Atração do palco Sunset do Rock in Rio, a Nova Orquestra propõe nova visão da música de concerto

Um olhar diferente sobre a música clássica é a força motriz da Nova Orquestra, que surgiu no Rio de Janeiro com uma proposta ousada: promover a democratização e acesso a peças clássicas e concertos, surpreender o público com sons inesperados e criar uma organização sustentável que leva música para os mais diversos espaços da vida urbana. Esse olhar inovador sobre instrumentos mais comumente associados à música dita erudita garantiu ao projeto um convite para o Palco Sunset do Rock in Rio em um show único. O espetáculo Hip Hop Hurricane soma a pegada moderna da Nova Orquestra com o flow dos rappers Rael, Agir, Baco Exu do Blues e Rincon Sapiência. A apresentação acontece no dia 03/10, às 21h15, encerrando a programação do dia.

 

A Nova Orquestra retorna à Cidade do Rock, onde se apresentou em julho como parte da programação do megaevento Game XP. Todas as noites, o grupo encerrava a programação mesclando temas clássicos a trilhas de jogos como Street Fighter, Mortal Kombat, Super Mario, Tetris, Pokémon e Assassin’s Creed no maior GamePark do mundo. Devido ao sucesso, uma nova apresentação já tem data marcada: o espetáculo Game Sinfônica ocupará o Allianz Parque, em São Paulo, no dia 19/10.

 

Além disso, a Nova Orquestra também pega a estrada com o espetáculo Led In Concert, celebrando os 50 anos da banda inglesa Led Zeppelin. A tour passará por Porto Alegre (Auditório Araújo Vianna), Rio de Janeiro (Vivo Rio), Brasília (Centro de Convenções Ulysses Guimarães) e novamente São Paulo (Allianz Parque). Para encerrar 2019 e abrir o verão, eles apresentarão as “Quatro Estações” de Vivaldi ao lado do guitarrista Davi Moraes. E ainda não acabou: mesclando a formação clássica de uma orquestra com a energia do bloco Sargento Pimenta, um dos mais tradicionais no Carnaval carioca, a Nova Orquestra fará nascer uma homenagem aos Beatles em janeiro, em clima de pré-folia.

 

 

Esses múltiplos projetos são a cara do Rock in Rio, festival que preza por variadas linguagens musicais. O show no Palco Sunset dá um pontapé inicial a esses meses de intenso movimento para os 32 músicos e o maestro Éder Paolozzi. O público será testemunha desse encontro inédito de batidas e vozes que atestam a ascensão de nomes como Rael, vencedor do Prêmio da Música Brasileira; Rincon Sapiência, que ainda colhe os frutos de seu elogiado álbum “Galanga Livre”; Baco Exu do Blues, pavimentando a estreia “Esú” com o aclamado disco “Bluesman”; e Agir, fenômeno do rap português.

 

A iniciativa é recente, mas a Nova Orquestra já surge experiente. Isso porque foi fundada por profissionais de marketing e gestão dentro da música de concerto, já contando também com a expertise de especialistas em outros mercados. À frente da ideia estão João Magalhães e Mateus Simões, que foram indispensáveis no reposicionamento da Orquestra Petrobras Sinfônica. Entre as ações mais recentes estão apresentações em vias públicas, a interpretação de músicas populares (que renderam os EPs “O Clássico é…” para os gêneros de rock, samba e pop, em parceria com a Deckdisc), além de apresentações com Nando Reis e uma série de concertos baseados em discos famosos, que recriou Pink Floyd, Metallica, Michael Jackson e Los Hermanos.

 

Agora, é hora de novos desafios. “A crise gerou uma ‘falta’ de orquestras e nós acreditamos que poderíamos criar um projeto voltado pra isso, vendo o clássico de outro modo, e trazer público, reinventando o modelo de uma orquestra, a experiência de música clássica. Pensando a gestão como uma startup, com uma visão nova de mercado e focado no público jovem”, explica João Magalhães, que também já trabalhou com com artistas como Banda do Mar, Marcelo Camelo, Gabriel O Pensador e Mallu Magalhães, somando mais de 10 anos de experiência no mercado musical.

 

 

Além de João e Mateus, uma equipe de profissionais de diversas áreas já ajuda a dar forma à Nova Orquestra, com o objetivo de unir mentes pensantes e corações pulsantes que abraçam o projeto, indo do marketing e comunicação à gestão e produção. A ideia é trazer a visão do music business para tornar a iniciativa não apenas viável, mas sustentável.

 

A perspectiva musical vem também de Leonardo Braga, vocalista da banda Planar, com passagens pelas gravadoras Sony e Deckdisc e pelo festival South By Southwest. Além disso, atua como criador de conteúdo no mercado de publicidade. Já Bruno Freitas soma à Nova Orquestra trazendo sua experiência como líder em inovação e cultura do Estado de São Paulo, fundador do Dínamo e sócio-gestor da Megahertz, com mais de 10 anos na criação e execução de projetos culturais, criativos e artísticos. Completa o time o publicitário e diretor audiovisual e de conteúdo Gustavo Tolhuizen, responsável de projetos de sucesso com Paulo Gustavo, Erasmo Carlos, Lenine e com a plataforma Queremos.

 

Se a música é clássica, a Nova Orquestra é moderna e dinâmica. A iniciativa olha para o futuro e já propõe diferentes formas de se pensar, produzir e conhecer grandes obras, tradicionais ou contemporâneas.

