Websérie “Rádio Acordar o Tempo”

A websérie musical Rádio Acordar o Tempo, estrelada pela atriz e cantora Luísa Vianna, estreia dia 12 de junho no canal do Sesc Rio no Youtubee segue disponível gratuitamente até o dia 12 de setembroCom criação, direção e roteiro dos poetas cariocas Caio Riscado e Maria Isabel Iorio, a websérie de cinco episódios acompanha as transmissões do programa Rádio Acordar o Tempo, conduzido pela carismática personagem Ernúbia, da sala de sua casa, onde está isolada desde o início da pandemia.

Criado inicialmente para o teatro, o texto ganhou novo formato e foi adaptado especialmente para o Sesc de modo a alcançar seu público em meio à crise sanitária do Covid-19. Trata-se de um lembrete de esperança, conduzido com delicadeza, humor e emoção: “Nossa intenção é prestar uma homenagem às nossas avós, bisavós, mães e madrinhas, parte expressiva e querida do público de teatro que se viu afastada das plateias nos últimos tempos”, afirma Caio. “Ao mesmo tempo”, completa, “Rádio Acordar o Tempo se vale de uma plataforma on-line e converte sua personagem da terceira idade em uma Youtuber, pronta para se comunicar com todas as gerações”.

Ernúbia fala de amor e solidão, interpretando canções da Era de Ouro do rádio brasileiro, como Linda Flor e Que será, de Dalva de Oliveira, e Meu Mundo Caiu, de Maysa.

“A personagem é uma alegoria, um encontro de idades num corpo vivo, querendo continuar. Uma afirmação de que, a qualquer tempo, é hora de estar viva, perto do que nos emociona. A personagem reúne seus pensamentos para dividir suas tardes com seus ouvintes, falando das coisas menos importantes, das coisas que valem ser divididas. É a festa da memória. Sem nostalgia. O tempo é acordado para ser feito agora. Na coragem de tentar estar junto mesmo quando se vive sozinha. Ernúbia faz da sua vida um teatro, dedicado a um público que sonha”, afirma Maria Isabel.

Sinopse:

Ernúbia não pode sair de casa devido a uma crise mundial. Para fugir da tristeza, ela inventa seu próprio programa de rádio transmitido da sala de sua casa. Com isso, ela divide com seus ouvintes seus pensamentos sobre a vida e suas canções favoritas, da Era de Ouro do rádio brasileiro. Ela compartilha um pedacinho do seu coração em cada um dos cinco episódios da websérie original Rádio Acordar o Tempo. Assim, Ernúbia reencontra o mundo a partir da interação com interfaces tecnológicas e, para sua surpresa, se descobre cheia de vida em uma sociedade doente.

 Serviço:

Rádio Acordar o Tempo

Quando: 12 de junho a 12 de setembro

Onde: https://www.youtube.com/portalsescrio

Sesc RJ – YouTubeCom 21 unidades no estado, somos referência nas áreas de Cultura, Educação Social, Saúde, Esporte, Lazer e Turismo. Nossa missão é promover atividades que contribuam para a qualidade de …www.youtube.com

Horário: 24 horas

Faixa etária: 12 anos

Valor: gratuito

Ficha Técnica:

Elenco: Luísa Vianna

Idealização, direção e roteiro: Caio Riscado e Maria Isabel Iorio

Direção de fotografia: André Hawk

Direção musical e arranjos originais: Guilherme Borges 

Direção de arte, cenário e figurino: Julia Deccache

Still, Backstage, Gifs e Ensaio Fotográfico: Bléia Campos

Voz em off e canções: Luísa Vianna

 Edição de som e mixagem: Mari Blue

Edição e montagem: Carinna Arantes 

Finalização e correção de cor: Tuany Rocha

Técnica de Som: Yasmin Lima

Direção de produção: Luísa Vianna

Produção de set: Maíra Garrido 

CAIO RISCADO – diretor, idealizador e roteirista

É professor substituto do curso de Direção Teatral da UFRJ, pós-doutorando em Artes da Cena pelo PPGAC da UFRJ, artista pesquisador, diretor e performer. É membro fundador de MIÚDA, núcleo de pesquisa continuada em artes, e autor das publicações: UMA BICHA (Pipoca Press, 2018) e Com as costas cheias de futuro (Urutau, 2020).

MARIA ISABEL IORIO – diretora, idealizadora e roteirista

Vive e trabalha no Rio de Janeiro. É poeta e artista visual. Publicou “Em que pensaria quando estivesse fugindo” (Urutau, 2016) e “AOS OUTROS SÓ ATIRO O MEU CORPO” (Urutau, 2019). Participa com poemas na antologia “As 29 poetas hoje” (Companhia das Letras, 2021), entre outras.

LUÍSA VIANNA – atriz

É atriz, cantora, produtora e jornalista formada pela UFF. Seu último trabalho no teatro foi O Pescador e a Estrela, no CCBB –RJ, com direção de Karen Acioly. Em 2019, produziu e atuou em sua primeira peça independente, Fonte Ovejuna, com sua companhia Fricta Cia. Esteve no elenco de “Bibi – Um Vida em Musical”, direção Tadeu Aguiar.

João Bosco em live dia 12

Dia dos Namorados vai ser pra lá de romântico! Isso porque o cantor e compositor João Bosco – que está há muito tempo afastado dos palcos por causa da pandemia – vai fazer um show especial no Teatro Rival Refit, com transmissão pelo canal do teatro no YouTube, aberta para todo mundo, justamente no dia 12 de junho.

João Bosco escolheu para sua volta aos palcos a casa que há décadas faz parte de sua história. E selecionou um repertório repleto de sucessos românticos para cantar num formato intimista, acompanhado apenas por seu violão acústico. Vai ser lindo! E solidário também! Artista e teatro se unem em prol da campanha Salve Produção, e toda a doação arrecadada irá para os profissionais que produzem cultura para todos. 

SERVIÇO : 12/06, sábado, às 19h30

DOAÇÃO:

Doação amiga a partir – R$17,50 ( DEZESSETE REAIS  

E CINQUENTA CENTAVOS )

Teatro Rival Refit 

https://www.youtube.com/channel/UCJhwBwkonCUAsd4MYNrbwQQ

LINK: https://www.sympla.com.br/joao-bosco—transmissao-ao-vivo—teatro-rival-refit-abrindo-portas-apresenta__1212318

‘MACACO – Relatório a uma academia’

‘MACACO – Relatório a uma Academia’ é uma adaptação do diretor Beto Brown, a partir do conto de Franz Kafka, “Relatório a uma academia”, publicado em seu primeiro livro, em 1917, e interpretada pelo ator Eduardo Andrade. 

O espetáculo com 50 minutos de duração, gravado no Teatro Gláucio Gill,celebra 25 anos de parceria entre o ator e diretor. Criado como montagem teatral, passou a ser pensado como audiovisual, buscando com a nova linguagem, a intensidade do encontro presencial. 

Franz Kafka é um dos nomes importantes na literatura moderna, autor de, entre outros, ‘Metamorfose’ e ‘O Processo’. Mesmo passados cem anos, Kafka escreveu uma história, moderna, contemporânea, com ficção e ironia.

O ator Eduardo Andrade, que levará essa adaptação para a cena, carrega uma vivência de mais de trinta anos como palhaço. Eduardo é ator, cenógrafo, artista plástico e palhaço profissional desde 1988. Membro da primeira formação da Intrépida Trupe e do grupo Irmãos Brothers, ficou conhecido como o palhaço Dudu. Além de formado em Desenho Industrial pela UERJ e mestre e doutor em design pela PUC do Rio de Janeiro, onde atualmente é pesquisador.

“Essa fábula genial e intrigante: publicada em 1917, é hoje revista e montada num cenário caótico e pandêmico, onde a sobrevivência está cada vez mais relacionada a nossa capacidade de adaptação aos novos tempos” explica Eduardo.

O texto conta a história de um macaco que é capturado na África, no começo do século passado, e levado para Hamburgo, a fim de ser exibido num zoológico. Durante sua viagem, dentro de uma pequena jaula num navio a vapor, percebe que, pela primeira vez em sua vida, não tem saída e morrerá se não encontrar uma. Observando os marujos do navio consegue desenhar e construir uma virada que o transformará totalmente. Através de muito esforço consegue uma façanha de que não se tem notícia de outro caso parecido: chega à formação média de um europeu intelectual. 

O diretor Beto Brown contextualiza: “Eu já trabalho com Dudu há 25 anos. Essa peça é então a comemoração bodas de prata da parceria que iniciamos no primeiro espetáculo dos Irmãos Brothers, que eu dirigi. Dudu foi um dos fundadores dos Brothers. Li o conto e resolvi conta-lo com minhas palavras, sem fugir da história original, que foi aos poucos se entranhando em mim e avançando sob meus dedos no teclado e revelando aspectos interessantíssimos e ultra atuais.”

O macaco se viu sem saída e sem saber o que pensar, não pensou, não planejou. Apenas se acalmou o quanto pode e observou o máximo possível. E qual um sapien, sem saber, acumulou e organizou observações e pensamentos. Virou outra coisa jamais antes desejada ou sonhada por ele, que provavelmente nem sabia o que era sonhar. Mas ele foi além. Chegou onde precisava e até mais longe. Uma transição muito bem sucedida”.

“O projeto, que antes se tratava de uma montagem teatral, sofreu mudanças pela pandemia e passou a ser pensado como um produto audiovisual. Esse desafio mobilizou novas formas de pensar e de buscar saídas que mantivessem, nessa nova linguagem, a intensidade do texto presencial”, arremata Eduardo.

 Ficha Técnica –

Texto: Franz Kafka

Adaptação e direção: Beto Brown

Atuação: Eduardo Andrade

Iluminação: Djalma Amaral

Cenário e Figurino: Teca Fichinski

Trilha Sonora: Marcos Kuzka

Direção e preparação corporal: Tatiana France

Visagismo/maquiagem: Rose Verçosa

Direção de produção e Produção executiva: Rosane Cartier – Lumen Produções

Programação visual/Designer: Danielle Martins

Direção de imagens e vídeo: Alonso Martinez

Administração financeira: Marcela Sá – Lumen Produções

Assessoria de imprensa: Luiz Menna Barreto (21) 99872-5534

Assessoria em Redes Sociais: Flavia Brasil

Assistente de direção: Tatiana France

Assistente de figurino: Bella Cardoso

Assistente de maquiagem: Flavia Brasil

Contrarregra: João Elias

Operação de Som: Marcos Paulo do Couto Valle

Assistente e operação de luz: Jorge Raibott

Câmeras: Ulysses Elmer da Costa Moraes e Maurício Cardoso

Fotografia: Alonso Martinez

Montagem:  Sidney da Silva Corrêa e Jorge Raibott

Costureira: Francisca Lima Gomes

Intérprete de Libras: Juliete Viana

Administração Arte5 Produções: Joana Damazio

Realização: Arte Cinco Produções – www.arte5.com.br

A Arte Cinco é uma empresa voltada a arte, educação e cultura.
Criada em 1997 por Eduardo Andrade, atua há mais de vinte anos em diferentes frentes da produção artística. Na área de teatro destaque para os espetáculos:

2012 – Espetáculo Contagem Progressiva (Prêmio Funarte Caixa Carequinha de Estímulo ao Circo).
O projeto O Palhaço Cientista, em parceria com a Secretaria de Cultura de Santo Antônio do Monte/MG, compreendendo 03 etapas: Espetáculo Clowne o Palhaço Cientista; Oficina e divulgação da Cartilha de Educação Ambiental; e Exposição.

2013 – Realização e produção do espetáculo O Esquecimento Global, com o Palhaço Dudu, no Teatro Dulcina.

2003 a 2014 – Agenciamento dos shows do Palhaço Dudu em eventos como: evento anual Fiocruz Para Você; Projeto Conexões Itinerantes SESC Rio.

Realização de 06 apresentações do espetáculo teatral “Dudu, o Palhaço Cientista em O Esquecimento Global”, para o projeto Teatro Escola do SESC em diversas unidades do estado do Rio, o mesmo espetáculo foi contemplado com o edital Circuito SESI Cultural, apresentando-se em 8 unidades.

Nos últimos anos apresentamos duas parcerias, voltadas para a educação, com a PUC-Rio. Uma dentro do programa de pós-graduação em Design no qual confeccionamos bonecos Toy Art com o tema Bate Bolas para o 8° Congresso Internacional de Diseño, na Universidad Iberoamericana Ciudad de México.

2019 – Em parceria com o NEAM, no projeto do almanaque “Tamo Junto Rocinha”.

Original Franz Kafka

Com Eduardo Andrade

Direção e adaptação Beto Brown

temporada gratuita no Canal Dudu Arte5 do youtube

Estreia dia 26 (quarta-feira) às 20h.

Apresentações dos dias 26 a 30 de maio/2021, (de quarta a domingo), às 17h e 20h.

Às 17h. sempre com tradução em libras. 

Link 1min.  https://youtu.be/JNnKx-mzvlI 

E mais:

DEBATE GRATUITO Online – Dia 27 (quinta-feira às 20:50h) – intitulado “A PEÇA E O PERSONAGEM” com convidados após o espetáculo. O debate é composto pelo diretor Beto Brown, o ator Eduardo Andrade e os convidados são Evelin Dizitzer (psicóloga) e César Augusto (ator e diretor).

OFICINA GRATUITA Online – Dia 30 (domingo às 16h.) intitulada MONÓLOGOS A PARTIR DE TEXTOS LITERÁRIOS, com o diretor Beto Brown. A inspiração para essa oficina foi a sua pratica na montagem do espetáculo. Beto ministrará um workshop online, voltado para atores e atrizes, que constitui de conversa e pratica sobre monólogos a partir de literatura.

Luis Lobianco atua e dirige “Macbeth 2020”

O filme-teatro Macbeth 2020, com Luis Lobianco e atores convidados da Cia Buraco Show, caminha pela via da comicidade com objetivo de prestar uma homenagem ao teatro e a quem o faz acontecer. Lobianco interpreta 7 personagens arquetípicos da classe teatral. Figuras reconhecíveis do ambiente teatral que relatam suas vivências e infortúnios ocorridos em montagens passadas de Macbeth, em uma espécie de documentário tendencioso e sensacionalista. A estreia será no dia 26 de março.

O projeto nasce da necessidade de ocupação dos espaços teatrais durante a pandemia de Covid-19. Com a impossibilidade de promover aglomerações, os trabalhadores da cultura tiveram na Lei Aldir Blanc a oportunidade de estar em ação e garantir renda emergencial às suas famílias. A via mais natural para contar a história, foi incorporar a linguagem audiovisual.

Macbeth 2020 é um filme-teatro que usa das novas tecnologias para chegar ao público, mas não abre mão de acontecer sob a luz do universal e atemporal teatro de William Shakespeare.

O que instiga especificamente em Macbeth é o fato de a peça ter sido escrita também em um período de quarentena. Para muitos, o caráter sombrio do texto se dá pelo medo da peste bubônica que assolava a Europa nos primeiros anos do século XVII. Desde então, a história tem fama de ser maldita por uma série de infortúnios ocorridos aos que ousaram transformá-la em espetáculo.

– Nosso interesse não é correr esse risco secular com mais uma montagem clássica, mas sim investigar quem são esses trabalhadores do teatro que sofrem as consequências da temida maldição da peça escocesa –, comenta Luis Lobianco. – Criamos uma cartela de personagens a partir das histórias reais de experiências trágicas com temporadas de Macbeth desde a época de Shakespeare.

“Macbeth 2020” ficará disponível gratuitamente, 24 horas por dia, de 26 de março até 30 de maio, na plataforma digital YouTube com acesso exclusivo pelo link http://www.sympla.com.br/macbeth2020.

Personagens arquetípicos da classe teatral

Nesse filme-teatro, Luis Lobianco, que é também idealizador e diretor geral do projeto, interpreta 7 personagens arquetípicos da classe teatral. Figuras reconhecíveis do ambiente teatral que relatam suas vivências em uma espécie de documentário tendencioso e sensacionalista. As referências são os extintos programas de TV dos anos 1980 e 1990 que levavam às últimas consequências temas relacionados ao submundo da madrugada. Os personagens interpretados por Lobianco são:
– Hélio de Gales, apresentador do programa documental. Fala em tom jornalístico e sombrio.
– Little John, ator inglês do teatro elisabetano. Tinha notoriedade por interpretar com maestria personagens femininas num período em que mulheres eram impedidas de atuar.
– Rejane Galdán, diretora de teatro contemporâneo. Sua companhia explora a fisicalidade e o corpo como linguagem principal.
– Melchiades Veronese, ator carioca da geração do Posto 9 e Teatro Ipanema. Conhecido por ser um dos criadores de  uma conhecida Cia da Zona Sul do Rio que fez barulho nos anos 80 “Pancada de Molière Não Dói”.
– Carlo Strazzer, ator paulista pouco expressivo integrante de extintas companhias que montavam clássicos. Sempre viveu à sombra do seu companheiro, Guti Fraga. Esse sim era uma grande estrela, mas interpretar Macbeth o fez enlouquecer e hoje vive sob cuidados de Carlo.
– Brigitte Fausta, atriz portuguesa, grande dama do teatro. Sempre brilhou em palcos lusitanos e brasileiros. Conhecida por uma interpretação definitiva de Lady Macbeth. Depois disso, só foi escalada para personagens mais velhas e, por isso, abandonou o palcos. Abriu uma pousada em Casimiro de Abreu RJ, de onde sai só pra receber homenagens.
– Su Weismann, performer radicado em Nova Iorque. Leva suas performances e ideias muito a sério. Vaidoso, caótico e cosmopolita.
A obra caminha pela via da comicidade, com participação especial de atores da Cia Buraco Show, além de uma primorosa direção de arte

A partir desses personagens acontecem duas narrativas paralelas ao que Lobianco chama de “documentário Macbeth”. Os depoimentos são mesclados a imagens de arquivo onde eles estão em cena executando a peça em si. Os realizadores não abriram mão de que essas cenas obedecessem à cronologia em 5 atos da obra.
Em um momento tão delicado para artistas e público, não soou conveniente aprofundar o aspecto trágico do texto. A obra caminha pela via da comicidade com objetivo de prestar uma homenagem ao teatro e a quem o faz acontecer.
– Como não precisamos de mais tragédia, achamos uma via cômica onde interpreto 7 figuras típicas do ambiente teatral, contando em um documentário infortúnios que acometeram suas vidas enquanto tentavam realizar a obra. O filme Macbeth 2020 é teatro que busca abrigo no audiovisual pra chegar no público. Lá, estou com meus parceiros de palco e equipe prestando homenagem aos trabalhadores da cultura sob a luz atemporal de Willian Shakespeare –, conclui Luis Lobianco.
A peça-filme-documentário tem parceria com o Teatro Poeira, a TV Zero e a Cia Buraco Show, da qual Lobianco foi um dos fundadores, em 2012. Sidnei Oliveira, também do coletivo, assina a direção de arte e é responsável por dar ao filme uma ambiência teatral. Adereços e caracterização são rigorosamente artesanais, confeccionados em material de papelaria. Outros atores do grupo também estão presentes em participações especiais e encorporam as bruxas que amaldiçoam a vida do rei.
A respeito da direção de arte, Sidnei Oliveira comenta que “viajar nessa aventura de Macbeth no formato ‘repórter investigativo’ nos levou a considerer o papel como um material signo para os documentos de uma história e de uma época. A obra de Shakespeare talvez não chegasse em nossas mãos se não fosse o papel. Linha condutora da arte do projeto, ele aparece como forma de escultura se misturando aos outros materiais como o empapelamento, as dobraduras e as texturas vão tomando forma de adereços, perucas, objetos, móveis.”
O projeto Macbeth 2020 foi contemplado pelo edital Retomada Cultural RJ, da Secretaria de Estado de Cultura e produzido por Claudia Marques, sócia-diretora da Fábrica de Eventos.
Ficha técnica

Atuação: Luis LobiancoDireção Geral e Idealização: Luis LobiancoDireção de Produção: Claudia MarquesRoteiro: Rafael Souza-RibeiroDireção de Áudio Visual: Thiago SacramentoDireção de Arte: Sidnei OliveiraDireção Musical e Trilha Original: Lucio ZandonadiDireção de Ator: Tatiana TibúrcioAtores Convidados: Letícia Guimaraes, Simone Mazzer, Pedroca Monteiro e Sidnei Oliveira – Cia Buraco ShowAssistente de Direção: Anax AltamirandaProdução Executiva: Rogerio GarciaAssessoria de Imprensa: Ney MottaProgramação Visual e Artes Gráficas: Rafael PaschoalFotos de Still: Anax AltamirandaFotos: Pablo HenriquesParceria: Teatro Poeira, TV Zero e Cia Buraco ShowRealização: Fábrica de Eventos
Serviço

Macbeth 2020Estreia dia 26 de março de 2021.O espetáculo ficará disponível gratuitamente, 24 horas por dia, até 30 de maio, na plataforma digital YouTube com acesso exclusivo pelo link http://www.sympla.com.br/macbeth2020.Classificação Indicativa: 12 anosDuração: 40 minutos (aproximadamente)

O Meu Sangue Ferve Por Você – Nas Telas

Embalado por clássicos do cancioneiro brega, como “Alma Gêmea”, “Sandra Rosa Madalena”, “Garçom”, “Escrito nas Estrelas”, “Você Não Vale Nada, Mas Eu Gosto De Você” e “Evidências”, o espirituoso espetáculo O Meu Sangue Ferve Por Você volta ao cartaz, agora em temporada online, de 26 de fevereiro a 21 de março, com sessões gratuitas de sexta a domingo, às 20h.

Sucesso de público e crítica há mais de 10 anos, o musical estava em cartaz em março do ano passado e teve sua temporada interrompida devido à pandemia. Com roteiro de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Tony Lucchesi, a comédia lotou os teatros por onde passou, ao contar a história de um quadrilátero amoroso que vive intensamente as alegrias e as dores do amor. Nas apresentações atuais, será exibida uma gravação do espetáculo feita no teatro, com opção de assistir também com audiodescrição e intérprete de libras. A nova temporada contará com lives com os atores, oficina sobre criação de projetos culturais e masterclass de humor. O projeto O Meu Sangue Ferve Por Você – Nas Telas tem patrocínio do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

Em cena, os atores Ana Baird, Cristiana Pompeo, Pedro Henrique Lopes e Victor Maia dão vida a quatro personagens: a mocinha virgem, o canalha, a mulher da vida e o bom moço rejeitado, que cantam as alegrias e dores de viver um amor intensamente. Com o espírito das grandes chanchadas, a trama acompanha a inocente Creuza Paula e o cafajeste Elivandro, que vivem uma relação tranquila até a chegada do ex-namorado da moça, Fernando Sidnelson, que vai se meter na vida do casal. A amante de Elivandro, Sandra Rosa Madalena, completa o quarteto que vai passar por momentos românticos, desentendimentos e reconciliações. Uma mistura que faz o público torcer pelo canalha, ter raiva da mocinha e chorar de rir do início ao fim.

O repertório foi atualizado pelo autor Pedro Henrique Lopes e pelo diretor Diego Morais, que incluíram outras canções consagradas de décadas passadas e músicas mais atuais. “A gente tentava brincar só com as músicas do passado, mas as pessoas não se cansam de sofrer por amor e cantar sobre isso, então tivemos que atualizar o roteiro. E tem coisa mais brega e mais atual que dor de cotovelo?”, questiona Pedro.

A temporada contará também com duas “lives” com o elenco nas redes sociais do espetáculo, lembrando casos irreverentes dos 10 anos de história com o espetáculo; a Masterclass “A atriz e o humor”, com Ana Baird, que terá duração de 2 horas (80 vagas); e a Oficina de Criação de Projetos Culturais, com Pedro Henrique Lopes, com duração de 6 horas, em 2 dias (40 vagas).

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

Ficha técnica:

Texto: Pedro Henrique Lopes

Narrações: Cristiana Pompeo

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Tony Lucchesi

Elenco: Ana Baird (Sandra Rosa Madalena), Cristiana Pompeo (Creuza Paula), Pedro Henrique Lopes (Elivandro) e Victor Maia (Fernando Sidnelson).

Design de Luz: Pedro Henrique Lopes eLúcio Bragança Junior

Design de Som: Leonardo Carneiro e Bernardo Nadal

Cenário: Clivia Cohen

Figurinos: Clivia Cohen,Ana Baird e Cristiana Pompeo

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção e Realização: ENTRE Entretenimento

Patrocínio: Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

Serviço:

O Meu Sangue Ferve por Você – Nas Telas

Temporada: de 26 de fevereiro a 21 de março

Dias e horários: Sexta a domingo, às 20h

Ingressos: gratuitos, com retirada pelo Sympla: https://www.sympla.com.br/omeusangueferveporvoce

Duração: 75 minutos

Classificação: Livre

Lives: dias 25/02 e 18/03, às 20h no Instagram @omeusangueferveporvocee

Masterclass: “A atriz e o humor”, com Ana Baird (80 vagas): dia 28/03, 15h às 17h. Inscrições pelo link www.omeusangueferveporvoce.com.br

Oficina: Criação de Projetos Culturais, com Pedro Henrique Lopes (40 vagas): dias 23 e 25 de março, às 18h. Inscrições pelo link www.omeusangueferveporvoce.com.br

Exposição Francisco Coculilo: a repetição e a reinvenção da paisagem carioca, na Galeria Evandro Carneiro Arte

Baía da Guanabara com Pão de Açúcar.jpg

A Galeria Evandro Carneiro Arte, na Gávea, de 26 de setembro a 20 de outubro a EXPOSIÇÃO FRANCISCO COCULILO: A REPETIÇÃO E A REINVENÇÃO DA PAISAGEM CARIOCA. Filho de europeus, mas carioca de nascença, o artista residiu boa parte de sua vida em Niterói. Sua paixão pela Cidade Maravilhosa é observada em todo o acervo exposto. Das 47 telas que serão exibidas, 43 retratam a Baía da Guanabara, contempladas entre as décadas de 1930 a 1950,  a partir da terra de Araribóia. A curadoria é de Evandro Carneiro. Destacam-se as pinturas da Baía da Guanabara com o Corcovado e o Pão de Açúcar ao fundo, bem como os crepúsculos avermelhados sobre a topografia carioca.

A mostra será aberta ao público SEM VERNISSAGE devido à pandemia, durante o horário de visitação da galeria, de segunda a sábado, das 10h às 19h.

O shopping Gávea Trade Center está funcionando com obrigatoriedade do uso de máscaras e fornece álcool em gel e medição de temperatura para quem entra. Não há necessidade de agendar a visita, pois o espaço é grande e sem aglomerações.

Sobre o artista:

FRANCISCO COCULILO: A REPETIÇÃO E A REINVENÇÃO DA PAISAGEM CARIOCA

Francisco Coculilo nasceu no Rio de Janeiro em 13 de fevereiro de 1893. Filho de europeus, seus pais haviam chegado ao Brasil com os primeiros imigrantes que aportaram aqui desde a proclamação da República, quatro anos antes. Escolheu o Rio de Janeiro para residência fixa, mas a Revolta da Armada, no fim daquele ano, fez com que o pequenino Francesco, antes de completar um ano, se mudasse para o outro lado da baía. Junto com o endereço, o artista mudou também seu nome: do original italiano Francesco Coculichi, passou a ser conhecido como Francisco Coculilo.

Foi aluno do pintor catalão Luis Graner Y Arrufi no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro, quando o mesmo esteve por aqui entre viagens à América do Sul, de 1927 a 1929. Granner teve em Coculilo seu único pupilo brasileiro e ambos se dedicaram principalmente à paisagem de valor iconográfico.

Adulto, o artista fixou residência em Niterói, na Vila Pereira Carneiro 24, na Ponta da Areia, local que sempre foi um dos principais pontos escolhidos por artistas plásticos. Sylvio Pinto, Pancetti e Aluízio Valle foram apenas alguns dos nomes que eternizaram aquela humilde vila de operários, mas que possui o charme peculiar de uma das vistas mais bonitas do planeta.

Coculilo se notabilizou entre os anos 1930 e 50 por retratar a paisagem iconográfica do Rio de Janeiro, a partir Niterói. É provável que ninguém tenha apreciado mais essa vista do que ele que a pintou exaustivamente. A repetição paisagística na obra de Francisco Coculilo é uma característica típica e parte de uma experiência sensorial com os elementos da composição. Quando a percebemos quase obsessivamente em seus quadros, nem sempre atentamos para o fato de que o pintor buscava uma equação entre os elementos da pintura para descobrir o produto real diante de apenas uma constante: a Baía de Guanabara. Estudando-a sob as diversas variações luminosas, descobria as várias possibilidades que um mesmo espaço pode conter e fornecer ao artista. Não a mesma paisagem, mas sempre uma outra perspectiva do natural. Afinal, quando a natureza é transferida para um suporte, está sofrendo uma transformação em sua essência. Na representação não há somente aquilo que o pintor vê, mas coexiste nessa percepção uma interferência que transfere ao objeto a transvaloração de si mesmo. Nesta intenção, o olhar do pintor se renova e aperfeiçoa o que mira, limpando a topografia daquilo que julga ser incorreções, tornando mais belo o cenário em que repousa.

Esta volta do olhar sobre os mesmos motivos pode parecer monótona ao espectador viciado na velocidade moderna e representa o retorno constante do pintor ao mesmo cenário em dias e horas diferentes, tal qual a experiência monetiana com a catedral de Rouen. Coculilo retrata uma paisagem onde o homem está apenas insinuado na pintura, através da cidade que cintila à distância, dos pequenos barcos pousados como nuvens sobre a superfície da baía. O artista soma ao conjunto de elementos observados uma harmonia que insistia em buscar e, ao repeti-la continuadas vezes, é como se integrasse a natureza a uma sinfonia que não cansa aos ouvidos, servindo de música ambiente aos temas que desenvolve, completando a criação daquilo que ela está destituída. Pretensão? Cabe ao espectador formar sua opinião. Verdadeiro? Com a mais absoluta certeza.

Essa exposição contém uma pequena amostra da produção desse surpreendente artista que olhou o Rio como poucos e o pintou como ninguém. Desde as pinceladas criticáveis de Francisco no início dos anos 1920, ao seu amadurecimento artístico, cujo ápice se deu em meados dos anos 1940 e início dos 50, as suas paisagens juntavam no mesmo horizonte elementos topográficos impossíveis de conviver em uma mesma vista.

Já maduro, Coculilo vendia suas telas em frente ao Copacabana Palace, no auge da efervescência turística e do glamour que o bairro representava para o imaginário mundial nos anos 1950. Graças a isso, grande parte de sua obra correu o mundo pelas mãos de milhares de turistas anônimos que visitaram a Cidade Maravilhosa no pós-guerra. Até hoje é comum encontrar suas paisagens na Europa e nos Estados Unidos, tendo essa origem algumas das peças dessa coleção.

O acervo exposto foi sendo adquirido cuidadosamente desde o ano de 2005 e, ironicamente, o fator que mais chamou a atenção para o início desse colecionismo não foi estético ou pictórico, mas sim antropológico: o olhar curioso do artista quanto à recriação da paisagem, o viés “cenográfico” de Coculilo que, assim como os cenários das produções cinematográficas da era de ouro do cinema, criou uma realidade modificada e aperfeiçoada em seus quadros, como um pano de fundo no qual nenhum detalhe que possa diminuir a paisagem deve ser retratado, seus pontos fortes devem ser exaltados e, quando necessário, modificados e acrescidos de um detalhe que valorize a própria criação da natureza.

Hoje, quase 50 anos após sua morte, seu espaço entre os grandes paisagistas brasileiros está marcado, não como o melhor ou como o mais virtuoso, mas, com certeza, como um pintor que foi extremamente honesto com sua pintura, fiel à sua paleta e notoriamente sincero em suas pinceladas. Um pintor que amou o Rio e Niterói, e eternizou a Baia de Guanabara como poucos. Faleceu em 9 de julho de 1971, injustamente esquecido no Instituto de Pneumologia de Niterói, e essa exposição é uma das maneiras de lembrá-lo, apresentando 47 telas do pintor.

Bruno Perpétuo

Setembro de 2020.

Serviço: EXPOSIÇÃO FRANCISCO COCULILO: A REPETIÇÃO E A REINVENÇÃO DA PAISAGEM CARIOCA

Galeria Evandro Carneiro Arte: Rua Marquês de São Vicente, 124 (Shopping Gávea Trade Center). Salas 108 e 109.

