“Isaac no mundo das partículas” no Oi Futuro

Todo bom cientista deve ser criativo, ter espírito investigativo e uma certa obsessão pelo desafio. Mas como será que nasce esse cientista?  Ou melhor: será que existe um cientista desses em cada um de nós? A provocação contida no livro inédito de Elika Takimoto levou a diretora Joana Lebreiro e a produtora Camila Vidal a criarem o projeto infantil multiplataforma ‘Isaac no mundo das partículas’, que combina teatro e artes visuais no Oi Futuro, com o espetáculo infantil homônimo e a instalação “Os mundos de Isaac”, que vai inserir o espectador em universos poéticos virtuais com o uso de óculos especiais.

Com direção de Joana Lebreiro e direção musical de Ricco Viana, o musical quântico Isaac no mundo das partículas estreia dia 27 de janeiro, às 16h, no Oi Futuro. A peça infantil é uma adaptação do livro homônimo da escritora e professora de física Elika Takimoto (que será lançado dia 17/02) e trata de um tema nada fácil – a física de partículas – de maneira envolvente, divertida e informativa. O músico David Bowie e seu lendário personagem Ziggy Stardust inspiram a estética e a proposta da encenação, que propõe transformar o palco em um show de rock. A partir do dia 3 de fevereiro, às 17h15, a temporada da peça será acompanhada pela instalação Os mundos de Isaac. Criado pelos videoartistas Rico Vilarouca e Renato Vilarouca – que também assinam as projeções do espetáculo –, o trabalho permite que o público entre no mundo interior do personagem título com o auxílio de óculos de realidade virtual. O projeto tem patrocínio da Oi, do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, Lei Estadual de Incentivo à Cultura e correalização do Oi Futuro.

 

Musical fala do despertar para a ciência

 

A história começa quando o protagonista Isaac (João Lucas Romero) vai à praia, segura um pequeníssimo grão de areia e começa a se interessar pelos mistérios universais. O grão de areia (Claudio Mendes) ganha vida e, na tentativa de responder a dezenas de perguntas, leva o menino para uma viagem que começa na Grécia e acaba no Cern (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear). Tudo isso é narrado por um enigmático personagem: a partícula subatômica Bóson de Higgs (Julia Gorman), um dos mais fundamentais elementos do universo. No elenco, também estão André Arteche e Júlia Shimura, que vivem músicos-partículas e cientistas.

A diretora Joana Lebreiro conta que o projeto nasceu de maneira curiosa, já que a física era uma das matérias de que menos gostava na adolescência. “Eu já acompanhava a Elika no Facebook e, no dia 30 de dezembro de 2016, li um post em que ela mencionava ter um livro de física para crianças. Mesmo sendo uma data nada propícia para um pedido desses, mandei uma mensagem falando que tinha interesse em ler o livro. No dia seguinte, o texto já estava na minha caixa de email”, lembra Joana, também responsável pela adaptação do texto para o teatro: “Percebi que podíamos fazer uma peça que abordasse, de forma metafórica, o processo do nascimento do ‘cientista’ que pode existir em cada um de nós, focando na curiosidade infinita que nos move como seres humanos pensantes, incessantemente questionadores. Ser cientista para a gente é se apaixonar por algum tema e ir em busca do conhecimento sobre ele. A adaptação do texto para a cena ainda incluiu questões que surgiram nos ensaios e o tema da física de partículas – que arrebatou a todos”.

A autora Elika Takimoto resolveu escrever o livro para estimular os questionamentos das crianças sobre o tema. “Eu estive no Cern (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear) durante uma semana fazendo um curso de física de partículas. Quando voltei, meu filho me fez muitas perguntas. E eu fiquei muito feliz, porque muitas das perguntas eram as mesmas que eu tinha feito para os grandes cientistas. Como ele estava encantando com esse mundo, resolvi procurar livros sobre o tema, e encontrei bem poucos. Então, resolvi eu mesma encarar o desafio e escrever”, comenta ela, que vai lançar o livro, dia 17 de fevereiro, no Oi Futuro, logo após o espetáculo.

A trilha sonora é um capítulo à parte. Na primeira leitura do livro, Joana Lebreiro já imaginou a história contada com atmosfera roqueira. Logo depois, vieram as inspirações estéticas e musicais de Ziggy Stardust, personagem criado pelo músico David Bowie que vem de outro mundo para salvar a Terra, mas em vez disso encontra o rock. O diretor musical e arranjador Ricco Vianna criou as melodias do espetáculo enquanto Joana escreveu as letras das canções – em uma parceria azeitada durante o processo de ensaios. “Começamos com a influência de Bowie, que fica clara na primeira canção, mas também seguimos outros caminhos. Temos uma trilha que mistura rock e música eletrônica, com atores que tocam violão, baixo e guitarra”, conta Ricco. Os figurinos de Bruno Perlatto, o cenário de Natália Lana e as projeções de Rico Vilarouca e Renato Vilarouca também acompanham as referências ao músico inglês. Completam a equipe criativa Paulo César Medeiros (iluminação), Bruno Cezario (direção de movimento).

Os mundos de Isaac: arte em realidade virtual

 

A instalação Os mundos de Isaac dialoga com o espetáculo e será realizada no térreo do Oi Futuro, no Flamengo, a partir do dia 3 de fevereiro. Com idealização da produtora cultural Camila Vidal e criação dos artistas visuais Rico Vilarouca e Renato Vilarouca, a obra é o primeiro voo solo dos irmãos – conhecidos por seus trabalhos com projeções para teatro e videografismo para cinema.

Os mundos de Isaac usa a tecnologia para inserir o espectador em realidades virtuais e poderá ser conferida tanto pelo público da peça, como atividade complementar, quanto por qualquer outro visitante do centro cultural. Com o auxílio de óculos especiais e fones de ouvido, a obra permitirá que o observador explore cenários interiores do personagem Isaac na condição de protagonista, imerso em ambientes visitados pelo personagem-título do espetáculo: a praia e o mundo das partículas.

“Ao contrário do cinema, onde o diretor/editor direciona o olhar do espectador, o teatro mantém o estado de livre arbítrio. Cada espectador olha para onde quiser dentro de uma cena. E o grande desafio hoje é fazer esse olhar não se perder num mundo ao mesmo tempo tão cheio de estímulos, mas tão sedento de quem o diga para onde olhar. Aqui o VR (óculos de realidade virtual) parece um bom lugar pra exercitar a liberdade do espectador, que ganha autonomia para escolher como receber esses estímulos, porque a história está não apenas à sua frente, mas ao seu redor”, explica Rico Vilarouca.

Ficha técnica:

Isaac no mundo das partículas

Baseado na obra homônima de Elika Takimoto

 

Texto adaptado e direção: Joana Lebreiro

Elenco: André Arteche, Claudio Mendes, João Lucas Romero, Julia Gorman e

Júlia Shimura.

