillé e Nina da Costa Reis, OVÁRIAS reúne um número expressivo de trabalhadoras da cultura para apresentar à população um evento completamente protagonizado por mulheres. Em tempos de representatividade e resistência artística, OVÁRIAS surge como um modelo potente de movimento cultural na cidade, colocando em destaque a mulher na cena cultural carioca.

 

E é com muita alegria somada a resistência, que chegamos na QUARTA EDIÇÃO! Assim abrimos as portas para artistas se expressarem: com 58 projetos e dois dias de Ocupação no Centro Cultural Laurinda Santos Lobo. Tarefa vigorosa, que só é possível por conta da nossa união, vontade de re-existir e fazer acontecer.

 

Laurinda Santos Lobo foi presidente do conselho da Federação Brasileira para o Progresso Feminino e também por reunir em sua casa, em Santa Teresa, grandes intelectuais e artistas da Cena cultural carioca. Estes encontros foram responsáveis por grandes transformações políticas e culturais na cidade. Sua casa foi um ponto badalado da vida cultural carioca, um marco no Modernismo na cidade do Rio de Janeiro.

 

 

A programação de OVÁRIAS deriva de uma convocatória realizada pelas idealizadoras da ocupação nas redes sociais para seleção das artistas. Após receber mais de 350 inscrições, a programação de OVÁRIAS vai contar com 14 cenas curtas de teatro, 12 performances, 12 exposições, 7 espetáculos de dança, 3 pocket shows, 6 curtas metragens, 1 longa metragem, rodas de bate papo, cortes de cabelo, transmissão ao vivo além de comidinhas, bebidas, brechó, venda de livros e blusas, totalizando 58 projetos envolvidos diretamente na ocupação, em dois dias.

 

OVÁRIAS tem mulher diretora, atriz, performer, fotógrafa, musicista, pintora, produtora, segurança… Uma ocupação completamente feminista sim! Mas calma, a entrada é liberada para todes! Então venham animades e tragam a galere, família e amigues. O que importa é estarmos juntes fomentando a arte!

 

Queremos atingir toda a cidade, trocar com as mulheres fora do eixo tradicional do Rio de Janeiro e quebrar a hegemonia existente. O objetivo é dar voz à essas mulheres tão diferentes em um espaço onde o tema é livre, podendo se utilizar de qualquer material artístico e cujo assunto não será restrito ao universo feminino. A ocupação tem por fim dar liberdade à mulher de se expressar e manifestar sobre o que quiser, quebrando barreiras e paradigmas, e apresentando um novo formato de livre coletivo feminino artístico. O espaço é dedicado a ELAS e o protagonismo está nas suas histórias, nas suas pesquisas artísticas e em seus discursos. OVÁRIAS é uma homenagem à todas as mulheres! Que a gente continue resistindo e que fazer arte seja nossa salvação! Fazer arte em dias de sol e dias de chuva. Que fazer arte seja para sempre!

 

SERVIÇO:

Ocupação – 07/09 e 08/09 de 13h30 às 21h

Exposições – Terça a sexta de 10h às 19h até 15/09

Local: R. Monte Alegre, 306 – Santa Teresa, Rio de Janeiro – RJ, 20240-193

Outras informações:

Ingressos: Gratuito (contribuição consciente)

Telefone: (21) 2215-0618

Classificação Etária: 16 anos

 

PROGRAMAÇÃO 07/09

SAÚDE MENTAL: CINEMA + DANÇA + AFINAL DE CONTAS –
SALA BIBI FERREIRA

14h – PIRA DO GOZO ESTENDIDO AO EXÍLIO (20’)

Um convite para pensarmos sobre as relações entre os apaixonamentos e a loucura nas suas fronteiras passionais; nos excessos que os aproximam. [Direção: Cecília Estella // Elenco: Beatriz Pizarro, Cecília Estella, Monique Ottati e Nina Malm]

 

14h30 – IMAGENS DE DENTRO PRA FORA DE MIM (30’)

Documentário inédito sobre o processo de arteterapia numa unidade de Saúde Mental do SUS, culminando em transformadora experiência artística na política pública antimanicomial. [Concepção, Direção e Roteiro: Patrícia Gois// Narração: Marcelo Melo, Nay Johns , Patrícia Gois e Roberta Rangel]

15h AFINAL DE CONTAS… SAÚDE MENTAL, ARTE E POLÍTICAS PÚBLICAS (60’)

Um bate-papo sobre políticas públicas antimanicomiais de saúde mental, a função da arte nos processos terapêuticos, e análises sobre os desafios do momento. [Mediadora: Patrícia Gois // Participantes: Cecília Estella, Claudia Ferreira e Tatiana Figueiredo]

20h 30 – LEVANTE PRIMAVERA DAS MULHERES – SHOW E MANIFESTO (30’) // VARANDA RUTH DE SOUZA

[Vocal: Elisa Addor, Flavia Souza, Glauce Pimenta Rosa, Jessica Castro, Maíra Freitas, Marcela Velon // Percussão: Diana Nascimento, Flavia Belchior, Flavia Souza, Georgia Câmara, Glauce Pimenta Rosa e Jessica Castro // Instrumentistas: Cristina Bhering, Luciana Jablonski, Luciana Requião, Manoela Marinho e Maria Souto // Performers: Flavia Souza, Frida Renfro, Glauce Pimenta Rosa, Laura Castro e Nina Monteiro]

PROGRAMAÇÃO 08/09

CINECLUBE CINE& MANAS + AFINAL DE CONTAS

SALA BIBI FERREIRA – 14h

14h – MEU CORPO É POLÍTICO (75′)

O documentário aborda o cotidiano de quatro militantes LGBT que vivem na periferia de São Paulo, levantando questões contemporâneas sobre a população trans e suas disputas políticas. [Direção e Roteiro: Alice Riff// Elenco: Fernando Ribeiro, Giu Nonato, Linn da Quebrada e Paula Beatriz]

Currículo do FILME disponível em: http://riff.tv.br/film/meu-corpo-e-politico/

15h15 – AFINAL DE CONTAS (60’)

Bate Papo realizado pelo Coletivo Manas e convidadas sobre as perspectivas de ocupação dos espaços pela população trans a partir do filme Meu Corpo é Político, de Alice Riff [Realização: Coletivo Manas // Participante: Eloá Rodrigues e convidadas]

CINE A CÉU ABERTO “OVÁRIAS”

TERRAÇO PETRA COSTA –18h

18h – DANÇA FANTASMA (6’19’’)

Vídeo performance inspirada no ritual Sioux “Ghost Dance”, o trabalho faz parte da série Coreomania. Em tempos sombrios, a dança compulsiva é um meio de resistência contra a tristeza e a opressão. [Direção: Clarisse Zarvos // Elenco: Cris Larin, Julia Bernat, Monique Cruz e Tainah Longras.]

18h10 – EXU REI – ABDIAS NASCIMENTO (24’)

Divindade africana que aportou no Brasil junto aos negros, Exú é conhecido como o orixá da comunicação, guardião das ruas e do comportamento humano. [Direção: Bárbara Vento// Elenco:  Alice Morena, Bida Nascimento, Célia Nascimento, Cridemar Aquino, Elisa Larkin, Lea Garcia, Mãe Meninazinha de Oxum e Zózimo Bulbul // Roteiro: Manuela Cantuária]

18h35 – EM MEMÓRIA DO MEU OVÁRIO ENFERMO (2’47’’)

Videoperformance menstrual, sangrento, dolorido, transversal. Video criado para o projeto Em Memória do Meu Ovário Enfermo, onde a artista mapeou seu ciclo menstrual. [Direção, roteiro e elenco: Kali Ôza]

18h40 – ESGUICHO (24’)

Esguicho é um documentário sobre a “ejaculação feminina” (squirting). Afastando-se das duas formas principais de discurso sobre o tema, o científico e o pornográfico, o filme se interessa pela experiência das próprias mulheres que ejaculam. [Direção e Roteiro: Carla Miguelote // Elenco: Amanda, Carla, Claudia, Natália, Paula e Renata]

19h05 – PANÁ PANÃ (5’40’’)                                                                                                                           

Através do corpo da atriz Thayná Claudio Mugambi que simboliza esta cidade negra o curta faz alusões ao genocídio que a nós vem representado pelo enfrentamento. [Direção e roteiro: Coletivo Cartel Adelias Cinema de Ajuntamento // Elenco: Thayná Claudio Mugambi].

 

 

Ficha Técnica

Curadoria e Idealização: Aline Mohamad, Monique Vaillé e Nina da Costa Reis

Argumento: Aline Mohamad, Monique Vaillé, Nina da Costa Reis e Raquel Alvarenga

Colaboração de Produção: Carina Nagib, Fabíola Godoi, Jessica Madona, Savina João, Thaís Venitt e Vivi Oliveira

Desenho de Luz: Arsenal de Luz  – Giulia Del-Penho  e Luiza Ventura

Som: Carolina Godinho

Direção de Arte: Carolina Sugahara e Ianara Elisa

Direção Geral de Fotos e Vídeos: Caleidoskópica Produções |Clara Eyer e Elea Mercúrio

Fotógrafas: Aline Casciano, Ana Carolina Garrana, Ana Wonder, Nívea Rios, Monique Fogueira e Tatá Barreto

Viodemakers: Ana Sinhorelli, Débora Fiuza, Giulia Nagel, Michele Nagy, Paula Sancier e Thaysa Lota

Projeto Gráfico: Raquel Alvarenga

Assessoria de Imprensa: Marrom Glacê Assessoria – Gisele Machado

Realização:  MS Arte & Cultura

 

 

SERVIÇO:

Ocupação – 07/09 e 08/09 de 13h30 às 21h

Exposições – Terça a sexta de 10h às 19h até 15/09

Local: R. Monte Alegre, 306 – Santa Teresa, Rio de Janeiro – RJ, 20240-193

Outras informações:

Ingressos: Gratuito (contribuição consciente)

Telefone: (21) 2215-0618

Classificação Etária: 16 anos

 

 

Sobre as idealizadoras do projeto ‘OVÁRIAS:

 

ALINE MOHAMAD, Produtora cultural há 15 anos, realiza trabalhos nas áreas de teatro, dança, cinema, música e TV. Dentre seus trabalhos destacam-se: || Em Teatro Fala comigo como a chuva e me deixa ouvir, direção Ivan Sugahara – Melhor espetáculo Prêmio Cesgranrio de Teatro 2014; Guerrilheiras ou para a terra não há desaparecidos, direção Georgette Fadel; Uma pilha de pratos na cozinha, direção Alexandre Borges; A Menina Edith e a Velha Sentada, direção Lázaro Ramos; Calango Deu! Os Causos da Dona Zaninha, direção Isaac Bernat; Palavras da Brisa Noturna, direção Fábio Porchat; Medea en Promenade, direção Guta Stresser. || Em Show No coração da Jornada, nos Arcos da Lapa, que marcou a chegada dos símbolos para a Jornada Mundial da Juventude Rio2013. Canto da Madeira, no Oi Futuro Ipanema, show de lançamento do CD do violoncelista Federico Puppi. || Em Dança Máquina de dançar, de Thereza Rocha e Maria Alice Poppe; A seguir, de Micheline Torres; Natureza Monstruoza, de Marcela Levi.

 

NINA DA COSTA REIS é atriz, performer e diretora, formada no Curso Superior de Tecnologia em Artes Dramáticas na UniverCidade. Além disso é criadora e cofundadora da ONG Conexão do Bem, que trabalha com teatro e música nos hospitais da rede pública do Rio de Janeiro, onde atua, canta e toca instrumentos de percussão. Atuou no cinema em dois longa metragem: “O Campeão” com direção de Paulo Thiago e “Mamute” com direção de David Rodrigues e dois curta metragens: “A Noite da Raposa” e “Artificial”; na Televisão: novela “Rock Story”e no comercial “Criança Esperança 2015”. Como performer, apresenta os seguintes trabalhos autorais: “Lady Ice, Cidade Iceberg”, “Carne. O que significa construir?” E “Atacado”. No teatro, dirigiu a peça Cavalos, processo de criação autoral, em cartaz em 2019. Atuou em várias montagens teatrais, que se destacam: “Filhos D Medea” e “Ai de Mim”, concepção e criação autoral com os diretores Marco André Nunes e Fabiano de Freitas respectivamente, “A Porta da Frente “ texto de Julia Spadaccini, vencedor do Prêmio Shell 2013 e direção de Marco André Nunes e Jorge Caetano; “Boa Noite Professor” texto e diração Julia Stockler e Lionel Fischer;  “Casa de Bonecas” texto de Henrik Ibsen e direção de Sérgio Fonta; “Não Me Diga Adeus” texto premiado de Juliano Marciano e direção Gilberto Gawronski; “Lucrecia” texto de Leandro Baumgratz e direção de Alexandre Mello ;Como assistente de direção fez a montagem “In the place to be” para o Festival de Colônia (Alemanha) – Visuelles Körpertheater com direção de Gilberto Gawronski. Além disso trabalhou como figurinista no qual foi premiada pela Ocupação Glauce com Vida com a esquete “O dote ou o veneno colorido”, assinou a peça “Ricardo”, em temporada no teatro Maria Clara Machado e “Molho” no Teatro Gonzaguinha.

 

MONIQUE VAILLÉ  É atriz, apresentadora e produtora. Em teatro atuou em “Vamos Fazer Nós Mesmos” com o grupo Holandês Wunderbaum, “Enquanto o Mundo Acaba” direção de Joelson Gusson, “Novas Iscas” e “Iscas para Amansar Falcões” direção de Fabiano de Freitas, “Paralelamente” direção de Lisa Fávero e João Ostrower e supervisão de Bel Garcia, “Certificação Compulsaria dos Atores”, primeiro cena de sua autoria que ganhou o prêmio de melhor texto no Festival de Esquetes do Teatro Ziembinski e melhor direção (Carolina Godinho e Diego Molina) e melhor cena no Festival de Esquetes do Espírito Santo, “Pequena Karen” de Rafael Souza Ribeiro e “O Tempo” de Flávia Prosdocimi, que ganhou o prêmio de melhor atriz e segunda melhor cena no Niterói em Cena 2018 com direção de Carolina Godinho e Diego Molina. Atua nos coletivos “Teatro Comercial”, “Coletivona” “Clube da Cena”, “Que Legado” e “Coletivo Falcão”. É uma das idealizadoras da Ocupação “Ovárias”, indicada na categoria especial do Prêmio Shell no Rio de Janeiro 2019 por fomentar o protagonismo estético-político das mulheres na cena carioca, e do canal de humor @medaumminutinho no Instagram que ganhou o prêmio de Melhor Série Stóries no Riowebfest 2018 com “Minutinho de Terrror”. Apresentou os Festivais de “Cenas Curtas”, “Música” e “Dança” do Teatro Municipal Ziembinski realizados em 2017, 2018 e 2019. Na internet integra o elenco da websérie REDWEBSÉRIE com direção de Fernando Belo, com a personagem Anna. Atualmente está em cartaz com “ A Menina do Kung Fu” de Diego Molina no Teatro Glaucio Gill até 01/09 e apresentando o evento “Você tem Sede de q?” das Sedes das Cias.

Grupo Giramundo promove workshops gratuitos no CCBB Rio

Conhecido e consagrado na cena teatral brasileira em seus quase 50 anos de atuação, o Grupo Giramundo, que está em temporada no Rio e Janeiro com o espetáculo “O Pirotécnico Zacarias”, promove dois workshops gratuitos no CCBB Rio. O primeiro é o Workshop de Produção com Marcos Malafaia, diretor da peça em cartaz no Teatro II, marcado para 8 de setembro (domingo, das 14h às 17h).  Na semana seguinte, no dia 15 de setembro (domingo, das 14h às 17h), é a vez do Workshop de Direção e Interpretação com Epaminondas Reis, um dos diretores da trupe mineira.

Os workshops são voltados para atores, bailarinos, produtores, estudantes de teatro, de dança e interessados por arte, em geral. São apenas 20 vagas para cada domingo. Os interessados devem se inscrever pelo e-mail workshopzacarias@gmail.com, enviando nome completo, idade, breve currículo e um telefone para contato. Todos participantes receberão um certificado.

O ESPETÁCULO “O PIROTÉCNICO ZACARIAS”

Cinco contos, incluindo o homônimo do escritor mineiro Murilo Rubião (1916 – 1991), servem de inspiração para o espetáculo “O Pirotécnico Zacarias”, que o grupo Giramundo apresenta no Teatro II do Centro Cultural Banco do Brasil entre 22 de agosto a 16 de setembro (de quinta a segunda, às 19h). Inédita no Rio, a montagem é resultado de uma nova vertente de trabalho da trupe mineira, que experimenta a combinação de diferentes linguagens, como cinema, animação, música, dança, máscaras, artes plásticas e teatro de objetos. No palco, bonecos contracenam com atores e vídeos adaptando os contos do autor considerado um dos mais significativos da literatura fantástica no Brasil numa espécie de “nova ópera”, caracterizada pelo hibridismo midiático.

Apesar de trazer uma experimentação no campo da linguagem e na construção de cena, a peça mantém o rigor metodológico e a atenção estética adotados pela companhia desde a década de 70. A dramaturgia foi construída a partir da costura dos contos “O Pirotécnico Zacarias”, “O Ex-Mágico da Taberna Minhota”, “Teleco, o Coelhinho”, “O Bloqueio”, “Os Comensais”, todos interligados pela figura central de Zacarias, protagonista do espetáculo. Uma fábula sobre o homem contemporâneo, um herói Muriliano que, mesmo sendo mágico, é incapaz de mudar a realidade, ou mesmo de compreender sua posição nela.

“O Pirotécnico Zacarias” estreou nacionalmente no CCBB Belo Horizonte em março deste ano e, entre abril e junho, foi encenado no CCBB São Paulo. Depois da temporada carioca, o espetáculo seguirá para unidade Brasília do Centro Cultural. Serão, ao todo, 107 apresentações da montagem, a maior turnê da história do grupo Giramundo desde a sua fundação, em 1970.

SERVIÇO

 

Workshop de Produção, com Marcos Malafaia

Data: 8 de setembro (domingo), das 14h às 17h

Workshop de Direção/Interpretação, com Epaminondas Reis 

Data: 15 de setembro (domingo), das 14h às 17h

Inscrições gratuitas pelo e-mail: workshopzacarias@gmail.com

 

 

Espetáculo: “O Pirotécnico Zacarias”

Temporada: de 22 de agosto a 16 de setembro.

Apresentações: de quinta a segunda, às 19h.

Local: CCBB Rio (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro) – Teatro II

Informações: (21) 3808-2020.

Capacidade: 116 lugares. Recomendação etária: 14 anos.

Duração: 70 minutos.

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

bb.com.br/cultura | twitter.com/ccbb_rj | facebook.com/ccbb.rj

instagram.com/bancodobrasil

SAC 0800 729 0722 – Ouvidoria BB 0800 729 5678

Deficientes Auditivos ou de Fala 0800 729 0088

FESTU – Festival de Teatro Universitário nos teatros FIRJAN SESI, Natalia Timberg e Cesgranrio – de 10 a 26 de setembro

Em sua nona edição, FESTU – Festival de Teatro Universitário acontece entre 10 e 26 de setembro, em três teatros da cidade: Cesgranrio, Firjan SESI Centro e Teatro Nathalia Timberg. Idealizado em 2010 pelo produtor Miguel Colker e pelo diretor e ator Felipe Cabral, o FESTU é uma verdadeira maratona teatral com produções criadas por jovens da cena universitária nacional. O FESTU é composto por duas mostras, sendo uma competitiva de esquetes (Mostra Nacional Competitiva) e outra de espetáculos (Mostra de Espetáculos). Em quase uma década, o festival recebeu cerca de 4.600 inscrições de grupos de todo Brasil. Desde então, o evento apresentou 270 esquetes e 32 espetáculos de mais de 300 grupos universitários de todo o país, tendo patrocinado 11 peças e premiado 73 categorias.

Na abertura (10/9) do FESTU, o Teatro Firjan SESI Centro recebe a primeira peça das cinco que compõe a Mostra de Espetáculos: “Meus cabelos de baobá” (UNIRIO), com direção de Vilma Mello. Criado, escrito e interpretado por Fernanda Dias, “Meus cabelos de baobá” começou a ganhar forma em 2015, quando a atriz retornou de uma temporada estudos na L’Ecole Des Sables, no Senegal. A montagem se baseia em textos de autoras negras e na riqueza da cultura afro-brasileira. A produção foi a grande vencedora do festival de 2018, tendo conquistado os prêmios de Melhor Esquete, Melhor Texto Original e Melhor Atriz. Premiada com um patrocínio de R$ 30 mil e com a participação no Festival de Curitiba 2019, a peça agora é apresentada em sua versão longa.

A Mostra de Espetáculos também traz “Exoneração”, do coletivo Teatro Dy Afronte (UNIRIO, UERJ, UFRJ, PUC e Martins Penna). O grupo foi vencedor do FESTU 2018 pelo Júri Popular com o esquete “O Conjunto das Palavras com Antecedência ou o Ato de Fazer Entrar” e foi premiado com R$ 15 mil. As outras três produções escolhidas são do Rio de Janeiro e de Minas: “Cabaré Sade” (UNIRIO), “Eclipse solar” (CEFART/MG) e “Nossas bocas não foram feitas só pra sorrir” (Martins Penna).

“Esta edição apresenta trabalhos muito maduros e potentes. O FESTU tem esse lugar de representatividade, em que a cena reflete o que estamos vivendo no país e no mundo. Na Mostra de Espetáculos, o tema ‘mulher’ abre e fecha a programação. Há também peças de coletivos, com trabalhos performáticos e com música. E na Mostra Competitiva, das 27 cenas selecionadas, nove são monólogos”, adianta Felipe Cabral, idealizador e diretor artístico do evento.

Este ano, a Mostra Competitiva teve 281 esquetes inscritos (244 em 2018). Foram escolhidos 113 de 14 estados para participarem da banca realizada em julho, no Rio. Felipe Cabral e o professor Zé Luiz Rinaldi (Universidade Candido Mendes) selecionaram os 27 esquetes que competem em dez categorias (lista abaixo). O grande vencedor (Melhor Esquete) recebe um patrocínio de R$ 30 mil para montar um espetáculo e já tem sua participação garantida no Festival de Curitiba em 2020.

Pela primeira vez, a Mostra Competitiva ocupa o Teatro Nathalia Timberg, na Barra da Tijuca, entre os dias 19 e 22 de setembro, com entrada franca. Os apresentadores serão Felipe Cabral e a atriz Tatá Lopes, que ano passado foi jurada do 8º FESTU. Outra novidade desta edição é a Mostra do Voto Popular. O melhor esquete eleito pelo júri popular ganha um evento exclusivo para esta premiação, no Teatro Cesgranrio (26/9). Todos os finalistas se apresentam novamente e o vencedor eleito pelo público ganha R$ 15 mil.

Os 27 esquetes concorrem nas seguintes categorias: Melhor Esquete, Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Esquete pelo Júri popular, Melhor Direção, Melhor Direção de Movimento, Melhor Texto Original, Melhor Iluminação, Melhor Cenografia e Melhor Figurino. Os integrantes que compõem o júri de 2019 serão divulgados em setembro.

Já passaram 77 profissionais de artes cênicas pelo júri do FESTU. Entre eles, estão nomes como Marília Pêra, Cássia Kis Magro, João Falcão, José Wilker, Otávio Augusto, Debora Lamm, Pedro Kosovski, Tonico Pereira, Gregório Duvivier, Deborah Colker, Lilia Cabral, Milton Gonçalves, Catarina Abdalla, Karina Ramil, Johnny Massaro, Leopoldo Pacheco e Caio Paduan.

FESTU nas redes: Site: http://www.festu.com.br | Facebook e Instagram: @festurio

SINOPSES – Mostra de Espetáculos

“Meus cabelos de baobá” – UNIRIO

Sinopse: A menina Dandaluanda fantasia um diálogo com o Baobá e é correspondida pela árvore. A magia que emana da árvore de origem africana faz com que a mulher, também alimentada pela sua ancestralidade, valorize sua identidade negra e se tornar rainha. A árvore milenar de galhos fortes e compridos, a referencia de suas ancestrais femininas, ensinou-lhes valores africanos e despertou para uma nova vida: primeiro como menina, depois como mulher e, finalmente, como rainha.

Ficha Técnica: Direção: Vilma Mello. Argumento: Simone Ricco. Texto: Fernanda Dias. Elenco: Fernanda Dias, Luiza Loroza e Beá Felícito. Concepção de luz: Binho Schaefer. Figurino: Clívia Cohen. Operador de luz: Victor Tavares. Direção musical: Beá. Música: Jhon Conceição, Barbara Santos e Beá. Concepção de cenário: Cachalote Mattos. Preparação corporal e coreografias: Fernanda Dias e Charles Nelson. Produção: Damiana Guimarães. Duração: 50 min. Classificação indicativa: 16 anos.

“Exoneração” – UNIRIO, UFRJ, UERJ, PUC e Martins Penna

Sinopse: Transnudado, suado, travestindo destruições e pronunciando desaparecimento atrás de desaparecimento. Os quatro cantos cardinais das paredes deixaram de existir. Sonoridades estranhas denunciam o parto de novos estatutos cênicos. O caos poderia aquietar-se dizendo o que queria para neutralizar toda violência, para tornar menos perigosa a linguagem que queima. Tudo se encaminha e desperta a partir do momento que algo viscoso cai de cima. Corpos se inundam destruindo o espaço teatral.

Ficha Técnica: Produção executiva: Teatro Dy Afronte. Direção de arte: Teatro Dy Afronte. Direção de movimento: Aron Moraes. Encenação: Aron Moraes. Preparação vocal: Jane Celeste. Programação visual e design gráfico: Carolina Werneck. Iluminação: Aron Moraes. Projeção audiovisual: Aron Moraes e Gabriel Massan. Direção de produção: Wellington de Oliveira. Trilha sonora: Henrique Fiuza, Jordi Marchon, Nanda O Nanda, Davi di Paola, Leviatã e Lázaro Uylgne. Colaboração artística: Brian Silva, Gabe Passareli, Graciana Valladares João Victor Linhares, Natasha Pasquini e UmAlice. Texto: Aron Moraes e Julianna Pimenta. Elenco: Anis Aura Yaguar, Arda Nefasta, Bianca Luvic, Chris Rebello,

Dandara Patroclo, Juliana Reis, Julianna Pimenta e Maria Ambrósia. Duração: 70 min. Classificação indicativa: 18 anos.

“Cabaré Sade” – UNIRIO

Sinopse: Em cena, a história da morte do líder revolucionário Jean-Paul Marat, assassinado pela jovem camponesa Charlotte Corday durante Revolução Francesa. A história é encenada no falido e fabuloso cabaré da Mamacita e cria analogias com os tempos atuais, com a realidade do Brasil, mergulhado em uma crise política e econômica.

Ficha Técnica: Direção: Christina Streva. Texto: Luana Valentim, Rafael Ferreira e Rosyane Trotta. Músicos: Julia Mestre, Babi Guinle, Dora Morel e Gabi Lara. Elenco: Álvaro Victor, Antônio Valladares, Barbara Cristina, Beatriz Laviche, Bruno Marques, Filipe Felix, Gabriel Hipólito, João Vitor Linhares, Júlia Drummond, Luana Valentim, Manu Calmon, Rânni, Thaís Mazzoni, Vicente Conde e Vitória Carvalho. Assistente de direção: Amanda Tedesco, Grassi Santana e Juliana Thirè. Produção: Camila Zampier e Vinicius Lavall. Iluminação: Gabriel Prieto. Cenografia: Rahira Coelho. Figurino: Lara Bezerra. Duração: 60 min. Classificação indicativa: 16 anos.

“Eclipse solar” – CEFART/MG

Sinopse: Na cidade dos Exilados, um grupo de expatriados divaga sobre política, humanismo, pessimismo, tragédias pessoais, anseios, rancores e desejo de liberdade, enquanto aguarda um acontecimento extraordinário: o eclipse total do sol. Com uma narrativa fragmentada, entremeada por canções, imagens e performances, a peça evoca um tempo/espaço imaginário para abordar dúvidas e perplexidades sobre o futuro dos nossos dias.