De 26 de setembro a 20 de outubro de 2020.

Visitação: de segunda a sábado, das 10h às 19h.

Telefone: (21) 2227.6894

Estacionamento no local.

Site: http://www.evandrocarneiroarte.com.br/

Instagram: @galeriaevandrocarneiro

“o que só passarinho entende” no Teatro Cesgranrio

o que só passarinho entende é um espetáculo teatral da Cia CobaiaCênica de Rio do Sul/SC, onde o ator pernambucano Samuel Paes de Lunaconta a história de uma personagem que vive no Vale do Jequitinhonha, nointerior do estado de Minas Gerais, mesclando com memórias de sua própriahistória em sua terra natal: Limoeiro. O espetáculo apresenta, de maneiralúdica e poética, a singularidade de uma mulher que, apesar de marcada pelasintempéries da vida, carrega a convicção de que o real valor e beleza de suaexistência estão no conhecimento empírico, diretamente ligado à natureza.Baseado no conto Totonha, do livro Contos Negreiros do autor tambémpernambucano Marcelino Freire, e inspirado na obra de Manoel de Barros, otexto de Agatha Duarte questiona os reais valores do ser humano, aquilo querealmente é necessário para estarmos em harmonia onde e com quemvivemos, e faz um contraponto necessário ao comportamento do homemcontemporâneo.A peça ​o que só passarinho entende​, dirigida pelo ator e diretorriosulense Thiago Becker, transpõe para a cena um cotidiano simples,explorando a poesia de uma maneira singela de se viver, sem deixar demergulhar fundo numa realidade que diz respeito a toda sociedade, abordandoquestões como a solidão, o abandono, a seca e o conhecimento popular emcontraponto ao erudito.

A peça estreou em outubro de 2018, encerrando a Feira do Livro de Riodo Sul e contou com a presença dos autores Marcelino Freire e Agatha Duartepara um bate-papo no final.Este trabalho, que já passou pelo 20° Festival Recife do Teatro Nacionalem novembro de 2018, foi selecionado para o Circuito Sesc EmCenaCatarina2019 onde passou por 24 cidades do estado de Santa Catarina de setembro anovembro de 2019.Serviço:Espetáculo: O que só passarinho entendeData: 06 a 29 de marçoDia/Horário: Sexta e Sábado 20h / Domingo 19hLocal: Teatro CesgranrioEndereço: Rua Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido, Rio de Janeiro – RJTel.: (21) 2103-9682Ingressos: R$40,00 / R$20,00

Ficha Técnica:Dramaturgia: Agatha DuarteConto Totonha: Marcelino FreireDireção: Thiago BeckerAtuação: Samuel Paes de LunaCenografia: Thiago BeckerCenotécnico: Edolino Neza SabinoFigurino: Cissa GuerraTrilha: Rodrigo FronzaProdução: Cia Cobaia CênicaDuração: 70 minutosClassificação Indicativa: 10 anosContatos: 21 979616647 / 47 996011115Sinopse:“​Oquesópassarinhoentende”éumespetáculoqueapresentademaneiralúdicaepoéticaasingularidadedeumamulherque,apesardemarcadapelasintempériesdavida,carregaaconvicçãodequeorealvalorebelezadesuaexistência estão no conhecimento empírico, diretamente ligado à natureza.

Samuel Paes de Luna (ator)Samuel Paes de Luna, pernambucano, é ator, bailarino e produtor cultural.Formado na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Pena/RJ, em 2012.Atualmente reside em Rio do Sul, onde participa da Cia Artística Cobaia Cênicade Teatro e trabalha como professor de teatro na Fundação Cultural da cidade.Neste ano de 2019, estreou a contação de histórias Miguel, o cavalivreiro doPaís Sem Nome contra o dragão Ignorâncio na Feira do Livro de Rio do Sul, naqual também lançou o livro A Lenda do Rio Bernunça, ambos de sua autoria epara o público infantil; Em um lugar chamado Lugar Nenhum em parceria entreCobaia Cênica e Grupo Raiz e; a peça Romã. Circulou 24 cidades de SantaCatarina pelo EmCenaCatarina 2019 do SESC com o espetáculo o que sópassarinho entende. Com esse mesmo trabalho participouda mostra de teatro Cena Rio do Sul Embaixo da Ponte; em Pernambuco nosSESC’s LER São Lourenço da Mata e Surubim; Teatro Hermilo Borba Filho noRecife; no Rio de Janeiro SESC’s Quitandinha e Niterói; Teatro SESI Firjan emJacarepaguá; Teatro Armando Costa da Escola Técnica Estadual de TeatroMartins Pena; em 2018 Festival Recife do Teatro Nacional e encerrando aFeira do Livro de Rio do Sul que contou com a participação do autor MarcelinoFreire(SP) e Agatha Duarte(RJ). Com a versão leitura encenada do trabalhocirculou quatro cidades do interior de Pernambuco (Vitória, Bezerros, Goiana,Escada e Bonito), além de diversas apresentações em unidades do InstitutoFederal Catarinense, Biblioteca Nereu Ramos, feiras literárias de PresidenteGetúlio/SC e Pouso Redondo/SC. Participa como ator convidado da Cia deTeatro da Fundação Cultural de Rio do Sul no espetáculo O Auto daCompadecida.

Ministra a contação-oficina Conta pra mim? Por onde a criatividadeescapa baseado no texto A Lenda do Rio Bernunça de sua autoria e oficina deteatro Brincantes. Participou do espetáculo Balé Ralé da Cia Teatro deExtremos/RJ, texto de Marcelino Freire e direção de Fabiano Freitas, queesteve em cartaz no ano de 2018 no SESC Copacabana/RJ e SESCIpiranga/SP. Participou ainda de diversas montagens como Maia – A Lenda daMenina Água (Trupe do Experimento); Cidade das Donzelas (Troupp PasD’Argent); Sopro e Nossos Espaços Vazios (Núcleo de Pesquisa Corporal emDança para Atores); dentre outros. Em cinema, participou dos curtas AquiDentro dirigido por Gabriel Garcia (SC) e da websérie policial Sob Evidênciasdo Coletivo Alô Produção(SC). Também foi elenco do curta Mais Uma Noite, daUFF e Rei de Mim da produtora Melé. Fez parte do elenco da websérie BemAventurados da Fundação Cesgranrio, disponível no canal do youtube. Na TV,participou das novelas Além do Horizonte, Salve Jorge, Velho Chico, A Lei doAmor, Malhação, Rock Story, Segundo Sol e da série Justiça da Rede Globo; ORico e Lázaro, Belaventura e Jesus da Rede Record.Compôs o elenco da 2a Oficina de Atores para TV e Cinema da FundaçãoCesgranrio.

“O Gigante Adamastor” na Mário de Andrade

Baseado no Canto V de Os Lusíadas, de Luiz Vaz de Camões, o espetáculo O Gigante Adamastor reestreia dia 1º de março, domingo, às 11 horas, no auditório da Biblioteca Mário de Andrade, com ingressos gratuitos.  A temporada vai até dia 29 de março. A peça ganhou o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem Premiado , na categoria Melhor Iluminação (Robson Lima), e foi eleita uma das melhores de 2018 pelo Guia da Folha.

A peça conta a história de Pedro e seu irmão caçula Zito, moradores de uma cidade praiana que recebe um circo misterioso. Com a chegada da trupe e o sumiço de Pedro, Zito terá de desvendar grandes mistérios e enfrentar seres mitológicos nesse circo mágico. Em cena, os atores trocam de personagens para contar a história de um gigante que cai de amores por uma delicada ninfa que o rejeita. O sofrimento do grandalhão faz com que ele sopre sobre o mar, gerando ondas enormes no cabo das tormentas onde navios acabam naufragando. A encenação, segundo o diretor Roberto Morettho, não é realista.

Os atores fazem às vezes de narradores, personagens e ainda manipulam bonecos. Os papeis também não são fixos e nem dependem dos gêneros dos intérpretes –  o ator Wilson Saraiva também interpreta mulheres e as atrizes Diane Boda e Samira Pissinatto, homens. “A ideia de criar uma peça a partir do personagem do Gigante Adamastor, da obra de Camões, originalmente foi do Roberto Morettho (diretor) e dos artistas da companhia O Grito”, diz Heloisa Prieto, que assina o texto com os demais membros da cia.

Coxia aberta

 

“A coxia é aberta para que o público veja o que está sendo preparado para as próximas cenas. Longe do naturalismo ou do realismo, a peça encara o teatro como um jogo que vai sendo compartilhado com a plateia”, diz Roberto. A adaptação é do Canto V do livro Os Lusíadas (a maior obra portuguesa de todos os tempos), um poema épico sobre o período das Grandes Navegações. O Gigante Adamastor é uma figura simbólica criada pelo poeta para retratar os perigos e desafios enfrentados pelas embarcações portuguesas quando passavam perto do Cabo das Tormentas (também conhecido como Cabo da Boa Esperança), região localizada no extremo sul do continente africano.

Heloísa Prieto propôs uma sub-narrativa em que dois adolescentes e uma criança vivenciam uma situação parecida com a proposta pelo Canto V de Os Lusíadas. Os figurinos não correspondem ao gênero masculino ou feminino, o que contribui mais para a versatilidade dos artistas em seus diferentes papeis. A trilha sonora, baseada nos versos de Camões, acompanha o clima de todo o espetáculo, escapando do realismo e apostando nas sensações trazidas pelo livro do autor português. “Criamos uma trilha mais psicodélica e onírica”, conclui Roberto.

Críticas –

Nas palavras de Dib Carneiro Neto: “[…]é uma encenação vertiginosa, que não nos dá fôlego, e, ao final, não saímos cansados, saímos querendo mais.” (jornalista, crítico teatral e jurado do Prêmio APCA).

De acordo com Mônica Rodrigues da Costa: “…A música reforça o lirismo e inclui cantos belos, como o do início: O mar é casado/ O mar também tem mulher/ É casado com a areia/ Dá-lhe mil beijos quando quer…

(jornalista, especializada em criança, da Folha de S.Paulo, crítica teatral e jurada do Prêmio APCA)

Sinopse


Zito é irmão caçula de Pedro e o segue pela cidade toda, essa parceria fica em risco com a chegada de um circo misterioso na cidade e o sumiço do irmão mais velho. Para ter seu irmão de volta, Zito terá que desvendar grandes mistérios e enfrentar seres mitológicos nesse circo mágico.

 

Ficha Técnica

 

Direção e Encenação: Roberto Morettho. Dramaturgia: Cia O Grito, Inspirada no original de Heloisa Prieto. Elenco: Diane Boda, Samira Pissinatto e Wilson Saraiva. Direção Musical e Trilha Sonora: Maurício Maas. Assistência de Direção: Wilson Saraiva.  Participação Especial nas Trilhas: Manoela Amaral. Operação de Som: Roberto Morettho. Vozes dos Poemas: Julia Irajá e Matheus Manfrim. Iluminação: Robson Lima. Operação de luz: Tote Justino. Versão Musicada do poema Adamastor: Manoela Amaral. Coordenação de Cenário, Figurinos e Adereços: Telumi Hellen. Assistentes de Cenografia: Angeli Cristie, So Ra Lee e Gabriela Gatti. Oficina de Jogos e Brincadeiras Populares: Mestre Tião Carvalho (Grupo Cupuaçu). Confecção de Livro: Clau Carmo (Cenógrafo/Figurinista Convidado). Confecção de Bonecos das Personagens: Camila Olivetti, Paula Rosa. Assistente de adereços: Larissa Santos. Costura: Salete André Silva. Produção Geral: Wilson Saraiva. Produção Artística: Companhia O Grito. Fotos: Felipe Oliveira.

Serviço

 

O Gigante Adamastor. Reestreia: Dia 1º de março, domingo, às 11 horas. Local: Auditório Rubens Borba de Morais da Biblioteca Mário de Andrade. Rua da Consolação, 94 – República. Tel. (11) 3775-0020. Temporada: De 1º a 29 de março. Horário: Domingo, às 11horas. Ingressos grátis, senhas distribuída uma hora antes do início do espetáculo. Classificação: Livre. (indicada para crianças a partir de 6 anos). Duração: 50 minutos. Acesso para portadores de necessidades especiais. Capacidade: 175 lugares. Informações para a imprensa e fotos: Opera Prima Cultural / (11) 2157-3817 / 98303 18 17 – Com Vitor – info@operaprima.art.br

Dragão7 estreia O Portal Encantado, teatro para bebês, no Teatro das Artes

O Grupo Dragão7 de Teatro estreia no dia 7 de março (sábado, às 11 horas) o espetáculo de bonecos para bebês O Portal Encantado, no Teatro das Artes, com direção de Creuza F Borges.

Com enredo sensorial e lúdico, O Portal Encantado apresenta a criação do universo a partir do átomo e suas combinações, dando origem à matéria. A viagem passa pelo surgimento das estrelas, das galáxias, dos planetas, da Terra, dos continentes, das florestas.

Explorando os efeitos de luzes e de cores, a encenação chega à Floresta Amazônica, trazendo para os pequeninos a exuberância de sua fauna e flora, apresentando-lhes o índio, além de mitos, lendas e seres da Amazônica: o boto, o curupira, o canto do uirapuru, a arara azul e a boiuna (cobra grande).

O roteiro foi desenvolvido conjuntamente por Sérgio Portela, Creuza F Borges e pelas atrizes manipuladoras Mônica Negro e Marisa Mainarte. Às falas coube somente o papel necessário, a exemplo do jogo com sinônimos de palavras ou coisas na língua tupi-guarani. No espetáculo predominam o visual, as sensações e o encantamento dos bonecos, criados por Lucas Luciano.

O Dragão7 de Teatro é uma companhia que atua, desde 1988, tendo em seu repertório várias montagens, adultas e infantis, que já foram apresentadas em palcos nacionais e internacionais. Atualmente, com O Portal Encantado, investe nessa nova linguagem, que vem sendo explorada em vários países: o teatro para bebês de seis meses a quatro anos de idade. Em novembro de 2019, aconteceram quatro sessões muito bem sucedidas no Teatro Sérgio Cardoso, estimulando o grupo a colocar o espetáculo em cartaz.

Ficha TécnicaIdeia original e direção: Creuza F Borges. Assistência de direção e direção de bonecos: Aílton Rosa. Concepção e roteiro: Mônica Negro, Marisa Mainarte, Sérgio Portela, Creuza F Borges. Elenco: Mônica Negro e Marisa Mainarte. Direção de movimento: Júnior Lima. Criação cenográfica: Lucas Luciano e Sérgio Portella. Produção de bonecos e adereços: Direção – Lucas Luciano; equipe – Tetê Ribeiro, Vivian Oliveira, Silas Caria, Sidnei Caria e Aílton Rosa. Design de luz: César Pivetti. Trilha e operação de som: Carlos Henrique. Operação de luz: Sérgio Portella. Fotos: Ailton Rosa. Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicação.

Produção e realização: Dragão7 – Produções Artísticas.

Serviço

Teatro para bebês: O Portal Encantado

Estreia: 7 de março, sábado, às 11h

Temporada: 7 a 28 de março de 2020, sábados, às 11h

Ingresso: R$ 70,00 (meia-entrada: R$ 35,00) – Combo com 4 ingressos: 200,00

Duração: 35 min. Indicação de idade: 6 meses a 5 anos. Capacidade: 144 lugares.

www.dragao7.com.br | Facebook: @GrupoDragao7.

Ingressos online: https://www.sympla.com.br/. Reservas: 11 97012-7966

Teatro das Artes – Shopping Eldorado

Av. Rebouças, 3970 – 3º Piso – Pinheiros. São Paulo/SP

Telefone: (11) 3034-0075. Capacidade: 769 lugares.

http://teatrodasartessp.com.br/

O Meu Sangue Ferve Por Você

Embalado por clássicos do cancioneiro brega, como “Alma Gêmea”, “Sandra Rosa Madalena”, “Garçom”, “Escrito nas Estrelas”,  “Você Não Vale Nada, Mas Eu Gosto De Você” e “Evidências”, o espirituoso espetáculo O Meu Sangue Ferve Por Você faz turnê comemorativa de seus 10 anos de vida, a partir do dia 28 de fevereiro, no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea. Com roteiro de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Tony Lucchesi, a comédia conquistou público e crítica, e lotou os teatros por onde passou, ao contar a história de um quadrilátero amoroso que vive intensamente as alegrias e as dores do amor.

 

Em cena, os atores Ana Baird, Cristiana Pompeo, Pedro Henrique Lopes e Victor Maia (os mesmos da montagem original) dão vida a quatro personagens: a mocinha virgem, o canalha, a mulher da vida e o bom moço rejeitado, que cantam as alegrias e dores de viver um amor intensamente. Com o espírito das grandes chanchadas, a trama acompanha a inocente Creuza Paula e o cafajeste Elivandro, que vivem uma relação tranquila até a chegada do ex-namorado da moça, Fernando Sidnelson, que vai se meter na vida do casal. A amante de Elivandro, Sandra Rosa Madalena, completa o quarteto que vai passar por momentos românticos, desentendimentos e reconciliações. Uma mistura que faz o público torcer pelo canalha, ter raiva da mocinha e chorar de rir do início ao fim.

Na montagem comemorativa, o repertório, que tem acompanhamento de músicos em cena, foi atualizado pelo autor Pedro Henrique Lopes, colocando outros sucessos consagrados e, também, músicas mais atuais. “A gente tentava brincar só com as músicas do passado, mas as pessoas não se cansam de sofrer por amor e cantar sobre isso, então tivemos que atualizar o roteiro. E tem coisa mais brega e mais atual que dor de cotovelo?”, questiona.

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

TIJOLINHO:

O Meu Sangue Ferve por Você. Comédia Musical. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Tony Lucchesi. Com Ana Baird, Cristiana Pompeo, Pedro Henrique Lopes e Victor Maia. A história de um quarteto amoroso é contada a partir de clássicos do cancioneiro brega (1h20) Teatro Clara Nunes. Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Gávea – Rio de Janeiro – RJ. Tel.: (21) 2274-9696. 6ª e sáb., às 21h, e Dom., às 20h. Sextas: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada) | Sábados e Domingos: R$ 80 e R$ 40 (meia-entrada). Livre. Capacidade: 743 lugares. De 28/02 a 22/03.

Ficha técnica:

 

Texto: Pedro Henrique Lopes

Narrações: Cristiana Pompeo

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Tony Lucchesi

Elenco: Ana Baird (Sandra Rosa Madalena), Cristiana Pompeo (Creuza Paula), Pedro Henrique Lopes (Elivandro) e Victor Maia (Fernando Sidnelson).

Design de Luz: Pedro Henrique Lopes e Lúcio Bragança Junior

Design de Som: Leonardo Carneiro e Bernardo Nadal

Cenário: Clivia Cohen

Figurinos: Clivia Cohen, Ana Baird e Cristiana Pompeo

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção e Realização: ENTRE Entretenimento

Serviço:

O Meu Sangue Ferve por Você

Temporada: de 28 de fevereiro a 22 de março

Teatro Clara Nunes: Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Shopping da Gávea – Rio de Janeiro – RJ.

Telefone: (21) 2274-9696

Dias e horários: Sextas e sábados, 21h; domingos, 20h

Ingressos: Sextas: R$ 80 e R$ 40 (meia-entrada) | Sábados e Domingos: R$ 100 e R$ 50 (meia-entrada)

Lotação: 743 pessoas

Duração: 80 minutos

Classificação: Livre

Funcionamento da Bilheteria: Todos os dias, de 13h às 21h.

Roda do Lampra no Espaço Jockey

Artista que já se apresentou ao lado de ninguém menos que Amy Winehouse e fez parcerias de sucesso com Mart’nália, Rodrigo Lampreia está de volta com a Roda do Lampra, abrindo o carnaval 2020. No dia 21 de fevereiro, sexta-feira, Lampreia levará para o Espaço Joquey, na Gávea, toda a animação e energia características das suas performances, com repertório eclético que inclui clássicos do samba, da MPB, do pop, do sertanejo e do axé, fechando com versões dos funks mais queridos, em ritmo de pagode. É verão, é carnaval, é para ninguém ficar parado e cantar junto.

Para a noite fechar a noite com astral ainda mais elevado, a edição especial da Roda do Lampra se uniu ao baile do DJ João Brasil, responsável por hits como “Michael Douglas (#NuncaMaisEuVouDormir)”, cujo vídeo já ultrapassa 15 milhões de visualizações no YouTube. O DJ já se apresentou para mais de 2 milhões de pessoas no réveillon da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, e foi o responsável pela trilha sonora da queima de fogos por três anos consecutivos deste, que é o maior réveillon do mundo.

Cantor e compositor, Rodrigo Lampreia se lançou em carreira solo em 2014, depois de ter rodado o Brasil com o projeto “Benditos”, ao lado do parceiro Beto Landau, com quem fundou o bloco Samba de Santa Clara. Já em carreira independente, Lampreia lotou festas no Rio e São Paulo com o seu ‘Sambinha”, festa com roda de samba comandada por ele, além ter feito shows em eventos por cidades como São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Maceió, Natal, Teresina, entre outros.

Em 2015, estreou sua discografia com o single “Lá vai um selfie” em parceria com Gabriel Moura e, logo depois, lançou “Saudade”(Rodrigo Lampreia), que confirmou seu talento como compositor. No fim de 2016, assinou contrato com a gravadora Sony Music para lançar seu primeiro EP, e em janeiro de 2019, também pela Sony Music, lançou “RL Ao vivo no mato”, com regravações modernas de pagodes românticos e músicas inéditas. O sucesso do álbum o inspirou a criar a sua nova roda de samba, a Roda do Lampra, que já realizou mais de 10 edições esgotadas entre Rio e São Paulo.

Para a nova edição, Lampreia vai interpretar clássicos do pagode romântico dos anos 90 como “Essa tal liberdade”(SPC), hits do pagode atual como “Cerveja de garrafa” (Atitude 67) e “Péssimo Negócio” (Dilsinho), sambas de raiz como “Conselho” (Almir Guineto), músicas próprias como “Chega mais” e “Carol ou Clarice”, que foi gravada por Mart’nália, hits internacionais surpresas, entre muitos outros.

Além do set do DJ João Brasil, o evento contará ainda com os DJs Camilla Brunetta, RV, Thai e Gagau Dieckmann.

Serviço

Data: 21/02 (sexta-feira)

Horário: 21h

Local: Espaço Jockey (Praça Santos Dumont, 31 – Gávea, Rio de Janeiro)

Canal de venda (exclusivo): Ingresse (https://www.ingresse.com/roda-do-lampra-de-carnaval)

Valores:

1º lote – R$70;

2o lote – R$80 reais

3o lote – R$90 reais

Line Up:

Rodrigo Lampreia com samba e pagode na Roda do Lampra;

J Brasil com o setlist de funk do Baile Brasil;

Camilla Brunetta;

DJ RV;

DJ Thai;

Gagau Dieckmann;

Carnaholic na Sociedade Hípica Brasileira

Nem só de Sapucaí e bloco de rua vive o Carnaval no Rio. A temporada recebe também eventos comemorativos que animam ainda mais a folia carioca. Com uma programação plural, que pretende agradar todos os gostos musicais, o Carnaholic reúne festas hypadas e atrações de destaque na cena artística nacional, entre os dias 22 e 29 de fevereiro, na Sociedade Hípica Brasileira. Essa será a primeira edição do evento, que tem idealização da Fábrica, Emociona, Privilège Brasil, Entourage e Vibra.

A abertura acontece no dia 21, sexta-feira, com show do grupo BaianaSystem, um dos maiores fenômenos da música baiana de todos os tempos, com a festa BrZZil, dos DJs Zeh Pretim e Zedoroque. No sábado, 22, é a vez do Bloco do Silva, projeto que nasceu em 2019, a partir da vontade do cantor de interpretar o repertório de Carnaval dos anos 90, o primeiro da sua geração, que vai animar a noite com convidados especiais. O dia 23, domingo, será dedicado ao funk, e vai trazer show de Kevin o Chris com Mc Rebecca, DJ Zullu e a festa Errejota.

A segunda, dia 24, será de muita cor e brilho, com a festa  SubaJovem e o Baile da Purpurina, além de show do rapper Baco Exu do Blues, autor de sucessos como “Te amo disgraça”. Já a terça, feriado de Carnaval, vai trazer o badalado Baile da Favorita, com apresentações das cantoras Ludmilla e Pocah, a MC Pocahontas.

Passada a quarta de cinzas, o evento retorna para o pós-Carnaval no dia 28, sexta, com Privilège convida Chemical Dogz, projeto que une as duplas Chemical Surf e Dubdogz. E fechando a programação, no dia 29, sábado, o Carnaholic traz ao Rio todo tempero baiano com a festa Oxente e o grupo Harmonia do Samba.

Serviço – Carnaholic

Local: Sociedade Hípica Brasileira (Av. Borges de Medeiros, 2448. Lagoa – Rio de Janeiro

Datas: 21, 22, 23, 24, 25, 28 e 29/02

Classificação: 18 anos

Ingressos: https://www.sympla.com.br/carnaholic

Programação:

21/02, 21h: BRZZIL | BaianaSystem | Zeh Pretim & Zedoroque

22/02, 21h: Bloco do Silva & convidados

23/02, 21h: Errejota | Kevin o Chris, Mc Rebecca e DJ Zullu

24/02, 18h: SubaJovem: Baile da Purpurina | Baco Exu do Blues

25/02, 21h: Baile da Favorita | Ludmilla & Pocah

28/02, 21h: Privilège convida Chemical Dogz

29/02, 16h: Festa Oxente c/ Harmonia do Samba

Baile de pré-Carnaval e muito mais na Lapa

Criado pela cantora Rosângela Si, o Palco Lapa 145 abre as portas com o intuito de ser uma casa dos artistas e seus movimentos no bairro mais boêmio do Rio de Janeiro, a Lapa. Com uma programação eclética, o casarão do final do século XIX está totalmente antenado com o nosso tempo, abraçando a diversidade e as manifestações artísticas em estado puro com festivais, shows, exposições, saraus, gastronomia, rodas de samba, rap e hip-hop e oficinas de cinema, dança e iniciação musical. “Somos a casa da diversidade e da cultura, sempre aberta a todos que queiram mostrar o seu talento e, é claro, para quem está ávido a curtir e descobrir a cena carioca das artes muito além do mainstream”, ressalta a fundadora.

Confira a programação da casa:

Quinta-feira, dia 13 de fevereiro, às 21h – Renata Braz e Trio 

A cantora Renata Braz e o trio de músicos formado por Leandro Rocha, Alexandre Alves e Ju Werneck apresentam releituras de clássicos e repertório autoral com muito samba, pop, forró, Axé e Bossa Nova. Renata Braz tem mais de 20 anos de carreira, com diversos festivais de música no currículo e atualmente participa do espetáculo “Bitucanto”, que homenageia a vida e obra de Milton Nascimento. O evento começa às 21h e a entrada é uma contribuição consciente.

Sexta-feira, dia 14 de fevereiro, às 20h – Pré-Carnaval: Joice Taciana recebe Rosana Araújo e convidados

Cantora e compositora, Joice Taciana integra a nova geração da MPB e, em pouco tempo de carreira, já conquistou admiradores ilustres, como Chico Buarque, Carlos Dafé, Jorge Aragão, maestro João Carlos Martins, Teresa Cristina, Monarco, Arlindo Cruz e Moacyr Luz, com o seu estilo único de interpretação, tanto do seu trabalho autoral quanto de clássicos da nossa música. Com a cantora Rosana Araújo e convidados especiais, Joice desfila o seu talento numa edição pré-carnaval repleta de clássicos do samba e das marchinha. Entre as participações, Wantuir Cardeal, Susanne Brandão e Alexandre Velloso. O fervo começa às 20h e a entrada é R$ 15.

Toda terça-feira, às 21h – Jam Latin Jazz Session

Jazz com tempero latino. Essa é a proposta da banda DS Grooves, liderada pelo saxofonista, clarinetista, compositor e arranjador uruguaio Daniel Santos. Com mais de 30 anos de carreira e participações em diversos projetos e Big Bands na América Latina, o artista apresentará com seu conjunto músicas autorais, clássicos fusionados com ritmos latinos e canções de expoentes como Paquito D’Rivera e Chucho Valdés. O evento começa às 21h e a entrada é uma contribuição consciente.

Toda quarta-feira, às 18h – Microfone aberto

Microfone Aberto é um sarau moderno que acontece todas as quartas, a partir das 18h, onde os artistas podem recitar suas poesias, cantar, apresentar monólogos, ler seus contos, manifestos, lançar novos trabalhos, em resumo, mostrar a sua arte, sem amarras nem mordaças. A entrada franca.

O Palco Lapa fica na Rua da Lapa, 145. Mais informações pelo telefone (21) 98231-0108 ou pelo site www.palcolapa145.com.br

“A Mente Capta” Peça de Mauro Rasi reestreia no Teatro Armando Gonzaga

Após o sucesso na Sede da Cia de Teatro Contemporâneo o espetáculo A Mente Capta, de Mauro Rasi, com direção de Bruno Seixas, realizará somente três apresentações no Teatro Armando Gonzaga, que pertence a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa/FUNARJ. para uma temporada popular.

 

Uma sala de terapia onde todos são atendidos ao mesmo tempo por uma doutora nada ortodoxa; essa é a premissa de “A Mente Capta”. O texto é de 1982, mas os problemas apresentados continuam atuais: carência afetiva, desprezo dos pais, dificuldades em relacionamentos; todos esses empecilhos são discutidos na minúscula sala onde a doutora Rosa Cruz (vivida por Leandro Austin) atende. Mas ao invés de recorrer a velhos conhecidos da psicanálise, como Freud e Jung, a especialista prefere  recorrer a métodos nada recomendáveis e até se refere a seus pacientes como “doidos”.

Sempre foi o desejo do diretor Bruno Seixas dirigir o texto. Ele foi assistente de direção em uma montagem da peça com  Regiana Antonini (autora de “Doidas e santas”), onde se inspirou em fazer a própria versão, com o incentivo de alunos da companhia, no final de 2018.  O processo reforçou o estudo do teatro físico, a qual Seixas, já está acostumado “-Sempre me inspirei muito na Regiana Atonini, com quem eu desenvolvi um trabalho de teatro físico baseado nas técnicas de Grotowsky”, pondera o diretor.

São 14 personagens se revezando no palco, e segundo Bruno Seixas, é uma peça da qual se pode assistir diversas vezes: “- Cada personagem tem seu momento, você pode ir um dia para ver um e no outro, prestar atenção em um diferente” conclui.  Ainda de acordo com o diretor, a criação da peça foi fruto de um trabalho coletivo entre os atores e a direção: “- Eles trouxeram as propostas, algumas eu gostei, outras não, fui selecionando e fomos criando juntos” finaliza.

Sobre o diretor

 

Bruno Seixas e ator e diretor, formado pela Cia de Teatro Contemporâneo, além de ter passagens pela CAL e Tablado. Participou de mais de 50 peças, além de ter atuado em novelas da Globo e Record além de séries no canal Multishow. Ganhou o prêmio de melhor ator no CINEFEST universitário 2016.

Sobre o autor

Mauro Rasi foi um dramaturgo paulista de grande sucesso, principalmente nos anos 80, escrevendo sucessos como “Batalha de arroz em um ringue para dois” e “A estrela do lar” (estrelado por Marieta Severo). Nos anos 90, se dedicou à crônicas e textos para jornais de grande circulação, como “O Globo”. Morre em 2003, vítima de um câncer de pulmão.

Ficha técnica

Direção: Bruno Seixas

Elenco: Aline Fernandes, Arthur Pimenta, Beatriz Lima, Bianca Fassano, Carolina Marques, Claudia Aragão, Elison Gruszka, João de Carvalho, Leandro Austin, Luiz Felipe Martins, Margot Quintão,  Thalita Rocha, Victor Gomes

Iluminação: Rúbia Vieira

Trilha sonora: Raphael Piquet

Cenário: Cláudia Aragão

Figurinos: Maru Serpa

Design Gráfico: Matheus Nicolau

Assessoria de Imprensa: Júlio Luz

Produção: Duas Encena Produções Artísticas, Margot Quintão, Thalita Rocha

Produção executiva: Beatriz Lima

Serviço – Únicas Apresentações

Teatro Armando Gonzaga

Av. Gen. Osvaldo Cordeiro de Farias, 511 – Mal. Hermes –RJ.