Projeções do espetáculo e videoinstalação ‘Os mundos de Isaac’: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca

Direção Musical: Ricco Viana

Canções: Ricco Viana e Joana Lebreiro

Figurinos: Bruno Perlatto

Iluminação: Paulo César Medeiros

Cenário: Natália Lana

Direção de movimento: Bruno Cezario

Diretora Assistente: Brunna Napoleão

Visagismo: Diego Nardes

Figurinista Assistente: Rachel Rozenberg

Assistente de Figurino: Luisa Marques

Cenotécnico: André Salles

Mídias Sociais: André Mizarela (Humans Creative Group)

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Fotos: Rudy Hühold

Administração Financeira: Rodrigo Gerstner

Assistente de Produção: Marina Karan

Produtora Executiva: Débora Amorim

Direção de Produção: Camila Vidal

Idealização: Joana Lebreiro e Camila Vidal

Serviços:

 

Espetáculo ‘Isaac no mundo das partículas’:

Temporada: de 27/01 a 25/03

Teatro Oi Futuro: Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo.

Telefone: 3131-3060

Dias e horários: sábados e domingos, às 16h

Ingressos: R$ 20 (inteira) R$ 10 (meia)

Lotação: 63 lugares

Duração: 1h10

Classificação indicativa: livre

Funcionamento da Bilheteria: de terça a domingo, das 14h às 20h.

Instalação ‘Os mundos de Isaac’, de Rico Vilarouca e Renato Vilarouca.

Inauguração: 03/02/18, às 17h15.  (Fica em cartaz até 19/03)

Oi Futuro/Térreo: Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo.

Telefone: 3131-3060

Dias e horários: de terça a domingo, das 11h às 20h

Entrada franca

Classificação etária: livre.

Lançamento do livro “Isaac no mundo das partículas”, de Elika Takimoto:

Dia 17/02, às 17h10.

Oi Futuro: Rua Dois de Dezembro, 63, Flamengo.

Telefone: 3131-3060.

 

Sobre O Oi Futuro

 

O Oi Futuro promove, apoia e desenvolve ações inovadoras e colaborativas para melhorar a vida das pessoas e da sociedade. Com a atuação nas frentes de Educação, Cultura, Inovação Social e Esporte, o instituto acelera iniciativas que potencializam o desenvolvimento pessoal e coletivo, fomentam experimentações de inovação e estimulam conexões.

Na Educação, o Oi Futuro investe em modelos inovadores para inspirar novas formas de aprender e ensinar com o NAVE (Núcleo Avançado em Educação), que forma jovens para as economias digital e criativa, com foco na produção de games, aplicativos e produtos audiovisuais. O programa, desenvolvido em parceria com as Secretarias de Estado de Educação do Rio de Janeiro e Pernambuco, oferece ensino médio integrado. Além de obter formação voltada para a indústria criativa e digital, os estudantes do NAVE são incentivados a desenvolver o espírito empreendedor e a estabelecer suas primeiras conexões profissionais, por meio de projetos e eventos de integração com o mercado de inovação.

Na área Cultural, o instituto atua como um catalisador criativo, impulsionando pessoas através das artes, estimulando a produção colaborativa e promovendo o acesso à cultura na era digital. O Oi Futuro mantém um centro cultural no Rio de Janeiro, com uma programação que valoriza a produção de vanguarda e a convergência entre arte contemporânea e tecnologia, e realiza o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, que seleciona projetos em todas as regiões do país por meio de edital público. O Instituto também faz a gestão do Museu das Telecomunicações e sua Reserva Técnica, pioneiro no uso da interatividade no Brasil, e do LabSonica, laboratório de experimentação sonora. Também no Rio, o Oi Futuro mantém a Oi Kabum!, escola de arte e tecnologia onde está abrigado o Lab.IU, Laboratório de Intervenção Urbana.

Na Inovação Social, o Oi Futuro mantém o Labora, laboratório voltado para soluções inovadoras e de impacto para as cidades e a gestão cultural. O Labora é um ambiente de conexão, aprendizagem e criação para organizações e empreendedores comprometidos com a transformação de impacto e oferece programas de incubação e aceleração para projetos e negócios sociais em diferentes fases de maturação e perfil empreendedor. O Oi Futuro também aposta em projetos esportivos que conectem pessoas e promovam a inclusão e a cidadania.

“O tempo não dá tempo” no Oi Futuro

Com direção de Duda Maia (Prêmios Shell e Cesgranrio e indicação ao APTR de Melhor Direção por ‘Auê’), “O tempo não dá tempo”, que estreia dia 18 de janeiro, no Oi Futuro, trata-se de uma mistura de teatro, dança, performance e multimídia. Uma criação coletiva encabeçada pela diretora, pelos próprios atores/intérpretes e por Gregorio Duvivier (‘Porta dos Fundos’ e ‘Greg News’, na HBO), que assina pela primeira vez a dramaturgia de um espetáculo teatral. O espetáculo conta ainda com a utilização de poemas do escritor português Gonçalo M. Tavares.

Numa montagem itinerante, que ocupará o teatro, as escadas, o café, o terraço, o elevador e outros espaços do centro cultural no Flamengo, diferentes gerações de atores se reuniram nesta obra multifacetada: a bailarina e coreógrafa Angel Vianna, celebrando 90 anos de vida, Ciro Sales, Juliana Linhares, Marina Vianna e Oscar Saraiva.

“O tempo não dá tempo”, um espetáculo itinerante de teatro-dança, construído a partir das sensações de interrupção, insistência, lentidão e falta de tempo, faz um paralelo entre os tempos urbanos e o tempo da poesia. De um lado, cenas curtas, interrompidas e confinadas, experimentando o tempo das relações que não se estabelecem e a fragilidade da vida. De outro, o tempo da delicadeza, do respeito e do cuidado. A observação sobre o nosso próprio corpo e, com isso, a reflexão sobre o que fazemos com nosso tempo e, principalmente, sobre a percepção de vivenciar de verdade cada minuto da sua vida. Uma homenagem ao presente seja ele com ou sem leveza, mas que seja inteiro. “O tempo não dá tempo” é essencialmente um espetáculo que mergulha em uma experiência sensorial, dando possibilidade que o público seja também um criador, visitando sua própria memória.

Segundo a diretora Duda Maia, colocar cinco gerações de atores/intérpretes em cena é um caminho extremamente potente de percepção de tempo. De como o tempo de história de cada um é significativo na realização de um pequeno gesto e, consequentemente, a leitura da cada espectador irá navegar por caminhos pessoais. “Espero que o espectador se torne um protagonista com essa experiência artística e mergulhe, como quiser, no seu TEMPO”, comenta Duda, que acrescenta… “Conheço Angel desde que tinha 18 anos, sua dança mudou a minha vida, me deu direção e desejo. Tanto tempo e parece que foi ontem. Em 2018 eu completo 50 anos e Angel 90. Não teria um jeito mais belo de comemoramos nossos aniversários“, comemora a diretora.

A iluminação da montagem é de Renato Machado (Prêmio Shell de melhor iluminação por ‘Filme Noir’), a direção musical de Ricco Viana (Prêmio APTR de melhor música por ‘Jim’) e a cenografia e figurinos de Theodoro Cochrane (Prêmio Shell e Prêmio Questão de Crítica de melhor figurino pelos espetáculos da Cia Hiato, ‘Escuro’ e ‘O Jardim’, respectivamente).

