“Alices” no Teatro do Leblon

O encontro inesperado de duas mulheres desperta suas memórias e relatos de violências sofridas em seus relacionamentos. Inédito no Rio, Alices foi escrito por Jarbas Capusso Filho e inspirou a montagem homônima que tem direção de Leo Gama. A partir do texto original e relatos das atrizes Mitzi Evelyn e Carolina Stofella, o espetáculo traz à tona o debate sobre a violência e impunidade contra as mulheres no Brasil. A estreia será no dia 16 de maio, no Teatro Leblon. A temporada terças e quartas, às 21h, até 28 de junho.

Em janeiro de 2010, em Belo Horizonte, Maria Islaine de Morais, de 31 anos, estava trabalhando quando for surpreendida pelo ex-marido, que a matou com sete tiros. Antes do crime, ele já havia ameaçado diversas vezes a vítima, que registrou pelo menos oito boletins de ocorrência contra ele. Comovido com este brutal assassinato, o dramaturgo e roteirista Jarbas Capusso Filho resolveu escrever sobre a violência contra as mulheres.

Em 2012, a atriz Mitzi Evelyn se encantou com o texto de Capusso e convidou a atriz Carolina Stofella para participar do projeto, até então inédito no Brasil. “A peça aborda o tema de forma contundente, porém poética e lúdica. Queremos chamar atenção do público para uma reflexão sobre a violência que ainda destrói tantas mulheres”, destaca a idealizadora.

Para dirigir o espetáculo, Mitzi convidou Leo Gama, que trabalha na TV Globo há 30 anos e atualmente é Gerente Artístico de Pesquisa de Criadores, que abrange o corpo criativo da emissora com autores, diretores e assistentes de direção. Esta será sua estreia no teatro, como diretor. “Adaptamos o texto original a partir de um intenso trabalho feito nos ensaios, onde as atrizes buscaram em suas memórias vivências que trouxeram verdade à peça”, destaca Gama, que também assina a adaptação.

SOBRE LEO GAMA (DIREÇÃO E ADAPTAÇÃO)

Carioca, formado pela PUC/RJ em Publicidade e Propaganda, Leo Gama trabalha na TV Globo há 30 anos, onde iniciou sua carreira como estagiário da Agência da emissora. Foi assistente de produção, coordenador de produção e produtor de elenco. Assinou o elenco de comerciais para a Coca-Cola, Citibank, O Globo e outros. Foi um dos primeiros profissionais a ocupar o cargo de produtor de elenco da emissora. Foi assistente de direção na novela Suave Veneno, de Aguinaldo Silva e direção de Ricardo Waddington. Coordenou o departamento de pesquisa de elenco, iniciando um processo investigativo do trabalho do ator com o objetivo de revelar novos talentos. No momento, é gerente artístico de pesquisa de criadores.

SOBRE MITZI EVELYN

Catarinense, formada em Artes Cênicas pelo Senac/SC, graduada em cinema pela Universidade Estácio de Sá, e pós graduada em Arte e Filosofia na PUC. Fez parte do elenco da peça “Zoológicos”, direção de Leandro Mariz, pela qual recebeu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no XVI Festival Nacional de Teatro de Guaçuí. Atuou em “Uma Sociedade”, com direção de Lelette Coutto e “Pas-de-deux”, com direção de Luisa Bresolin. No cinema, atuou em “Lua em Sagitário”, “Histórias Íntimas” e “Mea Culpa”. Na televisão, participou da série “Divã” e das novelas “I Love Paraisópolis”, “A Favorita” e “Caras e Bocas”. No canal GNT, atuou nos seriados “Gente Lesa gera Gente Lesa”, dirigido por Silvio de Andrade; e “Flerte”, com direção de Luciana Alcaraz.

SOBRE CAROLINA STOFELLA

Catarinense, formada em artes cênicas pela CAL em 2001, com MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, trabalhou no teatro com Michel Bercovitch, Thierry Tremouroux, João Brandão, Roberto Alvim, Ricardo Karman entre outros diretores. No cinema, atuou em “A Partilha” de Daniel Filho e “Histórias Íntimas” de Julio Lelis. Na televisão, fez parte do elenco de “Malhação” e “Os Caras de Pau” da TV Globo.

FICHA TÉCNICA

Texto: Jarbas Capusso Filho

Direção e adaptação: Leo Gama
Elenco: Mitzi Evelyn e Carolina Stofella

Iluminação: Aurélio de Simoni

Cenografia: Pati Faedo

Figurinos: Marie Salles

Trilha original: João Paulo Mendonça

Preparação de elenco: Ana Abbott

Visagismo: Deborah Rocha

Direção de produção: Rafael Fleury

Coordenação geral: Márcio Costa

Assistente de direção e standin: Carolina Taulois

Cenotécnico: Pará Produções

Iluminador assistente: Guiga Ensa

Alfaiate: Bené Cardoso

Bordadeira: Ale Miranda

Costureira: Fafá Casado

Pintura em tecido: Piscila Pires

Foto Still: Serginho Carvalho

Programação visual: Thiago Ristow

SERVIÇO | ALICES

Estreia no dia 16 de maio

De 16 de maio a 28 de junho

Terças e quartas, às 21h.

Teatro do Leblon – sala Marília Pêra (Rua Conde de Bernadote, 26 – Leblon)

Preço: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Informações: (21) 2529-7700

Capacidade: 408 lugares

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Gênero: Drama

“Janis” no Oi Futuro

O espetáculo Janis, monólogo musical sobre Janis Joplin, estreia no dia 25 de maio no Oi Futuro Flamengo, com Carol Fazu no papel-título. A peça vai mostrar a trajetória de Janis Joplin, a cantora com voz forte e marcante, lembrada pela atitude rebelde da geração beat, os temas de dor e perda de suas músicas, que transformaram a menina que cantava no coro local de sua cidade no Texas na principal voz branca de rockblues de todos os tempos.

