“Salina (a última vértebra)” na CAIXA Cultural

Uma história atemporal e universal, o mais novo projeto do grupo Amok Teatro, Salina (a última vértebra), faz sua estreia na CAIXA Cultural Rio de Janeiro em temporada de 6 a 30 de julho de 2017. Com direção de Ana Teixeira e Stephane Brodt, a peça dá vida ao texto do autor francês Laurent Gaudé e propõe um mergulho numa África ancestral ao abordar o exílio, o ódio e o perdão. As apresentações serão realizadas de quinta a domingo, no horário de 19h nas quintas e sextas e às 18h nos sábados e domingos. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

Salina (a última vértebra) conta a saga da personagem que dá nome ao espetáculo. Casada à força e violada por seu marido, ela dá à luz Mumuyê Djimba, um filho que ela detesta tanto quanto o pai. Quando seu marido se encontra agonizante num campo de batalha, Salina vive isso como uma libertação. Mas, acusada de deixar o esposo morrer, ela é banida de sua cidade e exilada no deserto.  Da sua ira e desejo de vingança, nasce Kwane, que trava uma guerra com seu irmão, Djimba. Uma reviravolta surpreendente acontece no destino de Salina e da areia e das lágrimas, nasce o perdão.

“Inédita no Brasil, a obra propõe um retorno ao conto africano tradicional, onde encontramos o épico, as paixões, o combate e a parte sombria do indivíduo. O texto oferece um campo privilegiado para recriar uma identidade mestiça a partir da experiência dos atores e de elementos da cultura afro-brasileira”, explica Ana Teixeira.

Criado pelo Amok Teatro, o espetáculo foi concebido através da formação de atores com oficinas, pesquisas de linguagem cênica, além de intercâmbio e ensaios. O projeto pretende ultrapassar o âmbito da estética e gerar espaços de reflexão através de uma história que vai da tragédia grega à epopeia africana.

 

Sobre o Amok Teatro:

Dirigido por Ana Teixeira e Stephane Brodt, o Amok Teatro caracteriza-se pela dedicação a um processo contínuo de pesquisa sobre a arte do ator e as possibilidades de encenação. Desde sua fundação em 1998, o grupo tem recebido diversos prêmios do teatro nacional e um grande reconhecimento da crítica e do público por seus espetáculos, sendo considerado, hoje, como uma das companhias de maior prestígio da cena carioca contemporânea.

Os processos de formação e criação estão profundamente ligados nos trabalhos do Amok Teatro. A pedagogia responde à necessidade de promover uma dimensão do teatro que não se limita a produção de espetáculos e busca transmitir valores artísticos que não têm como único objetivo os resultados.

Como marca, os espetáculos do grupo trazem questões contemporâneas sem perder de vista a afirmação da cena como um espaço cerimonial. Merece destaque o trabalho anterior: A Trilogia da guerra. O projeto abordou sobre 3 diferentes guerras com 3 linguagens cênicas distintas, circulou por várias cidades do Brasil e esteve recentemente na China.

 

“O trabalho do Amok Teatro se caracteriza por um rigor formal e uma intensidade que se afirma no corpo do ator, como sendo o lugar em que o teatro acontece. Com Salina (a última vértebra), o Amok abre um novo ciclo de pesquisa, sempre centrada no trabalho do ator, mas desta vez, investigando as relações entre teatro e rito”, conclui Stephane Brodt.

Mais informações em: http://www.amokteatro.com.br/

FICHA TÉCNICA

Texto: Laurent Gaudé

Direção: Ana Teixeira e Stephane Brodt

Elenco:

Cridemar Aquino: Saro Djimba e Mumuyé Djimba

Ariane Hime: Salina

Graciana Valladares: Sowumba

Luciana Lopes: Mama Lita

Reinaldo Junior: Kwane M’krumba

Robson Feire: Oráculo

Sergio Ricardo Loureiro: Sissoko Djimba

Sol Miranda: Alika

Tatiana Tibúrcio: Khaya Djimba

Thiago Catarino: Kano Djimba

Participação: Tatiana Henrique e André Lemos

Música: Fábio Mukanya Soares

Luz: Renato Machado

Assistente de Direção: Vanessa Dias

Coreografias: Tatiana Tibúrcio

Cenário, objetos e Figurinos: Ana Teixeira e Stephane Brodt

Bonecos: Maria Adélia

Tradução: Ana Teixeira

Revisão do Texto: Sol Miranda

Operação de luz: Andreia Teixeira

Intercâmbio: Mestre Jorge Antonio Dos Santos e Marcio Antonio Dos Santos

Pesquisa: Amok Teatro

Produção executiva: Jfter Paulo

Direção administrativa e financeira: eureka Idias/Sonia Dantas

Divulgação: LEAD Comunicação

SERVIÇO

Salina (a última vértebra)

Datas: de 6 a 30 de julho de 2017 (de quinta a domingo)

Horário: quintas e sextas, às 19h; sábados e domingo, às 18h

Duração: 220 min com 15 min de intervalo

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia

Lotação: 176 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Classificação: 12 anos

Acesso para pessoas com deficiência

“Bandeira 2 – Um Show de Humor e Samba” com Claudio Cinti no Beco das Garrafas

Com este Show, Cláudio Cinti, (atualmente no elenco do novo ZORRA da TV Globo), lança, pela Warner Music, seu primeiro CD, “Bandeira 2”.

O Show “Bandeira 2” cumpriu temporada de sucesso no  CCC – Centro Cultural Carioca, na região da Lapa, e a partir de julho, estará em cartaz, 1 vez por mês, no lendário Beco das Garrafas, em Copacabana, com estreia para o dia 15, às 19h.

