“Só acaba quando termina” estreia dia 19

Quantas pessoas se recusam a admitir que idosos também sentem desejo e fazem sexo? O argumento é sempre o mesmo: pais ou avós não fazem mais “esse tipo de coisa”. Para muitos jovens as pessoas mais velhas devem ficar em casa de chinelo assistindo TV. Erotismo? Só no cinema.

A escritora francesa Simone de Beauvoir fez um alerta no livro A Velhice, de 1970: “se os velhos manifestam os mesmos desejos, os mesmos sentimentos, as mesmas reivindicações que os jovens, eles escandalizam”. É como se idosos não tivessem o direito de sentir paixão ou ciúme. E ainda fossem obrigados a dar exemplo de virtude e bom comportamento. “Antes de tudo, exige-se deles a serenidade; afirma-se que possuem essa serenidade, o que autoriza o desinteresse por sua infelicidade”, afirma a escritora.

“Já vi esse filme e não gostei”, comenta a autora Tania Celidonio. “E é contra esse estado de coisas que estamos levantando a poeira da velhice”. Nas janelinhas do Zoom duas atrizes (Anja Bittencourt e Vanja Freitas) e um ator (Roberto Frota) expõem a força e a fragilidade da velhice diante de uma sociedade obcecada por corpos jovens e com um olhar preconceituoso sobre a sexualidade dos idosos. “A peça parte do desejo e do sexo para falar sobre como a sociedade e nós mesmos encaramos a velhice”, explica o diretor Marcos França. “O sexo é um estopim, um mote para discutir outras ideias sobre o envelhecimento”, conclui.

Em 2017 e 2018, a jornalista Tania Celidonio fez uma pesquisa pela internet com 250 idosos sobre a importância do sexo e do desejo para uma geração que foi jovem nos anos 1960 e 1970 e envelhece nestes primeiros anos do século 21. Os depoimentos deram origem ao livro Mistérios da Libido na Velhice (Amazon), uma amostra significativa do que acontece na

realidade e no imaginário de pessoas maduras que raramente falam ou são ouvidas sobre desejo, afeto e sexualidade.

A partir dos depoimentos que recebeu Tania escreveu a peça “SÓ ACABA QUANDO TERMINA – Crônicas do Desejo na Velhice”, que estreia dia 19 de outubro, às 21 horas na plataforma Zoom, ficando em cartaz até o dia 9 de novembro, sempre às segundas-feiras.

Em cena, os três atores falam sobre amor, desejo e sexo com naturalidade, mesmo quando abordam temas mais cabeludos como masturbação, ciúme, tesão ou falta de tesão, impotência, orgasmo e as dificuldades para namorar e transar depois dos 60″. “Precisamos combater o preconceito e a invisibilidade da velhice. Já sabemos que as dúvidas e a falta de serenidade vão nos acompanhar até o último suspiro”, diz Tania.

DIREÇÃO – MARCOS FRANÇA é diretor teatral, ator, produtor cultural e dramaturgo. Realizou os espetáculos musicais AQUARELAS DO ARY (2007/2008); AI, QUE SAUDADES DO LAGO! (2006) e A NOITE É UMA CRIANÇA (2004), sempre com foco em compositores nacionais. Em 2017 escreveu (com Hugo Sukman) e dirigiu DEIXA A DOR POR MINHA CONTA – UM MUSICAL SOBRE A OBRA DE SIDNEY MILLER. Em 2018 encenou COM AMOR, VINICIUS, com direção de Ana Paula Abreu. Em 2019 dirigiu o espetáculo E SE MUDÁSSEMOS DE ASSUNTO? de Renata Mizrahi. Em 2020 dirigiu VIRA VIRA VOLTA, infantil de Renata Mizrahi.

TEXTO – TANIA CELIDONIO é jornalista e roteirista desde 1977. Trabalhou como repórter e editora nas TVs Cultura e Record, e nas rádios Globo e Eldorado, em São Paulo. Dirigiu e roteirizou programas e documentários para emissoras e produtoras de audiovisual de São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2018 publicou o livro digital Mistérios da Libido na Velhice, resultado de uma pesquisa realizada com 250 pessoas em 2017 e 2018. Agora, em 2020, é a autora do espetáculo Só Acaba Quando Termina – Crônicas do Desejo na Velhice, direção de Marcos França.

OS ATORES

ROBERTO FROTA fez sua estreia profissional em 1970 como ator no espetáculo Cemitério de Automóveis, direção de Vitor Garcia. A partir daí, foram cerca de 85 espetáculos como ator, entre eles Bodas de Papel, de Maria Adelaide Amaral, direção de Cecil Thiré; As Três Irmãs, de A. Tchecov, direção de José Celso M. Corrêa e Um beijo, um abraço, um aperto de mão, de Naum Alves de Sousa. Participou de várias novelas e programas na televisão, entre eles Tieta, Pedra sobre Pedra, Riacho Doce, Corpo Santo, Chico Anísio Show, A História de Ana Raio e Zé Trovão, Anjo de Mim, Corpo Dourado, Terra Nostra, Aquarela do Brasil , Mulheres Apaixonadas, Malhação e Prova de Amor, entre outras.

ANJA BITTENCOURT é atriz e já atuou em mais de vinte espetáculos, entre eles Allan Kardec – um olhar para a eternidade, direção de Ana Rosa; A Vida Privada É Uma Comédia, de Luiz Fernando Veríssimo, direção de Cyrano Rosalém e TV Sátira, de Heloísa Périssé, direção de Chico Anysio. Participa de Malhação- Toda Forma de Amar, da Rede Globo. Na Netflix está nas séries O Mecanismo (2 temporadas), com direção de José Padilha. Na internet atua em diversas cápsulas do Porta dos Fundos.

VANJA FREITAS é atriz, produtora e ilustradora. Atuou em Álbum de Família, dirigida por José Possi Neto. Na televisão fez a novela Velho Chico e várias participações em outras novelas da TV Globo, como Muito Além do Paraíso, A Dona do Pedaço e Amor de Mãe. No cinema participou de Sérgio, produzido e estrelado por Wagner Moura. Antes do início da pandemia estava em cartaz com a peça Rugas, Um Espetáculo Sem Botox, dirigida por Amir Haddad.

SINOPSE

A partir de uma pesquisa sobre sexualidade com pessoas de mais de 60 anos, a peça faz um mergulho bem-humorado e emocionante na intimidade de quem envelhece num mundo que ignora e tem medo do erotismo na velhice.

FICHA TÉCNICA

Texto: TANIA CELIDONIO

Direção: MARCOS FRANÇA

Elenco: ROBERTO FROTA, ANJA BITENCOURT E VANJA FREITAS

Trilha sonora e programação visual: MARCOS FRANÇA

Produção Executiva: TANIA CELIDONIO

Fotos: MARIANA CRAVEIRO

Assessoria de imprensa: MARIA FERNANDA GURGEL

SERVIÇO

SÓ ACABA QUANDO TERMINA – Crônicas do Sexo na Velhice

Estreia: 19 de outubro de 2020 – Segunda-feira

Temporada: 19 e 26 de outubro; 02 e 09 de novembro – Segundas-feiras.

Horários: 21 horas

Local: Plataforma ZOOM

Duração: 40 minutos

Classificação: 14 anos

Ingressos: CONTRIBUIÇÃO CONSCIENTE

Capacidade: 100 pessoas

Importante:

O link para o zoom do espetáculo vai estar disponível a partir de 15 de outubro no hotsite da peça: https://soacabaquandotermina.carrd.c

“Helena Blavatsky, a voz do silêncio” estreia, dia 18 de outubro

Helena Petrovna Blavatsky foi uma das figuras mais notáveis do mundo nas últimas décadas do século 19, tornando-se imprescindível para o pensamento moderno. O monólogo “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”, que estreia, dia 18 de outubro, em ambiente virtual, apresenta ao público a vida e obra desta renomada pensadora russa e instiga uma profunda reflexão sobre a busca do homem pelo conhecimento filosófico, espiritual e esotérico. Escrita pela filósofa Lucia Helena Galvão, a montagem retoma a parceria entre a atriz Beth Zalcman e o encenador Luiz Antônio Rocha, depois do sucesso da peça “Brimas”, pelo qual a atriz foi indicada ao prêmio Shell de melhor texto. As sessões serão aos domingos, às 19h30, e às terças, às 20h30h, com venda de ingressos pelo Sympla e transmissão do espetáculo pela plataforma Zoom (www.sympla.com.br/helenablavatskyavozdosilencio). Logo após cada sessão, haverá um bate-papo com o diretor, a autora e o atriz do espetáculo sobre o legado deixado pela escritora.

Helena Blavatsky foi, antes de tudo, uma incansável buscadora de sabedoria antiga e atemporal, revolucionando o pensamento humano. Sua vasta obra influenciou cientistas como Einstein e Thomas Edison; escritores como James Joyce, Yeats, Fernando Pessoa, T. S. Elliot; artistas como Mondrian, Paul Klee, Gauguin; músicos como Mahler, Jean Sibelius, Alexander Criabrin; além de inúmeros pensadores, como Christmas Humphreys, C. W. Leadbeater, Annie Besant, Alice Bailey, Rudolf Steiner e Gandhi.

“Considerando que vivemos num período de caos mundial, no qual o fundamentalismo, as tecnologias e as crises políticas e climáticas do planeta invadem nossa dignidade com tanta violência, resgatar os pensamentos de Blavatsky é de extrema importância”, afirma o diretor Luiz Antônio Rocha. “Segundo Blavatsky, o universo é dirigido de dentro para fora, pois nenhum movimento ou mudança exterior do homem pode ter lugar no corpo externo se não for provocado por um impulso interno”.

“Se o homem olhasse, não para o céu que é uma figura de retórica, e centralizasse seu ponto de atenção no homem interior, logo logo escaparia dos rolos compressores da grande serpente da ilusão”

“A montagem procura nos levar do irreal ao real, das ilusões à verdade espiritual, da ignorância à sabedoria que ilumina o propósito da existência. Interpretar Helena Petrovna Blavatsky é mergulhar no improvável, no intangível. Nada mais desafiador para uma atriz realizar um texto que demanda extrema sensibilidade, concentração e imaginação e transportar a plateia para um universo de possibilidades”, define a atriz Beth Zalcman.

“Nosso universo é apenas um num infinito números de universos,

todos filhos da necessidade

Este é o primeiro espetáculo teatral da filósofa e poetisa Lucia Helena Galvão. Professora voluntária de filosofia na organização Nova Acrópole do Brasil há 30 anos, possui milhares de seguidores e acumula mais de 15 milhões de visualizações em suas palestras na internet. “Desde o início da minha busca pelo conhecimento através da filosofia, me deparei com pensadores que dedicaram suas vidas a buscar, compilar e transmitir ideias que entrelaçam nossas vidas e compõe parte do que somos. Esta peça é uma forma comovida e contundente para homenagear esta mulher tão especial”, conclui.

A montagem propõe uma dramaturgia inspirada no conceito desenvolvido pelo artista Leonardo Da Vinci em suas obras, conhecido como “sfumato”. Da Vinci descreveu a técnica como: “sem linhas ou fronteiras, na forma de fumaça ou para além do plano de foco”. O ponto de partida para a direção de arte, cenário e figurinos foram baseados em algumas pinturas do artista impressionista Édouard Manet que traduz com beleza a solidão deste último instante de vida de Helena.

Sinopse – “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”

A luz da vela ilumina o cenário e revela um lugar simples no frio de Londres no final do séc. 19. É um recorte do quarto de Helena Blavatsky, que se encontra sozinha, no seu último dia de vida. Ela revisita suas memórias, seu vasto conhecimento adquirido pelos quatro cantos do mundo, se depara com a força de sua mediunidade e as consequências de suas escolhas. Relembra sua forte ligação com a Índia e seu encontro, em Londres, com Gandhi. “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”, é um mergulho no universo que existe dentro de nós.

Programa Criança para o Bem

A equipe doará 20% da bilheteria para o programa Criança para o Bem (PCPB), que beneficia crianças e jovens do Distrito Federal e é mantido pela Nova Acrópole. Criando em 2007, o programa já atendeu mais de 3 mil crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social da periferia do Distrito Federal.  Atualmente, atende 200 crianças na faixa etária de 4 a 16 anos em 500 oficinas artísticas e esportivas por mês, entre outras atividades. São oferecidos também, de forma gratuita e sistemática, transporte, lanche e assistências médica, psicológica e odontológica.  Na pandemia, as oficinas estão sendo realizadas por teleaulas, aulas on-line e entrega de kit de recreação e escolar. Mais informações: https://criancaparaobem.org.br

Ficha técnica:

Texto original: Lucia Helena Galvão

Interpretação: Beth Zalcman

Encenação: Luiz Antônio Rocha

Cenário e Figurinos: Eduardo Albini

Iluminação: Ricardo Fujji

Assistente de Direção: Ilona Wirth

Visagismo: Mona Magalhães

Fotos: Daniel Castro

Consultoria de movimento (gestos): Toninho Lobo

Operador Técnico: Toninho Lobo

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Idealização: Beth Zalcman e Luiz Antônio Rocha

Realização: Espaço Cênico Produções Artísticas e Mímica em Trânsito Produções Artísticas.

Serviço:

Helena Blavatsky, a voz do silêncio – Apresentações virtuais

Monólogo teatral inspirado na trajetória e na obra da escritora russa Helena Blavatsky

Temporada: De 18 de outubro a 10 de novembro. Aos domingos, às 19h30, e às terças-feiras, às 20h30.

Ingressos: a partir de R$ 30

Onde comprar e assistir: www.sympla.com.br/helenablavatskyavozdosilencio

Classificação etária: 14 anos

Bar Bukowski reabre com novidades

Boa nova para os cariocas: o Bar Bukowski, em Botafogo, reabre para o público na próxima sexta-feira (2 de outubro) com várias novidades, além, é claro, de um rígido protocolo de higiene e distanciamento social. Todos os ambientes serão monitorados para não haver aglomeração.  Em uma ação inédita no Rio, o Bukowski criou seis pistas de dança exclusivas no primeiro e segundo andares da casa para grupos de até seis amigos.

É a primeira casa noturna do Rio que reabre durante a pandemia com esta iniciativa. Os frequentadores do bar poderão dançar por 30 minutos ao som dos DJs da casa e convidados. Em seguida, as pistas serão higienizadas por um serviço especializado antes de receberem os próximos grupos. Os espaços de dança devem ser reservados com antecedência.

— Desenvolvemos protocolos de cuidados para cada situação e cada um dos ambientes do Bukowski. O bar receberá menos de um terço da capacidade da casa, sendo que 70% serão reservas, para evitar filas. Os clientes poderão beber, ouvir música e dançar, mas serão cercados de rígidos controles e cuidados sanitários. Na parte externa da casa, os lugares sentados também são exclusivos, evitando o compartilhamento de cadeiras, diz Pedro Berwanger, fundador e proprietário do Bar Bukowski.

A casa que abriga o mais antigo bar de rock and roll do Rio agora abrirá segunda, quarta, quinta, sexta-feira e sábado. Outra novidade é a carta de bebidas, que ganha o reforço de exóticas caipivodkas: manga com pimentão amarelo, melão com caramelo salgado e frutas vermelhas.

História de amor durante a pandemia

O escritor Charles Bukovski, que inspirou o bar, disse em certa ocasião: “Às vezes você acha bondade no meio do inferno”.  E foi isso que aconteceu. No momento mais difícil, onde todos apostavam no fim do Bukowski, o bar recebeu propostas de apoio financeiro de clientes e amigos.

— Lançamos, então, a ação “Nosso bar por 200 reais”, que transforma o cliente em vip vitalício e ele nunca mais terá que pagar entrada nem enfrentar filas. A campanha foi um sucesso. E com isso, não demitimos nenhum funcionário e ainda fechamos um patrocínio com a Heineken, explica Pedro Berwanger. Ele vê nesse sistema colaborativo um sinal positivo dos novos tempos.

O bar abre segunda, quarta, quinta, sexta-feira e sábado; de 17h a 1h. Durante a pandemia será cobrada uma entrada simbólica (R$ 5,00), totalmente revertida para diferentes causas, escolhidas pelos clientes em votação na Internet.

SERVIÇO

Reabertura do Bar Bukowski

Sexta-feira (2 de outubro)

Rígido protocolo de higiene e distanciamento social. Todos os ambientes serão monitorados para não haver aglomeração.  

Novidade: seis pistas exclusivas de dança para grupos de até seis amigos. É necessário reservar.

Funcionamento: segunda-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira e sábado Horário: 17h à 1h

Rua Álvaro Ramos, 270 – Botafogo

Reservas: 21 2244-7303

Entrada: R$ 5,00 (revertida para causas)

Exposição Francisco Coculilo: a repetição e a reinvenção da paisagem carioca, na Galeria Evandro Carneiro Arte

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A Galeria Evandro Carneiro Arte, na Gávea, de 26 de setembro a 20 de outubro a EXPOSIÇÃO FRANCISCO COCULILO: A REPETIÇÃO E A REINVENÇÃO DA PAISAGEM CARIOCA. Filho de europeus, mas carioca de nascença, o artista residiu boa parte de sua vida em Niterói. Sua paixão pela Cidade Maravilhosa é observada em todo o acervo exposto. Das 47 telas que serão exibidas, 43 retratam a Baía da Guanabara, contempladas entre as décadas de 1930 a 1950,  a partir da terra de Araribóia. A curadoria é de Evandro Carneiro. Destacam-se as pinturas da Baía da Guanabara com o Corcovado e o Pão de Açúcar ao fundo, bem como os crepúsculos avermelhados sobre a topografia carioca.

A mostra será aberta ao público SEM VERNISSAGE devido à pandemia, durante o horário de visitação da galeria, de segunda a sábado, das 10h às 19h.

O shopping Gávea Trade Center está funcionando com obrigatoriedade do uso de máscaras e fornece álcool em gel e medição de temperatura para quem entra. Não há necessidade de agendar a visita, pois o espaço é grande e sem aglomerações.

Sobre o artista:

FRANCISCO COCULILO: A REPETIÇÃO E A REINVENÇÃO DA PAISAGEM CARIOCA

Francisco Coculilo nasceu no Rio de Janeiro em 13 de fevereiro de 1893. Filho de europeus, seus pais haviam chegado ao Brasil com os primeiros imigrantes que aportaram aqui desde a proclamação da República, quatro anos antes. Escolheu o Rio de Janeiro para residência fixa, mas a Revolta da Armada, no fim daquele ano, fez com que o pequenino Francesco, antes de completar um ano, se mudasse para o outro lado da baía. Junto com o endereço, o artista mudou também seu nome: do original italiano Francesco Coculichi, passou a ser conhecido como Francisco Coculilo.

Foi aluno do pintor catalão Luis Graner Y Arrufi no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro, quando o mesmo esteve por aqui entre viagens à América do Sul, de 1927 a 1929. Granner teve em Coculilo seu único pupilo brasileiro e ambos se dedicaram principalmente à paisagem de valor iconográfico.

Adulto, o artista fixou residência em Niterói, na Vila Pereira Carneiro 24, na Ponta da Areia, local que sempre foi um dos principais pontos escolhidos por artistas plásticos. Sylvio Pinto, Pancetti e Aluízio Valle foram apenas alguns dos nomes que eternizaram aquela humilde vila de operários, mas que possui o charme peculiar de uma das vistas mais bonitas do planeta.

Coculilo se notabilizou entre os anos 1930 e 50 por retratar a paisagem iconográfica do Rio de Janeiro, a partir Niterói. É provável que ninguém tenha apreciado mais essa vista do que ele que a pintou exaustivamente. A repetição paisagística na obra de Francisco Coculilo é uma característica típica e parte de uma experiência sensorial com os elementos da composição. Quando a percebemos quase obsessivamente em seus quadros, nem sempre atentamos para o fato de que o pintor buscava uma equação entre os elementos da pintura para descobrir o produto real diante de apenas uma constante: a Baía de Guanabara. Estudando-a sob as diversas variações luminosas, descobria as várias possibilidades que um mesmo espaço pode conter e fornecer ao artista. Não a mesma paisagem, mas sempre uma outra perspectiva do natural. Afinal, quando a natureza é transferida para um suporte, está sofrendo uma transformação em sua essência. Na representação não há somente aquilo que o pintor vê, mas coexiste nessa percepção uma interferência que transfere ao objeto a transvaloração de si mesmo. Nesta intenção, o olhar do pintor se renova e aperfeiçoa o que mira, limpando a topografia daquilo que julga ser incorreções, tornando mais belo o cenário em que repousa.

Esta volta do olhar sobre os mesmos motivos pode parecer monótona ao espectador viciado na velocidade moderna e representa o retorno constante do pintor ao mesmo cenário em dias e horas diferentes, tal qual a experiência monetiana com a catedral de Rouen. Coculilo retrata uma paisagem onde o homem está apenas insinuado na pintura, através da cidade que cintila à distância, dos pequenos barcos pousados como nuvens sobre a superfície da baía. O artista soma ao conjunto de elementos observados uma harmonia que insistia em buscar e, ao repeti-la continuadas vezes, é como se integrasse a natureza a uma sinfonia que não cansa aos ouvidos, servindo de música ambiente aos temas que desenvolve, completando a criação daquilo que ela está destituída. Pretensão? Cabe ao espectador formar sua opinião. Verdadeiro? Com a mais absoluta certeza.

Essa exposição contém uma pequena amostra da produção desse surpreendente artista que olhou o Rio como poucos e o pintou como ninguém. Desde as pinceladas criticáveis de Francisco no início dos anos 1920, ao seu amadurecimento artístico, cujo ápice se deu em meados dos anos 1940 e início dos 50, as suas paisagens juntavam no mesmo horizonte elementos topográficos impossíveis de conviver em uma mesma vista.

Já maduro, Coculilo vendia suas telas em frente ao Copacabana Palace, no auge da efervescência turística e do glamour que o bairro representava para o imaginário mundial nos anos 1950. Graças a isso, grande parte de sua obra correu o mundo pelas mãos de milhares de turistas anônimos que visitaram a Cidade Maravilhosa no pós-guerra. Até hoje é comum encontrar suas paisagens na Europa e nos Estados Unidos, tendo essa origem algumas das peças dessa coleção.

O acervo exposto foi sendo adquirido cuidadosamente desde o ano de 2005 e, ironicamente, o fator que mais chamou a atenção para o início desse colecionismo não foi estético ou pictórico, mas sim antropológico: o olhar curioso do artista quanto à recriação da paisagem, o viés “cenográfico” de Coculilo que, assim como os cenários das produções cinematográficas da era de ouro do cinema, criou uma realidade modificada e aperfeiçoada em seus quadros, como um pano de fundo no qual nenhum detalhe que possa diminuir a paisagem deve ser retratado, seus pontos fortes devem ser exaltados e, quando necessário, modificados e acrescidos de um detalhe que valorize a própria criação da natureza.

Hoje, quase 50 anos após sua morte, seu espaço entre os grandes paisagistas brasileiros está marcado, não como o melhor ou como o mais virtuoso, mas, com certeza, como um pintor que foi extremamente honesto com sua pintura, fiel à sua paleta e notoriamente sincero em suas pinceladas. Um pintor que amou o Rio e Niterói, e eternizou a Baia de Guanabara como poucos. Faleceu em 9 de julho de 1971, injustamente esquecido no Instituto de Pneumologia de Niterói, e essa exposição é uma das maneiras de lembrá-lo, apresentando 47 telas do pintor.

Bruno Perpétuo

Setembro de 2020.

Serviço: EXPOSIÇÃO FRANCISCO COCULILO: A REPETIÇÃO E A REINVENÇÃO DA PAISAGEM CARIOCA

Galeria Evandro Carneiro Arte: Rua Marquês de São Vicente, 124 (Shopping Gávea Trade Center). Salas 108 e 109.

De 26 de setembro a 20 de outubro de 2020.

Visitação: de segunda a sábado, das 10h às 19h.

Telefone: (21) 2227.6894

Estacionamento no local.

Site: http://www.evandrocarneiroarte.com.br/

Instagram: @galeriaevandrocarneiro

Programação do Sesc RJ homenageia mulheres do samba

O Sesc RJ apresenta neste sábado (19/9), às 11h, “As bambas”, contação de história encenada pela atriz Paulinha Cavalcanti, que homenageia mulheres do samba. A atividade será transmitida ao vivo no YouTube (@portalsescrio) e no Facebook (@SescRJ) da instituição dentro da programação do Arte em Cena, projeto em que o Sesc RJ exibe conteúdos artísticos em suas redes sociais.

“As Bambas” conta histórias sobre a sambista, intérprete e cantora Clementina de Jesus, que foi empregada doméstica e, aos 63 anos, conquistou notoriedade na música, trazendo ao público as músicas africanas e afro-brasileiras que aprendeu na infância e interpretando diversos sambas e canções da cultura popular e de terreiro. Na apresentação, Paulinha Cavalcanti também faz uma singela homenagem a outras estrelas do gênero, como Dona Ivone Lara, Jovelina Pérola Negra e Lecy Brandão.

SERVIÇO

Contação de histórias “As Bambas”

Com Paulinha Cavalcanti

Dia 19/9/2020 – 11h

YouTube (@portalsescrio) e Facebook (@SescRJ)

Classificação: livre

Grátis

Museu Janete Costa de Arte Popular abre a exposição “Entre Fragmentos e Frestas”

O Museu Janete Costa de Arte Popular abre, no dia 9 de setembro (quarta-feira), a exposição ‘Entre Fragmentos e Frestas’, com cerca de 80 obras, de 50 artistas, como Izabel Mendes, Agnaldo Santos, Itamar Julião, Chico Tabibuia, Jadir João Egídio, Mestre Didi, Mestre Guarany, Wuelyton Ferreiro, Maurino Araújo, Benedito, entre outros, cujas descendências africanas, além do alto nível de criação plástica, se manifestam, por meio da arte. Os trabalhos fazem parte das Coleções de Jorge Mendes e Jorge Guedes, Irapoan Cavalcanti e Galeria Pé de Boi. Curadoria e cenografia de Jorge Mendes.

Logo na entrada da mostra, o público vai poder ver uma escultura de Dona Izabel Mendes, ceramista e símbolo de resistência, que transformou o barro em arte, abrindo caminhos para que as pessoas de sua comunidade tivessem um ofício e uma melhor qualidade de vida. “O nosso propósito é apresentar mestres da arte brasileira, onde a negritude, ancestralidade africana e contemporaneidade se manifestam através de suas obras e propõe um diálogo com o momento atual do Brasil, onde tentativas de censura, racismo e intolerância religiosa são diariamente vivenciados”, explica o curador.

‘Entre Fragmentos e Frestas’ representa artistas populares de diversas regiões do Brasil, que se unem, por meio da arte. Assim, através de suas esculturas em barro, traduzem momentos de sofrimento, de superação e de resgate de suas raízes. O público vai poder ver, ainda, trabalhos em madeira e pinturas em tela, que representam memórias da relação entre homens e animais. A natureza é representada, mesclando realidade e encantamento.

A sonorização também está presente, provocando uma imersão dos visitantes na exposição. Sons de atabaques, que ecoam em potes de barros, dão um tom especial à mostra. Neste espaço, há, ainda, esculturas dos mestres Didi e Wuelyton Ferreiro, com suas vivências relacionadas ao Candomblé e ao axé. Em paralelo, em outro ambiente, o público pode observar, entre frestas, pórticos de igrejas projetadas por Aleijadinho e referências ao barroco mineiro, presentes nos trabalhos de Maurino Araújo. Obras estas que dialogam com a religiosidade popular, de matrizes diversas.

Importante ressaltar que para garantir a segurança e a saúde dos visitantes e funcionários, por conta da pandemia da Covid-19, serão seguidos protocolos sanitários como a higienização das mãos com álcool em gel, aferição de temperatura,

obrigatoriedade do uso de máscaras e controle de acesso. A recepção do museu ganhou também um painel de acrílico para proteção dos visitantes e funcionários.

Serviço:

Exposição “Entre Fragmentos e Frestas”

Curadoria e cenografia de Jorge Mendes

Abertura: 9 de setembro (quarta-feira), a partir das 10h

Visitação: de 9 de setembro de 2020 a 28 de fevereiro de 2021

Local: Museu Janete Costa de Arte Popular

Endereço: Rua Presidente Domiciano, 178, Ingá, Niterói-RJ

Telefone: (21) 2705-3929

Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h

Entrada gratuita

Espetáculo “Altissonante” on-line

O espetáculo circense Altissonante, primeiro solo da artista da Cia. Barnabô e co-fundadora do Circo Zanni Lu Menin, realizou no início de 2020 parte do projeto de circulação através do Edital Proac, passando nos meses de fevereiro e março pelas cidades de Piracaia, Sorocaba, Carapicuíba e Botucatu. Com o início da pandemia e a necessidade de isolamento social, o projeto será concluído totalmente online, através de novas atividades, além da apresentação do espetáculo na versão “em casa”.

A programação terá a apresentação do espetáculo Altissonante, solo circense de Lu Menin, com direção de Lu Lopes, na versão domiciliar. A artista fará a apresentação do espetáculo na íntegra e ao vivo através do quintal da sua própria casa.  Esta versão será exibida através do canal do You Tube e Facebook de Lu Menin dia 31 de julho às 18h. Esta apresentação será também gravada e disponibilizada em plataformas virtuais ou redes sociais criadas pelos espaços culturais das cidades onde o espetáculo seria de fato apresentado: Piracicaba, Jundiaí e Campinas.

Está  programada uma live entre a artista Lu Menin e a diretora Lu Lopes no dia 01 de agosto às 18h, em que discutirão esta nova linguagem do circo através das câmeras e do isolamento social, e como se deu a versão on-line deste espetáculo.

Também está prevista a Oficina de Circo: “O Corpo Acrobático no Solo e no Ar”, onde a artista propõe uma adaptação das oficinas que seriam presenciais, ao formato on-line e sendo assim, abrangendo também os aéreos, desde que o artista tenha acesso a seu aparelho nos encontros. A proposta são 3 dias de encontros, 2 horas por dia com estudo de bases acrobáticas, aquecimento integrado com circo, dança e capoeira, e na prática, o que os corpos acrobáticos estão conseguindo realizar neste momento específico. Complementando à prática física, pensamentos e referências de estudo sobre a criação e aprimoramento da percepção corpo mente integrados agregando camadas de intenções ao trabalho físico. Como opções de objetivos, podem ter trabalhos já começados assim como projetos que podem ter nos encontros um início! Pode-se dizer que será um grupo de estudo teórico prático do corpo acrobático criativo se adaptando a essa nova realidade.

Pré requisitos: Artistas circenses profissionais ou em formação já iniciada, assim como artistas cênicos de outras áreas com interesse no trabalho acrobático, maiores de 18 anos, residentes no estado de São Paulo. Necessário acesso a internet e equipamentos de realização da sua técnica.

A Oficina  será realizada através da plataforma Zoom nos dias 27, 28 e 29 de julho, das 15h00 às 17h00 e terá 20 vagas. Os interessados devem se inscrever através do email: ciabarnabo@gmail.com , enviar currículo e carta de intenção até o dia 22 de julho. O resultado dos selecionados será publicado nas redes sociais da Cia. Barnabô e Lu Menin no dia  24 de julho.

Apesar das novas adaptações, as versões on-line destas atividades terão um maior alcance de público, uma vez que um maior número de pessoas serão atingidas com essa programação.

Altissonante estreou em  abril de 2019 no Sesc Pompéia. Também realizou algumas apresentações no Tendal da Lapa, além de ser convidada para a encerrar a V Mostra de Arte Circense de São José dos Campos (SP).

A encenação do espetáculo solo da artista circense Lu Menin expõe suas virtuoses acrobáticas e traz no roteiro importantes temas sobre o feminino. Ela constrói a própria trajetória em um aparelho que chamamos de Aereotório –  uma estrutura autoportante em forma de oratório.

O espetáculo se apropria das artes do circo através das técnicas de parada de mãos e acrobacias aéreas, mas também constrói sua dramaturgia com canto, dança e teatro físico. Todos esses elementos são abraçados pela estética barroca que nos remete aos oratórios e às obras sacras do século XVIII, repletas de rococós, cores e informações visuais.

Não por acaso, a artista que é natural das Minas Gerais, traz no seu imaginário toda a riqueza da arte das cidades históricas, e no momento que decide e se apropria de sua criação solo, todo esse repertório chega com ela pelo olhar feminino de mulher, mãe, esposa e circense.