 

Siga Nova Orquestra: https://www.instagram.com/nova_orquestra/

 

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“Mojo Mickybo” no XP Investimentos

Em uma cidade deteriorada pela guerra, dividida por questões econômicas, sociais e religiosas, dois garotos desenvolvem uma grande amizade, movidos pelo desejo de se tornarem heróis, como aqueles que tanto admiram no cinema. O processo de amadurecimento dessas crianças, narrado com sensibilidade e humor, guia a trama do espetáculo Mojo Mickybo, texto do premiado autor irlandês Owen McCaferty, que ganha sua primeira montagem brasileira a partir de 27 de setembro, no Teatro XP Investimentos, no Jockey da Gávea, com sessões às sextas e sábados, às 21h, e aos domingos, às 20h, até 27 de outubro. Com direção de Diego Morais, a peça reúne em cena os atores Pedro Henrique Lopes, também responsável pela adaptação do texto, e Cirillo Luna, que vivem os protagonistas e outros 15 personagens. A produção é da Entre Entretenimento, responsável pelo bem-sucedido projeto Grandes Músicos Para Pequenos.

O texto original se passa durante o maior conflito étnico, religioso e político da Irlanda do Norte, conhecido como ‘The troubles’, mas, nesta adaptação, a história não é situada geograficamente, o que amplia a discussão sobre o mundo polarizado, a divisão social nas cidades, as diferenças culturais e a complexidade das relações humanas. “Mojo Mickybo mostra as consequências das desigualdades socioeconômicas em uma mesma população e os embates gerados pelas diferenças culturais.  É um espetáculo que fala sobre a perda da inocência e como todos os heróis podem ser esvaziados em algum momento”, analisa o diretor Diego Morais, que criou uma linguagem cênica ágil e perspicaz que, ao mesmo tempo, diverte e provoca o questionamento.

Ambos com cerca de 10 anos, Mojo (Pedro Henrique Lopes) e Mickybo (Cirillo Luna) se conhecem quando cruzam a ponte que separa o Norte do Sul da cidade onde vivem. A admiração pelo novo e a vontade de ser o outro faz com que se unam e criem sua própria gangue para enfrentar seus inimigos particulares. Obcecados pelos heróis de faroestes Butch Cassidy e Sundance Kid, os garotos vivem em um mundo quase irreal.

 “Mojo e Mickybo são, ao mesmo tempo, seres opostos e complementares. Vivem em um mundo de fantasia, mas, ao longo do espetáculo, vão perdendo a inocência ao serem invadidos pela realidade que os cerca. A falta de dinheiro, o alcoolismo, a infidelidade, a depressão, a violência e, principalmente, a divisão social vão influenciar no processo de amadurecimento deles”, descreve Pedro Henrique Lopes, que adaptou o texto e interpreta Mojo. O cenário e os figurinos são assinados por Clívia Cohen e José Cohen, que colocam em cena um parquinho degradado, que remete a uma cidade marcada pelos conflitos e pelo descaso.

A história destes dois amigos já ganhou diversas montagens teatrais ao redor do mundo e foi adaptada para o cinema no filme “Mickybo and me” (em português, Eternos Heróis), dirigido por Terry Loane.

Diego Morais

Diretor de teatro e de TV, iniciou sua carreira como ator em Pernambuco. Diego já foi indicado a diversos prêmios teatrais, tendo sido contemplado em 2017 e 2018 como Melhor Diretor de Teatro Infanto Juvenil pelo Prêmio Botequim Cultural. Dirigiu os espetáculos teatrais “O Meu Sangue Ferve Por Você” (2009), “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” (2013), “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças” (2016 – indicado a Melhor Diretor pelos prêmios CBTIJ 2016 e Botequim Cultural 2016), “Vamp, O Musical” (indicado a Melhor Diretor de Musical no Botequim Cultural 2017), “Bituca – Milton Nascimento para Crianças” (2017 – Melhor Diretor Infanto juvenil no Botequim Cultural 2017), e “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças” (2018 – Melhor Diretor Infanto juvenil no Botequim Cultural 2018). Na TV Globo desde 2008, dirigiu as novelas “Verão 90” (2019) e “Eta Mundo Bom!” (2016). Também atuou na equipe de Direção em “Os Normais 2”, “Toma lá da cá”, “Malhação”, “A Vida Alheia”, “SOS Emergência”, “Aquele Beijo”, “Guerra dos Sexos” e “Alto Astral”.

Pedro Henrique Lopes

Formado em Artes Cênicas pela UNIRIO, Pedro Henrique Lopes é ator e dramaturgo. Escreveu o roteiro e integrou o elenco da comédia musical “O Meu Sangue Ferve Por Você” (2009 – 2016), e dos musicais infantis “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” (indicado a Melhor Roteiro Original e Melhor Ator no Prêmio CBTIJ 2015, e Melhor Ator no Prêmio Zilka Salaberry 2015), “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças” (indicado Melhor Roteiro Original e Melhor Ator no Prêmio CBTIJ 2016, e Melhor Roteiro no Prêmio Zilka Salaberry 2016), “Bituca – Milton Nascimento para Crianças” (Melhor Roteiro Original no Prêmio Botequim Cultural 2017, e indicado no Prêmio CBTIJ 2017), e “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças” (2018). Esteve também em “Os Fuzis da Senhora Carrar”, de Brecht (2008), “Chacrinha – O Musical” (2013) e “Vamp – O Musical” (2017). Foi cantor e performer da Disney no Brasil (2008) e nos EUA (2005 e 2006). Na TV Globo, viveu Ari em “Verão 90”, Wanderley na novela “Aquele Beijo” e o Padre Francisco na novela “Eta Mundo Bom”.

Cirillo Luna

Graduado em Artes Dramáticas pela UniverCidade, em 2010, Cirillo Luna divide sua carreira entre TV, cinema e teatro. No teatro, integrou os elencos de “O Princípio de Arquimedes” de Josep Maria Miró, “Tubarões”, “A Ordem Natural das Coisas” de Leonardo Netto, “The Pride” dirigido por Victor Garcia Peralta, “As três irmãs”, “O Processo” de Leandro Romano, “Quebra-Osso” de Julia Spadaccini, “Uma história de borboletas” de Caio Fernando Abreu, “Os ruivos”, de Cynthia Reis, e no musical da Broadway “Um Violinista no Telhado”, dirigido por Charles Moeller e Cláudio Botelho. Na TV, participou de diversas novelas e séries, com destaque para o Marco Aurélio de “Verão 90” e Selésio de “Deus Salve o Rei”, na TV Globo, e Gabriel em “Milagres de Jesus”, da Record TV. Esteve ainda ao lado de Paulo Gustavo no programa “220 Volts”, do Multishow. No cinema, atuou ao lado do ator Jean Dujardin no longa-metragem francês “Oss 117”, de Michel Hazanavicius. Atuou ainda em “Assalto ao Banco Central”, de Marcos Paulo, e “O Escaravelho do Diabo”, de Hugo Maltese.