Cinti interpreta sambas de sua autoria, sambas em parceria com Zé Maurício e sambas consagrados como Vai Vadiar, Conselho e Sem Compromisso, entre outros. Neste show, Cinti entremeia canções com histórias engraçadas do universo dos taxistas, fazendo o público se sentir dentro da história em vários momentos, pois afinal, quem nunca contou ou ouviu uma boa história durante uma corrida de táxi.

As composições de Cinti têm uma pegada de humor, tais como os sambas “Sou Taxista”, “Vou Passar a Toyota Pro Meu Nonme”, “O Tal do Marajá” e “Tá Tudo Certo Pra Dá Merda”. O Show mistura humor e sambas, a partir de histórias contadas pelo personagem “O Taxista”, baseado em situações vividas pelo próprio Cinti. Para o show do dia 15, Cinti convidou as cantoras e atrizes, Cristiana Pompeo e Renata Ricci, ambas com vasta experiência em musicais, para uma participação especial.

A direção é de Alexandre Régis, mesmo diretor do consagrado espetáculo de humor “Nós na Fita”, com Leandro Hassum e Marcius Melhem.

 

Cláudio Cinti é ator, compositor e intérpreteNascido e criado no Rio de Janeiro, é um sujeito que podemos considerar como típico carioca… “Malandro do Bem, Contador de Histórias. Com vasta experiência, principalmente em programas de humor, Cinti atualmente está no ar no Novo “ZORRA”, na TV Globo.  Além de ter participado de vários outros programas de humor, tais como: “Os Caras de Pau”, “Tá no Ar – A TV na TV”, “Cilada”, “Tapas e Beijos”. “A Grande Família”, “Os Normais”, entres outros.

 

Serviço – “Bandeira 2” – Um Show de Humor e Samba:

Local: Beco das Garrafas, Rua Duvivier, 37, Copacabana

 

Data: 15 de julho, sábado

Horário: às 19h

 

Duração do show: 1h20

Telefone: 2543-2962 / 99697-1752

 

Valor: R$ 40 (antecipado R$ 30)

 

Classificação etária: 16 anos

Capacidade: 80 lugares

Ficha Técnica – “Bandeira 2” – Um Show de Humor e Samba:

Show

Roteiro e Produção: Cláudio Cinti

Compositor, Cantor e Comediante: Cláudio Cinti

Direção Musical: Zé Maurício

Direção Geral: Alexandre Régis

 

Banda

 

Contra baixo e Violão – Zé Maurício

Cavaco – João do Cavaco

Sax e Flauta – Vitor Neto

Percussão – Mauro Oliveira

Bateria – Miro

                                    

Estreia de “Cada vez mais longe”

“Cada Vez Mais Longe”, primeiro longa-metragem de Eveline Costa e Oswaldo Eduardo Lioi (também roteirista do filme) gira em torno do casal Isaura (Branca Messina) e o pescador João (Fernando Alves Pinto). E conta com a experiente Neila Tavares, a Isaura na segunda fase. Eles vivem na pacata Praia de Sepetiba e juntos, sofrem com assoreamentos drásticos no local.  João sai para pescar e promete à mulher trazer todos os peixes ainda existentes na baía, caso ela pare de fazer e desfazer seu crochê. Mas ela acredita que isto possa trazê-lo de volta.

Em meio à degradação ambiental que os cerca e afeta e o relacionamento entre Isaura e João, barcos vazios e abandonados se avolumam como um grande cemitério de rara beleza, e Isaura ainda espera por João. É um filme contemplativo no qual o tempo, naturalmente encaminha a personagem a andar, andar, andar em sua busca obstinada por João. Ela procura por João em uma natureza que já não reconhece mais. 

“Esta natureza, que também se desfaz, se não determinou, influenciou intimamente no tempo do filme. Enquanto Isaura espera por João, num lugar onde quase tudo está parado…, ela tece a si mesma, tece sua solidão. A angústia de uma espera de alguém que nunca vai voltar… Buscamos ao longo do tempo, desconstruir não somente a Isaura, mas o João, que vai se erguendo em um mito. Procuramos traduzir o esforço de Isaura para se desfazer dos presentes de João… esta Isaura vai se tornando inseparável da natureza, seu cabelo já se mistura com a areia e suas linhas com o mar”. – Eveline Costa (Diretora)

A Baía de Sepetiba (RJ), um dia considerada a segunda maior produtora pesqueira do Brasil e hoje “ocupada” pelas indústrias, reflete crucialmente no modo de vida daquela comunidade. O assoreamento e a poluição começaram nos anos 60 com a chegada da Ingá Mercantil e a implantação da Zona industrial de Santa Cruz nos anos 70. Suas lamas, ditas medicinais já foram usadas por indicação médica. Mas hoje, passados mais de quarenta anos, essa Baía com a expansão industrial, porto e terminal de minérios instalados – está doente: suas águas e areias escassas totalmente comprometidas por resíduos, e tomadas por lixo.

“Estamos falando de problemas globais sem fronteiras definidas, e do pouco entendimento do Homem sobre toda a fragilidade do chão onde pisa, do ar que respira…”Oswaldo Eduardo Lioi  (Roteirista e Diretor)

Filmado com luz natural em diversos pontos da baía de Sepetiba, o longa-metragem de ficção “Cada Vez Mais longe” foi produzido sem patrocínio, através de parcerias e com aporte financeiro da Produtora Associada Carla Belletti e da diretora Eveline Costa.

Todos os profissionais convidados, acreditando na importância do projeto, de interesse público, não receberam cachê. O filme foi rodado sem trilhos, veículos pesados ou catering no set.