Informações: (21) 23321040

Período 14,15 e 16 de fevereiro de 2020.

Duração: 80 minutos

Capacidade: 210 lugares

Classificação etária: 14 anos

Valores:  R$ 40,00

‘Diário de Pilar na Grécia’ pela primeira vez em Niterói

Há mais de um ano em cartaz e visto por cerca de 30 mil pessoas, o espetáculo infantil “Diário de Pilar na Grécia”, adaptação do livro homônimo de Flavia Lins e Silva (autora da série “D.P.A. – Detetives do Prédio Azul”), terá duas únicas apresentações na cidade de Niterói dias 15 e 16 de fevereiro, às 16h, no projeto “Verão no Popular”, no Teatro Popular Oscar Niemeyer. É a primeira vez que o espetáculo se apresenta fora da cidade do Rio de Janeiro, devido a inúmeros pedidos.

 

A peça recebeu os prêmios de Melhor Espetáculo, Melhor Texto Adaptado, Melhor Atriz e Melhor Ator do CBTIJ (Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude). E de Melhor Espetáculo, Melhor Atriz e Melhor Ator do Botequim Cultural, além de diversas outras indicações. “Diário de Pilar na Grécia” também marca a comemoração dos 25 anos de carreira da atriz Miriam Freeland, protagonista da delicada e divertida história que fascina crianças, adolescentes e adultos, com um passeio pela mitologia grega.

 

–  É a primeira vez que nos apresentamos em Niterói. Nas outras temporadas, recebemos um grande público niteroiense e estamos muito felizes por levar o espetáculo à cidade – diz Miriam Freeland.

 

Com ares de superprodução, “Diário de Pilar na Grécia” é a primeira realização de um projeto infanto-juvenil da Movimento Carioca, produtora do casal de atores Miriam Freeland e Roberto Bomtempo e tem co-produção da Constelar, produtora de Tatianna Trinxet.

 

O espetáculo conta a história de Pilar, uma menina muito esperta e bem-humorada, que ao lado do seu gato Samba e do grande amigo Breno, embarca numa incrível aventura em busca do seu avô na Grécia. Pelo caminho, eles descobrem alguns dos maiores mistérios da vida e do fascinante mundo da mitologia grega, repleto de deuses e heróis, fazem vários novos amigos e vivem aventuras imperdíveis.

 

Diversas temáticas do mundo infanto-juvenil são abordadas de forma sensível e divertida na adaptação de Symone Strobel, que também dirige a peça.

 

– O objetivo é incentivar o encontro da família! Queremos que os pais voltem a usufruir do ato de ir ao teatro ao lado de seus filhos e que o espetáculo seja desfrutado com humor e emoção por todas as gerações – afirma Miriam.

 

O elenco conta com o ator e diretor Roberto Bomtempo interpretando o avô da Pilar e com nomes conhecidos do Teatro Infantil carioca, crias da tradicional escola O Tablado, fundada por Maria Clara Machado e celeiro de premiadas montagens do gênero: Viviana Rocha, Leandro Baumgratz, Alexandre Mofati, Ana Amélia Vieira, Pedro Monteiro e Symone Strobel, que também atua como a mãe da protagonista.

 

– Escolher fazer uma adaptação dessa obra de Flavia Lins e Silva é acreditar que estamos contribuindo para o crescimento de uma personagem literária infantil no imaginário de uma geração que já consome o D.P.A. É colocar o livro no palco, no foco, dando ainda mais brilho à obra – diz Roberto Bomtempo.

Livro já vendeu mais de 600 mil cópias pelo mundo

 

Lido e recomendado em diversas escolas do Brasil, o selo literário “DIÁRIO DE PILAR”, da autora Flavia Lins e Silva, já atingiu a marca de 600 mil leitores, em nove edições publicadas, sendo traduzido para países como Alemanha, França, México, Argentina, Polônia e China. A autora também é responsável pelo maior sucesso infantil brasileiro dos últimos anos, “D.P.A. – Detetives do Prédio Azul”, que arrastou para o cinema mais de 2,5 milhões de espectadores e está na sua 14ª temporada, no canal Gloob.

 

A série “Diário de Pilar” também se tornou desenho animado, que será lançado em fevereiro de 2020 com as vozes de Danielle Suzuki, Thiago Lacerda e Mel Lisboa, em toda a América Latina pelo canal Nat Geo Kids.

 

– “Diário de Pilar na Grécia” é uma comédia infanto-juvenil feita para toda a família que, de maneira leve e divertida, revela histórias e curiosidades sobre o berço da civilização, a partir da ótica dos deuses, valorizando a amizade, o companheirismo e a coragem. Com texto ágil, inteligente e delicado, a história narra as peripécias de nossa protagonista com seus amigos numa viagem inesquecível – ressalta Tatianna Trinxet, co-produtora da montagem.

 

SINOPSE:

Pilar é uma menina muito esperta e bem-humorada. Ela mora com a mãe e o avô Pedro. Não conheceu o próprio pai, que “misteriosamente” saiu de sua vida, antes mesmo dela nascer. Um dia seu avô parte para uma viagem rumo à Grécia, e ela morrendo de saudades, resolve viajar também. Mas logo depois recebe a notícia de que seu avô não voltará mais de lá… Inconformada e decidida, Pilar encontra um presente deixado por ele: uma rede mágica que pode levá-la a qualquer lugar que desejar. Junto com o gato Samba e o seu grande amigo Breno, Pilar embarca em busca do avô, e descobre alguns dos maiores mistérios da vida e o fascinante mundo da mitologia grega, repleto de deuses e heróis.

 

FICHA TÉCNICA:

Baseado no livro de: Flavia Lins e Silva

Idealização: Miriam Freeland

Direção e Adaptação: Symone Strobel

Elenco: Miriam Freeland, Roberto Bomtempo, Viviana Rocha, Leandro Baumgratz, Alexandre Mofati, Ana Amélia Vieira, Pedro Monteiro e Symone Strobel.

Direção de movimento: Paula Águas

Direção musical e Canções originais: Kleiton & Kledir

Desenho de Luz: Felipe Lourenço

Cenário: Natália Lana

Figurino: Bruno Perlatto

Adereços: Alexandre Guimarães

Adereços especiais (Asa do Pégaso e Peixes): Ricardo Denyz

Visagismo: Sid Andrade

Produção: Miriam Freeland e Tatianna Trinxet

Redes sociais: Prisma

Co-Produção: Constelar, Arte, Diversão e Cultura

Realização: Movimento Carioca Produções Artísticas

 

SERVIÇO:

“Diário de Pilar na Grécia”

Únicas apresentações

Data: 15 e 16 de fevereiro de 2020

Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer

Endereço: R. Jorn. Rogério Coelho Neto, s/n – Centro, Niterói – RJ.

Telefone: (21) 2620-6101

Horário: 16h – Sábado e domingo

Preços: R$20, (inteira) R$10, (meia)

Classificação Indicativa: Livre

Orquestra Sinfônica Brasileira comemora 80 anos em 2020

Em 2020, uma das orquestras mais tradicionais do país, cuja história se confunde com a história da música de concerto brasileira, comemorará 80 anos de existência. E para celebrar tamanha longevidade, a Temporada 2020 da Orquestra Sinfônica Brasileira levará ao público uma série de concertos que destacarão a música brasileira e os artistas nacionais. O repertório clássico, os 250 anos de nascimento de Ludwig van Beethoven e a música popular nacional e internacional também terão espaço na programação. O primeiro concerto da Temporada 2020 será no dia 16 de fevereiro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

O Brasil é o país escolhido para abrir a Série Mundo e a Temporada 2020. Sob a regência do maestro Neil Thomson, a OSB interpretará obras de célebres compositores nacionais. A noite de abertura terá início com a Abertura da ópera “O Guarani”, de Carlos Gomes. Na sequência, “Bachianas nº 9”, de Heitor Villa-Lobos. “Brasiliana”, de Claudio Santoro é a primeira obra a ser apresentada depois do intervalo, enquanto a “Sinfonia”, de Alberto Nepomuceno, fecha o programa.

Para viabilizar suas atividades, a Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem a NTS – Nova Transportadora do Sudeste – como mantenedora, a Vale como patrocinadora master e Brookfield, Eneva e Itaú-Unibanco como patrocinadores, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.

PROGRAMA:

Carlos Gomes – O Guarani (Abertura)

Heitor Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras nº 9

Claudio Santoro – Brasiliana

Alberto Nepomuceno – Sinfonia

SERVIÇO:

Orquestra Sinfônica Brasileira | Série Mundo – Brasil

Dia 16 de fevereiro (domingo), às 17h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro (RJ)

Ingressos:

Frisa/Camarote: R$ 100 (R$50 meia)

Balcão Nobre: R$ 100 (R$ 50 meia)

Balcão Superior: R$ 50 (R$ 25 meia)

Balcão Superior Lateral: R$ 40 (R$20 meia)

Galeria Central: R$ 30 (R$ 15 meia)

Galeria Lateral: R$ 20 (R$ 10 meia)

(Ingressos à venda na bilheteria do TMRJ e no site Ingresso Rápido)

 

TEMPORADA 2020 | 80 ANOS

Responsável por revelar talentos como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Menezes e pioneira na criação de projetos de democratização da música de concerto, como o Aquarius e os Concertos da Juventude, a OSB chega aos 80 com fôlego para levar ao público uma temporada especial e comemorativa, com destaque para a música brasileira e os artistas nacionais, tendo sua própria história como fio condutor da programação. “Idealizamos uma temporada em que a própria Orquestra Sinfônica Brasileira é a protagonista. Ao longo do ano, levaremos ao palco um pouco dessas oito décadas, seja com músicos convidados cujas carreiras têm estreita relação com a OSB, seja com programas compostos por obras que estiveram presentes em concertos históricos” – adianta a diretora geral da FOSB, Ana Flávia Cabral Souza Leite. Os concertos serão divididos em cinco séries temáticas.

A SÉRIE MUNDO homenageará um total de oito países e terá início com o grande mote da temporada: o Brasil. No dia 16 de fevereiro, a OSB abre os trabalhos com o concerto Série Mundo Brasil, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com regência do maestro Neil Thomson, a orquestra levará ao palco obras de Carlos Gomes, Heitor Villa-Lobos, Claudio Santoro e Alberto Nepomuceno. Realizada em parceria com embaixadas e consulados, a Série Mundo explorará, ao longo de 2020, as riquezas musicais de Áustria e Hungria, México, Azerbaijão, França, Noruega, Turquia e Canadá.

Com curadoria do compositor Antônio Ribeiro, compartilhada com a Comissão Artística da OSB, a SÉRIE CLÁSSICA BRASILEIRA apresentará dez concertos, que terão em seus programas obras que marcaram os 80 anos da Orquestra Sinfônica Brasileira e peças de compositores de destaque na história da música sinfônica nacional desde Carlos Gomes, Heitor Villa-Lobos, Camargo Guarnieri, Lorenzo Fernandez e Francisco Mignone até artistas contemporâneos como Ernani Aguiar, Marco Pereira, Edino Krieger e João Guilherme Ripper. O repertório da série conta também com obras de compositores estrangeiros do período clássico. “É uma maneira de homenagearmos a OSB, os compositores brasileiros e o período em que se consolidou a formação da orquestra como a concebemos hoje” – explica o curador.

Abrindo o ciclo, no dia 10 de março, a OSB apresentará, sob a regência do paulistano Guilherme Mannis, o “Concerto para Cordas e Percussão”, de Camargo Guarnieri, a “Sinfonia nº 25” de Mozart e a “Suíte nº 2” de Villa-Lobos. O programa do dia 26 de março, que terá regência da brasiliense Simone Menezes, é um exemplo de resgate de uma peça importante na história da OSB. Nesse dia, Fabio Martino executará o “Concerto para Piano nº 2”, de Guarnieri, cuja estreia ocorreu com Eudóxia de Barros e a Orquestra Sinfônica Brasileira, sob a regência do próprio compositor. No repertório da noite estão, ainda, “Canto do Tabajara”, do maestro José Siqueira – fundador da OSB -, e “Sinfonia Popular”, de Radamés Gnatalli.

No dia 8 de julho, o regente Miguel Campos Neto estará no comando da orquestra, que executará “Saudades de Belém” e “Amazônia – Concerto para Tímpanos e Orquestra”, de Pierre Thilloy; “Concerto Amazônico”, de Dimitri Cervo, “Saudades do Brasil”, de Darius Milhaud e, encerrando a noite, “Sinfonietta nº 1”, de Villa-Lobos. Carlos Gomes e sua “Alvorada” abrem o quarto concerto da Série Clássica Brasileira, dia 14 de julho, seguidos por “Sinfonia nº 94 – Surpresa”, de Haydn. “Sinfonietta Seconda”, de Ernani Aguiar (que completa 70 anos em 2020), fecha o programa.

O violinista italiano Domenico Nordio é o solista convidado dos concertos de 5 e 6 de setembro, sendo a segunda data em formato de Concerto da Juventude – didático a preço popular. Tobias Volkmann será o regente das duas apresentações. Quatro peças do paulistano Marco Pereira compõem os programas dos dias 31 de outubro e 1º de novembro: “Abertura Brincantes”, “Círculo dos Amantes” e “Concerto Calunga” – ambos para violão e orquestra, tendo Eduardo Isaac como solista – e “Lendas Amazônicas”, que contará com a participação do Duo Siqueira Lima. O próprio compositor estará à frente da orquestra nas duas datas.

A “Suíte para Orquestra de Cordas”, do decano da música de concerto brasileira Edino Krieger, abrirá a última apresentação da série. “Contrasting surfaces: Montains and Sea”, de João Guilherme Ripper, dá sequência ao programa, que conta, ainda, com “26 variações sobre ‘Folia de Espanha’”, do italiano Antônio Salieri, “Congada” (da ópera “O contador de diamantes”), de Francisco Mignone, e “Batuque – Dança de Negros” (da suíte “Reisado do Pastoreio”), de Lorenzo Fernandez.

“Nossa ideia foi mesclar obras muito conhecidas de nossos grandes compositores, como a ‘Alvorada’, de Carlos Gomes, com peças pouco executadas, porém igualmente fantásticas, como a ‘Suíte nº 2’ de Villa-Lobos e ‘Constrasting Surfaces: Montains and Sea’, do Ripper” – esclarece Antônio Ribeiro.

Em homenagem aos 250 anos de nascimento do compositor mais executado na história da OSB, a SÉRIE BEETHOVEN terá cinco concertos, todos sob a batuta de Roberto Tibiriçá, responsável também pela curadoria do ciclo. “A escolha do repertório teve como objetivo traçar um panorama da obra desse gênio, jogando luz sobre talentos da música brasileira. Linda Bustani, Lilian Barretto, Daniel Guedes, Cristian Budu e Rosana Lamosa são alguns dos nomes que teremos como solistas convidados, e todos eles têm suas carreiras intimamente ligadas à Orquestra Sinfônica Brasileira” – explica o maestro.

Linda Bustani, que na infância venceu o Concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica Brasileira e, desde então, é frequente colaboradora da OSB, é a convidada do primeiro concerto da série, dia 30 de abril, e executará o “Concerto para Piano nº 3”. No programa estarão ainda a abertura “Leonora nº 3” e a “Sinfonia nº 3 – Eroica”. Na apresentação seguinte, dia 26 de maio, o expoente Leonardo Hilsdorf subirá ao palco para, junto com a OSB, interpretar o “Concerto para Piano nº 4”. A abertura “Egmont” e a “Sinfonia nº 6 – Pastoral” completam o repertório.

Um dos nomes mais destacados da cena pianística atual, Cristian Budu apresentará, no dia 24 de junho, o “Concerto para Piano nº 5 – Imperador”. Na mesma noite o público poderá ouvir a abertura “As Criaturas de Prometeu” e o “Concerto para Violino”, considerado um dos concertos mais belos e difíceis já escritos, interpretado pelo carioca Daniel Guedes, que já foi spalla da OSB. O “Concerto Tríplice para Piano, Violino e Violoncelo”, com Lilian Barretto, Koh Kameda e Matias de Oliveira, ganhará o palco no dia 30 de julho, em concerto cujo programa contará também com a abertura “Coriolano” e a “Sinfonia nº 7”.

Fecha a Série Beethoven um dos concertos mais importantes da Temporada 2020. No dia 17 de agosto, dia do aniversário de 80 anos da OSB, a orquestra subirá ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com um programa especial: a exibição em telão do “Testamento de Heiligenstadt” precederá a execução da apoteótica “Sinfonia nº 9”. Para Tibiriçá, que foi regente titular da orquestra na década de 90, trata-se de um momento de glória: “Eu devo minha carreira à OSB e sou muito grato a todos os músicos que já passaram por suas estantes. Estar à frente do concerto de comemoração dos 80 anos, regendo a ‘Nona’, é tudo que posso desejar. Estou muito feliz com essa oportunidade.”

A Série Beethoven é dedicada ao maestro Eleazar de Carvalho. Figura de grande importância na história da música de concerto brasileira, foi regente titula da OSB em três diferentes períodos nas décadas de 1950 e 1960.

A vertente “pop” da orquestra será explorada ao longo dos cinco espetáculos inéditos da SÉRIE OSB É SHOW. Concebida pelo maestro Eduardo Pereira, a série apresentará o surgimento e a evolução de quatro gêneros musicais, além de um programa especial em homenagem às mulheres. As apresentações acontecerão no Teatro Riachuelo e contarão com narradores convidados e roteiros especialmente criados para as montagens. “Vamos além da parte musical. Nossa ideia é apresentar o contexto histórico, usando a música como ferramenta” – explica Pereira.

“Rock Sinfônica – A História do Rock Mundial” abre a série com a OSB sob a regência do próprio Eduardo Pereira no dia 14 de abril. Em “Black or White – Os caminhos da Soul Music”, o estilo americano ganha o palco nos dias 11 e 12 de maio, sob a batuta de Marconi Araújo, enquanto a brasilidade dá o tom em “A Bossa é Nova?”, dias 25 e 26 de agosto, com regência do maestro Paulo Nogueira. Pereira reassume a batuta nos dois últimos títulos da série: “Uma Homenagem às Divas da Música”, dias 17 e 18 de outubro, e “O Nosso Samba – Das origens aos dias atuais”, dias 23 e 24 de novembro.

E, além de assistir aos espetáculos, o público que comparecer às apresentações da Série OSB É Show também terá a oportunidade de ajudar o próximo. A campanha OSB Solidária arrecadará, no início de todas as apresentações, doações voluntárias de alimentos não perecíveis que serão distribuídos em instituições da cidade.

Os projetos paralelos dos integrantes da orquestra serão levados ao palco do Teatro Prudential na SÉRIE MÚSICOS OSB, em quatro datas (28 de maio, 30 de junho, 21 de julho e 11 de agosto). Apresentações extras, dentro ou fora das séries, poderão ser incluídas na programação ao longo da Temporada 2020.

CONEXÕES MUSICAIS, PROJETO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DA OSB, SEGUE EM 2020

Vinte e sete municípios de seis estados brasileiros já receberam as ações do projeto Conexões Musicais, que, em 2020, pretende oferecer cerca de 1.200 horas de aula com os músicos da OSB pelo país. Cidades do Maranhão, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Pará serão beneficiadas.

Criado em 2017, o Conexões Musicais é o projeto de responsabilidade social da Orquestra Sinfônica Brasileira e tem como objetivo criar uma rede de interação em cidades do interior, promovendo o acesso à cultura e à informação. Capacitação de educadores da rede pública de ensino, workshops para músicos locais e a realização de concertos estão entre as ações realizadas pelo Conexões Musicais.

 

MAIS SOBRE A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA:

 

Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 80 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia.

Nas últimas oito décadas, a OSB revelou nomes como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Meneses e contou com maestros e compositores brasileiros como Heitor Villa-Lobos, Eleazar de Carvalho, Claudio Santoro, Francisco Mignone e Camargo Guarnieri. Também faz parte de sua história a colaboração de alguns dos maiores artistas do cenário internacional, como Leonard Bernstein, Arthur Rubinstein, Mstislav Rostropovich, Igor Stravinsky, Claudio Arrau, Zubin Mehta, Lorin Maazel e Kurt Masur, entre muitos outros.

Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura. Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem a NTS – Nova Transportadora do Sudeste – como mantenedora, a Vale como patrocinadora master e a Brookfield, Eneva e Itaú-Unibanco como patrocinadores, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.

TEMPORADA 2020 – PROGRAMAÇÃO COMPLETA (sujeita a alterações):

SÉRIE MUNDO

(7 concertos)

Dia 16 de fevereiro, 17h – Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Brasil

Neil Thomson, regente

 

Programa:

Carlos Gomes – O Guarani (abertura)

Heitor Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras nº 9

Claudio Santoro – Brasiliana

Alberto Nepomuceno – Sinfonia

Dia 5 de março, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Áustria e Hungria

Neil Thomson, regente

Programa:

Joseph Haydn – Sinfonia nº 6 “Le Martin”

Franz Liszt – Sinfonia Fausto

Dia 16 de setembro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Azerbaijão

Yalchin Adigezalov, regência

Programa:

Dmitry Shostakovich Abertura Festiva

Vasif Adigezalov Concerto para Violoncelo e Orquestra

Sergei Prokofiev Fragmentos do balé “Romeu e Julieta”

Kara Karayev Segunda suíte do balé “The Thunder Path”

 

Dia 22 de setembro, 19h, Teatro Riachuelo

Série Mundo – México

Miguel Salmon, regência

Programa:

A definir

Dia 9 de outubro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – França

Stefan Geiger, regência

Programa:

A definir

Dia 11 de novembro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Turquia

Rengim Gokmen, regência

Teyfik Rodos, baixo barítono

Cihat Askin, violino

Programa:

A definir

Dia 21 de dezembro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Canadá

Regente a confirmar

Programa:

A definir

SÉRIE CLÁSSICA BRASILEIRA

(10 concertos)

Dia 10 de março, 19h – Teatro Riachuelo

Guilherme Mannis, regência

 

Programa:

Camargo Guarnieri – Concerto para Cordas e Percussão

     I.        Vigoroso

   II.        Saudoso

 III.        Jocoso

Wolfgang Amadeus Mozart – Sinfonia nº 25

     I.        Allegro con brio

   II.        Andante

 III.        Menuetto

  IV.        Allegro

Heitor Villa Lobos – Suíte II

Dia 26 de março, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Simone Menezes, regência

Fabio Martino, piano

Programa:

José Siqueira – Canto do Tabajara

Camargo Guarnieri – Concerto para Piano nº 2

     I.        Allegro com brio

   II.        Andante

 III.        Menuetto

  IV.        Allegro

Radamés Gnatalli – Sinfonia Popular

Dia 8 de julho, 19h, Sala Cecília Meireles

Miguel Campos Neto, regência

Programa:

Pierre Thilloy – Saudades de Belém

Pierre Thilloy – Amazônia – Concerto para Tímpanos e Orquestra

Dimitri Cervo – Concerto Amazônico

Darius Milhaud – Saudades do Brasil

Heitor Villa-Lobos – Sinfonietta nº 1

Dia 14 de julho, 19h, Teatro Riachuelo

Regente a confirmar

Programa:

Carlos Gomes – Alvorada

Joseph Haydn – Sinfonia nº 94 “Surpresa”

     I.        Adagio

   II.        Andante

 III.        Menuetto: Allegro molto

  IV.        Finale: Allegro molto

Ernani Aguiar – Sinfonietta Seconda

     I.        Samba

   II.        Frevo

 III.        Marcho rancho

  IV.        Escola de samba

 

 

Dia 5 de setembro, 19h, Sala Cecília Meireles

Tobias Volkmann, regência

Domenico Nordio, violino

Programa:

A confirmar

 

Dia 6 de setembro, 19h, Sala Cecília Meireles (Concerto da Juventude)

Tobias Volkmann, regência

Domenico Nordio, violino

Programa:

A confirmar

Dia 31 de outubro, 19h, Sala Cecília Meireles

Marco Pereira, regência

Eduardo Isaac, violão

Duo Siqueira Lima, violão

Programa:

Marco Pereira – Abertura Brincantes (para orquestra)

Marco Pereira – Círculo dos Amantes (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Concerto Calunga (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Lendas Amazônicas – Fantasia concertante para dois violões e orquestra

Dia 1º de novembro, 11h, Sala Cecília Meireles

Marco Pereira, regência

Eduardo Isaac, violão

Duo Siqueira Lima, violão

Programa:

Marco Pereira – Abertura Brincantes (para orquestra)

Marco Pereira – Círculo dos Amantes (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Concerto Calunga (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Lendas Amazônicas – Fantasia concertante para dois violões e orquestra

Dia 2 de dezembro, 19h, Sala Cecília Meireles

Regente a confirmar

Programa:

A confirmar

Dia 8 de dezembro, 19h, Teatro Riachuelo

Regente a confirmar

Programa:

Edino Krieger – Suíte para orquestra de cordas

     I.        Abertura

   II.        Ronda breve

 III.        Homenagem a Bartok

  IV.        Marcha rancho

João Guilherme Ripper – Contrasting surfaces: Montains and Sea

Antônio Salieri – 26 variações sobre “Folia de Espanha”

Francisco Mignone – Congada (da ópera “O contador de diamantes”)

Lorenzo Fernandez – Batuque – Dança de Negros (da suíte Reisado do Pastoreio)

SÉRIE BEETHOVEN

(5 concertos)

Dia 30 de abril, 19h – Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regente

Linda Bustani, piano

 

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “Leonora nº 3”

Ludwig van Beethoven – Concerto para piano nº 3

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 3 “Eroica”

    V.        Allegro con brio

  VI.        Marcia Funebre: adagio assai

VII.        Scherzo: Allegro vivace

VIII.        Finale: Allegro molto

Dia 26 de maio, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Leonardo Hilsdorf, piano

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “Egmont”

Ludwig van Beethoven – Concerto para piano nº 4

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 6 “Pastoral”

     I.        Allegro ma non troppo

   II.        Andante molto mosso

 III.        Allegro

  IV.        Allegro

    V.        Allegretto

Dia 24 de junho, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Cristian Budu, piano

Daniel Guedes, violino

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “As Criaturas de Prometeu”

Ludwig van Beethoven – Concerto para Piano nº 5 “Imperador”

Ludwig van Beethoven – Concerto para Violino

Dia 30 de julho, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Lilian Barretto, piano

Koh Kameda, violino

Matias de Oliveira, violoncelo

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “Coriolano”

Ludwig van Beethoven – Concerto Tríplice para Piano, Violino e Violoncelo

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 7

     I.        Poco sustenuto – vivace

   II.        Allegretto

 III.        Presto

  IV.        Allegro com brio

 

 

Dia 17 de agosto, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Rosana Lamosa, soprano

Fernando Portari, tenor

Ana Lucia Benedetti, mezzo-soprano

Leonardo Neiva, baixo barítono

Coro

Programa:

Ludwig van Beethoven – Testamento de Heiligenstadt

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 9 “Coral”

     I.        Allegro ma non troppo

   II.        Molto vivace

 III.        Adagio molto cantábile

  IV.        Finale

SÉRIE OSB É SHOW

(9 concertos)

Dia 14 de abril, 19h – Teatro Riachuelo

“Rock Sinfônica – A História do Rock Mundial”

Eduardo Pereira, regente

Programa:

Década de 30/40 (As Origens do Rock)Robert Johnson – Cross Road Blues, Hank Williams – Move it on Over, Muddy Waters – Hoochie Coochie Man

Década de 50 (Tirem as Crianças da Sala)Little Richard – Tutti Frutti, Jerry Lee Lewis – Great Balls of Fire, Chuck Berry – Johnny B. Goode, Elvis Presley – Jailhouse Rock

Década de 60 (A Invasão Britânica)The Who – Pinball Wizard, Rolling Stones – Satisfaction, The Beatles – Yesterday, The Beatles – Eleanor Rigby, The Beatles – Penny Lane, The Beatles – Let it Be

Década de 60 (A Reação Americana)Bob Dylan – Blowin in the Wind, Beach Boys – God Only Knows, The Monkees – I’m a Believer, The Doors – Light My Fire, Jimi Hendrix – Purple Haze

Década de 70 (O Rock Progressivo e os Precursores do Heavy Metal)Pink Floyd – Time, Deep Purple – Smoke On The Water, Aerosmith – Dream On, Led Zeppelin – Kashmir

Década de 70 (Os Glam Rock)Elton John – Your Song, David Bowie – Life on Mars?, Queen – Who Wants to Live Forever

Década de 80/90 (O Novo Metal)Scorpions – Still Loving You, Guns N’ Roses – November Rain, Metallica – Nothing Else Matters, Iron Maiden – Fear of the Dark

O Rock no Brasil (Da Jovem Guarda aos Dias “Quase” Atuais)Roberto Carlos – Calhambeque, Raul Seixas – Metamorfose Ambulante, Lulu Santos – Tempos Modernos, Paralamas do Sucesso – Óculos, Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, Legião Urbana – Que País é Esse?

Dias 11 e 12 de maio, 19h, Teatro Riachuelo

“Black or White – Os caminhos da Soul Music”

Marconi Araújo, regência

Programa:

A definir

Dia 25 e 26 de agosto, 19h, Teatro Riachuelo

“A Bossa é Nova?”

Paulo Nogueira, regência

Programa:

A definir

Dias 17 de outubro, às 19h, e 18 de outubro, às 17h, Teatro Riachuelo

“Uma Homenagem às Divas da Música”

Eduardo Pereira, regência

Ana Flavia Cabral, narração

Programa:

A definir

 

 

Dias 23 e 24 de novembro, 19h, Teatro Riachuelo

“O Nosso Samba – Das origens aos dias atuais”

Eduardo Pereira, regência

Programa:

A definir

 

SÉRIE MÚSICOS DA OSB

(4 concertos)

 

Dia 28 de maio, 20h30, Teatro Prudential

 

Programa:

A definir

Dia 30 de junho, 20h30, Teatro Prudential

 

Programa:

A definir

Dia 21 de julho, 20h30, Teatro Prudential

 

Programa:

A definir

Dia 11 de agosto, 20h30, Teatro Prudential

Programa:

A definir

Diogo Nogueira na Varanda Vivo Rio

O Clube do Samba na Varanda do Vivo Rio, com Diogo Nogueira no comando, criado para comemorar seus 40 anos de história e relembrar os 20 anos de saudades de João Nogueira – idealizador e fundador do clube – foi um sucesso, com quatro domingos lotados em janeiro, muita alegria, cerveja gelada, rodas de samba da melhor qualidade e gente cantando todas as músicas de braços abertos como se não houvesse amanhã. E agora volta em nova edição no domingo, dia 16/02, com feijoada pré-carnavalesca e o batismo de samba de Beatriz Rabello, filha de Paulinho da Viola, o homenageado especial do dia.

Em 2020 serão relembrados os 20 anos de saudades de João Nogueira em uma série de eventos que homenageiam o samba e seus grandes mestres. Legítimo herdeiro do Clube do Samba, filho de João, Diogo Nogueira é o grande anfitrião do projeto, com a roda de samba do Clube do Samba e convidados. “É um legado que minha família mantém há 40 anos e que agora estou podendo contribuir um pouco através da minha participação em shows e até mesmo na busca por criar um espaço físico, uma residência fixa, para que o Clube do Samba volte a ter uma força grande no Rio de Janeiro”, conta Diogo.

O Clube do Samba foi fundado por alguns dos maiores nomes da música popular brasileira: Cartola, Beth Carvalho, Clara Nunes, Martinho da Vila, Clementina de Jesus, Roberto Ribeiro e Monarco, entre outros bambas. Uma lista sem igual de sócios fundadores.

Em cada evento acontece um “batismo do samba”, em que um novo artista, herdeiro de algum grande mestre do samba, é “batizado” no clube, recebendo a chancela de Membro do Clube do Samba. Também tem homenagem especial a nomes consagrados do samba, que recebem placas comemorativas com o título de Sócio Honorário do Clube do Samba, como Zeca Pagodinho, Monarco, Zé Katimba, Jovelina Pérola Negra e Martinho da Vila já ganharam nas edições anteriores. Agora será a vez de Beatriz Rabello, filha de Paulinho da Viola, o homenageado especial do dia.

