Programação do Sesc Belenzinho

O Sesc Belenzinho apresenta uma série de filmes nacionais, que foram censurados na época de seus lançamentos, entre os anos de 1968 e 1984. São obras que se tornaram clássicas da produção cinematográfica brasileira, cujas exibições (grátis) ocorrem nos dias 10, 17 e 24 de setembro e 1º de outubro, terças, às 19h30, respectivamente: O Bandido da Luz Vermelha, Eles Não Usam Black-Tie, Pra Frente, Brasil e Cabra Marcado para Morrer.

Esta é uma programação integrada à exposição Meta-Arquivo: 1964-1985 – Espaço de Escuta e Leitura de Histórias da Ditadura, em cartaz na unidade até o dia 24 de novembro de 2019.

 

Exibições

 

10/09. Terça, às 19h30

O Bandido da Luz Vermelha

Dir. Rogério Sganzerla, Brasil, 1968, 92 min.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 14.

Grátis. Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência.

Livremente inspirado em fatos reais. Um assaltante misterioso (Paulo Villaça) usa técnicas extravagantes para roubar casas luxuosas de São Paulo. Ele é apelidado pela imprensa de “bandido da luz vermelha”, já que traz sempre uma lanterna vermelha e conversa longamente com suas vítimas. No entanto, seus roubos e crimes chamam tanta atenção que um implacável policial começa a perseguir o “bandido da luz vermelha”.

17/09. Terça, às 19h30

Eles Não Usam Black-Tie

Dir. Leon Hirszman, Brasil, 1981, 2h14 min.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 14.

Grátis. Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência.

Em São Paulo, em 1980, o jovem operário Tião (Carlos Alberto Riccelli) e sua namorada Maria (Bete Mendes) decidem casar-se ao saber que a moça está grávida. Ao mesmo tempo, eclode um movimento grevista que divide a categoria metalúrgica. Preocupado com o casamento e temendo perder o emprego, Tião fura a greve, entrando em conflito com o pai, Otávio (Gianfrancesco Guarnieri), um velho militante sindical que passou três anos na cadeia durante o regime militar.

24/09. Terça, às 19h30

Pra Frente, Brasil

Dir. Roberto Farias, Brasil, 1982, 1h50 min.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 14.

Grátis. Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência.

Em 1970, o Brasil inteiro torce e vibra com a seleção de futebol no México, enquanto prisioneiros políticos são torturados nos porões da ditadura militar e inocentes são vítimas desta violência. Todos estes acontecimentos são vistos pela ótica de uma família quando um dos seus integrantes, um pacato trabalhador da classe média, é confundido com um ativista político e “desaparece”.

01/10. Terça, às 19h30

Cabra Marcado para Morrer

Dir. Eduardo Coutinho, Brasil, 1984, 1h59 min.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 14.

Grátis. Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência.

Início da década de 60. Um líder camponês, João Pedro Teixeira, é assassinado por ordem dos latifundiários do Nordeste. As filmagens de sua vida, interpretada pelos próprios camponeses, foram interrompidas pelo golpe militar de 1964. Dezessete anos depois, o diretor retoma o projeto e procura a viúva Elizabeth Teixeira e seus dez filhos, espalhados pela onda de repressão que seguiu ao episódio do assassinato. O tema principal do filme passa a ser a trajetória de cada um dos personagens que, por meio de lembranças e imagens do passado, evocam o drama de uma família de camponeses durante os longos anos do regime militar.

Serviço

Exposição: META-ARQUIVO: 1964–1985 – Espaço de Escuta e Leitura ee Histórias da Ditadura

Curadoria e pesquisa: Ana Pato

Artistas convidados: Ana Vaz, Contrafilé, Giselle Beiguelman, O grupo inteiro, Ícaro
Lira, Mabe Bethônico, Paulo Nazareth, Rafael Pagatini e Traplev.

Visitação: Até 24 de novembro de 2019

Terça a sábado, das 10h às 21h. Domingos e feriados, das 10h às 19h30

Local: Galpão. Grátis. Livre para todos os públicos

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.

Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

www.sescsp.org.br/belenzinho

Estacionamento – Terça a sábado (9h às 22h). Domingos e feriados (9h às 20h).

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.

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MIMO Festival abre inscrições para Festival MIMO de Cinema!

Com exibição e difusão de filmes que tenham a música como fio condutor de sua narrativa, o Festival MIMO de Cinema, parte integrante do MIMO Festival, anuncia a abertura das inscrições para quem pretende ter sua obra exibida na programação deste ano. A partir do dia 11 de setembro, até o dia 10 de outubro, será possível se inscrever pelo site www.mimofestival.com.

Podem participar da seleção filmes brasileiros finalizados a partir de janeiro de 2018 e inéditos em circuito comercial de cinema e em canais de televisão. É necessário ter o tema central voltado para a música, não se restringindo a nenhum gênero ou estilo específico. São aceitos curtas, médias e longas metragens, sejam elas ficções, documentários ou animações, falados em língua portuguesa ou com legendas em português.

