Programação do Imperator – 21 a 26 de maio

21 de maio: JAZZ PRAS SETE recebe ROGÉRIO GUIMARÃES QUARTETO

Evento mensal pautado sempre em uma terça-feira do mês

 

Release:

O guitarrista, violonista e compositor carioca Rogério Guimarães tem 48 anos e começou a explorar o violão de maneira autodidata aos nove anos de idade. Absorvendo as influências musicais de sua infância, Rogério conviveu com os discos de Caetano, Gil, Chico, Milton, Gal e Bethânia em sua casa. Com o amadurecimento, o músico teve seus primeiros contatos com o jazz através de Frank Sinatra, que o levou a mergulhar no mundo das big bands de Count Basie e Duke Ellington.

Atualmente, trabalha na finalização de seu novo disco chamado “Danças Urbanas”, no qual prossegue na pesquisa de ritmos essencialmente brasileiros apoiando melodias inspiradas no lirismo da tradiçao de Villa Lobos, Tom Jobim, Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, suas grandes influências.

 

Serviço:

Evento: JAZZ PRAS SETE recebe ROGÉRIO GUIMARÃES QUARTETO

Data: 21 de maio

Horário: Terça-feira, às 18h50

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Terraço)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Valor do Ingresso: Gratuito. Sujeito a lotação

Classificação: Livre

Duração: 180 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

22 de maio: QUARTAS BRASILEIRAS recebe GOLDEN BOYS

Evento mensal. Pautado em uma quarta-feira do mês

 

Release:

O show é uma viagem no tempo através das canções que foram gravadas pelo grupo vocal, desde a primeira gravação em 1958 até os dias de hoje.

O público pode esperar os sucessos como; “Alguém na Multidão”, “Fumacê, “Erva Venenosa”, “Andança”, e muito mais.

O conjunto, que atua desde a época da jovem guarda, nos anos 1960, foi formado pelos irmãos Roberto, Ronaldo e Renato Correa e seu primo Valdir Anunciação. Atualmente, Ronaldo e Renato se apresentam com outro irmão, Mario Correa, que foi integrante do Trio Esperança.

Serviço:

Evento: QUARTAS BRASILEIRAS recebe GOLDEN BOYS

Data: 22 de maio

Horário: Quarta-feira, 16h | Abertura da casa: 1h antes do evento

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Teatro)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Valor do Ingresso: Plateia inferior e balcão: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural, Terça e Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br

Classificação: Livre

Duração do espetáculo: 90 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

 

23 de maio: ENCONTRO DAS RODAS NO SAMBA DO IMPERATOR: GRUPO ARRUDA E GRUPO FILHOS DA GUANABARA

Release:

O Projeto Encontro das Rodas no Samba do Imperator vem para mostra as rodas de samba que acontecem pela cidade, sua diversidade de músicos talentosos e como cada roda é única e faz a diferença com sua pegada rítmica e levada dos tons diferenciados. Para maio a roda receberá 2 grandes grupos, o Grupo Arruda e o Grupo Filhos da Guanabara.

Grupo Arruda:

Resumir em poucas linhas o Grupo Arruda não é uma tarefa fácil. Quem frequenta os shows e coloca um galhinho de arruda atrás da orelha, marca registrada, garante que não tem como se arrepender de conhecer o som, a batucada diferenciada e envolvente, e a versatilidade do set-list musical que reúne a trajetória do grupo até aqui! O grupo, além de fazer releituras de grandes pérolas do samba e da MPB, apresenta músicas próprias, de seu CD.

Grupo Filhos da Guanabara – FDG:

O Grupo Filhos da Guanabara mantém sua identidade na raiz em tocar um repertório de sambas autênticos de compositores como: Candeia, Almir Guineto, Cartola, João Nogueira, Roberto Ribeiro, Dona Ivone Lara, Nelson Cavaquinho, entre outros… além de tocar também compositores da nova geração do samba, inclusive composições próprias.

O Grupo comemorará 4 anos de sucesso no dia 23 de maio no Imperator e trará como convidada a cantora Cacá Nascimento.

Serviço:

Evento: ENCONTRO DAS RODAS NO SAMBA DO IMPERATOR: GRUPO ARRUDA E GRUPO FILHOS DA GUANABARA

Data: 23 de maio

Horário: Quinta-feira, às 19h30

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Teatro)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Valor do Ingresso: Pista: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia)

Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural, Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br

Classificação: 16 anos

Duração: 210 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

25 de maio: FORRÓ LÁNALAJE com FORRÓ DE CONCHA

DJ RESIDENTE: Edna Carvalho

Evento mensal, pautado sempre em um domingo do mês

 

Release:

Forró de Concha nasce do encontro afetivo de músicos profissionais e amantes da cultura popular brasileira que se unem afim de montar um repertorio clássico e sofisticado do pé de serra tradicional passando por Sivuca, Dominguinhos, Luis Gonzaga e Hermeto Pascoal.

Apreciadores da cultura nordestina, Amora Pêra, Renata Neves, Flavia Belchior e Rodrigo Ramalho se encontram no universo do forró pé-de-serra do Rio de Janeiro, em torno da paixão pelo som e pela dança, nos bailes de forró que voltam a tomar conta do Rio de Janeiro desde os anos 1990. Atualmente Forró de Concha tem se apresentado na praça Tiradentes e Cinelândia e chega ao Imperator trazendo o melhor do forró para a Zona Norte carioca.

