El Efecto na Fundição Progresso

O pavilhão Teatro de Anônimo, na Fundição Progresso, encerra janeiro celebrando as artes e a liberdade. No dia 31/01 (quinta-feira), o espaço recebe a banda El Efecto, com show de seu elogiado disco “Memórias do Fogo”, além de intervenções circenses e sets do DJ Ivam Cruz (Noites de Parangolé). O evento Trincheira de Som e Circo tem início às 20h, com ingressos entre R$15 e R$40. Os ingressos já estão à venda online: http://bit.ly/IngressoTrincheiraElEfecto

 

Após rodar o sudeste e sul com sua mais recente turnê, os cariocas do El Efecto voltam pra casa com um show ao mesmo tempo poético e incendiário. Considerado um dos melhores discos de 2018 por veículos como Tenho Mais Discos Que Amigos, Pioneiro e Hits Perdidos, “Memórias do Fogo” convida a reflexões que evocam lutas coletivas contra diferentes formas de opressão. O show terá a participação especial de músicos que colaboraram na construção do disco.

 

A temática com base política é recorrente nas canções do El Efecto, que ficou conhecido no país graças à canção “O Encontro de Lampião com Eike Batista”, em que mistura o rock com a literatura de cordel. Em junho de 2013, El Efecto foi indicado como Melhor Grupo de Rock no Prêmio da Música Brasileira. “Pedras e Sonhos”, álbum da faixa viral, foi considerado um dos três melhores discos do gênero. Desde então, a banda vem expandindo seu público em apresentações por todo o país e algumas incursões internacionais no Equador, Argentina, Portugal e Espanha.

 

Inspirado na trilogia de nome semelhante de Eduardo Galeano, que fala sobre a trajetória da América Latina, o novo  álbum evoca a importância de cultivarmos a chama interior. O El Efecto é Tomás Rosati (voz, cavaquinho e percussão), Cristine Ariel (guitarra, cavaquinho e voz), Tomás Tróia (guitarra e voz), Gustavo Loureiro (bateria), Bruno Danton (voz, violão e viola), Aline Gonçalves (flauta e clarinete), Eduardo Baker e Pedro Lima (baixo).

 

A noite será conduzida por Fábio Freitas, integrante do Teatro de Anônimo, grupo que fundamenta sua pesquisa artística no universo da comicidade, da cultura popular e do circo. Adelly Costantini e Bia Sabino participam com suas intervenções circenses.

 

Ocupando a Fundição Progresso, o Teatro de Anônimo foi fundado em 1986 e estrutura sua prática através da montagem e apresentação de espetáculos, da qualificação profissional de outros atores sociais, além do aperfeiçoamento de técnicas e modelos autênticos de gestão e administração coletiva, baseada na solidariedade, criatividade e cooperação.

 

Serviço

Trincheira de Som e Circo com El Efecto e DJ Ivam Cruz

Data: 31/01/2019 (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Fundição Progresso

Endereço: Rua dos Arcos, 24 – Lapa – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: 1º Lote (100 ingressos até 20/01)

R$30 –  Inteira | R$15 – meia entrada*

2º Lote (após 20/01)

R$40 –  Inteira | R$20 – meia entrada *

*Meia entrada válida para estudantes, professores, artistas e com alimento não perecível.

Classificação etária: 16 anos

Compra online: http://bit.ly/IngressoTrincheiraElEfecto

Evento: https://www.facebook.com/events/726559557743169/

 

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‘Malditos’, da Renato Vieira Cia, de Dança, terá uma sessão extra nesta quinta-feira, dia 24/01

A literatura e a poesia sempre inspiraram os processos de criação dos espetáculos da Renato Vieira Cia de Dança. Desta vez, na concepção de ‘Malditos’, elas vieram misturadas a uma certa fúria que dialoga com o momento vivido pelo país. Sucesso de público e crítica, a obra encerra temporada no domingo 27/01, no Mezanino do Sesc Copacabana, e faz uma sessão extra na quinta-feira, às 20h. O espetáculo faz parte de uma trilogia que se impôs pela impossibilidade de os coreógrafos trabalharem com outro tema que não o da realidade imediata, ou seja, repercutir através de movimentos o impacto causado pela crise política/econômica/social instalada no Brasil. Se, num primeiro momento, o lamento foi propulsor da criação (‘BLUE bonjour tristesse’, de 2017), a mudança no panorama não atenuou as dificuldades enfrentadas pelos artistas. Da raiva e da angústia começou a nascer o novo espetáculo, que apresenta dois momentos: um coreografado por Renato e que leva o nome do espetáculo, e o solo “Fu”, assinado e interpretado por Bruno Cezario. E é a criação de Bruno que aponta para o novo projeto, a ser realizado em 2020, encerrando a trilogia. Em ‘Vida (aqui estou eu)’, o tempo deverá apaziguar as paixões e definir um novo caminho artístico. Na cena, além de Bruno Cezario, estão os bailarinos Soraya Bastos, Felipe Padilha, Hugo Lopes e Wallace Guimarães.