Importante janela de exibição da produção cinematográfica brasileira sobre música, os filmes são selecionados por uma comissão formada por renomados críticos, produtores e diretores de cinema e a direção artística do Festival. Os filmes são projetados em salas de cinema, tendas, centros culturais e ao ar livre, podendo proporcionar ao público a chance de apreciar a história de um artista na tela e se deliciar ao ouvi-lo na programação de concertos que acontecem simultaneamente durante o festival.

Com formato ímpar, que conquistou plateia cativa, o Festival MIMO de Cinema é dirigido pela cineasta Rejane Zilles e desde a sua primeira edição em 2004, já exibiu 346 filmes onde a música é protagonista. Nesta edição, o Festival MIMO de Cinema acontece nas cidades de São Paulo/SP (22 a 24 de novembro), pela primeira vez, e no Rio de Janeiro/RJ (29 de novembro a 01 de dezembro). A programação é toda gratuita. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site do festival (www.mimofestival.com).

SOBRE O MIMO FESTIVAL

Acumulando cinquenta edições, 16 anos de estrada e mais de um milhão e setecentas mil pessoas de público, o MIMO, festival de música inteiramente gratuito, idealizado e realizado pela Lume Arte, da experiente empresária Lu Araújo (que também assina a curadoria), conta com patrocínio do Bradesco, Certisign e Estácio. O MIMO Festival já exibiu mais de 475 concertos, como as apresentações memoráveis dos artistas Philip Glass, Herbie Hankock, Chick Corea, Jack DeJohnette, John Scofield, Jacob Collier, Goran Bregovic, Emir Kusturica, Pat Metheny, Buena Vista Social Club, Gotan Project e, ainda, os nacionais Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Nelson Freire, Nana Vasconcelos, entre muitos outros grandes nomes. Entre os filmes, “Chico Sciense, Caranguejo Elétrico”, ‘Eu sou Carlos Imperial’, “Mussum – Um filme do Cacildis”, “Legalize já – Amizade nunca morre”, “Com a Palavra, Arnaldo Antunes” passaram pelas telas do festival nas ultimas edições do Brasil e Portugal.

Após o quarto ano em Amarante, Portugal o Mimo já é apontado como um dos principais festivais do país e reuniu um público de mais de 80 mil pessoas. O sucesso do seu posicionamento em terras portuguesas valeu a distinção do Iberian Festival Awards, como “Melhor Infraestrutura de Festivais em Portugal”, em 2017 e 2018.

“Legalidade” estreia em 12/09

LEGALIDADE, filme de Zeca Brito, estreia nesta quinta-feira, dia 12 de setembro, nas cidades de Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia, Palmas, Teresina, Londrina, Niterói, Ponta Grossa, Ananideua, Bagé, Bento Gonçalves, Campo Bom, Cruz Alta, Erechim, Nova Prata, Palmeira das Missões, Rio Grande, Santa Rosa, São Leopoldo e Três Passos.

 

Produzido pela Prana Filmes, a obra foi premiada recentemente durante o 42ª Festival Guarnicê de Cinema (São Luís, MA), vencendo nas categorias de Melhor Direção (Zeca Brito), Direção de Arte (Adriana Borba), Fotografia (Bruno Polidoro) e Melhor Ator (Leonardo Machado – in memoriam).

Um triângulo amoroso, a luta por uma causa cívica, uma revolução feita pelas ondas do rádio. A inteligência e a coragem de um líder. O poder da comunicação gerando uma verdadeira demonstração de força e civilidade. Um movimento de resistência e mobilização popular sem precedentes na história do país: a “LEGALIDADE”.

Com Leonardo Machado, Cleo, Fernando Alves Pinto, Leticia Sabatella e José Henrique Ligabue, o filme aborda o momento histórico brasileiro, em 1961, quando o presidente da República, Jânio Quadros, renuncia e seu vice, João Goulart, deve ascender ao posto. Para evitar que um golpe organizado pelos militares entrasse em curso, o governador do estado do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, inicia um movimento inédito no país, pelo respeito à Constituição Federal.

“Em ‘LEGALIDADE’ quis falar de meu país e das raízes políticas que ligam o Brasil à América Latina. A heroica façanha de Leonel Brizola liderando o povo brasileiro em ato de coragem e civismo, garantindo a posse do presidente João Goulart e a soberania da nação. Através das ondas do rádio o despertar para a constituição, o respeito ao voto popular. Um filme que trama ficção e realidade. Um romance que une visões opostas de mundo. Política, espionagem e comunicação, temas que articulam um dos momentos históricos mais intrigantes do país”, explica o diretor, Zeca Brito.