Finalizado em 2014, “Cada Vez Mais Longe”, já circulou pela Mostra de Cinema de Tiradentes em JANEIRO de 2015; foi selecionado pelos curadores Charles Tesson, da Semana da Crítica do Festival de Cannes e Diana Sanchez da Mostra de Filmes Latinos do Festival de Toronto  dentro do Programa da ANCINE “Encontros com Cinema Brasileiro” com Projeções Exclusivas no CCBB RJ em 2015; marcou presença na 3a edição do III FBCI – Festival Brasil de Cinema Internacional (Menção Honrosa) “Seção Competitiva Nosso Planeta” Rio de Janeiro – 22 de AGOSTO de 2015; 17º Festival KinoArte/Londrina “Mostra Brasil”, foi visto com plateia lotada na 13ª edição do FestCINE AMAZÔNIA /Porto Velho – 15 de OUTUBRO de 2015; fez parte da programação do Multicidade – Festival Internacional de Mulheres nas Artes Cênicas (Filmes) / Rio de Janeiro – 5 de NOVEMBRO de 2015 e esteve no Artbioskop (Programa autor convidado), em Belgrado – Sérvia, março de 2016 entre outros.

Cada vez mais longe” tem uma poesia de imagens linda e triste, mas que acende uma urgência”. – Fernando Alves Pinto (Ator)

“Cada vez mais longe” é um filme lindo e conceitual que além de falar sobre amor e espera, denuncia o nosso descaso com a Baía de Sepetiba. É triste e real, mas o filme é pura poesia e memória. É uma sorte poder fazer parte de um projeto como esse”. – Branca Messina (Atriz).

“Temos, eu e Lioi, uma longa história de cumplicidades… E quando li o roteiro senti claramente que este era um caso de entrega e impregnação, muito mais que da técnica ou experiência de atriz”.  – Neila Tavares(Atriz)

SINOPSE

Cada Vez Mais Longe – ficção Brasil 2014/ 70 min. Classificação: LIVRE

Um pescador promete à sua jovem mulher trazer todo o peixe do mundo se ela parar de fazer e desfazer seu crochê. Ele é obrigado a ir cada vez mais longe em busca de peixes. Ela, cada vez mais só, usa as linhas do crochê para trazê-lo de volta. Ao retornar ele traz excêntricos presentes encontrados no mar, até um dia sumir no horizonte.

https://www.facebook.com/filmecadavezmaislonge/

https://sequenciafilmesecenicas.com/filmes/cadavezmaislonge/

FICHA TÉCNICA

Direção: Oswaldo Eduardo Lioi e Eveline Costa e

Elenco: Fernando Alves Pinto, Branca Messina e Neila Tavares.

Roteiro: Oswaldo Eduardo Lioi

Direção de fotografia: Luís Abramo

Fotógrafo Assistente: Walfried Weismann

Montagem: Diana Vasconcellos

Continuísta: Maria Elisa Freire

Direção de Arte: Oswaldo Eduardo Lioi

Produtora de Arte: Patricia Barreto

Figurinos: Simone Aquino

Figurinista Assistente: Marcela Poloni

Assistente de Figurino: Renato Paschoal

Costureira: Fátima Felix

Maquiagem: Marina Beltrão

Maquiagem de Set: Fábio Yamasaki

Edição de Som: Maria Muricy

Mixagem: Vinícius Leal

Música Original e Violão: Thiago Trajano

Violoncello: Luciano Corrêa

Acordeon: Priscilla Azevedo

Still: Bruno Abadias e Rafael Ski Carvalho

Direção de Produção: Pedro Diniz

Produção Local: Emanuele Borba

1ª Assistente de Direção: Aline Guerra

2ª Assistente de Direção: Sara Soares

Assistente de Câmera: Bruno Abadias

Assistentes de edição: Bruno Abadias e Pedro Salim

Logger: Gustavo Orlando

Técnico de som: Alexandre Bonfim

Boom Man: Rafael Ski Carvalho

Assistente de Produção: Marcelo Wagner Berto

Secretária de Produção: Akiê Taniguti

Assistente de Arte: Vanessa Lopes

Estagiária de Arte: Emanuelle Borba

Crochês de Cena: Gloria Lioi Fonseca

Consultor de Pesca e Maré: Alexandre da Conceição

Barqueiro: Júlio Rosa

Motorista: Daniel Lopes

Produtores Executivos: Oswaldo Eduardo Lioi e Eveline Costa

Produtoras: Carla Belletti e Eveline Costa

Produção: Sequência Filmes e Kadiwéu Cinema

“A Cuíca do Laurindo” no Carlos Gomes

Criado por Noel Rosa, o personagem carioca Laurindo apareceu pela primeira vez na letra do samba Triste cuíca, de 1935. Nos anos seguintes, craques como Herivelto Martins, Wilson Baptista, Zé da Zilda, Haroldo Lobo e Heitor dos Prazeres abordaram o personagem em outros sambas, acrescentando novos capítulos à trajetória épica do cuiqueiro do morro da Mangueira. Com idealização e dramaturgia do escritor, ator e músico Rodrigo Alzuguir, a comédia musical A cuíca do Laurindo volta ao cartaz no dia 16 de junho, no Teatro Carlos Gomes, na Praça Tiradentes, depois de turnê pelo Estado do Rio, com novo cenário de José Dias e em versão amadurecida, mais enxuta. A temporada segue até 30 de julho, de quinta a sábado, às 19h, e aos domingos, às 17h.

A volta do espetáculo conta com outra novidade: todas as sextas-feiras (exceto a da estreia), o elenco receberá convidados especiais, para canjas ao final do espetáculo. O grupo, então, seguirá em cortejo de bloco carnavalesco até a rua. “A Praça Tiradentes é assunto recorrente na peça já que mulher de Laurindo, Zizica Tupynambá, é ex-atriz de teatro musicado, integrante da Companhia Negra de Revistas. Então, é muito emblemático fazermos o espetáculo no templo do teatro de revistas, o Carlos Gomes”, celebra Alzuguir.