Idealizado por Carol Fazu, fã de Janis, o espetáculo traz uma dramaturgia inédita de Diogo Liberano, direção de Sergio Módena, direção musical de Ricco Viana e cenografia e figurinos de Marcelo Marques. Carol estará sozinha no palco, acompanhada de cinco músicos, evocando Janis, que marcou uma geração e é reverenciada até hoje como uma de nossas maiores cantoras.

Janis traz uma dramarurgia que mistura aspectos biográficos e ficcionais e texto entremeado de canções, em que a atriz vai à essência e às emoções do personagem, sem reproduzir nem imitar a cantora. “Essa Janis é uma junção de muitos pontos de vista sobre a vida da cantora. Tem um pouco das minhas experiências, um tanto de invenção, muitas falas ditas originalmente por Janis e também aquilo que a própria atriz Carol Fazu trouxe ao projeto”, descreve o dramaturgo.

Em cena, uma trama inédita e original inspirada na vida e obra de Janis Joplin, personagem intensa, contestadora, que não abriu concessões e foi um retrato de sua geração e da contracultura dos anos 60.  Está lá o universo da cantora, sua vida, as emoções que experimentou pela vida e suas refexões sobre solidão, ambição, sucesso, amor, sexo, culpa, rejeição e família. Sentimentos atemporais, comuns a todos nós hoje. Com 14 músicas, é um espelho do que ela vivenciou na vida e colocou em suas canções, que são sucesso até hoje. 

 

Neste monólogo musical Carol faz uma homenagem a Janis, interpretando as histórias permeadas por suas canções como Cry Baby, Little Girl Blue, Kozmic Blues, Maybe, Me and Bobby McGee, Piece of my Heart, Mover Over, Mercedez Benz, Tell Mama e Try (Just a Little Bit Harder).  

Sobre Janis Joplin

Janis Joplin cresceu no Texas ouvindo músicos de blues e cantando no coro local. Fez de sua voz a sua caracterísitca mais marcante, tornando-se um dos ícones do rock psicodélico e dos anos 60. Todavia, problemas com drogas e álcool encurtaram sua carreira. Morta em 1970, aos 27 anos, de uma overdose de heroína possivelmente combinada com os efeitos do álcool, Janis cultivou uma atitude rebelde e se vestia como os poetas da geração beat.

 

O sucesso veio depois de suas apresentações no Festival Pop de Monterey em 1967, quando se transformou numa estrela. Mais. Provou que branco podia cantar blues. Também exibiu outro tipo de beleza e sensualidde, que nada tinham a ver com as mocinhas bem-comportadas. Enquanto cantava, virava a cabeça como se estivesse chicoteando com os próprios cabelos. O público se apaixonou por ela e Janis, mais do que uma cantora, se transformava no símbolo feminino do rock.

 

Seu quarto e último álbum Pearl foi lançado seis meses após sua morte e alcançou o primeiro lugar nas paradas com Me and Bobby McGee. E o sucesso continuou. Janis Joplin passou à condição de mito. 

 

Solitária no meio da multidão, frustrada no auge do sucesso, Janis Joplin, a menina do Texas, não conseguiu sobreviver às pressões da vida. Mas sua fulminante trajetória bastou para trazer para o rock, definitivamente, a emoção do blues sem meias palavras, a sensualidade explícita, a tristeza cortante. E a sensação de que viver é correr todos os riscos. 

 

Sinopse

Janis é um monólogo musical que evoca a emblemática figura da cantora norte-americana Janis Joplin, falecida em 1970, aos 27 anos. Em cena, a atriz Carol Fazu, dirigida por Sergio Módena, numa dramaturgia original de Diogo Liberano, se apresenta numa trama que combina as canções mais icônicas de Joplin, fatos de sua biografia e o encontro com o público presente. Nesse encontro, temas como a fama e o sucesso, família, liberdade, o amor e a solidão, abrem uma reflexão sobre o ser humano, o seu estar no mundo e a importância de ser quem se é.

Carol Fazu

Carol estudou música na Escola de Música de Brasília e depois teatro (Tablado) e cinema e TV (Artcênicas), no Rio de Janeiro, onde fez cinema, novelas, séries e teatro. Na TV fez as novelas Insensato Coração, Escrito nas Estrelas e Viver a Vida, a minissérie A Téia, e os seriados Cilada, A Grande Família, Tapas e Beijos, Lolô e Tavinho e Sangue Bom, na TV Globo, e Por isso Sou Vingativa e Uma Rua Sem Vergonha, no Multishow.

No teatro seus últimos espetáculos foram Mulheres de Caio, peça baseada em quatro histórias do escritor Caio Fernando Abreu, com direção de Delson Antunes, e Anônimas, com direção de Roberto Naar. No cinema trabalhou com os diretores Lula Buarque de Hollanda (O Vendedor de Passados), Breno Silveira (Gonzaga, de Pai para Filho) e Flávio Tambellini (Malu de Bicicleta).

Carol se interessa também pela escrita; estudou roteiro com os globais Márcio Trigo e Celso Taddei, é autora do curta Oito, da peça Ainda não Terminei de Gostar de Você (coautora com Marcélli Oliveira, roteirista do Zorra), e é integrante do núcleo de criação para audiovisual da FM Produções. Em 2014, realizou seu primeiro trabalho internacional, a série Revê Sans Faim, uma coprodução França/Costa do Marfim.

Sergio Módena

É bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp é também formado pela École Philipe Gaulier, em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes como diretor são: Os Vilões de Shakespeare, de Steven Berkoff, Bossa Nova em Concerto, pocket musical com roteiro dele e de Rodrigo Faour, Esse Vazio, de Juan Pablo Gomez, Como Me Tornei Estúpido, adaptação da obra de Martin Page feita por Pedro Kosovski, O Último Lutador, de Marcos Nauer e Tereza Frota, Ricardo III, de William Shakespeare, A Arte da Comédia, de Eduardo De Filippo, Politicamente Incorretos, Forró Miudinho, Bossa Novinha – A festa do pijama e Sambinha, musicais de Ana Velloso; A Revista do Ano – O Olimpo Carioca, de Tânia Brandão, As Mimosas da Praça Tiradentes, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche e o show Paletó de Lamê – Os Grandes Sucessos (dos outros).