Numa costura entre 1961 e 2004, ano da morte de Brizola, a jornalista Blanca faz uma investigação que é o fio condutor do filme. Em 1961, durante a Conferência das Nações Americanas, em Punta del Este, o antropólogo brasileiro Luís Carlos reencontra seu amigo e herói, o Comandante Ernesto Che Guevara. Já a misteriosa jornalista, Cecília, tem a difícil tarefa de entrevistar o polêmico governador gaúcho, Leonel Brizola. Brizola e Che Guevara convergem em torno das mesmas causas: ideais de cunho social e a libertação da América Latina da opressão econômica e política dos Estados Unidos, atraindo assim a ira das forças conservadoras. Paralelamente ao universo de tensão política que se instaura, Luís Carlos e Cecília vivem uma intensa história de amor interrompida pelo destino.

Pouco tempo depois, no Brasil, o presidente Jânio Quadros renuncia repentinamente. Enquanto seu vice, João Goulart, está em viagem pela China comunista, o governador Brizola se recusa a aceitar a tomada do poder pelos militares e decide resistir para que seja respeitada a Constituição. Dois irmãos vivem intensamente os dias de crise na República: o jovem anarquista Tonho, que trabalha como fotógrafo, e Luís Carlos, professor. Cecília também está em Porto Alegre, para continuar sua reportagem, quando o levante se inicia e logo conhece Tonho. É dentro do Palácio Piratini, numa situação limite, de guerra eminente, que os dois vivem um romance. Uma relação complicada, já que Cecília irá reencontrar Luís Carlos e terá que fazer uma difícil escolha.

O roteiro do filme começou a ser desenvolvido em 2010 e contou com uma extensa pesquisa. Foi escrito a quatro mãos, pela dupla Leo Garcia e Zeca Brito, que repete a parceria iniciada com a comédia adolescente “Em 97 Era Assim” (direção de Zeca e roteiro de Leo). Ambos também assinam juntos a direção do documentário “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro”, sobre a trajetória do jornalista gaúcho, que também esteve envolvido na Legalidade.

LEGALIDADE” é o sexto longa de Zeca Brito e foi inteiramente rodadono estado do Rio Grande do Sul. O filme é uma produção da Prana Filmes, de Luciana Tomasi.

SINOPSE 
Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Zeca Brito
Roteiro: Zeca Brito e Leo Garcia
Elenco: Cleo, Leonardo Machado, Fernando Alves Pinto, José Henrique Ligabue, Leticia Sabatella, Fábio Rangel, Sapiran Brito
Produção: Luciana Tomasi
Direção de Fotografia: Bruno Polidoro
Direção de Arte: Adriana Borba
Direção de Produção: Glauco Urbim
Figurino: Marcia Nascimento
Maquiagem: Nancy Marignac
Consultoria de Roteiro: Hilton Lacerda e Anna Carolina Francisco
Montagem: Alfredo Barros
Som: Gogó Conteúdo Sonoro

SOBRE O DIRETOR 

Zeca Brito é graduado em Realização Audiovisual pela Unisinos e Artes Visuais pela UFRGS. Dirigiu, roteirizou curtas e longas-metragens exibidos no Brasil e no exterior. Seu curta “Aos Pés” foi escolhido Melhor Filme Júri Popular no Festin Lisboa 2009, e o longa-metragem O Guri, exibido em festivais de Portugal e Brasil. Em 2015 lançou o longa “Glauco do Brasil” na 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e 10ª Bienal do Mercosul. Em 2016 dirigiu o longa “Em 97 Era Assim”, Prêmio de Melhor Direção e Melhor Filme Júri Popular no Festival Cinema dos Sertões (Piauí Brasil), Melhor Direção de Atores na Mostra SESC Brasil, Melhor Filme no The Best Film Fest (Seattle, EUA), Prêmio Especial do Júri no 8th Jagran Film Festival (Índia), seleção oficial no Regina International Film Festival (Regina, Canada), Los Angeles CineFest (Los Angeles, EUA), 51st International Independet Film Festival (Houston, EUA) e Prêmio de Melhor Filme Juvenil Estrangeiro no American Filmatic Arts Awards (Nova York, EUA). Em 2017 dirigiu o documentário “A vida Extra-Ordinaria de Tarso de Castro” exibido no Festival do Rio e 41 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

SOBRE A PRANA FILMES 
A Prana Filmes foi criada em 2011 pelas cineastas Luciana Tomasi e Carlos Gerbase. Focada na produção de filmes e séries de televisão, a companhia produziu o curta “Amores Passageiros”, dirigido por Augusto Canani, vencedor do prêmio de Melhor Filme Estrangeiro em Los Angeles Short Film Festival, e o longa “Menos que Nada”, dirigido por de Carlos Gerbase, indicado como Melhor Roteiro Adaptado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Além das produções audiovisuais, a produtora gerencia desde 2012 uma sala de cinema na cidade de Porto Alegre e é responsável pelo projeto educacional Primeiro Filme e pelo Festival Primeiro Filme, que já está em sua quarta edição.