Serviço:

Evento: FORRÓ LÁNALAJE com FORRÓ DE CONCHA

DJ RESIDENTE: Edna Carvalho

Data: 25 de maio

Horário: Sábado, às 17h

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Terraço)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Classificação: Livre

Duração do evento: 300 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

Até 02 de junho: CONTOS NEGREIROS DO BRASIL

Release:

O estudante, o gay, o menor infrator, a prostituta e a idosa. Em comum, a cor da pele. São todos negros. Esses personagens ajudam a traçar o panorama histórico-social do projeto “Contos negreiros do Brasil”, um espetáculo-documentário sobre a condição de homens e mulheres cuja pele escura determina a maneira como são vistos, retratados e julgados pela sociedade.

 

Desde a estreia, em maio de 2017, a peça com texto de Marcelino Freire e direção de Fernando Philbert acumula elogios e olhares atentos do público e da crítica. Mexe numa ferida que muitos, ingenuamente, julgavam cicatrizada. Aborda as dores e os medos de parte tão expressiva da população, mas não se esquece também de suas paixões, desejos e alegrias.

 

“Ser negro é ver as madames esconderem a bolsa ao te ver. É chegar a um prédio e te mandarem entrar pelos fundos, mesmo se você veio comprar ali um apartamento. É preciso falar, pois os açoites agora são as balas da polícia. São as faculdades se fechando. São as loucuras, os presídios, a solidão”, ressalta Philbert sobre a urgência do projeto.

 

O espetáculo traz à cena histórias contidas no livro de Marcelino, “Contos negreiros”, mas mistura à ficção estatísticas que dimensionam a realidade experimentada por 54% da população brasileira. Os dados são apresentados pelo ator, sociólogo e filósofo Rodrigo França.

 

“A peça não tem filtro. Tem a poesia do Marcelino, mas nem aí existe um romantismo. As coisas são ditas como elas são. Por outro lado, os números ajudam a refletir sobre o que é dito. O público sai consciente de que não há como negar o racismo”, reforça.

 

A desigualdade é exposta por meio de informações consistentes e atuais, fruto da pesquisa feita por França: “Mulheres negras recebem duas vezes menos do que as brancas. São também as que mais sofrem violência obstétrica. Isso sem contar que, dos 30 mil jovens assassinados por ano no Brasil, 77% são negros”.

 

Assim, parte da missão do espetáculo, ao desconstruir o mito da democracia racial, é expor a carne negra a partir de experiências reais, sociais e culturais. “Há uma falsa ideia no Brasil de que tirar uma mazela de baixo do tapete fará com que ela aumente. Precisamos conversar sobre ela. Isso, sim, pode salvar o país”, defende França, que entende a peça como parte de uma retomada do teatro negro brasileiro.

 

Serviço:

Evento: CONTOS NEGREIROS DO BRASIL

Data: 17 de maio a 01 de junho

Horário: Sextas e sábados, às 20h

Domingos, às 19h

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Teatro)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Valor do Ingresso: Plateia inferior e balcão: R$ 50 (inteira) / R$ 25 (meia)

Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural, Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br

Classificação: 14 anos

Duração: 70 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

Até 01 de junho: DONA BARATINHA – O MUSICAL

Release:

“Dona Baratinha – O Musical”, inspirado nos grandes musicais da Broadway, faz curta temporada de 18 de maio a 01 de junho no Imperator – Centro Cultural João Nogueira.

A divertida comédia musical conta a história de uma baratinha que depois de falida ganha uma herança de sua avó e muito exigente começa a busca pelo pretendente ideal para o seu grande casamento. Em sua vila, a amiga de Baratinha, Tânia Jura, e uma mosca varejeira muito interesseira, irão ajudá-la nesta difícil missão. Muitos pretendentes irão aparecer para se casar com a mais ‘nova rica’ do pedaço, mas Dona Baratinha terá que escolher apenas um, entre eles: o grilo, o mosquito e o rato. Quem será que Dona Baratinha irá escolher? Será que fará a escolha certa?

Os figurinos inovadores para o teatro chamam muito a atenção da garotada. O conjunto de figurinos e cenários transformam a estética em um verdadeiro desenho animado, muito colorido e brilhoso.

As músicas originais para o espetáculo ganharam novos arranjos de funk, pop, folk, jazz e samba.É tudo muito animado. Uma costura musical rica e diversificada.

“Nosso desafio sempre é entreter desde as crianças até os mais velhos. Fazer, com muito carinho, com que ir ao teatro se torne divertido e prazeroso. Um momento agradável em família”, diz  Allan Ragazzy, diretor e autor do musical.

O espetáculo carrega o selo de qualidade da Cia A’Dovalle que conta uma estrutura impecável de som, luz, figurinos e cenários de primeira qualidade. “Temos o compromisso com a qualidade, tratando de maneira séria o que é coisa de criança!”, explica Deise Reis, diretora de produção.

Serviço:

Evento: DONA BARATINHA – O MUSICAL

Data: 18 de maio a 01 de junho

Horário: Sábados e domingos, às 16h

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Teatro)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Valor do Ingresso: Plateia inferior e balcão: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia)

Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural, Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

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Mombaça em “Tributo a Gilberto Gil”

Conhecido por sua parceria com Mart’nália, cantor e compositor carioca MOMBAÇA faz a estreia de seu novo show “TRIBUTO A GILBERTO GIL” em única apresentação no Projeto 15 PRAS 7, no Teatro João Caetano (Praça Tiradentes – Centro ), no dia 22 de maio/2018, 4af, 18:45h, com ingressos a R$ 40,00 / R$ 20,00 (Meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60).