O ponto de partida para a criação da nova obra foi a aproximação com os “poetas malditos”. Há 150 anos, os simbolistas propunham uma escrita livre, revolucionária, cheia de símbolos e musicalidade. Naquele momento, como agora, havia um desconforto com o mundo. Sentindo-se mergulhado num certo “déjà vu” dos anos de chumbo, Renato Vieira buscou a poesia melódica da época, através de referências muito fortes, que vão de Santana a Janis Joplin. A partir desses nomes consagrados, Felipe Storino partiu para a composição da trilha musical.

“‘Malditos’ bebeu de várias fontes”, sublinha Renato Vieira. “Entre referências poéticas e musicais, surgiu uma obra que passeia pelos grupos vistos como “malditos” que criaram conteúdos “insolentes” e questionadores”.

As mesmas inquietações provocaram Bruno Cezario, mas sua concepção de “Fu” parte de outras premissas resultando numa obra requintada pelo seu despojamento e pela sua apreensão do mundo. Como ele explica, “Fu é um mergulhador perdido no oceano do egoísmo de um aquário caseiro, ouvinte solitário, cego, sensível apenas aos códigos desse universo particular e finito…”.

 

Sobre o processo criativo

Ao longo de 2018, o trabalho foi sendo conceituado por Renato, junto com Bruno, e com contribuições do professor de teatro e escritor Rodrigo Gerstner. Inspirado pelo universo que pesquisava para elaborar todas aquelas ideias em um projeto formal, Gerstner criou a poesia “Perto do que sou”, que passou a integrar a trilha musical de Malditos, composta por Felipe Storino, que também empresta sua voz para este trabalho.

Sou como um corcel em carne viva,

corro para não sentir queimar o meu fulgor.

Tenho pernas que trotam para longe

porque é longe onde me encontro perto do que sou.

Maldito pelas bocas de muitos,

não as que beijei

nem as que comigo conversaram,

mas por todas que proferem maldades,

por aqueles que preferem insultar e ranger os dentes.

Maldito por quem cospe veneno

e não me aceita, não me engole.

Fico atravessado nas gargantas e nas ruas,

habitante das sarjetas e periferias,

convivo com os imundos, impuros, renegados.

É com eles que me afirmo e não lamento,

é deles a voz que dá alento

e sentido ao meu canto belo

e sofrido,

à minha dança leve

e dolorida.

Convoco agora a escória reluzente

em seus talentos e brios,

os vagabundos, as prostitutas,

viados, putas e seus filhos,

os favelados e os indigentes,

quem for canhoto, comigo venha

neste movimento.

Malditos e humanos somos.

Bendita gente.

Rodrigo Gerstner

Sobre a Renato Vieira Cia de Dança

Companhia carioca de dança, em cena desde 1988, com direção geral de Renato Vieira, é reconhecida pela produção contínua de espetáculos que aliam o popular ao erudito, passando pelo experimentalismo, sem abrir mão da qualidade técnica de seus dançarinos. A companhia busca tornar acessível a dança como manifestação artística para todos os públicos, entendendo que assim atrai novos olhares para a dança contemporânea e contribui na formação de novas plateias para as artes em geral.

Renato Viera – Diretor artístico e coreógrafo

 

Renato Vieira é figura presente e atuante em diversas áreas da cena contemporânea. Começou sua carreira com o lendário Lennie Dale, dançou com Dalal Achcar, fundou o Vacilou Dançou com Carlota Portella e, no final dos anos 80, criou a Renato Vieira Cia de Dança, que apresenta regularmente criações inéditas, entre elas Terceira Margem, Ritornelo, Dociamargo, Poeira e Água, Rizoma, Boca do Lobo, No me digas que no, BLUE bonjour tristesse. Suas obras receberam destaque na imprensa, boas críticas e foram apresentadas em diversas cidades do país, além de Costa Rica e Portugal.

Como coreógrafo convidado assinou peças para o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o Teatro Guaíra, o Teatro Municipal de Niterói, o Balé da Cidade de São Paulo, para a Cia de Dança de São José dos Campos, onde acumulou o cargo de Diretor. Ministrou cursos no Japão e na Alemanha, e, durante vários anos, deu aulas formando bailarinos e marcando, com seu estilo, uma geração.