Diogo conta com o auxílio luxuoso da sua banda: Rafael dos Anjos no violão e direção musical, Henrique Garcia, no cavaquinho, Fabiano Segalate, no trombone, João Marcos, no baixo, Jefferson Rios, bateria, Maninho, surdo, Wilsinho Baltazar, percussão, e Bruno Barreto, percussão e coro.

Serviço
Show: Diogo Nogueira e Roda de Samba do Clube do Samba

Batismo de samba: Beatriz Rabello (filha de Paulinho da Viola)

Homenagem especial: Paulinho da Viola

Data: 16 de fevereiro de 2020, domingo
Local: Vivo Rio (Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo/RJ)

Horário: a partir das 14h

Preço: Pista: R$ 80,00 (inteira) e R$ 110,00 com 1 prato de feijoada (inteira), R$ 40,00 (meia ou solidária – para os clientes que levarem 1kg de alimento, exceto sal e açúcar) e R$ 70,00 (meia ou solidária com 1 prato com feijoada)

Vendas online: vivorio.com.br

Abertura dos portões: duas horas antes do show

Classificação: 18 anos. Menores entram acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

“Tel Aviv em Chamas” estreia em 12 de março

TEL AVIV EM CHAMAS, de Sameh Zoabi, foi exibido na seleção oficial do Festival de Toronto e premiado no Festival de Veneza com o Interfilm Award de Melhor Filme e o prêmio de Melhor Ator na mostra Horizonte para Kais Nashif, que interpreta o protagonista Salam. O longa chega aos cinemas brasileiros em 12 de março, com distribuição da Pandora Filmes. 

Ambientado na Palestina, essa comédia acompanha o jovem Salam, que trabalha como estagiário na produção de uma telenovela. Para o diretor, a ideia de um filme que aborde novelas foi natural pois esses programas de TV são muito rentáveis e populares no Oriente Médio. “O que acho interessante é que as pessoas que assistem novelas consideram esse estilo de diálogo mais convincente que o diálogo e atuação sutil do cinema”.

Ao utilizar o meio da novela, consegui explorar temas que nunca seria capaz de fazer de outra maneira no cinema. Por exemplo, a cena de abertura, que considero bastante política, quando os personagens palestinos expressam como se sentem em relação à guerra árabe-israelense de 1967 que se aproxima. Eles falam sobre suas esperanças, história e medo da ocupação israelense de Jerusalém”, comenta Zoabi.

Na história, Salam cruza o posto de controle entre as cidades de Israel e Ramala diariamente, para ir trabalhar. Ali, conhece o oficial do exército Assi, que acompanha a novela ‘Tel Aviv em Chamas’ e tem suas próprias opiniões sobre o desenrolar da trama. Para crescer profissionalmente, Salam começa a se apropriar das ideias de Assi e torna-se roteirista. Mas, o final esperado pelo oficial é bem diferente do que pretendem os investidores do programa e o novo roteirista precisará encontrar uma saída de mestre para agradar a todos.

É um grande desafio fazer comédia lidando com a realidade palestina e israelense, pois as pessoas levam a região e o conflito muito a sério”, diz Zoabi. “Mas acredito que a comédia permite a liberdade de discutir assuntos sérios de uma maneira sutil. Nos meus filmes, tento entreter, mas também falar sinceramente sobre a condição humana de onde meus personagens estão inseridos”, completa.

SINOPSE 
Israel, Palestina. Dias atuais.
Salam, um charmoso palestino de 30 anos, mora em Jerusalém e trabalha como estagiário numa popular novela da Palestina, “Tel Aviv em Chamas”, que é produzida em Ramala. Todos os dias Salam tem que passar pelo posto de controle israelense para chegar aos estúdios de televisão. Ele conhece o comandante do posto de controle, Assi, cuja esposa é muito fã do programa. Para impressioná-la, Assi acaba se envolvendo com o roteiro do programa. Salam logo percebe que as ideias de Assi podem garantir a ele uma promoção como roteirista.
A carreira de Salam decola, até que Assi e os investidores da novela discordam de como a trama deve terminar. Espremido entre um oficial do exército e os apoiadores árabes, Salam só pode sair dessa com um golpe de mestre.

FICHA TÉCNICA 
TEL AVIV EM CHAMAS (Tel Aviv on Fire)
Direção: Sameh Zoabi
Elenco: Kais Nashif, Lubna Azabal
Producão: Amir Harel – Lama Films / Film From There (Israel), Miléna Poylo & Gilles Sacuto – TS Productions (França), Bernard Michaux – Samsa Film (Luxemburgo), Patrick Quinet – Artémis Productions (Bélgica)
Ano: 2018
Duração: 97 min.
Países: Luxemburgo, França, Israel, Bélgica

SOBRE O DIRETOR 
Sameh Zoabi nasceu e foi criado em Iksal, uma vila palestina próxima a Nazaré. Ele se formou na Universidade de Tel Aviv em Estudos de Cinema e Literatura Inglesa, depois recebeu a bolsa Fullbright para cursar mestrado em Direção de Filmes na Escola de Artes da Universidade de Columbia. Ele também cursou residências de prestígio na Cinefondation do Festival de Cannes e no Laboratório de Roteiristas em Sundance.
A voz única de Zoabi foi reconhecida pela Filmmaker Magazine e ele foi nomeado uma das “top 25 novas faces do cinema independente”. Seu trabalho foi exibido e premiado em diversos festivais internacionais, incluindo Cannes, Toronto, Locarno, Sundance, Karlovy Varu, Novos Diretores/Novos Filmes e Festival de Nova York.

Direção:
Tel Aviv em Chamas (segundo longa) – Sameh Zoabi (2018)
Under the Same Sun (filme para TV) – Sameh Zoabi (2013)
Mawsem Hisad – (documentário) – Nassim Amaouch, Mais Darwazah, Erige Sehiri and Sameh Zoabi (2012)
Man Without a Cell Phone – Sameh Zoabi (2010)
Be Quiet (curta) – Sameh Zoabi (2005)

Roteirista 
The Idol – Hany Abu-Assad (2015)

SOBRE A PANDORA FILMES 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 20 cidades do Brasil.

Madrugada no Centro no CCBB

Madrugada no Centro celebra o carnaval e bota o bloco na área externa do CCBB com atrações para as crianças durante a tarde. A Bandinha vem de Recife para animar os pequenos, depois tem o DJ Fábio Maia com o set Baby Boom! À noite é a vez de A Banda Mais Bonita da Cidade reencontrar os cariocas, abrindo a noite para o Bloco Fogo & Paixão com participação de Rodrigo Maranhão, mais a DJ Dani Vieira nas pick-ups.

O Madrugada encerra a celebração aos 30 anos do CCBB Rio e dá um até breve aos cariocas. Há seis anos promovendo encontros musicais, se firmou como uma opção de entretenimento acessível e em um local privilegiado, onde música e arte se comunicam de forma democrática, e apresentando a cada edição, um roteiro diferente, com DJs, músicos, artistas convidados, performances e muita música boa!

 

Sábado, 08.02.2020 – ação gratuita

EVENTO DIURNO – INFANTIL 

14:30 às 15:30 – A BANDINHA

15:30 ÀS 17H – DJ SET BABY BOOM

 

EVENTO NOTURNO 

22 às 4h

22 ÀS 23:30 – DJ DANI VIEIRA 

23h às 0:20h – A BANDA MAIS BONITA DA CIDADE

0:20 às 01:30h – DJ DANI VIEIRA 

01:30 às 2:45h – FOGO E PAIXÃO CONVIDA RODRIGO MARANHÃO

02:45 às 4h – DJ DANI VIEIRA 

 

A Bandinha, música para crianças

O projeto musical lúdico voltado para crianças de diversas idades, vem com a proposta de proporcionar espaços de convivência entre pais e filhos, artistas e público. Inspirado no universo circense, nas trupes mambembes de teatro e na tradição carnavalesca brasileira, usa recursos cênicos como adereços, figurinos, cenários e iluminação para dar ainda mais colorido às músicas escolhidas para o repertório do seu show.

A Bandinha é uma grata surpresa nos palcos. Composta por experientes músicos da cena musical recifense, numa total interação com o público, executam super sucessos estimulando além do canto, a brincadeira e a dança. É aí o momento de “soltar os bichos” e se “divertir de montão”. Músicas como Carimbador Maluco – Raul Seixas, História de uma gata – Chico Buarque, Tubarão Doidão – Yan Queiroga (A Bandinha), Ratinho tomando banho (Hélio Ziskind), Pequeno cidadão (Arnaldo Antunes) e A Barata diz que tem (Galinha Pintadinha) fazem parte da seleção dessa encantadora releitura, ganhando novos arranjos e interpretação.

A Bandinha é Thiago Hoover na Guitarra e Vocais; Luccas Maia nos Teclados, Efeitos e Vocais; Peu Lima no Baixo e Vocais; Lucas Araújo na Bateria e Vocais; e Vanessa Oliveira na Voz e Bagunças.

 

Baby Boom! Com DJ Fábio Maia

Fábio Maia é Dj há 30 anos. E pai há 10. Quando seu filho Téo nasceu, ele teve a ideia de juntar as duas coisas. Então, junto com o Téo,  nasceu também a Baby Boom, a primeira e única festa de rock para pais e filhos se divertirem juntos. E, há 10 anos, a Baby Boom! é um verdadeiro sucesso. Nessa edição do Madrugada no Centro, Fábio vai apresentar um repertório especial, vai ser som para pra adultos e crianças se divertirem.

 

A Banda Mais Bonita da Cidade

https://youtu.be/zD0Pz_JOCjw

Formada em 2009 em Curitiba, A Banda Mais Bonita da Cidade rompeu barreiras e arrebatou fãs numa velocidade inédita com o clipe da música “Oração”, com milhões de visualizações, num viral sem precedentes Após ficar conhecido, o grupo gravou seu primeiro disco pelo sistema de financiamento coletivo e se tornou um dos primeiros a fazer crowdfunding, destacando a banda pelo empreendedorismo em sua gestão.

Em 2013, o álbum “O Mais Feliz da Vida” apresentou a vocalista Uyara Torrente como compositora, e definiu parte da sonoridade da banda, ao tratar do futuro e de temas cotidianos com um olhar sensível e necessário. Em 2016 a banda se isolou em uma fazenda no interior do Paraná por 15 dias para a produção do seu terceiro disco de estúdio. De Cima Do Mundo Eu Vi O Tempo é um disco maduro, com nove canções de artistas já conhecidos pelo público da banda.

Chegando à marca impressionante de mais de meio milhão de seguidores no Facebook, mais de 42 milhões de visualizações nos vídeos do youtube, com 7 turnês internacionais e mais de 300 shows realizados, A Banda Mais Bonita Da Cidade se consolida cada vez mais como parte importante da música brasileira atual.

A Banda Mais Bonita é Uyara Torrente na voz, Luís Bourscheidt na bateria, Marano no baixo, Vinícius Nisi nos teclados e Eduardo Rozeira na Guitarra.

 

Fogo & Paixão convida Rodrigo Maranhão

https://youtu.be/422wNpKT3DQ

O bloco mais fogoso e apaixonado do Rio de Janeiro, que canta o amor sem vergonha de ser brega e muito feliz!

Muito mais que um estilo musical, o gênero brega nos últimos anos ganhou um novo status no carnaval do Rio de Janeiro com o Fogo & Paixão. O bloco que canta e exalta o amor, a irreverência e a alegria sem limites, leva cerca de 20 mil pessoas todos os anos, no domingo de pré-carnaval, ao Largo São Francisco de Paula para rasgar o coração e lavar a alma com hits que fazem parte da memória afetiva de qualquer mortal. De Reginaldo Rossi a Roupa Nova, de Sidney Magal a Luis Caldas, de Rosana a Xuxa, além do eterno muso, Wando, que deu nome ao bloco. E como o brega não tem idade, é eterno, não poderiam faltar no repertório os grandes sucessos do momento, como o som de Anitta, Ludmila, Naldo ou de Valeska Popozuda, só pra citar alguns exemplos.

Formado por uma bateria de cem ritmistas (também conhecida como Bateria sem Limites), faz uma divertida releitura dos clássicos do brega com novos arranjos que misturam ritmos como samba, xote, frevo e ciranda. O resultado é uma explosão de diversão, performances e muitas cores, não à toa, o bloco ganhou o Prêmio Serpentina de Ouro 2013, do jornal O Globo, no quesito Fantasia. Tem distribuição de rosas, uvas, pompons e a já tradicional chuva de calcinhas pra ninguém ficar parado e querer mais. 

 

Rodrigo Maranhão

https://youtu.be/aegJYYsMlq4

Sua primeira experiência musical foi no bloco Cada Ano Sai Pior, formado por seu pai e amigos em Petrópolis. Talvez isso explique a paixão pela batucada e pelo carnaval, que viria explodir depois no Bangalafumenga. Zélia Duncan, Roberta Sá, Verônica Sabino, Antônio Zambujo, Fernanda Abreu, Maria Rita, Banga e Rio Maracatu gravam suas canções. Ganhou o Grammy Latino com a música Caminho das Águas, gravada por Maria Rita (2006). Tem 3 discos autorais gravados: Bordado (2008), Passageiro (2010) e Itinerário (2015). Gravou Vira-Lata (2004) e Barraco Dourado (2009) com Bangalafumenga.

 

DJ Dani Vieira

Produtora Cultural há mais de 15 anos, por frequentar o ambiente musical, sentiu falta de mulheres tocando música brasileira e em 2009 começou a se arriscar nas pick-ups. De 2009 até hoje, tocou em lugares como 00, The Week, Vivo Rio, Circo Voador, Rival, Morro da Urca, Palaphita, Marina da Glória. Abriu shows da Martinalia, Martinho da Vila, Fernanda Abreu e tocou em eventos como Rock in Rio, Copa do Mundo, Pôr do Samba. Em algumas apresentações faz duo com instrumentistas que improvisam no samba, rock, músicas regionais, e funk, sua vertente musical é voltada para repertórios brasileiros, mas passeia por outros estilos com maestria.

 

SERVIÇO:

MADRUGADA NO CENTRO – 2019 / 2020 #CCBB30anos

Local: Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro

End.: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro. 

Tel.: (21) 3808-2000

Horários: 

Dia 08.02.2020 (sábado)

 

EVENTO DIURNO – INFANTIL – Gratuito

14:30 às 15:30h – A BANDINHA

15:30 às 17h – DJ SET BABY BOOM

 

EVENTO NOTURNO – Venda de Ingressos

22 às 4h

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Espaço sujeito à lotação.

Venda dos ingressos: Na bilheteria do CCBB ou pelo site www.eventim.com.br

Capacidade: 

Até 1500 pessoas.

 Curadoria e Produção: Paita Produções Artísticas 

Programação completa: www.facebook.com/madrugadanocentro

“De quem é o sutiã?” estreia em 20 de fevereiro

DE QUEM É O SUTIÃ? estreia em circuito comercial no Brasil dia 20 de fevereiro, depois de ser exibido na 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O longa, dirigido por Veit Helmer, acompanha a jornada do solitário Nurlan em busca da dona de um sutiã azul.

Nurlan é um maquinista de trem que vive numa aldeia nas montanhas e tem uma pacata rotina: ele leva o trem pelo subúrbio da cidade, que passa rente às casas, e diariamente cumprimenta sua colega de trabalha Nesrin, que controla os trilhos. Sempre que o semáforo dá passagem ao veículo, o menino Aziz interrompe seus afazeres na casa de chá onde trabalha e sai pelos trilhos com um apito avisando aos moradores para liberarem o caminho.

Os habitantes da tranquila cidade utilizam o espaço entre os trilhos de trem como uma extensão de suas casas, colocando mesas, cadeiras e o varal de roupas. Por isso, é até comum que uma peça ou outra fique presa ao motor do trem e Nurlan faz questão de devolvê-las aos seus respectivos donos.

O diretor conta que a inspiração para o filme veio de uma região na capital do Azerbaijão, onde os trilhos do trem são tão próximos às casas que eles também servem como áreas de lazer, como no filme. “Ali, a vida acontece na estrada de ferro, onde longos trens que transportam combustível passam várias vezes ao dia”, explica Helmer.

Nurlan está prestes a se aposentar e, no dia de sua última viagem, um delicado sutiã azul fica preso no maquinário do trem. Ao bater os olhos na lingerie, ele se lembra de tê-la visto em algum lugar. Na esperança de encontrar um amor e construir uma família, ele parte na jornada mais especial de sua vida: achar a dona do sutiã.

Eu espero que as pessoas vejam o filme como uma arca do tesouro repleta de joias preciosas”, comenta Helmer. DE QUEM É O SUTIÃ? “é uma história de amor. Com um final inesperado”, sintetiza.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra)
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE O DIRETOR 

Nascido em 1968, o alemão Veit Helmer dirigiu seu primeiro filme aos 14 anos. Mesmo antes da queda do muro de Berlim, ele se mudou para Berlim Oriental para estudar direção de teatro. Em 1991, ele começou a estudar na Escola de Cinema e Televisão de Munique. Depois de diversos prêmios por curtas realizados, ele fez sua estreia em longas-metragens com TUVALU, em 1999, o qual foi exibido em mais de 60 festivais e ganhou 16 prêmios. GATE TO HAVE (com Miki Manojlović e Udo Kier) foi feito em 2003, no subterrâneo do aeroporto de Frankfurt.

BEHIND THE COUCH (2005), sobre a seleção de elenco em Hollywood, foi o primeiro passo de Veit Helmer na produção de documentários. Seu terceiro filme, ABSURDISTAN, teve estreia mundial no Festival de Sundance de 2008 e ganhou diversos prêmios internacionais. Seu próximo filme, em 2011, BAIKONUR, foi ambientado na base de lançamentos de foguetes russa de mesmo nome, no Cazaquistão. Em 2014, Helmer dirigiu o longa infantil FIDDLESTICKS, que foi exibido em 97 festivais e ganhou 21 prêmios. Juntos, seus filmes conquistaram mais de 180 prêmios pelo mundo.

Veit Helmer leciona story-telling em diversas escolas internacionais de cinema.

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem ex

Em cenário paradisíaco, Tropikal Rio leva o melhor da música para o verão da praia do Leblon

No auge da temperatura na Cidade Maravilhosa, nada como celebrar o verão em cenários típicos cariocas, como a praia do Leblon. Com uma programação gratuita que inclui música de alta qualidade na melhor estação do ano, o Tropikal chega a praia do Leblon, na altura do Jardim de Alah, com pocket shows do Lagum, Vitor Kley, 3030, Oriente e Atitude 67, além do lounge exclusivo QUEM On Stage, com bate-papos com artistas variados.

Nos dias 24, 25, 26, 31 de janeiro e 01 e 02 de fevereiro, o Tropikal reúne o agito nas areias do Leblon, celebrando o melhor do Rio de Janeiro em uma estação que representa a alma do carioca. Ultrapassando milhões de streams, bandas como 3030, Onze:20 e Lagum trazem a boa música para se ouvir em um cenário de tirar o fôlego, além de estrelas como Vitor Kley e Atitude 67, que com suas músicas traduzem da melhor forma a época de sal e sol.

Ao longo dos 6 dias, o espaço exclusivo QUEM On Stage, por sua vez, reúne uma série de artistas que participarão de bate-papos, com interação com a plateia. O Posto 10, espaço auge da estação mais aguardada do ano, terá nomes como Di Ferrero, Lexa, Malía, entre outros. O grupo DDP Diretoria fecha os dias dourados da melhor forma possível no dia 02/02. Os conteúdos serão transmitidos ao vivo no Instagram da QUEM.

Além da música, o Tropikal Rio reunirá um mar de experiências gratuitas esportivas e de bem-estar, como oficinas de yoga, futevôlei e futmesa. E a Lojas Renner proporcionará para pais e filhos momentos de lazer e conhecimento através do Espaço Kids, chancelado pela Disney. O local contará com: Exposição da obra de arte do artista Luca Ewbank, feita com lixos encontrados na Praia de Guaraú, reforçando a ideia que é preciso re-novar, re-ciclar e re-pensar; Oficina criativa com reciclagem com o tema “Pequena Sereia”, aos sábados e domingos; Pula-pula e piscina de bolinhas; Empréstimo de guarda-sóis e cadeiras de praia. Por fim haverá o Espaço Renner Moda Responsável, que contará com um lounge equipado com carregadores de celulares com energia gerada por placas solares.

O Tropikal Rio é apresentado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e Lojas Renner e conta com o Patrocínio da Natura, Parceiros de Mídia Rádio Mood FM e Quem Acontece e Apoio Institucional da Prefeitura do Rio de Janeiro. O evento é uma realização da Fábrica.

Serviço – TROPIKAL RIO

Praia do Leblon – Jardim de Alah  

 

Data: 24, 25, 26, 31 de janeiro e 01 e 02 de fevereiro

Entrada: Gratuita

Pocket shows às 17:30

24/01 – 3030

25/01 – Onze:20

26/01 – Atitude 67

31/01 – Oriente

01/02 – Vitor Kley

02/02 – Lagum

QUEM On Stage

Bate papo com os artistas 14:30 e 16:30

24/01 Jão e Chemical Surf

25/01 Di Ferrero e Lexa

26/01 A definir e Pocah

31/01 A definir e Felipe Mar

01/02 Suel e Dubdogz

02/02 Malía e DDP Diretoria

Dois espetáculos musicais entram em cena no Rio, produzidos pela Escola de Atores Wolf Maya

Depois do sucesso de Os Saltimbacos, em 2019, a Escola de Atores Wolf Maya apresenta outras duas realizações de teatro musical, que acontecem no Teatro Nathalia Timberg.

O espetáculo Sou Assim – O Musical fica em cartaz do dia 24 de janeiro ao dia 2 de fevereiro (sextas, sábados e domingos, às 20 horas) e a montagem Vai Crescer – Uma Tarde Musical entra em cartaz no dia 25 de janeiro e segue até o dia 2 de fevereiro (sábados e domingos, às 16 horas).

Os espetáculos são estudos sobre teatro musical, resultado do Curso Prática de Montagem Musical, realizado pela Escola no segundo semestre de 2019, coordenado por Rafaela Amado, que também assina a direção artística das montagens. A direção musical é de Anna Priscilla Lacerda.

Os espetáculos

Reunindo 19 atores/cantores, Sou assim – O Musical é um espetáculo/show com cenas de alguns dos musicais mais famosos da Broadway. Números das montagens Chicago, Hairspray, Burlesque, Cantando na Chuva, Avenida Q, Os Produtores, A Família Addams e Wicked estão presentes em Sou Assim, que tem como fio condutor o desejo interno de afirmação, a busca pela identidade própria no mundo moderno.

O espetáculo Vai Crescer – Uma Tarde Musical é vibrante e alegre. Com 19 números musicais, faz homenagem os musicais infantis mais amados de todos os tempos. Entre eles, Shrek, Mary Poppins e Escola do Rock, que se misturam às princesas Moana, Tiana, Rapunzel, Mulan e aos clássicos como Alice no País das Maravilhas e Annie, entre outros. Vai Crescer é um mosaico de musicais modernos e antigos que fala sobre o crescimento. O elenco é formado por 28 atores/cantores jovens com idades entre 10 e 18 anos.

FICHA TÉCNICA – Diretora artística: Rafaela Amado. Diretora musical: Anna Priscila Lacerda. Diretora assistente: Alix Bandeira. Assistente musical: Pedro Aran. Cenógrafo: Alix Bandeira. Figurinista: Patrícia Pizzolato. Iluminador e operador de luz: Kadu Garcia. Estagiário: Felipe Ferretti. Pianista ensaiadora: Lidia Esther Baratute. Músicos: Davi Lacerda (guitarra e violão), Vitor Daniel (bateria), Theo Macedo (baixo), Ygor Thadeu (pianista) e Luiza Amélio (monitora de música). Diretor de produção: Rogério Garcia. Design e operador de som: Branco Ferreira. Design grafico: Felipe Barros. Diretor técnico e microfonista: Lenilson Souza. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação.

Elenco / Sou Assim – O Musical: Alice Pinheiro, Amanda Posada, Daltom Reis, Enzo Campeão, Felipe Ferretti, Fernanda Fernandez, Giovanna Valentim, Gustavo Smith, Jorge Grecco, Júlia Zimmer, Luigi Castellões, Maju Tatagiba, Marina Moretzsohn, Nádia Nogueira, Pedro Aran, Renata Jones, Ursula Miranda, Valléria Freire e Victória Louise.

Elenco / Vai Crescer – Uma Tarde Musical Amanda Posada, Camilla Rodrigues Araujo, Duda Lima, Enrico Yuuki, Giovanna Lima, Giulia Gatti, Jaque Andrade, João Poli, Juju Becker, Júlia Carvalho, Júlia Flor, Júlia Mazoni, Juliana Ribas, Laura Botelho, Letícia Ferreira, Letícia Paiva, Livia Maciel, Lucas Henrique, Mafê Gonçalves, Maria Clara Ribeiro, Maria Helena Sarmento, Maria Luísa Amado, Mariane Reigota, Nanda Cardin, Sophia Poubel, Thalita Mota, Victoria Shizue e Vitor Vaimberg.

Serviço

Espetáculo musical: Sou assim – O Musical

Temporada: 24 de janeiro a 2 de fevereiro

Horário: Sextas, sábados e domingos, às 20 horas

Duração: 80 minutos. Classificação: Livre.

Ingressos: Contribuição espontânea (sugestão: R$ 25,00)

https://checkout.tudus.com.br/teatro-nathalia-timberg-sou-assim–o-musical/selecione-seus-ingressos

Espetáculo musical: Vai Crescer – Uma Tarde Musical

Temporada: 25 de janeiro a 2 de fevereiro de 2020

Horário: sábados e domingos, às 16 horas

Duração: 80 minutos. Classificação: Livre.

Ingressos: Contibuição espontânea (sugestão: R$ 25,00)

https://checkout.tudus.com.br/teatro-nathalia-timberg-vai-crescer–uma-tarde-musical/selecione-seus-ingressos

Teatro Nathalia Timberg

Avenida das Américas, nº 2.000 – Barra da Tijuca. Freeway Center. RJ/RJ.

Tel: (21) 3388-5864. Capacidade: 300 lugares.

wolfmaya.com.br | Nas redes: @escolawolfmaya

MangoLab apresenta festival Calorzão

O pocket festival carioca mais antenado com as novidades e nomes incensados do cenário nacional, o MangoLab está de volta em edição Calorzão, inaugurando fevereiro em clima de fervo. Após ter no line up nomes como Duda Beat, Letrux, Marcos Valle e MC Tha em edições passadas, agora é a vez do evento ser palco da nova revolução do funk promovida pelo Heavy Baile, que recebe a convidada Baby Perigosa; e sets de Leo Justi, Larinhx, Glau Tavares, Carlos do Complexo e MangoDJs. A noite de 01/02 (sábado) tem início às 22h no NAU – Núcleo de Ativação Urbana.

 

O Heavy Baile é um coletivo multimídia de funk que propõe a convergência de produções musicais, coreográficas e audiovisuais. O projeto foi criado por Leo Justi como um estilo próprio de produção musical e se consolidou como uma dos principais sensações do Rio de Janeiro. Nessa noite, o grupo sobe ao palco com Justi e DJ Thai, o mestre de cerimônias Tchelinho e os dançarinos Sheick, Neguebites e Celly.

 

E nada melhor para atestar a emergência do funk carioca do que o Heavy Baile. Presença garantida em festivais pelo país, incluindo o último Rock in Rio, trata-se de um movimento progressivo de empoderamento musical e cultural da periferia, potencializando o batidão ao uni-lo a outros ritmos dos subúrbios internacionais, desde o hip hop e o trap ao jersey club.

 

O Heavy Baile lançou em 2018 seu álbum de estreia, “Carne de Pescoço”, e está em um momento de alta. Além dos hits recentes “Grelinho de Diamante” (ao lado de Baby Perigosa, convidada especial neste show) e “Cavalgada” (com Luísa Sonza), eles foram um dos destaques do MTV MIAW e venceram o Music Video Festival na categoria Melhor Coreografia em Videoclipe Nacional, com “Ciranda”.

 

Assista a “Cavalgada” com Luísa Sonza: http://bit.ly/ClipeCavalgada

Assista a “Grelinho de Diamante” com Baby Perigosa: https://youtu.be/_nZ2XmxvvvU

Assista a “Ciranda”: https://youtu.be/_tdmKl_3joA

 

Na mesma noite, Leo Justi, DJ e produtor fundador do Heavy Baile continua o agito com o seu set. Ele retornou de uma turnê europeia em 2019 e ganhou destaque fora do Brasil com dois EPs lançados pelo selo Waxploitation (“HVY BL NSS PRR”, de 2014, e “Vira a Cara”, de 2015), além de fazer parcerias com M.I.A., Phantogram, Tropkillaz, Emicida e MC Guimê.

 

Já Glau Tavares é residente das festas Velcro e Batekoo RJ. Tem seu som baseado na cultura funk e hip hop, mas tem ampliado suas frequências para o afrohouse e moombahton.  O DJ e produtor Carlos do Complexo já se apresentou no Red Bull Music Academy, além de outras festas itinerantes e festivais. Seu set mistura brasilidades, percussão, jazz, funk e R&B. Por fim, Larinhx mostra porque é um dos nomes que mais chamam atenção no Soundcloud, e os MangoDJs representam a prata da casa para não deixar ninguém parado.

 

O Calorzão é uma realização da MangoLab, uma plataforma carioca multimídia de desenvolvimento de talento, visibilidade artística e experimentação cultural. Pensando novas estratégias de levar música ao seu público alvo, a MangoLab aposta em capacitar e desenvolver nomes promissores da cena independente, passando pelo mid-stream ao mainstream.

 

Nessa noite quente, vai rolar “open água”: a MangoLab oferece estações de hidratação gratuita para refrescar todo o público. Os ingressos já estão à venda online, na plataforma Sympla: https://bit.ly/35uMAlt.

 

Serviço

MangoLab – Calorzão

Data: 01/02/2019 (sexta-feira)

Horário: 22h

Local: NAU – Núcleo de Ativação Urbana

Endereço: Av Cidade de Lima s/ nº – Parque Ernesto Nazareth – Santo Cristo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 15

Antecipados: https://bit.ly/35uMAlt

Evento: https://www.facebook.com/events/920522618342593/

Classificação: 18 anos

 

Maria e João: O Conto das Bruxas

Desta vez, as migalhas nos guiarão por um caminho muito mais sombrio e perturbador. Estrelado por Sophia Lillis (‘It: A Coisa’), ‘Maria e João: O Conto das Bruxas’ chega aos cinemas nacionais em 20 de fevereiro, explorando a aterrorizante origem do clássico conto de João e Maria. O terror, que conta ainda com Alice Krige (‘Star Trek’) e Charles Babalola (‘Black Mirror’) no elenco, acaba de ter seu trailer oficial nacional divulgado.

Durante um período de escassez, Maria (Sophia Lillis) e seu irmão mais novo, João (Sammy Leakey), saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. “É bastante fiel à história original, o filme tem três personagens principais: João, Maria e a Bruxa”, afirma o diretor Oz Perkins. Sophia Lillis, que despertou a atenção do grande público como Beverly, em ‘It: A Coisa’, dará vida à Maria no longa. Sobre o papel, Sophia afirma ter ficado muito animada com o convite. “Eu sabia desde o roteiro que este seria um ótimo filme […] Eu gosto de papéis com um lado sombrio; é interessante tentar desvendar essa mentalidade.” Gravado na Irlanda, o filme contou com locações como um pavilhão de caça abandonado que, segundo a crença local, era frequentado pelo Diabo.

 

Sinopse

Desta vez, as migalhas nos guiarão por um caminho muito mais sombrio e perturbador. Durante um período de escassez, Maria (Sophia Lillis) e seu irmão mais novo, João (Sammy Leakey), saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. É quando encontram uma senhora (Alice Krige), cujas intenções podem não ser tão inocentes quanto parecem, que eles descobrem que nem todo conto de fadas tem final feliz.

‘Palco Tap In Rio’ apresenta espetáculos de dança no Teatro Ipanema

De 22 a 24 de janeiro acontece ‘O Palco Tap In Rio’, uma atração tradicional do festival de sapateadores Tap In Rio, que promove 3 noites recheadas de arte e animação com a participação dos professores do Tap In Rio, alunos e grupos convidados. Os espetáculos reúnem todas as gerações em apresentações históricas. As atrações acontecem às 20h, no Teatro Ipanema.