Sinopse Altissonante: um solo de Lu Menin, traz uma linguagem multifacetária do circo, através das técnicas de parada de mãos, acrodança, junto com o canto, a dança e o teatro físico. Um espetáculo que trata das inquietações da mulher moderna, com todas as batalhas diárias, os ideais e as formas de lidar com essa necessidade de ser várias mulheres em uma só. Tudo isso com uma delicadeza estética e um olhar crítico de como a sociedade lida com essa mulher completa, dona de si e com total controle do mundo em que vive.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO:

Elenco: Lu Menin

Direção artística: Lu Lopes

Assistente de direção: Maíra Campos

Olhar Dramatúrgico: Nereu Afonso

Coreografia: Marina Abib e Letícia Doretto

Preparação vocal: Ju Cassou

Treinador técnico: Paulo Maeda

Direção Técnica: Pablo Nordio

Cenografia: Lu Menin, Lu Lopes, Dodô Giovanetti e Pablo Nordio

Figurino e trilha sonora: Lu Menin e Lu Lopes

Edição de áudio: Arturo Cussen

Produção executiva: Cristiani Zonzini

Assessoria de imprensa: Fabio Camara

FICHA TÉCNICA VERSÃO ON-LINE EM CASA:

Elenco: Lu Menin

Direção artística: Lu Lopes

Assistente de direção: Maíra Campos

Olhar Dramatúrgico: Nereu Afonso

Coreografia: Marina Abib e Letícia Doretto

Cenografia: Lu Menin, Lu Lopes, Dodô Giovanetti e Pablo Nórdio

Figurino e trilha sonora: Lu Menin e Lu Lopes

Edição de áudio: Arturo Cussen

Artes gráficas: Rodrigo Pocidônio

Direção Técnica: Pablo Nordio

Operação de luz: Dodô Giovanetti

Operação de som: Guilherme Diniz

Vídeo:  Cibele Appes, Edu Luz, Gustavo Borges e Rodrigo Fonseca

Produção executiva: Cristiani Zonzini

Assessoria de imprensa: Fabio Camara

SERVIÇO:

Altissonante (versão em casa)

Data: 31 de julho (sexta-feira) 18h00

Instagram: @ciabarnabo

Youtube: Canal Lu Menin

Facebook: Cia. Barnabô (https://www.facebook.com/meninordio02)

Live com Lu Menin e Lu Lopes

Data: 01 de agosto (sábado) 18h00

Instagram: @ciabarnabo

Oficina de Circo – O Corpo Acrobático

Data: 27,28 e 29 de julho (segunda, terça e quarta) das 15h00 às 17h00

Link através da Plataforma Zoom

Inscrições: até o dia 22 de julho: ciabarnabo@gmail.com

A lista com os selecionados será publicada no dia 24 de julho nas redes sociais da Cia Barnabô:

Instagram: @ciabarnabo @luzmenin

Facebook:  Cia Barnabô (https://www.facebook.com/meninordio02)

Este projeto é realizado pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa – Proac, Edital Proac 9/2019 – Produção e Circulação de Espetáculos Circenses.

“Incêndios” no Teatro Nair Bello

Com direção de Marco Antônio Pâmio, o espetáculo Incêndios estreia no dia 20 de março (sexta, às 21 horas) no Teatro Nair Bello, tendo no elenco atores da Turma M6B, formandos da Escola de Atores Wolf Maya.

A montagem é um estudo sobre a obra do libanês Wajdi Mouawad, radicado no Canadá, com tradução de Angela Leite Lopes. O enredo traz a história de resistência de uma mulher, imigrante árabe, em busca da sobrevivência e do conhecimento, a partir de suas últimas vontades endereçadas aos filhos gêmeos e, agora, órfãos.

O seu testamento, com a estranha exigência para que seu sepultamento não aconteça até que duas cartas sejam entregues, é o ponto de partida da peça sem qualquer limitação de tempo e espaço. Vai de um lugar a outro, de um espaço aberto a outro fechado, de um continente a outro, de uma cultura a outra, em cenas que vão e voltam ao longo de 50 anos e, às vezes, se interpenetram e se misturam. Torna-se também a história de uma jovem mulher que, recém-saída da infância, se afogou em sua vida real, carregando consigo um amor adolescente e uma criança no ventre. E também a história da obstinação de uma mulher por ler, escrever e pensar, a fim de dar sentido às coisas, tornando-se então a história de uma resistência.

O espetáculo Incêndios pode ser descrito como a história de histórias que procuram seus começos; de destinos que buscam suas origens para tentar resolver a equação de sua existência e encontrar, atrás da duna mais sombria, alguma fonte de beleza.

Sobre a peça, o autor escreveu: “Aquele que tenta descobrir sua origem é como um andarilho no meio do deserto, na esperança de encontrar, atrás de cada duna, uma cidade. Mas cada duna esconde outra, e a fuga não tem fim. Contar uma história implica escolher um início. E, para nós, o início talvez seja a morte dessa mulher que há muito tempo decidiu se calar e nunca mais disse nada. Essa mulher se chama Nawal”.

Nascido no Líbano, em 1968, Wajdi Mouawad mudou-se com a família para a França aos oito anos, diante da eclosão da guerra civil no país natal. Em 1983, imigrou definitivamente para Montreal, no Canadá, tornando-se uma das vozes mais potentes da nova dramaturgia franco-canadense. Seus textos, escritos originalmente em francês, transcendem as especificidades da língua e falam para todas as culturas e gerações, estimulando mentes e tocando corações. Trata-se de um autor com um domínio impressionante sobre os recursos dramáticos e épicos e, em Incêndios, ele reconquista a força que a tragédia teve na antiguidade clássica.

Ficha técnicaTexto: Wajdi Mouawad. Tradução: Angela Leite Lopes. Direção: Marco Antônio Pâmio. Direção de Movimento: Marco Aurélio Nunes. Preparação Vocal: Alessandra Krauss Zalaf. Figurino: Bárbara Maciel. Iluminação e operação de luz: Rodrigo Alves (Salsicha). Trilha sonora: Marco Antônio Pâmio, Elder Freitas, Thiago Heijde e Diego Guerrero. Assistência de direção: Dani Rombolli, Elder Freitas, Julia Riguez, Maria Clara Aquino e Philippe Wieser. Participação: Kaue Pereira. Assistência de figurino: Adriana Cabral e Thiago Heijde. Operação de som: Elder Freitas. Operação de vídeo: Julia Riquez. Produção executiva: Maristela Bueno. Produção: Rodrigo Trevisan e Renato Campagnoli. Fotografia: Rombolli Torres Photografia. Coordenação pedagógica: Josemir Kowalick. Coordenação geral: Hudson Glauber.

Elenco (Turma M6B): Ana Julia Barcelos, Ana Koretz, Bruna Witko, Claudia Ruocco, Diego Guerrero, Fabiana Caruso, Fernando Gonçalves, Felipe Braga, Gabriel Baldi, Guilherme Soares, Jô Pereira, Juliana Raimundo, Karla Volpato, Leide Carmo, Lucas Frontini, Thiago Heijde e Thiago Piacentini.

Serviço

Espetáculo: Incêndios

Temporada: 20 a 29 de março de 2020

Horários: sextas e sábados (às 21h) e domingos (às 19h)

Ingressos: R$ 30,00 (vendas na bilheteria do teatro)

Gênero: Drama. Duração: 90 min. Classificação: 12 anos.

Bilheteria: quarta a sábado (15h às 21h) e domingo (15h às 19h).

Teatro Nair Bello

Rua Frei Caneca, 569 – Shopping Frei Caneca, 3º Piso. Consolação – SP/SP.

Tel: (11) 3472-2414. Capacidade: 201 lugares.

Ar condicionado. Acessibilidade.

http://wolfmaya.com.br/| Nas redes: @escolawolfmaya

40 Dias: O Milagre da Vida

Baseado no livro autobiográfico de Abby Johnson, 40 Dias: O Milagre da Vida chega aos cinemas nacionais em 14 de maio e traz relatos reais de uma ex-funcionária da Paternidade Planejada, organização responsável por metade dos abortos realizados nos Estados Unidos. Abby renunciou ao cargo de diretora de uma das clínica em 2009 e, desde então, atua como ativista pró-vida na luta contra o aborto. “Eu queria que as pessoas vissem aquilo que eu vi. Eu queria que elas sentissem o mesmo sentimento de urgência que eu sinto todos os dias”, afirma a escritora e ativista.

Com título em alusão ao movimento pró-vida 40 Dias Pela Vida, 40 Dias: O Milagre da Vida é escrito e dirigido por Chuck Konzelman e Cary Solomon, que já haviam trabalhado juntos em ‘Deus Não Está Morto’ e ‘Você Acredita?’. Estrelado por Ashley Bratcher e Brooks Ryan, o longa teve uma ótima recepção internacional, arrecadando o dobro do previsto durante sua semana de estreia nos Estados Unidos. Robia Scott, Jared Lotz, Emma Elle Roberts, Robin DeMarco e Robert Thomason também fazem parte do elenco.

“Jacy” no Teatro Firjan SESI Centro

O Teatro Firjan SESI Centro recebe de 23 de março a 28 de abril, segundas e terças, às 19h, “Jacy”, espetáculo do potiguar Grupo Carmin, com Henrique Fontes e Quitéria Kelly no elenco, direção de Henrique Fontes, que também assina o texto junto a Iracema Macedo e Pablo Capistrano, e dramaturgia audiovisual de Pedro Fiuza. A obra foi contemplada com o Prêmio Myriam Muniz em 2012.

Sucesso de público e críticas por todos os 21 estados brasileiros em que foi apresentada, considerado um dos melhores espetáculos de 2015 pelo Jornal O Estado de São Paulo, “Jacy” conta a história real de uma mulher de noventa anos cujos pertences foram encontrados pelo diretor, dentro de uma frasqueira abandonada no lixo, em março de 2010, em uma das principais avenidas de Natal.

Em uma hora de espetáculo, a peça leva o público a acompanhar a vida extraordinária de uma mulher aparentemente comum, que nasceu em um engenho de cana-de-açúcar, atravessou a 2ª Guerra Mundial, a ditadura no Brasil, esteve no centro de um importante conflito da política no Rio Grande do Norte, viveu um amor estrangeiro e terminou seus dias sozinha em Natal.

– Quem assiste “Jacy” tem uma grande surpresa ao se deparar com a história dessa mulher, que quando contada no palco nos faz ver o quanto encantador e apaixonante foi a passagem dela por aqui. O público rí, chora, se emociona de várias formas, conhece um pouco da história do Brasil e aprende mais sobre as raízes do emaranhado político em que o país vem traçando nas últimas décadas. Após as apresentações nos deparamos com comentários do tipo: “pensei muito em minha mãe” ou “nunca pensei na solidão que minha avó pode estar sentindo” ou ainda pessoas que falam do quanto todos nós esquecemos da importância dos “velhos” em nossa sociedade, de como lidar com a solidão na velhice, enfim, sinto que é uma peça que ativa a humanidade do público de forma poética. –, comenta a atriz Quitéria Kelly.

Como é característica do Carmin drama e humor caminham juntos, a busca pelo riso não é gratuita e proporciona abertura para reflexão.

– “Jacy” é fruto de um processo de investigação e experimento que durou 3 anos. Na primeira fase pensávamos montar uma peça de ficção onde eu faria Jacy Homem e Quitéria Jacy Mulher. Isso durou um ano e quem estava produzindo os textos eram Pablo Capistrano aqui no RN e Iracema Macedo do RJ, e eu ia dando a amarra dramatúrgica. No entanto, após nosso primeiro ensaio aberto, percebemos que a potência dos fatos reais era enfraquecida pela ficção que passava ao largo do processo de investigação. Depois que assisti “Mi Vida Despues”, peça da dramaturga e atriz argentina Lola Árias, me deparei com a força da linguagem do teatro documental e isso revirou o processo. A forma, a cronologia dos fatos da investigação e os documentos descobertos no processo passaram a compor a dramaturgia. Pablo e eu passamos a escrever juntos a dramaturgia e pedimos a Iracema que – a exemplo de Jacy que mandava cartas mensais para o irmão no Rio – enviasse cartas como se fossem escritas para mim e Quitéria. Ela produziu uma narrativa epistolar que compõe a dramaturgia em alguns trechos –, comenta o diretor Henrique Fontes.

A princípio ao avistar a frasqueira abandonada o artista se interessou pelo objeto como potencial elemento de cena. Mas, ao chegar na sala de ensaio do Carmin e abrir a frasqueira, Henrique se deparou com vestígios de vida de uma mulher de 90 anos. Na ocasião o Grupo Carmin estava pesquisando temas para um novo espetáculo teatral, assim a frasqueira e seu conteúdo foi apresentado aos demais integrantes do Carmin o que levou o grupo a conduzir uma investigação que duraria 3 anos, até que em 2013 resultou no espetáculo de teatro documental intitulado “Jacy”.

– No primeiro momento tivemos medo de investigar, temendo que as pessoas pudessem querer nos processar (e uma ameaça realmente aconteceu), mas após a decisão de seguirmos com a montagem de forma documental era fundamental que descobrissemos a trajetória de vida de Jacy. O caminho foi completamente empírico e, assim como o encontro da frasqueira, muito fortuito. Começamos a ligar para os taxistas cujos cartões estavam na frasqueira até que um nos atendeu e pedimos que ele nos repetisse o trajeto de rotina que Jacy fazia com ele, aí chegamos a um supermercado e lá um embalador tinha o telefone da mulher que cuidou de Jacy durante seus últimos 20 anos de vida. Quando a encontramos sabíamos que tinhamos uma história. Tudo isso e o que descobrimos a partir da cuidadora de Jacy nós contamos na peça –, diz o diretor.

A dramaturgia audiovisual, termo cunhado pelo Grupo Carmin, vai muito além das projeções pois é a construção de uma narrativa em áudio e imagena que dialoga com a narrativa clássica, escrita, o texto falado. Mais do que projetar imagem é construir uma narrativa que hora dialoga com o texto e hora vai contra, ironiza, amplifica, reduz, criando uma dramaturgia própria.

“Jacy” é uma peça que envolve os espectadores tanto pela temática quanto pela sensibilidade. É uma obra delicada que transita entre História, poesia, humor e política, revelando fatos que muitas vezes ignoramos sobre o abandono dos idosos, a política oligárquica e o crescimento desenfreado das cidades brasileiras. A peça também foi motivo de várias monografias acadêmicas, desde os cursos de História, Teatro até à Medicina (Geriatria e Gerontologia).

– Creio que quando revelamos a trajetória de uma mulher comum e extraordinária que por muito pouco não teve sua vida esquecida, provocamos outros pesquisadores a questionar o que estamos fazendo com a memória dos mais velhos e como estamos cuidando dos nossos idosos –, comenta Quitéria.

Em 2019, com A Invenção do Nordeste, o Grupo Carmin foi vencedor das principais categorias de todas as premiações do Rio de Janeiro.

Ficha técnica

Texto: Henrique Fontes, Iracema Macedo e Pablo Capistrano
Direção: Henrique Fontes
Elenco: Henrique Fontes e Quitéria Kelly (stand-in: Juliana Linhares)
Dramaturgia Audiovisual: Pedro Fiuza
Trilha Sonora: Toni Gregório
Desenho de Luz: Ronaldo Costa
Direção de Arte: Mathieu Duvignaud
Técnicos de Som, Luz e Vídeo: Mateus Cardoso e Robson Medeiros
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Gestão de Redes Sociais: Rafael Teixeira
Designer: Daniel Torres
Realização: Grupo Carmin

Serviço

Teatro Firjan SESI Centro, Avenida Graça Aranha nº 1, Centro, Rio de Janeiro.
Informações: 21 2563-4163 e 2563-4168
Temporada: 23 de março a 28 de abril de 2020, segundas e terças, às 19h.
Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).
Vendas na bilheteria de segunda a sexta das 11h30 às 19h30, sábados, domingos e feriados a partir das 17h ou pelo site https://bileto.sympla.com.br/event/64667/d/83393
Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos.
Duração: 60 minutos

Divaldo Franco e Joanna de Ângelis – Uma missão de amor

Um encontro emocionante de fé, amor e caridade entre o médium Divaldo Franco, um dos mais importantes divulgadores da Doutrina Espírita, e sua mentora espiritual, Joanna de Ângelis, será levado ao palco. No dia 4 de março estreia o espetáculo “Divaldo Franco e Joanna de Ângelis – Uma missão de amor”, no Teatro Vannucci, no Shopping da Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. O texto de Cyrano Rosalém trata de um dos inúmeros encontros que originaram ricas obras psicografadas. Mas, nesta peça, em especial, trata do livro “Dias gloriosos”. Em cena, Érica Colares e Rogério Fabiano interpretam os personagens-título, e, com muita responsabilidade, aceitam o desafio de transmitir a mensagem de amor ao público. A peça ficará em cartaz todas as quartas-feiras, às 20h30, até o dia 25 de março. A classificação é livre.

“Divaldo Franco e Joanna de Ângelis – Uma missão de amor” não é uma biografia, o que nada interfere na compreensão dos espectadores que não conhecem a trajetória do baiano Divaldo Pereira Franco, professor, médium, filantropo, orador espírita brasileiro e tido como o maior divulgador da Doutrina Espírita na atualidade. O espetáculo, que começa em 5 de dezembro de 1945, foca em suas caridades e obras.

Surge no palco um perfeito casamento de filosofia, religião, ciência e ética. “Joanna é uma sumidade em ciência! Como espírito evoluído e estudioso, ela é enormemente atualizada com o progresso científico moderno. Sabemos que nossa sabedoria nos é transmitida por seres que aqui reencarnam para nossa evolução e nosso progresso. Ela decidiu fazê-lo através de um médium, Divaldo, exigindo que ele estudasse tanto quanto ela para poder expor suas ideias. Tento levar o melhor desse diálogo para o público”, conta o autor Cyrano Rosalém, que também assina a direção.

A emoção estará muito presente em cena, assim como o humor. Leve e informativa, a montagem tem tudo a ver com os avanços tecnológicos e científicos que vivemos hoje, mas faz alertas: “Joanna deixa claro que a ciência deve evoluir sempre para o nosso bem. Mas não dar o passo maior que a perna. Ela afirma que devemos, por exemplo, avançar cada vez mais na genética, mas sem brincar de tentarmos ser Deus. Primeiro a cura, depois a maneira de evitar a doença”, frisa Rosalém.

 

Sobre os atores

Com 40 anos de carreira e já tendo vivido, no teatro, Allan Kardec e Chico Xavier, Rogério Fabiano é quem interpreta Divaldo Franco.  “Divaldo é um homem de muita caridade. Fez muitas coisas boas. Tão famoso em Salvador, com a Mansão do Caminho (complexo que atende crianças e jovens carentes) e fez a Casa de Jesus. Iniciou o estudo do Espiritismo pequenininho e, através da relação com Joanna, escreveu muitos livros psicografados”, diz ele, que está gostando da nova experiência.

“No palco, eu e Érica fazemos um bate-bola. São encontros de trabalho com Divaldo e Joanna. Psicografando, e, principalmente, em cima do livro ‘Dias gloriosos’. Está sendo uma experiência muito legal nos ensaios, vamos falar com a plateia em cena. Mas o mais importante da peça é a mensagem. Falamos de caridade, força, fé e da estrutura espiritual. ‘Fora da caridade não há salvação’ é sempre o bordão de tudo em nossa vida mesmo. ”

A missão de viver Joanna de Ângelis ficou para Érica Collares, que, pela segunda vez, dá vida à entidade ou espírito – a primeira foi em “O encontro espiritual de Léon Dennis & Joanna de Ângelis”. Nessa nova produção, Joanna é o guia espiritual do médium, a quem é atribuída a autoria de maior parte das obras psicografadas dele. “Viver Joanna de Angelis é sempre um desafio. Neste espetáculo, ela já está bem mais evoluída. Ela já se transformou em um espírito de Luz.  Estamos contando a história do momento em que ela começa a se relacionar com o Divaldo Franco”, explica Érica, que tem muito carinho por Joanna.

“Não existe nada mais emocionante que interpretar um espírito que une o amor e a sabedoria. Afinal, essa é a essência da evolução espiritual. Eu saio transformada depois das apresentações”, enfatiza a atriz, que já interpretou Amélie Gabrielle Boudet, esposa de Kardec, no teatro.

Atribuem-se a Joanna as personalidades históricas Santa Clara de Assis, seguidora de São Francisco de Assis e fundadora da Ordem das Clarissas; Juana Inés de La Cruz, pseudônimo religioso da poetisa mexicana Juana de Asbaje; e Joanna Angélica de Jesus, também sóror e depois abadessa, e que protagonizou o drama na Independência da Bahia.

 

Sobre a produção

A Arantes e Amar Produções esperam repetir o mesmo êxito e a vida longa de “Allan Kardec – Um olhar para a eternidade”, que segue em turnê pelo Brasil há anos, paralelamente às peças “O encontro espiritual de Léon Dennis & Joanna de Ângelis”, “Chico Xavier”, “O Livro dos Espíritos” e “Fora da caridade não há salvação”.  A produção é de Érica Collares e Rogério Fabiano.

 

Serviço:

Divaldo Franco e Joanna de Ângelis – Uma missão de amor

Estreia 4 de março

Texto e direção: Cyrano Rosalém. Elenco: Érica Collares e Rogério Fabiano. Sinopse: Um encontro emocionante de fé, amor e caridade entre o médium Divaldo Franco, um dos mais importantes divulgadores da Doutrina Espírita, e sua mentora espiritual, Joanna de Ângelis.

Toda quarta, às 20h30.

Ingresso: R$ 70.

Duração: 60 minutos.

Classificação: livre.

Temporada de 4 de março a 25 de março.

Teatro Vannucci – Rua Marquês de São Vicente 52, Shopping da Gávea – 2274-7246.

“Lupita” no Oi Futuro

O Oi Futuro apresenta a estreia do infantojuvenil Lupita, que ficará em cartaz de  29 de fevereiro a 12 de abril, com sessões aos sábados e domingos, sempre às 16h. Com dramaturgia e direção de Flávia Lopes, o espetáculo de formas animadas se utiliza de máscaras, bonecos, objetos manipulados, projeções e luz negra, interagindo com as linguagens do teatro, da palhaçaria, da música e da poesia para falar do tema mais misterioso da vida: a morte.

 “Lupita é uma história sobre o amor. A minha motivação nasceu do meu olhar sobre a própria vida, das perdas que vi e vivi. Da dificuldade em ver adultos lidando com situações de dores e perdas com suas crianças. Como artista e professora de teatro, é importante poder criar um espetáculo teatral que me atravesse e possa exercer em cena um tema tão delicado. ‘A vida tem dessas coisas’ e é sobre essas coisas que precisamos falar”, afirma Flávia Lopes.

Em um México imaginário, a menina Lupita, de 10 anos, faz parte de uma família muito parecida com tantas outras famílias. Ela vive com a sua mãe e seu avô, que também é o seu melhor amigo. Lupita adora ouvir as histórias dele, principalmente de quando ele era bem pequeno do tamanho de um botão que cabe na palma da mão. Com seu avô, ela aprendeu a ouvir e a contar histórias. Aprendeu também que tudo é música, até o silêncio, e que nada é impossível para quem tem imaginação. A sua jornada começa com a tradicional festa do Dia Dos Mortos, que acontece todos os anos no Vilarejo de San Miguel del Corazón, mas que aquele ano seria diferente e mais especial por ser o primeiro ano da partida de seu avô. A encenação é uma viagem pela memória de Lupita, onde o público torna-se cúmplice de suas lembranças entre presente e passado.

Antes de virar passarinho, o avô de Lupita a presenteia com um livro em branco para que ela escreva suas próprias histórias a partir de sua memória e imaginação. Dito e feito, a menina desenha uma mirabolante rota de fuga para escapar com seu avô, evitando, desta forma, que a Dona Muerte dance com ele durante os festejos do Dia dos Mortos.

Não foi possível evitar o inevitável, mas para aceitar o desejo de seu avô de seguir o curso da vida, foram necessárias muitas folhas para que a pequena heroína descobrisse que o amor nunca morre e que ela e seu avô estarão unidos para sempre nas memórias e nas histórias que viveram juntos.

“Tivemos como inspiração o programa do Chaves\Chapolin, as novelas mexicanas, os contos e lendas indígenas mexicanos, as músicas e as obras de artistas como Frida Kahlo e do artesão Pedro Liñares Lópes, que criou os folclóricos alebrijes. Além disso, nos consultamos com a pedagoga Alessandra Gracio, professora de educação infantil no México, e também conversamos com famílias mexicanas”, destaca Flávia, que também assina a criação das máscaras ao lado de Marise Nogueira e Maria Adélia.

O espetáculo é realizado por meio do patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Lei estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e da Oi, com apoio cultural do Oi Futuro.

SINOPSE

Para evitar que a Dona Muerte dance com o seu avô durante a tradicional festa do Dia dos Mortos, Lupita, uma agitada menina de 10 anos, imagina uma mirabolante rota de fuga para escapar com ele, que é seu avô e melhor amigo, para bem longe do vilarejo de San Miguel del Corazón. Inspirada na cultura e nas cores mexicanas, a montagem de formas animadas se utiliza de máscaras, bonecos, objetos manipulados, projeções e luz negra, interagindo com as linguagens do teatro, da palhaçaria, da música e da poesia para falar do tema mais misterioso da vida: a morte.

Sobre Flávia Lopes (Diretora)

 A atriz e diretora fundou e integrou as cias, Os Sanzussô – Povo de Teatro, a Cia. Dos Bondrés e o Atelier Gravulo e exerce suas pesquisas na linguagem de Teatro de Formas Animadas, Palhaçaria, Bufonaria e Comicidade. Durante sua carreira trilhou um importante caminho no teatro infantojuvenil com alguns trabalhos de destaque na cena teatral, entre eles: “Leonardo – O Pequeno Gênio Da Vinci”, onde está também como atriz (Prêmio Zilka Sallaberry 2011 de Melhor Espetáculo, Melhor Texto, Melhor Direção e Melhor Ator e indicações para Melhor Figurino e Cenário), “OIKOS” da Cia. dos Bondrés, indicado pelos Prêmios Zilka Sallaberry de Melhor texto, Melhor Espetáculo, Melhor Figurino e Cenário, Melhor iluminação, Melhor Ator e CBTIJ (Pela Pesquisa e linguagem com as máscaras e Melhor Coletivo de Atores e Atrizes) onde atua como atriz e é colaboradora dramatúrgica junto à Cia, assinou a direção de “Um Sonho Para Méliès”, com patrocínio da Oi a peça concorreu com 5 Indicações pelo Prêmio CBTIJ de Teatro e 2 Indicações pelo Prêmio Botequim Cultural, e “A História das Histórias” que em 2017 foi contemplado pelo edital ‘Plateias Hospitalares‘ do Doutores da Alegria e estreou com grande sucesso de público no SESC Tijuca.

 Sobre o Oi Futuro

 O Oi Futuro, instituto de inovação e criatividade da Oi, atua como um laboratório para cocriação de projetos transformadores nas áreas de Educação, Cultura e Inovação Social. Por meio de iniciativas e parcerias em todo o Brasil, estimulamos o potencial dos indivíduos e das redes para a construção de um presente com mais inclusão e diversidade.

Na Cultura, o instituto mantém o Centro Cultural Oi Futuro, com uma programação que valoriza a produção de vanguarda e a convergência entre arte contemporânea e tecnologia e também abriga o Museu das Telecomunicações, pioneiro no uso da interatividade no Brasil e com um acervo de mais de 130 mil itens que contam a história do setor no país. O Oi Futuro gerencia há 16 anos o Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, que seleciona projetos em todas as regiões do país por meio de edital público. Desde 2003, foram mais de 2.500 projetos culturais apoiados pelo Oi Futuro, que beneficiaram milhões de espectadores. O instituto também criou e mantém o LabSonica, laboratório de experimentação sonora e musical, abrigado no Lab Oi Futuro, no Rio de Janeiro, e o Oi Kabum! Lab, que promove a formação de jovens de periferia no campo da arte e tecnologia e a curadoria de projetos de intervenção artística urbana.

Numa confluência entre as áreas de Cultura e Inovação Social, nasceu o Lab Oi Futuro, espaço de criação, experimentação e colaboração idealizado para impulsionar criadores de diversas áreas e startups de impacto social de todo o Brasil, selecionados por editais públicos. Com mais de 500m², o laboratório abriga o LabSonica e o Labora e oferece estrutura física e suporte técnico necessários para que seus participantes viabilizem seus projetos em um ambiente que estimula a produção colaborativa, a formação de redes e a inovação.

 Ficha Técnica

Dramaturgia e Direção: Flávia Lopes

Direção Musical: Karina Neves e Jonas Hocherman

Assistente de direção: Tatiane Santoro

Atuação\personagem:

Aline Marosa – Roselia e Mariachi Don Carmelo

Caio Passos – Angelina e Mariachi Murilo

Gabrielly Vianna – Rosita e Mariachi Bolaños

Marcio Nascimento – Avô

Maria Adélia – mãe a Catrina

Marise Nogueira – Lupita

Cenografia e figurinos: Carlos Alberto Nunes

Cenógrafa e figurinista assistente: Arlete Rua

Estagiária de figurino e adereços: Duda Costa

Estagiária de cenografia e adereços: Letty Lessa

Costureiras: Carla Costa e Meraki Ateliê

Cenotécnico: Marcos Souza

Estrutura de bonecos: Márcio Newlands

Finalização de bonecos: Maria Adélia e Luciana Maia

Alebrijes, Lupitinha e Pássaros: Maria Adélia e Luciana Maia

Máscaras: Flávia Lopes, Maria Adélia e Marise Nogueira

Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni

Iluminador assistente: João Gioia

Montagem: Juca Baracho e João Gioia

Videografismo: Guilherme Fernandes

Preparação vocal: Verônica Machado

Assistente de preparação vocal: Tamara Innocente

Oficina de canto: Taiana Machado e Roberta Jardim

Perucas: Mona Magalhães

Músicos de estúdio:

Renata Neves – violino e viola

Pedro Franco – violão e Bandolim

Aquiles Moraes – trompete

Gravação e sonoplastia: Yuri Villar

Operação de som: Paulo Mendes

Operação de luz: João Gioia

Operação de vídeo: Guilherme Fernandes

Designer gráfico: Guilherme Fernandes

Assessoria de imprensa: Lyvia Rodrigues | Aquela Que divulga

Mídias Sociais: Guilherme Fernandes

Fotógrafo: Rodrigo Menezes

Coordenação Administrativa Financeira: Estufa de Ideias

Assistente de produção: Luciano Lima

Produção executiva: Fernando Queiroz

Direção de Produção: Bárbara Galvão, Carolina Bellardi e Fernanda Pascoal | Pagu Produções Culturais      

Serviço

 

Temporada: 29 de fevereiro a 12 de abril

Local: Centro Cultural Oi Futuro

Dia| Hora: Sábado e Domingo às 16h

Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo

Valor:  R$ 30,00 (inteira) | R$15,00 (meia)

Classificação: Livre

Telefone: 3131-3060

Duração: 60 minutos

Lotação do teatro: 63 pessoas

Leitura Dramatizada do texto “Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo”

Uma mulher sai em busca de sua individualidade perdida, e procura outras formas de existir em um mundo no qual o ser humano é hiperativo, hiperestimulado e está constantemente cansado. Assim começa a peça ‘Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo’, de Lane Lopes, tema da leitura dramatizada que o grupo Bestas Urbanas vai apresentar, no dia 12 de março, às 19h, no Centro Cultural da Justiça Federal, no Centro, com entrada gratuita. Em junho, a peça completa entrará em temporada, com direção de Francisco Ohana, no mesmo espaço.

O processo de trabalho do Grupo Bestas Urbanas inclui uma série de leituras e performances do texto até a estreia oficial. O primeiro encontro ocorreu no fim de janeiro. A ideia é que o público presente possa participar, se quiser, da criação, improvisando a partir de trechos da peça. A trama começa num dia aparentemente normal, quando Mônica vê sua calcinha escapar do varal e inicia uma corrida insana pelas ruas da cidade atrás de sua fugitiva intimidade. A busca, no entanto, acaba perdendo o sentido e a direção, tornando-se imprevisível, atravessando tempos e espaços diversos e, como num sonho, misturando e recombinando tudo pelo caminho. Entre as inspirações do texto, está a teoria desenvolvida pelo filósofo sul-coreano Byung-chul Han, segundo a qual vivemos na “Sociedade do Cansaço”, que nos diz que devemos alcançar todas as metas possíveis, nos deixando cada vez mais cansados mental e fisicamente.

“Vivendo em uma sociedade que lhe exige alcançar os melhores desempenhos, Mônica encontra, na busca por uma calcinha perdida, maneiras de se livrar de um cotidiano que a sufoca e enclausura”, explica a autora. “É correndo atrás da sua calcinha fugitiva que Mônica inicia um percurso por rostos e situações diversas, dentro de um fluxo que se torna uma investigação sobre o ritmo frenético produzido por uma sociedade adoecida”, acrescenta Lane, que escreveu a peça durante a quarta turma do Núcleo Firjan SESI de Dramaturgia, coordenado por Diogo Liberano, e teve a obra publicada pela Editora Cobogó.