Luciana Tomasi e Carlos Gerbase foram membros da Casa de Cinema de Porto Alegre por mais de 20 anos, participando de vários longas-metragens, curtas-metragens e séries de televisão, ganhando diversos prêmios em festivais internacionais como Berlim, Havana, Nova York, Los Angeles, Hamburgo, Índia, Portugal, Uruguai, entre outros. Os filmes, produzidos por Luciana Tomasi, já renderam impressionantes 200 prêmios nacional e internacionalmente.

Atualmente, a empresa trabalha na pós-produção do longa-metragem “Legalidade”,  de Zeca Brito; e na série de TV “Turma 5B”, de Iuli Gerbase; participando em festivais com os filmes “Bio”, de Carlos Gerbase, vencedor de 3 prêmios no 45º Festival de Cinema de Gramado (Melhor Filme no Prêmio do Público, Melhor Design de Som e Menção Honrosa para Direção) e “Yonlu”, de Hique Montanari , vencedor do Prêmio ABRACCINE – Melhor Filme Brasileiro de Diretor Estreante do 41º Festival Internacional de Cinema de São Paulo, Melhor Filme da Mostra Internacional de Longas, além de receber o Prêmio da Imprensa, no 9º  Festival Internacional de Cinema da Fronteira. A produtora também está em fase de captação de recursos para a série de TV “Todos Morrem no Fim”, de Carlos Gerbase, e para o longa-metragem “Jepotá”, de Augusto Canani.

Em 2018, a Prana Filmes produziu, em parceria com a Rainer Cine, o longa “Mudança” de Fabiano de Souza, que está em fase de pós-produção. Também produzimos o curta-metragem “A Pedra”, da diretora Iuli Gerbase, que recentemente participou do 40º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano em Havana (Cuba), e do 11º Festival Internacional de Cinema de Jaipur (Índia), vencendo a Menção do Júri na Mostra Panorama Internacional. Agora, a Prana Filmes está em fase de pré-produção do longa “A Nuvem Rosa” de Iuli Gerbase e no desenvolvimento de sete roteiros de filmes e séries de TV.

SOBRE A BOULEVARD FILMES 

A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto, tanto para cinema, quanto para TV e novas mídias. Entre seus lançamentos para as salas de cinema estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), “Filme Sobre um Bom Fim”(Boca Migotto), “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” (Leo Garcia, Zeca Brito), “Histórias que nosso cinema (não) contava” (Fernanda Pessoa) e “Açúcar” (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro), esté último com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2019.

3ª Edição da Mostra do Filme Marginal

A Mostra do Filme Marginal é uma iniciativa que tem por objetivo valorizar e divulgar produções independentes. Não é competitiva, visa a integração. A estratégia é utilizar o projeto como instrumento de difusão, reflexão, estímulo e formação de público para um cinema popular, autoral e crítico. Sendo assim, o espaço é aberto para produções independentes, que coloquem na tela personagens e temáticas sociais, políticas e culturais diversificadas.

A terceira edição 2019 acontecerá em setembro no Rio de Janeiro, em outubro em Belo Horizonte e em novembro em Salvador. Forma inscritos 600 filmes e 118 selecionados.

A Sessão de Abertura vai ser realizada pelo segundo ano seguido no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica no dia 14/09.

Três filmes serão exibidos neste dia:

Custos de Marilene Ribeiro, Monólogo Ao Pé do Ouvido de Francisco Pereira e Daniel Bretas e LAMA: O Crime Vale no Brasil de Carlos Pronzato cineasta argentino homenageado na edição deste ano.

A Mostra é inteiramente gratuita. Acreditamos que dessa forma poderemos facilitar e garantir o acesso da população, oferecendo sempre uma programação de qualidade.

Sobre os filmes:

1. Custos,

Documentário, 20 min, Brasil, 2018, Livre. Direção: Marilene Ribeiro.

Sinopse: Em resposta ao investimento dos últimos anos na construção de grandes hidrelétricas como solução para o crescimento econômico ‘sustentável’ do Brasil, CUSTOS aborda as transformações que tais empreendimentos ocasionam no ambiente local e nas pessoas que ali vivem. Moradores das regiões atingidas por três projetos de hidrelétricas – Sobradinho (Bahia, 1971-1978), Belo Monte (Pará, 2011-em construção) e Panambi (Rio Grande do Sul, planejada para ser construída em um futuro próximo) – desenham, cantam e falam sobre suas percepções acerca das situações vividas em depoimentos emocionados que discorrem sobre a imaterialidade dos custos envolvidos em tais obras. CUSTOS é uma reflexão sensível sobre violações, sobre o colapso da natureza, sobre identidade e memórias, agora submersas, porém vivas.

