Evinha no Teatro Rival

A cantora Evinha está de volta ao Brasil!

E volta com novidades …

Dessa vez, traz na bagagem, um novo projeto musical onde homenageia o cantor compositor Guilherme Arantes.

Clássicos do músico paulistano são revisitados pela mais emblemática voz do Trio Esperança, a eterna intérprete de ‘Cantiga Por Luciana’ no álbum “Evinha Canta Guilherme Arantes” em parceria com o pianista e diretor musical francês Gérard Gambus, comemorando seus 50 anos de carreira solo.

A ideia de interpretar obras de Guilherme Arantes aconteceu durante uma troca de figurinhas musicais, em meados dos anos 80, quando o músico presenteou Evinha com uma canção inédita, ‘Sou O Que Ele Quer’.  A partir desse momento, a cantora soube que mais cedo ou mais tarde lançaria um álbum homenageando o compositor, que considera excepcional. Afirma que suas melodias e harmonias são ditas com inteligência, simplicidade e delicadeza. São sentimentos transformados em palavras que colam perfeitamente nas melodias do artista, sem filtro.

O disco em clima intimista foi gravado no primeiro semestre deste ano, em Paris, onde Evinha reside a muitos anos e resgata o mesmo formato de trabalhos lançados anteriormente pela cantora, trazendo a influência do repertório de clássicos do Guilherme Arantes em sua vida.

O álbum destaca alguns sucessos do hitmaker como ‘Brincar de Viver’ (Guilherme Arantes e Jon Lucien, 1983),  ‘Amanhã’ (1977), que foi tema da novela Dancin Days, a canção ‘Cuide-Se Bem’ (1976), outro tema de novela, agora em ‘Duas Vidas’, o sucesso ‘Deixa Chover’ (1981), faixa que entrou na trilha sonora de ‘Baila Comigo’, ‘Êxtase’ (1979), ‘Pedacinhos’ (1983) e ‘Um Dia, Um Adeus’ (1987) que foi tema da novela ‘Mandala’.

As surpresas do repertório são três músicas menos conhecidas – ‘A Cidade e a Neblina’, ‘Águas Passadas’ e ‘Antes da Chuva Chegar” – do primeiro álbum solo do compositor, Guilherme Arantes (1976), lançado há 43 anos.

 

Sobre Evinha

Nascida com o nome de Eva Corrêa José Maria, a cantora atualmente chama-se Eva Gambus, mas é conhecida mundialmente como Evinha. Nasceu cantando e aos oito anos formou com seus irmãos Mário e Regina o lendário Trio Esperança, ícone da Jovem Guarda que lançou sucessos como ‘Festa do Bolinha’, ‘Filme Triste’, ‘O Passo do Elefantinho’ e tantos outros. Em 1969 iniciou sua carreira solo ganhando o 4º Festival Internacional da Canção com a música ‘Cantiga por Luciana’. A seguir lançou sucessos ‘Casaco Marrom’, ‘Teletema’, ‘Pigmaleão 70’ e ‘Que Bandeira’ entre outros. Em 1978 casou-se com o pianista francês Gerard Gambus, maestro da famosa orquestra de Paul Mauriat, e desde então reside na França.  Hoje em dia percorre o mundo junto às suas irmãs Regina e Mariza com grupo vocal Trio Esperança, na sua terceira formação.

Serviço:

Show de lançamento do CD Evinha Canta Guilherme Arantes

ao piano Gerard Gambus

Produção, Assessoria de imprensa e marketing: João Luiz Azevedo

 

Local: Teatro Rival BR

Dia: 16 de novembro, às 19h30

Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia

Valor: R$ 70 (inteira) R$ 35 (meia)

Classificação: Livre

Duração: 80 minutos

Lotação: 350 lugares

Bilheteria: Telefone:

Horários de funcionamento da bilheteria: terça à domingo: das 15h até o início do espetáculo. Nos dias que não houver show a bilheteria funciona até as 19h. Vendas pela internet: www.eventim.com
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Projeto Quartas Brasileiras apresenta: Danilo Caymmi

A atração do dia 13 de novembro no Centro Cultural João Nogueira, o Imperator  é o cantor e compositor Danilo Caymmi que homenageia o pai no show “Viva Caymmi”, marcando os 105 anos do mestre baiano. Num formato dramático-musical, o espetáculo costura as belas e inesquecíveis canções de Dorival Caymmi, com histórias da sua vida e carreira. Mais que do que apresentar as músicas, é apresentar a personalidade única desse brasileiro, ícone da cultura do país: “um gênio da raça”, como dizia Tom Jobim.