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia: criação colaborativa de Duda Maia, Gregorio Duvivier, Oscar Saraiva, Gonçalo M. Tavares e elenco

Direção: Duda Maia

Intérpretes-criadores: Ciro Sales, Juliana Linhares, Marina Vianna e Oscar Saraiva Artista convidada: Angel Vianna

Diretor assistente: Jamil Cardoso

Direção de arte: Theodoro Cochrane

Direção de projeções e criação gráfica: Rico e Rentato Vilarouca

Direção musical: Ricco Viana | Composição do “tema da escada”: Renato Luciano

Iluminação: Renato Machado

Cenógrafa assistente: Mari Pitta

Figurinista assistente: Thereza Macedo

Direção de produção: Ciro Sales

Produção executiva: Bruno Fagotti e Nana Martins

Administração: Liame – Associação de apoio à cultura

Assessoria de Imprensa: Daniella Cavalcanti

Realização: Oi Futuro e Otimistas Artes e Projetos

SERVIÇO

“O Tempo não dá Tempo”

Temporada: 18 de janeiro a 25 de fevereiro de 2018

(não haverá espetáculo na semana do Carnaval, de 08 a 11 de fevereiro de 2018 )

Local: Oi Futuro (Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo)

Informações: (21) 3131-3060

Dias e horários: quinta a domingo, às 20h

Capacidade: 44 lugares

Duração: 75 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Ingressos: R$30,00

CURRÍCULOS

Duda Maia

Duda Maia é formada pela Escola de Dança Angel Vianna, onde lecionou dança contemporânea durante 13 anos. Foi professora de corpo do Curso Profissionalizante de Atores da CAL – Casa das Artes de Laranjeiras de 1998 até 2008.

De 1996 até 2006 foi diretora e coreógrafa da Trupe do Passo, Cia. De Dança contemporânea que tinha sua pesquisa baseada na cultura popular do NE. Este grupo foi subsidiado pela Prefeitura do Rio de Janeiro e criou diversas parcerias com grupos de dança popular e brincantes de Pernambuco.

Trabalhou como diretora de movimento com os diretores: André Paes Leme, João Falcão, Daniel Herz, Karen Acioly, Mauro Mendonça Filho, Aderbal Freire-Filho, Dudu Sandroni, Bruno Garcia, Michel Bercovitch, Fábio Ferreira, Guel Arraes (nos filmes, “Lisbela e o Prisioneiro” e “Romance”), Miguel Vellinho (Cia. Pequod), Marcelo Morato (“Contos e Cantigas Populares” – onde ganhou o Mambembe de melhor espetáculo juntamente com Marcelo Morato e Agnes Moço), João das Neves, Paulo José, Vera Fajardo, Paulo de Moraes e Ivan Sugahara.

Em 2012 assinou a direção do espetáculo infantil “Uma Peça Como Eu Gosto”, da Cia. Histórias Pra Boi Dormir juntamente com Lucio Mauro Filho, com este espetáculo ganhou o prêmio de melhor direção – Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil 2012.

Dirigiu o espetáculo “Clementina, Cadê Você?”, musical inspirado na vida de Clementina de Jesus, que estreou em outubro de 2013.

No inicio de 2014, dirigiu o espetáculo “A Dona da História”, texto de João Falcão, com Livia Falcão e Olga Ferrario, integrantes da Duas Companhias, grupo profissional com sede na cidade de Recife que este ano completou 10 anos em 2014, este projeto foi contemplado pelo Funcultura.

Em 2014, fez a Direção de Movimento de “Fala Comigo Como a Chuva e Me Deixa Ouvir”, trabalho que rebebeu a indicação de Melhor Direção de Movimento na categoria especial do Prêmio Cesgranrio 2014, e a direção de movimento do espetáculo “Beija-me Como Nos Livros”, ambos da Cia. Os Dezequilibrados e com direção de Ivan Sugahara.

É diretora do show “Farra dos Brinquedos” uma banda que trabalha com músicas originais e ritmos brasileiros, destinada ao público infantil.

É diretora do espetáculo AUÊ, do grupo teatral “Barca dos Corações Partidos” com direção de produção da Sarau Agência de Cultura, sucesso de público e crítica. Duda Maia ganhou o Prêmio CESGRANRIO 2016 de Melhor Direção pelo espetáculo Auê. Esse espetáculo também foi contemplado o prêmio Cesgranrio de Melhor Direção Musical e o prêmio Cesgranrio de Melhor espetáculo. Ganhou o Prêmio Shell de melhor direção, por Auê. Também por Auê, foi indicada, por melhor direção no Prêmio APCA. Ganhou ainda o prêmio Botequim Cultural desse ano em cinco categorias, incluindo melhor direção e melhor espetáculo e o prêmio APTR, nas categorias, Direção Musical, Melhor Espetáculo e Produção. Duda Maia foi indicada na categoria de Melhor Direção nos prêmios Bibi Ferreira e 3º Prêmio Reverência de Teatro Musical.

Dirigiu o infanto-juvenil, “Guerra Dentro da Gente”, de Paulo Leminski, com a Cia Histórias Pra Boi Dormir, que estreou em outubro de 2016 no Oi Futuro. Esse espetáculo foi indicado ao Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil em 06 categorias, incluindo melhor trabalho de formas animadas. Venceu o Prêmio CBTIJ de Melhor Videografismo.

Está em cartaz com o espetáculo musical infanto-juvenil, “A Gaiola”, adaptado do livro de Adriana Falcão. Este espetáculo foi vencedor em 07 categorias no Prêmio CBTIJ 2016, incluindo Melhor espetáculo e Melhor Direção. A Gaiola também foi vencedora do Prêmio Botequim Cultural em cinco categorias: Melhor Direção, Melhor Espetáculo, Melhor Texto Adaptado, Melhor Atriz e Melhor Ator. O espetáculo também foi vencedor do Prêmio Zilka Salaberry 2016/17 nas categorias, Melhor Cenário, Melhor Direção e Melhor Espetáculo.

Atualmente Duda Maia, está dirigindo seu próximo espetáculo adulto, “O tempo não dá tempo” – uma mistura de teatro, dança, performance e multimídia – que estreia em janeiro de 2018, no OI Futuro Flamengo, e no roteiro de seu próximo infanto-juvenil “Conto Amoroso e Ciumento”, uma livre adaptação de algumas situações de contos de Machado de Assis que tratam do tema ciúme, texto que será escrito por Eduardo Rios, com estreia prevista para fevereiro de 2018, no CCBB do Rio de Janeiro.

Ciro Sales

Ator, produtor e gestor c u l t u r a l, possui relevante trajetória na cena teatral baiana, tendo sido dirigido por nomes como Fernando Guerreiro, Marcio Meirelles, Paulo Dourado, Ewald Hackler, Gideon Rosa, Raimundo Matos de leão e Harildo Déda. Inicia em 2010 as atividades de sua companhia teatral, o Núcleo Supernova Teatro, com quem realiza, entre outros trabalhos, “Alugo Minha Língua” (2011), “Drácula” (2012), de Marcio Meirelles, e “Efeito Werther” (2015). Atuou também em “Carmen, de Cervantes”, dirigido por Fábio Espírito Santo (2015) e em “Enterro dos Ossos”, de Jô Bilac (2016), entre outros.