Ficha Técnica: Direção: Ricardo Alves Jr. Dramaturgia: Germano Melo. Elenco: Bremmer Guimarães, Caroline Cavalcanti, Eduarda Fernandes, Gabriela Veloso, Lorena Fernandes, Lucas Nicoli, Marianna Callais, Pedro Lanna, Paula Amorim e Rafael Batista. Assistência de Direção: Rafael Batista. Direção de arte: Luiz Simões. Direção musical: Lucas Nicoli. Desenho de luz: Jésus Lataliza. Assistência de iluminação e operação: Lucas Matias Morais. Desenho de som e operação: Fabrício Lins. Direção técnica: Geraldo Octaviano. Preparação corporal: Elba Rocha. Preparação vocal: Luísa Bahia. Maquiagem: Gabriela Dominguez. Arte gráfica: Ângela Peres. Apoio: Fundação Clóvis Salgado e Funarte MG. Realização: Quartatela. Duração: 70 min. Classificação indicativa: 16 anos.

“Nossas bocas não foram feitas só para sorrir” – Martins Penna

Sinopse: Espetáculo autoral e musicado sobre as questões em torno da problemática racial no Brasil contemporâneo. Uma criação coletiva e não-linear concebida a partir da vivência dos artistas em cena. Com recorte étnico-racial, a peça traz sete atores e quatro músicos que remontam situações fictícias e não-lineares que variam entre a dramaticidade e a comicidade.

Ficha Técnica: Concepção: Coletiva. Direção geral: Shirlene Paixão. Assistência de direção: Dieymes Pechincha. Direção musical: Jonatha Panta. Produção: Luiza Otero. Assistência de produção: Pérola Chaves. Preparação corporal: Morena Paiva. Preparação de elenco: Dieymes Pechincha. Artistas criadores: Ana Bárbara Vila Nova, Camilla Carvalho, Igor Costa, Luiza Otero, Shirlene Paixão, Vitória Rodrigues. Músicos: César Gama, Jonathan Panta, Gabriel Gama e Johan Luzi. Captação de Som: Luiza Otero. Produção de indumentária: Camila Loren e Euline Rodrigues Costa. Designer visual, captação e edição de imagem: Rafaela Gama. Vozes do off: Patrick Sonata e Marcelo Magamo. Colaboração artística: Livia Laso, Morena Paiva, Vera Lopes, Gustavo Pereira, Fernando Guilhon, Lucia Provenzano. Duração: 60 min. Classificação indicativa: 16 anos.

FICHA TÉCNICA FESTU 2019

Diretor Artístico: Felipe Cabral

Diretor Geral: Miguel Colker

Diretor Financeiro: Rodrigo Wodraschka

Apresentador: Felipe Cabral

Relacionamento: Menna Barreto e Felipe Dias

Produção: Aline Moschen, Juliana Santos e Paulo Dary

Coordenador de Comunicação: Irwin Fiuza

Comunicação: Rodrigo Santos

Coordenador de Design: Guilherme Telles

Design: Paulo Tavares e Romy Morgado

SERVIÇO

De 10 a 14 de setembro

FESTU – Mostra de Espetáculos

Local: Teatro FIRJAN SESI Centro | Rua Graça Aranha, 1 – Centro.

Informações: (21) 2563-4163.

Horário: de terça a sábado, às 19h.

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

Bilheteria: De segunda a sexta, das 11h30 às 19h30. Aos sábados e domingos e feriados, quando houver espetáculo, 2h antes.

Programação:

10/09 – “Meus Cabelos de Baobá” (UNIRIO)

11/09 – “Exoneração” (UNIRIO, UFRJ, PUC, UERJ e Martins Penna)

12/09 – “Cabaré Sade” (UNIRIO)

13/09 – “Eclipse Solar” (CEFART/MG)

14/09 – “Nossas Bocas Não Foram Feitas Só Para Sorrir” (Martins Penna)

De 19 a 22 de setembro

FESTU – Mostra Nacional Competitiva

Local: Teatro Nathalia Timberg |Freeway Center – Av. das Américas, 2.000 – Barra.

Informações: (21) 2442-5188.

Horário: de quinta a sábado, às 20h30. Domingo, às 19h.

Entrada franca.

Bilheteria: terça a domingo, das 13h30 às 19h.

Programação:

19/09

“Os três mal amados” (Martins Penna)

“Desejo manifesto” (UFF/Casa De Cultura Laura Alvim/Escola De Atores Wolf Maya)

“Aparar” (PUC-Rio)

“Panchito Gonzales” (UNIRIO/Martins Penna/Escola Livre F.A.M.A.)

“Quizila (UNIRIO)

“Conversa franca’ (UFMG)

“Mar seco que terra molhada” (UNIRIO)

“Praia do Leme’ (UNIRIO)

“Dentro de mim” (UNIRIO/O Tablado)

19/09

“Urra” (UFMG)

“Presságio para uma pandemia” (UNIRIO/Martins Penna/PUC-Rio)

“Cu é universal” (CAL)

“Cotidiano” (UNIRIO PUC-Rio)

“Engasgo” (PUC-Rio) “Yuki-Onna, A mulher de neve” (UNIRIO/Martins Penna/UFRJ)

“Aquele último filme antes da partida” (UNIRIO)

“Matryc”a (UNIRIO)

“Grita!” (UNIRIO)

21/09

“Filhas da terra” (UNIRIO)

“Lapso” (UNIRIO)

“Fúria: O político” (UNIRIO/UFRJ/PUC-Rio)

“Iceblack” (UERJ)

“Nem todo filho vinga” (UNIRIO/UFRJ/Martins Penna/Entre Lugares Maré) “Ser é permanente” (Martins Penna/UFRJ/PUC-Rio)

“Estilhaços” (CAL/UFRJ Estácio De Sá)

“Espelhos” (Martins Penna)

“Tem gente demais na merda desse barco” (UNIRIO)

22/9

Apresentação dos esquetes finalistas e premiação do júri oficial.

Dia 26/9

FESTU – Mostra do Voto Popular

Local: Teatro Cesgranrio (Rua Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido).

Informações: (21) 2103-9682.

Horário: 19h.

Entrada franca.

Programação: Apresentação dos esquetes finalistas | Premiação do melhor esquete eleito pelo júri popular.

Programação Audio Rebel – Setembro/2019

01/09

Lésbicas Assassinas de Los Angeles + Navalha Carrera

 

O duo Lésbicas Assassinas de Los Angeles faz seu primeiro show no Rio de Janeiro, dividindo a noite com Navalha Carrera. Lésbicas Assassinas de Los Angeles – ou apenas LALA – é uma dupla de produção musical baseada em São Paulo e formada por Natália Rizinni (bateria, SPDSX e voz) e Joana Cid (maschine e voz). Navalha Carrera é a alcunha que a multi-instrumentista, arranjadora e compositora Natália Carrera usa no seu projeto solo, onde se apresenta unindo guitarra, sintetizador, bateria eletrônica e voz.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

03/09

Cangaço Carioca (part. Átila Bee)

 

O grupo, formado por Glauber Canellas (voz e violão), Wayner Nascimento (baixo e voz), Rodrigo Binart (percussão), Igor Santos (percussão) e Romulus Tavares (guitarra) sobe ao palco da Rebel para apresentar suas composições autorais e versões especiais de Lenine, Cordel do Fogo Encantado e Alceu Valença. O show terá a participação especial de Átila Bee.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

04/09

Léo Soma

 

Léo Soma carrega em sua composição provocações sobre um tempo atual. Mesclando influências do pop, lo-fi, música brasileira e R&B, o artista volta ao palco da Audio Rebel para  apresentar singles já lançados, além de inéditas e releituras. O cantor e compositor lançou recentemente o clipe “Queria Mais”. Ao mesmo tempo que explora mais a fundo a sonoridade que vem construindo com os singles “E Se?”, “Nessa Cama”, “O Tempo Todo” e “Fonte de Like”, o artista segue abordando relacionamentos modernos em suas canções.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

05/09

Budweiser Apresenta: Blastfemme

 

A Blastfemme está em turnê nacional divulgando seu novo álbum, homônimo. O show na Audio Rebel contará com participações de músicos parceiros ao longo da carreira da banda: Lê Almeida, Laura Lavieri, Larry Antha, Carmen Cunha, Luis Queiroz, Nayana Carvalho e Gustavo Benjão, este último também produtor do disco da Blastfemme nos estúdios da Audio Rebel e Do Amor. A Blastfemme é formada por Jhou Rocha (baixo e voz), Vladya Mendes (bateria e voz), Igor de Assis (guitarra e voz) e Dani Vallejo (frontwoman).

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

06/09

Marcelo Callado, Juliano Gauche e Tatá Aeroplano

 

Três nomes da nova música brasileira dividem palco em uma noite especial com show em dose tripla. Nome recorrente no cenário carioca, Marcelo Callado prepara um show especial e intimista, revelando na voz e guitarra as canções de seus múltiplos projetos – a banda Do Amor, o duo Gambito Budapeste e o repertório de sua carreira solo. O compositor, cantor e escritor Juliano Gauche apresenta o álbum “Afastamento”, indicado ao prêmio APCA 2018. Tatá Aeroplano é músico, compositor, DJ e andarilho urbano. Ele fará uma retrospectiva de sua obra passando pelos seus cinco álbuns solo e músicas de sua antiga banda Cérebro Eletrônico, além de versões para canções de Ângela Rorô, Jorge Mautner e Júpiter Maçã.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

08/09

ODiaQueNadaAconteceu

 

O power trio formado por Antonio Neves (bateria), Alberto Continentino (baixo) e Guilherme Lirio (guitarra) apresenta suas belas canções instrumentais, que, com foco em melodias e climas chapados, sugerem danças meditativas.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

10/09

Subcena #21: André Capilé e BeatBass High Tech + Jeanne Callegari + Mariano Marovato

 

André Capilé é Mestre em estudos literários e Doutor em “Literatura,  Cultura e Contemporaneidade”, ambos pela PUC-Rio. Publicou, em 2008, o livro Dois (Não Pares), em parceria com Carolina Barreto; em 2010 editou a plaquette ZANGARREIO; seguem-se as publicações de rapace; balaio; muimbu; rebute e chabu. O duo BeatBass High Tech faz música eletrônica/orgânica. Jeanne Callegari é poeta e autora dos livros Botões e Miolos frescos, ambos de poemas, e de Caio Fernando Abreu: inventário de um escritor irremediável. Mariano Marovatto gravou alguns discos, como Praia e Selvagem, e já publicou livros de poemas como Casa e Vinte e cinco poemas em parceria com Chico Alvim. Estirâncio, o mais recente, será lançado em finais de setembro. Mariano foi também apresentador e roteirista do programa musical Segue o som na TV Brasil.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

11/09

Filipe Lorenzo (part. Illy e Kassin)

 

Filipe Lorenzo volta ao Rio de Janeiro para apresentar seu novo show que integra a turnê de lançamento do seu mais recente single, “Às Cegas”, música de Luedji Luna e Emillie Lapa. O artista estará acompanhado dos músicos Paulo Mutti, Gabriel Loddo e João Rafael, além de contar com as participações da cantora baiana Illy e do multi instrumentista e produtor musical Kassin. Com uma forte marca da música afrobaiana em diálogo com temáticas e sonoridades contemporâneas nas suas canções, Filipe promete levar um show dançante e cheio de novidades para quem se interessa pela nova música produzida na Bahia.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

12/09

Mette Rasmussen (Noruega) + Marcos Campello

 

A habilidade de Mette Rasmussen de se mover entre os limites dos gêneros e explorar os elementos fica em evidência. No seu projeto solo ou  com colaboradores, ela encapsulou sua própria visão do papel do saxofone, muitas vezes transformando-o em uma experiência física completa, abraçando o público com altitude sonora e prolíficas linhas de melodia, disparando uma base mais prosaica. Suas performances unem público e artista e envolve a energia entre os dois. A noite terá abertura de Marcos Campello em show de improviso solo.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20 (antecipado); R$ 25 (na hora)

 

13/09

Rogério Essin

 

O cantor e compositor Rogério Essin faz show de lançamento do single “Contido o mundo não tem ilusões”, que sai pela gravadora Biscoito Fino. Mesclando influências que vão de Luiz Gonzaga a Lenine, o artista já soma uma trajetória de quase 10 anos. Em 2010 lançou o álbum “O olho de Deus não joga dados”. A nova música é considerada uma  “canção de amor nos tempos da cólera”. O single, produzido por Fernando Caneca, teve participação de Federico Puppi, Marcelo Costa e Rodrigo Tavares.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

14/09

Cheyenne Love + Kartas

 

Noite de lançamento do primeiro disco da banda Cheyenne Love. O grupo de rock traz influências do punk e pop e é formada por Nayana Carvalho (voz e guitarra), Ricardo Richaid (voz e baixo), Marcelo Callado (bateria). A abertura fica por conta da banda Kartas.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

15/09

Laura Canabrava e Insandessa

 

O show inédito surge da parceria musical das artistas Laura Canabrava, carioca, e Insandessa, paulista. Duas mulheres ocupando seus espaços, colocando suas vozes, compartilhando suas criações. As canções expressam suas visões de mundo feminista, questionando a sociedade contemporânea, refletindo sobre as relações pessoais, buscando alento na poesia, na espiritualidade, no amor, na procura por liberdade.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

18/09

Coffee Shop Boys

 

Coffee Shop Boys é uma banda recém formada por músicos atuantes na cena carioca. A banda procura juntar os clássicos da música jamaicana com a ideia da liberdade dos improvisos jazzísticos e muito dub. O repertório trará clássicos do reggae e ska em releitura ao estilo jazz.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

19/09

MEB_Música Extemporânea Brasileira

 

O show marca o lançamento do segundo single do novo disco do MEB, que sai esse ano ainda. O repertório apresenta as canções desse novo álbum (o segundo da banda) e algumas músicas do primeiro disco “Boca do mundo”, com novos arranjos. MEB sobe ao palco com Ticiana Passos (voz), Zé Luiz Rinaldi (guitarra e violão), Alexandre Rabello (baixo) e Élcio Cáfaro (bateria).

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

20/09

Santos

 

O show fecha um ciclo de três anos de Santos e marca a despedida do projeto do multi instrumentista Lucas Santos. A apresentação vai unir músicas dos três álbuns lançados, além de algumas presentes em EPs. Ele sobe ao palco com Nathanne Rodrigues (baixo), Autuori (guitarra) e Pedro Millecco. Esta também será a única apresentação de lançamento do mais recente disco, “O Espaço Abre, O Céu Pesado Cai”, revelado no final de agosto.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 15 (antecipado); R$ 20 (na hora)

 

21/09

Gabriel Fróes, Justa Causa e Marcelino

 

Gabriel Fróes é cantor e produtor musical de R&B e hip hop. Em junho de 2019, lançou seu primeiro projeto chamado “Mixtape Índigo”, mesclando influências do rap à disco music. Justa Causa é um coletivo que se iniciou no fim de 2017, reunindo diversos MCs e beatmakers que cantam a realidade da Baixada. Marcelino é um rapper da nova geração que acabou de lançar o álbum “Hades”, que estará no repertório de seu show. É membro do coletivo COVIL DO FLOW, gravadora que se localiza na Rocinha.

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

25 e 26/09

Sylvio Fraga Quinteto e Letieres Leite

 

A proximidade do Sylvio Fraga Quinteto com o maestro baiano Letieres Leite deu origem

ao álbum “Canção da Cabra” (da nova gravadora Rocinante). Este é o terceiro disco de Sylvio Fraga, compositor e poeta. No palco, ele será acompanhado de José Arimatéa (trompete) Bruno Aguilar (baixo), Bernardo Ramos (guitarra), Marcelo Galter (teclado), Felipe Continentino (bateria), Luizinho do Jêje (percussão) e Letieres Leite (flauta).

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

27/09

Mari Blue, Mihay e Mário Wamser

 

Os cantautores Mari Blue, Mihay e Mário Wamser se juntam em show inédito misturando o repertório autoral de suas carreiras solo. Canções já gravadas ganham novos arranjos junto com músicas inéditas que o público vai conhecer em primeira mão. A apresentação mistura vozes abertas dos três cantores, além de violão (Mário Wamser), teclado (Mari Blue) e zabumba (Mihay).

 

Horário: 20h

Ingressos: R$ 20

 

29/09

Fira Banaba: Nina Becker, Alberto Continentino e Eduardo Manso

 

O Fira Banaba é uma banda de synthpop que surgiu do desejo de reunir crianças e adultos para desfrutar juntos momentos musicais e dançantes. Fruto do encontro entre a cantora e diretora de arte Nina Becker, o contrabaixista e arranjador Alberto Continentino, e o músico e produtor de discos Eduardo Manso, o repertório do Fira Banaba abraça o eletropunk como sonoridade inspiracional, mesclando com bases eletrônicas de dance music onde exploram letras, sons e ruídos divertidos, em faixas autorais inéditas como “Batata Frita”, “Ela ela ela ela” e “Lamina animal”. Um dos objetivos é que tanto crianças quanto adultos possam participar desse encontro lúdico.

 

Horário: 17h

Ingressos: R$ 20

 

Sobre a Audio Rebel

 

Localizada em um sobrado de Botafogo, Zona Sul carioca, a Audio Rebel é um complexo com quatro salas interconectadas e isoladas acusticamente, uma loja de instrumentos e acessórios e uma oficina de luthieria (confecção de instrumento de cordas). Oferecemos serviços de sound design, trilha sonora, foley, dublagem, mixagem 2.0 e 5.1, masterização, gravação de voz, gravação de áudios adicionais para cinema, gravação e produção de áudio books e book trailers, áudio para instalações e performances artística.

 

Serviço

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito.

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 13h às 21h

 

Cabaré Diferentão traz show burlesco de variedades ao Teatro Rival

Um show burlesco pode ser tão diverso e cheio de surpresas quanto a cultura da revista no Rio de Janeiro. É com essa premissa que mais uma edição do Cabaré Diferentão chega ao Teatro Rival. Em setembro, o show está marcado para o dia 4 (quarta-feira), às 19h30. Mensalmente, o Cabaré Diferentão apresenta diferentes artistas burlescos ao público do tradicional palco da Cinelândia.
A direção do Cabaré Diferentão é de Delirious Fenix, um dos maiores nomes do burlesco no Brasil – o artista é criador do festival internacional Yes, Nós Temos Burlesco, e acumula em seu currículo apresentações nos maiores eventos da arte burlesca no mundo, como o New York Burlesque Festival. Na edição desse mês, as atrações são Eber Inácio, Volúpia (persona burlesca da atriz Ana Baird), o drag king Vicente Van Goth, a pole dancer e burlesca Dark Cinnamon, e a palhaça/burlesca Lola La Fabulosa (da atriz Ana Sauwen).
– Nosso objetivo é fortalecer a cena burlesca e oferecer um entretenimento de qualidade que seja a cara do Rio de Janeiro. É um grande show burlesco de variedades: Volúpia vai fazer um lindo número burlesco cantado; Dark Cinnamon vai fazer um número com pole dance; Vicente Van Goth vai mostrar que a arte drag é capaz de romper inúmeras barreiras de gênero; e Lola La Fabulosa vai surpreender com o caminho inusitado do burlesco clown – adianta o diretor do espetáculo.
O Cabaré Diferentão terá, ainda, a participação especial da Haus of Deboche – coletivo drag formado por Delirious Fenix, e pelas queens Maybe Love, Linda Mistakes e Ma.Ma. Horn – e do Cabaret Tá na Rua. A mestre de cerimônias da noite é a drag queen Miranda Lebrão, que foi coroada Rainha da Cinelândia em 2017 no Rival. O Cabaré Diferentão tem apoio do Vedete’s Pole, escola de referência do burlesco no Rio de Janeiro, e da Osada, marca de pasties que vem deixando seu rastro no carnaval carioca.
Serviço
Apresentação única: quarta-feira, 4 de setembro
Horário: 20h
Local: Teatro Rival – Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia, Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2240-4469

Ingressos: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia)
Senha de desconto CABARE04 (no Instagram @cabarediferentao)

Classificação etária: 18 anos

Programação de resistência no Teatro do Incêndio segue com O Pornosamba e a Bossa Nova Metafísica

O projeto Levante Teatro do Incêndio – Pra Vida e Revida apresenta o espetáculo O Pornosamba e Bossa Nova Metafísica (montagem de 2014), nos dias 14 e 15 de setembro (sábado, às 21h, e domingo, às 20h).

 

Diante do atual momento de ‘estrangulamento’ cultural, a Cia. Teatro do Incêndio, sem nenhum apoio ou incentivo cultural, reage com programação de resistência, iniciada em julho, que segue até dezembro, reunindo cinco espetáculos de repertório, além de outras atividades.

 

O Pornosamba e Bossa Nova Metafísica é um espetáculo, em grande parte, auditivo que procura ‘recuperar’ o ouvido para o chiado do disco e a qualidade incomparável da música popular brasileira, revivendo mestres do samba e da bossa nova por meio de seus sentimentos

 

As demais montagens – todas dirigidas por Marcelo Marcus Fonseca – a serem encenadas são: O Santo Dialético (2016), A Gente Submersa (2017) e Rebelião – O Coro de Todos os Santos (2018), respectivamente em outubro, novembro e dezembro. São Paulo Surrealista abriu a programação em agosto, com direito a sessão extra. Esta mostra sintetiza o trabalho de pesquisa de linguagem dos últimos sete anos do coletivo, período em que construiu três teatros até conquistar sua sede definitiva na emblemática entrada do bairro Bixiga, esquina das ruas Treze de Maio e Santo Antônio, onde já funcionou a lendária boate Igrejinha e o Café Soçaite.

 

Dirigido por Marcelo Marcus Fonseca com textos de Schopenhauer, Umberto Eco e diálogos criados pelo diretor, O Pornosamba e a Bossa Nova Metafísica foi criado em sala de ensaio por experimentos de associação livre e sugestões sonoras. O título é uma citação do poeta Roberto Piva, que faz uma analogia do samba com a pornografia no sentido de que o “bom ouvido” não dá lucro às gravadoras. Carregada de símbolos, a encenação conta com uma primeira parte expressionista, conduzida por Carmen Miranda (Gabriela Morato) e Ismael Silva (Renato Silvestre). Gravações originais sintetizam uma parte da história do Brasil até “a morte” do samba junto com sua embaixatriz em depressão, amparada por milhares de comprimidos. Cenas também recriam fatos sobre compositores que se tornaram lendas da música brasileira, como o suicídio de Assis Valente, o soco de Madame Satã (Valcrez Siqueira) em Geraldo Pereira, que o levou à morte, e a partida precoce de Noel Rosa (Gustavo Oliveira) e sua relação com a cantora Aracy de Almeida (Bia Sabiá).

 

O espetáculo lança mão ainda de outras linhas de vanguarda como Dadaísmo, Modernismo e Naturalismo para contar a trajetória da MPB e a influência da música estrangeira no comportamento e “ouvido” do brasileiro. Figura ímpar musica brasileira, Vinícius de Moraes (Marcelo Marcus Fonseca) transita com leveza pelas cenas como se fosse o próprio espírito do samba, da bossa nova. Além de sua relação com Tom Jobim (Gustavo Oliveira), em uma cena ele convida a plateia a se deitar na Praia de Itapuã, junto com um coro de Iemanjás; outras cenas merecem destaque: Ary Barroso realiza um show de calouros em um canteiro de obra; a noite em que Baden Powell (Gui Mameluco) e Vinícius compuseram o “Samba em Prelúdio”; as mortes de Maysa e Dolores Duran; e a partida de Nara Leão (Elena Vago)  conduzida por um “coro de morte”.

 

FICHA TÉCNICA – Direção e dramaturgia: Marcelo Marcus Fonseca. Direção musical: Bisdré Santos e Marcelo Marcus Fonseca. Elenco: Gabriela Morato, Marcelo Marcus Fonseca, Vinicius Arabe, Diogo Cintra, Gus Oliveira, Valcrez Siqueira, Kaena Chioratto, Elena Vago, Jade Buck, Heloisa Feliciano, Isabela Madalena, Gui Malemuco, Renato Silvestre (ator e percussão) e Bisdré Santos (Violão de 7 cordas), Xantilee Jesus (baixo acústico), Luiz Viola (piano), Yago Medeiros (percussão). Iluminação: Valcrez Siqueira e Marcelo Marcus Fonseca. Figurinos: Gabriela Morato. Produção: Gabriela Morato e Cia. Teatro do Incêndio.

 

“Levante Teatro do Incêndio – Pra Vida e Revida tem duas intenções: não aceitar a regra do jogo para a arte que não seja a do artista criador e contar com o nosso público para manter nossas atividades”, comenta Marcelo Marcus Fonseca, diretor artístico do Teatro do Incêndio. Sobre o valor dos ingressos para os espetáculos ser de R$ 80,00, o diretor justifica: “um preço razoável para o trabalho sério que o grupo desenvolve. A companhia tem 23 anos de sobrevivência. Sabemos que nosso trabalho vale até mais. Neste momento, ingressos populares só com subsídio”.

Serviço

Espetáculo: O Pornosamba e a Bossa Nova Metafísica

 

Projeto: Levante Teatro do Incêndio – Pra Vida e Revida

Datas: 14 e 15 de setembro. Sábado (às 21h) e domingo (às 20h)

Duração: 80 min. Classificação: 16 anos. Gênero: Musical surrealista sociológico. Capacidade: 99 lugares

Ingressos. R$ 80,00. Bilheteria: 2 horas antes das sessões

Antecipados: https://www.sympla.com.br/teatrodoincendio

http://www.teatrodoincendio.com/ / Twitter e Facebook: @teatrodoincendio

 

Teatro do Incêndio

Rua Treze de Maio, 48 – Bela Vista. SP/SP.

Tel: (11) 2609 3730 / 2609 8561

Levante Teatro do Incêndio – Pra Vida e Revida

Cronograma até dezembro

 

Espetáculo: O Santo Dialético

19 e 20 de outubro. Sábado (às 20h) e domingo (às 9h)

150 min (intervalo de 20). 14 anos. Drama brasileiro. R$ 80,00

 

Espetáculo: A Gente Submersa

23 e 24 de novembro. Sábado (às 20h) e domingo (às 19h)

120 min. 14 anos. Comédia dramática musical. R$ 80,00

 

Apresentações: Sol-Te

7 de dezembro. Sábado, às 15h30 e às 19h30

60 min. Livre. Contribuição voluntária.

 

Espetáculo: Rebelião – O Coro de Todos os Santos

14 e 15 de dezembro. Sábado (às 20h) e domingo (às 19h)

90 min. 14 anos. Drama apocalíptico. R$ 80,00

“Out Of Water Musical”, versão americana do premiado “Cargas D’água – Um Musical de Bolso”, estreia em Nova Iorque

O musical autoral brasileiro “Cargas D’Água”, escrito por Vitor Rocha, ganhou uma versão americana e está em cartaz em Nova Iorque. O espetáculo teve duas temporadas de sucesso no Brasil e chegou a se apresentar em cidades do interior de São Paulo e Minas Gerais e Brasília.

O espetáculo conta uma história que começa bem no meio do Brasil, só que um pouquinho para cá: no sertão mineiro. Onde um menino perde a sua venerada mãe e acaba por esquecer o seu próprio nome, pois seu padrasto, agora o único membro da família, só o chama por “moleque”. Mas tudo muda quando ele faz um amigo, nada comum, um peixe, e começa a ver toda a sua história com outros olhos. Agora ele tem uma missão: levar seu amigo para ver o mar. Uma missão que seria muito fácil se ele não tivesse inventado de contornar o país inteiro por dentro antes de sair no litoral. Em sua jornada, o moleque acaba encontrando distintos personagens que o ajudam ou atrapalham, e de alguma forma, o obrigam a enfrentar os maiores medos dos homens. Entre os personagens estão Charles e Pepita, dois artistas peculiares que ajudam o moleque a dar sentido para sua jornada e consequentemente, para sua vida e para a deles.

O responsável por levar o espetáculo aos EUA foi Edu Medaets, produtor e ator, que integra o elenco no papel do personagem “Kid”, que na versão original chamava-se “Moleque”. Para completar o time de “Out Of Water”, título em inglês, os atores Pedro Coppeti, Helora Danna e Maite Zakia, interpretam Charles e Pepita, respectivamente, e contam ainda com Rony Dutra, cover do personagem Charles. Para a escolha do elenco, foram abertas audições apenas para atores e atrizes brasileiros que residem em Nova Iorque, a equipe criativa também é formada por brasileiros. O texto, versionado por Isa Bustamanti, ganhou adaptações de piadas e expressões para o público americano e alguns novos elementos de cenário, feitos pela Set Design Juliana Suaide, ajudarão a levar um pouco mais do sertão de Minas Gerais para Nova Iorque.