Adaptou o conto O Soldadinho e Chumbo, de H. C. Andersen para o espetáculo O Soldadinho e a Bailarina, em parceria com Gustavo Wabner, com Luana Piovani e direção de Gabriel Villela. É sócio fundador da Trupe Fabulosa Produções Artísticas, em parceria com os atores Gustavo Wabner e Érika Riba.

Seus últimos trabalhos receberam mais de trinta indicações e treze prêmios nas principais premiações do Rio de Janeiro: Ricardo III (Cesgranrio, Shell, APTR, FITA e APCA-SP), A Arte da Comédia (Cesgranrio, Shell, FITA e APCA-SP) e os musicais Sambinha e Bossa novinha (prêmios Zilka Salaberry e CEBTIJ). Em 2016 ganhou o prêmio CBTIJ de melhor direção por “Forró Miudinho” (o musical saiu vencedor também em mais cinco categorias, incluindo espetáculo, texto, coletivo de atores e coreografia).

Diogo Liberano

Graduado em Artes Cênicas – Direção Teatral e Mestre em Performance e Teatro pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É professor da Faculdade CAL de Artes Cênicas, dramaturgo-coordenador do Núcleo de Dramaturgia SESI Rio de Janeiro e diretor artístico e de produção da companhia carioca Teatro Inominável, junto a qual assina a curadoria e a direção artística da Mostra Hífen de Pesquisa-Cena, Mostra Bienal de Artes da Cena, desde 2012.

Como dramaturgo, dentre quase 30 peças escritas e encenadas, destacam-se: Sinfonia Sonho (2011) do Teatro Inominável, Maravilhoso (2013) com direção de Inez Viana, LaborAtorial (2013) em comemoração aos 25 anos da Cia dos Atores, com direção de Cesar Augusto e Simon Will, O Narrador do Teatro Inominável, Inquérito (2015), dramaturgia que integra o espetáculo Real – Uma Revista Política do grupo Espanca! de Belo Horizonte/MG, e Os Sonhadores (2016) dirigida por Vinicius Arneiro. Como diretor, dentre 20 peças encenadas, destacam-se Sinfonia Sonho (2011), Vermelho Amargo (2013), de Bartolomeu Campos de Queirós, Uma Vida Boa (2014), de Rafael Primot, O Narrador (2015), A Santa Joana dos Matadouros (2015) com Marina Vianna, e O Leão no Aquário (2017) com a Minha Nossa Cia de Teatro de Curitiba/PR.

Por seu trabalho foi indicado aos principais prêmios de teatro do Rio de Janeiro: Prêmio Shell (em 2015, pela dramaturgia de O Narrador e, em 2016, pela de Os Sonhadores), Cesgranrio (em 2015, pela dramaturgia de O Narrador e pela direção de A Santa Joana dos Matadouros, junto com Marina Vianna e, em 2016, pela dramaturgia de Os Sonhadores), APTR (em 2013, pela dramaturgia de Maravilhoso) e Questão de Crítica (em 2012, pela direção de Sinfonia Sonho e pela curadoria e direção artística da Mostra Hífen de Pesquisa-Cena).

Ficha Técnica

Idealização e interpretação: Carol Fazu

Dramaturgia: Diogo Liberano

Direção geral: Sergio Módena

Direção musical: Ricco Viana

Cenografia e figurinos: Marcelo Marques

Iluminação: Fernanda Mantovani & Tiago Mantovani

Banda: Marcelo Muller (baixo), Arthur Martau (guitarra), Eduardo Rorato (bateria), Gilson Freitas (saxofone) e Antônio Van Ahn (teclado)

Programação visual: Cacau Gondomar e Bruno Sanches

Direção de produção: Alice Cavalcante e Ana Velloso

Produção executiva: Alice Cavalcante, Ana Velloso e Vera Novello

Produção e Realização: Sábios Projetos e Lúdico Produções

Serviço

Espetáculo: “Janis” – monólogo musical com Carol Fazu

Dramaturgia: Diogo Liberano

Direção: Sergio Módena

Local: Teatro Oi Futuro Flamengo (Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo/RJ- Tel.: (21) 3131-3060)

Estreia: 25 de maio de 2017, quinta-feira

Temporada: de 26 de maio a 16 de julho de 2017, de quinta a domingo às 20h

Preço:  R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Duração: 80 minutos

Capacidade: 63 lugares

Classificação: 14 anos

Peppa Pig Playground no Recreio Shopping

Os fãs da porquinha mais querida do mundo infantil terão uma grande surpresa a partir do dia 18 de maio no Recreio Shopping, quando será inaugurado o playground indoor da Peppa Pig. O evento trará uma experiência exclusiva para as famílias da região divertirem seus filhos com brincadeiras lúdicas. O Peppa Pig Playground ficará em cartaz até o dia 18 de junho.

Localizado na Praça de Eventos (1º piso), o espaço terá 102 m² de área, com decoração e temática desenvolvida para estimular a coordenação motora e a interação com outras crianças e objetos. Serão duas áreas separadas, onde os pequenos viverão momentos únicos no mundo da Peppa.

Na primeira parte do evento, um portal de arco-íris abre as portas para a brincadeira, além de um gigantesco balão com a personagem Miss Rabit e da tradicional e querida casa da Peppa, que antecedem muita animação. Com capacidade para 30 crianças, será cobrado ingresso de R$ 15 para a brincadeira no grande playground. No espaço, um labirinto com tubos coloridos, túneis, escorregadores de vários tamanhos e um enorme tobogã serão o foco da diversão dos pequenos, que ainda terão uma piscina com 40 mil bolinhas para muitas aventuras durante a visita.

