Um Certo Canto Brasileiro

A Studio3 Cia. de Dança, companhia brasileira de dança que tem representado o País no mundo todo em eventos significativos no cenário da dança, em cidades como Milão, na Itália, Paris, Lyon e Biarritz, na França, Regensburg, na Alemanha, Lisboa e Porto, em Portugal, e também nos palcos do Brasil, reestreia o espetáculo ‘Um Certo Canto Brasileiro’, de Anselmo Zolla, em mais uma parceria com o MASP.

O público irá ‘viajar’ no tempo e no espaço com ‘Um Certo Canto Brasileiro’ e se identificar de imediato com as músicas, dos anos 30 aos 80, que marcaram várias épocas e gerações. O idealizador do espetáculo, Anselmo Zolla, e o diretor musical, Felipe Venancio, apresentam canções populares brasileiras, atemporais e imortalizadas por suas letras e interpretações.

A vida da gente é um filme repleto de lembranças em que a música faz a nossa trilha. Através da dança e do som, a plateia irá se emocionar com as pérolas brasileiras que foram resgatadas. As coreografias muito entrosadas com a música faz com que os espectadores sintam vontade de dançar e fazer parte da montagem. É um universo muito nosso, rico, que vai trazer à tona uma memória afetiva.

No palco estão presentes as vozes únicas de Caetano Veloso, Tim Maia, Maysa Matarazzo, Chico Buarque, Roberto Carlos, Bethânia, Cartola, Elizeth Cardoso, Angela Maria, Jamelão, Milton Nascimento, Tom e Elis. É um reencontro com os grandes cantores.

Outro destaque do espetáculo é o belo cenário todo feito em papelão ondulado produzido pela Klabin, assinado por Antônio S. Lemes. Se vivemos num mundo onde nos preocupamos com o meio ambiente e a reciclagem dos objetos, é necessário que o espaço cênico das grandes montagens acompanhe esse tendência ecológica.

Sobre a Studio3 Cia. de Dança

A criação da Studio3 Cia. de Dança representa a consolidação de um trabalho artístico cuidadosamente preparado pelo seu coreógrafo e diretor artístico Anselmo Zolla, sob a direção geral de Evelyn Baruque. Criada em 2005, a companhia hoje conta com 18 intérpretes em seu elenco, provenientes de diversas formações e origens profissionais.

Sobre Anselmo Zolla

Anselmo Zolla atuou como bailarino nos teatros alemães de Kaiserslautern e Wiesbaden. No exterior, onde permaneceu por oito anos, ele criou obras para as companhias Azet Dance Company, Teatro de Heidelberg, Teatro de Mannheim e Teatro de Kaiserslautern. No Brasil, trabalhou ao lado de Deborah Colker e também no Balé da Cidade de São Paulo e na Quasar Cia. de Dança. Atualmente é diretor artístico da Studio3 Cia. de Dança.

Ficha Técnica

 

‘Um Certo Canto Brasileiro’

Com a Studio3 Cia. de Dança e a bailarina Vera Lafer

Idéia e direção coreográfica: Anselmo Zolla

Coreógrafia: Anselmo Zolla e elenco de intérpretes criadores

Ensaiador e assistente de coreografia: Gustavo Lopes

Direção Musical: Felipe Venancio

Cenografia: Móveis em papelão ondulado – Antônio S. Lemes/ Klabin Embalagens

Desenho de Luz: Joyce Drummond

Relações Públicas/ Convidados: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

Assessoria de imprensa: Liège Monteiro e Luiz Fernando Coutinho

Serviço

‘Um Certo Canto Brasileiro’

Local: MASP Auditório

Endereço: Av. Paulista, nº 1578, Cerqueira César, São Paulo, SP

Data e horário:

20 de setembro, sexta-feira

Às 20h

Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (meia-entrada)

Venda pela Internet:

https://masp.byinti.com/#/ticket/eventInformation/7EWAQyBfwWzXd-O4KCnD

Telefone: (11) 3149-5959

Horário da bilheteria: terça a domingo, das 10h às 17h30. Quinta-feira, das 10h às 19h30.