O espetáculo transcende as barreiras de um show e usa as ferramentas do teatro em sua narrativa, levando o público para um passeio num cenário único, com muitas informações sobre o Brasil, a Bahia e música. Muita música.

 

105 ANOS DE DORIVAL CAYMMI

 

Este ano completam 105 anos do nascimento de Dorival Caymmi, um dos mais importantes compositores e cantores brasileiros. Para homenageá-lo, seu filho Danilo Caymmi, em parceria com o diretor musical Flávio Mendes e o ator Nilson Raman, apresenta o espetáculo dramático-musical “Viva Caymmi”, uma celebração à vida e à música do cantor e compositor baiano.

 

As pessoas conhecem as músicas de Caymmi, pois são muitos e muitos sucessos, influenciando e sendo referência para várias gerações de artistas. Mas conhecem pouco suas histórias, como as coisas aconteceram – como foi começar em Salvador, como foi chegar ao Rio de Janeiro, as amizades e parcerias que criou durante sua vida. Quem foi o marido, o pai, o amigo, o músico, o artista multifacetado, sua forma única de olhar a vida e as pessoas, sua permanente fonte de inspiração.

O espetáculo tem sua base estruturada no storytelling, palavra em inglês que está relacionada com uma narrativa e significa a capacidade de contar uma história, especialidade do ator Nilson Raman, que, nos últimos vinte anos, foi idealizador e mestre de cerimônias dos espetáculos da atriz Bibi Ferreira, já tendo contado as histórias de Piaf, Amália, Gardel e Sinatra, ao lado da grande diva.

A pesquisa de texto e a direção musical são do músico Flávio Mendes, parceiro de muitos anos tanto de Danilo como de Nilson. Com Danilo, são mais de 11 anos como arranjador e músico; e com Nilson Raman, foi o maestro e diretor musical nos últimos 14 anos dos espetáculos de Bibi Ferreira.

O espetáculo teve sua pré-estreia no dia 21 de julho, dentro da programação do Conservatório Pernambucano de Música, no tradicional Festival de Inverno de Garanhuns, em sua 28ª edição. Desde então, está em turnê nacional até o mês de setembro de 2019, quando terá sido apresentado em todas as capitais brasileiras.

 

DANILO CAYMMI

Considerado o herdeiro direto do talento do pai, Danilo Caymmi está num ótimo momento de carreira. Começou a estudar flauta aos 15 anos e logo se firmou como músico e depois como compositor, mas foi por incentivo de Tom Jobim que começou a cantar. Hoje se destaca como um dos grandes intérpretes do país.

Como músico, trabalhou muito com o pai, Dorival Caymmi, e com vários nomes da música brasileira, até entrar para a banda de Tom Jobim, a Banda Nova, em 1984, que mudaria sua vida.

Nesse período com o Tom, além de flautista, foi um aprendiz do grande maestro, estando sempre ao seu lado, acompanhando-o nos shows mundo afora – em países como Finlândia, Suécia, Estados Unidos, Portugal, Rússia, Alemanha e Argentina – e marcando presença em inúmeras gravações e vários arranjos, tornando-se o band leader e o sideman de Tom. Começou cantando as músicas “A felicidade” e “Samba do avião”, recebendo críticas no mundo inteiro, o que estimulou ainda mais o seu trabalho solo.

Como compositor, tem muitos sucessos em parceria com o pai, solo e com outros parceiros. Entre suas canções, destacamos “Andança” e “Casaco marrom”, que acabam de completar 50 anos de sucesso. Para a televisão, compôs para novelas e minisséries como “O que é o amor”, tema de Vera Fischer em “Riacho Doce”.

Em 2014, ao lado dos irmãos Nana e Dori, recebeu o Grammy Latino pelo CD “Para Caymmi, de Nana, Dori e Danilo”.

Atualmente, esté em turnê cartaz com dois espetáculos comemorativos: “Viva Caymmi”, em homenagem à vida e à obra do pai, Dorival Caymmi; e outro baseado na obra de Tom Jobim, referente a seu mais recente CD: “Danilo Caymmi canta Tom Jobim”, considerado pela crítica um dos melhores resultados artísticos nas comemorações de 90 anos de Tom.

