Theatro Municipal Palco Livre e Petrobras convidam André Heller-Lopes e Carmen Gloria Larenas em Ópera e Balé: desafios latino-americanos

 A Diretora do Teatro Municipal de Santiago, no Chile, é a convidada especial da live Ópera e Balé: desafios latino-americanos, às 17h de quinta-feira, dia 04 de junho, no Instagram do Theatro Municipal do Rio de JaneiroBailarina de formação e diretora do Teatro Del Lago, Carmen Gloria Larenas, é um dos nomes mais destacados da indústria cultural latino-americana. Ela conversa com o Diretor Artístico do Theatro Municipal do RJ, Andre Heller-Lopes, que recentemente, levou a ópera Fausto, encenada em 2019 no TMRJ, para o palco do Municipal Chileno. Na pauta, os desafios da Ópera e do Balé na América Latina, em especial nos tempos atuais.

image.jpeg

 

Sobre André Heller – Lopes

O diretor artístico do Theatro Municipal, André Heller-Lopes, é um grande divulgador da ópera e de novos talentos no Brasil. Professor da UFRJ, PhD pelo Kings College London, André se especializou na Royal Opera House de Londres, na Ópera de São Francisco e no Metropolitan Opera de Nova York. Dirigiu óperas e concertos por todo o Brasil, 8 no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Portugal, Estados Unidos, Áustria, Inglaterra, Polônia, Malásia, Alemanha, França, Argentina e Uruguai. Em 2013, a revista internacional “Opera”, do Reino Unido, dedicou um perfil de nove páginas ao seu trabalho. Dentre as produções que levaram sua assinatura encontram-se Salomé, Nabucco, A Valquiria, O Diário do Desaparecido, Savitri, Don Pasquale, Idomeneo (Theatro Municipal do Rio e CCBB-RJ), Die Walküre, Götterdämmerung, La Fille du Régiment, Falstaff, Samson et Dalila, Der Rosenkavalier, Adriana Lecouvreur e Andrea Chenier (Theatro Municipal de São Paulo, Teatro São Pedro e OSESP), Hansel e Gretel, Trouble in Tathiti, A Bela Adormecida e Nabucco (Lisboa); Tosca e Eugene Oneguin (Salzburgo); Manon Lescaut, Rigoletto, Jenufa e Don Pasquale (Buenos Aires;) Tristão e Isolda e Medea, em Manaus; Macbeth e Ariadne auf Naxos, em Montevidéu; Rigoletto e Lucia di Lammermoor (Belo Horizonte). No Rio de Janeiro, no Parque Lage, encenou ao ar livre e com entrada franca A Midsummer’s Night Dream – espetáculo patrocinado pelo prêmio internacional Britten 100 Award e pelo British Council – que acabou indicado para o Opera Awards de 2014, o “Oscar da ópera”.

image.jpeg

Foto: Divulgação  

Sobre Carmen Gloria Larenas

Ela foi a primeira mulher a dirigir o Teatro Municipal de Santiago em seus 162 anos de história. Carmen Gloria Larenas é jornalista e gerente cultural, mas também foi bailarina profissional do Ballet de Santiago por dez anos e até se tornou solista. Atualmente, é diretora artística do Teatro del Lago e membro do Conselho Consultivo do Capítulo Chileno do Museu Nacional das Mulheres nas Artes, com sede em Washington.

Após a renúncia do atual diretor municipal, Frédéric Chambert, ela foi escolhida para assumir um desafio complexo, considerando a imensa dívida de quase US $ 7 bilhões que o teatro arrasta há anos. A história de Larenas com o local é longa, começou em 1984, primeiro como bailarina e depois como jornalista, onde trabalhou por oito anos como assessora de imprensa.

Como gerente cultural, foi gerente geral da Corporação Cultural de Lo Barnechea e, em 2009, ingressou no Teatro del Lago em Frutillar, depois assumindo a direção artística há três anos. Larenas foi nomeada pelo conselho que preside o prefeito de Santiago, Felipe Alessandri, e passou a ocupar o cargo desde o dia 16 de novembro de 2019.

image.jpeg

Foto: Divulgação

Patrocínio Ouro Petrobras

Serviço:

Theatro Municipal Palco Livre e Petrobras convidam André Heller-Lopes e Carmen Gloria Larenas em Ópera e balé: desafios latino-americanos

Data: 04 de junho – quinta-feira

Live às 17h

Instagram: @theatromunicipalrj

Teatro Alfa dá dicas de espetáculos de dança para assistir do sofá durante a quarentena

INSTITUTO BRINCANTE

 

Coordenado pelo casal de artistas Antonio Nóbrega e Rosane Almeida, o instituto vem publicando uma série intitulada Danças Brasileiras, com mais de 20 vídeos. Originalmente lançado como documentário, sob direção de Belisário Franca, o material é resultado de uma expedição que Nóbrega e Rosane fizeram por diversos Estados para retratar tradições populares ligadas à música e à dança, como cavalo marinho, capoeira, maracatu rural, coco e frevo.

No canal  do youtube: https://www.youtube.com/user/Institutobrincanteof

 _______________________________________________________________

 

CONECTDANCE

 

Ana Francisca Ponzio, jornalista, crítica, curadora e produtora de eventos na área de dança, criou o site Conectdance, um canal de difusão da dança na internet, como expressão artística no mundo contemporâneo. Lá você encontra reportagem, entrevistas (em vídeo) com coreógrafos, bailarinos, diretores de companhias e as últimas notícias do mundo da dança.

Visite o site: https://conectdance.com.br/

_______________________________________________________________

 GRUPO CORPO

A cada semana a companhia disponibiliza dois espetáculos na íntegra que estarão liberados gratuitamente no Vimeo.

Instruções:

Acesse vimeo.com/grupocorpo

Faça login.
Selecione um dos vídeos contemplados na promoção.
Clique em alugar (NÃO preencha dados de cartão de crédito).
Em “aplicar código promocional” digite
grupocorpo45anos

_______________________________________________________________

 CIA DE DANÇA DEBORAH COLKER

 Durante o período de quarentena estarão disponíveis os vídeos dos espetáculos 4 por 4, CRUEL, TATYANA, BELLE e CÃO SEM PLUMAS.

Acesse: https://www.ciadeborahcolker.com.br/videos

 _______________________________________________________________

 SÃO  PAULO COMPANHIA DE DANÇA

 A companhia disponibiliza espetáculos na íntegra, como ‘O Lago dos Cisnes’ e também a série ‘Figuras da Dança‘ que conta a história da dança nacional através da história de expoentes da dança. O conteúdo está disponível na página da SPDC no Youtube:  https://www.youtube.com/user/AudiovisualSPCD

 Além disso, a companhia faz parte do programa Campanha #CulturaemCasa, em que a Secretaria de Cultura e Economia Criativa disponibiliza conteúdos completos online para estimular o público a seguir as orientações de combate à doença e incentivar o consumo de conteúdo cultural, com música, teatro, dança, museus, etc.

 A lista será atualizada diariamente com novos conteúdos.

Aproveite: www.cultura.sp.gov.br/culturaemcasa

 _______________________________________________________________

 CISNE NEGRO CIA DE DANÇA

 A Cisne Negro Cia. de Dança, lançou um cronograma repleto de atividades e inteirações em suas redes sociais com o intuito de aproximar ainda mais de seu público, via essas ferramentas, nesse momento singular que se vivência.

 A programação será inteiramente gratuitamente e oferecida – on-line – em suas redes sociais. Dentro desse escopo serão disponibilizadas aulas de Ballet clássico, Danças populares brasileiras, Yogae Condicionamento físico. Todas as aulas são ministradas pelo corpo artístico da companhia. Igualmente, serão promovidos bate-papos com o elenco, entrevistas com personagens emblemáticos da dança, depoimentos de diretores, coreógrafos que já criaram para a Cisne Negro, ex-integrantes e profissionais de saúde.

https://www.instagram.com/cisnenegrocia/

https://www.facebook.com/cisnenegrocia

 _______________________________________________________________

  BOLSHOI THEATER

 O teatro Bolshoi, da Rússia, começou a transmitir os seus famosos espetáculos do balé nesta sexta-feira (27). A companhia fechou as portas no dia 17 de março e liberou ao público suas apresentações ao longo de 195 anos de história. Entre elas, estão “O Lago dos Cisnes” “A Bela Adormecida”.

 As transmissões online do balé Bolshoi vão ao ar nos dias 28 de março, 01, 04, 07 e 10 de abril, às 13h no horário de Brasília. Cada dia, um espetáculo diferente. Para assistir, basta acessar o canal do YouTube do Teatro Bolshoi.

https://www.youtube.com/user/bolshoi

 _______________________________________________________________

 BÉJART BALLET LAUSANNE

 O Béjart Ballet Lausanne disponibilizará um espetáculo de seu repertório por semana, entre eles ‘A Flauta Mágica’. Veja a programação  no site: www.bejart.ch

Canal do Sesc RJ no Youtube exibe série de entrevistas com coreógrafos do EntreDança 2019

O Sesc RJ disponibilizou no seu canal do Youtube uma série de entrevistas com coreógrafos e bailarinos de companhias que participaram do projeto Sesc EntreDança 2019. Um dos maiores eventos do gênero no país, o EntreDança levou 75 apresentações de 14 grupos a diferentes regiões da capital, Região Metropolitana e Serra do Rio de Janeiro no mês de maio, em sua quarta edição. A curadoria do projeto foi indicada ao prêmio Cesgranrio de Dança 2019/2020.

 

A série, batizada de “EntreFalas”, conta com 13 vídeos que mesclam as entrevistas com cenas dos espetáculos. A partir do recorte curatorial deste ano – intitulado O Corpo Negro  – os artistas abordam questões sobre processo de criação das obras, a historiografia da dança e relações dos seus contextos de produção, a diáspora negra, a representatividade e o protagonismo dos seus artistas. Um dos entrevistados é o moçambicano Pak Ndjamena, que no evento fez a estreia nacional do espetáculo “Influx”.

Os vídeos também trazem entrevistas com Tiago Oliveira, Carlos Laerte (Laso Cia de Dança), Cristina Moura, Gil Wanderson (GW Cia de Performance), Luiz Monteiro (Cia Rubens Barbot), Kanzelemuka (Nave Gris), Luciane Ramos, Fatinha do Jongo (Jongo de Pinheiral), Igor Pontes (Imperadores da Dança), Douglas Jesus (Fragmento Urbano), Rodrigo Nunes (Cia de Aruanda) e Anani Sanouvi (Cia Kawin).

 

Confira esses e outros conteúdos no canal do Sesc RJ no Youtube: @portalsescrio: @portalsescrio

Canoa Cia de Dança estreia “Caravana” dia 14

Errantes que decidem compartilhar o mesmo caminho e seguir um cortejo em comum. É assim que a Canoa Cia de Dança apresenta “Caravana”, um balé contemporâneo que se forma a partir do encontro entre os que são diferentes, conduzidos por uma trilha musical genuinamente brasileira. A coreografia de Vitor Cunha, também diretor da Cia., explora movimentos da dança contemporânea a partir da desconstrução da linguagem clássica, com influência de expressões populares brasileiras. O elenco é formado por dez bailarinos com diferentes formações em dança e a trilha nacional traz músicas de Milton Nascimento, Chico César, Capiba, Guerra-Peixe, entre outros artistas que buscaram e ainda sabem mesclar, como poucos, os universos erudito e popular brasileiros em suas criações.

“A caravana se forma pelo encontro entre os que são diferentes, mas que compartilham a mesma rota. A construção coletiva do caminho e a comunhão das experiências suscitam o desafio de como caminhar juntos apesar do que nos separa ou do que nos difere.” – Vitor Cunha, coreógrafo e diretor da Canoa Cia de Dança

Sobre a Canoa Cia de Dança

A Canoa Cia de Dança foi criada em junho de 2018, no Rio de Janeiro, pelo bailarino e coreógrafo Vitor Cunha com o objetivo de experimentar novos processos de criação em dança. A estréia da Cia aconteceu em dezembro de 2018, com o espetáculo “Caravana”, selecionado através de chamada pública para ocupação do Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. Em 2019, a companhia foi contemplada com programa de Residência Artística no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro e realizou audição para seleção de novos integrantes. A Canoa Cia de Dança atualmente conta com dez bailarinos com distintas origens e formações. A estréia do novo elenco ocorreu no festival MoviRio, onde a coreografia “Caravana” foi premiada como uma das dez melhores coreografias do festival, sendo selecionada para a Mostra MoviRio, que será realizada no Teatro Cacilda Becker, em abril de 2020.

Serviço

Dias 14, 15 e 16 de fevereiro no Teatro Angel Vianna. ⠀

Rua José Higino, 115 – Tijuca.⠀

Sexta e sábado às 20h. Domingo às 18h.

Inteira R$30 / Meia entrada R$15⠀

Ficha Técnica

Direção geral e Coreografia: Vitor Cunha

Intérpretes criadores: Ana Paula Araujo, Áthila Muniz, Carolina Gomes, Letícia Guerra, Luana Macedo, Maria Izabel Medaglia, Natália Freire, Paloma Clinquart, Vinicius Duque e Vitor Cunha

Colaboração artística: Maria Vakhrusheva

Cenário: Pedro Medina e Vitor Cunha

Colaboração: Raphael Tepedino e Vinícius Gerheim

Figurino: Vitor Cunha

Iluminação: Raimundo Pedro

Projeto gráfico: Pedro Medina e Tadeu Asevedo

Produção: Paloma Clinquart e Vitor Cunha

Assistente de figurino: Letícia Guerra

Edição da trilha sonora: Áthila Muniz

Confecção de figurino: Flavio Mothé e Jacira Garcias

Confecção de cenário: Flavio Mothé

Fotografia de ensaios: Daniel Campos, Giulia Marques e Paula Laiber

Filmagem de ensaios: Thales Ferreira

Apoio: Centro Coreográfico do Rio de Janeiro e Academia Marilda Flores

ABCDança 2020 tem inscrições abertas até dia 17 de fevereiro

Estão abertas, até o dia 17 de fevereiro, as inscrições (grátis) para o 15º ABCDança, tradicional festival de dança para grupos, núcleos, companhias e/ou bailarinos da região do ABCD paulista.

Os interessados devem acessar o site da Companhia de Danças de Diadema, onde o edital está disponível junto a todas as informações sobre o evento e as modalidades que o ABCDança acolhe: www.ciadedancas.apbd.org.br.

O 15º ABCDança será realizado entre os dias 7 e 15 de agosto de 2020. Todas as atividades são gratuitas.

Além dos espetáculos, o festival promove ações de difusão e reflexão e ações formativas em dança, que percorrem cidades do Grande ABCD Paulista. Neste ano, acontece em Diadema, Santo André, São Caetano do Sul e São Bernardo do Campo, incentivando a circulação da linguagem pela região e fomentando a participação de artistas locais.

Além os trabalhos profissionais inscritos e selecionados, participam companhias de dança convidadas, trabalhos que integram a Mostra Ivonice Satie e intervenções artísticas. A Mostra Ivonice Satie incentiva novos grupos e pesquisas em dança, sendo composta por trabalhos selecionados (de iniciantes, amadores ou em processo) de artistas e grupos independentes sediados nas cidades de Diadema, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.

O ABCDança  é uma iniciativa da Associação Projeto Brasileiro de Dança – APBD e Companhia de Danças de Diadema, tendo apoio da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Nas edições de 2019 e 2020, a realização do evento tem parceria com o Sesc São Paulo.

www.ciadedancas.apbd.org.br

facebook.com/companhiadedancas/

@ciadancasdiadema

“Aponte” no Teatro Laura Alvim

A Dinamosfera Companhia de Dança apresenta de 6 a 21 de fevereiro, na Casa de Cultura Laura Alvim / Teatro Laura Alvim, em Ipanema, o espetáculo de dança contemporâneo Aponte, inspirado na obra musical de Maria Bethânia. Buscando trazer à cena as relações interpessoais, as transformações de um indivíduo e a voracidade e delicadeza de viver a vida em um dia e todos os dias de uma vida, a pequena temporada ocupará a sala principal às quintas e sextas-feiras com entrada a preços populares.

Com direção e concepção de Dinis Zanotto, Flavia Spinardi e Tamires Coutinho, o espetáculo Aponte caminha pelas novas linguagens e pesquisas sobre movimento, danças populares, danças a dois, dentre outras referências, na busca da construção de uma nova expressividade. A partir de algumas músicas de Maria Bethânia, como Olhos nos Olhos, Purificar o Subaé e Tua, os coreógrafos caminham por nuances individuais e coletivas, pelas diversas possibilidades de corpos distintos e também harmonizados.

“Escolhemos Bethânia pela grande força de atração que ela representa na música e na cultura brasileira. Suas músicas emocionaram gerações e ela até hoje se reinventa, brilha e arde como a chama viva que é. Para nós, dançar Maria Bethânia é convidar o público a reviver amores e emoções de suas vidas.”

__Dinis Zanotto

“Vamos com Bethânia pela sua grande força, seu canto ao cotidiano e à diversidade, seu caminho e carinho ao comum –  esse dia a dia que nos faz olhar pro lado, pro outro. Reunidos através do amor, suas auroras e crepúsculos, a voz  e a estrada cantada de Bethânia, tão nossa, tão latente. Elas relembram hoje espaços, tempos, paixões… A intensidade de sua voz encanta, e dançar suas músicas inaugura amores e emoções em nossas vidas. É festa e reencontro. É divindade! É devoção! É vida!”

__ Flávia Spinardi

“Este espetáculo surgiu para nós vindo do desejo de usar a música popular brasileira para aproximar o público da dança. Como um convite a conhecer a obra de Bethânia de uma nova forma.”

__ Tamires Coutinho

Sobre a DINAMOSFERA:

A Companhia de Dança é formada Dinis Zanotto, Flavia Spinardi e Tamires Coutinho. Bailarina, coreógrafa, atriz e diretora de movimento, Flávia Spinardi iniciou sua formação artística em teatro físico na UniRio e sua carreira na dança contemporânea com a companhia Corpos Nômades (SP) e Minik Mondó (SP). Formou-se Bacharel em Dança pela Faculdade Angel Vianna (RJ) em 2017 e continuou a desenvolver sua pesquisa em uma imersão em Gaga Movement na sede da Batsheva Dance Company em Tel Aviv, em Israel, em 2018.

Já Dinis Zanotto, também bailarino, coreógrafo e diretor de movimento, também desenvolve atividade como terapeuta corporal. Professor de dança com formação em dança contemporânea, ballet clássico, danças de salão, dança moderna e jazz, Zanotto também se graduou Bacharel em Dança pela Faculdade Angel Vianna. Como bailarino participa de novelas, programas de televisão, filmes e shows na Rede Globo e, como coreógrafo e intérprete, apresentou a Direção do Tempo é diferente aqui dentro no projeto Sesc EntreDança 2018.

Bailarina, coreógrafa, diretora e preparadora corporal, a professora de dança Tamires Coutinho, tem formação em dança contemporânea, sapateado, ballet clássico, danças urbanas e tecido acrobático. Iniciou seus estudos em teatro na CAL (RJ) e também se formou Bacharel em Dança pela Faculdade Angel Vianna (RJ) em 2017. Como bailarina, trabalhou com coreógrafos como Frederico Paredes, Renata Versiani e Flávia Tápias. Realiza e apresenta suas criações em festivais como Dança em Trânsito 2017 e Sesc EntreDança 2018.

Ficha Técnica:
 
Direção, concepção e coreografias: Dinis Zanotto, Flávia Spinardi e Tamires Coutinho 
Direção de produção: Bruno Mariozz 
Produção: Palavra Z 
Elenco: Anna Clara Franco, Caroline Monlleo, Denise Guerchon, Dinis Zanotto, Flavia Spinardi, Iago Damazio e Tamires Coutinho
Iluminação: Flavia Spinardi
Figurinos: Dinamosfera
Customização de Figurinos: Roberta Bussoni
Trilha Sonora Original: Gabriel Reis e João Mello
Redes Sociais: Caroline Monlleo
Identidade Visual: Dinis Zanotto 
 

SERVIÇO: Aponte  com a DINAMOSFERA Companhia de Dança

Casa de Cultura Laura Alvim / Teatro Laura Alvim: Avenida Vieira Souto, 176. Ipanema. Sala Principal. 

Telefone: (21) 2332-2016

Temporada: de 06 a 21 de Fevereiro de 2020

Quintas e Sextas, às 20h

Ingressos: R$ 50 inteira (R$25 meia entrada e lista amiga)

Capacidade de público: 186 lugares 4 cadeirantes
Acesso para portadores de necessidades especiais
Vendas também pelo site ingressorapido.com

‘Palco Tap In Rio’ apresenta espetáculos de dança no Teatro Ipanema

De 22 a 24 de janeiro acontece ‘O Palco Tap In Rio’, uma atração tradicional do festival de sapateadores Tap In Rio, que promove 3 noites recheadas de arte e animação com a participação dos professores do Tap In Rio, alunos e grupos convidados. Os espetáculos reúnem todas as gerações em apresentações históricas. As atrações acontecem às 20h, no Teatro Ipanema.

Para a noite da quarta-feira, 22, o público poderá conferir a Noite de Performances, que conta com a participação de sapateadores de todo Brasil. Serão apresentadas, performances criadas por alunos e professores envolvidos no festival Tap In Rio.

E, não para por aí. A quinta-feira, 23, traz o espetáculo Live com sapateadores e banda ao vivo. Na sexta, 24, é a vez da Gala, onde Steven Harper e Adriana Salomão trazem para o público o espetáculo Canibal. A apresentação encena elucubrações rítmicas e coreográficas sobre as conexões entre Oswald de Andrade, Fred Astaire, os Tropicalistas e o sapateado contemporâneo brasileiro. A adaptação faz parte do resultado de um trabalho para a residência Work in Progress, que Steven Harper conduziu no Festival de dança de Joinville em julho de 2019.

Ainda na sexta-feira, acontece o espetáculo Partido apresentado pelo sapateador Leo Sandoval com participação do compositor Gregory Richardson. Inspirado na experiência do coreógrafo Sandoval como imigrante afro-brasileiro nos Estados Unidos, no elenco, músicos e dançarinosexploram a convergência da dança percussiva e sapateado, celebrando as profundas conexões entre música e dança de origem africana no Brasil e nos EUA, ligando estilos como samba e house dance através de ritmos e movimentos de pés compartilhados.

Serviço:

Local: Teatro Ipanema

Atração: Noite de Performances

Dia: 22 – Quarta-feira

Horário: 20h

Atração: Live

Dia: 23 – quinta-feira

Horário: 20h

Atração: Gala – Com os espetáculos Canibal e Partido

Dia: 24 – sexta-feira

Horário: 20h

Valor: R$50 (Inteira) | R$25 (Meia e Participantes Tap in Rio)

Endereço: R. Prudente de Morais, 824 – Ipanema, Rio de Janeiro – RJ, 22420-

Top 5 – Eu Fui 2019

Fechando mais um ano de atrações culturais. Nem tantas quanto eu gostaria, confesso. Mas o suficiente para conseguirmos elencar as 5 mais legais. Vamos lá?

1 – A Ponte

Relacionamentos cotidianos, pessoas comuns… Tudo isso pode render boas histórias e desvendar mistérios inimagináveis. “A Ponte” traz um pouco disso. O enredo é o de três irmãs que estão reunidas em prol da mãe, que anda mal de saúde e precisando de todas reunidas e, por sua vez, precisam visitar o pai para fazer a vontade da genitora. Aos poucos vão se revelando as tais histórias obscuras que servem para camuflar verdades que destruiriam a imagem da família perante a sociedade que ama fiscalizar os bons costumes allheios.

 

2 – Lenine – Em Trânsito

O projeto – vencedor do Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock em Língua Portuguesa – estava de volta onde tudo começou. E Lenine melhor que nunca. Já fui a algumas apresentações do cantor e sempre pude conferir performances mais puxadas para o rock’n roll que nas versões originais e vejo que essa tradição se repete. Lenine dá roupagens mais pesadas para suas canções, inclusive algumas completamente diferentes, em perfeito match com a acústica perfeita do Imperator.

 

3 – Fervo Julino – Mangolab

A lista de atrações musicais da noite contava com Sexteto Sucupira, Duda Beat, Biltre, Illy, Potyguara Bardo e Mateus Carrilho. O sexteto foi a primeira atração ao vivo da festa. Com exceção dos outros artistas, deu um show prolongado logo no início. Os demais se apresentaram com poucas músicas e houve bastante participação uns nas apresentações dos outros. Apesar do grande número de atrações ao vivo, a maior parte do evento foi preenchida por DJs, tocando músicas temáticas ou não. O repertório era bem variado e de muito bom gosto.

 

 

4 – Perfume de Mulher

Fomos assistir a “Perfume de Mulher”. A história, baseada na obra de Ruggero Maccari e Dino Risi, é bem famosa devido ao filme com Al Pacino, o qual lhe rendeu seu primeiro Oscar. Agora, os palcos cariocas ganham essa montagem, idealizada por Silvio Guindane, que também assume o protagonista. Guindane vive o tenente-coronel Fausto, que fica cego após um acidente de carro. Junto com a deficiência, aflora também seu lado ranzinza. Solitário, contrata o cuidador Ciccio (Eduardo Melo) – que não tem originalmente esse nome, mas assim Fausto o chama -, de quem fica muito próximo. Todos os atores estão muito bem, com destaque para Silvio Guindane, que deixa transparecer mesmo no personagem ranzinza sua já conhecida veia cômica. O ponto alto do espetáculo é o tango que Sara e Fausto dançam com perfeição.

 

5 – Roots

“Roots” traz Thiago Soares e Danilo D’Alma unindo balé e dança de rua no mesmo palco, ao mesmo tempo. Os estilos parecem totalmente opostos, mas nesse caso nem tanto. Thiago Soares iniciou sua bem-sucedida carreira como bailarino clássico dançando hip-hop e break nas festas da Zona Norte carioca. Já Danilo D’Alma é bailarino e coreógrafo reconhecido no cenário das danças de rua do Rio. No espetáculo os dois se uniram para mostrar cada um seu talento e também exibir a vertente que têm em comum.

O ballet ‘Giselle’ encerra a temporada 2019 do Theatro Municipal do RJ

Giselle, um clássico do ballet romântico estreado em 1841 na Ópera de Paris, retorna ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro no próximo dia 14, às 19h, com patrocínio ouro Petrobras. A temporada contará com 8 récitas até o dia 22 de dezembro, com a participação do Ballet do Theatro Municipal e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, sob a regência do seu maestro titular Ira Levin.

Com música de Adolphe Adam, este famoso ballet em dois atos é marcado por um clima misterioso e sobrenatural. No libreto imaginado pelo grande poeta do romantismo francês Théoplile Gautier, a jovem camponesa Giselle é traída e morre de amor, voltando pra vingar-se do amante traidor na forma de uma Willi – espíritos de virgens que morreram antes de se casarem. Vingativas, elas fazem dançar até a morte os homens que encontram na estrada, às altas horas da noite.

Uma das curiosidades de Giselle é ser um dos poucos ballets dançados ainda em tutu romântico – ou seja, saias das bailarinas na altura da panturrilha que remontam as crinolinas da segunda metade do século XIX. Giselle exige técnica e emoção de seus intérpretes, cuja expressão facial conta muito na apresentação da obra. O papel de Giselle é um dos mais ambicionados do repertório, já que exige tanto perfeição técnica, quanto graça e lirismo. Várias das mais habilidosas dançarinas do mundo representaram esse papel ao longo dos tempos: as célebres Margot Fonteyn, Yvette Chauviré, Natalia Makarova e Carlotta Grisi (para quem Gautier criou o papel); no Brasil, duas de suas grandes intérpretes foram as primeiras bailarinas do TMRJ Aurea Hämmerli e Ana Botafogo.

Depois de anos apresentado a tradicional produção de Sir Peter Wright, o BTM apresenta-se em uma nova montagem, com concepção e coreografia do regente interino no ballet do TMRJ, Hélio Bejani em parceria com o mâitre de ballet Jorge Texeira. A versão baseia-se na coreografia original de Jean Coralli e Jules Perrot. A iluminação é assinada por Paulo Ornellas, a cenografia é de José Galdino dos Reis (Pará) e o figurino de Tânia Agra com acervo do TMRJ.

O diretor artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro André Heller-Lopes, fala sobre a escolha do título para encerramento da temporada: “Se olharmos Giselle em seu tempo, nos daremos conta que é uma história que mistura romantismo e terror, não muito distante do que hoje são filmes repletos de efeitos especiais. Mais interessante, dentro da nossa temporada 2019 que teve como foco os heróis (e anti-heróis), é observar como a heroína é vítima da ação dos homens ao seu redor: Albrecht e Hilarion: a eterna guerra entre o masculino e o feminino”.

Elenco:

Giselle – Claudia Mota e Juliana Valadão

Albrecht – Filipe Moreira, Alef Albert e Alyson Trindade

Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Regência – Ira Levin

Cenografia – José Galdino dos Reis (Pará)

Figurino – Tânia Agra e acervo TMRJ

Iluminação – Paulo Ornellas 

 

Serviço:

Datas e horários:

Dias: 15 e 22 de dezembro às 17h

Dias: 14, 17, 18, 19, 20 e 21 de dezembro às 19h

Preços dos ingressos:

Frisas e Camarotes (unitário) – R$ 600

Plateia e balcão nobre – R$ 100

Balcão superior – R$ 70

Balcão superior lateral – R$ 40

Galeria – R$ 40

Galeria lateral – R$ 20

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro

Lotação – 2.226 lugares

Duração total do espetáculo – 02 horas e 30 minutos

Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com

Patrocínio Ouro Petrobras

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio MEC, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto – 94.1 FM, Ingresso Rápido.