Dramaturgo e diretor do grupo, Francisco Ohana viu na chance de montar ‘Só percebo que estou correndo quando vejo estou caindo’ a oportunidade de dar continuidade à pesquisa artística iniciada em 2018, quando idealizou o espetáculo ‘Bestas Urbanas’, com dramaturgia sua e direção de Andrêas Gatto, peça que acabou batizando o grupo.

“Tenho vontade de estar envolvido e fazer parcerias com autores de uma geração à qual eu pertenço e que me dá oportunidade de viver experiências e encontros artísticos muito importantes, o tempo todo, com seus grupos, em parcerias mais íntimas ou iniciativas como o Núcleo de Dramaturgia, de onde esse texto veio. Há várias ações importantes que têm acontecido no intuito de reunir pessoas em um contexto de cidade, de país, muito adverso à criação. Por isso a vontade de abrir o processo, deixar as pessoas entrarem na criação, romper as barreiras da sala de ensaio”, descreve Francisco Ohana. “O texto de Lane chama a atenção pelo formato vertiginoso: ele não é dividido em cenas, existe um fluxo contínuo que me lembra muito o da ‘Alice no País das Maravilhas’, no qual a personagens cai em buracos e vai mudando de universos muito rapidamente. Tem uma dimensão rítmica e sonora bem marcante, que vamos evidenciar numa montagem em que a música será elemento fundamental”, adianta o diretor.

Francisco Ohana

Fundador da Cia. Bestas Urbanas, escreveu e idealizou espetáculo de mesmo nome, em cartaz no Rio de Janeiro entre maio e junho de 2019. Coautor e ator em FIGO/LIMÍTROFE e em BLOCO F/BRASÍLIA60. Dramaturgo da peça ISTAMBUL ISTAMBUL, dirigida por Jefferson Miranda e apresentada em Lisboa, em julho de 2019. Autor de TEO, dramaturgia encenada por Roberto Alvim e Juliana Galdino em 2018. Autor de CLASH!, a partir de “Cymbeline, rei da Britânia”, de Shakespeare, e RADIOATIVA – O PRIMEIRO DIA DO RESTO DE NOSSAS VIDAS, ambas dirigidas por Cesar Augusto. Coautor de NÃO ADIANTA MORRER, dirigida por Diogo Liberano, e de CRUA, encenada por Camila Simonin. Adaptou para a cena O CAMINHÃO DE MUDANÇAS VERMELHO, conto homônimo de John Cheever, peça dirigida por Andy Gercker no espaço do Armazém Cia. de Teatro, Rio de Janeiro, em 2015. Autor participante da terceira turma do Núcleo Firjan SESI de Dramaturgia, em 2017; sua dramaturgia ESCUTA!, criada durante as atividades do Núcleo, foi publicada em 2018 pela editora Cobogó. Foi artista participante e colaborador em dramaturgia do STUDIO CABARET VOLTAIRE, imersão multimídia da edição de 2018 do TEMPO FESTIVAL, Rio de Janeiro, com mediação artística de Jefferson Miranda. Diretor assistente de Moacir Chaves em IMAGINA ESSE PALCO QUE SE MEXE, peça que realizou quatro temporadas no Rio de Janeiro entre 2016 e 2017. Ao longo de sua formação, passou pela Escuela Internacional de Cine y Televisión (San Antonio de los Baños, Cuba) e pela Universidade de Edimburgo. Em 2013, seu conto GIBRALTAR foi terceiro colocado no Prêmio Off Flip de Literatura, que acontece paralelamente à Festa Literária Internacional de Paraty.

 

Lane Lopes

Lane Lopes é dramaturga, cientista social de formação e atualmente cursa Cinema e Audiovisual pela UFF. Integrou a quarta turma do Núcleo Firjan SESI de Dramaturgia, coordenada por Diogo Liberano, onde sua dramaturgia “Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo” foi selecionada para publicação pela Cobogó em 2019. Teve três dramaturgias encenadas nas Mostras de Teatro da UFRJ: “Histórias para Acordar” (2018; com temporada no Parque das Ruínas), “Eu vou tirar você desse lugar (2019) e “Que Parte de Nós” (2019). Também escreveu “É um crime dormir tranquilo nessa cidade”, lido na Semana de Dramaturgia Firjan SESI. Como atriz pesquisa Teatro Ritual e Antropológico e atuou em “Memórias de Sulawesi”, “Plaster” (2019), “Praga de Mãe” (2016) com direção de Gabo Barros e no longa-metragem “Cidade do Aço”, direção Julio Napoli.

Ficha Técnica:

Leitura Dramatizada da peça “Só percebo que estou correndo quando estou caindo”

Dramaturgia: Lane Lopes

Direção: Francisco Ohana

Elenco: Davi Arap, Maria Cândida Portugal, Paula Furtado, Ricardo Gaio, Tiago Kempski (Grupo Bestas Urbanas)

Design: Ian Guerra

Iluminação: Gabriel Prieto

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Vídeo e Fotos: Isaac Pipano e Thaís Mandarino (Apenas Baleia)

Produção: Isadora Krummenauer

Serviço:

Leitura Dramatizada do texto “Só percebo que estou correndo quando vejo que estou caindo”

Data: 12 de março, às 19h

Centro Cultural da Justiça Federal: Avenida Rio Branco, 241, Centro.

Telefone: 3261-2550.

Ingresso: Entrada gratuita

Lotação do teatro: 141 lugares

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 12 anos

Ao redor da mesa, com Clarice Lispector

No ano de seu centenário, peça inédita promove o encontro da escritora consigo mesma em dois momentos de sua vida e provoca o público com questões sobre arte, política e gênero.

Com elenco premiado, estreia em 5 de março, no Sesc Copacabana, a peça “Ao redor da mesa, com Clarice Lispector”. A dramaturgia tem a assinatura da escritora e professora da PUC-Rio Clarisse Fukelman, que acionou mais de 30 anos de pesquisa, publicações no Brasil e exterior e adaptações da escritora. Resultou uma proposta ousada e inovadora. Não é adaptação de um texto, nem colagem de cenas de livros diversos. É uma íntima e intensa conversa com temas candentes que perpassam toda a obra da escritora.

A peça se passa no início dos anos 60, quando a escritora (Gisela de Castro) recebe a inesperada visita dela mesma (Ester Jablonski), vinte anos mais velha. As duas põem as cartas na mesa e discutem escolhas de vida e de linguagem. Frente a frente, confrontam-se a Clarice recém-separada, com filhos pequenos e já desfrutando do prestígio da crítica, e a Clarice no fim da vida, amarga e solitária, com projeto de escrita que radicaliza propostas anteriores.

O inusitado encontro traz discussões sobre processo criativo e as experiências de amizade, maternidade, corpo e amor. Por que e para quem escrever? Como futuro e passado nos mobilizam? O que é ser escritora mulher? Nesse percurso, a peça entremeia cenas de várias obras da escritora (interpretadas por Ana Barroso e Joelson Medeiros), destacando a atualidade do olhar de Clarice sobre preconceito, discriminação étnica, conflitos de geração e comunicação entre familiares e amigos.

Aqui, Lispector sai do pedestal mítico e se revela uma artista de personalidade complexa, ligada a dramas sociais e humanos e à intensa busca do autoconhecimento: “preciso fazer um retiro espiritual e encontrar-me enfim – enfim, mas que medo – de mim mesma.”. O público acompanha situações cotidianas que ganham uma inflexão filosófica, indo desde a denúncia da solidão na adolescência e na velhice à perda de nossa conexão do ser humano com a natureza.

Com direção musical de Liliane Secco, há inserções de música erudita, do folclore judaico e sugestões de rap e de cordel. Embora Lispector tenha afirmado que a palavra é a sua “quarta dimensão”, ela também se confessa “uma eterna apaixonada por palavras, música e pessoas inteiras”. A peça encerra com uma “Ode a Macabéa”, protagonista do último livro publicado e m vida e síntese da poética da escritora.

“O respeito pelo diferente não é fácil, como sugerem a publicidade e o romantismo fora de hora. Fechados em nossos casulos, esquecemos do permanente aprendizado com a língua e a vida e de que pertencemos ao mundo em igualdade com outros seres. Lispector nos faz pensar a respeito, ainda mais quando mediada por esse time maravilhoso que dá vida ao projeto”, diz Clarisse Fukelman, que também assina o posfácio de “Laços de Família” a ser relançado em 2020, como parte das comemorações.

FICHA TÉCNICA
Direção: Ester Jablonski

Supervisão: Fernando Philbert
Direção musical: Liliane Secco

Dramaturgia: Clarisse Fukelman
Elenco: Ana Barroso, Ester Jablonski, Gisela de Castro e Joelson Medeiros
Cenografia: Natália Lana
Iluminação: Vilmar Olos
Figurino: Marieta Spada

Designer: Mariana Grojsgold

Foto: Nil Caniné

Coordenação de produção: Veredas Promoções Culturais

Produção executiva: Sergio Canizio
Assistente de direção: James Simão
Assistente de produção: Daniel Koifman
Projeto e Realização: Veredas Promoções Culturais
Assessoria de Imprensa: Clóvis Corrêa – CICLO Comunicação

SERVIÇO

ESTREIA 5 de março, quinta-feira

Peça: Ao redor da mesa, com Clarice Lispector

Dramaturgia: Clarisse Fukelman

Direção: Ester Jablonski

Supervisão: Fernando Philbert
Direção musical: Liliane Secco

Elenco: Ana Barroso, Ester Jablonski, Gisela de Castro e Joelson Medeiros

Temporada: de 5 a 29 de março de 2020 – 5ª a domingo

Horário: 20h

Local: Mezanino do Sesc Copacabana
Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia), R$ 30 (inteira)

(Ingresso solidário R$ 15,00 (meia) com a doação de 1 kg de alimento para o Projeto Mesa Brasil do Sesc RJ)

Informações: (21) 2547-0156

Bilheteria – Horário de funcionamento:

Terça a Sexta – de 9h às 20h;

Sábados, domingos e feriados – das 12h às 20h.

Duração: 70 minutos

Classificação indicativa:12 anos

Trovadores Urbanos promovem sarau gratuito para Inezita Barroso

O mês de março começa cheio de energia na Casa dos Trovadores. Na quarta feira, dia 4, um sarau em homenagem a grande Inezita Barroso faz parte das comemorações pelo dia Internacional dedicado à Mulher e também dos inúmeros eventos em comemoração aos 30 anos de carreira dos Trovadores Urbanos.
A paulistana Inezita Barroso foi uma das artistas mais apaixonadas por música caipira e pelo estilo sertanejo raiz, sendo por muito tempo a apresentadora do programa “Viola, Minha Viola”, da TV Cultura. Além de apresentadora, Inezita também foi instrumentista, cantora, atriz, bibliotecária e pesquisadora do folclore brasileiro. Nascida em uma família rica, Inezita começou a cantar ainda na infância, com sete anos de idade. E não parou mais.  Quando gravou seu primeiro disco, conquistou a crítica e o público.  A “Moda da Pinga&a mp;a mp; a mp; a mp; a mp; r dqu o; &e acute; uma de suas músicas mais conhecidas e é lembrada até hoje. Inezita Barroso morreu aos 90 anos, com 50 anos de carreira artística e mais de 80 discos gravados. Em 2014 foi indicada para a Academia Paulista de Letras.
O sarau de aniversário de Inezita Barroso é uma homenagem dos Trovadores Urbanos a essa grande artista da música brasileira e será um momento especial para recordar as canções de Inezita. Durante uma hora e meia, os Trovadores Urbanos cantarão sucessos dessa artista junto com os fãs do grupo e da música caipira de primeira qualidade. Esse encontro também faz parte das comemorações pelo dia Internacional da Mulher.
O sarau em homenagem a Inezita Barroso acontecerá no dia 4 de março, quarta-feira, às 19 horas, na Casa dos Trovadores, na Rua Aimberê, 651, no bairro de Perdizes. A entrada é gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo site Sympla.

SERVIÇO
SARAU DE ANIVERSÁRIO INEZITA BARROSO
Rua Aimberê, 651 – Perdizes (SP)
Dia 04/03 (quarta-feira), às 19h
Gratuito
Inscrições pelo site Sympla: https://www.sympla.com.br/sarau-de-aniversario-inezita-barroso__797062

“Música, Letra e Dança” no Manouche

Estreia do show “Música, letra e dança” com as cantoras atrizes ou atrizes cantoras Babi Xavier, Carol Fazu e Helga Nemeczyk. Uma ode ao repertório da cantora e compositora Marina Lima.

A produção musical é do consagrado Liminha, que também sobe ao palco junto com as três vozes. O vasto repertório da carioca Marina Lima é a base estrutural do espetáculo que com certeza irá fazer a plateia dançar muito e se emocionar. “Uma noite e meia”, “Inverno”, “Virgem”, “Fullgás” e “À Francesa” são algumas das pérolas que vão sacudir o público.

As três vozes têm vasta experiência e se entregaram de corpo e alma aos cuidados do mestre Liminha, que quer com isso trazer de volta – ainda que por algumas horas – o brilho e romantismo pop dessa cantora e compositora que é a cara da cidade maravilhosa.

Babi Xavier estreou como atriz em novelas de TV, mas ficou conhecida apresentando o programa “MTV Erótica”, na MTV Brasil, em que conversava juntamente com o médico Jairo Bouer, sobre sexualidade e comportamento. Babi já lançou livro (“E Aí, Um Papo Aberto Entre A Gente”), CD (“Do Jeito Que Eu Quero”), atuou em longa-metragem (“Korda”, de Marcus Andrade), em curta-metragem (“Corrompendo Paulo”, de Patrícia Freitas e Thiago Morena), participou da Dança dos Famosos, do Domingão do Faustão, da TV Globo, e do reality show A Fazenda na Record. Nesta emissora também atuou em novelas como Vidas Opostas”, “Os Mutantes – Caminhos do Coraçãoe “Os Dez Mandamentos”, e na minissérie “José do Egito”. E, mais recentemente, participou da terceira temporada do programa Popstar”, da TV Globo. Seu mais novo trabalho no teatro foi a comédia romântica “100 Dicas pra Arranjar Namorado”, de Daniele Valente e Cacau Hygino.

Nascida e criada em Brasília, Carol Fazu escolheu o Rio de Janeiro para viver e atuar. Na TV fez as novelas “Insensato Coração”, “Escrito nas Estrelas” e “Viver a Vida”, a minissérie “A Téia”, e os seriados “Cilada”, “A Grande Família”,Tapas e Beijos”, entre outros, na TV Globo, e “Por isso Sou Vingativa” e “Uma Rua Sem Vergonha”, no Multishow. No teatro atuou em “Mulheres de Caio”, baseado em quatro histórias de Caio Fernando Abreu, e “Anônimas”, com direção de Roberto Naar. No cinema trabalhou com os diretores Lula Buarque de Hollanda (“O Vendedor de Passados”), Breno Silveira (“Gonzaga, de Pai para Filho”) e Flávio Tambellini (“Malu de Bicicleta”). Cantora por vocação e paixão, em 2017 apresentou, no Rio de Janeiro, o espetáculo “Janis”, um monólogo musical sobre a cantora norte-americana Janis Joplin, pelo qual ganhou o prêmio de melhor atriz em musical do Cesgranrio e foi indicada a dois outros: Shell de Teatro (categoria música) e Botequim Cultural (melhor espetáculo, melhor diretor e melhor atriz). Depois, saltou para TV, onde fez a personagem Selma na novela “Segundo Sol”, na TV Globo em 2018.

Formada em canto lírico, a atriz Helga Nemeczyk já participou do “Show dos Famosos” do “Domingão do Faustão” e, mais recentemente, da 3ª temporada do “Popstar” da TV Globo. Conhecida pelos anos em que atuava em quadros do extinto programa “Zorra Total”, Helga também se descobriu como youtuber. Depois de um ano do Superchef Celebridades (quadro dentro do programa Mais Você”), foi convidada a apresentar suas alquimias na cozinha em seu canal virtual, o Cozinhando com Helga”. Só no ano passado participou de três musicais “Company”, “Meu Destino é ser Star – Ao som de Lulu Santos” e “Brilha La Luna–Um Novo Musical. E no cinema atuou nos curtas-metragens: Prazer, Camila”, “A Delirante História de um Homem Morto” e “Cinzas e Café”.

A banda é outro show à parte: Fernando Vidal, guitarra, Thiago Gomes, teclados, Cezinha, bateria, e Liminha (baixo).

Serviço

Festa: Babi Xavier, Carol Fazu e Helga Nemeczyk cantam Marina Lima no show Música, Letra e Dança”

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 05 e 12 de março, quinta, 21h

Lotação: 60 lugares em pé (formação de pista) e 50 lugares sentados (mesas e cadeiras).
Ingressos: R$ 140,00 (inteira, mesas), R$ 80 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível – Em pé) e R$ 40,00 (meia – em pé). https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças

Sucesso de público e de crítica, o musical infantil O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças volta ao cartaz, no dia 07 de março, para quatro apresentações no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea, esticando o Carnaval por mais duas semanas. O espetáculo faz parte do projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela produtora Entre Entretenimento com o objetivo de levar para os palcos nomes importantes da cultura brasileira em montagens que mesclam biografia e canções do artista escolhido. Fazem parte do projeto também “Raulzito Beleza”, “Bituca”, “Tropicalinha” e “Luiz e Nazinha”.

Grandes sucessos como “Balancê”, “Cantores do Rádio”, “Pirulito que bate bate”, “Carinhoso”, “Chiquita Bacana”, “Pirata da Perna de Pau”, “Tem Gato na Tuba”, “Yes, nós temos bananas” transportam o público aos divertidos carnavais de rua da década de 20. O resultado é um programa que agrada a toda a família. “Durante as temporadas anteriores, era comum vermos avós e netos numa sessão e aquela mesma avó em outra sessão sem os netos, mas com as amigas”, conta o diretor do espetáculo Diego Morais. “Nossa ideia é criar espetáculos com conteúdo atraente para as famílias, para aproximar as gerações”, destaca Pedro Henrique Lopes, autor do texto e ator do musical.

A peça conta a história de Carlinhos, um garoto que ouvia música em todo lugar por onde passava. A avó dele, pianista clássica, sempre estimulava a musicalidade do menino, mas o pai era contra. Carlinhos se junta a alguns amigos de escola e começa a criar belas canções de Carnaval. De forma engraçada e emocionante, O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças trata de temas como o valor da família, da amizade e das relações humanas, a perseverança na busca por um sonho, a criatividade e a cooperação artística entre as crianças.

O espetáculo estreou em outubro de 2016 e já foi assistido por mais de 20 mil pessoas. Foi aclamado com indicações ao Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças 2016: Melhor Espetáculo, Melhor Texto Original (Pedro Henrique Lopes), Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Ator (Pedro Henrique Lopes), duas indicações para Ator em papel Coadjuvante (Augusto Volcato e Rodrigo Morura), Atriz em papel Coadjuvante (Martina Blink), Música Adaptada, Trilha Sonora ou Direção Musical (Claudia Elizeu), Coreografia (Victor Maia), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e ainda a menção especial a Diego Morais e Pedro Henrique Lopes, pelo projeto Grandes Músicos para Pequenos – vencerem as duas últimas categorias citadas. No Prêmio Zilka Salaberry 2016, o espetáculo foi indicado como Melhor Roteiro Original. Além disso, no Prêmio Botequim Cultural 2016, foi indicado como Melhor Espetáculo Infantojuvenil, Melhor Ator (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Direção (Diego Morais).

Grandes Músicos para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Depois, vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ –  Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações – Bituca – Milton Nascimento para crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações – e Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações. O mais recente, Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças (2019), está concorrendo ao Prêmio CBTIJ 2019 nas categorias Melhor Ator (Rodrigo Salvadoretti) e Cenário (Clivia e José Cohen), além de Melhor espetáculo Infantil no Prêmio Musical Rio.

As cinco peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores. O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

 

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

TIJOLINHO:

O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças. Musical Infantil. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Cláudia Elizeu. Com Pedro Henrique Lopes, Erika Riba, Augusto Volcato, Jean Pontes e Beto Vandesteen. Baseado em trechos reais da infância e juventude do compositor Braguinha, o espetáculo conta a história de Carlinhos, um menino que ouve música em todo o lugar. A peça transporta os espectadores para os divertidíssimos carnavais de rua do Rio de Janeiro de 1920. (53 min) Teatro Clara Nunes. Shopping da Gávea. Sáb e Dom, às 16h. R$ 70 (inteira), R$ 35 (meia) Livre. 07 a 15/03.

 

Ficha Técnica:

 

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Claudia Elizeu

Roteiro original: Pedro Henrique Lopes

Coreografias: Victor Maia

Elenco: Pedro Henrique Lopes (Carlinhos), Erika Riba (Dona Isaura), Jean Pontes (Henrique), Augusto Volcato (Alvinho) e Beto Vandesteen (Sr. Jerônimo Braga)

Cenário e figurinos: Clívia Cohen

Iluminação: Pedro Mendonça

Produção e realização: Entre Entretenimento

 

Serviço:

 

O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças

Temporada: 07 a 15/03/2020

Teatro Clara Nunes (Shopping da Gávea) – Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Gávea – Rio de Janeiro – RJ.

Telefone: (21) 2274-9696

Dias e horários: Sábados e domingos, às 16h

Ingressos: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada)

Lotação: 743 pessoas

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre

Funcionamento da Bilheteria: Todos os dias, de 13h às 21h.

“o que só passarinho entende” no Teatro Cesgranrio

o que só passarinho entende é um espetáculo teatral da Cia CobaiaCênica de Rio do Sul/SC, onde o ator pernambucano Samuel Paes de Lunaconta a história de uma personagem que vive no Vale do Jequitinhonha, nointerior do estado de Minas Gerais, mesclando com memórias de sua própriahistória em sua terra natal: Limoeiro. O espetáculo apresenta, de maneiralúdica e poética, a singularidade de uma mulher que, apesar de marcada pelasintempéries da vida, carrega a convicção de que o real valor e beleza de suaexistência estão no conhecimento empírico, diretamente ligado à natureza.Baseado no conto Totonha, do livro Contos Negreiros do autor tambémpernambucano Marcelino Freire, e inspirado na obra de Manoel de Barros, otexto de Agatha Duarte questiona os reais valores do ser humano, aquilo querealmente é necessário para estarmos em harmonia onde e com quemvivemos, e faz um contraponto necessário ao comportamento do homemcontemporâneo.A peça ​o que só passarinho entende​, dirigida pelo ator e diretorriosulense Thiago Becker, transpõe para a cena um cotidiano simples,explorando a poesia de uma maneira singela de se viver, sem deixar demergulhar fundo numa realidade que diz respeito a toda sociedade, abordandoquestões como a solidão, o abandono, a seca e o conhecimento popular emcontraponto ao erudito.

A peça estreou em outubro de 2018, encerrando a Feira do Livro de Riodo Sul e contou com a presença dos autores Marcelino Freire e Agatha Duartepara um bate-papo no final.Este trabalho, que já passou pelo 20° Festival Recife do Teatro Nacionalem novembro de 2018, foi selecionado para o Circuito Sesc EmCenaCatarina2019 onde passou por 24 cidades do estado de Santa Catarina de setembro anovembro de 2019.Serviço:Espetáculo: O que só passarinho entendeData: 06 a 29 de marçoDia/Horário: Sexta e Sábado 20h / Domingo 19hLocal: Teatro CesgranrioEndereço: Rua Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido, Rio de Janeiro – RJTel.: (21) 2103-9682Ingressos: R$40,00 / R$20,00

Ficha Técnica:Dramaturgia: Agatha DuarteConto Totonha: Marcelino FreireDireção: Thiago BeckerAtuação: Samuel Paes de LunaCenografia: Thiago BeckerCenotécnico: Edolino Neza SabinoFigurino: Cissa GuerraTrilha: Rodrigo FronzaProdução: Cia Cobaia CênicaDuração: 70 minutosClassificação Indicativa: 10 anosContatos: 21 979616647 / 47 996011115Sinopse:“​Oquesópassarinhoentende”éumespetáculoqueapresentademaneiralúdicaepoéticaasingularidadedeumamulherque,apesardemarcadapelasintempériesdavida,carregaaconvicçãodequeorealvalorebelezadesuaexistência estão no conhecimento empírico, diretamente ligado à natureza.

Samuel Paes de Luna (ator)Samuel Paes de Luna, pernambucano, é ator, bailarino e produtor cultural.Formado na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Pena/RJ, em 2012.Atualmente reside em Rio do Sul, onde participa da Cia Artística Cobaia Cênicade Teatro e trabalha como professor de teatro na Fundação Cultural da cidade.Neste ano de 2019, estreou a contação de histórias Miguel, o cavalivreiro doPaís Sem Nome contra o dragão Ignorâncio na Feira do Livro de Rio do Sul, naqual também lançou o livro A Lenda do Rio Bernunça, ambos de sua autoria epara o público infantil; Em um lugar chamado Lugar Nenhum em parceria entreCobaia Cênica e Grupo Raiz e; a peça Romã. Circulou 24 cidades de SantaCatarina pelo EmCenaCatarina 2019 do SESC com o espetáculo o que sópassarinho entende. Com esse mesmo trabalho participouda mostra de teatro Cena Rio do Sul Embaixo da Ponte; em Pernambuco nosSESC’s LER São Lourenço da Mata e Surubim; Teatro Hermilo Borba Filho noRecife; no Rio de Janeiro SESC’s Quitandinha e Niterói; Teatro SESI Firjan emJacarepaguá; Teatro Armando Costa da Escola Técnica Estadual de TeatroMartins Pena; em 2018 Festival Recife do Teatro Nacional e encerrando aFeira do Livro de Rio do Sul que contou com a participação do autor MarcelinoFreire(SP) e Agatha Duarte(RJ). Com a versão leitura encenada do trabalhocirculou quatro cidades do interior de Pernambuco (Vitória, Bezerros, Goiana,Escada e Bonito), além de diversas apresentações em unidades do InstitutoFederal Catarinense, Biblioteca Nereu Ramos, feiras literárias de PresidenteGetúlio/SC e Pouso Redondo/SC. Participa como ator convidado da Cia deTeatro da Fundação Cultural de Rio do Sul no espetáculo O Auto daCompadecida.

Ministra a contação-oficina Conta pra mim? Por onde a criatividadeescapa baseado no texto A Lenda do Rio Bernunça de sua autoria e oficina deteatro Brincantes. Participou do espetáculo Balé Ralé da Cia Teatro deExtremos/RJ, texto de Marcelino Freire e direção de Fabiano Freitas, queesteve em cartaz no ano de 2018 no SESC Copacabana/RJ e SESCIpiranga/SP. Participou ainda de diversas montagens como Maia – A Lenda daMenina Água (Trupe do Experimento); Cidade das Donzelas (Troupp PasD’Argent); Sopro e Nossos Espaços Vazios (Núcleo de Pesquisa Corporal emDança para Atores); dentre outros. Em cinema, participou dos curtas AquiDentro dirigido por Gabriel Garcia (SC) e da websérie policial Sob Evidênciasdo Coletivo Alô Produção(SC). Também foi elenco do curta Mais Uma Noite, daUFF e Rei de Mim da produtora Melé. Fez parte do elenco da websérie BemAventurados da Fundação Cesgranrio, disponível no canal do youtube. Na TV,participou das novelas Além do Horizonte, Salve Jorge, Velho Chico, A Lei doAmor, Malhação, Rock Story, Segundo Sol e da série Justiça da Rede Globo; ORico e Lázaro, Belaventura e Jesus da Rede Record.Compôs o elenco da 2a Oficina de Atores para TV e Cinema da FundaçãoCesgranrio.

“O Gigante Adamastor” na Mário de Andrade

Baseado no Canto V de Os Lusíadas, de Luiz Vaz de Camões, o espetáculo O Gigante Adamastor reestreia dia 1º de março, domingo, às 11 horas, no auditório da Biblioteca Mário de Andrade, com ingressos gratuitos.  A temporada vai até dia 29 de março. A peça ganhou o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem Premiado , na categoria Melhor Iluminação (Robson Lima), e foi eleita uma das melhores de 2018 pelo Guia da Folha.

A peça conta a história de Pedro e seu irmão caçula Zito, moradores de uma cidade praiana que recebe um circo misterioso. Com a chegada da trupe e o sumiço de Pedro, Zito terá de desvendar grandes mistérios e enfrentar seres mitológicos nesse circo mágico. Em cena, os atores trocam de personagens para contar a história de um gigante que cai de amores por uma delicada ninfa que o rejeita. O sofrimento do grandalhão faz com que ele sopre sobre o mar, gerando ondas enormes no cabo das tormentas onde navios acabam naufragando. A encenação, segundo o diretor Roberto Morettho, não é realista.

Os atores fazem às vezes de narradores, personagens e ainda manipulam bonecos. Os papeis também não são fixos e nem dependem dos gêneros dos intérpretes –  o ator Wilson Saraiva também interpreta mulheres e as atrizes Diane Boda e Samira Pissinatto, homens. “A ideia de criar uma peça a partir do personagem do Gigante Adamastor, da obra de Camões, originalmente foi do Roberto Morettho (diretor) e dos artistas da companhia O Grito”, diz Heloisa Prieto, que assina o texto com os demais membros da cia.

Coxia aberta

 

“A coxia é aberta para que o público veja o que está sendo preparado para as próximas cenas. Longe do naturalismo ou do realismo, a peça encara o teatro como um jogo que vai sendo compartilhado com a plateia”, diz Roberto. A adaptação é do Canto V do livro Os Lusíadas (a maior obra portuguesa de todos os tempos), um poema épico sobre o período das Grandes Navegações. O Gigante Adamastor é uma figura simbólica criada pelo poeta para retratar os perigos e desafios enfrentados pelas embarcações portuguesas quando passavam perto do Cabo das Tormentas (também conhecido como Cabo da Boa Esperança), região localizada no extremo sul do continente africano.

Heloísa Prieto propôs uma sub-narrativa em que dois adolescentes e uma criança vivenciam uma situação parecida com a proposta pelo Canto V de Os Lusíadas. Os figurinos não correspondem ao gênero masculino ou feminino, o que contribui mais para a versatilidade dos artistas em seus diferentes papeis. A trilha sonora, baseada nos versos de Camões, acompanha o clima de todo o espetáculo, escapando do realismo e apostando nas sensações trazidas pelo livro do autor português. “Criamos uma trilha mais psicodélica e onírica”, conclui Roberto.

Críticas –

Nas palavras de Dib Carneiro Neto: “[…]é uma encenação vertiginosa, que não nos dá fôlego, e, ao final, não saímos cansados, saímos querendo mais.” (jornalista, crítico teatral e jurado do Prêmio APCA).

De acordo com Mônica Rodrigues da Costa: “…A música reforça o lirismo e inclui cantos belos, como o do início: O mar é casado/ O mar também tem mulher/ É casado com a areia/ Dá-lhe mil beijos quando quer…

(jornalista, especializada em criança, da Folha de S.Paulo, crítica teatral e jurada do Prêmio APCA)

Sinopse


Zito é irmão caçula de Pedro e o segue pela cidade toda, essa parceria fica em risco com a chegada de um circo misterioso na cidade e o sumiço do irmão mais velho. Para ter seu irmão de volta, Zito terá que desvendar grandes mistérios e enfrentar seres mitológicos nesse circo mágico.

 

Ficha Técnica

 

Direção e Encenação: Roberto Morettho. Dramaturgia: Cia O Grito, Inspirada no original de Heloisa Prieto. Elenco: Diane Boda, Samira Pissinatto e Wilson Saraiva. Direção Musical e Trilha Sonora: Maurício Maas. Assistência de Direção: Wilson Saraiva.  Participação Especial nas Trilhas: Manoela Amaral. Operação de Som: Roberto Morettho. Vozes dos Poemas: Julia Irajá e Matheus Manfrim. Iluminação: Robson Lima. Operação de luz: Tote Justino. Versão Musicada do poema Adamastor: Manoela Amaral. Coordenação de Cenário, Figurinos e Adereços: Telumi Hellen. Assistentes de Cenografia: Angeli Cristie, So Ra Lee e Gabriela Gatti. Oficina de Jogos e Brincadeiras Populares: Mestre Tião Carvalho (Grupo Cupuaçu). Confecção de Livro: Clau Carmo (Cenógrafo/Figurinista Convidado). Confecção de Bonecos das Personagens: Camila Olivetti, Paula Rosa. Assistente de adereços: Larissa Santos. Costura: Salete André Silva. Produção Geral: Wilson Saraiva. Produção Artística: Companhia O Grito. Fotos: Felipe Oliveira.