Com direção de Sidnei Cruz e direção musical de Luis Barcelos, a peça retrata o Rio de Janeiro dos 1940 e tem como pano de fundo o cotidiano da fictícia Lira do Amor, pequena escola de samba do morro da Mangueira criada por Alzuguir. A produção

é mais uma realização da produtora carioca Marraio Cultural, que Rodrigo e Carol Miranda, sua mulher, criaram para realizar projetos focados na cultura e na história do Rio de Janeiro.

Durante a extensa pesquisa que resultaria na premiada biografia Wilson Baptista – O samba foi sua glória (Casa da Palavra, 2013), Alzuguir se deparou com um personagem recorrente em várias composições de Wilson Baptista: Laurindo. “Esse Laurindo é o mesmo que está em Triste cuíca e outros compositores, como Herivelto Martins, também fizeram sambas sobre ele. Compor músicas contando histórias de Laurindo virou uma brincadeira para um grupo de sambistas daquela geração dos anos 40”, destaca o autor.

Formado por atores e cantores, o elenco reúne Alexandre Rosa Moreno como Laurindo, além de Vilma Melo (Zizica), Claudia Ventura (Conceição), o próprio Rodrigo Alzuguir (Zé), Hugo Germano (Tião), Nina Wirtti (Guiomar) e o cantor e compositor Marcos Sacramento, destaque no papel de Dodô, braço-direito de Laurindo, citado em Desperta, Dodô, samba de Herivelto Martins. Os sete personagens foram extraídos de samba do período. Acompanhados de cinco músicos, o elenco canta e interpreta ao vivo cerca de 40 canções (lista completa no final do texto) de autores como Herivelto Martins, Wilson Baptista e Noel Rosa, entre outros – encadeadas e tratadas musicalmente de forma a ressaltar o caráter narrativo dessas músicas como condutoras da ação dramática.

Ao mesclar realidade e ficção para contar a história do cuiqueiro, o autor resgata uma fase importante da cultura carioca: os seminais anos 1930 e 40, quando surgiram as primeiras escolas de samba, derivadas dos antigos blocos, e os desfiles que aconteciam na Praça Onze. Inseridas na dramaturgia, as músicas traçam a trajetória de Laurindo, de líder da escola de samba Lira do Amor de Mangueira, passando pelo triângulo amoroso com Zizica e Conceição e a luta contra os nazistas, até a sua volta ao morro como herói de guerra.

Além dos sambas que narram as aventuras do Cabo Laurindo – como Triste cuíca (Noel Rosa), Laurindo (Herivelto Martins) e Comício em Mangueira (Wilson Baptista e Germano Augusto) – estão presentes composições do mesmo período que dialogam com a trajetória do personagem – a exemplo de Praça Onze (Vão acabar com a Praça Onze/Não vai haver mais escola de samba, não vai…) e Ave Maria no morro (Barracão de zinco/ Sem telhado, sem pintura/ Lá no morro/ Barracão é bangalô).

Na direção cênica, Sidnei Cruz procurou estabelecer “uma heterogeneidade de tratamentos narrativos”. “O espetáculo movimenta-se por desvios ao redor de certas tradições, como revista, chanchada, melodrama, roda, burleta, folguedo, opereta, cabaré e rádio. Assim é nosso teatro de samba”, explica o diretor.

O mérito de Alzuguir foi criar uma trama divertida e sofisticada ao redor desses sambas – num entrelaçamento tão preciso que essa coleção de músicas parece ter sido composta sob medida para o texto, escrito mais de setenta anos depois. “A riqueza de detalhes, a criatividade e a pesquisa preciosa de Rodrigo são trunfos do espetáculo”, destaca o cantor Marcos Sacramento.

> SOBRE RODRIGO ALZUGUIR

O escritor, pesquisador, músico e ator Rodrigo Alzuguir tem realizado diversos projetos culturais, sobretudo nas áreas teatral e de música popular brasileira. Seu primeiro livro, a biografia Wilson Baptista – O samba foi sua glória (Casa da Palavra, 2013) recebeu os prêmios Jabuti e Botequim Cultural em 2014 e foi tema de crônica do jornalista Artur Xexéo, intitulada A biografia do ano (Revista O Globo).

Sua pesquisa sobre Wilson Baptista também resultou em espetáculo musical, O samba carioca de Wilson Baptista; CD duplo homônimo, vencedor do 23º Prêmio da Música Brasileira e indicado ao 1º Prêmio Contigo! MPB Brasil de Música, ambos na categoria Projeto Especial; série de shows Meu mundo é hoje – 100 anos de Wilson Baptista, com Elza Soares, Marcos Sacramento, Nina Becker, Pedro Miranda e grande elenco, e álbum de partituras com mais de cem músicas do compositor, em parceria com a editora Irmãos Vitale. A parceria rendeu novo cancioneiro, Sambas para Mangueira, idealizado pelo Centro Cultural Cartola, com pesquisa e textos de Alzuguir e Alexandre Medeiros, lançado em 2015.

Alzuguir fez o roteiro e a direção cênica do espetáculo Sarau para Lupicínio, em tributo a Lupicínio Rodrigues, com participação de artistas como Yamandu Costa e Nicolas Krassik. Escreveu (e atuou em) Amigo Cyro, muito te admiro, musical sobre o cantor Cyro Monteiro, com direção de André Paes Leme (CCBB, 2014). Realizou pesquisa musical para SamBra – 100 anos de samba (com Diogo Nogueira), Clara Nunes – Brasil Mestiço e Oui, oui, a França é aqui, os três dirigidos por Gustavo Gasparani.