Realização: Fundação Teatro Municipal, Associação de Amigos do Theatro Municipal, Secretaria Especial de Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal.

“O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro”.

Homepage: http://www.theatromunicipal.rj.gov.br/

Instagram: @theatromunipalrj

Facebook: https://www.facebook.com/theatro.municipal.3/

“Depois” no MASP Auditório

Com músicas de Beethoven e Chopin, a Studio3 Cia. de Dança apresenta no dia 10 de dezembro, no MASP Auditório, o espetáculo ‘Depois’, um olhar poético sobre o pós-espetáculo.

 

O coreógrafo Anselmo Zolla e o diretor teatral William Pereira construíram um roteiro em que o foco principal é uma companhia de dança e os acontecimentos, sentimentos e sensações provocados após o final do espetáculo. O processo de individualização dos bailarinos. O corpo coletivo que se dissolve em cenas íntimas, de memórias, reflexões e confrontos. Um espetáculo metalinguístico em que a dança reflete a própria dança e seus intérpretes.

 

A Studio3 Cia. de Dança possui uma especificidade única no panorama da dança brasileira: uma companhia onde diferentes gerações de artistas compartilham a mesma paixão pela dança, pelo movimento, pelo teatro. Uma pluralidade de histórias, trajetórias, corpos e técnicas.

 

Marilena Ansaldi – solista do Ballet Bolshoi

 

‘Depois’ conta com a participação especial da grande atriz-bailarina Marilena Ansaldi, num comovente solo sobre a passagem do tempo. O canto do cisne com a intensidade e poesia que sempre caracterizaram essa grande artista, precursora do teatro-dança no Brasil.

 

Marilena tem uma trajetória única no cenário da dança no Brasil. Grande bailarina clássica, nos anos 50 foi solista do Theatro Municipal de São Paulo, nos anos 60 transferiu-se para a Rússia, nos tempos da Cortina de Ferro, integrando o elenco do Ballet Bolshoi, em que foi solista. De volta ao Brasil ainda nos anos 60, reassumiu seu lugar no Theatro Municipal de São Paulo.

 

Beethoven e Chopin

 

A Sétima Sinfonia de Beethoven – “a sinfonia da dança”- inicia o espetáculo como uma celebração coletiva. Gradativamente essa textura sinfônica se desdobra em música de câmara, solos, recriações de compositores como Schubert, Chopin e músicas compostas especialmente para a trilha sonora do espetáculo pelo diretor musical Felipe Venancio.

 

Fause Haten criou os figurinos que dialogam com a dramaturgia do espetáculo. A solenidade e formalismo inicial que se transforma em trajes cotidianos, individualizados, unificados por uma paleta de cores que contrastam com a claridade do espaço cênico projetado pela Casa Goia. Já a luz de Caetano Vilela pontua dramaticamente as cenas coletivas e cria espaços íntimos múltiplos e dinâmicos.

 

Sobre a Studio3 Cia. de Dança

 

A Studio3 Cia. de Dança é uma companhia brasileira de dança que tem representado o País no mundo todo em eventos significativos no cenário da dança, em cidades como Milão, na Itália, Paris, Lyon e Biarritz, na França, Regensburg, na Alemanha, Lisboa e Porto, em Portugal, e também nos palcos do Brasil. A criação da Studio3 Cia. de Dança representa a consolidação de um trabalho artístico cuidadosamente preparado pelo seu coreógrafo e diretor artístico Anselmo Zolla, sob a direção geral de Evelyn Baruque. Criada em 2005, a companhia hoje conta com 16 intérpretes em seu elenco, provenientes de diversas formações e origens profissionais.

 

Sobre Anselmo Zolla

 

Anselmo Zolla atuou como bailarino nos teatros alemães de Kaiserslautern e Wiesbaden. No exterior, onde permaneceu por oito anos, ele criou obras para as companhias Azet Dance Company, Teatro de Heidelberg, Teatro de Mannheim e Teatro de Kaiserslautern. No Brasil, trabalhou ao lado de Deborah Colker e também no Balé da Cidade de São Paulo e na Quasar Cia. de Dança. Atualmente é diretor artístico da Studio3 Cia. de Dança.

 

Ficha Técnica

 

‘Depois’

Com a Studio3 Cia. de Dança

Concepção e direção coreográfica: Anselmo Zolla

Direção teatral: William Pereira

Direção musical: Felipe Venancio

Figurinos: Fause Haten

Cenografia: Casa Goia

Participação especial: Marilena Ansaldi

Coreografias: Anselmo Zolla e elenco de intérpretes criadores

Ensaiadora: Liris do Lago

Desenho de Luz: Caetano Vilela

Relações Públicas/ Convidados: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

Assessoria de imprensa: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

 

Serviço

Local: MASP Auditório

Endereço: Av. Paulista, nº 1578, Bela Vista, São Paulo, SP

Data: 10 de dezembro (terça-feira)

Horário: 20h

Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (meia-entrada)

Telefone: (11) 3149-5959

Horário da bilheteria: terça a domingo, das 10h às 17h30. Quinta-feira, das 10h às 19h30.

Em dias de espetáculo, a bilheteria funcionará até o horário de início da apresentação.

Cartões: todos

Estação de metrô próxima: Trianon-Masp

Indicação etária: livre

Duração: 60m

Capacidade de público por sessão: 374 pessoas

Crédito das fotos: Renan Livi

Roots – Eu Fui!

Amo dança e fazia um tempinho já que não ia conferir um espetáculo da tal arte. Minha paixão é o balé clássico, mas também curto outros estilos, e “Roots” traz Thiago Soares e Danilo D’Alma unindo balé e dança de rua no mesmo palco, ao mesmo tempo.

Balé e dança de rua parecem totalmente opostos, mas nesse caso nem tanto. Thiago Soares iniciou sua bem-sucedida carreira como bailarino clássico dançando hip-hop e break nas festas da Zona Norte carioca. Já Danilo D’Alma é bailarino e coreógrafo reconhecido no cenário das danças de rua do Rio. Agora os dois se uniram para mostrar cada um seu talento e também exibir a vertente que têm em comum.

Portanto, quem – como eu – já teve a oportunidade de ver Thiago Soares em cena com todo seu estilo clássico, verá uma outra roupagem. Não que ele não mostre seus dotes, mas dessa vez o faz com uma cara mais desconstruída. Então, quem tem curiosidade para conhecer um espetáculo de dança mas sente que talvez não tenha paciência para as longas exibições do balé clássico, “Roots” é uma boa opção. Espetáculo curto e com uma cara moderna.

P.S.: Agradeço à Catharina Rocha pelo convite!

Bailarina Beth Bastos dirige performances no Masp e no Mac para investigar relação da dança com arquitetura e artes visuais

Mestre em dança, a bailarina e coreógrafa mineira Beth Bastos dirige trabalho denominado de performances-observatório, que traz  a pergunta

O que vemos quando olhamos dança? no dia 30 de novembro, sexta-feira, às 16h30, no vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo) e no

dia 14 de dezembro às 15h30 na sala de exposição do Mac (Museu de Arte Contemporânea).

As apresentações encerram o projeto O que vemos quando olhamos dança? –  contemplado pela 25ª Edição do Fomento à Dança da Cidade de São Paulo,

com apoio da Secretaria Municipal de Cultura -, que já realizou diversas performances pela cidade em arquiteturas distintas, um ateliê de quatro meses na

Oficina Oswald de Andrade com 32 solos de dança, palestras e o filme O que te move, sobre os solos. Concebido pela bailarina Beth Bastos e seu núcleo de

pesquisa, o projeto investiga a questão do olhar, a imaginação e a relação da dança com a arquitetura, a fotografia e as artes plásticas.

Sob a direção de Beth Bastos, figurino de Tereza Monteiro, cenografia de André Canadá e iluminação de Hernandes Oliveira, sete bailarinos trajando vestidos

e camisas de linho em cores neutras estarão em cena e o público é convidado a desfrutar da natureza, do silêncio, de instantes de suspensão do movimento em

pausas. Tudo acontece ao cair da tarde no momento de transformação entre o dia e a noite.

Beth Bastos e os bailarinos do Núcleo Pausa propõem ao público a experiência da  composição e do movimento com o foco no corpo e no espaço, ativando a

percepção dos sentidos e os sentidos da imaginação. “As performances-observatório oferecem ao espectador a possibilidade de escolher como e de que lugar

se quer olhar, ver e assistir”, comenta Bastos.

O trabalho de improvisação e de composição em dança se alimenta das filosofias de corpo da bailarina americana Lisa Nelson (bailarina, performer, editora de

revista em Nova York) e de Klauss Vianna (bailarino brasileiro, criador de um método de dança).  Beth Bastos investe na desaceleração do espectador e do artista.

A coreógrafa explica que “a proposta das performances-observatório é sintonizar a percepção e o instante para criar composições espontâneas e singulares, usando

os sentidos do corpo como ferramentas de sobrevivência e de produção de imagens. O que pode uma pausa provocar? O que se imagina a partir de um corpo que pausa?

Como essa imagem efêmera afeta o espaço”?

Nas palavras de Beth Bastos, “essa pesquisa, em processo, tem como foco as abordagens sobre o corpo e o espaço e usa a desaceleração do movimento para desdobrar

os temas da atenção, da pausa, da quietude e da necessidade política de resistir e abrir espaço para outros olhares e seus significados. Propõe uma operação de

ralentamento que permite observar a dimensão paradoxal do tempo ao fixar um instante que contém muitos possíveis e desencadear mudanças na ordem do sentido.

Em um momento em que a aceleração é um valor em si, as performances-observatório oferecem uma possibilidade de percepção da pausa como um gesto alcançável

para produzir outras paisagens”.

 

Beth Bastos

Bailarina, performer, improvisadora e professora de dança. Sua experiência passa pela formação em filosofias do corpo em Klauss Vianna (Brasil) e Lisa Nelson (USA).

Em sua pesquisa questiona o trânsito entre a contemporaneidade e a desaceleração, no tempo e no espaço, a composição de imagens, e a percepção dos sentidos e os

sentidos da imaginação.

 

Serviço

Dia 30 de novembro – vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo). Performance às 16h30. Duração de 60 minutos.

Dia 14 de dezembro – sala de exposição do Mac (Museu de Arte Contemporânea). Performance às 15h30. Duração de 60 minutos.

 

Ficha técnica

Concepção e direção de Beth Bastos. Núcleo Pausa:Izabel Costa, Daniela Pinheiro, Fernanda Windholz, Emilio Salvietti Cordeiro, Maíra Rocha Machado, Maira Mesquita,

Ísis Marks. Músico: Rodrigo Vasconcelos. Dramaturgia: Débora Tabacof. Fotografia: Sandro Miano. Ambiente cenográfico/Design gráfico: Andre Canada. Palestrantes

convidados: Paula Chieffi, Guilherme Wisnik, Teresa Bastos. Produção: Cais Produção Cultural. Direção de Produção: José Renato F. Almeida. Assistente de Produção:

Beto de Faria. Assessoria de Imprensa Arteplural

Espetáculo explora a fisicalidade do ator no palco do Teatro Nathalia Timberg

O Teatro Nathalia Timberg recebe, dia 28 de novembro (quinta, às 20h30), o espetáculo de teatro físico 1 Minuto de Silêncio, realizados pela Escola de Atores Wolf Maya (unidade Rio de Janeiro). A montagem é uma criação coletiva dos atores (alunos da turma M4C) com orientação e direção de Dani Visco.

A montagem coloca em cena a fisicalidade e a expressividade dos atores-criadores em uma encenação que traduz o enredo pela presença cênica, pelo físico, pelos movimentos conscientes. A diretora Dani Visco – que é também bailarina, coreógrafa, diretora de movimento, preparadora corporal e preparadora de elenco – explica que as criações partiram das próprias inquietações dos intérpretes, tendo como gatilho aquilo que cada tema ou abordagem sugere, tanto individualmente como em grupo.

Sinopse – Um minuto de silêncio para enxergarmos como tudo virou de cabeça para baixo, para enxergarmos como chegamos ao agora e para abrir nossos olhos para o que está acontecendo. O mundo grita por ajuda, mas fingimos não escutar. Quem pagará essa conta? Nós matamos, desmatamos e destratamos, querendo usufruir de todos os benefícios. Nós não ligamos para o outro. A empatia caiu em desuso. As relações estão se tornando cada vez mais frágeis. O mundo está do avesso. Apenas nos dê um minuto de silêncio.

 

Ficha Técnica – Autor: Criação coletiva. Direção e operação de som: Dani Visco. Assistência de direção: Tiago Deam. Direção de produção: Rogério Garcia. Produção de base: Fernando Ribeiro. Iluminação: João Gioia. Direção técnica: Lenilson Souza. Design gráfico: Felipe Barros. Realização: Escola de Atores Wolf Maya.

 

Elenco (Turma M4C): Amanda Diener, Antonio Duarte, Brenno Pinheiro, Clara Ramalho, Camila Taíse, Daltom Reis, Daniel Gomes, Deividson Menêses, Filipe Peccini, Heloísa Honein, Ingrid Spada, Fernando Neves, Natália Gorges, Pedro Garcia, Pedro Groppa, Roberto Lomeu, Samantha Primo e Victoria Shizue. Atriz convidada: Rosania Cruz.

 

Serviço

 

Espetáculo: 1 Minuto de Silêncio

28 de novembro. Quinta-feira, às 20h30

Classificação: 12 anos. Gênero: Teatro físico. Duração: 60 min.

Ingressos: R$ 10,00 – Online: http://tudus.com.br/

 

Teatro Nathalia Timberg

Avenida das Américas, nº 2.000 – Barra da Tijuca. Freeway Center.

Tel: (21) 3388-5864. Capacidade: 300 lugares.

www.wolfmaya.com.br | Nas redes: @escolawolfmaya

 

Grupo “Dança Charme & Cia” apresenta espetáculo People no Cacilda Becker

Quem se lembra da animada época dos bailes charmes e dos passinhos cheios de criatividade e sincronia? Esta será uma ótima oportunidade de reviver estes momentos, pois nos dias 27 e 28 de novembro (quarta e quinta-feira), o Teatro Cacilda Becker, no Largo do Machado recebe a companhia Dança Charme & Cia, que apresentará o espetáculo People. A apresentação que tem como protagonista o Charme, faz parte programação do teatro em comemoração ao mês da Consciência Negra. O Espetáculo acontece às 20h. Ingressos à R$20 inteira| R$10 meia.

 

Dirigido pelo coreógrafo e diretor da Dança Charme & Cia, Marcus Azevedo, o espetáculo coloca em voga o sucesso dos anos 80, além de mostrar o cotidiano e a realidade vivida pelos dançarinos de ritmos urbanos como o Charme, popularmente conhecidos como “Charmeiros”.

O elenco conta com 22 atores e bailarinos, todos frequentadores dos bailes, que passaram por uma preparação corpórea e de movimentos rigorosa. Na seleção musical, a platéia poderá assistir a performances coreografadas com canções clássicas dos bailes de charme, além de Elza Soares, Racionais MCs, Tim Maia, Chaka Khan, entre outros. 

 

O espetáculo pretende mostrar o quanto a cultura charme se mantém viva e faz parte da história do carioca, sendo um estilo de ritmos de danças urbanas. Para o diretor Marcus Azevedo, que carrega multidões em seus eventos na Zona Norte, apresentar seu espetáculo na Zona Sul do Rio é uma conquista. “O Charme faz parte de uma geração e continua vivo. Quem vivenciou aqueles momentos lúdicos e sadios onde os jovens se reuniam para criar danças em conjunto, com o desejo de fazer bonito nas festas, vai querer reviver esses momentos. Nós fazemos arte por amor e nos entregamos a nossa dança.  Queremos mostrar o quanto a dança nos faz manter vivo em nossos sonhos, além de fazer com que muitos revivam esta época das danças em conjunto”, conta Marcus Azevedo.

 

Cia dedicará um dia a aulas de charme com preço popular

Na segunda e terça-feira, dias 25 e 26, os coreógrafos de charme Marcus Azevedo e Eduardo Gonçalves da companhia Dança Charme & Cia ministrarão um animado Workshop de Dança Charme, das 14h às 17h, no Teatro Cacilda Becker. Para participar não precisa experiência previa, basta ter paixão pela dança e vontade de se reunir com a galera para fazer passinhos harmônicos em conjunto. Os interessados poderão se inscrever via e-mail culturacharme@gmail.com, ou no local por R$10. Sujeito a lotação.

 

Sobre a Dança Charme & Cia

A Dança Charme & Cia tem o objetivo de apresentar uma linguagem cênica autêntica de movimentos oriundos dos Bailes de Charme/Hip Hop do subúrbio carioca. O Charme Cultura é até hoje símbolo de autoestima, afirmação, elegância e de valor principalmente através de sua dança, enfim, do seu modo de viver.

É a 1ª Cia de Danças Urbanas do País a representar a cultura e dança dos Bailes de Charme através de seus dançarinos em versão Arte e assim democratiza o acesso a esta dança através de seus próprios artistas sociais.

 

Ficha Técnica:

Duração: 70 min

Foto: Árvore 2.0

Figurino: NKenge.Br

Iluminação: Gil dos Santos

Co. Produção: Eduardo Gonçalves

Direção/Criação: Marcus Azevedo

Elenco: Jade Pitanga, Cris Marques, Cleiton Santos, Daianny dos Santos, Fernanda Amaral, Gedson Glabson, Haniel Vianna, Igor Gomes, Jessica Esteves, Luan Adão, Pedro Barreto, Felipe Salsa, Katia Bispo, Sevenir Jr, Wallace Vinicius, Xandy Neguitto, Ruan Daumas, Caio Lafaiete, Jader Gama, Erika Vidal, Rogério Jr.

Coreografia: Marcus Azevedo, Eduardo Gonçalves e Bailarinos

 

Serviço:

 

Workshop de Dança Charme

Datas: 25 e 26 de novembro – Segunda e terça-feira

Horário: 14h às 17h

Valor: R$10

Local: Teatro Cacilda Becker

 

Grupo “Dança Charme & Cia” apresenta espetáculo People

Sesc Osasco recebe estreia de espetáculo infantil da Companhia de Danças de Diadema

No dia 15 de dezembro, domingo, a Companhia de Danças de Diadema estreia o espetáculo infantil “Nas Águas do Imaginar”, de Ton Carbones e elenco, no Sesc Osasco, às 16 horas. Com direção geral de Ana Bottosso, a montagem apresenta uma viagem lúdica pela imaginação.

O enredo traz uma criança que, ao se deitar para dormir, é surpreendida por seres fantásticos que surgem em seu quarto, instigando sua imaginação. Ávida pela diversão, a criança veste-se de coragem e muita criatividade para embarcar em uma viagem ao mundo do imaginar.

Segundo Ton Carbones, criar um espetáculo de dança para o público infantil é sempre um grande desafio. “Como transpor história, aventura e diversão por meio de uma linguagem, por vezes tão abstrata como a dança?”, reflete o bailarino e coreógrafo. Assumindo esse desafio, os bailarinos da Companhia de Danças de Diadema embarcaram numa pesquisa que envolve brincadeiras, gestos, histórias, jogos teatrais, música e dança. Voltaram à infância, viajaram pelo mundo de imaginação e trouxeram experiências lúdicas para o espetáculo.

O cenário em branco vai ganhando cores e vida, à medida que se desenrola a divertida viagem com seus surpreendentes e incríveis personagens. Almofadas transformam-se em estrelas e voam. A cama se desdobra em vários objetos: carrinho de mão, bancos, coral no fundo do mar e skates. O lençol ganha vida e traz a noite, vira mar, barco e qualquer outro lugar. O Figurino têm cores vibrantes e combinações divertidas como se as personagens tivessem saído de um desenho animado, explorando as possibilidades de imaginação dos pequenos.

 

Nas Águas do Imaginar desafia o espectador a desbravar, junto com essa criança, um mundo repleto de surpresas e fantasias, numa lúdica brincadeira que reflete sobre a busca do que está do lado de fora ou desbravar o universo interior. E a passagem para essa aventura custa apenas o uso da imaginação.

 

A história

Para dar início à aventura, uma trupe de artistas se aproxima da plateia cantando e fazendo brincadeiras com as crianças, abrindo alas para a história de Nas Águas do Imaginar. Uma criança ajeita-se para dormir. As roupas que estão jogadas pelo quarto vão ganhando vida, dançando e organizando-se. Como se estivesse sonhando, ela sai da cama e os objetos do quarto se transformam, dando início à aventura.

Aparecem Piratas divertidos e atrapalhados. Uma Polvo surge ao lado de criaturas Siamesas agitadas. . Um Caçador e uma Sapa planejam roubar a imaginação da personagem, tendo ajuda de seres misteriosos, deslizantes e muito suspeitos. A aventura passa também pelo fundo do mar, onde um navio é comandado pela capitã Polvo e seus Piratas.

Em meio a brinquedos que ganham vida, transformações mágicas, amigos imaginários e brincadeiras com personagens que emitem sons curiosos, o caçador coloca em prática o plano de roubar a imaginação da criança. Para tanto, ele sequestra sua amiguinha Polvo, mas ele só não contava com a intromissão das Siamesas, que mostram para a criança que a imaginação não pode ser roubada. No fim da aventura, as personagens fantásticas levam a criança de volta para o sono, mas será que ela será a mesma ao acordar?

Ficha técnica

Direção geral: Ana Bottosso. Coreografia: Ton Carbones e elenco. Assistência de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Assistência de coreografia: Carolini Piovani. Concepção musical: Luciano Sallun. Concepção figurino: Hazuk Perez. Cenografia e adereços: Ateliárea – Daniel Sapiência e Paula Martins. Desenho de luz: André Prado, Ton Carbones e Ana Boottosso. Professores de dança clássica: Márcio Rongetti e Paulo Vinícius. Professores de dança contemporânea: Ana Bottosso, Carolini Piovani, Elton de Souza e Ton Carbones. Professor de dança moderna: Reinaldo Soares. Orientação de yoga: Daniele Santos. Condicionamento físico: Carolini Piovani. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Assistência de produção: Daniela Garcia e Jehn Salles. Idealização/produção: Companhia de Danças de Diadema. Realização: Sesc SP.

Elenco: Carlos Veloso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Danielle Rodrigues, Elton de Souza, Guilherme Nunes, Júlia Brandão, Leonardo Carvajal, Thaís Lima, Ton Carbones e Zezinho Alves.

Site: www.ciadedancas.apbd.org.br

Facebook: @companhiadedancas / Instagram e Twitter: @ciadedancasdiadema

Serviço

Espetáculo infantil: Nas Águas do Imaginar

Com Companhia de Danças de Diadema

Dia 15 de dezembro. Domingo, às 16h

Local: Tenda 1

Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (meia); R$ 6,00 (credencial plena).

Vendas pelo Portal e nas unidades do Sesc. Grátis para menores de 12 anos.

Duração: 60 min. Classificação: Livre.

Sesc Osasco

Endereço: Av. Sport Clube Corinthians Paulista, 1300 – Jardim das Flores. Osasco/SP

Telefone: (11) 3184-0900

Horário/funcionamento: terça a sexta (13h às 22h), sábado, domingo e feriados (10h às 19h)

Estacionamento grátis. Possui fraldário e vestiário familiar.

Facebook: /sescosasco | Twitter: @sescosasco | Instagram: @sescosasco

www.sescsp.org.br/osasco

Bailarina Beth Bastos dirige performances na casa Miani, no Masp e no Mac para investigar relação da dança com arquitetura e artes visuais

Mestre em dança, a bailarina e coreógrafa mineira Beth Bastos dirige trabalho denominado de performances-observatório, entre 2 e 24 de novembro, que traz  a pergunta O que vemos quando olhamos dança? As performances acontecem no ambiente brutalista da Casa Miani, novo ponto de cultura da cidade e antiga residência e ateliê do artista plástico italiano Gaetano Miani (1920-2009), que viveu entre São Paulo, Roma e Nova York e foi amigo de Lina e Pietro Bardi. Dia 30 de novembro, a apresentação será no vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo) e dia 14 de dezembro na sala de exposição do Mac (Museu de Arte Contemporânea).

As apresentações encerram o projeto O que vemos quando olhamos dança? –  contemplado pela 25ª Edição do Fomento à Dança da Cidade de São Paulo, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura -, que já realizou diversas performances pela cidade em arquiteturas distintas, um ateliê de quatro meses na Oficina Oswald de Andrade com 32 solos de dança, palestras e o filme O que te move. sobre os solos. Concebido pela bailarina Beth Bastos e seu núcleo de pesquisa, o projeto investiga a questão do olhar, a imaginação e a relação da dança com a arquitetura, a fotografia e as artes plásticas. Com duração de uma hora, as performances-observatório acontecem ao ar livre, no jardim, desenhado por Burle Marx, entre plantas tropicais, piscinas e pequeno lago da casa do bairro da Granja Julieta, em São Paulo – obra moderna dos anos 60, do período brutalista, encomendada pelo artista ao arquiteto Paulo Mendes da Rocha e que no passado funcionou como ambiente de exposições e leilões de obras de arte antigas e contemporâneas e hoje está aberta ao público para atividades artísticas.

Sob a direção de Beth Bastos, figurino de Tereza Monteiro, cenografia de André Canadá e iluminação de Hernandes Oliveira, sete bailarinos e um pianista trajando vestidos e camisas de linho em cores neutras estarão em cena e o público de, no máximo, 40 pessoas é convidado a desfrutar da natureza, do silêncio, de instantes de suspensão do movimento em pausas. Tudo acontece ao cair da tarde no momento de transformação entre o dia e a noite, com a presença da arquitetura, uma mesa com romãs e uvas é permitido ao público fotografar, desenhar ou filmar a apresentação. O trabalho de improvisação e de composição em dança se alimenta  das filosofias de corpo da bailarina americana Lisa Nelson (bailarina, performer, editora de revista em Nova York) e de Klauss Vianna (bailarino brasileiro, criador de um método de dança).  Beth Bastos investe na desaceleração do espectador e do artista.

Beth Bastos e os bailarinos do Núcleo Pausa propõem ao público a experiência da  composição e do movimento com o foco no corpo e no espaço, ativando a percepção dos sentidos e os sentidos da imaginação. “As performances-observatório oferecem ao espectador a possibilidade de escolher como e de que lugar se quer olhar, ver e assistir.”, comenta Bastos. A coreógrafa explica que “a proposta das performances-observatório é sintonizar a percepção e o instante para criar composições espontâneas e singulares, usando os sentidos do corpo como ferramentas de sobrevivência e de produção de imagens. O que pode uma pausa provocar? O que se imagina a partir de um corpo que pausa? Como essa imagem efêmera afeta o espaço”?

Nas palavras de Beth Bastos, “essa pesquisa, em processo, tem como foco as abordagens sobre o corpo e o espaço e usa a desaceleração do movimento para desdobrar os temas da atenção, da pausa, da quietude e da necessidade política de resistir e abrir espaço para outros olhares e seus significados. Propõe uma operação de ralentamento que permite observar a dimensão paradoxal do tempo ao fixar um instante que contém muitos possíveis e desencadear mudanças na ordem do sentido. Em um momento em que a aceleração é um valor em si, as performances-observatório oferecem uma possibilidade de percepção da pausa como um gesto alcançável para produzir outras paisagens”.

 

Beth Bastos

Bailarina, performer,  improvisadora e professora de dança. Sua experiência passa pela formação em filosofias do corpo em Klauss Vianna (Brasil) e Lisa Nelson (USA).

Em sua pesquisa questiona o trânsito entre a contemporaneidade e a desaceleração, no tempo e no espaço, a composição de imagens, e a percepção dos sentidos e os sentidos da imaginação.

Serviço

 

De 2 a 24 de novembro de 2019. Sábados e Domingos às 17h30. Todas as performances serão precedidas por uma oficina de livre participação para os interessados que ocorrerá a partir das 15h30. Casa Miani – Rua Marechal Deodoro, 10 – Granja Julieta. Próximo ao metro Alto da Boa Vista. Indicada para todas as idades. Capacidade – 40 pessoas. Duração – 1 hora. Entrada franca.

 

Dia 30 de novembro – vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo).

Dia 14 de dezembro – sala de exposição do Mac (Museu de Arte Contemporânea).

Ficha técnica

 

Concepção e direção de Beth Bastos. Núcleo Pausa:Izabel Costa, Daniela Pinheiro, Fernanda Windholz, Emilio Salvietti Cordeiro, Maíra Rocha Machado, Maira Mesquita, Ísis Marks. Músico: Rodrigo Vasconcelos. Dramaturgia: Débora Tabacof. Fotografia: Sandro Miano. Ambiente cenográfico/Design gráfico: Andre Canada. Palestrantes convidados: Paula Chieffi, Guilherme Wisnik, Teresa Bastos. Produção: Cais Produção Cultural. Direção de Produção: José Renato F. Almeida. Assistente de Produção: Beto de Faria. Assessoria de Imprensa Arteplural

Espetáculo “Roots” faz curta temporada em novembro na CAIXA Cultural Rio de Janeiro

Fomos conferir, veja só!