Serviço

 

O Gigante Adamastor. Reestreia: Dia 1º de março, domingo, às 11 horas. Local: Auditório Rubens Borba de Morais da Biblioteca Mário de Andrade. Rua da Consolação, 94 – República. Tel. (11) 3775-0020. Temporada: De 1º a 29 de março. Horário: Domingo, às 11horas. Ingressos grátis, senhas distribuída uma hora antes do início do espetáculo. Classificação: Livre. (indicada para crianças a partir de 6 anos). Duração: 50 minutos. Acesso para portadores de necessidades especiais. Capacidade: 175 lugares. Informações para a imprensa e fotos: Opera Prima Cultural / (11) 2157-3817 / 98303 18 17 – Com Vitor – info@operaprima.art.br

Dragão7 estreia O Portal Encantado, teatro para bebês, no Teatro das Artes

O Grupo Dragão7 de Teatro estreia no dia 7 de março (sábado, às 11 horas) o espetáculo de bonecos para bebês O Portal Encantado, no Teatro das Artes, com direção de Creuza F Borges.

Com enredo sensorial e lúdico, O Portal Encantado apresenta a criação do universo a partir do átomo e suas combinações, dando origem à matéria. A viagem passa pelo surgimento das estrelas, das galáxias, dos planetas, da Terra, dos continentes, das florestas.

Explorando os efeitos de luzes e de cores, a encenação chega à Floresta Amazônica, trazendo para os pequeninos a exuberância de sua fauna e flora, apresentando-lhes o índio, além de mitos, lendas e seres da Amazônica: o boto, o curupira, o canto do uirapuru, a arara azul e a boiuna (cobra grande).

O roteiro foi desenvolvido conjuntamente por Sérgio Portela, Creuza F Borges e pelas atrizes manipuladoras Mônica Negro e Marisa Mainarte. Às falas coube somente o papel necessário, a exemplo do jogo com sinônimos de palavras ou coisas na língua tupi-guarani. No espetáculo predominam o visual, as sensações e o encantamento dos bonecos, criados por Lucas Luciano.

O Dragão7 de Teatro é uma companhia que atua, desde 1988, tendo em seu repertório várias montagens, adultas e infantis, que já foram apresentadas em palcos nacionais e internacionais. Atualmente, com O Portal Encantado, investe nessa nova linguagem, que vem sendo explorada em vários países: o teatro para bebês de seis meses a quatro anos de idade. Em novembro de 2019, aconteceram quatro sessões muito bem sucedidas no Teatro Sérgio Cardoso, estimulando o grupo a colocar o espetáculo em cartaz.

Ficha TécnicaIdeia original e direção: Creuza F Borges. Assistência de direção e direção de bonecos: Aílton Rosa. Concepção e roteiro: Mônica Negro, Marisa Mainarte, Sérgio Portela, Creuza F Borges. Elenco: Mônica Negro e Marisa Mainarte. Direção de movimento: Júnior Lima. Criação cenográfica: Lucas Luciano e Sérgio Portella. Produção de bonecos e adereços: Direção – Lucas Luciano; equipe – Tetê Ribeiro, Vivian Oliveira, Silas Caria, Sidnei Caria e Aílton Rosa. Design de luz: César Pivetti. Trilha e operação de som: Carlos Henrique. Operação de luz: Sérgio Portella. Fotos: Ailton Rosa. Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicação.

Produção e realização: Dragão7 – Produções Artísticas.

Serviço

Teatro para bebês: O Portal Encantado

Estreia: 7 de março, sábado, às 11h

Temporada: 7 a 28 de março de 2020, sábados, às 11h

Ingresso: R$ 70,00 (meia-entrada: R$ 35,00) – Combo com 4 ingressos: 200,00

Duração: 35 min. Indicação de idade: 6 meses a 5 anos. Capacidade: 144 lugares.

www.dragao7.com.br | Facebook: @GrupoDragao7.

Ingressos online: https://www.sympla.com.br/. Reservas: 11 97012-7966

Teatro das Artes – Shopping Eldorado

Av. Rebouças, 3970 – 3º Piso – Pinheiros. São Paulo/SP

Telefone: (11) 3034-0075. Capacidade: 769 lugares.

http://teatrodasartessp.com.br/

O Meu Sangue Ferve Por Você

Embalado por clássicos do cancioneiro brega, como “Alma Gêmea”, “Sandra Rosa Madalena”, “Garçom”, “Escrito nas Estrelas”,  “Você Não Vale Nada, Mas Eu Gosto De Você” e “Evidências”, o espirituoso espetáculo O Meu Sangue Ferve Por Você faz turnê comemorativa de seus 10 anos de vida, a partir do dia 28 de fevereiro, no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea. Com roteiro de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Tony Lucchesi, a comédia conquistou público e crítica, e lotou os teatros por onde passou, ao contar a história de um quadrilátero amoroso que vive intensamente as alegrias e as dores do amor.

 

Em cena, os atores Ana Baird, Cristiana Pompeo, Pedro Henrique Lopes e Victor Maia (os mesmos da montagem original) dão vida a quatro personagens: a mocinha virgem, o canalha, a mulher da vida e o bom moço rejeitado, que cantam as alegrias e dores de viver um amor intensamente. Com o espírito das grandes chanchadas, a trama acompanha a inocente Creuza Paula e o cafajeste Elivandro, que vivem uma relação tranquila até a chegada do ex-namorado da moça, Fernando Sidnelson, que vai se meter na vida do casal. A amante de Elivandro, Sandra Rosa Madalena, completa o quarteto que vai passar por momentos românticos, desentendimentos e reconciliações. Uma mistura que faz o público torcer pelo canalha, ter raiva da mocinha e chorar de rir do início ao fim.

Na montagem comemorativa, o repertório, que tem acompanhamento de músicos em cena, foi atualizado pelo autor Pedro Henrique Lopes, colocando outros sucessos consagrados e, também, músicas mais atuais. “A gente tentava brincar só com as músicas do passado, mas as pessoas não se cansam de sofrer por amor e cantar sobre isso, então tivemos que atualizar o roteiro. E tem coisa mais brega e mais atual que dor de cotovelo?”, questiona.

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

TIJOLINHO:

O Meu Sangue Ferve por Você. Comédia Musical. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Tony Lucchesi. Com Ana Baird, Cristiana Pompeo, Pedro Henrique Lopes e Victor Maia. A história de um quarteto amoroso é contada a partir de clássicos do cancioneiro brega (1h20) Teatro Clara Nunes. Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Gávea – Rio de Janeiro – RJ. Tel.: (21) 2274-9696. 6ª e sáb., às 21h, e Dom., às 20h. Sextas: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada) | Sábados e Domingos: R$ 80 e R$ 40 (meia-entrada). Livre. Capacidade: 743 lugares. De 28/02 a 22/03.

Ficha técnica:

 

Texto: Pedro Henrique Lopes

Narrações: Cristiana Pompeo

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Tony Lucchesi

Elenco: Ana Baird (Sandra Rosa Madalena), Cristiana Pompeo (Creuza Paula), Pedro Henrique Lopes (Elivandro) e Victor Maia (Fernando Sidnelson).

Design de Luz: Pedro Henrique Lopes e Lúcio Bragança Junior

Design de Som: Leonardo Carneiro e Bernardo Nadal

Cenário: Clivia Cohen

Figurinos: Clivia Cohen, Ana Baird e Cristiana Pompeo

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção e Realização: ENTRE Entretenimento

Serviço:

O Meu Sangue Ferve por Você

Temporada: de 28 de fevereiro a 22 de março

Teatro Clara Nunes: Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Shopping da Gávea – Rio de Janeiro – RJ.

Telefone: (21) 2274-9696

Dias e horários: Sextas e sábados, 21h; domingos, 20h

Ingressos: Sextas: R$ 80 e R$ 40 (meia-entrada) | Sábados e Domingos: R$ 100 e R$ 50 (meia-entrada)

Lotação: 743 pessoas

Duração: 80 minutos

Classificação: Livre

Funcionamento da Bilheteria: Todos os dias, de 13h às 21h.

Roda do Lampra no Espaço Jockey

Artista que já se apresentou ao lado de ninguém menos que Amy Winehouse e fez parcerias de sucesso com Mart’nália, Rodrigo Lampreia está de volta com a Roda do Lampra, abrindo o carnaval 2020. No dia 21 de fevereiro, sexta-feira, Lampreia levará para o Espaço Joquey, na Gávea, toda a animação e energia características das suas performances, com repertório eclético que inclui clássicos do samba, da MPB, do pop, do sertanejo e do axé, fechando com versões dos funks mais queridos, em ritmo de pagode. É verão, é carnaval, é para ninguém ficar parado e cantar junto.

Para a noite fechar a noite com astral ainda mais elevado, a edição especial da Roda do Lampra se uniu ao baile do DJ João Brasil, responsável por hits como “Michael Douglas (#NuncaMaisEuVouDormir)”, cujo vídeo já ultrapassa 15 milhões de visualizações no YouTube. O DJ já se apresentou para mais de 2 milhões de pessoas no réveillon da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, e foi o responsável pela trilha sonora da queima de fogos por três anos consecutivos deste, que é o maior réveillon do mundo.

Cantor e compositor, Rodrigo Lampreia se lançou em carreira solo em 2014, depois de ter rodado o Brasil com o projeto “Benditos”, ao lado do parceiro Beto Landau, com quem fundou o bloco Samba de Santa Clara. Já em carreira independente, Lampreia lotou festas no Rio e São Paulo com o seu ‘Sambinha”, festa com roda de samba comandada por ele, além ter feito shows em eventos por cidades como São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Maceió, Natal, Teresina, entre outros.

Em 2015, estreou sua discografia com o single “Lá vai um selfie” em parceria com Gabriel Moura e, logo depois, lançou “Saudade”(Rodrigo Lampreia), que confirmou seu talento como compositor. No fim de 2016, assinou contrato com a gravadora Sony Music para lançar seu primeiro EP, e em janeiro de 2019, também pela Sony Music, lançou “RL Ao vivo no mato”, com regravações modernas de pagodes românticos e músicas inéditas. O sucesso do álbum o inspirou a criar a sua nova roda de samba, a Roda do Lampra, que já realizou mais de 10 edições esgotadas entre Rio e São Paulo.

Para a nova edição, Lampreia vai interpretar clássicos do pagode romântico dos anos 90 como “Essa tal liberdade”(SPC), hits do pagode atual como “Cerveja de garrafa” (Atitude 67) e “Péssimo Negócio” (Dilsinho), sambas de raiz como “Conselho” (Almir Guineto), músicas próprias como “Chega mais” e “Carol ou Clarice”, que foi gravada por Mart’nália, hits internacionais surpresas, entre muitos outros.

Além do set do DJ João Brasil, o evento contará ainda com os DJs Camilla Brunetta, RV, Thai e Gagau Dieckmann.

Serviço

Data: 21/02 (sexta-feira)

Horário: 21h

Local: Espaço Jockey (Praça Santos Dumont, 31 – Gávea, Rio de Janeiro)

Canal de venda (exclusivo): Ingresse (https://www.ingresse.com/roda-do-lampra-de-carnaval)

Valores:

1º lote – R$70;

2o lote – R$80 reais

3o lote – R$90 reais

Line Up:

Rodrigo Lampreia com samba e pagode na Roda do Lampra;

J Brasil com o setlist de funk do Baile Brasil;

Camilla Brunetta;

DJ RV;

DJ Thai;

Gagau Dieckmann;

Carnaholic na Sociedade Hípica Brasileira

Nem só de Sapucaí e bloco de rua vive o Carnaval no Rio. A temporada recebe também eventos comemorativos que animam ainda mais a folia carioca. Com uma programação plural, que pretende agradar todos os gostos musicais, o Carnaholic reúne festas hypadas e atrações de destaque na cena artística nacional, entre os dias 22 e 29 de fevereiro, na Sociedade Hípica Brasileira. Essa será a primeira edição do evento, que tem idealização da Fábrica, Emociona, Privilège Brasil, Entourage e Vibra.

A abertura acontece no dia 21, sexta-feira, com show do grupo BaianaSystem, um dos maiores fenômenos da música baiana de todos os tempos, com a festa BrZZil, dos DJs Zeh Pretim e Zedoroque. No sábado, 22, é a vez do Bloco do Silva, projeto que nasceu em 2019, a partir da vontade do cantor de interpretar o repertório de Carnaval dos anos 90, o primeiro da sua geração, que vai animar a noite com convidados especiais. O dia 23, domingo, será dedicado ao funk, e vai trazer show de Kevin o Chris com Mc Rebecca, DJ Zullu e a festa Errejota.

A segunda, dia 24, será de muita cor e brilho, com a festa  SubaJovem e o Baile da Purpurina, além de show do rapper Baco Exu do Blues, autor de sucessos como “Te amo disgraça”. Já a terça, feriado de Carnaval, vai trazer o badalado Baile da Favorita, com apresentações das cantoras Ludmilla e Pocah, a MC Pocahontas.

Passada a quarta de cinzas, o evento retorna para o pós-Carnaval no dia 28, sexta, com Privilège convida Chemical Dogz, projeto que une as duplas Chemical Surf e Dubdogz. E fechando a programação, no dia 29, sábado, o Carnaholic traz ao Rio todo tempero baiano com a festa Oxente e o grupo Harmonia do Samba.

Serviço – Carnaholic

Local: Sociedade Hípica Brasileira (Av. Borges de Medeiros, 2448. Lagoa – Rio de Janeiro

Datas: 21, 22, 23, 24, 25, 28 e 29/02

Classificação: 18 anos

Ingressos: https://www.sympla.com.br/carnaholic

Programação:

21/02, 21h: BRZZIL | BaianaSystem | Zeh Pretim & Zedoroque

22/02, 21h: Bloco do Silva & convidados

23/02, 21h: Errejota | Kevin o Chris, Mc Rebecca e DJ Zullu

24/02, 18h: SubaJovem: Baile da Purpurina | Baco Exu do Blues

25/02, 21h: Baile da Favorita | Ludmilla & Pocah

28/02, 21h: Privilège convida Chemical Dogz

29/02, 16h: Festa Oxente c/ Harmonia do Samba

Baile de pré-Carnaval e muito mais na Lapa

Criado pela cantora Rosângela Si, o Palco Lapa 145 abre as portas com o intuito de ser uma casa dos artistas e seus movimentos no bairro mais boêmio do Rio de Janeiro, a Lapa. Com uma programação eclética, o casarão do final do século XIX está totalmente antenado com o nosso tempo, abraçando a diversidade e as manifestações artísticas em estado puro com festivais, shows, exposições, saraus, gastronomia, rodas de samba, rap e hip-hop e oficinas de cinema, dança e iniciação musical. “Somos a casa da diversidade e da cultura, sempre aberta a todos que queiram mostrar o seu talento e, é claro, para quem está ávido a curtir e descobrir a cena carioca das artes muito além do mainstream”, ressalta a fundadora.

Confira a programação da casa:

Quinta-feira, dia 13 de fevereiro, às 21h – Renata Braz e Trio 

A cantora Renata Braz e o trio de músicos formado por Leandro Rocha, Alexandre Alves e Ju Werneck apresentam releituras de clássicos e repertório autoral com muito samba, pop, forró, Axé e Bossa Nova. Renata Braz tem mais de 20 anos de carreira, com diversos festivais de música no currículo e atualmente participa do espetáculo “Bitucanto”, que homenageia a vida e obra de Milton Nascimento. O evento começa às 21h e a entrada é uma contribuição consciente.

Sexta-feira, dia 14 de fevereiro, às 20h – Pré-Carnaval: Joice Taciana recebe Rosana Araújo e convidados

Cantora e compositora, Joice Taciana integra a nova geração da MPB e, em pouco tempo de carreira, já conquistou admiradores ilustres, como Chico Buarque, Carlos Dafé, Jorge Aragão, maestro João Carlos Martins, Teresa Cristina, Monarco, Arlindo Cruz e Moacyr Luz, com o seu estilo único de interpretação, tanto do seu trabalho autoral quanto de clássicos da nossa música. Com a cantora Rosana Araújo e convidados especiais, Joice desfila o seu talento numa edição pré-carnaval repleta de clássicos do samba e das marchinha. Entre as participações, Wantuir Cardeal, Susanne Brandão e Alexandre Velloso. O fervo começa às 20h e a entrada é R$ 15.

Toda terça-feira, às 21h – Jam Latin Jazz Session

Jazz com tempero latino. Essa é a proposta da banda DS Grooves, liderada pelo saxofonista, clarinetista, compositor e arranjador uruguaio Daniel Santos. Com mais de 30 anos de carreira e participações em diversos projetos e Big Bands na América Latina, o artista apresentará com seu conjunto músicas autorais, clássicos fusionados com ritmos latinos e canções de expoentes como Paquito D’Rivera e Chucho Valdés. O evento começa às 21h e a entrada é uma contribuição consciente.

Toda quarta-feira, às 18h – Microfone aberto

Microfone Aberto é um sarau moderno que acontece todas as quartas, a partir das 18h, onde os artistas podem recitar suas poesias, cantar, apresentar monólogos, ler seus contos, manifestos, lançar novos trabalhos, em resumo, mostrar a sua arte, sem amarras nem mordaças. A entrada franca.

O Palco Lapa fica na Rua da Lapa, 145. Mais informações pelo telefone (21) 98231-0108 ou pelo site www.palcolapa145.com.br

“A Mente Capta” Peça de Mauro Rasi reestreia no Teatro Armando Gonzaga

Após o sucesso na Sede da Cia de Teatro Contemporâneo o espetáculo A Mente Capta, de Mauro Rasi, com direção de Bruno Seixas, realizará somente três apresentações no Teatro Armando Gonzaga, que pertence a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa/FUNARJ. para uma temporada popular.

 

Uma sala de terapia onde todos são atendidos ao mesmo tempo por uma doutora nada ortodoxa; essa é a premissa de “A Mente Capta”. O texto é de 1982, mas os problemas apresentados continuam atuais: carência afetiva, desprezo dos pais, dificuldades em relacionamentos; todos esses empecilhos são discutidos na minúscula sala onde a doutora Rosa Cruz (vivida por Leandro Austin) atende. Mas ao invés de recorrer a velhos conhecidos da psicanálise, como Freud e Jung, a especialista prefere  recorrer a métodos nada recomendáveis e até se refere a seus pacientes como “doidos”.

Sempre foi o desejo do diretor Bruno Seixas dirigir o texto. Ele foi assistente de direção em uma montagem da peça com  Regiana Antonini (autora de “Doidas e santas”), onde se inspirou em fazer a própria versão, com o incentivo de alunos da companhia, no final de 2018.  O processo reforçou o estudo do teatro físico, a qual Seixas, já está acostumado “-Sempre me inspirei muito na Regiana Atonini, com quem eu desenvolvi um trabalho de teatro físico baseado nas técnicas de Grotowsky”, pondera o diretor.

São 14 personagens se revezando no palco, e segundo Bruno Seixas, é uma peça da qual se pode assistir diversas vezes: “- Cada personagem tem seu momento, você pode ir um dia para ver um e no outro, prestar atenção em um diferente” conclui.  Ainda de acordo com o diretor, a criação da peça foi fruto de um trabalho coletivo entre os atores e a direção: “- Eles trouxeram as propostas, algumas eu gostei, outras não, fui selecionando e fomos criando juntos” finaliza.

Sobre o diretor

 

Bruno Seixas e ator e diretor, formado pela Cia de Teatro Contemporâneo, além de ter passagens pela CAL e Tablado. Participou de mais de 50 peças, além de ter atuado em novelas da Globo e Record além de séries no canal Multishow. Ganhou o prêmio de melhor ator no CINEFEST universitário 2016.

Sobre o autor

Mauro Rasi foi um dramaturgo paulista de grande sucesso, principalmente nos anos 80, escrevendo sucessos como “Batalha de arroz em um ringue para dois” e “A estrela do lar” (estrelado por Marieta Severo). Nos anos 90, se dedicou à crônicas e textos para jornais de grande circulação, como “O Globo”. Morre em 2003, vítima de um câncer de pulmão.

Ficha técnica

Direção: Bruno Seixas

Elenco: Aline Fernandes, Arthur Pimenta, Beatriz Lima, Bianca Fassano, Carolina Marques, Claudia Aragão, Elison Gruszka, João de Carvalho, Leandro Austin, Luiz Felipe Martins, Margot Quintão,  Thalita Rocha, Victor Gomes

Iluminação: Rúbia Vieira

Trilha sonora: Raphael Piquet

Cenário: Cláudia Aragão

Figurinos: Maru Serpa

Design Gráfico: Matheus Nicolau

Assessoria de Imprensa: Júlio Luz

Produção: Duas Encena Produções Artísticas, Margot Quintão, Thalita Rocha

Produção executiva: Beatriz Lima

Serviço – Únicas Apresentações

Teatro Armando Gonzaga

Av. Gen. Osvaldo Cordeiro de Farias, 511 – Mal. Hermes –RJ.

Informações: (21) 23321040

Período 14,15 e 16 de fevereiro de 2020.

Duração: 80 minutos

Capacidade: 210 lugares

Classificação etária: 14 anos

Valores:  R$ 40,00

‘Diário de Pilar na Grécia’ pela primeira vez em Niterói

Há mais de um ano em cartaz e visto por cerca de 30 mil pessoas, o espetáculo infantil “Diário de Pilar na Grécia”, adaptação do livro homônimo de Flavia Lins e Silva (autora da série “D.P.A. – Detetives do Prédio Azul”), terá duas únicas apresentações na cidade de Niterói dias 15 e 16 de fevereiro, às 16h, no projeto “Verão no Popular”, no Teatro Popular Oscar Niemeyer. É a primeira vez que o espetáculo se apresenta fora da cidade do Rio de Janeiro, devido a inúmeros pedidos.

 

A peça recebeu os prêmios de Melhor Espetáculo, Melhor Texto Adaptado, Melhor Atriz e Melhor Ator do CBTIJ (Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude). E de Melhor Espetáculo, Melhor Atriz e Melhor Ator do Botequim Cultural, além de diversas outras indicações. “Diário de Pilar na Grécia” também marca a comemoração dos 25 anos de carreira da atriz Miriam Freeland, protagonista da delicada e divertida história que fascina crianças, adolescentes e adultos, com um passeio pela mitologia grega.

 

–  É a primeira vez que nos apresentamos em Niterói. Nas outras temporadas, recebemos um grande público niteroiense e estamos muito felizes por levar o espetáculo à cidade – diz Miriam Freeland.

 

Com ares de superprodução, “Diário de Pilar na Grécia” é a primeira realização de um projeto infanto-juvenil da Movimento Carioca, produtora do casal de atores Miriam Freeland e Roberto Bomtempo e tem co-produção da Constelar, produtora de Tatianna Trinxet.

 

O espetáculo conta a história de Pilar, uma menina muito esperta e bem-humorada, que ao lado do seu gato Samba e do grande amigo Breno, embarca numa incrível aventura em busca do seu avô na Grécia. Pelo caminho, eles descobrem alguns dos maiores mistérios da vida e do fascinante mundo da mitologia grega, repleto de deuses e heróis, fazem vários novos amigos e vivem aventuras imperdíveis.

 

Diversas temáticas do mundo infanto-juvenil são abordadas de forma sensível e divertida na adaptação de Symone Strobel, que também dirige a peça.

 

– O objetivo é incentivar o encontro da família! Queremos que os pais voltem a usufruir do ato de ir ao teatro ao lado de seus filhos e que o espetáculo seja desfrutado com humor e emoção por todas as gerações – afirma Miriam.

 

O elenco conta com o ator e diretor Roberto Bomtempo interpretando o avô da Pilar e com nomes conhecidos do Teatro Infantil carioca, crias da tradicional escola O Tablado, fundada por Maria Clara Machado e celeiro de premiadas montagens do gênero: Viviana Rocha, Leandro Baumgratz, Alexandre Mofati, Ana Amélia Vieira, Pedro Monteiro e Symone Strobel, que também atua como a mãe da protagonista.

 

– Escolher fazer uma adaptação dessa obra de Flavia Lins e Silva é acreditar que estamos contribuindo para o crescimento de uma personagem literária infantil no imaginário de uma geração que já consome o D.P.A. É colocar o livro no palco, no foco, dando ainda mais brilho à obra – diz Roberto Bomtempo.

Livro já vendeu mais de 600 mil cópias pelo mundo

 

Lido e recomendado em diversas escolas do Brasil, o selo literário “DIÁRIO DE PILAR”, da autora Flavia Lins e Silva, já atingiu a marca de 600 mil leitores, em nove edições publicadas, sendo traduzido para países como Alemanha, França, México, Argentina, Polônia e China. A autora também é responsável pelo maior sucesso infantil brasileiro dos últimos anos, “D.P.A. – Detetives do Prédio Azul”, que arrastou para o cinema mais de 2,5 milhões de espectadores e está na sua 14ª temporada, no canal Gloob.

 

A série “Diário de Pilar” também se tornou desenho animado, que será lançado em fevereiro de 2020 com as vozes de Danielle Suzuki, Thiago Lacerda e Mel Lisboa, em toda a América Latina pelo canal Nat Geo Kids.

 

– “Diário de Pilar na Grécia” é uma comédia infanto-juvenil feita para toda a família que, de maneira leve e divertida, revela histórias e curiosidades sobre o berço da civilização, a partir da ótica dos deuses, valorizando a amizade, o companheirismo e a coragem. Com texto ágil, inteligente e delicado, a história narra as peripécias de nossa protagonista com seus amigos numa viagem inesquecível – ressalta Tatianna Trinxet, co-produtora da montagem.

 

SINOPSE:

Pilar é uma menina muito esperta e bem-humorada. Ela mora com a mãe e o avô Pedro. Não conheceu o próprio pai, que “misteriosamente” saiu de sua vida, antes mesmo dela nascer. Um dia seu avô parte para uma viagem rumo à Grécia, e ela morrendo de saudades, resolve viajar também. Mas logo depois recebe a notícia de que seu avô não voltará mais de lá… Inconformada e decidida, Pilar encontra um presente deixado por ele: uma rede mágica que pode levá-la a qualquer lugar que desejar. Junto com o gato Samba e o seu grande amigo Breno, Pilar embarca em busca do avô, e descobre alguns dos maiores mistérios da vida e o fascinante mundo da mitologia grega, repleto de deuses e heróis.

 

FICHA TÉCNICA:

Baseado no livro de: Flavia Lins e Silva

Idealização: Miriam Freeland

Direção e Adaptação: Symone Strobel

Elenco: Miriam Freeland, Roberto Bomtempo, Viviana Rocha, Leandro Baumgratz, Alexandre Mofati, Ana Amélia Vieira, Pedro Monteiro e Symone Strobel.

Direção de movimento: Paula Águas

Direção musical e Canções originais: Kleiton & Kledir

Desenho de Luz: Felipe Lourenço

Cenário: Natália Lana

Figurino: Bruno Perlatto

Adereços: Alexandre Guimarães

Adereços especiais (Asa do Pégaso e Peixes): Ricardo Denyz

Visagismo: Sid Andrade

Produção: Miriam Freeland e Tatianna Trinxet

Redes sociais: Prisma

Co-Produção: Constelar, Arte, Diversão e Cultura

Realização: Movimento Carioca Produções Artísticas

 

SERVIÇO:

“Diário de Pilar na Grécia”

Únicas apresentações

Data: 15 e 16 de fevereiro de 2020

Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer

Endereço: R. Jorn. Rogério Coelho Neto, s/n – Centro, Niterói – RJ.

Telefone: (21) 2620-6101

Horário: 16h – Sábado e domingo

Preços: R$20, (inteira) R$10, (meia)

Classificação Indicativa: Livre

Orquestra Sinfônica Brasileira comemora 80 anos em 2020

Em 2020, uma das orquestras mais tradicionais do país, cuja história se confunde com a história da música de concerto brasileira, comemorará 80 anos de existência. E para celebrar tamanha longevidade, a Temporada 2020 da Orquestra Sinfônica Brasileira levará ao público uma série de concertos que destacarão a música brasileira e os artistas nacionais. O repertório clássico, os 250 anos de nascimento de Ludwig van Beethoven e a música popular nacional e internacional também terão espaço na programação. O primeiro concerto da Temporada 2020 será no dia 16 de fevereiro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

O Brasil é o país escolhido para abrir a Série Mundo e a Temporada 2020. Sob a regência do maestro Neil Thomson, a OSB interpretará obras de célebres compositores nacionais. A noite de abertura terá início com a Abertura da ópera “O Guarani”, de Carlos Gomes. Na sequência, “Bachianas nº 9”, de Heitor Villa-Lobos. “Brasiliana”, de Claudio Santoro é a primeira obra a ser apresentada depois do intervalo, enquanto a “Sinfonia”, de Alberto Nepomuceno, fecha o programa.

Para viabilizar suas atividades, a Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem a NTS – Nova Transportadora do Sudeste – como mantenedora, a Vale como patrocinadora master e Brookfield, Eneva e Itaú-Unibanco como patrocinadores, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.

PROGRAMA:

Carlos Gomes – O Guarani (Abertura)

Heitor Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras nº 9

Claudio Santoro – Brasiliana

Alberto Nepomuceno – Sinfonia

SERVIÇO:

Orquestra Sinfônica Brasileira | Série Mundo – Brasil

Dia 16 de fevereiro (domingo), às 17h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro (RJ)

Ingressos:

Frisa/Camarote: R$ 100 (R$50 meia)

Balcão Nobre: R$ 100 (R$ 50 meia)

Balcão Superior: R$ 50 (R$ 25 meia)

Balcão Superior Lateral: R$ 40 (R$20 meia)

Galeria Central: R$ 30 (R$ 15 meia)

Galeria Lateral: R$ 20 (R$ 10 meia)

(Ingressos à venda na bilheteria do TMRJ e no site Ingresso Rápido)

 

TEMPORADA 2020 | 80 ANOS

Responsável por revelar talentos como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Menezes e pioneira na criação de projetos de democratização da música de concerto, como o Aquarius e os Concertos da Juventude, a OSB chega aos 80 com fôlego para levar ao público uma temporada especial e comemorativa, com destaque para a música brasileira e os artistas nacionais, tendo sua própria história como fio condutor da programação. “Idealizamos uma temporada em que a própria Orquestra Sinfônica Brasileira é a protagonista. Ao longo do ano, levaremos ao palco um pouco dessas oito décadas, seja com músicos convidados cujas carreiras têm estreita relação com a OSB, seja com programas compostos por obras que estiveram presentes em concertos históricos” – adianta a diretora geral da FOSB, Ana Flávia Cabral Souza Leite. Os concertos serão divididos em cinco séries temáticas.

A SÉRIE MUNDO homenageará um total de oito países e terá início com o grande mote da temporada: o Brasil. No dia 16 de fevereiro, a OSB abre os trabalhos com o concerto Série Mundo Brasil, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com regência do maestro Neil Thomson, a orquestra levará ao palco obras de Carlos Gomes, Heitor Villa-Lobos, Claudio Santoro e Alberto Nepomuceno. Realizada em parceria com embaixadas e consulados, a Série Mundo explorará, ao longo de 2020, as riquezas musicais de Áustria e Hungria, México, Azerbaijão, França, Noruega, Turquia e Canadá.

Com curadoria do compositor Antônio Ribeiro, compartilhada com a Comissão Artística da OSB, a SÉRIE CLÁSSICA BRASILEIRA apresentará dez concertos, que terão em seus programas obras que marcaram os 80 anos da Orquestra Sinfônica Brasileira e peças de compositores de destaque na história da música sinfônica nacional desde Carlos Gomes, Heitor Villa-Lobos, Camargo Guarnieri, Lorenzo Fernandez e Francisco Mignone até artistas contemporâneos como Ernani Aguiar, Marco Pereira, Edino Krieger e João Guilherme Ripper. O repertório da série conta também com obras de compositores estrangeiros do período clássico. “É uma maneira de homenagearmos a OSB, os compositores brasileiros e o período em que se consolidou a formação da orquestra como a concebemos hoje” – explica o curador.

Abrindo o ciclo, no dia 10 de março, a OSB apresentará, sob a regência do paulistano Guilherme Mannis, o “Concerto para Cordas e Percussão”, de Camargo Guarnieri, a “Sinfonia nº 25” de Mozart e a “Suíte nº 2” de Villa-Lobos. O programa do dia 26 de março, que terá regência da brasiliense Simone Menezes, é um exemplo de resgate de uma peça importante na história da OSB. Nesse dia, Fabio Martino executará o “Concerto para Piano nº 2”, de Guarnieri, cuja estreia ocorreu com Eudóxia de Barros e a Orquestra Sinfônica Brasileira, sob a regência do próprio compositor. No repertório da noite estão, ainda, “Canto do Tabajara”, do maestro José Siqueira – fundador da OSB -, e “Sinfonia Popular”, de Radamés Gnatalli.