A segunda área terá visitação gratuita e a criançada poderá curtir e tirar muitas fotos de lembrança na cenografia construída com toques do premiado desenho animado, com um trem com bonecos da família da Peppa em fibra e balanços em formato de patos para os pequenos. Uma área para desenhos e uma cama elástica completam a diversão.

Encontro com a Peppa Pig

O Recreio Shopping também reservou momentos de muita emoção com a presença oficial da personagem Peppa Pig, que estará na área para abraçar, interagir e tirar fotos com a criançada. As imagens poderão ser feitas pelos responsáveis, com seus próprios celulares ou câmeras. O cronograma prevê que a porquinha receba as visitas entre os dias 1 e 7 de junho. De segunda a quinta-feira, os encontros serão das 17h às 20 horas, e de sexta-feira a domingo, das 14h às 20h.

Parceria BRMALLS e Peppa Pig

A BRMALLS, maior empresa de shoppings do país e administradora do Recreio Shopping, assinou no início de 2015 uma parceria de licenciamento da personagem Peppa Pig em shoppings brasileiros. Serão dois formatos de projetos, inspirados na série do desenho animado, que percorrerão diversos shoppings da rede em todo território nacional, confirmando o compromisso da empresa de se tornar a melhor opção em entretenimento da indústria de shopping centers no Brasil.

SERVIÇO

Peppa Pig Playground no Recreio Shopping

De 18/05 a 18/06

Horário de funcionamento: segunda a sexta, das 14h às 22h; sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 13h às 21h

Evento com parte paga e parte gratuita

Valor do ingresso para área paga: R$ 15 (por 15 minutos)

Thammy Miranda estreia no teatro a comédia “T.R.A.N.S. – Terapia de relacionamentos amorosos neuróticos sexuais” na 5ª Mostra de Teatro Tiradentes em Cena – MG

Conhecido do grande público do grande público por assumir sua nova identidade de gênero, Thammy Miranda, ao lado da namorada Andressa Ferreira, fará a estreia nacional do espetáculo T.R.A.N.S – Terapia de Relacionamentos Amorosos Neuróticos Sexuais no dia 26 de maio durante a 5ª Mostra de Teatro Tiradentes em Cena. Com entrada FRANCA, a estreia acontece às 19h no SESI Tiradentes – Centro Cultural Yves Alves.

Com texto de Carlos Verahnnay, que também dirige e atua, T.R.A.N.S. retrata de forma leve e engraçada a história antagônica de um casal de classe média do Rio de Janeiro. A montagem reúne humor, sexo, filosofia e assuntos atuais numa trama envolvente, retratando a história do casal Rafael e Jéssica, que vê sua crise no relacionamento se acentuar com a chegada do filósofo Gustavo, trazendo muitos segredos consigo.

Em cena, Rafael (Thammy Miranda) surfista filhinho de papai, que não estuda, não trabalha, só pensa em curtir a vida, malhando e fazendo muito sexo, é convencido por Jéssica (Andressa Ferreira), estudante de Psicologia, a procurar uma analista para tentar entender melhor esse universo em que se encontra. Porém a terapia parece não fazer efeito, pois Rafael, como em tudo na sua vida, acaba não levando para sua analista os problemas que realmente afetam o seu relacionamento com Jéssica. A crise entre o casal se acentua com a chegada do amigo Gustavo (Carlos Verahnnay) que, sem querer, através de citações filosóficas, faz com que Jéssica se encante por ele.

“O ritmo das cenas terão a agilidade que nossa vida cotidiana de hoje está demandando, desta forma o espetáculo deixa “o seu recado”, de forma leve, bem humorada, deixando algumas mensagens que hoje em dia ainda discutimos de forma efusiva. O que poderia ser normal, no século XXI, infelizmente ainda não é, por esse motivo resolvi levantar em T.R.A.N.S essas questões, para que através da arte continuemos os debates desses assuntos. Artisticamente este espetáculo vem para, se não mudar, criar um rebuliço na cena carioca de 2017.” Carlos Verahnnay – autor, diretor e ator da peça.

A 5ª Mostra de Teatro Tiradentes em Cena acontece de 19 a 27 de maio, na cidade mineira de Tiradentes celebrando, nesta edição, a diversidade e a tolerância como temas. Duas grandes figuras do cenário teatral nacional: Amir Haddad e Tizumba serão os homenageados durante a Mostra que, ao longo de nove dias, apresentará mais de 20 espetáculos, além de rodas de conversas com convidados da área cultural, exposições, oficinas e lançamentos de livro.

Ao abordar a temática da tolerância, e consequentemente da diversidade, a mostra trará à cena as questões de identidade de gênero e orientação sexual, temas que têm despertado a curiosidade do público e muito discutido atualmente no país.

– A diversidade, a tolerância, a diferença, são questões que dão margem para inúmeras discussões, sejam sexuais, religiosas, sexistas ou de raça. Fizemos uma curadoria que abrangesse ao máximo os temas e que gerasse uma reflexão no público. Acredito que esta seja uma das funções da arte – Conta a idealizadora do Tiradentes em Cena, Aline Garcia.

Confira toda a programação através do site www.tiradentesemcena.com.br

PROGRAMAÇÃO SUJEITA A ALTERAÇÃO.

SINOPSE SUGERIA

“T.R.A.N.S. – Terapia de Relacionamentos Amorosos Neuróticos Sexuais” reúne humor, sexo, filosofia e assuntos atuais numa trama envolvente, retratando a história do casal Rafael e Jéssica, que vê sua crise no relacionamento se acentuar com a chegada do filósofo Gustavo, trazendo muitos segredos consigo.