Fã e parceiro musical do cantor e compositor Gilberto Gil, Mombaça começou sua carreira artística cantando em “barzinhos” do circuito Vila Isabel /Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, nos anos 1990. “Meu maior ídolo na música sempre foi o Gil. Quando eu cantava na noite buscava imitá-lo em tudo: cortava o cabelo igual, brinco, figurino; buscava caprichar nos arranjos originais de sua extensa e elaborado obra; cheguei até a imitá-lo falando! Quase furei alguns LP (Long Play) como Luar (A gente precisa ver o Luar), UmBandaUm, e Extra, de tanto ouvir, ouvir e ouvir.”

Em 2014, na onda do racismo no futebol que antecedeu a Copa do Mundo no Brasil, Mombaça reuniu 28 artistas, de peso, para cantarem no clipe “Vem Vencer” contra o racismo. Convidado, Gil não só encabeçou o elenco, mas tornou-se padrinho do manifesto apresentando a obra!

No repertório do TRIBUTO AO GILBERTO GIL, Mombaça passeia pela obra do artista baiano dando ênfase especial aos sucessos produzidos na décadas de 1980 / 90 tais como: “Super Homem – a Canção”, “Drão”, “Extra”, “Se eu quiser falar com Deus”, “Andar com Fé”, “Palco” e tudo que for mais dançante possível, além de canções menos radiofônicas como “Cores Vivas” e “Lady Neyde”. “Torpedo”, samba composto por Gil, Mombaça e Ana Carolina, é a canção inédita do espetáculo.

Segue a programação do Projeto 15 PRAS 7, durante o mês de maio/2019:

 

Dia 22/05 – MOMBAÇA HOMENAGEIA GILBERTO GIL

Dia 23/05 – BANDA DO SÍNDICO no Show ‘Do Leme ao Pontal”

Dia 30/05 – Show “America do Sul” em Homenagem ao NEY MATOGROSSO com o cantor Jerry Kariry

Dia 31/05 – TRIBUTO AO EMÍLIO SANTIAGO com o cantor Aldair Santiago

Dias 05 e 06/06 – TRIBUTO A GONZAGUINHA com Rogério Silvestre e Banda

Dia 12/06 – SESSÃO DAS 10 – Um Tributo a Raul Seixas, Miriam Batucada, Sergio Sampaio com a participação especial de Edy Star 

Dia 13/06 – ANGELA RoRo. 

Vale muito a pena conferir!!!

 

Vale muito a pena conferir…

 

MOMBAÇA no show “TRIBUTO AO GILBERTO GIL”.

Acompanhamento dos músicos Fernando Brandão (violões e guitarra + co-direção musical), Daniel Karin e Felipe Tauil (Percussões e programação acústicas e eletrônicas), Sidão Santos (contrabaixo elétrico).

Direção de produção: Giovanna Pinheiral

Figurino: Edson Alexandre

Foto: George Cambeiro

Direção Musical: Fernando Brandão e Mombaça

Roteiro, argumento e direção geral: Mombaça

Produção executiva: Sarau Preto Produções Artísticas

 

Dia 22 de maio 2019

Quarta Feira 18:45h

Tempo de duração: 90 minutos

Livre para todas as idades

Gênero: Musical.

 

Teatro João Caetano (Praça Tiradentes)

Preço dos Ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (Meia para estudantes, idosos acima de 60 anos e menores de 21 anos)

“O Hétero” no Café Pequeno

Realizando um debate sobre o papel do artista brasileiro na sociedade, sua absorção pelo mercado profissional e a influência da indústria televisiva na formação e naturalização de arquétipos, o ator Zé Wendell escreveu e encena “O HÉTERO”, seu primeiro texto solo que estreia dia 25 de Maio sob a direção de Alice Steinbruck no Teatro Café Pequeno, onde fica em cartaz até17 de Junho. O monólogo autorreferente conta com humor a história de Fulano de Tal, um artista nordestino sonhador que sai pelo mundo em busca de espaço profissional numa jornada de autoconhecimento e autoaceitação. Para isso carrega, além de seus questionamentos e observações, uma potente bagagem cultural, que vai da pluralidade da cultura popular brasileira às influências midiáticas da televisão com suas telenovelas e programas de auditório.

“A necessidade de sobrevivência me levou a escrever este texto para resistir ao mal e existir como artista. Estava numa fase de inquietação interna, com poucos trabalhos e uma necessidade pungente de criar. Nosso país inserido numa tensão política como nunca vi antes, com um discurso deturpado sobre o papel do artista na sociedade. Não queria contar com a sorte ou esperar por convites e quis dar conta do meu papel de ator de forma mais autônoma. Me joguei de cabeça”, afirma Zé, que é integrante da Cia. Omondé há 10 anos. “Eu precisava falar do mundo sob vários aspectos: o mundo do artista, do nordestino imigrante, do LGBTI açoitado diariamente no país que mais mata esta população. Por isso resolvi falar do meu quintal e botei a minha verdade pra jogo”, relata.