Pioneiro na direção de movimento para teatro, televisão e cinema, assinou mais de 40 espetáculos, em parcerias com Gustavo Gasparani, Pedro Brício, Claudio Botelho e Charles Moeller, Wolf Maya, entre outros. Entre as produções mais recentes que contaram com sua contribuição destacam-se  Bem Sertanejo, o Musical, Zeca Pagodinho, uma História de Amor ao Samba,  Lili,  S’imbora – O Musical,  SamBra, o musical – 100 anos de Samba, Gilberto Gil – Aquele Abraço, o Musical, Samba Futebol Clube (pelo qual recebeu o Prêmio Cesgranrio 2014 na Categoria Especial), As Mimosas da Praça Tiradentes, O Som da Motown (que dirigiu), Sassaricando, Sassariquinho, Cole Porter – Ele Nunca Disse que me amava, South American Way entre muitos outros. Recebeu o prêmio Coca-Cola de melhor coreografia pelo infantil A Coruja Sofia. Assinou a coreografia de Abertura dos Jogos Pan Americanos, foi durante dez anos o coreógrafo da Comissão de Frente da Escola de Samba Grande Rio, coreografou a Comissão de Frente da Portela e da São Clemente. Pelo conjunto de sua obra recebeu, em 2004, o Prêmio Icatu Holding, com uma residência de seis meses na Cité des Arts, em Paris, França.

Bruno Cezario – Codiretor, Bailarino e coreógrafo

 

Bailarino de expressão internacional, Bruno estreou profissionalmente, aos 16 anos, em Romeu e Julieta, uma adaptação do original de Shakespeare concebida e dirigida por Sergio Britto e coreografada por Renato Vieira, passando a fazer parte de todas as criações da Renato Vieira Cia de Dança. Integrou paralelamente o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob as direções de Jean-Yves Lormeau e Dalal Achcar, estreando nesse palco, aos 17 anos de idade, o L’après-midi D’un Faune, de Nijisky, voltando a interpretá-lo como Bailarino Convidado na comemoração do aniversário de 100 anos da obra, em 2013.

Viveu em Genebra onde dançou com o Ballet du Grand Théâtre de Genève; em Estocolmo com o Cullberg Ballet; na França no Ballet de l’Opéra de Lyon; e em Madrid, onde recebeu de Nacho Duato o título de Primeiro Bailarino na Compañía Nacional de Danza. Dançou peças de mais de 40 coreógrafos internacionais e nacionais, dentre eles William Forsythe, Jiří Kylián, Sasha Waltz, Lucinda Childs, Rachid Ouramdane, Philippe Decouflé, Natalia Makarova, Tatiana Leskova e Matz Ek.

Voltando ao Rio de Janeiro, criou em parceria com Renato Vieira todas as obras da companhia desde então, além de assinar figurinos e trilhas sonoras. Entre 2014 e 2017, retomou a parceria com a Cia Gilles Jobin, dançando os balés Quantum e A+B=X em diversos países (Japão, Israel, Rússia, França, Estados Unidos, entre outros). Foi coreógrafo convidado da Cia de Ballet da Cidade de São José dos Campos, da Compañía Nacional de Danza (Costa Rica). Criou uma das peças coreográficas que constituem o espetáculo Peh Quo Deux, da PeQuod / Companhia de Teatro de Animação, que tem direção geral de Miguel Vellinho de quem assinou, recentemente, a direção de movimento de A Última Aventura é a Morte. Fez a direção de movimento da peça Tãotão, texto de Pedro Kosowski e direção de Cacá Mourthé, pela qual recebeu o prêmio de Melhor Coreografia no 3o Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças. É dele também a direção de movimento de Isaac no Mundo das Partículas. Participou como ator dos longas-metragens Ensaio, de Tania Lamarca, e Exilados do Vulcão e Noite de Paula Gaitan. Como melhor bailarino recebeu os prêmios: Rio Dança 2001 e Você E A Dança.

Ficha técnica:

Direção Geral e coreografia: Renato Vieira

Solo “Fu”: Concepção, coreografia e interpretação de Bruno Cezario

Bailarinos: Bruno Cezario, Soraya Bastos, Felipe Padilha, Hugo Lopes, Wallace Guimarães

Iluminação: Binho Schaefer

Trilha sonora: Felipe Storino

Fotografias: Bruno Veiga

Direção de Produção: Taty Ribeiro

Programação Visual: Cristhianne Vassão

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida

Assistente de ensaio e operação de som: Denise Mendes

Operação de luz: Jon Thomaz

Figurinos: Acervo da Cia

Idealização e elaboração do projeto: Renato Vieira e Rodrigo Gerstner

 

Serviço:

Malditos

Datas: 4 a 27 de janeiro de 2019

Horário: 6ª a domingo, às 20h. Sessão extra dia 24/01, às 20h.

Local: Mezanino do Sesc Copacabana

Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia), R$ 30 (inteira)

Informações: (21) 2547-0156

Bilheteria – Horário de funcionamento: Segundas – de 9h às 16h | Terça a Sexta – de 9h às 21h; Sábados – de 13h às 21h | Domingos – de 13h às 20h.