O musical estreou em 2018, no Brasil, escrito por Vitor Rocha, com músicas do mesmo ao lado de Ana Paula Villar. No elenco estiveram, além de Vitor e Ana Paula, André Torquato, Gustavo Mazzei, Davi Novais e Victória Ariante. A produção rendeu o prêmio de Revelação no Prêmio Bibi Ferreira 2018 a Vitor Rocha, por texto e música do espetáculo. O espetáculo também recebeu indicações aos prêmios Reverência e Aplauso Brasil, além do Destaque Imprensa Digital.

Em Nova Iorque as apresentações acontecem no TADA! Theater, com sessões aos sábados e domingos, os ingressos estão à venda pelo site Eventbrite.

Ficha Técnica:

Cast:

Eduardo Medaets (Kid)

Helora Danna (Pepita)

Maite Zakia (Pepita)

Petro Coppeti (Charles and Kid u/s)

Ronny Dutra (Charles u/s)

Book: Vitor Rocha

Score And Lyrics: Ana Paula Villar & Vitor Rocha

Direction: Renata Soares and Ronny Dutra

Musical Direction: Ana Paula Villar

Set Design: Juliana Suaide

Costume Design: Maite Zakia

Stage Manager: Benjamin Vigil

Production Assistant: Beatriz Cavalieri

Serviço:

Location: TADA! Theater – 15 West 28th Street. New York, NY 10001. United States

Sábado às 14h e 20h e Domingo às 15h

Ingressos: $25 – $30

Vendas pelo site Eventinbrite

UniCarioca promove feira de carreiras nos dias 27 e 28 de agosto

Representantes de empresas dos mais diversos segmentos estarão nos dias 27 e 28 de agosto na UniCarioca participando da 11ª edição da UniCarreira, feira de carreiras, que tem como objetivo promover experiências atreladas às necessidades exigidas pelo mercado de trabalho. Para que os estudantes se atualizem em suas áreas profissionais e desenvolvam suas competências, serão discutidos temas inovadores, válidos tanto para a vida profissional quanto pessoal. O evento acontecerá nas unidades do Rio Comprido e do Meier, das 9h às 20h, e é aberto ao público.

Com palestras, workshops e stands de empresas, a UniCarreira é uma oportunidade para os alunos exibirem seu lado empreendedor e construírem um networking e também para as empresas divulgarem oportunidades e identificarem futuros talentos.

 

“Feiras como essa permitem que os alunos e quem deseja ingressar no mercado de trabalho identifiquem as possibilidades de crescimento pessoal e profissional e, a partir daí, direcionem o desenvolvimento de suas competências e habilidades para aquilo que o mercado está procurando. Além disso, esses eventos mostram quais os caminhos e meios existentes na atualidade para que possam encaminhar seus currículos, participar de processos de seleção e acelerar o seu desenvolvimento”, diz a gerente de RH da UniCarioca, Cristina Telles.

 

Programação Unidade Rio Comprido (Av Paulo de Frontin 568)

27/08

9h – André Nollasco (Michael Page)

Tema: O Profissional do Amanhã

 

Saulo Silos (Litro de Luz)

Tema: Carreira no setor social e importância do trabalho voluntário

 

11h – Robson Melo (Estante Mágica)

Tema: Superação e sucesso – A mágica das histórias

 

Laura Fuks (CMOV)

Tema: Design Thinking: como definir seu objetivo de carreira através dessa metodologia

 

Sandra Poltronieri (Artplan)

Tema: Competências do Profissional do Futuro

 

20h – Yan Cantuária (Fábrica de Startups)

Tema: O Futuro da Educação: como a tecnologia irá transformar o sistema educacional

 

Carolina Padilha (BrMalls)

Tema: Transformação Digital: como a BrMalls tem vivenciado esse processo

 

Atlética UniCarioca

Tema: A Atlética como experiência profissional

 

28/08

 

9h – Sérgio Santos (AO3 Estúdio de Ideias)

Tema: Carreiras sustentáveis na indústria 4.0

 

João Pedro Gomes Dias (ENACTUS)

Tema: Empreendedorismo social x assistencialismo

 

11h – Aline Soares (Grupo Seres)

Tema: Protagonismo na Carreira – Qual é o seu propósito?

 

Workshop

Thalita Laura (BrMalls)

Tema: Felicidade: Vantagem competitiva no trabalho e na vida

 

Edson Vida (Coach e palestrante)

Tema: Vida e Carreira

 

20h – Cristine Sol e Elaine Xavier (IBM)

Tema: Dicas para Processos Seletivos com a IBM

 

Michelle Brandt (Doutora em Saúde Mental)

Tema: Entrevista de emprego – estratégias no controle da ansiedade

 

Eduardo Matta (RPM Comunicação)

Tema: Como aumentar o poder de influência através de técnicas de oratória e argumentação?

 

Programação Unidade Méier (Avenida Venceslau 192)

27/08

 

09h – Rafael Ignácio (Ambev)

Tema: Engajamento, saúde e bem-estar nas organizações

 

Carina Rodriguez (Michelin)

Tema: Que tipo de empresa combina com você?

Alinhamento de valores empresa x empregado

 

Edson Vida (Coach e palestrante)

Tema: Vida e Carreira

 

11h – Cristine Sol e Elaine Xavier (IBM)

Tema: Dicas para processos seletivos com a IBM

 

Luiz Antonio (DLM Etiquetas)

Tema: O Jogo dos 7 Erros. Como erros de gestão definem a trajetória de uma pequena empresa.

 

Workshop

Diego Cidade (Academia do Universitário)

Tema: Como montar uma startup

 

 

20h – Rafael Ignácio (Ambev)

Tema: Engajamento, saúde e bem estar nas organizações

 

Alessandra Nogueira (Subsea7)

Tema: Como construir e impulsionar sua marca pessoal

 

Michelle Brandt (Doutora em Saúde Mental)

Tema: Entrevista de Emprego – Estratégias cognitivas e técnicas de relaxamento no controle da ansiedade

 

28/08

9h – Marcia Vital (Rock in Rio)

Tema: Como ser feliz com o que escolheu de profissão?

 

Bruno Chamma (Kindle)

Tema: Do Estágio ao Empreendedorismo

 

11h – Silvana Andrade (Parangolé do saber)

Tema: De que maneira a diversidade afeta a sua carreira?

 

Laura Fuks (CMOV)

Tema: Design Thinking: como definir seu objetivo de carreira através dessa metodologia

 

Breno Paquelet (Autor, professor e palestrante)

Tema: Palestra sobre o livro “Pare de ganhar mal”

 

20h – Ian Lucatelli Cavalcante (Reserva)

Tema: Quem não cria não se cria: Criatividade como ferramenta de sobrevivência

 

Patrícia Ladeira (Membro do Google for Education e Facebook Partners)

Tema: Empreendedorismo Digital – as novas profissões

 

Atlética UniCarioca

Tema: A Atlética como experiência profissional

Banda alemã Aggregat faz primeiro show na Audio Rebel

O grupo Aggregat chega ao Rio de Janeiro, direto da Alemanha, com uma turnê de quatro shows pela cidade. No dia 23/08 (sexta-feira), o trio é atração da Audio Rebel, em Botafogo, a partir das 20h.

 

Três sintetizadores analógicos com um sequenciador, um sintetizador acionando um conjunto de baterias e um violoncelo colocado em um monte de efeitos e filtros: isso é Aggregat. Os três músicos tocam um conjunto que é ríspido e macio, saltitante e estridente, na maior parte volumoso e às vezes frágil.

 

Em sua discografia, trazem os singles “Safeland” e “Broken Comforts”.  Ativos desde 2015, em 2019, os músicos lançam o álbum de estreia. A banda é formada por Andrè Wittmann (sintetizadores, voz), Daniel Sorour (cello, eletrônicos) e Matho Thomsen (bateria, caixa de ritmos).

 

Ouça Aggregat: https://aggregat.bandcamp.com

 

Além da Rebel, Aggregat se apresenta no Museu do Amanhã (17/08), Cidade das Artes (17/08) e faz um show surpresa com a Camerata Laranjeiras (24/08) em local a ser divulgado nas redes sociais da banda. A Audio Rebel é a casa da música experimental carioca. Localizado à Rua Visconde de Silva, 55, o espaço oferece também loja de discos e estúdios de gravações e ensaios.

 

Serviço

Aggregat

Data: 23/08/2019 (sexta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Espetáculo RI[T]OS mostra o combate do corpo colonizado consigo mesmo

Com estreia no dia 22 de agosto (quinta-feira) e apresentações dias nos 23 e 24; e de 29 a 31 de agosto, a Taanteatro Companhia traz ao público a performance coletiva RI[T]OS, na Oficina Cultural Oswald De Andrade. Nas quintas e sextas, as apresentações serão às 20h; aos sábados, serão às 18h. Os ingressos são gratuitos.

O disparador dessa obra teatro-coreográfica são os “rios invisíveis” de São Paulo; a transformação de uma riquíssima e abundante bacia hidrográfica ameríndia num sistema de canais de esgoto. Partindo dessa metáfora real do urbanismo predatório, RI[T]OS explora potenciais de transfiguração do corpo organizado por valores, lógicas e práticas de colonização.

Composto por solos e coreografias coletivas, RI[T]OS é o trabalho de conclusão do NUTAAN 2019 – Núcleo Taanteatro: Formação, Pesquisa e Criação. No decorrer de cinco meses, nove performers investigaram processos de criação em coreografia a partir de três eixos da dinâmica Taanteatro: levantamento da mitologia (trans)pessoal, (des)construcão de performance e  rito do xamã.

O NUTAAN 2019 e RI[T]OS fazem parte do projeto [des]colonizações da Taanteatro Companhia, que investiga a aplicação de estudos pós-coloniais na criação teatro-coreográfica.

[des]colonizações foi contemplado pela 25ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

FICHA TÉCNICA
Dança/Performance: Janina Arnaud, Gustavo Braunstein, Florido, Vanessa Moraes, Alice Vasconcelos, Adriele Gehring, Pietro Morgado, Adélia Wellington, Sol Whitaker.
Coordenação: Wolfgang Pannek, Mônica Cristina Bernardes
Assistentes de coordenação Isa Gouvêa, Jorge Ndlozy
Supervisão: Maura Baiocchi

SERVIÇO:
O que: Espetáculo “RI[T]OS” – Taanteatro Companhia
Quando: De 22 a 24 de agosto e de 29 a 31 de agosto; quintas e sextas, às 20h; sábados, às 18h.
Onde: na Oficina Cultural Oswald De Andrade, à Rua Três Rios, 363, Bom Retiro, São Paulo, SP.
Quanto: Espetáculo gratuito
Duração: 50 minutos
Classificação etária: 12 anos
Capacidade de público: 30 lugares – A distribuição dos ingressos é feita com uma hora de antecedência.

Informações: Tel: (11) 3222-2662

 

Shell Open Air em SP

Está chegando a hora de São Paulo ter mais um contato com o cinema que te leva além. Com uma seleção especial de clássicos e sucessos de bilheteria, shows e um espaço gastronômico, a super tela de 325m² do Shell Open Air, do tamanho de uma quadra de tênis, volta a São Paulo. Entre os dias 11 e 29 de setembro, o Jockey Club abrigará o maior cinema ao ar livre do mundo, exibindo filmes premiados, clássicos modernos e produções infantis. Com patrocínio da Shell, marca licenciada pela Raízen, o evento é realizado pela D+3 Produções. A venda dos ingressos terá início no dia 24 de agosto e estarão disponíveis pelo site www.openairbrasil.com.br,  com valores a partir de R$25.

Para a noite de estreia, dia 11 de setembro, com distribuição de ingressos nas redes sociais do evento, o Shell Open Air apresenta um sucesso de 2013 que fala sobre a paixão pela velocidade: “Rush – No Limite da Emoção”. Entre as produções recentes, estão os premiados “Green Book: O Guia”, “Infiltrado na Klan” e “Nasce uma Estrela”, sucesso com Bradley Cooper e Lady Gaga. “Rocketman”, filme musical biográfico baseado na vida de Elton John, e “Dor e Glória”, do diretor Pedro Almodóvar, também estarão na programação do evento, que traz ainda a maior bilheteria da história do cinema “Vingadores: Ultimato”.

Os tempos da brilhantina poderão ser conferidos com o inesquecível “Grease”. Em um resgate aos clássicos, o Shell Open Air comemora os 20 anos do lançamento de “Matrix” e “Um Lugar Chamado Notting Hill” e os 25 anos da estreia de “Priscilla, A Rainha do Deserto”. Os fãs de suspense e terror também tem lugar garantido, com as exibições de “Nós” e “Cemitério Maldito”.

Para os fãs de animação haverá exibição de “Toy Story 4”, em uma nova aventura de Woody e Buzz Lightyear. A garotada poderá curtir ainda “Turma da Mônica – Laços”, live-action nacional que bateu a marca de R$15,2 milhões nas bilheterias. Para fechar a edição 2019, o filme “ET – O Extraterrestre”, para que a família curta junto o clássico de Steven Spielberg que marcou uma geração.

Pelo terceiro ano consecutivo o Shell Open Air alia cinema, música, gastronomia e inovação e reforça o posicionamento da marca Shell – a Humanologia – que busca proporcionar experiências prazerosas e descomplicadas em todas as etapas da jornada do consumidor, seja no posto de combustível ou na hora da diversão com os amigos e a família, para que saiam destes momentos melhores do que entraram.

“O Shell Open Air já faz parte do calendário de eventos de São Paulo, sempre com atrações muito aguardadas pelo público. O sucesso estrondoso do evento é resultado das experiências únicas de entretenimento e gastronomia aliadas a uma tecnologia inovadora de som, luz e imagem”, celebra Marcelo Couto, diretor de Marketing da Raízen, que licencia a marca Shell no Brasil. “Mais uma vez, convidamos o público a vivenciar este espaço conosco, – em um momento prazeroso e inesquecível como os que sempre buscamos proporcionar aos nossos clientes”.

Ao longo de três semanas, sempre de quarta a domingo, o Shell Open Air combinará cinema, tecnologia, conforto e entretenimento. Além da telona, que vem da Suíça em quatro contêineres e pesa 70 toneladas, a projeção digital conta também com um sistema de som que envolve a plateia em uma experiência única. “Chegar ao Jockey Club, em um evento muito agradável e tranquilo, para assistir a um grande filme naquela tela enorme é uma experiência audiovisual inesquecível!”, explica Renato Byington, sócio-diretor da D+3 Produções.

Atrações especiais

Nesta edição, o público também poderá curtir apresentações musicais de grandes nomes da música, entre eles Los Sebosos Postiços tocando Bob Marley & The Wailers e Academia da Berlinda. O DJ Tamenpi é o responsável por agitar a pista. Aos sábados, o evento vira um programão para a família, com direito à recreação infantil para aquecer a criançada antes da exibição dos filmes dedicados a eles. O Espaço Gourmet contará com diversas opções de gastronomia para o público curtir o evento do início ao fim. E a pipoca, claro, é sempre por conta da casa!

O Shell Open Air acontece através da Lei de Incentivo à Cultura, conta com patrocínio master da marca Shell e copatrocínio das marcas ComGás, Get Net, Hoteis.com e Telecine, além do apoio das marcas Yoki, Semp TCL, Estácio, Petra Gold, Claro, Mercure e Jockey Club de São Paulo. O evento é realizado pela D+3 Produções, Ministério da Cidadania, Secretaria Especial da Cultura e Governo Federal.

PROGRAMAÇÃO

11 de setembro (Ingressos gratuitos com sorteio nas redes sociais do evento)

Filme: Rush – No limite da emoção (20h)

Atração: DJ Tamenpi (22h)

 

12 de setembro

Filme: Rocketman (20h)

Atração: DJ Tamenpi (22h)

13 de setembro

Filme: Infiltrado na Klan (20h)

Atração: Academia da Berlinda (22h)

14 de setembro

Atração: Recreação infantil (16h)

Filme: Aladdin (18h)

Filme: Matrix (22h)

15 de setembro

Filme: Capitã Marvel (18h)

18 de setembro

Filme: Dor e Glória (20h)

Filme: Nós (0h)

19 de setembro

Filme: Priscila, a Rainha do Deserto (20h)

Atração: DJ (22h)

 

20 de setembro

Filme: Nasce Uma Estrela (20h)

Atração: Dj Tamenpi (22h)

21 de setembro

Atração: Recreação infantil (16h)

Filme: Turma da Mônica Laços (18h)

Filme: Um Lugar Chamado Notting Hill (22h30)

22 de setembro

Filme: Vingadores: Ultimato (18h)

25 de setembro

Filme: Bacurau (20h)

Filme: Cemitério Maldito (00h)

26 de setembro

Filme: Grease – Nos Tempos da Brilhantina (20h)

Atração: DJ Tamenpi (22h)

27 de setembro

Filme: Green Book: O Guia (20h)

Atração: Los Sebosos Postizos toca Bob Marley & The Wailers (22h)

28 de setembro

Atração: Recreação infantil (16h)

Filme: Toy Story 4 (18h)

Filme: South Park: Maior, Melhor e Sem Cortes (22h30)

29 de setembro

Filme: E.T. – O Extraterrestre (18h)

 

 

SERVIÇO

Data: 11 a 29 de setembro – de quarta a domingo

Local: Jockey Club de São Paulo – Rua Dr. José Augusto de Queiroz, Portão 1 – Cidade Jardim, São Paulo, Brasil

Telefone: (11) 2161-8300

Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)

Vendas no site openairbrasil.com.br , pontos de vendas e bilheteria do evento.

Capacidade de público do evento: 1.300 pessoas

Classificação etária das sessões de cinema: 16 anos. Menores de 16 anos só entram acompanhados dos pais ou responsável legal.

Classificação etária dos shows: 18 anos

Evento parcialmente coberto. Assentos da plateia do cinema não possuem cobertura.

Estacionamento terceirizado. Sujeito à lotação.

Se for beber, não dirija.

O Shell Open Air acontece mesmo em caso de chuva. Palco, ativações, banheiros e espaço gourmet funcionam em área coberta, enquanto a arquibancada e a Super Tela ficam ao ar livre. Se necessário, capas de chuva serão distribuídas gratuitamente antes do filme.

Sobre a Raízen

A Raízen é uma empresa integrada de energia que atua em todas as etapas do processo, desde o cultivo da cana, com a produção de açúcar, etanol e bioenergia, até a comercialização, logística e distribuição de combustíveis, tão essenciais no dia a dia das pessoas e dos negócios.

Conta com um time de cerca de 29 mil funcionários, que trabalha todos os dias para crescer junto com a companhia e gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir do bagaço da cana.

No Brasil, é líder na produção de açúcar, etanol e bioenergia – com 860 mil hectares de áreas agrícolas cultivadas – e uma das maiores no setor de combustíveis, com mais de 6.400 postos da marca Shell – além de cerca de 950 lojas de conveniência Shell Select. Destaca-se como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no país, com R$ 86,2 bilhões na safra 17/18.

São 26 unidades de produção de açúcar, etanol e bioenergia + planta de etanol 2G que produzem cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano e 4,2 milhões de toneladas de açúcar. E conta também com uma capacidade instalada para produzir 1GW de energia elétrica a partir do bagaço da cana, com capacidade instalada de 3,9 TW/ano.

Comercializa a cada ano aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo, operando em todas as regiões do país por meio de 68 bases de abastecimento em aeroportos e 68 terminais de distribuição de combustível.

Criada há mais de 15 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

Na Argentina, onde começou a atuar em 2018 com a compra dos ativos de downstream da Shell, a Raízen comercializa aproximadamente 6 bilhões de litros de combustíveis por ano, incluindo uma rede com 665 postos Shell, uma refinaria, uma planta de lubrificantes, três terminais terrestres, duas bases de abastecimento em aeroportos e ativos de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo).

Sobre a D+3 Produções

A D+3 Produções cria e realiza grandes eventos de cultura, entretenimento e comunicação de marca há mais de 20 anos. Desde 1996, realizou projetos como Shell Open Air, BRaJAZZ, Pepsi Twist Land, Rider Weekends, Veste Rio, Telefônica Sonidos, Claro Q é Rock!, Cinema Inflável e Choro na Gamboa, além de ter assinado produções em Portugal, na Espanha, França, Argentina e Chile.  dmaistres.com.br / facebook.com/dmaistres

 

Para mais informações:

 

Assessoria de Comunicação – MNiemeyer:

Leandro Gomes / leandro@mniemeyer.com.br

(21) 2178-2112 / 99628-7718

Adriano Meirelles / adriano@mniemeyer.com.br

(21) 2178-2104 / 99159-7557

Andrea Pessoa / andrea@mniemeyer.com.br

(21) 2178-2101 / 99155-1222

Abacaxepa e Lamparina e A Primavera fazem show no Rio

O Galpão Ladeira das Artes será palco de um encontro de expoentes da cena independente de três estados do sudeste: os paulistanos da Abacaxepa dividem o palco com os mineiros do Lamparina e A Primavera, que por sua vez recebem os cariocas da banda Biltre como convidados especiais. A noite de 25/08 (domingo) terá ainda discotecagem de Bruno Eppinghaus (OCerco) e Dudu Jardim (MangoLab), com início às 18h.

 

Tendo se apresentado no festival MECA Inhotim e com show marcado para o Rock The Mountain, Lamparina e A Primavera leva aos palcos uma performance explosiva e dançante. O grupo mistura o intenso toque dos tambores, composições de forte identidade e arranjos bem trabalhados revelam o encontro do maracatu, ciranda e manguebeat com o rock, o pop e a psicodelia. A banda paulistana recebe como convidados especiais os músicos da BIltre, cuja sonoridade abrange ritmos regionais brasileiros com vertentes modernas do pop, em letras cheias de humor.

 

Com um pegada teatral e valorização da cultura brasileira, Abacaxepa aborda em suas canções a desconstrução da normatividade comportamental e estética. A música também converge com fortes referências tropicalistas. A banda tem feito show pelo Brasil todo com artistas como Francisco El Hombre, Samuca e A Selva e Trupe Chá de Boldo.

 

Entre as apresentações, os DJ sets mantêm a pista aquecida. Os ingressos já estão no segundo lote e estão à venda na plataforma Sympla: http://bit.ly/2yMzbHh

 

O Galpão Ladeira das Artes é um verdadeiro centro de ideias, movimentos artísticos e culturais, onde a experimentação e a criatividade são base para todas as atividades. O espaço fica localizado na Rua Conselheiro Lampreia, 225, no Cosme Velho, na Zona Sul do Rio.

 

Serviço

Abacaxepa + Lamparina e A Primavera (part. Biltre)

Data: 25/08/2019 (domingo)

Horário: de 18h a 23h

Local: Galpão Ladeira das Artes

Endereço: Rua Conselheiro Lampreia, 225 – Cosme Velho – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 15 (primeiro lote pré – ESGOTADO); R$ 20 (antecipado promocional); R$ 25 (porta)

Compra online: http://bit.ly/2yMzbHh

Evento: https://www.facebook.com/events/2317755341824302

 

Viva João Gilberto!: Tributo ao João Gilberto

O produtor cultural João Luiz Azevedo orgulhosamente apresenta o show musical VIVA JOÃO GILBERTO!: TRIBUTO AO JOÃO GILBERTO com o grupo RIO BOSSA GROOVE formado por Gustavo Martins (violão e voz), Heitor Pitombo (baixo e voz), Cleto Paiva (bateria) e Marcello Guimarães (piano), na Sala Municipal Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360) em única apresentação, no dia 16 de agosto/2019, sexta feira, as 18h, com ingressos ao preço de R$ 40,00 /  R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos).

 

 

Nesse show, o RIO BOSSA GROOVE, não só resgatará alguns dos maiores clássicos gravados por João Gilberto, como também trará, na íntegra, o track list do LP Chega de Saudade. São eles:  

“Chega de Saudade” (Antônio Carlos Jobim / Vinicius de Moraes), “Lobo Bobo” (Carlos Lyra / Ronaldo Bôscoli), “Brigas, Nunca Mais” (Antônio Carlos Jobim / Vinicius de Moraes), “Hô-bá-lá-lá” (  João Gilberto), “Saudade Fez um Samba” (Carlos Lyra / Ronaldo Bôscoli), “Maria Ninguém” (Carlos Lyra), “Desafinado” (Newton Mendonça / Antonio Carlos Jobim), “Rosa Morena” (Dorival Caymmi),  “Morena Boca de Ouro” (Ary Barroso), “Bim Bom”   (João Gilberto), “Aos Pés da Cruz” (Marino Pinto / Zé da Zilda) e  “É Luxo Só” (Ary Barroso / Luiz Peixoto) …  Garantia de sucesso!

 

 

Foi em 1959 que o violão e a voz de João Gilberto ganharam pela primeira vez os sulcos de um LP solo. Depois do lançamento, no ano anterior, do antológico 78 rotações com as canções “Chega de Saudade” e “Bim Bom”,  o LP Chega de Saudade consolidou a força do movimento que viria a ser chamado posteriormente de Bossa Nova e o talento do intérprete, que serviu de referência para 10 entre 10 nomes de nossa música surgidos não só pouco depois como nas décadas seguintes.

 

Tamanho legado continua merecendo todas as reverências, ainda mais depois que João deixou este plano de existência no último dia 6 de julho, rumo à eternidade.

 

 

Criado em 2015, o RIO BOSSA GROOVE é formado pelos músicos Gustavo Martins (violão e voz), Heitor Pitombo (baixo e voz), Cleto Paiva (bateria) e Marcello Guimarães (piano).

Seu som tem o groove e o balanço típicos da nossa música, a riqueza e a sofisticação da bossa nova e de toda a música popular que veio na esteira desse movimento, além do mais puro espírito carioca para embalar com gosto o pacote. Em seus pouco mais de três anos de vida, o RBG vem fazendo shows pela cidade com bastante freqüência, com destaque para os inúmeros tributos a astros como Chico Buarque, Gonzaguinha, João Bosco, Dorival Caymmi, Elis Regina, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tom Jobim, entre outros. Nessas apresentações, sempre concorridas, o grupo tem pinçado pérolas desses artistas, entre sucessos e canções improváveis, que só fazem engordar o seu imenso repertório. Há um ano, o RIO BOSSA GROOVE toca semanalmente, todos os sábados, no templo carioca da Bossa Nova, o Beco das Garrafas.

 

TRIBUTO AO JOÃO GILBERTO

Com o grupo Rio Bossa Groove formado pelos músicos Gustavo Martins (violão e voz), Heitor Pitombo (baixo e voz), Cleto Paiva (bateria) e Marcello Guimarães (piano).

 

Produção, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo

 

Sala Municipal Baden Powell

Av. Nossa Senhora de Copacabana 360

 

Dia 16 de Agosto/2019.

Sexta Feira 18h

Preço dos Ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e maiores que 60 anos)

 

Livre para todas as idades

Duração: 60 minutos.

Brinquedo Assassino 3 – Eu Fui!

“Brinquedo Assassino” marcou época e gerações entre os anos 1980 / 1990. Chucky está de volta para deixar sua marca registrada nos tempos atuais também. Mais high-tech e sanguinário que nunca, o novo boneco não é mais apenas um simples brinquedo. É multifuncional, caprichado nas tarefas e nas tecnologias. Quer dizer, matar inocentes não é mais a única atividade de Chucky =O

O filme foi lançado pela primeira vez em 1989 e então se tornou um clássico. A trama do serial killer que possuiu um boneco fazendo o brinquedo se tornar um assassino voraz foi um sucesso e ganhou posteriormente mais duas versões. A que estreará em 22 de agosto é a quarta e traz Chucky e suas particularidades. A vítima da vez é Andy (Gabriel Bateman), que ganha de sua mãe o presente de aniversário. O boneco logo se apega ao garoto e mostra toda sua “personalidade” obsessiva e possessiva, passando a eliminar todos os que o desagradam.