Escreve sobre música brasileira para o site do Instituto Moreira Salles e para publicações diversas. Trabalhou na organização do acervo de Hermínio Bello de Carvalho, sobre quem escreveu perfil-biográfico para o livro de crônicas Taberna da Glória e outras glórias, organizado por Ruy Castro.

Através da produtora Marraio Cultural, que mantém em sociedade com Carol Miranda, acaba de lançar o livro e CD Rio de Janeiro – Álbum Pitoresco-Musical – 1856 e 2014, patrocinado pela Funarte e pela Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro, com textos seus e participação dos pianistas Francis Hime, Cristovão Bastos, Gilson Peranzzetta e Maria Teresa Madeira, entre outros.

> ROTEIRO MUSICAL

· Triste cuíca (Noel Rosa | Hervê Cordovil)

· Madrugada (Benedito Lacerda | Herivelto Martins)

· Foi na Praça Onze (Max Bulhões | Milton de Oliveira)

· Laurindo (Herivelto Martins)

· Como se faz uma cuíca (Haroldo Lobo | Wilson Baptista) – Guiomar (Haroldo Lobo | Wilson Baptista) – Benedito não é de briga (Wilson Baptista | Germano Augusto)

· Eu não sou daqui (Wilson Baptista | Ataulfo Alves)

· Ave Maria no morro (Herivelto Martins)

· Pisei num despacho (Geraldo Pereira | Elpídio Vianna)

· Tião (Wilson Baptista | Jorge de Castro)

· Praça Onze (Herivelto Martins | Grande Otelo)

· Lealdade (Wilson Baptista | Jorge de Castro)

· Mulato calado (Benjamin Baptista | Marina [Wilson] Baptista) – Louca alegria (Wilson Baptista)

· Lá vem Mangueira (Haroldo Lobo | Wilson Baptista | Jorge de Castro) – Despedida de Mangueira (Benedito Lacerda | Aldo Cabral)

· A Mussolini (paródia de A lavadeira) (Herivelto Martins) – Adolfito Mata-Moros (Alberto Ribeiro – João de Barro)

· Eu fui à Europa (Chiquinho Salles)

· Cabaré no morro (Herivelto Martins)

· A guerra acaba amanhã (Herivelto Martins | Grande Otelo) – Mangueira querida (Constantino Silva) – Cabo Laurindo (Haroldo Lobo | Wilson Baptista) – Comício em Mangueira (Wilson Baptista | Germano Augusto)

· Carta verde (Walfrido Silva | Wilson Baptista)

· Duas mulheres e um homem (Cyro de Souza | Jorge de Castro)

· Oba! Oba! (Paulo Pinheiro | Erasmo Silva)

· Conversa, Laurindo (José Gonçalves | Ari Monteiro)

· Às três da manhã (Herivelto Martins) – Quem vem descendo (Herivelto Martins | Príncipe Pretinho)

· Sem cuíca não há samba (Germano Augusto | João Antônio Peixoto)

· Desperta, Dodô (Germano Augusto | João Antônio Peixoto)

· Fala, Claudionor (Herivelto Martins | Grande Otelo)

· Zé da Conceição (João Roberto Kelly)

· Coisas nossas (Noel Rosa) – Laurindo Filho (Miguel Baúso | Carlos de Souza)

> FICHA TÉCNICA:

Idealização e texto: Rodrigo Alzuguir

Direção: Sidnei Cruz

Cenário: José Dias

Figurinos: Flavio Souza

Iluminação: Aurélio de Simoni

Direção musical: Luis Barcelos

Direção de movimento e Preparação Corporal: Ana Paula Bouzas

Preparação Vocal: Marcelo Rodolfo

Elenco: Alexandre Moreno, Vilma Melo, Claudia Ventura, Marcos Sacramento, Rodrigo Alzuguir, Hugo Germano e Nina Wirtti

Músicos: Yuri Villar, Luis Barcelos, Magno Julio, Marcus Thadeu e Rafael Mallmith

Assistente de direção: Patrícia Zampiroli

Coordenação de Projeto: Carol Miranda

Produção Executiva: Joana D’Aguiar – Sopro Escritório de Cultura

Realização: Marraio Cultural

> SERVIÇO Espetáculo: A cuíca do Laurindo Temporada: 16 de junho a 30 de julho de 2017 Dias e horários: Quinta a sábado, às 19h, e domingo, às 17h. Local: Teatro Carlos Gomes (Praça Tiradentes, s/nº – Centro)

Capacidade: 760 lugares Classificação indicativa: 12 anosGênero: Comédia musical Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) Duração: 105 minutos Informações: (21) 2215-0556 Fanpage do espetáculo | https://www.facebook.com/acuicadolaurindo/ > TIJOLINHO A cuíca do Laurindo. Texto: Rodrigo Alzuguir. Direção: Sidnei Cruz. Com Alexandre Rosa Moreno, Vilma Melo, Claudia Ventura, Marcos Sacramento, Rodrigo Alzuguir, Hugo Germano e Nina Wirtti. Comédia musical sobre a trajetória do personagem criado por Noel Rosa, o sambista Laurindo, da Lira do Amor de Mangueira. Canções de Herivelto Martins, Wilson Baptista, Zé da Zilda e Grande Otelo, entre outros, são interpretadas ao vivo pelo elenco.

“Brimas” no Candido Mendes

A comédia Brimas, de Beth Zalcman e Simone Kalil, retorna ao Teatro Candido Mendes para uma curta temporada que se inicia dia 2 de junho. As sessões acontecem de sexta a domingo, 20h, até o dia 2 de julho. Sob direção de Luiz Antônio Rocha, a peça é sucesso de público e de crítica, e retorna ao Rio após fazer temporada de sucesso em São Paulo e uma turnê por algumas cidades do país.