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 15 a 17 de novembro (sexta e sábado, às 18h, e domingo, às 17h), o espetáculo de dança “Roots”, no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues. Interpretado por Thiago Soares (primeiro bailarino convidado do Royal Ballet de Londres) e Danilo D’Alma (bailarino e coreógrafo reconhecido no cenário das danças de rua do Rio), “Roots” promove o diálogo entre a dança de rua contemporânea e o balé clássico. O patrocínio é da CAIXA e Governo Federal.

A direção do espetáculo é de Renato Cruz e Ugo Alexandre. O músico e multi-instrumentista Pedro Bernardes assina a trilha sonora original executada ao vivo. “Roots” é uma realização da Araucária Agência Cultural, dirigida por Miguel Colker.

A ideia de “Roots” surgiu quando Thiago Soares reencontrou o diretor e coreógrafo Ugo Alexandre há alguns anos, em Londres. De volta ao Rio, Ugo recebeu uma ligação do bailarino propondo que ele o dirigisse em um espetáculo que resgatasse o início da sua vida artística dançando break e hip-hop, nas ruas e festas da Zona Norte carioca. Os dois começaram a conceber o projeto à distância e, aos poucos, “Roots” foi ganhando forma. O diretor sugeriu Danilo D’Alma, bailarino e coreógrafo reconhecido no cenário das danças de rua, para formar um dueto com Thiago, num grand pas-de-deux promovendo um diálogo entre a dança de rua contemporânea e o balé clássico.

“A nossa ideia era o Thiago da zona de conforto, do papel de príncipe. Em cena, mostramos um artista mais visceral”, diz Ugo, que conhece o bailarino há mais de 20 anos, desde os seus primeiros passos na dança, aos 12 anos, nos subúrbios do Rio. “Roots” celebra um reencontro cênico entre dois artistas que seguiram trajetórias distintas: Thiago no balé clássico, e Ugo nas danças urbanas.

As referências na criação de “Roots” vão de Marius Petipa a George Balanchine, de William Forsythe a Bruno Beltrão. O espetáculo apresenta influências do balé clássico, dança contemporânea, hip-hop e house dance. Sucesso de público e crítica, “Roots” estreou em julho de 2016, no Rio de Janeiro, no Teatro Oi Casa Grande. Em 2017, o espetáculo fez uma temporada popular no Teatro João Caetano.

FICHA TÉCNICA:

Elenco: Thiago Soares e Danilo D’Alma

Direção: Renato Cruz e Ugo Alexandre

Colaboração de criação: Pedro Cassiano

Trilha Sonora: Pedro Bernardes

Iluminação: Renato Machado

Figurino: Carla Kalache/Balletto

Realização: Araucária Agência Cultural

Diretor Geral: Miguel Colker

Diretor Financeiro e Administrativo: Rodrigo Wodraschka

Assistente Administrativo: Roberta Meziat

Relacionamento: José Menna Barreto e Felipe Dias

Produção: Aline Moschen, Juliana Santos e Paulo Dary

Coordenador de Design: Guilherme Telles

Design: Paulo Tavares e Romy Morgado

Coordenador de Comunicação: Irwin Fiuza

Comunicação: Rodrigo Santos

Serviço:

Espetáculo “Roots”

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues

Endereço: Av. República do Chile, 230, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

(Entrada pela Avenida República do Paraguai).

Informações: (21) 3509-9600 | (21) 3980-3815

Temporada: de 15 a 17 de novembro de 2019

Horários: Sexta e sábado, às 18h, e domingo, às 17h.

Duração: 50 min.

Ingressos: Plateia: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) | Balcão: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.

Lotação: 400 lugares (mais 8 para cadeirantes)

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 14h às 21h.

Classificação indicativa: Livre

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

“Quebra-Nozes” da Cisne Negro Cia de Dança

Estão abertas as vendas para o clássico

O Quebra-Nozes da Cisne Negro Cia de

Dança,  no Teatro Alfa de 12 a 22/12

Entre no clima e leve a garotada para se encantar com a magia da clássica história da menina Clara e do boneco Quebra-Nozes de madeira,

transformado em Príncipe, na noite de Natal, entre fadas açucaradas e a rainha das Neves, no Reino dos Doces. Já estão à venda os ingressos

para a apresentação do clássico balé O Quebra-Nozes, com a Cisne Negra Cia de Dança, no Teatro Alfa.

No dia 18 de dezembro, quarta-feira, às 16 horas, haverá sessão especial com preços populares a R$ 20,00 e R$ 40,00. Antes do espetáculo

começar, o foyer do teatro é tomado pelo clima de Noel com a apresentação de vários corais.

Tradição de final de ano na cidade, a criação de O Quebra-Nozes foi inspirada em uma adaptação francesa de um trecho do conto Quebra-Nozes

e o Rei dos Camundongos, de Hoffmann. Tchaikovsky  (1840-1893) , um dos maiores compositores da música clássica de todos os tempos, se

encantou com as colorações sinistras e fantásticas que envolvem a história e compôs a música para o balé. O resultado é uma obra repleta de

fantasia e romantismo.

Serviço

Cisne Negro Cia de Dança – O Quebra-Nozes. De 12 a 22 de dezembro. Quarta a sexta-feira, 20h30. Sábado, 17h e 20h. Domingo, 15h e 18h.

Matinês – dias 14 e 21 (sábados às 17h) e 15 e 22 de dezembro (domingos às 17h). Duração: 120 minutos, com intervalo de 15. Classificação:

Livre. Ingressos: Plateia superior – R$ 75 (inteira) e R$ 37,50 (meia). Plateia – R$ 160,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia). Não haverá sessão dias 16 e 17.

Sessão popular – Dia 18 de dezembro – Quarta-feira, às 16h.

Plateia inferior: R$ 40,00 e Plateia superior: R$ 20,00

Teatro Alfa – Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722, tel. (11) 5693-4000. Site: www.teatroalfa.com.br

. Ingresso rápido ou pelos telefones:

11 5693-4000 | 0300 789-3377. Acessibilidade – motora e visual. Estacionamento: Sala A. Vallet R$ 45,00 Self Park R$ 31,00.

BORRA, novo espetáculo da Dinamosfera, estreia dias 30 e 31/10, no Teatro Cacilda Becker

Quase um ano após incendiar o Teatro Cacilda Becker homenageando Maria Bethânia (“Aponte”), a Dinamosfera Companhia de Dança volta ao palco do Flamengo, em curtíssima temporada, com novo projeto, igualmente inquietante e surpreendente: BORRA, homenageando artistas brasileiros da literatura e música, que retratam em suas obras os seres relegados à borda da sociedade, será apresentado nos dias 30, quarta-feira, e 31, quinta-feira, de outubro, às 20h. A Companhia também promoverá oficinas de dança contemporânea, abertas para estudantes, pesquisadores de dança ou interessados em geral, a partir de 13 anos, em ambos os dias, das 10h às 12h (valor de inscrição na forma de contribuição consciente).

Com direção, concepção e coreografias de Dinis Zanotto, Flavia Spinardi e Tamires Coutinho, BORRA nos joga para o que descartamos e para quem pode ser descartável, descartando junto o seu direito de pertencer. Nasce da borra de café e da borra de sabão, a essência deixada depois de ter o que se quer. A Dinamosfera leva à cena momentos e relações carregados de poética e expressividade, por meio da dança contemporânea e das vozes marginalizadas, lançando luz sobre os negligenciados, invisíveis, desprezados, seres do submundo. BORRA é o que resta. Paradoxo e analogia entre descarte e essência marcam estes seres periféricos.

Mais uma vez, a Dinamosfera trabalha com referências da produção cultural brasileira, desta vez olhando para a literatura marginal bem como para artistas oriundos deste universo. BORRA elege o corpo para dar vida a  essas questões, borram-se as margens entre as linguagens cênicas, pois o corpo não as conhece, nem reconhece barreiras. O corpo é cru, fluído e livre. Apesar da sua marginalização, esta prática não é do corpo, é da sociedade e de seus valores discriminatórios.

Seguindo a linguagem já estabelecida da companhia de dialogar com compositores e ou intérpretes brasileiros, desta vez a Companhia imerge em vozes da margem. As mulheres, artistas e cantoras Linn da Quebrada, Elza Soares, Xênia França e Banda Marsa, transpassdas pela trilha original criada por André Poyart, dão o ambiente sonoro para contar essa história de corpos, vozes e seres que muitas vezes são invisíveis, mas que têm sua expressão maior em sua arte, seu grito de sobrevivência, resistência e existência.

A Dinamosfera é uma companhia de dança atuante desde 2017 na dança carioca. Tem como espetáculo de estreia Aponte. A Cia está na sua segunda residência artística no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro. Sendo formada e dirigida pelos três coreógrafos: Dinis Zanotto, Flavia Spinardi e Tamires Coutinho, que apostam na variedade de linguagens com seus múltiplos desdobramentos.

SERVIÇO:

 

Espetáculo: BORRA – Dinamosfera Companhia de Dança

30 a 31 de OUTUBRO de 2019 – Quarta-feira e Quinta-feira

Horário: 20h

Teatro Cacilda Becker – Largo do Machado

R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Classificação 12 anos

Oficinas de Dança Contemporânea – Dinamosfera Companhia de Dança

30 e 31 de OUTUBRO de 2019 – Quarta-feira e Quinta-feira

Horário: 10h às 12h

Teatro Cacilda Becker – Largo do Machado

Contribuição Consciente

A partir de 12 anos, para interessados, estudantes e profissionais da dança e do corpo.

A Intuição Companhia de Ballet apresenta “Epifania”

A INTUIÇÃO COMPANHIA DE BALLET faz única apresentação do espetáculo EPIFANIA, no dia 31 de outubro, ás 21h, no teatro Gazeta.  Em cena 10 bailarinos e trilha ao vivo com a pianista Rosely Chamma. A coreografia é assinada por Vinícius Anselmo, também diretor da Companhia.

Epifania do grego “epiphanéia”, podendo ser traduzido literalmente como “manifestaçãoou aparição, é uma súbita sensação de entendimento ou compreensão da essência de algo, também pode ser um termo usado para a concretização de um sonho com difícil realização. O termo é usado nos sentidos, filosófico e literal, para indicar que alguém “encontrou finalmente a última peça do quebra-cabeça e agora consegue ver a imagem”.

O propósito de movimento é resgatar a beleza e virtuose de saltos, giros e linhas do ballet clássico em um corpo do século XXI, com uma nova roupagem de vivência e bagagem da dança contemporânea, nesse contexto a pesquisa corporal inclui sincronismo aplicado em movimentos com desarticulação, quebra de linha de rigidez e técnica de chão, dentro de um padrão de continuidade anatômica. Assim, as sapatilhas de ponta se tornam ferramenta para a dança contemporânea.

O cenário é composto por 27 portas brancas com suas respectivas fechaduras, que conforme se encaixam, criam um desenho abstrato com formas e intenções diversas que representam as portas para captação de estímulos externos e acesso interno individual de cada pessoa.

A obra carrega consigo a proposta de investigar os processos pelos quais a epifania, no sentido filosófico, é alcançada, não apenas para compreender a súbita sensação de entendimento em si, mas, especificamente, quando ela se dá com o foco na origem e nos porquês da vida humana.

O coreógrafo reúne o material da pesquisa teórica sobre epifania, juntamente com a técnica clássica, resgatando o virtuosismo e estética, a dança contemporânea e textura, fazendo com que todos esses elementos direcionem a     ambientação cenográfica, a movimentação, o formato e a atmosfera da obra.

O desejo é de se comunicar com o público, criar um canal onde as experiências de palco sejam uma troca entre bailarinos e platéia. O intuito é que toda a pesquisa da obra seja experienciada junto aos expectadores.

Epifania é o momento efêmero de súbita compreensão da existência no mundo através de instantes no qual o indivíduo consegue ancorar sua consciência no momento presente, aprimorar os sentidos, e se sentir mais vivo.

Sobre Vinícius Anselmo – Diretor e Coreógrafo

Membro do Conselho Internacional de Dança, sede em Paris na França;

Diretor da Escola Ballet Educart em São Paulo;

Contemplado pelo Programa da Prefeitura Municipal de São Paulo, Fomento à Dança em 2017 e 2018;

Contratado como primeiro bailarino na companhia Albany Berkshire nos Estados Unidos;

Integrou as companhias: Ballet Stagium e StacattoSP em São Paulo;

Convidado para compor a banca de jurados do Festival Urizzi Dance;

Convidado para compor a Comissão de Especialistas de seleção de trabalhos no Festival de Dança do Triângulo em Uberlândia;

Realizou Cursos de aperfeiçoamento em Broadway Center, Steps on Broadway, Central Arts e Peridance em Nova York;

Coreógrafo premiado em importantes festivais nacionais e internacionais como Tanzolymp (Alemanha), YAGP (Nova York) e Festival de Dança de Joinville (Brasil);

Convidado a compor a banca de exames Escola de Dança do Theatro Municipal de São Paulo;

Teve seu trabalho ‘Eu Digital’ premiado e escolhido para se apresentar na noite de Gala em Berlim na Alemanha, Theater des Westens, dividindo o palco com grandes companhias como Staatsballett Berlin e Teatro Mariinsky;

 

Estudou em Paris na França o repertório e construção coreográfica de grandes nomes como Jiri Kilyan, Ohah Naharin, Cristal Pite e Sharon Eyal;

Homenageado na Câmara dos vereadores da cidade de São Paulo com voto de Júbilo no dia Internacional da Dança pela vereadora Edir Sales.

INTUIÇÃO COMPANHIA DE BALLET apresenta

EPIFANIA

Única apresentação: dia 31 de outubro, quinta-feira, às 21h.

Duração: 50 minutos

Classificação etária: Livre

Ingressos: R$ 60,00 inteira e R$ 30,00 meia.

Meia: estudantes; aposentados; idosos; professores; artistas com DRT; IDjovem.

 

TEATRO GAZETA  700 lugares

Avenida Paulista, 900 – Térreo – Metrô Trianon Masp

Bilheteria: (11) 3253.4102

Vendas Online: https://bileto.sympla.com.br/event/62713 ou na Bilheteria do Teatro.

 

FICHA TÉCNICA

Diretor e Coreógrafo: Vinícius Anselmo

Assistente de Direção: Ana Beatriz Farias

Produtora e Auxiliar Administrativo: Thalita Falk

Produtora: Marli Santos e Letícia Docampo

Diretora de Marketing: Nathalia Urizzi

Pianista: Rosely Chamma

Professores: José Ricardo Tomaselli, Lars Cauwenberg e Felipe Guedes

Criação de luz: Raquel Balekian e Vinícius Anselmo

Figurinistas: Vinícius Anselmo e Felipe Guedes

Costureira: Cleuza Torres

Cenógrafo: Armando Santos e Onias Viana

Operação e montagem de Luz: Raquel Balekian, Val Santana e Isaias Neri

Técnico de Som e Apoio: Aharon Gidali e Radson de Almeida

Coordenador de palco e Cenotécnico: Igor Lopes, Betto Lopes e Luiz Silva

Bailarinos: Alessandro Mesquita, Bruno Lobo, Diana Rosa, Felipe Guedes, Jeison Lopes, Márcio Vittorino, Mariana Massoneto, Nathália Massa, Tayanne Zandonato e Thalita Falk.

Grupo Camaleão, de Minas Gerais, abre o Encontro Sesc de Dança nesta quarta-feira

O Grupo de Dança Camaleão, de Minas Gerais, abre nesta quarta-feira (16/10) a 29ª edição do Encontro Sesc de Dança de Nova Friburgo, mais longevo e tradicional evento de dança do estado do Rio de Janeiro que se estende até domingo (20), na cidade serrana. O coletivo apresenta às 15h, na Praça Demerval Barbosa Moreira, “Verga”, espetáculo de dança contemporânea e urbana que se utiliza da capoeira para discutir questões ligadas à intolerância e às lutas vivenciadas na rua.

Com direção geral de Marjorie Quast e direção artística e coreográfica de Inês Amaral, a obra tem como fio condutor esta arte que é uma mistura de luta e dança realizada em locais abertos, como ruas e praças. Além da intolerância e das batalhas cotidianas, o espetáculo reflete o amor e a fé na caminhada. Os interpretes criadores são Fábio Costa, Glaydson Oliveira, Luciana Lanza, Samuel Samway e Sara Marchezini.

A mostra de dança prossegue até domingo com apresentações de companhias do Rio e de Minas Gerais, somando cerca de 200 bailarinos. Eles passarão pelos palcos do Sesc Nova Friburgo, do Teatro Municipal Laércio Ventura, da Praça Demerval Barbosa Moreira e de escolas públicas em sessões com entrada franca.

Um dos destaques da mostra é a premiada Esther Weitzman Companhia de Dança, do Rio, que em 2019 completou 20 anos. Ela apresenta “As histórias que inventamos sobre nós”, espetáculo concebido para celebrar as duas décadas de vida do grupo.

O Grupo Camaleão, além de apresentar “Verga”, acompanhará com coreografia o cortejo dos Tambores de Olokum, que sairá da Praça Getúlio Vargas com destino à Praça Demerval Moreira Barbosa. O tradicional grupo percussivo do Rio – e também bloco carnavalesco –, fará ressoar seus tambores pelo centro da cidade, levando ao público sua sonoridade que recebe influência do candomblé e dos maracatus de baque virado da cidade do Recife (PE).

O ballet será representado por “O Lago dos Cisnes”, clássico russo de Marius Petipa e Tchaikovsky. Nessa remontagem assinada por Patrícia Salgado, será apresentado fragmento do primeiro ato do original, quando é comemorado o aniversário de 21 anos do príncipe Siegfried. A apresentação é da Cia Dançar a Vida, grupo da Escola Petite Danse, do Rio, uma das maiores Escolas de Dança do Brasil que vem se destacando pelos prêmios conquistados nos maiores festivais de dança do Brasil e Exterior.

O grupo aproveita a oportunidade e apresenta “De tudo se faz canção”, espetáculo de dança contemporânea cuja coreografia faz refletir sobre a tomada de decisões e as mudanças da vida; e “O Circo”, que apresenta a saga de dois rapazes que sonham em trabalhar no circo como palhaços.

A tradicional companhia friburguense Cia Studio 3 Núcleo de Artes e Dança leva para o Encontro o espetáculo “Retrato”. Com texto e coreografia de Isla Gastin, Maria Clara de Andrade e Gabriel Leonard, a obra aborda as percepções, os sentimentos e emoções escondidos atrás das imagens fotográficas, levando o público a refletir sobre seu papel na sociedade. Outras 27 companhias amadoras também terão a oportunidade de se apresentar no palco do Teatro Municipal Laércio Ventura, fazendo do evento uma vitrine para o seu trabalho e um impulsionador na carreira artística.

VIVÊNCIA COM OS ARTISTA – Além de assistir às apresentações, o público poderá participar de atividades formativas com os profissionais envolvidos no Encontro, seja no Sesc, seja em escolas públicas. Esther Weitzman (fundadora da cia de mesmo nome) conduzirá uma vivência artística sobre dança contemporânea, e a coreógrafa Juliana Nogueira, sobre danças brasileiras. Alyson Venâncio (Cia Dançar a Vida) ensinará os fundamentos do ballet clássico, enquanto o Grupo de Dança Camaleão promoverá uma residência onde serão trabalhados exercícios técnicos de dança e de condicionamento físico, culminando em uma posterior apresentação ao público.

O 29º Encontro Sesc de Dança é uma realização do Sesc RJ, por meio de sua unidade Nova Friburgo, com corealização da Prefeitura Municipal e apoio do Sincomércio e da Unimed.

SERVIÇO

29º Encontro Sesc de Dança

De 16 a 20 de outubro – Nova Friburgo/RJ

Sesc Nova Friburgo: Av. Pres. Costa e Silva, 231

Teatro Municipal Laércio Ventura: R. Salusse, 616 – Centro

Praça Demerval Moreira: Centro

Ingressos: Grátis

Classificação: Livre

Informações: (22) 2543-5000

PROGRAMAÇÃO

(Confira as sinopses no programa anexo ou em www.sescrio.org.br)

 

APRESENTAÇÕES

16 de outubro – 15h – Praça Demerval Barbosa Moreira

Verga – Grupo de Dança Camaleão (MG)

17 de outubro – 19h30 – Teatro Municipal Laércio Ventura

– O Lago dos Cisnes – Cia Dançar A Vida I  Petite Danse  (RJ)

– Retratos –  Studio 3 Núcleo de Artes e Dança de Nova Friburgo

– As histórias que inventamos sobre nós – Esther Weizman Companhia de Dança (RJ)

18 de outubro (19h), 19 de outubro (18h) e 20 de outubro (10h e 16h) – Teatro Municipal Laércio Ventura

– Cias Amadoras

Aldeia da Criança

Calu – Centro de Artes de Lumiar

Cia de Dança Alto Estilo- Nova Friburgo

Cia de Dança Tanze Im Takt Nova Friburgo

Cia Esdras Oliveira Nova Friburgo

Cia Flor de Liz- Nova Friburgo

Escola Balão Mágico (Macuco)

Escola de Dança Adriana Miranda RJ

Escola de Dança Anna Olívia Gomes

Escola de Dança Edu Cigano – Cachoeiras de Macacu

Escola de Dança Edu Cigano – Nova Friburgo

Escola Petra de Danças Orientais

Espaço VIS – Nova Friburgo

Espaço Viva – Nova Friburgo

Flor de Liz Cia de Dança

Galpão Cultural Bom Jardim

Ginástica Rítmica Cláudia Massena Nova Friburgo

Ginástica Rítmica do Colégio Nossa Senhora das Dores Nova Friburgo

Grupo Suissando Nova FRiburgo

Grupo In Tempore Bom Jardim

Laborative Dance Connect – Nova Friburgo

Laboratório Sesc de Dança Nova Friburgo

Nova Friburgo Country Clube Escola de Dança

Escola de dança Petite Danse Rio de janeiro

Sesc Campos

Sesc Madureira

Sesc Nova Friburgo

Studio 3 Núcleo de Artes e Dança de Nova Friburgo

Thays Barbosa Cia de Dança – Cantagalo

Dia 19 de outubro – 18h – Teatro Municipal Laércio Ventura

De tudo se faz canção – Cia Dançar a Vida (RJ)

20 de outubro –  16h – Teatro Municipal Laércio Ventura

O Circo – Cia Dançar a Vida (RJ)

ATIVIDADES FORMATIVAS

Vivência Artística em Dança Contemporânea

Com Esther Weitzman

16 de outubro – 14h às 16h e 18h às 20h – Sesc Nova Friburgo

Vivência Artística em Danças Brasileiras

Com Juliana Nogueira

17 e 18 de outubro – 14h às 16h – Sesc Nova Friburgo

19 e 20 de outubro – 10h às 12h – Sesc Nova Friburgo

Vivência Artística Danças Urbanas  

Com Grupo de Dança Camaleão

18 e 19 de outubro – 14h – Escola pública

Oficina de Ballet Clássico

Com Alyson Venâncio

19 e 20 de outubro – 9h às 10h30 – Sesc Nova Friburgo

Encontro Sesc de Dança de Nova Friburgo chega a sua 29ª edição repleto de atrações

A mais longeva e tradicional mostra de dança do estado do Rio de Janeiro, o Encontro Sesc de Dança de Nova Friburgo, Região Serrana, chega a sua 29ª edição em 2019. O evento, que começa no dia 16/10, se estende por cinco dias com uma programação repleta de destaques regionais e nacionais. Nesse período, passarão pelos palcos do Sesc Nova Friburgo, do Teatro Municipal Laércio Ventura, da Praça Demerval Barbosa Moreira e por escolas públicas cerca de 200 bailarinos provenientes do Rio e Minas Gerais.

Um dos destaques da mostra é a premiada Esther Weitzman Companhia de Dança, do Rio, que em 2019 completou 20 anos. Ela apresenta “As histórias que inventamos sobre nós”, espetáculo concebido para celebrar as duas décadas de vida do grupo. O Grupo Camaleão, de Minas Gerais, apresenta “Verga”, espetáculo de dança contemporânea e urbana que se utiliza da capoeira para discutir questões ligadas à intolerância e as lutas vivenciadas na rua.

Tradicional grupo percussivo do Rio – e também bloco carnavalesco –, o Tambores de Olokum realiza um cortejo saindo da Praça Getúlio Vargas e chegando à Praça Demerval Moreira Barbosa. Terá como companhia o Grupo de Dança Camaleão, cuja coreografia será embalada pelos tambores e pela sonoridade que recebe influência do candomblé e dos maracatus de baque virado da cidade do Recife (PE).

O ballet será representado por “O Lago dos Cisnes”, clássico russo de Marius Petipa e Tchaikovsky. Nessa remontagem assinada por Patrícia Salgado, será apresentado fragmento do primeiro ato do original, quando é comemorado o aniversário de 21 anos do príncipe Siegfried. A apresentação é da Cia Dançar a Vida, grupo da Escola Petite Danse, do Rio, uma das maiores Escolas de Dança do Brasil que vem se destacando pelos prêmios conquistados nos maiores festivais de dança do Brasil e Exterior.

O grupo aproveita a oportunidade e apresenta “De tudo se faz canção”, espetáculo de dança contemporânea cuja coreografia faz refletir sobre a tomada de decisões e as mudanças da vida; e “O Circo”, que apresenta a saga de dois rapazes que sonham em trabalhar no circo como palhaços.

A tradicional companhia friburguense Cia Studio 3 Núcleo de Artes e Dança leva para o Encontro o espetáculo “Retrato”. Com texto e coreografia de Isla Gastin, Maria Clara de Andrade e Gabriel Leonard, a obra aborda as percepções, os sentimentos e emoções escondidos atrás das imagens fotográficas, levando o público a refletir sobre seu papel na sociedade. Outras 27 companhias amadoras também terão a oportunidade de se apresentar no palco do Teatro Municipal Laércio Ventura, fazendo do evento uma vitrine para o seu trabalho e um impulsionador na carreira artística.

VIVÊNCIA COM OS ARTISTA – Além de assistir às apresentações, o público poderá participar de atividades formativas com os profissionais envolvidos no Encontro, seja no Sesc, seja em escolas públicas. Esther Weitzman (fundadora da cia de mesmo nome) conduzirá uma vivência artística sobre dança contemporânea, e a coreógrafa Juliana Nogueira, sobre danças brasileiras. Alyson Venâncio (Cia Dançar a Vida) ensinará os fundamentos do ballet clássico, enquanto o Grupo de Dança Camaleão promoverá uma residência onde serão trabalhados exercícios técnicos de dança e de condicionamento físico, culminando em uma posterior apresentação ao público.

O 29º Encontro Sesc de Dança é uma realização do Sesc RJ, por meio de sua unidade Nova Friburgo, com corealização da Prefeitura Municipal e apoio do Sincomércio e da Unimed.

SERVIÇO

29º Encontro Sesc de Dança

De 16 a 20 de outubro – Nova Friburgo/RJ

Sesc Nova Friburgo: Av. Pres. Costa e Silva, 231

Teatro Municipal Laércio Ventura: R. Salusse, 616 – Centro

Praça Demerval Moreira: Centro

Ingressos: Grátis

Classificação: Livre

Informações: (22) 2543-5000

PROGRAMAÇÃO

(Confira as sinopses no programa anexo ou em www.sescrio.org.br)

 

APRESENTAÇÕES

16 de outubro – 15h – Praça Demerval Barbosa Moreira

Verga – Grupo de Dança Camaleão (MG)

17 de outubro – 19h30 – Teatro Municipal Laércio Ventura

– O Lago dos Cisnes – Cia Dançar A Vida I  Petite Danse  (RJ)

– Retratos –  Studio 3 Núcleo de Artes e Dança de Nova Friburgo

– As histórias que inventamos sobre nós – Esther Weizman Companhia de Dança (RJ)

18 de outubro (19h), 19 de outubro (18h) e 20 de outubro (10h e 16h) – Teatro Municipal Laércio Ventura

– Cias Amadoras

Aldeia da Criança

Calu – Centro de Artes de Lumiar

Cia de Dança Alto Estilo- Nova Friburgo

Cia de Dança Tanze Im Takt Nova Friburgo

Cia Esdras Oliveira Nova Friburgo

Cia Flor de Liz- Nova Friburgo

Escola Balão Mágico (Macuco)

Escola de Dança Adriana Miranda RJ

Escola de Dança Anna Olívia Gomes

Escola de Dança Edu Cigano – Cachoeiras de Macacu

Escola de Dança Edu Cigano – Nova Friburgo

Escola Petra de Danças Orientais

Espaço VIS – Nova Friburgo

Espaço Viva – Nova Friburgo

Flor de Liz Cia de Dança

Galpão Cultural Bom Jardim

Ginástica Rítmica Cláudia Massena Nova Friburgo

Ginástica Rítmica do Colégio Nossa Senhora das Dores Nova Friburgo

Grupo Suissando Nova FRiburgo

Grupo In Tempore Bom Jardim

Laborative Dance Connect – Nova Friburgo

Laboratório Sesc de Dança Nova Friburgo

Nova Friburgo Country Clube Escola de Dança

Escola de dança Petite Danse Rio de janeiro

Sesc Campos

Sesc Madureira

Sesc Nova Friburgo

Studio 3 Núcleo de Artes e Dança de Nova Friburgo

Thays Barbosa Cia de Dança – Cantagalo

Dia 19 de outubro – 18h – Teatro Municipal Laércio Ventura

De tudo se faz canção – Cia Dançar a Vida (RJ)

20 de outubro –  16h – Teatro Municipal Laércio Ventura

O Circo – Cia Dançar a Vida (RJ)

ATIVIDADES FORMATIVAS

Vivência Artística em Dança Contemporânea

Com Esther Weitzman

16 de outubro – 14h às 16h e 18h às 20h – Sesc Nova Friburgo

Vivência Artística em Danças Brasileiras

Com Juliana Nogueira

17 e 18 de outubro – 14h às 16h – Sesc Nova Friburgo

19 e 20 de outubro – 10h às 12h – Sesc Nova Friburgo

Vivência Artística Danças Urbanas  

Com Grupo de Dança Camaleão

18 e 19 de outubro – 14h – Escola pública

Oficina de Ballet Clássico

Com Alyson Venâncio

19 e 20 de outubro – 9h às 10h30 – Sesc Nova Friburgo

A Intuição Companhia de Ballet apresenta “Epifania”

A INTUIÇÃO COMPANHIA DE BALLET faz única apresentação do espetáculo EPIFANIA, no dia 31 de outubro, ás 21h, no teatro Gazeta.  Em cena 10 bailarinos e trilha ao vivo com a pianista Rosely Chamma. A coreografia é assinada por Vinícius Anselmo, também diretor da Companhia.