Na TV, foi escolhido entre centenas de candidatos pela MTV para ser o apresentador da versão brasileira do “Catfish”, programa de maior audiência na MTV americana. Também esteve atuou nas novelas “Haja Coração” e “Rock Sotry”, ambas da TV Globo.

No cinema, atuou no longa “A Coleção Invisível”, de Bernard Attal, e “Bem Casados”, de Aloísio Abranches. Trabalhou entre 2007 e 2012 na gestão pública da cultura em seu estado, tendo desempenhado as funções de assessor especial e em seguida diretor de fomento à cultura. Atualmente, grava a segunda temporada de Catfish Brasil, na MTV, e prepara os ensaios de um espetáculo teatral em coprodução com a Third Rail Projects, de Nova York/EUA.

Juliana Linhares

Natalense, 27 anos. Diretora, atriz e cantora. Atuou nos espetáculos: Gabriela, de João Falcão (2016 – SP), A Ópera do Malandro, direção de João Falcão (2014 – RJ), Cidadela (2014 – RJ), dirigido por Diego De Angeli e Só não viu quem não quis, da Miúda (2013 – RJ). Em Natal, no Grupo Estandarte de Teatro sob a direção de Lenilton Teixeira, participou dos espetáculos Matrióshka: uma história dentro da história (2007 e 2010), Uma coisa que não tem nome (2009), e do Auto do Natal: A face feminina de Deus (2008). É cantora da banda Pietá com a qual já esteve ao lado de nomes como Chico César, Emílio de Mello, Carlos Malta, entre outros, passando por diversos palcos importantes do RJ e de outras cidades do país.

Formada em Direção Teatral pela Unirio (2017), dirigiu os espetáculos Adubo (Sede das Cias, RJ, 2017), Pira Caipira (Unirio, RJ, 2017), Dinossauros e Pelancas (Circuito SESC RJ, 2015/2016), Apanhei-te, Ernestinho: Vida, música e sonhos de Ernesto Nazareth (Festival Villa-Lobos, RJ, 2013).

Marina Vianna

Atriz há mais de vinte anos e ao longo de sua trajetória desenvolveu simultaneamente o exercício teórico, tornando-se doutora em Artes Cênicas e Professora Adjunta do Departamento de Teoria do Teatro da UNIRIO. Atriz reconhecida pelos trabalhos em que colaborou com a dramaturgia e a escritura cênica, tais como A Falta que nos Move, direção de Christiane Jatahy; FitzJam, direção de Pedro Brício; Devassa – sobre Lulu de Wedekind, direção de Nehle Franke com a Cia dos Atores; Medea- Obs, direção de Fábio Ferreira.  Em 2015, estreou como diretora do espetáculo A Santa Joana dos Matadouros de Bertolt Brecht, no Teatro Glaucio Gill, indicado ao prêmio Cesgranrio de melhor direção e melhor espetáculo do ano. Em julho de 2017, integra o elenco de Entonces Bailemos, de Martín Flores Cárdenas, no Espaço Sesc Copacabana, seguindo temporada no Teatro Sérgio Porto e no Teatro da UFF.

Oscar Saraiva

Professor, ator, dramaturgo e diretor teatral. Bacharel em Teoria do Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Trabalhou como ator com diretores tais como Ivana Leblon, Christiane Jatahi, Aderbal Freire Filho, Antônio Guedes, André Paes Leme, Jeferson Miranda, Marco Antônio Nunes e Pedro Kosovisk, De 1991 a 2004 trabalhou como ator-bailarino e dramaturgista na Cia de Dança Márcia Rubin. Foi indicado como melhor ator coadjuvante pelo Prêmio APTR, em 2010, pela peça “Hamelin”, texto de Juan Mayorga e direção de André Paes Leme. Como dramaturgo e diretor seus principais trabalhos são: “Esquece”, “Tudo isso agora”, “Não Perturbe”, “Faça o que precisa ser feito”, “Mira! Enquanto nossos olhos se perdem” e “Inventário 1.0”, estreia em outubro/17.

“Benedita” no Café Pequeno

O Teatro Municipal Café Pequeno recebe a Cia. Sino, companhia teatral baiana, para curta temporada do drama “Benedita” com estreia dia 9 de janeiro, 20h.  Com texto, direção e atuação de Bruno de Sousa, o espetáculo traz à tona a preservação de Patrimônio Imaterial Cultural com humor e densidade quando leva o público a conhecer de perto Benedita, uma misteriosa senhora contadora de histórias. Sua apresentação é um ritual de passagem que passeia entre o trágico e o cômico para a construção de uma personagem genuinamente brasileira.

Uma mulher-mito, contadora de histórias, lavadeira-curandeira-bruxa-feiticeira, no limite da vida. Com uma declarada relação com o misticismo e com o indizível ela perpassa o curandeirismo e a espiritualidade. Benedita tece destinos através dos casos que conta, relatando uma história arquetípica e mitológica.

Texto, Direção e Atuação: Bruno de Sousa

Orientação: Fábio Vidal e Danilo Pinho

Cenografia: Rodrigo Frota

Trilha Sonora: Leandro Villa

Figurino: Diana Moreira

Desenho de Luz: Pedro Dultra

Maquiagem: Ramona Azevedo

Direção de Produção: Joana D’Aguiar
Realização: Cia Sino e Sopro Escritório de Cultura

A Cia. Sino surge em 2011 (Salvador) com a montagem do solo Benedita, de Bruno de Sousa. O artista, bacharel em Artes Cênicas pela UFBA, traz uma experiência cênica autônoma, desde os aspectos criativos artísticos até os meios de produção. Através de parcerias e diálogos com outros artistas e grupos, o espetáculo já fez diversas temporadas em Salvador (BA) e no Rio de Janeiro (RJ), participações em mais de 20 festivais nacionais, recebeu 18 prêmios e mais de 30 indicações.

 

Ficha Técnica

Texto, Direção e Atuação: Bruno de Sousa

Orientação: Fábio Vidal e Danilo Pinho

Cenografia: Rodrigo Frota

Trilha Sonora: Leandro Villa

Figurino: Diana Moreira

Desenho de Luz: Pedro Dultra

Maquiagem: Ramona Azevedo

Direção de Produção: Joana D’Aguiar

Realização: Cia Sino e Sopro Escritório de Cultura

 

Serviço

Benedita

Estreia: 9 de janeiro

Temporada: Até 31 de janeiro

Horários: Terças e quartas – 20h

Ingresso: R$ 30,00 (inteira)

Local: Teatro Municipal Café Pequeno

Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 269 – Leblon – Telefone: 21 2294-4480

Funcionamento da Bilheteria: Terça a sábado de 16h às 21h e domingo de 14h às 20h.

Não possui estacionamento.