Para a noite da quarta-feira, 22, o público poderá conferir a Noite de Performances, que conta com a participação de sapateadores de todo Brasil. Serão apresentadas, performances criadas por alunos e professores envolvidos no festival Tap In Rio.

E, não para por aí. A quinta-feira, 23, traz o espetáculo Live com sapateadores e banda ao vivo. Na sexta, 24, é a vez da Gala, onde Steven Harper e Adriana Salomão trazem para o público o espetáculo Canibal. A apresentação encena elucubrações rítmicas e coreográficas sobre as conexões entre Oswald de Andrade, Fred Astaire, os Tropicalistas e o sapateado contemporâneo brasileiro. A adaptação faz parte do resultado de um trabalho para a residência Work in Progress, que Steven Harper conduziu no Festival de dança de Joinville em julho de 2019.

Ainda na sexta-feira, acontece o espetáculo Partido apresentado pelo sapateador Leo Sandoval com participação do compositor Gregory Richardson. Inspirado na experiência do coreógrafo Sandoval como imigrante afro-brasileiro nos Estados Unidos, no elenco, músicos e dançarinosexploram a convergência da dança percussiva e sapateado, celebrando as profundas conexões entre música e dança de origem africana no Brasil e nos EUA, ligando estilos como samba e house dance através de ritmos e movimentos de pés compartilhados.

Serviço:

Local: Teatro Ipanema

Atração: Noite de Performances

Dia: 22 – Quarta-feira

Horário: 20h

Atração: Live

Dia: 23 – quinta-feira

Horário: 20h

Atração: Gala – Com os espetáculos Canibal e Partido

Dia: 24 – sexta-feira

Horário: 20h

Valor: R$50 (Inteira) | R$25 (Meia e Participantes Tap in Rio)

Endereço: R. Prudente de Morais, 824 – Ipanema, Rio de Janeiro – RJ, 22420-

Consuelo de Paula lança “Maryákoré”

No dia 24 de Janeiro, sexta, o Sesc Belenzinho recebe Consuelo de Paula em show de lançamento do CD Maryákoré, às 21 horas. Este é o sétimo disco da carreira da cantora e compositora mineira, uma obra provocadora naquilo que tem de mais feminina, mais negra, mais indígena e mais reveladora de nós mesmos.

No show, Consuelo (voz, violão e percussão) apresenta-se acompanhada por Carlinhos Ferreira (percussão) e Ana Rodrigues (piano). O roteiro da apresentação traz algumas surpresas. “Farei um tema popular dos canoeiros do Vale do Jequitinhonha e cantarei uma música de César Isella e Armando Tejada Gómez, que já foi interpretada por Mercedes Sosa”, revela a artista, que também vai interpretar canções essenciais de seus CDs anteriores. “São composições que conversam com Maryákoré”, conta a artista.

O título do CD pode ser entendido como uma nova assinatura de Consuelo de Paula: maryá (Maria é o primeiro nome de Consuelo), koré (flecha na língua paresi-haliti, família Aruak), oré (nós em tupi-guarani), yakoré (nome próprio africano).

Além de assinar letras e músicas – tendo apenas duas parcerias, uma com Déa Trancoso e outra com Rafael Altério -, Consuelo é responsável pela direção, pelos arranjos, por todos os violões e por algumas percussões de Maryákoré (caixa do divino, cincerro, unhas de lhama, entre outros). A harmonia entre Consuelo e sua música, sua poesia, sua expressão e a estética apresentada é nítida neste disco. Ao interpretar letras carregadas de imagens e sensações, ao dedilhar os ritmos que passam por Minas Gerais e pelos sons dos diversos “brasis”, notamos a artista imersa em sua história: ela traz a vida e a arte integrada às canções.

Segundo Consuelo, desde o nome, o trabalho “traduz uma arte guerreira e amorosa, que se alimenta da força dos ventos, das brisas e das tempestades; nasceu entre o dia e a noite, entre a cidade e as matas, entre raios e trovões”. Essas energias, movimentos e gestos de amor e de luta, estão condensados nas músicas, nos arranjos e na voz da cantora e compositora, de modo a reafirmar a fisionomia vigorosa de uma artista inquieta, de expressividade singular e força criativa que se renova a cada trabalho. E as fotografias que compõem a arte gráfica, cujos créditos são para f.cabral, traduzem em imagens o conceito do CD.

O violão é seu instrumento de composição que, nesse trabalho, revela-se também, de maneira ousada e criativa, como parte de seu corpo; e como koré provoca as composições ao mesmo tempo em que comanda e orienta os ritmos que dão originalidade à obra. Consuelo gravou juntos o violão e a voz, ao vivo, no estúdio Dançapé do músico Mário Gil, transpondo para o disco a naturalidade e a energia original das canções. Um desafio que pode ser conferido em cada uma das dez faixas: ora o violão silencia as cordas para servir de tambor, ora se ausenta para deixar fluir a voz à capela; em outros momentos as cordas produzem somente um pizzicato para acompanhar o movimento da melodia; e, às vezes, soa como percussão e instrumento harmônico. Tudo ao mesmo tempo.

Além do violão, um piano e vários instrumentos percussivos compõem a sonoridade de Maryákoré. Consuelo conta com o percussionista Carlinhos Ferreira para produzir paisagens e novos sons com instrumentos criados por ele, como goopchandra com arco, flautas de tubos, rabeca de lata, tambor de mar, gungas de sementes e outros. O piano de Guilherme Ribeiro enriquece esse cenário ao fazer destacar na obra, utilizando suavidade e desenhos sonoros, os contrastes imaginados por Consuelo.

O CD é apresentado em dois movimentos. Da mesma maneira que assistimos a um bom filme, acompanhar o roteiro de Maryákoré é uma experiência surpreendente. “São gestos, ventos que impulsionam ciclos, são lutas internas e externas que foram trazendo o disco e apontando o rumo das canções”, revela Consuelo. Maryákoré é uma guerreira em meio às batalhas cotidianas pela vida e pela arte, é uma obra-síntese da dedicação da artista, de sua fina sensibilidade musical, poética e social. É a voz de Consuelo de Paula frente aos desafios dos nossos tempos.

Consuelo de Paula / Maryákoré

Distribuição: Tratore. Ano: 2019. Preço sugerido: R$ 35,00.

Disponível em todas as plataformas digitais.

Facebook: @maryakoreconsuelodepaula | Instagram: @#maryákoré

www.consuelodepaula.com.br | Teaser:  https://www.youtube.com/watch?v=RHYNOGW1d8I

 

SERVIÇO

Show: Consuelo de Paula

Lançamento CD: Maryákoré

Dia 24 de janeiro/2020. Sexta, às 21h

Local: Teatro I (396 lugares)

Ingressos: R$ 30,00 (inteira); R$15,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$9,00 (credencial plena do Sesc – trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes.

Ingressos disponíveis pelo portal Sesc SP (www.sescsp.org.br) a partir de 14/01/2020, às 12h, e nas bilheterias das unidades a partir do dia 15/01/2020, às 17h30. Limite de 2 ingressos por pessoa.

Duração: 90 minutos. Recomendação etária: 12 anos.

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.

Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

www.sescsp.org.br/belenzinho

Estacionamento
De terça a sábado, das 9h às 22h. Domingos e feriados, das 9h às 20h.
Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.

Para espetáculos pagos, após as 17h: R$ 7,50 (Credencial Plena do Sesc – trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo). R$ 15,00 (não credenciados).
Transporte Público – Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

João Fênix – “Minha Boca Não Tem Nome”

O pernambucano Fênix celebrou 25 anos de carreira com o lançamento do disco “Minha Boca Não Tem Nome, apontado pela crítica como seu melhor trabalho. Em um país cada vez mais dividido e polarizado, a arte cura. O disco fala desse momento do Brasil, das cisões e polarizações, além de reafirmar posicionamentos e questões que sempre permearam a obra do artista. O show volta aos palcos do Rio de Janeiro em única apresentação no dia 22 de janeiro, quarta, no Teatro Rival, e traz uma trupe de amigos que, como ele, fazem parte de uma geração jovem que movimenta a cena musical pernambucana, para participações especiais: Almério, Airton Montarroyos e Martins.

Com direção artística de André Brasileiro, o show apresenta o repertório do disco homônimo, mas também músicas nunca gravadas por Fênix, como “Chama“ – grande sucesso de Joanna -, ou extraídas de álbuns anteriores, como “Língua do P“, de Gilberto Gil. “Pensamos em blocos com canções do disco e fora dele para compor o repertório com os temas: política, humanidade, sexualidade, religiosidade e relações amorosas para o bem ou para o mal”, explica Fênix. “Assim como no CD, também exponho e retifico minha sexualidade. Celebro minha religião ao homenagear o orixá que me deu minha voz, Iansã. E canto sobre minha necessidade de amar, ser amado e toda decepção e glória intrínsecas neste jogo da vida”, completa.

Com produção de Guilherme Kastrup (responsável pelos aclamados discos da Elza Soares, A mulher do fim do mundo e Deus é mulher) e Jaime Alem (que foi maestro de Maria Bethânia por mais de 30 anos), o CD Minha Boca não tem nome trouxe inéditas de Moreno Veloso, Pedro Luís, César Lacerda, Álvaro e Ivor Lancelotti, além de um lado B de Caetano Veloso, de Reginaldo Rossi e uma canção de Sergio Sampaio, Roda Morta com uma letra que parece ter sido escrita para esses dias: “O triste em tudo isso é isso tudo/A sordidez do conteúdo desses dias maquinais/E as máquinas cavando um poço fundo entre os braçais/eu mesmo e o mundo dos salões coloniais/Colônias de abutres colunáveis/Gaviões bem sociáveis vomitando entre os cristais”.

No palco, Fênix é acompanhado pela mesma banda que gravou o CD: Guilherme Kastrup, bateria, percussões e atmosphere, Jaime Alem, violões e guitarra, Alberto Continentino, baixo e baixo synth, e Dustan Galas, teclados, guitarra e synth. Um espetáculo assumidamente político, como faz questão de frisar o cantor: “O show aprofunda o pensamento de refletir e questionar sobre humanidade e o que de nobre nos motiva a seguir adiante. Entretanto, ao tocar de forma ácida no assunto político, tem um lado: o lado da democracia”.

SERVIÇO:

Show: João Fênix – “Minha Boca Não Tem Nome”

Local: Teatro Rival (Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia- RJ – Tel.: 2240-9796)

Data: 22 de janeiro de 2020, quarta
Horário: 19h30

Abertura da casa: 18h

Classificação: 18 anos

Preços: R$ 60,00 (inteira), R$ 40,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) e R$ 30,00 (estudante/idoso/professor da rede municipal/funcionário Petrobras e assinante O Globo)

CCJF – Programação de 14 a 19 de janeiro

Cinema

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema / cineclube

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema é um cineclube do CCJF e como o nome já diz contempla filmes que marcaram a história do cinema, tornando-se um clássico ou por terem sido um grande sucesso de público. Intencionamos com isso incentivar e facilitar o hábito de ir ao cinema bem como o acesso do público aos títulos disponíveis em nossa Biblioteca.

 

Filmes: Coleção Salete Maccaloz/ccjf

Programação: www.ccjf.trf2.jus.br

 

Dias 10, 17, 24 e 31
Sextas
18h
Dias 11 e 18
Sábado
18h
Entrada franca
Senhas uma hora antes
Cinema

 

Exposições

Campo dos Afonsos – 100 anos da instrução militar na aviação brasileira / histórica

A exposição apresenta um estudo com fontes primárias, relatórios, avisos ministeriais, boletins, fotografia, plantas e publicações impressas dos regulamentos e dos principais periódicos da época. Descreve, ainda, o contexto das questões importantes que definiram o Campo dos Afonsos como local para instalação do campo de aviação.

 

De 12/11 a 02/02

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 


Rio Branco, 241 – Justiça e Cultura / histórica

A exposição bilíngue faz uma retrospectiva da ocupação do prédio histórico do STF, dando destaque à trajetória da 1ª Instância da Justiça Federal no Rio de Janeiro. Narra, em seus painéis, desde a criação da Justiça Federal de 1ª e 2ª Instância até as obras de restauração e criação do Centro Cultural Justiça Federal, passando por fatos marcantes da trajetória da Justiça Federal neste prédio.

 

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 

Teatro

Poesia no Centro – Tanussi Cardoso & Outras Vozes / apresentação de poesia
Na forma de poesia falada e performática, tendo como eixo principal a obra do escritor Tanussi Cardoso, o projeto aproxima autores e público. Entre os convidados, Claudia Roquette-Pinto, Antonio Cicero, Geraldo Carneiro, Antonio Carlos Secchin e Thereza Christina Rocque da Motta.

Organizador: Tanussi Cardoso
Curadoria: Carmen Moreno e Igor Fagundes

Dias 16 e 17
Quintas e Sextas
19h
R$ 5,00 (inteira)
R$ 2,00 (meia)

Classificação: 14 anos

Educativo

 

Da Justiça à Arte / visita orientada
A visita conta a história do prédio até os dias atuais. De estilo eclético, é um dos poucos remanescentes da reformulação da cidade do Rio de Janeiro, ocorrida no início do Século XX.

Agendamento pelos telefones: 3261-2552/3261-2567 ou pelo e-mail atividadeseducativas.ccjf@trf2.jus.br


Terça a sexta 

13h às 17h
Entrada franca

Lapa de todas as vozes

Criado pela cantora Rosângela Si, o Palco Lapa 145 abre as portas com o intuito de ser uma casa dos artistas e seus movimentos no bairro mais boêmio do Rio de Janeiro, a Lapa.Com uma programação eclética, o casarão do final do século XIX está totalmente antenado com o nosso tempo, abraçando a diversidade e as manifestações artísticas em estado puro com festivais, shows, exposições, saraus, gastronomia, rodas de samba, rap e hip-hop e oficinas de cinema, dança e iniciação musical. “Somos a casa da diversidade e da cultura, sempre aberta a todos que queiram mostrar o seu talento e, é claro, para quem está ávido a curtir e descobrir a cena carioca das artes muito além do mainstream”, ressalta a fundadora.

Confira a programação da casa:

Sexta-feira, dia 10 de janeiro, às 18h – Cozinha Nem

Lançamento da linha de produtos veganos feita por moradores da Casa Nem, espaço na Lapa que é símbolo de luta e de resistência acolhendo e conscientizando transexuais, travestis e transgêneros, que participaram do projeto Cozinha & Voz, com apoio da Organização Internacional do Trabalho. Entre as delícias disponíveis para a degustação, pizzas e hambúrgueres. O evento começa às 18h e a entrada é franca.

Sexta-feira, dia 10 de janeiro, às 22h – 18º Festival Lapa é Rap

Idealizado pelo músico e agitador cultural Kobá Xilon, o evento reúne o melhor da nova cena do Rap com encontros imperdíveis e novidades sempre na segunda sexta de cada mês. A sua 18ª edição, a primeira de 2020, vai contar com batalha de MC’s, intervenções poéticas e apresentações de Emitê OG, Odisseia Rap, 780, Old Dirty Bacon, HG MC, Gruta Records, DJs Karma e Gravina Dope Beats. O evento começa às 22h e a entrada custa R$ 5,00.

Sábado, dia 11 de janeiro, às 20h – Poética Planetária Subtropicalista: Saraushow “100 Anos de Clarice Lispector”

Movimento multicultural criado em 2014 pelo cantor e compositor Alexandre Rota, a banda Poética Planetária Subtropicalista (POPS), em parceria com o Sarau FioMulticultural, promovem uma noite de celebração da obra de Clarice Lispector, que faria cem anos em 2020.Haverá exibição de vídeos sobre Clarice Lispector e o Saraushow multicultural com apresentação musical da banda. Em seguida, começam os jogos poéticos interativos intercalados à música e poesia com construção coletiva de fanzine, criação de música interativa em homenagem à Clarice Lispector e o público poderá levar livros para trocar. O evento começa às 20h e a entrada é franca.

Toda terça-feira, às 18h – Microfone aberto

Microfone Aberto é um sarau moderno que acontece todas as terças, a partir das 18h, onde os artistas podem recitar suas poesias, cantar, apresentar monólogos, ler seus contos, manifestos, em resumo, mostrar a sua arte, sem amarras nem mordaças. A entrada franca.

Toda terça-feira, às 21h – Jam Latin Jazz Session

Jazz com tempero latino. Essa é a proposta da banda DS Grooves, liderada pelo saxofonista, clarinetista, compositor e arranjador uruguaio Daniel Santos. Com mais de 30 anos de carreira e participações em diversos projetos e Big Bands na América Latina, o artista apresentará com seu conjunto músicas autorais, clássicos fusionados com ritmos latinos e canções de expoentes como Paquito D’Rivera e Chucho Valdés. O evento começa às 21h e a entrada é uma contribuição consciente.

O Palco Lapa fica na Rua da Lapa, 145. Mais informações pelo telefone (21) 98231-0108 ou pelo site www.palcolapa145.com.br

Claro e Governo do Estado do Rio de Janeiro apresentam Claro Verão Rio, com shows e atrações gratuitas em Ipanema, entre 11 e 20 de janeiro

“Dia de luz, festa do sol” os versos de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli soam como inspiração para o Claro Verão Rio, projeto que celebrará a estação mais querida dos cariocas, com diversas atrações culturais espalhadas por dois espaços em Ipanema. O Parque Garota de Ipanema e a Casa de Cultura Laura Alvim serão as casas do Claro Verão, que acontece entre os dias 11 e 20 de janeiro de 2020.

O Claro Verão Rio estreia como um presente aos cariocas e turistas, trazendo uma programação repleta de cultura, arte e atividades voltadas para o bem-estar e sustentabilidade. O evento contará com shows de artistas da plataforma Claro Música, como Xande de Pilares, Barão Vermelho, Blitz, Paulinho Moska, Ana Vilela, Tico Santa Cruz, Gilsons e Toni Garrido, além da exibição de filmes, peças de teatro e diversas atividades e experiências ao ar livre.

O Claro Verão Rio tem patrocínio da Claro e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa  do Rio de Janeiro que através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura investiu R$1.700.000,00 no evento. O projeto é uma realização da Peck Produções.

“Onde tem sol, tem diversão. E só a marca que traz o ‘sol’ em seu logo poderia oferecer um evento como o Claro Verão Rio. Temos o orgulho de ser uma empresa que está sempre presente na vida dos Cariocas, conectando as pessoas e levando diversão para nossos clientes. O Claro Verão Rio chega como um evento democrático e acolhedor e apresenta um novo verão para o Rio de Janeiro, com muita celebração, esporte, música e tecnologia”, afirma Ane Lopes, diretora de Marca e Comunicação da Claro. 

Um mar de experiências ao ar livre

Durante os 10 dias de intensa programação, o Claro Verão Rio ocupará 2 espaços icônicos de Ipanema. O Parque Garota de Ipanema receberá os shows da Blitz (13/01), Xande de Pilares (15/01) e Barão Vermelho (17/01). Entre os dias 11 e 20 de janeiro, na Casa de Cultura Laura Alvim, que durante o evento será a Casa Claro, estará de portas abertas apresentando uma programação de cinema, teatro, games eletrônicos, experiências de interatividade e shows de artistas como Paulinho Moska (11/01), Ana Vilela (12/01), Tico Santa Cruz (14/01), Gilsons (16/01) e Toni Garrido (20/01).

Além dos palcos e telas, o Claro Verão Rio promoverá também diversas atividades esportivas e de bem-estar no Parque Garota de Ipanema, como um muro de escalada, com acompanhamento de instrutores.

Peck Mecenas, diretor executivo da Peck Produções, diz o que o público pode esperar. “O Claro Verão Rio nasce como uma celebração a tudo que faz do verão carioca um momento singular, da música às atividades ao ar livre, passando por muita interação entre as pessoas. Adotamos a praia de Ipanema como casa porque é nessas areias que a cidade se encontra no verão. Ipanema é símbolo do encontro entre as diversas tribos que formam nossa identidade. E o Claro Verão Rio chega para abraçar todas elas, com shows do rock ao samba, além de experiências que prometem encantar o público”, afirma o realizador cultural.

Para mais informações, acesse claroveraorio.com.br.

Confira a programação do Claro Verão Rio

Parque Garota de Ipanema:
Dia 13/01: Blitz
Dia 15/01: Xande de Pilares
Dia 17/01: Barão Vermelho
Horário dos shows: 19h
Entrada gratuita

Casa Claro (Casa de Cultura Laura Alvim)
Entre os dias 11 e 20 de janeiro
Das 14h às 22h
Cinema, teatro, games, shows
11/01 – Paulinho Moska
12/01 Ana Vilela
14/01 Tico Santa Cruz
16/01 Gilsons
18/01 Rodrigo Santos
19/01 Priscila Tossan
20/01 Toni Garrido

SERVIÇO CLARO VERÃO RIO

Local: Parque Garota de Ipanema
Av. Francisco Bhering, s/n – Arpoador, Rio de Janeiro
Datas: 13, 15 e 17 de janeiro
Horário: 19h.
Classificação: livre
Entrada gratuita

Local: Casa de Cultura Laura Alvim
Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema,
Datas: 11 a 20 de janeiro
Horário: das 14h às 22h
Classificação: livre
Entrada gratuita

Salvadores Dali lançam primeiro disco no Lapa Café

Apostando num rock marcado por arranjos cheios de groove e que traduzem em suas letras temas como a atmosfera carioca, a diversidade, filosofia, história e conflitos sociais, a banda carioca Salvadores Dali lançará o primeiro álbum, homônimo, dia 17 de janeiro, sexta-feira, às 19h30, no Lapa Café (Av. Gomes Freire, 453/457, Lapa). No repertório, as sete músicas autorais, mais uma versão repaginada de Noel Rosa que integra o álbum, juntamente com versões de Nelson Cavaquinho, Belchior, entre outros clássicos da MPB. O primeiro álbum do grupo já está disponível no Spotify, Deezer e nas principais plataformas digitais.

A banda Salvadores Dali é fruto de uma amizade que nasceu há mais de 30 anos. J. Moraes, baixista do grupo, e o compositor Nelson Ricardo, autor de todas as letras dos Salvadores Dali, se conheceram ainda nos anos 80, na escola, e desde então planejavam formar uma banda de rock. No entanto, só depois dos doutorados em Sociologia e em Filosofia, os agora professores retomaram o projeto original do grupo, que ganhou o reforço nos vocais de um dos atores-cantores mais requisitados do Teatro Musical, Guilherme Logullo, protagonista de espetáculos como “Nelson Gonçalves – O Amor e O Tempo” e “Bibi – Uma Vida em Musical”; do baterista Jorge Casagrande, diretor de uma das escolas de bateria mais conhecidas do Rio de Janeiro; do músico e produtor Marcio MM Meirelles; e do saxofonista Robson Batista.

O que, inicialmente, seria apenas um registro de uma época, tornou-se um promissor projeto musical devido à qualidade das gravações iniciais. Retomando canções perdidas da adolescência, com uma atualização nos arranjos elaborados pelo grupo, os Salvadores Dali trazem a leveza de uma reunião entre amigos para as canções do álbum e para o show. Entre os destaques estão “Emboscada Final”, que fala sobre conflitos agrários; “3 Apitos”, uma homenagem ao grande Noel Rosa; “Não Passará”, que já possui videoclipe no YouTube, trazendo a atmosfera cool dos anos 80; e “Malemolência na Lapa”, que aborda a alegria e a sensualidade do bairro carioca. Ainda compõem o trabalho “Extremos”, “Transcendental”, “Pau Brasil” e a instrumental “São Salvador”.

A cidade do Rio de Janeiro não está representada somente nas letras da banda, mas também em seu nome, que apesar da alusão ao pintor Salvador Dalí, na verdade tem como referência a Praça São Salvador, reduto da boemia carioca e local conhecido por sua diversidade de manifestações culturais e políticas, uma verdadeira inspiração para os “Salvadores”. A tradicional praça também é título de uma das músicas do disco.

“Temos uma relação forte com a cidade do Rio de Janeiro e especialmente com o bairro das Laranjeiras que, por sua vida boêmia e repleta de encontros e de troca de ideias, representa muito bem alguns dos anseios da vida carioca. O bairro, onde também ensaiamos, se tornou uma referência para nós”, conta J. Moraes.

Os Salvadores Dali já se apresentaram na Praça São Salvador em 2019, e, em breve, tocarão mais uma vez no local.

“Uma das características mais marcantes do nosso som e da nossa presença no palco é a ideia de que somos amigos tocando, se divertindo, e trazendo à tona essa alegria e o prazer que sentimos fazendo música juntos”, completa Moraes.

Em 2020, os Salvadores Dali também darão continuidade ao projeto que iniciaram no YouTube, as Video Sessions, gravações feitas em estúdio com a presença de amigos da banda, que se tornarão uma série de vídeos, unindo um conceito multiplataforma de vídeo ao som do grupo.

SALVADORES DALI – INTEGRANTES

GUILHERME LOGULLO – Vocalista – Guilherme é cantor, ator e bailarino e nasceu em 1984 em São José dos Campos, SP. É um artista de várias expressões: dedicou-se ao ballet clássico desde os 11 anos de idade. Mais tarde participou do show “Quatro Estações” da dupla Sandy e Júnior e aos 18 anos ingressou na companhia teatral Grupo XPTO. Com uma bolsa de estudos, se formou em Musical Theathre pelo London Studio Centre, vivendo por essa razão em Londres pelo período de 6 anos. Também atuou em duas novelas na Rede Globo: “Babilônia” e “Rock Story”, além de atuar em dezenas de peças musicais (Elis, Bibi, Pin Pin, Nelson Gonçalves…), assim como em óperas no Brasil e no exterior.

MARCIO MM MEIRELLES – Guitarrista – Marcio, além de guitarrista, é produtor do grupo e arranjador, nasceu em 1972 na cidade de São Paulo, SP. Músico multi-instrumentista, é graduado em Composição pela UniRio e professor de música desde 1990. Produziu o DVD “Perdidos na Selva”. Atuou em vários grupos musicais, tais como Perdidos na Selva e Narjara, lançando ainda o álbum autoral MM Musico Solo 1, se apresentado fora do Brasil.

J MORAES – Baixista – Moraes é contrabaixista e nasceu em 1968 na cidade do Rio de Janeiro, RJ. Co-produtor do grupo, tem uma formação em Filosofia Estética (DSc) e em Filosofia da Música (MSc). Desde 2015, vem retomando seu trabalho em parceria com o compositor Nelson Ricardo, produzindo os EPs Oficinas (2016) e Vida Severina (2017), onde participa como baixista, tecladista e arranjador.

ROBSON BATISTA – Saxofonista – Robson nasceu em 1983, na cidade de São Mateus, ES. É filho de músicos e vivencia a arte musical desde os 6 anos de idade, passando por vários instrumentos, tais como percussão, clarinete, violão e finalmente o saxofone.  Ingressou na FAMES e participou de diversas gravações e shows ao vivo.

JORGE CASAGRANDE – Baterista – Casagrande nasceu em 1972 na cidade do Rio de Janeiro, RJ. Atua há 35 anos como baterista, sendo ganhador do prêmio de Expressão Cultural do Estado do Rio de JANEIRO com o projeto Orquestra de Bateristas. Além disso é diretor da maior Escolas de Bateristas do país, sediada na Lapa, Rio de Janeiro. Assina como endosser de várias marcas de pratos, baterias e assessórios, além de apresentar um canal no YouTube, onde entrevista celebridades do universo das baquetas e percussão.

SIGA SALVADORES DALI:

Instagram: https://www.instagram.com/salvadoresdali/

Facebook: https://www.facebook.com/salvadoresdalih/

YouTube: http://bit.ly/SalvadoresDaliYouTube

OUÇA O ÁLBUM “SALVADORES DALI”:

Spotify: http://bit.ly/SalvadoresDaliSpotify

Deezer: http://bit.ly/SalvadoresDaliDeezer

 

SERVIÇO – SHOW:

Lançamento do disco “Salvadores Dali”

Dia: 17/01, sexta-feira

Local: Lapa Café
Endereço: Av. Gomes Freire, 453/457, Lapa
170 lugares. Livre.

Ingressos: R$20

Ingressos vendidos somente na bilheteria da casa. Meia-entrada para todos os casos previstos em lei.

Informações: (21) 3971-6812.

Tarde para morrer jovem

Depois de ser exibido em diversos festivais internacionais, TARDE PARA MORRER JOVEM, da diretora chilena Dominga Sotomayor, estreia em circuito comercial no Brasil em 27 de fevereiro. Por esta obra, a diretora foi a primeira mulher a receber o prêmio de Melhor Direção no Festival de Locarno 2018. O longa é produzido pela brasileira RT Features, de Rodrigo Teixeira, e tem distribuição da Pandora Filmes.

Na trama, com a volta da democracia ao Chile nos anos 1990, um grupo de famílias que vive em uma comunidade isolada aos pés dos Andes busca construir um novo mundo distante dos excessos urbanos. O filme acompanha a rotina dessas famílias e o amadurecimento das crianças e adolescentes que precisam lidar com os primeiros amores, desejos e medos, enquanto preparam uma grande festa de Ano Novo.

De acordo com a diretora, a inspiração para TARDE PARA MORRER JOVEM surgiu quando encontrou uma fita VHS, do início dos anos 1990, com cenas de uma queimada que se espalhava por uma pequena comunidade que vivia em contato com a natureza. Domingas, com cinco anos, havia se mudado para lá com os pais há poucos meses. Ela conta que não se lembrava com clareza daquele dia, mas que ao ver as imagens se deu conta da vulnerabilidade daquele universo, que parecia tão idílico, e das pessoas que tentavam controlar as chamas. “O filme me trouxe a possibilidade de olhar para um tempo distante, que não parece mais possível atualmente. Ele retrata um grupo de pessoas que escolheu viver longe da cidade, em contato com a natureza mas que ao mesmo tempo é ameaçada por ela. Eles estão confinados num exílio auto-imposto onde encaram suas próprias naturezas”.

Em dezembro de 1989, o general Augusto Pinochet foi derrubado do poder pelas primeiras eleições democráticas do Chile, desde a instauração da ditadura militar. “Este verão, logo após nos mudarmos para a comunidade aos pés dos Andes, foi um momento muito particular, de transição, cheio de expectativas e ilusão de um novo início. Mas, procurei omitir no filme tudo de concreto e político daquele tempo, retratando um verão muito particular, mas que ao mesmo tempo poderia ser qualquer verão”, comenta Domingas.

É um filme sobre crescer num momento de mudanças significativas e, para mim, isso tem a ver com a nostalgia e desmistificação de um período. É uma história de amadurecimento – dos personagens jovens e de uma sociedade, o Chile, que estava machucado depois da ditadura. Eu queria explorar a desconfortável relação entre as gerações e classes para capturar a sabedoria das crianças, a tolice dos adultos e a estranha melancolia de crescer”, explica.

TARDE PARA MORRER JOVEM é o terceiro longa-metragem de Domingas Sotomayor. O primeiro, De Jueves a Domingo, recebeu o prêmio Tiger Award em Roterdã e foi exibido em mais de 100 festivais ao redor do mundo. No ano de 2013 codirigiu The Island, que também foi premiado no festival holandês, e em 2015 estreou o média-metragem MAR na mostra Forum do Festival de Berlim.

Além de Locarno, onde foi premiado, TARDE PARA MORRER JOVEM foi exibido em importantes festivais do mundo, como 43rd Toronto International Film Festival, 56th New York Film Festival, 62nd BFI London Film Festival, 56th Viennale, Vienna International Film Festival e 54th Chicago International Film Festival. No Brasil, foi exibido na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e no Festival do Rio de 2018.

SINOPSE 
Durante o verão de 1990 no Chile, com a crescente liberdade que se seguiu ao fim da ditadura, um pequeno grupo de famílias que vive em uma comunidade isolada aos pés dos Andes busca construir um novo mundo longe dos excessos urbanos. Nessa época de mudanças e reavaliações, Sofía, Lucas e Clara lidam com seus primeiros amores, desejos e medos, enquanto se preparam para a grande festa de Ano Novo. Melhor direção no Festival de Locarno 2018.