Epifania do grego “epiphanéia”, podendo ser traduzido literalmente como “manifestaçãoou aparição, é uma súbita sensação de entendimento ou compreensão da essência de algo, também pode ser um termo usado para a concretização de um sonho com difícil realização. O termo é usado nos sentidos, filosófico e literal, para indicar que alguém “encontrou finalmente a última peça do quebra-cabeça e agora consegue ver a imagem”.

O propósito de movimento é resgatar a beleza e virtuose de saltos, giros e linhas do ballet clássico em um corpo do século XXI, com uma nova roupagem de vivência e bagagem da dança contemporânea, nesse contexto a pesquisa corporal inclui sincronismo aplicado em movimentos com desarticulação, quebra de linha de rigidez e técnica de chão, dentro de um padrão de continuidade anatômica. Assim, as sapatilhas de ponta se tornam ferramenta para a dança contemporânea.

O cenário é composto por 27 portas brancas com suas respectivas fechaduras, que conforme se encaixam, criam um desenho abstrato com formas e intenções diversas que representam as portas para captação de estímulos externos e acesso interno individual de cada pessoa.

A obra carrega consigo a proposta de investigar os processos pelos quais a epifania, no sentido filosófico, é alcançada, não apenas para compreender a súbita sensação de entendimento em si, mas, especificamente, quando ela se dá com o foco na origem e nos porquês da vida humana.

O coreógrafo reúne o material da pesquisa teórica sobre epifania, juntamente com a técnica clássica, resgatando o virtuosismo e estética, a dança contemporânea e textura, fazendo com que todos esses elementos direcionem a     ambientação cenográfica, a movimentação, o formato e a atmosfera da obra.

O desejo é de se comunicar com o público, criar um canal onde as experiências de palco sejam uma troca entre bailarinos e platéia. O intuito é que toda a pesquisa da obra seja experienciada junto aos expectadores.

Epifania é o momento efêmero de súbita compreensão da existência no mundo através de instantes no qual o indivíduo consegue ancorar sua consciência no momento presente, aprimorar os sentidos, e se sentir mais vivo.

Sobre Vinícius Anselmo – Diretor e Coreógrafo

Membro do Conselho Internacional de Dança, sede em Paris na França;

Diretor da Escola Ballet Educart em São Paulo;

Contemplado pelo Programa da Prefeitura Municipal de São Paulo, Fomento à Dança em 2017 e 2018;

Contratado como primeiro bailarino na companhia Albany Berkshire nos Estados Unidos;

Integrou as companhias: Ballet Stagium e StacattoSP em São Paulo;

Convidado para compor a banca de jurados do Festival Urizzi Dance;

Convidado para compor a Comissão de Especialistas de seleção de trabalhos no Festival de Dança do Triângulo em Uberlândia;

Realizou Cursos de aperfeiçoamento em Broadway Center, Steps on Broadway, Central Arts e Peridance em Nova York;

Coreógrafo premiado em importantes festivais nacionais e internacionais como Tanzolymp (Alemanha), YAGP (Nova York) e Festival de Dança de Joinville (Brasil);

Convidado a compor a banca de exames Escola de Dança do Theatro Municipal de São Paulo;

Teve seu trabalho ‘Eu Digital’ premiado e escolhido para se apresentar na noite de Gala em Berlim na Alemanha, Theater des Westens, dividindo o palco com grandes companhias como Staatsballett Berlin e Teatro Mariinsky;

 

Estudou em Paris na França o repertório e construção coreográfica de grandes nomes como Jiri Kilyan, Ohah Naharin, Cristal Pite e Sharon Eyal;

Homenageado na Câmara dos vereadores da cidade de São Paulo com voto de Júbilo no dia Internacional da Dança pela vereadora Edir Sales.

INTUIÇÃO COMPANHIA DE BALLET apresenta

EPIFANIA

Única apresentação: dia 31 de outubro, quinta-feira, às 21h.

Duração: 50 minutos

Classificação etária: Livre

Ingressos: R$ 60,00 inteira e R$ 30,00 meia.

Meia: estudantes; aposentados; idosos; professores; artistas com DRT; IDjovem.

 

TEATRO GAZETA  700 lugares

Avenida Paulista, 900 – Térreo – Metrô Trianon Masp

Bilheteria: (11) 3253.4102

Vendas Online: https://bileto.sympla.com.br/event/62713 ou na Bilheteria do Teatro.

 

FICHA TÉCNICA

Diretor e Coreógrafo: Vinícius Anselmo

Assistente de Direção: Ana Beatriz Farias

Produtora e Auxiliar Administrativo: Thalita Falk

Produtora: Marli Santos e Letícia Docampo

Diretora de Marketing: Nathalia Urizzi

Pianista: Rosely Chamma

Professores: José Ricardo Tomaselli, Lars Cauwenberg e Felipe Guedes

Criação de luz: Raquel Balekian e Vinícius Anselmo

Figurinistas: Vinícius Anselmo e Felipe Guedes

Costureira: Cleuza Torres

Cenógrafo: Armando Santos e Onias Viana

Operação e montagem de Luz: Raquel Balekian, Val Santana e Isaias Neri

Técnico de Som e Apoio: Aharon Gidali e Radson de Almeida

Coordenador de palco e Cenotécnico: Igor Lopes, Betto Lopes e Luiz Silva

Bailarinos: Alessandro Mesquita, Bruno Lobo, Diana Rosa, Felipe Guedes, Jeison Lopes, Márcio Vittorino, Mariana Massoneto, Nathália Massa, Tayanne Zandonato e Thalita Falk.

Dias 17 e 18 de outubro no MASP Auditório

A rica obra de Heitor Villa-Lobos, considerado o maior compositor brasileiro pela crítica especializada, é o ponto de partida deste espetáculo da Studio3 Cia. de Dança, ‘Orquestra’, com concepção e direção coreográfica de Anselmo Zolla.

A Studio 3 Cia de Dança realiza um mergulho profundo na obra de Villa-Lobos e mostra ao público todo o universo daquele que melhor traduziu o Brasil, imprimindo em sua música nossas origens com liberdade e autenticidade. A presença marcante da personalidade do maestro se faz sentir em cada nota musical, cada compasso, cada movimento dos bailarinos e na estética do cenário.

No palco, a companhia de dança provoca a imaginação do público para libertar-se através dela. ‘Orquestra’ coloca em movimento os sons do músico carioca e fala do homem Villa-Lobos, um homem palpável, real e verdadeiro, que viveu a agonia e o prazer da criação, inspirado por noites iluminadas. Fala também dos seus sonhos, e através desses sonhos retrata a alma brasileira.

O produtor musical Felipe Venancio debruçou-se nas composições do compositor e idealizou para o espetáculo uma trilha sonora apenas com músicas de Villa-Lobos, trazendo raridades fonográficas, fugindo do óbvio. José Possi Neto, experiente profissional, dá sua contribuição assinando a direção teatral da montagem. Já o talentoso estilista Fause Haten, nome forte da moda, aceitou o desafio e criou belíssimos figurinos para o espetáculo.

Sobre a Studio3 Cia. de Dança

A Studio3 Cia. de Dança é uma companhia brasileira de dança que tem representado o País no mundo todo em eventos significativos no cenário da dança, em cidades como Milão, na Itália, Paris, Lyon e Biarritz, na França, Regensburg, na Alemanha, Lisboa e Porto, em Portugal, e também nos palcos do Brasil. A criação da Studio3 Cia. de Dança representa a consolidação de um trabalho artístico cuidadosamente preparado pelo seu coreógrafo e diretor artístico Anselmo Zolla, sob a direção geral de Evelyn Baruque. Criada em 2005, a companhia hoje conta com 18 intérpretes em seu elenco, provenientes de diversas formações e origens profissionais.

Sobre Anselmo Zolla

Anselmo Zolla atuou como bailarino nos teatros alemães de Kaiserslautern e Wiesbaden. No exterior, onde permaneceu por oito anos, ele criou obras para as companhias Azet Dance Company, Teatro de Heidelberg, Teatro de Mannheim e Teatro de Kaiserslautern. No Brasil, trabalhou ao lado de Deborah Colker e também no Balé da Cidade de São Paulo e na Quasar Cia. de Dança. Atualmente é diretor artístico da Studio3 Cia. de Dança.

Ficha Técnica

Orquestra

Com a Studio3 Cia. de Dança e a bailarina Vera Lafer

Concepção e direção coreográfica: Anselmo Zolla

Direção teatral: José Possi Neto

Direção musical: Felipe Venancio

Figurinos: Fause Haten

Cenografia: Anselmo Zolla e Joyce Drummond

Apoio teatral: Marilena Ansaldi

Coreografias: Anselmo Zolla e elenco de intérpretes criadores

Ensaiadora: Liris do Lago

Desenho de Luz: Joyce Drummond

Relações Públicas/ Convidados: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

Assessoria de imprensa: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

Serviço

Local: MASP Auditório

Endereço: Av. Paulista, nº 1578, Bela Vista, São Paulo, SP

Datas e horários: 17 e 18 de outubro (quinta e sexta-feira) – 20h

Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (meia-entrada)

Venda pela internet: https://masp.byinti.com/#/ticket/eventInformation/ZA_mjf9hz8JWMahXqB1g

Telefone: (11) 3149-5959

Horário da bilheteria: terça a domingo, das 10h às 17h30. Quinta-feira, das 10h às 19h30.

Em dias de espetáculo, a bilheteria funcionará até o horário de início da apresentação.

Estação de metrô próxima: Trianon-Masp

Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais

Indicação etária: livre

Duração: 1h (sem intervalo)

Capacidade de público por sessão: 374 pessoas

Crédito das fotos: Renan Livi

Via Brasil Shopping recebe Mostra de Dança gratuita

O Via Brasil Shopping recebe no dia 26 de setembro a 3ª edição da Mostra de Dança, em parceria com a MX Studio de Dança. A atração é gratuita e o público poderá curtir apresentações de diversos estilos, e ainda participar de workshops de danças.

A mostra começa a partir das 14h, na praça de eventos, e assim como as outras edições promete ser um sucesso, trazendo muita animação e variedade nas coreografias e looks. Com o evento, o Shopping busca oferecer visibilidade à arte de dançar, valorizando-a e incentivando consumidores e visitantes à interagirem e participarem de cada movimento.

Para participar como bailarino ou como uma equipe, basta entrar em contato via e-mail: mxstudiodedanca@gmail.com ou whatsapp: 21 99420-2130 e solicitar o edital, que será encaminhado junto a ficha de inscrição.

 

SERVIÇO: Via Brasil Shopping recebe Mostra de Dança gratuita

Data: 26 de setembro

Horário: A partir das 14h

Local: Praça de Eventos- Piso L1, Via Brasil Shopping

Entrada gratuita

O Via Brasil Shopping fica na Rua Itapera, 500 – Irajá. Tel: (21) 34458873 Site: http://www.shoppingviabrasil.com.br/ @shoppingviabrasil

Sobre o Via Brasil Shopping 

O Via Brasil Shopping, localizado em Irajá, foi inaugurado em 2011 e logo tornou-se referência no bairro. Com 8 anos de operação, o empreendimento se consolida como o shopping para toda família. Com a proposta de oferecer serviços e entretenimento completos, o Shopping reúne um mix de 98 lojas, que contempla lojas de grifes masculina e feminina, vestuário infantil, serviços e outras mais, uma moderna academia New Corpore, Livraria Nobel, 6 salas de cinema Cinesystem, SiNE, Lotérica, Capela, Detran, Banco e Rio Mova-se. O empreendimento tem ampla praça de alimentação com28 lugares e estacionamento com área de 1.730 vagas cobertas. São 35.000,00m² de área bruta locável.

Sobre Grupo ARGO:

A ARGO é uma empresa de Geração de Valor para Shoppings Centers. Com 11 anos de fundação e mais de 30 anos de experiência, administra 17 shoppings no Brasil – sendo 10 no Rio de Janeiro, sem falar nos empreendimentos com participação. A empresa se destaca no mercado por compreender e atender necessidades em todas as etapas e frentes de um empreendimento.  Seu principal objetivo é gerir (e desenvolver) shoppings, oferecendo as melhores soluções para os grandes desafios do mercado, através da união da experiência com a habilidade para inovação.

Assessoria de Imprensa

Agência A+

Atendimento:

Paula Fiuza ( paula@agenciaamais.com.br)

Coordenação:

Ana Carolina Hildebrandt (anacarolina@agenciaamais.com.br )

Contato: (21) 3150-3053 / (21) 3066-1505 / (21) 98143-1113

@shoppingviabrasil http://www.shoppingviabrasil.com.br/

Um Certo Canto Brasileiro

A Studio3 Cia. de Dança, companhia brasileira de dança que tem representado o País no mundo todo em eventos significativos no cenário da dança, em cidades como Milão, na Itália, Paris, Lyon e Biarritz, na França, Regensburg, na Alemanha, Lisboa e Porto, em Portugal, e também nos palcos do Brasil, reestreia o espetáculo ‘Um Certo Canto Brasileiro’, de Anselmo Zolla, em mais uma parceria com o MASP.

O público irá ‘viajar’ no tempo e no espaço com ‘Um Certo Canto Brasileiro’ e se identificar de imediato com as músicas, dos anos 30 aos 80, que marcaram várias épocas e gerações. O idealizador do espetáculo, Anselmo Zolla, e o diretor musical, Felipe Venancio, apresentam canções populares brasileiras, atemporais e imortalizadas por suas letras e interpretações.

A vida da gente é um filme repleto de lembranças em que a música faz a nossa trilha. Através da dança e do som, a plateia irá se emocionar com as pérolas brasileiras que foram resgatadas. As coreografias muito entrosadas com a música faz com que os espectadores sintam vontade de dançar e fazer parte da montagem. É um universo muito nosso, rico, que vai trazer à tona uma memória afetiva.

No palco estão presentes as vozes únicas de Caetano Veloso, Tim Maia, Maysa Matarazzo, Chico Buarque, Roberto Carlos, Bethânia, Cartola, Elizeth Cardoso, Angela Maria, Jamelão, Milton Nascimento, Tom e Elis. É um reencontro com os grandes cantores.

Outro destaque do espetáculo é o belo cenário todo feito em papelão ondulado produzido pela Klabin, assinado por Antônio S. Lemes. Se vivemos num mundo onde nos preocupamos com o meio ambiente e a reciclagem dos objetos, é necessário que o espaço cênico das grandes montagens acompanhe esse tendência ecológica.

Sobre a Studio3 Cia. de Dança

A criação da Studio3 Cia. de Dança representa a consolidação de um trabalho artístico cuidadosamente preparado pelo seu coreógrafo e diretor artístico Anselmo Zolla, sob a direção geral de Evelyn Baruque. Criada em 2005, a companhia hoje conta com 18 intérpretes em seu elenco, provenientes de diversas formações e origens profissionais.

Sobre Anselmo Zolla

Anselmo Zolla atuou como bailarino nos teatros alemães de Kaiserslautern e Wiesbaden. No exterior, onde permaneceu por oito anos, ele criou obras para as companhias Azet Dance Company, Teatro de Heidelberg, Teatro de Mannheim e Teatro de Kaiserslautern. No Brasil, trabalhou ao lado de Deborah Colker e também no Balé da Cidade de São Paulo e na Quasar Cia. de Dança. Atualmente é diretor artístico da Studio3 Cia. de Dança.

Ficha Técnica

 

‘Um Certo Canto Brasileiro’

Com a Studio3 Cia. de Dança e a bailarina Vera Lafer

Idéia e direção coreográfica: Anselmo Zolla

Coreógrafia: Anselmo Zolla e elenco de intérpretes criadores

Ensaiador e assistente de coreografia: Gustavo Lopes

Direção Musical: Felipe Venancio

Cenografia: Móveis em papelão ondulado – Antônio S. Lemes/ Klabin Embalagens

Desenho de Luz: Joyce Drummond

Relações Públicas/ Convidados: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

Assessoria de imprensa: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

Serviço

‘Um Certo Canto Brasileiro’

Local: MASP Auditório

Endereço: Av. Paulista, nº 1578, Cerqueira César, São Paulo, SP

Data e horário:

20 de setembro, sexta-feira

Às 20h

Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (meia-entrada)

Venda pela Internet:

https://masp.byinti.com/#/ticket/eventInformation/7EWAQyBfwWzXd-O4KCnD

Telefone: (11) 3149-5959

Horário da bilheteria: terça a domingo, das 10h às 17h30. Quinta-feira, das 10h às 19h30.

Em dias de espetáculo, a bilheteria funcionará até o horário de início da apresentação.

Cartões: todos

Estação de metrô próxima: Trianon-Masp

Indicação etária: livre

Duração: 60m

Capacidade de público por sessão: 374 pessoas

Crédito das fotos: Renan Livi

Mostra de Dança Urban Charme e espetáculo ‘People’ agitam o Teatro Angel Vianna

O charme e o hip hop serão as grandes atrações dos espetáculos que serão realizados de 11 a 13 de outubro no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, no Teatro Angel Vianna, sob a direção de Marcus Azevedo e Eduardo Gonçalves. Em sua 8ª edição, a Mostra de Dança Urban Charme convida, de forma inédita, 30 coreógrafos renomados e especializados em danças urbanas, oriundos do Estado do Rio de Janeiro e de Brasília. As apresentações acontecerão sempre às 20h. No mesmo final de semana, será promovida a 2ª edição da peça coreografada ‘People’, que traz novas cenas e retrata o cotidiano vivido nos bailes de charme do Rio, e será encenada às 18h.

“A proposta desta edição do Urban Charme é homenagear o ritmo ‘charme’ em suas diversas vertentes e sob os diferentes olhares daqueles que defendem este movimento cultural através da dança, dos passos elegantes e de toda a trajetória de luta e resistência que carregam em si. O público poderá conhecer o trabalho artístico de coreógrafos de diversas regiões do Rio de Janeiro e de Brasília. Este encontro promete fortalecer ainda mais o charme, ritmo consagrado nos anos 80 e 90 e que encanta gerações até hoje”, conta Marcus Azevedo, diretor da mostra e líder da Dança & Charme Cia.

Participam da 8ª edição do Urban Charme os coreógrafos Flávio Soul (XSTYLE Dance Caxias), Cleyton Hilário (Convexus Dance Company – Zona Oeste), Soninho (9lug – Zona Sul), Júlio Bottoni e Bruno Wilhams (Styles – Tijuca), Kleyton Muniz (KJ Company – Magé), Samuel Malaquias e Paloma Schonwandt (Element Urban e Conexão Império Urbano – Petrópolis), Ivo Xavier (Charme em Movimento – DF/Brasília), Sonia Maria (Seja Charme – DF/Brasília),  Dany Possidônio (Legacy – Comunidade do PPG), Hudson Bruno (Dance in Rio – Morro dos Tabajaras), Dândara Corrêa e Luan Soul (Arte Carioca Urbana – S. J. de Meriti), Davi Olliver (Rewild Dance Company – São Gonçalo), Josi Lavinas/João Herique/Caio Ribeiro/Lucas Leiroz (Bang, AG, BlackTude, Xperience – Madureira), Eduardo Gonçalves (Originais do Charme – Madureira), entre outros.

A Mostra de Dança Urban Charme foi criada em 2015 e não possui caráter competitivo. O evento oferece ao público um panorama da produção criativa de grupos de danças urbanas, em sua maioria das periferias do Rio de Janeiro, desafiando os participantes a desenvolverem temas estipulados para cada edição. A Urban Charme recebe entre 600 e 700 pessoas por temporada. Já atrai atenção de companhias de além Rio e também infantis ou mistas – integradas por adultos, jovens e crianças. Isto ressalta a capacidade de atração de plateias não restritas ao Estado e de todas as faixas etárias.  Abraçados pelo charme, os estilos musicais diversos, seguindo os desafios da temática de cada evento, enriquecem e estimulam a renovação desta manifestação cultural genuinamente suburbana carioca. E levam novos ares ao gênero. O espaço naturalmente agregador, envolvente, democrático e pacífico do charme mantém as portas abertas para novas influências.

Espetáculo People apresenta segunda temporada com novas cenas

Em sua segunda temporada, o espetáculo “People”, também dirigido pela dupla de coreógrafos Marcus Azevedo e Eduardo Gonçalves, da Dança & Charme Cia., apresentará novas cenas. Sucesso de público desde a primeira edição, realizada em julho deste ano, a peça está de volta e será realizada de 11 a 13 de outubro, às 18h, no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, no Teatro Angel Vianna.

O espetáculo pretende mostrar um pouco do cotidiano e da realidade vivida pelos dançarinos de ritmos urbanos como o Charme, popularmente conhecidos como “Charmeiros”. O elenco conta com 22 atores e bailarinos, todos frequentadores dos bailes, que passaram por uma preparação corpórea e de movimentos rigorosa. Na seleção musical, o público poderá assistir a performances coreografadas com canções clássicas dos bailes de charme, além de Elza Soares, Racionais MCs, Tim Maia, Chaka Khan, entre outros.

“People” pretende exaltar a conexão entre ritmos de dança urbana e os sonhos e emoções daqueles que se entregam à arte. “Esta segunda temporada é uma versão ‘plus’ e traz cenas que não foram apresentadas na estreia, novos olhares sobre o cotidiano dos ‘charmeiros’, das suas lutas vencidas diariamente e de toda a influência do ‘charme’ no jeito deles se vestirem e se posicionarem no dia a dia. Nosso objetivo é mostrar, através dos personagens da vida real, como o ‘charme’ é capaz de transbordar elegância e sentimentos positivos naqueles que o seguem”, conta Marcus.

Mostra de Dança Urban Charme – 8ª edição

Data: de 11 a 13 de outubro

Horário: 20h

Ingressos: R$20 (inteira) / R$10 (meia-entrada)

Local: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro (Teatro Angel Vianna)

Endereço: Rua José Higino, 115 – Tijuca

Classificação: Livre

Espetáculo People – 2ª temporada

Data: de 11 a 13 de outubro

Horário: 18h

Ingressos: R$20 (inteira) / R$10 (meia-entrada)

Local: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro (Teatro Angel Vianna)

Endereço: Rua José Higino, 115 – Tijuca

Classificação: Livre

Ballet ‘Coppélia’ no Theatro Municipal do RJ

O espetáculo ‘Coppélia’ retorna aos palcos da casa dia 28 de setembro. A obra, com música composta por Léo Delibes, terá sua ‘rentrée’ em grande estilo. Um dos poucos ballets na linha cômico-sentimental, ‘Coppélia’, que estreou em 1870, na Ópera de Paris, continua cativando o público com sua história baseada no conto “Der Sandmann” – O Homem de Areia – de E.T.A. Hoffman.

Em três belos atos, conta a atração súbita de Franz, noivo de Swanilda, uma bela jovem de uma aldeia da Cracóvia, por outra moça que é vista frequentemente na varanda da casa do Dr. Coppelius, um extravagante artesão de brinquedos, com fama de bruxo.

Uma curiosidade sobre ‘Coppélia’ é que foi o primeiro grande balé clássico a incluir danças folclóricas, como mazurcas, polcas e czardas, dando mais realismo à obra, ambientada na Polônia. Sua atmosfera fantástica introduziu no mundo do ballet os autômatos e bonecas, que depois se tornaram personagens comuns em outras obras, como o fantoche que dá título ao famoso ballet Petrushka, de 1911.

Com mise-en-scène de Dalal Achcar, a montagem terá coreografia do cubano Enrique Martinez, criada em 1968 para o American Ballet Theater e encenada pelas maiores companhias do mundo desde então. O Ballet do Theatro Municipal, dirigido por Cecília Kerche, se apresentará com a Orquestra Sinfônica do TM, regida pelo maestro Tobias Volkmann.

Swanilda: Claudia Mota e Renata Tubarão

Franz: Cícero Gomes, Filipe Moreira e Alef Albert

Cenários e figurinos: José Varona

 

Serviço:

Datas e horários:

Estreia dia 28/09 às 17h00

Récitas:

29/09, 05/10 e 06/10 – 17h00

01/10, 02/10 e 04/10 às 19h00

Preços dos ingressos:

Frisas e camarotes – R$ 600
Plateia /Balcão Nobre: R$ 100
Balcão Superior Central: R$ 70
Balcão Superior Lateral: R$ 40
Galeria Central: R$ 40
Galeria Lateral: R$ 20

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro

Lotação – 2.226 lugares

Duração total – 2h30

Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com

Patrocínio Ouro Petrobras

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquete Pinto e Ingresso Rápido

Realização: Fundação Teatro Municipal, Associação de Amigos do Theatro Municipal, Secretaria Especial de Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal

O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.

Homepage: http://www.theatromunicipal.rj.gov.br/

Instagram: @theatromunipalrj

Facebook: https://www.facebook.com/theatro.municipal.3/

“Cheiro de Manga” no Teatro Cacilda Becker

CHEIRO DE MANGA propõe uma viagem até Toubab Dialaw, pequena vila ao sul de Dakar\Senegal. Através dos sons, das cores, dos cheiros e do movimento, instiga a criação de memória através do imaginário. Numa atmosfera sensorial, o espetáculo busca contar histórias e redescobrir os caminhos de terra batida da pequena vila de pescadores e seus arredores.

O ESPETÁCULO:

Com concepção, direção e interpretação de Laura de Castro e trilha original composta pelo músico Eduardo RezendeCHEIRO DE MANGA é uma experiência multilinguística, trazendo para a cena a dança contemporânea, os movimentos africanos, o teatro, o canto, a música,  tudo num ambiente que aguça os sentidos: a manga que é oferecida ao público, as luzes que se apagam para ampliar o som dos tambores, o cheiro do hibisco misturado com a areia que marca o círculo no chão e faz com que os espectadores fiquem em roda, convidando-os a participar e criar sua viagem até o Senegal.

 

O PROJETO:

CHEIRO DE MANGA surgiu como uma necessidade da artista Laura de Castro de transformar em algo palpável a vasta experiência que foi passar três meses na África em residência artística na École des Sables, em Toubab Dialaw. Nessa vivência, muitas questões surgiram: religiosas, ambientais, culturais, raciais e corporais. Ao voltar ao Brasil, Laura percebeu que o compartilhamento dessas questões através da cena abriria outras janelas de entendimento. Assim surge o espetáculo que refaz sua viagem e convida o público a também viajar para que juntos desbravem estas questões e possibilitem o surgimento de outras.

FICHA TÉCNICA

Concepção, Criação e Interpretação: LAURA DE CASTRO

Consultoria artística: RUI MOREIRA

Trilha sonora original e operação de som: EDUARDO REZENDE

Voz off: PATRICK ACOGNY

Desenho de som e produção musical: ALMIR CHIARATTI

Diretor Musical e Operação de som: EDUARDO REZENDE

Criação de luz: PEDRO STRUCHINER

Operação de luz: MÁRCIO ALVES

Assessoria de imprensa: SANDRA ALENCAR

Produção: LAZÚLI CULTURA– JACQUELINE DE CASTRO

SERVIÇO:

O Que? CHEIRO DE MANGA

Quando? 13 a 15 de setembro

Sexta e Sábado – 20h \\ Domingo – 19h

Onde? Teatro Cacilda Becker

Rua do Catete, 338 –Catete/Rio de Janeiro \\ 21 2265 9933

Quanto?  R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia).   

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 50 minutos

 Contato: (31) 99673.4519\ (21) 99773.0525

Criado nas ruas do Rio, “Degraus” propõe intervenção em escadas simbólicas da cidade

Subir aos céus, rolar escada abaixo: ascensão e queda, passagem e permanência, espaço público e privado. Em Degraus, seu novo espetáculo, o Grupo SATS passeia por essas imagens arriscando-se a ocupar a cidade dançando em escadarias públicas. A escada é um símbolo mítico no inconsciente coletivo: uma imagem que move princípios religiosos, morais e éticos, ligados à ideia de ascensão, hierarquia e justiça. Corresponde também a uma ideia de passagem, processo, peregrinação. Espaço transitório, a escada é, em si, um entre-lugar.