Em dias de espetáculo, a bilheteria funcionará até o horário de início da apresentação.

Cartões: todos

Estação de metrô próxima: Trianon-Masp

Indicação etária: livre

Duração: 60m

Capacidade de público por sessão: 374 pessoas

Crédito das fotos: Renan Livi

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Mostra de Dança Urban Charme e espetáculo ‘People’ agitam o Teatro Angel Vianna

O charme e o hip hop serão as grandes atrações dos espetáculos que serão realizados de 11 a 13 de outubro no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, no Teatro Angel Vianna, sob a direção de Marcus Azevedo e Eduardo Gonçalves. Em sua 8ª edição, a Mostra de Dança Urban Charme convida, de forma inédita, 30 coreógrafos renomados e especializados em danças urbanas, oriundos do Estado do Rio de Janeiro e de Brasília. As apresentações acontecerão sempre às 20h. No mesmo final de semana, será promovida a 2ª edição da peça coreografada ‘People’, que traz novas cenas e retrata o cotidiano vivido nos bailes de charme do Rio, e será encenada às 18h.

“A proposta desta edição do Urban Charme é homenagear o ritmo ‘charme’ em suas diversas vertentes e sob os diferentes olhares daqueles que defendem este movimento cultural através da dança, dos passos elegantes e de toda a trajetória de luta e resistência que carregam em si. O público poderá conhecer o trabalho artístico de coreógrafos de diversas regiões do Rio de Janeiro e de Brasília. Este encontro promete fortalecer ainda mais o charme, ritmo consagrado nos anos 80 e 90 e que encanta gerações até hoje”, conta Marcus Azevedo, diretor da mostra e líder da Dança & Charme Cia.

Participam da 8ª edição do Urban Charme os coreógrafos Flávio Soul (XSTYLE Dance Caxias), Cleyton Hilário (Convexus Dance Company – Zona Oeste), Soninho (9lug – Zona Sul), Júlio Bottoni e Bruno Wilhams (Styles – Tijuca), Kleyton Muniz (KJ Company – Magé), Samuel Malaquias e Paloma Schonwandt (Element Urban e Conexão Império Urbano – Petrópolis), Ivo Xavier (Charme em Movimento – DF/Brasília), Sonia Maria (Seja Charme – DF/Brasília),  Dany Possidônio (Legacy – Comunidade do PPG), Hudson Bruno (Dance in Rio – Morro dos Tabajaras), Dândara Corrêa e Luan Soul (Arte Carioca Urbana – S. J. de Meriti), Davi Olliver (Rewild Dance Company – São Gonçalo), Josi Lavinas/João Herique/Caio Ribeiro/Lucas Leiroz (Bang, AG, BlackTude, Xperience – Madureira), Eduardo Gonçalves (Originais do Charme – Madureira), entre outros.

A Mostra de Dança Urban Charme foi criada em 2015 e não possui caráter competitivo. O evento oferece ao público um panorama da produção criativa de grupos de danças urbanas, em sua maioria das periferias do Rio de Janeiro, desafiando os participantes a desenvolverem temas estipulados para cada edição. A Urban Charme recebe entre 600 e 700 pessoas por temporada. Já atrai atenção de companhias de além Rio e também infantis ou mistas – integradas por adultos, jovens e crianças. Isto ressalta a capacidade de atração de plateias não restritas ao Estado e de todas as faixas etárias.  Abraçados pelo charme, os estilos musicais diversos, seguindo os desafios da temática de cada evento, enriquecem e estimulam a renovação desta manifestação cultural genuinamente suburbana carioca. E levam novos ares ao gênero. O espaço naturalmente agregador, envolvente, democrático e pacífico do charme mantém as portas abertas para novas influências.

Espetáculo People apresenta segunda temporada com novas cenas

Em sua segunda temporada, o espetáculo “People”, também dirigido pela dupla de coreógrafos Marcus Azevedo e Eduardo Gonçalves, da Dança & Charme Cia., apresentará novas cenas. Sucesso de público desde a primeira edição, realizada em julho deste ano, a peça está de volta e será realizada de 11 a 13 de outubro, às 18h, no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, no Teatro Angel Vianna.