Entre entretenimento

A ENTRE Entretenimento é uma empresa de criação de projetos inéditos de entretenimento de alta qualidade artística que dialogam com a história e as manifestações culturais do Brasil e do mundo. Realizou a comédia musical “O Meu Sangue Ferve Por Você”, que se manteve em cartaz entre 2009 e 2016. Ainda no ramo das comédias, foi responsável pela turnê Nordeste do espetáculo “Salve Jorge Fernando”, do ator e diretor Jorge Fernando, em 2014. Desde 2013, realiza o projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, vencedor da Categoria Especial do Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela inovação do projeto, com espetáculos assistidos por mais de 200 mil pessoas. O projeto soma 12 prêmios de Teatro Infantil, entre outras 49 indicações. O primeiro espetáculo do projeto, “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” circulou pelo RJ, SP, BA e MG. Em 2016, estreou o espetáculo “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças”, que circulou pelo RJ e MG. Em 2017, estreou o musical infantil “Bituca – Milton Nascimento para Crianças”, sucesso absoluto de público e crítica. Em 2018, “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças” consolidou o projeto Grandes Músicos para Pequenos como um dos maiores projetos de teatro infantil do RJ. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

 

Sinopse

Numa cidade dividida, onde as pessoas vivem amedrontadas e trancadas em suas casas, nasce uma improvável amizade entre dois garotos que pertencem a lados opostos. Os jovens inocentes, obcecados pelos heróis de faroeste do cinema, vivem num mundo de fantasia que é interrompido pela cruel realidade do conflito que eles são obrigados a enfrentar. Uma história de aventura cheia de coragem, bom humor, emoção e lições de vida narra o encontro entre Mojo e Mickybo, duas crianças cuja infância ficaria marcada para sempre.

 

 

TIJOLINHO:

Mojo Mickybo. Drama. De Owen McCafferty. Dir. Diego Morais. Com Pedro Henrique Lopes e Cirillo Luna. Numa cidade dividida, onde as pessoas vivem amedrontadas e trancadas em suas casas, nasce uma improvável amizade entre dois garotos que pertencem a lados opostos. (1h15). Teatro XP Investimentos (no Jockey Club Brasileiro) – Av. Bartolomeu Mitre, 1.110 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ, 22431-004. Tel.: (21) 3807-1110. 6ª e sáb., às 21h, e dom., às 20h. R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia). Livre. Capacidade: 366 lugares. De 27/09 a 27/10.

FICHA TÉCNICA:

Direção: Diego Morais

Texto Original: Owen McCafferty

Tradução: Luciana Kezen

Adaptação Brasileira: Pedro Henrique Lopes

Elenco: Pedro Henrique Lopes e Cirillo Luna

Cenário e figurinos: Clívia Cohen e José Cohen

Iluminação: Paulo César Medeiros

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção e realização: Entre Entretenimento

SERVIÇO:

 

Mojo Mickybo

Temporada: 27/09 a 27/10

Teatro XP Investimentos (no Jockey Club Brasileiro): Av. Bartolomeu Mitre, 1.110 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ, 22431-004

Telefone: (21) 3807-1110

Dias e horários: Sextas e Sábados, 21h; Domingos, 20h

Ingressos: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada)

Lotação: 366 pessoas

Duração: 75 minutos

Classificação: Livre

Funcionamento da Bilheteria: Terça-feira, das 13h às 17h, Quarta a sexta-feira, das 17h às 21h, Sábados, das 13h30 às 21h, e Domingos, das 13h30 até a hora do espetáculo em cartaz.

Possui estacionamento

Programação do Sesc Belenzinho

O Sesc Belenzinho apresenta uma série de filmes nacionais, que foram censurados na época de seus lançamentos, entre os anos de 1968 e 1984. São obras que se tornaram clássicas da produção cinematográfica brasileira, cujas exibições (grátis) ocorrem nos dias 10, 17 e 24 de setembro e 1º de outubro, terças, às 19h30, respectivamente: O Bandido da Luz Vermelha, Eles Não Usam Black-Tie, Pra Frente, Brasil e Cabra Marcado para Morrer.

Esta é uma programação integrada à exposição Meta-Arquivo: 1964-1985 – Espaço de Escuta e Leitura de Histórias da Ditadura, em cartaz na unidade até o dia 24 de novembro de 2019.

 

Exibições

 

10/09. Terça, às 19h30

O Bandido da Luz Vermelha

Dir. Rogério Sganzerla, Brasil, 1968, 92 min.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 14.

Grátis. Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência.

Livremente inspirado em fatos reais. Um assaltante misterioso (Paulo Villaça) usa técnicas extravagantes para roubar casas luxuosas de São Paulo. Ele é apelidado pela imprensa de “bandido da luz vermelha”, já que traz sempre uma lanterna vermelha e conversa longamente com suas vítimas. No entanto, seus roubos e crimes chamam tanta atenção que um implacável policial começa a perseguir o “bandido da luz vermelha”.

17/09. Terça, às 19h30

Eles Não Usam Black-Tie

Dir. Leon Hirszman, Brasil, 1981, 2h14 min.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 14.

Grátis. Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência.