            A estreia acontece em um espaço de relevância história e política da cidade: na escadaria de acesso ao Palácio Tiradentes, sede da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), às 10 horas. A Câmara de Vereadores, na Cinelândia, também será palco para o espetáculo, em sessões sempre às 17 horas, nas escadas do prédio. A temporada segue até o dia 06 de outubro, sábados e domingos na ALERJ (10h), e aos sábados na Câmara (17h)

E foi também a céu aberto que “Degraus” começou a ser criado no início de 2019, mas precisamente na Rua Taylor, em uma escada que liga Santa Teresa à Lapa. Deisi Margarida e Rodrigo Gondim, intérpretes e diretores, buscavam incorporar à pesquisa coreográfica iniciada em UMAN – trabalho anterior do grupo –  indagações sobre a ocupação do espaço público: O que seria habitar este vazio simbolizado pela escada, este lugar propício a tropeços, a queda, ao desequilíbrio? Quem tem direito ao trânsito na cidade? Olhando para outra direção, no caso, para baixo: quem se deita no espaço público?

– Na primeira imagem que nos vem à cabeça: os renegados do espaço privado. O chão da cidade é algo sujo, que se passa, apenas. E a escada é este solo de risco, com percalços, imprópria para a dança sofisticada do linóleo. Deste modo, refletirmos sobre método, a ideia de técnica, a ideia de coreografia e muitas outras questões – comenta Deisi.

Estar na rua abriu ao grupo novas formas de criar, mas também de se relacionar com a cidade e seu entorno, inclusive com o outro. Durante o processo, transeuntes da escada que serviu de “sala de ensaio” para a companhia interferiram cotidianamente no processo, de corpo presente – como os moradores de rua emocionados que abordavam os intérpretes – ou em rastros de passagem encontrados no lixo deixado para trás e até mesmo em furtos sofridos pelos artistas. Tudo, garantem, contribuiu para engrandecer o trabalho.

– Durante todo o processo estivemos na rua, tudo foi criado com a escada-cidade. A cada instante a nossa dança foi afetada pelo contexto da cidade. A aspereza do concreto nos obrigou a testar muitas formas de vestir e de se proteger contra as quedas e as entorses. Não ficamos ilesos. Lidar com a cidade abriu frestas em nós e por elas estamos passando – afirma Rodrigo.

Ao todo serão 16 aparições entre os dias 14 de setembro a 06 de outubro. O espetáculo tem classificação livre e em caso de chuva, o evento será cancelado.

SINOPSE

“Degraus” é uma ação em dança que usa escadarias públicas para pesquisar o corpo em situações de risco, queda e fracasso. A criação de uma fissura como ação na cidade é parte central deste projeto coreográfico. Tendo como base a dimensão simbólica e discursiva das escadas, o espetáculo tem como proposta restituir a dança à sua dimensão política, expondo o corpo, e dissolvendo as disposições convencionais entre o público e o privado.

SERVIÇO

14 de setembro a 6 de outubro

Escadaria do Palácio Tiradentes

Sede da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro – ALERJ (PRAÇA XV)

Sábados e domingos, às 10h.

Escadaria da Câmara dos Vereadores (Cinelândia)

Sábados, às 17h.

Contribuição sugerida: R$ 20 (chapéu)

Classificação: livre

* Em caso de chuva, o espetáculo será cancelado.

Aviso do cancelamento será dado sempre pelas redes do grupo.

Fan page: Grupo SATS

Instagram: @gruposats

FICHA TÉCNICA:

Concepção, direção e coreografia: Deisi Margarida e Rodrigo Gondim

Intérpretes-criadores: Deisi Margarida, Fábio Lacerda, Marina Garcez, Mika Makino, Rodrigo Gondim e Tayane

Almeida.

Composiçao de trilha sonora e  músicos: Fábio Lima e Luciano Pozino

Ensaiadora: Paola Vasconcelos

Figurino: Nivea Faso

Fotografia: Igor Keller

Instrução de Parkour: Pedro Pinheiro

Logomarca e Webdesigner: Renata Aguiar

Programação Visual: Fabio Lacerda e Rodrigo Gondim

Assessoria de Imprensa: Ana Pinto (Pequena Via Produções)

Produção: Deisi Margarida

“Empodere as Mulheres!” no Teatro Cacilda Becker

Pela primeira vez na cidade do Rio de Janeiro, a mineira Cia de Dança Bittencourt apresenta o seu espetáculo Empodere as Mulheres!, idealizado no ativismo feminista e na sua grande importância social. Com diversos temas ou situações da realidade feminina expostos na coreografia, marcada por passos que se enlaçam entre força e sensibilidade, ressalta o feminismo como uma ferramenta de evolução em suas diversas proporções e perspectivas, acreditando ser possível, com ele, a sociedade desenvolver consciência para a transformação e evolução sociocultural.

Assim, pretende provocar a identificação da espectadora e até mesmo desconforto no espectador.

Viabilizado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e com o patrocínio do Instituto Algar, é um projeto de circulação pelos estados de Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo, tendo como seguimento as linguagens de dança contemporânea e jazz. Na capital do Rio de Janeiro, a apresentação ocorre em data única: quinta-feira 12 de SETEMBRO, às 20h, no Teatro Cacilda Becker (Rua do Catete, 338, Catete) com ingressos a R$30 (R$15 meia).

O projeto é idealizado e realizado pela diretora e coreógrafa Karyne Bittencourt e também atua em beneficência à ONG SOS Mulher e Família Uberlândia, para a qual doa parte de sua bilheteria.

Espetáculo RI[T]OS mostra o combate do corpo colonizado consigo mesmo

Com estreia no dia 22 de agosto (quinta-feira) e apresentações dias nos 23 e 24; e de 29 a 31 de agosto, a Taanteatro Companhia traz ao público a performance coletiva RI[T]OS, na Oficina Cultural Oswald De Andrade. Nas quintas e sextas, as apresentações serão às 20h; aos sábados, serão às 18h. Os ingressos são gratuitos.

O disparador dessa obra teatro-coreográfica são os “rios invisíveis” de São Paulo; a transformação de uma riquíssima e abundante bacia hidrográfica ameríndia num sistema de canais de esgoto. Partindo dessa metáfora real do urbanismo predatório, RI[T]OS explora potenciais de transfiguração do corpo organizado por valores, lógicas e práticas de colonização.

Composto por solos e coreografias coletivas, RI[T]OS é o trabalho de conclusão do NUTAAN 2019 – Núcleo Taanteatro: Formação, Pesquisa e Criação. No decorrer de cinco meses, nove performers investigaram processos de criação em coreografia a partir de três eixos da dinâmica Taanteatro: levantamento da mitologia (trans)pessoal, (des)construcão de performance e  rito do xamã.

O NUTAAN 2019 e RI[T]OS fazem parte do projeto [des]colonizações da Taanteatro Companhia, que investiga a aplicação de estudos pós-coloniais na criação teatro-coreográfica.

[des]colonizações foi contemplado pela 25ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

FICHA TÉCNICA
Dança/Performance: Janina Arnaud, Gustavo Braunstein, Florido, Vanessa Moraes, Alice Vasconcelos, Adriele Gehring, Pietro Morgado, Adélia Wellington, Sol Whitaker.
Coordenação: Wolfgang Pannek, Mônica Cristina Bernardes
Assistentes de coordenação Isa Gouvêa, Jorge Ndlozy
Supervisão: Maura Baiocchi

SERVIÇO:
O que: Espetáculo “RI[T]OS” – Taanteatro Companhia
Quando: De 22 a 24 de agosto e de 29 a 31 de agosto; quintas e sextas, às 20h; sábados, às 18h.
Onde: na Oficina Cultural Oswald De Andrade, à Rua Três Rios, 363, Bom Retiro, São Paulo, SP.
Quanto: Espetáculo gratuito
Duração: 50 minutos
Classificação etária: 12 anos
Capacidade de público: 30 lugares – A distribuição dos ingressos é feita com uma hora de antecedência.

Informações: Tel: (11) 3222-2662

 

Campo Grande abre a turnê inédita do bailarino Thiago Soares pelo Brasil

Um nos maiores nomes do balé clássico mundial, Thiago Soares traz ao Brasil um espetáculo inédito, com a participação de convidados especiais como os bailarinos Danilo D’Alma, Ingrid Silva, Mayara Magri, Paula Alves e Renata Tubarão, além de grupos de dança regionais, com quem dividirá o palco. “Thiago Soares e Amigos” será apresentado nas cidades de Campo Grande (MS), Olinda (PE), Curitiba (PR), Goiânia (GO) e Cuiabá (MT) entre agosto e outubro e contará ainda com a participação de dançarinos selecionados por meio de audições em cada um dos locais em que será realizado. Entre outubro e novembro, o espetáculo será apresentado no Rio de Janeiro e São Paulo.

 

As cinco cidades que abrem o projeto foram escolhidas pelo primeiro bailarino convidado pelo London Royal Ballet por serem locais em que ele nunca se apresentou, numa tentativa de descentralizar as artes cênicas, promover o intercâmbio entre bailarinos e de revelar novos talentos na dança. “O espetáculo surgiu da necessidade de ir onde o público está. Convidei amigos dançarinos brasileiros, alguns que moram no exterior, para dividir essa experiência comigo. E está sendo incrível”, adianta Thiago Soares. “Estou muito empolgado para as audições. Tenho um real interesse em descobrir e trabalhar com novos talentos, conhecer como dançam. Então, todos que tenham aquela paixão pela dança, que acreditem ter talento e queiram fazer parte, são bem-vindos para a seleção”, convida o bailarino.

 

Thiago Soares e Amigos” apresentará um pouco da dança universal, trazendo coreografias de estilos diferenciados – do clássico a danças urbanas — mostrados para o público em um mesmo espetáculo. A primeira cidade da turnê será Campo Grande, no Teatro Glauce Rocha no dia 17 de agosto. Os convidados do espetáculo são a primeira bailarina do DanceTheater of Harlem, Ingrid Silva, e a Cia. Shakti Fusion, conhecida por mesclar dança árabe, indiana e flamenca.

 

Olinda é a segunda cidade a receber o espetáculo. A gala em Pernambuco será no dia 29 de agosto, no Teatro Guararapes, com a bailarina Mayara Magri, primeira solista do London Royal Ballet.  No dia 7 de setembro a tour chega a Curitiba, no Teatro Fernanda Montenegro, com Danilo D’Alma, parceiro de Thiago Soares no prestigiado espetáculo “Roots”, Renata Tubarão, primeira solista do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e o grupo Giardino D’Amuri, que há 19 anos mantém viva a cultura da dança italiana.  Nos dias 28 e 29 de setembro, é a vez de Goiânia receber a montagem. A cidade de Cuiabá fechará a primeira parte da turnê “Thiago Soares e Amigos” no Teatro da UFMT, no dia 11 de outubro, com a participação de premiada bailarina Paula Alves e do grupo folclórico Flor Ribeirinha.

 

Em cada cidade, haverá ainda dois workshops com Thiago Soares para dançarinos iniciantes e intermediários.

 

 

SERVIÇO

 

“THIAGO SOARES E AMIGOS”

 

17/08, às 20h – Campo Grande – MS

Local: Teatro Glauce Rocha – UFMS – Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

Convidados: Ingrid Silva e Cia. Shakti Fusion.

 

29/08 – Olinda – PE

Local: Teatro Guararapes – Av. Profº Andrade Bezerra S/N, Salgadinho.

Convidada: Mayara Magri.

 

07/09 – Curitiba – PR

Local: Teatro Fernanda Montenegro – Shopping Novo Batel: Rua Cel. Dulcídio 517.

Convidados: Danilo D’Alma, Renata Tubarão e grupo Giardino  D’Amuri

 

28 e 29/9 – Goiânia – GO

Local e convidados a confirmar.

 

11/10/2019 – Cuiabá – MT

Local: Teatro UFMT – Rua Boa Esperança.

Convidados: Paula Alves e Grupo Flor Ribeirinha

 

Ingressos: entre R$ 60 e R$ 180 (à venda no site Ticket Fácil).

 

A AUDIÇÃO

Thiago Soares selecionará, pessoalmente, os bailarinos (homens e mulheres), maiores de 11 anos, para integrar o elenco do espetáculo “Thiago Soares e Amigos”. Os interessados devem apresentar uma coreografia (solo, duo, pas de deux, grand pas de deux, trio ou conjunto) de seu próprio repertório nas modalidades balé clássico, dança contemporânea, jazz, sapateado, danças populares e danças urbanas. As inscrições podem ser feitas até 10 dias antes de cada audição. Mais informações e inscrições neste link.

 

SOBRE THIAGO SOARES

Thiago Soares viveu sua infância e adolescência na cidade do Rio de Janeiro. Aos nove anos, buscou uma escola de dança para aperfeiçoar seus movimentos na dança de rua e, mais tarde, aos 15 anos, ingressou no balé clássico. Aos 17 anos já estava no corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2001, participou do Concurso Internacional do Ballet Bolshoi, na Rússia, e conquistou a medalha de ouro, disputada entre mais de 270 candidatos. A vitória foi um marco na história da dança nacional, já que foi a primeira e única conquistadaporumbrasileiroatéhoje.Apósisso,foiconvidadoparaestagiarno Balé Kirov, tornando-se o segundo estrangeiro a integrar a companhia em 100 anos dehistória. No ano seguinte, foi convidado a integrar o corpo de baile do Royal Ballet de Londres. Em 2002, foi promovido a solista; em 2004, passou a ser primeiro solista e foi premiado como a artista revelação masculino de dança clássica. E então, em 2006, conquistou o posto de Primeiro Bailarino do Royal Ballet.

ForadoRoyalBallet,ThiagoSoaresseapresentaaindacomoconvidadonos principais teatros do mundo. Já teve passagem pelos Teatro Alla Scalla di Milano, Teatro Argentino de La Plata, Bolshoi, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Estonian National Opera, Teatro dell’Opera di Roma e o Munich NationalTheatre. Desde 2008, promove a realização de um espetáculo especial, “Thiago Soares & Friends”, que levou aos palcos brasileiros, estrelas da dança internacional como Alicia Amatriain, David Makhateli, Jason Reilly, Laura Morera, Marianela Núñez, Natalia Kremen e Ricardo Cervera, sendo visto em várias capitais do país.

Em 2017 Thiago foi condecorado pelo embaixador do Brasil na Inglaterra, EduardodosSantos,comahonrariadeCavaleirodaOrdemdoRioBranco,uma condecoração da diplomacia brasileira em razão de serviços e méritos excepcionais. Em 2018 Thiago lançou um documentário interacional, que conta a trajetória de sua vida, chamado “Primeiro Bailarino”, onde ele define sua carreira por sua capacidade de desafiar os próprios limites e de se reinventar.

SOBRE INGRID SILVA

Nascida no Rio de Janeiro, Ingrid Silva iniciou seus estudos de balé aos oito anos no projeto Dançando Para Não Dançar. Estudou na Escola de Dança Maria Olenewa, do Centro de Movimento Debora Colker, com bolsa integral, e os 16 anos, ingressou no Grupo Corpo, como aprendiz. Após o ensino médio, frequentou a UNIVERCIDADE. Em 2007, Ingrid participou do programa Dance Theatre of Harlem Summer com bolsa integral e, no ano seguinte, ingressou no Programa de Treinamento Profissional e no Dancing Through Barriers Ensemble. Em 2013, tornou-se membro da companhia.

Ingrid já trabalhou com os coreógrafos Arthur Mitchell, Donald Byrd,John Alleyne, Darrel Grand Moltrie, Francesca Harper, Robert Garland, David Fernandez, Carol Armitage, Deborah Colker, Rodrigo Pederneiras, Annabelle Lopes Ochoa e muitosoutros. ComoDanceTheatredoHarlem,Ingridjádançouospapéisprincipaisem Glinka Pas de Trois de George Balanchine, Agon e Valse Fantaisie, Robert Garland’s Return, Dancing on the Front Porch of Heaven de Ulysses Dove eFar and but John Alleyne’s Close. Os papéis de solistas incluem Lark Ascending,de Alvin Ailey, Contested Space, de Donald Byrd, e Darrel Grand Moltrie’s Vessels andHarlem.

É embaixadora cultural do Departamento de Estado dos EUA, realizou atividades comunitárias na Jamaica, Honduras e Israel. Se apresentou no Lincoln Center 2014, Gala da Fundação Brasil, e foi destaque no filmebrasileiro “Maré,NossaHistóriadeAmor”.Ingrid foidestaquerecentementenas revistas Vogue, Glamour e Marie Claire no Brasil e noexterior. Em 2016, Ingrid fez parte da campanha Activia e foi nomeada EmbaixadoraGlobaldamarca,abraçando tema empoderamento feminino.Em 2017, esteve na capa da Revista Pointe (edição de junho / julho), sendo a primeira brasileira africana a estar nacapa. ÉfundadoradoEmpowHerNewYork, umaplataformacolaborativa criada para compartilhar histórias e dar voz a mulheres reais que estão determinadas a atingir seus objetivos, apesar de todos os desafios que enfrentam.

Mais informações:

Instagram: @thiagosoareseamigos

Facebook: @Thiago-Soares-E-Amigos-1848532355246802

Audições: www.pantanalemdanca.com/thiago-soares-e-amigos-audicao

Workshop: www.pantanalemdanca.com/thiago-soares-amigos-workshop

Sesc Ginástico recebe espetáculos inéditos, no Rio e no Brasil, do projeto Dança em Trânsito

O Sesc Ginástico, no Centro do Rio, recebe no mês de agosto três espetáculos do Dança em Trânsito. O Festival Internacional de Dança Contemporânea itinerante circulará, nesta 17ª edição, pelo Rio de Janeiro e mais sete cidades brasileiras, terminando em Paris, na França, com a apresentação de companhias do Brasil e outros 8 países. No Sesc, as sessões acontecem nos dias 14, 15 e 17, às 19h, com ingressos entre R$ 7,50 e R$ 30. O tíquete também pode ser retirado mediante doação de 1 quilo de alimento não perecível.

No dia 14, quem abre a programação é a companhia francesa À Fleur de Peau apresentando um espetáculo que já circulou em diversos países, mas ainda é inédito no Brasil: “Un ange passe-passe ou entre les lignes il y a un monde”. Com concepção, coreografia, interpretação e cenografia de Michael Bugdahn (alemão) e Denise Namura (brasileira), a peça de 2002 é um verdadeiro hino ao silêncio, que une, através de uma cascata de milhares de gestos precisos e sutis, o humor à emoção e a generosidade ao domínio perfeito de um estilo inimitável.

A companhia goiana Quasar apresenta seu mais recente espetáculo “Estou sem silêncio” no dia 15. Inédito no Rio, a nova criação do coreógrafo Henrique Rodovalho traz formato e proposta diferentes de todos os trabalhos apresentados até hoje pelo grupo. Com apenas quatro bailarinas em cena, o espetáculo se propõe a adentrar no universo feminino diante de questões muito próprias. Corpo, imagem e desejos norteiam os movimentos e as coreografias desta obra de sensível e delicado tema.

Encerrando a série de apresentações, no dia 17/8, aparece o Grupo Tápias, da França, encenando “Café não é só uma xícara (work in progress)”. O espetáculo de dança contemporânea assinado pela brasileira residente em Paris Flávia Tápias se inspira na obra fotográfica de Sebastião Salgado sobre as raízes da cultura do café. A companhia explora todas as possibilidades do corpo de resgatar os registros do fotógrafo, mostrando que café é vício, é encontro, é intervalo, é negócio, é mimo, é familiar, é cheiro, num trabalho sensorial que envolve o público, que já entra na sala e sente o odor do café. Após o espetáculo, Iara Biderman, crítica da Folha de São Paulo, conduz bate-papo com o público.

SERVIÇO

Dança em Trânsito no Sesc Ginástico

Av. Graça Aranha, 187 – Centro, Rio de Janeiro

14, 15 e 17/8/2019

Ingressos: R$ 7,50 (habilitado Sesc), R$ 15 (meia-entrada), R$ 30.

Entrada solidária: 1 kg de alimento não perecível, que será revertido para o projeto Mesa Brasil.

 

14 de agosto – Quarta-feira – 19h

“Un ange passe-passe ou entre les lignes il y a un monde”

Cia À Fleur de Peau (Paris, França)

O espetáculo de dança, inédito no Rio de Janeiro, marca as comemorações dos 30 anos da companhia francesa À Fleur de Peau. Criada em 2002, a obra é um verdadeiro hino ao silêncio que une, por meio de uma cascata de milhares de gestos precisos e sutis, o humor à emoção e a generosidade ao domínio perfeito de um estilo inimitável.

Duração: 75 minutos

Classificação: Livre

15 de agosto – Quinta-feira – 19h

“Estou sem silêncio”

Quasar Cia de Dança (Goiânia/GO, Brasil)

A nova criação da Quasar Cia de Dança (Goiânia – GO) apresenta um elenco de quatro bailarinas que propõe tocar e adentrar no universo feminino. O corpo, sua imagem e, sobretudo, seus desejos conquistados ou questionados vão nortear os movimentos e as coreografias desta obra.

Duração: 55 minutos

Classificação: 10 anos

17 de agosto – Sábado – 19h

“Café não é só uma xícara” (work in progress)

Grupo Tápias (Paris, França)

Muitos encontros são permeados pela presença do café. Café é vício, é encontro, é intervalo, é negócio, é mimo, é familiar, é cheiro. Espetáculo de dança contemporânea inspirado na obra fotográfica de Sebastião Salgado

Duração: 40 minutos

Classificação: Livre

Balé Don Quixote estreia no Teatro Carlos Gomes a preços populares

A Cia. Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal (BEMO-TMRJ) faz quatro apresentações do balé Don Quixote no Teatro Carlos Gomes, dias 15, 16, 17 e 18 de agosto a preços populares.  O balé, um dos mais antigos do balé de repertório e com a rara inserção de elementos da dança espanhola e cigana escolhido pelo diretor da BEMO-TMRJ, o bailarino e coreógrafo Helio Bejani, reúne mais de 50 artistas no palco para contar a história de Don Quixote, o herói sonhador escrito por Miguel de Cervantes que luta por seus ideais e ajuda o romance proibido entre Kitri e Basílio. A primeira transposição do clássico da literatura para o balé foi há 251 anos com Noverre, depois foi encenada por Didelot há 211 anos e, posteriormente, consagrada por Marius Petipa levada aos palcos em 1869, na Rússia, pelo Balé Bolshoi, completando 150 anos da primeira apresentação. Dois anos depois, Petipa diminuiu a quantidade de atos e essa se tornou a coreografia mais encenada desde então. O espetáculo com  direção artística de Jorge Teixeira e direção geral de Helio Bejani é uma adaptação da segunda versão de Petipa.

 “Assistir ‘Don Quixote’ é um programa cultural, educativo e incentivador do balé brasileiro e da manutenção da escola. Somos a escola de dança mais antiga do Brasil – desde 1927 – e nossa companhia de balé, criada há pouco mais de um ano, em 2018, já se apresentou para mais de cem mil pessoas nesse período numa prova clara de que o brasileiro admira essa arte. Quem assiste espetáculos da BEMO-TMRJ apoia o talento e o sonho dos nossos jovens. Na escola, eles estudam por 9 anos com apoio do Estado e dos pais, e na BEMO-TMRJ, eles vivem a experiência de ingressar em uma companhia profissional e ter certeza que é o que desejam como carreira. O Brasil, e o estado do Rio de Janeiro, em especial, é um celeiro de bailarinos de excelência que vem se apresentando em palcos internacionais, grupos contemporâneos e também no universo do samba”, descreve Bejani.

HISTÓRIA DO BALÉ DON QUIXOTE – Balé inspirado no capítulo 20 – “Bodas de Gamache” –  do clássico “Dom Quixote de La Mancha” escrito por Miguel de Cervantes, considerado o expoente máximo da literatura espanhola e escolhido em 2002 como a melhor obra de ficção de todos os tempos. Don Quixote entra numa cidade espanhola acompanhado por seu amigo Sancho Pança, avista a bela Kitri e a confunde com Dulcinéia por quem é apaixonado. Kitri, por sua vez, é apaixonada por Basílio, mas seu pai, Lorenzo, quer casá-la com outro rapaz, mais rico, de nome Gamache.  Kitri e Basilio fogem para um acampamento cigano e são perseguidos por Gamache e Lorenzo. Don Quixote e Sancho Panza também vão para o acampamento cigano. Lá o sonhador Don Quixote confunde novamente Kitri com sua amada Dulcinéia e começa a atacar os moinhos de vento achando que estes são gigantes que a ameaçam. Quixote percebe que Kitri não é Dulcinéia, fica triste e cai em sono profundo onde sonha com belas moças dançando. O dia amanhece e Lorenzo e Gamache acordam Don Quixote perguntando se ele sabe o paradeiro do casal fugitivo. Quixote mente e aponta o caminho errado para os homens. Em uma taberna, o pai de Kitri insiste que ela se case com Gamache. Em um estratagema, Basílio simula um suicídio e Kitri pede ao pai que a permita casar com Basílio mesmo este estando morto. O pai aceita simular a cerimônia só que Basílio “ressuscita” já como marido de Kitri. Lorenzo e Gamache se dão por vencidos, todos voltam para a aldeia onde celebram o casamento de Kitri e Basílio e Don Quixote parte para novas aventuras ao lado de Sancho Pança.

HISTÓRIA DA ESCOLA DE DANÇA – Foi criada em 1927 pela bailarina russa Maria Olenewa (1896-1965) que veio ao Brasil em turnê como integrante das companhias de Ana Pavlova e Leonide Massine, em 1918 e 1921. Entre 1922 e 1924 foi professora e diretora da Escola de Dança do Teatro Colón de Buenos Aires. Em 1926 se estabeleceu no Rio de Janeiro, onde iniciou importante trabalho pedagógico. Com o apoio de Mário Nunes, crítico teatral do Jornal do Brasil, Olenewa apresentou ao governo a proposta de criação de uma escola de formação de bailarinos visando a organização de um corpo de baile para atuar nas temporadas líricas, evitando a constante contratação de profissionais no exterior. A aula inaugural realizou-se em 11 de abril de 1927. Em 19 de novembro a escola realizou seu primeiro espetáculo com o balé Les Sylphides e Divertissements.

ROTEIRO

Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e AMADANÇA apresentam:

Cia. Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal – RJ com o Ballet  DON QUIXOTE

Teatro Municipal Carlos Gomes – Endereço: Praça Tiradentes s/n°, Centro. Tel: (21) 2215-0556

Dias: 15, 16, 17 AGO às 19h. Dia 18 AGO às 17h

Preços: R$ 40,00  Meia entrada: R$ 20,00

Ingressos à venda na Bilheteria do Teatro Municipal Carlos Gomes – funcionamento de Quarta a domingo, das 14h às 20h –  e no site https://riocultura.superingresso.com.br

Um Certo Canto Brasileiro

A Studio3 Cia. de Dança, companhia brasileira de dança que tem representado o País no mundo todo em eventos significativos no cenário da dança, em cidades como Milão, na Itália, Paris, Lyon e Biarritz, na França, Regensburg, na Alemanha, Lisboa e Porto, em Portugal, e também nos palcos do Brasil, reestreia, após 2 anos, o espetáculo ‘Um Certo Canto Brasileiro’, de Anselmo Zolla, em mais uma parceria com o MASP.

O público irá ‘viajar’ no tempo e no espaço com ‘Um Certo Canto Brasileiro’ e se identificar de imediato com as músicas, dos anos 30 aos 80, que marcaram várias épocas e gerações. O idealizador do espetáculo, Anselmo Zolla, e o diretor musical, Felipe Venancio, apresentam canções populares brasileiras, atemporais e imortalizadas por suas letras e interpretações.

A vida da gente é um filme repleto de lembranças em que a música faz a nossa trilha. Através da dança e do som, a plateia irá se emocionar com as pérolas brasileiras que foram resgatadas. As coreografias muito entrosadas com a música faz com que os espectadores sintam vontade de dançar e fazer parte da montagem. É um universo muito nosso, rico, que vai trazer à tona uma memória afetiva.

No palco estão presentes as vozes únicas de Caetano Veloso, Tim Maia, Maysa Matarazzo, Chico Buarque, Roberto Carlos, Bethânia, Cartola, Elizeth Cardoso, Angela Maria, Jamelão, Milton Nascimento, Tom e Elis. É um reencontro com os grandes cantores.

Outro destaque do espetáculo é o belo cenário todo feito em papelão ondulado produzido pela Klabin, assinado por Antônio S. Lemes. Se vivemos num mundo onde nos preocupamos com o meio ambiente e a reciclagem dos objetos, é necessário que o espaço cênico das grandes montagens acompanhe esse tendência ecológica.

Sobre a Studio3 Cia. de Dança

A criação da Studio3 Cia. de Dança representa a consolidação de um trabalho artístico cuidadosamente preparado pelo seu coreógrafo e diretor artístico Anselmo Zolla, sob a direção geral de Evelyn Baruque. Criada em 2005, a companhia hoje conta com 18 intérpretes em seu elenco, provenientes de diversas formações e origens profissionais.

Sobre Anselmo Zolla

Anselmo Zolla atuou como bailarino nos teatros alemães de Kaiserslautern e Wiesbaden. No exterior, onde permaneceu por oito anos, ele criou obras para as companhias Azet Dance Company, Teatro de Heidelberg, Teatro de Mannheim e Teatro de Kaiserslautern. No Brasil, trabalhou ao lado de Deborah Colker e também no Balé da Cidade de São Paulo e na Quasar Cia. de Dança. Atualmente é diretor artístico da Studio3 Cia. de Dança.