O espetáculo pretende mostrar um pouco do cotidiano e da realidade vivida pelos dançarinos de ritmos urbanos como o Charme, popularmente conhecidos como “Charmeiros”. O elenco conta com 22 atores e bailarinos, todos frequentadores dos bailes, que passaram por uma preparação corpórea e de movimentos rigorosa. Na seleção musical, o público poderá assistir a performances coreografadas com canções clássicas dos bailes de charme, além de Elza Soares, Racionais MCs, Tim Maia, Chaka Khan, entre outros.

“People” pretende exaltar a conexão entre ritmos de dança urbana e os sonhos e emoções daqueles que se entregam à arte. “Esta segunda temporada é uma versão ‘plus’ e traz cenas que não foram apresentadas na estreia, novos olhares sobre o cotidiano dos ‘charmeiros’, das suas lutas vencidas diariamente e de toda a influência do ‘charme’ no jeito deles se vestirem e se posicionarem no dia a dia. Nosso objetivo é mostrar, através dos personagens da vida real, como o ‘charme’ é capaz de transbordar elegância e sentimentos positivos naqueles que o seguem”, conta Marcus.

Mostra de Dança Urban Charme – 8ª edição

Data: de 11 a 13 de outubro

Horário: 20h

Ingressos: R$20 (inteira) / R$10 (meia-entrada)

Local: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro (Teatro Angel Vianna)

Endereço: Rua José Higino, 115 – Tijuca

Classificação: Livre

Espetáculo People – 2ª temporada

Data: de 11 a 13 de outubro

Horário: 18h

Ingressos: R$20 (inteira) / R$10 (meia-entrada)

Local: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro (Teatro Angel Vianna)

Endereço: Rua José Higino, 115 – Tijuca

Classificação: Livre

Ballet ‘Coppélia’ no Theatro Municipal do RJ

O espetáculo ‘Coppélia’ retorna aos palcos da casa dia 28 de setembro. A obra, com música composta por Léo Delibes, terá sua ‘rentrée’ em grande estilo. Um dos poucos ballets na linha cômico-sentimental, ‘Coppélia’, que estreou em 1870, na Ópera de Paris, continua cativando o público com sua história baseada no conto “Der Sandmann” – O Homem de Areia – de E.T.A. Hoffman.

Em três belos atos, conta a atração súbita de Franz, noivo de Swanilda, uma bela jovem de uma aldeia da Cracóvia, por outra moça que é vista frequentemente na varanda da casa do Dr. Coppelius, um extravagante artesão de brinquedos, com fama de bruxo.

Uma curiosidade sobre ‘Coppélia’ é que foi o primeiro grande balé clássico a incluir danças folclóricas, como mazurcas, polcas e czardas, dando mais realismo à obra, ambientada na Polônia. Sua atmosfera fantástica introduziu no mundo do ballet os autômatos e bonecas, que depois se tornaram personagens comuns em outras obras, como o fantoche que dá título ao famoso ballet Petrushka, de 1911.

Com mise-en-scène de Dalal Achcar, a montagem terá coreografia do cubano Enrique Martinez, criada em 1968 para o American Ballet Theater e encenada pelas maiores companhias do mundo desde então. O Ballet do Theatro Municipal, dirigido por Cecília Kerche, se apresentará com a Orquestra Sinfônica do TM, regida pelo maestro Tobias Volkmann.

Swanilda: Claudia Mota e Renata Tubarão

Franz: Cícero Gomes, Filipe Moreira e Alef Albert

Cenários e figurinos: José Varona

 

Serviço:

Datas e horários:

Estreia dia 28/09 às 17h00

Récitas:

29/09, 05/10 e 06/10 – 17h00

01/10, 02/10 e 04/10 às 19h00

Preços dos ingressos:

Frisas e camarotes – R$ 600
Plateia /Balcão Nobre: R$ 100
Balcão Superior Central: R$ 70
Balcão Superior Lateral: R$ 40
Galeria Central: R$ 40
Galeria Lateral: R$ 20

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro

Lotação – 2.226 lugares

Duração total – 2h30

Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com

Patrocínio Ouro Petrobras

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquete Pinto e Ingresso Rápido

Realização: Fundação Teatro Municipal, Associação de Amigos do Theatro Municipal, Secretaria Especial de Cultura, Ministério da Cidadania e Governo Federal

O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.