A parceria com Alice Steinbruck na direção vem dos tempos em que eram colegas na UNI-RIO, onde se formaram há 14 anos em Artes Cênicas. “O Zé se formou em interpretação e eu em direção e, para este trabalho, criamos uma partitura surrealista para contar de maneira virtuosa esta saga. Por termos algumas experiências reais misturadas com fantasia,fizemos um trabalho delicado, que demandou muita conversa e uma profunda reflexão sobre o que ele, como autor, havia escrito”, revela a diretora. “Para um monólogo com vários personagens ter um ritmo adequado é preciso desapego e humildade na abordagem das narrativas, do tempo e do material humano que você tem.O Zé teve uma escuta fenomenal e se abriu para a abordagem quase psicanalítica que eu usei para desvelar este texto no corpo dele. Com muito rigor técnico nas seis horas diárias de ensaios, conversas profundas, repetições sem trégua e nenhuma procrastinação chegamos ao resultado que poderá ser conferido no palco”, celebra.

Para viabilizar a montagem, Zé realiza parceria com uma equipe de profissionais renomados e entrou num financiamento coletivo, que segue recebendo investimentos. “Em alguns momentos, o texto alude à literatura de cordel e, paralelamente, se vale da linguagem pop e de uma pequena dose de existencialismo filosófico. A peça não é apenas para entreter. Construímos um monólogo performático cheio de representatividade e com um dedo na ferida que convida à reflexão, pois discutimos a questão das minorias abordando estigmas e sendo um espelho da nossa sociedade atual. Falar sobre identidade e preconceito hoje é um ato político, uma quebra de tabu. Falo do direito de poder exercer minhas convicções, minha fala, meu timbre de voz, meu corpo”, desabafa Zé Wendell.

“Infelizmente estamos retrocedendo no tempo e precisamos combater esse tipo de ideologia, que se diz não ideológica. Senti e ainda sinto isso na pele, mas chega de opressão! Acredito que as influências externas nos definem e muito, afinal, somos frutos do meio. Porque podem nos dizer como devemos ser? Que autoridade e que legitimidade possuem para condenar o outro ao inferno de suas próprias convicções? Enquanto  isso não for compreendido, estaremos fadados ao fracasso social. Obviamente nossas instituições contribuem para isso – a religião, a política, a família e até a educação das escolas estão contaminadas dessa mentira. É lamentável e cruel. Mas é real. Decidi encarar, botei minha verdade para jogo. Acredito que precisamos criar e produzir, pois é a única forma de fomentar e fortalecer nossa própria carreira. Então ou você cria, ou você morre. E eu decidi viver”, encerra o a(u)tor.

SINOPSE:

O monólogo conta com muito humor a história de Fulano de Tal, nordestino, artista e sonhador. Um homem comum, que sai pelo mundo numa jornada de autoconhecimento e aceitação de si mesmo, trazendo consigo a pluralidade da cultura popular brasileira e flertando com a cultura do repente, do cordel e das influências midiáticas da televisão na década de 90, chegando até os dias de hoje.

 

 

SERVIÇO:

“O HÉTERO”

Temporada:

25 de Maio a 17 de Junho

Horários:

Sexta-feira a Segunda-feira – 20h30

Local:

Teatro Café Pequeno

Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon – Rio de Janeiro

Tel.: (21) 3111-2011

Ingressos: R$ 40 (Inteira) / R$ 20 (Meia-entrada)

Duração: 60 minutos

Classificação: 16 anos

Gênero: Tragicomédia

 

 

 

FICHA TÉCNICA:

 

Texto e atuação: Zé Wendell

Direção: Alice Steinbruck

Direção de Produção: Zé Wendell

Produção Executiva: Andrea Menezes

Iluminação: Ana Luzia de Simoni

Figurino: Ticiana Passos

Cenário: Mina Quental

Visagismo:rcio Mello

Direção Musical: Marcelo Alonso Neves

Programação Visual: André Senna

Assessoria de Imprensa: Marrom Glacê Assessoria – Gisele Machado & Bruno Morais

Ana Fumaça Maria Memória

Realizada através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, do Governo do Estado do Rio de Janeiro – Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e com patrocínio da Oi, o espetáculo teatral infantil Ana Fumaça Maria Memória estreia estreia no dia 13 de abril no Centro Cultural Oi Futuro, onde permanecerá em cartaz até dia 2 de junho, sempre aos sábados e domingos, às 16h.

 

Recheada de elementos fantásticos na narrativa, da viagem num trem imaginário de memórias a várias interações com desenhos em projeções no cenário, a peça aborda, de forma leve e poética, temas como perda. “Buscamos contar a história pelo ponto de vista de duas crianças: Ana e seu amigo Jonas. Juntos, os dois seguem essa jornada de buscas por respostas para questionamentos que, muitas vezes, os adultos não sabem como responder com palavras.” diz Marcela. O objetivo, segundo ela, é ampliar a identificação com o público infantil e oferecer aos adultos uma oportunidade de debater temáticas delicadas, como a saudade, a partir de uma abordagem lúdica.

A autora Marcela Andrade, entre 2011 e 2014, vivenciou a perda de memória de sua avó paterna, então com 95 anos. “Em meio a ‘apagões’, ela se esquecia de situações recentes que vivia, mas por outro lado, me contava histórias muito antigas de sua infância e de sua juventude.” Essa experiência aproximou as duas e inspirou a autora a escrever a peça. “Eu passei a valorizar cada momento junto, porque ela já estava bastante velhinha. Minha avó faleceu com quase 98 anos e, quando estava internada no CTI, soube por mim que eu escrevia essa peça pra ela – conta Marcela.”