Ficha Técnica

 

‘Um Certo Canto Brasileiro’

Com a Studio3 Cia. de Dança e a bailarina Vera Lafer

Idéia e direção coreográfica: Anselmo Zolla

Coreógrafia: Anselmo Zolla e elenco de intérpretes criadores

Ensaiador e assistente de coreografia: Gustavo Lopes

Direção Musical: Felipe Venancio

Cenografia: Móveis em papelão ondulado – Antônio S. Lemes/ Klabin Embalagens

Desenho de Luz: Joyce Drummond

Relações Públicas/ Convidados: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

Assessoria de imprensa: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

Serviço

‘Um Certo Canto Brasileiro’

Local: MASP Auditório

Endereço: Av. Paulista, nº 1578, Cerqueira César, São Paulo, SP

Datas e horários:

8 e 9 de agosto – quinta e sexta-feira

Às 20h

Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (meia-entrada)

Venda pela Internet: https://masp.byinti.com/#/ticket/eventInformation/bphM4x-x2a6fV-9Vi40Y

Telefone: (11) 3149-5959

Horário da bilheteria: terça a domingo, das 10h às 17h30. Quinta-feira, das 10h às 19h30.

Em dias de espetáculo, a bilheteria funcionará até o horário de início da apresentação.

Cartões: todos

Estação de metrô próxima: Trianon-Masp

Indicação etária: livre

Duração: 60m

Capacidade de público por sessão: 374 pessoas

Crédito das fotos: Renan Livi

Joias do Ballet Russo se apresentam no Rio de Janeiro e em São Paulo

Nascido na Itália, desenvolvido na França e popularizado na Rússia. O ballet se tornou uma dança única, com significado de beleza e classe. Pela primeira vez no Brasil, o Gala Ballet International une todas as correntes históricas e técnicas em um espetáculo único. As apresentações, que acontecem no Rio de Janeiro, nos dias 5 e 6 de agosto, e em São Paulo, dias 7 e 8 de agosto, presenteia o público a oportunidade de ver o trabalho de estrelas de danças das escolas mais importantes do mundo juntos, em uma festa de gala inédita no país. Mais informações sobre as apresentações podem ser encontradas ao final do texto.

Assim, o Gala Ballet International contará com a participação de solistas da Itália, França, Alemanha, Japão e dos mais importantes teatros russos: O Bolshoi, o Mariinsky e Stanislavski, que interpretam os momentos mais brilhantes e querido pelo público do repertório universal. Uma oportunidade para apreciar, em toda a sua qualidade artística, o esplendor das seis academias de ballet mais importantes do mundo. No repertório, os clássicos Lago dos Cisneis, O Corsário, O Quebra-Nozes e mais.

 

Rio de Janeiro – Teatro VillageMall– 5 e 6 de agosto

São Paulo – Teatro Opus – 7 e 8 de agosto

 

 

 

Rio de Janeiro (RJ)

Segunda-feira, 5 de agosto, às 20h

Terça-feira, 6 de agosto, às 20h

Duração: 100min (intervalo de 20min

Classificação: livre

 

Teatro VillageMall (Avenida das Américas, 3.900 – loja 160 do Shopping VillageMall – Barra da Tijuca

 

 

Setor     Valor     Meia-Entrada

Plateia Baixa      R$280,00              R$140,00

Plateia Alta         R$240,00              R$120,00

Frisas    R$120,00              R$60,00

Balcão Nobre    R$160,00              R$80,00

Camarote           R$200,00              R$100,00

 

 

 

–              40% de desconto para assinante O Globo. Desconto limitado a dois ingressos por sessão para o titular do cartão. Venda limitada de 200 ingressos por sessão e disponível apenas para compras efetuadas na bilheteria do Teatro Bradesco Rio;

 

– 40% Clube do Assinante O Globo. Limitado a 200 ingressos, para vendas na bilheteria ou online através do CPF

 

–              20% de desconto Passaporte de Benefícios VillageMall em até dois ingressos. Limitado a 100 ingressos por sessão. Vendas apenas na Bilheteria do teatro.

 

*Crianças até 24 meses que fiquem sentadas no colo não pagam

** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso à casa de espetáculo;

******A lei da meia-entrada mudou: agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a meia-entrada e os tipos de comprovações oficiais no Rio de Janeiro:

 

–              IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.

 

–              ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, FNEL, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: www.documentodoestudante.com.br

 

–              PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.

 

–              JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e 29 anos)

mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.

 

–              MENORES DE 21 ANOS mediante apresentação de carteira de identidade ou documento com foto válido.

 

–              PROFESSORES E PROFISSIONAIS DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO (apenas aqueles que atuam no município do Rio de Janeiro) mediante de carteira funcional emitida pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro

**** Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.

*****Descontos não cumulativos.

 

Capacidade: 1000 lugares

 

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:

 

Bilheteria Teatro Bradesco Rio: Av. das Américas, 3.900/Lj 160- Tel: 3431-0100 (diariamente, das 13h às 21h.)

 

Sujeito à taxa de serviço:

Site: www.uhuu.com

Atendimento: falecom@uhuu.com

 

 

 

Ana Paula Romeiro – (21) 99601.3908 / 3283.8258  apaula.romeiro@gmail.com

Luiz Claudio de Almeida – (21) 97281-6108  luizclaudioreporter@gmail.com

 

São Paulo (SP)

Quarta-feira, 7 de agosto, às 21h

Quinta-feira, 8 de agosto, às 21h

Duração: 100min (intervalo de 20min

Classificação: livre

Teatro OPUS (Av. das Nações Unidas, nº 4777 – Alto de Pinheiros/ 4o piso – Shopping Villa-Lobos)

www.teatroopus.com.br/

Setor     Valor     Meia-Entrada

Plateia Baixa      R$240,00              R$120,00

Plateia Alta         R$180,00              R$90,00

Balcão Nobre    R$140,00              R$70,00

 

** Política de venda de ingressos com desconto: as compras poderão ser realizadas nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Nas compras realizadas pelo site e/ou call center, a comprovação deverá ser feita no ato da retirada do ingresso na bilheteria e no acesso à casa de espetáculo.

*** A lei da meia-entrada mudou: agora o benefício é destinado a 40% dos ingressos disponíveis para venda por apresentação. Veja abaixo quem têm direito a meia-entrada e os tipos de comprovações oficiais em São Paulo:

– IDOSOS (com idade igual ou superior a 60 anos) mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.

– ESTUDANTES mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) nacionalmente padronizada, em modelo único, emitida pela ANPG, UNE, UBES, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos. Mais informações: www.documentodoestudante.com.br

– PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E ACOMPANHANTES mediante apresentação do cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou de documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013. No momento de apresentação, esses documentos deverão estar acompanhados de documento de identidade oficial com foto.

 – JOVENS PERTENCENTES A FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA (com idades entre 15 e 29 anos) mediante apresentação da Carteira de Identidade Jovem que será emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto.

– JOVENS COM ATÉ 15 ANOS mediante apresentação de documento de identidade oficial com foto.

– DIRETORES, COORDENADORES PEDAGÓGICOS, SUPERVISORES E TITULARES DE CARGOS DO QUADRO DE APOIO DAS ESCOLAS DAS REDES ESTADUAL E MUNICIPAIS mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto.

 – PROFESSORES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL E DAS REDES MUNICIPAIS DE ENSINO mediante apresentação de carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação de São Paulo ou holerite acompanhado de documento oficial com foto.

**** Caso os documentos necessários não sejam apresentados ou não comprovem a condição do beneficiário no momento da compra e retirada dos ingressos ou acesso ao teatro, será exigido o pagamento do complemento do valor do ingresso.

ATENÇÃO: Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.

Capacidade: 751 pessoas

Acesso para deficientes

Estacionamento:

Self

Período Valor

Até 2h   R$13,00

2h a 3h R$16,00

3h a 4h R$19,00

4h a 5h R$22,00

5h a 6h R$28,00

6h a 7h R$34,00

Demais horas    R$3,00

Valet

Período Valor

Até 1h   R$18,00

Demais horas    R$12,00

Horário de funcionamento:

Segunda a sexta: 10h às 22h (ou até o final do espetáculo)

Domingos e feriados: 10h às 22h (ou até o final do espetáculo)

Formas de pagamento: dinheiro e cartões de crédito e débito informadas no local de pagamento. Taxa de perda do cartão de estacionamento, será cobrado valor de estadia/ pernoite, conforme horas descritas nas tabelas. Tempo de tolerância de 15 minutos para self.

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:

BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Local: Foyer do Teatro Opus – 4º andar – Shopping Villa-Lobos

Av. das Nações Unidas, 4777 – Alto de Pinheiros – São Paulo, SP.

De terça a domingo, das 12h às 20h

A Bilheteria do Teatro, no terraço do Shopping Villa-Lobos, abre somente em dias de espetáculos, a partir das 14h.

OUTROS PONTOS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA

Uhuu: www.uhuu.com

Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, dinheiro, Hipercard, Mastercard, Visa e Visa Electron

14º Festival ABCDança acontece entre os dias 2 e 11 de agosto em quatro cidades do ABCD

Em sua 14ª edição, o Festival ABCDança circula por cidades do ABCD Paulista com uma diversificada programação de dança em seus múltiplos estilos, envolvendo espetáculos, intervenções e workshops, além da Mostra Ivonice Satie. A programação acontece entre os dias 2 e 11 de agosto. Todas as atividades são grátis.

Em Diadema, a programação corre no Teatro Clara Nunes (palco para abertura do evento, dia 2/8, com o Grupo Cena 11, de Florianópolis, com Protocolo Elefante), Centro Cultural Diadema, Praça da Moça e Centro Cultural Serraria. Os eventos acontecem também no Sesc Santo André (que recebe a Companhia de Danças de Diadema no encerramento, dia 11/8, com Força Fluída) e Escola Livre de Dança de Santo André. As atividades passam também por São Caetano do Sul – Sesc São Caetano, Fundação das Artes e Av. Kennedy – e São Bernardo do Campo – Câmara de Cultura Antonino Assumpção e teatros Lauro Gomes e Abílio Pereira.

As demais companhias e grupos que integram a programação de 2019 são: Marcos Abranches & Cia (Canto dos Malditos), Grupo Grua (Corpos de Passagem), Cia. Fragmento de Dança (Dança para Camille), Projeto Dellas (Dellas), Grupo Três em Cena (Desvios Tático-estratégicos para Sobreviver à Vida Urbana), Cia. Gente (Fio do Meio), Cia. Fankama Obi (Kodon), Caio Zanuto (Dança Parkour Rabisco), Companhia de Dança Siameses (Rubedo), Pietro Morgado (Estados do Corpo), Cia. Druw (Dalí, Daqui ou de Lá?), Cia. Pé no Mundo (Fora da Caixa), Cia. Repentistas do Corpo (Olhares Alheios), Grupo SATS (UMAN_), Fernando Martins (Brain Diving) e Núcleo de Improvisação em Contato (Urban Feral).

Mostra Ivonice Satie – Nas edições recentes do ABCDança constatou-se a crescente demanda de artistas e coletivos artísticos de dança iniciando trabalhos de pesquisa corporal e coreográfica, assim como grupos existentes emergindo e intensificando seu trabalho na região, em busca de difusão e visibilidade. Desde 2017, vem ocorrendo a Mostra Ivonice Satie que contempla grupos independentes, exclusivamente do ABCD, que apresentam intervenções curtas e recebem apreciação crítica de um profissional da dança convidado pelo projeto, reforçando o compromisso com o fortalecimento da dança na região, além de homenagear uma das grandes incentivadoras da dança no Brasil. Com sua visão vanguardista Ivonice (fundadora da Companhia de Danças de Diadema), proporcionou amplo acesso e universalização à linguagem da dança. A Mostra Ivonice Satie acontece no Sesc Santo André (10/8), com os seguintes grupos: Projeto Kiwa, + Uma Companhia, Grupo Sobrevidança, Grupo da Dança da Fundação das Artes de São Caetano do Sul e AfroBreak Crew.

PROGRAMAÇÃO – ABCDança 2019

2/8 (sexta)

20h – Abertura do ABCDança

Espetáculo: Protocolo Elefante – Grupo Cena 11 Cia de Dança (SC)

Local: Teatro Clara Nunes – Diadema

3/8 (sábado)

11h – Espetáculo: Fio do Meio – com Cia. Gente (RJ)

Local: Câmara de Cultura Antonino Assumpção. São Bernardo do Campo

15h – Workshop: Corpo e Memória – com Salasar Junior / Cia. Gente (RJ)

Local: Teatro Abílio Pereira. São Bernardo do Campo

20h – Espetáculo: Rubedo – com Companhia de Dança Siameses

Local: Teatro Clara Nunes. Diadema

4/8 (domingo)

15h – Espetáculo: Kodon – com Cia. Fankama Obi

Local: Praça da Moça. Diadema

16h – Espetáculo: Dellas – com Projeto Dellas

Local: Sesc Santo André (convivência)

 

5/8 (segunda)

19h – Espetáculo: Estados do Corpo – com Pietro Morgado

Local: Sesc São Caetano

 

6/8 (terça)

 

17h30 – Espetáculo: Dança Parkour Rabisco – com Caio Zanuto

Local: Centro Cultural de Diadema

19h – Workshop: Oficina e Jam de Contato e Improvisação e Contato – com Núcleo de Improvisação em Contato

Local: Sesc São Caetano

20h – Espetáculo: Olhares Alheios – com Cia. Repentistas do Corpo

Local: Centro Cultural Serraria. Diadema

7/8 (quarta)

18h – Workshop: Gesto Esgotado – com Bruna Betito e Debora Rebecchi

Local: Centro Cultural Serraria. Diadema

19h – Workshop: Poética do Movimento Afro Contemporâneo – com Lucimeire Monteiro

Local: Sesc Santo André

19h – Espetáculo: UMAN_ – com Grupo SATS (RJ)

Local: Escola Livre de Dança de Santo André

20h – Espetáculo: Dança para Camille – com Cia. Fragmento de Dança

Local: Centro Cultural Serraria. Diadema

8/8 (quinta)

18h – Espetáculo: Desvios Tático-estratégicos para Sobreviver à Vida Urbana – com Três em Cena (GO)

Local: Praça da Moça. Diadema

19h – Workshop: Brain Diving – com Fernando Martins / Plataforma Shopshop Sui

Local: Escola Livre de Dança de Santo André

19h – Workshop: Waacking Time – com Nati Glitz

Local: Sesc São Caetano

9/8 (sexta)

15h – Espetáculo: Dalí, Daqui ou de Lá? – com Cia. Druw

Local: Teatro Lauro Gomes. São Bernardo do Campo

20h – Espetáculo: Dalí, Daqui ou de Lá? – com Cia Druw

Local: Teatro Lauro Gomes – São Bernardo do Campo

21h – Espetáculo: Canto dos Malditos – com Marcos Abranches & Cia

Local: Sesc Santo André (Teatro)

10/8 (sábado)

16h – Espetáculos / Mostra Ivonice Satie – Projeto Kiwa (Corporis), + Uma Companhia (Dança Poética), Grupo Sobrevidança (Movimento Livro), Grupo da Dança da Fundação das Artes de São Caetano do Sul (Movimentos entre Cordas) e AfroBreak Crew (Sede).

Local: Sesc Santo André (Convivência)

16h – Espetáculo: Intervenção com Imaginação – com Cia. de Danças de Diadema

Local: Sesc São Caetano

20h – Espetáculo: Urban Feral – com Núcleo de Improvisação em Contato

Local: Sesc Santo André (Teatro)

11/08 (domingo)

11h – Espetáculo: Corpos de Passagem – com Grupo Grua

Local: Sesc São Caetano (Av. Kennedy)

16h – Espetáculo: Fora da Caixa – com Cia. Pé no Mundo

Local: Sesc Santo André (Convivência)

17h – Espetáculo: Kodon – com Cia. Fankama Obi

Local: Sesc Santo André (Convivência)

18h30 – Encerramento do ABCDança

Espetáculo: Força Fluída – com Companhia de Danças de Diadema

Local: Sesc Santo André (Teatro)

Serviço

Festival: ABCDança 2019

Ingressos: grátis

Programação detalhada no Portal Sesc: https://bit.ly/2K3OiSa

Informações: abcdanca@apbd.corg.br / Tel: (11) 99992-7799 / 99883-8276

http://www.ciadedancas.apbd.org.br/ e Facebook – @companhiadedancas/

Ocupação de Dança celebra a diversidade no Teatro Cacilda Becker, no Rio

A Dança como linguagem universal, como língua capaz de unir pessoas de todos os lugares e abarcar toda a diversidade humana. Essa é a proposta da Ocupação A língua da vértebra, que acontece entre os dias 24 e 28 de julho no Teatro Cacilda Becker, no Rio de Janeiro.

 

Realizado por dez mulheres formandas da Escola Angel Vianna, o evento tem como eixo curatorial a relação artística com a Metodologia criada pela grande dama da dança brasileira, convidando o público a experimentar diferentes possibilidades de um corpo em movimento.

 

A ocupação se encerra com duas apresentações de estreia do espetáculo “A língua da vértebra”, trabalho resultado da conclusão do curso técnico em bailarino contemporâneo da escola. Entre as dez artistas criadoras, dez corpos e muita diversidade, além da orientação de Moira Braga, bailarina e atriz cega, e do coreógrafo e bailarino Dilo Paulo, de Angola (AF).

 

-Acredito e carrego comigo que realmente a dança e a metodologia de Angel Vianna sejam capazes de se comunicar com todos porque nos ajudam a entender, pesquisar e cuidar do nosso corpo e do corpo do outro. Elas não só nos conectam, mas também nos transformam em seres humanos melhores – afirma Dilo.

 

Por meio de oficinas, exposições, show, performance e a estreia do espetáculo , serão traçadas linhas de convergências entre o campo das artes visuais, performance, música e dança, possibilitando ao público se relacionar com processos estéticos, técnicos e subjetivos que fizeram parte do processo de construção do trabalho.

 

Angel Vianna é a grande convidada e estará presente na ocupação facilitando uma oficina e participando de uma conversa com Moira, orientadora do espetáculo e artista integrante da Cia Pulsar.

 

A língua da vértebra

A investigação da coluna vertebral como eixo central a todo movimento, em todos os corpos, faz reverberar em múltiplas possibilidades de dança. Cada vértebra, cada região, assim como cada corpo, são essenciais ao todo, tendo sua própria vibração e força.

Lombar, dorsal, cervical – língua. Nosso corpo inteiro se revela como algo que se arqueia e se contorce em conjunto. Um corpo que se estrutura em coletivo. A dança é a língua que nos une.

 

O espetáculo “A língua da vértebra” é uma criação coletiva que surge a partir de experiências sutis vividas por dez mulheres em contato com a metodologia Angel Vianna, ao longo de dois anos e meio de convivência e estudos contínuos.

 

PROGRAMAÇÃO DA OCUPAÇÃO

 

QUARTA  24/07

19h Abertura da Ocupação com exposição de fotos e registros do processo

+

20h Performance da Cia Pulsar

 

QUINTA 25/07

15h Oficina Cia Pulsar

17h Oficina Angel Vianna

19h as 21h Conversa com Angel Vianna e Moira Braga

 

SEXTA  26/07

15h as 17h oficina VIVA PELVE com Dora Selva

17h as 19h oficina AfroGangu com Lenna Santos

20h SoundPainting

 

SÁBADO  27/07

20h Apresentação do espetáculo A Língua da Vértebra

 

DOMINGO 28/07

19h Apresentação do espetáculo A Língua da Vértebra

SERVIÇO

A Língua da Vértebra

Ingressos para o espetáculo: R$ 20 (inteira)

Duração: 50 mins

Classificação: Livre

Teatro Cacilda Becker

Rua do Catete, 338 – Largo do Machado

(próximo à estação de metrô)

 

INSCRIÇÃO PARA DEMAIS ATIVIDADES DA OCUPAÇÃO:

através do e-mail: laranjaturma@gmail.com

 

VALOR DAS OFICINAS

R$ 20 (solidário)

R$ 30 (sustentável)

R$ 45 ou mais (abundante)

 

FICHA TÉCNICA:

Elenco:

Ayeska Ariza, Beatriz Galhardo, Herika Reis, Julia Severo, Laura Silveira, Maria Hermeto,

 Maria Luiza Tiburi, Natasha Benzaquen, Nina Terra Rodrigues e Rose Benzaquen.

Orientação: Dilo Paulo e Moira Braga

Supervisão de criação: Frederico Paredes

Figurino: Herika Reis e Maria Hermeto

Cenografia: Ayeska Ariza e Laura Silveira

Iluminação: Frederico Paredes

Fotografia e vídeo: Matylda Rosinska

 

Theatro Municipal do RJ apresenta ‘Ballet do meio-dia’

Às vésperas de completar 110 anos, no próximo dia 14 de julho, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro continua renovando seu público. A própria ação nesse sentido é a apresentação, dias 25 e 26 de junho, do “Balé do Meio-Dia”, espetáculo criado com a intenção de atrair quem passa todos os dias pelo teatro em seu horário de almoço, mas nunca entrou nessa belíssima joia arquitetônica. O Corpo de Baile do TM dançará coreografias dos grandes balés do repertório mundial, em suas principais fases – a clássica, romântica e neoclássica.

Com preço único e popular, a R$10, e duração de 60 minutos, as duas récitas de balé serão com música gravada e figurinos do acervo, de produções anteriores.

 

 

PROGRAMA

 

Grand Pas de Quatre de Pugni

Música: Cesare Pugni

Coreografia: segundo Jules Perrot

Pas de Quatre foi originalmente coreografado, por Jules Perrot em 1845, século XIX, com música de Cesare Pugni, a pedido do Her Majesty’s Theatre em Londres, Teatro da Rainha Victoria da Inglaterra, a fim de reunir no mesmo palco as quatro maiores bailarinas da época.

Elenco: Claudia Mota/Deborah Ribeiro/ Fernanda Martiny/Renata Tubarão/ Juliana Valadão/ Rachel Ribeiro/ Carla Carolina

Melodia de Gluck Pas-de-Deux

Música: Christoph  Gluck

Coreografia: Assaf Messerer 

Pas-de-Deux com a música da Dança dos Espíritos Abençoados. É uma das mais belas melodias de toda a ópera “Orfeo e Euridice”.

 

Elenco: Renata Tubarão/ Fernanda Martiny/ Francisco Timbó/ Alef Albert

Talismã

Música: Ricardo Drigo

Coreografia: Marius Petipa

O Pas-de-Deux conta a estória da jovem deusa Niriti que cumprindo os desígnios de seu pai, deve submeter-se à prova de descer à terra e manter seu coração fechado a todo amor terreno.

Recebe de sua mãe um talismã para protegê-la, mas acaba apaixonando-se pelo jovem marajá Nouredin, abrindo mão do reino celestial. O Pas-de-deux é dançado por Niriti e Vayou, deus do vento que foi encarregado de protegê-la.

Elenco: Fernanda Martiny/Juliana Valadão/ Alef Albert/Cícero Gomes

O Corsário

Música: Adam/Pugni

Coreografia: Marius Petipa

Pas-de-Deux extraído do ballet em 3 atos do mesmo nome, que conta a estória de um corsário-Conrad que se apaixona por uma jovem grega-Medora, que é feita escrava por um mercador, e é vendida a um rico paxá. Depois de muitas aventuras ela finalmente se une ao seu amado corsário, servo de um poderoso pirata.

Elenco: Renata Tubarão/ Filipe Moreira

CzardasO Lago dos Cisnes

Música: P.I.Tchaikovsky

Coreografia: Marius Petipa

Divertissement extraído do 3º ato do ballet O Lago dos Cisnes e é apresentado durante os festejos de aniversário do Príncipe Siegfried.

Elenco: Solistas: Rachel Ribeiro/ Wellington Gomes/Santiago Júnior/ Carla Carolina/ Rodrigo Negri

Corpo de baile: Flávia Carlos/Marcella Gil/ Anderson Dionísio/Mônica Barbosa/ Mateus Dutra/ Bianca Lyne/ Saulo Finelon/ Bruno Fernandes/ Vanessa Pedro/ Sérgio Martins/ Paulo Ricardo

Don Quixote
Música: Ludwig Minkus

Coreografia: Marius Petipa

Pas-de-deux extraído do 3º Ato do Ballet “Don Quixote”, baseado no romance de Cervantes, que conta a estória de Kitri, jovem que se apaixona pelo barbeiro Basílio, mas seu pai deseja que ela se case com um nobre rico.  O pas-de-deux representa as bodas do casal, que consegue seu intento graças à ajuda de Don Quixote.

Elenco: Claudia Mota/ Cícero Gomes/ Juliana Valadão/ Carla Carolina/ Deborah Ribeiro/ Fernanda Mart

 

Datas e horários

25/06 (terça-feira) às 12h

26/06 (quarta-feira) às 12h

Todos os ingressos a R$10

Duração Aproximada: 60 minutos
Classificação Indicativa: Livre

Homepage: http://www.theatromunicipal.rj.gov.br/

Instagram: @theatromunicipal

Facebook: https://www.facebook.com/theatro.municipal.3/inbox/

O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro

Realização: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Festival Internacional de Dança, de 20 a 23 de junho na Cidade das Artes

Entre 20 e 23 de junho, o Rio de Janeiro é palco do Rio H2K — Festival Internacional de Dança, que há nove edições consecutivas promove as danças urbanas e suas múltiplas vertentes de forma ampla e acessível. Mais de 400 mil pessoas já passaram pelo evento em quase uma década. Durante quatro dias, o festival vai levar para a Cidade das Artes workshops, batalhas de danças, festas, feira gastronômica e até um acampamento. O Rio H2k tem direção de produção de Miguel Colker e direção artística de Bruno Bastos.

Nesta nona edição, o Rio H2K traz 16 coreógrafos nacionais e internacionais de cinco países (Estados Unidos, França, Itália, Portugal e República Checa) para ministrarem workshops para todos os públicos. São profissionais que já trabalharam com estrelas como Justin Timberlake, Rihanna, Anitta, Nicki Minaj, Pabllo Vitar, Black Eyed Peas, Beyoncé, Deborah Colker, Ciara, Jennifer Lopez, Selena Gomez, Karol Conka, Britney Spears e Alicia Keys. Entre os convidados internacionais inéditos no Brasil, destaque para os coreógrafos Dafne Bianchi (Itália), Diana Matos (Portugal), Hollywood (Estados Unidos), Sonia Soulshine (França) e Tony Tzar (Estados Unidos).

 

Na programação também estão as apresentações do Showcase, uma mostra não competitiva com 20 grupos de dança do Brasil e de outros países, e o Rio H2K Battles – uma vibrante batalha entre 200 participantes. Este ano, o formato da competição mudou: dançarinos das mais diversas modalidades (hip-hop freestyle, house, popping, locking, breaking, passinho, dancehall, jazz funk, vogue, entre outros) vão participar em uma só categoria. Os artistas serão avaliados por cinco jurados: Meech Onomo (França), Jaja Vankova (República Tcheca), André Rockmaster (Brasil), Dafne Bianchi (Itália) e JP Black (Brasil). O grande vencedor receberá um prêmio de R$ 2.500 e o segundo melhor colocado levará R$ 500. “A ideia é proporcionar uma batalha livre de rótulos em que os dançarinos desafiem a si mesmos e seus oponentes por meio da criatividade, musicalidade e variaedade de ritmos e de estilos”, explica Bruno Bastos, idealizador e diretor artístico do Rio H2k.

Para quem quiser ter a experiência de viver os quatro dias dentro do festival e acampar nos jardins da Cidade das Artes, o Kemp é uma oportunidade única. Há espaço para 165 barracas individuais e também é possível optar entre usar a barraca do festival ou levar a sua própria. O sistema de hospedagem dentro do evento está disponível com a compra do ingresso “passaporte + Kemp”, que inclui também vestiários com chuveiros, área de convivência (com pontos de energia), água potável e posto médico.

SOBRE O RIO H2K

 

Desde a sua primeira edição, em 2011, o Rio H2K já recebeu 56 espetáculos, 196 coreógrafos, 997 workshops e um público aproximado de 415 mil pessoas. A essência do festival é a dança urbana e os seus diferentes gêneros, que vão desde os estilos originais que surgiram nos Estados Unidos, entre as décadas de 1960 e 1980 (breaking, hip-hop, dance house, locking e popping) até as criações mais recentes (dancehall, krumping, stiletto e videodancing). Em 2014, o festival incorporou com sucesso aulas de sapateado e batalhas de passinho. Três anos depois, em 2017, o evento trouxe oficinas de afromix, coco de roda, jongo, samba e zouk. Site oficial: www.rioh2k.com.br

OS COREÓGRAFOS

André Oliveira – passinho (Brasil)

Com apenas 19 anos, ele é dançarino, professor, coreógrafo e pesquisador de movimentos. Integrante da companhia de Dança Passinho Carioca e coreógrafo da Cia. Afro Black, André é uma referência no mundo do passinho. Nas batalhas, acumula vários títulos, entre eles bicampeão de passinho do Rio H2K Battles.