FICHA TÉCNICA 
TARDE PARA MORRER JOVEM (Tarde para morir joven) 
Direção: Dominga Sotomayor
Elenco: DEMIAN HERNÁNDEZ, ANTAR MACHADO, MAGDALENA TÓTORO, MATÍAS OVIEDO, ANTONIA ZEGERS
Producão: CINESTACIÓN, RT FEATURES, RUDA CINE, CIRCE FILMS
Ano: 2018
Gênero: Drama
Países: Chile, Brasil, Argentina, Holanda e Qatar

FESTIVAIS  
● 43rd Toronto International Film Festival
● 56th New York Film Festival
● 62nd BFI London Film Festival
● 54th Chicago International Film Festival
● 2nd Pingyao International Film Festival
● 56th Viennale, Vienna International Film Festival
● 42nd São Paulo International Film Festival
● 2nd El Gouna Film Festival
● 24th Sarajevo Film Festival
● 14th Santiago International Film Festival
● 26th Filmfest Hamburg
● 15th Reykjavik International Film Festival
● 26th Hamptons International Film Festival
● 41st Mill Valley Film Festival
● 47th Festival du nouveau cinéma
● 51st Viña del Mar International Film Festival

SOBRE A DIRETORA 
Domingas Sotomayor estudou Direção Audiovisual na Universidade Católica do Chile e tem mestrado em Direção na ESCAC de Barcelona. Ela desenvolveu seu primeiro filme De Jueves a Domingo na residência Cannes Cinéfondation. O filme ganhou o Tiger Award em Roterdã e foi exibido em mais de 100 festivais. Em  2013 ela codirigiu The Island, que também ganhou o prêmio Tiger.

Em 2015 estreou seu média-metragem Mar no Fórum da Berlinale e o filme coletivo  Here
in Lisbon, produzido pelo Indielisboa. Ela trabalhou em vídeos e fotografias para exibições de artes visuais, como Little Sun (de Olafur Eliasson, 2012) no museu Tate Modern em Londres.

Em 2009 ela co-fundou a Cinestación, uma empresa de produção baseada em Santiago onde ela produz outros autores e cineastas na América Latina. Recentemente, esteve envolvida com Los Fuertes, de Omar Zúñiga (em pós-produção), Murder me, Monster, de Alejandro Fadel, que estreou na mostra Un Certain Regard nos Festival de Cannes de 2018, e Raging Helmets, de Neto Villalobos. Ela também co-fundou o CCC, Centro de Cinema e Criação, um centro cultural e cinema de arte em Santiago, Chile.

SOBRE A RT FEATURES 
Criada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features tem em seu currículo de produções brasileiras longas-metragens como O Cheiro do Ralo (2006), O Abismo Prateado (2010), Tim Maia (2014), Alemão (2014), O Silêncio do Céu (2016) e a série O Hipnotizador (para a HBO Latin America em 2015).

No mercado internacional, RT produziu os longas Frances Ha (2013), O amor é estranho (2014), Love (2015), Mistress America (2015), A Bruxa (2016), Patti Cake$ (2017) e Me chame pelo seu nome (2017), indicado ao Oscar em quatro categorias e vencedor na de melhor roteiro adaptado.

Dedicado a trabalhar com jovens diretores de talento desde a criação de sua empresa, a RT formou uma joint venture com a Sikelia Productions, produtora de Martin Scorsese, com o objetivo de realizar filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem da parceria, Ciganos da Ciambra (2017), estreou no Festival de Cannes de 2017, na Quinzena dos Realizadores, e o segundo filme, Port Authority, também foi selecionado pelo festival, dessa vez para a mostra Un Certain Regard em 2019.

No Brasil, recentemente produziu o longa-metragem A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, que foi exibido no último Festival de Cannes, onde recebeu o prêmio de melhor filme na mostra Um Certo Olhar. No mesmo ano, estreou ainda um terceiro longa-metragem no mesmo festival: com Willem Dafoe e Robert Pattinson, The Lighthouse, de Robert Eggers, esteve na Quinzena dos Realizadores e levou o FIPRESCI – Prêmio da Crítica Internacional – de melhor filme.

No festival de Veneza 2019, apresentou os filmes Wasp Network, de Olivier Assayas, com Penélope Cruz, Gael Garcia Bernal e Wagner Moura e Ad Astra, novo filme de James Gray, protagonizado por Brad Pitt. O filme foi aclamado pela crítica internacional e estreou em setembro nos cinemas.

SOBRE A PANDORA FILMES 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 20 cidades do Brasil.

Madrugada no Centro no CCBB

Na primeira edição de 2020, o Madrugada no Centro ocupa a área externa do CCBB para receber um time de primeira linha. Ao apostar nos encontros musicais entre novos e consagrados artistas, o Festival apresenta show inédito de Marcos Valle, protagonista de uma das carreiras das mais longevas e significativas na música popular brasileira.

Na sequência, nomes da nova geração, com show do Sexteto Sucupira e participações especiais de João Cavalcanti e Júlia Vargas. No comando das picapes, a pluralidade musical com o DJ Doni e o Bailão do Castelo, com muito samba, rock e MPB, conduzidos pelos DJs Doni, Magoo e Sapucaia.

O projeto, que segue até fevereiro de 2020 com a temática em celebração aos 30 anos do CCBB Rio, se mantém há cinco anos como uma opção de entretenimento acessível e em um local privilegiado, onde música e arte se comunicam de forma democrática. Com curadoria de Daniela Paita, cada edição apresenta um roteiro diferente, com DJs, músicos, artistas convidados, performances e muita música boa!

MARCOS VALLE 

https://youtu.be/9jbEWfCIkHs

O músico, cantor e compositor Marcos Valle apresentará o show do novo álbum “Cinzento”. Produzido pelo próprio Valle, o álbum tem uma concepção minimalista, com pouca instrumentação e grooves diferentes, que remete ao clássico “Previsão do Tempo”, de 1973. “Cinzento” vem com novas parcerias como Moreno Veloso (na faixa “Redescobrir”), Bem Gil (“Se Proteja”), Kassin (“Lugares Distantes”), Zélia Duncan (“Rastros Raro”) e Domênico Lancelotti (“Pelo Sim Pelo Não”), entre outros.

Além das músicas novas Marcos vai apresentar alguns dos seus sucessos como “Batucada Surgiu”, “Mentira”, “Estrelar”, “Samba de Verão”, “Os Grilos”, “Mustang Cor de Sangue” e outros. 

Marcos Valle se apresenta no fender rhodes/teclados/vocal ao lado de Patrícia Alví no vocal, Jessé Sadoc no trompete/flugelhorn, Alberto Continentino no baixo, Dudu Viana nos teclados, Bernardo Bosisio na guitarra e Renato “Massa” Calmon na bateria.

Atento às novidades, Marcos Valle incorpora diversas vertentes ao longo de sua trajetória, que se inicia com a bossa nova e percorre da música negra norte-americana ao pop e à música dançante dos anos 1970 e 1980. 

 

SEXTETO SUCUPIRA convida JOÃO CAVALCANTI e JULIA VARGAS

https://youtu.be/jhuLJujRlQc

O show do Sexteto Sucupira é tanto para pessoas que gostam de dançar, quanto para os que simplesmente querem ouvir boa música. O espetáculo é uma viagem pelas melodias do mundo, tendo o Brasil como ponto de partida. O fio condutor é a música regional nordestina, seus baiões, xaxados, xotes e ijexás. Alimentado por ricas melodias, a cada tema executado tem-se a sensação de se desembarcar num lugar diferente, ora no norte do Brasil, ora no Caribe, ora no Oriente Médio. O repertório mistura músicas de várias partes do mundo com clássicos de compositores brasileiros consagrados (Dominguinhos, Sivuca, Gilberto Gil, Hermeto Pascoal) e de expoentes da nossa nova geração (Marcelo Caldi, Kiko Horta, Rodrigo Lessa), além de composições do grupo. 

O sexteto é Alexandre Bittencourt nos sopros, Rudá Brauns no bandolim, Felipe Chernicharo no violão, Max Dias no baixo, Lucas Videla na percussão e Cláudio Lima na bateria. 

JOÃO CAVALCANTI

https://youtu.be/GMbke2wId_c

Jornalista, João Cavalcanti não imaginou que seguiria a carreira do pai, Lenine. Foi na faculdade que se voltou para a música. Ouviu e tocou de tudo até formar o Casuarina, grupo do qual foi vocalista por 16 anos (de 2001 a 2017). Com o Casuarina – eleito melhor grupo de samba duas vezes no Prêmio da Música Brasileira – lançou sete CDs e dois DVDs, fez oito turnês pela Europa e quatro por Estados Unidos e Canadá, além de shows em vários lugares do mundo. Suas músicas têm sido gravadas por alguns importantes artistas brasileiros, como Lenine, Roberta Sá, Joyce Moreno, MPB4, Tiê, Zé Renato e Pedro Luís. Em maio de 2018, João lançou “Garimpo”, registro intimista de seu duo com o pianista e acordeonista Marcelo Caldi, com participação do cantor português António Zambujo. No ano seguinte, lançou o EP digital “Samba Mobiliado” com seis faixas. Seu segundo álbum solo, “Sangrado”, tem produção de TóBrandileone e participação de Jorge Drexler, ainda sem data prevista para o lançamento. 

JÚLIA VARGAS

https://youtu.be/7OIVo6so1AI

Cantora e percussionista, Júlia Vargas já é considerada uma das grandes cantoras do Brasil e vem emocionando nomes como Milton Nascimento, com quem fez uma de suas primeiras turnês. Gravou com Ivan Lins de quem ganhou música inédita gravada em disco, além de contar com participações de Ney Matogrosso e Pedro Luís, no seu álbum “Pop Banana”. Abriu shows de Alceu Valença e Geraldo Azevedo e apresentou-se ao lado de João Donato, Wagner Tiso, Moraes Moreira, Criolo, entre outros. Em 2015 participou do tributo à Cássia Eller, no Rock in Rio e chamou a atenção pela parceria com Chico Chico, cantor e compositor carioca filho da cantora com quem fez diversos shows pelo Brasil.Júlia passeia pelos mais variados gêneros musicais como blues, sambas e regionalismos. Ainda é bailarina, e fez parte do corpo do Theatro Municipal do Rio e da Cia. Deborah Colker.

BAILÃO DO CASTELO

https://youtu.be/uBQyfsDRHs4

Três amigos que se juntaram com um único objetivo: fazer música boa! Consagrados na noite carioca, os DjsDoni, Sapucaia e Magoo são responsáveis pelo Bailão do Castelo, um dos maiores bailes de rua do RJ que acontece no Centro. No som, muita black music, samba rock, MPB, soul funk, acid jazz, rock n’ roll, rock brazuka e tropicalia. É um dos fundadores do coletivo Tríade, que produz e comanda o Bailão do Castelo, junto com os DJ’s Magoo e Sapucaia.Conheça a Tríade!

DJ Don ijá é referência na noite carioca. Há mais de uma década no Rio de Janeiro, o paulistano, que iniciou a carreira como pesquisador musical, faz parte do circuito das festas mais badaladas da cidade. DJ Magoo vem se destacando com seu repertório eclético, que agrada pela suavidade e a sagacidade nas sequências escolhidas e executadas pra não deixar ninguém parado. DJ Sapucaia, carioca da Lapa, iniciou sua carreira como produtor, mas curioso e amante da música, sempre pesquisou variados estilos musicais. A Tríade gosta de navegar na música brasileira fundamentada no movimento tropicalista, além de diversas vertentes da Black music que inclui funk, soul, samba-rock, r&b, african beats e nu jazz, tudo com muito groove!

Dia 18/01

Horário: 22h às 4h

·      22 às 23:30h- DJ DONI (BAILÃO DO CASTELO)

·      23:30 às 01h – MARCOS VALLE

·      01 às 1:30h – DJ DONI (BAILÃO DO CASTELO)

·      1:30 às 3h- SEXTETO SUCUPIRA convida JOÃO CAVALCANTI e JULIA VARGAS

·      03 às 04h – DJ DONI (BAILÃO DO CASTELO)

 

SERVIÇO:

MADRUGADA NO CENTRO – 2019 / 2020 #CCBB30anos
Local: Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro

End.: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro 
Tel.: (21) 3808-2000

Horários: 

Dia 18.01.2020 (sábado) 22 às 04h

Abertura do portão: 22h.

Ingressos:

Dia 18.01.20 – R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Espaço sujeito à lotação.

Venda dos ingressos: Na bilheteria do CCBB ou pelo site www.eventim.com.br

Capacidade: 

Até 950 pessoas.

 

Curadoria e Produção: Paita Produções Artísticas

Programação completa: www.facebook.com/madrugadanocentro

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Luiz Menna Barreto – luizmenna@uol.com.br 21 99872 5534

Assessoria CCBB Rio
Bianca Mello – biancamello@bb.com.br
(21) 3808-2326/ 3808-2324

 

Estácio

Empresa da holding YDUQS, é um dos maiores e mais respeitados grupos do setor educacional brasileiro. Há 49 anos, proporciona acesso a um ensino de excelência em larga escala e de maneira única. Está presente em 23 estados e no Distrito Federal, por meio do ensino presencial, e em todo o Brasil com o EaD, contando com mais de 500 mil alunos matriculados.

Oferece cursos de Graduação e Pós-graduação (lato sensu e stricto sensu), além de soluções corporativas e cursos de extensão. Aposta na tecnologia e na inovação como diferenciais para aprimorar o aprendizado, com currículos alinhados às necessidades do mercado de trabalho. A busca constante pela qualidade acadêmica e os investimentos na área de ensino geraram ótimos resultados nos últimos anos – suas instituições e cursos e são reconhecidos pelo MEC com elevados conceitos de qualidade.Atuante em projetos que contribuem para o desenvolvimento social e cultural do País, a Estácio promove o Programa de Responsabilidade Social Corporativa Educar para Transformar. O programa, que apoia iniciativas em cinco pilares – Esporte, Escola, Cidadania, Cultura, Inovação e Empreendedorismo – reflete o compromisso do Grupo Estácio de oferecer uma educação acessível e de qualidade e, assim, gerar um impacto positivo para a construção de uma sociedade mais justa.

 

CCBB 30 anos 

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil celebra 30 anos de atuação com mais de 50 milhões de visitas. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, o CCBB é um marco da revitalização do centro histórico da cidade e mantém uma programação plural, regular, acessível e de qualidade. Mais de três mil projetos já foram oferecidos ao público nas áreas de artes visuais, cinema, teatro, dança, música e pensamento.  Desde 2011, o CCBB incluiu o Brasil no ranking anual do jornal britânico The ArtNewspaper, projetando o Rio de Janeiro entre as cidades com as mostras de arte mais visitadas do mundo. Agente fomentador da arte e da cultura brasileira segue em compromisso permanente com a formação de plateias, incentivando o público a prestigiar o novo e promovendo, também, nomes da arte mundial.

Programação Especial de Verão do Clube Manouche

05, 12, 19 e 26/01 – Domingos, 20h – Festa “Alento” – Djs Rodrigo Penna e Helen Sancho

Uma imagem contendo pessoa, homem, objeto, interior Descrição gerada automaticamenteMais de 12 anos depois do Bailinho recriar a tradição dos domingos dançantes, a “Alento”, a nova festa de Rodrigo Penna, vem reviver as domingueiras. Serão quatro domingos de janeiro, quatro encontros pra abrir os caminhos nesse ano que se apresenta e colorir ainda mais o verão carioca!

A edição pré-réveillon em dezembro foi arrebatadora, com mais de 600 pessoas na área externa da Casa Camolese e dentro do Clube Manouche. “Alento” é uma festa para os românticos. Novos e antigos clássicos se misturam a pequenos sets de música lenta. Dançar soltinho ou juntinho, pode tudo nesse filhote do Bailinho que deu frutos. Nesse momento tão árido da cidade, “Alento” é encontro, gentileza, mansidão.

Com uma ou duas pistas, é festa com gosto de playground, de sala de estar. Para todas as idades, credo, gosto e sabores, “Alento” é abraço, cafuné, carinho. “Uma festa para dançar juntinho, meio rosto colado, meio chão rabiscado, música lenta como nos velhos tempos, lembra? Música dancing de hoje e de ontem. A gente precisa de alento.”, diz o DJ e produtor que há mais de uma década está à frente de eventos de sucesso no Rio.

Nesta empreitada Rodrigo Penna divide o som com a DJ Helen Sancho, conhecida na cena musical carioca e paulistana, dona de um estilo livre no comando das pick-ups de festas badaladas.

Quem já foi curtir ao som de Rodrigo e seus convidados ilustres já sabe que vai encontrar diversidade e qualidade na escolha musical, que faz toda a diferença no clima do evento. O DJ queridinho dos famosos dá uma palhinha do que vem: na playlist, Bob Marley, Gilberto Gil, Neil Young, Stevie Wonder, Gal Costa, Dona Ivone Lara, Marvin Gaye, Elvis Presley, Prince, Caetano Veloso, Lauryn Hill, Cartola, Paulinho da Viola, entre muitos outros sucessos. “O nome da festa descreve o que estamos precisando para a cidade e para o país de modo geral. Na pista, reverenciamos a cultura”, conta Rodrigo.

Serviço

Festa: “Alento”- Festa de Rodrigo Penna

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 01, 12, 19 e 26 de janeiro, domingos, 20h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira, primeiro lote), R$ 120,00 (inteira, segundo lote), R$ 40 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 60,00 (meia)

Há também o passaporte de verão para as quatro festas: R$ 120,00 https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

06, 13, 20 e 27/01, Segundas, 21h – Baile da Orquestra Imperial

ORQUESTRA IMPERIAL RED – crédito Felipe DinizVerão, janeiro, bailes de segundas-feiras no Clube Manouche – de volta pro futuro, a bigband e seus bailes mais cariocas do planeta estão de volta! A Orquestra Imperial renovada e cheia de amor pra dar – como sempre.

Depois de animar as noites cariocas de 2002 a 2018 com direito a diversos bailes e shows em palcos, clubes e festivais por todo o Brasil, Europa, Estados Unidos e América Latina, a Orquestra está de volta para uma temporada às segundas feiras (tal qual o início na saudosa casa Ballroom, no Humaitá) e dessa vez o palco escolhido é também perto de casa e do coração da trupe: o Clube Manouche.

Com uma formação mesclando integrantes das primeiras formações como Berna Ceppas, Kassin, Nina Becker, Moreno Veloso, Emanuelle Araujo, Felipe Pinaud, Pedro Sá, Marlon Sette, César Bodão, Mauro Zacharias, Bidu Cordeiro e outros mais, caras novas e da nova cena marcarão presença na temporada, como Matheus VK e DJ Marlboro (06/01), Danilo Cutrim do Braza (13/01), Ana Frango Elétrico (20/01) e Pedro Miranda (27/01), além do percussionista Leonardo Reis. E, claro, as surpresas que sempre pintam e DJs convidados.

A banda prepara novo repertório que tem a ver com o espaço do Manouche, mais acolhedor, pra dançar coladinho. “Caso Sério”, de Rita Lee, é uma delas, sem abrir mão das músicas mais animadas. O resto é surpresa.

Serviço

Festa: Baile da Orquestra Imperial

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 06, 13, 20, e 27 de janeiro, segundas, 21h

Ingressos: R$ 100,00 (inteira), R$ 50 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 50,00 (meia). https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

As Palavras da Nossa Casa

O Núcleo Teatro de Imersão estreia a peça imersiva e itinerante “As Palavras da Nossa Casa”, livremente inspirada em obras do cineasta sueco Ingmar Bergman (1918-2007), no dia 17 de janeiro de 2020, na Casa das Rosas, da Rede de Museus-Casas Literários da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerenciada pela Poiesis. Sem separação entre palco e plateia, a ideia é que o público seja conduzido por diferentes cômodos dessa mansão histórica na Avenida Paulista para acompanhar a história. A temporada segue até 27 de março (totalizando 20 apresentações), com sessões duplas às sextas-feiras, às 18h30 e às 20h. Os ingressos custam até R$60.

A dramaturgia da peça foi escrita por Adriana Câmara, que também assina a direção, e Glau Gurgel a partir de vários filmes de Bergman. “A principal referência é o ‘Sonata de Outono’ (1978), que tem uma personagem a mais. Fomos reduzindo os personagens, situações e a quantidade de espaços para poder fazer na Casa das Rosas. Mas também fazemos referências a ‘Morangos Silvestres’ (1957), ‘Através do Espelho’ (1961) e ‘Gritos e Sussurros’ (1972). O espetáculo tem elementos de vários longas dele”, revela a diretora.

Situada nos anos de 1960, a trama narra a visita da famosa cantora lírica Charlote (interpretada pela atriz Gizelle Menon) ao casarão que sua filha única, Eva (Adriana Câmara), divide com o marido Victor (Glau Gurgel), que é um pastor presbiteriano. As duas, que não se vêm há bastante tempo, tentam se reaproximar e resolver questões dolorosas do passado, como o fato de que a filha precisou lidar com a perda de seu único filho, enquanto a mãe tentava administrar as demandas de sua carreira internacional.

Para resgatar os sentimentos nobres que ainda existem entre elas, mãe e filha precisam encarar todas as mágoas, e, nesse processo, acabam proferindo palavras muito duras, de que, possivelmente, se arrependerão. A montagem sensível busca a identificação imediata com o espectador, ao tratar de temas como o amor, as cobranças e expectativas na criação dos filhos, as diferenças de geração, a falta de comunicação em relacionamentos, a esperança e os recomeços após dores profundas, em uma abordagem que parte de situações e conflitos parecidos com os que todos já vivenciaram ou testemunharam.

Os espectadores assistem a tudo isso acomodados em cadeiras espalhadas pelos diferentes cômodos da Casa das Rosas, como se estivessem mesmo na residência das personagens, e são obrigados pela própria cena a mudar de ambiente. “Pensamos em fazer a peça para a Casa das Rosas, que foi moldando totalmente a encenação. Nesse tipo de teatro, temos que fazer tudo pensando em um espaço, porque se mudamos de lugar, temos que trocar, por exemplo, todas as marcações”, revela Adriana sobre o processo criativo.

“As Palavras da Nossa Casa” é o segundo espetáculo do Núcleo Teatro de Imersão. A primeira peça do grupo, “Tio Ivan”, ganhou o Aplauso Brasil 2018 na categoria Melhor Espetáculo de Grupo por voto popular.

SOBRE A CASA DAS ROSAS

A Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos é um museu dedicado à poesia, à literatura, à cultura e à preservação do acervo bibliográfico do poeta paulistano Haroldo de Campos, um dos criadores do movimento da poesia concreta na década de 1950. Localizada em uma das avenidas mais importantes da cidade de São Paulo, a Avenida Paulista, o espaço realiza intensa programação de atividades gratuitas, como oficinas de criação e crítica literárias, palestras, ciclos de debates, exposições, apresentações literárias e musicais, saraus, lançamentos de livros, performances e apresentações teatrais. O museu está instalado em um imponente casarão, construído em 1935 pelo escritório Ramos de Azevedo, que na época já tinha projetado e executado importantes edifícios na cidade, como a Pinacoteca do Estado, o Teatro Municipal e o Mercado Público de São Paulo.

Sobre o Núcleo Teatro de Imersão

Criado em 2014, o Núcleo Teatro de Imersão está voltado para o estudo, o ensino, a pesquisa e a montagem de espetáculos que proponham novas relações entre ator e espectador, ao inserir o público no espaço de representação, em meio à cena representada. O primeiro trabalho do grupo é “Tio Ivan” (2017-2019), uma adaptação imersiva para o texto “O Tio Vania”, do escritor russo AntonTchekhov (1860-1904). A peça já foi apresentada na Casa das Rosas e na Oficina Cultural Oswald de Andrade. “As Palavras da Nossa Casa”, livremente inspirada na obra de Ingmar Bergman, é o segundo espetáculo do grupo.

SINOPSE

Drama imersivo e itinerante inspirado livremente na obra do cineasta Ingmar Bergman. Uma famosa cantora lírica visita a sua filha no casarão que ela divide com o marido presbítero. Durante a visita, mãe e filha tentam se reaproximar e resolver questões dolorosas do seu passado. Nessa montagem do Núcleo Teatro de Imersão, os espectadores percorrem os diversos ambientes do casarão, sem separação entre palco e plateia.

FICHA TÉCNICA

Realização: Núcleo Teatro de Imersão

Direção: Adriana Câmara

Texto: Adriana Câmara e Glau Gurgel, inspirado na obra de Ingmar Bergman

Cenografia, figurino, produção executiva: Adriana Câmara

Produção de arte: Adriana Câmara, Glau Gurgel, Gizelle Menon

Elenco: Adriana Câmara, Glau Gurgel, Gizelle Menon

Assistência de palco: Dayane Isabela

Programação visual e assistência de cenografia: Hernani Rocha

Confecção do figurino: Ateliê Paz (Samantha Paz e Liduina Paz)

Fotografias: Hernani Rocha

Assessoria de imprensa: Bruno Motta e Verônica Domingues  (Agência Fática)

Produção: Menina dos Olhos do Brasil

SERVIÇO

AS PALAVRAS DE NOSSA CASA, DO NÚCLEO TEATRO DE IMERSÃO

Casa das Rosas – Avenida Paulista, 37, Bela Vista

Temporada: de 17 de janeiro a 27 de março de 2020 (exceto dia 21/2)

Às sextas-feiras, às 18h30 e às 20h

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$30 (meia-entrada)

Vendas online:https://www.sympla.com.br/nucleoteatrodeimersao

*Venda de ingressos no local da apresentação é realizada apenas 30 minutos antes de cada sessão

Classificação: 14 anos

Duração: 60 minutos

Capacidade: 30 lugares

Gênero: Drama Imersivo

Site: https://www.nucleoteatrodeimersao.com/

Redes sociais: @nucleoteatrodeimersao

 

Janeiro no CCBB

O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro abre a programação de 2020 com as estreias dos espetáculos Billdog 2; Tatá, o Travesseiro; e Leopoldina, Independência e Morte, além da mostra de cinema Fellini – Il Maestro. Acontece também mais uma edição do Madrugada no Centro, que recebe Marcos Valle, Sexteto Sucupira convida João Cavalcanti e Júlia Vargas, e DJ DONI (Bailão do Castelo).

 

 

EXPOSIÇÃO

EGITO ANTIGO: DO COTIDIANO À ETERNIDADE

Até 27/01

1º andar e Térreo

Em comemoração aos 30 anos do Centro Cultural, apresentamos uma exposição inédita sobre o Egito Antigo, considerada uma das maiores civilizações da história da humanidade. Por meio de um amplo panorama sobre o cotidiano, a religiosidade e os costumes ligados à crença na eternidade, o recorte reúne esculturas, pinturas, objetos, sarcófagos e até uma múmia, vindos do Museu Egípcio de Turim, segundo maior acervo egípcio do mundo, além de instalações cenográficas e interativas que permitem uma viagem ao tempo dos faraós.

 

Curadoria: Paolo Marini e Pieter Tjabbes

Classificação indicativa: livre

 

Entrada franca

 

Retire seu ingresso pelo aplicativo Eventim (Apple Store e Google Play) ou na bilheteria do CCBB, mediante disponibilidade.

 

 

VAIVÉM

 

Até 17/02

 

2º andar e térreo

A exposição investiga as relações entre as redes de dormir e a construção da identidade nacional no Brasil com cerca de 300 obras de coleções públicas e privadas. Caracteriza-se pelo caráter trans-histórico, reunindo artistas de distintos contextos sociais, diferentes períodos e regiões do País, que refletem sobre permanências, rupturas e resistências na representação e nos usos das redes de dormir na arte e na cultura visual brasileiras.

 

Curadoria: Raphael Fonseca

Classificação indicativa: livre

 

Entrada franca

 

Retire seu ingresso pelo aplicativo Eventim (Apple Store e Google Play) ou na bilheteria do CCBB, mediante disponibilidade.

 

TEATRO

BILLDOG 2

 

03/01 a 23/02

 

Quarta a domingo – 19h30

 

Teatro III

 

Uma história instigante e divertida, que brinca com referências de HQ, dos filmes Noir e de ação. Nela, o ator Gustavo Rodrigues interpreta 46 personagens, acompanhado do eletrizante som ao vivo de Tauã, nesta deliciosa trama policial que evoca a cultura pop.

 

Texto e concepção: Joe Bone; direção: Gustavo Rodrigues e Joe Bone; Supervisão artística: Guilherme Leme Garcia; elenco: Gustavo Rodrigues (ator) e Tauã de Lorena (músico).

 

Duração: 65 min

 

Classificação indicativa: 18+

 

Ingressos: R$30

 

LEOPOLDINA, INDEPÊNDENCIA E MORTE

 

08/01 a 23/02

 

Quarta a domingo – 19h

 

Teatro I

 

O espetáculo recria momentos do período em que a Imperatriz Leopoldina, esposa de D. Pedro I, viveu no Brasil. Em três fragmentos – que passam pela sua chegada ao país, em 1817, até a véspera de sua morte, aos 29 anos, em 1826, a montagem joga luz à importância decisiva dessa personagem no processo de independência do Brasil, desconhecida ainda pela maioria dos brasileiros.

 

Texto e direção: Marcos Damigo; Elenco: Sara Antunes e Plínio Soares

 

Duração: 75 min

 

Classificação indicativa: 12+

 

Ingressos: R$30

 

DIÁLOGOS COM A PROGRAMAÇÃO – LEOPOLDINA, INDEPÊNDENCIA E MORTE

 

18/01

 

Sábado – 17h

 

Teatro I

 

Paulo Rezzutti, historiador e autor do livro “D. Leopoldina, a história não contada. A mulher que arquitetou a independência do Brasil”, apresentará um panorama geral sobre a vida de Leopoldina, desde o seu nascimento, em Viena, até sua morte no Brasil, com foco

 

Classificação indicativa: 12+

 

Entrada franca.

 

 

TATÁ, O TRAVESSEIRO

 

11/01 a 01/03

 

Sábado e domingo – 16h

 

Teatro II

 

Lipe é um menino que tem como melhor amigo o seu travesseiro Tatá. Eles formam uma dupla inseparável até que, um dia, Tatá desaparece e Lipe acredita que ele foi sequestrado pelo Pirata dos Sonhos. O garoto empreende uma jornada de resgate ao melhor amigo, tendo que vencer seus medos, aos quais apenas a sua imaginação será capaz de resolver.

 

Texto e dramaturgia: Andréa Batitucci, Gustavo Bicalho e Patrícia Von Studnitz, direção: Gustavo Bicalho e Henrique Gonçalves; elenco: Alexandre Scaldini, Edeilton Medeiros, Lívia Guedes, Marcio Nascimento, Marise Nogueira e Tatá Oliveira; concepção, criação e confecção de bonecos, sombras e adereços: Bruno Dante.

 

Duração: 55 min

 

Classificação indicativa: livre

 

Ingressos: R$30

 

 

MÚSICA

MADRUGADA NO CENTRO – #CCBB30ANOS

18/01

Área externa – 22h

Marcos Valle, Sexteto Sucupira convida João Cavalcanti e Júlia Vargas, DJ DONI (Bailão do Castelo).

 

Esta edição traz ao palco uma rica mistura de artistas renomados que acompanhados de um sexteto vão buscar diversas conexões entre os ritmos brasileiros como forró, baião, xaxado, samba, bossa nova e MPB.

 

Curadoria: Paita Produções

 

Classificação indicativa: 18+

 

MÚSICA NO MUSEU

Sala 26 (4º andar)

Quartas-feiras – 12h30

O projeto tem por objetivo a formação de plateias e estimular a música de concerto, sendo realizado em diversos museus e centros culturais da cidade. Todas as quartas-feiras no CCBB. Consulte a programação em www.musicanomuseu.com.br

Curadoria: Sérgio da Costa e Silva

Classificação indicativa: livre

Entrada franca

 

CINEMA

FELLINI: IL MAESTRO

08/01 a 03/02

Quarta a segunda

Cinema I

No ano em que se comemora o centenário de nascimento de Federico Fellini (1920-1993), o CCBB apresenta a mais completa retrospectiva do cineasta italiano já feita no Brasil. Além das sessões no cinema, a programação prevê também a realização de debate e curso sobre o diretor. Natural da província italiana de Rimini, Fellini se tornou um dos nomes mais influentes do cinema do século XX. Sua obra conjuga elementos de duas das mais importantes correntes do pós-guerra: o neorrealismo e o existencialismo, promovendo uma mistura inovadora de poesia, memória, fantasia e desejo.