 

A dramaturgia foi criada a partir dessa memória pessoal da autora em diálogo com a obra “Meninas de Risco”, da artista plástica Adriana Seiffert. “Fui a uma exposição na casa da Adriana e me identifiquei com seus desenhos. Tive um insight ao perceber possíveis uniões entre seus traços, seus espaços vazios, suas meninas e a narrativa que eu desejava escrever.” Inspirada pelo título das ilustrações de Seiffert – “Meninas de Risco” – a autora explora na dramaturgia o duplo sentido da palavra “risco”, que pode denotar tanto um rabisco quanto um perigo. Na história, Ana é uma menina que mora na periferia, próximo à linha do trem, e decide encarar uma aventura no tempo para recuperar as lembranças de sua avó, tentando lidar com diferentes tipos de perdas no caminho, como o apagamento das lembranças da vó Maria ou a ausência do vô Bastião.

 

 “A peça é sobre permanências, principalmente de amores. Essa vida que sempre permanece, mesmo quando se apaga, mesmo quando é rabisco ou quando é como fumaça e fica difícil pegar.” completa a autora.

 

Sinopse
Ana quer recuperar a memória que vó Maria vem perdendo. Através de desenhos, seu avô lhe ensina que a memória é como um trem na cabeça: diversos vagões com pedacinhos de vida. Como vó Maria é velhinha, o trem da cabeça dela ficou enorme e saiu pela orelha! Os vagões estão longe e, com a distância, ela passou a esquecer. Ana, então, parte em uma fantástica aventura no tempo para descobrir como guardar as lembranças para sempre.

 

 

FICHA TÉCNICA

Idealização: Marcela Andrade

Realização: Agência Botão Cultural e Centro Cultural Oi Futuro

Dramaturgia e Direção: Marcela Andrade

Diretor de Produção: Bernardo Schlegel

Produção Executiva: Thiago Monte

Elenco: Cacá Ottoni, Gé Lisboa, Juliana Trimer, Marina Hodecker, Pablo Aguilar

Direção Musical e Trilha Sonora: Rach Araújo

Canções: Filho da Lua (Pablo Aguilar e Raíssa Barbosa), Trenzinho do Sono (Arno Hodecker Jr. e Marina Hodecker) e Colinho do Vovô (Diego de Abreu e Juliana Trimer)

Iluminação: Pedro Struchiner e Thiago Monte

Cenografia: Elsa Romero

Cenotécnica: Fátima de Souza

Figurino: Arlete Rua

Adereços: Arlete Rua e Elsa Romero

Confecção de Figurinos: Kátia Salles

Visagismo: Rodrigo Reinoso

Designer Gráfico: Jaqueline Sampin

Assessoria de Imprensa: Duetto Comunicação

Assistente de Direção: Filipe Codeço

Assistente de Produção: Pedro Pedruzzi

Desenhos: Adriana Seiffert

Animação e Vídeo Mapping: Nicole Schlegel

Mídias Sociais: Agência ePlan

Fotografia: Renato Mangolin

Captação de Apoios: Gloria Dinniz

Intérprete de Libras: David de Jesus e Jadson Abraão – JDL Traduções

Operador de Luz: Thiago Monte

Operador de Vídeo e Som: Edmar da Rocha

Contrarregras: Tiago D’ávila e Leonardo Pessanha

 

 

SERVIÇO
Datas: 13 de abril até 2 de junho de 2019 – sábados e domingos
Horário: 16h
Duração: 70 min

Lotação: 96 lugares

Classificação: Livre – recomendado para crianças a partir de 3 anos
Local: Centro Cultural Oi Futuro
Endereço: Rua Dois de Dezembro, 53 – Flamengo
Ingressos: R$20,00 inteira/ R$10,00 meia
Vendas: http://www.ticketplanet.com.br/

“Somos Tão Jovens” até 23 de junho

Depois de temporadas no Teatro Nair Belo e Teatro Augusta, em 2018, o espetáculo Somos Tão Jovens reestreia no dia 1º de junho (sábado, às 21h), no Teatro Décio de Almeida Prado, onde permanece somente até o dia 23 de junho. Com texto de Vinícius de Oliveira e direção de Ricardo Grasson, o espetáculo traz a história de adolescentes que vivem a intensidade de sentimentos, característica da idade.

Em cena, seis jovens sentem-se livres para expressar e compartilhar tudo que estão sentindo e vivendo, sem filtros nem meias palavras. Suas dúvidas, seus medos e suas angústias se alternam com as alegrias, erros e acertos das personagens vividas por Júlio Oliveira (Théo), Gabriel Moura (Renato), Fernando Burack (Daniel), Danillo Branco (Guilherme), Luís Fernando Delalibera (Plínio) e Marcos Oli (Beto).

A trilha sonora proporciona um clima intenso e vibrante à encenação, conduzindo a temática jovem, colorindo as cenas com canções que embalaram a juventude nas décadas de 1980 a 2000. A música Tempo Perdido, da banda Legião Urbana, por exemplo, garante um dos momentos mais nostálgicos para o público.