2. Monólogo Ao Pé do Ouvido.

Video-Performance, Brumadinho/MG, 2 min, 2019, Livre. Realização: Francisco Pereira e Daniel Bretas.

Sinopse: SOBRE TRAGÉDIAS ESPERADAS, NÃO-EVITADAS.

O medo dá origem ao mal

O homem coletivo sente a necessidade de lutar

O orgulho, a arrogância, a glória

Enche a imaginação de domínio

São demônios os que destroem o poder

Bravio da humanidade.

Chico Science, “Banditismo Por Uma Questão de Classe”, 1994.

3. LAMA: O Crime Vale no Brasil. (Este é o filme do homenageado, estreia no Rio) Documentário, Brumadinho/MG. 2019, Direção: Carlos Pronzato e Richardson Pontone.

Sinopse: No dia 25 de janeiro de 2019, a barragem do Córrego do Feijão rompe em Brumadinho, espalhando um mar de lama pela região. A barragem pertencia à mineradora Vale S.A.

Desde o episódio uma equipe esteve entre estradas, ruas e lama para registrar o cenário e captar as vozes que nos curtos intervalos dos helicópteros enunciaram seu testemunho da tragédia.

Este documentário de intervenção política foi produzido de forma independente, trazendo mais de 50 entrevistas com especialistas no assunto, moradores da região, militantes de movimentos sociais e representantes de órgãos oficiais, além de materiais relacionados com o episódio, reunidos minuciosamente.

Links – Mostra do Filme Marginal

Site: http://mostradofilmemarginal.com/

Facebook: https://www.facebook.com/mostradofilmemarginal/

Instagram: https://www.instagram.com/mostradofilmemarginal/

Contatos: mostradofilmemarginal@gmail.com

Uilton Oliveira – 21 96990-9165 / absolutarealidade@gmail.com

Hannah Cavalcanti – 21 96563-9166 / hcproducoes@gmail.com

Monica Miranda – 21 96597-0645 / producaocinedir@gmail.com

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ANIVERSÁRIO 23 ANOS

CENTRO MUNICIPAL DE ARTE HÉLIO OITICICA, RIO DE JANEIRO

07, 14, 21 e 28 de setembro de 2019

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IMAGENS DE IMPRENSA

Disponíveis no link:

http://bit.ly/2KQK029
Créditos:
Bernardo Feitosa

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CENTRO MUNICIPAL DE ARTE HÉLIO OITICICA

Horário: 12h às 18h
Funcionamento:  Segunda a Sábado, de meio-dia às 18h
Local: Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica
Contato: (21) 2242-1012 / cmaho.cultura@gmail.com
Endereço: Rua Luís de Camões, 68. Praça Tiradentes – Rio de Janeiro
Entrada Gratuita
Espaço sujeito à lotação.