 

Vivida pelas atrizes e autoras Beth Zalcman e Simone Kalil, estreou em novembro de 2015, recebendo indicação ao Prêmio Shell na categoria Melhor Texto, e reestreou em janeiro de 2016, recebendo a crítica de Rodrigo Monteiro (Crítica Teatral) “Brimas dá a 2016 um ótimo início de temporada teatral carioca.” Ele acertou na previsão. A aceitação e identidade com a plateia foi imediata, obtendo sucesso de público com sessões esgotadas. Mais de 100 apresentações depois, o sucesso traz “Brimas” de volta ao Rio.

Com afeto, humor, risos, emoção e cumplicidade entre as atrizes e suas personagens, Brimas traz um tema atual: imigração. Através das histórias reais de suas avós, Beth e Simone trazem ao palco Ester e Marion. Ambas saíram jovens de seus países de origem, Egito e Líbano, respectivamente, foram acolhidas no Brasil no início do século passado e com “Fome de tolerância” conforme Macksen Luiz intitula sua crítica no jornal O Globo, entrelaçam suas vidas e histórias recheadas de afeto, amizade e respeito.

“Unidas pelas dificuldades de sobrevivência e pelas diferenças religiosas, Ester (judia) e Marion (cristã maronita), transformam a cozinha num território de paz… A comida, como expressão de afeto, une o que foi separado pela fome das guerras de desunião e preconceito… as atrizes autoras capturam essas vozes do passado para sancionar o presente e evocar as dificuldades da travessia para celebrar a chegada… os tabuleiros adereços de Toninho Lôbo são delicados ícones de religião que presos à parede fazem referência à unidade ecumênica (…) Simone Kalil, com figurino severo, dá tratamento carinhoso a libanesa. Beth Zalcman, com figurino colorido, veste a egípcia com humor solar”. Macksen Luiz – jornal O Globo.

Segundo o crítico Lionel Fischer, a obra e a direção estão “impregnadas de humor e humanidade, mesclando fantasia e realidade, Brimas recebeu uma excelente versão cênica da direção”.

Sinopse  Duas senhoras imigrantes, Ester e Marion, revivem, com muito humor, suas histórias, enquanto cozinham quibes para um velório. O riso, a saudade da família e as memórias do passado se misturam nessa história cheia de emoção e sabedoria.

“Muito feliz por ter embarcado nessa viagem, nesse projeto lindo e abençoado! Falamos dos imigrantes que deixam suas pátrias e cruzam o oceano em busca de uma nova pátria. Através do humor vamos falar dessas travessias.” Luiz Antônio Rocha

Para a autora e atriz Beth Zalcman, falar de sua avó é falar de identidade construída pelo afeto, pelo cheiro e sabores da comida, pelos gestos, pela voz, pelas histórias vividas e sentidas. Brimas é falar da possibilidade de encontros, de paz, independente de crenças, nesse momento contemporâneo de tanta intolerância

“A força dessas matriarcas, nossas avós, representando tantos outros imigrantes, tantas outras avós, tantas outras mulheres. Essa peça fala do oriente médio e fala do Brasil. Na verdade, Brimas fala de tudo aquilo que diz respeito ao que há de mais humano em nós: o amor, a saudade, a família, a fé e a alegria.” Emociona-se Simone Kalil, atriz e autora.

 

FICHA TÉCNICA

Texto e atuação: Beth Zalcman e Simone Kalil

Direção: Luiz Antônio Rocha

Assistente de direção: Valéria Alencar

Cenário: Toninho Lôbo

Figurino: Claudia Goldbach

Iluminação Cênica: Aurélio De Simoni

Preparação de elencoBeth Zalcman

Programação visualLeandro Carvalho

Produção executiva: Leandro Carvalho e Lucas Oliveira

Direção de produção: Beth Zalcman, Simone Kalil, Luiz Antônio Rocha e Sandro Rabello

Realização: Diga Sim Produções

Link de vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=DMbbd_vswAk&feature=youtu.be

https://www.youtube.com/channel/UCCip0Zg72re7bp_bVTC77jg

SERVIÇO

Brimas

Data: 02 de junho

Local: Teatro Candido Mendes

Endereço: Rua Joana angélida, 63 – Telefone –  25233663

Horários: Sexta, sábado e domingo – 20h

Funcionamento da Bilheteria: Seg. a Sáb. de 13h30 às 20h30, dom de 13h30 às 20h

Gênero: Comédia

Duração: 70 minutos

Classificação: Livre

Preços: R$ 60,00 (inteira) R$ 30,00 (meia)

Capacidade: 103 lugares (um lugar para cadeirante)

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“João, o Maestro” estreia em agosto

Baseado na vida do maestro João Carlos Martins, o filme tem roteiro e direção de Mauro Lima (de “Meu nome não é Johnny” e “Tim Maia”) e estreia em todo o país no dia 03 de agosto.

Um dos maiores pianistas do mundo, o brasileiro João Carlos Martins foi considerado, juntamente com Glenn Gould, um dos maiores intérpretes de Bach e o único a gravar a obra completa do autor. No papel do músico se revezam os atores Alexandre Nero, Rodrigo Pandolfo e Davi Campolongo, em fases distintas. Fernanda Nobre é Sandra, personagem que representa as primeiras mulheres de João Carlos Martins e Alinne Moraes é Carmen, atual esposa do músico. Caco Ciocler também integra o elenco e será José Kliass, o professor de piano de João Carlos Martins.