Homepage: http://www.theatromunicipal.rj.gov.br/

Instagram: @theatromunipalrj

Facebook: https://www.facebook.com/theatro.municipal.3/

“Cheiro de Manga” no Teatro Cacilda Becker

CHEIRO DE MANGA propõe uma viagem até Toubab Dialaw, pequena vila ao sul de Dakar\Senegal. Através dos sons, das cores, dos cheiros e do movimento, instiga a criação de memória através do imaginário. Numa atmosfera sensorial, o espetáculo busca contar histórias e redescobrir os caminhos de terra batida da pequena vila de pescadores e seus arredores.

O ESPETÁCULO:

Com concepção, direção e interpretação de Laura de Castro e trilha original composta pelo músico Eduardo RezendeCHEIRO DE MANGA é uma experiência multilinguística, trazendo para a cena a dança contemporânea, os movimentos africanos, o teatro, o canto, a música,  tudo num ambiente que aguça os sentidos: a manga que é oferecida ao público, as luzes que se apagam para ampliar o som dos tambores, o cheiro do hibisco misturado com a areia que marca o círculo no chão e faz com que os espectadores fiquem em roda, convidando-os a participar e criar sua viagem até o Senegal.

 

O PROJETO:

CHEIRO DE MANGA surgiu como uma necessidade da artista Laura de Castro de transformar em algo palpável a vasta experiência que foi passar três meses na África em residência artística na École des Sables, em Toubab Dialaw. Nessa vivência, muitas questões surgiram: religiosas, ambientais, culturais, raciais e corporais. Ao voltar ao Brasil, Laura percebeu que o compartilhamento dessas questões através da cena abriria outras janelas de entendimento. Assim surge o espetáculo que refaz sua viagem e convida o público a também viajar para que juntos desbravem estas questões e possibilitem o surgimento de outras.

FICHA TÉCNICA

Concepção, Criação e Interpretação: LAURA DE CASTRO

Consultoria artística: RUI MOREIRA

Trilha sonora original e operação de som: EDUARDO REZENDE

Voz off: PATRICK ACOGNY

Desenho de som e produção musical: ALMIR CHIARATTI

Diretor Musical e Operação de som: EDUARDO REZENDE

Criação de luz: PEDRO STRUCHINER

Operação de luz: MÁRCIO ALVES

Assessoria de imprensa: SANDRA ALENCAR

Produção: LAZÚLI CULTURA– JACQUELINE DE CASTRO

SERVIÇO:

O Que? CHEIRO DE MANGA

Quando? 13 a 15 de setembro

Sexta e Sábado – 20h \\ Domingo – 19h

Onde? Teatro Cacilda Becker

Rua do Catete, 338 –Catete/Rio de Janeiro \\ 21 2265 9933

Quanto?  R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia).   

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 50 minutos

 Contato: (31) 99673.4519\ (21) 99773.0525

Criado nas ruas do Rio, “Degraus” propõe intervenção em escadas simbólicas da cidade

Subir aos céus, rolar escada abaixo: ascensão e queda, passagem e permanência, espaço público e privado. Em Degraus, seu novo espetáculo, o Grupo SATS passeia por essas imagens arriscando-se a ocupar a cidade dançando em escadarias públicas. A escada é um símbolo mítico no inconsciente coletivo: uma imagem que move princípios religiosos, morais e éticos, ligados à ideia de ascensão, hierarquia e justiça. Corresponde também a uma ideia de passagem, processo, peregrinação. Espaço transitório, a escada é, em si, um entre-lugar.