Falando sobre a parte positiva do longa, o desempenho de Gabriel, de 14 anos, é bem competente. “Brinquedo Assassino” estreia sua nova versão em uma época em que estamos vivendo um momento de saudosismo em relação aos anos 1990, o que pode influir positivamente em sua bilheteria. Para os amantes dos filmes de terror é imperdível e renderá boas risadas com as partes sangrentas e, consequentemente, toscas, que não podem faltar nos longas desse estilo.

P.S: Agradeço à Imagem Filmes pelo convite!

 

Exposição Nossos Naïfs Brasileiros na Galeria Evandro Carneiro Arte, na Gávea

Galeria Evandro Carneiro Arte, na Gávea, apresenta de 17 de agosto a 14 de setembro a Exposição Nossos Naïfs Brasileiros. A mostra conta com 40 telas, de artistas diversos. Em destaque na exposição encontram-se as obras O parque, de JMS (Júlio Martins da Silva); Mocinha lendo Carolina, de Elza de Oliveira Souza; A sanfoneira, de Miranda, entre outros. As peças pertenciam à coleção de Lucien Finkelstein e estão à venda.

Descobrir a ingenuidade, a simplicidade, a franqueza, a liberdade, o colorido todo especial, tropical, quente, sedutor, tal qual a alegria de viver do povo brasileiro, é encontrar a essência da pintura de nossos naïfs.

Esses artistas, dotados de um senso plástico natural, não aceitam ser rotulados, não se prendem a regras ou modismos e nem se deixam influenciar pelas tendências do momento.

Eles nos mostram, através de suas pinceladas diretas e objetivas e suas técnicas intuitivas ou até mesmo criadas por eles próprios, os mais variados temas, tais como: festas populares, religiosidade, mitos, lendas, brincadeiras e folguedos de crianças, a vida no campo e na cidade, o imaginário, a fauna e a flora de nosso país, o cotidiano em que vivem, narram nossa história, mostram a diversidade cultural e nossas belezas naturais, mas também podem fazer críticas sociais, defender a salvaguarda da natureza e a preservação do meio-ambiente, através de suas ingênuas pinceladas.

O Brasil é um dos cinco grandes da arte naïf no mundo, junto a França, Haiti, ex-Iugoslávia e Itália. Aqui encontramos uma quantidade imensa de artistas e constata-se que a cada dia que passa esse numero cresce, felizmente!

Além de pintar em telas, vidros, eucatex, madeiras, casca de arvores, tecidos, peles de animais, os naïfs podem também se expressar através de bordados, cerâmicas, esculturas, xilogravuras, etc., fazendo seus recursos inesgotáveis.

Apesar de não seguirem regras, escolas e tampouco tendências, é curioso ressaltar semelhanças que podem surgir entre pinturas e também técnicas usadas por artistas de cantos inteiramente diversos do mundo. Assim, como explicar tais coincidências, a não ser através do conceito do inconsciente coletivo criado pelo psiquiatra suiço Jung?

Diz-se que a arte naïf aparece nos primórdios da humanidade, que nossos ancestrais, podem ter sido os primeiros pintores naïfs. Pois através da pintura rupestre, nas paredes de suas cavernas, eternizaram seus rastros, partes do seu cotidiano, suas caças, se comunicando e inventando uma linguagem para se expressar e deixar registrada.

“Douanier” Rousseau foi o expoente da arte naïf moderna. Dele surgiram, no final do século XIX e início do XX, as mais belas e exóticas florestas, vegetações e animais, que para assombro dos grandes mestres da época, ele dizia os encontrar logo ali, num jardim perto de onde morava. Foi com a sua pintura única, simples, direta e imaginária que encantou os mais famosos. Num jantar na casa de Picasso, declarou ao mestre: “Você e eu, somos os mais importantes artistas de nosso tempo, você no estilo egípcio e eu no estilo moderno.”

Os naïfs brasileiros são os mais autênticos e verdadeiros porta-bandeiras da pintura brasileira.

Deleitem seus olhos e aqueçam seus corações com as pinceladas da exposição Nossos Naïfs Brasileiros na Galeria Evandro Carneiro Arte.

Jacqueline A Finkelstein

Julho de 2019

Serviço: Exposição Nossos Naïfs Brasileiros
Galeria Evandro Carneiro Arte: Rua Marquês de São Vicente, 124 (Shopping Gávea Trade Center). Salas 108 e 109.
De 17 de agosto a 14 de setembro.
Visitação: de segunda a sábado, das 10h às 19h.
Telefone: (21) 2227.6894
Estacionamento no local.
Site: http://www.evandrocarneiroarte.com.br/
Instagram: @galeriaevandrocarneiro

Novos olhares (e mais talentos) sobre a arte

Valorizar novos talentos e a arte contemporânea. Essa é a proposta da 7ª edição do Salão de Artes Visuais promovido pela Aliança Francesa Niterói (AFN) e o Instituto Cultural Germânico (ICG).  Artistas selecionados de Niterói, Rio de Janeiro e São Paulo irão expor suas obras durante o vernissage, que acontece dia 15 de agosto de 2019, às 19h, na ICG. A exposição poderá ser vista a partir do dia 16, simultaneamente, nas galerias da AFN e do ICG, com entrada franca.

Foram 15 artistas selecionados entre os 49 inscritos, que apresentaram trabalhos em diversas linguagens, como pinturas, gravuras, fotografias, desenhos e esculturas. Entre os critérios avaliados pela comissão – que incluiu a diretora da AFN, Julie Mailhé, o diretor do ICG, Ricardo Freitas, e o diretor do Museu de Arte Contemporânea (MAC), Marcelo Velloso – destacavam-se originalidade e composição. Os dois vencedores do Salão serão anunciados no vernissage e premiados com uma exposição individual em 2020, um na AFN e outro, no ICG.

“Estamos felizes em apoiar novos artistas que participam do salão anualmente, enriquecendo nossa cidade com belos trabalhos. As inscrições têm aumentado a cada edição, com participação a nível nacional. Um sucesso”, diz o diretor do  ICG, Ricardo Freitas. A diretora da AFN destaca que uma das missões da rede é promover artistas brasileiros. “Para nós esse projeto também mostra a importância de trabalhar em parceria franco-alemã com nossos amigos do Instituto Cultural Germânico”, completa Julie.

Um dos artistas selecionados é o pintor, escultor e artista plástico niteroiense Rodrigo Pedrosa, que produziu a escultura em tamanho real de Zumbi dos Palmares, na praça do Gragoatá, em Niterói. No Salão de Artes ele apresentará seu trabalho “Deslocamentos”, que busca um olhar reflexivo e amplo do observador. Já o fotógrafo Junior Franco, do Rio, irá expor o ensaio “Cognição”. “Temos que desmistificar o conceito do sagrado nas obras de arte. E mostrar que há, hoje, problematizações muito mais pungentes, como a desigualdade social, o preconceito racial, a deterioração da saúde na busca pelo corpo ideal, etc. Meu questionamento é uma forma contemporânea de repensar essas obras”, pontua Franco.

Outros destaques são as paulistanas Heloisa Pajtak e Ana Paula Soares. Para Heloisa, que é bacharel em Artes Visuais, os trabalhos da série Rituais Familiares, que poderão ser vistos na exposição, discutem a relação entre memória familiar e fotografia.  Já a jornalista Ana Paula Soares, que mora em Niterói há 10 anos, passou a atuar também como artista visual em 2016 por sua paixão pelo crochê. Ela utiliza  técnica mista de crochê, acrílica, spray, esmalte, vidro, madeira, ferro e outros materiais reaproveitados.

“Quero que o crochê seja admirado como arte, o fazer com as mãos tão genuíno quanto uma linda pintura e desenho. O entrelaçar de uma linha reta, que se transforma em incontáveis formas, mandalas… Crochê é possibilidade, é astúcia, é criatividade, é elo e laço. É arte”, comenta Ana.

Também estarão expostos os trabalhos do designer e artista visual venezuelano Victor Marin, que tem mais de 15 anos de experiência na área de artes plásticas. Ele mora atualmente no Rio e já participou de exposições na Venezuela, Chile e Estados Unidos.  Já o artista Rudi Sgarbi, que utiliza as mais diversas referências para fazer arte, apostou nas técnicas de recorte eletrônico em acrílico em sua obra “Mona Lisa” Optical Art, e pregos de aço e linhas trançadas sobre MDF no trabalho”Venus” Point & Line.

Os visitantes também poderão conhecer obras de Daniel Marques, Dimitrius Borja, Eduardo Baltazar, Isbel Dias, Ludmila Kaehler, Luiza Dideco, Núbia Borges, Paula Paes Leme e Téo Senna.

Serviço: O 7° Salão de Artes Visuais terá vernissage no dia 15 de agosto, às 19h, no Instituto Cultural Germânico, e poderá ser visitado de 16 de agosto a 14 de setembro nas duas instituições.

Aliança Francesa Niterói: de segunda a sexta-feira, das 9h às 20h30, e aos sábados, das 9h às 12h (Rua Lopes Trovão, 52 – Icaraí / 2610-3966).
Instituto Cultural Germânico: de segunda a sexta-feira, das 15h às 20h, e aos sábados das 9h às 15h (Av. Sete de Setembro, 131 – Icaraí / 2714-0879).
Entrada: franca | Classificação: livre

Museu do Açude apresenta Exposição Scorzelli Megabichos

O Museu do Açude apresenta a partir de 18 de agosto a exposição Scorzelli Megabichos do designer e artista plástico Marcos Scorzelli. A mostra exibirá cerca de 20 instalações inéditas em chapas de aço que ficarão expostas ao ar livre, nos jardins do Museu.

 A exposição apresenta girafas com 3,5m de altura e família de elefantes. Polvos gigantes estarão instalados no espelho d’água, além dos outros bichos que estarão em exibição no espaço. A mostra também tem o objetivo de estimular o lúdico nas crianças de todas as idades, elas poderão fazer sua própria obra de arte, reproduzindo um megabicho em papelão corrugado. Com poucas dobras e movimentos simples a criança poderá criar animais coloridos e muito curiosos. O Museu do Açude fica localizado na maior floresta urbana do mundo.

 

 

Scorzelli Megabichos                                                                  

 “A dualidade rigor geométrico X humor dominou a produção do arquiteto e artista plástico Roberto Scorzelli (1938-2012). Dentre as temáticas habitualmente exploradas por ele sobressaem os bichos, a funcionarem como um veio condutor para o exercício das pesquisas formais relativas àquelas facetas. Assim, sua obra ficou marcada por décadas de desenhos de animais que culminaram no álbum de gravuras Bestiário, lançado em 1976. No entanto, outra vertente de trabalho relacionada ao mundo animal havia ficado oculta como um segredo bom de família… Até recentemente, quando seu filho, o designer Marcos Scorzelli, assumiu aquele projeto de forma autoral, mudando o curso dessa história.

 Uma história que começou com o pai moldando bichos em papel para a diversão das crianças; avançou através dos anos com a parceria de pai e filho no escritório de arquitetura, quando aproveitavam brechas no trabalho para criarem cada vez mais bichos, sem recorte ou perda de papel, a partir somente do círculo, quadrado ou retângulo; caminhou como um desafio para Marcos, após a morte de Roberto Scorzelli, para encontrar a forma de tirar os bichos da bidimensionalidade e viabilizá-los como esculturas. Nesse percurso, alguns materiais como acrílico ou ouro foram experimentados até que chapas de aço carbono se revelassem o veículo ideal.

 Ressignificados agora por Marcos, os bichos finalmente tomaram corpo. A forma tridimensional no espaço é alcançada simplesmente pelo vinco e corte da chapa.  Soldas e aparas são definitivamente proibidas! Depois, as cores vibrantes concorrem para personalizá-los. Marcos brinca ainda com as dimensões, criando desde miniaturas a Megabichos. Permanecem, no entanto, aqueles mesmos sentidos norteadores – o rigor geométrico e o humor – que estavam na origem dos bichos. Seus animais são ao mesmo tempo a continuidade do sentido lúdico e a problematização da geometria. Nesse sentido, adequam-se ao desenvolvimento de um viés educativo, explorado agora nessa exposição. A aparente simplicidade da transformação de uma forma geométrica plana em um volume espacial complexo, travestido de figuras de bichos coloridos, dinâmicos e cheios de personalidade, vai certamente encantar os jovens. Estes e também o público em geral vão usufruir deste zoo de aço em um ambiente no qual os Megabichos parecem estar “em casa”: a floresta ajardinada do Museu do Açude”.

                                        Anna Paola Baptista, curadora do Museu do Açude.

*Todas as instalações e os múltiplos das obras de arte estarão à venda.

Sobre o artista:

Marcos Scorzelli é carioca, formado em design pela PUC Rio e começou a carreira inovando em projetos de arquitetura como designer de interiores corporativo e de cenografia. Com seu pai criou a Scorzelli Arquitetura e Design em 1993 e ao longo de 23 anos receberam vários prêmios por projetos corporativos desenvolvidos para grandes empresas. Fotógrafo amador é apaixonado pelo Rio. Desenvolveu sua linguagem vivenciando a natureza e explorando todos os cantos de sua cidade.

Das mãos de seu pai, o artista plástico e arquiteto Roberto Scorzelli (1938/2012), surgiram os primeiros bichos feitos por ocasião do nascimento da filha Isabella. Quando crianças os dois filhos do artista brincavam com os bichinhos em papel que ficavam espalhados pela casa do Joá. Somente em 1998 Marcos redescobriu as esculturas dos bichos em papel dentro de um envelope na gaveta de seu pai. Ao longo dos anos, passavam o tempo conversando, imaginando e desenvolvendo outros tantos bichos.

Marcos finalmente os tirou do papel para o aço, utilizando sua experiência com geometria e computação gráfica. A ideia era transformá-los em esculturas. O fundamental era não perder o conceito, não haver perda de material, sem solda ou recortes. A partir de formas geométricas simples com alguns cortes, vincos e movimentos precisos chega-se a uma forma tridimensional, curiosa e vibrante.

Sobre o Museu do Açude:

O Museu do Açude, integrante dos Museus Castro Maya, é uma antiga propriedade transformada em museu, localizada no Alto da Boa Vista.

O casarão de 1913 no Alto da Boa Vista com ampla área verde, relíquias e estrutura da época são os pontos altos desse museu. A antiga casa do mecenas Raymundo Ottoni de Castro Maya, um parisiense amante das artes que viveu no Rio até os 74 anos, abriga um dos museus mais bonitos da cidade. Possui amplos jardins, trilhas, esculturas, fontes e piscinas.

Há também o Circuito de Arte Contemporânea, um circuito museológico ao ar livre, com as obras dos artistas contemporâneos Anna Maria Maiolino, Eduardo Coimbra, Helio Oiticica, Iole de Freitas, Lygia Pape, Nuno Ramos, Piotr Uklanski, Angelo Venosa, José Resende e Waltercio Caldas, tornando-se assim a maior galeria de arte contemporânea ao ar livre do Rio de Janeiro.

 

Serviço: Exposição Scorzelli Megabichos, de Marcos Scorzelli

Museu do Açude: Estrada do Açude, 764 – Alto da Boa Vista, Rio de Janeiro.

Abertura: Dia 18/8, domingo, 12h às 15h.

Visitação: Diariamente, exceto às terças-feiras, das 11h às 17h. R$6.  Entrada franca às quintas.

Telefone: (21) 3433.4990

Classificação livre

Entrada gratuita

Estacionamento: Gratuito no próprio museu

Instagram: @scorzelli_atelie

Facebook: https://www.facebook.com/Museu-Do-A%C3%A7ude-1552161925049819/

‘No Coração do Mundo’ tem sessão seguida de debate no IMS em São Paulo

NO CORAÇÃO DO MUNDO, escrito e dirigido por Gabriel Martins e Maurílio Martins, terá sessão seguida de debate no Instituto Moreira Salles (IMS) de São Paulo, na próxima terça-feira (6/8), às 19h30, com os diretores e a atriz Grace Passô. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema ou pelo http://www.ingresso.com.

Ambos diretores já haviam trabalhado juntos em curtas-metragens da produtora Filmes de Plástico, da qual fazem parte junto ao cineasta André Novais Oliveira e o produtor Thiago Macêdo Correia, há dez anos. A partir dos curtas “Contagem” e “Dona Sônia pediu uma arma para seu vizinho Alcides”, que foram filmados no mesmo bairro da cidade mineira de Contagem, surgiu a ideia do novo roteiro. “Eu mostrei os filmes a um amigo meu sueco que disse ter ficado curioso com mais histórias desse universo. Apesar de terem sido rodados no mesmo local e no mesmo ano, nunca havíamos pensado serem histórias que pudessem se complementar. Esse momento, em 2012, foi o ponto de partida para o roteiro de NO CORAÇÃO DO MUNDO”, lembra Maurílio.

No longa, as histórias dos personagens Ana e Marcos, que haviam aparecido no curta Contagem, voltam a ser contadas e por isso foi natural que os mesmos atores voltassem a interpretá-los: Kelly Crifer e Leo Pyrata. O papel de Selma era novo e os diretores pensavam em quem poderia dar vida à personagem, quando um amigo em comum sugeriu Grace Passô. “Todos nós da produtora já éramos profundos admiradores do trabalho dela, que maravilhosamente aceitou o convite”, recorda Maurílio.

Ainda havia outro desafio na escalação do elenco: qual personagem desenvolver para MC Carol? “Sou muito fã dela e queria que participasse do filme. Tínhamos escrito um papel para um amigo, o Leo, que não pode fazer, então trocamos o gênero da personagem e surgiu a Brenda, que a MC Carol interpretou de modo brilhante”, conta Gabriel.

A cidade de Contagem – região metropolitana de Belo Horizonte –, especialmente os bairros Laguna e Milanez onde os diretores foram criados, também é personagem fundamental do longa, como explicam: “Ali está a nossa vivência, a nossa formação, então é natural que esse lugar atuasse como um personagem e trouxéssemos esses rostos e essa geografia para o filme”.

NO CORAÇÃO DO MUNDO se passa na periferia de Contagem, onde os moradores acabam formando uma comunidade. Suas relações interpessoais e com o lugar são o pano de fundo do filme, que mistura elementos de filme de assalto, drama e alguns toques de comédia. Marcos se vira como pode para levar a vida, aplicando golpes aqui e ali e cometendo pequenos delitos. Um dia Selma, antiga conhecida, propõe a ele a execução de um plano, que pode mudar suas vidas para sempre, e Marcos precisa convencer sua namorada, a cobradora Ana, a embarcar com eles nessa.

A assinatura das produções da Filmes de Plástico, com interpretações naturalistas e as relações familiares e cotidianas, continua presente no longa, mas também novas formas de apresentar a história na tela. “Exploramos com muito mais potência o desenho de som, trabalhamos com efeitos práticos e um pouco de efeitos especiais, ousamos numa decupagem que exigia um apuro técnico maior e tivemos uma equipe imensa, diferente de qualquer coisa que havíamos feito antes”, explica Maurílio. “O resultado é um filme que mantém o que caracterizou a produtora nesses dez anos, mas também foi além na maneira como exploramos a linguagem e utilizamos os gêneros cinematográficos a nosso favor”, completa.

SERVIÇO 
Sessão ‘NO CORAÇÃO DO MUNDO’, seguida de debate com os diretores e Grace Passô 
Data: 6/8 (terça-feira)
Local: IMS-SP
Endereço: Av. Paulista, 2424 – Consolação
Horário: 19h30
Ingressos: R$20,00 (inteira) / R$10,00 (meia) – disponíveis na bilheteria do cinema ou pelo http://www.ingresso.com

SINOPSE 
Na periferia de Contagem, Marcos busca uma saída para sua rotina de bicos e pequenos delitos. Surge uma oportunidade arriscada, mas que pode solucionar todos seus problemas. Para isso, ele precisa convencer sua namorada, Ana, a se juntarem a Selma e executarem o plano que pode mudar suas vidas para sempre.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Gabriel Martins, Maurílio Martins
Roteiro: Gabriel Martins, Maurílio Martins
Produção executiva: Thiago Macêdo Correia
Produtora: Filmes de Plástico
Direção de fotografia: Leonardo Feliciano
Montagem: Gabriel Martins, Maurílio Martins, Guto Parente
Direção de arte: Rimenna Procópio
Direção de produção: Marcella Jacques
Desenho de som: Tiago Bello, Marcos Lopes
Música: Robert Frank, Heberte Almeida, Kim Gomes
Elenco: Kelly Crifer, Leo Pyrata, Grace Passô, Bárbara Colen, Robert Frank, Rute Jeremias, Renato Novaes, MC Carol de Niterói, Gláucia Vandeveld.
Distribuição: Embaúba Filmes
País: Brasil
Ano: 2019
Duração: 120 min.

Rock Sinfônica – A história do rock internacional

Um passeio pela história do rock, desde a origem do gênero, nos anos 50, até os hits de bandas mais recentes. Assim será o programa do “Rock Sinfônica – A História do Rock Internacional”, que a Orquestra Sinfônica Brasileira levará ao palco do Teatro Riachuelo dia 7 de agosto, às 20h. Regida pelo maestro Eduardo Pereira, a orquestra dividirá o palco com músicos da banda Queen Experience e com o poeta Mano Melo, que fará a narração do espetáculo. A OSB conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura e tem a NTS como mantenedora, Vale, Brookfield e Eneva como patrocinadoras e Eletrobras como copatrocinadora.

Idealizado por Kid Vinil, “Rock Sinfônica” foi apresentado pela primeira vez em 2011, em São Paulo, com a proposta de promover uma fusão entre o rock e a música sinfônica. Agora, em sua primeira montagem com uma orquestra, a OSB se junta à banda Queen Experience, sob a regência do maestro paulistano Eduardo Pereira, para contar a evolução do gênero através das décadas.

Para a apresentação do dia 7 de agosto, os arranjos de Alexandre Daloia foram todos refeitos pelo próprio músico. “Vamos levar para o palco uma releitura do espetáculo original” – explica o maestro Eduardo Pereira, que fará sua estreia à frente da Orquestra Sinfônica Brasileira. Narrado originalmente pelo próprio Kid Vinil, dessa vez “Rock Sinfônica – A História do Rock Internacional” contará com o poeta cearense Mano Melo na função. “Nossa ideia, ao convidar alguém do universo da literatura e não do rock, é promover uma fusão de linguagens artísticas” – completa.

Um medley intitulado “Origens do Rock”, com músicas que foram sucesso nas intepretações de Elvis Presley e Bill Haley, abre a noite, seguido por uma sequência dedicada aos Beatles. The Doors, Jimi Hendrix, Bob Dylan, Rolling Stones e Led Zeppelin embalam o público durante o medley “Anos 60”. A evolução do rock segue sendo contada através de músicas das bandas The Who, Black Sabbath, Deep Purple, Pink Floyd e Ramones. “We Will Rock You”, do Queen, fecha o programa.

SOBRE A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA:

 

Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 78 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia.

Nas últimas sete décadas, a OSB revelou nomes como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Meneses, e esteve à frente, maestros e compositores brasileiros como Heitor Villa-Lobos, Eleazar de Carvalho, Claudio Santoro, Francisco Mignone e Camargo Guarnieri. Também faz parte de sua história a colaboração de alguns dos maiores artistas do cenário internacional como Leonard Bernstein, Arthur Rubinstein, Mstislav Rostropovich, Igor Stravinsky, Claudio Arrau, Zubin Mehta, Lorin Maazel e Kurt Masur, entre muitos outros.

Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura. Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem a NTS – Nova Transportadora do Sudeste como mantenedora e a Vale, Brookfield e Eneva como patrocinadoras e Eletrobras como copatrocinadora, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.

SOBRE O MAESTRO EDUARDO PEREIRA:

Nascido em São Paulo, Eduardo vem se destacando na nova geração de regentes. Mestre em Regência pelo Instituto de Artes da UNICAMP, já esteve à frente de importantes formações, como a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica da USP, Orquestra Sinfônica de Santo André, Orquestra Sinfônica de Mogi das Cruzes, Banda Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí e Banda Sinfônica do Exército. Dentre as premiações recebidas, destaca-se o Concurso de Regência Eleazar de Carvalho, em 2008. Com grande atuação no mercado do entretenimento, Eduardo foi diretor musical dos especiais de Natal da emissora de TV Rede Vida nos anos de 2015 a 2016, também dirigiu os espetáculos A Bela e a Fera, O Rei Leão, A Bela Adormecida, Bravo Pavarotti, Rod Hanna in Concert, Ópera na Escola, Queen Experience in Concert, Abba Experience in Concert, Marconi Araújo “30 anos” e o espetáculo “Musical Sinfônico”, o qual teve entre os solistas a atriz Claudia Raia e o ator Jarbas Homem de Mello. Atuou como maestro nas turnês brasileira do grupo vocal Il Divo e do cantor inglês Louis Hoover em 2016 e 2017, como arranjador e diretor musical da turnê brasileira do tenor italiano Emanuele Servidio e arranjador e assistente de direção musical do grande espetáculo da Broadway “Chaplin, o musical”, em 2018. Eduardo atuou como diretor artístico da Banda Sinfônica do Exército Brasileiro entre os anos de 2015 a 2019.

SOBRE A BANDA QUEEN EXPERIENCE:

Formada pelo vocalista André Abreu, Danilo Toledo (guitarra), Fábio del Popolo (baixo) e Guga Teixeira (bateria), a banda Queen Experience é integrante do projeto Queen Experience in Concert, considerado um dos maiores tributos à banda Queen nas Américas.

Idealizado em 2018 pela BRZ Produções, espetáculo que soma a marca impressionante de mais de 200 apresentações em um ano, tendo passado por todas as capitais do Brasil, além de países como Chile e Argentina. O espetáculo une o Rock’n Roll com a música Sinfônica, trazendo para um mesmo palco a formação original e uma orquestra sinfônica, todos conduzidos minuciosamente por um maestro, proporcionando ao público uma experiência única de imersão musical através de uma releitura da obra de Freedie Mercury, Brian May, John Deacon e Roger Taylor, com arranjos exclusivos e inéditos.

SOBRE MANO MELO:

Mano Melo é poeta, ator, roteirista, com diversos espetáculos realizados e vários livros publicados. É ator formado pelo Conservatório Nacional de Teatro e estudou filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. Como ator, participou de vários filmes, dentre eles, André Cara e Coragem, The Bread (Holanda), O Cangaceiro Trapalhão, Os Trapalhões e o Mágico de Orós, Os Trapalhões na Serra Pelada, e O Homem da Capa Preta. É autor de sete livros de poesias publicados. É autor de vários roteiros institucionais para projetos de educação da Fundação Roberto Marinho e eventos temáticos para o Canal Futura. Em 2003, atuou nas “Noites de Humor”, com Chico Anísio, no Rio Design Center (Leblon e Barra) interpretando suas poesias.

No Teatro atuou em “Guerreiras do Amor”, de Domingos Oliveira; em “Sonho de Uma Noite de Verão”, de William Shakespeare; e em “O Lavrador de Palavras”, espetáculo autoral itinerante que estreou na Casa da Gávea, em 2000. Viajou por 10 anos pela América Latina, Europa, Ásia, África e depois retornou ao Brasil para interpretar seus poemas em teatros, televisão, rádios, bares, centros culturais, ciclos de poesia e congressos brasileiros, além de universidades, escolas, praças e praias em todo país. Recentemente, além de seu trabalho individual, fez parte do projeto de poesia VER O VERSO, junto com Pedro Bial, Alexandra Maia e Claufe Rodrigues. Abriu os festejos do centenário de Carlos Drummond de Andrade em Itabira, MG, encerrando com histórico recital em outubro de 2002 no Teatro Municipal – RJ, com a orquestra Sinfônica do Teatro.