Nascido em São Paulo, em 1940, João Carlos Martins começou a estudar piano aos oito anos de idade e iniciou a carreira profissional aos treze. Estreou no Carnegie Hall, em Nova Iorque, aos 20 anos e todas as suas apresentações tiveram ingressos esgotados. Por conta de diversos problemas de saúde foi obrigado a deixar de lado a carreira de pianista, definitivamente, em 2002. Por não conseguir viver longe da música, em 2004 o artista passou a se dedicar aos estudos de regência. Com coprodução da Globo Filmes, RioFilme, Canal Brasil e distribuição da Sony, “João, o Maestro” tem patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, GOL Linhas Aéreas, Drogaria Araújo, SESI, Fiesp, Achè, Basf, BB DTVM, Unilever e Petrobras.

Links:

Trailer – https://youtu.be/ICIkv-iGkko

Fotos – https://we.tl/UFI1GZKmom

Sobre a LC Barreto: 

Fundada em 1963, a L.C. Barreto Produções Cinematográficas possui uma trajetória tão rica que até se confunde um pouco com a história do cinema no Brasil e da América Latina. São mais de 80 produções e coproduções de curta e longa-metragem, realizadas dentro de rigorosos padrões técnicos e artísticos. Muitos deles são considerados parte do patrimônio artístico e cultural do nosso país, como: “Vidas Secas”  e “Memórias do Cárcere”, de Nelson Pereira dos Santos; “Dona Flor e Seus Dois Maridos” e “O Que é Isso Companheiro?” de Bruno Barreto; “Bye Bye Brasil”, de Cacá Diegues; “O Quatrilho”, de Fábio Barreto; entre outros.

 

Sobre a Globo Filmes:

Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 200 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ – com mais de 9 milhões de espectadores -, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’ e ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.

 

Sobre a RioFilme:

Empresa da Prefeitura do Rio de Janeiro, dedicada ao desenvolvimento da indústria audiovisual na cidade, com investimentos em desenvolvimento, produção, distribuição e exibição de conteúdo audiovisual carioca. A RioFilme realiza investimentos em cinema, TV e novas mídias, patrocina, eventos setoriais, a expansão e modernização do parque exibidor, além de promover ações de acessibilidade, formação de público, capacitação e internacionalização, estimulando a produção audiovisual brasileira e gerando emprego e renda.

Sinopse:

João Carlos era uma criança com sérios problemas de saúde. Por conta disso, teve uma infância reclusa. Até que um piano entrou na casa e na vida de João. A partir daí surge um garoto obstinado que, em poucos anos, se transforma em uma das maiores promessas da música erudita mundial e chegou a ser considerado um dos maiores intérpretes de Bach do século XX. Uma série de acidentes passam pela vida do músico e fazem com que ele se afaste do piano gradativamente até que um último acontecimento brutal interrompe sua carreira de pianista. Como João nunca desistiu, seguiu em frente, descobriu a regência, se tornou maestro e segue superando todas as dificuldades por amor à música.

Ficha técnica:

Direção e Roteiro – Mauro Lima

Produção de elenco – Marcela Altberg

Produção Executiva – Paula Barreto e Rômulo Marinho Jr

Direção de Produção – Fernanda Polastri

Coordenação de Produção – Paula Batalha

Fotografia – Paulo Vainer

Diretor de Arte – Claudio Amaral Peixoto

Montagem – Bruno Lasevicius, AMC e Julia Pechman

Técnico de Som – George Saldanha

Música original – Todas as execuções em cena são gravações originais de João Carlos Martins

Produção: LC Barreto

Coprodução: Globo Filmes e RioFilme e Canal Brasil

Distribuição: Sony

Elenco:

Alexandre Nero – João (adulto)

Rodrigo Pandolfo – João (jovem)

Caco Ciocler – Kliass

Alinne Moraes – Carmem

Fernanda Nobre – Sandra

Davi Campolongo – João (criança)

Catherine Sansone – Marina

Caio Laranjeira – José Eduardo (criança)

Matheus Guerra – Ives (criança)

Rafael Trombeta – Persio

Rennan Rodrigues – José Paulo (criança)

Joca Andreazza – Presidente Fiesp

Edu Guimarães – vendedor loja de piano

Junior Lopes – porteiro

Eder Giaretta – dublê (João jovem)

Giulio Lopes – José Martins

Ondina Clais – Alay

Giovana Gasparini – Secretária Kliass

Benjamin Herchcovitch – médico anos 40

Marcelo Laham – âncora de TV

Alice Assef – Professora Ainda

Domingos Antonio – policial

“Chocante” estreia em outubro

Assista ao trailer: youtu.be/LwiOVjWRUJc

Embalado pelo hit Choque de Amor, o filme Chocante tem seu primeiro trailer e cartaz apresentados. Com elenco principal formado por Bruno Mazzeo, Lucio Mauro Filho, Bruno Garcia, Marcus Majella e Pedro Neschling, e participação de Tony Ramos, o trailer leva a uma viagem do início dos anos 90. youtu.be/LwiOVjWRUJc

Eles fizeram sucesso quando a música estourava em todas as rádios. Mas com o fim da boyband Chocante, seus integrantes tomaram rumos diferentes.  Vinte anos depois, os rapazes se reúnem de forma inesperada. Desse reencontro, surge a ideia da antiga banda se juntar novamente e reviver a amizade entre eles e as glórias do passado. Ninguém pediu, mas eles voltaram!

Produzido por Augusto Casé, o novo longa da Casé Filmes tem direção de Johnny Araujo e Gustavo Bonafé, distribuição da Imagem Filmes e coprodução da Globo Filmes, Orion Pictures e RioFilme. O roteiro é escrito por Bruno Mazzeo, Luciana Fregolente, Pedro Henrique Neschling e Rosana Ferrão, com colaboração de Luiza Yabrudi. A trilha sonora original e música tema da banda são compostas por Plínio Profeta.