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 50 minutos

Lotação: 80 pessoas

Gênero: Dança contemporânea

“Pangeia” no Oi Futuro

O Oi Futuro apresenta a estreia nacional do espetáculo infantojuvenil Pangeia, que ficará em cartaz de 26 de janeiro a 24 de março, com sessões aos sábados e domingos sempre às 16h. A peça, que originalmente foi montada em Portugal, ganha sua versão brasileira com os atores João Velho e Priscila Maia nos papéis de dois pesquisadores que investigam objetos icônicos presentes em vários contos dos Irmãos Grimm. Nessa investigação, ganham voz – literalmente – o sapato da Cinderela, o espelho da Branca de Neve, o chapéu da Chapeuzinho Vermelho, as migalhas de João e Maria, entre outros. A criação e a instalação visual são assinadas pelo dramaturgo e diretor português Tiago Cadete.

PANGEIA é uma viagem sonora e visual pelo universo dos irmãos Grimm na qual o palco se transforma num museu imaginário de objetos curiosos que remetem ao universo dos contos fantásticos, como a floresta cheia de armadilhas, a magia negra da bola de cristal ou os feitiços da bruxa má. Na primeira fase do espetáculo, as crianças estão sentadas na plateia, onde os investigadores-arqueólogos lhes apresentam um mistério que precisa ser resolvido em uma espécie de caça ao tesouro. Numa segunda fase, o grupo sobe para o palco e, com a ajuda de fones de ouvido e mp3 que contém várias pistas sonoras, vai sendo revelada a história dos irmãos Grimm sob o ponto de vista do objeto representativo de cada conto.

“Para este projeto foram lidos os 200 contos dos irmãos Grimm e, posteriormente, foi criada uma base de dados que reúne características comuns aos vários contos, tais como personagens, locais, objetos representativos dos contos, número de páginas, finais felizes, etc. Com esta base de dados foi criado um discurso paralelo às histórias que de outra forma seria impossível. É com esta análise metodológica que o espetáculo Pangeia se constrói”, afirma Tiago, acrescentando que a montagem reúne várias linguagens como o teatro, a dança e as artes visuais, recuperando assim a ideia dos Gabinetes de Curiosidades criados no século XVI, considerados os precursores dos museus de arte.

Entre os artistas convidados para dar voz aos objetos estão Enrique Diaz, José Loreto, Mateus Solano, Cissa Guimarães, Vera Holtz.  

O espetáculo é realizado por meio do patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e da Oi, com apoio cultural do Oi Futuro.

Serviço

Pangeia

Temporada: 26 de janeiro a 24 de março de 2018 (sábados e domingos às 16h)

Local: Oi Futuro – Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo

Telefone: (21) 3131-3050

Capacidade: 63 lugares

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$10 (meia)

Duração: 45 minutos

Classificação indicativa: 08 anos

FICHA TÉCNICA:

Criação e Instalação visual/sonora – Tiago Cadete

Pesquisa de projeto – Tiago Cadete, Jonas Lopes, Leonor Cabral e Bernardo Almeida

Interpretação – João Velho e Priscila Maia

Voz off: Alessandra Colasanti, Cesar Augusto, Cissa Guimarães, Dani Lima, Denise Stutz, Enrique Díaz, Fabiano de Freitas, Felipe Rocha, Isabél Zuaa, Jefferson Schroeder,  José Loreto, Luciana Fróes, Mateus Solano, Nanda Felix, Paulo César Pereio, Pedro Henrique Müller, Pedroca Monteiro, Poliana Paiva, Raphael Logam, Renato Linhares, Stella Rabello, Vera Holtz

Figurinos – Carlota Lagido

Produção de figurino e objetos – Carla Ferraz

Assistência produção de objetos – Marcio Newlands

Coordenação de Produção – Julia Baker

Produtor – Gustavo Canella

Assistente de produção – Juliana Pontigo

Programador Visual – Marcello Talone

Assistente de comunicação – Larissa Vaz

Assessoria de imprensa – Lyvia Rodrigues\ Aquela Que Divulga

Fotografo – Elisa Mendes

Filmagem e teaser – Luis Guilherme Guerreiro

Operador de som – Thiago Kropf

Operador de luz – Giulia Del-Penho

Coordenação financeira e administrativa: Renata Pimenta

Formação de público – Juliana Pereira

Realização: Bomba Criativa Produções

“Sorte ou Revés” na Lapa

Desde a sua criação em 2010, o grupo Peneira vem experimentando trabalhos com teatro, performance, poesia e cinema, tendo como fio condutor o imaginário popular dos moradores do Rio de Janeiro. Foi diante desses estímulos que os diretores Priscila Bittencourt, Alex Teixeira e Luiz Fernando Pinto criaram o método Fabulações do Território, que conecta essas linguagens com referências etnográficas, do Cinema Verdade, Teatro do Oprimido, Teatro de Vizinhos e Teatro Documentário, onde moradores e artistas ficcionam a partir das memórias e do cotidiano de determinada comunidade.