O diretor Ricardo Grasson comenta que Somos Tão Jovens está em plena sintonia com os dias atuais, onde os diálogos são cada vez mais difíceis. Ele explica que a aposta da direção na simplicidade e na mensagem direta para o jovem confere dinamismo e fluidez à encenação. “O teatro tem a característica de mostrar a vida como ela realmente é para, assim, propor questionamentos. Não importa se é clássico ou contemporâneo, o bom do teatro é a possibilidade de falar do ser humano com todas as camadas que o envolve”.

Ambientado em cenários lúdicos de uma metrópole – um barzinho, um apartamento, um terraço. Os temas abordados são tão diversos quanto as questões que sempre povoaram a vida dos jovens na fase de amadurecimento. O espectador é conduzido por um universo surreal, recheado de medos, incertezas, sonhos, alegrias, angústias, paixões, rebeldias e devaneios. No decorrer da trama, afloram questões ligadas a preconceitos, uso de drogas, relacionamentos afetivos e sexualidade.

O autor Vinícius de Oliveira revela que se inspirou no espetáculo Garotos, de Leandro Goulart, no filme Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro, e no livro As Meninas, de Lygia Fagundes Telles, para escrever o texto e elaborar a dramaturgia. “Essas obras impulsionaram e ajudaram a costurar a trama. Histórias que aconteceram comigo e com pessoas próximas também serviram como propulsores”. E completa dizendo que “Somos Tão Jovens é um espetáculo que cativa não só os jovens, que vivem essas cenas cotidianamente, como as pessoas adultas, que passaram por esses momentos em algum ponto da vida”.

A temporada no Teatro Décio de Almeida Prado promete participação de convidados especiais, que atuarão em uma das cenas. Os nomes serão divulgados oportunamente.

Ficha técnica

 

Dramaturgia: Vinicius de Oliveira. Direção: Ricardo Grasson. Assistência de direção: Heitor Garcia. Elenco: Júlio Oliveira, Gabriel Moura, Fernando Burack, Danillo Branco, Luís Fernando Delalibera e Marcos Oli. Figurino e adereços: Rosângela Ribeiro. Desenho e operação de luz: Pati Morim Lobato. Trilha sonora: Kelly Martins. Operação de som: Tomé de Souza. Direção de produção: Ricardo Grasson. Produção executiva: Gabriela Gama. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Realização e produção: NOSSO Cultural.

Serviço

Espetáculo: Somos Tão Jovens

Reestreia: 1º de junho – sábado, às 21h

Temporada: de 1º a 23 de junho

Horários: sábados (às 21h) e domingos (às 19h)

Ingressos: R$ 30,00 (meia-entrada: R$ 15,00)

Bilheteria: 1h antes das sessões. Aceita dinheiro e cartão de débito.

Ingressos online: www.sampaingressos.com.br

Duração: 70 min. Gênero: Jovem / LGBTQ+. Indicação: 14 anos.

Teatro Décio de Almeida Prado 

Rua Lopes Neto, 206 – Itaim Bibi – São Paulo/SP

Telefone: (11) 3079-3438. Capacidade: 186 lugares.

Siga: Instagram – @somostaojovensapeca

Moraes Moreira e Davi Moraes no Net Rio

Moraes Moreira e o filho Davi Moraes sobem ao palco do Theatro Net Rio, no próximo dia 30 de maio, às 21h, no Theatro Net Rio, em Copacabana.

Uma apresentação intimista calcada no violão e na voz de MORAES MOREIRA, e também na guitarra e voz de DAVI MORAES, onde cantam em seus shows um verdadeiro festival de canções que habitam a memória afetiva de todos nós: “Preta Pretinha”, “Meninas do Brasil”, “Forró do ABC”, “Bate Coração”, “Bloco do Prazer” e “Acabou Chorare” – além de declamar poesias e cordéis, ele que é o representante da cadeira 38 da Academia Brasileira de Literatura de Cordel.

Cantor e compositor a do primeiro time da MPB, MORAES MOREIRA apresenta agora suas canções junto a DAVI MORAES, seu filho e guitarrista mais requisitado da Música Popular Brasileira em MORAES MOREIRA E DAVI MORAES: PAI E FILHO.

O projeto DIA DE MÚSICA é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, pelas empresas REDE D’OR e ONS Operador Nacional de Sistema Elétrico por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.

Sobre o Theatro Net Rio

Arrendado em abril de 2011 pelos produtores culturais Frederico Reder e Juliana Reder, sócios da produtora Brain+, o antigo teatro Tereza Rachel teve sua reforma iniciada no mesmo ano, após mais de dez anos sem atividades. Quatro décadas depois de sua primeira inauguração, o Theatro Net Rio abriu suas cortinas no dia 4 de abril de 2012, com o espetáculo “BIBI – Histórias e Canções”, no qual Bibi Ferreira comemorava seus 90 anos de vida e 70 anos de carreira. No dia 7 de abril, foi inaugurado para o grande público.

Entre shows, musicais, peças de teatro e espetáculos de dança já promoveu mais de 1500 sessões para um público acima de um milhão de pessoas. O espaço conta com duas salas, sendo a maior, Sala Tereza Rachel, com capacidade de 622 lugares e a menor, Sala Paulo Pontes, com 100 lugares.