Sinopse
Vinte anos depois do sucesso meteórico do grupo Chocante com o hit Choque de Amor, Téo (Bruno Mazzeo), Tim (Lucio Mauro Filho), Tony (Bruno Garcia) e Clay (Marcus Majella) se reencontram. Entre as lembranças de um passado de sucesso e o presente sem nada a perder surge a ideia de fazer um novo show, para a felicidade da eterna líder do fã clube Quézia (Debora Lamm). Orientados pelo prestigiado empresário Lessa (Tony Ramos), os amigos retomam os ensaios com o novo integrante Rod (Pedro Neschling), vencedor de um decadente reality show. Ninguém pediu, mas eles voltaram! O resgate desse grupo trará situações divertidíssimas e uma nova fã: Dora (Klara Castanho).

Links
Trailer: youtu.be/LwiOVjWRUJc
Download Trailer: goo.gl/hHHMdT
Poster: goo.gl/TJ2E7C
Fotos em alta: goo.gl/XRy1PC
Facebook: fb.com/ImagemFilmes
Site Oficial: chocanteofilme.com.br

Ficha Técnica
Direção: Johnny Araujo e Gustavo Bonafé
Produção: Augusto Casé
Produtores Associados:  Bruno Mazzeo, Mariana Muniz e Pri Jansen
Produção Executiva: Bia Caldas e Augusto Casé
Argumento: Pedro Henrique Neschling e Luciana Fregolente
Roteiro:  Bruno Mazzeo, Luciana Fregolente, Pedro Henrique Neschling e Rosana Ferrão
Som: George Saldanha
Desenho de Som:  Beto Ferraz
Mixagem:  André Tadeu
Trilha Sonora:  Plínio Profeta
Montagem: Pablo Ribeiro
Figurino:  Letícia Barbieri
Direção de Arte:  Joana Mureb
Direção de Fotografia: Toca Seabra, ABC
Produção: Casé Filmes
Distribuição: Imagem Filmes
Coprodução: Globo Filmes, Orion Pictures e RioFilme
Apoio: Telecine

Sobre a Casé Filmes
Fundada em 2007 – portanto prestes a completar dez anos de existência – pelo produtor Augusto Casé, a produtora estreou no mercado cinematográfico em 2010 com o longa-metragem Muita Calma Nessa Hora, dirigido por Felipe Joffily. Até hoje já produziu cinco filmes comerciais: Muita Calma Nessa Hora 1 e 2, Cilada.com, E aí… Comeu? e Os Caras de Pau, somando cerca de 11 milhões de espectadores.

A empresa assinou o longa Depois de Tudo, com direção de Johnny Araujo, baseado na história No Retrovisor, de Marcelo Rubens Paiva; e também a produção do documentário Sobral, O Homem que não tinha Preço, dirigido por Paula Fiúza, selecionado para o Festival do Rio, em 2013, e para a Mostra de São Paulo do mesmo ano.

Em 2016, lançou a série E aí,Comeu, exibida em 13 episódios no Canal Multishow. A performance no ar colocou a produção entre as cinco mais vistas na TV paga do Rio e entre as oito do Brasil, sendo o terceiro programa mais acessado no Multishow Play. Atualmente, a produtora finaliza o documentário Asdrubal Trouxe o Trombone, que será exibido em outubro pelo Canal GNT em 13 episódios, além de estar lançando nos cinemas a comédia Chocante.

Ainda neste 2017, a Casé Filmes, em parceria com a Dueto Produções, acaba de rodar Paraíso Perdido, dirigido por Monique Gardenberg. No elenco,  Erasmo Carlos, Julio Andrade, Hermila Guedes, Felipe Abib, Julia Conrad, Marjorie Estiano, Malu Galli, Lee Taylor, Humberto Carrão, Seu Jorge, Jaloo. A empreitada marca a volta da diretora ao cinema e reedita parceria com a Casé. No segundo semestre, a produtora vai filmar o longa metragem, Hermanoteu, baseado no sucesso do grupo teatral Os Melhores do Mundo, projeto que terá direção de Tomás Portela.

Entre os projetos futuros, a Casé Filmes já tem em seu line up dois novos longas – um estrelado por Marcelo Adnet e outro por Bruno Mazzeo – a serem rodados em 2018 e planeja o lançamento comercial de suas últimas produções.

Sobre a Imagem Filmes
A Imagem é uma distribuidora nacional de filmes independentes comprometida com a qualidade e variedade de produções. Atuando nos segmentos de cinema, vídeo e televisão a distribuidora é responsável pelos lançamentos de grandes produções nacionais, dentre elas, destacam-se os recentes: É Fada!, Nise – O Coração da Loucura,  Vai que Dá Certo 2, além das produções internacionais: Florence –  Quem é Essa Mulher , ​Café Society, Gênios do Crime e o mais recente Silêncio.

Sobre a Globo Filmes
Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 200 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ – com mais de 9 milhões de espectadores -, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’ e ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.

Sobre a RIOFILME
A RioFilme é uma empresa da Prefeitura do Rio de Janeiro vinculada à Secretaria Municipal de Cultura. Fundada em 1992, desempenhou papel fundamental na revitalização do Cinema Brasileiro, e tem mantido a importância ao longo de sua existência. Investindo em desenvolvimento, produção, distribuição, exibição, infraestrutura e capacitação, seja como fomentadora, patrocinadora ou coprodutora de curtas, séries de TV, longas-metragens, além de apoiar eventos como festivais, mostras e feiras ligadas ao setor, visando o efetivo desenvolvimento da indústria audiovisual carioca.