Confira a programação no fôlder da mostra e no site bb.com.br/cultura.

Curadoria: Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida.

Classificação indicativa de acordo com o filme.

 

 

CCBB 30 ANOS

2º andar, 4º andar e térreo – 09h às 21h

Quarta a segunda

Exposição comemorativa que resgata a memória dos projetos realizados no CCBB Rio de Janeiro ao longo de três décadas (1989-2019), com a exibição de cartazes de alguns eventos de artes cênicas, cinema, exposições, ideias e música que marcaram a história do Centro Cultural. O material estará exposto em espaços no Térreo (hall do cinema), no 2º andar (hall do teatro 3) e no 4º andar (Museu Banco do Brasil), criando uma atmosfera que envolve o público durante a experiência da visita ao Centro Cultural.

 

GALERIA DE VALORES

Museu Banco do Brasil – 09 às 21h

Quarta a segunda

Exposição de longa duração que apresenta a trajetória da moeda no Brasil e no mundo, com cerca de 2 mil peças do acervo numismático do Banco do Brasil. Venha conhecer materiais curiosos que já foram ou continuam sendo usados como dinheiro.

Curadoria: Denise Mattar

 

O BANCO DO BRASIL E SUA HISTÓRIA

Museu Banco do Brasil – 09h às 21h

Quarta a segunda

Exposição de longa duração que apresenta os 210 anos do Banco do Brasil e sua contribuição para o desenvolvimento da sociedade e do país. As quatro salas mostram a linha do tempo de 1808 até os dias atuais, destacando os acervos museológico e arquivístico do Banco do Brasil. Outros três ambientes apresentam a sala do secretário, a sala do presidente e a biblioteca, utilizadas pela Direção Geral do Banco do Brasil até a transferência da Capital do Rio para Brasília, em 1960.

 

Curadoria: M’Baraká e CCBB Rio

 

ARQUIVO HISTÓRICO

6º andar – 10h às 19h

Segunda, quarta, quinta e sexta

Acervos arquivístico e audiovisual do Banco do Brasil e da Memória CCBB para pesquisa e consulta dos estudantes e público em geral. Atendimento com agendamento telefônico prévio no 3808-2353.

CCBB EDUCATIVO

1º andar

Quarta a segunda – 09h às 21h

O programa Arte & Educação desenvolve ações que estimulam experiência,

criação, investigação e reflexão para todos os públicos, garantindo acesso

amplo e inclusivo ao patrimônio e sua diversidade. Agendamentos para

grupos, escolas, instituições e pessoas com deficiência: agendamentorj@

ccbbeducativo.com. Mais informações: contatorj@ccbbeducativo.com.

Programação completa e inscrições em: ccbbeducativo.com.

 

Destaque do mês | Especial Férias

 

Programação para toda a família como oficinas de cuidado da natureza, de dança, canto, percussão e de criação artística, e contação de histórias com nossos educadores e artistas convidados.

 

 

Serviços

Confeitaria Colombo – Casa de chá

2° andar

Novo espaço da Colombo, que traz em seu cardápio, os produtos que fazem parte da história da confeitaria, e um tradicional Chá da tarde que recebeu o nome do Centro Cultural. O chá CCBB é acompanhado de torrada Petrópolis, mel, geleia, bolo, doce, suco, pães e biscoitos leque, todos os produtos feitos na sede da casa centenária.

 

Restaurante e Cafeteria Lilia

Térreo

A cafeteria oferece opções de lanches doces e salgados para os visitantes durante todo o funcionamento do CCBB e no mezanino, de 11h30 às 15h, o restaurante traz opções para o almoço.

 

Livraria da Travessa

Térreo

É possível encontrar catálogos de mostras atuais e anteriores, além de centenas de títulos em livros nacionais, livros importados, eBooks, AudioBooks, DVDs e Blu-Rays.

 

Mais Informações

Centro Cultural Banco do Brasil

Rua Primeiro de Março, 66, Centro – Rio de Janeiro – RJ

Quarta a segunda, das 9h às 21h.

Bilheteria: Quarta a segunda, das 9h às 21h.

Top 5 – Eu Fui 2019

Fechando mais um ano de atrações culturais. Nem tantas quanto eu gostaria, confesso. Mas o suficiente para conseguirmos elencar as 5 mais legais. Vamos lá?

1 – A Ponte

Relacionamentos cotidianos, pessoas comuns… Tudo isso pode render boas histórias e desvendar mistérios inimagináveis. “A Ponte” traz um pouco disso. O enredo é o de três irmãs que estão reunidas em prol da mãe, que anda mal de saúde e precisando de todas reunidas e, por sua vez, precisam visitar o pai para fazer a vontade da genitora. Aos poucos vão se revelando as tais histórias obscuras que servem para camuflar verdades que destruiriam a imagem da família perante a sociedade que ama fiscalizar os bons costumes allheios.

 

2 – Lenine – Em Trânsito

O projeto – vencedor do Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock em Língua Portuguesa – estava de volta onde tudo começou. E Lenine melhor que nunca. Já fui a algumas apresentações do cantor e sempre pude conferir performances mais puxadas para o rock’n roll que nas versões originais e vejo que essa tradição se repete. Lenine dá roupagens mais pesadas para suas canções, inclusive algumas completamente diferentes, em perfeito match com a acústica perfeita do Imperator.

 

3 – Fervo Julino – Mangolab

A lista de atrações musicais da noite contava com Sexteto Sucupira, Duda Beat, Biltre, Illy, Potyguara Bardo e Mateus Carrilho. O sexteto foi a primeira atração ao vivo da festa. Com exceção dos outros artistas, deu um show prolongado logo no início. Os demais se apresentaram com poucas músicas e houve bastante participação uns nas apresentações dos outros. Apesar do grande número de atrações ao vivo, a maior parte do evento foi preenchida por DJs, tocando músicas temáticas ou não. O repertório era bem variado e de muito bom gosto.

 

 

4 – Perfume de Mulher

Fomos assistir a “Perfume de Mulher”. A história, baseada na obra de Ruggero Maccari e Dino Risi, é bem famosa devido ao filme com Al Pacino, o qual lhe rendeu seu primeiro Oscar. Agora, os palcos cariocas ganham essa montagem, idealizada por Silvio Guindane, que também assume o protagonista. Guindane vive o tenente-coronel Fausto, que fica cego após um acidente de carro. Junto com a deficiência, aflora também seu lado ranzinza. Solitário, contrata o cuidador Ciccio (Eduardo Melo) – que não tem originalmente esse nome, mas assim Fausto o chama -, de quem fica muito próximo. Todos os atores estão muito bem, com destaque para Silvio Guindane, que deixa transparecer mesmo no personagem ranzinza sua já conhecida veia cômica. O ponto alto do espetáculo é o tango que Sara e Fausto dançam com perfeição.

 

5 – Roots

“Roots” traz Thiago Soares e Danilo D’Alma unindo balé e dança de rua no mesmo palco, ao mesmo tempo. Os estilos parecem totalmente opostos, mas nesse caso nem tanto. Thiago Soares iniciou sua bem-sucedida carreira como bailarino clássico dançando hip-hop e break nas festas da Zona Norte carioca. Já Danilo D’Alma é bailarino e coreógrafo reconhecido no cenário das danças de rua do Rio. No espetáculo os dois se uniram para mostrar cada um seu talento e também exibir a vertente que têm em comum.

Escola de Atores Wolf Maya abre inscrições para Curso Profissionalizante

Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo do Curso Profissionalizante da Escola de Atores Wolf Maya. Os interessados podem se inscrever pelo site da escola ou presencialmente nas unidades São Paulo e Rio de Janeiro.

Os processos seletivos acontecem nos dias 21 e 22 de janeiro, no Rio de Janeiro, e dias 3, 4 e 5 de fevereiro, em São Paulo.

 

Para se matricular no Curso Profissionalizante da Escola de Atores Wolf Maya é necessário passar pelo Processo Seletivo, que consiste em entrevista, dinâmica em grupo e teste de improviso perante câmeras. Não é necessária experiência anterior em atuação.

Com duração de três anos, o Curso Profissionalizante oferece ensino completo de técnicas de atuação para teatro, televisão e cinema, por meio do método exclusivo criado por Wolf Maya. Durante as aulas teóricas, são estudados os clássicos da dramaturgia nacional e estrangeira, como Shakespeare, Moliére, Anton Tchekhov, Bertolt Brecht, Nelson Rodrigues, Martins Pena e Ariano Suassuna, entre outros.

As aulas práticas são aplicadas em espaços que fazem parte da rotina do ator profissional como as salas do Teatro Nathalia Timberg (na unidade do Rio de Janeiro) e do Teatro Nair Bello (em São Paulo) e em estúdios de gravação profissionais, equipados com tecnologia de ponta e profissionais treinados, para que o aluno desenvolva suas habilidades, vivenciando a prática de filmagem como a de uma emissora ou produtora. Ao longo do processo de formação, os alunos são acompanhados por profissionais premiados, atuantes no meio artístico e de destaque na TV e no teatro brasileiro.

O Curso é dividido em seis módulos que incluem aulas de Improvisação, Análise Dramatúrgica, História do Teatro, Expressão Corporal e Vocal, Interpretação Teatral, Interpretação para TV, Montagem Teatral, Projeto de Cinema e outras. Após a conclusão do curso, o aluno estará apto a solicitar o DRT pelo SATED.

Inscrições

Curso Profissionalizante de Atores

Escola de Atores Wolf Maya

Data / Processo Seletivo 2020: Rio de Janeiro (21 e 22 de janeiro) e São Paulo (3, 4 e 5 de fevereiro).

Pré-requisitos: idade mínima 15 anos; ensino médio completo ou cursando; apresentar RG, CPF e comprovante de residência; foto de rosto 13×18 (não precisa ser profissional).

Pais/responsáveis por menores de idade devem apresentar seus documentos no ato da inscrição.

Inscrição online: wolfmaya.com.br/inscreva-se – Rio de Janeiro (até 13 de janeiro) e São Paulo (até 27 de janeiro).

Inscrição presencial:

São Paulo/SP – R. Frei Caneca, 569, 3º Piso. Consolação. Shopping Frei Caneca.

Informações: cursos@wolfmaya.com.br ou pelo (11) 3472-2444.

Rio de Janeiro/RJAv. das Américas, 2.000, Barra da Tijuca. Freeway Center.

Informações: cursos.rj@wolfmaya.com.br ou pelo (21) 3388-5864.

“Alma Despejada” no Teatro Folha

Com texto poético e bem-humorado de Andréa Bassitt a instigante montagem Alma Despejada, interpretada por Irene Ravache e dirigida por Elias Andreato, reestreia no dia 10 de janeiro, sexta, no Teatro Folha, às 21h30.

A peça conta a história de Teresa, uma senhora com mais de 70 anos que, depois de morta, faz sua última visita à casa onde morava. O imóvel foi vendido e sua alma foi despejada.

Teresa era uma professora de classe média, apaixonada por palavras, que teve dois filhos com Roberto, seu marido, homem simples, trabalhador, que se tornou um empresário bem-sucedido e colocou sua a família no ranking de uma classe média emergente. 

 

Em sua visita derradeira, Teresa se lembra de histórias e pessoas importantes em sua vida como a funcionária Neide, que trabalhou em sua casa por 30 anos, e sua melhor amiga Dora. A personagem transita entre o passado e o presente, do outro lado da vida, sempre de maneira poética e bem-humorada.

A peça foi escrita especialmente para Irene Ravache. “Conheço Irene já há algum tempo e sempre conversamos muito sobre a vida: o país, a política, a família e tantas outras coisas. Muitas vezes pensamos de um jeito parecido, e essa afinidade foi bastante inspiradora. A ideia era falar sobre isso tudo, sem medos nem críticas, mas com humor e delicadeza. Ao longo do processo, a história acabou tomando um rumo inesperado para mim, mas que não havia como evitar, uma vez que vivemos momentos de grande impacto na nossa história e o teatro sempre acaba refletindo essas situações”, conta Andréa Bassit.

Sobre a peça, Irene Ravache comenta: “Fiquei fascinada com esse texto e sua poesia. É muito delicado e fala da memória de uma mulher na minha faixa etária. Mesmo sabendo que a personagem está morta, não é uma peça triste, pesada ou rancorosa e fala muito mais de vida do que de morte. Eu adoro esse tipo de possibilidade que o teatro oferece. E não tenho medo de misturar essas coisas, porque isso faz parte da vida. Nossa vida não é linear. Ela tem essas nuances”.

“Essa mulher é apresentada diante de sua própria vida, e, a partir dessa visualização, ela encontra o entendimento da sua existência. É como se precisássemos abandonar a matéria para sermos conscientes de nós mesmos. A psicanálise e o teatro estabelecem este mesmo jogo. Talvez, precisemos descobrir intensamente o nosso mundo, onde o sagrado possa nos confortar”, revela o diretor Elias Andreato.

A teatralidade do texto de Andrea Bassitt (que também escreveu as peças As Turca e Operilda na Orquestra Amazônica) instiga o espectador a seguir uma história aparentemente trivial, mas que tem uma trajetória surpreendente, em sintonia com a nossa sociedade e os fatos atuais.

“A memória é assustadora quando ela nos falta e encantadora quando ela nos ajuda a contar nossas histórias. Na peça, lidamos com a memória, como a personagem, sem medo de enfrentar nossos demônios e nossos momentos sonhados”, acrescenta Andreato.

FICHA TÉCNICATexto: Andréa Bassitt. Direção: Elias Andreato. Com Irene Ravache. Cenário e Figurino: Fabio Namatame. Iluminação: Hiram Ravache. Música: Daniel Grajew e George Freire. Fotos: João Caldas Filho. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação.  Produção: Oasis Empreendimentos Artísticos Ltda. Estreia oficial: 18/09/2019.

SERVIÇO

Espetáculo: Alma Despejada

Reestreia: 10 de janeiro de 2020

Temporada: 10 de janeiro a 29 de março de 2020

Sextas, às 21h30, sábados e domingos, às 20h

Classificação: 14 anos. Duração: 80 minutos. Gênero: comédia dramática.

Ingressos: R$ 80,00 (Setor A) / R$ 70,00 (Setor B) – com meia-entrada.

 

Teatro Folha

Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 618 / Terraço. SP/SP.

Tel.: (11) 3823-2323 – Capacidade: 300 lugares.

Televendas: (11) 3823-2423 / 3823-2737 / 3823-2323.

Vendas online: www.teatrofolha.com.br

Não aceita cheques. Aceita cartões de crédito: Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex. Clube Folha: 50% desconto.

Bilheteria: quarta e quinta (15h às 21h), sexta (15h às 21h30), sábado (12h às 23h59) e domingo (12h às 20h).

Acessibilidade. Ar-condicionado.

Estacionamento do Shopping: R$ 19,00 (primeiras 2h).

Venda de espetáculos para grupos: (11) 3661-5896 / 99605-3094.

Diogo Nogueira no Oi Casagrande

O público pediu e Diogo Nogueira volta ao Teatro Oi Casagrande, no dia 17 de dezembro, terça, às 20h, com o show especial “Eu, Violões e Canções”, que mostra mais de suas facetas – se o samba é seu norte, também tem raízes da velha, nova e boa MPB fincadas nas suas veias.

Este espetáculo surgiu depois do convite para uma única apresentação em outubro, dentro do evento beneficente “Amor a São Conrado”. Seu formato e repertório especial fez enorme sucesso, os ingressos se esgotaram rapidamente e contagiou o público, que pediu mais.

Diogo vem acompanhado dos músicos Rogério Caetano (violão de 7 cordas) e Rafael dos Anjos (violão de 6 cordas), numa combinação única, cantando algumas das mais emblemáticas músicas do cancioneiro popular brasileiro.

Faz um passeio por este repertório brasileiro, contemporâneo, histórico e moderno. No roteiro “O Mundo é Um Moinho” (Cartola), “Minha Missão” e “Espelho” (ambas de João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro), “Rosa” (Otávio de Souza/Pixinguinha), “Como uma Onda” (Lulu Santos/Nelson Motta), Violão Vadio” (Baden Powell/Paulo Cesar Pinheiro), “Evidências” (José Augusto/Paulo Sergio Valle), “Canta, Brasil” (Alcir Pires Vermelho/David Nasser), Estrela” (Gilberto Gil, “Você é Linda” (Caetano Veloso) e “Tocando em Frente” (Almir Sater), entre outras, mostrando as diversas de referências que o formaram.

Diogo é artista multimídia, já fez teatro, apresentou programa de TV e de rádio, comanda rodas de samba e mostrou na última edição do “Show dos Famosos”, no Domingão do Faustão, da TV Globo – onde interpretou artistas díspares como Beto Barbosa, Cauby Peixoto, Michael Bublé, Angela Ro Ro, Nelson Gonçalves, Ray Charles e seu pai João Nogueira  – que canta e gosta de qualquer ritmo e canção.

Um show imperdível e necessário, que volta em mais uma única apresentação.

Serviço

Show: Diogo Nogueira em “Eu, Violões & Canções” com Rafael dos Anjos e Rogério Caetano

Local: Oi Casa Grande (Avenida Afrânio de Melo Franco, 290, Loja A, Leblon)

Data: 17 de dezembro, terça, às 20h

Preços: Plateia Vip e Camarote R$ 180,00 e Balcão R$ 140,00

Vendas: na bilheteria do teatro ou no site da www.tudus.com.br

Informações: 2511-0800 – Terça a sexta a partir das 12h e sábado e domingo a partir das 15h

Capacidade: 926 lugares

Classificação: Livre

O ballet ‘Giselle’ encerra a temporada 2019 do Theatro Municipal do RJ

Giselle, um clássico do ballet romântico estreado em 1841 na Ópera de Paris, retorna ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro no próximo dia 14, às 19h, com patrocínio ouro Petrobras. A temporada contará com 8 récitas até o dia 22 de dezembro, com a participação do Ballet do Theatro Municipal e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, sob a regência do seu maestro titular Ira Levin.

Com música de Adolphe Adam, este famoso ballet em dois atos é marcado por um clima misterioso e sobrenatural. No libreto imaginado pelo grande poeta do romantismo francês Théoplile Gautier, a jovem camponesa Giselle é traída e morre de amor, voltando pra vingar-se do amante traidor na forma de uma Willi – espíritos de virgens que morreram antes de se casarem. Vingativas, elas fazem dançar até a morte os homens que encontram na estrada, às altas horas da noite.

Uma das curiosidades de Giselle é ser um dos poucos ballets dançados ainda em tutu romântico – ou seja, saias das bailarinas na altura da panturrilha que remontam as crinolinas da segunda metade do século XIX. Giselle exige técnica e emoção de seus intérpretes, cuja expressão facial conta muito na apresentação da obra. O papel de Giselle é um dos mais ambicionados do repertório, já que exige tanto perfeição técnica, quanto graça e lirismo. Várias das mais habilidosas dançarinas do mundo representaram esse papel ao longo dos tempos: as célebres Margot Fonteyn, Yvette Chauviré, Natalia Makarova e Carlotta Grisi (para quem Gautier criou o papel); no Brasil, duas de suas grandes intérpretes foram as primeiras bailarinas do TMRJ Aurea Hämmerli e Ana Botafogo.

Depois de anos apresentado a tradicional produção de Sir Peter Wright, o BTM apresenta-se em uma nova montagem, com concepção e coreografia do regente interino no ballet do TMRJ, Hélio Bejani em parceria com o mâitre de ballet Jorge Texeira. A versão baseia-se na coreografia original de Jean Coralli e Jules Perrot. A iluminação é assinada por Paulo Ornellas, a cenografia é de José Galdino dos Reis (Pará) e o figurino de Tânia Agra com acervo do TMRJ.

O diretor artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro André Heller-Lopes, fala sobre a escolha do título para encerramento da temporada: “Se olharmos Giselle em seu tempo, nos daremos conta que é uma história que mistura romantismo e terror, não muito distante do que hoje são filmes repletos de efeitos especiais. Mais interessante, dentro da nossa temporada 2019 que teve como foco os heróis (e anti-heróis), é observar como a heroína é vítima da ação dos homens ao seu redor: Albrecht e Hilarion: a eterna guerra entre o masculino e o feminino”.

Elenco:

Giselle – Claudia Mota e Juliana Valadão

Albrecht – Filipe Moreira, Alef Albert e Alyson Trindade

Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Regência – Ira Levin

Cenografia – José Galdino dos Reis (Pará)

Figurino – Tânia Agra e acervo TMRJ

Iluminação – Paulo Ornellas 

 

Serviço:

Datas e horários:

Dias: 15 e 22 de dezembro às 17h

Dias: 14, 17, 18, 19, 20 e 21 de dezembro às 19h

Preços dos ingressos:

Frisas e Camarotes (unitário) – R$ 600

Plateia e balcão nobre – R$ 100

Balcão superior – R$ 70

Balcão superior lateral – R$ 40

Galeria – R$ 40

Galeria lateral – R$ 20

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro

Lotação – 2.226 lugares

Duração total do espetáculo – 02 horas e 30 minutos

Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com

Patrocínio Ouro Petrobras

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM, Ingresso Rápido.

Realização: Fundação Teatro Municipal, Associação de Amigos do Theatro Municipal, Secretaria Especial de Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal.

“O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro”.

Homepage: http://www.theatromunicipal.rj.gov.br/

Instagram: @theatromunipalrj

Facebook: https://www.facebook.com/theatro.municipal.3/

Espetáculo ‘Contando África em Contos’tem sessão gratuita na Casa de Cultura Chico Science

A “Cia. Colhendo Colhendo Contos e Diásporas Negras” apresenta, no dia 15/12, às 15h, na Casa de Cultura Chico Science, a peça “Contando África em Contos”. Trata-se de obra que resgata os valores da cultura africana em cenas lúdicas e adornadas por diversas linguagens artísticas. A entrada é gratuita.

O espetáculo traz memórias de três histórias que passeiam por países do continente africano e vão de encontro com assuntos universais que são essenciais para o resgate, a valorização, a preservação e a formação cultural de jovens e adultos, principalmente a partir da desconstrução dos estereótipos disseminados pela educação formal. Por meio de brincadeiras, música e dança e contação de histórias a peça retoma a tradição de comunidades africanas baseada na atividade de mestres “griôs”, que transmitem os ensinamentos aos seus pupilos para que as tradições se perpetuem por meio das gerações.

“Contando Histórias em Contos” apresenta três histórias: “Os Reis de Gondar (Etiópia)”, “Os Sete Novelos (Gana)” e “Os Comedores de Palavras (Angola)”. A primeira delas trata de solidariedade, amizade, respeito e humildade por meio do encontro de dois homens, um humilde camponês e um caçador, que, ao se perder de sua aldeia, necessita da ajuda. “Os Sete Novelos” é um conto sobre uma família axânti de Gana que valoriza a relação familiar, a importância da união, o trabalho em equipe, a divisão de tarefas, o respeito ao espaço do outro e de como os sete irmãos, que só viviam discutindo, tiveram que enfrentar juntos momentos difíceis após a perda dos pais. Por sua vez, “Os Comedores de Palavras” fala de uma garota que viajava mundo afora com seu pai, um contador de histórias, mas que após a perda de seu tutor se vê impossibilitada de continuar o legado deixado por ele. Com a ajuda de pessoas especiais ela retoma seu destino e ganha novos motivos para continuar.

Serviço:

‘Contando África em Contos’

Local, data e horário: Casa de Cultura Chico Science, (15/12) – Avenida Presidente Tancredo Neves , 1265, Vila Moinho Velho – Ipiranga, às 15h

Entrada gratuita

Programação do Sesc Ginástico em dezembro joga luz sobre a questão da acessibilidade na arte

O Sesc Ginástico, no Centro do Rio, recebe nos dias 7, 13, 14 e 15 de dezembro espetáculos de dança e música que jogam luz sobre a questão da acessibilidade na arte, seja por meio do enredo, seja pelos artistas envolvidos. As atividades visam incluir diversos atores do campo da produção cultural, como artistas e professores com deficiência e seus públicos, trabalhando no processo de inclusão em suas dimensões tanto como beneficiários dos serviços quanto como agentes da sua realização. A iniciativa é um pontapé inicial de um projeto que está sendo elaborado pela Instituição para refletir e aprimorar suas práticas em relação à acessibilidade, tanto na questão espacial, como nos conteúdos de sua programação. Os ingressos custam entre R$ 7,50 (Cartão Sesc), R$15 (Meia-entrada) e R$ 30, e a programação conta com suporte para pessoas com deficiência, como audiodescrição e libras.

O espetáculo que abre a agenda neste sábado (7) é “Nas Vizinhanças de Renata”, da Pulsar Companhia de Dança, do Rio. A obra faz referência a Renata Cockrane (1970–2013), bailarina que teve paralisia cerebral e foi membro da Pulsar por 12 anos. “A convivência com ela deixou um rastro muito presente pela sua forma de agir e mover-se no mundo, servindo, ela e suas vizinhanças, como mote inspirador para o espetáculo, no estudo da pesquisa teórica e prática”, explica a diretora Maria Teresa.

Na sexta (13), tem “Vida de Circo”, um espetáculo do coletivo Circodança, de São Paulo, que une três grandes artes: o circo, a dança e o teatro. Com uma linguagem poética e contemporânea, os 10 artistas circenses e bailarinos – com e sem deficiência – contam a história da Cigana Laura e sua trupe que vivem em uma lona de circo. O enredo aborda o cotidiano do circo, como lavar roupa, as viagens e os imprevistos através de números aéreos como Lira, Tecido, Trapézio, acrobacias de solo, esquetes de clown e coreografias de dança contemporânea e dança de salão.

No sábado (14), quem sobe ao palco do Sesc Ginástico é o Grupo Giradança, de Natal, com o espetáculo “Sem Conservantes”, que surge da proposta de trabalhar o corpo fotográfico. Trata-se de fragmentos da memória presente nas fotografias dos processos anteriores de Ângelo Madureira e Ana Catarina, que assinam a direção artística, coreografia e pesquisa de linguagem. A coreografia foi construída a partir da interação dos corpos com imagens retiradas dos vídeos dos trabalhos “Somtir” (2003), “Outras Formas”(2004) e “Clandestino” (2006). O Grupo Giradança é reconhecido pelo trabalho vigoroso de dança contemporânea, a partir do conceito de corpos diferenciados, reunindo artistas que tem apresentado em palcos de todo o Brasil um trabalho que rompe preconceitos, limites pré-estabelecidos e cria novas possibilidades dentro da dança.

O espetáculo que encerra a programação, no domingo (15), é o duo catarinense A corda em Si, composto pelos músicos Fernanda Rosa, que tem baixa visão, e Mateus Costa, que é cego. No concerto, a dupla apresenta o concerto “LivreMente”, um espetáculo sensorial que acontece totalmente no escuro. O público vidente entra no espaço vendado e conduzido por monitores, e marcações táteis no chão auxiliam na orientação dos presentes. Durante todo o concerto há audiodescrição. O programa é formado por onze canções autorais do grupo.

SERVIÇO

Arte e acessibilidade

Sesc Ginástico:  Av. Graça Aranha, 187 – Centro – Rio de Janeiro

Dias 7, 13, e 14/12, às 19h, e 15/12, às 18h

Ingressos: R$30, R$15 (meia entrada) e R$7,50 (Cartão Sesc)*

*Doação de 1 quilo de alimento não perecível garante desconto de 50% de desconto sobre a tarifa correspondente

Classificação: livre

Telefone:(21) 2279-4027

PROGRAMAÇÃO

Dia: 7 de dezembro | 19 horas – Nas Vizinhanças de Renata

Espetáculo de dança | Pulsar Companhia de Dança

 

Dia: 13 de dezembro | 19 horas – Vida de Circo

Espetáculo de circo e dança | Coletivo Circodança

 

Dia: 14 de dezembro | 19 horas – Sem Conservantes

Espetáculo de dança | Grupo Giradança

Dia: 15 de dezembro | 18 horas – Livremente

Concerto musical | Duo A corda em Si

SINOPSES

Nas Vizinhanças de Renata | Pulsar Companhia de Dança | espetáculo de dança

“Nas Vizinhanças de Renata” faz referência a Renata Cockrane (1970–2013), bailarina que teve paralisia cerebral e foi membro da Pulsar por 12 anos. Segundo Maria Teresa, diretora do espetáculo, “A convivência com ela deixou um rastro muito presente pela sua forma de agir e mover-se no mundo, servindo, ela e suas vizinhanças, como mote inspirador para o espetáculo, no estudo da pesquisa teórica e prática”.

A Pulsar Cia de Dança dedica-se à construção de obras coreográficas em dança contemporânea, refletindo em sua pesquisa a multiplicidade do indivíduo e a produção artística entre corpos ímpares com resoluções próprias de movimento. Desde a sua criação, a Pulsar vem sendo contemplada com diversos prêmios que permitem manter a qualidade e o reconhecimento de seu trabalho nacional e internacional.

Ficha técnica: Concepção e direção: Maria Teresa Taquechel y Saiz | Direção musical: Bernardo Gebara | Iluminação: Renato Machado | Direção de artes e cenografia: Maria Célia Salgado | Figurinos: Juliana Suassuna (Ateliê Muggia) | Assistência de direção: Johanna Salazar | Em cena estão: Andréa Chiesorin, Bruno Alsiv, Elizabeth Caetano, Marianne Panazio, Moira Braga, Raphael Arah e Victor Pesant.

Vida de Circo | Coletivo Circodança | espetáculo de circo e dança

“Vida de Circo” é um espetáculo que une as 3 grandes artes: o circo, a dança e o teatro. Com 10 artistas em cena com e sem deficiência que atuam juntos há 7 anos. Com uma linguagem poética e contemporânea, os artistas circenses e bailarinos contam a história da Cigana Laura e sua trupe que vivem em uma lona de circo. Conta o cotidiano do circo como lavar roupa, as viagens, os imprevistos, através de números aéreos como Lira, Tecido, Trapézio, acrobacias de solo, esquetes de clown e coreografias de dança contemporânea e dança de salão.

Sobre A Cia Circodança Suzie Bianchi, nasceu despretensiosa e hoje tornou-se uma das principais referências no ensino e divulgação da dança e circo no Brasil. Não como artes separadas, mas circodança. Uma palavra, com um único significado, uma arte que pode ser praticada por todos: crianças, adolescentes, adultos, idosos, deficientes.

Ficha Técnica: Direção: Ari Buccione e Cinthia Beranek | Roteiro: Coletivo Cia Circodança | Coreógrafos: Suzie Bianchi, Alberto Garcia, Flavio Santos da Silva, Wilson Helvécio e Cinthia Beranek | Iluminação: Sylvie Lila Choffat | Som: Veridiana Ravizza | Músicas: André Schulle e Samir ElShaer | Poesias e textos: Giovanni Venturini | Assistente de palco: Luciana Diniz | Figurinos: Edinho | Fotógrafo: Paulo Barbuto | Produção: Cia Circodança

Grupo Giradança | Sem Conservantes | espetáculo de dança

O espetáculo Sem Conservantes surge da proposta de trabalhar o corpo fotográfico. Trata-se de fragmentos da memória. A memória presente nas fotografias dos processos anteriores de Ângelo Madureira e Ana Catarina, que assinam a direção artística, coreografia e pesquisa de linguagem da produção, são tiradas dos vídeos dos trabalhos: “Somtir” (2003), “Outras Formas”(2004) e “Clandestino” (2006), e geraram os materiais a partir dos corpos, que também possuem uma memória, e nesta mistura de “memórias” geram-se os resultados coreográficos. Neste processo evidencia-se o desenvolvimento do bailarino como um observador das imagens que resultam no aparecimento da linguagem da dupla.

A Giradança é uma companhia de dança contemporânea com sede em Natal e tem como proposta artística ampliar o universo da dança através de uma linguagem própria, utilizando o conceito do corpo diferenciado como ferramenta de experiências.