FICHA TÉCNICA

Texto e direção: Carlos Verahnnay

Elenco: Thammy Miranda, Andressa Ferreira e Carlos Verahnnay

Direção de movimento: Maria Pia

Cenografia: José Dias

Figurino: Ingrid Pedroza

Iluminação: Patrícia Ferraz

Trilha sonora: Paulo Téspis

Fotografia: Helmut Hossmann

Projeto gráfico: Paulo Téspis

Assistente de produção: Bia Niz e Fernando Oliveira

Direção de produção: Carlos Verahnnay

Assessoria de imprensa: Minas de Ideias

Agência de publicidade: Fermento Mídias e Alternativas

SERVIÇO

Estreia NACIONAL: 26 de maio

Local: SESI Tiradentes – Centro Cultural Yves Alves

Endereço: R. Direita, 168 – Centro, Tiradentes – MG – Telefone: (32) 3355-1604

Horário: 19h

Duração: 75 min.

Classificação: 16 anos

Preço: GRATUITO

Gênero: Comédia

“Jongo Mamulengo” no Teatro Ipanema

Numa celebração à cultura brasileira, com foco em três patrimônios imateriais do país, o Coletivo Bonobando apresenta seu primeiro infantojuvenil: o espetáculo Jongo Mamulengo, parceria com o Jongo da Serrinha e o Cordão do Boitatá, que estreia dia 27 de maio, no Teatro Ipanema, com direção de Adriana Schneider. Na montagem, o jongo, o samba e o mamulengo (teatro de bonecos popular de Pernambuco) são os protagonistas da história contada por atores, músicos e os bonecos confeccionados pelo especialmente pelo Mestre Zé Lopes, mamulengueiro pernambucano. No mesmo teatro, o coletivo, formado por jovens de territórios populares do Rio, vai apresentar o seu já bem-sucedido espetáculo adulto, Cidade Correria. Elogiada por crítica e público, a montagem apresenta uma cidade caótica, com cenas que transbordam urgências cotidianas, contradições, alegrias, delírios, feridas e potências.

O Coletivo Bonobando surgiu em 2014 a partir de uma residência artística realizada na Arena Carioca Dicró, na Penha e, em 2016, iniciou uma parceria artística com o Jongo da Serrinha (ONG que há 50 anos desenvolve trabalhos artísticos e culturais no Morro da Serrinha). O infantojuvenil Jongo Mamulengo nasceu a partir desse encontro cultural e se propõe a contar, de maneira lúdica e poética, a história do jongo e do samba no contexto do Morro da Serrinha, com mamulengos que representam importantes figuras históricas como Vovó Maria Joana, Mestre Darcy, Silas de Oliveira, Mano Décio, Aniceto do Império, Tia Ciata, Clara Nunes, Dona Ivone Lara, Tia Maria do Jongo e Princesa Isabel.

O processo envolveu um intercâmbio dos jovens artistas do coletivo com o mamulengueiro Zé Lopes, da Zona da Mata de Pernambuco, também responsável pelos mais de 20 bonecos que estão no espetáculo. No palco, integrantes do Jongo da Serrinha e do Cordão do Boitatá também estarão em cena tocando e dançando.

A história de “Jongo Mamulengo” também passa pelo surgimento das primeiras favelas e Escolas de Samba da cidade e pela forte presença de personagens femininos no fortalecimento do jongo e do samba – mulheres como Dona Ivone Lara, Tia Ciata, Vovó Maria Joana e Tia Maria do Jongo. “O Jongo Mamulengo é um casamento perfeito entre todos esses grupos e artistas”, celebra Adriana Schneider, que trabalhou no processo de registro do mamulengo como patrimônio imaterial do país. A gente criou os bonecos inspirados em pessoas que são fundamentais na trajetória do jongo e do Império Serrano. Temos o boneco do Mestre Darcy (que dedicou a sua vida à manutenção e à divulgação do jongo), por exemplo, que é quem vai funcionar como apresentador da peça e costumar as histórias que são contadas no quintal da Vovó Maria Joana, mãe dele”, acrescenta a diretora.

Sobre o Bonobado

O Coletivo Bonobando é um projeto pioneiro na cidade, com uma metodologia baseada na interlocução entre os saberes locais e acadêmicos. Formado pelas relações em rede, o grupo, que conta com 10 atores entre 20 e 29 anos, trabalha para a construção do conhecimento compartilhado e, através da arte, abordar questões contundentes do Brasil contemporâneo, redimensionando as fronteiras entre estética e política. Criado em 2014, o coletivo foi o primeiro a surgir a partir de uma residência artística em uma das arenas municipais, a Arena Carioca Dicró, na Penha.

Sobre o Jongo da Serrinha

O Grupo Cultural Jongo da Serrinha é uma organização social criada no bairro de Madureira, Zona Norte do Rio, que promove ações integradas entre cultura, arte, memória, desenvolvimento social, trabalho e renda. Há 13 anos se tornou oficialmente uma Associação Sem Fins Lucrativos e vem atuando em parceria com o poder público, privado e instituições internacionais para a promoção do jongo como patrimônio imaterial do Sudeste e seus desdobramentos sociais para desenvolvimento humano. Nasceu no fim dos anos 60, a partir da preocupação do Mestre Darcy da Vovó Maria, com a extinção do jongo na cidade do Rio. Os moradores do Morro da Serrinha, em Madureira, começam a ensinar crianças, artistas e universitários a praticar o jongo e inovando em termos musicais introduzindo harmonia em seus arranjos.

Sobre o Cordão do Boitatá

Criado em 1996, o Cordão do Boitatá tem como referência a diversidade cultural da música e das festas populares brasileiras. Boitatá é uma palavra de origem tupi-guarani, que significa cobra de fogo. O grupo teve um papel essencial na retomada e na revitalização do Carnaval de rua da cidade. Desde 1997, o bloco circula pelas ruas do Rio Antigo, proporcionando uma acústica perfeita, já que o percurso é realizado sem caixas de som. Ao longo dos anos, a festa se adaptou ao crescente número de foliões, recriando seu formato e prevendo maneiras de tornar a folia criativa artisticamente e responsável socialmente. O Carnaval do Cordão do Boitatá é dividido em dois momentos: o pré-carnaval com um cortejo e o tradicional Baile Multicultural do Cordão do Boitatá, em palco na Praça XV, no domingo Momo.