 

NILSON RAMAN

Nilson Raman é um misto de ator e mestre de cerimônias. Agente, produtor e, especialmente, tour manager. Um homem dos palcos e dos bastidores. Com mais de 37 anos de carreira, são muitas as produções de teatro, música e balé de que esteve à frente. Participou de espetáculos com Paulo Autran, Marilia Pêra, Ana Botafogo e Nathalia Timberg. Na música, participou de projetos com a cantora Maria Bethânia, foi empresário da cantora Simone por três anos e é o responsável pela carreira internacional do cantor Paulinho da Viola. Foi sócio da produtora Montenegro e Raman, que atuou por mais de 26 anos no mercado, sempre entre os maiores escritórios de produção e agenciamento do país. Foi empresário da atriz Bibi Ferreira por mais de 28 anos, sendo o responsável pela criação e produção dos espetáculos da atriz nesse período, muitos em parceria com o maestro Flávio Mendes, assim como pelo agenciamento da carreira da grande diva. 

 

 

 

Nesses anos, fez várias turnês nacionais e apresentações internacionais, como em Paris, Buenos Aires, Nova York e Lisboa.
Empresário do cantor Danilo Caymmi e parceiro nas produções da soprano Carmen Monarcha, Raman desenvolve um projeto de intercâmbio entre Brasil e Portugal, além de projetos dedicados à exportação da música brasileira e seu fortalecimento no mercado internacional. Com um networking forte e sempre atualizado, está sempre presente nos mais importantes encontros internacionais de produtores e feiras de negócios da música.

 

FLÁVIO MENDES

Estudou na Escola de Música de Brasília, onde iniciou sua carreira como instrumentista. Já no Rio de Janeiro, especializou-se em Arranjo e Harmonia no CIGAM (Centro Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical).

Foi diretor musical de Bibi Ferreira desde 2004 até a morte da diva em 2019, sendo o responsável por arranjos e regências de espetáculos como “Bibi in Concert 3 – Pop” (2004), “De Pixinguinha a Noel passando por Gardel” (2010), “Bibi – Histórias e Canções” (2012), “Bibi canta Piaf – 30 anos” (2013), “Bibi canta o repertório de Sinatra” (2014), “4X BIBI” (2016) e “Por toda a minha vida” (2017). Como diretor musical e arranjador, assinou também espetáculos como “Andança 50 anos”, com Danilo Caymmi (2018), “Caymmi / Amado”, com Danilo Caymmi e Alice Caymmi (2012), ”Alvear”, com Danilo Caymmi (2011), “A primavera se despede”, com Zezé Motta (2010), “Divina saudade”, com Zezé Motta (2000), “A Era de Ouro do Rádio”, com Tânia Alves (2009).

Como produtor musical e arranjador de CDs, assinou trabalhos como “Danilo Caymmi canta Tom Jobim”, de Danilo Caymmi (Universal Music), 2017; “Alice Caymmi”, de Alice Caymmi (Kuarup), 2012; “Natal em família”, de Bibi Ferreira (Biscoito Fino), 2014; “Alvear”, de Danilo Caymmi (Biscoito Fino), 2011; “Com essa cor”, de Monique Kessous (Som Livre), 2010; “Vozes”, de Cauby Peixoto e Selma Reis (Albatroz), 2005; “Lucho Gatica Entre Amigos”, de Lucho Gatica (Seleções), 2000; e “Bossas e Boleros”, de Tânia Alves (Albatroz), 2006.

 

Ficha Técnica

Idealização e direção artística: Nilson Raman

Texto: Nilson Raman e Flávio Mendes
Direção musical, arranjos e violão: Flávio Mendes
Roteiro: Danilo Caymmi, Flávio Mendes e Nilson Raman

Solista: Danilo Caymmi

Mestre de cerimônias: Nilson Raman

Realização: Raman Entretenimentos e Flecha de Prata

 

Serviço: Projeto Quartas Brasileiras apresenta: Danilo Caymmi

Data: 13 de novembro – Quarta-feira

Horário: 16h
Endereço: Rua Dias da Cruz 170, Méier

Contado: (21) 2597-3897

Classificação etária: Livre

Ingressos: R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada)

Lotação da casa: 724 lugares

Pasquale Calò na Audio Rebel

“A New Story to Tell” é um projeto do saxofonista e compositor italiano Pasquale Calò, músico ativo na cena internacional do jazz e da música improvisada. Ele chega ao Rio de Janeiro para uma dobradinha de apresentações na Audio Rebel, casa em Botafogo que é uma das referências na cena instrumental da cidade. Ao lado de seu quarteto, ele se apresenta em duas noites – 14 e 15/11 (quinta e sexta), às 20h – e compartilha sua expertise em uma masterclass especial ao longo desses dois dias.