“O Homem Ideal?” estreia em 3/10

 Baseado na peça de teatro homônima, ‘M’esperarás?’ (Prêmio Palanca e Roca de Teatro no Prêmio Literário Ciutat Alzira em 2013), ‘O HOMEM IDEAL?’ – título em português escolhido pela Fênix Distribuidora para o lançamento no Brasil –  é o primeiro longa-metragem de Carles Alberola, que além de autor e diretor, também atua no filme.
Filmado em versão original em Valência, na Espanha, com o mesmo elenco de atores que formou a peça, ‘O HOMEM IDEAL?’ é uma comédia romântica e divertida com diálogos ágeis e dinâmicos.
Reunindo muitos dos temas e obsessões que Alberola vem desenvolvendo em seus textos teatrais e obras televisivas, o roteiro do filme apresenta ao espectador: um indivíduo preso por uma realidade inóspita, o medo de lutar pelo que queremos e a esperança de tornar nossos sonhos realidade.
Tomando as adaptações cinematográficas das comédias de Nova York de Neil Simon como referência e, mais recentemente, a adaptação do texto teatral “LE PRÉNOM” ou “CARNAGE”, Alberola acredita no poder da situação dramática proposta por ‘M’ESPERARÀS?’ mantendo no filme, a unidade de tempo e espaço, assim como na peça de teatro.
O homem ideal?
(M’esperarás)
Espanha| 2017 | Comédia | 89 min
Um filme de Carles Alberola
Sinopse
Jaume e Raquel, casal exemplar, organizam um encontro às cegas com Rubén, um amigo neurótico e depressivo, separado há dois anos. A mulher que finalmente vai a esse encontro, coloca de cabeça para baixo o relacionamento deles, mudando tudo o que eles acreditavam estar imóvel. Mostrando a eles que nunca é tarde demais para recomeçar.
Sobre Diretor
CARLES ALBEROLA – AUTOR, DIRETOR E ATOR
Em 1994, junto com Toni Benaventi, criou a companhia Albena Produccions. Entre seus trabalhos como autor e/ou diretor, estão inclusos O TU OR RES e NIT I DIA (co-escritos com Ferran Torrent); CURRICULUM (Arts Escèniques Valencian Generalitat Awards de Melhor Texto, co-escrito com Pasqual Alapont); ESTIMADA ANUCHKA e PER QUÈ MOREN ELS PARES? (Prêmio da crítica da Interuniversity Institutede Valencian Philology de Melhor Texto); MANDÍBULA AFILADA (Prêmio “Cavall Verde” da Associação de Roteiristas na Língua Catalã e da crítica de Valencia de Melhor Texto); JOA, EL CENDRÓS e BESOS (Prêmio MAX de Melhor Autor Teatral em catalão, Prêmio da Associação dos Escritores de Valencia de Melhor Texto, Arts Escèniques Generalitat Valenciana Award de Melhor Peça); 23 CENTIMETERS e SPOT (os quatro últimos co-escritos por Roberto García); ALMENYS IS NOT CHRISTMAS, 13, THAT WE ARE LUCKY! (Prêmio de Melhor Texto pela Associação de Escritores de Valencia). Como ator, vale mencionar suas interpretações em O TU OR RES, NIT I DIA, CURRICULUM, MANDÍBULA AFILADA, BESOS, SPOT, ART, THAT WE ARE LUCKY!, MIDSUMMER, FICÇÃO, VOCÊ VAI ME ESPERAR? (Prêmio de Melhor Texto Teatral Ciutat Alzira), THE UGLY DUCKLING (Prêmio MAX de Melhor Peça Musical em 2016, co-escrito com Ernard J. Sorrentino) e o musical TIC-TAC, co-escrito com Rodolf Sirera e Pasqual Alapont (Prêmio MAX de Melhor Peça Musical em 2018). Para a televisão, ele escreveu, dirigiu, produziu e atuou nos programas de comédia AUTOINDEFINITS, SOCARRATS, CHECK-IN HOTEL e na sitcom MANIÀTICS. Ele atualmente coordena, dirige e opera uma série de esquetes chamadas AÇÒ ÉS UM DESTARIFO, pela À Punt Media.
Elenco
CARLES ALBEROLA
ALFRED PICÓ
CRISTINA GARCÍA
REBECA VALLS
Ficha Técnica
Roteiro e direção
CARLES ALBEROLA
Produção
ALBENA PRODUCCIONS
Em colaboração com IVAC/ CULTURARTS À PUNT MÈDIA
Produção executiva
TONI BENAVENT
CÉSAR MARTÍ
Gerente de produção
GLORIA GUILLOT
Assistente de Direção
XAVIER MACHANCOSES
Realização
RAFA PIQUERAS
Direção de fotografia
VÍCTOR ENTRECANALES
Direção de arte
JOSÉ LUIS COMPANY (TOTO)
Direção de atores
CARLES SANJAIME
Montagem
VICENTE IBÁÑEZ
RAFA PIQUERAS
Figurino
ROSA GARRIGA
Maquiagem e cabelo
MERCEDES LUJÁN
Trilha sonora
ARNAU BATALLER
Efeitos digitais
VICTOR SUÑER
Som
JOSÉ M. SOSPEDRA AGUADO
IVÁN MARTÍNEZ-RUFAT
Design de pôster
ASSAD KASSAB
Idioma original – Catalão

“O Menino que Fazia Rir” em 26 de setembro

Baseado no livro best seller de Hape Kerkeling sobre sua infância, O MENINO QUE FAZIA RIR é dirigido por Caroline Link, vencedora do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “Nenhum Lugar na África”. O longa, que fez mais de 3,6 milhões de espectadores na Alemanha, chega aos cinemas brasileiros em 26 de setembro pela Pandora Filmes, com circuito garantido pelo projeto Caixa de Pandora.

O longa conta a emocionante história de Hape Kerkeling, o maior comediante alemão de todos os tempos, quando ainda criança descobriu que rir é o melhor remédio para superar os obstáculos e as tragédias da vida. E fazer os outros rirem é algo ainda mais poderoso.

Nos anos 1970, o garoto Hans-Peter vive com seus pais e seu irmão numa cidade do interior, na casa de seus avós. Curioso, ele gosta de observar as pessoas que frequentam a loja de sua avó e adora as reuniões e celebrações em família. Na escola, é incomodado pelos outros alunos por ser gordinho, então decide utilizar essa característica física a seu favor para fazer comédia, imitando personalidades de TV, cantores e pessoas da comunidade.

Seu pai trabalha como carpinteiro e é bastante ausente, deixando os cuidados dos dois filhos a cargo de sua mãe, Margret, que devido a uma sinusite crônica precisa realizar uma cirurgia que a deixa sem sentir o gosto ou cheiro das coisas. Essa situação, somada ao stress diário da dona de casa, leva-a a um quadro depressivo.