            A estreia acontece em um espaço de relevância história e política da cidade: na escadaria de acesso ao Palácio Tiradentes, sede da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), às 10 horas. A Câmara de Vereadores, na Cinelândia, também será palco para o espetáculo, em sessões sempre às 17 horas, nas escadas do prédio. A temporada segue até o dia 06 de outubro, sábados e domingos na ALERJ (10h), e aos sábados na Câmara (17h)

E foi também a céu aberto que “Degraus” começou a ser criado no início de 2019, mas precisamente na Rua Taylor, em uma escada que liga Santa Teresa à Lapa. Deisi Margarida e Rodrigo Gondim, intérpretes e diretores, buscavam incorporar à pesquisa coreográfica iniciada em UMAN – trabalho anterior do grupo –  indagações sobre a ocupação do espaço público: O que seria habitar este vazio simbolizado pela escada, este lugar propício a tropeços, a queda, ao desequilíbrio? Quem tem direito ao trânsito na cidade? Olhando para outra direção, no caso, para baixo: quem se deita no espaço público?

– Na primeira imagem que nos vem à cabeça: os renegados do espaço privado. O chão da cidade é algo sujo, que se passa, apenas. E a escada é este solo de risco, com percalços, imprópria para a dança sofisticada do linóleo. Deste modo, refletirmos sobre método, a ideia de técnica, a ideia de coreografia e muitas outras questões – comenta Deisi.

Estar na rua abriu ao grupo novas formas de criar, mas também de se relacionar com a cidade e seu entorno, inclusive com o outro. Durante o processo, transeuntes da escada que serviu de “sala de ensaio” para a companhia interferiram cotidianamente no processo, de corpo presente – como os moradores de rua emocionados que abordavam os intérpretes – ou em rastros de passagem encontrados no lixo deixado para trás e até mesmo em furtos sofridos pelos artistas. Tudo, garantem, contribuiu para engrandecer o trabalho.

– Durante todo o processo estivemos na rua, tudo foi criado com a escada-cidade. A cada instante a nossa dança foi afetada pelo contexto da cidade. A aspereza do concreto nos obrigou a testar muitas formas de vestir e de se proteger contra as quedas e as entorses. Não ficamos ilesos. Lidar com a cidade abriu frestas em nós e por elas estamos passando – afirma Rodrigo.

Ao todo serão 16 aparições entre os dias 14 de setembro a 06 de outubro. O espetáculo tem classificação livre e em caso de chuva, o evento será cancelado.

SINOPSE

“Degraus” é uma ação em dança que usa escadarias públicas para pesquisar o corpo em situações de risco, queda e fracasso. A criação de uma fissura como ação na cidade é parte central deste projeto coreográfico. Tendo como base a dimensão simbólica e discursiva das escadas, o espetáculo tem como proposta restituir a dança à sua dimensão política, expondo o corpo, e dissolvendo as disposições convencionais entre o público e o privado.

SERVIÇO

14 de setembro a 6 de outubro

Escadaria do Palácio Tiradentes

Sede da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro – ALERJ (PRAÇA XV)

Sábados e domingos, às 10h.

Escadaria da Câmara dos Vereadores (Cinelândia)

Sábados, às 17h.

Contribuição sugerida: R$ 20 (chapéu)

Classificação: livre

* Em caso de chuva, o espetáculo será cancelado.

Aviso do cancelamento será dado sempre pelas redes do grupo.

Fan page: Grupo SATS

Instagram: @gruposats

FICHA TÉCNICA:

Concepção, direção e coreografia: Deisi Margarida e Rodrigo Gondim

Intérpretes-criadores: Deisi Margarida, Fábio Lacerda, Marina Garcez, Mika Makino, Rodrigo Gondim e Tayane

Almeida.