Para inaugurar o método, o grupo elegeu a Rua Joaquim Silva – localizada entre os Arcos da Lapa e a extinta Praia Areias de Espanha, onde hoje está a Avenida Augusto Severo – como local de pesquisa, e por lá espalharam cartazes e faixas convidando os moradores a participarem de um processo artístico de três meses. O resultado é o espetáculo itinerante ‘Sorte ou Revés’, que tem o texto assinado pelos três diretores, e fica em cartaz entre os dias 2 e 24 de fevereiro, sempre aos sábados e domingos, às 19h30, na própria rua.

– Ao fabular sobre o real, os sujeitos re-formulam sua existência no mundo, realizando o exercício de escolha daquilo que consideram relevantes para permanecer em suas narrativas de vida. Considerando esta premissa, o método Fabulações do Território consiste na criação de processos artísticos, com e para uma comunidade específica, a partir do estímulo de diferentes linguagens. O trabalho coletivo em torno da memória e oralidade, proporciona a aproximação com a localidade e possibilita a descoberta de histórias e documentos que estão para além da literatura oficial. Os participantes se deslocam do lugar de espectador e assumem um papel de protagonistas da obra a ser criada – comenta Priscila Bittencourt.

Após o chamado, se juntaram ao grupo de vizinhos uma equipe composta por atores, performers, músicos, cineastas, arquitetos, poetas e bailarinos, que ao longo dos encontros trabalharam num processo artístico-comunitário através da hibridização de linguagens. A direção optou por buscar na ficcionalização do dia a dia da Rua Joaquim Silva, possibilidades estéticas pautadas em atuações coletivas. Já a movimentação é atravessada por referências de obras do pintor Cândido Portinari e pela musicalidade do bairro da Lapa.

– A dramaturgia abre espaço para a ressignificação da paisagem urbana como possibilidade ficcional, mística e fantástica. Histórias do cotidiano da rua são misturadas as literaturas criadas em torno do imaginário da Lapa e vivências dos próprios participantes do espetáculo. Referências como os romances “Lapa” e “Noturno da Lapa”, de Luís Martins, “Carmen”, a biografia de Carmen Miranda, escrita por Ruy Castro e a “Antologia da Lapa”, que reúne textos de escritores que frequentaram o bairro, serviram como elementos para a construção do texto – revela Luiz Fernando Pinto.

‘Sorte ou Revés’ traz a tona questões relacionadas a micropolítica, quando um grupo de moradores da Rua Joaquim Silva se junta para realizar um bingo, e é surpreendido pela chegada de um pesquisador em busca de informações sobre a cantora Carmen Miranda, e o anúncio de um ciclone que se aproxima da cidade. Neste contexto, o público é convidado a jogar o bingo com os atores, enquanto são reveladas histórias sobre personagens da Lapa e suas riquezas. Passado e promessas de futuro se encontram entre as pedras cantadas.

Mais do que o resultado de um processo artístico, o espetáculo é uma reflexão sobre uma rua turística que poderia estar localizada em qualquer grande cidade do país, se não fossem suas particularidades. Ali acontece há mais de 40 anos o bingo de cartela da Dona Marlene, crianças brincam no entardecer e moradores e comerciantes reinventam seus modos de existir diante da forma como o Estado se faz presente – conta Alex Teixeira.

Da carvoaria ao hotel para rapazes solteiros

A paisagem urbana da Joaquim Silva contempla dois importantes cartões postais da cidade. Em uma ponta, onde começa o espetáculo, estão os Arcos da Lapa, por onde passa o bondinho de Santa Teresa, e lá pela metade da rua localiza-se a Escadaria Selarón, com seus 215 degraus, e mais de 2 mil azulejos de cerca de 60 países. Entretanto, outros ambientes que às vezes passam despercebidos pela maioria das pessoas, como botequins, pensões, sindicatos, cortiços, depósitos, hotéis para rapazes solteiros e até uma carvoaria, serviram como elementos propulsores para a criação do espetáculo.

Nesse perímetro de menos de um quilômetro moraram figuras como Carmen Miranda, Manuel Bandeira, Madame Satã, Jacob do Bandolim e Chiquinha Gonzaga, e por ali também circularam Noel Rosa, Sinhô, Iberê Camargo e Cândido Portinari. Esse mesmo espaço foi marcado por diferentes ciclos históricos e transformações. Do final do século XIX para o XX, passaram a coexistir dois ambientes na Rua Joaquim Silva: Um diurno de característica familiar e um noturno, que com o tempo tornou-se um dos atrativos mais importantes da cidade. A partir de 1915 alguns casarões foram ocupados por cabarés. Nascia então, uma nova Lapa: de crimes, de boemia desenfreada, de malandragem, de sambistas e desordeiros perigosos. Logo em seguida veio o processo de gentrificação da região central com as reformas urbanísticas de Pereira Passos, o status de bairro da noite, e anos mais tarde a decadência. Após os anos 90 muita coisa mudou, e houve um redescobrimento do bairro através das manifestações populares que ali aconteciam, como o samba, o hip hop e a criação da Escadaria Selarón pelas mãos do pintor e ceramista chileno Jorge Selarón.