Recusando ajuda médica, Margret tem o quadro agravado, o que faz com que a família se una e se envolva mais na vida de Hans-Peter. Querendo ver o seu bem, ele às vezes consegue arrancar um sorriso dela com suas apresentações cômicas, com paródias musicais. Devido à doença da mãe, Hans-Peter acaba se apegando mais aos avós, que o paparicam. Pouco antes de falecer, sua avó profetiza um esplêndido futuro para o garoto. E ela estava certa: Hans se tornou um premiado ator, apresentador e comediante adorado na Alemanha.

SINOPSE
A emocionante história da infância de Hape Kerkeling, o comediante mais amado da Alemanha. Em 1972, ele era um menino gorducho que crescia na segurança de sua família e de parentes que adoravam se divertir. À primeira vista, ele pode não parecer o cara mais popular, mas tem um talento peculiar para observar as pessoas à sua volta e fazer imitações hilariantes. No entanto, acontecimentos inesperados causam uma grande reviravolta em sua infância perfeita. Para sobreviver ao tumulto emocional, ele usa seus talentos cômicos para curar suas feridas e fazer as pessoas rirem junto com ele.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Caroline Link
Roteiro: Ruth Toma, baseado no livro de Hape Kerkeling
Elenco: Diana Amft, Luise Heyer, Sönke Möhring, Joachim Król, Martina Eitner-Acheampong, Maren Kroymann, Elena Uhlig e Ursula Werner
Produção: Nico Hofmann, Sebastian Werninger, Hermann Florin
Empresas produtoras: Gesellschaft für feine Filme, UFA Fiction e Warner Bros
Direção de fotografia: Judith Kaufmann, bfk
Montagem: Simon Gstöttmayr, bvs
Som: Philipp Baur, Tschangis Chahrokh, Christof Ebhardt, Magda Habernickel, Bernhard Maurer, Max-Thomas Meindl, Laura Plock e Michael Stancyk
Desenho de produção: Miyuki Kitagawa
Música: Niki Reiser
Figurino: Barbara Grupp
Direção de Produção: Oliver Lüer
País: Alemanha
Ano: 2018
Duração: 100 min.

SOBRE A PANDORA FILMES 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, e “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steinberg, Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meirelles, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida. Entre os próximos lançamentos, destacam-se “Greta”, de Armando Praça; “O Traidor”, de Marco Bellocchio, coprodução nacional, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes; e “O Caso Morel” de Suzana Amaral.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 20 cidades do Brasil.

“GRETA” em 5 de setembro

GRETA, de Armando Praça, e protagonizado por Marco Nanini fará sua estreia nacional hoje (5/9) no 29º Cine Ceará, que acontece em Fortaleza até 6 de setembro. O filme, que fez sua estreia mundial na Mostra Panorama do Festival de Berlim de 2019, chega aos cinemas brasileiros em circuito comercial em 10 de outubro, com distribuição da Pandora Filmes.

Estou muito feliz que a primeira exibição do Greta no Brasil seja no Cine Ceará. O filme foi feito em Fortaleza, e ter a equipe e elenco completos presentes, fará dessa sessão, uma sessão inesquecível! Exibi todos os meus curtas no Cine São Luís, dentro do Cine CE e é um Festival que acompanho há pelo menos uns 20 anos”, comemora o diretor, Armando Praça.

O filme é livremente inspirado na peça ‘Greta Garbo, Quem Diria, Acabou no Irajá’, do dramaturgo Fernando Melo, lançada no início dos anos 1970. À época, as personagens retratadas eram abordadas por meio da caricatura e do estereótipo. “Quando conheci o texto, em 2008, percebi o quanto o enredo era atual e bonito e o quanto aquela forma de olhar para os personagens havia ficado anacrônica. Isso me provocou o desejo de atualizar essa história com uma nova abordagem”, explica o diretor, que também assina o roteiro.

Assim, partindo do material original, Praça abandonou o tom cômico do texto, abraçando o drama, mas mantendo o humor. “Mudar o gênero do texto original me parecia um desafio interessante como roteirista e diretor”, diz. Assim, construiu a narrativa do filme com temas universais do cotidiano atual, apresentando um submundo realista e sexual de personagens pouco representados na cinematografia brasileira. “Procurei na ambiência sociocultural de Fortaleza as contradições que se revelam nos desejos e anseios dos próprios protagonistas”.

Em GRETA, Pedro (Nanini) precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para internar sua melhor amiga, a travesti Daniela (Denise Weinberg). Para isso, ele resolver ajudar Jean (Demick Lopes), um jovem criminoso hospitalizado, a fugir do hospital e assim liberar um leito para a internação da amiga, que sofre de insuficiência renal grave. Pedro, então, esconde Jean em sua casa até que ele se recupere, mas os dois acabam tendo um envolvimento romântico.