 

O Pasquale Calò Quartet é composto de uma mistura de nacionalidades, com os brasileiros Rodrigo Girafa na guitarra elétrica e Pablo Arruda no contrabaixo e o italiano Alessandro Campobasso na bateria. Sua música traz uma mescla de jazz, rock, ambient, com espaços abertos para a improvisação, estruturada ou livre.

 

A turnê, que já passou por Alemanha, Dinamarca, Espanha, Holanda e Itália, com apoio de PugliaSounds, se conclui com uma série de shows no Rio de Janeiro, iniciando pelos eventos na Audio Rebel. Além das apresentações espirituosas, Pasquale Calò realiza um workshop também nos dias 14 e 15 de novembro, com carga horária total de 8h. Intitulada “Programming Tools for Ensemble of Improvisers”, a masterclass oferece um trabalho voltado para práticas de organização de música não-notacional para um ensemble aberto de improvisadores.  A oficina é produzida em colaboração com o festival International Creative Residences (ICR).

 

O trabalho é divido em 4 seções para explorar progressivamente diferentes sistemas de organização musical que não utilizam, se não parcialmente, o sistema de notação musical. Durante a masterclass, os campos de condução (regência), especulação sobre o serialismo, plataforma Cobra (John Zorn), soundpainting e improvisação programada são explorados. A masterclass é direcionada para estudantes de todos os níveis, instrumentos e experiência musical.  Os alunos terão a oportunidade única de se juntar ao mestre no palco, durante o show do dia 15, onde realizarão uma performance exclusiva.

 

Encontros únicos acontecem na Audio Rebel, espaço da Zona Sul que oferece eventos, gravações e ensaios para bandas e artistas, além de uma loja de discos e oficina de luthieria. A casa fica na Rua Visconde de Silva, 55, em Botafogo.

 

Serviço

Pasquale Calò Quartet

Data: 14 e 15/11/2019 (quinta e sexta)

Horário: Workshop de de 14h às 18h; Show às 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20 (show); R$ 50 (workshop)

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

“Parasita” estreia em 07 de novembro

PARASITA, recebeu a Palma de Ouro no Festival de Cannes 2019 por decisão unanime do Júri, agora no Brasil, chega ao circuito comercial em 7 de novembro, com distribuição da Pandora Filmes em parceria com a Alpha Filmes. Dirigido por Bong Joon Ho (“O Hospedeiro” e “Okja”), que também é corroteirista, o longa foi selecionado pela Coreia do Sul para concorrer a uma indicação na categoria de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar® 2020.

Na trama, todos os membros de uma família estão desempregados e vivendo na miséria. Até que o filho mais velho arruma emprego como professor de uma garota rica e o contato dessas pessoas com a vida de luxo e glamour as leva a fazer o necessário para ascenderem socialmente.

Assim como nos longas anteriores do diretor, a crítica social está presente em PARASITA, desta vez ainda mais forte ao questionar o estado da sociedade atual e a impossibilidade de pessoas de diferentes classes viverem juntas em um relacionamento simbiótico. E é a partir dessa premissa que Joon Ho definiu o título do filme: “há pessoas que esperam viver com outras de uma forma coexistente, mas isso não funciona, então elas são empurradas para uma relação parasitária. É um título irônico”, diz.

As duas famílias nesta história têm algumas coisas em comum, sendo ambas compostas por quatro membros, com um filho e uma filha. Mas, em suas vidas cotidianas, ocupam dois extremos completamente diferentes. Joon Ho define esses dois núcleos: “os Kim são uma família de classe baixa que vive num apartamento no subsolo, com apenas a esperança de uma vida comum. O pai falhou nos negócios, a mãe sonhava ser atleta e nunca conseguiu e o filho e a filha tentaram entrar para a universidade diversas vezes sem sucesso. Em contraste, a família do Sr. Park, que trabalha como CEO de uma empresa de TI e é workaholic. Ele tem uma bela e jovem esposa, uma linda filha no Ensino Médio e o filho pequeno. Eles podem ser vistos como uma família ideal de quatro membros entre a elite urbana moderna”.