No dia 8 de julho, o regente Miguel Campos Neto estará no comando da orquestra, que executará “Saudades de Belém” e “Amazônia – Concerto para Tímpanos e Orquestra”, de Pierre Thilloy; “Concerto Amazônico”, de Dimitri Cervo, “Saudades do Brasil”, de Darius Milhaud e, encerrando a noite, “Sinfonietta nº 1”, de Villa-Lobos. Carlos Gomes e sua “Alvorada” abrem o quarto concerto da Série Clássica Brasileira, dia 14 de julho, seguidos por “Sinfonia nº 94 – Surpresa”, de Haydn. “Sinfonietta Seconda”, de Ernani Aguiar (que completa 70 anos em 2020), fecha o programa.

O violinista italiano Domenico Nordio é o solista convidado dos concertos de 5 e 6 de setembro, sendo a segunda data em formato de Concerto da Juventude – didático a preço popular. Tobias Volkmann será o regente das duas apresentações. Quatro peças do paulistano Marco Pereira compõem os programas dos dias 31 de outubro e 1º de novembro: “Abertura Brincantes”, “Círculo dos Amantes” e “Concerto Calunga” – ambos para violão e orquestra, tendo Eduardo Isaac como solista – e “Lendas Amazônicas”, que contará com a participação do Duo Siqueira Lima. O próprio compositor estará à frente da orquestra nas duas datas.

A “Suíte para Orquestra de Cordas”, do decano da música de concerto brasileira Edino Krieger, abrirá a última apresentação da série. “Contrasting surfaces: Montains and Sea”, de João Guilherme Ripper, dá sequência ao programa, que conta, ainda, com “26 variações sobre ‘Folia de Espanha’”, do italiano Antônio Salieri, “Congada” (da ópera “O contador de diamantes”), de Francisco Mignone, e “Batuque – Dança de Negros” (da suíte “Reisado do Pastoreio”), de Lorenzo Fernandez.

“Nossa ideia foi mesclar obras muito conhecidas de nossos grandes compositores, como a ‘Alvorada’, de Carlos Gomes, com peças pouco executadas, porém igualmente fantásticas, como a ‘Suíte nº 2’ de Villa-Lobos e ‘Constrasting Surfaces: Montains and Sea’, do Ripper” – esclarece Antônio Ribeiro.

Em homenagem aos 250 anos de nascimento do compositor mais executado na história da OSB, a SÉRIE BEETHOVEN terá cinco concertos, todos sob a batuta de Roberto Tibiriçá, responsável também pela curadoria do ciclo. “A escolha do repertório teve como objetivo traçar um panorama da obra desse gênio, jogando luz sobre talentos da música brasileira. Linda Bustani, Lilian Barretto, Daniel Guedes, Cristian Budu e Rosana Lamosa são alguns dos nomes que teremos como solistas convidados, e todos eles têm suas carreiras intimamente ligadas à Orquestra Sinfônica Brasileira” – explica o maestro.

Linda Bustani, que na infância venceu o Concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica Brasileira e, desde então, é frequente colaboradora da OSB, é a convidada do primeiro concerto da série, dia 30 de abril, e executará o “Concerto para Piano nº 3”. No programa estarão ainda a abertura “Leonora nº 3” e a “Sinfonia nº 3 – Eroica”. Na apresentação seguinte, dia 26 de maio, o expoente Leonardo Hilsdorf subirá ao palco para, junto com a OSB, interpretar o “Concerto para Piano nº 4”. A abertura “Egmont” e a “Sinfonia nº 6 – Pastoral” completam o repertório.

Um dos nomes mais destacados da cena pianística atual, Cristian Budu apresentará, no dia 24 de junho, o “Concerto para Piano nº 5 – Imperador”. Na mesma noite o público poderá ouvir a abertura “As Criaturas de Prometeu” e o “Concerto para Violino”, considerado um dos concertos mais belos e difíceis já escritos, interpretado pelo carioca Daniel Guedes, que já foi spalla da OSB. O “Concerto Tríplice para Piano, Violino e Violoncelo”, com Lilian Barretto, Koh Kameda e Matias de Oliveira, ganhará o palco no dia 30 de julho, em concerto cujo programa contará também com a abertura “Coriolano” e a “Sinfonia nº 7”.

Fecha a Série Beethoven um dos concertos mais importantes da Temporada 2020. No dia 17 de agosto, dia do aniversário de 80 anos da OSB, a orquestra subirá ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com um programa especial: a exibição em telão do “Testamento de Heiligenstadt” precederá a execução da apoteótica “Sinfonia nº 9”. Para Tibiriçá, que foi regente titular da orquestra na década de 90, trata-se de um momento de glória: “Eu devo minha carreira à OSB e sou muito grato a todos os músicos que já passaram por suas estantes. Estar à frente do concerto de comemoração dos 80 anos, regendo a ‘Nona’, é tudo que posso desejar. Estou muito feliz com essa oportunidade.”

A Série Beethoven é dedicada ao maestro Eleazar de Carvalho. Figura de grande importância na história da música de concerto brasileira, foi regente titula da OSB em três diferentes períodos nas décadas de 1950 e 1960.

A vertente “pop” da orquestra será explorada ao longo dos cinco espetáculos inéditos da SÉRIE OSB É SHOW. Concebida pelo maestro Eduardo Pereira, a série apresentará o surgimento e a evolução de quatro gêneros musicais, além de um programa especial em homenagem às mulheres. As apresentações acontecerão no Teatro Riachuelo e contarão com narradores convidados e roteiros especialmente criados para as montagens. “Vamos além da parte musical. Nossa ideia é apresentar o contexto histórico, usando a música como ferramenta” – explica Pereira.

“Rock Sinfônica – A História do Rock Mundial” abre a série com a OSB sob a regência do próprio Eduardo Pereira no dia 14 de abril. Em “Black or White – Os caminhos da Soul Music”, o estilo americano ganha o palco nos dias 11 e 12 de maio, sob a batuta de Marconi Araújo, enquanto a brasilidade dá o tom em “A Bossa é Nova?”, dias 25 e 26 de agosto, com regência do maestro Paulo Nogueira. Pereira reassume a batuta nos dois últimos títulos da série: “Uma Homenagem às Divas da Música”, dias 17 e 18 de outubro, e “O Nosso Samba – Das origens aos dias atuais”, dias 23 e 24 de novembro.

E, além de assistir aos espetáculos, o público que comparecer às apresentações da Série OSB É Show também terá a oportunidade de ajudar o próximo. A campanha OSB Solidária arrecadará, no início de todas as apresentações, doações voluntárias de alimentos não perecíveis que serão distribuídos em instituições da cidade.

Os projetos paralelos dos integrantes da orquestra serão levados ao palco do Teatro Prudential na SÉRIE MÚSICOS OSB, em quatro datas (28 de maio, 30 de junho, 21 de julho e 11 de agosto). Apresentações extras, dentro ou fora das séries, poderão ser incluídas na programação ao longo da Temporada 2020.

CONEXÕES MUSICAIS, PROJETO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DA OSB, SEGUE EM 2020

Vinte e sete municípios de seis estados brasileiros já receberam as ações do projeto Conexões Musicais, que, em 2020, pretende oferecer cerca de 1.200 horas de aula com os músicos da OSB pelo país. Cidades do Maranhão, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Pará serão beneficiadas.

Criado em 2017, o Conexões Musicais é o projeto de responsabilidade social da Orquestra Sinfônica Brasileira e tem como objetivo criar uma rede de interação em cidades do interior, promovendo o acesso à cultura e à informação. Capacitação de educadores da rede pública de ensino, workshops para músicos locais e a realização de concertos estão entre as ações realizadas pelo Conexões Musicais.

 

MAIS SOBRE A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA:

 

Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 80 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia.

Nas últimas oito décadas, a OSB revelou nomes como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Meneses e contou com maestros e compositores brasileiros como Heitor Villa-Lobos, Eleazar de Carvalho, Claudio Santoro, Francisco Mignone e Camargo Guarnieri. Também faz parte de sua história a colaboração de alguns dos maiores artistas do cenário internacional, como Leonard Bernstein, Arthur Rubinstein, Mstislav Rostropovich, Igor Stravinsky, Claudio Arrau, Zubin Mehta, Lorin Maazel e Kurt Masur, entre muitos outros.

Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura. Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem a NTS – Nova Transportadora do Sudeste – como mantenedora, a Vale como patrocinadora master e a Brookfield, Eneva e Itaú-Unibanco como patrocinadores, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.

TEMPORADA 2020 – PROGRAMAÇÃO COMPLETA (sujeita a alterações):

SÉRIE MUNDO

(7 concertos)

Dia 16 de fevereiro, 17h – Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Brasil

Neil Thomson, regente

 

Programa:

Carlos Gomes – O Guarani (abertura)

Heitor Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras nº 9

Claudio Santoro – Brasiliana

Alberto Nepomuceno – Sinfonia

Dia 5 de março, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Áustria e Hungria

Neil Thomson, regente

Programa:

Joseph Haydn – Sinfonia nº 6 “Le Martin”

Franz Liszt – Sinfonia Fausto

Dia 16 de setembro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Azerbaijão

Yalchin Adigezalov, regência

Programa:

Dmitry Shostakovich Abertura Festiva

Vasif Adigezalov Concerto para Violoncelo e Orquestra

Sergei Prokofiev Fragmentos do balé “Romeu e Julieta”

Kara Karayev Segunda suíte do balé “The Thunder Path”

 

Dia 22 de setembro, 19h, Teatro Riachuelo

Série Mundo – México

Miguel Salmon, regência

Programa:

A definir

Dia 9 de outubro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – França

Stefan Geiger, regência

Programa:

A definir

Dia 11 de novembro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Turquia

Rengim Gokmen, regência

Teyfik Rodos, baixo barítono

Cihat Askin, violino

Programa:

A definir

Dia 21 de dezembro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Canadá

Regente a confirmar

Programa:

A definir

SÉRIE CLÁSSICA BRASILEIRA

(10 concertos)

Dia 10 de março, 19h – Teatro Riachuelo

Guilherme Mannis, regência

 

Programa:

Camargo Guarnieri – Concerto para Cordas e Percussão

     I.        Vigoroso

   II.        Saudoso

 III.        Jocoso

Wolfgang Amadeus Mozart – Sinfonia nº 25

     I.        Allegro con brio

   II.        Andante

 III.        Menuetto

  IV.        Allegro

Heitor Villa Lobos – Suíte II

Dia 26 de março, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Simone Menezes, regência

Fabio Martino, piano

Programa:

José Siqueira – Canto do Tabajara

Camargo Guarnieri – Concerto para Piano nº 2

     I.        Allegro com brio

   II.        Andante

 III.        Menuetto

  IV.        Allegro

Radamés Gnatalli – Sinfonia Popular

Dia 8 de julho, 19h, Sala Cecília Meireles

Miguel Campos Neto, regência

Programa:

Pierre Thilloy – Saudades de Belém

Pierre Thilloy – Amazônia – Concerto para Tímpanos e Orquestra

Dimitri Cervo – Concerto Amazônico

Darius Milhaud – Saudades do Brasil

Heitor Villa-Lobos – Sinfonietta nº 1

Dia 14 de julho, 19h, Teatro Riachuelo

Regente a confirmar

Programa:

Carlos Gomes – Alvorada

Joseph Haydn – Sinfonia nº 94 “Surpresa”

     I.        Adagio

   II.        Andante

 III.        Menuetto: Allegro molto

  IV.        Finale: Allegro molto

Ernani Aguiar – Sinfonietta Seconda

     I.        Samba

   II.        Frevo

 III.        Marcho rancho

  IV.        Escola de samba

 

 

Dia 5 de setembro, 19h, Sala Cecília Meireles

Tobias Volkmann, regência

Domenico Nordio, violino

Programa:

A confirmar

 

Dia 6 de setembro, 19h, Sala Cecília Meireles (Concerto da Juventude)

Tobias Volkmann, regência

Domenico Nordio, violino

Programa:

A confirmar

Dia 31 de outubro, 19h, Sala Cecília Meireles

Marco Pereira, regência

Eduardo Isaac, violão

Duo Siqueira Lima, violão

Programa:

Marco Pereira – Abertura Brincantes (para orquestra)

Marco Pereira – Círculo dos Amantes (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Concerto Calunga (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Lendas Amazônicas – Fantasia concertante para dois violões e orquestra

Dia 1º de novembro, 11h, Sala Cecília Meireles

Marco Pereira, regência

Eduardo Isaac, violão

Duo Siqueira Lima, violão

Programa:

Marco Pereira – Abertura Brincantes (para orquestra)

Marco Pereira – Círculo dos Amantes (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Concerto Calunga (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Lendas Amazônicas – Fantasia concertante para dois violões e orquestra

Dia 2 de dezembro, 19h, Sala Cecília Meireles

Regente a confirmar

Programa:

A confirmar

Dia 8 de dezembro, 19h, Teatro Riachuelo

Regente a confirmar

Programa:

Edino Krieger – Suíte para orquestra de cordas

     I.        Abertura

   II.        Ronda breve

 III.        Homenagem a Bartok

  IV.        Marcha rancho

João Guilherme Ripper – Contrasting surfaces: Montains and Sea

Antônio Salieri – 26 variações sobre “Folia de Espanha”

Francisco Mignone – Congada (da ópera “O contador de diamantes”)

Lorenzo Fernandez – Batuque – Dança de Negros (da suíte Reisado do Pastoreio)

SÉRIE BEETHOVEN

(5 concertos)

Dia 30 de abril, 19h – Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regente

Linda Bustani, piano

 

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “Leonora nº 3”

Ludwig van Beethoven – Concerto para piano nº 3

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 3 “Eroica”

    V.        Allegro con brio

  VI.        Marcia Funebre: adagio assai

VII.        Scherzo: Allegro vivace

VIII.        Finale: Allegro molto

Dia 26 de maio, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Leonardo Hilsdorf, piano

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “Egmont”

Ludwig van Beethoven – Concerto para piano nº 4

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 6 “Pastoral”

     I.        Allegro ma non troppo

   II.        Andante molto mosso

 III.        Allegro

  IV.        Allegro

    V.        Allegretto

Dia 24 de junho, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Cristian Budu, piano

Daniel Guedes, violino

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “As Criaturas de Prometeu”

Ludwig van Beethoven – Concerto para Piano nº 5 “Imperador”

Ludwig van Beethoven – Concerto para Violino

Dia 30 de julho, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Lilian Barretto, piano

Koh Kameda, violino

Matias de Oliveira, violoncelo

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “Coriolano”

Ludwig van Beethoven – Concerto Tríplice para Piano, Violino e Violoncelo

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 7

     I.        Poco sustenuto – vivace

   II.        Allegretto

 III.        Presto

  IV.        Allegro com brio

 

 

Dia 17 de agosto, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Rosana Lamosa, soprano

Fernando Portari, tenor

Ana Lucia Benedetti, mezzo-soprano

Leonardo Neiva, baixo barítono

Coro

Programa:

Ludwig van Beethoven – Testamento de Heiligenstadt

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 9 “Coral”

     I.        Allegro ma non troppo

   II.        Molto vivace

 III.        Adagio molto cantábile

  IV.        Finale

SÉRIE OSB É SHOW

(9 concertos)

Dia 14 de abril, 19h – Teatro Riachuelo

“Rock Sinfônica – A História do Rock Mundial”

Eduardo Pereira, regente

Programa:

Década de 30/40 (As Origens do Rock)Robert Johnson – Cross Road Blues, Hank Williams – Move it on Over, Muddy Waters – Hoochie Coochie Man

Década de 50 (Tirem as Crianças da Sala)Little Richard – Tutti Frutti, Jerry Lee Lewis – Great Balls of Fire, Chuck Berry – Johnny B. Goode, Elvis Presley – Jailhouse Rock

Década de 60 (A Invasão Britânica)The Who – Pinball Wizard, Rolling Stones – Satisfaction, The Beatles – Yesterday, The Beatles – Eleanor Rigby, The Beatles – Penny Lane, The Beatles – Let it Be

Década de 60 (A Reação Americana)Bob Dylan – Blowin in the Wind, Beach Boys – God Only Knows, The Monkees – I’m a Believer, The Doors – Light My Fire, Jimi Hendrix – Purple Haze

Década de 70 (O Rock Progressivo e os Precursores do Heavy Metal)Pink Floyd – Time, Deep Purple – Smoke On The Water, Aerosmith – Dream On, Led Zeppelin – Kashmir

Década de 70 (Os Glam Rock)Elton John – Your Song, David Bowie – Life on Mars?, Queen – Who Wants to Live Forever

Década de 80/90 (O Novo Metal)Scorpions – Still Loving You, Guns N’ Roses – November Rain, Metallica – Nothing Else Matters, Iron Maiden – Fear of the Dark

O Rock no Brasil (Da Jovem Guarda aos Dias “Quase” Atuais)Roberto Carlos – Calhambeque, Raul Seixas – Metamorfose Ambulante, Lulu Santos – Tempos Modernos, Paralamas do Sucesso – Óculos, Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, Legião Urbana – Que País é Esse?

Dias 11 e 12 de maio, 19h, Teatro Riachuelo

“Black or White – Os caminhos da Soul Music”

Marconi Araújo, regência

Programa:

A definir

Dia 25 e 26 de agosto, 19h, Teatro Riachuelo

“A Bossa é Nova?”

Paulo Nogueira, regência

Programa:

A definir

Dias 17 de outubro, às 19h, e 18 de outubro, às 17h, Teatro Riachuelo

“Uma Homenagem às Divas da Música”

Eduardo Pereira, regência

Ana Flavia Cabral, narração

Programa:

A definir

 

 

Dias 23 e 24 de novembro, 19h, Teatro Riachuelo

“O Nosso Samba – Das origens aos dias atuais”

Eduardo Pereira, regência

Programa:

A definir

 

SÉRIE MÚSICOS DA OSB

(4 concertos)

 

Dia 28 de maio, 20h30, Teatro Prudential

 

Programa:

A definir

Dia 30 de junho, 20h30, Teatro Prudential

 

Programa:

A definir

Dia 21 de julho, 20h30, Teatro Prudential

 

Programa:

A definir

Dia 11 de agosto, 20h30, Teatro Prudential

Programa:

A definir

Diogo Nogueira na Varanda Vivo Rio

O Clube do Samba na Varanda do Vivo Rio, com Diogo Nogueira no comando, criado para comemorar seus 40 anos de história e relembrar os 20 anos de saudades de João Nogueira – idealizador e fundador do clube – foi um sucesso, com quatro domingos lotados em janeiro, muita alegria, cerveja gelada, rodas de samba da melhor qualidade e gente cantando todas as músicas de braços abertos como se não houvesse amanhã. E agora volta em nova edição no domingo, dia 16/02, com feijoada pré-carnavalesca e o batismo de samba de Beatriz Rabello, filha de Paulinho da Viola, o homenageado especial do dia.

Em 2020 serão relembrados os 20 anos de saudades de João Nogueira em uma série de eventos que homenageiam o samba e seus grandes mestres. Legítimo herdeiro do Clube do Samba, filho de João, Diogo Nogueira é o grande anfitrião do projeto, com a roda de samba do Clube do Samba e convidados. “É um legado que minha família mantém há 40 anos e que agora estou podendo contribuir um pouco através da minha participação em shows e até mesmo na busca por criar um espaço físico, uma residência fixa, para que o Clube do Samba volte a ter uma força grande no Rio de Janeiro”, conta Diogo.

O Clube do Samba foi fundado por alguns dos maiores nomes da música popular brasileira: Cartola, Beth Carvalho, Clara Nunes, Martinho da Vila, Clementina de Jesus, Roberto Ribeiro e Monarco, entre outros bambas. Uma lista sem igual de sócios fundadores.

Em cada evento acontece um “batismo do samba”, em que um novo artista, herdeiro de algum grande mestre do samba, é “batizado” no clube, recebendo a chancela de Membro do Clube do Samba. Também tem homenagem especial a nomes consagrados do samba, que recebem placas comemorativas com o título de Sócio Honorário do Clube do Samba, como Zeca Pagodinho, Monarco, Zé Katimba, Jovelina Pérola Negra e Martinho da Vila já ganharam nas edições anteriores. Agora será a vez de Beatriz Rabello, filha de Paulinho da Viola, o homenageado especial do dia.

Diogo conta com o auxílio luxuoso da sua banda: Rafael dos Anjos no violão e direção musical, Henrique Garcia, no cavaquinho, Fabiano Segalate, no trombone, João Marcos, no baixo, Jefferson Rios, bateria, Maninho, surdo, Wilsinho Baltazar, percussão, e Bruno Barreto, percussão e coro.

Serviço
Show: Diogo Nogueira e Roda de Samba do Clube do Samba

Batismo de samba: Beatriz Rabello (filha de Paulinho da Viola)

Homenagem especial: Paulinho da Viola

Data: 16 de fevereiro de 2020, domingo
Local: Vivo Rio (Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo/RJ)

Horário: a partir das 14h

Preço: Pista: R$ 80,00 (inteira) e R$ 110,00 com 1 prato de feijoada (inteira), R$ 40,00 (meia ou solidária – para os clientes que levarem 1kg de alimento, exceto sal e açúcar) e R$ 70,00 (meia ou solidária com 1 prato com feijoada)

Vendas online: vivorio.com.br

Abertura dos portões: duas horas antes do show

Classificação: 18 anos. Menores entram acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

“Tel Aviv em Chamas” estreia em 12 de março

TEL AVIV EM CHAMAS, de Sameh Zoabi, foi exibido na seleção oficial do Festival de Toronto e premiado no Festival de Veneza com o Interfilm Award de Melhor Filme e o prêmio de Melhor Ator na mostra Horizonte para Kais Nashif, que interpreta o protagonista Salam. O longa chega aos cinemas brasileiros em 12 de março, com distribuição da Pandora Filmes. 

Ambientado na Palestina, essa comédia acompanha o jovem Salam, que trabalha como estagiário na produção de uma telenovela. Para o diretor, a ideia de um filme que aborde novelas foi natural pois esses programas de TV são muito rentáveis e populares no Oriente Médio. “O que acho interessante é que as pessoas que assistem novelas consideram esse estilo de diálogo mais convincente que o diálogo e atuação sutil do cinema”.

Ao utilizar o meio da novela, consegui explorar temas que nunca seria capaz de fazer de outra maneira no cinema. Por exemplo, a cena de abertura, que considero bastante política, quando os personagens palestinos expressam como se sentem em relação à guerra árabe-israelense de 1967 que se aproxima. Eles falam sobre suas esperanças, história e medo da ocupação israelense de Jerusalém”, comenta Zoabi.

Na história, Salam cruza o posto de controle entre as cidades de Israel e Ramala diariamente, para ir trabalhar. Ali, conhece o oficial do exército Assi, que acompanha a novela ‘Tel Aviv em Chamas’ e tem suas próprias opiniões sobre o desenrolar da trama. Para crescer profissionalmente, Salam começa a se apropriar das ideias de Assi e torna-se roteirista. Mas, o final esperado pelo oficial é bem diferente do que pretendem os investidores do programa e o novo roteirista precisará encontrar uma saída de mestre para agradar a todos.

É um grande desafio fazer comédia lidando com a realidade palestina e israelense, pois as pessoas levam a região e o conflito muito a sério”, diz Zoabi. “Mas acredito que a comédia permite a liberdade de discutir assuntos sérios de uma maneira sutil. Nos meus filmes, tento entreter, mas também falar sinceramente sobre a condição humana de onde meus personagens estão inseridos”, completa.

SINOPSE 
Israel, Palestina. Dias atuais.
Salam, um charmoso palestino de 30 anos, mora em Jerusalém e trabalha como estagiário numa popular novela da Palestina, “Tel Aviv em Chamas”, que é produzida em Ramala. Todos os dias Salam tem que passar pelo posto de controle israelense para chegar aos estúdios de televisão. Ele conhece o comandante do posto de controle, Assi, cuja esposa é muito fã do programa. Para impressioná-la, Assi acaba se envolvendo com o roteiro do programa. Salam logo percebe que as ideias de Assi podem garantir a ele uma promoção como roteirista.
A carreira de Salam decola, até que Assi e os investidores da novela discordam de como a trama deve terminar. Espremido entre um oficial do exército e os apoiadores árabes, Salam só pode sair dessa com um golpe de mestre.

FICHA TÉCNICA 
TEL AVIV EM CHAMAS (Tel Aviv on Fire)
Direção: Sameh Zoabi
Elenco: Kais Nashif, Lubna Azabal
Producão: Amir Harel – Lama Films / Film From There (Israel), Miléna Poylo & Gilles Sacuto – TS Productions (França), Bernard Michaux – Samsa Film (Luxemburgo), Patrick Quinet – Artémis Productions (Bélgica)
Ano: 2018
Duração: 97 min.
Países: Luxemburgo, França, Israel, Bélgica

SOBRE O DIRETOR 
Sameh Zoabi nasceu e foi criado em Iksal, uma vila palestina próxima a Nazaré. Ele se formou na Universidade de Tel Aviv em Estudos de Cinema e Literatura Inglesa, depois recebeu a bolsa Fullbright para cursar mestrado em Direção de Filmes na Escola de Artes da Universidade de Columbia. Ele também cursou residências de prestígio na Cinefondation do Festival de Cannes e no Laboratório de Roteiristas em Sundance.
A voz única de Zoabi foi reconhecida pela Filmmaker Magazine e ele foi nomeado uma das “top 25 novas faces do cinema independente”. Seu trabalho foi exibido e premiado em diversos festivais internacionais, incluindo Cannes, Toronto, Locarno, Sundance, Karlovy Varu, Novos Diretores/Novos Filmes e Festival de Nova York.

Direção:
Tel Aviv em Chamas (segundo longa) – Sameh Zoabi (2018)
Under the Same Sun (filme para TV) – Sameh Zoabi (2013)
Mawsem Hisad – (documentário) – Nassim Amaouch, Mais Darwazah, Erige Sehiri and Sameh Zoabi (2012)
Man Without a Cell Phone – Sameh Zoabi (2010)
Be Quiet (curta) – Sameh Zoabi (2005)

Roteirista 
The Idol – Hany Abu-Assad (2015)

SOBRE A PANDORA FILMES 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 20 cidades do Brasil.

Madrugada no Centro no CCBB

Madrugada no Centro celebra o carnaval e bota o bloco na área externa do CCBB com atrações para as crianças durante a tarde. A Bandinha vem de Recife para animar os pequenos, depois tem o DJ Fábio Maia com o set Baby Boom! À noite é a vez de A Banda Mais Bonita da Cidade reencontrar os cariocas, abrindo a noite para o Bloco Fogo & Paixão com participação de Rodrigo Maranhão, mais a DJ Dani Vieira nas pick-ups.

O Madrugada encerra a celebração aos 30 anos do CCBB Rio e dá um até breve aos cariocas. Há seis anos promovendo encontros musicais, se firmou como uma opção de entretenimento acessível e em um local privilegiado, onde música e arte se comunicam de forma democrática, e apresentando a cada edição, um roteiro diferente, com DJs, músicos, artistas convidados, performances e muita música boa!

 

Sábado, 08.02.2020 – ação gratuita

EVENTO DIURNO – INFANTIL 

14:30 às 15:30 – A BANDINHA

15:30 ÀS 17H – DJ SET BABY BOOM

 

EVENTO NOTURNO 

22 às 4h

22 ÀS 23:30 – DJ DANI VIEIRA 

23h às 0:20h – A BANDA MAIS BONITA DA CIDADE

0:20 às 01:30h – DJ DANI VIEIRA 

01:30 às 2:45h – FOGO E PAIXÃO CONVIDA RODRIGO MARANHÃO

02:45 às 4h – DJ DANI VIEIRA 

 

A Bandinha, música para crianças

O projeto musical lúdico voltado para crianças de diversas idades, vem com a proposta de proporcionar espaços de convivência entre pais e filhos, artistas e público. Inspirado no universo circense, nas trupes mambembes de teatro e na tradição carnavalesca brasileira, usa recursos cênicos como adereços, figurinos, cenários e iluminação para dar ainda mais colorido às músicas escolhidas para o repertório do seu show.

A Bandinha é uma grata surpresa nos palcos. Composta por experientes músicos da cena musical recifense, numa total interação com o público, executam super sucessos estimulando além do canto, a brincadeira e a dança. É aí o momento de “soltar os bichos” e se “divertir de montão”. Músicas como Carimbador Maluco – Raul Seixas, História de uma gata – Chico Buarque, Tubarão Doidão – Yan Queiroga (A Bandinha), Ratinho tomando banho (Hélio Ziskind), Pequeno cidadão (Arnaldo Antunes) e A Barata diz que tem (Galinha Pintadinha) fazem parte da seleção dessa encantadora releitura, ganhando novos arranjos e interpretação.

A Bandinha é Thiago Hoover na Guitarra e Vocais; Luccas Maia nos Teclados, Efeitos e Vocais; Peu Lima no Baixo e Vocais; Lucas Araújo na Bateria e Vocais; e Vanessa Oliveira na Voz e Bagunças.

 

Baby Boom! Com DJ Fábio Maia

Fábio Maia é Dj há 30 anos. E pai há 10. Quando seu filho Téo nasceu, ele teve a ideia de juntar as duas coisas. Então, junto com o Téo,  nasceu também a Baby Boom, a primeira e única festa de rock para pais e filhos se divertirem juntos. E, há 10 anos, a Baby Boom! é um verdadeiro sucesso. Nessa edição do Madrugada no Centro, Fábio vai apresentar um repertório especial, vai ser som para pra adultos e crianças se divertirem.

 

A Banda Mais Bonita da Cidade

https://youtu.be/zD0Pz_JOCjw

Formada em 2009 em Curitiba, A Banda Mais Bonita da Cidade rompeu barreiras e arrebatou fãs numa velocidade inédita com o clipe da música “Oração”, com milhões de visualizações, num viral sem precedentes Após ficar conhecido, o grupo gravou seu primeiro disco pelo sistema de financiamento coletivo e se tornou um dos primeiros a fazer crowdfunding, destacando a banda pelo empreendedorismo em sua gestão.

Em 2013, o álbum “O Mais Feliz da Vida” apresentou a vocalista Uyara Torrente como compositora, e definiu parte da sonoridade da banda, ao tratar do futuro e de temas cotidianos com um olhar sensível e necessário. Em 2016 a banda se isolou em uma fazenda no interior do Paraná por 15 dias para a produção do seu terceiro disco de estúdio. De Cima Do Mundo Eu Vi O Tempo é um disco maduro, com nove canções de artistas já conhecidos pelo público da banda.

Chegando à marca impressionante de mais de meio milhão de seguidores no Facebook, mais de 42 milhões de visualizações nos vídeos do youtube, com 7 turnês internacionais e mais de 300 shows realizados, A Banda Mais Bonita Da Cidade se consolida cada vez mais como parte importante da música brasileira atual.

A Banda Mais Bonita é Uyara Torrente na voz, Luís Bourscheidt na bateria, Marano no baixo, Vinícius Nisi nos teclados e Eduardo Rozeira na Guitarra.

 

Fogo & Paixão convida Rodrigo Maranhão

https://youtu.be/422wNpKT3DQ

O bloco mais fogoso e apaixonado do Rio de Janeiro, que canta o amor sem vergonha de ser brega e muito feliz!

Muito mais que um estilo musical, o gênero brega nos últimos anos ganhou um novo status no carnaval do Rio de Janeiro com o Fogo & Paixão. O bloco que canta e exalta o amor, a irreverência e a alegria sem limites, leva cerca de 20 mil pessoas todos os anos, no domingo de pré-carnaval, ao Largo São Francisco de Paula para rasgar o coração e lavar a alma com hits que fazem parte da memória afetiva de qualquer mortal. De Reginaldo Rossi a Roupa Nova, de Sidney Magal a Luis Caldas, de Rosana a Xuxa, além do eterno muso, Wando, que deu nome ao bloco. E como o brega não tem idade, é eterno, não poderiam faltar no repertório os grandes sucessos do momento, como o som de Anitta, Ludmila, Naldo ou de Valeska Popozuda, só pra citar alguns exemplos.

Formado por uma bateria de cem ritmistas (também conhecida como Bateria sem Limites), faz uma divertida releitura dos clássicos do brega com novos arranjos que misturam ritmos como samba, xote, frevo e ciranda. O resultado é uma explosão de diversão, performances e muitas cores, não à toa, o bloco ganhou o Prêmio Serpentina de Ouro 2013, do jornal O Globo, no quesito Fantasia. Tem distribuição de rosas, uvas, pompons e a já tradicional chuva de calcinhas pra ninguém ficar parado e querer mais. 

 

Rodrigo Maranhão

https://youtu.be/aegJYYsMlq4

Sua primeira experiência musical foi no bloco Cada Ano Sai Pior, formado por seu pai e amigos em Petrópolis. Talvez isso explique a paixão pela batucada e pelo carnaval, que viria explodir depois no Bangalafumenga. Zélia Duncan, Roberta Sá, Verônica Sabino, Antônio Zambujo, Fernanda Abreu, Maria Rita, Banga e Rio Maracatu gravam suas canções. Ganhou o Grammy Latino com a música Caminho das Águas, gravada por Maria Rita (2006). Tem 3 discos autorais gravados: Bordado (2008), Passageiro (2010) e Itinerário (2015). Gravou Vira-Lata (2004) e Barraco Dourado (2009) com Bangalafumenga.