Sobre a Peneira

A Peneira é um grupo multicultural criado no Rio de Janeiro em 2010, e que busca possibilidades estéticas em suas variadas ações no campo da indústria criativa. Atuando através da combinação de linguagens, propõe processos artísticos e estratégias de viabilização, mobilização e metodologias propulsoras para transformações culturais e sociais.

Entre os projetos realizados, destacam-se as peças ‘Urucuia Grande Sertão’ (2011), ‘Mercadão de Madureira’ (2013), ‘O Provinciano Incurável’ (2016), ‘Yaperi_aquilo que flutua’ (2017), o espetáculo de variedades ‘Sarau do Escritório’ (2013), o cineclube ‘Cine Vila’, além de festivais, como: ‘Festival Passeio em Cena’, ‘Festival O Passeio é Público’ e ‘Baile de Gala do Sarau do Escritório’.

Ficha técnica:

Direção e texto: Priscila Bittencourt, Alex Teixeira e Luiz Fernando Pinto

Dramaturgia: Priscila Bittencourt, Yassu Noguchi, Alex Teixeira, Luiz Fernando Pinto e Paulo Sérgio Kajal

Supervisão: Hugo Cruz

Direção musical: Maurício Maia

Músicos: Calebi Benedito, Fernando Katullo, Jon Pires e Mauricio Maia

Direção de movimento e preparação corporal: Kamilla Neves

Preparação vocal: Ledjane Motta

Cenografia: Domitila Almenteiro

Iluminação: Jon Thomaz

Figurino: Camila Loren

Mapping e videoinstalação: Flávia Moretz, Handerson Oliveira e Priscila Bittencourt

Elenco: Amanda Corrêa, Cristina Telles, Domitila Almenteiro, Júlia Cabo, Michele Lima Pereira, Waleska Adami, Yassu Noguchi, Alex Teixeira, Calebi Benedito, Luís Cláudio Arcos, Marcus Ferreira, Paulo Sérgio Kajal, Pedro Uchoa, Tiago Nascimento e Victor Santana

Fotografia: Victor Coutinho

Design: Fabiano Pires

Pesquisa: Priscila Bittencourt, Alex Teixeira e Luiz Fernando Pinto

Produção: Talita Magar

Assistência de produção: Katleen Carvalho

Realização: Peneira

Serviço:

Sorte ou Revés

Local: Rua Joaquim Silva, s/nº – Lapa (ponto de partida na esquina com a Rua Evaristo da Veiga)

Datas: 2 a 24 de fevereiro (sábados e domingos)

Horário: 19h30

Informações: (21) 98122-5488 / contato@peneira.org

Ingressos:Colaboração consciente

Duração: 90min

Gênero:Comédia

Classificação indicativa: Livre

Capacidade: 80 pessoas

No Blue Note, show dedicado aos violões

Espaço carioca que homenageia o blues e o jazz, o Blue Note Rio, na Lagoa, une o talento de dois grandes artistas em uma verdadeira celebração do jazz manouche, choro e world music. O espetáculo 7 Pra Cigano une a virtuose no violão de sete cordas do carioca Victor Ribeiro e do israelense Yuval Ben Lior para celebrarem a música instrumental em 22 de janeiro (terça-feira), às 21h. Ingressos a R$40 (preço único).

Num repertório autoral e de releituras de Tom Jobim, Milton Nascimento e Jacob do Bandolim, o duo traz para o público uma experiência divertida e diferenciada com muita improvisação, energia e virtuosismo. E essa é uma marca do trabalho dos dois artistas. A diversidade da música brasileira se une ao rock, ao jazz e ao erudito no violão virtuoso de Victor Ribeiro. Natural do Rio de Janeiro, ele já se apresentou e gravou com respeitados artistas no Brasil e no mundo, como Hermeto Pascoal, Gabriel Grossi, Alice Caymmi, Pietá, Luisa Lacerda, Diogo Duque (Portugal), Scott Hill (EUA), Peter Knudsen (Suécia) e Laura Lenhardt (Alemanha). Em 2014, fundou o grupo Relógio de Dalí, onde ao lado de Pablo Arruda, Yuri Villar e Lourenço Vasconcellos conseguiu destaque na cena carioca e em festivais com o repertório do EP autointitulado, de 2015. Ele se prepara para lançar “Ronda da Capivara”, seu álbum de estreia solo.

Apaixonado por música, Yuval viu nas cordas da guitarra uma forma de conhecer o mundo. Aluno de Pat Metheny (guitarrista estadunidense, ganhador de 20 Grammys), o músico deixou Israel para estudar em Los Angeles. Foi nos Estados Unidos que teve contato com as influências musicais de Hermeto Pascoal e com o choro brasileiro, que têm peso em suas composições até hoje. Ele se destacou na cena do Rio de Janeiro ao lado do projeto Manouche Carioca.