PROGRAMA:

Ø  Medley “Origens do Rock”

Elvis Presley – Jailhouse Rock (Composição: Jerry Leiber e Mike Stoller)

Bill Halley – Rock Around the Clock (Composição: Bill Haley)

Ø  Medley “Fab Four”

The Beatles – Twist and Shout (Composição: Phil Medley e Bert Russel)

The Beatles – Help | Here There and Everywhere | Yellow Submarine | Eleanor Rigby | Let it Be (Composições: Paul McCartney e John Lennon)

Ø  Medley “Anos 60”

The Doors – Light my Fire (Composição: Robby Krieger)

Jimi Hendrix – Purple Haze (Composição: Jimi Hendrix)

Bob Dylan – Blowing in the Wind (Composição: Bob Dylan)

Rolling Stones – Satisfaction (Composição: Mick Jagger e Keith Richards)

Led Zeppelin – Kashmir (Composição: Kimmy Page, Robert Plant e John Bonham)

Ø  Medley “The Who”

The Who – Who are You? | See me, Feel me | Pinball Wizarrd (Composições: Pete Towshend)

Ø  Change

Black Sabbath (Composição: Bill Ward, Geezer Butler, Ozzy Osbourne e Tony Iommi)

Ø  Smoke on the Water

Deep Purple (Composição: Ian Gillan, Ian Paice, Jon Lord, Ritchie Blackmore e Roger Glover)

Ø  Confortably Numb

Pink Floyd (Composição: David Gilmour e Roger Waters)

Ø  Do You Remember Rock’n Roll Radio?

Ramones (Composição: Ramones)

Ø  We Will Rock You

Queen (Composição: Brian May)

SERVIÇO:

Orquestra Sinfônica Brasileira (Série Teatro Riachuelo)

Banda Queen Experience

Eduardo Pereira, regência

Mano Melo, narração

Dia 7 de agosto de 2019 (quarta-feira), às 20h

Local: Teatro Riachuelo

Endereço: Rua do Passeio, 38/40 – Centro – Rio de Janeiro

Ingressos:

Plateia VIP: R$ 120,00 (R$ 60,00 meia)

Plateia e Balcão Nobre: R$ 90,00 (R$ 45,00 meia)

Balcão Superior: R$ 50,00 (R$ 25,00 meia)

(à venda na bilheteria do Teatro Riachuelo e no site Ingresso Rápido)

Lotação: 999 lugares

Musical Fame ganha versão assinada por Victor Maia

No segundo semestre o CEFTEM (Centro de Estudo e Formação em Teatro Musical), chega cheio de novidades, uma delas é o espetáculo Fame que estreia na próxima sexta, 2 de agosto, e faz curta temporada, até 11 de agosto no Teatro Cesgranrio, todas as sextas, sábados e domingos às 20h. Com sessões extras nos dias 4, 10 e 11 às 16h e no dia 8 de agosto, quinta-feira, haverá sessão extra às 20h.

Com direção, e coreografia, de Victor Maia, Fame conta a história de um grupo de alunos empenhados a se formarem como artistas, no dia a dia de uma escola de artes performáticas muito rigorosa. Durante os anos que se passam lá dentro, eles descobrem mais sobre eles mesmos, sobre amor, limites, vocação e principalmente sobre os limites para se conquistar a tão desejada fama.

– O Reiner Tenente, criador é coordenador do CEFTEM, me faz sentir em casa, ele foi por algum tempo meu colega de faculdade e o CEFTEM foi o lugar que eu busquei para me reciclar como performer de musicais, após a minha conclusão do curso universitário. De aluno virei professor, e agora diretor! É um prazer! – diz Maia sobre essa parceria com Tenente.

O diretor ainda ressalta que o espetáculo é emocionante, bem cantado, super dançado e principalmente, bem interpretado por uma nova geração de atores com fogo nos olhos e paixão pelo que fazem. Ele também ressalta o processo de seleção, que foi muito difícil, já que o espetáculo exige bons atores, cantores e bailarinos. Segundo ele, eles passaram por cinco fases de audição até encontrar o elenco.

Perguntado sobre alguma música, ou número, que ele destaca como emblemático neste musical, ele não titubeia.

–  Sem sombra de dúvida FAME. Muito tocada nas rádios por conta do filme musical, com versões em vários países (aqui no Brasil por Sandra de Sá). Ela faz todo mundo se balançar e cantar o refrão junto! Acho que é um momento ímpar do espetáculo – diz Victor.

Como já é de imaginar FAME é baseado no musical homônimo.

 – Reiner queria fazer um espetáculo que mostrasse o dia a dia de alunos em formação, numa escola de artes, já que o CEFTEM é o seu mais novo, e arriscado, empreendimento. Ele não pensou duas vezes ao adquirir com a MTI os direitos para a montagem. Como eu tenho já uma história em coreografar musicais com bastante dança ele não pensou duas vezes em me convidar – diz o diretor sobre o espetáculo.

Além Victor Maia, o espetáculo conta com direção musical de Tony Lucchesi e Miguel Schönmann, tradução de Leonardo Rocha e versões de Bruno Camurati.

FAME

Gênero: Musical

Temporada: de 2 a 11 de agosto

* Nos dias 4, 10 e 11 de agosto haverá sessão extra às 16h e no dia 8 de agosto, quinta-feira, haverá sessão extra às 20h.

Dias: sextas, sábados e domingos

Horário: 20h

Classificação: 12 anos

Duração: 150 min

Valor: R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia)

Teatro Cesgranrio

Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido – Rio de Janeiro

Ficha Técnica

Elenco: Alborina Paiva, Ariane Rocha, Augusto Volcato, Bella Mac, Bruno Rasa, Carol Donato, Cínthya Verçosa, Flávio Fusco, Flávio Moraes, Gabriel Laurindo, Gustavo Waz, João Cavalcante, Larissa Jansen, Luiza Lewicki, Marcella Bártholo, Maria Esff, Mari Lobo, Matheus Ananias, Naiaama Belle, Nano Max, Ricardo Neme e Vitor Talihel

Direção e Coreografias: Victor Maia

Direção Musical: Tony Lucchesi e Miguel Schönmann

Tradução: Leonardo Rocha

Versões: Bruno Camurati

Coordenação geral: Reiner Tenente

Assistência de Direção: Ariane Rocha

Assistente de Coreografia: Bella Mac

Iluminação: Alexandre Farias

Assistente de Iluminação: Mari Lobo

Cenógrafo: Felipe Alencar

Equipe de Cenogafia: Bella Mac, Alborina Paiva, Mari Lobo, Augusto Volcato, Vitor Talihel, João Cavalcante

Equipe de Figurino: Luiza Lewicki, Marcella Bartolo, Naiaama Belle, Matheus Ananias

Operação de Som: Leonardo Rocha Sonorização

Áudio Cênico Assistente de Design de Som Bruno Rasa

Microfonista: Gusta Moreira

Direção de Produção: Joana Mendes e Reiner Tenente

Produção Executiva: Brenda Monteiro

Assistência de Produção: Larissa Jansen

Programação Visual: Gustavo Waz

Assessoria de Imprensa: Ribamar Filho (MercadoCom)

Mídias Sociais: Gustavo Waz, Carol Donato, Maria Esff, Cinthya Verçosa, Vitor Talihel, Flavio Fusco Produção de Eventos, Larissa Jansen

Contabilidade: Ricardo Neme

Com ingressos esgotados, Teatro do Incêndio abre sessão extra para São Paulo Surrealista

Sem apoio e nenhum incentivo cultural, a Cia. Teatro do Incêndio reage ao atual momento de ‘estrangulamento cultural’ com programação de resistência no segundo semestre. Levante Teatro do Incêndio – Pra Vida e Revida é o nome escolhido para dar unidade a uma programação que inclui, até dezembro, cinco espetáculos do repertório do grupo, além de outras atividades.

 

A primeira montagem a ser encenada é São Paulo Surrealista, nos dias 17 e 18 de agosto (sábado, às 21h, e domingo, às 19h). Como os ingressos se esgotaram antecipadamente, uma sessão extra será realizada no dia 24 de agosto, às 21h. A peça estreou em 2012, sendo apresentada também em 2014.

 

O demais espetáculos – todos dirigidos por Marcelo Marcus Fonseca – que compõem a programação são (um a cada mês): O Pornosamba e a Bossa Nova Metafísica (2014 / 2015), O Santo Dialético (2016), A Gente Submersa (2017) e Rebelião – O Coro de Todos os Santos (2018). Esta mostra sintetiza o trabalho de pesquisa de linguagem dos últimos sete anos do coletivo, período em que construiu três teatros até conquistar sua sede definitiva na emblemática entrada do bairro Bixiga, esquina das ruas Treze de Maio e Santo Antônio, onde já funcionou a lendária boate Igrejinha e o Café Soçaite.

 

“Esse projeto tem duas intenções: não aceitar a regra do jogo para a arte que não seja a do artista criador e contar com o nosso público para manter nossas atividades”, comenta Marcelo Marcus Fonseca, diretor artístico do Teatro do Incêndio. Sobre o valor dos ingressos para os espetáculos ser de R$ 80,00, o diretor justifica: “um preço razoável para o trabalho sério que o grupo desenvolve. A companhia tem 23 anos de sobrevivência. Sabemos que nosso trabalho vale até mais. Neste momento, ingressos populares só com subsídio”.

 

São Paulo Surrealista é uma ode à capital paulista e aos seus personagens, confrontando – em um jogo de imagens sobrepostas – as contradições e fantasias da metrópole. A montagem – que teve consultoria do escritor e poeta Claudio Willer – não conta, necessariamente, uma história. Para revelar a cidade real, nada é realista. Os textos são colagens emolduradas por imagens e figuras da metrópole, sejam elas reais ou distorcidas, tendo na música ao vivo um elemento essencial para traduzir a pulsação. Os Nove Círculos do Inferno são os degraus propostos pelo espetáculo, inspirados na primeira parte da Divina Comédia (Dante Alighieri), para explorar os signos, ou infernos, da cidade.

 

“Esta montagem propõe também que o público perceba a cidade pelos olhos de André Breton, um dos criadores do surrealismo, em um jogo que ressalta pontos turísticos, monumentos, terreiros, restaurantes e bordeis paulistanos”, explica o diretor Marcelo Marcus Fonseca. Mário de Andrade, Roberto Piva, Pagu, nativos, cidadãos comuns, ninfas e animais recebem o surrealista André Breton, observado por Antonin Artaud (dramaturgo francês, surrealista), para um mergulho na capital paulista, percorrendo Os Nove Círculos do Inferno. Em cena, 40 atores em uma celebração musical da cidade com alusões ao cinema de Pier Paolo Pasolini e Frederico Fellini e textos escritos durante o processo com base na escrita automática característica do surrealismo. Todas as canções foram compostas por Marcelo Fonseca e Wanderley Martins especialmente para o espetáculo, algumas delas “em parceria” com Arthur Rimbaud e Charles Baudelaire.

 

FICHA TÉCNICA – Com: Cia. Teatro do Incêndio. Roteiro e direção geral: Marcelo Marcus Fonseca. Figurinos: Gabriela Morato e elenco. Músicos: Bisdré Santos, Yago Medeiros, Renato Silvestre e Xantilee de Jesus. Arte gráfica: Gus Oliveira. Direção musical: Bisdré Santos. Iluminação: Marcelo Marcus Fonseca e Valcrez da Silva Siqueira. Composições originais: Marcelo Marcus Fonseca e Wanderley Martins. Produção e realização: Gabriela Morato e Teatro do Incêndio. Elenco: Marcelo Marcus Fonseca, Gabriela Morato, Elena vago, David Guimarães, Diogo Cintra, Ana Moretto, Valcrez Siqueira, Yago Medeiros, Renato Silvestre, Vinícius Árabe, Gus Oliveira, Gui Mameluco, Luiz Castro, Maíra Amorim, Jade Buck, Heloisa Feliciano, Isabela Madalena e mais 19 atores.

Serviço

Espetáculo-deboche: São Paulo Surrealista

Projeto: Levante Teatro do Incêndio – Pra Vida e Revida

Datas: 17 e 18 de agosto. Sábado (às 21h) e domingo (às 20h) – ESGOTADO!

Sessão extra: 24 de agosto. Sábado, às 21h

Duração: 70 min. Classificação: 18 anos. Gênero: Surrealismo. Capacidade: 99 lugares

Ingressos. R$ 80,00. Bilheteria: 2 horas antes das sessões

Antecipados: https://www.sympla.com.br/teatrodoincendio

http://www.teatrodoincendio.com/ / Twitter e Facebook: @teatrodoincendio

 

Teatro do Incêndio

Rua Treze de Maio, 48 – Bela Vista. SP/SP.

Tel: (11) 2609 3730 / 2609 8561

Levante Teatro do Incêndio – Pra Vida e Revida

Cronograma até dezembro

 

Espetáculo: O Pornosamba e a Bossa Nova Metafísica

14 e 15 de setembro. Sábado (às 21h) e domingo (às 20h)

80 min. 16 anos. Musical surrealista sociológico. R$ 80,00

 

Espetáculo: O Santo Dialético

19 e 20 de outubro. Sábado (às 20h) e domingo (às 9h)

150 min (intervalo de 20). 14 anos. Drama brasileiro. R$ 80,00

 

Espetáculo: A Gente Submersa

23 e 24 de novembro. Sábado (às 20h) e domingo (às 19h)

120 min. 14 anos. Comédia dramática musical. R$ 80,00

 

Apresentações: Sol-Te

7 de dezembro. Sábado, às 15h30 e às 19h30

60 min. Livre. Contribuição voluntária.

 

Espetáculo: Rebelião – O Coro de Todos os Santos

14 e 15 de dezembro. Sábado (às 20h) e domingo (às 19h)

90 min. 14 anos. Drama apocalíptico. R$ 80,00

Joias do Ballet Russo se apresentam no Rio de Janeiro e em São Paulo

Nascido na Itália, desenvolvido na França e popularizado na Rússia. O ballet se tornou uma dança única, com significado de beleza e classe. Pela primeira vez no Brasil, o Gala Ballet International une todas as correntes históricas e técnicas em um espetáculo único. As apresentações, que acontecem no Rio de Janeiro, nos dias 5 e 6 de agosto, e em São Paulo, dias 7 e 8 de agosto, presenteia o público a oportunidade de ver o trabalho de estrelas de danças das escolas mais importantes do mundo juntos, em uma festa de gala inédita no país. Mais informações sobre as apresentações podem ser encontradas ao final do texto.

Assim, o Gala Ballet International contará com a participação de solistas da Itália, França, Alemanha, Japão e dos mais importantes teatros russos: O Bolshoi, o Mariinsky e Stanislavski, que interpretam os momentos mais brilhantes e querido pelo público do repertório universal. Uma oportunidade para apreciar, em toda a sua qualidade artística, o esplendor das seis academias de ballet mais importantes do mundo. No repertório, os clássicos Lago dos Cisneis, O Corsário, O Quebra-Nozes e mais.

 

Rio de Janeiro – Teatro VillageMall– 5 e 6 de agosto

São Paulo – Teatro Opus – 7 e 8 de agosto

 

 

 

Rio de Janeiro (RJ)

Segunda-feira, 5 de agosto, às 20h

Terça-feira, 6 de agosto, às 20h

Duração: 100min (intervalo de 20min

Classificação: livre

 

Teatro VillageMall (Avenida das Américas, 3.900 – loja 160 do Shopping VillageMall – Barra da Tijuca

 

 

Setor     Valor     Meia-Entrada

Plateia Baixa      R$280,00              R$140,00

Plateia Alta         R$240,00              R$120,00

Frisas    R$120,00              R$60,00

Balcão Nobre    R$160,00              R$80,00

Camarote           R$200,00              R$100,00

 

 

 

–              40% de desconto para assinante O Globo. Desconto limitado a dois ingressos por sessão para o titular do cartão. Venda limitada de 200 ingressos por sessão e disponível apenas para compras efetuadas na bilheteria do Teatro Bradesco Rio;

 

– 40% Clube do Assinante O Globo. Limitado a 200 ingressos, para vendas na bilheteria ou online através do CPF

 

–              20% de desconto Passaporte de Benefícios VillageMall em até dois ingressos. Limitado a 100 ingressos por sessão. Vendas apenas na Bilheteria do teatro.

 

*Crianças até 24 meses que fiquem sentadas no colo não pagam

** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso à casa de espetáculo;

******A lei da meia-entrada mudou: agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a meia-entrada e os tipos de comprovações oficiais no Rio de Janeiro:

 

–              IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.

 

–              ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, FNEL, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: www.documentodoestudante.com.br

 

–              PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.

 

–              JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e 29 anos)

mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.

 

–              MENORES DE 21 ANOS mediante apresentação de carteira de identidade ou documento com foto válido.

 

–              PROFESSORES E PROFISSIONAIS DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO (apenas aqueles que atuam no município do Rio de Janeiro) mediante de carteira funcional emitida pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro

**** Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.

*****Descontos não cumulativos.

 

Capacidade: 1000 lugares

 

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:

 

Bilheteria Teatro Bradesco Rio: Av. das Américas, 3.900/Lj 160- Tel: 3431-0100 (diariamente, das 13h às 21h.)

 

Sujeito à taxa de serviço:

Site: www.uhuu.com

Atendimento: falecom@uhuu.com

 

 

 

Ana Paula Romeiro – (21) 99601.3908 / 3283.8258  apaula.romeiro@gmail.com

Luiz Claudio de Almeida – (21) 97281-6108  luizclaudioreporter@gmail.com

 

São Paulo (SP)

Quarta-feira, 7 de agosto, às 21h

Quinta-feira, 8 de agosto, às 21h

Duração: 100min (intervalo de 20min

Classificação: livre

Teatro OPUS (Av. das Nações Unidas, nº 4777 – Alto de Pinheiros/ 4o piso – Shopping Villa-Lobos)

www.teatroopus.com.br/

Setor     Valor     Meia-Entrada

Plateia Baixa      R$240,00              R$120,00

Plateia Alta         R$180,00              R$90,00

Balcão Nobre    R$140,00              R$70,00

 

** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso à casa de espetáculo.

*** A lei da meia-entrada mudou: agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a meia-entrada e os tipos de comprovações oficiais em São Paulo:

– IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.

– ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: www.documentodoestudante.com.br

– PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.

 – JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e 29 anos) mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.

– JOVENS COM ATÉ 15 ANOS mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.

– DIRETORES, COORDENADORES PEDAGÓGICOS, SUPERVISORES E TITULARES DE CARGOS DO QUADRO DE APOIO DAS ESCOLAS DAS REDES ESTADUAL E MUNICIPAIS mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto.

 – PROFESSORES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL E DAS REDES MUNICIPAIS DE ENSINO mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto.

**** Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.

ATENÇÃO: Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.

Capacidade: 751 pessoas

Acesso para deficientes

Estacionamento:

Self

Período Valor

Até 2h   R$13,00

2h a 3h R$16,00

3h a 4h R$19,00

4h a 5h R$22,00

5h a 6h R$28,00

6h a 7h R$34,00

Demais horas    R$3,00

Valet

Período Valor

Até 1h   R$18,00

Demais horas    R$12,00

Horário de funcionamento:

Segunda a sexta: 10h às 22h (ou até o final do espetáculo)

Domingos e feriados: 10h às 22h (ou até o final do espetáculo)

Formas de pagamento: dinheiro e cartões de crédito e débito informadas no local de pagamento. Taxa de perda do cartão de estacionamento, será cobrado valor de estadia/ pernoite, conforme horas descritas nas tabelas. Tempo de tolerância de 15 minutos para self.

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Local: Foyer do Teatro Opus – 4º andar – Shopping Villa-Lobos

Av. das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros – São Paulo, SP.

De terça a domingo, das 12h às 20h

A Bilheteria do Teatro, no terraço do Shopping Villa-Lobos, abre somente em dias de espetáculos, a partir das 14h.

OUTROS PONTOS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Uhuu: www.uhuu.com

Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, dinheiro, Hipercard, Mastercard, Visa e Visa Electron

Feijoada do Clube Renascença

No próximo domingo, 4 de agosto, a partir das 13h, acontecerá a famosa feijoada com direito à roda de samba da melhor qualidade com os grupos Kuxixo e Arruda no Clube Renascença, que fica na rua Barão de São Francisco, número 54, no bairro Andaraí. Os ingressos terão preços populares e custam R$ 20,00 (mulheres e homens).

Um breve resumo histórico sobre o Renascença, o clube foi fundado em 17 de fevereiro de 1951, como uma agremiação onde as pessoas/famílias negras pudessem se reunir e se divertir numa harmoniosa convivência cultural e social. Local de resistência, resgate da tradição cultural  e da valorização do movimento negro. Ele é conhecido pelos boêmios e apaixonados pelo samba como “Rena” e tem uma programação cultural bem eclética, como samba, teatro, capoeira, cinema, ballet, almoços dançantes e festas infantis.

Serviço:

Feijoada com Roda de Samba dos Grupos Kuxixo e Arruda

Data – 4 de agosto, domingo

Horário – 13h

Ingressos – R$ 20,00 (mulheres e homens)

Local –Clube Renascença, Rua Barão de São Francisco, 54

Bairro Andaraí

Informações por meio do telefone (21) 3253-2322

Top Five: o quinteto de cordas dos alunos do Projeto Ação Social Pela Música do Brasil

A Sala Cecília Meireles, um espaço da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, e PETROBRAS apresentam quinta-feira, dia 1º de agosto, às 18h, dentro da Série Recitais de Guiomar, o Quinteto de Cordas Top Five, formado por alunos do Projeto Ação Social Pela Música do Brasil. No repertório, Piazzolla, Nazareth e Tom Jobim.

Ingressos a R$ 1,00 http://www.ingressorapido.com.br

(+55) 21 2332-9224 http://www.salaceciliameireles.rj.gov.br https://www.facebook.com/salaceciliameireles/

Twitter: @SalaCeMeireles

Instagram: @salaceciliameireles

AGOSTO 01 – QUINTA-FEIRA – 18H – EGN – SÉRIE RECITAIS DE GUIOMAR

O quinteto de cordas Top Five nasceu em 2017, formado por alunos do Projeto Ação Social Pela Música do Brasil, sob a coordenação musical da professora Thais Ferreira, que também toca violoncelo no grupo e assina os arranjos. O quinteto foi formado com o objetivo de apresentar um repertório que se destaca pela qualidade técnica das execuções, explorando novas texturas para se superar e surpreender positivamente diferentes públicos a cada apresentação, seja com música clássica, seja com música popular. Com essa proposta, já se apresentou no Centro Cultural da Justiça Federal e no Centro Cultural do Banco do Brasil entre outros.

PROGRAMA:

Eduard Putz

Tango Passionto

Astor Piazzolla

Romântico Idilio Aldemaro Romero

Fuga Con Pajarilo

Astor Piazzolla

La Muerte Del Angel

Vittorio Monti

Czardas

Astor Piazzolla

Jacinto Chiclana

Melodia in A

Carlos Gardel

Por Una Cabeça

Astor Piazzolla

Fulga e Mistério

Oblivion

Adios Nonino

Ernesto Nazareth

Brejeiro

Tom Jobim

Wave

Mais informações:

CORINGA COMUNI

Cartola de Noel no Teatro Rival

Sucesso no Teatro Rival Petrobras, o grupo Cartola de Noel volta à casa no dia 30 de julho, com sua proposta de resgatar e dar continuidade ao samba em seu formato mais original. Para promover essa viagem no tempo, ao universo da mais genuína essência do samba, o repertório traz pérolas de Cartola, Noel Rosa, Geraldo Pereira, Nelson Cavaquinho, Ismael Silva, Paulinho da Viola e outros bambas. O show ainda vai contar com as participações especiais de Marion Duarte e Paulinho Mocidade.

Há onze anos o Cartola de Noel vem se destacando como uma feliz junção de gerações de competentes músicos em sua formação. Unidos em nome do samba, eles prezam pelos detalhes que fazem a diferença na qualidade de seus shows, imprimindo uma personalidade própria e uma deliciosa viagem no tempo do samba.

O Cartola de Noel nasceu sob a forte influência daqueles que por muitos anos levantaram a bandeira do samba e o elevaram ao gênero musical mais popular do Brasil, além do objetivo de contribuir para que a forma de se tocar e a linha melódica do samba utilizada por seus grandes mestres continuem vivas na memória do povo brasileiro.

Conquistando fãs a cada apresentação, Cartola de Noel tem como admiradores artistas renomados que já fizeram participações especiais em seus shows, a exemplo de Ney Matogrosso, Zezé Motta, Jorge Aragão, entre outros. Artista exclusivo da Sony Music, lançou em 2018 sua música de trabalho “Confesso” com participação de Martinho da Vila. Esse ano lançou a música Tico-Tico no Fubá, que teve a participação de Ney Matogrosso, ambas disponíveis em todas as Plataformas Digitais.

‘Greta’ fará sua estreia nacional no 29º Cine Ceará

GRETA, de Armando Praça, e protagonizado por Marco Nanini fará sua estreia nacional no 29º Cine Ceará, que acontece em Fortaleza de 30 de agosto até 6 de setembro. O filme, que fez sua estreia mundial na Mostra Panorama do Festival de Berlim de 2019, chega aos cinemas brasileiros em circuito comercial ainda em 2019, com distribuição da Pandora Filmes.

Estou muito feliz que a primeira exibição do Greta no Brasil seja no Cine Ceará. O filme foi feito em Fortaleza, e ter a equipe e elenco completos presentes, fará dessa sessão, uma sessão inesquecível! Exibi todos os meus curtas no Cine São Luís, dentro do Cine CE e é um Festival que acompanho há pelo menos uns 20 anos”, comemora o diretor, Armando Praça.

O filme é livremente inspirado na peça ‘Greta Garbo, Quem Diria, Acabou no Irajá’, do dramaturgo Fernando Melo, lançada no início dos anos 1970. À época, as personagens retratadas eram abordadas por meio da caricatura e do estereótipo. “Quando conheci o texto, em 2008, percebi o quanto o enredo era atual e bonito e o quanto aquela forma de olhar para os personagens havia ficado anacrônica. Isso me provocou o desejo de atualizar essa história com uma nova abordagem”, explica o diretor, que também assina o roteiro.

Assim, partindo do material original, Praça abandonou o tom cômico do texto, abraçando o drama, mas mantendo o humor. “Mudar o gênero do texto original me parecia um desafio interessante como roteirista e diretor”, diz. Assim, construiu a narrativa do filme com temas universais do cotidiano atual, apresentando um submundo realista e sexual de personagens pouco representados na cinematografia brasileira. “Procurei na ambiência sociocultural de Fortaleza as contradições que se revelam nos desejos e anseios dos próprios protagonistas”.

Em GRETA, Pedro (Nanini) precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para internar sua melhor amiga, a travesti Daniela (Denise Weinberg). Para isso, ele resolver ajudar Jean (Demick Lopes), um jovem criminoso hospitalizado, a fugir do hospital e assim liberar um leito para a internação da amiga, que sofre de insuficiência renal grave. Pedro, então, esconde Jean em sua casa até que ele se recupere, mas os dois acabam tendo um envolvimento romântico.

E é a partir desse relacionamento entre os personagens de Pedro e Jean que o longa se desenvolve e a trama se constitui. “A concepção do filme como um todo é fortemente influenciada pelas obras de alguns artistas contemporâneos, como o cineasta malaio Tsai Ming Liang, o filipino Brillante Mendonza e a argentina Lucrécia Martel, cuja maneira de desconstruir e flertar com os gêneros me inspira profundamente”, finaliza Praça.

GRETA é coproduzido pela Carnaval Filmes e pela Segredo Filmes, com produção de João Vieira Jr., Nara Aragão e Armando Praça.

SINOPSE 
Pedro (Marco Nanini), um enfermeiro homossexual de 70 anos e fervoroso fã de Greta Garbo, precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para Daniela (Denise Weinberg), sua melhor amiga. Para salvar Daniela, ele decide ajudar Jean, um jovem que acaba de ser hospitalizado e algemado por ter cometido um crime. Pedro o ajuda a fugir e esconde-o em sua própria casa até que ele se recupere e nesse período, eles se envolvem afetiva e sexualmente. Essa relação será essencial para que Pedro sobreviva à perda de Daniela, mas também gere mudanças surpreendentes em si mesmo e no modo como ele lida com a solidão.