Com PARASITA, o diretor quis retratar a contínua polarização e desigualdade da sociedade. “Estamos vivendo uma época em que o capitalismo é a ordem reinante e não temos alternativa. Isso no mundo inteiro. Na sociedade capitalista de hoje, existem castas que são invisíveis aos olhos. Nós tratamos as hierarquias de classe como uma relíquia do passado, mas a realidade é que ainda existem e não podem ser ultrapassadas”, explica.

O filme é em partes engraçado, assustador e triste e mostra as inevitáveis rachaduras que aparecem quando duas classes se enfrentam na sociedade cada vez mais polarizada de hoje. PARASITA leva o público a pensar. Um dos longas mais aclamados do ano, exibido em dezenas de Festivais, e uma aposta certa na temporada de premiações em 2020.

SINOPSE 

Todos os quatro membros da família Kim estão desempregados, porém uma obra do acaso faz com que o filho adolescente comece a dar aulas privadas de inglês à rica família Park. Fascinados com o estilo de vida luxuoso, os quatro bolam um plano para se infiltrar nos afazeres da casa burguesa. É o início de uma série de acontecimentos incontroláveis dos quais ninguém sairá ileso.

FICHA TÉCNICA 

 

Direção: Bong Joon Ho
Roteiro: Bong Joon Ho, Han Jin Won
Elenco: Song Kang Ho, Lee Sun Kyun, Cho Yeo Jeong, Choi Woo Shik, Park So Dam, Lee Jung Eun, Chang Hyae Jin
Produzido por: CJ Entertainment
Produção: Barunson E&A
País: Coreia do Sul
Ano: 2019
Duração: 131 min.

SOBRE O DIRETOR 

Nascido em Daegu, Coreia, em 14 de setembro de 1969

Parasita é o sétimo longa do aclamado diretor Bong Joon Ho, depois de “Cão que Ladra não Morde” (2000), “Memórias de um Assassino” (2003), “O Hospedeiro” (2006), “Mother – A Busca pela Verdade” (2009), “Expresso do Amanhã” (2013) e “Okja” (2017).

O clássico moderno “Memórias de um Assassino” mergulha na investigação por trás de um conhecido caso de assassinato em série que nunca foi resolvido, representando o autoritarismo da época com sátira e perspicácia. “O Hospedeiro” tem como base o sequestro de uma jovem por uma estranha criatura que se arrasta para fora do rio Han, reinventando o gênero de filme de monstros e fazendo comentários sociais. “Mother”, a história de uma mulher tentando proteger seu filho de uma acusação de assassinato, é um retrato sombrio do amor maternal levando ao extremo, enquanto a ficção científica “Expresso do Amanhã” retrata os últimos remanescentes da humanidade num futuro congelado, devido ao excesso de esforço humano para deter o aquecimento global. E, finalmente, Okja é sobre a aventura de uma garota para resgatar um “super porco” geneticamente modificado, que foi criado por uma corporação visando aos fins lucrativos.

Conhecido por seu humor cortante, socialmente incisivo e distorção das convenções de gênero, Bong Joon Ho levanta questões sobre as instituições sociais e as desigualdades da sociedade com uma mistura única de humor, emoção e suspense. Nesse sentido, Parasita é um filme muito característico dentro do trabalho de Bong JoonHo, ao mesmo tempo que leva o diretor a evoluir para um novo nível.

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, e “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steinberg, Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meirelles, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida. Entre os próximos lançamentos, destacam-se “Greta”, de Armando Praça; “O Traidor”, de Marco Bellocchio, coprodução nacional, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes; e “O Caso Morel” de Suzana Amaral.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 20 cidades do Brasil.

A Gente Submersa e dá sequência a projeto de resistência Teatro do Incêndio

Nos dias 23 e 24 de novembro (sábado, às 20h, e domingo, às 19h), o espetáculo A Gente Submersa (de 2017) dá continuidade ao projeto Levante Teatro do Incêndio – Pra Vida e Revida. O texto e a direção são assinados por Marcelo Marcus Fonseca.

 

No enredo, três personagens alegóricas da sabedoria popular vivem uma fábula que se concretiza na cidade. São pessoas centenárias, velhos de espírito juvenil que atravessaram os tempos. Eles seguem pelo mundo, mas as coisas que vivem e os lugares por onde passam vão se apagando. Na cidade se tornam invisíveis; ocupam um espaço, mas são expulsos pela polícia.