O encontro acontece no Blue Note Rio, nova casa de shows de jazz e blues na cidade que traz o mesmo padrão de qualidade de sua matriz, em Nova York. A atmosfera intimista do local é inspiradora, e mistura o swing nova-iorquino à ginga carioca com grandes nomes da cena nacional e internacional na Lagoa Rodrigo de Freitas.

Serviço

7 Pra Cigano: Victor Ribeiro e Yuval Ben Lior

Data: 22/01/2019 (terça-feira)

Horário: 21h

Local: Blue Note Rio

Endereço: Avenida Borges de Medeiros, 1424 – Lagoa, Rio de Janeiro/RJ

Ingresso: R$40 (preço único)

Classificação etária: Livre

Metá Metá na Audio Rebel

Um dos nomes mais incensados da música brasileira dos últimos anos faz dois shows na Audio Rebel nesse mês de janeiro. O Metá Metá sobe ao palco da casa de Botafogo nos dias 18 e 19, às 20h, com seu show enérgico em formato intimista. Os ingressos variam entre R$25 e R$30 e estão à venda online: http://bit.ly/2H22JaT

 

O Metá Metá é conhecido por sua nova abordagem à música brasileira, fundindo seus elementos com música africana, jazz e rock. Formado por Juçara Marçal (voz), Thiago França (sax) e Kiko Dinucci (guitarra) em 2008, o grupo soma uma trajetória de 3 discos lançados e 2 EPs. O conjunto é fruto direto da aproximação da cultura difundida pelos cultos afro religiosos, como o candomblé – não por acaso, o nome do projeto significa “três ao mesmo tempo”, em iorubá.

 

Os músicos são presença marcante na atual e efervescente cena paulistana, onde se uniram a nomes como Romulo Fróes, Rodrigo Campos e Passo Torto. Esse núcleo criativo lançou cerca de 30 discos nos últimos anos, colaborando com artistas como Elza Soares, Tony Allen e Criolo e criando verdadeiros clássicos contemporâneos

 

Conhecida pelo clima intimista e por receber talentos de todo o mundo, a Audio Rebel é uma casa de shows localizada na Zona Sul do RJ. O local reúne nomes nacionais e internacionais de diversos gêneros, organizando ensaios e gravando discos de artistas independentes. Além disso, lá também funciona uma loja de instrumentos musicais e uma oficina de luthieria (confecção de instrumento de cordas). O espaço fica na Rua Visconde de Silva, 55, em Botafogo.

 

Serviço

Metá Metá

Data: 18 e 19/01/2019 (sexta e sábado)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$25 (antecipado), R$30 (na hora)

Compra: http://bit.ly/2H22JaT

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Nando Reis e Orquestra Petrobras Sinfônica

Depois de lotar o Theatro Municipal do Rio de Janeiro em outubro de 2017, a parceria entre a Orquestra Petrobras Sinfônica e Nando Reis está de volta, desta vez com uma turnê nacional. Com regência de Isaac Karabtchevsky, Diretor Artístico e Regente Titular do conjunto, o grupo de 45 músicos e o cantor caem na estrada em janeiro de 2019, para apresentações em Recife (11/1, Teatro Guararapes), Salvador (12/1, Concha Acústica), Belo Horizonte (13/1, Sala Minas Gerais), Rio de Janeiro (16/1, Vivo Rio), Curitiba (17/1, Teatro Positivo) e  São Paulo, (18/1, Espaço das Américas).

Sinônimo de boas melodias, composições marcantes e pop-rock de qualidade, Nando apresentará 13 sucessos de sua carreira. Entre eles, canções como “O Segundo Sol”, “Relicário” e “Por Onde Andei”, que ganharam novos arranjos nas mãos de Rafael Smith, Alexandre Caldi e Jessé Sadoc. A abertura do concerto ficará por conta das obras clássicas “Quadros de Uma Exposição | A Grande Porta de Kiev”, de Modest Mussorgsky, e “Bachiana n° 4 | Prelúdio”, de Heitor Villa-Lobos.

O projeto faz parte da série “Convidados” e é uma das diversas iniciativas que reforçam o trabalho da orquestra para popularizar a música clássica e renovar o público do gênero, como o “Thriller Sinfônico” e o “Ventura Sinfônico”, que percorreram o país em sessões esgotadas de apresentações dos discos de Michael Jackson e Los Hermanos, respectivamente.

Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica

Aos 47 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra conta com uma formação de mais de 80 instrumentistas e tem como Diretor Artístico e Regente Titular o maestro Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.

Modelo de gestão: A Associação Orquestra Pró Música do Rio de Janeiro, entidade que administra a orquestra, possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos.