Duração: 60 minutos

Classificação: 12 anos

Gênero: Drama

Tripas no Teatro Poeirinha a partir de 12 de janeiro

“Tripas” narra o encontro de dois artistas, um pai e um filho, que decidem compartilhar com o público o cruzamento de suas biografias: Ricardo Kosovski, ator, diretor e professor; e Pedro Kosovski, autor e diretor, que testemunhou a jornada do pai há dois anos, após uma internação repentina por uma crise de diverticulite aguda. Da necessidade de romper o silêncio de um quarto de hospital, nasceu “Tripas”, que volta aos palcos no Teatro Poeirinha, em Botafogo, em 12 de janeiro.

Após nove meses de internação e três cirurgias, Ricardo e Pedro cumpriram o que foi combinado enquanto o pai estava na UTI: quando saísse de lá, iriam viajar pelo mundo. No início deste ano, decidiram visitar Israel. “É uma história muito forte, eu quase morri. Quando passou, resolvemos voltar às origens e viajamos para Tel Aviv, em Israel”, conta Ricardo. “Foi a primeira vez que viajei sozinho com meu pai”, lembra Pedro. “Foi transformador! Entendemos a nossa relação. Foi necessário passar por tudo aquilo para entender o que a gente tem”.

Lá conheceram o Golfo de Ácaba, que fica na fronteira entre Israel, Egito, Jordânia e Arábia Saudita, e Pedro começou a criar a dramaturgia. Na peça, um homem encontra-se preso na fronteira do golfo, cercado por observadores internacionais, a plateia. Ele se dirige ao público narrando fragmentos de sua história e de seu filho. “Teatro e hospital não combinam. O teatro está vivo, é o frescor da vida. Para falar da fronteira entre vida e morte, entre filho e pai, optei por esta fábula”, destaca Pedro. “Uma autoficção, onde falo através do meu pai”.

A peça está associada ao pós-doutoramento de Ricardo, professor da UNIRIO, com o título “Das tripas… autoficção” e orientação do Prof. Dr. Renato Ferracini (LUME/UNICAMP). O escritor e crítico literário francês Serge Doubrovsky, criador do conceito de autoficção, desmistificou a autobiografia. “A peça é sobre nós – passado, presente e futuro, mas também tem aspectos fantásticos, pois trata do olhar que fabulamos sobre nós mesmos”, explica Ricardo. “Estarei à disposição exclusivamente do espetáculo até agosto de 2018. O pós-doutoramento tem um objeto artístico maior, que é a peça. Ensaiamos 10 dias no Rio e fomos para Campinas fazer uma residência no LUME e realizar uma interlocução com Ferracini”, conta o ator.  “Pedro define bem ao dizer que antes de ser um encontro de pai e filho, este é o encontro de dois artistas. A liberdade em relação à nossa própria historia”, conclui.

Em cena, Ricardo é acompanhado pelo guitarrista Pedro Nêgo, que executa as composições de Felipe Storino e a canção Hey amigo, da banda O Terço, ícone do rock underground dos anos 70. O cenário criado por Lídia Kosovski, irmã de Ricardo e tia de Pedro, é uma instalação cênica composta de espuma que dispõe o público em seu entorno. “Puxamos o fio do tempo e vamos até a infância dele, em 1964, quando tinha seis anos. Época do Golpe Militar”, narra Pedro. “A história micro, a nossa familiar, levando para uma história maior, a do país. Em 1984, no ano das Diretas Já, eu tinha um ano. Minhas primeiras lembranças estão lá, nestes recortes do tempo”, destaca.

O título é uma referência às entranhas, à jornada hospitalar, às profundezas do corpo. A peça busca ficcionalizar memórias pessoais e projetar, para além dos laços familiares, respostas e perguntas em suas origens e redutos de ancestralidade. “A vida é tortuosa e bela ao mesmo tempo: é nas dobras infinitas entre vida e criação que Tripas acontece”, conclui Ricardo.

 

FICHA TÉCNICA

Texto e Direção: Pedro Kosovski

Atuação: Ricardo Kosovski

Cenário: Lídia Kosovski

Iluminação: Renato Machado

Direção musical: Felipe Storino

Direção de movimento: Toni Rodrigues

Músico: Pedro Nêgo

Interlocução artística: Renato Ferracini

Assistência de direção: Julia Stockler

Vídeo e registro: Lourenço Monte-Mór

Design gráfico: Marina Kosovski

Direção de Produção: MS Arte & Cultura

Realização: Ricardo e Pedro Kosovski

Projeto associado ao pós-doutoramento do Prof. Dr. Ricardo Kosovski (UNIRIO), sob o título “Das tripas… autoficção”.

 

Tripas

Temporada: de 12 de janeiro a 25 de fevereiro de 2018.

Apresentações em janeiro: de sexta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h.

Apresentações em fevereiro: de quintaa sábado, às 20h, e domingo, às 19h.

Local: Teatro Poeirinha – Rua São João Batista 174, Botafogo. Tel.: 2547-0156.

Ingressos: R$ 50,00 (inteira), R$ 25 (meia)

Classificação indicativa: 16 anos. Duração: 60 minutos. Lotação: 45 lugares

Gênero: Drama

“O Jovem Príncipe e a Verdade” na CAIXA Cultural Rio de Janeiro

O espetáculo teatral O Jovem Príncipe e a Verdade chega à CAIXA Cultural Rio de Janeiro para curta temporada, de 6 a 14 de janeiro de 2018, com apresentações sextas e sábados, às 17h; e domingos, às 11h e às 17h. Após cada apresentação, o elenco recebe o público para um bate-papo gratuito. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A peça, dirigida por Regina Galdino, teve estreia originalmente em 2014, em São Paulo (SP). No mesmo ano, recebeu indicações ao Prêmio FEMSA por Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Ator Coadjuvante, sendo considerada pelas revistas Veja e Crescer como um dos melhores espetáculos em cartaz.

Única obra para crianças escrita por Jean-Claude Carrière – autor francês contemplado com prêmios como Oscar, Molière e César – a história de O Jovem Príncipe e a Verdade é inspirada em diferentes “contos filosóficos” (não moralizantes) da tradição oral de todo mundo, incluindo um antigo conto indiano chamado A mentira da verdade. 

O enredo conta a história do Jovem Príncipe (Leonardo Santiago) que, para se casar com sua amada, sai pelo mundo em busca da Verdade acompanhado pelo engraçado Contador de Histórias (Filipe Peña). O Jovem Príncipe, porém, não encontra uma definição simplista para a “Verdade”. O tema é tratado como uma surpreendente questão filosófica. Sua jornada é uma grande metáfora: um jovem em busca do amadurecimento, até se tornar um homem capaz de contar sua própria história. 

A divertida comédia tem elenco afiado, formado por Alexandre Meirelles, Filipe Peña, Leonardo Santiago e Amanda Banffy (que também assina a tradução do texto e a direção de produção), e trilha sonora original de Fernanda Maia, profissional reconhecida pelos prêmios Shell, APCA e FEMSA.

Segundo a diretora Regina Galdino, a peça foi transformada em musical sem perder seu caráter filosófico e simbólico, nem o poder de síntese proposto pelo autor. “As músicas dialogam com o texto e as letras são inteligentes e divertidas”, comenta.