FICHA TÉCNICA 
Direção / Roteiro: Armando Praça
Produção: João Vieira Jr., Nara Aragão e Armando Praça
Produção Executiva: Maurício Macêdo e João Vieira Jr.
Direção de Produção: Maurício Macêdo
Direção de Fotografia: Ivo Lopes Araújo
Direção de Arte: Diego Costa
Montagem: Karen Harley
Figurino: Thaís de Campos
Maquiagem: Amanda Mirage
Edição de Som: Waldir Xavier
Som Direto: Pedro Moreira e Moabe Filho
Mixagem: Nicolau Domingues
Elenco: Marco Nanini, Denise Weinberg, Démick Lopes, Gretta Sttar
SOBRE O DIRETOR 
Armando Praça, nascido em 1978 em Aracati, Ceará é cineasta e sociólogo, trabalhou como assistente de direção, roteirista e preparador de elenco de importantes diretores brasileiros como, Marcelo Gomes, Karim Ainouz, Márcia Faria, Sérgio Rezende, Halder Gomes, Rosemberg Cariry, entre outros. Realizou curtas e médias-metragens. Entre eles: A Mulher Biônica (exibido no festival de curtas metragens de Clermont Ferrand), O Amor do Palhaço, Origem: Destino e Parque de Diversões. Atualmente está lançando seu primeiro longa, Greta e se prepara para filmar o segundo, Fortaleza Hotel, e desenvolve os projetos Ne Me Quitte Pas e Cachoeira do Descuido.

 

SOBRE A CARNAVAL FILMES
Fundada e dirigida pelos experientes produtores João Vieira Jr. e Nara Aragão, Carnaval Filmes tem foco em conteúdo original e cinema autoral. Em parceria com mentes criativas, tem entre seus recentes lançamentos os documentários Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar, de Marcelo Gomes e Casa, de Letícia Simões, o longa de ficção Greta, de Armando Praça e a série infantil de animação Bia Desenha, para a TV Brasil.
Se prepara para filmar em 2019 a série Chão de Estrelas, de Hilton Lacerda, para o Canal Brasil, e desenvolve o projeto de série de animação Dó Ré Mi Fadas e a série de ficção De Volta para Casa.
Seus próximos lançamentos serão os longas Vestido Branco, Véu e Grinalda, de Marcelo Gomes e Fim de Festa, de Hilton Lacerda

SOBRE A SEGREDO FILMES
Uma empresa que atua com pesquisa para roteiros, desenvolvimento de projetos para cinema, pesquisa e produção de locação, e produção e preparação de elenco. Dentre os principais trabalhos para pesquisa de roteiro, estão O Céu de Suely e Praia do Futuro, ambos de Karim Aïnouz; produção de locação e elenco no Ceará do premiado Onde Anda Você?, de Sérgio Rezende, dentre outros. Atua como produtora em parceria com outras empresas do ramo, como nas realizações de A Mulher Biônica, O Amor do Palhaço e Parque de Diversões, filmes que tiveram excelente êxito no Festival Internacional Clermont-Ferrand, no Latino Americano em Toulouse, Mecal e Barcelona, e em mais de 30 festivais nacionais e internacionais

SOBRE A PANDORA FILMES 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, e “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steinberg, Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meirelles, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida. Entre os próximos lançamentos, destacam-se “Greta”, de Armando Praça; “O Traidor”, de Marco Bellocchio, coprodução nacional, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes; e “O Caso Morel” de Suzana Amaral.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 25 cidades do Brasil.

Cozinha do Palácio Sesc Quitandinha, em Petrópolis, é palco para espetáculo de Renato Carrera

O diretor, ator e dramaturgo Renato Carrera apresenta às 23h deste sábado (27) no Sesc Quitandinha, em Petrópolis, Região Serrana do Rio, o espetáculo “Na Cozinha”, resultado de uma residência artística realizada desde junho dentro da programação do Festival Sesc de Inverno, que começou no dia 19/7 e segue até domingo (28/7). O trabalho, conduzido por Carrera ao lado do diretor de arte Daniel de Jesus, conta com artistas locais, que, além de encenarem “espetáculo-performance”, contribuíram para a sua criação a partir da sua visão sobre a cidade tendo como base notícias de jornais locais. Os ingressos são gratuitos, devendo ser retirados 1 horas antes na bilheteria do Sesc Quitandinha. A classificação é 18 anos.

O resultado ainda é surpresa, mas, a julgar pelas fotos e o teaser de divulgação liberados pelo artista, o espetáculo traz um uma atmosfera soturna, muito em razão da ambientação um tanto inusitada. Na cozinha do Bar Central do Palácio, que hoje está desativada, foram preparadas refeições para celebridades e poderosos como Orson Wells, Carmen Miranda, Evita Perón e Getúlio Vargas. Inaugurado em 12 de fevereiro de 1944, o palácio foi idealizado para ser o maior hotel-cassino da América Latina. Com a proibição desse tipo de jogo em 1946, pelo então presidente Eurico Gaspar Dutra, o Quitandinha passou a funcionar apenas como hotel e a amargurar mais de 50 anos sem o brilho que desejava ter.

Foi quando, em 2007, a parte administrativa do prédio, com exceção dos apartamentos, foi adquirida pelo Sesc RJ. Hoje, além de um belo cartão postal da cidade de Petrópolis, o palácio é um dos centros culturais mais pujante da Região Serrana do Rio.

SERVIÇO

FESTIVAL SESC DE INVERNO

Espetáculo “Na Cozinha”

Dia 27/7/2019 – 23h

Sesc Quitandinha – Cozinha do Bar Central – 23h

Rua Joaquim Rolla, 2 – Quitandinha – Petrópolis/RJ

Classificação: 18 anos

Ingressos: Ingressos gratuitos. Retirada 1 hora antes do espetáculo

Mais informações em www.festivalsescdeinverno.com.br

Espaço Cultural Municipal Sergio Porto recebe o projeto de arte integrada “Espaço público não é privada”

Entre 3 de agosto e 2 de setembro, a Galeria Branca do Espaço Cultural Municipal Sergio Porto recebe o projeto de arte integrada “Espaço público não é privada”, que reúne peça de teatro e exposição fotográfica dos artistas Roberto Souza e Isabella Castro. A dupla leva para a cena uma reflexão bem-humorada e poética sobre o uso exacerbado de histórias de amor como motivo principal para a produção artística. Ao longo do processo criativo, o que começou como uma montagem teatral se desdobrou também em registros visuais urbanos. São oito fotografias que trazem um elemento cênico da peça (uma privada de louça) em espaços públicos de várias cidades, interferindo na paisagem cosmopolita. Conectados pelo mesmo impulso criativo, os dois apresentam ainda, uma série de intervenções nas ruas da cidade ao longo da temporada. A exposição tem entrada franca e os ingressos para a peça custam a partir de R$ 10.

No espetáculo teatral, Roberto Souza interpreta suas reais histórias de amor a partir de depoimentos sobre relações afetivas pessoais, dividindo a cena com Isabella Castro, que além de estar à frente da iluminação, cenário e figurino, opera também a técnica às vistas do público. O drama amoroso autobiográfico segue em paz até surgir o alter ego de Roberto, que demanda uma dramaturgia de cunho público para além de sua vida privada. O resultado é a criação de um “dueto teatral” onde Roberto e Isabella, através da arte, partilham amor com a plateia.

Se valendo de sua relação criativa e afetiva com Isabella Castro, que em 2018 se tornou sua parceira na vida e na criação, Roberto Souza monta uma peça que questiona o uso exagerado da vida pessoal na construção teatral. A dupla lança mão de uma cena performática justamente para ressaltar o caráter egocêntrico desse tipo de linguagem. “Ao teatralizar experiências amorosas reais, fazemos a seguinte provocação: será que peças obcecadas pela subjetividade de seus autores não encenam uma representação de mundo individualista?”, questiona Roberto Souza, que também assina a dramaturgia e dirige a montagem.

Na exposição fotográfica, as imagens de Isabella Castro capturam as intervenções urbanas realizadas pela dupla, ao inserir um elemento cenográfico da peça, a dita privada de louça, em espaços públicos em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo com o intuito de (re)significar a paisagem urbana. Esse street ready-made – em referência direta a Duchamp – questiona a função social e política do artista e seu processo de criação. “Um objeto absolutamente caseiro exposto à turbulência das ruas da cidade causa, certamente, uma experiência de descompasso. Alguma coisa está fora da ordem”, provoca Isabella.

SOBRE ROBERTO SOUZA

Desde 1996, Roberto Souza atua profissionalmente no teatro enquanto ator, diretor e músico. Já trabalhou com diretores teatrais como Paulo José, Susana Ribeiro, Alex Cassal, Clara Kutner, Marcos Vinicius Faustini, Luiz Furlanetto, além de ter contracenado com atrizes como Ana Kutner, Natália Lage, Nena Inoue, entre outros. Atualmente participa dos grupos Teatro de Operações e Anti-Cia. de Teatro. Como diretor teatral, seus trabalhos que se destacam são “Repulsa” e “Escandaloso desejo de amar”, de Jô Bilac (2009 e 2010/2011) e “Quase para Sempre”, de Bosco Brasil (2009). Nos últimos anos, trabalhou como ator e músico no espetáculo “Horses Hotel” (2016), assinou a direção musical do projeto Teatro do SAARA (2017) e co-dirigiu “Luanda 75” (2017), última peça do Teatro de Operações. É Mestre em Artes Cênicas pela USP, Bacharel em Direção Teatral pela UNIRIO e formado pelo Curso de Formação de Atores da CAL.

SOBRE ISABELLA CASTRO

Isabella Castro é iluminadora e cenógrafa. Atualmente integra o premiado coletivo Arame Farpado e o projeto Prática de Montação – voltado para pesquisa de memória, identidade, sexualidade e gênero. No teatro já trabalhou com Doris Rollemberg, Jorginho de Carvalho, Adriana Milhomem, Pedro Struchiner, Anderson Ratto, Cecilia Ripoll, Fernando Maatz, entre outros. É Mestranda em Artes Cênicas pela UNIRIO, onde já havia se tornado Bacharel em Cenografia. Nesse período foi pesquisadora de iluminação e cenografia sob as orientações de Lídia Kosovski e Anderson Ratto. É formada em Cinema pela Escola de Audiovisual Cinema Nosso. Cursou Film Studies através do programa de mobilidade acadêmica International Esarmus Mundus PUEDES, na Aristotle University of Thessaloniki (Grécia).

 

 

“ESPAÇO PÚBLICO NÃO É PRIVADA”

Local: Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto | Galeria Branca

Endereço: Rua Humaitá 163, entrada pela Rua Visconde Silva. Tel.: 25353846.

 

PEÇA TEATRAL:
Temporada: 
de 3 de agosto a 2 de setembro – de sábado a segunda, às 19h.

Duração: 55 min. Classificação etária: 12 anos. Capacidade: 35 lugares.
Ingresso: R$20 (inteira) e R$10 (meia)

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA:

Visitação: de 3 de agosto a 2 de setembro – de quarta a segunda,  das 17h às 21h.

De sáb. a seg., haverá um intervalo entre 18h30 e 20h para a apresentação da peça.

Ingresso: gratuito. Classificação etária: livre.

 

 

FICHA TÉCNICA DA PEÇA:

Dramaturgia: Roberto Souza (Sonetos de Luis Vaz de Camões)

Direção, atuação e música: Roberto Souza

Cenografia, iluminação, figurinos, coordenação técnica (operação som/luz): Isabella Castro

Técnico de palco e áudio: Wellington Fox

Cenotécnicos: Orlando Carlos e William Azevedo

Trilha sonora: Roberto Souza (Sonata de J. S. Bach)

Vozes femininas (em off): Janaína Russeff, Joana Lerner e Juliana Delgado

Trilha sonora gravada nos estúdios Imperial e La Cueva por: Breno Braga e Seu Cris

Fotos de divulgação: Rodrigo Menezes, Davidson Rocha, Isabella Castro e Kailani.

FICHA TÉCNICA DA EXPOSIÇÃO:

Fotografias: Isabella Castro

Intervenção urbana: Isabella Castro e Roberto Souza

Finalização de imagens: Bruno Ribeiro

Montagem da exposição: Isabella Castro e Pavão

PROJETO DE ARTE INTEGRADA

Identidade visual: Isabella Castro

Produção executiva: Kailani

Assistência de produção: Peter Franco

Direção de produção: Roberto Souza e Isabella Castro

Coordenação de projeto: Fernando Machado

Assessoria de imprensa: Catharina Rocha – Máquina de Escrever Comunicação

Co-working: Casa Sapucaia e Malagueta

Agenciamento: FL Machado

Idealização: Roberto Souza

Realização: Roberto Souza e Isabella Castro

O Mistério de Henri Pick

Título Original: Le Mystére Henri Pick
Direção: Rémi Bezançon
Roteiro: Rémi Bezançon, Vanessa Portal
Baseado no romance de David Foenkinos
Elenco: Fabrice Luchini, Camille Cottin, Alice Isaaz
Distribuição: A2 Filmes

Sinopse: Em uma biblioteca bretã bizarra, que guarda manuscritos nunca publicados, uma jovem editora descobre um romance que ela considera uma obra-prima. O texto foi escrito por um certo Henri Pick, um mero cozinheiro que morreu há dois anos e que, de acordo com sua viúva, nunca havia lido um livro em sua vida ou escrito nada além de uma lista de compras. Teria ele uma vida secreta? Quando o livro se torna um grande best-seller, Jean-Michel Rouche, um crítico literário cético e teimoso, junta-se a Joséphine, a filha de Pick, para desvendar esse mistério.

ESTREIA NOS CINEMAS
25 DE JULHO DE 2019

Brant Bjork em São Paulo

O Brasil receberá pela primeira vez, com show único na cidade de São Paulo, a lenda do Stoner Rock e um dos criadores do estilo, o músico californiano Brant Bjork! Fundador do influente e antológico Kyuss, Brant toca dica 17 de outubro, no Fabrique Club, e os ingressos já estão à venda. A realização é das produtoras Abraxas, Powerline e Obscur. 

 
É do clima árido de Palm Desert, na Califórnia, que há algumas décadas Brant Bjork emerge e se mantém como uma das mentes criativas por trás do assim chamado Stoner Rock – ou Desert Rock, devido à sua origem nas festas com música ao vivo organizadas por Brant e seus amigos nos desertos californianos no começo nos anos 90, que varavam a madrugada regadas a muito rock and roll e entorpecentes, e ficaram conhecidas como as generator parties.
 
Foi nesse ambiente de muita lisergia e jams quase intermináveis que Brant Bjork participou da criação e contribuiu com sua bateria grooveada junto a bandas lendárias como Kyuss (com Josh Homme, que posteriormente fundou o Queens of the Stone Age, e outros nomes como John Garcia e Nick Olivieri), Fu Manchu e Vista Chino, além de uma extensa discografia lançada sob as diversas encarnações do seu projeto solo, onde atua como frontman (voz e guitarra) junto a outros músicos da cena de Palm Desert.
 
Sean Wheeler, outra lenda do desert rock, é o convidado especial de Bjork nesta turnê sulamericana, que além do Brasil, passa por Chile e Argentina. Wheeler ficou famoso na década de 1990 como vocalista/guitarrista do Throw Rag, mas é dono de uma extensa e expressiva discografia, que começou a ser moldada ainda nos anos 80. 
 
O show é uma iniciativa conjunta das produtoras Abraxas, Obscur. e Powerline, e promete ser uma noite memorável tanto para os fãs do artista quanto para aqueles curiosos a respeito deste gênero musical (ou seria um estilo de vida?) que cada vez ganha mais espaço no cenário musical brasileiro.
 
Para este show especial, as produtoras farão uma ação inédita: a banda de abertura será escolhida por meio de uma seletiva, que terá inclusive uma fase de apresentações ao vivo. Mais detalhes serão revelados em breve.

Arraiá gratuito agitará o Recreio dos Bandeirantes com trios de forró e quadrilhas

Julho é o mês para aproveitar uma festa junina tradicional no Américas Shopping, no Recreio dos Bandeirantes. O Arraiá Américas irá acontecer durante os dias 26, 27 e 28 de julho no 3º piso do Shopping, estacionamento G3.

Não vão faltar atrações e muita gastronomia típica para o público. Na sexta-feira, 26, o Trio Peneirado irá fazer todo mundo dançar aquele tradicional forró, e nos intervalos o DJ Maurício não deixará ninguém desanimado. Já no sábado, 27, o público irá dançar ao som do Trio Massarico, e a quadrilha AAS de Guaratiba fará uma apresentação de arrepiar. No último dia, 28, não menos importante, a atração ficará por conta de um mega aulão de dança da Academia Ramalhos, além de quadrilha, e apresentação do Trio Iris Pontal.

Terá comida típica para todos os gostos! A Doce Delícia vai levar para a festa os mais variados doces da época e também aquele gostoso milho cozido. Terá ainda o Acarajé da Meire, os Caldos do Sérgio para esquentar o clima, e churrasquinho para completar o menu. O evento terá ainda uma área kids para a criançada com muita brincadeira e diversão.

Arraiá Social

O Arraiá Américas também irá arrecadar agasalhos que serão doados para o grupo Ação Social Recreio. A fundação atende pessoas e instituições menos favorecidas localizadas no bairro.

SERVIÇO: Arraiá gratuito agitará o Recreio dos Bandeirantes com trios de forró e quadrilhas

Data: 26, 27 e 28 de julho

Horário: Sex: 17 às 22h | Sab: 16h ás 22h | Dom: 16h ás 22h

Local: estacionamento G3

ENTRADA GRATUITA.

 

O Américas Shopping fica na Av. das Américas, 15.500 – Recreio (esq. com Benvindo de Novaes). Tel: (21) 2442-9900 – Site: www.americasshopping.com.br @americasshoppingrio

 

 

Sobre o Américas Shopping

O Américas Shopping, localizado no Recreio dos Bandeirantes, foi inaugurado em 2014 e logo tornou-se referência no bairro. Com cinco anos de operação, o empreendimento se consolida como o shopping para toda família. Com a proposta de oferecer serviços e entretenimento completos, o Shopping reúne um mix de 240 lojas dos mais diversos segmentos, como moda, beleza, decoração e infantil, além pistas de patinação no gelo e boliche, uma moderna academia Fórmula, Livraria Leitura, 9 salas do multiplex Cinesystem Cinemas, a primeira Unidade de Serviços do Detran RJ no bairro, e uma estação do SINE (Sistema Nacional de Empregos). Projetado com uma arquitetura moderna e sustentável, o empreendimento tem ampla praça de alimentação, Espaço Gourmet e estacionamento com 2.500 vagas, sendo 1.800 cobertas. São 120.000 m² de área construída e 37.000m² de área bruta locável. O Américas Shopping foi construído pela ECIA e é administrado pela AD Shopping.

Sobre a AD Shopping

A AD Shopping, maior administradora independente de shopping centers do País, está presente em todas as regiões brasileiras. Seu portfólio é composto por empreendimentos de diversos formatos, localizados tanto em capitais quanto no interior. São mais de 27 anos de experiência em planejamento, comercialização e gestão de shopping centers. Saiba mais em www.adshopping.com.br.

“Master Class” no Teatro Procópio Ferreira

Após algumas temporadas bem-sucedidas, desde 2015, um dos mais premiados e aclamados espetáculos da Broadway retorna aos palcos numa grandiosa turnê por 12 cidades brasileiras estrelado por uma das maiores atrizes do teatro, cinema e televisão brasileira: Christiane Torloni.

Master Class” é uma maravilhosa comédia-dramática escrita pelo premiado autor norte-americano Terrence McNally, que chega ao Brasil através da Maestro Entretenimento, apresentado pelo Ministério da Cidadania e Bradesco Seguros, com patrocínio da Lorenzetti. O espetáculo conta com a direção do encenador brasileiro José Possi Neto e direção musical do maestro Fábio G. Oliveira, ambos à frente de um elenco formado por consagrados atores/cantores do atual cenário teatral musical brasileiro: as sopranos/atrizes Julianne Daud (‘Master Class’, ‘O Beijo da Mulher Aranha’, ópera ‘Joanna de Flandres’, ‘A Flauta Mágica’, ópera ‘Salvator Rosa’, ‘New York, New York – O Musical’, entre outros), Raquel Paulin (‘Mamma Mia!’, ‘Shrek’, ‘Mudança de Hábito’, ‘Os Dez Mandamentos’, ‘Rent’, entre outros) e Laura Duarte. O tenor/ator Jessé Scarpellini (‘Les Miserables’, ‘Wicked’, ‘O Homem de la Mancha’, ‘Mulheres à Beira de um ataque de Nervos’, ‘A Madrinha Embriagada’, entre outros); o ator e pianista Rafael Marão; além do tenor/ator Rodrigo Filgueiras.

Master Class’ é um dos poucos espetáculos produzidos na Broadway a alcançar enorme sucesso internacional tendo sido realizadas nada menos do que 598 apresentações apenas em sua temporada de estreia em 1995 quando então recebeu o prêmio Desk Drama Award de ‘Melhor Espetáculo da Broadway’, além de três prêmios Tony Award (o Oscar do teatro americano): ‘Melhor Atriz’ (para Zoe Caldwell), ‘Melhor Atriz Coadjuvante’ (para Audra McDonald) e o cobiçado prêmio de ‘Melhor Espetáculo da Broadway’.

Após a sua estrondosa temporada de estreia, Master Classpercorreu o mundo tendo sido apresentado em quase uma centena de países tão diferentes como Japão, Polônia, Alemanha, Coréia, Itália, Espanha, Portugal, Filipinas, Grécia, Brasil, além dos principais centros teatrais do mundo como o West End, em Londres, e em Paris, onde o papel de Maria Callas foi interpretado pela grande atriz francesa Fanny Ardant sob a direção de Roman Polanski.

Em 2011 uma nova produção de Master Classfoi realizada na Broadway alcançando um sucesso não menos estrondoso, desta vez tendo como protagonista a atriz americana Tyne Daly e, exatamente como já havia acontecido em 1995, além do grande sucesso desta remontagem o espetáculo também tem recebido “revivals” em várias partes do mundo, incluindo esta nossa produção brasileira, protagonizada por Christiane Torloni, que nos anos 2015, 2016 e 2018 alcançou enorme sucesso de crítica e público nas temporadas em São Paulo, Rio de Janeiro e outras importantes capitais do País. Christiane foi agraciada na categoria Melhor Atrizcom o Prêmio Aplauso Brasil, o Prêmio Quem, concedido pela revista Quem, e o Prêmio Arte Qualidade Brasil, além de ter sido indicada a diversos prêmios, entre eles o Prêmio Shell, também na categoria de Melhor Atriz.

Terrence McNally baseou o enredo de Master Classnas lendárias séries de aulas magnas (master classes) proferidas pela diva maior da ópera mundial, a greco-americana Maria Callas, no início dos anos 70 na Juilliard School, famosa escola de música de Nova York. Na peça, Callas repreende os alunos, da mesma maneira enérgica com que os encoraja a seguir e perseguir seus sonhos. Durante esses encontros, também confronta os desapontamentos e dissabores de sua própria vida e de seu relacionamento com o célebre bilionário, o armador grego Aristóteles Onassis. De forma genial e habilidosa, o espetáculo faz o público rir e se emocionar com este que é considerado um dos mais belos textos da literatura teatral de todos os tempos e que, desde a sua estreia, há mais vinte anos, tem angariado legiões de fãs, envolvendo plateias de todo o mundo!

A Produção e os Produtores

A produção de Master Classconta com o talento de alguns dos melhores profissionais da área artística de nosso país:

A direção está a cargo do talentoso José Possi Neto, encenador de espetáculos também ligado ao teatro musical, com várias realizações bem-sucedidas nesse gênero. Possi teve oportunidade de dirigir o maiores nomes do teatro brasileiro: Fernanda Montenegro, Paulo Autran, Irene Ravache, Tarcísio Meira, Glória Menezes, Marieta Severo, Beatriz Segall, Raul Cortez, Marília Pêra, entre tantos. ‘Master Class’ é a nona vez que ele e Christiane Torloni trabalham juntos no teatro.

Os cenários foram criados e executados por Renato Theobaldo; experiente cenógrafo que tem contribuído enormemente não só para o teatro quanto para o universo da ópera, além dos principais espetáculos musicais. Seu projeto para a cenografia de Master Classprocurou trazer para o palco o clima das grandes casas de ópera do mundo através de estruturas criadas em tecido especialmente tratado para receber luz e projeções. O design de luz foi criado pelo veterano iluminador Wagner Freire.

Os figurinos são assinados pelo renomado figurinista Fábio Namatame, sendo que os modelos femininos (incluindo os da própria Maria Callas) foram confeccionados pela renomada boutique paulistana Claudeteedeca o que garantiu a eles a alta qualidade, autenticidade e elegância.

A trilha sonora do espetáculo não poderia ser mais apropriada para um espetáculo de tão alta qualidade artística: trechos famosos de obras de três dos maiores compositores da história da música: Bellini, Puccini e Verdi, executados ao vivo pelos atores/cantores e acompanhados pelo ator/pianista.

A produção e realização de Master Class’ está inteiramente a cargo da Maestro Entretenimento: empresa brasileira que desde a sua fundação em 1996 apresenta intensa atividade nas mais variadas vertentes artísticas.

Sob a direção de seu fundador, o Maestro Fábio G. Oliveira e de sua sócia, a cantora lírica Julianne Daud, a Maestro Entretenimento tem realizado importantes produções artísticas, tais como: programas de TV, projetos corporativos especiais, organização e produção de festivais de música e arte, concertos com orquestras e big bands, além da produção de grandes óperas como, por exemplo; ‘Don Pasquale’, de Donizetti, ‘A Flauta Mágica’, de Mozart, ‘Salvator Rosa’, de Carlos Gomes, o restauro e a primeira edição das partituras e a montagem da ópera ‘Joanna de Flandres’, de Carlos Gomes.

Em 2011, a Maestro Entretenimento produziu pela primeira vez no mundo o espetáculo ‘New York, New York – O Musical’, que acabou se consagrando como um dos espetáculos de maior sucesso dos últimos tempos, tendo sido apresentado em três anos consecutivos. Em 2013 idealizou e produziu o musical ‘Zuzubalândia’. Em 2015, 2016 e 2018 realizou as temporadas de ‘Master Class’ pelo Brasil contando desde o início com Patrocínio Master Apresenta da Bradesco Seguros.

Nesta nova turnê a Lorenzetti, co-patrocinora da peça, reforça o seu compromisso com o incentivo à cultura e comemora o sucesso de Master Class no Brasil. “A Lorenzetti tem orgulho de patrocinar uma das peças mais respeitadas da Broadway, com a participação de uma grande atriz do cenário nacional. Enredo e elenco de qualidade para todo o público brasileiro”, conclui Paulo Galina, gerente de marketing da Lorenzetti

Sobre Maria Callas

Nova Iorque, 2 de dezembro de 1923

Paris, 16 de setembro de 1977

Foi uma cantora lírica norte-americana de ascendência grega, considerada a mais renomada e influente cantora de ópera do século XX e a maior soprano de todos os tempos. Apesar de também muito famosa pela sua conturbada vida pessoal, principalmente devido ao seu relacionamento com o bilionário grego Aristóteles Onassis, o seu legado mais duradouro deve-se ao impulso a um novo estilo de atuação nas produções operísticas, à raridade e distintividade de seu tipo de voz e ao resgate de óperas há muito esquecidas do bel canto, estreladas por ela.

Patrocínio Master apresenta:

Manter uma política de incentivo à cultura é compromisso permanente do Circuito Cultural Bradesco Seguros – https://www.bradescoseguros.com.br/clientes/circuito-cultural. Nos últimos anos, o Grupo Bradesco Seguros orgulha-se de ter patrocinado e apoiado projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas.

Dentre as atrações realizadas recentemente, destacam-se os musicais Bibi – Histórias e Canções”, “Chacrinha, O Musical”, “Elis – A Musical”, “A Família Addams”, “O Rei Leão”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “60 – Década de Arromba”, “Cinderella” e “Wicked”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais”, “Ballet Zorba, O Grego” e a exposição Cavaletes de Cristal de Lina Bo Bardi no MASP”.