 

 

 

Ficha Técnica:

Dramaturgia e texto: Coletivo Bonobando

Com: Karla Suarez, Lívia Laso, Marcelo Magano, Patrick Sonata e Thiago Rosa

Músicos: Anderson Vilmar, Cristiane Cotrim, Lazir Sinval, Luisa Marmello, Luiz Flavio Tournillon Alcofra, Ricardo Cotrim e Thiago Queiroz

Direção e metodologia de dramaturgia: Adriana Schneider

Colaboração: Lucas Oradovschi

Bonecos: Mestre Zé Lopes, Adrianna Trivelato e Thiago Rosa

Direção musical: Lazir Sinval, Luisa Marmello e Ricardo Cotrim

Figurino, cenário e adereços: Adrianna Trivelato

Concepção do projeto: Dyonne Boy

Iluminação: Lelê Santiago e Lucas Oradovschi

Produção: Karla Suarez

Assistência de produção: Damiana Alves

Produção executiva: Dyonne Boy e Marcelo de Brito

Comunicação: Hugo Bernardo, Karla Suarez, Lívia Laso e Marcelo Magano

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida

Artes: Alcinoo Giandinoto

Realização: Jongo da Serrinha, Coletivo Bonobando, Grupo Pedras de Teatro e Cordão do Boitatá

Serviço:

Teatro Ipanema: Rua Prudente de Moraes, 824, Ipanema

Telefone: 2267-3750

Temporada: de 27 de maio a 25 de junho

Dias e horários: sábados e domingos, às 16h

Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Lotação do teatro: 192 pessoas

Duração: 50 minutos

Classificação indicativa: livre

Cine Pedal Brasil, no Parque das Figueiras

Maio, 2017 – Rio de Janeiro recebe a 2ª edição do Cine Pedal Brasil. O evento ocupa o espaço Parque das Figueiras na Lagoa Rodrigo de Freitas, com a exibição de filmes projetados a partir da energia gerada por meio de bicicletas pedaladas pelo público participante. O Cine Pedal Brasil começou no Rio de Janeiro em 2016, passou por Florianópolis, Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Goiânia e agora volta ao Rio de Janeiro nos dias 27 e 28 de maio.

Para participar pedalando e gerando energia, os interessados devem se inscrever no local, no estande de credenciamento de voluntários ou através do site do evento: www.cinepedalbrasil.com.br. Para animar o público, além da exibição dos filmes e dos diálogos com especialistas, o evento conta com um baile ao ar livre, embalado por um DJ convidado, além de food bikes. O Circuito é um programa pra toda a família e opção de lazer para quem vai de bicicleta ou não.

A 2ª edição carioca do Cine Pedal Brasil conta com a programação da Babilônia Feira Hype – edição especial de Dia dos Namorados, com Revival do Drivin Lagoa no Parque das Figueiras e no Palco Hype, Pocket Show da Banda “A Coisa Toda”.

 

A Babilônia Feira Hype após ter inaugurado o novo parque na Lagoa em dezembro, promove sempre mensalmente suas edições no Parque das Figueiras levando os melhores novos talentos da economia criativa carioca e o charme da Feira Hype, oferecendo um uso inteligente do parque com um programa para fazer em família, com atividades e atrações culturais.  

“Ter o Cine Pedal vem somar forças a nossa ideia de oferecer um programa plural com atividades culturais variadas a cada edição da Babilônia Feira Hype, e ainda vem de encontro ao nosso compromisso de promover uso inteligente ao Parque das Figueiras agregando valor cultural e dando ao público cada vez mais opções de lazer e cultura a cada edição mensal da Babilônia Feira Hype”, observa Fernando Molinari, curador da Babilônia Feira Hype.

“A união com o Cine Pedal no Parque das Figueiras nos leva a um delicioso revival do Cine Drive-in da Lagoa que durante anos ocorreu no mesmo local. Nada mais hype que promover estes tipos de resgates culturais de uso de áreas urbanas”, comemora Robert Guimarães, diretor da Babilônia Feira Hype.

O Cine Pedal Brasil transcende o entretenimento e promove uma experiência única de coletividade. Idealizado pela produtora Inffinito e apresentado pela Raízen, o festival circulou em sua primeira edição por várias capitais brasileiras com uma proposta de inovação aliada à tecnologia.

A iniciativa une a inovação à promoção da cultura, além do estímulo à saúde e ao esporte em um só projeto. “Estamos a um passo de vivenciar mais uma inovação no cinema! Acreditamos na utilização do audiovisual como ferramenta de transformação e conscientização. Por meio dessa tecnologia inovadora, queremos difundir o conhecimento sobre as energias renováveis. A proposta de uma mostra de filmes onde toda a energia utilizada é gerada a partir de bicicletas é inédita. O conceito do projeto abre caminho para novas formas de pensar a produção e geração de energia limpa”, explica Adriana L. Dutra, diretora do evento.

A Inffinito, que trabalha há 22 anos com o setor audiovisual no Brasil e exterior lançou em 2016 o Cine Pedal Brasil, um braço de atuação que utiliza o audiovisual como fomento e promoção de ações em prol do meio ambiente. “A proposta do evento é chamar a atenção, por meio de uma ação criativa, para as questões ambientais e como ideias inovadoras podem afetar diretamente a vida do cidadão. Queremos propor o pensamento e uma nova maneira de enxergar a vida”, conclui Adriana.