Conduzidos por um velho vendedor de relógios, chegam a um quilombo povoado por pessoas que fugiram da metrópole, onde são vistos e aceitos. O velho representa o tempo, a sabedoria e os ensinamentos dos mais velhos e dos antepassados. Sem dinheiro, as pessoas do quilombo trocam conhecimentos, como ensinar os outros a ler e escrever desenhando letras com tintas nas mãos. Lourdes, Benedito e Fulozina ensinam cultura popular para a comunidade que passa a viver em um calendário de festas (congada, maculelê, jongo). Porém o desmatamento chega e acaba com tudo, mostrando o ciclo sem fim da destruição.

A Gente Submersa é a primeira parte de um trabalho de pesquisa, homônimo à peça, sobre heranças e descaracterização da cultura e da sabedoria popular, pelo esquecimento das raízes que moldaram o ser brasileiro. O espetáculo explora o que resta no cotidiano das pessoas dos ensinamentos populares, bem como da função social da dança e das festas tradicionais. A Gente Submersa reúne mais de 20 artistas, entre atores e músicos que transitam pelo teatro, pela dança e por outras linguagens, amparados por composições originais e canções de domínio público. O figurino traz elementos de técnicas artesanais como renda filé, bordados, crochê e tricô, construindo memórias também nos corpos que ocupam o Teatro do Incêndio: um espaço em formato de arena triangular, mantendo as características arquitetônicas originais do local que tem sua própria história.

 

FICHA TÉCNICA – Texto e direção geral: Marcelo Marcus Fonseca. Figurinos: Gabriela Morato. Iluminação: Kleber Montanheiro. Cenografia: Gabriela Morato e Marcelo Marcus Fonseca. Coreografia e preparação corporal: Gabriela Morato. Criação e coordenação de adereços: Gabriela Morato. Assistência de figurinos e produção: Bianca Brandino. Confecção/adereços: Victor Castro e André Souza. Músicos: Bisdré Santos, Luiz Viola, Renatinho do Violino, Renato Silvestre, Xantilee de Jesus e Yago Medeiros. Música “Movimento dos Sem Chuva”: Cristóvão Gonçalves. Design gráfico: Gustavo Oliveira. Fotos: Giulia Martins. Produção e realização: Teatro do Incêndio. Elenco: Gabriela Morato, Elena Vago, Anderson Negreiro, Lia Benacon, Valcrez Siqueira, Renato Silvestre, Victor Castro, Mauricio Caetano, Paula Almeida, Jade Buck, Gui Mameluco, Heloisa Feliciano, Kaena Chioratto, Gabriel Magalhães e Amanda Santana.

 

Levante Teatro do Incêndio – Pra Vida e Revida – Diante do atual momento de ‘estrangulamento’ cultural, a Cia. Teatro do Incêndio, sem nenhum apoio ou incentivo cultural, lançou, em julho, uma programação de resistência que segue até dezembro, reunindo cinco espetáculos de repertório (um a cada mês), entre de outras atividades. A última montagem a ser encenadas, em dezembro, é Rebelião – O Coro de Todos os Santos (2018). São Paulo Surrealista abriu a programação em agosto, com direito a sessão extra, seguida por O Pornosamba e a Bossa Nova Metafísica, O Santo Dialético e A Gente Submersa. Esta mostra sintetiza o trabalho de pesquisa de linguagem dos últimos sete anos do coletivo, período em que construiu três teatros até conquistar sua sede definitiva na emblemática entrada do bairro Bixiga, esquina das ruas Treze de Maio e Santo Antônio, onde já funcionou a lendária boate Igrejinha e o Café Soçaite.

Serviço

Espetáculo: A Gente Submersa

Projeto: Levante Teatro do Incêndio – Pra Vida e Revida

Datas: 23 e 24 de novembro. Sábado (às 20h) e domingo (às 19h)

Duração: 120 min. Classificação: 14 anos. Gênero: Comédia dramática musical.

Ingressos. R$ 80,00. Bilheteria: 2 horas antes das sessões. Capacidade: 99 lugares.

Antecipados: https://www.sympla.com.br/teatrodoincendio

http://www.teatrodoincendio.com / Nas redes: @teatrodoincendio

 

Teatro do Incêndio

Rua Treze de Maio, 48 – Bela Vista. São Paulo/SP.