Apoio: Claudeteedeca

Co Patrocínio : Lorenzetti

Promoção: Rede Globo

Serviço

Master Class

Local: Teatro Procópio Ferreira

Endereço: Rua Augusta, nº 2823, Cerqueira César, São Paulo, SP

Telefone do teatro: (11) 3083-4475

Horário da bilheteria: terça e quarta-feira das 14h às 19h

De quinta a domingo das 14h até o início do espetáculo

Dias: de 1 a 4 de agosto

Horários: de quinta-feira a sábado às 21h, domingo às 19h (únicas apresentações)

Venda pela internet: www.ingressorapido.com.br

Ingresso: R$ 100 e R$ 50 (meia-entrada)

Classificação etária: 12 anos

Duração: 90 m

Capacidade do teatro: 624 pessoas

ELENCO & PERSONAGENS

 

Maria Callas……………………………Christiane Torloni

Sharon Graham………………………Raquel Paulin e Julianne Daud (alternantes)

Sophie De Palma…………………….Laura Duarte

Anthony Candolino…………………Jessé Scarpellini

Emmanuel Weinstock……………Rafael Marão

Ator/Tenor Substituto……………Rodrigo Filgueiras

Ficha Técnica:

Texto: Terrence McNally

Direção e Encenação: José Possi Neto

Direção Musical: Maestro Fábio G. Oliveira

Direção Artística: Maestro Entretenimento

Cenografia: Renato Theobaldo

Figurinos: Fábio Namatame & Claudeteedeca

Design de Luz: Wagner Freire

Design de Som: André Luis Omote

deo Cenário: Bijari

Assistente de Direção: Vanessa Guillen

Tradução: Bianca Tadini e Luciano Andrey

Direção de Produção: Julianne Daud e Fábio G. Oliveira

Produção Executiva : Fabio Hecker

Produção Christiane Torloni: Elza Costa

Produtora Jr (Maestro): Ana Luiza Sabatini

Diretor de Palco: Alessandro Kosta

Visagismo e Perucas: Sérgio Gordin

Operador de Luz: Vladimir Freire

Operador de Som: Randal Juliano

Microfonista: Pollyana de Oliveira Alves

Camareira: Miriam Bento dos Santos

Designer Gráfico: Ebert Wheeler

Web Designer: Valquíria Jarski

deos: Johnny Luz

Mídias: Teto Cultura

Conteúdo Acessível: BRDN e Mais Diferenças

Equipamentos de Acessibilidade: Ktalise

Projetor: Reality Projeções

Sonorização: Radar Sound

Iluminação: Armazém da Luz

Transporte: Menezes Transportes e Mudanças

Sala de Ensaios: Studio 7.8

Assessoria Jurídica: Francez e Alonso Advogados

Gestor Financeiro e Leis de Incentivo: Sodila Projetos Culturais

Contabilidade: Beltrame Contabilidade

Relações Públicas/ Convidados: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

Assessoria de imprensa: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

Fotos: Calé Merege (capa), Marcos Mesquita e Priscila Prade

Realização: Maestro Entretenimento

                    Maestro Produções Artísticas e Culturais Ltda.

Crédito das fotos: divulgação

Sambarraiá com Bangalafumenga, Quizomba e SIBC

Dia 3 de agosto, sábado, o clima vai esquentar no Rio de Janeiro com muito arrasta pé, samba e música boa ao som dos consagrados blocos Quizomba, Bangalafumenga e do queridinho Samba Independente dos Bons Costumes. 

Reduto do samba carioca, o bairro da Gamboa recebe a festa-arraial a partir das 21h. Fera nas carrapetas, o DJ João Rodrigo, residente da festa Modinha, abre a pista do Gamboa 345 e entra em cena nos intervalos. Em seguida, dois dos mais tradicionais e maiores blocos do carnaval de rua do Rio e de São Paulo agitam a noite com um repertório eclético e dançante, mostrando uma batucada de primeira com todo o suingue da alma musical carioca.

Para completar a noite, a galera do SIBC – Samba Independente dos Bons Costumes, a roda de samba mais contagiante da atualidade, traz sua irreverência e originalidade para uma batucada de respeito, com muito axé e uma energia contagiante.

O Sambarraiá com Bangalafumenga, Quizomba e SIBC mantém o clima junino com decoração, música e comidas típicas! Anarriê!

Garantá já o seu ingresso!

 

SAMBARRAIÁ COM BANGALAFUMENGA, QUIZOMBA E SIBC!

Local: Gamboa 345

Rua da Gambôa, 345 – Gambôa

Hora: abertura da casa – 21h

Compra de Ingressos: http://bit.ly/sambarraiá

Lote 1 (promocional): R$30

Evento: https://www.facebook.com/events/2778982592116554/

Festival Internacional de Música de Barra Mansa na Sala Cecília Meireles

No âmbito das realizações do Festival Internacional de Música de Barra Mansa, a Sala Cecília Meireles receberá, no próximo dia 25 de julho, um concerto que reunirá no palco um seleto time de músicos de destaque no cenário internacional. O israelense Shmuel Ashkenasi, figura icônica, considerado um dos maiores violinistas do século XX e o americano Mark Kosover, um dos solistas de violoncelo mais requisitados do mundo estão entre eles. Diretor Artístico do Festival, o carioca Daniel Guedes se dividirá entre o violino, a viola e a regência.

Na primeira parte do programa, Daniel Guedes se juntará a John McGrosso (primeiro violino do Arianna String Quartet) para a execução da Sonata para dois violinos, de Sergei Prokoviev. Na sequência, Shmuel Ashkenasi (vencedor/premiado dos concursos Tchaikovsky e Rainha Elizabeth, primeiro violino do Vermeer String Quartet, professor dos Institutos Curtis de Filadélfia e Mannes) subirá ao palco acompanhado de Daniel Khalikov (primeiro violino do Metropolitan Opera Orchestra), Katharina Kang (primeira violista do City Ballet Orchestra de Nova York), Mark Kosower (primeiro violoncelista da Cleveland Orchestra), além de Gabriel Vasco no violoncelo e Daniel Guedes na viola. Juntos, eles tocarão Souvenir de Florence para Sexteto de Cordas, Op.70, de Tchaikovsky.

Depois do intervalo, Shmuel Ashkenasi e Katharina Kang voltam ao palco, acompanhados da Orquestra de Câmera do Festival Internacional de Música de Barra Mansa, sob a regência de Daniel Guedes, para interpretarem a Sinfonia Concertante em Mi Bemol para Violino, Viola e Orquestra, K. 364, de Mozart.

A terceira edição do Festival Internacional de Música de Barra Mansa teve início no dia 14 de julho e segue até o dia 27, com uma intensa programação que contempla uma série de concertos no município fluminense e na capital carioca, além de masterclasses. “É um privilégio poder contar com grandes músicos do cenário internacional e músicos destacados do Brasil tanto nos concertos quanto no corpo docente do Festival. O público terá oportunidade de assistir a concertos que só poderiam ser apreciados em grandes festivais no exterior. É esse nível de excelência que estamos trazendo para a cidade de Barra Mansa e consequentemente para a Sala Cecília Meireles” – garante Daniel Guedes, diretor artístico do Festival Internacional de Música de Barra Mansa.

SOBRE O FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DE BARRA MANSA:

O Festival Internacional de Música de Barra Mansa chega à sua terceira edição, consolidando uma parceria entre o Projeto Música nas Escolas de Barra Mansa, a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa e o Centro Universitário de Barra Mansa (UBM). Após receber o Arianna String Quartet com enorme sucesso em sua primeira edição, este ano o Festival contará com a presença do grande ícone do violino Shmuel Ashkenasi, o violoncelista Mark Kosower, a violista Katharina Kang, o oboísta Alexandre Barros, entre outros renomados músicos e professores. Serão duas semanas de intensa programação que constará de aulas individuais e coletivas, ensaios e concertos de música de câmera envolvendo alunos e professores, cameratas e orquestras. Os diversos grupos do Projeto Música nas Escolas estarão também se apresentando durante o festival, trazendo para diferentes pontos da cidade uma programação eclética e variada.

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Shmuel Ashkenasi – Violino

Daniel Khalikov – Violino

John McGrosso – Violino

Katharina Kang – Viola

Mark Kosower – Violoncelo

Gabriel Vasco – Violoncelo

Daniel Guedes – Violino, Viola e Regência

Orquestra de Câmera do Festival Internacional de Música de Barra Mansa

PROGRAMA:

 

Sergei Prokofiev  

     I.        Andante cantabile

   II.        Allegro

 III.        Commodo (quasi allegretto)

  IV.        Allegro con brio

(Daniel Guedes e John McGrosso – Violino)

 

P. Tchaikovsky – Souvenir de Florence para Sexteto de Cordas, Op.70

     I.        Allegro con spirito

   II.        Adagio cantabile con moto

 III.        Allegretto moderato

  IV.        Allegro con brio e vivace

(Shmuel Ashkenasi e Daniel Khalikov – Violinos // Katharina Kang e Daniel Guedes – Violas // Mark Kosower e Gabriel Vasco – Violoncelos)

– Intervalo –

W. A. Mozart – Sinfonia Concertante em Mi Bemol para Violino, Viola e Orquestra, K. 364

     I.        Allegro maestoso

   II.        Andante

 III.        Presto

(Shmuel Ashkenasi – Violino // Katharina Kang – Viola // Orquestra de Câmera do Festival Internacional de Música de Barra Mansa // Regência Daniel Guedes)

SERVIÇO:

Festival Internacional de Música de Barra Mansa na Sala Cecília Meireles

Dia 25 de julho, às 20h

Local: Sala Cecília Meireles

Endereço: Rua da Lapa, 47 – Centro – Rio de Janeiro

Ingressos: R$40 (R$20 meia), à venda na bilheteria da Sala e no site Ingresso Rápido

Stephen King: o medo é seu melhor companheiro

O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro divulga vinheta da mostra STEPHEN KING: O MEDO É SEU MELHOR COMPANHEIRO, que acontece de 24 de julho a 19 de agosto, na qual serão exibidas 41 produções baseadas na obra do autor, além de cinco filmes que foram referência para seu trabalho. Com ingressos a preços acessíveis de R$5,00, a programação conta, ainda, com debates, palestras e master class com profissionais convidados, além de sessões com acessibilidade (libras e áudio-descrição).

Depois do CCBB Rio de Janeiro, a mostra será apresentada no CCBB São Paulo, de 4 a 30 de setembro, e no CCBB Brasília, de 15 de outubro a 10 de novembro. O projeto é patrocinado pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e conta com curadoria é de Breno Lira Gomes e Rita Ribeiro.

Para quem quiser conhecer mais a fundo as obras do mestre do terror, a biblioteca do CCBB-RJ, que reúne mais de 150 mil exemplares, possui diversos livros que foram adaptados para o cinema. Entre as obras disponíveis, que também terão os filmes exibidos, destaque para A Coisa, A Dança da Morte, Carrie, O Cemitério, À Espera de Um Milagre, O Iluminado, O Apanhador de Sonhos, Pesadelos e Paisagens Noturnas, Trocas Macabras e Zona Morta. A biblioteca do CCBB oferece sala de multimidia e sala de leitura, com capacidade para 125 pessoas, para consulta dos livros no local.

Com a mostra, o público brasileiro, especialmente os fãs do autor, terá a oportunidade de debater a obra de Stephen King, discutir sobre o seu processo criativo e analisar as adaptações dos seus livros para o cinema e para a televisão. Além disso, as exibições também pretendem estimular a leitura, já que a grande maioria dos filmes que compõem a seleção são baseados nos livros.

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It, a obra prima do medo (1990) – crédito Divulgação/Warner
PROGRAMAÇÃO DAS ATIVIDADES DA MOSTRA
Debates 24/7 – 18h – sessão de Carrie, a Estranha – seguida do debate “Stephen King e o Cinema”, com o crítico de cinema Mario Abbade e os curadores Rita Ribeiro e Breno Lira Gomes – 18 anos.

15/8 – 17h30 – sessão de Louca Obsessão – seguida do debate “A Literatura de Terror no Cinema”, com a tradutora Regiane Winarski, o escritor Raphael Montes e os curadores Rita Ribeiro e Breno Lira Gomes – 14 anos.

Palestras 

25/7 – 13h30 – “O terror da literatura a Netflix”, com a curadora Rita Ribeiro – 60 min. 16 anos.

31/7 – 13h – sessão de Carrie, a Estranha – seguida da palestra “Bullying e o terror adolescente”, com a curadora Rita Ribeiro – 120 min. 16 anos

16/8 – 14h – “Construindo a retrospectiva Stephen King: curadoria e produção”, com o curador e produtor Breno Lira Gomes – 60 min. 16 anos

Master class
As aulas são gratuitas e indicadas para maiores de 16 anos; as inscrições devem ser feitas pelo e-mail stephenkingccbb@gmail.com a partir de 29 de julho.
7/8 – 14h – “O Horror que nos Rodeia: da Literatura para o Cinema”, com a curadora Rita Ribeiro – 120 min. 16 anos

8/8 – 14h – “O Horror que nos Rodeia: da Literatura para o Cinema”, com a curadora Rita Ribeiro – 120 min. 16 anos

PROGRAMAÇÃO DE FILMES

24 de julho – quarta-feira
15h30 – Creepshow – Show de Horrores – 120 min. 18 anos
18h – Carrie, a Estranha – 92 min. 16 anos
Seguido do debate STEPHEN KING E O CINEMA, com crítico de cinema Mario Abbade e os curadores Rita Ribeiro e Breno Lira Gomes

25 de julho – quinta-feira
13h30 – Palestra “O terror da literatura a Netflix”, com a curadora Rita Ribeiro – 60 min. 16 anos
15h – A Hora do Lobisomem – 95 min. 16 anos
17h – Olhos de Gato – 94 min. 16 anos
19h – Chamas da Vingança – 124 min. 16 anos

26 de julho – sexta-feira
14h – Pesadelos e Paisagens Noturnas: Vol 1 – 144 min. 16 anos
17h – Desafio do além – 114 min. 10 anos
19h30 – O Iluminado – 120 min. 16 anos

27 de julho – sábado
14h – Às Vezes Eles Voltam – 98 min. 18 anos
16h – Sonâmbulos – 91 min. 16 anos
18h – O Aprendiz – 111 min. 18 anos

28 de julho – domingo
14h – A Maldição – 92 min. 16 anos
16h – Na Hora da Zona Morta – 100 min. 12 anos
18h – A Metade Negra – 122 min. 18 anos

29 de julho – segunda-feira
14h – Vampiros de almas – 80 min. 12 anos
16h – A Tempestade do Século – 256 min. 14 anos
Haverá um intervalo de 30 minutos durante a sessão.

31 de julho – quarta-feira
13h – Exibição de Carrie, a estranha seguida da palestra “Bullying e o terror adolescente”, com a curadora Rita Ribeiro – 120 min. 16 anos
15h30 – Os Vampiros de Salem – 184 min. 14 anos
19h15 – Voo Noturno – 85 min. 14 anos

01 de agosto – quinta-feira
14h – Pesadelos e Paisagens Noturnas: Vol 2 – 132 min. 16 anos
17h – O monstro do ártico – 87 min. 14 anos
19h – O Apanhador de Sonhos – 136 min. 14 anos

02 de agosto – sexta-feira
15h – Pacto Maligno – 79 min. 16 anos
17h – Colheita Maldita – 93 min. 16 anos
19h – Conta Comigo – 89 min. 12 anos (com interpretação em Libras)

03 de agosto – sábado
14h – It – Uma Obra Prima do Medo – 192 min. 14 anos
18h – Cemitério Maldito – 103 min. 16 anos

04 de agosto – domingo
14h – À Espera de Um Milagre – 189 min. 14 anos
18h – Um Sonho de Liberdade – 142 min. 16 anos

05 de agosto – segunda-feira
13h – A Dança da Morte – Parte 1: A praga – 89 min. 16 anos
15h – A Dança da Morte – Parte 2: Os sonhos – 89 min. 16 anos
17h – A Dança da Morte – Parte 3: A traição – 90 min. 16 anos
19h – A Dança da Morte – Parte 4: A prontidão – 93 min. 16 anos

07 de agosto – quarta-feira
14h – master class O HORROR QUE NOS RODEIA: DA LITERATURA PARA O CINEMA, com a curadora Rita Ribeiro – 120 min. 16 anos
17h – Montado na Bala – 98 min. 16 anos
19h – Christine, O carro Assassino – 109 min. 18 anos

08 de agosto – quinta-feira
14h – master class O HORROR QUE NOS RODEIA: DA LITERATURA PARA O CINEMA, com a curadora Rita Ribeiro – 120 min. 16 anos
16h30 – Trocas Macabras – 120 min. 16 anos
19h – Cemitério Maldito – 103 min. 16 anos (sessão com legenda descritiva)

09 de agosto – sexta-feira
13h30 – O Nevoeiro – 126 min. 16 anos (sessão com audiodescrição)
17h – A ameaça que veio do espaço – 81 min. 14 anos
19h – It, A Coisa – 134 min. 16 anos

10 de agosto – sábado
14h – Lembranças de Um Verão – 101 min. 14 anos
16h – Eclipse Total – 132 min. 16 anos
18h30 – Louca Obsessão – 107 min. 14 anos

11 de agosto – domingo
14h – Desespero – 131 min. 16 anos
16h30 – A criatura do cemitério – 89 min. 18 anos
18h30 – Na Hora da Zona Morta – 100 min. 12 anos

12 de agosto – segunda-feira
15h – O Iluminado Parte 1 – 90 min. 16 anos
17h – O Iluminado Parte 2 – 90 min. 16 anos
19h – O Iluminado Parte 3 – 90 min. 16 anos

14 de agosto – quarta-feira
14h – Pesadelos e Paisagens Noturnas: Vol 3 – 90 min. 16 anos
16h – Cujo – 164 min. 16 anos
19h – O Nevoeiro – 126 min. 16 anos

15 de agosto – quinta-feira
14h30 – Saco de Ossos – 157 min. 16 anos
17h30 – Louca Obsessão – 107 min. 14 anos
Seguido do debate A LITERATURA DE TERROR NO CINEMA com a tradutora Regiane Winarski, o escritor Raphael Montes e os curadores Rita Ribeiro e Breno Lira Gomes

16 de agosto – sexta-feira
14h – Palestra “Construindo a retrospectiva STEPHEN KING: curadoria e produção”, com o curador e produtor Breno Lira Gomes – 60 min. 16 anos
16h – Um Sonho de Liberdade – 142 min. 16 anos
19h – O Iluminado – 120 min. 16 anos

17 de agosto – sábado
14h – Conta comigo – 89 min. 12 anos
16h – A Hora do Lobisomem – 95 min. 16 anos
18h – O Sobrevivente – 101 min. 16 anos

18 de agosto – domingo
14h – Halloween, a noite do terror – 91 min. 18 anos
16h – O Aprendiz – 111 min. 18 anos
18h30 – Christine, O carro Assassino – 109 min. 18 anos

19 de agosto – segunda-feira
15h – Arquivo X – Episódio Feitiço – 44 min. 12 anos
17h – Comboio do Terror – 97 min. 18 anos
19h – Carrie, a Estranha – 92 min. 16 anos

LISTA DE LIVROS DISPONÍVEIS NA BIBLIOTECA DO CCBB-RJ
(organizados em ordem alfabética)

A Autoestrada (2009)
A Casa Negra (2003)
A Coisa (1987)
A Dança da Morte (1990)
A Escolha dos Três (2004)
A espera de um milagre: um romance em seis partes (2000)
A Hora do Lobisomem (1987)
A Hora do Vampiro (1975)
A Maldição do Cigano (1989)
A Torre Negra (2007)
A Torre Negra: nasce o pistoleiro (2010)
A Torre Negra: o longo caminho pra casa (2011)
A Zona Morta (2007)
Angústia (1988)
Ao Cair da Noite (2011)
As Terras Devastadas (2005)
Buick 8 (2003)
Canção de Susannah (2005)
Cão Raivoso (1981)
Carrie (1974)
Celular (2007)
Dança Macabra (1981)
Depois da meia-noite (1992)
Duma Key (2009)
Insônia (1995)
Jogo Perigoso (1992)
Lobos de Calla (2006)
Love: a história de Lisey (2008)
Mago e Vidro (2005)
O Apanhador de Sonhos (2001)
O Cemitério (1984)
O Concorrente (2006)
O Iluminado (1977)
O Pistoleiro (2003)
O Talismã (1985)
Os Estranhos (1990)
Os Livros de Bachman (1992)
Os Olhos do Dragão (1987)
Pesadelos e paisagens noturnas (1997)
Quatro estações: Primavera eterna (1988)
Sombras da noite (1982)
Tripulação de esqueletos (1987)
Trocas Macabras (1992)
Zona Morta (1979)

LISTA DE FILMES BASEADOS NA OBRA DE STEPHEN KING
(organizados em ordem alfabética)

A CRIATURA DO CEMITÉRIO (Graveyard Shift)
1990, 89 min.
Direção: Ralph S. Singleton, 1990. Com David Andrews, Kelly Wolf, Stephen Macht, Andrew Divoff, Vic Polizos, Brad Dourif e Dana Packard.
Adaptação do conto Último Turno, do livro Sombras da Noite. Um operário trabalha à noite numa companhia têxtil infestada de ratos. Por “diversão”, ele começa a a jogar os ratos numa máquina trituradora de algodão, até que alguém faz o mesmo com ele. Um patrão desonesto e um exterminador de ratos neurótico de guerra se esforçam para dar cabo dos roedores, contudo uma criatura muito mais perigosa e mortal começa a vitimar várias pessoas até desembocar num labirinto de esgotos e catacumbas.
Classificação: 18 anos

A DANÇA DA MORTE (The Stand)
1994, 360 min.
Direção: Mick Garris. Com Gary Sinise, Molly Ringwald, Jamey Sheridan e Laura San Giacomo. Uma mutação do vírus da gripe espalha-se mortalmente por inúmeras regiões dos EUA. Dois grupos de pessoas mostram-se imunes. Um, sonha com uma velha senhora num milharal e outro sonha com um ser diabólico. É chegada a hora de escolher de qual lado se vai lutar.
Classificação: 16 anos

À ESPERA DE UM MILAGRE (The Green Mile)
1999, 189 min.
Direção: Frank Darabont. Com Tom Hanks, ‎Michael Clarke Duncan,‎David Morse e Sam Rockwell.
Um sujeito enorme é condenado à morte por assassinar duas gêmeas. Embora professe inocência, sua sentença já foi dada, resta a ele e a seus carcereiros, a espera. Ocorreria algum milagre? Ou… Milagres?
Classificação: 14 anos

A HORA DO LOBISOMEM (Silver Bullet)
1985, 95 min.
Direção: Daniel Attias. Com Corey Haim, Gary Busey, Terry O’Quinn e Megan Follows.
Também conhecido como Bala de Prata. Uma série de assassinatos abala uma cidadezinha interiorana. Todos acham ser um serial killer, mas um jovem cadeirante sabe que é algo muito mais mortal…
Classificação: 16 anos

A MALDIÇÃO (Thinner)
1996, 92 min.
Direção: Tom Holland. Com Robert John Burke, Joe Mantegna e Lucinda Jenney.
Advogado obeso atropela e mata um cigano e graças a sua influência escapa de cumprir alguma pena. O problema é que a família do cigano roga uma praga para que ele perca peso… mas de uma maneira fatal.
Classificação: 16 anos

A METADE NEGRA (The Dark Half)
1993, 122 min.
Direção: George A. Romero. Com Thimothy Hutton, Amy Madigan, Michael Hooker e Julie Harris.
Um escritor de livros de horror adota um pseudônimo. Com o tempo, ele tenta acabar com tal nome, porém este adquire vida própria e começa a ameaçar o escritor e sua família.
Classificação: 18 anos

A TEMPESTADE DO SÉCULO (Storm Century)
1999, 257 min.
Direção: Craig R. Baxley. Com Becky Ann Baker, Kathleen Chalfant, Adam Zolotin e Adam LeFevre.
À beira de uma terrível tempestade, os habitantes de uma ilhota veem-se às voltas com um misterioso estranho que parece saber dos segredos de todos por ali…
Classificação: 14 anos

ARQUIVO X – EPISÓDIO FEITIÇO (X-Files: EpisodeChinga)
1998, 44 min.
Direção: Kim Manners. Com David Duchovny, Gillian Anderson.
Roteiro do episódio de Stephen King, para série icônica dos anos de 1990. O título do episódio é um coloquialismo espanhol para o termo “Feitiço”. A história de uma terrível boneca amaldiçoada e a destruição causada por onde quer que ela passe.
Classificação: 12 anos

ÀS VEZES ELES VOLTAM (Sometimes They Come Back)
1991, 98 min.
Direção: Tom McLoughlin. Com Tim Matheson, William Sanderson e Nicholas Sadler.
Professor tentar retornar à cidade onde nasceu e começar do zero, contudo pessoas começam a morrer e até os assassinos de seu irmão, já devidamente mortos, reaparecem.
Classificação: 18 anos

CARRIE, A ESTRANHA (Carrie)
1976, 92 min.
Direção: Brian De Palma. Com Sissy Spacek, Piper Laurie e John Travolta.
Sinopse: Adolescente excessivamente tímida tem dificuldades em lidar com sua classe escolar e com os delírios religiosos da mãe. Aos poucos ela percebe que tem certas habilidades especiais que ninguém mais possui.
Classificação: 16 anos

CEMITÉRIO MALDITO (Pet Sematary)
1989, 103 min.
Direção: Mary Lambert. Com Denise Crosby, Fred Gwynne e Dale Midkiff.
Uma família vai morar numa casa desolada bem no meio de uma estrada perigosamente movimentada. Com a morte do gato de estimação, coisas muito estranhas começam a acontecer.
Classificação: 16 anos

CHAMAS DA VINGANÇA (Firestarter)
1984, 124 min.
Direção: Mark L. Lester. Com Drew Barrymore, Heather Locklear, George C. Scott e ArtCarney.
A filha de um casal que passou por certas experiências na infância, adquire o poder de manipular o fogo. Logo, ela começa a ser perseguida por uma estranha agência.
Classificação: 16 anos

CHRISTINE, O CARRO ASSASSINO (Christine)
1983, 109 min.
Direção: John Carpenter. Com Keith Gordon, Alexandra Paul e Harry Dean Stanton.
Um Plymouth Fury, 1958, vermelho, torna-se a obsessão de um jovem apaixonado por carros antigos. O que ele não esperava é que a recíproca fosse verdadeira. E mortal.
Classificação: 18 anos

COLHEITA MALDITA (Children of The Corn)
1984, 93 min.
Direção: Fritz Kiersch. Com Linda Hamilton, John Franklin e Peter Horton.
Uma seita bizarra de crianças se reúne num milharal decidindo quem vive ou morre. Algo de sobrenatural parece estar sempre à espreita.
Classificação: 16 anos

COMBOIO DO TERROR (Maximum Overdrive)
1986, 97 min.
Direção: Stephen King. Com Stephen King, Emilio Estevez, Laura Harrington e Pat Hingle.
Vagamente inspirado no conto “Caminhões”, mais um do livro “Sombras da Noite”, único filme dirigido por Stephen King. Trata-se de uma revolta de máquinas, mais especificamente de grandes caminhões.
Classificação: 18 anos

CONTA COMIGO (Stand by Me)
1986, 89 min.
Direção: Rob Reiner. Com Will Wheaton, River Phoenix, Corey Feldman e Kiefer Sutherland.
Um escritor recorda uma perigosa aventura vivida com os amigos no verão de 1959. Ritos de passagem e a mais pura beleza da juventude.
Classificação: 12 anos

CREEPSHOW – ARREPIO DO MEDO (Creepshow)
1982, 100 min.
Direção: George A. Romero. Com Hal Holbrook, Adrienne Barbeau, Leslie Nielsen e Ted Danson.
Um pai tira das mãos do filho, a revista Creepshow e joga no lixo. Com o vento abrindo as páginas, revelam-se histórias como a de um pai vingativo morto-vivo, um meteoro que cai numa fazenda afetando a plantação e ao próprio fazendeiro, um casal de adúlteros voltando da morte, uma caixa com algo vivo dentro e um monte de baratas.
Classificação: 18 anos

CUJO (Idem)
1983 164 min.
Direção: Lewis Teague. Com Dee Wallace e Ed Lauter.
Um dócil cão São Bernardo, mordido por um morcego-vampiro, torna-se um monstro terrível, aprisionando uma mulher e seu filho dentro de um carro quebrado, sob um calor escaldante.
Classificação: 16 anos

DESESPERO (Stephen King’s Desperation)
2006, 131 min.
Direção: Mick Garris. Com Tom Skerritt, Ron Perlman, Annabeth Gish e Charles Durning.
Casal cruzando a estrada é detido por porte de maconha, pela figura pra lá de sinistra de um xerife, aparentando desequilíbrio. Paulatinamente eles vão percebendo que algo sobrenatural ronda aquele sujeito e sua cidade…
Classificação: 16 anos