E é a partir desse relacionamento entre os personagens de Pedro e Jean que o longa se desenvolve e a trama se constitui. “A concepção do filme como um todo é fortemente influenciada pelas obras de alguns artistas contemporâneos, como o cineasta malaio Tsai Ming Liang, o filipino Brillante Mendonza e a argentina Lucrécia Martel, cuja maneira de desconstruir e flertar com os gêneros me inspira profundamente”, finaliza Praça.

GRETA é coproduzido pela Carnaval Filmes e pela Segredo Filmes, com produção de João Vieira Jr., Nara Aragão e Armando Praça.

SINOPSE
Pedro (Marco Nanini), um enfermeiro homossexual de 70 anos e fervoroso fã de Greta Garbo, precisa liberar uma vaga no hospital onde trabalha para Daniela (Denise Weinberg), sua melhor amiga. Para salvar Daniela, ele decide ajudar Jean, um jovem que acaba de ser hospitalizado e algemado por ter cometido um crime. Pedro o ajuda a fugir e esconde-o em sua própria casa até que ele se recupere e nesse período, eles se envolvem afetiva e sexualmente. Essa relação será essencial para que Pedro sobreviva à perda de Daniela, mas também gere mudanças surpreendentes em si mesmo e no modo como ele lida com a solidão.

FICHA TÉCNICA 
Direção / Roteiro: Armando Praça
Produção: João Vieira Jr., Nara Aragão e Armando Praça
Produção Executiva: Maurício Macêdo e João Vieira Jr.
Direção de Produção: Maurício Macêdo
Direção de Fotografia: Ivo Lopes Araújo
Direção de Arte: Diego Costa
Montagem: Karen Harley
Figurino: Thaís de Campos
Maquiagem: Amanda Mirage
Edição de Som: Waldir Xavier
Som Direto: Pedro Moreira e Moabe Filho
Mixagem: Nicolau Domingues
Elenco: Marco Nanini, Denise Weinberg, Démick Lopes, Gretta Sttar

SOBRE O DIRETOR 
Armando Praça, nascido em 1978 em Aracati, Ceará é cineasta e sociólogo, trabalhou como assistente de direção, roteirista e preparador de elenco de importantes diretores brasileiros como, Marcelo Gomes, Karim Ainouz, Márcia Faria, Sérgio Rezende, Halder Gomes, Rosemberg Cariry, entre outros. Realizou curtas e médias-metragens. Entre eles: A Mulher Biônica (exibido no festival de curtas metragens de Clermont Ferrand), O Amor do Palhaço, Origem: Destino e Parque de Diversões. Atualmente está lançando seu primeiro longa, Greta e se prepara para filmar o segundo, Fortaleza Hotel, e desenvolve os projetos Ne Me Quitte Pas e Cachoeira do Descuido.

SOBRE A CARNAVAL FILMES 
Fundada e dirigida pelos experientes produtores João Vieira Jr. e Nara Aragão, Carnaval Filmes tem foco em conteúdo original e cinema autoral. Em parceria com mentes criativas, tem entre seus recentes lançamentos os documentários Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar, de Marcelo Gomes e Casa, de Letícia Simões, o longa de ficção Greta, de Armando Praça e a série infantil de animação Bia Desenha, para a TV Brasil.
Se prepara para filmar em 2019 a série Chão de Estrelas, de Hilton Lacerda, para o Canal Brasil, e desenvolve o projeto de série de animação Dó Ré Mi Fadas e a série de ficção De Volta para Casa.
Seus próximos lançamentos serão os longas Vestido Branco, Véu e Grinalda, de Marcelo Gomes e Fim de Festa, de Hilton Lacerda

SOBRE A SEGREDO FILMES 
Uma empresa que atua com pesquisa para roteiros, desenvolvimento de projetos para cinema, pesquisa e produção de locação, e produção e preparação de elenco. Dentre os principais trabalhos para pesquisa de roteiro, estão O Céu de Suely e Praia do Futuro, ambos de Karim Aïnouz; produção de locação e elenco no Ceará do premiado Onde Anda Você?, de Sérgio Rezende, dentre outros. Atua como produtora em parceria com outras empresas do ramo, como nas realizações de A Mulher Biônica, O Amor do Palhaço e Parque de Diversões, filmes que tiveram excelente êxito no Festival Internacional Clermont-Ferrand, no Latino Americano em Toulouse, Mecal e Barcelona, e em mais de 30 festivais nacionais e internacionais

SOBRE A PANDORA FILMES 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, e “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steinberg, Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meirelles, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida. Entre os próximos lançamentos, destacam-se “Greta”, de Armando Praça; “O Traidor”, de Marco Bellocchio, coprodução nacional, que concorre a Palma de Ouro em Cannes; e “O Caso Morel” de Suzana Amaral.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 25 cidades do Brasil.