O enredo ganha ritmo e descontração com músicas como O Burro, O Príncipe, Ao Norte, ao Sul, a Leste e a Oeste e O Crocodilo. Elas funcionam tanto para apresentar personagens quanto para narrar a história, mostrar a passagem de tempo ou sublinhar as diferentes regiões por onde os personagens passam. Para acompanhar a interpretação dos atores, o espetáculo tem a participação de dois músicos: Eduardo Albertino (no piano) e Marcos Rochael (no clarinete).

A temporada no Rio de Janeiro terá com sessões com acessibilidade (intérprete de Libras) aos sábados, além de coleta de lixo eletrônico e uma oficina de teatro para crianças de 8 a 14 anos ministrada pelo ator Alexandre Meirelles, no dia 12 de janeiro (sexta-feira), das 13h às 16h. Serão oferecidas 25 vagas e o formulário de inscrição deve ser solicitado pelo e-mail oficinateatralprincipe@gmail.com. Ainda em 2018, a peça segue para temporada na CAIXA Cultural Recife.

Ficha técnica:

Autor: Jean-Claude Carrière

Tradução: Amanda Banffy

Elenco: Alexandre Meirelles (diversos personagens), Amanda Banffy (diversos personagens), Filipe Peña (Contador de Histórias), Leonardo Santiago (Jovem Príncipe).

Músicos: Eduardo Albertino (piano) e Marco Rochael (clarinete).

Direção geral: Regina Galdino

Direção musical e música original: Fernanda Maia

Cenografia e adereços: Luis Rossi

Figurino: Rosângela Ribeiro

Desenho de luz: Fran Barros

Operação de luz: Henrique Andrade

Contrarregra: Tomé de Souza

Camareira: Cida Neves

Assessoria de imprensa (RJ): Ney Motta

Fotos de divulgação: Isabelle Neri

Direção de produção: Amanda Banffy

Produção executiva: Pedro Pissarra

Produção local: Jessica Leite

Coordenação administrativa: Fabio Hilst

Realização: Banffy Produções Artísticas

Apoio: Café Olé e Ibis

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Site: www.ojovemprincipeeaverdade.com.br

Fanpage da peça: www.facebook.com/ojovemprincipeeaverdade

Serviço:

O Jovem Príncipe e a Verdade

Duração: 60 min.

Datas: de 6 a 14 de janeiro de 2018 (sexta a domingo)

Horário: sextas e sábados, às 17h; domingos, às 11h e às 17h

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
*(Para esta peça, excepcionalmente aos domingos, a bilheteria funciona a partir das 10h)

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia

Lotação: 156 lugares (+ 3 para cadeirantes)

Sessões em Libras aos sábados

Classificação indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência

“60! Década de Arromba – Doc. Musical” retorna ao cenário carioca

Em dezembro de 2016, a cantora Wanderléa subia ao palco do Theatro Net Rio para fazer sua estreia em musicais. A expectativa em torno do espetáculo musical que conta os principais fatos da década de 1960 por meio de vídeos, depoimentos e fotos era grande. Uma superprodução com quase três horas de duração, inúmeros cenários, figurinos, perucas e música, muita música. O que ninguém imaginava era o sucesso de público e crítica que o espetáculo alcançaria já em sua estreia no Rio de Janeiro. Depois de repetir o sucesso durante uma temporada de cinco meses em São Paulo, “60! Década de Arromba – Doc. Musical” retorna ao cenário carioca. Wanderléa e o elenco de 24 atores/cantores/bailarinos voltam em cartaz no dia 4 de janeiro. O espetáculo ficará em cartaz de quinta a domingo no Theatro Net Rio, em Copacabana.

– Quando eu e o Marcos Nauer (que assina o roteiro e pesquisa) estávamos entendendo como era esse gênero que queríamos apresentar ao público jamais poderíamos imaginar que a peça teria toda essa repercussão de crítica e público. Foi um trabalho feito do coração e com a cumplicidade e parceria da grande Wanderléa, que acreditou nas nossas loucuras e embarcou sem medo. Viva o tempo do amor – diz o diretor Frederico Reder.

Fruto de uma extensa pesquisa feita por Frederico Reder e Marcos Nauer, 60! Década de Arromba – Doc. Musical começa com um prólogo, em 1922, contando a chegada do Rádio no Brasil, para em seguida mostrar o início da Televisão e aí sim, sua popularização na década de 1960.  A partir desse ponto, a peça narra os principais acontecimentos, apresentando mais de cem canções dos mais diversos gêneros. De Roberto e Erasmo, passando por Dalva de Oliveira, Cauby Peixoto, Elvis Presley, Beatles, Tony e Celly Campello, Bibi Ferreira, Edith Piaf, Tom e Vinicius, Milton Nascimento, Gil e Caetano, Maysa, Geraldo Vandré e tantos outros nomes importantes na música.

 

Wanderléa brilha em sua estreia em musicais

 

Ícone pop da década de 1960, Wanderléa sempre foi considerada um símbolo de vanguarda. Primeira mulher a posar nua grávida para uma foto e pioneira no uso das minissaias e do silicone, contribuiu para os direitos e a liberdade das mulheres de sua geração.

 

O momento era de grande agitação política, jovens reivindicavam seus direitos pregando a bandeira do amor. Wanderléa embalava os sonhos de milhões de brasileiros com os versos bem apropriados para a época na música “É o Tempo do Amor”.

 

Um espetáculo construído a partir de canções conhecidas de todo o público, feito para toda a família, que mescla humor, números de circo, ilusionismo e cheio de emoção. Uma história cantada com fatos e músicas memoráveis. No repertório não faltam sucessos como Banho de Lua, Biquíni de Bolinha Amarelinha, Beijinho Doce, Lata D’água, Travessia, Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores, Era um Garoto que como eu Amava os Beatles e os Rollings Stones, Ponteio, Nós Somos Jovens, Filme Triste, Prova de Fogo, Pare o Casamento, Calhambeque, e outras internacionais como Blue Moon, La Bamba, Non Je Ne Regrette Rien, Yellow Submarine e I say a litlle prayer for you, entre tantos outros. Uma viagem no tempo!

 

SINOPSE SUGERIDA

Representante maior do movimento da Jovem Guarda, a cantora Wanderléa faz sua estreia em musicais num espetáculo que faz um passeio musical pela década de 1960, com seus principais fatos e acontecimentos. Um doc. musical emocionante e divertido para toda a família.

 

FICHA TÉCNICA:

Roteiro e Pesquisa: Marcos Nauer

Direção: Frederico Reder

Direção Musical: Tony Lucchesi

Elenco: Wanderléa, Amanda Döring, Ana Varella, André Sigom, Camilla Brauna, Cássia Raquel, Daniel Lack, Deborah Marins, Erika Affonso, Ester Freitas, Fernanda Biancamano, Fhilipe Gislon, Jade Salim, Leandro Massaferri, Leo Araujo, Letícia Mamede, Pedro Arrais, Rachel Cristina, Rodrigo Morura, Rodrigo Naice, Rodrigo Serphan, Rosana Chayin e Tauã Delmiro.