Em São Paulo, em 1980, o jovem operário Tião (Carlos Alberto Riccelli) e sua namorada Maria (Bete Mendes) decidem casar-se ao saber que a moça está grávida. Ao mesmo tempo, eclode um movimento grevista que divide a categoria metalúrgica. Preocupado com o casamento e temendo perder o emprego, Tião fura a greve, entrando em conflito com o pai, Otávio (Gianfrancesco Guarnieri), um velho militante sindical que passou três anos na cadeia durante o regime militar.

24/09. Terça, às 19h30

Pra Frente, Brasil

Dir. Roberto Farias, Brasil, 1982, 1h50 min.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 14.

Grátis. Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência.

Em 1970, o Brasil inteiro torce e vibra com a seleção de futebol no México, enquanto prisioneiros políticos são torturados nos porões da ditadura militar e inocentes são vítimas desta violência. Todos estes acontecimentos são vistos pela ótica de uma família quando um dos seus integrantes, um pacato trabalhador da classe média, é confundido com um ativista político e “desaparece”.

01/10. Terça, às 19h30

Cabra Marcado para Morrer

Dir. Eduardo Coutinho, Brasil, 1984, 1h59 min.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 14.

Grátis. Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência.

Início da década de 60. Um líder camponês, João Pedro Teixeira, é assassinado por ordem dos latifundiários do Nordeste. As filmagens de sua vida, interpretada pelos próprios camponeses, foram interrompidas pelo golpe militar de 1964. Dezessete anos depois, o diretor retoma o projeto e procura a viúva Elizabeth Teixeira e seus dez filhos, espalhados pela onda de repressão que seguiu ao episódio do assassinato. O tema principal do filme passa a ser a trajetória de cada um dos personagens que, por meio de lembranças e imagens do passado, evocam o drama de uma família de camponeses durante os longos anos do regime militar.

Serviço

Exposição: META-ARQUIVO: 1964–1985 – Espaço de Escuta e Leitura ee Histórias da Ditadura

Curadoria e pesquisa: Ana Pato

Artistas convidados: Ana Vaz, Contrafilé, Giselle Beiguelman, O grupo inteiro, Ícaro
Lira, Mabe Bethônico, Paulo Nazareth, Rafael Pagatini e Traplev.

Visitação: Até 24 de novembro de 2019

Terça a sábado, das 10h às 21h. Domingos e feriados, das 10h às 19h30

Local: Galpão. Grátis. Livre para todos os públicos

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.

Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

www.sescsp.org.br/belenzinho

Estacionamento – Terça a sábado (9h às 22h). Domingos e feriados (9h às 20h).

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.

Festival Polifonia no Vivo Rio

Destaques de todos os principais eventos de música do país se encontrarão no palco do Vivo Rio. O novíssimo Festival Polifonia ocupará a casa nos dias 18 e 19/10 (sexta e sábado) com nomes que vão do indie ao hardcore. No primeiro dia, se apresentarão Supercombo, Scalene, Tuyo, Zimbra e Folks. No dia 19, será um dia de shows mais pesados com Far From Alaska, Pense, Menores Atos, Gloria e Plastic Fire. Os shows começarão às 20h.

 

Presente nos principais festivais do país, a Scalene é formada por Gustavo Bertoni (voz), Tomás Bertoni (guitarra), Lucas Furtado (baixo) e Philipe “Mkk” Nogueira (bateria) e trará a turnê do disco “Respiro”. Ousando na sonoridade, o trabalho reúne um pouco de MPB, música eletrônica, R&B, entre outras influências, mas sob uma perspectiva que condiz com o caminho traçado pela banda, que já passou pelo Lollapalooza e Rock in Rio em sua trajetória.

 

A Supercombo possui cinco álbuns lançados – “Festa?” (2007), “Sal Grosso” (2011), “Amianto” (2014), “Rogério” (2016) e o recente “Adeus, Aurora” (2019) – e, ao longo dos últimos anos, vem se tornando um dos principais nomes do cenário pop rock nacional. Graças à sonoridade contagiante do quarteto formado por Leonardo Ramos (voz e guitarra), Pedro “Toledo” Ramos (guitarra), Carol Navarro (baixo) e Paulo Vaz (teclados), o grupo soma ainda parcerias com nomes importantes da cena – como Scalene e Far From Alaska – e forte presença online.

 

Formada por Machado, Lio e Lay Soares, a Tuyo une elementos orgânicos e eletrônicos em suas canções, embaladas por temáticas existenciais. O EP de estreia, “Pra Doer” (2017), introduziu o estilo contemplativo que seria ampliado em 2018 em “Pra Curar”. O trabalho solidifica essa sonoridade com letras embebidas em sensibilidade e influências folk, lo-fi hip hop e synth pop. Em seus shows, a Tuyo transita entre os dois trabalhos lançados, colocando em primeiro plano sua vulnerabilidade em músicas que mostram a personalidade de cada integrante, ao mesmo tempo que estreita sua triunidade enquanto compositores.

 

Destaque da cena, Far From Alaska traz seu show explosivo com base em stoner rock e alternativo. No repertório, canções dos discos “Modehuman” (2014) e “Unlikely” (2017). Formada em 2007, a banda santista Zimbra conta com Rafael Costa (vocal), Vitor Fernandes (guitarra), Guilherme Goes (baixo) e Pedro Furtado (bateria) e vai apresentar ao público os destaques dos discos “O Tudo, o Nada e o Mundo” (2013) e “Azul” (2016), além de singles recentes.

 

Com mais de 10 anos de estrada, a Pense ficou conhecida por unir o peso do som com mensagens profundas em suas letras. A banda sobe ao palco com Lucas Guerra (vocal), Judá Ramos (baixo), Charles Taylo (bateria), Cristiano Souza (guitarra) e Ítalo Nonato (guitarra). A banda apresentará o repertório do disco “Realidade, Vida e Fé”. Nesse trabalho, seu terceiro de estúdio, a Pense reforça suas ideias de abordar questões pessoais, acreditando que a mudança primeiro precisa ser interna, antes de ser externa.