Ficha Técnica: Direção Artística, Coreografia e pesquisa de linguagem: Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira. | Direção Artística: Alexandre Américo | Figurino: criação coletiva e colaborativa | Iluminação: David Costa | Bailarinos: Álvaro Dantas, Jânia Santos, Marconi Araújo, Ana Vieira e Wilson Macário. | Edição e gravação de trilha sonora: Ângelo Madureira | Direção Financeira: Cecília Amara | Direção Administrativa: Roberto Morais | Produção Executiva: Celso Filho | Consultoria de projetos: Ana Paula Medeiros | Fotografia: Artur Abrantes

Livremente | Duo A corda em Si | concerto musical

O duo A Corda em Si é formado por dois deficientes visuais, Fernanda Rosa tem baixa visão e Mateus Costa é cego. Apresentarão o concerto “LivreMente”, um espetáculo sensorial que acontece totalmente no escuro. Neste show o público vidente entra no espaço vendado e conduzido por monitores. Serão instaladas marcações táteis no chão para auxílio na orientação dos presentes e realizamos audiodescrição ao vivo durante todo o espetáculo. O programa é formado por onze canções autorais do grupo.

O Duo A Corda em si estreou em 2009 em Florianópolis/SC, com a proposta de fazer música na rara formação de contrabaixo e voz. Em 2010 lançaram o primeiro álbum, “O Som do Vazio”, trabalho com o qual representaram o Brasil em Lisboa/Portugal no ano de 2013, durante a realização do evento “O Ano do Brasil em Portugal”, a convite do Ministério da Cultura. O Som do Vazio foi aclamado pela crítica e recebeu menção honrosa do “Prêmio Os 100 Melhores Álbuns da Música Brasileira” pela revista Embrulhador.com, sendo lançado em várias regiões do país. O segundo álbum foi lançado em 2014, intitulado “Sinfonia Azul”, com direção musical de André Mehmari. O lançamento aconteceu em Florianópolis/SC, Curitiba/PR, Foz do Iguaçu/PR, Cuiabá/MT e Ciudad del Este/Paraguai. Em 2015 o duo participou de uma entrevista ao vivo na Emissora del Sur, de Montevideo/Uruguai, e no mesmo ano recebeu um Prêmio do Governo do Estado de Santa Catarina para a realização do videoclipe Sinfonia Azul e o Mar, com a música “Té Mais”. Em 2016 foram escolhidos para participar do Circuito Sesc de Música de Santa Catarina, realizando apresentações em 27 cidades do estado. Atualmente o duo se prepara para circular com o novo espetáculo, “LivreMente”, vencedor do Prêmio do Governo do Estado de Santa Catarina em 2018.

RioMarket, área do Festival do Rio voltada ao mercado audiovisual, traz à tona discussões essenciais para o setor

Com foco no desenvolvimento da indústria audiovisual, o RioMarket 2019 servirá de palco para as discussões mais atuais pertinentes ao setor. Durante os sete dias de evento – 9 a 15 de dezembro – profissionais de toda a cadeia produtiva estarão reunidos no Rio Othon Palace (Copacabana, Rio de Janeiro) debatendo sobre novas tecnologias, comportamento do público consumidor, legislação, formatos de investimentos, tendências em formato de conteúdo, entre outros assuntos. Workshops com profissionais renomados e Rodadas de Negócios com os principais players do país também estão na programação. As inscrições para o evento podem ser feitas no site www.riomarket.com.br.

 

Os seminários levarão ao público o que há de mais atual no mercado audiovisual mundial. Modelos de negócios multiplataforma, regulamentação de VOD, formatos de conteúdo, inovações tecnológicas, publicidade, licenciamento e pirataria serão alguns temas abordados nos painéis. “Como de costume, o RioMarket oferecerá ao público a oportunidade de discutir temas essenciais para o setor. Reuniremos os principais atores do cenário audiovisual brasileiro para promover debates atuais e propositivos” – diz Walkíria Barbosa, diretora do RioMarket.

 

No primeiro dia do evento (9/12), um time de jornalistas falará sobre “O papel da comunicação na sociedade moderna”. Mediados por Renée Castelo Branco (Supervisora de Programas da GloboNews), Dora Kramer (Veja) e Luiz Eduardo Garcia (GloboNews) debaterão sobre o atual cenário das plataformas de comunicação, seu impacto e influência na opinião pública e a importância do formato multiplataforma, que encontra no audiovisual uma importante ferramenta estratégica.

Ainda no dia da abertura, começam as discussões sobre um dos temas mais quentes do evento: o VoD (video on demand). Parlamentares e profissionais do mercado debaterão sobre o projeto de lei que regulamenta os serviços de streaming, os próximos passos da pauta legislativa e as consequências para a indústria audiovisual.

Participam da mesa os Deputados Federais Marcelo Calero, Felício Laterça e Tadeu Alencar, o Presidente do Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual (Sicav) Leonardo Edde e o Presidente Executivo da Brasil Audiovisual Independente (Bravi) Mauro Garcia. Os debates sobre VoD se estendem pela programação do RioMarket em painéis que contarão com a presença de representantes das principais plataformas de streaming, traçando um panorama para o próximo ano e abordando oportunidades de negócios.

 

Outro tema que estará presente diversas mesas da programação é o comportamento do consumidor. Executivos de canais de televisão discutirão estratégias que permitem identificar e entender o novo perfil de consumo do audiovisual e profissionais do cinema falarão sobre o grande desafio de aumentar a frequência nas salas, abordando aspectos da distribuição, campanhas de lançamento e comunicação multiplataforma. E para constatar de perto como o público é impactado e o que influencia na decisão de ir ao cinema, o evento promoverá um hackathon. Dois executivos do mercado estarão infiltrados no grupo observado, analisando reações e opiniões. O resultado da ação será apresentado no painel “Como o público quer ser impactado?”.

 

Cases de sucesso também terão espaço na programação. O ator Caio Blat estará no evento para falar sobre McMáfia, série da BBC que conta com o brasileiro no elenco. Na ocasião, haverá a exibição do último episódio da primeira temporada, seguida de debate. Os roteiristas Marçal Aquino e Fernando Bonassi, que têm no currículo séries de sucesso como “O Caçador”, “Força Tarefa” e “Supermax”, apresentarão no RioMarket o case “Carcereiros”. Depois da exibição de um episódio, eles falarão sobre a série e o filme.

 

Um dos destaques dos debates sobre novas tecnologias é o 5G, que chega como uma ferramenta revolucionária, oferecendo internet banda larga para a ampliação dos serviços de streaming. Para falar sobre o assunto, o RioMarket receberá o Head de Strategy & Transformation da TIM, Renato Ciuchini. Temas como Realidade Virtual e Block Chain também serão abordados no âmbito das discussões sobre tecnologia.

 

As oportunidades de atualização, aprendizado e troca de experiências se estendem pelos workshops. Tônio Carvalho, diretor artístico à frente da Oficina de Atores da TV Globo, ministrará o curso “Um processo criativo para jovens atores”. Renato Falcão ministrará o workshop “Fotografando com pouca luz”, no qual falará sobre a evolução da fotografia, desde os recursos básicos até as mais novas ferramentas e técnicas. “Técnicas Para Atores de Cinema, TV e Web” será apresentado por Meire Moreno, que tem no currículo programas de tv, novelas e filmes como diretora e assistente de direção. A Facens – primeira instituição de ensino superior brasileira na área de inovação – ficará responsável pelo workshop de desenvolvimento de games.

 

As Rodadas de Negócios, uma das atrações mais concorridas do evento, também estão confirmadas na edição 2019. Executivos dos principais canais e plataformas estarão disponíveis para conhecer novos projetos, trocar experiências e realizar negócios.

 

 

Produções chinesas e oportunidades de negócios com o país serão tema de mostra e painéis

 

“As oportunidades crescem em direção à China” – este é o título da mesa que abre as discussões em torno do país asiático no RioMarket, logo no primeiro dia do evento. O Diretor Executivo da Band Caio Carvalho falará sobre aproximação da emissora com o mercado audiovisual da China, explanando sobre as oportunidades de negócios. Coprodução internacional, distribuição e licenciamento de conteúdo serão os temas centrais.

 

A Shinework Pictures, uma das maiores produtoras de audiovisual da China, conhecida por desenvolver e produzir uma das coproduções mais bem-sucedidas do país (“Kung Fu Yoga”, estrelado por Jackie Chan), estará presente no evento. A Diretora Geral da companhia, Iris Wang, apresentará o painel “Como a China pretende ampliar as relações de coprodução com o Brasil”, no qual falará sobre sua estratégia de expansão e como ela poderá beneficiar o mercado brasileiro.

 

O RioMarket também vai promover a Mostra Arte1 de Cinema Chinês, que terá em sua programação quatro filmes do recente panorama de cinema do país, como “The Composer” (2019), da Shinework, dirigido por Xierzhati Yahefu, e primeira coprodução entre China e Cazaquistão, que retrata a vida de um dos maiores compositores chineses, Xian Xinghai. O filme será exibido dentro da mostra que acontece entre os dias 10 e 13 de dezembro, no Rio Othon Palace. Além de “The Composer”, o filme “A Noiva” (1987), o sensível “O Carteiro das Montanhas” (1999) e “A Caminho da Escola” (2009) compõem a programação.

 

Participação das mulheres no setor do audiovisual é um dos destaques da programação

 

No dia 10/12, terça-feira, às 11h, Debora Ivanov, uma das principais produtoras do audiovisual brasileiro, responsável pela produção de títulos como “Que Horas Ela Volta?”, “Até que a Sorte nos Separe” e “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”, vai presidiro Fórum Nacional de Lideranças Femininas no Audiovisual, com o objetivo de trazer diversas problemáticas e dados do setor para o debate, além de ampliar a percepção e inspirar a ação dos profissionais do audiovisual brasileiro quanto às questões de gênero.

No mesmo dia, às 16h, Debora Ivanov vai mediar o debate “Mulheres no comando do audiovisual”, com a participação de Daniela Mignani, diretora do canal à cabo GNT; de Paula Barreto, produtora e diretora da LC Barreto; e da jornalista Ana Paula Araújo da Rede Globo.

Em seguida, às 17h, começará a mesa “Mulheres que fazem audiovisual” com a participação da produtora Iafa Britz (“Minha Mãe é Uma Peça”, “Minha Mãe é Uma Peça 2”), da diretora Anita Barbosa (“Muito Gelo e Dois Dedos D’Água”, “Amor.com”) e da diretora de som Zezé D’Alice (“O Auto da Compadecida”, “Assalto ao Banco Central”).

 

Confira a programação completa em www.riomarket.com.br

 

 

SERVIÇO:

RioMarket 2019

De 9 a 15 de dezembro de 2019

Horário: 9h às 20h

Local: Rio Othon Palace

Endereço: Avenida Atlântica, 3.264 – Copacabana, Rio de Janeiro – RJ

Inscrições e informações: http://www.riomarket.com.br/

Ana Botafogo Maison apresenta decoração “instagramável” com cenário inspirado no ballet “O Quebra Nozes”

Ana Botafogo sai de cena e traz a cena para seus fãs, lançando em sua loja, uma linda decoração especial de Natal inspirada no ballet “O Quebra Nozes”. O projeto foi assinado pelo cenógrafo e decorador Mark Ramos conhecido por seu conceito inovador e arrojado em suas produções e contará com um dos figurinos do espetáculo, onde bailarinas e todos os interessados poderão fazer seus registros como recordação. A decoração da loja poderá ser conferida até o dia 4 de janeiro, gratuitamente.

A loja Ana Botafogo Maison fica na Rua Visconde de Pirajá, número 371, sobreloja 213 – Ipanema

“Depois” no MASP Auditório

Com músicas de Beethoven e Chopin, a Studio3 Cia. de Dança apresenta no dia 10 de dezembro, no MASP Auditório, o espetáculo ‘Depois’, um olhar poético sobre o pós-espetáculo.

 

O coreógrafo Anselmo Zolla e o diretor teatral William Pereira construíram um roteiro em que o foco principal é uma companhia de dança e os acontecimentos, sentimentos e sensações provocados após o final do espetáculo. O processo de individualização dos bailarinos. O corpo coletivo que se dissolve em cenas íntimas, de memórias, reflexões e confrontos. Um espetáculo metalinguístico em que a dança reflete a própria dança e seus intérpretes.

 

A Studio3 Cia. de Dança possui uma especificidade única no panorama da dança brasileira: uma companhia onde diferentes gerações de artistas compartilham a mesma paixão pela dança, pelo movimento, pelo teatro. Uma pluralidade de histórias, trajetórias, corpos e técnicas.

 

Marilena Ansaldi – solista do Ballet Bolshoi

 

‘Depois’ conta com a participação especial da grande atriz-bailarina Marilena Ansaldi, num comovente solo sobre a passagem do tempo. O canto do cisne com a intensidade e poesia que sempre caracterizaram essa grande artista, precursora do teatro-dança no Brasil.

 

Marilena tem uma trajetória única no cenário da dança no Brasil. Grande bailarina clássica, nos anos 50 foi solista do Theatro Municipal de São Paulo, nos anos 60 transferiu-se para a Rússia, nos tempos da Cortina de Ferro, integrando o elenco do Ballet Bolshoi, em que foi solista. De volta ao Brasil ainda nos anos 60, reassumiu seu lugar no Theatro Municipal de São Paulo.

 

Beethoven e Chopin

 

A Sétima Sinfonia de Beethoven – “a sinfonia da dança”- inicia o espetáculo como uma celebração coletiva. Gradativamente essa textura sinfônica se desdobra em música de câmara, solos, recriações de compositores como Schubert, Chopin e músicas compostas especialmente para a trilha sonora do espetáculo pelo diretor musical Felipe Venancio.

 

Fause Haten criou os figurinos que dialogam com a dramaturgia do espetáculo. A solenidade e formalismo inicial que se transforma em trajes cotidianos, individualizados, unificados por uma paleta de cores que contrastam com a claridade do espaço cênico projetado pela Casa Goia. Já a luz de Caetano Vilela pontua dramaticamente as cenas coletivas e cria espaços íntimos múltiplos e dinâmicos.

 

Sobre a Studio3 Cia. de Dança

 

A Studio3 Cia. de Dança é uma companhia brasileira de dança que tem representado o País no mundo todo em eventos significativos no cenário da dança, em cidades como Milão, na Itália, Paris, Lyon e Biarritz, na França, Regensburg, na Alemanha, Lisboa e Porto, em Portugal, e também nos palcos do Brasil. A criação da Studio3 Cia. de Dança representa a consolidação de um trabalho artístico cuidadosamente preparado pelo seu coreógrafo e diretor artístico Anselmo Zolla, sob a direção geral de Evelyn Baruque. Criada em 2005, a companhia hoje conta com 16 intérpretes em seu elenco, provenientes de diversas formações e origens profissionais.

 

Sobre Anselmo Zolla

 

Anselmo Zolla atuou como bailarino nos teatros alemães de Kaiserslautern e Wiesbaden. No exterior, onde permaneceu por oito anos, ele criou obras para as companhias Azet Dance Company, Teatro de Heidelberg, Teatro de Mannheim e Teatro de Kaiserslautern. No Brasil, trabalhou ao lado de Deborah Colker e também no Balé da Cidade de São Paulo e na Quasar Cia. de Dança. Atualmente é diretor artístico da Studio3 Cia. de Dança.

 

Ficha Técnica

 

‘Depois’

Com a Studio3 Cia. de Dança

Concepção e direção coreográfica: Anselmo Zolla

Direção teatral: William Pereira

Direção musical: Felipe Venancio

Figurinos: Fause Haten

Cenografia: Casa Goia

Participação especial: Marilena Ansaldi

Coreografias: Anselmo Zolla e elenco de intérpretes criadores

Ensaiadora: Liris do Lago

Desenho de Luz: Caetano Vilela

Relações Públicas/ Convidados: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

Assessoria de imprensa: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

 

Serviço

Local: MASP Auditório

Endereço: Av. Paulista, nº 1578, Bela Vista, São Paulo, SP

Data: 10 de dezembro (terça-feira)

Horário: 20h

Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (meia-entrada)

Telefone: (11) 3149-5959

Horário da bilheteria: terça a domingo, das 10h às 17h30. Quinta-feira, das 10h às 19h30.

Em dias de espetáculo, a bilheteria funcionará até o horário de início da apresentação.

Cartões: todos

Estação de metrô próxima: Trianon-Masp

Indicação etária: livre

Duração: 60m

Capacidade de público por sessão: 374 pessoas

Crédito das fotos: Renan Livi

Teatro do Incêndio encerra projeto de resistência com a peça Rebelião – O Coro de Todos os Santos

Nos dias 14 e 15 de dezembro (sábado, às 20h, e domingo, às 19h), o espetáculo Rebelião – O Coro de Todos os Santos finaliza o projeto Levante Teatro do Incêndio – Pra Vida e Revida, iniciado em agosto, que reuniu cinco montagens da companhia, entre outras atividades.

Marcelo Marcus Fonseca, que fundou o grupo há mais de 23 anos, assina o texto e a direção de todas as montagens.

No enredo, Artura (Gabriela Morato), Cacimba (Elena Vago) e Jí (Paula Almeida) saem do interior do país com o intuito de salvar o Brasil, devolvendo para Portugal símbolos da colonização. Para cumprirem a missão eles enfrentam os terríveis Arranca-línguas, figuras míticas que encontram durante a viagem.

Rebelião – O Coro de Todos os Santos é a segunda peça do projeto A Gente Submersa, um trabalho de pesquisa do grupo sobre heranças e descaracterização da cultura e da sabedoria popular pelo esquecimento das raízes que moldaram o brasileiro. Trata da manifestação popular como revide contra seu apagamento, como arma de guerra no combate à intolerância religiosa, à infantilização da cultura produzida atualmente e às ingenuidades que aceitam lutas separadas e compartimentadas na sociedade moderna.

O diretor desabafa: “Esse é o espetáculo ‘de saco cheio’. Saco cheio de insensibilidade, de em cima do muro, de engolir a pobreza de manifestações sociais, políticas e culturais no país de Jorge Amado, Vinícius de Moraes, Nelson Sargento. Saco cheio de dizer que gostamos do que não gostamos, de dar ibope para o que não queremos, de desprezar a cultura do nosso país em prol de uma manifestação rasa. A indústria do entretenimento cria um mundo falso, de barulho ensurdecedor para destruir nossa identidade. Teatro não é entretenimento”.

Rebelião é a revolta de toda a raiz brasileira que se levanta com direito a protestar contra tudo que não lhe representa nas culturas oferecidas pela mídia. Protagonistas nas três montagens do projeto, Gabriela Morato afirma que o trabalho foi fundamental para sua formação como cidadã e como artista. “A mulher é a própria terra, é a vida. Hoje ela descobriu que pode mudar as coisas e que sua força inspira e transforma. Tive a honra de viver nessa trilogia várias faces e idades da mulher brasileira”.

FICHA TÉCNICA – Texto e direção: Marcelo Marcus Fonseca. Figurinos: Gabriela Morato. Iluminação: Rodrigo Alves, Marcelo Marcus Fonseca e Valcrez Siqueira. Preparação corporal, coreografias e adereços: Gabriela Morato. Música ao vivo: Renato Pereira, Luiz Viola, Renato Silvestre, Xantilee de Jesus e Yago Medeiros. Fotos: Giulia Martins. Design gráfico: Gustavo Oliveira. Produção e realização: Teatro do Incêndio.

Elenco: Gabriela Morato, Elena Vago, Marcelo Marcus Fonseca, Letícia Nerak, Valcrez Siqueira, Renato Silvestre, Paula Almeida, Thays Ferreira, Jade Buck, Gui Mameluco, Heloisa Feliciano, Kaena Chioratto e Amanda Santana.

Levante Teatro do Incêndio – Pra Vida e Revida

Sem apoio de nenhuma natureza, em 2019, a Cia. Teatro do Incêndio, em reação ao atual momento de ‘estrangulamento cultural’, lançou uma programação de resistência para o segundo semestre de 2019. Levante Teatro do Incêndio – Pra Vida e Revida apresentou, de julho a dezembro, cinco espetáculos do repertório do grupo, rodas de samba e oficinas livres de artes para crianças e adolescentes.

Os espetáculos, dirigidos por Marcelo Marcus Fonseca, que formaram a programação (um a cada mês) foram: São Paulo Surrealista (2012 / 2014), O Pornosamba e a Bossa Nova Metafísica (2014 / 2015), O Santo Dialético (2016), A Gente Submersa (2017) e Rebelião – O Coro de Todos os Santos (2018). Esta mostra sintetiza o trabalho de pesquisa de linguagem dos últimos sete anos do coletivo, período em que construiu três teatros até conquistar sua sede definitiva na emblemática entrada do bairro Bixiga, esquina das ruas Treze de Maio e Santo Antônio, onde já funcionou a lendária boate Igrejinha e o Café Society.

Serviço

Apresentações: Sol-Te

7 de dezembro. Sábado, às 15h30 e às 19h30

Ingressos: Contribuição voluntária. Duração: 1h. Classificação: Livre

Sinopse: Apresentação final de dois espetáculos criados pelas turmas do projeto Sol-te – Oficina Livre de Teatro, junto aos artistas educadores do Teatro do Incêndio: Pe.que.nos (6 a 11 anos) e E.vo.lu.ir (12 a 17 anos), às 15h30 e às 19h30, respectivamente. Esta atividade, idealizada pela atriz e produtora Gabriela Morato, teve início em 2014.

Espetáculo: Rebelião – O Coro de Todos os Santos

Projeto: Levante Teatro do Incêndio – Pra Vida e Revida

Datas: 14 e 15 de dezembro. Sábado (às 20h) e domingo (às 19h)

Duração: 90 min. Classificação: 14 anos. Gênero: Drama apocalíptico.

Ingressos. R$ 80,00. Bilheteria: 2 horas antes das sessões. Capacidade: 99 lugares.

Antecipados: https://www.sympla.com.br/teatrodoincendio

http://www.teatrodoincendio.com / Nas redes: @teatrodoincendio

 

Teatro do Incêndio

Rua Treze de Maio, 48 – Bela Vista. São Paulo/SP.

Tel.: (11) 2609-3730 / 2609-8561 – Nas redes: @teatrodoincendio

“3 Palavrinhas” chega ao Teatro Dr. Botica em única apresentação

Fenômeno entre crianças de todas as idades o 3 Palavrinhas, projeto infantil com quase 2 bilhões de views no canal do YouTube, chega pela primeira vez ao Teatro Dr. Botica, em São Paulo em única apresentação.
O “3 Palavrinhas” apresentará o espetáculo “Deus é Tão Bom”, que reúne sucessos já conhecidos pelo público infantil como “Rei Davi”, “Pedro, Tiago, João no Barquinho”, “O Sabão” entre outros.
Em aproximadamente 1 hora e 10 minutos de apresentação, as crianças embarcarão numa história bem divertida, com músicas, danças e brincadeiras que ensinam sobre amizade, fé, amor ao próximo e união.
Para os acompanhantes, a nostalgia de reviver músicas que marcaram a infância é uma oportunidade de estreitar os laços com os pequenos, vivendo momentos de diversão. O conteúdo musical selecionado faz parte do universo infantil cristão brasileiro e é apresentado pelo trio com uma nova roupagem. As músicas também são apresentadas em DVDs, com animações em vídeo e legenda para ajudar na alfabetização das crianças.
Além da criançada poder se divertir com o 3 Palavrinhas no canal do YouTube, que está prestes a atingir 3 milhões de inscritos, todos os conteúdos também estão disponíveis no site (3palavrinhas.com.br), na plataforma infantil FunKids e as músicas em todas as plataformas digitais como Spotify e Deezer.
Serviço:
Show 3 Palavrinhas – Deus é Tão Bom
Local: Teatro Dr. Botica
Temporada: 08 de dezembro
Endereço: Rua Doutor Melo Freire, 91 – Tatuapé (Praça de Alimentação)
Horário: 17 horas
Duração: 70 minutos
Classificação: Livre
Valores: R$ 35,00 (meia-entrada) e R$ 70,00 (inteira)
Capacidade: 256 lugares
Vendas: www.ingressorapido.com.br ou na bilheteria do teatro
Informações: (11) 2251-5775

Pitty e OPES fazem concerto inédito no Theatro Municipal

Após apresentações de sucesso com o cantor Nando Reis, que lotaram casas de espetáculo no Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba e São Paulo, e também com a multi-instrumentista Lucy Alves, a Série Convidados, da Orquestra Petrobras Sinfônica, está de volta! A homenageada da vez será a roqueira baiana Pitty e o concerto acontecerá no dia 07 de dezembro, sábado, às 20h, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Com regência de Felipe Prazeres e 45 músicos da orquestra no palco, a cantora vai mostrar para o público novas e ousadas versões de sucessos como “Equalize”, “Máscara”, “Admirável Chip Novo”, “Te Conecta”, “Me Adora”, entre outras. Os arranjos são assinados por Jessé Sadoc.

Ao lado da OPES, Pitty também vai interpretar músicas do novo álbum, “Matriz”, lançado em abril deste ano pela Deckdisc, como “Noite Inteira”, “Te Conecta”, “Redimir”, “Submersa” e “Motor”.

O concerto integra a série “Convidados” e é uma das diversas iniciativas que reforçam o trabalho da orquestra para democratizar a música clássica e renovar o público do gênero, como “Thriller” e “Ventura Sinfônico”, apresentações dos discos de Michael Jackson e Los Hermanos que percorreram o país em sessões esgotadas, além versões para o público infantil, como “Os Saltimbancos” “O Mágico de Oz Sinfônico”.

Sobre a OPES

Aos 47 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres, a orquestra conta com uma formação de mais de 80 instrumentistas e tem como Diretor Artístico e Regente Titular o maestro Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.

Modelo de gestão: A Associação Orquestra Pró Música do Rio de Janeiro, entidade que administra a orquestra, possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos.

Sobre a PETROBRAS: A Petrobras completa 33 anos de patrocínio da Orquestra Petrobras Sinfônica em 2019. Uma parceria essencial para mantê-la entre os principais conjuntos da América Latina, sempre desenvolvendo um importante trabalho de democratização da música clássica e de renovação do público do gênero.

Outros apoios e patrocínios: A OPES conta ainda com os apoios culturais de: UCI, ABGC, Consulado da Argentina, Windsor Hotéis e Rádio JBFM.

Programação

Orquestra Petrobras Sinfônica – Série Convidados

Felipe Prazeres, regente

Pitty, voz

 

Equalize

Na Sua Estante

Um Leão

Máscara

Admirável Chip Novo

Serpente 

Temporal

Noite Inteira

Te Conecta

Redimir

Submersa

Me Adora

Motor

Serviço

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Data: 07/12/2019 (sábado)

Horário: 20 horas

Valores:

FRISA/CAMAROTE: INTEIRA R$ 600  / MEIA-ENTRADA: R$ 300

PLATEIA / BALCÃO NOBRE: R$ 160 / MEIA-ENTRADA: R$ 80,

BALCÃO SUPERIOR: R$ 100 / MEIA-ENTRADA: R$ 50,

BALCÃO SUPERIOR LATERAL: R$ 100 / MEIA-ENTRADA: R$ 50,

GALERIA CENTRAL: R$ 60 / MEIA-ENTRADA: R$ 30

GALERIA LATERAL: R$ 60 / MEIA-ENTRADA: R$ 30

Venda: ingressorapido.com

Sesc Osasco recebe estreia de espetáculo infantil da Companhia de Danças de Diadema

No dia 15 de dezembro, domingo, a Companhia de Danças de Diadema estreia o espetáculo infantil “Nas Águas do Imaginar”, de Ton Carbones e elenco, no Sesc Osasco, às 16 horas. Com direção geral de Ana Bottosso, a montagem apresenta uma viagem lúdica pela imaginação.

O enredo traz uma criança que, ao se deitar para dormir, é surpreendida por seres fantásticos que surgem em seu quarto, instigando sua imaginação. Ávida pela diversão, a criança veste-se de coragem e muita criatividade para embarcar em uma viagem ao mundo do imaginar.

Segundo Ton Carbones, criar um espetáculo de dança para o público infantil é sempre um grande desafio. “Como transpor história, aventura e diversão por meio de uma linguagem, por vezes tão abstrata como a dança?”, reflete o bailarino e coreógrafo. Assumindo esse desafio, os bailarinos da Companhia de Danças de Diadema embarcaram numa pesquisa que envolve brincadeiras, gestos, histórias, jogos teatrais, música e dança. Voltaram à infância, viajaram pelo mundo de imaginação e trouxeram experiências lúdicas para o espetáculo.

O cenário em branco vai ganhando cores e vida, à medida que se desenrola a divertida viagem com seus surpreendentes e incríveis personagens. Almofadas transformam-se em estrelas e voam. A cama se desdobra em vários objetos: carrinho de mão, bancos, coral no fundo do mar e skates. O lençol ganha vida e traz a noite, vira mar, barco e qualquer outro lugar. O Figurino têm cores vibrantes e combinações divertidas como se as personagens tivessem saído de um desenho animado, explorando as possibilidades de imaginação dos pequenos.

 

Nas Águas do Imaginar desafia o espectador a desbravar, junto com essa criança, um mundo repleto de surpresas e fantasias, numa lúdica brincadeira que reflete sobre a busca do que está do lado de fora ou desbravar o universo interior. E a passagem para essa aventura custa apenas o uso da imaginação.

 

A história

Para dar início à aventura, uma trupe de artistas se aproxima da plateia cantando e fazendo brincadeiras com as crianças, abrindo alas para a história de Nas Águas do Imaginar. Uma criança ajeita-se para dormir. As roupas que estão jogadas pelo quarto vão ganhando vida, dançando e organizando-se. Como se estivesse sonhando, ela sai da cama e os objetos do quarto se transformam, dando início à aventura.

Aparecem Piratas divertidos e atrapalhados. Uma Polvo surge ao lado de criaturas Siamesas agitadas. . Um Caçador e uma Sapa planejam roubar a imaginação da personagem, tendo ajuda de seres misteriosos, deslizantes e muito suspeitos. A aventura passa também pelo fundo do mar, onde um navio é comandado pela capitã Polvo e seus Piratas.

Em meio a brinquedos que ganham vida, transformações mágicas, amigos imaginários e brincadeiras com personagens que emitem sons curiosos, o caçador coloca em prática o plano de roubar a imaginação da criança. Para tanto, ele sequestra sua amiguinha Polvo, mas ele só não contava com a intromissão das Siamesas, que mostram para a criança que a imaginação não pode ser roubada. No fim da aventura, as personagens fantásticas levam a criança de volta para o sono, mas será que ela será a mesma ao acordar?

Ficha técnica

Direção geral: Ana Bottosso. Coreografia: Ton Carbones e elenco. Assistência de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Assistência de coreografia: Carolini Piovani. Concepção musical: Luciano Sallun. Concepção figurino: Hazuk Perez. Cenografia e adereços: Ateliárea – Daniel Sapiência e Paula Martins. Desenho de luz: André Prado, Ton Carbones e Ana Boottosso. Professores de dança clássica: Márcio Rongetti e Paulo Vinícius. Professores de dança contemporânea: Ana Bottosso, Carolini Piovani, Elton de Souza e Ton Carbones. Professor de dança moderna: Reinaldo Soares. Orientação de yoga: Daniele Santos. Condicionamento físico: Carolini Piovani. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Assistência de produção: Daniela Garcia e Jehn Salles. Idealização/produção: Companhia de Danças de Diadema. Realização: Sesc SP.

Elenco: Carlos Veloso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Danielle Rodrigues, Elton de Souza, Guilherme Nunes, Júlia Brandão, Leonardo Carvajal, Thaís Lima, Ton Carbones e Zezinho Alves.

Site: www.ciadedancas.apbd.org.br

Facebook: @companhiadedancas / Instagram e Twitter: @ciadedancasdiadema

Serviço

Espetáculo infantil: Nas Águas do Imaginar

Com Companhia de Danças de Diadema

Dia 15 de dezembro. Domingo, às 16h

Local: Tenda 1

Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (meia); R$ 6,00 (credencial plena).

Vendas pelo Portal e nas unidades do Sesc. Grátis para menores de 12 anos.

Duração: 60 min. Classificação: Livre.

Sesc Osasco

Endereço: Av. Sport Clube Corinthians Paulista, 1300 – Jardim das Flores. Osasco/SP

Telefone: (11) 3184-0900

Horário/funcionamento: terça a sexta (13h às 22h), sábado, domingo e feriados (10h às 19h)

Estacionamento grátis. Possui fraldário e vestiário familiar.

Facebook: /sescosasco | Twitter: @sescosasco | Instagram: @sescosasco

www.sescsp.org.br/osasco