Músicos:

Vagner Meyer – Piano/Regência

Arianna Pijoan – Teclado

Flávia Chagas – Cello

Wallace Cristovão- Violino

Rafael Maia – Bateria

Pedro Aune – Baixo

Vitor de Medeiros – Sax Alto, Sax Barítono, Clarinete, Flauta e Piccolo

Rafael Sant’Anna – Trompete

Gabriel Quinto – Violão, Guitarra e Cavaquinho

Lalo Califórnia – Guitarra

Coreografia: Victor Maia

Figurino: Bruno Perlatto

Cenário: Natália Lana

Iluminação: Daniela Sanchez

Diretora Residente: Roberta Cid e Clara da Costa

Diretora Assistente: Alessandra Brantes

Diretor de Palco: Claudio Roberto

Maquinista: José Claudio

Maquinista Auxiliar: Murilo Alves

Operador de Luz: Sergio Martins

Canhoneiros: Ana Claudia e Leonardo Moura

Videografismo cenário: Thiago Stauffer

Operador de Vídeo: Paulo Oliveira

Desenho de Som: Talita Kuroda e Thiago Chaves

Direção de Produção: Juliana Reder e Frederico Reder

Produtor Executivo: Alex Felippe

Produtor Assistente: Matheus Castro

Produção de Comunicação: Allan Fernando

Diretor de Comunicação: Léo Delgado

Direção de Arte: Barbara Lana

Assistente de Direção Musical: Alexandre Queiroz

Operador de Som: Talita Kuroda e Thiago Chaves

Microfonista: Camille Lago

Assistente de Microfonista e Rodie: Bruno Coelho

Chefe de Perucaria: Adriana Almeida

Assistentes de Perucaria: Lucas Azevedo e Glaucia Fausto

Figurinista Assistente: Teresa Abreu

Assistente de Figurino: Karoline Mesquita

Estagiária de Figurinista: Tayane Zille

Estagiária de Figurinista: Jemima Oliveira

Estagiária de Figurinista: Gabriela Silva Fernandes

Coreógrafa Assistente: Clara da Costa

Dance Captain: Rodrigo Morura

Cenógrafa Assistente: Marieta Spada

Assistente de Cenografia: Guilherme Ribeiro

Contrarregras: Filipe Tomochigue e Hevaldo Martins

Camarins: Rose Marie, Nete Benevides, Kaká Silva, Vivi Rocha e Rita Vasconcelos

 

Sobre o Theatro Net

 

Arrendado em abril de 2011 pelos produtores culturais Frederico Reder e Juliana Reder, sócios da produtora Brain+, o antigo teatro Tereza Rachel teve sua reforma iniciada no mesmo ano, após mais de dez anos sem atividades. Quatro décadas depois de sua primeira inauguração, o Theatro Net Rio abriu suas cortinas no dia 4 de abril de 2012, com o espetáculo “BIBI – Histórias e Canções”, no qual Bibi Ferreira comemorava seus 90 anos de vida e 70 anos de carreira. No dia 7 de abril, foi inaugurado para o grande público.

 

Entre shows, musicais, peças de teatro e espetáculos de dança já promoveu mais de 1500 sessões para um público acima de um milhão de pessoas. O espaço conta com duas salas, sendo a maior, Sala Tereza Rachel, com capacidade de 622 lugares e a menor, Sala Paulo Pontes, com 100 lugares.

 

Dois anos depois os mesmos produtores inauguraram o Theatro NET São Paulo, localizado no quinto andar do Shopping Vila Olímpia. Com uma grande festa a noite do dia 18 de julho de 2014 foi marcada por um inesquecível show de Gilberto Gil. Desde então, o teatro já recebeu em seu palco grandes nomes da MPB, além de espetáculos musicais e eventos corporativos. Com 2.300 m² a estrutura conta com arquitetura moderna e tecnologia de ponta. Apesar de grandioso, tudo no Theatro NET São Paulo é aconchegante.

Ambas as casas têm pleno funcionamento, com uma programação diversificada, todos os dias da semana, e preza pelo bem-estar do público e dos artistas e pela excelência em seu atendimento.

 

Sobre a produtora Brain+

 

Depois de conquistar diferencial em sua área, a Brain+ – que nasceu Brainstorming Entretenimento – hoje comemora sete anos e movimenta o setor da economia criativa no Brasil, a partir de São Paulo e Rio de Janeiro, com a operação consolidada de dois teatros.

 

Por meio de contratos de naming right/patrocínio com a empresa de serviços de telecomunicações e entretenimento via cabo Net, viabiliza a operação dos Theatro Net Rio e Theatro Net São Paulo.

 

Conduzindo diretamente todos os seus negócios, Fred Reder comemora cada crescimento e novas conquistas profissionais. Seu nome é sinônimo de ousadia no cenário cultural do eixo Rio/São Paulo e sua ambição ultrapassa essas fronteiras. Ainda este ano, sua empresa tem a expectativa de crescer cada vez mais nesse mercado de entretenimento cultural, com a abertura de novos teatros.

 

Em paralelo aos gerenciamentos das casas, a Brain+ traz ainda em seu catálogo a produção de espetáculos, que são sucesso de público e crítica. Tango, Bolero e Cha Cha Cha; O Pacto das 3 Meninas; Romeu e Julieta; e, Avenida Q são alguns deles. Além dos mais recentes: Qualquer Gato Vira-Lata Tem a Vida Sexual Mais Sadia Que a Nossa; E Aí, Comeu?; Constellation, O Musical; O Último Lutador; Ou Tudo Ou Nada.

 

 

SERVIÇO:

 

60! DÉCADA DE ARROMBA – DOC. MUSICAL

Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).

Temporada: 4 de janeiro até 4 de março.

Horário: Quinta a sábado às 20h30 e domingo às 17h.

Classificação: 14 anos.

Duração: 180 minutos.

Ingresso: Quinta e sexta R$ 160,00 (plateia e frisas) R$ 120,00 (balcão I) e R$ 50,00 (Balcão II)

Sábado e domingo R$ 180,00 (plateia e frisas) R$ 140,00 (balcão I) e R$ 50,00 (Balcão II)

Direito à meia entrada e descontos :  http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/bilheteria.html

Capacidade do Teatro: 622 lugares.

Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060

Site: www.theatronetrio.com.br

Vendas pela internet:  www.ingressorapido.com.br ou pelo aplicativo do Ingresso Rápido.
Vendas pelo telefone: Informações e compra Ingresso Rápido – (11) 4003 – 1212
Atendimento pós venda Ingresso Rápido – (11) 4003 – 2051
Informações sobre ponto de venda de Ingresso Rápido de outros eventos fora do Theatro Net Rio, somente pelo telefone – (11) 4003 – 1212
Horário de funcionamento – Todos os dias das 10h às 18h.

Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.

Reservas para grupos: Guilherme Romeu – guilhermeromeu@brainmais.com / (21) 96629 – 0012
Horário de atendimento – De Segunda a Sábado de 14h às 21h.

Formas de pagamento: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito, vale cultura nas bandeiras (Alelo & Ticket) e dinheiro. Não aceitamos cheques.

Acessibilidade

Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.