ECLIPSE TOTAL (Dolores Claiborne)
1995, 132 min.
Direção: Taylor Hackford. Com Kathy Bates, Jennifer Jason Leigh,Judy Parfitt e Christopher Plummer.
Uma jornalista investiga a vida de uma viúva suspeita de matar duas pessoas. Mal sabe ela que isso provocará mudanças em sua própria vida.
Classificação: 16 anos

IT, A COISA (It)
2017, 134 min.
Direção: Andrés Muschietti. Com Bill Skarsgård, Finn Wolfhard, Javier Botet e Nicholas Hamilton.
Segunda adaptação do livro homônimo de Stephen King.Por séculos, o palhaço assassino Pennywise persegue os moradores de uma pequena cidade, até que um grupo de garotos decide enfrentá-lo custe o que custar…
Classificação: 16 anos

IT – UMA OBRA PRIMA DO MEDO (It)
1990, 192 min.
Direção: Tommy Lee Wallace. Com Tim Curry, Richard Thomas, Seth Green e Anette O’Toole.
Um grupo de crianças defronta-se com o Mal encarnado num aterrorizante indivíduo vestido de palhaço. Por muito pouco o grupo sobrevive. Agora, trinta anos depois, ele está de volta. E o grupo precisa formar-se novamente.
Classificação: 14 anos

LEMBRANÇAS DE UM VERÃO (Hearts in Atlantis)
2001, 101 min.
Direção: William Goldman. Com Anthony Hopkins, Anton Yelchin e Mika Boorem.
Baseado num dos livros mais vendidos de Stephen King. A convivência de um jovem com um homem idoso e misterioso transforma-lhe completamente a visão de vida.
Classificação: 14 anos

LOUCA OBSESSÃO (Misery)
1990,0 107 min.
Direção: Rob Reiner. Com Kathy Bates, James Caan e Lauren Bacall.
Famoso escritor sofre sério acidente próximo à casa de sua fã número um. Ela se compromete a cuidar dele, quando acaba tendo acesso a seu próximo livro e descobre que sua personagem preferida irá morrer…
Classificação: 14 anos

MONTADO NA BALA (Riding The Bullet)
2004, 98 min.
Direção: Mick Garris. Com Jonathan Jackson, David Arquette e Barbara Hershey.
Após o falecimento do pai e de tentar o suicídio por conta de uma namorada, sujeito acaba fascinado pela ideia de morte. Ao socorrer sua mãe, a ida ao hospital torna-se uma jornada bizarra de pânico e mistério.
Classificação: 16 anos

NA HORA DA ZONA MORTA (The Dead Zone)
1983, 100 min.
Direção: David Cronenberg. Com Christopher Walken, Martin Sheen e Brooke Adams.
Após sofrer um grave acidente, professor de literatura desperta de um longo coma e começa a adivinhar o futuro das pessoas, na forma de tragédias.
Classificação: 12 anos

O APANHADOR DE SONHOS (Dreamcatcher)
2003, 136 min.
Direção: Lawrence Kasdan. Com Morgan Freeman, Jason Lee e Thimothy Olyphant.
Os mistérios da mente humana, uns terríveis parasitas alienígenas e um militar beirando a insanidade. Um grupo de amigos em guerra contra a destruição do planeta.
Classificação: 14 anos

O APRENDIZ (Apt Pupil)
1998, 111 min.
Direção: Bryan Singer. Com Ian McKellen, Brad Renfro, Joshua Jackson, Mickey Cottrell e Michael Reid.
Um jovem descobre-se fascinado pela história do nazismo, até que esse fascínio assume conotações perigosas, quando ele descobre que um velho vizinho é um comandante nazista procurado pela polícia.
Classificação: 18 anos

O ILUMINADO (The Shinning)
1980, 120 min.
Direção: Stanley Kubrick. Com Jack Nicholson, Shelley Duvall, Scatman Crothers e Danny Lloyd.
Escritor em crise, aceita a proposta de, junto à esposa e o filho pequeno, hospedar-se num hotel afastado, durante um rigoroso inverno. Ali, ele terá todo o isolamento necessário para escrever… Mas, estarão mesmo isolados?
Classificação: 16 anos

O ILUMINADO (The Shinning)
1997, 273 min.
Direção: Mick Garris. Elliott Gould, Melvin Van Peebles, Pat Hingle e Rebecca De Mornay.
A adaptação mais fiel do livro de Stephen King. Produzido para a TV. Escritor em recuperação de alcoolismo torna-se o zelador de um hotel amaldiçoado, levando consigo a esposa e o filho.
Classificação: 16 anos

O NEVOEIRO (The Mist)
2007, 126 min.
Direção: Frank Darabont. Com Thomas Jane, Laurie Holden e Marcia Gay Harden.
Numa cidade do interior, uma tempestade traz misteriosa neblina. Um pintor e seu filho refugiam-se num pequeno mercado e observam que do tal nevoeiro saem terríveis criaturas assassinas.
Classificação: 16 anos

O SOBREVIVENTE (The Running Man)
1987, 101 min.
Direção: Paul Michael Glaser. Com Arnold Schwarzenegger, Yaphet Kotto, María Conchita Alonso.
Em 2017, durante um colapso econômico, os EUA vivem sob um estado policial e autoritário. Um programa de TV de muita audiência é um reality show mortal chamado O Sobrevivente.
Classificação: 16 anos

OLHOS DE GATO (Cat’sEye)
1985, 94 min.
Direção: Lewis Teague. Com Drew Barrymore, James Woods e Alan King.
Três histórias: uma terrível clínica para fumantes, uma aposta entre um marido e o amante da esposa e uma criança perseguida por uma monstruosa criatura. Duas destas histórias são do livro Sombras da Noite.
Classificação: 16 anos

OS VAMPIROS DE SALEM (Salem’sLot)
1979, 184 min.
Direção: Tobe Hooper. Com James Mason, David Soul e Lance Kerwin.
No interior dos EUA, um escritor começa a investigar misteriosos assassinatos, enquanto sua cidade vai aos poucos sendo infestada por vampiros.
Classificação: 14 anos

PACTO MALIGNO (Mercy)
2014, 79 min.
Direção: Peter Cornwell. Com Chandler Riggs, Frances O’Connor, Dylan McDermott, Mark Duplass e Hana Hayes.
Uma mãe solteira e seus dois filhos se mudam para uma velha casa de uma avóque teve derrame, o que resultou em sequelas psicológicas e físicas. E o que se torna cada vez mais sabido é que a tal senhora pode guardar segredos. E segredos terríveis.
Classificação: 16 anos

PESADELOS E PAISAGENS NOTURNAS (Nightmares and Dreamscapes)
2006, Vol 1 – 153 min., Vol 2 – 134 min., Vol 3 – 89 min.
Direção: Rob Bowman e Mikael Salomon. Com William Hurt, William H. Macye, Tom Berenger.
Baseado em oito contos do livro homônimo, histórias curtas que vão de brinquedos assassinos a uma cidade sem saída, um personagem literário, o sonho de um mundo em paz, uma pintura que ganha vida e um tesouro escondido, o veneno de cobra e lendas mortas do rock. Classificação: 16 anos

SACO DE OSSOS (Bag of Bones)
2012, 157 min.
Direção: Mick Garris. Com Pierce Brosnan, Melissa George e Annabeth Gish.
Célebre escritor não consegue superar a morte da esposa e procura paz e sossego numa cabana próxima a um lago, onde conhece uma jovem viúva e sua filha. Isso até os fantasmas começarem a aparecer…
Classificação: 16 anos

SONÂMBULOS (Sleepwalkers)
1992, 91 min.
Direção: Mick Garris. Com Mädchen Amick, Brian Krause, Alice Krige e Ron Perlman.
Adolescente se apaixona por um jovem misterioso no colégio, sem saber que ele e sua mãe se alimentam da vitalidade de garotas virgens. Incesto e um toque de erotismo, numa trama surpreendente.
Classificação: 16 anos

TROCAS MACABRAS (Needful Things)
1993, 120 min.
Direção: Fraser Clarke Heston. Com Max Von Sidow, BonnieBedelia, Ed Harris e Amanda Pkummer.
Um antiquário abre suas portas numa pequena e pacata cidade. Seu proprietário parece saber o desejo de cada habitante e acaba satisfazendo-os com uma condição: que um morador pregue uma peça no outro. Logo a cidade é tomada por inúmeros incidentes fatais.
Classificação: 16 anos

UM SONHO DE LIBERDADE (Shawnshawk Redemption)
1994, 142 min.
Direção: Frank Darabont. Com Tim Robbins, Morgan Freeman, Bob Gunton e William Sadler.
A vida dura do presídio. Condenado a duas penas perpétuas, pela morte da esposa e do amante dela, sujeito inocente passa duras fases na cadeia, enquanto planeja sua fuga.
Classificação: 16 anos

VOO NOTURNO (RedEye)
1997, 85 min.
Direção: Mark Pavia. Com Miguel Ferrer, Julie Entwisle, Dan Monahan e Michael H. Moss.
Repórter sensacionalista investiga um serial killer de pilotos que bem pode ser um… Vampiro!
Classificação: 14 anos

LISTA DE FILMES REFERÊNCIA PARA STEPHEN KING
(organizados em ordem alfabética)

A AMEAÇA QUE VEIO DO ESPAÇO (It Came From Outer Space)
1953, 81 min.
Direção: Jack Arnold. Com Richard Carlson, Barbara Rush, Charles Drake, Joe Sawyer, Russell Johnson e Kathleen Hughes

Vagamente inspirado no conto The Meteor de Ray Bradbury. Um professor testemunha a queda de um meteoro no deserto do Arizona. O tal meteoro revela-se na verdade, uma nave extraterrestre, pilotada por seres monstruosos, contudo de índole aparentemente pacífica. Mesmo assim, sua forma física assusta, o que os obriga a metamorfosear-se em humanos, tornando a situação cada vez mais drástica.

DESAFIO DO ALÉM (The Haunting)
1963, 114 min.
Direção: Robert Wise. Com Julie Harris, Claire Bloom, Richard Johnson, Russ Tamblyn, Fay Compton e Rosalle Crutchley

Inspirado no romance Assombração da Casa da Colina, de Shirley Jackson, este filme é uma referência para o tema “Mansão mal-assombrada”. Três pessoas são recrutadas para passar uns dias no referido imóvel, a estudar seus fenômenos. Entre a ciência e o sobrenatural, este trio terá de lutar pela própria sanidade e sobrevivência.

HALLOWEEN, A NOITE DO TERROR (Halloween)
1978, 91 min.
Direção: John Carpenter. Com Donald Pleasence, Jamie Lee Curtis, Tony Moran, Nancy Kyes, P.J. Soles, Charles Cyphers, Kyle Richards, Brian Andrews e John Michael Graham
No dia do feriado de Halloween, um jovem assassina sua irmã a facadas. Um tanto atordoado, o garoto é levado ao manicômio em caráter definitivo. Anos depois, já adulto, ele consegue escapar e retorna à cidade onde tudo começou, em busca de mais vítimas. Obra que praticamente inaugurou o (sub) gênero “assassino imortal”.

O MONSTRO DO ÁRTICO (The Thing from Another World)
1951, 87 min.
Direção: Christian Nyby, Howard Hawks. Com Kenneth Tobey, Margaret Sheridan, James Arness, Robert Cornthwaite, James Young e Dewey Martin

Adaptado do conto “Who GoesThere!” de John W. Campbell Jr. Criatura alienígena hibernando nalgum lugar do círculo polar ártico, é despertada por uma expedição e começa uma trilha de violência e mortes. Clássico de ficção científica e horror.

VAMPIROS DE ALMAS (Invasion of the Body Snatchers)
1956, 80 min.
Direção: Don Siegel. Com Kevin McCarthy, DanaWynter, Larry Gates, King Donovan, Carolyn Jones, Jean Willes, Ralph Dumke, Virginia Christine e Tom Fadden
Uma das obras mais adaptadas para o cinema (até o momento teve quatro adaptações), baseada no livro The Body Snatchers, de Jack Finney.

Numa pequena cidade fictícia, sementes vindas do espaço entranham-se no solo de toda a Terra, desenvolvendo-se como grandes vagens e tomando formas humanas, substituindo aos poucos a população do planeta. Clássico cuja temática foi relacionada à invasão do comunismo, uma grande paranoia de então.

SOBRE O CCBB-RJ
Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil celebra 30 anos de atuação com mais de 50 milhões de visitas. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, o CCBB é um marco da revitalização do centro histórico da cidade e mantém uma programação plural, regular, acessível e de qualidade. Mais de três mil projetos já foram oferecidos ao público nas áreas de artes visuais, cinema, teatro, dança, música e pensamento. Desde 2011, o CCBB incluiu o Brasil no ranking anual do jornal britânico The ArtNewspaper, projetando o Rio entre as cidades com as mostras de arte mais visitadas do mundo. Agente fomentador da arte e da cultura brasileira, segue em compromisso permanente com a formação de plateias, incentivando o público a prestigiar o novo e promovendo, também, nomes da arte mundial.

SERVIÇO 
STEPHEN KING: O MEDO É SEU MELHOR COMPANHEIRO
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro
Data: de 24 de julho a 19 de agosto de 2019
Endereço: Rua Primeiro de Março 66, Centro, tel (21) 3808-2020
Salas de Cinema 1 (98 lugares)  e 2 (50) lugares
Ingressos: R$5,00 para todos
http://www.twitter.com/ccbb_rjhttp://www.facebook.com.br/ccbb.rj

Biblioteca
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro – 5 º andar
Endereço: Rua Primeiro de Março 66, Centro
Horário: 9h às 21h

Assessoria de Imprensa da Mostra:
Sinny Assessoria e Comunicação
Paula C. Ferraz: paula.nferraz@gmail.com
Juliana Mantovani: julianamantovani@sinnyassessoria.com
José Martins: josemartins@sinnyassessoria.com
(11) 3554-1837

UniCarioca promove palestra gratuita sobre segurança cibernética no Méier

Segurança cibernética para usuários comuns estudantes e empresas, analisando a funcionalidade do Ethical Hacking, ou Hacker do Bem, será o tema da palestra comandada pelo especialista Marcelo Korn, no dia 6 de agosto, terça-feira, na UniCarioca, unidade Méier. Iniciativa do coordenador do curso de pós-graduação em Segurança Cibernética, André Sobral, o encontro visa a conscientizar o público para a prática, os riscos e técnicas do crime cibernético (high level ou deep dive).

 

“O objetivo da palestra é dar uma luz ao movimento de empresas para proteção de ataques, roubos e proteção de dados, desde o ataque via software, firmware ou até, em última instância, via hardware, avaliando alguns exemplos israelenses e brasileiros. Será apresentado também material em high level ou deep dive. Por exemplo, análise das vulnerabilidades das urnas eletrônicas, explicando como funcionaria todo o processo de troca de chaves ou simplesmente explicar como é implantada a chave privada ‘harded coded’ no código fonte; e a funcionalidade do Plano Nacional de Internet das Coisas, lançado pelo governo federal”, esclarece Marcelo Korn.

 

Para o especialista, atualmente, investir em segurança cibernética vai além de prevenção, se tornando uma ferramenta estratégica de proteção e sustentabilidade de dados. “Hoje em dia, estamos completamente interligados com nossos dados privados, que viajam, em média, na velocidade de 0s e 1s. Por isso, um ataque cibernético pode facilmente derrubar uma empresa e até um país. Entidades não preparadas para o cyberspace estarão fadadas à completa exposição. E se migrarmos para o mundo de IOT (Internet das coisas, cuja nova PL 7656’19 foi recentemente votada no congresso brasileiro), o cenário é ainda mais preocupante”, alerta o especialista.

 

O coordenador da pós-graduação em segurança cibernética da UniCarioca, André Sobral, também chama a atenção para a importância da proteção de dados e da utilidade pública dos hackers do bem no dia a dia de usuários comuns e empresas: “A Segurança da Informação não é apenas uma necessidade para pessoas e empresas. Quando analisamos os impactos de incidentes de segurança em infraestruturas críticas, como os setores de óleo e gás, eletricidade, água, saúde e outros, é notável a dependência da sobrevida de sistemas computacionais disponíveis e íntegros. Isso possibilita uma visão bastante promissora de mercado de trabalho para profissionais especialistas em segurança cibernética”, ressalta o professor.

 

Para mais informações, programação e inscrição, acesse https://www.unicarioca.edu.br/.

Programação: 

  1. Meu atual trabalho na Intel – Segurança do Firmware do processador
  2. Conceitos de segurança cibernética – Cybersecurity – HTTPs/sFTP/SSH
  3. Ethical Hacking, isso existe?
  4. Estamos seguros?
  5. Meio de ataque
  6. MITM
  7. DoS
  8. Phising
  9. Eavesdropping
  10. Spoofing
  11. pDoS
  12. Backdoor
  13. Escalonamento de privilégios
  14. Engenharia Social
  15. Ataque DMA
  16. Casos emblemáticos no Brasil e da Intel
  17. Telegram do Sergio Moro
  18. Urnas Eletronicas
  19. Vulnerabilidade nos processadors Intel – Spectre/Meltdown
  20. Q/A (questions/answers)

    Serviço:

    Ethical Hacking

Palestrante: Marcelo Korn

Gratuito
Data: 06 de agosto (terça-feira)

Horário: 19h às 20h30

Local: Unidade Méier (sala 302)

Endereço: Rua Venceslau, 192, Méier

Contato: (21) 2563-1919 | (21) 97123-6156

Informações e inscrições: https://www.unicarioca.edu.br/

Darson Ribeiro apresenta na Casa do Saber seu solo O Homem que Queria Ser Livro

No dia 27 de julho, sábado, Darson Ribeiro apresenta seu espetáculo solo O Homem que Queria Ser Livro, dirigido por Rubens Rusche, na Casa do Saber, às 12 horas. O autor Flávio de Souza estará presente, vindo de Curitiba especialmente para um bate-papo com a plateia, ao lado do ator, após a apresentação. A entrada é franca.

O título O Homem que Queria Ser Livro foi criado por Darson Ribeiro e sintetiza, de forma simbólica, a história pessoal de sua infância e o seu atual momento, sempre tendo o teatro como meio de vida e expressão. O título é quase um trocadilho entre “li-vro” e “li-vre”.  Flavio de Souza – autor premiado de Fica Comigo Essa Noite e Castelo Ra Tim Bum – foi convidado desenvolvê-lo. A voz de Ney Matogrosso é um dos destaques na montagem, interpretando “Coração de Luto” a capella. A primeira aparição de Darson no palco, aos cinco anos, foi interpretando uma adaptação desta canção, feita por sua mãe.

A montagem não é uma “ode” ao livro, mas utiliza-se desse instrumento milenar para reforçar o ato de “pensar em si” por meio do teatro. Em um tom confessional, de forma crua e sutil, em tons de drama, humor e poesia, o ator apresenta um reverso desse mundo caótico, justamente pela falta de humanidade e, consequentemente, por falta da leitura, apresenta o homem consigo mesmo. Ao contrário de um ‘anjo caído’, o ‘homem-livro’ desobedeceu aos homens, não ao Divino, e flutuou nas letras usando as capas dos livros como alicerce. E, ao embrenhar-se nas histórias, se vê como Dom Quixote. Mas, afinal, os livros são aquilo que o faz sair da fantasia e entender a realidade. E aí, ele vence.

Espetáculo: O Homem que Queria Ser Livro

Data: 27 de julho. Sábado, às 12h

Duração: 45 minutos. Gênero: Drama. Classificação: Livre

Entrada franca. Única apresentação.

Casa do Saber

R. Dr. Mario Ferraz, 414 – Itaim Bibi. SP/SP

Tel: (11) 3707-8900 / https://casadosaber.com.br

Putz Grill com Oscar Filho em única apresentação Teatro Novo

“Putz Grill…”, definitivamente, é um show de Stand-Up Comedy que merece menção no Guinness Book, o livro dos Recordes pelos números que apresenta. É o único show solo de stand-up no Brasil em cartaz por 11 anos ininterruptos.

Sucesso absoluto de público, com mais de 1 milhão de espectadores, ele faz uma única apresentação no Teatro Novo, dia 1ª de agosto, às 21h30.

No espetáculo, vida pessoal e fatos do cotidiano fazem parte do repertório do show, sob o ponto de vista sarcástico e irônico de Oscar Filho. Valendo-se de seu talento como ator, a criatividade de seus textos e com um trabalho de corpo marcante, a comédia mostra seus vários talentos, que é o que garante a longevidade do espetáculo e as gargalhadas da plateia.

O Espetáculo foi eleito, no dia 26 de março de 2018, como o melhor Humor Stand-Up de 2017, pelo blog do Arcanjo

Sobre Oscar Filho

Em 2019 Oscar Filho passou a fazer parte do sucesso Programa da Maisa, que vai ao ar todos os sábados pelo SBT, onde interage com a apresentadora e os convidados. Ele ainda pode ser visto nos palcos com o  sucesso “Putz Grill…”, já em seu  11º  ano.

O multiartista ficou conhecido do grande público ao fazer parte da equipe do extinto programa CQC, da Band, e desde então pode ser visto e atuando em comédias, peças teatrais, filmes, e séries de TV, como “Xilindró”, exibida pelo canal Multishow.

Conhecido pelo público adulto, Oscar Filho surpreendeu o público infantil interpretando o vilão atrapalhado Gonzalito, nos dois filmes inspirados na novela infantil Carrossel, que atingiu a incrível marca de 5 milhões de espectadores.

Além dos eventos corporativos em que se apresenta com seu stand-up, com toda a bagagem das telas e dos palcos, ele foi convidado a ministrar palestras em empresas, onde divide com a plateia toda a sua trajetória profissional e pessoal, traçando um paralelo entre seu dia a dia e o da empresa.

Serviço:

 

“Putz Grill…”- Stand Up comedy de Oscar Filho

Data: dia 1º de agosto, 21h30.

Recomendação: 14 anos

Duração: 60 minutos

Gênero: Humor Stand-up

Ingressos: R$ 50,00 inteira / Meia: R$ 25,00

Na bilheteria do teatro ou

On Line: Ingresso Rápido, Sampa e Groupon

TEATRO NOVO

R. Domingos de Morais, 348 – Vila Mariana, São Paulo – SP

Tel: (11) 2155.0665

Barracão Cultural leva espetáculo sobre aceitação das diferenças aos parques públicos

Inspirado em obra homônima de Eva Furnari, o espetáculo NÓS, da Cia. Barracão Cultural segue com sessões em parques públicos de São Paulo, durante o mês de agosto. A peça tem dramaturgia de Sérgio Pires, direção de Cris Lozano e direção musical de Dr Morris.

 

As próximas apresentações (grátis) acontecem no Parque Linear Tiquatira (3/8), Parque Rodrigo de Gásperi (4/8), Parque Buenos Aires (17/8) e Parque Chácara do Jockey (18/8), aos sábados e domingos, em duas sessões – às 11h e às 15h.

A montagem – que narra a trajetória de Mel, uma garota que tinha nós pelo corpo, pois não conseguia chorar – tem Eloisa Elena, Leandro Goulart, Lucas Nuti e William Simplício no elenco, cenografia de Marco Lima e figurino de Marichilene Artisevskis. Este é o terceiro espetáculo de rua da companhia, que já realizou os bem sucedidos O Tribunal de Salomão (2011) e A Condessa e o Bandoleiro (2014).

O enredo NÓS, Mel é uma garota que nasceu de um repolho mofado, na pequena Pamongas, onde vivia feliz e rodeada de borboletas: motivo de brincadeiras e zombarias por parte dos habitantes ‘normais’ da cidade. Um dia, de tanto segurar as mágoas e o choro, que não caia nem mesmo descascando cebolas, seu corpo ficou cheio de nós, cada um mais apertado que o outro. Diante disso, resolveu ir embora para um lugar distante, e saiu disfarçada de geladeira. Mel não sabia que havia tantas coisas para conhecer. Cinco nós foram necessários para que ela se aventurasse. À medida que se permitiu vivenciar cada coisa diferente na jornada, seus nós foram se desfazendo. Ela encontrou alguém que ganhou sua confiança e uma cidade onde cada um tinha seu próprio nó e ninguém ligava para isso.

O principal argumento para a Barracão Cultural montar um espetáculo a partir de um livro de Eva Furnari é sua habilidade em abordar temas sensíveis e polêmicos de forma objetiva, lúdica e fantástica. Em NÓS, ela propõe uma reflexão sobre temas como diversidade, intolerância, respeito e alteridade. A relação que se estabelece entre as características peculiares de Mel e a relação com o ambiente onde vive gera “nós” em seu corpo e a obriga a realizar uma jornada de autodescoberta.

O espetáculo tem um coro de vozes masculinas que, segundo a diretora, pode representar o patriarcado, mostrando como essa menina é vista, a partir de uma questão bem mais forte que a poética. “Esse coro traz a herança polifônica do coletivo masculino que espera da mulher um comportamento limitado do que não é poético”. Os atores-músicos se revezam nas personagens que surgem na trajetória da menina: adolescentes, homens de negócios e trio de vacas malhadas, entre outros. Mas um dos garotos não se encaixa, exatamente, na posição de antagonista; ele tem afeição por Mel, mas não vai contra a posição dos colegas.

A trilha sonora original, criada por Dr Morris, é tocada ao vivo pelos atores. A Barracão Cultural tem o privilégio de ter como integrante um diretor musical. A cada espetáculo, a sonoridade vem sendo um dos fatores determinantes nas montagens. Em NÓS, reverencia o artista popular de rua que, além de interpretar e narrar, também canta e toca os instrumentos. “Algumas canções têm papel fundamental na trama, seja dramatúgico, poético ou narrativo”, comenta Dr Morris. Ele ainda acrescenta que buscou por uma sonoridade que fosse além do popular e trouxesse originalidade e graça. “Conseguimos isso com o violão de nylon, os tambores, a marimba de porcelanato e a marímbula, uma espécie de calimba grave e grande, que foi construída pelo ator Leandro Goulart”, explica o músico.

Foram programadas 30 apresentações de NÓS, todas em espaços públicos ou ao ar livre. A estreia oficial, em junho, foi no Parque da Aclimação, e a montagem seguiu para os Parques do Povo, Jardim da Luz, Previdência e Raposo Tavares, além da Praça do Sesc Pinheiros.

Ficha técnica

Texto: Livre adaptação da obra de Eva Furnari. Dramaturgia: Sérgio Pires. Direção: Cris Lozano. Elenco: Eloisa Elena, Leandro Goulart, Lucas Nuti e William Simplício. Direção musical e canções originais: Dr Morris. Cenografia: Marco Lima. Figurinos: Marichilene Artisevskis. Coordenação técnica: Maurício Mateus. Confecção de cenografia e adereços: Tetê Ribeiro, Lucas Luciano e Fábio Ferretti.  Orientação de movimento e coreografias: Andrea Soares. Aulas de beatbox: Thiago Mautari. Aulas de saxofone: Leonardo Muniz. Construção da marimbula: Leandro Goulart. Confecção de escada e suporte dos instrumentos: Ciro Schu. Costureiras: Judite de Lima e Marinil Ateliê. Design gráfico: Cláudio Queiroz. Ilustrações do material gráfico: Marina Bethanis. Coordenação de encontros com jovens: Cláudio Queiroz. Direção de vídeo-documentário: Murilo Alvesso. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Produção executiva: Geondes Antônio. Direção de produção: Eloisa Elena. Administração: Tetê Ribeiro. Produção e realização: Barracão Cultural. Apoio: Prêmio Zé Renato de Apoio à Produção e Desenvolvimento da Atividade Teatral para a Cidade de São Paulo.

Apresentações (GRÁTIS) – Agosto/2019

3 de agosto. Sábado, às 11h e às 15h

Parque Linear Tiquatira

Av. Governador Carvalho Pinto, s/n – Vila São Geraldo, Penha.

4 de agosto. Domingo, às 11h e às 15h

Parque Rodrigo de Gásperi

Av. Miguel de Castro, 321 – Vila Zati, Pirituba.

17 de agosto. Domingo, às 11h e às 15h

Parque Buenos Aires

Avenida Angélica, 1500 – Higienópolis, Consolação.

18 de agosto. Domingo, às 11h e às 15h

Parque Chácara do Jockey

Av. Prof. Francisco Morato, 5300 – Jardim Jussara, Vila Sônia.