Composiçao de trilha sonora e  músicos: Fábio Lima e Luciano Pozino

Ensaiadora: Paola Vasconcelos

Figurino: Nivea Faso

Fotografia: Igor Keller

Instrução de Parkour: Pedro Pinheiro

Logomarca e Webdesigner: Renata Aguiar

Programação Visual: Fabio Lacerda e Rodrigo Gondim

Assessoria de Imprensa: Ana Pinto (Pequena Via Produções)

Produção: Deisi Margarida

“Empodere as Mulheres!” no Teatro Cacilda Becker

Pela primeira vez na cidade do Rio de Janeiro, a mineira Cia de Dança Bittencourt apresenta o seu espetáculo Empodere as Mulheres!, idealizado no ativismo feminista e na sua grande importância social. Com diversos temas ou situações da realidade feminina expostos na coreografia, marcada por passos que se enlaçam entre força e sensibilidade, ressalta o feminismo como uma ferramenta de evolução em suas diversas proporções e perspectivas, acreditando ser possível, com ele, a sociedade desenvolver consciência para a transformação e evolução sociocultural.

Assim, pretende provocar a identificação da espectadora e até mesmo desconforto no espectador.

Viabilizado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e com o patrocínio do Instituto Algar, é um projeto de circulação pelos estados de Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo, tendo como seguimento as linguagens de dança contemporânea e jazz. Na capital do Rio de Janeiro, a apresentação ocorre em data única: quinta-feira 12 de SETEMBRO, às 20h, no Teatro Cacilda Becker (Rua do Catete, 338, Catete) com ingressos a R$30 (R$15 meia).

O projeto é idealizado e realizado pela diretora e coreógrafa Karyne Bittencourt e também atua em beneficência à ONG SOS Mulher e Família Uberlândia, para a qual doa parte de sua bilheteria.

Espetáculo RI[T]OS mostra o combate do corpo colonizado consigo mesmo

Com estreia no dia 22 de agosto (quinta-feira) e apresentações dias nos 23 e 24; e de 29 a 31 de agosto, a Taanteatro Companhia traz ao público a performance coletiva RI[T]OS, na Oficina Cultural Oswald De Andrade. Nas quintas e sextas, as apresentações serão às 20h; aos sábados, serão às 18h. Os ingressos são gratuitos.

O disparador dessa obra teatro-coreográfica são os “rios invisíveis” de São Paulo; a transformação de uma riquíssima e abundante bacia hidrográfica ameríndia num sistema de canais de esgoto. Partindo dessa metáfora real do urbanismo predatório, RI[T]OS explora potenciais de transfiguração do corpo organizado por valores, lógicas e práticas de colonização.

Composto por solos e coreografias coletivas, RI[T]OS é o trabalho de conclusão do NUTAAN 2019 – Núcleo Taanteatro: Formação, Pesquisa e Criação. No decorrer de cinco meses, nove performers investigaram processos de criação em coreografia a partir de três eixos da dinâmica Taanteatro: levantamento da mitologia (trans)pessoal, (des)construcão de performance e  rito do xamã.

O NUTAAN 2019 e RI[T]OS fazem parte do projeto [des]colonizações da Taanteatro Companhia, que investiga a aplicação de estudos pós-coloniais na criação teatro-coreográfica.

[des]colonizações foi contemplado pela 25ª edição do Programa Municipal de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo.

FICHA TÉCNICA
Dança/Performance: Janina Arnaud, Gustavo Braunstein, Florido, Vanessa Moraes, Alice Vasconcelos, Adriele Gehring, Pietro Morgado, Adélia Wellington, Sol Whitaker.
Coordenação: Wolfgang Pannek, Mônica Cristina Bernardes
Assistentes de coordenação Isa Gouvêa, Jorge Ndlozy
Supervisão: Maura Baiocchi

SERVIÇO:
O que: Espetáculo “RI[T]OS” – Taanteatro Companhia
Quando: De 22 a 24 de agosto e de 29 a 31 de agosto; quintas e sextas, às 20h; sábados, às 18h.
Onde: na Oficina Cultural Oswald De Andrade, à Rua Três Rios, 363, Bom Retiro, São Paulo, SP.
Quanto: Espetáculo gratuito
Duração: 50 minutos
Classificação etária: 12 anos
Capacidade de público: 30 lugares – A distribuição dos ingressos é feita com uma hora de antecedência.

Informações: Tel: (11) 3222-2662