Tel.: (11) 2609-3730 / 2609-8561

Próximas apresentações

 

Apresentações: Sol-Te

7 de dezembro. Sábado, às 15h30 e às 19h30

60 min. Livre. Contribuição voluntária.

 

Espetáculo: Rebelião – O Coro de Todos os Santos

14 e 15 de dezembro. Sábado (às 20h) e domingo (às 19h)

90 min. 14 anos. Drama apocalíptico. R$ 80,00

“Os Sapos” no Clara Nunes

Sucesso de público e de crítica, em cartaz no Brasil há seis anos, o espetáculo ‘Sapos’ volta ao cartaz, dia 15 de novembro, para temporada de duas semanas no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea, com sessões às sextas e sábado, às 21h, e aos domingos, às 20h. Com texto de Renata Mizrahi e direção de Renata e Priscila Vidca, a peça explora as diversas facetas do amor e como as relações podem atingir níveis primitivos quando casais são colocados em situação de confinamento. Esta foi a primeira codireção de Renata e Priscila, parceria que se repetiu nas montagens de ‘Silêncio’, sobre as vidas das jovens judias que se tornaram prostitutas na América, e ‘Vale Night’, sobre as dificuldades enfrentadas pelas mães de bebês. Os Sapos foi indicado a cinco prêmios, e venceu o Prêmio Fita nas categorias Melhor Atriz (Verônica Reis) e Melhor Atriz Coadjuvante (Paula Sandroni).

 

A ideia do espetáculo surgiu depois de uma viagem da autora na qual, isolada numa casa de campo, conheceu dois casais cuja exagerada dependência psicológica e suas fragilidades – como ciúme, ansiedade e excesso de preocupação – se evidenciaram em pouco tempo. A partir desta experiência, a autora criou a história de Paula (Verônica Reis), uma mulher de 40 anos recém- separada, que chega a uma casa na serra achando que vai rever os amigos de infância em um encontro divertido, mas se depara com dois casais em crise. Neste lugar isolado, só passa um ônibus por dia, e, portanto, ela só poderá ir embora no dia seguinte. Assim, acaba obrigada a presenciar e vivenciar as neuroses e histerias dos relacionamentos de Marcelo (Ricardo Gonçalves) e Luciana (Gisela de Castro) e Claudio (Fabricio Polido) e Fabiana (Paula Sandroni).

“O objetivo do espetáculo é provocar uma reflexão sobre a dinâmica de vários relacionamentos. Muitas vezes, nos sujeitamos a situações que tiram a nossa potência, o brilho, a autoestima, mas, mesmo assim, não conseguimos evitá-las. E quantos casais, independentemente do gênero, convivem anos juntos desta maneira?”, reflete a autora Renata Mizrahi.

 

A obra de referência para o texto foi “Deus da Carnificina” de Yasmina Reza, que ilude o espectador com diálogos civilizados, cordiais, tiradas engraçadas que vão se tornando extremamente cruéis e violentas pouco a pouco. Assim como na peça de Reza, os personagens de “Os Sapos” não conseguem sair daquele lugar, quando surgem possibilidades de mudança, eles desistem e voltam para a mesma posição. Na equipe criativa do espetáculo, também estão Nello Marrese e Lorena Lima (cenário), Renato Machado (iluminação), Bruno Perlatto (figurino) e Marcelo Alonso Neves (trilha sonora).

 

Em 2010, a autora Renata Mizrahi adaptou uma parte da peça para um roteiro de curta-metragem que foi dirigido por Clara Linhart. O curta passou em diversos festivais brasileiros, ganhou prêmio de Melhor Filme do Festival Curta Copa em 2011, foi adquirido em 2013 pelo Canal Brasil e, em novembro de 2015, foi apresentado no “1st Women Brazilian Film Festival” em NY.

 

Prêmios

 

“Os Sapos” foi originalmente escrito para teatro em 2009, e teve sua estreia nos palcos em 2013 com grande êxito de público e crítica. Foi indicado a melhor Texto Nacional Inédito no Prêmio Cesgranrio e na FITA 2013. Também foi indicado à Direção Revelação para Renata Mizrahi e Priscila Vidca na FITA 2013 e ganhou o Prêmio de Melhor Atriz para Verônica Reis e Melhor Atriz Coadjuvante para Paula Sandroni, também na FITA 2013. A peça teve um público estimado de 16.800 espectadores ao longo de 15 temporadas no Rio de Janeiro e viagens para outras cidades do país como Salvador (BA), Aracaju (SE), Araxá (MG).