 

Uma das bandas mais aclamadas na cena brasileira independente dos últimos anos, o trio carioca Menores Atos vem em uma crescente desde o lançamento do seu disco de estreia: “Animalia”, de 2014. Eles apresentarão as faixas do disco e do recente lançamento, “Lapso”. A veterana banda Glória retornará ao Rio com o repertório do novo álbum “Acima do Céu”. Formada em 2002, e com 5 álbuns lançados, eles se destacaram pela mistura de metalcore e post-hardcore.

 

O quarteto de hardcore Plastic Fire apresenta canções do seu álbum de estreia “Existência Parcial” (2008), “A Última Cidade Livre” (2010) e o mais recente, “CidadeVelozCidade” (2014). A banda de Madureira é formada por Reynaldo (voz), Daniel (guitarra), Marcelo (bateria) e Marcio (baixo). Fecha a lista de shows a banda carioca Folks, que lançou seu disco de estreia em 2016 e se apresentou no SxSw (EUA) no mesmo ano.

 

Os ingressos para o Festival Polifonia são a partir de R$ 40. A classificação é de 14 anos. O Vivo Rio fica na Av. Infante Dom Henrique, 85.

 

Serviço:

Polifonia Festival

Data: 18 e 19/10/2019  (sexta-feira e sábado)

Horário: 20h

Local: Vivo Rio

Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Rio de Janeiro – RJ

Ingressos (cada dia):

Pista – 1º Lote: R$ 80 (Inteira); R$ 40 (Ingresso solidário / meia-entrada)

Pista – 2º Lote: R$ 100 (Inteira); R$ 50 (Ingresso solidário / meia-entrada)

Camarote Pista – 1º lote: R$ 150 (Inteira); R$ 75 (Ingresso solidário / meia-entrada)

Camarote pista – 2º lote: R$ 180 (Inteira); R$ 90 (Ingresso solidário / meia-entrada)

Classificação etária: 14 anos

 

Cesgranrio promove o II Festival Cultural

 

Devido ao grande sucesso da última edição, a Fundação Cesgranrio realiza o II Festival Cultural. Serão oito dias de programação para toda família, que reunirá música, literatura, dança, teatro, oficinas, cinema, gastronomia e muita diversão. De 12 a 15 e 19 a 22 de setembro, os eventos ocuparão o Teatro Cesgranrio e os jardins da Fundação. Todos os eventos serão gratuitos e abertos ao público.

A noite de abertura começa com a apresentação de música flamenca com Allyrio de Melo, seguido do concerto da Orquestra Sinfônica Cesgranrio, regida pelo maestro Eder Paolozzi, com a cantora Maria Gadu. No repertório, sucessos como “Shimbalaiê“, “Linda Rosa” e “Quando fui chuva“.

No dia 13, a banda Tuim fará um tributo a João Gilberto, com os grandes clássicos como “Chega de saudade”, “Garota de Ipanema”, “Corcovado”, “O pato”, entre outros. Amir Haddad comandará um ensaio aberto com textos de Nelson Rodrigues, que contará com a participação de nomes como Ney Latorraca, Zezé Polessa e Jônatas Faro.

 

O Coral dos Anjos e o Grupo de Teatro Novo ambos formados por portadores de necessidades especiais, abrem o terceiro dia do Festival. Em seguida, o Coral de Cegos Sidney Marzulo, mantido pela Fundação Cesgranrio, fará uma apresentação especial com um repertório do melhor da música brasileira. Para encerrar o sábado, apresentação e oficina com o grupo de tambores mineiros “Ingoma” e o espetáculo “Vou voltar”.

 

Já o domingo começa com “Som do horizonte”, show de tambores japoneses de Komyo e Wadan. Às 16h, o espetáculo “Uirapuru” será apresentado no jardim da Cesgranrio, pela Cia dos Mistérios e Novidades, formada por atores em pernas de pau, seguido de uma roda cultural interativa com o grupo Zanzar. Para fechar com chave de ouro, Laura Cardoso, Nathalia Timberg, Nicete Bruno, Rosamaria Murtinho e Suely Franco se reúnem para debater sobre teatro brasileiro e sobre o papel do ator, ontem e hoje. O bate-papo será mediado por Marcus Montenegro.

Para os amantes da sétima arte, debate sobre o futuro do audiovisual brasileiro com Vania Catani, Johnny Massaro, Vinícius Reis, Flavia Castro e mediação de Bianca Ramoneda, no dia 19 de setembro, seguido da apresentação do “O Filho do Homem”, primeiro longa produzido pela Fundação Cesgranrio, que entrou em circuito nacional, este ano. Na sexta-feira (20/09), uma aula especial de teatro musical com Mirna Rubim. Às 17h, show com o grupo Raízes Africanas e logo após, apresentação do espetáculo “Terra Brasilis”, com a o coral cênico Cesgranrio.

No sábado (21/09), a programação terá início com o Mundo Bita, que estreia seu novo espetáculo “Dentro do mundo lá fora”, no Teatro Cesgranrio. Em seguida, “Folclore, festas e mitos”, uma montagem com bonecos articulados, que contará com os principais personagens do folclore brasileiro como saci-pererê, curupira e lobisomen. Logo após, apresentação do espetáculo “Mistureba! – As cores do mundo”, produzido pelo Centro Cultural Cesgranrio, que fala sobre diversidade e tolerância. A peça “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para crianças” será apresentada em seguida. À tarde, mostra de cultura indígena com pajés, coral guarani, grupo de canto e dança pataxó e show da cantora We’e’ena. O dia chega ao fim com o show da dupla country de Bull e Bill. No repertório, “Cachimbo da paz”, “Vaca Margarida”, “Fivela de Ouro”, entre outros.