 

DJ Dani Vieira

Produtora Cultural há mais de 15 anos, por frequentar o ambiente musical, sentiu falta de mulheres tocando música brasileira e em 2009 começou a se arriscar nas pick-ups. De 2009 até hoje, tocou em lugares como 00, The Week, Vivo Rio, Circo Voador, Rival, Morro da Urca, Palaphita, Marina da Glória. Abriu shows da Martinalia, Martinho da Vila, Fernanda Abreu e tocou em eventos como Rock in Rio, Copa do Mundo, Pôr do Samba. Em algumas apresentações faz duo com instrumentistas que improvisam no samba, rock, músicas regionais, e funk, sua vertente musical é voltada para repertórios brasileiros, mas passeia por outros estilos com maestria.

 

SERVIÇO:

MADRUGADA NO CENTRO – 2019 / 2020 #CCBB30anos

Local: Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro

End.: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro. 

Tel.: (21) 3808-2000

Horários: 

Dia 08.02.2020 (sábado)

 

EVENTO DIURNO – INFANTIL – Gratuito

14:30 às 15:30h – A BANDINHA

15:30 às 17h – DJ SET BABY BOOM

 

EVENTO NOTURNO – Venda de Ingressos

22 às 4h

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Espaço sujeito à lotação.

Venda dos ingressos: Na bilheteria do CCBB ou pelo site www.eventim.com.br

Capacidade: 

Até 1500 pessoas.

 Curadoria e Produção: Paita Produções Artísticas 

Programação completa: www.facebook.com/madrugadanocentro

“De quem é o sutiã?” estreia em 20 de fevereiro

DE QUEM É O SUTIÃ? estreia em circuito comercial no Brasil dia 20 de fevereiro, depois de ser exibido na 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O longa, dirigido por Veit Helmer, acompanha a jornada do solitário Nurlan em busca da dona de um sutiã azul.

Nurlan é um maquinista de trem que vive numa aldeia nas montanhas e tem uma pacata rotina: ele leva o trem pelo subúrbio da cidade, que passa rente às casas, e diariamente cumprimenta sua colega de trabalha Nesrin, que controla os trilhos. Sempre que o semáforo dá passagem ao veículo, o menino Aziz interrompe seus afazeres na casa de chá onde trabalha e sai pelos trilhos com um apito avisando aos moradores para liberarem o caminho.

Os habitantes da tranquila cidade utilizam o espaço entre os trilhos de trem como uma extensão de suas casas, colocando mesas, cadeiras e o varal de roupas. Por isso, é até comum que uma peça ou outra fique presa ao motor do trem e Nurlan faz questão de devolvê-las aos seus respectivos donos.

O diretor conta que a inspiração para o filme veio de uma região na capital do Azerbaijão, onde os trilhos do trem são tão próximos às casas que eles também servem como áreas de lazer, como no filme. “Ali, a vida acontece na estrada de ferro, onde longos trens que transportam combustível passam várias vezes ao dia”, explica Helmer.

Nurlan está prestes a se aposentar e, no dia de sua última viagem, um delicado sutiã azul fica preso no maquinário do trem. Ao bater os olhos na lingerie, ele se lembra de tê-la visto em algum lugar. Na esperança de encontrar um amor e construir uma família, ele parte na jornada mais especial de sua vida: achar a dona do sutiã.

Eu espero que as pessoas vejam o filme como uma arca do tesouro repleta de joias preciosas”, comenta Helmer. DE QUEM É O SUTIÃ? “é uma história de amor. Com um final inesperado”, sintetiza.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra)
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE O DIRETOR 

Nascido em 1968, o alemão Veit Helmer dirigiu seu primeiro filme aos 14 anos. Mesmo antes da queda do muro de Berlim, ele se mudou para Berlim Oriental para estudar direção de teatro. Em 1991, ele começou a estudar na Escola de Cinema e Televisão de Munique. Depois de diversos prêmios por curtas realizados, ele fez sua estreia em longas-metragens com TUVALU, em 1999, o qual foi exibido em mais de 60 festivais e ganhou 16 prêmios. GATE TO HAVE (com Miki Manojlović e Udo Kier) foi feito em 2003, no subterrâneo do aeroporto de Frankfurt.

BEHIND THE COUCH (2005), sobre a seleção de elenco em Hollywood, foi o primeiro passo de Veit Helmer na produção de documentários. Seu terceiro filme, ABSURDISTAN, teve estreia mundial no Festival de Sundance de 2008 e ganhou diversos prêmios internacionais. Seu próximo filme, em 2011, BAIKONUR, foi ambientado na base de lançamentos de foguetes russa de mesmo nome, no Cazaquistão. Em 2014, Helmer dirigiu o longa infantil FIDDLESTICKS, que foi exibido em 97 festivais e ganhou 21 prêmios. Juntos, seus filmes conquistaram mais de 180 prêmios pelo mundo.

Veit Helmer leciona story-telling em diversas escolas internacionais de cinema.

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem ex

Em cenário paradisíaco, Tropikal Rio leva o melhor da música para o verão da praia do Leblon

No auge da temperatura na Cidade Maravilhosa, nada como celebrar o verão em cenários típicos cariocas, como a praia do Leblon. Com uma programação gratuita que inclui música de alta qualidade na melhor estação do ano, o Tropikal chega a praia do Leblon, na altura do Jardim de Alah, com pocket shows do Lagum, Vitor Kley, 3030, Oriente e Atitude 67, além do lounge exclusivo QUEM On Stage, com bate-papos com artistas variados.

Nos dias 24, 25, 26, 31 de janeiro e 01 e 02 de fevereiro, o Tropikal reúne o agito nas areias do Leblon, celebrando o melhor do Rio de Janeiro em uma estação que representa a alma do carioca. Ultrapassando milhões de streams, bandas como 3030, Onze:20 e Lagum trazem a boa música para se ouvir em um cenário de tirar o fôlego, além de estrelas como Vitor Kley e Atitude 67, que com suas músicas traduzem da melhor forma a época de sal e sol.

Ao longo dos 6 dias, o espaço exclusivo QUEM On Stage, por sua vez, reúne uma série de artistas que participarão de bate-papos, com interação com a plateia. O Posto 10, espaço auge da estação mais aguardada do ano, terá nomes como Di Ferrero, Lexa, Malía, entre outros. O grupo DDP Diretoria fecha os dias dourados da melhor forma possível no dia 02/02. Os conteúdos serão transmitidos ao vivo no Instagram da QUEM.

Além da música, o Tropikal Rio reunirá um mar de experiências gratuitas esportivas e de bem-estar, como oficinas de yoga, futevôlei e futmesa. E a Lojas Renner proporcionará para pais e filhos momentos de lazer e conhecimento através do Espaço Kids, chancelado pela Disney. O local contará com: Exposição da obra de arte do artista Luca Ewbank, feita com lixos encontrados na Praia de Guaraú, reforçando a ideia que é preciso re-novar, re-ciclar e re-pensar; Oficina criativa com reciclagem com o tema “Pequena Sereia”, aos sábados e domingos; Pula-pula e piscina de bolinhas; Empréstimo de guarda-sóis e cadeiras de praia. Por fim haverá o Espaço Renner Moda Responsável, que contará com um lounge equipado com carregadores de celulares com energia gerada por placas solares.

O Tropikal Rio é apresentado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e Lojas Renner e conta com o Patrocínio da Natura, Parceiros de Mídia Rádio Mood FM e Quem Acontece e Apoio Institucional da Prefeitura do Rio de Janeiro. O evento é uma realização da Fábrica.

Serviço – TROPIKAL RIO

Praia do Leblon – Jardim de Alah  

 

Data: 24, 25, 26, 31 de janeiro e 01 e 02 de fevereiro

Entrada: Gratuita

Pocket shows às 17:30

24/01 – 3030

25/01 – Onze:20

26/01 – Atitude 67

31/01 – Oriente

01/02 – Vitor Kley

02/02 – Lagum

QUEM On Stage

Bate papo com os artistas 14:30 e 16:30

24/01 Jão e Chemical Surf

25/01 Di Ferrero e Lexa

26/01 A definir e Pocah

31/01 A definir e Felipe Mar

01/02 Suel e Dubdogz

02/02 Malía e DDP Diretoria

Dois espetáculos musicais entram em cena no Rio, produzidos pela Escola de Atores Wolf Maya

Depois do sucesso de Os Saltimbacos, em 2019, a Escola de Atores Wolf Maya apresenta outras duas realizações de teatro musical, que acontecem no Teatro Nathalia Timberg.

O espetáculo Sou Assim – O Musical fica em cartaz do dia 24 de janeiro ao dia 2 de fevereiro (sextas, sábados e domingos, às 20 horas) e a montagem Vai Crescer – Uma Tarde Musical entra em cartaz no dia 25 de janeiro e segue até o dia 2 de fevereiro (sábados e domingos, às 16 horas).

Os espetáculos são estudos sobre teatro musical, resultado do Curso Prática de Montagem Musical, realizado pela Escola no segundo semestre de 2019, coordenado por Rafaela Amado, que também assina a direção artística das montagens. A direção musical é de Anna Priscilla Lacerda.

Os espetáculos

Reunindo 19 atores/cantores, Sou assim – O Musical é um espetáculo/show com cenas de alguns dos musicais mais famosos da Broadway. Números das montagens Chicago, Hairspray, Burlesque, Cantando na Chuva, Avenida Q, Os Produtores, A Família Addams e Wicked estão presentes em Sou Assim, que tem como fio condutor o desejo interno de afirmação, a busca pela identidade própria no mundo moderno.

O espetáculo Vai Crescer – Uma Tarde Musical é vibrante e alegre. Com 19 números musicais, faz homenagem os musicais infantis mais amados de todos os tempos. Entre eles, Shrek, Mary Poppins e Escola do Rock, que se misturam às princesas Moana, Tiana, Rapunzel, Mulan e aos clássicos como Alice no País das Maravilhas e Annie, entre outros. Vai Crescer é um mosaico de musicais modernos e antigos que fala sobre o crescimento. O elenco é formado por 28 atores/cantores jovens com idades entre 10 e 18 anos.

FICHA TÉCNICA – Diretora artística: Rafaela Amado. Diretora musical: Anna Priscila Lacerda. Diretora assistente: Alix Bandeira. Assistente musical: Pedro Aran. Cenógrafo: Alix Bandeira. Figurinista: Patrícia Pizzolato. Iluminador e operador de luz: Kadu Garcia. Estagiário: Felipe Ferretti. Pianista ensaiadora: Lidia Esther Baratute. Músicos: Davi Lacerda (guitarra e violão), Vitor Daniel (bateria), Theo Macedo (baixo), Ygor Thadeu (pianista) e Luiza Amélio (monitora de música). Diretor de produção: Rogério Garcia. Design e operador de som: Branco Ferreira. Design grafico: Felipe Barros. Diretor técnico e microfonista: Lenilson Souza. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação.

Elenco / Sou Assim – O Musical: Alice Pinheiro, Amanda Posada, Daltom Reis, Enzo Campeão, Felipe Ferretti, Fernanda Fernandez, Giovanna Valentim, Gustavo Smith, Jorge Grecco, Júlia Zimmer, Luigi Castellões, Maju Tatagiba, Marina Moretzsohn, Nádia Nogueira, Pedro Aran, Renata Jones, Ursula Miranda, Valléria Freire e Victória Louise.

Elenco / Vai Crescer – Uma Tarde Musical Amanda Posada, Camilla Rodrigues Araujo, Duda Lima, Enrico Yuuki, Giovanna Lima, Giulia Gatti, Jaque Andrade, João Poli, Juju Becker, Júlia Carvalho, Júlia Flor, Júlia Mazoni, Juliana Ribas, Laura Botelho, Letícia Ferreira, Letícia Paiva, Livia Maciel, Lucas Henrique, Mafê Gonçalves, Maria Clara Ribeiro, Maria Helena Sarmento, Maria Luísa Amado, Mariane Reigota, Nanda Cardin, Sophia Poubel, Thalita Mota, Victoria Shizue e Vitor Vaimberg.

Serviço

Espetáculo musical: Sou assim – O Musical

Temporada: 24 de janeiro a 2 de fevereiro

Horário: Sextas, sábados e domingos, às 20 horas

Duração: 80 minutos. Classificação: Livre.

Ingressos: Contribuição espontânea (sugestão: R$ 25,00)

https://checkout.tudus.com.br/teatro-nathalia-timberg-sou-assim–o-musical/selecione-seus-ingressos

Espetáculo musical: Vai Crescer – Uma Tarde Musical

Temporada: 25 de janeiro a 2 de fevereiro de 2020

Horário: sábados e domingos, às 16 horas

Duração: 80 minutos. Classificação: Livre.

Ingressos: Contibuição espontânea (sugestão: R$ 25,00)

https://checkout.tudus.com.br/teatro-nathalia-timberg-vai-crescer–uma-tarde-musical/selecione-seus-ingressos

Teatro Nathalia Timberg

Avenida das Américas, nº 2.000 – Barra da Tijuca. Freeway Center. RJ/RJ.

Tel: (21) 3388-5864. Capacidade: 300 lugares.

wolfmaya.com.br | Nas redes: @escolawolfmaya

MangoLab apresenta festival Calorzão

O pocket festival carioca mais antenado com as novidades e nomes incensados do cenário nacional, o MangoLab está de volta em edição Calorzão, inaugurando fevereiro em clima de fervo. Após ter no line up nomes como Duda Beat, Letrux, Marcos Valle e MC Tha em edições passadas, agora é a vez do evento ser palco da nova revolução do funk promovida pelo Heavy Baile, que recebe a convidada Baby Perigosa; e sets de Leo Justi, Larinhx, Glau Tavares, Carlos do Complexo e MangoDJs. A noite de 01/02 (sábado) tem início às 22h no NAU – Núcleo de Ativação Urbana.

 

O Heavy Baile é um coletivo multimídia de funk que propõe a convergência de produções musicais, coreográficas e audiovisuais. O projeto foi criado por Leo Justi como um estilo próprio de produção musical e se consolidou como uma dos principais sensações do Rio de Janeiro. Nessa noite, o grupo sobe ao palco com Justi e DJ Thai, o mestre de cerimônias Tchelinho e os dançarinos Sheick, Neguebites e Celly.

 

E nada melhor para atestar a emergência do funk carioca do que o Heavy Baile. Presença garantida em festivais pelo país, incluindo o último Rock in Rio, trata-se de um movimento progressivo de empoderamento musical e cultural da periferia, potencializando o batidão ao uni-lo a outros ritmos dos subúrbios internacionais, desde o hip hop e o trap ao jersey club.

 

O Heavy Baile lançou em 2018 seu álbum de estreia, “Carne de Pescoço”, e está em um momento de alta. Além dos hits recentes “Grelinho de Diamante” (ao lado de Baby Perigosa, convidada especial neste show) e “Cavalgada” (com Luísa Sonza), eles foram um dos destaques do MTV MIAW e venceram o Music Video Festival na categoria Melhor Coreografia em Videoclipe Nacional, com “Ciranda”.

 

Assista a “Cavalgada” com Luísa Sonza: http://bit.ly/ClipeCavalgada

Assista a “Grelinho de Diamante” com Baby Perigosa: https://youtu.be/_nZ2XmxvvvU

Assista a “Ciranda”: https://youtu.be/_tdmKl_3joA

 

Na mesma noite, Leo Justi, DJ e produtor fundador do Heavy Baile continua o agito com o seu set. Ele retornou de uma turnê europeia em 2019 e ganhou destaque fora do Brasil com dois EPs lançados pelo selo Waxploitation (“HVY BL NSS PRR”, de 2014, e “Vira a Cara”, de 2015), além de fazer parcerias com M.I.A., Phantogram, Tropkillaz, Emicida e MC Guimê.

 

Já Glau Tavares é residente das festas Velcro e Batekoo RJ. Tem seu som baseado na cultura funk e hip hop, mas tem ampliado suas frequências para o afrohouse e moombahton.  O DJ e produtor Carlos do Complexo já se apresentou no Red Bull Music Academy, além de outras festas itinerantes e festivais. Seu set mistura brasilidades, percussão, jazz, funk e R&B. Por fim, Larinhx mostra porque é um dos nomes que mais chamam atenção no Soundcloud, e os MangoDJs representam a prata da casa para não deixar ninguém parado.

 

O Calorzão é uma realização da MangoLab, uma plataforma carioca multimídia de desenvolvimento de talento, visibilidade artística e experimentação cultural. Pensando novas estratégias de levar música ao seu público alvo, a MangoLab aposta em capacitar e desenvolver nomes promissores da cena independente, passando pelo mid-stream ao mainstream.

 

Nessa noite quente, vai rolar “open água”: a MangoLab oferece estações de hidratação gratuita para refrescar todo o público. Os ingressos já estão à venda online, na plataforma Sympla: https://bit.ly/35uMAlt.

 

Serviço

MangoLab – Calorzão

Data: 01/02/2019 (sexta-feira)

Horário: 22h

Local: NAU – Núcleo de Ativação Urbana

Endereço: Av Cidade de Lima s/ nº – Parque Ernesto Nazareth – Santo Cristo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 15

Antecipados: https://bit.ly/35uMAlt

Evento: https://www.facebook.com/events/920522618342593/

Classificação: 18 anos

 

Maria e João: O Conto das Bruxas

Desta vez, as migalhas nos guiarão por um caminho muito mais sombrio e perturbador. Estrelado por Sophia Lillis (‘It: A Coisa’), ‘Maria e João: O Conto das Bruxas’ chega aos cinemas nacionais em 20 de fevereiro, explorando a aterrorizante origem do clássico conto de João e Maria. O terror, que conta ainda com Alice Krige (‘Star Trek’) e Charles Babalola (‘Black Mirror’) no elenco, acaba de ter seu trailer oficial nacional divulgado.

Durante um período de escassez, Maria (Sophia Lillis) e seu irmão mais novo, João (Sammy Leakey), saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. “É bastante fiel à história original, o filme tem três personagens principais: João, Maria e a Bruxa”, afirma o diretor Oz Perkins. Sophia Lillis, que despertou a atenção do grande público como Beverly, em ‘It: A Coisa’, dará vida à Maria no longa. Sobre o papel, Sophia afirma ter ficado muito animada com o convite. “Eu sabia desde o roteiro que este seria um ótimo filme […] Eu gosto de papéis com um lado sombrio; é interessante tentar desvendar essa mentalidade.” Gravado na Irlanda, o filme contou com locações como um pavilhão de caça abandonado que, segundo a crença local, era frequentado pelo Diabo.

 

Sinopse

Desta vez, as migalhas nos guiarão por um caminho muito mais sombrio e perturbador. Durante um período de escassez, Maria (Sophia Lillis) e seu irmão mais novo, João (Sammy Leakey), saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. É quando encontram uma senhora (Alice Krige), cujas intenções podem não ser tão inocentes quanto parecem, que eles descobrem que nem todo conto de fadas tem final feliz.

‘Palco Tap In Rio’ apresenta espetáculos de dança no Teatro Ipanema

De 22 a 24 de janeiro acontece ‘O Palco Tap In Rio’, uma atração tradicional do festival de sapateadores Tap In Rio, que promove 3 noites recheadas de arte e animação com a participação dos professores do Tap In Rio, alunos e grupos convidados. Os espetáculos reúnem todas as gerações em apresentações históricas. As atrações acontecem às 20h, no Teatro Ipanema.

Para a noite da quarta-feira, 22, o público poderá conferir a Noite de Performances, que conta com a participação de sapateadores de todo Brasil. Serão apresentadas, performances criadas por alunos e professores envolvidos no festival Tap In Rio.

E, não para por aí. A quinta-feira, 23, traz o espetáculo Live com sapateadores e banda ao vivo. Na sexta, 24, é a vez da Gala, onde Steven Harper e Adriana Salomão trazem para o público o espetáculo Canibal. A apresentação encena elucubrações rítmicas e coreográficas sobre as conexões entre Oswald de Andrade, Fred Astaire, os Tropicalistas e o sapateado contemporâneo brasileiro. A adaptação faz parte do resultado de um trabalho para a residência Work in Progress, que Steven Harper conduziu no Festival de dança de Joinville em julho de 2019.

Ainda na sexta-feira, acontece o espetáculo Partido apresentado pelo sapateador Leo Sandoval com participação do compositor Gregory Richardson. Inspirado na experiência do coreógrafo Sandoval como imigrante afro-brasileiro nos Estados Unidos, no elenco, músicos e dançarinosexploram a convergência da dança percussiva e sapateado, celebrando as profundas conexões entre música e dança de origem africana no Brasil e nos EUA, ligando estilos como samba e house dance através de ritmos e movimentos de pés compartilhados.

Serviço:

Local: Teatro Ipanema

Atração: Noite de Performances

Dia: 22 – Quarta-feira

Horário: 20h

Atração: Live

Dia: 23 – quinta-feira

Horário: 20h

Atração: Gala – Com os espetáculos Canibal e Partido

Dia: 24 – sexta-feira

Horário: 20h

Valor: R$50 (Inteira) | R$25 (Meia e Participantes Tap in Rio)

Endereço: R. Prudente de Morais, 824 – Ipanema, Rio de Janeiro – RJ, 22420-

Consuelo de Paula lança “Maryákoré”

No dia 24 de Janeiro, sexta, o Sesc Belenzinho recebe Consuelo de Paula em show de lançamento do CD Maryákoré, às 21 horas. Este é o sétimo disco da carreira da cantora e compositora mineira, uma obra provocadora naquilo que tem de mais feminina, mais negra, mais indígena e mais reveladora de nós mesmos.

No show, Consuelo (voz, violão e percussão) apresenta-se acompanhada por Carlinhos Ferreira (percussão) e Ana Rodrigues (piano). O roteiro da apresentação traz algumas surpresas. “Farei um tema popular dos canoeiros do Vale do Jequitinhonha e cantarei uma música de César Isella e Armando Tejada Gómez, que já foi interpretada por Mercedes Sosa”, revela a artista, que também vai interpretar canções essenciais de seus CDs anteriores. “São composições que conversam com Maryákoré”, conta a artista.

O título do CD pode ser entendido como uma nova assinatura de Consuelo de Paula: maryá (Maria é o primeiro nome de Consuelo), koré (flecha na língua paresi-haliti, família Aruak), oré (nós em tupi-guarani), yakoré (nome próprio africano).

Além de assinar letras e músicas – tendo apenas duas parcerias, uma com Déa Trancoso e outra com Rafael Altério -, Consuelo é responsável pela direção, pelos arranjos, por todos os violões e por algumas percussões de Maryákoré (caixa do divino, cincerro, unhas de lhama, entre outros). A harmonia entre Consuelo e sua música, sua poesia, sua expressão e a estética apresentada é nítida neste disco. Ao interpretar letras carregadas de imagens e sensações, ao dedilhar os ritmos que passam por Minas Gerais e pelos sons dos diversos “brasis”, notamos a artista imersa em sua história: ela traz a vida e a arte integrada às canções.

Segundo Consuelo, desde o nome, o trabalho “traduz uma arte guerreira e amorosa, que se alimenta da força dos ventos, das brisas e das tempestades; nasceu entre o dia e a noite, entre a cidade e as matas, entre raios e trovões”. Essas energias, movimentos e gestos de amor e de luta, estão condensados nas músicas, nos arranjos e na voz da cantora e compositora, de modo a reafirmar a fisionomia vigorosa de uma artista inquieta, de expressividade singular e força criativa que se renova a cada trabalho. E as fotografias que compõem a arte gráfica, cujos créditos são para f.cabral, traduzem em imagens o conceito do CD.

O violão é seu instrumento de composição que, nesse trabalho, revela-se também, de maneira ousada e criativa, como parte de seu corpo; e como koré provoca as composições ao mesmo tempo em que comanda e orienta os ritmos que dão originalidade à obra. Consuelo gravou juntos o violão e a voz, ao vivo, no estúdio Dançapé do músico Mário Gil, transpondo para o disco a naturalidade e a energia original das canções. Um desafio que pode ser conferido em cada uma das dez faixas: ora o violão silencia as cordas para servir de tambor, ora se ausenta para deixar fluir a voz à capela; em outros momentos as cordas produzem somente um pizzicato para acompanhar o movimento da melodia; e, às vezes, soa como percussão e instrumento harmônico. Tudo ao mesmo tempo.

Além do violão, um piano e vários instrumentos percussivos compõem a sonoridade de Maryákoré. Consuelo conta com o percussionista Carlinhos Ferreira para produzir paisagens e novos sons com instrumentos criados por ele, como goopchandra com arco, flautas de tubos, rabeca de lata, tambor de mar, gungas de sementes e outros. O piano de Guilherme Ribeiro enriquece esse cenário ao fazer destacar na obra, utilizando suavidade e desenhos sonoros, os contrastes imaginados por Consuelo.

O CD é apresentado em dois movimentos. Da mesma maneira que assistimos a um bom filme, acompanhar o roteiro de Maryákoré é uma experiência surpreendente. “São gestos, ventos que impulsionam ciclos, são lutas internas e externas que foram trazendo o disco e apontando o rumo das canções”, revela Consuelo. Maryákoré é uma guerreira em meio às batalhas cotidianas pela vida e pela arte, é uma obra-síntese da dedicação da artista, de sua fina sensibilidade musical, poética e social. É a voz de Consuelo de Paula frente aos desafios dos nossos tempos.

Consuelo de Paula / Maryákoré

Distribuição: Tratore. Ano: 2019. Preço sugerido: R$ 35,00.

Disponível em todas as plataformas digitais.

Facebook: @maryakoreconsuelodepaula | Instagram: @#maryákoré

www.consuelodepaula.com.br | Teaser:  https://www.youtube.com/watch?v=RHYNOGW1d8I

 

SERVIÇO

Show: Consuelo de Paula

Lançamento CD: Maryákoré

Dia 24 de janeiro/2020. Sexta, às 21h

Local: Teatro I (396 lugares)

Ingressos: R$ 30,00 (inteira); R$15,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$9,00 (credencial plena do Sesc – trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes.

Ingressos disponíveis pelo portal Sesc SP (www.sescsp.org.br) a partir de 14/01/2020, às 12h, e nas bilheterias das unidades a partir do dia 15/01/2020, às 17h30. Limite de 2 ingressos por pessoa.

Duração: 90 minutos. Recomendação etária: 12 anos.

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.

Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

www.sescsp.org.br/belenzinho

Estacionamento
De terça a sábado, das 9h às 22h. Domingos e feriados, das 9h às 20h.
Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.

Para espetáculos pagos, após as 17h: R$ 7,50 (Credencial Plena do Sesc – trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo). R$ 15,00 (não credenciados).
Transporte Público – Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

João Fênix – “Minha Boca Não Tem Nome”

O pernambucano Fênix celebrou 25 anos de carreira com o lançamento do disco “Minha Boca Não Tem Nome, apontado pela crítica como seu melhor trabalho. Em um país cada vez mais dividido e polarizado, a arte cura. O disco fala desse momento do Brasil, das cisões e polarizações, além de reafirmar posicionamentos e questões que sempre permearam a obra do artista. O show volta aos palcos do Rio de Janeiro em única apresentação no dia 22 de janeiro, quarta, no Teatro Rival, e traz uma trupe de amigos que, como ele, fazem parte de uma geração jovem que movimenta a cena musical pernambucana, para participações especiais: Almério, Airton Montarroyos e Martins.

Com direção artística de André Brasileiro, o show apresenta o repertório do disco homônimo, mas também músicas nunca gravadas por Fênix, como “Chama“ – grande sucesso de Joanna -, ou extraídas de álbuns anteriores, como “Língua do P“, de Gilberto Gil. “Pensamos em blocos com canções do disco e fora dele para compor o repertório com os temas: política, humanidade, sexualidade, religiosidade e relações amorosas para o bem ou para o mal”, explica Fênix. “Assim como no CD, também exponho e retifico minha sexualidade. Celebro minha religião ao homenagear o orixá que me deu minha voz, Iansã. E canto sobre minha necessidade de amar, ser amado e toda decepção e glória intrínsecas neste jogo da vida”, completa.

Com produção de Guilherme Kastrup (responsável pelos aclamados discos da Elza Soares, A mulher do fim do mundo e Deus é mulher) e Jaime Alem (que foi maestro de Maria Bethânia por mais de 30 anos), o CD Minha Boca não tem nome trouxe inéditas de Moreno Veloso, Pedro Luís, César Lacerda, Álvaro e Ivor Lancelotti, além de um lado B de Caetano Veloso, de Reginaldo Rossi e uma canção de Sergio Sampaio, Roda Morta com uma letra que parece ter sido escrita para esses dias: “O triste em tudo isso é isso tudo/A sordidez do conteúdo desses dias maquinais/E as máquinas cavando um poço fundo entre os braçais/eu mesmo e o mundo dos salões coloniais/Colônias de abutres colunáveis/Gaviões bem sociáveis vomitando entre os cristais”.

No palco, Fênix é acompanhado pela mesma banda que gravou o CD: Guilherme Kastrup, bateria, percussões e atmosphere, Jaime Alem, violões e guitarra, Alberto Continentino, baixo e baixo synth, e Dustan Galas, teclados, guitarra e synth. Um espetáculo assumidamente político, como faz questão de frisar o cantor: “O show aprofunda o pensamento de refletir e questionar sobre humanidade e o que de nobre nos motiva a seguir adiante. Entretanto, ao tocar de forma ácida no assunto político, tem um lado: o lado da democracia”.

SERVIÇO:

Show: João Fênix – “Minha Boca Não Tem Nome”

Local: Teatro Rival (Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia- RJ – Tel.: 2240-9796)

Data: 22 de janeiro de 2020, quarta
Horário: 19h30

Abertura da casa: 18h

Classificação: 18 anos

Preços: R$ 60,00 (inteira), R$ 40,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) e R$ 30,00 (estudante/idoso/professor da rede municipal/funcionário Petrobras e assinante O Globo)

CCJF – Programação de 14 a 19 de janeiro

Cinema

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema / cineclube

Grandes Clássicos e Sucessos do Cinema é um cineclube do CCJF e como o nome já diz contempla filmes que marcaram a história do cinema, tornando-se um clássico ou por terem sido um grande sucesso de público. Intencionamos com isso incentivar e facilitar o hábito de ir ao cinema bem como o acesso do público aos títulos disponíveis em nossa Biblioteca.

 

Filmes: Coleção Salete Maccaloz/ccjf

Programação: www.ccjf.trf2.jus.br

 

Dias 10, 17, 24 e 31
Sextas
18h
Dias 11 e 18
Sábado
18h
Entrada franca
Senhas uma hora antes
Cinema

 

Exposições

Campo dos Afonsos – 100 anos da instrução militar na aviação brasileira / histórica

A exposição apresenta um estudo com fontes primárias, relatórios, avisos ministeriais, boletins, fotografia, plantas e publicações impressas dos regulamentos e dos principais periódicos da época. Descreve, ainda, o contexto das questões importantes que definiram o Campo dos Afonsos como local para instalação do campo de aviação.

 

De 12/11 a 02/02

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 


Rio Branco, 241 – Justiça e Cultura / histórica

A exposição bilíngue faz uma retrospectiva da ocupação do prédio histórico do STF, dando destaque à trajetória da 1ª Instância da Justiça Federal no Rio de Janeiro. Narra, em seus painéis, desde a criação da Justiça Federal de 1ª e 2ª Instância até as obras de restauração e criação do Centro Cultural Justiça Federal, passando por fatos marcantes da trajetória da Justiça Federal neste prédio.

 

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 

Teatro

Poesia no Centro – Tanussi Cardoso & Outras Vozes / apresentação de poesia
Na forma de poesia falada e performática, tendo como eixo principal a obra do escritor Tanussi Cardoso, o projeto aproxima autores e público. Entre os convidados, Claudia Roquette-Pinto, Antonio Cicero, Geraldo Carneiro, Antonio Carlos Secchin e Thereza Christina Rocque da Motta.

Organizador: Tanussi Cardoso
Curadoria: Carmen Moreno e Igor Fagundes

Dias 16 e 17
Quintas e Sextas
19h
R$ 5,00 (inteira)
R$ 2,00 (meia)

Classificação: 14 anos

Educativo

 

Da Justiça à Arte / visita orientada
A visita conta a história do prédio até os dias atuais. De estilo eclético, é um dos poucos remanescentes da reformulação da cidade do Rio de Janeiro, ocorrida no início do Século XX.