Dois anos depois os mesmos produtores inauguraram o Theatro NET São Paulo, localizado no quinto andar do Shopping Vila Olímpia. Com uma grande festa a noite do dia 18 de julho de 2014 foi marcada por um inesquecível show de Gilberto Gil. Desde então, o teatro já recebeu em seu palco grandes nomes da MPB, além de espetáculos musicais e eventos corporativos. Com 2.300 m² a estrutura conta com arquitetura moderna e tecnologia de ponta. Apesar de grandioso, tudo no Theatro NET São Paulo é aconchegante.

Ambas as casas têm pleno funcionamento, com uma programação diversificada, todos os dias da semana, e preza pelo bem-estar do público e dos artistas e pela excelência em seu atendimento.

Sobre a produtora Brain+

Depois de conquistar diferencial em sua área, a Brain+ – que nasceu Brainstorming Entretenimento – hoje comemora sete anos e movimenta o setor da economia criativa no Brasil, a partir de São Paulo e Rio de Janeiro, com a operação consolidada de dois teatros.

Por meio de contratos de naming right/patrocínio com a empresa de serviços de telecomunicações e entretenimento via cabo Net, viabiliza a operação dos Theatro Net Rio e Theatro Net São Paulo.

Conduzindo diretamente todos os seus negócios, Fred Reder comemora cada crescimento e novas conquistas profissionais. Seu nome é sinônimo de ousadia no cenário cultural do eixo Rio/São Paulo e sua ambição ultrapassa essas fronteiras. Ainda este ano, sua empresa tem a expectativa de crescer cada vez mais nesse mercado de entretenimento cultural, com a abertura de novos teatros.

Em paralelo aos gerenciamentos das casas, a Brain+ traz ainda em seu catálogo a produção de espetáculos, que são sucesso de público e crítica. Tango, Bolero e Cha Cha Cha; O Pacto das 3 Meninas; Romeu e Julieta; e, Avenida Q são alguns deles. Além dos mais recentes: Qualquer Gato Vira-Lata Tem a Vida Sexual Mais Sadia Que a Nossa; E Aí, Comeu?; Constellation, O Musical; O Último Lutador; Ou Tudo Ou Nada.

 

 

SERVIÇO:

 

MORAES MOREIRA E DAVI MORAES

Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).

Data: 30 de maio de 2019.

Horário: 21h.

Classificação: 12 anos

Duração: 70 minutos.

Ingresso: R$ 80,00 (plateia e frisas) R$ 60,00 (balcão)

Direito à meia entrada e descontos:  http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/bilheteria.html

Capacidade do Teatro: 622 lugares.

Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060

Site: www.theatronetrio.com.br

Vendas pela internet:  www.ingressorapido.com.br ou pelo aplicativo do Ingresso Rápido.
Vendas pelo telefone: Informações e compra Ingresso Rápido – (11) 4003 – 1212
Atendimento pós venda Ingresso Rápido – (11) 4003 – 2051
Informações sobre ponto de venda da Ingresso Rápido de outros eventos fora do Theatro Net Rio, somente pelo telefone – (11) 4003 – 1212
Horário de funcionamento – Todos os dias das 10h às 18h.

Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.

Reservas para grupos: Gabriel Sales / gruposrj@brainmais.com / tel: 2147-8060

Formas de pagamento: Aceitamos todos os cartões de crédito, débito, vale cultura nas bandeiras (Alelo & Ticket) e dinheiro. Não aceitamos cheques.

Acessibilidade

Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.

“Kondima – Sobre Travessias” na Sede das Cias

O quinto espetáculo da Troupp Pas D’argent apresenta como questão central: os Refugiados, lançando um olhar sensível para os desdobramentos das vidas de cinco personagens, revelando suas dificuldades, sua força, seus medos, seus sonhos e a perda deles.

           Segundo a Convenção de Refugiados de 1951, é considerado refugiado, qualquer pessoa que “temendo ser perseguida por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas, se encontra fora do país de sua nacionalidade e que não pode ou, em virtude desse temor, não quer valer-se da proteção desse país”. (Fonte ACNUR – Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados – Agência da ONU para Refugiados).

           “KONDIMA” é uma palavra pertencente ao dialeto Lingala, falado em tribos da Angola e da República Democrática do Congo, e significa ACREDITAR. A dramaturgia traz de forma poética e densa um olhar profundo sobre essas mulheres, homens e crianças, que se encontram em situação de vulnerabilidade social e terror. De acordo com dados da ONU (Organização das Nações Unidas): “Pelo menos metade das pessoas deslocadas no mundo são mulheres adultas e crianças. Sem contar com a proteção de seus lugares de origem, seus governos e, em muitos casos, de estruturas familiares tradicionais. Enfrentam os rigores de longas jornadas a caminho do refúgio, perseguição ou indiferença oficial e com frequência sofrem abuso sexual, inclusive quando já chegaram a um lugar aparentemente seguro”.

O espetáculo aborda a temática a partir do olhar de refugiados vindos de países distintos que se viram obrigados a deixar suas casas, na busca pela sobrevivência e pela paz.  Os motivos que os obrigam a realizar uma arriscada travessia são diversos: perseguição política, conflitos armados e guerrilhas, fome, discriminação racial, social ou religiosa, violência sexual, violência de todas as formas, ou seja, a violação básica dos direitos humanos. A trama evidencia a humanidade dos personagens e revela os conflitos e desventuras surgidos a partir do entrelaçamento destas histórias, que geram inusitadas e instigantes situações.