Para o domingo (22/09), último dia do festival, um varal de poesias no Teatro Cesgranrio. Nomes como David Junior, Leticia Colin, Paulo Betti, Eli Ferreira, Zezé Motta e Jônatas Faro declamarão poesias escritas pelo público presente. Liana Vasconcelos, bailarina clássica, e a Cia de Dança Passinho Brazil realizarão uma batalha de passinhos às 16h. O grupo Quasar apresenta o “Estou em silêncio”, espetáculo de dança contemporânea. A banda Celebrare, que comemora 25 anos, promete colocar o público para dançar, com sucessos como “Macho Man”, “I Say I Little Prayer”, “I Will Survive”, “Fio Maravilha”, entre outros.

A exposição “Eterna Tônia” estará em cartaz durante todo o festival. A mostra conta a vida da atriz Tônia Carreiro.

Curso gratuitos

 

Além das atrações, o Festival Cultural Cesgranrio vai oferecer cursos gratuitos. De 16 a 20 de setembro, o curso de produção teatral “Da ideia ao palco” será ministrado por Julio Augusto Zuca, de 9h às 13h. E nos dias 20, 21 e 22, o curso de roteiro “Diálogo: técnicas fundamentais” com Daniel Berlinsky, será de 10h30 às 12h. Inscrições através do site do festival.

Gastronomia

 

Na área gastronômica, foodtrucks Los Paleteros, Rock Burguer e Mela Mello. No menu, opções para todos os gostos, como hambúrgueres, onion rings, pasteis, coxinhas, batata frita, picolés e doces.

Serviço:

Data: De 12 a 15/9 e 19 a 22/9

Endereço: Rua Santa Alexandrina, 1.011 – Rio Comprido

Telefone: 2103-9600

Mais informações: http://cultural.cesgranrio.org.br/festival-cultural-cesgranrio/

Entrada franca.

O Teatro Cesgranrio tem capacidade para 266 pessoas, e por isso, haverá distribuição de senha uma hora antes do início de cada espetáculo.

Programação

Dia 12/09 (quinta):

17:30 (jardim): música flamenca com Allyrio de Mello

20:00 (teatro): Orquestra Cesgranrio com Maria Gadu


Dia 13/09 (sexta):

15:30 às 17:30 (teatro): Ensaio aberto com textos de Nelson Rodrigues com Amir Haddad, Ney Latorraca, Jônatas Faro e Zezé Polessa.

18:00 (jardim): show da Banda Tuim tributo a João Gilberto

 

Dia 14/09 (sábado):

16:00 (jardim): Coral dos Anjos e grupo Teatro Novo

17:30 (jardim): coral Sidney Marzulo (coral de cegos Cesgranrio)

18:15 (jardim): apresentação e oficina do grupo de tambores mineiros “Ingoma”

20:00 (teatro): Grupo Ponto de Partida com o espetáculo “Vou voltar”

Dia 15/09 (domingo):

14:00 (teatro): show de tambores japoneses com grupo Komyo e Wadan com espetáculo “Sou do horizonte”

16:00 (jardim): cia Misterios e novidades apresenta espetáculo “Uirapuru” com pernas de pau

18:00 (jardim): roda cultural com o grupo Zanzar (apresentação interativa – vários ritmos)

19:30 (teatro): grande encontro de damas do teatro brasileiro para discutir como era o teatro antes e como está agora com Nathalia Timberg, Nicette Bruno, Laura Cardoso, Rosamaria Murtinho, Suely Franco com mediação de Marcus Montenegro

Dia 19/09 (quinta):

17:00 (teatro): debate sobre o futuro do audiovisual com Vania Catani, Johnny Massaro, Vinícius Reis, Flavia Castro e mediação de Bianca Ramoneda

19:30 (teatro): exibição do “Filho do Homem”

20/09 (sexta):

14:30 às 16:30 (teatro): master class de teatro musical com Mirna Rubin, maior preparadora para teatro musical do Brasil.

17:00 (jardim): show do grupo Razões Africanas

20:00 (teatro): novo espetáculo do coral cênico Cesgranrio “Terra Brasilis”

 

21/09 (sábado):

10:30 (teatro): Mundo Bita com o espetáculo “Dento do mundo lá fora”

12:00 (jardim): teatro e oficina de bonecos articulados com espetáculo “Folclore, festas e mitos”

14:00 (jardim): “Mistureba – as cores do mundo”

15:30 (jardim): “Luiz e Nazinha– Luiz Gonzaga para crianças”

17:00 (jardim): mostra da cultura indígena com coral guarani, grupo de canto e dança pataxó e show de cantora tikuna We’e’ena

20:00 (teatro): show da dupla Bull e Bill

22/09 (domingo):

14:00 (teatro): Varal de poesias – plateia pode pendurar suas poesias. Atores vão declamar poesias e plateia pode declamar as suas também. Com Paulo Betti, Zezé Motta, Jônatas Faro, Eli Ferreira e Leticia Colin.

16:00 (jardim): batalha bailarina Tainá e Passinho Brazil (clássico e passinho)

19:30 (teatro): dança contemporânea Quasar com espetáculo “Estou em silêncio”

MIMO Festival abre inscrições para Festival MIMO de Cinema!

Com exibição e difusão de filmes que tenham a música como fio condutor de sua narrativa, o Festival MIMO de Cinema, parte integrante do MIMO Festival, anuncia a abertura das inscrições para quem pretende ter sua obra exibida na programação deste ano. A partir do dia 11 de setembro, até o dia 10 de outubro, será possível se inscrever pelo site www.mimofestival.com.

Podem participar da seleção filmes brasileiros finalizados a partir de janeiro de 2018 e inéditos em circuito comercial de cinema e em canais de televisão. É necessário ter o tema central voltado para a música, não se restringindo a nenhum gênero ou estilo específico. São aceitos curtas, médias e longas metragens, sejam elas ficções, documentários ou animações, falados em língua portuguesa ou com legendas em português.

Importante janela de exibição da produção cinematográfica brasileira sobre música, os filmes são selecionados por uma comissão formada por renomados críticos, produtores e diretores de cinema e a direção artística do Festival. Os filmes são projetados em salas de cinema, tendas, centros culturais e ao ar livre, podendo proporcionar ao público a chance de apreciar a história de um artista na tela e se deliciar ao ouvi-lo na programação de concertos que acontecem simultaneamente durante o festival.