André Rockmaster – coaching/preparação física (Brasil)

Formado em Educação Física e pós-graduado em Fisiologia do Exercício, ele é um dos precursores das danças urbanas no Brasil. Em 1999, já ministrava workshops de locking, popping e breaking em todo o país. Rockmaster é coreógrafo, coach e jurado em competições de dança e já trabalhou com Luciana Mello, Bboy Neguin, Sheilla Mello, Fat Family, Alexandre Pires, além do Cirque du Soleil. Em TV, participou dos programas Domingão do Faustão e TV Xuxa, da Rede Globo, e Vai Dançar, do Multishow.

 

Cat Cogliandro – contemporary fusion (Estados Unidos)

Citada pela revista americana Dance Spirit como uma das 13 melhores jovens coreógrafas da atualidade, a texana participou dos programas de TV So You Think You Can Dance e America’s Got Talent. Cat é professora de dança na badalada Movement Lifestyle e comanda a sua própria companhia de dança, a Catastrophe!

 

Dafne Bianchi – dancehall (Itália) – Primeira vez no Brasil

Italiana residente em Paris, ela se formou em dança de salão com o coreógrafo Camron One-Shot e, em seguida, aprimorou os estilos fundamentais do hip-hop na Juste Debout School.  Em 2016, Dafne foi jurada na categoria de dança de salão do Juste Debout, maior evento mundial das urbanas. Trabalhou com a atriz e dançarina Parris Goebel e com a banda de electro-pop Hyphen Hyphen, além de ter participado do musical Os três mosqueteiros. Juntamente com seu marido, Bianchi criou uma peça para o Teatro Nacional Chinês de Kunming. Atualmente, faz parte do grupo Scandalize.

 

Diana Matos – hip-hop (Portugal) – Primeira vez no Brasil

Há oito anos, a vida desta bailarina portuguesa mudou. Viajou de Lisboa para Londres para tentar a vida e, desde então, já trabalhou com Beyoncé, Jessie J., Nicki Minaj, Missy Eliot e Pharrell, entre outros. Atualmente integra o grupo de dançarinos da turnê mundial The Man of the Woods, em que dança lado a lado com Justin Timberlake. É considerada a melhor dançarina portuguesa da atualidade.

 

Filipi Ursão – hip-hop (Brasil)

Apresentador oficial do Rio H2K, ele foi coreógrafo da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e do Palco Street Dance do Rock in Rio. Já deu aulas em diversas cidades como Los Angeles, Paris e Amsterdã. Participou de projetos como Rio Eu Te Amo e como jurado e dançarino na TV Xuxa.

Gabriel Braga – contemporary fusion (Brasil)

Conhecido por ter um estilo único de dança ao misturar hip-hop com contemporâneo, Gabriel Braga é coreógrafo e diretor do Project H[u]mans. Participou de festivais de peso no mundo do hip-hop com as companhias de dança JS Company e Le Cousa Contemporânea.

Hollywood – hip-hop (Estados Unidos) – Primeira vez no Brasil

Nascido em Porto Rico e criado em Nova York, o coreógrafo e dançarino Hollywood dança desde os cinco anos de idade. Ele recebeu uma bolsa de estudos na Broadway Dance Center, em Nova York. Quando a bolsa acabou, Hollywood sabia que precisava continuar seus estudos, mas não podia pagar as aulas. Então, ele se inscreveu no programa de trabalho da BDC, que permitia que os dançarinos administrassem e limpassem as instalações em troca de aulas. Sua carreira profissional alavancou quando ele se tornou o coreógrafo da estrela do hip-hop Lil Mama. De lá pra cá, já trabalhou com Jennifer Lopez, Chris Brown, Ciara, Diddy, Rihanna, Nicki Minaj, Beyoncé, entre muitas outras celebridades.

 

JC Seven – hip-hop (Brasil)

A vida do paulista Jean Carlos, mais conhecido por JC, mudou ano passado durante a oitava edição do Rio H2K. Por ter se destacado no workshop da coreógrafa Ysabelle Capitule, o jovem de 20 anos foi o ganhador de uma bolsa de estudos no FairPlay Dance Camp, na Polônia, e teve a oportunidade de dançar com renomados profissionais do mundo todo. Agora, ele vai dividir essa experiência com o público do Rio H2K. JC inicou seus estudos em danças urbanas há 12 anos. Atualmente é professor do Westside Dance Studio, em São Paulo, faz parte do grupo de coreográfos do artista Kafé e também trabalha com a cantora Lia Clark. Já atuou como dançarino de artistas como Manu Gavassi, Dj Yuri Martins e Banda uó. Fez parte do Grupo Anonymous Crew durante quatro anos e hoje é fundador e integrante da companhia Westside.

 

JP Black – locking e popping (Brasil)

Dançarino, professor e coreógrafo do grupo Funkeados, JP Black é uma referência em locking na América do Sul. Em 2017, ficou em segundo lugar na batalha do estilo no Juste Debout, considerado um dos maiores festivais de danças urbanas do mundo, realizado anualmente na França. Foi tetracampeão da batalha de locking do Rio H2k e, em 2016, foi convidado para fazer parte da banca de jurados. No Chile, foi campeãpo da batalha de locking do festival Street Dance Machine, em Santiago. Na Argentina, foi jurado da batalha da modalidade e professor no festival Hit Tha Beat, em Mendoza. É professor de diversos projetos sociais de dança, entre eles o promovido pelo Rio H2K no Viaduto de Madureira.

Jaja Vankova – krumping e robotting (República Checa)

Dançarina do I.aM.mE Crew, grupo campeão da sexta temporada do MTV’s Americas Best Dance Crew, ela também participou do Paramount’s League of Extraordinary Dancers, mais conhecido como The LXD, e do filme Step Up 5 interpretando a Robot Girl. Vankova venceu diversas competições de dança urbana e batalhas, além de ter participado de campanhas para marcas como Nike, Puma, Vlado, Scoodie e Aqua. Ela também coreografou e estrelou vídeos para artistas como Skrillex, Nick Cannon e Far East Movement.

Juan Chi – vogue femme (Brasil)

Referência nacional nas vertentes de danças urbanas, balé clássico, jazz e contemporâneo, Juan Chi venceu o Prêmio Açorianos de Dança com seu trabalho de difusão do vogue e na cena queer de Porto Alegre. Já trabalhou com artistas como Bob the Draq Queen, Karol Conka, Mateus Carrilho, Tainá Costa, Lorena Simpson e Pabllo Vittar. Leciona aulas regulares de danças urbanas nas escolas Dept Cult e Infocus Studio de Dança, em São Paulo. Criou o coletivo de arte YRENES, no qual é integrante e performer, além da House of Zion, onde desenvolve seu trabalho com o Voguing.

 

Meech Onomo – hip-hop e house (França)

Michel Onomo, conhecido como Meech, trilhou desde cedo seu caminho na dança, mais especificamente no hip-hop. Ele se especializou em hip-hop e em house dance, tornando-se um especialista no cenário mundial, vencedor de quatro edições do Juste Debout. Desde 2007, vem desenvolvendo seus próprios projetos como coreógrafo. Seus solos foram apresentados na Biennale de la Danse de Lyon, seguido de turnês nos Estados Unidos e Japão.

Pedro Reis – jazz funk e heels (Brasil)

Bailarino, coreógrafo e professor, Pedro Reis trabalha atualmente com o coreógrafo francês Yanis Marshall, conhecido por dançar sobre saltos altos vertiginosos. Além de ter estudado danças urbanas, Pedro dedicou-se também ao balé clássico, jazz dance e contemporâneo. Fez parte do grupo Westside Full, integra o balé do cantor Rodrigo Teaser com o show Tributo ao Rei do Pop (Michael Jackson) e também faz parte do balé do cantor Mateus Carrilho. Participou de clipes de Rafael VIdalles, Daniel Salve, Kefera, ZEK, Marihanna, Aretuza Lovi, Mateus Carrilho e Johnny Hooker. Coreografou o clipe “Mulher Gato”, da cantora Wanessa Camargo, e o evento Miss São Paulo, no qual também foi bailarino. Ano passado, fez parte do balé da cantora/drag Trixie Mattel (RuPaul Drag Race) no The Globe Theatre em Los Angeles.

Sonia Soulshine – Waacking (França) – Primeira vez no Brasil

Dançarina, coreógrafa e professora francesa, Sonia começou a dançar hip-hop em 1998.  Integrou várias companhias profissionais de dança na Europa e também coletivos como “llicit Dance”, “Alpha Division”, “Art of Urban Dance” (Niels “Storm” Robistsky) e “Interpretationzz” (John Agelisas). Depois de dançar com esses grupos predominantemente masculinos, ela começou a dançar Waacking. Imbuída de uma forte técnica do Funkstyle, Sonia pratica Waacking há mais de 20 anos, com muita elegância e feminilidade.

 

Tony Tzar – hip-hop (Estados Unidos) – Primeira vez no Brasil

O talento de Tony Tzar para a dança vem de berço. Sua mãe, apesar de militar das forças aéreas, era breakdancer, e o influenciou bastante. Ainda jovem, modou-se de Washington para Los Angeles com apenas 600 dólares e uma mala de roupas. Ao chegar, ele não tinha onde ficar e morou na rua por um mês. Tony já trabalhou com Britney Spears, Jason Derulo, Alicia Keys, Jessi Malay e Iyaz. E já viajou a trabalho para países como Polônia, Ítália, Reino Unido, África do Sul, Coreia, Taiwan, Japão, Austrália, Nova Zelândia, Singapura, Eslovênia, Suécia, Ucrânia, Suíça, México, Guame e Rússia.

 

PROGRAMAÇÃO DIÁRIA

 

20/06 (Quinta)

Praça

14h – Pedro Reis

15h45 – Meech Onomo

17h30 – Jaja Vankova

19h15 – Cat Cogliandro

Palco Start

14h15 – Sonia Soulshine

16h – Filipi Ursão

17h45 – Dafne Bianchi

19h30 – JP Black

21/06 (Sexta)

 

Praça

11h – Meech Onomo

12h45 – Filipi Ursão

14h15 – Hollywood

16h15 – Diana Matos

Palco Start

11h – André Oliveira DB

12h45 – Pedro Reis

14h15 – Jaja Vankova

16h15 – Sonia Soulshine

Praça

19h – Apresentação de grupos no Showcase

22/06 (Sábado)

Praça

10h – JP Black

11h45 – Dafne Bianchi

13h30 – Meech Onomo

15h15 – Tony Tzar

17h – Diana Matos

18h45 – Hollywood

23h – Festa Rio H2K Dance Party com DJs Bruno X, JP e TAP

Palco Start

10h – André Rockmaster

13h30 – JC Seven

15h15 – André Oliveira DB

17h – Juan Chi

18h45 – Cat Cogliandro

Sala dança

10h – SoulSync com Cat Cogliandro, Gabriel Braga e Pedro Reis

Sala Eletroacústica

16h30 – 17h30 – Credenciamento Sala Eletroacústica

18h – Seletiva Rio H2K Battles

23/06 (Domingo)

Praça

10h – Dafne Bianchi

11h30 – Jaja Vankova

13h – Meech Onomo

18h15 – Tony Tzar + Bolsa Fair Play

Palco Start

10h – Juan Chi

11h45 – JC Seven

13h30 – Pedro Reis

Sala Dança

10h – Hollywood

11h30 – Tony Tzar

13h – Diana Matos

Teatro Câmara

16h30 – Final Rio H2K Battles

 

 

SERVIÇO

Rio H2k – Festival Internacional de Dança

Data: de 20 a 23 de junho

Local: Cidade das Artes Av. das Américas 5300, Barra da Tijuca.

Tel.: 3325 0102.

Bilheteria: de terça a domingo, das 10h às 18h.

Ingressos: www.rioh2k.com.br/ingressos

Passe diário (dá direito a todas as atrações do dia, exceto as aulas dos Intensivos): R$ 180 (meia-entrada) e R$ 360 (inteira) 

Passaporte (pacote para todos de Rio H2k): R$ 300

Intensivos: valores entre R$ 150 e R$ 220

 

Dia 23/5, às 16h30, Teatro de Câmara:

Final RioH2K Battles: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

 

Dia 22/6, às 23h, Palco Praça:

Festa RioH2k Party com DJs Bruno X, JP e TAP: Entrada franca. 

Grupo SATS celebra três anos com ocupação no Teatro Cacilda Becker, no Rio de Janeiro

Dotados de razão, formuladores de ideias e ideais, capazes de feitos grandiosos e também de atrocidades. Afinal, o que pode ser o humano? Com essa pergunta em mente – e no corpo – o Grupo SATS reestreia o espetáculo UMAN, no Teatro Cacilda Becker, no Rio, dentro de uma Ocupação que celebra os três anos da companhia.

 

Definido pelos intérpretes-criadores como um dispositivo que dispara no público múltiplas possibilidades de resposta, UMAN traz ao centro do acontecimento conexões e discursos que abordam a ideia sobre o ser.

 

“UMAN é o primeiro trabalho do Grupo SATS e continua sendo o lugar em que pesquisamos formatos, poéticas, dramaturgias e o corpo. Com o tempo, entendemos que tudo se atualiza, modifica, e reconstrói, inclusive trabalhos de arte. E como falar de humanidade sem falar do transitório, da contradição, do que escapa, do que morre?”, aponta Deisi Margarida, intérprete e co-diretora do espetáculo.

 

A reestreia acontece depois de uma itinerância em 2018 quando o espetáculo foi apresentado em espaços alternativos da cidade, o que possibilitou a Deisi e Rodrigo Gondim, intérprete e co-diretor, chegarem à nova proposta: uma performance que se atualiza a cada nova aparição, instigando e sendo instigada pelo espaço, por gestos e palavras, trazendo ao público novas frequências e formas de olhar.

 

“UMAN  é um acontecimento em trânsito, uma reflexão que tem pela via da dança seu estado de incorporação. É um discurso que necessita de constante revisão, por isso, intrínseco a seu formato, está sua própria diluição”, afirma Deisi. “É um lugar que precisa de ativação. Por isso um olhar para a plateia que é novo, muito mais poroso, com mais abertura ao inesperado”, finaliza Rodrigo.

 

A curta temporada de UMAN acontece entre os dias 13 e 16 de junho, de quinta a domingo. O Grupo oferecerá também a oficina gratuita de dança contemporânea LAB IMproviso  CONtato IMagem no sábado, dia 15, entre 14h e 17h. Para participar, é necessário inscrição prévia pelo e-mail gruposats@gmail.com (informações no serviço).

 

SOBRE O GRUPO SATS

 

SATS significa “o encontro dos contrários”. É uma palavra de origem escandinava usada por Eugênio Barba (diretor do grupo Odin Teatret e criador do conceito da Antropologia Teatral) para designar o lugar do ímpeto, onde toda energia está em sua força potencial; o instante entre o agachar e o salto para realizar o pulo. Neste estado, há o encontro de duas forças opostas, o impulso e o contra-impulso, e é nessa oposição complementar que está posta a vida de uma ação.  Esta imagem – de duas oposições complementares que juntas fundamentam o cerne de algo – é a imagem usada para definir o trabalho da companhia, fundada em 2016 por Deisi Margarida e Rodrigo Gondim, no Rio de janeiro.

SERVIÇO

UMAN

13,14,15 e 16 de junho

Horário: Qui a sáb 20h, dom às 19h

Valor: R$ 30 (inteira) R$15 (meia).

Duração: aproximadamente 40 minutos

Teatro Cacilda Becker

Rua do Catete, 338 – Largo do Machado

Telefone: (21) 2265-9933

Classificação etária: 16 anos

LAB IMproviso  CONtato IMagem

15 de junho, sábado.

De 14 às 17h

Entrada Gratuito

Inscrições: Enviar nome e telefone para gruposats@gmail.com

Público-alvo: artistas e estudantes de Artes Cênicas e das artes do movimento em geral, a partir de 16 anos.

FICHA TÉCNICA

Concepção e direção

Deisi Margarida e Rodrigo Gondim

Composição sonora

Luciano Pozino

Figurino

Nivea Faso

Luz

Fernanda Montovagni

Produção

Deisi Margarida

Design

Marcos Correa

Operação de luz e som

Debora Thomas

Fotógrafo

Igor Keller

Assessoria de Imprensa

Ana Pinto | Pequena Via Produções

“O Lago dos Cisnes” no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Odette e Odile: Claudia Mota (Primeira Bailarina BTMRJ), Danielle Marinho ou Marcella Borges

Príncipe Siegfried: Filipe Moreira (Primeiro Bailarino do BTMRJ) ou Alyson Trindade ou Ghabriel Gomes

22 JUN 2019 – 19h & 23 JUN 2019 – 17h

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Preços populares: Plateia e Balcão Nobre R$ 50,00, Balcão Superior R$ 30,00 e Galeria R$10,00.

 A obra é sobre a história do jovem Príncipe Siegfried, que se apaixona por Odette, uma rainha transformada em cisne por um feiticeiro malvado. Odette explica a Siegfried que ela está condenada a permanecer como cisne até ser resgatada por um homem que jure amor eterno a ela. Depois de percalços, o príncipe consegue destruir o feitiço, transformar sua amada novamente em mulher e, juntos, viverem felizes para sempre.

Companhia de Danças de Diadema apresenta espetáculo de Ana Bottosso no Sérgio Cardoso

A Companhia de Danças de Diadema apresenta o espetáculo EU por detrás de MIM nos dias 13 e 14 de junho (quinta e sexta), no Teatro Sérgio Cardoso, às 19h. Os ingressos custam R$ 10,00 a inteira e R$ 5,00 a meia-entrada.

Com direção e coreografia de Ana Bottosso, a montagem foi inspirada em obras do artista visual dinamarquês Olafur Eliasson e no conto O Espelho, de Guimarães Rosa.

EU por detrás de MIM – por sua criadora Ana Bottosso – foi vencedor do Prêmio APCA 2017 (Melhor Criação Coreográfica) e Prêmio Governador do Estado de São Paulo para a Cultura 2018 (Modalidade Dança / Coreografia).

Transitando pelos meandros dos reflexos e das reflexões, Ana Bottosso imaginou um universo por detrás dos espelhos, um mundo além  do que conhecemos, para conceber a coreografia de EU por detrás de MIM. Seria este mundo mais – ou menos – real? Esta, e outras questões, surgiram durante o processo de criação, norteando a pesquisa cênica que foi construída em conjunto com o elenco da Companhia de Danças de Diadema. Já a trilha sonora foi especialmente criada por Fábio Cardia, fazendo uma analogia aos reflexos sonoros.

Desde o primeiro contato com Olafur Eliasson na exposição Seu Corpo da Obra, na Pinacoteca de São Paulo, em 2012, Ana Bottosso se sentiu motivada a criar algo que tratasse dos espelhos e seus reflexos. Na exposição, espelhos eram posicionados em locais inusitados que se revelavam de forma inesperada, aguçando a sensibilidade da coreógrafa e levando-a a iniciar uma pesquisa sobre o assunto. “As situações espaciais provocadas pelos espelhos eram de profunda ambiguidade sobre o dentro e o fora. E esta ambiguidade foi trazida para o corpo, traduzida pela dança”, comenta a coreógrafa.

O espetáculo também recebeu influências do poético conto O Espelho, de Guimarães Rosa, no qual apresenta uma inquieta personagem e a descoberta de sua essência. “Encontrar ou pelo menos ter ciência da existência de outro(s) eu(s) que possa(m) coexistir com o nosso EU comum é o desafio do espetáculo, que também convida o expectador a uma reflexão”, argumenta Ana Bottosso.

Ficha técnica

Direção geral: Ana Bottosso. Coreografia: Ana Bottosso. Assistência de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Assistência de coreografia: Carolini Piovani. Concepção musical: Fábio Cardia. Desenho e operação de luz: Silviane Ticher. Sonoplastia: Daniela Garcia / Jeh Salles. Confecção de figurinos: Cleide Aniwa. Professor de dança clássica: Márcio Rongetti e Paulo Vinícius. Professor de dança moderna: Reinaldo Soares. Orientação de yoga: Daniele Santos. Professores de dança contemporânea: Ana Bottosso, Carolini Piovani, Elton de Souza e Ton Carbones. Condicionamento físico: Carolini Piovani. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Assistência de produção: Daniela Garcia / Jeh Salles.

Elenco: Carlos Veloso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Danielle Rodrigues, Elton de Souza, Guilherme Nunes, Júlia Brandão, Leonardo Carvajal, Thaís Lima, Ton Carbones e Zezinho Alves.

www.ciadedancas.apbd.org.br/

Facebook: @companhiadedancas | Instagram: @ciadedancasdiadema

Serviço

Espetáculo/dança: EU por detrás de MIM

Com: Companhia de Danças de Diadema

Datas: 13 e 14 de junho – quinta e sexta, às 19h

Ingressos: 10,00 (meia: R$ 5,00)

Duração: 50 min. Classificação: 14 anos

Teatro Sérgio Cardoso

Sala Paschoal Carlos Magno (144 lugares)

Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista. São Paulo/SP.

Tel: (11) 5061-1132

[http://www.teatrosergiocardoso.org.br%20%0d]www.teatrosergiocardoso.org.br

Cia de Danças de Diadema – 24 anos!

Premiada e atuante no Brasil e no exterior, a Companhia de Danças de Diadema comemora 24 anos de história com apresentações no Teatro Clara Nunes, no Centro Cultural Diadema, nos dias 17, 18 e 19 de junho. Os ingressos são grátis e devem ser retirados com 1 hora de antecedência.

Nos dias 17 e 18/5 (sexta e sábado, às 15h), a Companhia mostra seu mais novo espetáculo Nas Águas do Imaginar, montagem inédita para o público infantil com coreografia de Ton Carbones. No dia 18/5 (sábado, às 20h), o grupo entra em cena com Força Fluída, cuja coregrafia foi criada pelo sul-coreano Jaeduk Kim. E fechando a comeoração, no dia 19/5 (domingo, às 19h), o grupo apresenta EU por detrás de MIM, criação de Ana Botosso, vencedora dos prêmios APCA 2017 (Melhor Criação Coreográfica) e Governador do Estado de São Paulo 2018 (Modalidade Dança / Coreografia).

Nas Águas do Imaginar

Com coreografia de Ton Carbones, Nas Águas do Imaginar é a terceira montagem da Companhia de Danças de Diadema criada para o público infantil, precedida por A Mão do Meio – Sinfonia Lúdica (2015) e Meio em Jogo (2010). Esta é apenas uma apresentação que antecede sua estreia oficial nos palcos, a qual será informada oportunamente.

O espetáculo fala de uma criança que, ao dormir, é surpreendida por seres fntásticos que surgem em seu quarto, instigando uma viagem ao mundo do imaginar. Buscar o que está do lado de fora ou desbravar seu interior? Qual caminho seguir? A partir destas perguntas, o espetáculo convida para uma viagem por esse universo repleto de surpresas e fantasias. Basta pegar a passagem que custa apenas instantes de imaginação.

Força Fluída

Com coreografia assinada pelo sul-coreano Jaeduk Kim e direção geral de Ana Bottosso, Força Fluída estreou em 2017. O espetáculo harmoniza força e delicadeza em movimentos inspirados na cultura ancestral oriental pelo viés contemporâneo de Jaeduk. Artista de múltiplas facetas, o coreógrafo criou a trilha sonora baseada em cânticos de sua tradição oriental, utilizando a sonoridade de instrumentos típicos de sua cultura e voz monocórdia. A coreografia transita pelo minimalismo dos movimentos que dialogam com a música, com os sons, ora expressando-se com a força de um guerreiro, ora com a delicadeza de uma folha caindo no outono. Esses e demais elementos da ancestral cultura oriental se encontram na obra, traduzidos pelo olhar contemporâneo e sensível do criador e dos intérpretes da Companhia, que atuam em Força Fluída.

Sinopse: O fluxo natural vem da natureza. O fluxo da respiração está de acordo com a natureza. Qual é a força que flui…? O que faz o forte fluir…? (por Jaeduk Kim)

EU por detrás de MIM

A montagem EU por detrás de MIM (2017), que tem concepção, direção e coreografia assinadas por Ana Bottosso, foi inspirada em obras do artista visual dinamarquês Olafur Eliasson e no conto O Espelho, de Guimarães Rosa. Encontrar-se, perder-se, acreditar na imagem que lhe é refletida ao se deparar com os espelhos pode ser um profundo engano, mas como saber? Mergulhar em um mundo de reflexos, complexos, com nexos ou desconexos pode ser uma viagem sem volta.

Transitando pelos meandros dos reflexos e das reflexões, Bottosso imaginou um universo por detrás dos espelhos, um mundo além  do que conhecemos, para conceber a coreografia, em conjunto com o elenco da Companhia. A trilha sonora, especialmente criada por Fábio Cardia, faz uma analogia dos reflexos sonoros. Desde o primeiro contato com Olafur Eliasson na exposição Seu Corpo da Obra, em 2012, Ana sentiu-se motivada a criar algo que tratasse dos espelhos e seus reflexos. “As situações espaciais provocadas pelos espelhos eram de profunda ambiguidade sobre o dentro e o fora. Isto veio para o corpo, traduzido pela dança”, comenta. O prorcesso recebeu também influências do conto O Espelho, de Guimarães Rosa, que apresenta uma inquieta personagem e a descoberta de sua essência. “Encontrar ou pelo menos ter ciência da existência de outro(s) eu(s) que possa(m) coexistir é o desafio do espetáculo”, argumenta Ana Bottosso.

Ficha técnica

Direção geral: Ana Bottosso. Coreografia (Nas Águas do Imaginar): Ton Carbones e elenco. Coreografia (Força Fluída): Jaeduk Kim (Coreia do Sul). Coreografia (EU por detrás de MIM): Ana Bottosso. Assistência de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Assistência de coreografia: Carolini Piovani. Concepção musical (Nas Águas do Imaginar): Luciano Sallun. Concepção musical e figurino (Força Fluída): Jaeduk Kim. Concepção musical (EU por detrás de MIM): Fábio Cardia. Desenho e operação de luz: Silviane Ticher. Sonoplastia: Daniela Garcia / Jeh Salles. Concepção e confecção de figurinos (Nas Águas do Imaginar): Rhazuk Perez. Confecção de figurinos (Força Fluída): Célia Bonifácio. Confecção de figurinos (EU por detrás de MIM): Cleide Aniwa. Cenógrafia e adereços (Nas Águas do Imaginar): Ateliárea Daniel Sapiência e Paula Martins. Professores de dança clássica: Márcio Rongetti e Paulo Vinícius. Professor de dança moderna: Reinaldo Soares. Orientação de yoga: Daniele Santos. Professores de dança contemporânea: Ana Bottosso, Carolini Piovani, Elton de Souza e Ton Carbones. Condicionamento físico: Carolini Piovani. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Assistência de produção: Daniela Garcia / Jeh Salles.

Elenco: Carlos Veloso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Danielle Rodrigues, Elton de Souza, Guilherme Nunes, Júlia Brandão, Leonardo Carvajal, Thaís Lima, Ton Carbones e Zezinho Alves.

www.ciadedancas.apbd.org.br/

Facebook @companhiadedancas | Instagram @ciadedancasdiadema

Serviço

 

Companhia de Danças de Diadema – 24 Anos

 

17 e 18 de maio (sexta e sábado, às 15h) – Nas Águas do Imaginar

18 de maio (sábado, às 20h) – Força Fluída

19 de maio (domingo, às 19h) – EU por detrás de MIM

Centro Cultural Diadema – Teatro Clara Nunes

Rua Graciosa, 300. Centro, Diadema. Tel: (11) 4056-3366

Entrada franca (chegar com 1h de antecedência) – Classificação: Livre. 370 lugares

“Saudade de Mim” no XP Investimentos

A Focus Cia. de Dança retorna ao Rio de Janeiro, por meio do patrocínio da Petrobras, com um dos espetáculos de maior repercussão da companhia, Saudade de Mim, em apenas oito apresentações no Teatro XP Investimentos, de 23 de maio a 02 de junho, de quinta a sábado, às 21h, e domingo, às 20h.

Saudade de Mim

 

O espetáculo, que une Candido Portinari e Chico Buarque, inicia com os acordes de “Construção” levando para cena a vida de Pedro, Maria, Bárbara, Juca, Nina, entre outros personagens, que vêm de músicas distintas de Chico, e aqui se relacionam. Todos também habitam telas e ambientes criados por Portinari. Entre o onírico e o real, a história traz dores, amores, triângulos amorosos, indo e voltando através de referências a Chico e Portinari.

Para Alex Neoral, Saudade de Mim é um divisor de águas na trajetória da Focus. “Senti a necessidade de mergulhar e trazer, mais concretamente, para a dança, a presença de outras linguagens artísticas que já se esboçavam em minhas criações anteriores. Os bailarinos, além de dança, tiveram o desafio de construir personagens, entrar em uma narrativa com cenas e situações delineadas”, destaca Alex Neoral.

“A ideia não é reproduzir artes já existentes, mas, a partir da fusão de artes distintas, resultar em um espetáculo de dança contemporânea afetado pelas obras destes dois artistas”. Que ninguém espere referências diretas entre músicas e telas. Ao longo da narrativa canções como “Olha Maria”, “Trocando em miúdos”, “Valsinha” surgem na voz de Chico Buarque. De muitas formas, pinturas históricas como “O espantalho”, “Casamento na roça” e “O mestiço” de Candido Portinari, se impõem na narrativa.

Para dar corpo a Saudade de Mim, o preparo da Focus Cia de Dança incluiu aulas de interpretação com o ator Reiner Tenente, além da preparação vocal com Felipe Habib, que também assina a direção musical e criação de arranjos e canções, todas inspiradas em Chico Buarque, que completam a obra.