A cada hora, 48 mulheres são estupradas no Congo, tornando assim o estupro, nesse país e em muitos outros, uma arma de guerra. Em 2011, a República Democrática do Congo foi indicada em pesquisa como o pior lugar do mundo para ser mulher. No mar mediterrâneo, duas crianças morrem afogadas por dia, fugindo da fome, da guerra e do extremismo político e cultural. A cada mulher estuprada, uma dignidade se perde, um trauma se cria, uma ferida na alma se constrói. A cada criança que foge de sua pátria, uma infância é perdida e seus sonhos são diluídos. Para a Troupp Pas D’argent, perder um sonho tem a mesma densidade que perder uma vida. Assim, falar sobre esse tema é de suma importância, pois o que percebemos são vozes caladas pela violência ou pela dor de um trauma, que precisam ser ouvidas.

SINOPSE

Quatro pessoas em um pequeno bote no meio do oceano, à deriva, vão em busca de uma vida melhor. Através de uma Doc. Ficção Teatral, o Teatro se confunde com o Documentário, a realidade se mistura com a ficção. E entre relatos verídicos de violências, travessias e sonhos, os estilhaços destas vozes se cruzam e se entrelaçam de forma irreversível, onde já não mais sabemos que história é a sua ou é a minha. Tudo se vai, só o que fica é a certeza de que somos todos iguais quando perdemos tudo.

SERVIÇOS:

Estreia dia 04 de maio

Temporada de 04 a 26 de maio – sábados e domingos

Horário: 20:00

Local: Sede das Cias

Endereço: Rua Manuel Carneiro 12 – Santa Teresa , Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: Consciente

Informações: (21) 2137-1271 – Bilheteria – abre 1h antes do espetáculo

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 80 minutos

Lotação: 60 lugares

Gênero: drama

 

FICHA TECNICA

Dramaturgia e Direção: Marcela Rodrigues

Assistente de Direção: Jorge Florêncio

Idealização e Concepção do Projeto: Natalíe Rodrigues

Colaboração Dramatúrgica: Jorge Florêncio

Elenco: Carolina Garcês, Natalie Rodrigues, Orlando Caldeira

Atriz Convidada: Ruth Mariana

Pesquisa de Movimento: Troupp Pas D’Argent

Trilha Sonora: Isadora Medella

Cenografia: Marcela Rodrigues

Iluminação: Luiz Paulo Nenen

Figurino: Orlando Caldeira

Produção: Corpo Rastreado e MS Arte e Cultura

Fotografia: Marcela Rodrigues

Assessoria de Imprensa: Duetto Comunicação

Realização: MIDIXCULPA PRODUÇÕES ARTISTICAS

DOCUMENTÁRIO

Direção e edição: Marcela Rodrigues

Assistente de Direção: Jorge Florêncio

Cinegrafistas: Marcela Rodrigues, Jorge Florêncio

Entrevistas em Bangladesh: André Coelho

REPERTORIO DA TROUPP PAS D’ARGET:

           A Troupp Pas D’argent é uma companhia de teatro de pesquisa do Rio de Janeiro, que ao longo dos seus 12 anos de existência, já recebeu importantes estímulos a sua atividade de investigação cênica, como a indicação ao Prêmio Shell 2008 na Categoria Especial, pela Pesquisa de Movimento do espetáculo Cidade Das Donzelas; o recebimento do Prêmio Europeu Compasso di Argento Italiano 2010, pela mesma peça, em Nápoles/Itália; e do Prêmio Lukas Awards de melhor produção teatral latino-americana em Londres no ano de 2012, pelo espetáculo Holoclownsto. Os espetáculos realizaram temporadas nos principais teatros do país, circularam por diversos Festivais e Mostras nacionais, além de representar o Brasil em festivais na Inglaterra, Itália e Chile.

“CIDADE DAS DONZELAS” ( 2008)

 Festival Internacional de Teatro de Curitiba, seguindo com temporadas como o SESI-RJ, SESC Tijuca, Teatro Municipal do Jockey, Teatro Municipal Café Pequeno, Centro Cultural Solar de Botafogo, Teatro Glaucio Gil, Teatro Glauce Rocha e Circuito SESC-RJ. Festival Internacional de Teatro Latino-americano ENTEPOLA em Santiago- Chile, Festival Internacional de Teatro E45 em Nápoles- Itália, Festival Internacional de Culturas (SUQ) em  Genova-Itália, Festival de Teatro  Latino-americano CASA em Londres-Inglaterra. Contemplado no edital Caravana Cultural SESI –SP para apresentação em 17 cidades do interior de SP. Participou do Projeto Plateias Hospitalares (Doutores da Alegria), com apresentações em Hospitais do RJ. Contemplada no edital Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural do MinC.

“HOLOCLOWNSTO” (2011)

 ESPAÇO SESC Copacabana, contemplado no edital Caixa Cultura-RJ para a temporada no  Teatro de Arena da Caixa Cultural, contemplado no edital Caravana Cultural SESI-SP para apresentação em 17 cidades do interior de SP Circuito, Circuito SESC RJ, Festival de Teatro  Latino-americano CASA em Londres-Inglaterra, contemplado no edital de teatro Miryan Muniz 2014 com a circulação do espetáculo em SP.

“MORRO DA ÓPERA” (2014)

Espaço SESC em Copacabana seguido de apresentações no SESC Madureira e SESC São João de Meriti.

“LAVAGEM” (2017)

Caixa Cultural – Rio de Janeiro