Com formato ímpar, que conquistou plateia cativa, o Festival MIMO de Cinema é dirigido pela cineasta Rejane Zilles e desde a sua primeira edição em 2004, já exibiu 346 filmes onde a música é protagonista. Nesta edição, o Festival MIMO de Cinema acontece nas cidades de São Paulo/SP (22 a 24 de novembro), pela primeira vez, e no Rio de Janeiro/RJ (29 de novembro a 01 de dezembro). A programação é toda gratuita. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site do festival (www.mimofestival.com).

SOBRE O MIMO FESTIVAL

Acumulando cinquenta edições, 16 anos de estrada e mais de um milhão e setecentas mil pessoas de público, o MIMO, festival de música inteiramente gratuito, idealizado e realizado pela Lume Arte, da experiente empresária Lu Araújo (que também assina a curadoria), conta com patrocínio do Bradesco, Certisign e Estácio. O MIMO Festival já exibiu mais de 475 concertos, como as apresentações memoráveis dos artistas Philip Glass, Herbie Hankock, Chick Corea, Jack DeJohnette, John Scofield, Jacob Collier, Goran Bregovic, Emir Kusturica, Pat Metheny, Buena Vista Social Club, Gotan Project e, ainda, os nacionais Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Nelson Freire, Nana Vasconcelos, entre muitos outros grandes nomes. Entre os filmes, “Chico Sciense, Caranguejo Elétrico”, ‘Eu sou Carlos Imperial’, “Mussum – Um filme do Cacildis”, “Legalize já – Amizade nunca morre”, “Com a Palavra, Arnaldo Antunes” passaram pelas telas do festival nas ultimas edições do Brasil e Portugal.

Após o quarto ano em Amarante, Portugal o Mimo já é apontado como um dos principais festivais do país e reuniu um público de mais de 80 mil pessoas. O sucesso do seu posicionamento em terras portuguesas valeu a distinção do Iberian Festival Awards, como “Melhor Infraestrutura de Festivais em Portugal”, em 2017 e 2018.

“Legalidade” estreia em 12/09

LEGALIDADE, filme de Zeca Brito, estreia nesta quinta-feira, dia 12 de setembro, nas cidades de Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia, Palmas, Teresina, Londrina, Niterói, Ponta Grossa, Ananideua, Bagé, Bento Gonçalves, Campo Bom, Cruz Alta, Erechim, Nova Prata, Palmeira das Missões, Rio Grande, Santa Rosa, São Leopoldo e Três Passos.

 

Produzido pela Prana Filmes, a obra foi premiada recentemente durante o 42ª Festival Guarnicê de Cinema (São Luís, MA), vencendo nas categorias de Melhor Direção (Zeca Brito), Direção de Arte (Adriana Borba), Fotografia (Bruno Polidoro) e Melhor Ator (Leonardo Machado – in memoriam).

Um triângulo amoroso, a luta por uma causa cívica, uma revolução feita pelas ondas do rádio. A inteligência e a coragem de um líder. O poder da comunicação gerando uma verdadeira demonstração de força e civilidade. Um movimento de resistência e mobilização popular sem precedentes na história do país: a “LEGALIDADE”.

Com Leonardo Machado, Cleo, Fernando Alves Pinto, Leticia Sabatella e José Henrique Ligabue, o filme aborda o momento histórico brasileiro, em 1961, quando o presidente da República, Jânio Quadros, renuncia e seu vice, João Goulart, deve ascender ao posto. Para evitar que um golpe organizado pelos militares entrasse em curso, o governador do estado do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, inicia um movimento inédito no país, pelo respeito à Constituição Federal.

“Em ‘LEGALIDADE’ quis falar de meu país e das raízes políticas que ligam o Brasil à América Latina. A heroica façanha de Leonel Brizola liderando o povo brasileiro em ato de coragem e civismo, garantindo a posse do presidente João Goulart e a soberania da nação. Através das ondas do rádio o despertar para a constituição, o respeito ao voto popular. Um filme que trama ficção e realidade. Um romance que une visões opostas de mundo. Política, espionagem e comunicação, temas que articulam um dos momentos históricos mais intrigantes do país”, explica o diretor, Zeca Brito.

Numa costura entre 1961 e 2004, ano da morte de Brizola, a jornalista Blanca faz uma investigação que é o fio condutor do filme. Em 1961, durante a Conferência das Nações Americanas, em Punta del Este, o antropólogo brasileiro Luís Carlos reencontra seu amigo e herói, o Comandante Ernesto Che Guevara. Já a misteriosa jornalista, Cecília, tem a difícil tarefa de entrevistar o polêmico governador gaúcho, Leonel Brizola. Brizola e Che Guevara convergem em torno das mesmas causas: ideais de cunho social e a libertação da América Latina da opressão econômica e política dos Estados Unidos, atraindo assim a ira das forças conservadoras. Paralelamente ao universo de tensão política que se instaura, Luís Carlos e Cecília vivem uma intensa história de amor interrompida pelo destino.

Pouco tempo depois, no Brasil, o presidente Jânio Quadros renuncia repentinamente. Enquanto seu vice, João Goulart, está em viagem pela China comunista, o governador Brizola se recusa a aceitar a tomada do poder pelos militares e decide resistir para que seja respeitada a Constituição. Dois irmãos vivem intensamente os dias de crise na República: o jovem anarquista Tonho, que trabalha como fotógrafo, e Luís Carlos, professor. Cecília também está em Porto Alegre, para continuar sua reportagem, quando o levante se inicia e logo conhece Tonho. É dentro do Palácio Piratini, numa situação limite, de guerra eminente, que os dois vivem um romance. Uma relação complicada, já que Cecília irá reencontrar Luís Carlos e terá que fazer uma difícil escolha.