Agendamento pelos telefones: 3261-2552/3261-2567 ou pelo e-mail atividadeseducativas.ccjf@trf2.jus.br


Terça a sexta 

13h às 17h
Entrada franca

Lapa de todas as vozes

Criado pela cantora Rosângela Si, o Palco Lapa 145 abre as portas com o intuito de ser uma casa dos artistas e seus movimentos no bairro mais boêmio do Rio de Janeiro, a Lapa.Com uma programação eclética, o casarão do final do século XIX está totalmente antenado com o nosso tempo, abraçando a diversidade e as manifestações artísticas em estado puro com festivais, shows, exposições, saraus, gastronomia, rodas de samba, rap e hip-hop e oficinas de cinema, dança e iniciação musical. “Somos a casa da diversidade e da cultura, sempre aberta a todos que queiram mostrar o seu talento e, é claro, para quem está ávido a curtir e descobrir a cena carioca das artes muito além do mainstream”, ressalta a fundadora.

Confira a programação da casa:

Sexta-feira, dia 10 de janeiro, às 18h – Cozinha Nem

Lançamento da linha de produtos veganos feita por moradores da Casa Nem, espaço na Lapa que é símbolo de luta e de resistência acolhendo e conscientizando transexuais, travestis e transgêneros, que participaram do projeto Cozinha & Voz, com apoio da Organização Internacional do Trabalho. Entre as delícias disponíveis para a degustação, pizzas e hambúrgueres. O evento começa às 18h e a entrada é franca.

Sexta-feira, dia 10 de janeiro, às 22h – 18º Festival Lapa é Rap

Idealizado pelo músico e agitador cultural Kobá Xilon, o evento reúne o melhor da nova cena do Rap com encontros imperdíveis e novidades sempre na segunda sexta de cada mês. A sua 18ª edição, a primeira de 2020, vai contar com batalha de MC’s, intervenções poéticas e apresentações de Emitê OG, Odisseia Rap, 780, Old Dirty Bacon, HG MC, Gruta Records, DJs Karma e Gravina Dope Beats. O evento começa às 22h e a entrada custa R$ 5,00.

Sábado, dia 11 de janeiro, às 20h – Poética Planetária Subtropicalista: Saraushow “100 Anos de Clarice Lispector”

Movimento multicultural criado em 2014 pelo cantor e compositor Alexandre Rota, a banda Poética Planetária Subtropicalista (POPS), em parceria com o Sarau FioMulticultural, promovem uma noite de celebração da obra de Clarice Lispector, que faria cem anos em 2020.Haverá exibição de vídeos sobre Clarice Lispector e o Saraushow multicultural com apresentação musical da banda. Em seguida, começam os jogos poéticos interativos intercalados à música e poesia com construção coletiva de fanzine, criação de música interativa em homenagem à Clarice Lispector e o público poderá levar livros para trocar. O evento começa às 20h e a entrada é franca.

Toda terça-feira, às 18h – Microfone aberto

Microfone Aberto é um sarau moderno que acontece todas as terças, a partir das 18h, onde os artistas podem recitar suas poesias, cantar, apresentar monólogos, ler seus contos, manifestos, em resumo, mostrar a sua arte, sem amarras nem mordaças. A entrada franca.

Toda terça-feira, às 21h – Jam Latin Jazz Session

Jazz com tempero latino. Essa é a proposta da banda DS Grooves, liderada pelo saxofonista, clarinetista, compositor e arranjador uruguaio Daniel Santos. Com mais de 30 anos de carreira e participações em diversos projetos e Big Bands na América Latina, o artista apresentará com seu conjunto músicas autorais, clássicos fusionados com ritmos latinos e canções de expoentes como Paquito D’Rivera e Chucho Valdés. O evento começa às 21h e a entrada é uma contribuição consciente.

O Palco Lapa fica na Rua da Lapa, 145. Mais informações pelo telefone (21) 98231-0108 ou pelo site www.palcolapa145.com.br

Claro e Governo do Estado do Rio de Janeiro apresentam Claro Verão Rio, com shows e atrações gratuitas em Ipanema, entre 11 e 20 de janeiro

“Dia de luz, festa do sol” os versos de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli soam como inspiração para o Claro Verão Rio, projeto que celebrará a estação mais querida dos cariocas, com diversas atrações culturais espalhadas por dois espaços em Ipanema. O Parque Garota de Ipanema e a Casa de Cultura Laura Alvim serão as casas do Claro Verão, que acontece entre os dias 11 e 20 de janeiro de 2020.

O Claro Verão Rio estreia como um presente aos cariocas e turistas, trazendo uma programação repleta de cultura, arte e atividades voltadas para o bem-estar e sustentabilidade. O evento contará com shows de artistas da plataforma Claro Música, como Xande de Pilares, Barão Vermelho, Blitz, Paulinho Moska, Ana Vilela, Tico Santa Cruz, Gilsons e Toni Garrido, além da exibição de filmes, peças de teatro e diversas atividades e experiências ao ar livre.

O Claro Verão Rio tem patrocínio da Claro e da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa  do Rio de Janeiro que através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura investiu R$1.700.000,00 no evento. O projeto é uma realização da Peck Produções.

“Onde tem sol, tem diversão. E só a marca que traz o ‘sol’ em seu logo poderia oferecer um evento como o Claro Verão Rio. Temos o orgulho de ser uma empresa que está sempre presente na vida dos Cariocas, conectando as pessoas e levando diversão para nossos clientes. O Claro Verão Rio chega como um evento democrático e acolhedor e apresenta um novo verão para o Rio de Janeiro, com muita celebração, esporte, música e tecnologia”, afirma Ane Lopes, diretora de Marca e Comunicação da Claro. 

Um mar de experiências ao ar livre

Durante os 10 dias de intensa programação, o Claro Verão Rio ocupará 2 espaços icônicos de Ipanema. O Parque Garota de Ipanema receberá os shows da Blitz (13/01), Xande de Pilares (15/01) e Barão Vermelho (17/01). Entre os dias 11 e 20 de janeiro, na Casa de Cultura Laura Alvim, que durante o evento será a Casa Claro, estará de portas abertas apresentando uma programação de cinema, teatro, games eletrônicos, experiências de interatividade e shows de artistas como Paulinho Moska (11/01), Ana Vilela (12/01), Tico Santa Cruz (14/01), Gilsons (16/01) e Toni Garrido (20/01).

Além dos palcos e telas, o Claro Verão Rio promoverá também diversas atividades esportivas e de bem-estar no Parque Garota de Ipanema, como um muro de escalada, com acompanhamento de instrutores.

Peck Mecenas, diretor executivo da Peck Produções, diz o que o público pode esperar. “O Claro Verão Rio nasce como uma celebração a tudo que faz do verão carioca um momento singular, da música às atividades ao ar livre, passando por muita interação entre as pessoas. Adotamos a praia de Ipanema como casa porque é nessas areias que a cidade se encontra no verão. Ipanema é símbolo do encontro entre as diversas tribos que formam nossa identidade. E o Claro Verão Rio chega para abraçar todas elas, com shows do rock ao samba, além de experiências que prometem encantar o público”, afirma o realizador cultural.

Para mais informações, acesse claroveraorio.com.br.

Confira a programação do Claro Verão Rio

Parque Garota de Ipanema:
Dia 13/01: Blitz
Dia 15/01: Xande de Pilares
Dia 17/01: Barão Vermelho
Horário dos shows: 19h
Entrada gratuita

Casa Claro (Casa de Cultura Laura Alvim)
Entre os dias 11 e 20 de janeiro
Das 14h às 22h
Cinema, teatro, games, shows
11/01 – Paulinho Moska
12/01 Ana Vilela
14/01 Tico Santa Cruz
16/01 Gilsons
18/01 Rodrigo Santos
19/01 Priscila Tossan
20/01 Toni Garrido

SERVIÇO CLARO VERÃO RIO

Local: Parque Garota de Ipanema
Av. Francisco Bhering, s/n – Arpoador, Rio de Janeiro
Datas: 13, 15 e 17 de janeiro
Horário: 19h.
Classificação: livre
Entrada gratuita

Local: Casa de Cultura Laura Alvim
Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema,
Datas: 11 a 20 de janeiro
Horário: das 14h às 22h
Classificação: livre
Entrada gratuita

Salvadores Dali lançam primeiro disco no Lapa Café

Apostando num rock marcado por arranjos cheios de groove e que traduzem em suas letras temas como a atmosfera carioca, a diversidade, filosofia, história e conflitos sociais, a banda carioca Salvadores Dali lançará o primeiro álbum, homônimo, dia 17 de janeiro, sexta-feira, às 19h30, no Lapa Café (Av. Gomes Freire, 453/457, Lapa). No repertório, as sete músicas autorais, mais uma versão repaginada de Noel Rosa que integra o álbum, juntamente com versões de Nelson Cavaquinho, Belchior, entre outros clássicos da MPB. O primeiro álbum do grupo já está disponível no Spotify, Deezer e nas principais plataformas digitais.

A banda Salvadores Dali é fruto de uma amizade que nasceu há mais de 30 anos. J. Moraes, baixista do grupo, e o compositor Nelson Ricardo, autor de todas as letras dos Salvadores Dali, se conheceram ainda nos anos 80, na escola, e desde então planejavam formar uma banda de rock. No entanto, só depois dos doutorados em Sociologia e em Filosofia, os agora professores retomaram o projeto original do grupo, que ganhou o reforço nos vocais de um dos atores-cantores mais requisitados do Teatro Musical, Guilherme Logullo, protagonista de espetáculos como “Nelson Gonçalves – O Amor e O Tempo” e “Bibi – Uma Vida em Musical”; do baterista Jorge Casagrande, diretor de uma das escolas de bateria mais conhecidas do Rio de Janeiro; do músico e produtor Marcio MM Meirelles; e do saxofonista Robson Batista.

O que, inicialmente, seria apenas um registro de uma época, tornou-se um promissor projeto musical devido à qualidade das gravações iniciais. Retomando canções perdidas da adolescência, com uma atualização nos arranjos elaborados pelo grupo, os Salvadores Dali trazem a leveza de uma reunião entre amigos para as canções do álbum e para o show. Entre os destaques estão “Emboscada Final”, que fala sobre conflitos agrários; “3 Apitos”, uma homenagem ao grande Noel Rosa; “Não Passará”, que já possui videoclipe no YouTube, trazendo a atmosfera cool dos anos 80; e “Malemolência na Lapa”, que aborda a alegria e a sensualidade do bairro carioca. Ainda compõem o trabalho “Extremos”, “Transcendental”, “Pau Brasil” e a instrumental “São Salvador”.

A cidade do Rio de Janeiro não está representada somente nas letras da banda, mas também em seu nome, que apesar da alusão ao pintor Salvador Dalí, na verdade tem como referência a Praça São Salvador, reduto da boemia carioca e local conhecido por sua diversidade de manifestações culturais e políticas, uma verdadeira inspiração para os “Salvadores”. A tradicional praça também é título de uma das músicas do disco.

“Temos uma relação forte com a cidade do Rio de Janeiro e especialmente com o bairro das Laranjeiras que, por sua vida boêmia e repleta de encontros e de troca de ideias, representa muito bem alguns dos anseios da vida carioca. O bairro, onde também ensaiamos, se tornou uma referência para nós”, conta J. Moraes.

Os Salvadores Dali já se apresentaram na Praça São Salvador em 2019, e, em breve, tocarão mais uma vez no local.

“Uma das características mais marcantes do nosso som e da nossa presença no palco é a ideia de que somos amigos tocando, se divertindo, e trazendo à tona essa alegria e o prazer que sentimos fazendo música juntos”, completa Moraes.

Em 2020, os Salvadores Dali também darão continuidade ao projeto que iniciaram no YouTube, as Video Sessions, gravações feitas em estúdio com a presença de amigos da banda, que se tornarão uma série de vídeos, unindo um conceito multiplataforma de vídeo ao som do grupo.

SALVADORES DALI – INTEGRANTES

GUILHERME LOGULLO – Vocalista – Guilherme é cantor, ator e bailarino e nasceu em 1984 em São José dos Campos, SP. É um artista de várias expressões: dedicou-se ao ballet clássico desde os 11 anos de idade. Mais tarde participou do show “Quatro Estações” da dupla Sandy e Júnior e aos 18 anos ingressou na companhia teatral Grupo XPTO. Com uma bolsa de estudos, se formou em Musical Theathre pelo London Studio Centre, vivendo por essa razão em Londres pelo período de 6 anos. Também atuou em duas novelas na Rede Globo: “Babilônia” e “Rock Story”, além de atuar em dezenas de peças musicais (Elis, Bibi, Pin Pin, Nelson Gonçalves…), assim como em óperas no Brasil e no exterior.

MARCIO MM MEIRELLES – Guitarrista – Marcio, além de guitarrista, é produtor do grupo e arranjador, nasceu em 1972 na cidade de São Paulo, SP. Músico multi-instrumentista, é graduado em Composição pela UniRio e professor de música desde 1990. Produziu o DVD “Perdidos na Selva”. Atuou em vários grupos musicais, tais como Perdidos na Selva e Narjara, lançando ainda o álbum autoral MM Musico Solo 1, se apresentado fora do Brasil.

J MORAES – Baixista – Moraes é contrabaixista e nasceu em 1968 na cidade do Rio de Janeiro, RJ. Co-produtor do grupo, tem uma formação em Filosofia Estética (DSc) e em Filosofia da Música (MSc). Desde 2015, vem retomando seu trabalho em parceria com o compositor Nelson Ricardo, produzindo os EPs Oficinas (2016) e Vida Severina (2017), onde participa como baixista, tecladista e arranjador.

ROBSON BATISTA – Saxofonista – Robson nasceu em 1983, na cidade de São Mateus, ES. É filho de músicos e vivencia a arte musical desde os 6 anos de idade, passando por vários instrumentos, tais como percussão, clarinete, violão e finalmente o saxofone.  Ingressou na FAMES e participou de diversas gravações e shows ao vivo.

JORGE CASAGRANDE – Baterista – Casagrande nasceu em 1972 na cidade do Rio de Janeiro, RJ. Atua há 35 anos como baterista, sendo ganhador do prêmio de Expressão Cultural do Estado do Rio de JANEIRO com o projeto Orquestra de Bateristas. Além disso é diretor da maior Escolas de Bateristas do país, sediada na Lapa, Rio de Janeiro. Assina como endosser de várias marcas de pratos, baterias e assessórios, além de apresentar um canal no YouTube, onde entrevista celebridades do universo das baquetas e percussão.

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SERVIÇO – SHOW:

Lançamento do disco “Salvadores Dali”

Dia: 17/01, sexta-feira

Local: Lapa Café
Endereço: Av. Gomes Freire, 453/457, Lapa
170 lugares. Livre.

Ingressos: R$20

Ingressos vendidos somente na bilheteria da casa. Meia-entrada para todos os casos previstos em lei.

Informações: (21) 3971-6812.

Tarde para morrer jovem

Depois de ser exibido em diversos festivais internacionais, TARDE PARA MORRER JOVEM, da diretora chilena Dominga Sotomayor, estreia em circuito comercial no Brasil em 27 de fevereiro. Por esta obra, a diretora foi a primeira mulher a receber o prêmio de Melhor Direção no Festival de Locarno 2018. O longa é produzido pela brasileira RT Features, de Rodrigo Teixeira, e tem distribuição da Pandora Filmes.

Na trama, com a volta da democracia ao Chile nos anos 1990, um grupo de famílias que vive em uma comunidade isolada aos pés dos Andes busca construir um novo mundo distante dos excessos urbanos. O filme acompanha a rotina dessas famílias e o amadurecimento das crianças e adolescentes que precisam lidar com os primeiros amores, desejos e medos, enquanto preparam uma grande festa de Ano Novo.

De acordo com a diretora, a inspiração para TARDE PARA MORRER JOVEM surgiu quando encontrou uma fita VHS, do início dos anos 1990, com cenas de uma queimada que se espalhava por uma pequena comunidade que vivia em contato com a natureza. Domingas, com cinco anos, havia se mudado para lá com os pais há poucos meses. Ela conta que não se lembrava com clareza daquele dia, mas que ao ver as imagens se deu conta da vulnerabilidade daquele universo, que parecia tão idílico, e das pessoas que tentavam controlar as chamas. “O filme me trouxe a possibilidade de olhar para um tempo distante, que não parece mais possível atualmente. Ele retrata um grupo de pessoas que escolheu viver longe da cidade, em contato com a natureza mas que ao mesmo tempo é ameaçada por ela. Eles estão confinados num exílio auto-imposto onde encaram suas próprias naturezas”.

Em dezembro de 1989, o general Augusto Pinochet foi derrubado do poder pelas primeiras eleições democráticas do Chile, desde a instauração da ditadura militar. “Este verão, logo após nos mudarmos para a comunidade aos pés dos Andes, foi um momento muito particular, de transição, cheio de expectativas e ilusão de um novo início. Mas, procurei omitir no filme tudo de concreto e político daquele tempo, retratando um verão muito particular, mas que ao mesmo tempo poderia ser qualquer verão”, comenta Domingas.

É um filme sobre crescer num momento de mudanças significativas e, para mim, isso tem a ver com a nostalgia e desmistificação de um período. É uma história de amadurecimento – dos personagens jovens e de uma sociedade, o Chile, que estava machucado depois da ditadura. Eu queria explorar a desconfortável relação entre as gerações e classes para capturar a sabedoria das crianças, a tolice dos adultos e a estranha melancolia de crescer”, explica.

TARDE PARA MORRER JOVEM é o terceiro longa-metragem de Domingas Sotomayor. O primeiro, De Jueves a Domingo, recebeu o prêmio Tiger Award em Roterdã e foi exibido em mais de 100 festivais ao redor do mundo. No ano de 2013 codirigiu The Island, que também foi premiado no festival holandês, e em 2015 estreou o média-metragem MAR na mostra Forum do Festival de Berlim.

Além de Locarno, onde foi premiado, TARDE PARA MORRER JOVEM foi exibido em importantes festivais do mundo, como 43rd Toronto International Film Festival, 56th New York Film Festival, 62nd BFI London Film Festival, 56th Viennale, Vienna International Film Festival e 54th Chicago International Film Festival. No Brasil, foi exibido na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e no Festival do Rio de 2018.

SINOPSE 
Durante o verão de 1990 no Chile, com a crescente liberdade que se seguiu ao fim da ditadura, um pequeno grupo de famílias que vive em uma comunidade isolada aos pés dos Andes busca construir um novo mundo longe dos excessos urbanos. Nessa época de mudanças e reavaliações, Sofía, Lucas e Clara lidam com seus primeiros amores, desejos e medos, enquanto se preparam para a grande festa de Ano Novo. Melhor direção no Festival de Locarno 2018.

FICHA TÉCNICA 
TARDE PARA MORRER JOVEM (Tarde para morir joven) 
Direção: Dominga Sotomayor
Elenco: DEMIAN HERNÁNDEZ, ANTAR MACHADO, MAGDALENA TÓTORO, MATÍAS OVIEDO, ANTONIA ZEGERS
Producão: CINESTACIÓN, RT FEATURES, RUDA CINE, CIRCE FILMS
Ano: 2018
Gênero: Drama
Países: Chile, Brasil, Argentina, Holanda e Qatar

FESTIVAIS  
● 43rd Toronto International Film Festival
● 56th New York Film Festival
● 62nd BFI London Film Festival
● 54th Chicago International Film Festival
● 2nd Pingyao International Film Festival
● 56th Viennale, Vienna International Film Festival
● 42nd São Paulo International Film Festival
● 2nd El Gouna Film Festival
● 24th Sarajevo Film Festival
● 14th Santiago International Film Festival
● 26th Filmfest Hamburg
● 15th Reykjavik International Film Festival
● 26th Hamptons International Film Festival
● 41st Mill Valley Film Festival
● 47th Festival du nouveau cinéma
● 51st Viña del Mar International Film Festival

SOBRE A DIRETORA 
Domingas Sotomayor estudou Direção Audiovisual na Universidade Católica do Chile e tem mestrado em Direção na ESCAC de Barcelona. Ela desenvolveu seu primeiro filme De Jueves a Domingo na residência Cannes Cinéfondation. O filme ganhou o Tiger Award em Roterdã e foi exibido em mais de 100 festivais. Em  2013 ela codirigiu The Island, que também ganhou o prêmio Tiger.

Em 2015 estreou seu média-metragem Mar no Fórum da Berlinale e o filme coletivo  Here
in Lisbon, produzido pelo Indielisboa. Ela trabalhou em vídeos e fotografias para exibições de artes visuais, como Little Sun (de Olafur Eliasson, 2012) no museu Tate Modern em Londres.

Em 2009 ela co-fundou a Cinestación, uma empresa de produção baseada em Santiago onde ela produz outros autores e cineastas na América Latina. Recentemente, esteve envolvida com Los Fuertes, de Omar Zúñiga (em pós-produção), Murder me, Monster, de Alejandro Fadel, que estreou na mostra Un Certain Regard nos Festival de Cannes de 2018, e Raging Helmets, de Neto Villalobos. Ela também co-fundou o CCC, Centro de Cinema e Criação, um centro cultural e cinema de arte em Santiago, Chile.

SOBRE A RT FEATURES 
Criada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features tem em seu currículo de produções brasileiras longas-metragens como O Cheiro do Ralo (2006), O Abismo Prateado (2010), Tim Maia (2014), Alemão (2014), O Silêncio do Céu (2016) e a série O Hipnotizador (para a HBO Latin America em 2015).

No mercado internacional, RT produziu os longas Frances Ha (2013), O amor é estranho (2014), Love (2015), Mistress America (2015), A Bruxa (2016), Patti Cake$ (2017) e Me chame pelo seu nome (2017), indicado ao Oscar em quatro categorias e vencedor na de melhor roteiro adaptado.

Dedicado a trabalhar com jovens diretores de talento desde a criação de sua empresa, a RT formou uma joint venture com a Sikelia Productions, produtora de Martin Scorsese, com o objetivo de realizar filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem da parceria, Ciganos da Ciambra (2017), estreou no Festival de Cannes de 2017, na Quinzena dos Realizadores, e o segundo filme, Port Authority, também foi selecionado pelo festival, dessa vez para a mostra Un Certain Regard em 2019.

No Brasil, recentemente produziu o longa-metragem A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, que foi exibido no último Festival de Cannes, onde recebeu o prêmio de melhor filme na mostra Um Certo Olhar. No mesmo ano, estreou ainda um terceiro longa-metragem no mesmo festival: com Willem Dafoe e Robert Pattinson, The Lighthouse, de Robert Eggers, esteve na Quinzena dos Realizadores e levou o FIPRESCI – Prêmio da Crítica Internacional – de melhor filme.

No festival de Veneza 2019, apresentou os filmes Wasp Network, de Olivier Assayas, com Penélope Cruz, Gael Garcia Bernal e Wagner Moura e Ad Astra, novo filme de James Gray, protagonizado por Brad Pitt. O filme foi aclamado pela crítica internacional e estreou em setembro nos cinemas.

SOBRE A PANDORA FILMES 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 20 cidades do Brasil.

Madrugada no Centro no CCBB

Na primeira edição de 2020, o Madrugada no Centro ocupa a área externa do CCBB para receber um time de primeira linha. Ao apostar nos encontros musicais entre novos e consagrados artistas, o Festival apresenta show inédito de Marcos Valle, protagonista de uma das carreiras das mais longevas e significativas na música popular brasileira.

Na sequência, nomes da nova geração, com show do Sexteto Sucupira e participações especiais de João Cavalcanti e Júlia Vargas. No comando das picapes, a pluralidade musical com o DJ Doni e o Bailão do Castelo, com muito samba, rock e MPB, conduzidos pelos DJs Doni, Magoo e Sapucaia.

O projeto, que segue até fevereiro de 2020 com a temática em celebração aos 30 anos do CCBB Rio, se mantém há cinco anos como uma opção de entretenimento acessível e em um local privilegiado, onde música e arte se comunicam de forma democrática. Com curadoria de Daniela Paita, cada edição apresenta um roteiro diferente, com DJs, músicos, artistas convidados, performances e muita música boa!

MARCOS VALLE 

https://youtu.be/9jbEWfCIkHs

O músico, cantor e compositor Marcos Valle apresentará o show do novo álbum “Cinzento”. Produzido pelo próprio Valle, o álbum tem uma concepção minimalista, com pouca instrumentação e grooves diferentes, que remete ao clássico “Previsão do Tempo”, de 1973. “Cinzento” vem com novas parcerias como Moreno Veloso (na faixa “Redescobrir”), Bem Gil (“Se Proteja”), Kassin (“Lugares Distantes”), Zélia Duncan (“Rastros Raro”) e Domênico Lancelotti (“Pelo Sim Pelo Não”), entre outros.

Além das músicas novas Marcos vai apresentar alguns dos seus sucessos como “Batucada Surgiu”, “Mentira”, “Estrelar”, “Samba de Verão”, “Os Grilos”, “Mustang Cor de Sangue” e outros. 

Marcos Valle se apresenta no fender rhodes/teclados/vocal ao lado de Patrícia Alví no vocal, Jessé Sadoc no trompete/flugelhorn, Alberto Continentino no baixo, Dudu Viana nos teclados, Bernardo Bosisio na guitarra e Renato “Massa” Calmon na bateria.

Atento às novidades, Marcos Valle incorpora diversas vertentes ao longo de sua trajetória, que se inicia com a bossa nova e percorre da música negra norte-americana ao pop e à música dançante dos anos 1970 e 1980. 

 

SEXTETO SUCUPIRA convida JOÃO CAVALCANTI e JULIA VARGAS

https://youtu.be/jhuLJujRlQc

O show do Sexteto Sucupira é tanto para pessoas que gostam de dançar, quanto para os que simplesmente querem ouvir boa música. O espetáculo é uma viagem pelas melodias do mundo, tendo o Brasil como ponto de partida. O fio condutor é a música regional nordestina, seus baiões, xaxados, xotes e ijexás. Alimentado por ricas melodias, a cada tema executado tem-se a sensação de se desembarcar num lugar diferente, ora no norte do Brasil, ora no Caribe, ora no Oriente Médio. O repertório mistura músicas de várias partes do mundo com clássicos de compositores brasileiros consagrados (Dominguinhos, Sivuca, Gilberto Gil, Hermeto Pascoal) e de expoentes da nossa nova geração (Marcelo Caldi, Kiko Horta, Rodrigo Lessa), além de composições do grupo. 

O sexteto é Alexandre Bittencourt nos sopros, Rudá Brauns no bandolim, Felipe Chernicharo no violão, Max Dias no baixo, Lucas Videla na percussão e Cláudio Lima na bateria. 

JOÃO CAVALCANTI

https://youtu.be/GMbke2wId_c

Jornalista, João Cavalcanti não imaginou que seguiria a carreira do pai, Lenine. Foi na faculdade que se voltou para a música. Ouviu e tocou de tudo até formar o Casuarina, grupo do qual foi vocalista por 16 anos (de 2001 a 2017). Com o Casuarina – eleito melhor grupo de samba duas vezes no Prêmio da Música Brasileira – lançou sete CDs e dois DVDs, fez oito turnês pela Europa e quatro por Estados Unidos e Canadá, além de shows em vários lugares do mundo. Suas músicas têm sido gravadas por alguns importantes artistas brasileiros, como Lenine, Roberta Sá, Joyce Moreno, MPB4, Tiê, Zé Renato e Pedro Luís. Em maio de 2018, João lançou “Garimpo”, registro intimista de seu duo com o pianista e acordeonista Marcelo Caldi, com participação do cantor português António Zambujo. No ano seguinte, lançou o EP digital “Samba Mobiliado” com seis faixas. Seu segundo álbum solo, “Sangrado”, tem produção de TóBrandileone e participação de Jorge Drexler, ainda sem data prevista para o lançamento. 

JÚLIA VARGAS

https://youtu.be/7OIVo6so1AI

Cantora e percussionista, Júlia Vargas já é considerada uma das grandes cantoras do Brasil e vem emocionando nomes como Milton Nascimento, com quem fez uma de suas primeiras turnês. Gravou com Ivan Lins de quem ganhou música inédita gravada em disco, além de contar com participações de Ney Matogrosso e Pedro Luís, no seu álbum “Pop Banana”. Abriu shows de Alceu Valença e Geraldo Azevedo e apresentou-se ao lado de João Donato, Wagner Tiso, Moraes Moreira, Criolo, entre outros. Em 2015 participou do tributo à Cássia Eller, no Rock in Rio e chamou a atenção pela parceria com Chico Chico, cantor e compositor carioca filho da cantora com quem fez diversos shows pelo Brasil.Júlia passeia pelos mais variados gêneros musicais como blues, sambas e regionalismos. Ainda é bailarina, e fez parte do corpo do Theatro Municipal do Rio e da Cia. Deborah Colker.

BAILÃO DO CASTELO

https://youtu.be/uBQyfsDRHs4

Três amigos que se juntaram com um único objetivo: fazer música boa! Consagrados na noite carioca, os DjsDoni, Sapucaia e Magoo são responsáveis pelo Bailão do Castelo, um dos maiores bailes de rua do RJ que acontece no Centro. No som, muita black music, samba rock, MPB, soul funk, acid jazz, rock n’ roll, rock brazuka e tropicalia. É um dos fundadores do coletivo Tríade, que produz e comanda o Bailão do Castelo, junto com os DJ’s Magoo e Sapucaia.Conheça a Tríade!

DJ Don ijá é referência na noite carioca. Há mais de uma década no Rio de Janeiro, o paulistano, que iniciou a carreira como pesquisador musical, faz parte do circuito das festas mais badaladas da cidade. DJ Magoo vem se destacando com seu repertório eclético, que agrada pela suavidade e a sagacidade nas sequências escolhidas e executadas pra não deixar ninguém parado. DJ Sapucaia, carioca da Lapa, iniciou sua carreira como produtor, mas curioso e amante da música, sempre pesquisou variados estilos musicais. A Tríade gosta de navegar na música brasileira fundamentada no movimento tropicalista, além de diversas vertentes da Black music que inclui funk, soul, samba-rock, r&b, african beats e nu jazz, tudo com muito groove!

Dia 18/01

Horário: 22h às 4h

·      22 às 23:30h- DJ DONI (BAILÃO DO CASTELO)

·      23:30 às 01h – MARCOS VALLE

·      01 às 1:30h – DJ DONI (BAILÃO DO CASTELO)

·      1:30 às 3h- SEXTETO SUCUPIRA convida JOÃO CAVALCANTI e JULIA VARGAS

·      03 às 04h – DJ DONI (BAILÃO DO CASTELO)

 

SERVIÇO:

MADRUGADA NO CENTRO – 2019 / 2020 #CCBB30anos
Local: Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro

End.: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro 
Tel.: (21) 3808-2000

Horários: 

Dia 18.01.2020 (sábado) 22 às 04h

Abertura do portão: 22h.

Ingressos:

Dia 18.01.20 – R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Espaço sujeito à lotação.

Venda dos ingressos: Na bilheteria do CCBB ou pelo site www.eventim.com.br

Capacidade: 

Até 950 pessoas.

 

Curadoria e Produção: Paita Produções Artísticas

Programação completa: www.facebook.com/madrugadanocentro

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Luiz Menna Barreto – luizmenna@uol.com.br 21 99872 5534

Assessoria CCBB Rio
Bianca Mello – biancamello@bb.com.br
(21) 3808-2326/ 3808-2324

 

Estácio

Empresa da holding YDUQS, é um dos maiores e mais respeitados grupos do setor educacional brasileiro. Há 49 anos, proporciona acesso a um ensino de excelência em larga escala e de maneira única. Está presente em 23 estados e no Distrito Federal, por meio do ensino presencial, e em todo o Brasil com o EaD, contando com mais de 500 mil alunos matriculados.

Oferece cursos de Graduação e Pós-graduação (lato sensu e stricto sensu), além de soluções corporativas e cursos de extensão. Aposta na tecnologia e na inovação como diferenciais para aprimorar o aprendizado, com currículos alinhados às necessidades do mercado de trabalho. A busca constante pela qualidade acadêmica e os investimentos na área de ensino geraram ótimos resultados nos últimos anos – suas instituições e cursos e são reconhecidos pelo MEC com elevados conceitos de qualidade.Atuante em projetos que contribuem para o desenvolvimento social e cultural do País, a Estácio promove o Programa de Responsabilidade Social Corporativa Educar para Transformar. O programa, que apoia iniciativas em cinco pilares – Esporte, Escola, Cidadania, Cultura, Inovação e Empreendedorismo – reflete o compromisso do Grupo Estácio de oferecer uma educação acessível e de qualidade e, assim, gerar um impacto positivo para a construção de uma sociedade mais justa.

 

CCBB 30 anos 

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil celebra 30 anos de atuação com mais de 50 milhões de visitas. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, o CCBB é um marco da revitalização do centro histórico da cidade e mantém uma programação plural, regular, acessível e de qualidade. Mais de três mil projetos já foram oferecidos ao público nas áreas de artes visuais, cinema, teatro, dança, música e pensamento.  Desde 2011, o CCBB incluiu o Brasil no ranking anual do jornal britânico The ArtNewspaper, projetando o Rio de Janeiro entre as cidades com as mostras de arte mais visitadas do mundo. Agente fomentador da arte e da cultura brasileira segue em compromisso permanente com a formação de plateias, incentivando o público a prestigiar o novo e promovendo, também, nomes da arte mundial.