Dirigida por Alex Neoral, a companhia reafirma sua importância no território da dança contemporânea brasileira lançando um feito inédito na criação de Saudade de Mim: um roteiro teatral que se integra ao instigante conjunto de gestos e movimentos que consagraram a companhia carioca ao longo de sua história. O espetáculo parte da pintura de Candido Portinari e da obra de Chico Buarque para transbordar poesia em cena.

Os riscos são bem-vindos na trajetória da companhia. O incandescente As canções que você dançou para mim, inspirado na obra de Roberto Carlos, que chega em breve a marca expressiva de 300 apresentações e foi assistido por aproximadamente 120 mil pessoas dentro e fora do Brasil, como Costa Rica, México, Bolívia, Canadá, Washington e Nova York, nos Estados Unidos e Porto, em Portugal. 

 

Sobre a Focus

 

Com 20 obras e 10 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança se consagrou através da crítica especializada e sucesso de público. E, agora, comemora mais uma conquista, a inauguração da sua própria sede.

“Sempre almejei um espaço de criação e ensaios para Focus Cia de Dança. Nesse tempo que a cia só cresceu e produziu cada vez mais obras, cada vez em mais lugares, precisamos da ajuda de alguns parceiros para nos abrigar e nesses gestos pudemos ver que há generosidade em nossa classe. E esse espaço nasce com um intuito de fomentar arte, promover encontros de artistas, oficinas, performances, um espaço para pensar arte e desenvolvê-la. O Rio é uma cidade que efervesce cultura, instiga novas ideias e novos desafios. Em qualquer hora, o surgimento dessa sede seria arriscado, mas desde sempre necessária. Agora com a nossa segunda casa, eu e meus bailarinos alçaremos mais voos e abraçaremos mais dança pra nossa cidade, país e mundo”, afirma Neoral.

A companhia já se apresentou em mais de 90 cidades brasileiras e levou sua arte para países como Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha e Panamá. Em 2018 participou do filme ‘Eduardo e Mônica’, com lançamento previsto para 2019. Em 2017 se apresentou na última edição do ‘Rock In Rio’, ao lado de Fernanda Abreu. Em 2016 recebeu a ‘Comenda da Ordem do Mérito Cultural’, do Ministério da Cultura, maior condecoração da cultura brasileira. Com “As canções que você dançou pra mim”, que se aproxima da marca de 300 apresentações, recebeu diversas indicações a melhor espetáculo do ano, por sua criatividade e originalidade. Em 2012 foi escolhida, através da seleção pública do Programa Petrobras Cultural, a receber o patrocínio durante três anos para desenvolvimento de suas atividades, dando início a uma parceria de manutenção que segue até hoje. Foram mais de 120 mil espectadores que ficaram encantados com a poesia e a capacidade técnica lapidadas nas coreografias inovadoras de Alex Neoral e nos movimentos precisos de seus bailarinos.

Atualmente integram o elenco da companhia os bailarinos Carolina de Sá, Cosme Gregory, José Villaça, Marcio Jahú, Marina Teixeira, Monise Marques, Rafael Luz e Roberta Bussoni.

Ficha Técnica

Direção, concepção e coreografia: Alex Neoral

Com: Carolina de Sá, Cosme Gregory, José Villaça, Marcio Jahú, Marina Teixeira, Monise Marques, Rafael Luz e Roberta Bussoni

Direção de produção: Tatiana Garcias

Consultoria de projeto: Aline Cardoso

Curadoria de Obras [Candido Portinari]: Maria Duarte

Iluminação: Binho Schaefer

Operação de Luz: Anderson Ratto

Figurinos e visagismo: André Vital

Confecção de figurinos: Jacira Garcias

Direção Musical e Trilha original: Felipe Habib

Músicas: Chico Buarque

Preparação Vocal: Felipe Habib

Arranjos, Piano e Acordeon: Felipe Habib e João Bittencourt 

Mixagem: Davi Mello

Preparação de interpretação cênica: Reiner Tenente

Ambientação cenográfica: Márcio Jahú

Técnico de Palo: Rodrigo Ferreira

Assessoria de Imprensa: Daniella Cavalcanti

Fotos de divulgação: Luiz Alves e Paula Kossatz

Comunicação Visual: Infinitamente Estudio de Criação

Serviço

‘SAUDADE DE MIM’

Temporada: 23 maio a 02 de junho

Local: Teatro XP Investimentos

Endereço: Endereço: Av. Bartolomeu Mitre, 1110 (Jockey Club Brasileiro) – Leblon

Horário: quinta a sábado, às 21h | domingo, às 20h

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). Além dos casos previstos em lei, colaboradores da Petrobras pagam meia.

Telefone da bilheteria: (21) 3807-1110

Funcionamento da Bilheteria:

Terça-feira das 13h às 17h | Quarta a sexta-feira das 17h às 21h
Sábados das 13h30 às 21h | Domingos das 13h30 até a hora do espetáculo

Venda online: http://www.eventim.com.br

Lotação: 366 lugares

Acesso para pessoas com deficiência

Duração: 85 min/ com intervalo

Classificação: 14 anos

Estacionamento pago no local

Desconto de 50% na compra de até dois ingressos para os colaboradores da Petrobras (mediante apresentação do crachá) e para clientes do Cartão Petrobras (mediante apresentação do cartão).

“Nunca Mais” faz parte do Festival EntreDança 2019

O trabalho inédito do diretor e dramaturgo Carlos Laerte, da Laso CIA. De Dança, intitulado NUNCA MAIS, é um espetáculo que mistura encenação, dança e cinema no palco, desafiando os intérpretes a construir um espetáculo sem volta, independentemente de onde esteja o seu começo.

As apresentações serão realizadas de 9 a 12 de maio, no Mezanino do Sesc Copacabana, de quinta a domingo, às 20h; no Sesc Ramos, dia 17 de maio, às 19h30; no Sesc Nova Iguaçu, dia 25 de maio, às 19h; e Sesc Nova Friburgo, dia 31 de maio, às 19h.

O espetáculo é uma investigação coreográfica sobre o desejo de escolhas humanas, chegando a consequências inimagináveis, sem retornos. É uma afirmação do efêmero, registrado apenas pela memória da plateia. Problematizando a busca de um tempo perdido, o trabalho questiona a qualidade das nossas escolhas em relação ao uso do nosso tempo a partir de uma narrativa inusitada.

SINOPSE:

“Nunca Mais” é baseado em relatos reais dos atores em cena e questiona a qualidade das nossas escolhas em relação ao uso do nosso tempo. Assuntos como racismo, homofobia, feminicídio, alzheimer e outros são expostos no palco através da sutileza da dança.

LASO CIA. DE DANÇA

Criada em 2002, a Laso Cia. de Dança tem por objetivo trazer à tona movimentos que traduzam uma nova identidade no panorama da dança carioca. Carlos Laerte, diretor e idealizador da Laso Cia. de Dança, trabalha em suas concepções artísticas com diversas técnicas como ballet clássico, dança contemporânea, cinema e teatro, traçando nessas interseções uma linguagem própria de movimentos que é a assinatura de suas obras.

A companhia participou de diversos eventos nacionais, dentro e fora do Rio de Janeiro, como o ‘15° Palco Giratório’ – Sesc Nacional, circulando em mais de 15 estados brasileiros (2012), além de outros como ‘Dança em trânsito’ (Rio de Janeiro – 2003/2004/2011), ‘Festival Internacional Viva Dança’ (Salvador – 2009), ‘XII Fenarte’ (João Pessoa – 2008). Também participou do evento Move Berlim, onde a companhia se apresentou na Alemanha (2011). Trabalhos recentes: Deslocamento Social (2017)| Nega do Cabelo Duro (2014)| Cabeção de Nego (2012) | O que nos move (2009).

FICHA TÉCNICA

Direção e concepção coreográfica: Carlos Laerte

Dramaturgia: Victor Torres e Carlos Laerte

Intérpretes criadores: Amanda de Souza; Douglas Lopes; Jeniffer Rodrigues; Lucas Oliveira; Nayanne Cavalcante; Raphael Rodrigues; Thatila Paganotti

Luz: Fernanda Mantovani

Cenário: Laso Cia. de Dança

Cenário audiovisual: Yasmin Thayná

Figurino: Laso e Roupa de Ensaio

Direção de arte de Vídeo: Alex Gomes

Trilha sonora / criação e execução: Ricardo Verocai

Concepção da trilha sonora: Kátia Drumond

Mixer: DJ Marcão

Produção: Sol Miranda, Renata Araújo e Aliny Ulbricht

Assistente de Produção: Mariana Bittencourt

Assessoria de imprensa: Duetto Comunicação

SERVIÇO:

NUNCA MAIS

Apresentações:

9 a 12 de maio – quinta a domingo – 20h

Sesc Copacabana – Mezanino

End.: Rua Domingos Ferreira, 160 – Copacabana

Telefone: 2548-1088

Lotação: 70 lugares

Ingresso: R$30,00 (inteira) / R$15,00 (meia) / R$7,50 (associados Sesc com carteira válida)

17 de maio – sexta-feira – 19h30

Sesc Ramos

End.: Rua Teixeira Franco, 38 – Ramos

Telefone: 2290-4003

Ingresso: R$10,00 (inteira) / R$5,00 (meia) / R$2,50 (associados Sesc com carteira válida)

25 de maio – sábado – 19h

Sesc Nova Iguaçu

End.: Rua Dom Adriano Hipólito, 10, Moquetá – Nova Iguaçu

Telefone: 2797-3001

Lotação: 384 lugares

Ingresso: R$10,00 (inteira) / R$5,00 (meia) / R$2,50 (associados Sesc com carteira válida)

31 de maio – sexta-feira – 19h

Sesc Nova Friburgo

End.: Av. Presidente Costa e Silva, 231, Cento – Nova Friburgo

Telefone: (22) 2543-5000

Lotação: 159 lugares

Ingresso: R$10,00 (inteira) / R$5,00 (meia) / R$2,50 (associados Sesc com carteira válida)

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Dança Contemporânea

O projeto Sesc EntreDança integra a ação Mesa Brasil Sesc. Levando um quilo de alimento não perecível, cada pessoa tem direito a 50% de desconto sobre a tarifa correspondente.

“Mínimo Coletivo” no Centro Cultural Santo Amaro

Nos dias 10 e 11 de maio (sexta-feira/ 20h  e sábado/ 19h), no Centro Cultural Santo Amaro, o Mínimo Coletivo apresenta YIN,  trabalho resultante da pesquisa desenvolvida no projeto mínimo – que propôs investigar algumas possibilidades do que seria o essencialmente expressivo na linguagem da dança, partindo de pesquisas sobre o minimalismo enquanto movimento artístico, social e filosófico.

Mergulhando nas possibilidades de um dueto, YIN é uma reflexão poético-coreográfica sobre essência – o “ser”, o uno, e a multiplicidade que o compõe, ou as partículas que compõem um todo; a origem ou o nascimento; o infinitesimal, o “mínimo”. Em sua construção questionamos também nossa sobrevivência no mundo e na arte: o que seria “o mínimo necessário” e o que é “essencial”?

YIN é a busca de ser um duo – em alguns momentos observado com uma lupa . Uma reflexão sobre o uno e a multiplicidade que o compõe: a origem, o mínimo. O calor, e o movimento contínuo desse organismo. Ao mesmo passo, que à uma luz mais fria e objetiva, somos partículas independentes e indispensavelmente conectadas.

Concebido pelas intérpretes-criadoras Ágata Cérgole e Letícia Mantovani, com a colaboração e provocação de Karina Almeida, o coletivo conta também com Ana Carla Assis na produção executiva, o fotógrafo Bruno Padilha e o design gráfico nas mãos de Fábio Lopes. A trilha sonora foi composta por Dro Cardoso, a concepção de luz é de Maria Basulto e Ângela Sauerbronn assina o figurino.

O projeto mínimo foi contemplado pelo Edital PROAC n° 6/2018 – Primeiras obras de espetáculo de dança.

 

O Mínimo Coletivo surgiu da iniciativa das bailarinas Ágata Cérgole e Letícia Mantovani em desenvolver seus trabalhos de dança – em ocupação das salas do CRD (Centro de Referência da Dança) desde 2017 – e hoje reúne em suas criações, mais outros 6 artistas.

 

Ficha Técnica:

 

Intérpretes-criadoras: Ágata Cérgole e Letícia Mantovani

Orientação: Karina Almeida

Produção: Ana Carla Assis Ribeiro e Júlia Del Bianco

Trilha Sonora: Dro Cardoso

Luz: Maria Basulto e Rafael Lemos

Arte Gráfica: Fábio Lopes

Figurino: Ângela Sauerbronn

Registro fotográfico: Bruno Padilha

Classificação: Livre

Duração: 45 min

SERVIÇO

Dias 10 e 11  de maio de 2019

Sexta-feira às 20:00 horas/  Sábado às 19:00 horas

Local: Centro Cultural Santo Amaro – Teatro Leopoldo Fróes

Endereço: Avenida João Dias, 822 (próx. ao metrô Adolfo Pinheiro- Linha Lilás)

Ingressos: Grátis

Informações: (11) 5541-7057

Classificação: LIVRE

Duração: 45 min.

Ator e bailarino moçambicano Pak Ndjamena estreia espetáculo no Brasil durante o Sesc EntreDança 2019

O ator, bailarino, coreógrafo e performer moçambicano Pak Ndjamena faz a estreia no Brasil do seu novo espetáculo, Influx, no Rio de Janeiro. Será durante o Sesc EntreDança 2019, um dos maiores eventos de dança do país que começa nesta quarta-feira (30/4) e se estende até o dia 2 de junho. O artista apresenta duas sessões. A primeira na sexta-feira (3/5), no Sesc Ramos, às 19h30, e a segunda no domingo (5/5), no Sesc Copacabana, às 19h.

Trata-se de uma instalação em movimento, onde o corpo se transforma num objeto humano que se move ao som de uma máquina de costura. A montagem inspira a reflexão sobre a migração, não de pessoas entre fronteiras geográficas e políticas, mas sim de ideias e objetos carregados por pessoas no espaço urbano. Com carreira iniciada em 1996, Pak Ndjamena tem formação em Dança Contemporânea. Participou de vários festivais, projetos nacionais e internacionais, destacando-se com os coreógrafos Maria H. Pinto, Augusto Cuvillas, Miguel Pereira, Horácio Macuacua e Panaibra Gabriel. Atualmente reside em Moçambique e dirigi os seus projetos dentro e fora do país, tendo ministrado aulas e oficinas de dança contemporânea a todos os níveis e técnicas para profissionais e amadores.

Em sua quarta edição, o evento – que rendeu ao Sesc RJ a indicação ao Prêmio Cesgranrio 2018 na categoria especial – traz como tema “O corpo negro”. Com curadoria do Sesc RJ e cocuradoria da artista, pesquisadora e docente Carmen Luz, o Sesc EntreDança 2019 mostra um conjunto multifacetado de obras de dança criadas e executadas por artistas, negros e negras, de diferentes gerações, percursos, estéticas, metodologias, classes, pontos-de-vista e pertencimentos. A programação busca o reconhecimento pleno dos fazeres e moveres destes artistas – no palco e fora dele, estimulando a construção de novas compreensões sobre os diversos lugares de fala e reivindicações dos mesmos.

Até o dia 2 de junho, o Sesc EntreDança vai movimentar unidades do Sesc RJ na capital, Região Metropolitana e Interior, além de espaços públicos e de parceiros. Serão 75 apresentações de 14 grupos do Rio de Janeiro, São Paulo, Togo e Moçambique. Dos 14 espetáculos, 11 são inéditos no Rio ou estão estreando nacionalmente no estado. Os ingressos populares custam entre R$ 2,50 e R$ 30. Estudantes de dança não pagam.

Espaços que integram a cartografia da dança negra na cidade também recebem atividades. São eles a Casa do Jongo, a Escola Carioca de Danças Negras, a Roda Cultural de Olaria, além do Terreiro Contemporâneo, berço da Segunda Black, projeto vencedor do Prêmio Shell 2018.

A programação completa está disponível em www.sescrio.org.br

SERVIÇO

Sesc EntreDança | O corpo negro

De 30 de abril a 2 de junho de 2019

Convidados

Carmen Luz | Cia Babalakina | Cia Kawin | Cia Rubens Barbot – Teatro de Dança | Companhia de Aruanda | Cristina Moura | Curso de Licenciatura em Dança da Universidade Cândido Mendes | Departamento de Artes Corporais da UFRJ | Faculdade Angel Vianna | Grupo Fragmento Urbano | GW Cia de Performance | Imperadores da Dança | Jongo de Pinheiral | Laso Cia de Dança | Luciane Ramos-Silva | Nave Gris Cia Cênica | Pak Ndjamena | Tiago Oliveira.

Noite de Abertura:

ENTREFALAS | O corpo negro: narrativas autorais | palestra e apresentação do grupo Jongo de Pinheiral

30 de abril | 19h | Sesc Copacabana

 

Espetáculos:

 

À MARGEM | Tiago Oliveira

9 a 19 de maio | 18h | Sesc Copacabana

 

Ägô – Conversas/trabalho em processo. Um Solo de Cristina Moura.

23 de maio a 2 de junho | 20h | Sesc Copacabana

 

A-VÓS | Nave Gris (SP)

4 e 5 de maio | 20h | Sesc Copacabana

 

BATALHA DOS RITMOS! Passinho vs Danças Urbanas | Imperadores da dança e GW Cia de Performance

5 de maio | 14h | Parque Madureira

9 de maio | 21h | Roda Cultural de Olaria

29 de maio | 18h | Sesc Nova Iguaçu

31 de maio | 15h | Praça Demerval Barbosa Moreira (Nova Friburgo)

 

CORREDEIRA | Nave Gris (SP)

2 e 3 de maio | 20h | Sesc Copacabana (*em programa duplo com o espetáculo Vozes de Nós)

9 de maio | 19h30 | Sesc Ramos

11 de maio | 19h | Sesc Nova Friburgo

 

DANÇA NANÁ E OUTRAS COREOGRAFIAS| Cia Rubens Barbot – Teatro de Dança

11 de maio | 19h | Sesc Nova Friburgo

16 a 19 de maio | 20h | Sesc Copacabana

24 de maio | 19h30 | Sesc Ramos

 

DESENHO | Cia Kawin

23 de maio a 2 de junho | 18h | Sesc Copacabana

 

ENCRUZILHADA | Grupo Fragmento Urbano (SP)

1º de maio | 15h | Sesc Nova Iguaçu

2 de maio | 21h | Roda Cultural de Olaria

3 de maio | 15h | Praça Demerval Barbosa Moreira (Nova Friburgo)

5 de maio | 15h | Parque Madureira

FUZUÊZINHO | Companhia de Aruanda

Apresentações fechadas para estudantes de escolas públicas

 

JONGO DE SURPRESA | Jongo de Pinheiral

30 de abril a 5 de maio |Nova Friburgo, Nova Iguaçu e Rio de Janeiro.

 

INFLUX | Pak Ndjamena

3 de maio | 19h30 | Sesc Ramos

5 de maio | 19h | Sesc Copacabana

 

NUNCA MAIS | LASO CIA. DE DANÇA

9 a 12 de maio | 20h | Sesc Copacabana

17 de maio | 19h30 | Sesc Ramos

25 de maio | 19h | Sesc Nova Iguaçu

31 de maio | 19h | Sesc Nova Friburgo

 

OLHOS NAS COSTAS E UM RISO IRÔNICO NO CANTO DA BOCA | Luciane Ramos-Silva (SP)

2 a 5 de maio | 18h | Sesc Copacabana

 

VOZES DE NÓS | Cia Babalakina

2 e 3 de maio | 20h | Sesc Copacabana (*em programa duplo com o Corredeira)

4 de maio | 19h30 | Sesc Nova Iguaçu

17 de maio | 19h | Sesc Nova Friburgo

 

Ações formativas:

 

ENTRECORPOS | oficinas

Oficinas de técnicas e processos de criação com os artistas participantes do projeto. As inscrições para as atividades realizadas nas unidades do Sesc RJ devem ser realizadas mediante envio de email para entredanca@sescrio.org.br informando nome, contato telefônico e oficina/unidade pretendida.

Oficina de Jongo | Jongo do Pinheiral

2 de maio | 10h às 12h | Faculdade Angel Vianna (*exclusiva para alunos da faculdade)

3 de maio | 17h às 19h | Sesc Nova Friburgo

Subsídios de Danças | Pak Ndjamena

30 de abril e 1º de maio | Sesc Ramos | 10h às 15h

A diáspora no corpo que dança: autonomia e poder nas travessias atlânticas | Luciane Ramos-Silva

3 e 4 de maio | Sesc Copacabana | 13h às 15h

Danças Negras na encruzilhada: as entoações são de muitos sotaques | Grupo Fragmento Urbano

2 de maio | Sesc Ramos | 10h às 13h

Oficina de passinho | Imperadores da dança

17 de maio | 18h às 20h | Escola Carioca de Danças Negras (*exclusiva para alunos da escola)

28 e 30 de maio | 10h às 13h | Sesc Ramos

Ofícios e manufaturas do movimento | Cia Nave Gris

6 de maio | 14h às 16h | UFRJ (*exclusiva para alunos da universidade)

10 de maio | 18h às 21h | Sesc Nova Friburgo

 

ENTRECORPOS | intercâmbios entre companhias

Encontros fechados de troca de procedimentos técnicos entre os artistas participantes do projeto.

1º de maio | 17h às 20h | Sesc Nova Iguaçu | Grupo Fragmento Urbano e GW Cia de Performance

2 de maio | 17h às 20h | Terreiro Contemporâneo | Cia Rubens Barbot e Pak Ndjamena

4 de maio | 17h às 20h | Casa do Jongo da Serrinha | Grupo Fragmento Urbano e Jongo de Pinheiral

7 e 8 de maio | 14h às 17h | Sesc Copacabana | Cia Babalakina e Cia Nave Gris

ENTREESTUDOS | trânsitos entre produções acadêmicas

2 e 3 de maio | Teatro de Arena | Sesc Copacabana

 

SERVIÇOS

Locais de apresentação

Sesc Copacabana

R. Domingos Ferreira, 160 – Copacabana, Rio de Janeiro – RJ | Telefone: (21) 2548-1088

Sesc Nova Iguaçu

Rua Dom Adriano Hipólito, 10 – Moquetá, Nova Iguaçu – RJ | Telefone: (21) 2797-3001

Sesc Nova Friburgo

Av. Pres. Costa e Silva, 231 – Centro, Nova Friburgo – RJ |Telefone: (22) 2543-5000

Sesc Ramos

R. Teixeira Franco, 38 – Ramos, Rio de Janeiro – RJ | Telefone: (21) 2290-4003

Escola Carioca de Danças Negras

R. Santo Estevão, 103 – Andaraí, Rio de Janeiro – RJ | Telefone: (21) 96513-3301

Casa do Jongo da Serrinha

R. Compositor Silas de Oliveira, 101 – Madureira, Rio de Janeiro – RJ | Telefone: (21) 34574176

 

Faculdade Angel Vianna

R. Jornalista Orlando Dantas, 2 – Botafogo, Rio de Janeiro – RJ

 

UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro | Departamento de Artes Corporais | Prédio da EEFD – Escola de Educação Física e Desportos

Av. Carlos Chagas Filho, 540. Cidade Universitária – RJ

Parque Madureira | R. Soares Caldeira, 115 – Madureira, Rio de Janeiro – RJ

 

TARIFAS

 

Ingressos | Espetáculos | Sesc Copacabana

Espetáculos: R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia entrada para casos previstos por lei), R$7,50 (associados Sesc com carteira válida), gratuito (estudantes de Artes Cênicas com documentação válida).

 

Ingressos | Espetáculos | Sesc Ramos | Sesc Nova Iguaçu | Sesc Nova Friburgo

Espetáculos: R$10,00 (inteira), R$5,00 (meia entrada para casos previstos por lei), R$2,50 (associados Sesc com carteira válida), gratuito (estudantes de Artes Cênicas com documentação válida).

Ingressos | Atividades Formativas | todas as unidades

Gratuitas, mediante inscrição pelo email: entredanca@sescrio.org.br.

* O projeto Sesc EntreDança integra a ação Mesa Brasil Sesc. Levando um quilo de alimento não perecível cada pessoa tem direito a 50% de desconto sobre a tarifa correspondente.

Dança e LIBRAS em aulão gratuito para surdos

A dançarina flamenca Clara Kutner criou a OFICINA DANÇA COM LIBRAS e convidou o ator e professor surdo Bruno Ramos para a atividade voltada para surdos e ouvintes, jovens e adultos, que amam dançar. O evento acontecerá no dia 27 de abril (sábado). A oficina é inédita no Rio de Janeiro e faz parte do projeto “Som uma coreografia para surdos”, em desenvolvimento no Artsonica Residência Artística. O aulão será das 15h às 19h, no Centro de Movimento Deborah Colker, na Rua Benjamin Constant 30 – Glória. Com vagas limitadas, as inscrições devem ser feitas enviando nome completo para o e-mail somumacoreografia@gmail.com.

O objetivo da “Oficina de dança com LIBRAS” é estimular o público surdo e ouvinte a criar coreografias a partir do gestual das Língua Brasileira dos Sinais, um conjunto de formas gestuais utilizado por deficientes auditivos para a comunicação entre eles e outras pessoas, sejam elas, surdas ou ouvintes. A ideia de Clara para o evento do dia 27 de abril é encontrar mais bailarinos surdos interessados em participar da residência SOM, colaboradores fundamentais para pesquisa se realizar.

 

“Quero formar um grupo entre 8 e 15 pessoas para participarem da coreografia e da concepção da música que será criada dentro dos dois meses da pesquisa no Artsonica. Serão aproximadamente dez encontros com aulas de dança contemporânea e flamenca, além da troca entre os residentes. Este projeto de grupo de dança conta com uma parceria com o INES (Instituto Nacional de Educação de Surdos), o Centro de Movimento Deborah Colker e A Casa de Espanha”, explica Clara.

 

A proposta “Som uma coreografia para surdos” do Artsonica Residência Artística é criar estímulos sensoriais de dança em surdos (ou pessoas com algum outro tipo de deficiência auditiva) por meio de ondas sonoras transformadas em vibração que serão emitidas através de uma plataforma de madeira instalada em uma caixa acústica.

 

A tecnologia que será apresentada na exposição que acontecerá em setembro deste ano no Centro Cultural Oi Futuro Flamengo, no Flamengo, zona sul do Rio, está sendo pesquisada por Clara em parceria com o artista sonoro Floriano Romano, com o compositor, violinista e arranjador Luciano Câmaram juntamente com o cajonista e luthier Alejo. Já a música está sendo produzida por Luciano e Alejo, que trabalha nos arranjos de base da dança e construção da plataforma vibratória. O vídeo contara com o trombone de Ciça Salles e a alfaia de Chica Batella. A produção de Ylla Gomes e Mentoria do artista Sonora Floriano Romano. 

 

Apesar de avanços em termos de acessibilidade, surdos ainda enfrentam barreiras. Segundo o IBGE, 9,7 milhões de brasileiros são surdos ou têm deficiência auditiva. No DIA NACIONAL DAS LIBRAS, celebrado em dia 24 de abril, a importância de gerar meios para que essa população com necessidades especiais tenha condições de participar ativamente no mercado de trabalho, eventos, cultura e educação é um desafio a ser ultrapassado. Exemplo dessa preocupação com a acessibilidade é o projeto “Som uma coreografia para surdos – Artsonica Residência Artística”, que une dança, música e LIBRAS e é idealizado pela cineasta e bailarina em dança flamenca Clara Kutner.

 

A preocupação com a acessibilidade é realidade no Artsonica Residência Artística, que contratou intérpretes de LIBRAS para fazerem as traduções simultâneas das palestras realizadas pelo Paposonica, evento no qual os artistas residentes do projeto apresentam ao público o andamento de suas criações. 

 

“Não se trata apenas de cumprir a Lei, mas de garantir a inclusão de pessoas surdas nos processos criativos da cultura. Por isso contratamos os intérpretes. São mecanismos que facilitam aprendizado daqueles que necessitam de tratamento especial. Nossas palestras são gratuitas e também transmitidas ao vivo na internet”, diz Julio Zucca, diretor da Zucca Produções.

 

“Som uma coreografia para surdos” tem a coreografia sendo criada pelo ator surdo e professor de LIBRAS, Bruno Ramos. Os movimentos da dança contam com as participações especiais de Miguel Alonso, bailarino flamenco de Cuba radicado em São Paulo, e, Lucas Lima, que é bailarino surdo convidado para criar e sentir a coreografia. Lucas tem 21 anos e mora com a mãe na Taquara, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro, e dança desde criança. Ele integrou o grupo de alunos do Centro de Artes da Maré e carrega o objetivo de se tornar o primeiro dançarino surdo do Brasil.

 

 


Acompanhe o Artsonica nas redes sociais

Site: http://artsonica.com.br/

Facebook – https://web.facebook.com/souartsonica/

Instagram – https://www.instagram.com/souartsonica/

Twitter – https://twitter.com/souartsonica

Google+ – https://plus.google.com/u/0/112064595914091750022

Youtube – https://www.youtube.com/channel/UCv3bvhuJF0lroTHSxzQOJ7Q