O roteiro do filme começou a ser desenvolvido em 2010 e contou com uma extensa pesquisa. Foi escrito a quatro mãos, pela dupla Leo Garcia e Zeca Brito, que repete a parceria iniciada com a comédia adolescente “Em 97 Era Assim” (direção de Zeca e roteiro de Leo). Ambos também assinam juntos a direção do documentário “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro”, sobre a trajetória do jornalista gaúcho, que também esteve envolvido na Legalidade.

LEGALIDADE” é o sexto longa de Zeca Brito e foi inteiramente rodadono estado do Rio Grande do Sul. O filme é uma produção da Prana Filmes, de Luciana Tomasi.

SINOPSE 
Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Zeca Brito
Roteiro: Zeca Brito e Leo Garcia
Elenco: Cleo, Leonardo Machado, Fernando Alves Pinto, José Henrique Ligabue, Leticia Sabatella, Fábio Rangel, Sapiran Brito
Produção: Luciana Tomasi
Direção de Fotografia: Bruno Polidoro
Direção de Arte: Adriana Borba
Direção de Produção: Glauco Urbim
Figurino: Marcia Nascimento
Maquiagem: Nancy Marignac
Consultoria de Roteiro: Hilton Lacerda e Anna Carolina Francisco
Montagem: Alfredo Barros
Som: Gogó Conteúdo Sonoro

SOBRE O DIRETOR 

Zeca Brito é graduado em Realização Audiovisual pela Unisinos e Artes Visuais pela UFRGS. Dirigiu, roteirizou curtas e longas-metragens exibidos no Brasil e no exterior. Seu curta “Aos Pés” foi escolhido Melhor Filme Júri Popular no Festin Lisboa 2009, e o longa-metragem O Guri, exibido em festivais de Portugal e Brasil. Em 2015 lançou o longa “Glauco do Brasil” na 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e 10ª Bienal do Mercosul. Em 2016 dirigiu o longa “Em 97 Era Assim”, Prêmio de Melhor Direção e Melhor Filme Júri Popular no Festival Cinema dos Sertões (Piauí Brasil), Melhor Direção de Atores na Mostra SESC Brasil, Melhor Filme no The Best Film Fest (Seattle, EUA), Prêmio Especial do Júri no 8th Jagran Film Festival (Índia), seleção oficial no Regina International Film Festival (Regina, Canada), Los Angeles CineFest (Los Angeles, EUA), 51st International Independet Film Festival (Houston, EUA) e Prêmio de Melhor Filme Juvenil Estrangeiro no American Filmatic Arts Awards (Nova York, EUA). Em 2017 dirigiu o documentário “A vida Extra-Ordinaria de Tarso de Castro” exibido no Festival do Rio e 41 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

SOBRE A PRANA FILMES 
A Prana Filmes foi criada em 2011 pelas cineastas Luciana Tomasi e Carlos Gerbase. Focada na produção de filmes e séries de televisão, a companhia produziu o curta “Amores Passageiros”, dirigido por Augusto Canani, vencedor do prêmio de Melhor Filme Estrangeiro em Los Angeles Short Film Festival, e o longa “Menos que Nada”, dirigido por de Carlos Gerbase, indicado como Melhor Roteiro Adaptado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Além das produções audiovisuais, a produtora gerencia desde 2012 uma sala de cinema na cidade de Porto Alegre e é responsável pelo projeto educacional Primeiro Filme e pelo Festival Primeiro Filme, que já está em sua quarta edição.

Luciana Tomasi e Carlos Gerbase foram membros da Casa de Cinema de Porto Alegre por mais de 20 anos, participando de vários longas-metragens, curtas-metragens e séries de televisão, ganhando diversos prêmios em festivais internacionais como Berlim, Havana, Nova York, Los Angeles, Hamburgo, Índia, Portugal, Uruguai, entre outros. Os filmes, produzidos por Luciana Tomasi, já renderam impressionantes 200 prêmios nacional e internacionalmente.

Atualmente, a empresa trabalha na pós-produção do longa-metragem “Legalidade”,  de Zeca Brito; e na série de TV “Turma 5B”, de Iuli Gerbase; participando em festivais com os filmes “Bio”, de Carlos Gerbase, vencedor de 3 prêmios no 45º Festival de Cinema de Gramado (Melhor Filme no Prêmio do Público, Melhor Design de Som e Menção Honrosa para Direção) e “Yonlu”, de Hique Montanari , vencedor do Prêmio ABRACCINE – Melhor Filme Brasileiro de Diretor Estreante do 41º Festival Internacional de Cinema de São Paulo, Melhor Filme da Mostra Internacional de Longas, além de receber o Prêmio da Imprensa, no 9º  Festival Internacional de Cinema da Fronteira. A produtora também está em fase de captação de recursos para a série de TV “Todos Morrem no Fim”, de Carlos Gerbase, e para o longa-metragem “Jepotá”, de Augusto Canani.

Em 2018, a Prana Filmes produziu, em parceria com a Rainer Cine, o longa “Mudança” de Fabiano de Souza, que está em fase de pós-produção. Também produzimos o curta-metragem “A Pedra”, da diretora Iuli Gerbase, que recentemente participou do 40º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano em Havana (Cuba), e do 11º Festival Internacional de Cinema de Jaipur (Índia), vencendo a Menção do Júri na Mostra Panorama Internacional. Agora, a Prana Filmes está em fase de pré-produção do longa “A Nuvem Rosa” de Iuli Gerbase e no desenvolvimento de sete roteiros de filmes e séries de TV.

SOBRE A BOULEVARD FILMES 

A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto, tanto para cinema, quanto para TV e novas mídias. Entre seus lançamentos para as salas de cinema estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), “Filme Sobre um Bom Fim”(Boca Migotto), “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” (Leo Garcia, Zeca Brito), “Histórias que nosso cinema (não) contava” (Fernanda Pessoa) e “Açúcar” (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro), esté último com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2019.