Programação Especial de Verão do Clube Manouche

05, 12, 19 e 26/01 – Domingos, 20h – Festa “Alento” – Djs Rodrigo Penna e Helen Sancho

Uma imagem contendo pessoa, homem, objeto, interior Descrição gerada automaticamenteMais de 12 anos depois do Bailinho recriar a tradição dos domingos dançantes, a “Alento”, a nova festa de Rodrigo Penna, vem reviver as domingueiras. Serão quatro domingos de janeiro, quatro encontros pra abrir os caminhos nesse ano que se apresenta e colorir ainda mais o verão carioca!

A edição pré-réveillon em dezembro foi arrebatadora, com mais de 600 pessoas na área externa da Casa Camolese e dentro do Clube Manouche. “Alento” é uma festa para os românticos. Novos e antigos clássicos se misturam a pequenos sets de música lenta. Dançar soltinho ou juntinho, pode tudo nesse filhote do Bailinho que deu frutos. Nesse momento tão árido da cidade, “Alento” é encontro, gentileza, mansidão.

Com uma ou duas pistas, é festa com gosto de playground, de sala de estar. Para todas as idades, credo, gosto e sabores, “Alento” é abraço, cafuné, carinho. “Uma festa para dançar juntinho, meio rosto colado, meio chão rabiscado, música lenta como nos velhos tempos, lembra? Música dancing de hoje e de ontem. A gente precisa de alento.”, diz o DJ e produtor que há mais de uma década está à frente de eventos de sucesso no Rio.

Nesta empreitada Rodrigo Penna divide o som com a DJ Helen Sancho, conhecida na cena musical carioca e paulistana, dona de um estilo livre no comando das pick-ups de festas badaladas.

Quem já foi curtir ao som de Rodrigo e seus convidados ilustres já sabe que vai encontrar diversidade e qualidade na escolha musical, que faz toda a diferença no clima do evento. O DJ queridinho dos famosos dá uma palhinha do que vem: na playlist, Bob Marley, Gilberto Gil, Neil Young, Stevie Wonder, Gal Costa, Dona Ivone Lara, Marvin Gaye, Elvis Presley, Prince, Caetano Veloso, Lauryn Hill, Cartola, Paulinho da Viola, entre muitos outros sucessos. “O nome da festa descreve o que estamos precisando para a cidade e para o país de modo geral. Na pista, reverenciamos a cultura”, conta Rodrigo.

Serviço

Festa: “Alento”- Festa de Rodrigo Penna

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 01, 12, 19 e 26 de janeiro, domingos, 20h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira, primeiro lote), R$ 120,00 (inteira, segundo lote), R$ 40 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 60,00 (meia)

Há também o passaporte de verão para as quatro festas: R$ 120,00 https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

06, 13, 20 e 27/01, Segundas, 21h – Baile da Orquestra Imperial

ORQUESTRA IMPERIAL RED – crédito Felipe DinizVerão, janeiro, bailes de segundas-feiras no Clube Manouche – de volta pro futuro, a bigband e seus bailes mais cariocas do planeta estão de volta! A Orquestra Imperial renovada e cheia de amor pra dar – como sempre.

Depois de animar as noites cariocas de 2002 a 2018 com direito a diversos bailes e shows em palcos, clubes e festivais por todo o Brasil, Europa, Estados Unidos e América Latina, a Orquestra está de volta para uma temporada às segundas feiras (tal qual o início na saudosa casa Ballroom, no Humaitá) e dessa vez o palco escolhido é também perto de casa e do coração da trupe: o Clube Manouche.

Com uma formação mesclando integrantes das primeiras formações como Berna Ceppas, Kassin, Nina Becker, Moreno Veloso, Emanuelle Araujo, Felipe Pinaud, Pedro Sá, Marlon Sette, César Bodão, Mauro Zacharias, Bidu Cordeiro e outros mais, caras novas e da nova cena marcarão presença na temporada, como Matheus VK e DJ Marlboro (06/01), Danilo Cutrim do Braza (13/01), Ana Frango Elétrico (20/01) e Pedro Miranda (27/01), além do percussionista Leonardo Reis. E, claro, as surpresas que sempre pintam e DJs convidados.

A banda prepara novo repertório que tem a ver com o espaço do Manouche, mais acolhedor, pra dançar coladinho. “Caso Sério”, de Rita Lee, é uma delas, sem abrir mão das músicas mais animadas. O resto é surpresa.

Serviço

Festa: Baile da Orquestra Imperial

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 06, 13, 20, e 27 de janeiro, segundas, 21h

Ingressos: R$ 100,00 (inteira), R$ 50 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 50,00 (meia). https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

As Palavras da Nossa Casa

O Núcleo Teatro de Imersão estreia a peça imersiva e itinerante “As Palavras da Nossa Casa”, livremente inspirada em obras do cineasta sueco Ingmar Bergman (1918-2007), no dia 17 de janeiro de 2020, na Casa das Rosas, da Rede de Museus-Casas Literários da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerenciada pela Poiesis. Sem separação entre palco e plateia, a ideia é que o público seja conduzido por diferentes cômodos dessa mansão histórica na Avenida Paulista para acompanhar a história. A temporada segue até 27 de março (totalizando 20 apresentações), com sessões duplas às sextas-feiras, às 18h30 e às 20h. Os ingressos custam até R$60.

A dramaturgia da peça foi escrita por Adriana Câmara, que também assina a direção, e Glau Gurgel a partir de vários filmes de Bergman. “A principal referência é o ‘Sonata de Outono’ (1978), que tem uma personagem a mais. Fomos reduzindo os personagens, situações e a quantidade de espaços para poder fazer na Casa das Rosas. Mas também fazemos referências a ‘Morangos Silvestres’ (1957), ‘Através do Espelho’ (1961) e ‘Gritos e Sussurros’ (1972). O espetáculo tem elementos de vários longas dele”, revela a diretora.

Situada nos anos de 1960, a trama narra a visita da famosa cantora lírica Charlote (interpretada pela atriz Gizelle Menon) ao casarão que sua filha única, Eva (Adriana Câmara), divide com o marido Victor (Glau Gurgel), que é um pastor presbiteriano. As duas, que não se vêm há bastante tempo, tentam se reaproximar e resolver questões dolorosas do passado, como o fato de que a filha precisou lidar com a perda de seu único filho, enquanto a mãe tentava administrar as demandas de sua carreira internacional.

Para resgatar os sentimentos nobres que ainda existem entre elas, mãe e filha precisam encarar todas as mágoas, e, nesse processo, acabam proferindo palavras muito duras, de que, possivelmente, se arrependerão. A montagem sensível busca a identificação imediata com o espectador, ao tratar de temas como o amor, as cobranças e expectativas na criação dos filhos, as diferenças de geração, a falta de comunicação em relacionamentos, a esperança e os recomeços após dores profundas, em uma abordagem que parte de situações e conflitos parecidos com os que todos já vivenciaram ou testemunharam.

Os espectadores assistem a tudo isso acomodados em cadeiras espalhadas pelos diferentes cômodos da Casa das Rosas, como se estivessem mesmo na residência das personagens, e são obrigados pela própria cena a mudar de ambiente. “Pensamos em fazer a peça para a Casa das Rosas, que foi moldando totalmente a encenação. Nesse tipo de teatro, temos que fazer tudo pensando em um espaço, porque se mudamos de lugar, temos que trocar, por exemplo, todas as marcações”, revela Adriana sobre o processo criativo.

“As Palavras da Nossa Casa” é o segundo espetáculo do Núcleo Teatro de Imersão. A primeira peça do grupo, “Tio Ivan”, ganhou o Aplauso Brasil 2018 na categoria Melhor Espetáculo de Grupo por voto popular.

SOBRE A CASA DAS ROSAS

A Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos é um museu dedicado à poesia, à literatura, à cultura e à preservação do acervo bibliográfico do poeta paulistano Haroldo de Campos, um dos criadores do movimento da poesia concreta na década de 1950. Localizada em uma das avenidas mais importantes da cidade de São Paulo, a Avenida Paulista, o espaço realiza intensa programação de atividades gratuitas, como oficinas de criação e crítica literárias, palestras, ciclos de debates, exposições, apresentações literárias e musicais, saraus, lançamentos de livros, performances e apresentações teatrais. O museu está instalado em um imponente casarão, construído em 1935 pelo escritório Ramos de Azevedo, que na época já tinha projetado e executado importantes edifícios na cidade, como a Pinacoteca do Estado, o Teatro Municipal e o Mercado Público de São Paulo.

Sobre o Núcleo Teatro de Imersão

Criado em 2014, o Núcleo Teatro de Imersão está voltado para o estudo, o ensino, a pesquisa e a montagem de espetáculos que proponham novas relações entre ator e espectador, ao inserir o público no espaço de representação, em meio à cena representada. O primeiro trabalho do grupo é “Tio Ivan” (2017-2019), uma adaptação imersiva para o texto “O Tio Vania”, do escritor russo AntonTchekhov (1860-1904). A peça já foi apresentada na Casa das Rosas e na Oficina Cultural Oswald de Andrade. “As Palavras da Nossa Casa”, livremente inspirada na obra de Ingmar Bergman, é o segundo espetáculo do grupo.

SINOPSE

Drama imersivo e itinerante inspirado livremente na obra do cineasta Ingmar Bergman. Uma famosa cantora lírica visita a sua filha no casarão que ela divide com o marido presbítero. Durante a visita, mãe e filha tentam se reaproximar e resolver questões dolorosas do seu passado. Nessa montagem do Núcleo Teatro de Imersão, os espectadores percorrem os diversos ambientes do casarão, sem separação entre palco e plateia.

FICHA TÉCNICA

Realização: Núcleo Teatro de Imersão

Direção: Adriana Câmara

Texto: Adriana Câmara e Glau Gurgel, inspirado na obra de Ingmar Bergman

Cenografia, figurino, produção executiva: Adriana Câmara

Produção de arte: Adriana Câmara, Glau Gurgel, Gizelle Menon

Elenco: Adriana Câmara, Glau Gurgel, Gizelle Menon

Assistência de palco: Dayane Isabela

Programação visual e assistência de cenografia: Hernani Rocha

Confecção do figurino: Ateliê Paz (Samantha Paz e Liduina Paz)

Fotografias: Hernani Rocha

Assessoria de imprensa: Bruno Motta e Verônica Domingues  (Agência Fática)

Produção: Menina dos Olhos do Brasil

SERVIÇO

AS PALAVRAS DE NOSSA CASA, DO NÚCLEO TEATRO DE IMERSÃO

Casa das Rosas – Avenida Paulista, 37, Bela Vista

Temporada: de 17 de janeiro a 27 de março de 2020 (exceto dia 21/2)

Às sextas-feiras, às 18h30 e às 20h

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$30 (meia-entrada)

Vendas online:https://www.sympla.com.br/nucleoteatrodeimersao

*Venda de ingressos no local da apresentação é realizada apenas 30 minutos antes de cada sessão

Classificação: 14 anos

Duração: 60 minutos

Capacidade: 30 lugares

Gênero: Drama Imersivo

Site: https://www.nucleoteatrodeimersao.com/

Redes sociais: @nucleoteatrodeimersao

 

Janeiro no CCBB

O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro abre a programação de 2020 com as estreias dos espetáculos Billdog 2; Tatá, o Travesseiro; e Leopoldina, Independência e Morte, além da mostra de cinema Fellini – Il Maestro. Acontece também mais uma edição do Madrugada no Centro, que recebe Marcos Valle, Sexteto Sucupira convida João Cavalcanti e Júlia Vargas, e DJ DONI (Bailão do Castelo).

 

 

EXPOSIÇÃO

EGITO ANTIGO: DO COTIDIANO À ETERNIDADE

Até 27/01

1º andar e Térreo

Em comemoração aos 30 anos do Centro Cultural, apresentamos uma exposição inédita sobre o Egito Antigo, considerada uma das maiores civilizações da história da humanidade. Por meio de um amplo panorama sobre o cotidiano, a religiosidade e os costumes ligados à crença na eternidade, o recorte reúne esculturas, pinturas, objetos, sarcófagos e até uma múmia, vindos do Museu Egípcio de Turim, segundo maior acervo egípcio do mundo, além de instalações cenográficas e interativas que permitem uma viagem ao tempo dos faraós.

 

Curadoria: Paolo Marini e Pieter Tjabbes

Classificação indicativa: livre

 

Entrada franca

 

Retire seu ingresso pelo aplicativo Eventim (Apple Store e Google Play) ou na bilheteria do CCBB, mediante disponibilidade.

 

 

VAIVÉM

 

Até 17/02

 

2º andar e térreo

A exposição investiga as relações entre as redes de dormir e a construção da identidade nacional no Brasil com cerca de 300 obras de coleções públicas e privadas. Caracteriza-se pelo caráter trans-histórico, reunindo artistas de distintos contextos sociais, diferentes períodos e regiões do País, que refletem sobre permanências, rupturas e resistências na representação e nos usos das redes de dormir na arte e na cultura visual brasileiras.

 

Curadoria: Raphael Fonseca

Classificação indicativa: livre

 

Entrada franca

 

Retire seu ingresso pelo aplicativo Eventim (Apple Store e Google Play) ou na bilheteria do CCBB, mediante disponibilidade.

 

TEATRO

BILLDOG 2

 

03/01 a 23/02

 

Quarta a domingo – 19h30

 

Teatro III

 

Uma história instigante e divertida, que brinca com referências de HQ, dos filmes Noir e de ação. Nela, o ator Gustavo Rodrigues interpreta 46 personagens, acompanhado do eletrizante som ao vivo de Tauã, nesta deliciosa trama policial que evoca a cultura pop.

 

Texto e concepção: Joe Bone; direção: Gustavo Rodrigues e Joe Bone; Supervisão artística: Guilherme Leme Garcia; elenco: Gustavo Rodrigues (ator) e Tauã de Lorena (músico).

 

Duração: 65 min

 

Classificação indicativa: 18+

 

Ingressos: R$30

 

LEOPOLDINA, INDEPÊNDENCIA E MORTE

 

08/01 a 23/02

 

Quarta a domingo – 19h

 

Teatro I

 

O espetáculo recria momentos do período em que a Imperatriz Leopoldina, esposa de D. Pedro I, viveu no Brasil. Em três fragmentos – que passam pela sua chegada ao país, em 1817, até a véspera de sua morte, aos 29 anos, em 1826, a montagem joga luz à importância decisiva dessa personagem no processo de independência do Brasil, desconhecida ainda pela maioria dos brasileiros.

 

Texto e direção: Marcos Damigo; Elenco: Sara Antunes e Plínio Soares

 

Duração: 75 min

 

Classificação indicativa: 12+

 

Ingressos: R$30

 

DIÁLOGOS COM A PROGRAMAÇÃO – LEOPOLDINA, INDEPÊNDENCIA E MORTE

 

18/01

 

Sábado – 17h

 

Teatro I

 

Paulo Rezzutti, historiador e autor do livro “D. Leopoldina, a história não contada. A mulher que arquitetou a independência do Brasil”, apresentará um panorama geral sobre a vida de Leopoldina, desde o seu nascimento, em Viena, até sua morte no Brasil, com foco

 

Classificação indicativa: 12+

 

Entrada franca.

 

 

TATÁ, O TRAVESSEIRO

 

11/01 a 01/03

 

Sábado e domingo – 16h

 

Teatro II

 

Lipe é um menino que tem como melhor amigo o seu travesseiro Tatá. Eles formam uma dupla inseparável até que, um dia, Tatá desaparece e Lipe acredita que ele foi sequestrado pelo Pirata dos Sonhos. O garoto empreende uma jornada de resgate ao melhor amigo, tendo que vencer seus medos, aos quais apenas a sua imaginação será capaz de resolver.

 

Texto e dramaturgia: Andréa Batitucci, Gustavo Bicalho e Patrícia Von Studnitz, direção: Gustavo Bicalho e Henrique Gonçalves; elenco: Alexandre Scaldini, Edeilton Medeiros, Lívia Guedes, Marcio Nascimento, Marise Nogueira e Tatá Oliveira; concepção, criação e confecção de bonecos, sombras e adereços: Bruno Dante.

 

Duração: 55 min

 

Classificação indicativa: livre

 

Ingressos: R$30

 

 

MÚSICA

MADRUGADA NO CENTRO – #CCBB30ANOS

18/01

Área externa – 22h

Marcos Valle, Sexteto Sucupira convida João Cavalcanti e Júlia Vargas, DJ DONI (Bailão do Castelo).

 

Esta edição traz ao palco uma rica mistura de artistas renomados que acompanhados de um sexteto vão buscar diversas conexões entre os ritmos brasileiros como forró, baião, xaxado, samba, bossa nova e MPB.

 

Curadoria: Paita Produções

 

Classificação indicativa: 18+

 

MÚSICA NO MUSEU

Sala 26 (4º andar)

Quartas-feiras – 12h30

O projeto tem por objetivo a formação de plateias e estimular a música de concerto, sendo realizado em diversos museus e centros culturais da cidade. Todas as quartas-feiras no CCBB. Consulte a programação em www.musicanomuseu.com.br

Curadoria: Sérgio da Costa e Silva

Classificação indicativa: livre

Entrada franca

 

CINEMA

FELLINI: IL MAESTRO

08/01 a 03/02

Quarta a segunda

Cinema I

No ano em que se comemora o centenário de nascimento de Federico Fellini (1920-1993), o CCBB apresenta a mais completa retrospectiva do cineasta italiano já feita no Brasil. Além das sessões no cinema, a programação prevê também a realização de debate e curso sobre o diretor. Natural da província italiana de Rimini, Fellini se tornou um dos nomes mais influentes do cinema do século XX. Sua obra conjuga elementos de duas das mais importantes correntes do pós-guerra: o neorrealismo e o existencialismo, promovendo uma mistura inovadora de poesia, memória, fantasia e desejo.

Confira a programação no fôlder da mostra e no site bb.com.br/cultura.

Curadoria: Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida.

Classificação indicativa de acordo com o filme.

 

 

CCBB 30 ANOS

2º andar, 4º andar e térreo – 09h às 21h

Quarta a segunda

Exposição comemorativa que resgata a memória dos projetos realizados no CCBB Rio de Janeiro ao longo de três décadas (1989-2019), com a exibição de cartazes de alguns eventos de artes cênicas, cinema, exposições, ideias e música que marcaram a história do Centro Cultural. O material estará exposto em espaços no Térreo (hall do cinema), no 2º andar (hall do teatro 3) e no 4º andar (Museu Banco do Brasil), criando uma atmosfera que envolve o público durante a experiência da visita ao Centro Cultural.

 

GALERIA DE VALORES

Museu Banco do Brasil – 09 às 21h

Quarta a segunda

Exposição de longa duração que apresenta a trajetória da moeda no Brasil e no mundo, com cerca de 2 mil peças do acervo numismático do Banco do Brasil. Venha conhecer materiais curiosos que já foram ou continuam sendo usados como dinheiro.

Curadoria: Denise Mattar

 

O BANCO DO BRASIL E SUA HISTÓRIA

Museu Banco do Brasil – 09h às 21h

Quarta a segunda

Exposição de longa duração que apresenta os 210 anos do Banco do Brasil e sua contribuição para o desenvolvimento da sociedade e do país. As quatro salas mostram a linha do tempo de 1808 até os dias atuais, destacando os acervos museológico e arquivístico do Banco do Brasil. Outros três ambientes apresentam a sala do secretário, a sala do presidente e a biblioteca, utilizadas pela Direção Geral do Banco do Brasil até a transferência da Capital do Rio para Brasília, em 1960.

 

Curadoria: M’Baraká e CCBB Rio

 

ARQUIVO HISTÓRICO

6º andar – 10h às 19h

Segunda, quarta, quinta e sexta

Acervos arquivístico e audiovisual do Banco do Brasil e da Memória CCBB para pesquisa e consulta dos estudantes e público em geral. Atendimento com agendamento telefônico prévio no 3808-2353.

CCBB EDUCATIVO

1º andar

Quarta a segunda – 09h às 21h

O programa Arte & Educação desenvolve ações que estimulam experiência,

criação, investigação e reflexão para todos os públicos, garantindo acesso

amplo e inclusivo ao patrimônio e sua diversidade. Agendamentos para

grupos, escolas, instituições e pessoas com deficiência: agendamentorj@

ccbbeducativo.com. Mais informações: contatorj@ccbbeducativo.com.

Programação completa e inscrições em: ccbbeducativo.com.

 

Destaque do mês | Especial Férias

 

Programação para toda a família como oficinas de cuidado da natureza, de dança, canto, percussão e de criação artística, e contação de histórias com nossos educadores e artistas convidados.

 

 

Serviços

Confeitaria Colombo – Casa de chá

2° andar

Novo espaço da Colombo, que traz em seu cardápio, os produtos que fazem parte da história da confeitaria, e um tradicional Chá da tarde que recebeu o nome do Centro Cultural. O chá CCBB é acompanhado de torrada Petrópolis, mel, geleia, bolo, doce, suco, pães e biscoitos leque, todos os produtos feitos na sede da casa centenária.

 

Restaurante e Cafeteria Lilia

Térreo

A cafeteria oferece opções de lanches doces e salgados para os visitantes durante todo o funcionamento do CCBB e no mezanino, de 11h30 às 15h, o restaurante traz opções para o almoço.

 

Livraria da Travessa

Térreo

É possível encontrar catálogos de mostras atuais e anteriores, além de centenas de títulos em livros nacionais, livros importados, eBooks, AudioBooks, DVDs e Blu-Rays.

 

Mais Informações

Centro Cultural Banco do Brasil

Rua Primeiro de Março, 66, Centro – Rio de Janeiro – RJ

Quarta a segunda, das 9h às 21h.

Bilheteria: Quarta a segunda, das 9h às 21h.

Top 5 – Eu Fui 2019

Fechando mais um ano de atrações culturais. Nem tantas quanto eu gostaria, confesso. Mas o suficiente para conseguirmos elencar as 5 mais legais. Vamos lá?

1 – A Ponte

Relacionamentos cotidianos, pessoas comuns… Tudo isso pode render boas histórias e desvendar mistérios inimagináveis. “A Ponte” traz um pouco disso. O enredo é o de três irmãs que estão reunidas em prol da mãe, que anda mal de saúde e precisando de todas reunidas e, por sua vez, precisam visitar o pai para fazer a vontade da genitora. Aos poucos vão se revelando as tais histórias obscuras que servem para camuflar verdades que destruiriam a imagem da família perante a sociedade que ama fiscalizar os bons costumes allheios.

 

2 – Lenine – Em Trânsito

O projeto – vencedor do Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock em Língua Portuguesa – estava de volta onde tudo começou. E Lenine melhor que nunca. Já fui a algumas apresentações do cantor e sempre pude conferir performances mais puxadas para o rock’n roll que nas versões originais e vejo que essa tradição se repete. Lenine dá roupagens mais pesadas para suas canções, inclusive algumas completamente diferentes, em perfeito match com a acústica perfeita do Imperator.

 

3 – Fervo Julino – Mangolab

A lista de atrações musicais da noite contava com Sexteto Sucupira, Duda Beat, Biltre, Illy, Potyguara Bardo e Mateus Carrilho. O sexteto foi a primeira atração ao vivo da festa. Com exceção dos outros artistas, deu um show prolongado logo no início. Os demais se apresentaram com poucas músicas e houve bastante participação uns nas apresentações dos outros. Apesar do grande número de atrações ao vivo, a maior parte do evento foi preenchida por DJs, tocando músicas temáticas ou não. O repertório era bem variado e de muito bom gosto.

 

 

4 – Perfume de Mulher

Fomos assistir a “Perfume de Mulher”. A história, baseada na obra de Ruggero Maccari e Dino Risi, é bem famosa devido ao filme com Al Pacino, o qual lhe rendeu seu primeiro Oscar. Agora, os palcos cariocas ganham essa montagem, idealizada por Silvio Guindane, que também assume o protagonista. Guindane vive o tenente-coronel Fausto, que fica cego após um acidente de carro. Junto com a deficiência, aflora também seu lado ranzinza. Solitário, contrata o cuidador Ciccio (Eduardo Melo) – que não tem originalmente esse nome, mas assim Fausto o chama -, de quem fica muito próximo. Todos os atores estão muito bem, com destaque para Silvio Guindane, que deixa transparecer mesmo no personagem ranzinza sua já conhecida veia cômica. O ponto alto do espetáculo é o tango que Sara e Fausto dançam com perfeição.

 

5 – Roots

“Roots” traz Thiago Soares e Danilo D’Alma unindo balé e dança de rua no mesmo palco, ao mesmo tempo. Os estilos parecem totalmente opostos, mas nesse caso nem tanto. Thiago Soares iniciou sua bem-sucedida carreira como bailarino clássico dançando hip-hop e break nas festas da Zona Norte carioca. Já Danilo D’Alma é bailarino e coreógrafo reconhecido no cenário das danças de rua do Rio. No espetáculo os dois se uniram para mostrar cada um seu talento e também exibir a vertente que têm em comum.

Escola de Atores Wolf Maya abre inscrições para Curso Profissionalizante

Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo do Curso Profissionalizante da Escola de Atores Wolf Maya. Os interessados podem se inscrever pelo site da escola ou presencialmente nas unidades São Paulo e Rio de Janeiro.

Os processos seletivos acontecem nos dias 21 e 22 de janeiro, no Rio de Janeiro, e dias 3, 4 e 5 de fevereiro, em São Paulo.

 

Para se matricular no Curso Profissionalizante da Escola de Atores Wolf Maya é necessário passar pelo Processo Seletivo, que consiste em entrevista, dinâmica em grupo e teste de improviso perante câmeras. Não é necessária experiência anterior em atuação.

Com duração de três anos, o Curso Profissionalizante oferece ensino completo de técnicas de atuação para teatro, televisão e cinema, por meio do método exclusivo criado por Wolf Maya. Durante as aulas teóricas, são estudados os clássicos da dramaturgia nacional e estrangeira, como Shakespeare, Moliére, Anton Tchekhov, Bertolt Brecht, Nelson Rodrigues, Martins Pena e Ariano Suassuna, entre outros.

As aulas práticas são aplicadas em espaços que fazem parte da rotina do ator profissional como as salas do Teatro Nathalia Timberg (na unidade do Rio de Janeiro) e do Teatro Nair Bello (em São Paulo) e em estúdios de gravação profissionais, equipados com tecnologia de ponta e profissionais treinados, para que o aluno desenvolva suas habilidades, vivenciando a prática de filmagem como a de uma emissora ou produtora. Ao longo do processo de formação, os alunos são acompanhados por profissionais premiados, atuantes no meio artístico e de destaque na TV e no teatro brasileiro.

O Curso é dividido em seis módulos que incluem aulas de Improvisação, Análise Dramatúrgica, História do Teatro, Expressão Corporal e Vocal, Interpretação Teatral, Interpretação para TV, Montagem Teatral, Projeto de Cinema e outras. Após a conclusão do curso, o aluno estará apto a solicitar o DRT pelo SATED.

Inscrições

Curso Profissionalizante de Atores

Escola de Atores Wolf Maya

Data / Processo Seletivo 2020: Rio de Janeiro (21 e 22 de janeiro) e São Paulo (3, 4 e 5 de fevereiro).

Pré-requisitos: idade mínima 15 anos; ensino médio completo ou cursando; apresentar RG, CPF e comprovante de residência; foto de rosto 13×18 (não precisa ser profissional).

Pais/responsáveis por menores de idade devem apresentar seus documentos no ato da inscrição.

Inscrição online: wolfmaya.com.br/inscreva-se – Rio de Janeiro (até 13 de janeiro) e São Paulo (até 27 de janeiro).

Inscrição presencial:

São Paulo/SP – R. Frei Caneca, 569, 3º Piso. Consolação. Shopping Frei Caneca.

Informações: cursos@wolfmaya.com.br ou pelo (11) 3472-2444.

Rio de Janeiro/RJAv. das Américas, 2.000, Barra da Tijuca. Freeway Center.

Informações: cursos.rj@wolfmaya.com.br ou pelo (21) 3388-5864.

“Alma Despejada” no Teatro Folha

Com texto poético e bem-humorado de Andréa Bassitt a instigante montagem Alma Despejada, interpretada por Irene Ravache e dirigida por Elias Andreato, reestreia no dia 10 de janeiro, sexta, no Teatro Folha, às 21h30.

A peça conta a história de Teresa, uma senhora com mais de 70 anos que, depois de morta, faz sua última visita à casa onde morava. O imóvel foi vendido e sua alma foi despejada.

Teresa era uma professora de classe média, apaixonada por palavras, que teve dois filhos com Roberto, seu marido, homem simples, trabalhador, que se tornou um empresário bem-sucedido e colocou sua a família no ranking de uma classe média emergente. 

 

Em sua visita derradeira, Teresa se lembra de histórias e pessoas importantes em sua vida como a funcionária Neide, que trabalhou em sua casa por 30 anos, e sua melhor amiga Dora. A personagem transita entre o passado e o presente, do outro lado da vida, sempre de maneira poética e bem-humorada.

A peça foi escrita especialmente para Irene Ravache. “Conheço Irene já há algum tempo e sempre conversamos muito sobre a vida: o país, a política, a família e tantas outras coisas. Muitas vezes pensamos de um jeito parecido, e essa afinidade foi bastante inspiradora. A ideia era falar sobre isso tudo, sem medos nem críticas, mas com humor e delicadeza. Ao longo do processo, a história acabou tomando um rumo inesperado para mim, mas que não havia como evitar, uma vez que vivemos momentos de grande impacto na nossa história e o teatro sempre acaba refletindo essas situações”, conta Andréa Bassit.

Sobre a peça, Irene Ravache comenta: “Fiquei fascinada com esse texto e sua poesia. É muito delicado e fala da memória de uma mulher na minha faixa etária. Mesmo sabendo que a personagem está morta, não é uma peça triste, pesada ou rancorosa e fala muito mais de vida do que de morte. Eu adoro esse tipo de possibilidade que o teatro oferece. E não tenho medo de misturar essas coisas, porque isso faz parte da vida. Nossa vida não é linear. Ela tem essas nuances”.

“Essa mulher é apresentada diante de sua própria vida, e, a partir dessa visualização, ela encontra o entendimento da sua existência. É como se precisássemos abandonar a matéria para sermos conscientes de nós mesmos. A psicanálise e o teatro estabelecem este mesmo jogo. Talvez, precisemos descobrir intensamente o nosso mundo, onde o sagrado possa nos confortar”, revela o diretor Elias Andreato.

A teatralidade do texto de Andrea Bassitt (que também escreveu as peças As Turca e Operilda na Orquestra Amazônica) instiga o espectador a seguir uma história aparentemente trivial, mas que tem uma trajetória surpreendente, em sintonia com a nossa sociedade e os fatos atuais.

“A memória é assustadora quando ela nos falta e encantadora quando ela nos ajuda a contar nossas histórias. Na peça, lidamos com a memória, como a personagem, sem medo de enfrentar nossos demônios e nossos momentos sonhados”, acrescenta Andreato.

FICHA TÉCNICATexto: Andréa Bassitt. Direção: Elias Andreato. Com Irene Ravache. Cenário e Figurino: Fabio Namatame. Iluminação: Hiram Ravache. Música: Daniel Grajew e George Freire. Fotos: João Caldas Filho. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação.  Produção: Oasis Empreendimentos Artísticos Ltda. Estreia oficial: 18/09/2019.

SERVIÇO

Espetáculo: Alma Despejada

Reestreia: 10 de janeiro de 2020

Temporada: 10 de janeiro a 29 de março de 2020

Sextas, às 21h30, sábados e domingos, às 20h

Classificação: 14 anos. Duração: 80 minutos. Gênero: comédia dramática.

Ingressos: R$ 80,00 (Setor A) / R$ 70,00 (Setor B) – com meia-entrada.

 

Teatro Folha

Shopping Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 618 / Terraço. SP/SP.

Tel.: (11) 3823-2323 – Capacidade: 300 lugares.

Televendas: (11) 3823-2423 / 3823-2737 / 3823-2323.

Vendas online: www.teatrofolha.com.br

Não aceita cheques. Aceita cartões de crédito: Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex. Clube Folha: 50% desconto.

Bilheteria: quarta e quinta (15h às 21h), sexta (15h às 21h30), sábado (12h às 23h59) e domingo (12h às 20h).

Acessibilidade. Ar-condicionado.

Estacionamento do Shopping: R$ 19,00 (primeiras 2h).

Venda de espetáculos para grupos: (11) 3661-5896 / 99605-3094.