Como participar

Para participar pedalando e gerando energia, os interessados devem se inscrever no local, no estande de credenciamento de voluntários ou através do site do evento: www.cinepedalbrasil.com.br. Os inscritos recebem diplomas e brindes de participação.

Como funciona

A infraestrutura do Cine Pedal Brasil conta com 10 bicicletas fixas e 10 bases onde o público poderá encaixar suas próprias bikes, de qualquer modelo, desde infantis até adultos. O festival também disponibiliza um pedal manual que pode ser utilizado por cadeirantes, crianças e idosos. Ao serem pedaladas, as bicicletas produzirão a energia motriz*, que será recebida por um equipamento condensador responsável por alinhar toda a energia gerada e que, em seguida, a redistribuirá para o projetor e para os equipamentos de som e iluminação utilizados no evento.

Os participantes precisam gerar no mínimo 1300 watts para o cine funcionar. No local haverá um sinalizador exibindo em tempo real quantos watts estão sendo gerados. A energia produzida pelos participantes voluntários também poderá ser utilizada no carregamento de dispositivos eletrônicos do público presente.

*Energia motriz – energia mecânica gerada por meio de movimentos contínuos.

Sobre Diálogos Com o Público

Além da exibição dos filmes, o Cine Pedal Brasil promove Diálogos com o público sobre as temáticas levantadas nos filmes exibidos. Mediados por Paula Dutra, os debates terão como temas: “inovação em geração de energia” e “meio ambiente e sustentabilidade x educação”.

Sobre os filmes exibidos:

Dia 27 de maio:

O CASAMENTO DE ROMEU E JULIETA, de Bruno Barreto

Sinopse: Alfredo Baragatti (Luís Gustavo) é um advogado descendente de italianos e palmeirense roxo. Alfredo criou sua filha Julieta (Luana Piovani) para ser apaixonada pelo time. Ela acabou se tornando a centroavante do time de futebol de salão feminino do Palmeiras e se apaixona por Romeu (Marco Ricca), oftalmologista e corintiano roxo. Em nome do amor, Romeu aceita se passar por palmeirense, o que gera desconfiança na família – o seu filho Zilinho (Leonardo Miggiorin) e a avó Nenzica (Berta Zemmel), ambos corintianos fanáticos.

Ficha técnica:

Gênero: Comédia

Direção: Bruno Barreto

Roteiro: Bruno Barreto, Jandira Martini, Marcos Caruso

Elenco: Cybele Jácome, Leonardo Miggiorin, Luana Piovani, Luís Gustavo, Marco Ricca, Marina Person, Martha Mellinger, Mel Lisboa, Rafael Golombek

Produção: Paula Barreto

Fotografia: Adriano Goldman

Trilha Sonora: Guto Graça Mello

Duração: 93 min.

 

https://www.youtube.com/watch?v=_iTcWTbIakg&t=54s

 

 

Dia 28 de maio:

PINÓQUIO, de Anna Justice

Sinopse: Quando um pedaço de madeira cai nas mãos do pobre e velho fabricante de brinquedos Gepeto, ele esculpe um fantoche e o chama de Pinóquio. De repente este boneco ganha vida, para a alegria de Gepeto. Mas Pinóquio é cheio de caprichos e ideias e, em pouco tempo, já estará vivendo loucas aventuras que vão lhe ensinar o que é certo e errado na vida.

Ficha técnica:

Título Original: Pinocchio
Direção: Anna Justice
Ano: 2013
País: Alemanha
Duração: 96 min
Classificação: 8 anos

https://youtu.be/WihegP3tRHc

Sobre a Inffinito

Fundada em 1995 por Adriana L. Dutra, Cláudia Dutra e Viviane B. Spinelli, a Inffinito é referência no Brasil e exterior por sua atuação na realização de Festivais de cinema, de eventos culturais e na produção audiovisual. A Inffinito tem como missão utilizar o audiovisual como ferramenta e plataforma de prospecção de negócios, capacitação profissional e transformação social. Há 22 anos no mercado, a Inffinito idealiza e produz o Circuito Inffinito de Festivais, exclusivamente brasileiro no exterior, eventos com caráter mercadológico, além da produção de curtas, médias e longas-metragens, séries para TV, sempre com o objetivo de utilizar o conteúdo brasileiro para contribuir para enriquecimento do pensamento coletivo.

http://www.inffinito.com/

http://cinepedalbrasil.com.br/

 

 

 

Sobre a Raízen

A Raízen se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 24 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,1 bilhões de litros de etanol por ano, 4,5 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25,2 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.

A Raízen acredita que a cultura, o esporte e a educação são a energia que move a sociedade, contribuindo para a geração de um futuro melhor. Comprometida com o fomento de iniciativas socioeducativas, todos os anos a empresa apoia projetos por meio das marcas Raízen e Shell, que é marca licenciada da companhia no Brasil.

SERVIÇO

Cine Pedal Brasil

Dias e horários: 27 e 28 de maio

Local: Parque das Figueiras – Av. Borges de Medeiros, 1426 – Lagoa, Rio de Janeiro – ao lado do Lagoon e da Babilônia Feira Hype

Local do evento

“Cidade Correria” no Teatro Ipanema

Em cena aberta. Jovens atores da periferia compuseram uma arena política. Muito mais do que política: lírica raivosa idem. De enfrentamento coletivo. Chegam tomando nossos pulsos nervosos. Grave o nome do grupo: Bonobando.” (Marcelino Freire, escritor).