 

Sinopse curta

 

“Os Sapos” é um espetáculo tragicômico sobre a dependência emocional de dois casais.

 

Sinopse longa

Uma mulher de 40 anos, Paula, recém separada, chega numa casa de campo achando que vai rever os amigos de infância e se depara com dois casais em crise. Neste lugar isolado, só passa um ônibus por dia, e portanto, ela só poderá ir embora no dia seguinte. Ela é obrigada a presenciar e vivenciar as neuroses e histerias dos relacionamentos de Marcelo e Luciana e Claudio e Fabiana.

 

 

Ficha técnica

 

Texto: Renata Mizrahi

Direção: Renata Mizrahi e Priscila Vidca

Elenco: Fabricio Polido, Gisela de Castro, Paula Sandroni,

Ricardo Gonçalves e Verônica Reis.

Stand in: Priscila Vidca

Cenário: Nello Marrese e Lorena Lima

Iluminação: Renato Machado

Figurino: Bruno Perlatto

Trilha Sonora: Marcelo Alonso Neves

Fotos: Adil Guedes, Ricardo Brajterman e Clara

Linhart

Operador de Som: Priscila Vidca/ Renata Mizrahi

Operador de Luz: Rodrigo Bispo

Assessoria de Comunicação: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Programação Visual: Leandro Carvalho

Direção de Produção: Sandro Rabello

Realização: Renata Mizrahi e Diga Sim Produções

 

Serviço

Espetáculo “Os Sapos”

Temporada: 15 a 24 de novembro

Teatro Clara Nunes (Shopping da Gávea) – Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Gávea – Rio de Janeiro – RJ.

Telefone: (21) 2274-9696

Dias e horários: Sextas e sábados, às 21h, e domingos, às 20h

Ingressos: R$ 80 e R$ 40 (meia-entrada)

Lotação: 743 pessoas

Duração: 1h20

Classificação: 14 anos

Funcionamento da Bilheteria: Todos os dias, de 14h às 21h.

Nova edição do Subcena leva poesia, música, arte e experimentação à Lapa

Evento mensal que que mescla música e poesia, o Subcena ocupa um novo espaço no próximo dia 12/11 (terça-feira). Com performances de Cabelo e JXNV$ + Lorran, o evento acontece no Rato BranKo, na Lapa. A entrada é gratuita.

 

Cabelo é poeta, músico e artista plástico. Considera suas canções, desenhos, instaurações, pinturas e esculturas como manifestações da poesia. Participou ativamente desde o início do CEP 20.000, com o Boato, grupo de poetas que virou banda, lançando o álbum “Abracadabra” (1998). Paralelamente participou de várias exposições, entre elas a X Documenta de Kassel, 26ª e 33ª Bienal de São Paulo, 7ª Bienal do Mercosul, entre outras. JXNV$ (Jonas Profeta) é produtor, DJ, beatmaker e MC do selo musical Pirâmide Perdida e do coletivo Bloco 7.

 

Lorran Dias é roteirista, videoartista e curador independente residente na Favela da Maré (RJ). Dirigiu e roteirizou Perpétuo, presente no Festival de Cinema de Roterdã, entre outros títulos pela Anarca Filmes, coletivo que co-fundou. Seus trabalhos transitam em diversos campos expositivos e já circularam desde festivais e mostras de cinema internacionais e nacionais até feiras como a ArtRio, galerias, escolas, universidades, espaços independentes e programas de arte e ativismo na América Latina.

 

A apresentação integra a programação do Subcena, evento que promove o encontro da poesia e literatura com a música e chega à sua 23ª edição, última de 2019. O evento toma conta do Rato BranKo, espaço na Lapa que fica na Rua Joaquim Silva, nº 71.

 

Serviço:

Subcena #23 – Cabelo e JXNV$ + Lorran

Data: 12/11/2019 (terça-feira)

Horário: 20h

Local: Rato BranKo

Endereço: Rua Joaquim Silva, 71 – Lapa – Rio de Janeiro/RJ

Preço: Grátis

Classificação etária: Livre

Evento: https://www.facebook.com/events/2510612252505964/