Sobre a PETROBRAS: A Petrobras completa 32 anos de patrocínio da Orquestra Petrobras Sinfônica em 2018. Através do Petrobras Cultural, a companhia busca contribuir para o fortalecimento das oportunidades de criação, produção, difusão e fruição da cultura brasileira, para a ampliação do acesso dos cidadãos aos bens culturais e para a formação de novas plateias. Esta parceria é essencial para manter a Orquestra Petrobras Sinfônica entre os principais conjuntos da América Latina, sempre desenvolvendo um importante trabalho de democratização da música clássica e de renovação do público do gênero.

 

Programa

 

Isaac Karabtchevsky, regente

Nando Reis, voz

Orquestra Petrobras Sinfônica

Modest Mussorgsky

Quadros de Uma Exposição | A Grande Porta de Kiev

Heitor Villa-Lobos

Bachiana n° 4 | Prelúdio

Nando Reis

All Star

Sou Dela

Relicário

Por Onde Andei

Dois Rios

O Segundo Sol

Marvin

Pra Você Guardei O Amor

Sei

Luz Dos Olhos

Os Cegos Do Castelo

Não Vou Me Adaptar

Só Posso Dizer

 

SERVIÇO

 

RECIFE

Data: 11/01/2019 (sexta-feira)
Horário: 20 horas
Ingressos: https://www.eventim.com.br

Valores:

Balcão – R$  120/ R$ 72

Plateia A – R$ 200 / R$ 120

Plateia B – R$ 160/ R$ 96
Local: Teatro Guararapes

Endereço: Centro de Convenções de Pernambuco: Av. Prof. Andrade Bezerra, S/N – Salgadinho, Olinda – PE, 53111-970
Telefone: (81) 3182-8000
Classificação: Livre

SALVADOR

Data: 12/01/2019 (sábado)
Horário: 19h

Local: Concha Acústica

Endereço: Largo do Campo Grande, 331, Canela, Salvador, BA
Ingressos: https://www.ingressorapido.com.br/

Valores:

Camarote – R$ 240/ R$ 120

Plateia – R$ 120/ R$ 60

Capacidade: 5.000 lugares

Classificação: Livre

BELO HORIZONTE

Data: 13/01/2019 (domingo)
Horário: 20h30
Ingressos: https://www.eventim.com.br

Valores:

Coro – R$ 80/ R$ 40

Balcão Palco – R$ 90/ R$ 45

Mezanino – R$  110/  R$ 55

Balcão Lateral – R$ 130/ R$ 65

Plateia Central – R$ 150/ R$ 75

Balcão Principal                – R$ 180/ R$ 90

Terraço – R$  80/ R$ 40
Local: Sala Minas Gerais (Rua Tenente Brito Melo, 1.090 – Barro Preto, Belo Horizonte)

Endereço: Rua Tenente Brito Melo, 1.090 – Barro Preto, Belo Horizonte – MG, 30180-070
Classificação: Livre

RIO DE JANEIRO

Data: 16/01/2019 (quarta-feira)
Horário: 21 horas
Ingressos: https://www.eventim.com.br

Valores:

Camarote A – R$ 260/ R$ 130

Camarote B – R$ 200/ R$ 100

BALCÃO – R$ 140/ R$ 70

Frisa – R$ 160/ R$ 80

Setor 01 – R$ 260/ R$ 130

Setor 02 – R$ 220/ R$ 110

Setor 03 – R$ 180/ R$ 75

Setor 04 – R$ 150/ R$ 75

Setor 05 – R$  120/ R$60

Local: Vivo Rio

Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo, Rio de Janeiro – RJ, 20021-140

Telefone: (21) 2272-2901 

Capacidade: 2400 pessoas             

Classificação: Livre

CURITIBA

Data: 17/01/2019 (quinta-feira)
Horário: 21 horas
Ingressos: https://www.diskingressos.com.br/

Valores:

Inferior Central                – R$ 200/ R$ 100

Inferior Lateral Direito / Esquerdo – R$ 170/ R$ 85

Superior Lateral Esquerdo / Direito – R$ 120/ R$ 60

Superior Central – R$ 150/ R$ 75

Local: Teatro Positivo

Endereço: R. Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido, Curitiba – PR, 81280-330
Classificação: Livre  

 

SÃO PAULO

Data: 18/01/2019 (sexta-feira)
Horário: 21h30
Ingressos: www.ticket360.com.br
Local: Espaço das Américas – Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo / SP
Telefone: (11) 3868-5860
SETOR PLATINUM: R$ 380,00 / R$ 190,00 (meia)
SETOR AZUL PREMIUM: R$ 280,00 / R$ 140,00 (meia)
SETOR AZUL: R$ 200,00 / R$ 100,00 (meia)
SETOR A, B, C e D: R$ 140,00 / R$ 70,00 (meia)
SETOR E, F, G e H: R$ 80,00 / R$ 40,00 (meia)
Capacidade: 3949 lugares
Classificação: Livre