 

“Um projeto incrível resultado da junção de residência artística, formação, criação, produção, apresentação e circulação pela cidade.” (Luiz Felipe Reis, jornalista de cultura do jornal O Globo)

 

“Ser plateia deste espetáculo é entrar de um jeito e não ter ideia do que está por vir. Atropelado por carros e cafifas. Banhado por sangue e suor. Coberto de porrada e poesia.”  (George Luis Prata,  ator)

Formado por jovens de territórios populares do Rio, o Coletivo Bonobando chamou a atenção de público e crítica no ano passado com a apresentação do contundente Cidade Correria, espetáculo de criação coletiva e direção de Adriana Schneider e Lucas Oradovschi, que volta ao cartaz, dia 17 de maio, para curta temporada no Teatro Ipanema, ação financiada por pessoas físicas através de projeto de benfeitoria. Com apresentações lotadas, a montagem apresenta uma cidade caótica, com cenas que transbordam urgências cotidianas, contradições, alegrias, delírios, feridas e potências. No mesmo teatro, o grupo estreia seu primeiro espetáculo infantojuvenil, em parceria com o Jongo da Serrinha e o Cordão do Boitatá: Jongo Mamulengo, que fica em cartaz de 27 de maio a 25 de junho, levando ao público um trabalho que une samba, jongo e bonecos feitos especialmente pelo Mestre Zé Lopes, mamulengueiro pernambucano.

O Coletivo Bonobando surgiu em 2014 a partir de uma residência artística realizada na Arena Carioca Dicró, na Penha. ‘Cidade correria’ é fruto de trabalho coletivo, inspirado em imagens, filmes, situações cotidianas, histórias de vida dos atores e contos literários de Mia Couto, João do Rio, entre outros. O processo envolveu intensa formação, com treinamento diário com máscaras balinesas, ministrado por Lucas Oradovschi, que recebeu visitas de Ana Achcar, Fabianna de Mello e Sousa e Luiz André Alvim. O coletivo também fez oficinas, realizadas especialmente para o grupo, de palhaço, de bufão, de ator-narrador e de jogos teatrais com João Carlos Artigos, Sergio Machado, Julio Adrião e Juliana Jardim.

O espetáculo circulou por todas as Arenas Cariocas em 2015 e realizou uma temporada de sucesso no Espaço Sérgio Porto no ano passado. “O espetáculo procura retratar como é viver na cidade na perspectiva dos jovens da periferia. A gente fala muito de extermínio da população pobre, sobre as fronteiras invisíveis que exitem nas ruas, as políticas higienistas. Criamos uma cidade inventada, que não tem nome, mas poderia ser o Rio de Janeiro”, explica o diretor Lucas Oradovschi. “Não nos interessa ser uma companhia de um só lugar. O Bonobando é um coletivo que se desloca pela cidade. Somos um grupo diverso, de experiências múltiplas. Queremos problematizar a cidade como um todo”, completa a diretora Adriana Schneider.

A direção artística e preparação dos atores (10 jovens entre 20 e 29 anos) foram realizadas por Adriana Schneider, Lucas Oradovschi, Ricardo Cotrim, Mariana Mordente e Cátia Costa. Parte do processo envolveu o artista Thiago Florencio que conduziu uma experiência a partir de seu trabalho sobre objetos em deriva etnográfica e suas relações com espaços marcados por feridas coloniais. Este trabalho resultou em performances e instalações realizadas na favela da Vila Cruzeiro.

Sobre o Bonobado

O Coletivo Bonobando é um projeto pioneiro na cidade, com uma metodologia baseada na interlocução entre os saberes locais e acadêmicos. Formado pelas relações em rede, o grupo, que conta com 10 atores entre 20 e 29 anos, trabalha para a construção do conhecimento compartilhado e, através da arte, abordar questões contundentes do Brasil contemporâneo, redimensionando as fronteiras entre estética e política. Criado em 2014, o coletivo foi o primeiro a surgir a partir de uma residência artística em uma das arenas municipais, a Arena Carioca Dicró, na Penha.

Sinopse

 

‘Cidade correria’ é fruto de trabalho radicalmente coletivo, inspirado em imagens, filmes, situações cotidianas, histórias de vida e contos literários. O espetáculo não é uma história, é uma invasão, um transbordamento de nossas urgências cotidianas, nossas contradições, alegrias, delírios, feridas e potências. Uma cidade inventada, em deriva, que poderia ser a nossa cidade, ou qualquer cidade. Sejam bem-vindos à cidade caos, cidade contradição, cidade maravilhosa, cidade impedida, cidade carnaval, cidade invenção, cidade revolução. Cidade Correria.

 

Ficha Técnica:

Concepção e dramaturgia: Coletivo Bonobando

Direção: Adriana Schneider e Lucas Oradovschi

Com: Daniela Joyce, Hugo Bernardo, Igor da Silva, Jardila Baptista, Karla Suarez, Livia Laso, Marcelo Magano, Patrick Sonata, Thiago Rosa, Vanessa Rocha. Atriz substituta: Camila Krishna.

Metodologia de dramaturgia: Adriana Schneider

Direção de movimento: Cátia Costa e Mariana Mordente

Direção musical e trilha original: Ricardo Cotrim

Funk “Xô sai pra lá”: Marcelo Magano e Ricardo Cotrim

Direção de arte: Fabiana Mimura

Iluminação: Nina Balbi

Preparação corporal: Cátia Costa

Treinamento de máscaras balinesas: Lucas Oradovschi

Assistência de arte: Filipe Duarte

Direção de produção: Karla Suarez

Produção executiva: Marcelo de Brito

Comunicação: Karla Suarez e Marcelo Magano

Textos da pesquisa: O bebê de tarlatana rosa, de João do Rio; A última chuva do prisioneiro, de Mia Couto; O duelo entre a criança que diz sim e a cidade que diz não, de Thiago Rosa; Banzeiro, de Ricardo Cotrim; Cidade Correria 1, de Thiago Florencio; Cidade Correria 2, de Daniel Guimarães.

 

Serviço

Teatro Ipanema: Rua Prudente de Moraes, 824, Ipanema

Telefone: 2267-3750

Temporada: de 17 de maio a 22 de junho

Dias e horários: quartas e quintas, às 20h

Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Lotação do teatro: 192 pessoas

Duração: 1 hora

Classificação indicativa: 12 anos