Primeira retrospectiva dedicada a Wes Anderson

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro, recebe, de 6 a 18 de janeiro de 2018, a mostra de cinema Muito além dos Tenenbaums, a primeira retrospectiva inteiramente dedicada ao premiado cineasta Wes Anderson. Durante a temporada, o público poderá conferir oito longas-metragens e um curta do cultuado diretor americano, além de participar de três debates que esmiuçarão sua trajetória. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Muito além dos Tenenbaums é uma oportunidade única de analisar o amadurecimento e a trajetória do diretor. Como sugere o nome, além de Os Excêntricos Tenenbaums (2001), longa que apresentou Anderson ao grande público, também farão parte da mostra o raro curta Hotel Chevalier (2007) e dois filmes nunca exibidos no Rio de Janeiro: Três é Demais (1998) Pura Adrenalina (1996). Todos serão apresentados em formato digital de alta qualidade.

Os curadores e produtores do evento Aline Fonte e Rodrigo Fomel buscam preencher uma lacuna existente no estado e no país com a mostra e a publicação de um catálogo inédito. “Há pouco material em português sobre Anderson. Por isso, o projeto desta mostra vai além da exibição dos filmes e inclui um catálogo com artigos de pesquisadores e palestras com estudiosos sobre diferentes facetas da obra do cineasta”, afirmam.

Com a exibição conjunta de todos os seus longas, será mais fácil identificar os elementos que marcaram seu estilo: precisão técnica, simetria, uso de surpreendentes paletas de cores, repetição de formas e modelos, recorrente abordagem de assuntos familiares, nostalgia e humor muito peculiar, trilhas sonoras marcantes e referências ao teatro e aos mestres do cinema.

Bate-papo e palestras:

Na abertura, no sábado (06) e no encerramento (dia 18, quinta-feira), sempre às 19h30, o público será convidado a um bate-papo com a curadoria para discutir o processo de produção e a proposta da mostra com algumas rodadas de perguntas e respostas.

 

Além disso, três palestras serão ministradas ao longo da programação. Dentre os temas discutidos estão a direção de arte na filmografia de Anderson, a psicanálise em sua obra e a importância da música e da trilha sonora em seus filmes. As palestras têm entradas gratuitas, com senhas distribuídas no mesmo dia em que serão realizadas.

Um catálogo com textos inéditos em português e produzidos especialmente para o evento será distribuído gratuitamente ao público. O documento também estará disponível em versão digital nos sites da mostra (www.mostramuitoalem.com.br) e da CAIXA Cultural Rio de Janeiro (www.caixacultural.gov.br).

Sobre Wes Anderson:

O cineasta Wesley “Wes” Wales Anderson nasceu em 1º de maio de 1969, em Houston, Texas, e é formado em Filosofia. Durante o curso, conheceu o ator, produtor e roteirista Owen Wilson, com quem firmou uma parceria longa e premiada. Em 1994, os dois produziram um curta-metragem de 13 minutos, chamado Bottle Rocket. O curta foi apresentado no Sundance Film Festival e, diante do sucesso, Anderson e Wilson conseguiram recursos para a versão estendida do curta, também batizado de Bottle Rocket (no Brasil, chama-se Pura Adrenalina).

Em 2001, dirigiu Os Excêntricos Tenenbaums, que o tornou bastante conhecido, sobretudo entre os seguidores do cinema independente. Já em 2014, o diretor atingiria o grande público por meio do filme O Grande Hotel Budapeste. Em 2018, Anderson lançará a animação Isle of Dogs (ainda sem título em português) no Festival de Berlim.

Programação:

6 de janeiro (sábado)

17h30 – O Grande Hotel Budapeste (2014), EUA/Alemanha, 99 min, Blu-Ray, 14 anos

19h30 – Cerimônia de abertura

7 de janeiro (domingo)

16h – Os Excêntricos Tenenbaums (2001), EUA, 110 min, Blu-Ray, 14 anos

18h30 – Moonrise Kingdom (2012), EUA, 94 min, Blu-Ray, 12 anos

 

9 de janeiro (terça-feira)

15h45 – Hotel Chevalier (2007), EUA/França, 13 min, Blu-Ray, 12 anos;

Viagem a Darjeeling (2007), EUA, 91 min, Blu-Ray, 14 anos

18h – Palestra Direção de arte na obra de Wes Anderson, com Felipe Muanis​, professor de Cinema e Audiovisual do PPGACL da Universidade Federal de Juiz de Fora, ilustrador e diretor de arte associado da Sociedade dos Ilustradores do Brasil

10 de janeiro (quarta-feira)

16h30 – Pura Adrenalina (1996), EUA, 91 min, Blu-Ray, 14 anos

18h30 – Três é demais (1998), EUA, 93 min, Blu-Ray, 14 anos

11 de janeiro (quinta-feira)

15h – A Vida Marinha com Steve Zissou (2004), EUA, 119 min, Blu-Ray, 14 anos

17h30 – Debate A trilha sonora na obra de Wes Anderson, com Arre Colares, produtor musical, arranjador, compositor e sound designer para cinema, teatro, publicidade e vídeo games; e Fernando Morais, professor associado do  PPGCine da Universidade Federal Fluminense (UFF) e autor do livro O som no cinema brasileiro (editora 7Letras)

12 de janeiro (sexta-feira)

16h – Os Excêntricos Tenenbaums (2001), EUA, 110 min, Blu-Ray, 14 anos

18h30 – O Fantástico Sr. Raposo (2009), EUA, 87 min, Blu-Ray, 10 anos

13 de janeiro (sábado)

16h30 – Três é demais (1998), EUA, 93 min, Blu-Ray, 14 anos

18h30 – Moonrise Kingdom (2012), EUA, 94 min, Blu-Ray, 12 anos

 

14 de janeiro (domingo)

16h15 – Hotel Chevalier (2007), EUA/França, 13 min, Blu-Ray, 12 anos

Viagem a Darjeeling (2007), EUA, 91 min, Blu-Ray, 14 anos;

18h30 – O Fantástico Sr. Raposo (2009), EUA, 87 min, Blu-Ray, 10 anos

16 de janeiro (terça-feira)

16h – A Vida Marinha com Steve Zissou (2004), EUA, 119 min, Blu-Ray, 14 anos

18h30 – Pura Adrenalina (1996), EUA, 91 min, Blu-Ray, 14 anos

17 de janeiro (quarta-feira)

15h30 – Os Excêntricos Tenenbaums (2001), EUA, 110 min, Blu-Ray, 14 anos

18h – Palestra A psicanálise na obra de Wes Anderson, com Abílio Ribeiro, psicanalista, professor e membro da Escola Lacaniana de Psicanálise-RJ

18 de janeiro (quinta-feira)

17h30 – O Grande Hotel Budapeste (2014), EUA/Alemanha, 99 min, Blu-Ray, 14 anos

19h30 – Cerimônia de encerramento

Serviço:

Mostra Muito além dos Tenenbaums

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 1

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Data: de 6 a 18 de janeiro de 2018 (terça-feira a domingo)

Horários: Consultar programação

Ingressos: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.

Lotação: 78 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Bilheteria:  terça-feira a domingo, das 13h às 20h

Classificação indicativa: Consultar Programação

Site: www.mostramuitoalem.com.br

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal