Moacyr Luz “O Segredo da Música”

Moacyr Luz é um artista inquieto. O cantor e compositor de 62 anos, 15 deles à frente do Samba do Trabalhador, precisava ir além das lives durante o confinamento. Encarou então um novo desafio: aproveitar o tempo em casa para registrar histórias inéditas sobre o processo de criação, com seus diversos parceiros. Assim surgiu a série “O Segredo da Música”, idealizada pela Lupa Comunicação e com direção de fotografia de Marluci Martins. O primeiro de cinco episódios já está disponível no canal de Moa no YouTube: www.youtube.com/MoacyrLuzOficial.

Um compositor faz música pelo talento umbilical. Ele precisa compor, precisa criar. Vértebras de ideias confundem o texto, efeitos do isolamento. Eu precisava de mais”.
Moacyr Luz

Logo na estreia, o bamba apresenta uma história com um de seus maiores amigos e parceiro em mais de 100 músicas: Aldir Blanc, morto recentemente em decorrência da Covid-19. No vídeo, Moacyr conta que durante uma viagem a Búzios, Aldir e ele foram convidados para uma peixada na praia. Avesso a temperos, Aldir não aceitou. Quando o peixe foi servido, feito na brasa, era só com sal grosso. Depois de se divertirem com o fato, a dupla compôs “Meu tempero é sal”, gravada por Moa no disco “Vitória de ilusão”, de 1995.

Com roteiro de Moacyr Luz, arte e edição de Carlos Nem, a série promete levar fãs e recém-chegados à um mergulho pelo bastidores da criação do artista e sua relação com os principais parceiros. Os próximos episódios serão lançados semanalmente, no canal do compositor.

Redes Sociais Moacyr Luz

You Tube – https://www.youtube.com/user/MoacyrLuzOficial

Instagram – https://www.instagram.com/moaluz/

Facebook – https://www.facebook.com/MoacyrLuzOficial

Mostra Ecofalante – Especial do Meio Ambiente

A Mostra Ecofalante de Cinema, cuja 9ª edição acontece em agosto próximo, apresenta uma programação especial de 3 a 9 de junho celebrando a Semana do Meio Ambiente.

Gratuitamente, a Mostra Ecofalante – Especial Semana do Meio Ambiente disponibiliza cinco prestigiosos títulos produzidos no Brasil, Canadá, Estados Unidos e Reino Unido. Acessíveis pela plataforma Videocamp (www.videocamp.com), estão incluídos os filmes “Ruivaldo, o Homem que Salvou a Terra”, de Jorge Bodanzky e João Farkas; “Amazônia Sociedade Anônima”, que tem Estêvão Ciavatta como diretor e Walter Salles como produtor associado; “A Grande Muralha Verde”, que tem produção-executiva de Fernando Meirelles, O Golpe Corporativo” de Fred Peabody, e Ebola: Sobreviventes”, de Arthur Pratt.

“A 9ª edição da Mostra Ecofalante foi transferida de junho para agosto por questões operacionais, mas não poderíamos deixar a Semana do Meio Ambiente passar em branco, especialmente neste momento em que a pandemia e a crise  política e econômica  têm amplificado os problemas socioambientais no Brasil e no mundo”, afirma Chico Guariba, diretor da Ecofalante. “A Mostra já faz parte do calendário da cidade de São Paulo e, com esta edição online, podemos expandir o público e o debate para todo o Brasil”.

Os cinco títulos serão o ponto de partida para os debates realizados sobre os seguintes temas: conservação ambiental, mudanças climáticas, economia e saúde. Os encontros, que serão transmitidos ao vivo pelo YouTube e pelo Facebook, têm confirmados os nomes dos cineastas Fernando Meirelles, Jorge Bodansky e Estêvão Ciavatta; dos jornalistas Flávia Guerra, Mariluce Moura (Revista Fapesp) e Claudio Angelo (da rede Observatório do Clima); de Adriana Ramos (Instituto Socioambiental – ISA), Paulo Artaxo (cientista, professor da USP), Ladislau Dowbor (professor titular de economia da PUC-SP) e Silvio Caccia Bava (editor-chefe do Le Monde Diplomatique Brasil). Outros convidados, assim como a grade dos debates, serão oportunamente anunciados.

Atração de abertura da Mostra Ecofalante – Especial Semana do Meio Ambiente, no dia 3/06, quarta-feira, “Ruivaldo, o Homem que Salvou a Terra” tem direção de Jorge Bodanzky e codireção de João Farkas. A produção focaliza Ruivaldo Nery de Andrade, que ganhou destaque como um soldado na linha de frente da batalha pela proteção do meio ambiente. Acompanhando o dia a dia de esforços para sobreviver de Ruivaldo, o documentário, que teve lançamento mundial em setembro último na Bélgica, aborda as consequências do assoreamento do Rio Taquari (Mato Grosso do Sul).

Homenageado na edição de 2015 do evento, Jorge Bodanzky afirma: “Tenho uma relação de longa data com a Mostra Ecofalante, até porque em minha obra sempre abordei temas relacionados às questões ambientais”..O filme pode ser assistido na plataforma a partir das 19h30 e fica disponível até o dia 9/06 (terça-feira).

Antes da exibição, às 19h00, o evento será apresentado pelo diretor da Mostra Ecofalante de Cinema Chico Guariba, acompanhado por Laís Bodanzky, diretora-presidente da Spcine.

Na quinta-feira, 4/06, às 17h00, entram na plataforma os filmes “Golpe Corporativo” e “Ebola: Sobreviventes”, que também ficam disponíveis até 9/06 (terça-feira). No mesmo dia, às 19h00, os diretores de “Ruivaldo, o Homem que Salvou a Terra”, Jorge Bodanzky e João Farkas, debatem o filme, com mediação da jornalista Flávia Guerra.

Na sexta-feira, 5/06, dia Mundial do Meio Ambiente, às 15h00, acontece o encontro inédito entre cineastas brasileiros que discutem O papel do cinema na comunicação de questões socioambientais. Participam representantes de alguns dos títulos da programação: Fernando Meirelles, Jorge Bodansky, Estêvão Ciavatta e Walter Salles (a confirmar), com mediação de Flávia Guerra.

Às 17h00 do mesmo dia, é disponibilizado por 24 horas “Amazônia Sociedade Anônima”, de Estêvão Ciavatta. O filme registra uma união inédita entre índios e ribeirinhos para salvar a floresta de máfias de roubo de terras e desmatamento ilegal. A obra mostra a resistência a invasões na Terra Indígena Sawré Muybu, entre os municípios de Itaituba e Trairão, no Pará, onde vivem cerca de 200 indígenas, além de populações ribeirinhas. Estão reunidas imagens feitas durante cinco anos, intercalando imagens da floresta, feita por drones, com reuniões que a comunidade fez para organizar o processo de autodemarcação, iniciada em 2014. Estêvão Ciavatta é referência em questões sociais e ambientais, tendo dirigido dezenas de programas de televisão, incluindo “Brasil Legal”, “Central da Periferia” e “Programa Casé”, além das séries “Preamar” e “Santos Dumont”.

Às 19h00, tem lugar um debate, com o tema“Conservação: O Ataque ao Meio Ambiente e aos Povos Tradicionais”. Conta com presença de Adriana Ramos (ISA), mediação de Claudio Angelo e outros nomes a confirmar.

Já no sábado, 6/06, a partir das 17h00, ganha exibição por 24 horas o britânico “A Grande Muralha Verde”, com direção de Jared P. Scott e produção executiva do brasileiro Fernando Meirelles. O filme acompanha Inna Modja, cantora e ativista do Mali, em uma jornada épica pela Grande Muralha Verde da África —uma iniciativa ambiciosa para fazer crescer um “muro” de oito mil quilômetros de árvores que se estende por toda a largura do continente para restaurar a terra e fornecer um futuro para milhões de pessoas. Atravessando Senegal, Mali, Nigéria, Níger e Etiópia, o documentário revela as graves consequências da degradação severa do solo e da aceleração da mudança climática. O diretor Jared P. Scott é conhecido por trabalhos com temáticas sociais e ambientais e “A Grande Muralha Verdade” conquistou em 2019 o prêmio do público de melhor documentário internacional na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Já Inna Modja ganhou notoriedade cantando sobre a violência contra as mulheres no Mali.

Às 19h00 é debatido o tema “Mudanças Climáticas: desertificação, conflitos, migrações e outros impactos imediatos”, com participação de Fernando Meirelles, o cientista e professor da USP Paulo Artaxo e mediação de Daniela Chiaretti (a confirmar).

Domingo, 7 de junho, o tema é economia, ilustrado pelo filme “O Golpe Corporativo”, de Fred Peabody (vencedor do Emmy). Uma coprodução entre o Canadá e os Estados Unidos, o documentário narra a história por trás do “golpe corporativo” que seria a origem de muitos dos problemas na democracia atual, controlada por lobistas e pelo corporativismo. A obra parte de um tema político / histórico complexo e cria uma poderosa experiência cinematográfica que explica como o presidente Donald Trump é o resultado de políticas globalistas neoliberais fracassadas e de um “golpe”, no qual corporações e bilionários foram capazes de gradualmente assumir o controle do processo político nos Estados Unidos e em outros países, destruindo a vida de dezenas de milhões de norte-americanos que não são mais capazes de encontrar trabalho que fornece um salário digno, condenados a viver na pobreza crônica.

Às 19h00, o debate “System Error: como o atual sistema econômico leva à destruição ambiental, ao fim do trabalho digno e ao abalo da própria democracia” conta com Ladislau Dowbor, professor titular de economia da PUC-SP, Sueli Carneiro, filósofa, fundadora do Geledés – Instituto da Mulher Negra (a confirmar) e tem mediação de Silvio Caccia Bava.

Segunda-feira, 8 de junho, encerramos a série de debates com o tema saúde, ilustrado pelo filme “Ebola: Sobreviventes”, de Arthur Pratt. O documentário norte-americano foi recebido pela crítica especializada como sendo uma produção “muito poderosa”. Através das lentes de cineastas africanos, o longa-metragem traça um retrato dos heróis da Serra Leoa ao enfrentar o Ebola durante uma das mais agudas emergências de saúde pública dos tempos modernos. A produção acompanha as histórias de três personagens no epicentro da epidemia: um motorista de ambulância, um menino de rua e uma enfermeira do centro de tratamento de ebola. O filme explora não apenas como a epidemia devastou famílias e comunidades, mas também os profundos mal-entendidos entre ONGs internacionais e as comunidades que elas atendem, além de desvelar tensões políticas latentes da longa e recente Guerra Civil no país.

Às 19h00, o debate “Como Comunicar em Tempos de Crise Sanitária e Fake News?” conta com o médico sanitarista Douglas Rodrigues, Átila Iamarino (a confirmar) e mediação de Mariluce Moura.

A Mostra Ecofalante – Especial Semana do Meio Ambiente comemora a Semana Nacional do Meio Ambiente, instituída em 1981 como sendo a primeira semana do mês de junho. Comemora também o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, criado em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, com o intuito de chamar a atenção para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais.

Uma apresentação do Ministério da Cidadania, Secretaria Especial da Cultura e da Ecofalante, a Mostra Ecofalante de Cinema é viabilizada por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Tem patrocínio do Mercado Livre, Spcine e da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, e apoio da White Martins, Kimberly Clark e Pepsico. É uma produção da Doc & Outras Coisas, co-produção da Química Cultural. A realização é da Ecofalante, do Ministério da Cidadania e do Governo Federal.

O evento tem apoio institucional dos seguintes parceiros: ONU Meio Ambiente, Videocamp, Instituto Socioambiental (ISA), WWF-Brasil, SOS Mata Atlântica, Le Monde Diplomatique Brasil, Revista Piauí, Observatório do Clima, ClimaInfo, Envolverde, GIFE, eCycle, Editora Horizonte, GreenMe e Instituto Chão.

A Ecofalante é uma ONG que atua nas áreas de cultura, educação e sustentabilidade. Produz filmes, documentários e programas de televisão de caráter cultural, educativo e socioambiental. A instituição fornece consultorias a projetos nessas áreas e promove formação de professores, exibições e debates em escolas, universidades e aparelhos culturais. Organiza seminários e workshops sobre cinema, educação e sustentabilidade, além de realizar o mais importante evento audiovisual sul-americano dedicado a temas socioambientais: a Mostra Ecofalante de Cinema.

PROGRAMAÇÃO

MOSTRA ECOFALANTE – ESPECIAL SEMANA DO MEIO AMBIENTE

3 de junho (quarta-feira)

19h00 – Abertura com Chico Guariba e Laís Bodanzky

19h30 – “Ruivaldo, o Homem que Salvou a Terra” – Jorge Bodanzky e João Farkas (Brasil, 2019, 43 min, livre)  *disponibilizado até o final do dia 09/06 (terça-feira)

4 de junho (quinta-feira)

17h00 – “Golpe Corporativo” – Fred Peabody(“The Corporate Coup d’Etat”, Canadá/EUA, 90 min, 2018, livre) e “Ebola: Sobreviventes” – Arthur Pratt(“Survivors”, EUA, 83 min, 2018, 12 anos) *disponibilizados até o final do dia 9/06 (terça-feira).

19h00Debate com Jorge Bodanzky e João Farkas, diretores de “Ruivaldo, o Homem que Salvou a Terra” e mediação de Flávia Guerra.

5 de junho (sexta-feira)

15h00 Debate “O papel do cinema na comunicação de questões socioambientais” com os diretores Fernando Meirelles, Jorge Bodanzky, Estêvão Ciavatta e Walter Salles (a confirmar) e mediação de Flávia Guerra.

17h00 – “Amazônia Sociedade Anônima” – Estevão Ciavatta (Brasil, 72 min, 2019, livre) *disponibilizado por 24 horas, até às 17h00 do dia 6/06 (sábado).

19h00Debate “Conservação: Ataque ao Meio Ambiente e aos Povos Tradicionais”, com Adriana Ramos (ISA), mediação de Claudio Angelo e outros nomes a confirmar.

6 de junho (sábado)

17h00 – “A Grande Muralha Verde” – Jared P. Scott (“The Great Green Wall”, Reino Unido, 92 min, 2019, livre) *disponibilizado por 24 horas, até às 17h do dia 7/06 (domingo).

19h00Debate “Mudanças Climáticas: desertificação, conflitos, migrações e outros impactos imediatos”, com Fernando Meirelles, Paulo Artaxo, mediação de Daniela Chiaretti (a confirmar).

7 de junho (domingo)

19h00DebateSystem Error: como o atual sistema econômico leva à destruição ambiental, ao fim do trabalho digno e ao abalo da própria democracia”, com Ladislau Dowbor, Sueli Carneiro (a confirmar) e mediação de Silvio Caccia Bava.

8 de junho (segunda-feira).

19h00Debate “Saúde – Como Comunicar em Tempos de Crise Sanitária e Fake News?”, com Douglas Rodrigues, Átila Iamarino (a confirmar) e mediação de Mariluce Moura.

Serviço:

Mostra Ecofalante – Especial Semana do Meio Ambiente

de 3 a 9 de junho de 2020

grátis

evento online acessível através da plataforma Videocamp (www.videocamp.com)

“Canção da Volta” chega às plataformas digitais

Uma história de amor que luta para sobreviver a uma tempestade. Gustavo Rosa de Moura lança um olhar sobre as relações afetivas em seu primeiro longa- metragem ficcional, “Canção da Volta”, disponível nas plataformas a partir dessa quinta, dia 7 de maio no Now, Vivo e Looke com distribuição da Pandora Filmes. Os atores João Miguel e Marina Person – que estreou como protagonista nesse filme – estão no centro da trama, uma narrativa com ares de thriller psicológico e forte carga autoral.

O filme apresenta o dia-a-dia de Julia e Eduardo – um longo casamento regido pelo ciúme e pela sombra de uma tentativa de suicídio que contamina tudo, inclusive a rotina dos filhos do casal, Lucas (Francisco Miguez) e a pequena Maria (Stella Hodge). No anseio de desvendar a esposa, Eduardo não percebe que a busca por controle tem grandes chances de se transformar em obsessão.

’Canção da Volta’ surgiu de uma inquietação que tenho já há muito tempo com relação à enorme complexidade que está por trás da maioria das relações amorosas, sobretudo as mais longas
e intensas”, conta Gustavo Rosa de
Moura. “Surgiu também de um interesse pelos momentos de crise, de tempestade emocional e pelo eterno conflito entre o desejo de controle e a total impossibilidade de realmente controlar o que quer que seja: a vida, o outro ou você mesmo.
A história mistura experiências que fui observando, vivendo ou imaginando ao longo da vida”, detalha.

Boa parte da trama tem como cenário o apartamento que Gustavo e Marina Person, casados na vida real, compartilham há anos em São Paulo. Para se transformar na casa de Julia e Eduardo, o lugar passou por uma série de estudos e adaptações pensadas pelo próprio diretor, arquiteto por formação, até que o ambiente se tornasse uma espécie de personagem da história. Gustavo também assina a direção de arte – com Joana Brasiliano – e o roteiro do longa – escrito a quatro mãos com Leonardo Levis, parceiro de Gustavo em tantos outros projetos.

Sinopse:  
Julia e Eduardo formam um casal que se ama mas que precisa aprender a lidar com os problemas que surgem em seu caminho. O longo casamento dos dois é assombrado por fantasmas e é carregado com a responsabilidade que eles têm em criar seus filhos; ultrapassar os seus problemas só depende dos dois, mas essa pode ser a tarefa mais difícil.

Serviço: 
Canção da Volta de Gustavo Rosa de Moura
Com João Miguel, Marina Person, Francisco Miguez, Stella Hodge, Marat Descartes, Poliana Pieratti
Platafornas: Now, Vivo e Looke
Classificação: 14 anos

SOBRE A PANDORA FILMES   

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

“Maria e João: O Conto das Bruxas” estreia quarta-feira

MARIA E JOÃO: O CONTO DAS BRUXAS, estreia nas plataformas digitais a partir desta quarta-feira, dia 29 de abril. O longa de terror estará disponível no Now, Vivo, Sky, Apple, GooglePlay, Youtube, Microsoft e Looke.

 

Estrelado por Sophia Lillis (‘It: A Coisa’), o longa traz uma releitura do clássico conto dos Irmãos Grimm, explorando seu lado mais sombrio e perturbador. O terror conta ainda com Alice Krige (‘Star Trek’) e Charles Babalola (‘Black Mirror’) no elenco.

Durante um período de escassez, Maria (Lillis) e seu irmão mais novo, João (Sammy Leakey), saem de casa e partem em busca de comida e sobrevivência. Apesar da ajuda de um caçador, eles acabam se perdendo na floresta escura e quando encontram um chalé habitado por uma amável senhora, acreditam estarem a salvo.  Mas, estranhos murmúrios e encarnações mágicas que assombram a casa sugerem aos irmãos que o local pode não ser o santuário que imaginavam. Maria conseguirá proteger seu irmão ou sucumbirá às tentações que surgem dentro dela? Coisas perversas estão prestes a acontecer.

MARIA E JOÃO: O CONTO DAS BRUXAS “é bastante fiel à história original, com três personagens principais: João, Maria e a Bruxa”, conta o diretor Oz Perkins, que já havia lido a história diversas vezes para seus filhos e ficou intrigado com a nova construção da narrativa. “Eu abracei a ideia de que os contos de fadas são inerentemente assustadores”, completa. Para o produtor Brian Kavanaugh-Jones, que já participou de diversos filmes de terror, “essa história se encaixa perfeitamente no gênero”.

Sophia Lillis, que despertou a atenção do grande público como Beverly, em ‘It: A Coisa’, dá vida à Maria no longa. Sobre o papel, Sophia afirma ter ficado muito animada com o convite. “Eu sabia desde o roteiro que este seria um ótimo filme […] Eu gosto de papéis com um lado sombrio; é interessante tentar desvendar essa mentalidade.”

Gravado na Irlanda, o filme contou com locações como um pavilhão de caça abandonado que, segundo a crença local, era frequentado pelo Diabo.

SINOPSE
Desta vez, as migalhas nos guiarão por um caminho muito mais sombrio e perturbador. Durante um período de escassez, Maria (Sophia Lillis) e seu irmão mais novo, João (Sammy Leakey), saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. É quando encontram uma senhora (Alice Krige), cujas intenções podem não ser tão inocentes quanto parecem, que eles descobrem que nem todo conto de fadas tem final feliz.

FICHA TÉCNICA

Direção: Oz Perkins
Roteirista: Rob Hayes
Produtores: Brian Kavanaugh-Jones, Fred Berger
Produtores executivos: Sandra Yee Ling, Macdara Kelleher
Elenco: Sophia Lillis, Sammy Leakey, Alice Krige, Jessica De Gouw, Charles Babalola
Direção de fotografia: Galo Olivares
Desenho de produção: Jeremy Reed
Figurino: Leonie Prendergast
Montagem: Josh Ethier
Produtoras: Automatik e Orion Pictures
Distribuição no Brasil: Imagem Filmes

Trailer: https://youtu.be/-fY2bDzc6cw

“De Quem é o Sutiã?” estreia no streaming

DE QUEM É O SUTIÃ? estreia nas plataformas digitais nessa quinta-feira, dia 9 de abril no NOW, VIVO e LOOKE. O filme encontrava-se ainda nos cinemas quando as salas foram fechadas devido a pandemia do COVID-19.

O longa, dirigido por Veit Helmer, acompanha a jornada do solitário Nurlan em busca da dona de um sutiã azul, um maquinista de trem que vive numa aldeia nas montanhas e tem uma pacata rotina: ele leva o trem pelo subúrbio da cidade, que passa rente às casas, e diariamente cumprimenta sua colega de trabalha Nesrin, que controla os trilhos. Sempre que o semáforo dá passagem ao veículo, o menino Aziz interrompe seus afazeres na casa de chá onde trabalha e sai pelos trilhos com um apito avisando aos moradores para liberarem o caminho.

DE QUEM É O SUTIÃ? estreia nas plataformas digitais nessa quinta-feira, dia 9 de abril no NOW, VIVO e LOOKE. O filme encontrava-se ainda nos cinemas quando as salas foram fechadas devido a pandemia do COVID-19.

O longa, dirigido por Veit Helmer, acompanha a jornada do solitário Nurlan em busca da dona de um sutiã azul, um maquinista de trem que vive numa aldeia nas montanhas e tem uma pacata rotina: ele leva o trem pelo subúrbio da cidade, que passa rente às casas, e diariamente cumprimenta sua colega de trabalha Nesrin, que controla os trilhos. Sempre que o semáforo dá passagem ao veículo, o menino Aziz interrompe seus afazeres na casa de chá onde trabalha e sai pelos trilhos com um apito avisando aos moradores para liberarem o caminho.

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O longa, dirigido por Veit Helmer, acompanha a jornada do solitário Nurlan em busca da dona de um sutiã azul, um maquinista de trem que vive numa aldeia nas montanhas e tem uma pacata rotina: ele leva o trem pelo subúrbio da cidade, que passa rente às casas, e diariamente cumprimenta sua colega de trabalha Nesrin, que controla os trilhos. Sempre que o semáforo dá passagem ao veículo, o menino Aziz interrompe seus afazeres na casa de chá onde trabalha e sai pelos trilhos com um apito avisando aos moradores para liberarem o caminho.

DE QUEM É O SUTIÃ? estreia nas plataformas digitais nessa quinta-feira, dia 9 de abril no NOW, VIVO e LOOKE. O filme encontrava-se ainda nos cinemas quando as salas foram fechadas devido a pandemia do COVID-19.

O longa, dirigido por Veit Helmer, acompanha a jornada do solitário Nurlan em busca da dona de um sutiã azul, um maquinista de trem que vive numa aldeia nas montanhas e tem uma pacata rotina: ele leva o trem pelo subúrbio da cidade, que passa rente às casas, e diariamente cumprimenta sua colega de trabalha Nesrin, que controla os trilhos. Sempre que o semáforo dá passagem ao veículo, o menino Aziz interrompe seus afazeres na casa de chá onde trabalha e sai pelos trilhos com um apito avisando aos moradores para liberarem o caminho.

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SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra) 
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra) 
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra) 
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra) 
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra) 
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra) 
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra) 
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra) 
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra) 
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra) 
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra) 
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra) 
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra) 
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra) 
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra) 
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

“O Pai” na plataforma Belas a la Carte

Distribuído pela Pandora Filmes, O PAI (The Father/Bashtata), longa da Bulgária, deveria chegar aos cinemas de todo o Brasil no mês de março, porém, devido às circunstâncias inéditas em meio à pandemia de COVID-19 em todo o mundo, a distribuidora decidiu lançar o filme de forma inédita e exclusiva na plataforma digital do BELAS A LA CARTE, disponível a partir do dia 16 de abril, por R$ 12,90. Além disso, outros dois filmes dos diretores, A Lição (2014) e Glory (2016) também poderão ser adquiridos através de um pacote promocional junto com O Pai, por R$ 15,90.

O PAI, dirigido por Kristina Grozeva e Petar Valchanov, é baseado em uma história real que aconteceu na família dos diretores. Conta Kristina que “Depois do funeral da mãe de um parente, um vizinho apareceu apavorado e disse: ‘Sua mãe está me ligando!’. Olhamos o telefone e vimos o nome, a data e o horário da ligação. Ele disse que a ligação ocorrera há dois minutos, sendo que ela tinha sido enterrada três horas antes. Ficamos impressionados e começamos a acreditar que era uma situação sobrenatural. Talvez ela quisesse entrar em contato conosco e dizer algo, mas, depois de alguns minutos, descobrimos uma razão lógica para aquilo ter acontecido, o que nos motivou a escrever a trama do filme”.

Alternando momentos cômicos e bem-humorados a outros tristes e reflexivos, o filme conta a história de Vasil, que acaba de perder sua mais longeva parceira, a esposa Valentina. Quando, após o funeral, uma mulher proclama que a falecida ligou para o seu celular, Vasil procura a ajuda de um médium conhecido para entrar em contato com sua esposa. Seu filho Pavel tenta trazê-lo de volta, mas Vasil teimosamente insiste em fazer as coisas do seu jeito. O PAI é um drama familiar íntimo, sobre as dificuldades de se conectar com aqueles que estão próximos a nós. À medida que o filme ganha impulso lentamente, sua história se desenvolve em muitas situações absurdas ou cômicas, cuidadosamente escritas pelos diretores e roteiristas.

O PAI é um projeto paralelo a uma trilogia inspirada em notícias de jornal, da qual fazem parte “A Lição” (2014) e “Glory” (2016), que também estão disponíveis na plataforma Belas À La Carte. O terceiro filme da trilogia (“The Triumph”) ainda está em fase de desenvolvimento.

SINOPSE 

Vasil acaba de perder sua grande parceira de vida, a esposa Ivanka. Quando, após o funeral, uma parente afirma ter recebido chamadas da falecida no celular, Vasil decide viajar até um famoso médium, com a esperança de entrar em contato com ela. Seu filho, Pavel, tenta dissuadi-lo da ideia, mas Vasil insiste em seguir em frente. Os dois, então, partem numa louca jornada que os fará enfrentar a culpa que sentem acerca da perda, enquanto uma série de absurdos colocam à prova a relação entre eles.

FICHA TÉCNICA 
Bulgária/ Grécia • 87 minutos • Búlgaro • Cinemascope 2.35:1

Direção e Roteiro: Kristina Grozeva e Petar Valchanov
Produção: Kristina Grozeva, Petar Valchanov, Konstantina Stavrianou, Irini Vougioukalou
Produtores Executivos: Kristina Grozeva, Poli Angelova, Elena Mosholova
Direção de Fotografia: Krum Rodriguez
Desenho de Som: Ivan Andreev
Direção de Arte: Vanina Geleva
Montagem: Petar Valchanov
Figurino: Ivelina Mineva
Música de: Hristo Namliev

Serviço BELAS A LA CARTE:  
Plano de assinatura mensal, por apenas R$ 10,90 (dez reais e noventa centavos), com acesso a todos os filmes do catálogo (com exceção dos lançamentos especiais), em dois dispositivos simultaneamente; ou locação por filme unitário (catálogo e lançamentos especiais), para assistir em um período de até 48 horas após a compra, por preços variados, a partir de R$ 4,90 (quatro reais e noventa centavos). Acesse: http://www.belasartesalacarte.com.br

O PAI (The Father/Bashtata) lançamento exclusivo no Belas à La carte por R$ 12,90
Pacote promocional: O PAI + A LIÇÃO + GLORY por R$ 15,90

SOBRE OS DIRETORES

Kristina Grozeva e Petar Valchanov são um casal de diretores, produtores e roteiristas baseados em Sófia, Bulgária. Eles se conheceram na Academia Nacional de Artes Teatrais e Cinematográficas e trabalham juntos desde então. Em 2009, criaram sua própria produtora, a Abraxas Film, para consolidar sua parceria, com objetivo de produzir curtas-metragens, reportagens e documentários com personagens memoráveis e histórias emocionantes, ao mesmo tempo divertidas, perturbadoras e comoventes.

A estréia em curtas-metragens de Kristina e Petar, Jump (2012), tornou-se o primeiro filme búlgaro indicado ao European Film Award. As estréias independentes de seu filme de baixo orçamento A Lição (The Lesson, 2014) e sua sequência, Glória (Glory, 2016), ganharam vários prêmios nos festivais em San Sebastian, Tóquio, Locarno, Gotemburgo, Varsóvia, Edimburgo, Les Arcs, Gijon e muitos outros, ficando assim dentre os filmes búlgaros de maior sucesso do século XXI. Os títulos fazem parte da chamada “Trilogia de Recortes de Jornal” dos diretores, inspirada em notícias que retratam o absurdo da vida na Bulgária pós-comunista – cuja parte final, Triumph, está atualmente em desenvolvimento.

SOBRE A PANDORA FILMES   

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

40 Dias: O Milagre da Vida

Baseado no livro autobiográfico de Abby Johnson, 40 Dias: O Milagre da Vida chega aos cinemas nacionais em 14 de maio e traz relatos reais de uma ex-funcionária da Paternidade Planejada, organização responsável por metade dos abortos realizados nos Estados Unidos. Abby renunciou ao cargo de diretora de uma das clínica em 2009 e, desde então, atua como ativista pró-vida na luta contra o aborto. “Eu queria que as pessoas vissem aquilo que eu vi. Eu queria que elas sentissem o mesmo sentimento de urgência que eu sinto todos os dias”, afirma a escritora e ativista.

Com título em alusão ao movimento pró-vida 40 Dias Pela Vida, 40 Dias: O Milagre da Vida é escrito e dirigido por Chuck Konzelman e Cary Solomon, que já haviam trabalhado juntos em ‘Deus Não Está Morto’ e ‘Você Acredita?’. Estrelado por Ashley Bratcher e Brooks Ryan, o longa teve uma ótima recepção internacional, arrecadando o dobro do previsto durante sua semana de estreia nos Estados Unidos. Robia Scott, Jared Lotz, Emma Elle Roberts, Robin DeMarco e Robert Thomason também fazem parte do elenco.

“Disforia” estreia em 12 de março

O filme “DISFORIA”, primeiro longa do diretor Lucas Cassales, nome promissor do cinema gaúcho, estreia em 12 de março nos cinemas. O diretor foi o grande premiado no Festival de Gramado de 2015 com seu curta-metragem “O Corpo”, vencedor nas categorias de melhor fotografia, roteiro, direção e melhor curta.

Após sofrer uma experiência traumática, Dário, interpretado por Rafael Sieg (dos filmes “As Ineses”, “Alaska” e o “Ainda  Orangotangos”), um psicólogo infantil, volta a atender crianças e sua primeira paciente é Sofia (Isabella Lima), uma menina que provoca sensações perturbadoras nas pessoas ao seu redor.

Ao longo do tratamento, Dário acaba despertando lembranças que estavam guardadas no passado, trazendo à tona traumas e sensações de agonia e aflição, além de questões como a paternidade, o sofrimento e a dor. Atormentado, ele precisa encarar o passado e o mistério envolvendo a família de Sofia.

Diferente dos filmes do gênero tradicionais, em “DISFORIA” há um suspense que quase nunca é concluído, criando uma atmosfera de mal-estar permanente, que só ganha respiro ao final, observa o diretor.

A palavra Disforia significa: um distúrbio caracterizado pela dificuldade em se recuperar depois de vivenciar ou testemunhar um acontecimento assustador. A condição pode durar meses ou anos, com gatilhos que podem trazer de volta memórias do trauma acompanhadas por intensas reações emocionais e físicas.

Trata-se de um thriller de horror psicológico, gênero que está cada vez mais em evidência no país. O filme, que aborda alguns temas como estresse pós traumático, transtornos psicológicos, depressão pós parto, solidão e insanidade, transgride os limites entre o real e o imaginário.

Com a produção da Sofá Verde Filmes, coprodução da Epifania Filmes e distribuição da Lança Filmes, “DISFORIA” estreia dia 12 de março nos cinemas de todo o Brasil.

O filme irá promover ainda exibições especiais em determinadas praças. Após as sessões acontecerão debate com convidados especialistas na área de saúde mental e profissionais de diversas áreas envolvidas com o tema.

Trailer oficial:

www.youtube.com/watch?v=sXT-BHGgzl0

“Disforia” nas redes sociais

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www.instagram.com/lancafilmes – @lancafilmes

www.instagram.com/filmedisforia – @filmedisforia

“Fotografação” estreia em 05 de março

FOTOGRAFAÇÃO, novo trabalho de Lauro Escorel, exibido no 24º Festival Internacional de Documentários – É Tudo Verdade 2019, estreia em circuito comercial nesta quinta-feira, dia 05 de março, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

O documentário propõe um olhar sobre a fotografia brasileira, desde seu surgimento aos dias atuais, passando pelos principais nomes dessa arte, até o impacto das novas tecnologias e da fotografia digital na sociedade contemporânea.

Escorel, que atuou como diretor de fotografia em filmes de Leon Hirszman, Cacá Diegues e Hector Babenco, entre muitos outros, teve a ideia do documentário em 2014. “Foi do desejo de mostrar a um público mais amplo as belas imagens guardadas nos principais acervos do país que nasceu a ideia de fazer um documentário sobre a história da nossa fotografia. Vi ali a possibilidade de narrar como se deu a apresentação do Brasil aos brasileiros (e ao mundo) por meio da fotografia“, explica.

Durante o processo de pesquisa que durou mais de três anos, concebeu, além do longa FOTOGRAFAÇÃO, a série para TV “Itinerários do Olhar”. Anteriormente, dirigiu “Sonho Sem Fim” e diversos documentários, com destaque para o premiado “Libertários”. Mais recentemente codirigiu com Paulo Beti e Eliane Jardinni “A Fera na Selva”.

Busquei  valorizar  o trabalho  daqueles  fotógrafos que nos ajudaram a construir a imagem do país que trazemos conosco, valorizando seu olhar humanista”, comenta Escorel, que  buscou  os  elos de ligação entre os fotógrafos e suas imagens, para construir  sua narrativa e selecionar os que seriam abordados no filme.

Unindo sua experiência profissional e pessoal, o diretor apresenta os primeiros fotógrafos a atuarem no Brasil, ainda no século XIX, como Marc Ferrez e Augusto Malta, passa pelos registros fotográficos do modernista Mário de Andrade e detém-se nos principais praticantes da fotografia moderna: Hildegard Rosenthal, José Medeiros, Marcel Gautherot e Pierre Verger.

O documentário também se vale de algumas imagens de filmes brasileiros, em que Escorel participou como diretor de fotografia, para apresentar a conexão entre a fotografia e o cinema brasileiros, para então chegar aos dias de hoje, no qual observa os resultados da atual proliferação da imagem digital. “Fotografar agora parece estar ligado a se mostrar, postar na rede e talvez lembrar. Não é mais sobre a imagem, sobre a ideia de captar um momento único, um quadro, uma composição”.

Diante deste quadro o cineasta se pergunta: “Como seremos lembrados por meio destas fotografias no futuro?”.

FOTOGRAFAÇÃO” é uma produção de Zita Carvalhosa, da Cinematográfica Superfilmes, uma coprodução da Spcine e contou com o apoio dos acervos fotográficos do Instituto Moreira Salles, da Fundação Pierre Verger e do Instituto de Estudos Brasileiros da USP. A distribuição no Brasil é da Pandora Filmes.

SINOPSE 
“FOTOGRAFAÇÃO” é um documentário sobre momentos marcantes da História da Fotografia Brasileira, construído através do olhar de Lauro Escorel, atuante diretor de fotografia do cinema brasileiro. O filme focaliza a representação do País no trabalho de diversos fotógrafos e reflete sobre o impacto da fotografia digital na sociedade contemporânea.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Lauro Escorel
Roteiro: Evaldo Mocarzel e Lauro Escorel
Pesquisa: Antonio Venancio
Direção de Fotografia: Carlos Ebert, Guy Gonçalves, Jacques Cheuiche e Lúcio Kodato
Montagem: Idê Lacreta
Desenho de Som: Ricardo Reis
Edição de Som: Miriam Biderman
Música Original: Zé Nogueira
Produção Executiva: Zita Carvalhosa
Produtor: Cinematográfica Superfilmes
Coprodução: Spcine
Produtora Associada: Cinefilmes
Idioma: Português
Gênero: Documentário
Ano: 2019
Duração: 76 min
País: Brasil
Classificação: livre

FILMOGRAFIA DO DIRETOR 
Primeiro de Maio, 1972
Teatro de la calle, 1974
Libertários, 1976
Arraes de Volta, 1979
Sonho sem Fim, 1986
Improvável Encontro, 2016

SOBRE A PANDORA FILMES 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho, obra que também ganhou quatro estatuetas no Oscar 2020 (incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme Internacional).

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa, Pedro Serrano e Gabriela Amaral Almeida.

“Três Verões” estreia em 19 de março

TRÊS VERÕES, novo filme da diretora Sandra Kogut (Mutum e Campo Grande), estreia em circuito comercial em 19 de março, depois de ser exibido em diversos festivais nacionais e internacionais. O longa fez estreia mundial no Festival de Toronto e já garantiu à Regina Case dois prêmios por seu papel como Madá: o Redentor de Melhor Atriz do Festival do Rio e o prêmio de Melhor de Atriz no Antalya Golden Orange Film Festival, na Turquia.

Através do olhar de Madá (Regina Casé), uma caseira num condomínio de luxo à beira mar, acompanhamos o desmantelamento de uma família em função dos dramas políticos que abalaram o país. TRÊS VERÕES se passa ao longo de três anos consecutivos (2015, 2016 e 2017), sempre na última semana do ano, entre o Natal e o Ano Novo, na luxuosa casa de veraneio da família. O personagem de Madá está entre dois mundos, ela é dona da casa sem ser: Madá manda nos empregados, mas é também submissa aos patrões.

TRÊS VERÕES nasceu do desejo da diretora Sandra Kogut de falar sobre o que vem acontecendo no Brasil nestes últimos anos através de personagens que estão geralmente num canto do quadro. Ou fora da tela. Os figurantes, os invisíveis. O que acontece com aqueles que orbitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida destes desmorona? De que maneira eles sofrem as consequências?

Além de Regina Casé, Rogério Fróes, Otávio Muller e Gisele Fróes, completam o elenco do filme Carla Ribas, Carol Pismel, Wilma Melo, Luciano Vidigal, Jessica Ellen e Daniel Rangel. No Brasil, TRÊS VERÕES é distribuído pela Vitrine Filmes, e tem previsão de estreia em março de 2020.

SINOPSE:   
A cada verão, entre Natal e Ano Novo, o casal Edgar e Marta recebe amigos e família na sua mansão espetacular à beira mar. Em 2015 tudo parece ir bem, mas em 2016 a mesma festa é cancelada. O que acontece com aqueles que gravitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida deles desmorona? Através do olhar de uma empregada e de um velho patriarca, ambos vítimas do sonho neoliberal, vemos um retrato do Brasil contemporâneo, imediatamente antes de 2018.

FICHA TÉCNICA:  
Direção: Sandra Kogut
Elenco: Regina Casé, Otávio Muller, Gisele Fróes, Rogério Fróes, Carla Ribas, Carol Pismel, Wilma Melo, Luciano Vidigal, Jessica Ellen e Daniel Rangel
Produção: Marcello Ludwig Maia e Laurent Lavolé
Produtor Associado: Carlos Diegues
Roteiro: Sandra Kogut e Iana Cossoy Paro
Direção de Fotografia: Ivo Lopes Araújo
Montagem: Sergio Mekler  e Luisa Marques
Trilha Original: Berna Ceppas
Direção de Arte: Marcos Pedroso e Thales Junqueira
Figurino: Marina Franco
Maquiagem: Ricardo Tavares
Produção de Elenco: Marcela Altberg
Som Direto: Bruno Armelin
Edição de Som: Tomás Alem e Vincent Guillon
Direção de Produção: Flávia Rosa Borges
Produção Executiva: Marcello Ludwig Maia
Assistente de direção: Lara Carmo
Consultoria: Monica Almeida
Distribuição: Vitrine Filmes

SOBRE A DIRETORA  
Sandra Kogut fez seus primeiros trabalhos em 1984 e desde então vem utilizando diferentes mídias e formatos : ficções, documentários, filmes experimentais, instalações. Participou de exposições no Brasil e no exterior. Em 1996 foi uma das criadoras do programa “Brasil Legal”, na Tv Globo, do qual foi a diretora-geral. Realizou a série experimental “Parabolic People” (rodada em Paris, Nova Iorque, Moscou, Tókio, Dakar e Rio) produzida pelo CICV Pierre Schaeffer (França); o curta “Lá e Cá” (com a atriz Regina Casé, co-produzido pela Tv francesa Canal Plus e pela Fundação McArthur nos Estados Unidos), os premiados documentários “Adiu Monde” e “Passagers d’Orsay” (produzido pelo Museu d’Orsay junto com a televisão francesa). Seu documentário “Um Passaporte Húngaro” (França/ Bélgica / Hungria / Brasil) foi lançado nos cinemas brasileiros em 2003, recebendo prêmios internacionais e sendo objeto de estudos e teses em vários países. Seus trabalhos foram premiados em diversos festivais internacionais  (Rio, Berlin, Oberhausen, Kiev, Leipzig, Locarno, Havana, Rotterdam e muitos outros)  e foram exibidos no MoMA em NY,  Guggenheim Museum, Forum des Images em Paris, Harvard Film Archives nos EUA (onde foi realizada uma retrospectiva completa) entre outros. “Mutum” seu primeiro longa-metragem de ficção – baseado no livro “Campo Geral” de João Guimarães Rosa – teve sua estreia mundial no Festival de Cannes 2007, na Quinzena dos Realizadores, recebendo mais de vinte prêmios nacionais e internacionais, e foi lançado comercialmente numa dezena de países.
“Campo Grande” seu último longa-metragem de ficção, uma coprodução Brasil/França, teve estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto e foi premiado nos festivais do Rio, Mar del Plata, Havana, Málaga entre outros.
Em 2011/2012 Sandra passou um ano em Berlim como convidada da DAAD Berliner Künstlerprogramm.Foi professora na Escola Superior de Belas Artes em Strasbourg (França) e nas universidades americanas de Princeton, Columbia (Film Program) e University of California San Diego / UCSD. Foi Visiting Scholar na New York University  entre 2008 e 2011.
Há três anos é comentarista do programa Estudio i, na Globonews.

SOBRE A REPÚBLICA PUREZA   
Produtora independente que completa 25 anos em 2020, a República Pureza traz como destaques de sua trajetória filmes como “Amarelo Manga”, “Febre do Rato” e “Big Jato”, de Claudio Assis, “Um Passaporte Húngaro”, de Sandra Kogut, “Erva do Rato” e “Educação Sentimental”, de Julio Bressane, “A História da Eternidade”, de Camilo Cavalcante, “Um Filme de Cinema”, de Walter Carvalho, “Faroeste Caboclo”, de René Sampaio, “A Frente Fria que a Chuva Traz”, de Neville de Almeida, e “O Beijo no Asfalto”, de Murilo Benício, entre outros.
Além de “Três Verões”, a produtora tem entre seus lançamentos mais recentes “Domingo”, de Fellipe Barbosa e Clara Linhart, em cartaz nas salas, e “Piedade”, mais novo filme de Claudio Assis. Para o início do próximo ano, dois filmes baseados em romances de Clarice Lispector que coproduziu, “A Paixão Segundo GH”, de Luiz Fernando Carvalho, e “O Livro dos Prazeres”, de Marcela Lorde, e mais o drama “Pérola”, de Murilo Benício, baseado na primeira peça de Mauro Rasi a chegar ao cinema.

SOBRE A GLOBO FILMES   
Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 300 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, documentários, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ – com mais de 9 milhões de espectadores -, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’, ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar e Bacurau que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.

SOBRE A VITRINE FILMES   
Em nove anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 150 filmes. Entre seus maiores sucessos estão “Aquarius”, “O Som ao Redor”, e “Bacurau” de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, longa que já alcançou mais de 750.000 espectadores, além de “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, representante brasileiro do Oscar deste ano, “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro, e “O Filme da Minha Vida”, de Selton Mello.
Entre os documentários, a distribuidora lançou “Divinas Divas”, dirigido por Leandra Leal e “O Processo”, de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional.
Em 2020, ano em que completa 10 anos, a Vitrine Filmes já lançou “O Farol”, de Robert Eggers, indicado ao Oscar de Melhor Fotografia, e ainda lançará “Três Verões”, de Sandra Kogut, o premiadíssimo A Febre, de Maya Da-Rin, e “Você Não Estava Aqui”, novo longa de Ken Loach, ainda no primeiro semestre.

“Zombi Child” estreia em 26 de março

ZOMBI CHILD, escrito e dirigido por Bertrand Bonello (Nocturama e L’Apollonide – O Amor na casa da Casa de Tolerância), foi exibido em competição no último Festival de Cannes e agora chega aos cinemas brasileiros em 26 de março. Com partes rodadas no Haiti, o longa conta a história de um jovem que é trazido do mundo dos mortos para trabalhar nas plantações de cana-de-açúcar no início dos anos 1960. Décadas depois, a vida de uma adolescente francesa, descendente de haitianos é interligada à dele.

O diretor conta que ainda no início dos anos 2000 teve o interesse pelo Haiti despertado, quando um amigo rodou um longa ali. À época, ele anotou duas palavras num caderno: Zumbi, Haiti. Relendo essa anotação em 2018, retomou a ideia que parecia óbvia: “O que é um zumbi? É um homem que foi retirado do mundo. Eu o imaginei como um homem que anda lentamente, com a cabeça baixa. Uma simples imagem como essa, para mim, constitui um ponto de partida”, relembra.

Na trama, que se passa em Paris, em 2015, uma jovem compartilha com suas amigas do colégio interno um antigo segredo de sua família.  E uma delas decide realizar o ritual vudu, invocando um zumbi.

A figura do zumbi original (zombi, não zombie) “é profundamente embutida na história e na cultura haitiana. É o resultado de uma magia vudu, que as pessoas pouco falam e muitas negam a existência”, explica Bonello, que encontrou inspiração em livros de fotografias, romances e publicações antropológica, como Voodoo in Haiti, do autor suíço Alfred Métraux, dos anos 1950. “Diferentemente do zumbi americano, que é uma pessoa morta, o zumbi haitiano está suspenso em algum lugar entre a vida e a morte”, completa.

ZOMBI CHILD também foi destaque do Festival Internacional de Cinema do Rio 2019, e chega aos cinemas brasileiros com distribuição da California.

Sinopse 
Haiti, 1962. Um homem é trazido de volta do mundo dos mortos apenas para ser enviado ao inferno do trabalho nos campos de cana. Em Paris, 55 anos depois, na conceituada escola da Legião de Honra, uma jovem aluna haitiana confessa um antigo segredo de família para o grupo de novas amigas – sem imaginar que sua estranha narrativa vai convencer um colega de coração partido a fazer o inimaginável. Veneza 2019.

Ficha técnica 
Direção: Bertand Bonello
Elenco: Louise Labeque, Wislanda Louimat, Katiana Milfort
Gênero: Fantasia
País: França
Ano: 2019
Duração: 103 min.

“Tel Aviv em Chamas” estreia em 12 de março

TEL AVIV EM CHAMAS, de Sameh Zoabi, foi exibido na seleção oficial do Festival de Toronto e premiado no Festival de Veneza com o Interfilm Award de Melhor Filme e o prêmio de Melhor Ator na mostra Horizonte para Kais Nashif, que interpreta o protagonista Salam. O longa chega aos cinemas brasileiros em 12 de março, com distribuição da Pandora Filmes. 

Ambientado na Palestina, essa comédia acompanha o jovem Salam, que trabalha como estagiário na produção de uma telenovela. Para o diretor, a ideia de um filme que aborde novelas foi natural pois esses programas de TV são muito rentáveis e populares no Oriente Médio. “O que acho interessante é que as pessoas que assistem novelas consideram esse estilo de diálogo mais convincente que o diálogo e atuação sutil do cinema”.

Ao utilizar o meio da novela, consegui explorar temas que nunca seria capaz de fazer de outra maneira no cinema. Por exemplo, a cena de abertura, que considero bastante política, quando os personagens palestinos expressam como se sentem em relação à guerra árabe-israelense de 1967 que se aproxima. Eles falam sobre suas esperanças, história e medo da ocupação israelense de Jerusalém”, comenta Zoabi.

Na história, Salam cruza o posto de controle entre as cidades de Israel e Ramala diariamente, para ir trabalhar. Ali, conhece o oficial do exército Assi, que acompanha a novela ‘Tel Aviv em Chamas’ e tem suas próprias opiniões sobre o desenrolar da trama. Para crescer profissionalmente, Salam começa a se apropriar das ideias de Assi e torna-se roteirista. Mas, o final esperado pelo oficial é bem diferente do que pretendem os investidores do programa e o novo roteirista precisará encontrar uma saída de mestre para agradar a todos.

É um grande desafio fazer comédia lidando com a realidade palestina e israelense, pois as pessoas levam a região e o conflito muito a sério”, diz Zoabi. “Mas acredito que a comédia permite a liberdade de discutir assuntos sérios de uma maneira sutil. Nos meus filmes, tento entreter, mas também falar sinceramente sobre a condição humana de onde meus personagens estão inseridos”, completa.

SINOPSE 
Israel, Palestina. Dias atuais.
Salam, um charmoso palestino de 30 anos, mora em Jerusalém e trabalha como estagiário numa popular novela da Palestina, “Tel Aviv em Chamas”, que é produzida em Ramala. Todos os dias Salam tem que passar pelo posto de controle israelense para chegar aos estúdios de televisão. Ele conhece o comandante do posto de controle, Assi, cuja esposa é muito fã do programa. Para impressioná-la, Assi acaba se envolvendo com o roteiro do programa. Salam logo percebe que as ideias de Assi podem garantir a ele uma promoção como roteirista.
A carreira de Salam decola, até que Assi e os investidores da novela discordam de como a trama deve terminar. Espremido entre um oficial do exército e os apoiadores árabes, Salam só pode sair dessa com um golpe de mestre.

FICHA TÉCNICA 
TEL AVIV EM CHAMAS (Tel Aviv on Fire)
Direção: Sameh Zoabi
Elenco: Kais Nashif, Lubna Azabal
Producão: Amir Harel – Lama Films / Film From There (Israel), Miléna Poylo & Gilles Sacuto – TS Productions (França), Bernard Michaux – Samsa Film (Luxemburgo), Patrick Quinet – Artémis Productions (Bélgica)
Ano: 2018
Duração: 97 min.
Países: Luxemburgo, França, Israel, Bélgica

SOBRE O DIRETOR 
Sameh Zoabi nasceu e foi criado em Iksal, uma vila palestina próxima a Nazaré. Ele se formou na Universidade de Tel Aviv em Estudos de Cinema e Literatura Inglesa, depois recebeu a bolsa Fullbright para cursar mestrado em Direção de Filmes na Escola de Artes da Universidade de Columbia. Ele também cursou residências de prestígio na Cinefondation do Festival de Cannes e no Laboratório de Roteiristas em Sundance.
A voz única de Zoabi foi reconhecida pela Filmmaker Magazine e ele foi nomeado uma das “top 25 novas faces do cinema independente”. Seu trabalho foi exibido e premiado em diversos festivais internacionais, incluindo Cannes, Toronto, Locarno, Sundance, Karlovy Varu, Novos Diretores/Novos Filmes e Festival de Nova York.

Direção:
Tel Aviv em Chamas (segundo longa) – Sameh Zoabi (2018)
Under the Same Sun (filme para TV) – Sameh Zoabi (2013)
Mawsem Hisad – (documentário) – Nassim Amaouch, Mais Darwazah, Erige Sehiri and Sameh Zoabi (2012)
Man Without a Cell Phone – Sameh Zoabi (2010)
Be Quiet (curta) – Sameh Zoabi (2005)

Roteirista 
The Idol – Hany Abu-Assad (2015)

SOBRE A PANDORA FILMES 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 20 cidades do Brasil.

“Terremoto” estreia dia 12 de março

Um abalo sísmico de magnitude de 5,4 na escala Richter atingiu Oslo no início do século XX, abrindo uma fenda que cruza a cidade. De acordo com os cientistas, um novo terremoto com essa potência pode acontecer a qualquer momento, mas ninguém consegue prever quando. Essa é a premissa do filme-catástrofe, TERREMOTO, primeiro longa do diretor John Andreas Andersen, que estreia nos cinemas brasileiros em 12 de março, com distribuição da Califórnia Filmes.

Andersen conta que no início achou um pouco absurdo um filme sobre um terremoto em Oslo, mas que aos poucos percebeu que registros históricos tornavam a trama viável: “a Noruega é a área sísmica mais ativa no norte da Europa, em 1904 realmente houve um grande terremoto na região e esse tipo de incidente acontecerá novamente”.

O diretor se utilizou dos personagens para levar o público a sentir o que eles estavam passando. De acordo com ele,  essa empatia é fundamental para o filme. “Porque se você não está vivenciando, não importa o quão espetaculares são as cenas, você não vai se envolver”. Portanto, além dos efeitos especiais e muita ação, o roteiro contempla o drama familiar de Kristian, sua filha Julia, que busca desesperadamente a atenção do pai, e Idun, a mulher que foi a grande paixão de Kristian. “E todos eles estão prestes a ter suas vidas completamente mudadas por essa impiedosa e brutal força da natureza”, explica Andersen.

Com TERREMOTO, eu queria colocar o público no meio de uma cidade sendo dilacerada, sentindo o impacto dessa força. Espero que o filme leve o espectador a uma viagem emocionalmente e visualmente fascinante, com muita ação”, finaliza.

SINOPSE 
Em 1904, um terremoto de magnitude 5,4 na escala Richter sacudiu Oslo e arredores. O terremoto teve seu epicentro na região Oslo-Graben, atravessando a capital norueguesa. Os geólogos não podem ter certeza, mas estudos indicam que pode-se esperar para o futuro grandes terremotos nesta área. Quando eles, eventualmente, acontecerão, ninguém pode dizer com certeza. No entanto, sabe-se que a densidade populacional e a infra-estrutura em Oslo é significativamente mais vulnerável hoje do que em 1904. O que esperar se acontecer um terremoto significativamente maior?

FICHA TÉCNICA 
Direção: John Andreas Andersen
Elenco: Kristoffer Joner, Ane Dahl Torp, Jonas Hoff Oftebro
Gênero: Drama, Ação, Suspense
País: Noruega
Ano: 2018
Duração: 108 min

“Açúcar” estreia em 30/01

Exibido no Festival de Rotterdam, AÇÚCAR, escrito e dirigido por Renata Pinheiro e Sergio Oliveira, estreia nesta quinta-feira, dia 30 de janeiro, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Aracaju, Brasília, Curitiba, Fortaleza, João Pessoa, Maceió, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Salvador, Teresina e Triunfo/PE.

Numa visão contemporânea das relações coronelistas dos antigos engenhos de cana-de-açúcar, o longa acompanha a volta de Bethânia (Maeve Jinkings), uma mulher madura, miscigenada, criada em uma família branca, à fazenda da Zona da Mata onde nasceu.

Bethânia carrega em si a formação crucial do povo brasileiro, e se perde em um dilema onde nem o preto nem o branco se encaixam nela. Enquanto ela tenta se reconectar com o local, enfrenta os antigos empregados, agora donos de parte da terra.

A narrativa de AÇÚCAR flerta com elementos de realismo fantástico e adentra na dicotomia senhor de engenho versus escravos (branco versus negro, alta cultura versus cultura popular, realidade versus imaginação) presente em todo o filme, tanto psicologicamente quanto geograficamente, refletindo uma divisão social secular na qual o país ainda está preso.

Essa é a segunda vez que Renata Pinheiro e Sergio Oliveira trabalham com a atriz Maeve Jinkings. A primeira foi no longa “Amor, Plástico e Barulho”, dirigido por Renata e produzido por Sergio. No elenco estão, ainda, Dandara de Morais, Magali Biff e Zé Maria. O filme é uma produção da Aroma Filmes em coprodução com a Boulevard Filmes, Canal Curta e Synapse, e distribuição da Boulevard Filmes.

SINOPSE 
Bethânia retorna a suas terras onde uma vez funcionou o antigo engenho de açúcar da sua família, o Engenho Wanderley. Entre fotos, criaturas fantásticas, contas a pagar e trabalhadores reivindicando seus direitos sobre a terra, Bethania enfrenta a si mesma em um presente onde o passado e o futuro são ambos ameaçadores.

AÇÚCAR é ambientado num universo de realismo fantástico, que cruza a história pessoal de Bethânia com a formação da identidade de um país que é, ao mesmo tempo, moderno e arcaico, contemporâneo e ancestral, branco e muito, muito mais negro.

FICHA TÉCNICA  
Direção: Renata Pinheiro e Sergio Oliveira
Roteiro: Renata Pinheiro e Sergio Oliveira
Produção executiva: Leticia Friedrich, Lourenço Sant’Anna, Sergio Oliveira
Direção de fotografia: Fernando Lockett
Direção de arte: Renata Pinheiro
Montagem: Adelina Bichis
Elenco: Maeve Jinkings, Magali Biff, Dandara de Morais, Zé Maria
Som: Manuel de Andrés
Trilha original: Guile Martins
Escore musical: Sergio Oliveira
Música: Caetano Veloso, Agepê e outros
Figurino: Christiana Garrido
Produção: Aroma Filmes
Coprodução: Boulevard Filmes, Canal Curta, Synapse.
Distribuição: Boulevard Filmes
Classificação indicativa: 14 anos
País: Brasil
Ano: 2017
Duração: 90 min.

SOBRE OS DIRETORES 
Renata Pinheiro, graduada em Artes Visuais, tem como característica de suas obras cinematográficas a construção visual como um dos principais elementos da construção da narrativa. Seu primeiro longa, “Amor, Plástico e Barulho” foi selecionado para o IndieLisboa (2014) e venceu mais de 15 prêmios, entre eles Melhor Atriz, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Direção de Arte no Festival de Brasília (2013), Melhor filme no festival Brafftv, Melhor filme pela ABRACINE, entre outros. “Superbarroco”, seu primeiro curta, foi selecionado para a Quinzaine des Réalisateurs – Cannes (2009) e ganhou mais de 30 prêmios ao longo de sua carreira. Assina também a direção de arte do filme Zama da diretora argentina Lucrecia Martel.

Sergio Oliveira iniciou sua carreira já nos anos 90, é diretor e roteirista de diversos projetos. Seu documentário Super Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos ganhou Melhor Direção e Melhor Fotografia no Festival Internacional do Rio (2016).

Juntos os diretores Renata Pinheiro e Sergio Oliveira codirigiram e corroteirizaram o longa-metragem documentário Estradeiros, ganhador do Prêmio de Melhor Filme na Semana dos Realizadores (RJ – 2011) e do Prêmio de Contribuição Artística no Festival Internacional Olhar de Cinema, Curitiba, 2011. E o curta-metragem documentário “Praça Walt Disney” que teve sua estreia internacional no Festival de Locarno (2011) e recebeu ao longo da sua carreira mais de 45 prêmios.

 

SOBRE A BOULEVARD FILMES  
A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto, tanto para cinema, quanto para TV e novas mídias. Entre seus lançamentos para as salas de cinema estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), “Filme Sobre um Bom Fim”(Boca Migotto), “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” (Leo Garcia, Zeca Brito), “Histórias que nosso cinema (não) contava” (Fernanda Pessoa) e “Açúcar” (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro), esté último com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2019.

E Agora? Mamãe saiu de Férias!

Título Original: When Mom Is Away | 10 Giorni Senza Mamma
Direção: Alessandro Genovesi
Roteiro: Alessandro Genovesi, Giovanni Bognetti
Elenco: Fabio De Luigi, Valentina Lodovini, Angelica Elli
Distribuição: A2 Filmes

Sinopse: Carlo e Giulia têm três filhos: ele é um pai distraído e absorvido pelo trabalho; ela é uma mãe que se dedicou à sua família, desistindo de sua carreira. As crianças são Camilla, uma adolescente rebelde de 13 anos de idade, Tito, de 10 anos, inteligente e de humor duvidoso, e a pequena Bianca, de 2 anos, que não fala, usa gestos e só faz o que quer. Giulia, cansada da rotina, conta à família sairá por dez dias de férias – sozinha. Carlo de repente se encontra em um verdadeiro pesadelo! Entre jantares para preparar, lidar com a rotina das crianças, quase desastres e compromissos de trabalho perdidos, Carlo sobrevive a esses dez intermináveis contando com a ajuda inusitada de uma babá. Será que esse tempo foi necessário para conhecer melhor seus filhos e aproximar a família? PRIMEIRO LUGAR NAS BILHETERIAS DA ITÁLIA;

“Jovens Polacas” estreia em 27 de fevereiro

O cineasta carioca Alex Levy-Heller assina a direção de ‘Jovens Polacas’, longa de ficção que joga luz sobre uma história real, que até hoje é cercada de tabus: a das jovens mulheres, judias e pobres do Leste Europeu, que no início do século passado eram trazidas ao Brasil sob a promessa de uma vida melhor, mas, na verdade, eram exploradas em meretrício. O filme estreia nos cinemas de todo o Brasil no dia 27 de fevereiro, com produção da Afinal Filmes e distribuição da Pipa Produções. Confira aqui o trailer oficial: link trailer Jovens Polacas. Foto e cartaz:download.

Alex traça de forma lúdica um retrato da vida à qual eram submetidas no Rio de Janeiro estas estrangeiras, obrigadas a se prostituir para sobreviver. Na época, eram conhecidas como ‘Polacas’ apesar de terem vindo de diversos países da Europa. “Minha intenção sempre foi retratá-las de forma poética. Para isso, busquei inspirações em pinturas, obras de arte e fotografias reais destas mulheres”, resume o diretor, Alex, que traz referências estéticas de artistas como Heny Asencio, Jan Saudek, Labasque, Matisse, entre outros.

Livremente adaptado do livro homônimo de Esther Largman, o filme ilustra as memórias quase apagadas de Mira (Jacqueline Laurence), filha de uma “Polaca” que passou parte da primeira infância num Lupanar, vendo sua mãe e as outras mulheres – a quem chamava de tias – sendo exploradas sexualmente pelos cafetões.

Jovens Polacas’ se passa em dois tempos. Nos dias atuais, o jornalista Ricardo (Emilio Orciollo Netto) está em busca de detalhes dessa história para sua tese de doutorado e, em conversas com Mira, ele aos poucos resgata o cotidiano de dificuldades destas mulheres, desde sua chegada até o fim de suas vidas.  Renegadas pela própria comunidade judaica, foram obrigadas a construir sua própria sinagoga e seu próprio cemitério, conhecido como “Cemitério das Polacas”, localizado em Inhaúma, onde a produção foi autorizada a rodar trechos do filme. O local, que ficou por anos abandonado, foi tombado pela Prefeitura do Rio e, hoje, é mantido pela sociedade comunal israelita. No elenco, também estão Berta Loran, Flavio Migliaccio e Lorena Castenheira.

 

ELENCO PRINCIPAL

Jacqueline Laurence

Emilio Orciollo Netto

Lorena Castanheira

Thierry Tremouroux

Berta Loran

Flavio Migliaccio

 

FICHA TÉCNICA

JOVENS POLACAS

Um filme de Alex Levy-Heller

Direção de Fotografia MIGUEL VASSY

Direção de Arte ANDRÉ TRIGLIGS

Produção de Elenco VANESSA VEIGA

Figurino  SOL AZULAY

Música Original RICARDO GOMES

Edição de Som e mixagem GABRIEL PINHEIRO

Direção e Roteiro ALEX LEVY-HELLER

Diretor de Produção Amanda HADDAD

Produção Executiva TÂNIA LEITE

Produzido por MARCELO PEDRAZZI  E ALEXANDRE ROCHA

Roteiro livremente baseado na obra “JOVENS POLACAS”, de Esther Largman.

Produção AFINAL FILMES

Distribuição PIPA PRODUÇÕES

 

SINOPSE

Baseado no livro homônimo de Esther Largman, ‘Jovens Polacas’ traz à tona, de forma lúdica e poética, a história de mulheres judias traficadas do leste europeu para a prostituição no Rio de Janeiro no início do século passado. Iludidas com a possibilidade de uma nova vida, foram exploradas como escravas brancas. Ao ser entrevistada pelo jornalista Ricardo (Emilio Orciollo Netto), Mira (Jacqueline Laurence) busca em sua memória detalhes de sua vida e rotina com sua mãe e faz as pazes com o obscuro passado. Direção: Alex Levy-Heller. 96 minutos.

 

ALEX LEVY-HELLER

Produtor do premiado documentário ‘Dzi Croquetes’ (de Tatiana Issa e Raphael Alvarez), como diretor Alex tem como inspirações para suas produções as coisas que o fascinam: a cultura judaica unida às suas memórias familiares e fábulas e histórias fantásticas. Alex já produziu o documentário ‘O Relógio do Meu Avô’, uma história familiar que o levou à Transilvânia num resgate de suas origens. Além de uma busca de seus antepassados, o doc lança um olhar sobre o Holocausto, através de memórias de sobreviventes que vieram para o Brasil. Ainda sobre a migração judia, se prepara para lançar ‘Jovens Polacas’, a história sempre mantida à margem das judias do Leste Europeu traficadas ao país para exploração sexual. No longa, Alex romantiza através da arte a dura vida destas mulheres arrancadas de sua pátria sob falsas promessas de uma vida melhor. Elas batalharam por dignidade até o fim das suas vidas, quando eram enterradas em cemitérios particulares construídos por elas mesmas.

Em paralelo, seu fascínio pelo fantástico o levou a lançar ‘Christabel’ adaptação do poema gótico e vampiresco de Samuel Taylor Coleridge, publicado em 1816. No filme, seu primeiro de ficção, o diretor traz para o Cerrado Brasileiro a história da relação homoafetiva entre a jovem Christabel e a sedutora e misteriosa Geraldine. Assim como “Jovens Polacas”, “Christabel” aproxima o diretor Alex Levy-Heller da temática feminina, tratando o universo sempre com um olhar poético. O longa-metragem recebeu o prêmio de Melhor Filme no XXII Cine-PE pelo júri da crítica e Melhor Filme pelo júri popular no Rio Fantastik 2018. O filme tem previsão de lançamento comercial no primeiro trimestre de 2020.

Suas próximas incursões cinematográficas estão no desenvolvimento de dois novos longas de ficção:  “O Mercador da Amazônia” sobre os judeus mercadores de borracha na Amazônia no início do século XX.  No campo fantástico, Alex desenvolve o projeto do filme sobre ‘O Golem’, baseado no folclore judaico que inspirou Frankenstein de Mary Shelley.

 

Filmografia completa:

● Jovens Polacas (Ficção, BRA, 95′ 2018)

● Christabel (Ficção, BRA, 112′ 2018)

● Macaco Tião – O Candidato do Povo (Doc, BRA, 75′, 2017)

● O Relógio do Meu Avô (Doc, BRA/ROM, 72′ 2013)

 

SOBRE A PIPA PRODUÇÕES

Criada em 2002, a Pipa Produções, é uma empresa pioneira na promoção, distribuição e lançamento de filmes brasileiros independentes de forma criativa. A análise individual de cada produto sempre foi o grande diferencial da sua proposta, a distribuidora sempre procura identificar ações customizadas para o lançamento comercial de seus diversos títulos.

Buscando de forma objetiva atingir o público, a cada filme trabalhado, a Pipa desenha uma estratégia ligada ao perfil do público espectador que se visa alcançar na divulgação e promoção dos filmes e sua exibição em todo o país – seja em salas comerciais e grandes complexos de cinema, bem se apoia no circuito independente no Brasil.

A Pipa tem como meta lançar filmes de valor cultural agregado, reforçando a formação de público e levando produção cinematográfica nacional às telas de cinema. Na sua trajetória no mercado de distribuição estão filmes aclamados em festivais nacionais e internacionais e sucessos de crítica, apostando na força do cinema brasileiro. Entre os principais: “Elvis & Madona”, de Marcelo Laffite; “Filhos de João, de Henrique Dantas; o doc “Oscar Niemeyer – A Vida é Um Sopro, de Fabiano Maciel”; Trampolim do Forte, de João Rodrigo Mattos; “Celeste e Estrela”, da cineasta Betse de Paula; Outra Memória, de Chico Faganello; Belair, de Bruno Safadi e Noa Bressane e ainda, “Ritos de Passagem” filme de Animação de Chico Liberato.

Recentemente, a empresa passou por uma reformulação, somando à seu line up projetos com mais apelo comercial que possibilitem grandes bilheterias, sem abandonar os filmes e o público que preferem obras de relevância artística. Esta nova visão, consolidou parcerias em projetos audiovisuais, com destaque para: “Lima Barreto, ao Terceiro Dia” com direção de direção de Luiz Pilar e coprodução com a Globo Filmes;  “Um Dia Qualquer” dirigido por Pedro Von Kruger, com produção da Elixir Entretenimento e Canal Space; “Intruso”, de Paulo Fontenelle, numa parceria de produção do Canal Imaginário e Canal Brasil; “Noites de Alface” filme de Zeca Ferreira, produzido pela Afinal Filmes, entre outros.

SOBRE A AFINAL FILMES

A Afinal Filmes está no mercado desde 1998, a produtora é capitaneada por Alexandre Rocha e Marcelo Pedrazzi, que criaram 3 setores distintos na produtora, o setor de pós-produção, o de restauração e o de produção.  Na setor de pós-produção, já se estabelece há mais de 15 anos no mercado como referência, com equipamentos de ponta e uma equipe altamente qualificada, atendendo a demandas de cinema, tv e streaming, dentro dos preceitos de qualidade e segurança no modelo internacional.

No setor de restauração, vem trazendo de volta clássicos de nosso cinema, como “Vidas Secas” e “Assalto ao trem pagador”, e grandes sucessos mais recentes, como “Auto da Compecida” e “Dois filhos de francisco”, remasterizando para as novas mídias e resgatando nossa história. No setor de produção, estabelecemos diversas coproduções como os longa metragens “Paulo Moura – Alma Brasileira” (Eduardo Escorel); “A Era dos Campeões” (Cesário Mello Franco e Marcos Bersntein), Saias (Gustavo Acioly), Motorrad (Vicente Amorim), Berenice Procura (Allan Fitterman) e coproduções internacionais como o filme japonês “Os Lobos do Leste” e o documentário cubano “O Jardim Russo”.

É produtora do longa documentário “Eu sou Carlos Imperial” (Renato Terra e Ricrdo Calil) – finalista do Grande prêmio do Cinema Brasileiro e de dois longas de ficção “Jovens Polacas” (Alex Levy-Heller) e “Noites de Alface” (Zeca Ferreira). Está em desenvolvimento de outros projetos para cinema, tv e streaming.

“De quem é o sutiã?” estreia em 20 de fevereiro

DE QUEM É O SUTIÃ? estreia em circuito comercial no Brasil dia 20 de fevereiro, depois de ser exibido na 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O longa, dirigido por Veit Helmer, acompanha a jornada do solitário Nurlan em busca da dona de um sutiã azul.

Nurlan é um maquinista de trem que vive numa aldeia nas montanhas e tem uma pacata rotina: ele leva o trem pelo subúrbio da cidade, que passa rente às casas, e diariamente cumprimenta sua colega de trabalha Nesrin, que controla os trilhos. Sempre que o semáforo dá passagem ao veículo, o menino Aziz interrompe seus afazeres na casa de chá onde trabalha e sai pelos trilhos com um apito avisando aos moradores para liberarem o caminho.

Os habitantes da tranquila cidade utilizam o espaço entre os trilhos de trem como uma extensão de suas casas, colocando mesas, cadeiras e o varal de roupas. Por isso, é até comum que uma peça ou outra fique presa ao motor do trem e Nurlan faz questão de devolvê-las aos seus respectivos donos.

O diretor conta que a inspiração para o filme veio de uma região na capital do Azerbaijão, onde os trilhos do trem são tão próximos às casas que eles também servem como áreas de lazer, como no filme. “Ali, a vida acontece na estrada de ferro, onde longos trens que transportam combustível passam várias vezes ao dia”, explica Helmer.

Nurlan está prestes a se aposentar e, no dia de sua última viagem, um delicado sutiã azul fica preso no maquinário do trem. Ao bater os olhos na lingerie, ele se lembra de tê-la visto em algum lugar. Na esperança de encontrar um amor e construir uma família, ele parte na jornada mais especial de sua vida: achar a dona do sutiã.

Eu espero que as pessoas vejam o filme como uma arca do tesouro repleta de joias preciosas”, comenta Helmer. DE QUEM É O SUTIÃ? “é uma história de amor. Com um final inesperado”, sintetiza.

SINOPSE 

O maquinista de trem, Nurlan, está indo a Baku (Azerbaijão) pela última vez antes de se aposentar. Ao chegar na cidade, seu trem esbarra em um varal e derruba um sutiã azul. Para escapar da sua existência solitária, Nurlan embarca em uma das jornadas mais aventureiras de sua vida: encontrar a dona de tal peça íntima.

FICHA TÉCNICA 

DE QUEM É O SUTIÃ? (The Bra)
Direção: Veit Helmer
Roteiro: Leonie Geisinger, Veit Helmer
Fotografia: Felix Leiberg
Montagem: Vincent Assmann
Trilha sonora: Cyril Morin
Som: Julian Cropp, Robert Jäger
Figurino: Mehriban Effendi
Elenco: Predrag ‘Miki’ Manojlović, Denis Lavant, Paz Veja, Chulpan Khamatova, Ismail Quluzade, Maia Morgenstern
Produção: Veit Helmer
Ano: 2018
Gênero: Comédia
País: Alemanha
Duração: 90min

SOBRE O DIRETOR 

Nascido em 1968, o alemão Veit Helmer dirigiu seu primeiro filme aos 14 anos. Mesmo antes da queda do muro de Berlim, ele se mudou para Berlim Oriental para estudar direção de teatro. Em 1991, ele começou a estudar na Escola de Cinema e Televisão de Munique. Depois de diversos prêmios por curtas realizados, ele fez sua estreia em longas-metragens com TUVALU, em 1999, o qual foi exibido em mais de 60 festivais e ganhou 16 prêmios. GATE TO HAVE (com Miki Manojlović e Udo Kier) foi feito em 2003, no subterrâneo do aeroporto de Frankfurt.

BEHIND THE COUCH (2005), sobre a seleção de elenco em Hollywood, foi o primeiro passo de Veit Helmer na produção de documentários. Seu terceiro filme, ABSURDISTAN, teve estreia mundial no Festival de Sundance de 2008 e ganhou diversos prêmios internacionais. Seu próximo filme, em 2011, BAIKONUR, foi ambientado na base de lançamentos de foguetes russa de mesmo nome, no Cazaquistão. Em 2014, Helmer dirigiu o longa infantil FIDDLESTICKS, que foi exibido em 97 festivais e ganhou 21 prêmios. Juntos, seus filmes conquistaram mais de 180 prêmios pelo mundo.

Veit Helmer leciona story-telling em diversas escolas internacionais de cinema.

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem ex

“O Oficial e o Espião” estreia em 12 de março

O OFICIAL E O ESPIÃO, de Roman Polanski, fez sua estreia mundial no último Festival de Veneza, onde recebeu quatro prêmios: o FIPRESCI – prêmio da crítica, o Leão de Prata, o Green Drop e o Sorriso Diverso Venezia. O longa, que se passa no final do século XIX, é baseado no Caso Dreyfus, um escândalo político causado por um erro judicial na França, que demorou mais de dez anos para ser resolvido.

O diretor conta que a vontade de fazer um filme sobre esse fato surgiu porque “boas histórias rendem grandes filmes e o Caso Dreyfus é uma história excepcional. A história de um homem injustamente acusado é fascinante, mas também é muito atual, dado o aumento do antissemitismo”.

Num primeiro momento, Polanski e o roteirista Robert Harris pensaram em construir a narrativa sob o ponto de vista de Dreyfus, mas perceberam que não seria um roteiro interessante. “Toda a ação, com diversos personagens e reviravoltas, acontece em Paris, enquanto nosso personagem principal estaria preso. Então, Robert encontrou a solução para nosso dilema: era melhor contar a história do ponto de vista do Coronel Picquart, um dos principais personagens”, explica o cineasta.

Na história, o capitão Alfred Dreyfus é um dos poucos judeus que faz parte do exército francês. Acusado de espionagem para os alemães, ele é julgado a portas fechadas, condenado injustamente por traição e sentenciado à prisão perpétua na ilha do Diabo. Mas, o Coronel Picquart duvida da culpabilidade de Dreyfus e passa a investigar a acusação por conta própria. “Ele decide seguir sua própria consciência e sua necessidade de saber a verdade mais do que obedecer aos militares”.

Para que o público que não tem conhecimento prévio do histórico caso compreendesse o filme, o diretor optou por estruturar O OFICIAL E O ESPIÃO como uma investigação policial. “Eu diria que é um thriller! O público compartilha cada etapa da investigação com Picquart. E todos os eventos principais são autênticos, assim como muitas das palavras ditas, porque são retiradas dos registros contemporâneos”, finaliza Polanski.

Sinopse 
Paris, final do século 19. O capitão francês Alfred Dreyfus é um dos poucos judeus que faz parte do exército. No dia 22 de dezembro de 1884, seus inimigos alcançam seu objetivo: conseguem fazer com que Dreyfus seja acusado de alta traição. Pelo crime, julgado a portas fechadas, o capitão é sentenciado à prisão perpétua no exílio. Intrigado com a evolução do caso, o investigador Picquart decide seguir as pistas para desvendar o mistério por trás da condenação de Dreyfus.

Ficha técnica 
Direção: Roman Polanski
Elenco: Jean Dujardin, Louis Garrel, Emmanuelle Seigner
Gênero: Drama
País: França, Itália
Ano: 2019
Duração: 132 min

“Instinto” estreia esta quinta-feira

Título Original: Instinct
Direção: Halina Reijn
Roteiro: Halina Reijn, Esther Gerritsen
Elenco: Carice van Houten, Marwan Kenzari, Marie-Mae van Zuilen
Distribuição: A2 Filmes

Sinopse: Nicoline, uma psicóloga experiente, inicia um novo emprego em uma instituição penal, apesar de ter decidido nunca mais voltar à psiquiatria. Ela conhece Idris, um homem inteligente com um distúrbio de personalidade antissocial e narcisista, que cometeu uma série de crimes sexuais graves. Após cinco anos de tratamento, ele está prestes a ter sua primeira saída em liberdade condicional desacompanhada. A equipe de profissionais da instituição está entusiasmada com o desenvolvimento e comportamento do condenado, mas Nicoline não confia nele nem um pouco. Ela tenta adiar a soltura, para o espanto de seus colegas de trabalho. Idris tenta ao máximo convencer Nicoline de suas boas intenções, mas, como ela permanece cética, ele vai ficando gradualmente mais violento em relação a ela, transformando-se em um homem manipulador – o que Nicoline viu nele desde o começo. Um jogo de poder surge entre os dois e Nicoline, apesar de seu conhecimento e experiência, deixa-se envolver, e acaba em uma situação muito tensa e perigosa. INDICADO PELA HOLANDA AO OSCAR 2020 – MELHOR FILME ESTRANGEIRO.

Maria e João: O Conto das Bruxas

Desta vez, as migalhas nos guiarão por um caminho muito mais sombrio e perturbador. Estrelado por Sophia Lillis (‘It: A Coisa’), ‘Maria e João: O Conto das Bruxas’ chega aos cinemas nacionais em 20 de fevereiro, explorando a aterrorizante origem do clássico conto de João e Maria. O terror, que conta ainda com Alice Krige (‘Star Trek’) e Charles Babalola (‘Black Mirror’) no elenco, acaba de ter seu trailer oficial nacional divulgado.

Durante um período de escassez, Maria (Sophia Lillis) e seu irmão mais novo, João (Sammy Leakey), saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. “É bastante fiel à história original, o filme tem três personagens principais: João, Maria e a Bruxa”, afirma o diretor Oz Perkins. Sophia Lillis, que despertou a atenção do grande público como Beverly, em ‘It: A Coisa’, dará vida à Maria no longa. Sobre o papel, Sophia afirma ter ficado muito animada com o convite. “Eu sabia desde o roteiro que este seria um ótimo filme […] Eu gosto de papéis com um lado sombrio; é interessante tentar desvendar essa mentalidade.” Gravado na Irlanda, o filme contou com locações como um pavilhão de caça abandonado que, segundo a crença local, era frequentado pelo Diabo.

 

Sinopse

Desta vez, as migalhas nos guiarão por um caminho muito mais sombrio e perturbador. Durante um período de escassez, Maria (Sophia Lillis) e seu irmão mais novo, João (Sammy Leakey), saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. É quando encontram uma senhora (Alice Krige), cujas intenções podem não ser tão inocentes quanto parecem, que eles descobrem que nem todo conto de fadas tem final feliz.

ANIME: O Fantástico mundo das animações japonesas

A mostra ANIME: O FANTÁSTICO MUNDO DAS ANIMAÇÕES JAPONESAS chega ao Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo, de 12 a 24 de fevereiro, com exibição de filmes e debates gratuitos. Os ingressos para as sessões devem ser retirados na bilheteria a partir de uma hora antes.

A mostra, realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura, apresentada pelo Ministério da Cidadania e pelo Centro Cultural Banco do Brasil e com patrocínio do Banco do Brasil, vai celebrar a cultura japonesa e o legado dos animes na história da animação mundial. Serão exibidos 15 filmes, clássicos e animações premiadas, de ação, aventura, ficção científica e comédia

Esta é uma oportunidade única para o público paulistano se aprofundar nesta arte, que encanta crianças e adultos e reúne centenas de fãs. A curadora Juliana Melo ressalta que “a Mostra ANIME: O Fantástico Mundo das Animações Japonesas propõe um panorama da produção de longas-metragens anime. Com uma mistura de clássicos conhecidos do público e referenciados no mundo, como “Ghost in the Shell: o Fantasma do Futuro” e “Akira”, títulos de diretores consagrados, como “Vidas ao Vento”, de Hayao Miyazaki, e “Paprika”, de Satoshi Kon, além de obras populares baseadas em franquias de videogames e mangás, a mostra explora a diversidade dessas fantásticas animações”.

Além das exibições, haverá um debate sobre o filme “As Memórias de Marnie, ancestralidade e solidão” com a crítica de cinema, roteirista e jornalista cultural Lorenna Montenegro no dia 19/02, após a sessão (que terá legenda descritiva) do filme que começa às 18h. O filme, uma das últimas produções do renomado Estúdio Ghibli, foi indicado ao Oscar de Melhor Animação em 2016 e recebeu diversos prêmios em festivais pelo mundo.

Já no dia 21/02 o debate será sobre a obra “Akira” com Cinthia Saty Fuji, ilustradora, quadrinista e artista de desenvolvimento visual para animação, curtas e longas, também após a sessão das 18h. “Akira”, de Katsuhiro Ôtomo, marcou uma geração quando foi lançado no final dos anos 1980, ao extrapolar as barreiras orientais e dos fãs e apresentar para o mundo a arte do anime. Na história, dois adolescentes de uma gangue de Tóquio acabam envolvidos em um projeto ultrassecreto do governo.

A mostra ANIME: O FANTÁSTICO MUNDO DAS ANIMAÇÕES JAPONESAS tem curadoria e idealização de Juliana Melo e produção da Villa-Lobos Produções.

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Akira
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA 

12/02 – quarta-feira 
16h – Padrinhos de Tóquio – 12 anos
19h30 – Ghost in the Shell – 14 anos

13/02 – quinta-feira 
16h – A Tartaruga Vermelha – livre
19h – Hunter x Hunter: Phantom Rouge – 12 anos

14/02 – sexta-feira 
16h – Paprika – 14 anos
19h – Vidas ao Vento – 12 anos

15/02 – sábado 
14h45 – Pop in Q – livre
17h – Hunter x Hunter: The Last Mission – 14 anos
19h – Akira – 14 anos

16/02 – domingo 
14h – A Tartaruga Vermelha – livre
16h – Kappa: O Duende do Rio Sampei – livre
18h – O Conto da Princesa Kaguya – livre

17/02 – segunda-feira 
16h – The Sky Crawlers: Eternamente (sessão com audiodescrição) – 12 anos
19h – The Sky Crawlers: Eternamente – 12 anos

19/02 – quarta-feira 
16h – 5 Centímetros por Segundo – livre
18h – As Memórias de Marnie (sessão com legendagem descritiva, seguida de debate) – 10 anos

20/02 – quinta-feira 
16h – O Lugar Prometido em Nossa Juventude – 12 anos
19h – O Conto da Princesa Kaguya – livre

21/02 – sexta-feira 
16h – Ghost in the Shell – 14 anos
18h – Akira (sessão seguida de debate) – 14 anos

22/02 – sábado 
10h – Pop in Q – livre
12h30 – Hunter x Hunter: Phanton Rouge – 12 anos
14H30 – Vidas ao Vento – 12 anos

23/02 – domingo 
10h – Hunter x Hunter: The Last Mission – 14 anos
12h30 – O Lugar Prometido em Nossa Juventude – 12 anos
14h30 – Padrinhos de Tóquio – 12 anos

24/02 – segunda-feira 
13h – 5 Centímetros por Segundo – livre
15h – Paprika – 14 anos

LISTA DE FILMES  
(organizada por ordem alfabética)

5 Centímetros por Segundo (Byôsoku 5 senchimêtoru) 
Direção: Makoto Shinkai, 1h03, 2007
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: Contada em três segmentos interligados, entre o início dos anos 1990 e 2007, um jovem chamado Takaki Tono e sua melhor amiga Akari Shinohara moram em Tóquio. Devido a mudanças no trabalho de seu pai, Akari acaba se transferindo de cidade com sua família, mas os dois lutam para manter um contato através de cartas. Seus desencontros são constantes e os dois acabam se afastando com o tempo, deixando apenas as memórias de momentos juntos. Novas pessoas surgem em suas vidas, mas Takaki não se esquece de Akari que, mesmo com o tempo passando, tem a esperança de encontrá-la novamente.

A Tartaruga Vermelha (La tortue rouge)  
Direção: Michael Dudok de Wit, 1h20, 2016
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: Após sobreviver a um naufrágio, um homem se vê em uma ilha completamente deserta. Lá ele consegue manter-se por meio da pesca e tenta construir uma jangada que lhe permita deixar o local. Só que, sempre que ele parte com a embarcação, ela é destruída por um ser misterioso. Logo ele descobre que a causa é uma imensa tartaruga vermelha, com quem manterá uma relação inusitada.

Akira  
Direção: Katsuhiro Ôtomo, 2h04, 1988
Classificação Indicativa: 14 anos
Sinopse: Uma grande explosão fez com que Tóquio fosse destruída em 1988. Em seu lugar foi construída Neo Tóquio, que, em 2019, sofre com atentados terroristas por toda a cidade. Kaneda e Tetsuo são amigos que integram uma gangue de motoqueiros. Eles disputam rachas violentos com uma gangue rival, os Palhaços, até que um dia Tetsuo encontra Takashi, uma estranha criança com poderes que fugira do hospital onde era mantido como cobaia. Tetsuo é ferido no encontro e antes de receber a ajuda dos amigos é levado por integrantes do exército, liderados pelo coronel Shikishima. A partir de então Tetsuo passa a desenvolver poderes inimagináveis, o que faz com que seja comparado ao lendário Akira, responsável pela explosão de 1988. Paralelamente, Kaneda se interessa por Kei, uma garota envolvida com espiões que tenta decifrar o enigma por trás das cobaias controladas.

As Memórias de Marnie (Omoide no Mânî) 
Direção: James Simone, Hiromasa Yonebayashi, 1h43, 2014
Classificação Indicativa: 10 anos
Sinopse: Anna é uma garota muito solitária que vive com seus pais adotivos e não tem amigos. Ao se mudar para uma cidade do interior, acaba se tornando amiga de Marnie que, na verdade, não é bem aquilo que aparenta ser. A amizade das duas vai bem até que um dia Marnie desaparece misteriosamente. Algum tempo depois, uma nova família se muda para casa onde ela vivia e Anna acaba fazendo amizade com as pessoas de lá, e vai descobrir coisas muito estranhas sobre sua amiga.

Ghost in the Shell: O Fantasma do Futuro (Kôkaku Kidôtai)  
Direção: Mamoru Oshii, 1h23, 1995
Classificação Indicativa: 14 anos
Sinopse: Major Motoko é agente cibernética e líder da unidade do serviço secreto Esquadrão Shell. Formado pelo governo para combater a onda de crimes, eles são informados de que um famoso criminoso, “expert” em computadores, está no Japão. O suspeito é conhecido apenas pelo codinome “Mestre Marionete”.

Hunter x Hunter: Phantom Rouge  
Direção: Yûzô Satô, 1h37, 2013
Classificação Indicativa: 12 anos
Sinopse: Kurapika se tornou um Hunter para se vingar do Genei Ryodan, que havia massacrado seu clã e roubado seus olhos. Os olhos do clã Kuruta se tornam escarlate em horas de perigo ou agitação emocional e são considerados os mais bonitos tesouros do mundo. Kurapika continua a perseguir o Genei Ryodan, mas um desconhecido rouba os seus olhos. Com a ajuda de Gon, Killua e Leorio, a vida de Kurapika foi salva. No entanto, o Genei Ryodan aparece diante deles e fica em seu caminho. A verdadeira identidade daquele que tem o Nº 4 da aranha tatuada está prestes a ser revelada.

Hunter x Hunter: The Last Mission  
Direção: Keiichirô Kawaguchi, 1h37, 2013
Classificação Indicativa: 14 anos
Sinopse: Em meio à Batalha Olímpia, torneio que reúne os mestres de andar da Arena Celestial para decidir quem ficará no topo, surge uma nova ameaça. Os descendentes de um grupo que era a face oculta da Associação Hunter tomam a Arena Celestial e exigem a publicação de todas as missões secretas executadas por eles sob ordens da Associação. Seu líder, um velho conhecido do Presidente, quer o fim de todos os Hunters e conta com um poder contrário ao Nen e que se pensava estar extinto, o On.

Kappa: O Duende do Rio e o Sampei (Kappa no Sampei)  
Direção: Toshio Hirata, 1h30, 1994
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: Sampei vive com seu avô. Seu colega de escola chama Sampei de “duende do rio”. Um dia, enquanto ele estava praticando secretamente para a competição de natação no rio, é capturado. Quando retoma sua consciência, percebe que está agora na terra dos duendes. Sampei faz amizade com o duende Gartalow, que parece ser idêntico ao Sampei, e eles decidem fugir da terra de duendes juntos e retornar para a aldeia de Sampei.

O Conto da Princesa Kaguya (Kaguyahime no monogatari)  
Direção: Isao Takahata, 2h17, 2013
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: Esta animação é baseada no conto popular japonês “O corte do bambu”. Kaguya era um minúsculo bebê quando foi encontrada dentro de um tronco de bambu brilhante. Passado o tempo, ela se transforma em uma bela jovem que passa a ser cobiçada por cinco nobres, dentre eles o próprio Imperador. Mas nenhum deles é o que ela realmente quer. A moça envia seus pretendentes em tarefas aparentemente impossíveis para tentar evitar o casamento com um estranho que não ama. Mas Kaguya terá que enfrentar seu destino e a punição por suas escolhas.

O Lugar Prometido em Nossa Juventude (Kumo No Muko, Yakusoku No Basho)  
Direção: Makoto Shinkai, 1h31, 2007
Classificação Indicativa: 12 anos
Sinopse: Em uma história suplente do rescaldo da Segunda Guerra Mundial, o Japão foi separado pela metade, com o sul Honshu e as outras ilhas aliados aos Estados Unidos e ao norte da ilha Hokkaido anexada pela União enigmática. Foi em Hokkaido que uma misteriosa torre tinha sido construída, uma vertente de metal até chegar fora da atmosfera, visíveis a partir da ponta norte de Honshu. Em 1996, três adolescentes, Hiroki, Takuya e Sayuri, fazem um pacto que vão construir uma aeronave experimental de vigilância, quase invisível, que atravesse a Hokkaido e desvende os segredos da torre. O seu sonho nunca foi concretizado, porque Sayuri foi enviado à Tóquio para tratamento e logo depois entra em coma. Agora, três anos mais tarde, as ilusões da juventude podem ter passado, mas não a inquebrável força do trio e da promessa. A verdade da torre será descoberta e com ela a ligação entre eles e os mistérios da Sayuri.

Padrinhos de Tóquio (Tôkyô goddofâzâzu)  
Direção: Satoshi Kon e Shogô Furuya, 1h33, 2003
Classificação Indicativa: 12 anos
Sinopse: Hana, uma ex- drag queen, Gin, um antigo ciclista alcoólatra, e Miyuki, uma adolescente fugitiva, são três sem teto que em sua tumultuada existência encontram um bebê abandonado no dia de Natal. Os três resolvem peregrinar em busca de solucionar o mistério e encontrar os pais da criança antes da chegada do ano novo. Durante a busca, deparam-se com fatos ocultos sobre o passado, os quais são forçados a confrontar e, ao mesmo tempo, aprendem a enfrentar o futuro juntos.

Paprika (Paprika)  
Direção: Satoshi Kon, 1h30, 2006
Classificação Indicativa: 14 anos
Sinopse: Num futuro próximo, o Dr. Tokita (Tôru Furuya) inventa um poderoso aparelho chamado DC-Mini, que torna possível o acesso aos sonhos das pessoas. Sua colega, a Dra. Atsuko Chiba (Megumi Hayashibara) – psicoterapeuta e pesquisadora de ponta – desenvolve um tratamento psiquiátrico revolucionário a partir do aparelho. Mas, antes de seu uso ser sancionado pelo governo, o DC-Mini é roubado. Quando vários dos pesquisadores do laboratório começam a enlouquecer e a sonhar em estado de vigília, Atsuko assume seu alter-ego, Paprika, a “detetive de sonhos”, para mergulhar no mundo do inconsciente e descobrir quem está por trás da tragédia.

Pop in Q  
Direção: Naoki Miyahara, 1h35, 2016
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: A história desenrola-se em torno de cinco meninas preocupadas com o seu dia a dia. Elas se encontraram num mundo de fantasia após certo incidente. Nesse mundo ficam sabendo sobre a crise iminente que o mundo vai enfrentar e a única maneira de evitar esta crise é colaborarem e unirem os seus cinco corações através da dança.

The Sky Crawlers: Eternamente (Sukai kurora)  
Direção: Mamoru Oshii, 2h02, 2008
Classificação indicativa: 12 anos
Sinopse: Um grupo de pilotos de caça eternamente jovens, conhecidos como ‘Kildren’, vivencia a repentina perda da inocência quando tem que lutar contra o inimigo em assustadoras batalhas aéreas. O treinamento de voo intensivo é a única memória da infância do destemido piloto adolescente Yuichi, em cuja vida as batalhas aéreas convivem com a luta para descobrir mais sobre seu passado esquecido. Quando Suito, sua linda comandante, reluta em discutir o destino do piloto que Yuichi está substituindo – ou as condições estranhamente perfeitas do avião que era de tal piloto – a curiosidade de Yuichi aumenta ainda mais.

Vidas ao Vento (Kaze Tachinu)  
Direção: Hayao Miyazaki, 2h06, 2013
Classificação indicativa: 12 anos
Sinopse: Jiro Horikoshi vive em uma cidade do interior do Japão. Um dia, ele começa a desejar voar em um avião com formato de pássaro. A partir desse desejo, ele decide que construir um avião e colocá-lo no ar é a meta da sua vida. Durante a busca pelo seu sonho ele conhece Naoko, uma jovem encantadora por quem se apaixona. No entanto, algo horrível ocorre e o futuro do casal fica ameaçado.

SERVIÇO 
MOSTRA ANIME: O FANTÁSTICO MUNDO DAS ANIMAÇÕES JAPONESAS 
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil
Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo – Cinema
Data: de 12 a 24 de fevereiro de 2020
Consulte a programação nas redes sociais do CCBB SP ( em breve )

Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo 
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico, Triângulo SP, São Paulo–SP
Aberto todos os dias, das 9h às 21h, exceto às terças
Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô
Informações: (11) 4298-1260

bb.com.br/cultura | twitter.com/ccbb_sp | facebook.com/ccbbsp | instagram.com/ccbbsp
ccbbsp@bb.com.br

Acesso e facilidades para pessoas com deficiência | Ar-condicionado | Cafeteria e Restaurante | Loja

Estacionamento conveniado: Rua da Consolação, 228.
Traslado gratuito até o CCBB (aprox. 10 min), das 14h às 23h.
No trajeto de volta, a van tem parada na estação República do Metrô.
Valor: R$ 14 pelo período de até 6 horas. É necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.

Tarde para morrer jovem

Depois de ser exibido em diversos festivais internacionais, TARDE PARA MORRER JOVEM, da diretora chilena Dominga Sotomayor, estreia em circuito comercial no Brasil em 27 de fevereiro. Por esta obra, a diretora foi a primeira mulher a receber o prêmio de Melhor Direção no Festival de Locarno 2018. O longa é produzido pela brasileira RT Features, de Rodrigo Teixeira, e tem distribuição da Pandora Filmes.

Na trama, com a volta da democracia ao Chile nos anos 1990, um grupo de famílias que vive em uma comunidade isolada aos pés dos Andes busca construir um novo mundo distante dos excessos urbanos. O filme acompanha a rotina dessas famílias e o amadurecimento das crianças e adolescentes que precisam lidar com os primeiros amores, desejos e medos, enquanto preparam uma grande festa de Ano Novo.

De acordo com a diretora, a inspiração para TARDE PARA MORRER JOVEM surgiu quando encontrou uma fita VHS, do início dos anos 1990, com cenas de uma queimada que se espalhava por uma pequena comunidade que vivia em contato com a natureza. Domingas, com cinco anos, havia se mudado para lá com os pais há poucos meses. Ela conta que não se lembrava com clareza daquele dia, mas que ao ver as imagens se deu conta da vulnerabilidade daquele universo, que parecia tão idílico, e das pessoas que tentavam controlar as chamas. “O filme me trouxe a possibilidade de olhar para um tempo distante, que não parece mais possível atualmente. Ele retrata um grupo de pessoas que escolheu viver longe da cidade, em contato com a natureza mas que ao mesmo tempo é ameaçada por ela. Eles estão confinados num exílio auto-imposto onde encaram suas próprias naturezas”.

Em dezembro de 1989, o general Augusto Pinochet foi derrubado do poder pelas primeiras eleições democráticas do Chile, desde a instauração da ditadura militar. “Este verão, logo após nos mudarmos para a comunidade aos pés dos Andes, foi um momento muito particular, de transição, cheio de expectativas e ilusão de um novo início. Mas, procurei omitir no filme tudo de concreto e político daquele tempo, retratando um verão muito particular, mas que ao mesmo tempo poderia ser qualquer verão”, comenta Domingas.

É um filme sobre crescer num momento de mudanças significativas e, para mim, isso tem a ver com a nostalgia e desmistificação de um período. É uma história de amadurecimento – dos personagens jovens e de uma sociedade, o Chile, que estava machucado depois da ditadura. Eu queria explorar a desconfortável relação entre as gerações e classes para capturar a sabedoria das crianças, a tolice dos adultos e a estranha melancolia de crescer”, explica.

TARDE PARA MORRER JOVEM é o terceiro longa-metragem de Domingas Sotomayor. O primeiro, De Jueves a Domingo, recebeu o prêmio Tiger Award em Roterdã e foi exibido em mais de 100 festivais ao redor do mundo. No ano de 2013 codirigiu The Island, que também foi premiado no festival holandês, e em 2015 estreou o média-metragem MAR na mostra Forum do Festival de Berlim.

Além de Locarno, onde foi premiado, TARDE PARA MORRER JOVEM foi exibido em importantes festivais do mundo, como 43rd Toronto International Film Festival, 56th New York Film Festival, 62nd BFI London Film Festival, 56th Viennale, Vienna International Film Festival e 54th Chicago International Film Festival. No Brasil, foi exibido na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e no Festival do Rio de 2018.

SINOPSE 
Durante o verão de 1990 no Chile, com a crescente liberdade que se seguiu ao fim da ditadura, um pequeno grupo de famílias que vive em uma comunidade isolada aos pés dos Andes busca construir um novo mundo longe dos excessos urbanos. Nessa época de mudanças e reavaliações, Sofía, Lucas e Clara lidam com seus primeiros amores, desejos e medos, enquanto se preparam para a grande festa de Ano Novo. Melhor direção no Festival de Locarno 2018.

FICHA TÉCNICA 
TARDE PARA MORRER JOVEM (Tarde para morir joven) 
Direção: Dominga Sotomayor
Elenco: DEMIAN HERNÁNDEZ, ANTAR MACHADO, MAGDALENA TÓTORO, MATÍAS OVIEDO, ANTONIA ZEGERS
Producão: CINESTACIÓN, RT FEATURES, RUDA CINE, CIRCE FILMS
Ano: 2018
Gênero: Drama
Países: Chile, Brasil, Argentina, Holanda e Qatar

FESTIVAIS  
● 43rd Toronto International Film Festival
● 56th New York Film Festival
● 62nd BFI London Film Festival
● 54th Chicago International Film Festival
● 2nd Pingyao International Film Festival
● 56th Viennale, Vienna International Film Festival
● 42nd São Paulo International Film Festival
● 2nd El Gouna Film Festival
● 24th Sarajevo Film Festival
● 14th Santiago International Film Festival
● 26th Filmfest Hamburg
● 15th Reykjavik International Film Festival
● 26th Hamptons International Film Festival
● 41st Mill Valley Film Festival
● 47th Festival du nouveau cinéma
● 51st Viña del Mar International Film Festival

SOBRE A DIRETORA 
Domingas Sotomayor estudou Direção Audiovisual na Universidade Católica do Chile e tem mestrado em Direção na ESCAC de Barcelona. Ela desenvolveu seu primeiro filme De Jueves a Domingo na residência Cannes Cinéfondation. O filme ganhou o Tiger Award em Roterdã e foi exibido em mais de 100 festivais. Em  2013 ela codirigiu The Island, que também ganhou o prêmio Tiger.

Em 2015 estreou seu média-metragem Mar no Fórum da Berlinale e o filme coletivo  Here
in Lisbon, produzido pelo Indielisboa. Ela trabalhou em vídeos e fotografias para exibições de artes visuais, como Little Sun (de Olafur Eliasson, 2012) no museu Tate Modern em Londres.

Em 2009 ela co-fundou a Cinestación, uma empresa de produção baseada em Santiago onde ela produz outros autores e cineastas na América Latina. Recentemente, esteve envolvida com Los Fuertes, de Omar Zúñiga (em pós-produção), Murder me, Monster, de Alejandro Fadel, que estreou na mostra Un Certain Regard nos Festival de Cannes de 2018, e Raging Helmets, de Neto Villalobos. Ela também co-fundou o CCC, Centro de Cinema e Criação, um centro cultural e cinema de arte em Santiago, Chile.

SOBRE A RT FEATURES 
Criada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features tem em seu currículo de produções brasileiras longas-metragens como O Cheiro do Ralo (2006), O Abismo Prateado (2010), Tim Maia (2014), Alemão (2014), O Silêncio do Céu (2016) e a série O Hipnotizador (para a HBO Latin America em 2015).

No mercado internacional, RT produziu os longas Frances Ha (2013), O amor é estranho (2014), Love (2015), Mistress America (2015), A Bruxa (2016), Patti Cake$ (2017) e Me chame pelo seu nome (2017), indicado ao Oscar em quatro categorias e vencedor na de melhor roteiro adaptado.

Dedicado a trabalhar com jovens diretores de talento desde a criação de sua empresa, a RT formou uma joint venture com a Sikelia Productions, produtora de Martin Scorsese, com o objetivo de realizar filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem da parceria, Ciganos da Ciambra (2017), estreou no Festival de Cannes de 2017, na Quinzena dos Realizadores, e o segundo filme, Port Authority, também foi selecionado pelo festival, dessa vez para a mostra Un Certain Regard em 2019.

No Brasil, recentemente produziu o longa-metragem A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, que foi exibido no último Festival de Cannes, onde recebeu o prêmio de melhor filme na mostra Um Certo Olhar. No mesmo ano, estreou ainda um terceiro longa-metragem no mesmo festival: com Willem Dafoe e Robert Pattinson, The Lighthouse, de Robert Eggers, esteve na Quinzena dos Realizadores e levou o FIPRESCI – Prêmio da Crítica Internacional – de melhor filme.

No festival de Veneza 2019, apresentou os filmes Wasp Network, de Olivier Assayas, com Penélope Cruz, Gael Garcia Bernal e Wagner Moura e Ad Astra, novo filme de James Gray, protagonizado por Brad Pitt. O filme foi aclamado pela crítica internacional e estreou em setembro nos cinemas.

SOBRE A PANDORA FILMES 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 20 cidades do Brasil.

“A Maldita” no Festival do Rio

No próximo dia 14 de dezembro, sábado, às 18h, no Estação Net Gávea, o Festival do Rio exibirá pela primeira vez o longa-metragem A Maldita, da cineasta Tetê Mattos, na sessão Première Brasil – Retratos Longa do Festival do Rio. O longa traça a trajetória da Rádio Fluminense FM, considerado um dos mais importantes veículos de comunicação do país que emergiu na década de oitenta, junto com a Geração Rock 80.

 

O filme parte de um olhar sobre a rádio. O longa utiliza um vasto material de arquivo com  áudios dos programas da rádio, imagens em movimento das festas da Fluminense, e imagens do estúdio. O filme também conta com a participação de ouvintes, músicos de várias gerações dos anos 80 e 90, como integrantes da geração Rock 80, da vanguarda paulista, de bandas punk, eletrônico, locutoras, radialistas, e jornalistas e críticos. assina o roteiro do longa é Tetê Mattos e Allan Ribeiro.

 

 

“A Maldita é um desdobramento do curta-metragem que realizei em 2007, e foi premiado no Festival do Rio, como melhor filme pelo voto do público. Como sou niteroiense, sempre me interesso por histórias da minha cidade, e um dia quando entrei na livraria em Niteroi, vi o livro do Luiz Antonio Mello, me veio a ideia de fazer um curta metragem sobre o tema. Depois de anos de pesquisa, o projeto foi contemplado pelo Edital da RioFilme e do Canal Brasil, e traz um pouco do universo cultural da juventude que  cresceu num regime de ditadura militar. A rádio se destaca no momento de abertura política, pois era um veículo de muita liberdade e independência”, afirma a diretora, Tetê Mattos.

O FILME FOI FINANCIADO COM RECURSOS DO EDITAL PROGRAMA DE CHAMADAS PÚBLICAS DE AUDIOVISUAL RIOFILME/SEC 2010-2011. CHAMADA PÚBLICA 005/2010. LINHA DE AÇÃO: PRODUÇÃO DE DOCUMENTÁRIOS PARA TV POR ASSINATURA

 

 

 

Sinopse:

 

 

A MALDITA

Direção Tetê Mattos

80min, 2019

 

 

SINOPSE

No dia 1º de março de 1982 a cidade de Niterói entra para a história ao sediar um dos mais importantes movimentos culturais das últimas décadas no Brasil, a chamada Geração Rock 80. Entra no ar, no dial 94,9 a Rádio Fluminense FM, conhecida como “A Maldita”, que misturava irreverência, ousadia e muita criatividade com a sua programação voltada para uma música carente de espaços comerciais de veiculação. Não só o melhor do rock’n roll nacional e internacional tocava na emissora, mas também eram transmitidas músicas independentes que não encontravam espaços nas rádios comerciais. A ousadia de acreditar no novo, fez com que a ”Maldita” se tornasse um dos principais veículos alternativos de comunicação frente ao padronizado mercado fonográfico, lançando grupos, até então desconhecidos, do rock brasileiro e da música independente.

Por seu caráter de ousadia, e por ser uma “rádio de guerrilha no Brasil” a Fluminense inaugurou uma série de transformações em sua programação e na sua estrutura, como por exemplo o time de locutoras femininas, raros para a época. Adorada por uma juventude urbana que havia crescido sob o regime ditatorial, a rádio ficou no ar até setembro de 1994, deixando órfã uma legião de fãs.

 

Ficha Técnica:

Empresa Produtora: Artifício Cinematográfico e Viralata Produções

Direção: Tetê Mattos

Produção Executiva: Luiz Guimarães de Castro

Roteiro: Tetê Mattos e Allan Robeiro

Direção de Fotografia: Alex Araripe

Direção de Produção: Bernardo Thedim

Som Direto: Toninho Muricy

Montagem: Allan Ribeiro  e Luiz Guimarães de Castro

Direção de Arte: Ana Paula Cardoso

Edição de Som: Luís Eduardo Carmo

Mixagem: Damião Lopes

Videografismo: Renato e Rico Vilarouca, Inácio Freitas

Pesquisa: Remier Lion Rocha

 

 

Serviço: A Maldita

Sessões no Festival do Rio

– 14 de dezembro (sábado) às 18h, no Estação NET Gávea, na rua Marquês de São Vicente, 52 – 4º piso. O filme será exibido na Première Brasil – Retratos Longa do Festival do Rio.

Outras sessões de “A Maldita” no Festival do Rio (venda de ingressos)

Domingo, 15/12/2019 – Estação NET Rio 3

Segunda, 16/12/2019 – Estação NET Gávea 4

“Finalmente Livres” em 12 de dezembro

O longa FINALMENTE LIVRES, de Pierre Salvadori, estreia nesta quinta-feira, dia 12 de dezembro, nas cidades de São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Manaus, Guararapes, Alphaville, Campinas e Jundiai, com distribuição da Califórnia Filmes.

 

Selecionado para a Quinzena dos Realizadores da última edição do Festival de Cannes e exibido no Brasil no Festival Varilux de Cinema Francês, FINALMENTE LIVRES, acompanha a detetive Yvonne que tenta desfazer um engano do passado, causando ainda mais confusão.

Na trama, o jovem Antonie ficou anos na prisão injustamente, por um erro de Santi, o chefe de polícia local. Quando Yvonne, detetive viúva do policial, descobre que seu marido não era a pessoa de bem que ela imaginava, decide ajudar o rapaz a recuperar sua vida. Mas, claro, sem revelar toda a verdade. Enquanto isso, ela precisa encontrar uma maneira de mostrar a seu filho que o pai não era o ideal de homem que ele imagina, sem magoá-lo.

Salvadori, que também é corroteirista do longa, fala sobre a inspiração para o filme: “por um tempo eu pensava em um inocente do tipo Hitchcock, que, saindo da prisão, decide cometer o crime pelo qual foi injustamente condenado. Mas, numa conversa com minha mãe, em que ela me disse ter sempre visto meu pai mais do que ele era, revi o projeto. Resolvi misturar dois temas: o inocente que sai da cadeia e essa mulher que de alguma maneira tenta dizer a seu filho que seu pai era um policial corrupto”.

Yvonne sente-se culpada pelo que aconteceu a Antonie e por seu filho, e com isso, acaba sustentando a mentira, o que sustenta a comédia, na visão do diretor. “As pessoas geralmente acham que sou obcecado por mentiras e máscaras, mas elas são simplesmente uma das maiores forças da comédia e também da vida. O que me interessa são as situações que elas criam”. Ao não falar para Antoine que ela é a esposa do homem que o incriminou e que ela também é policial, ele acredita que ela está interessada nele por outros motivos. Ao esconder a verdade, Yvonne cria desentendimentos e confusão. “E essa é uma ótima eixa para a comédia”, completa Salvadori.

O diretor conta, ainda, que o filme tem também a influência das comedias dos anos 80, que são “estilizadas, coloridas e não convencionais”. “No fim das contas, o tema de FINALMENTE LIVRES talvez seja a importância da ficção e do cinema nas nossas vidas”, finaliza.

SINOPSE  
Em uma cidade na Riviera Francesa, a detetive Yvonne é a jovem viúva do chefe de polícia Santi, um herói local. Quando ela descobre que seu marido não era exatamente o modelo de virtude tão idealizado pelo seu filho, e que o jovem rapaz, Antoine, passou 8 anos na prisão como bode expiatório de Santi, ela é jogada em um redemoinho. Yvonne quer fazer tudo o que ela pode para ajudar o atraente Antoine a recuperar sua vida e sua esposa. Tudo, no caso, menos dizer a verdade. Mas Antoine está tendo problemas em se ajustar a sua vida no outro lado, para dizer o mínimo, e logo perde a cabeça, levando a uma espetacular sequência de eventos.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Pierre Salvadori
Elenco: Adèle Haenel, Pio Marmaï, Audrey Tautou
Gênero: Comédia
País: França
Ano: 2018
Duração: 108 min

“Boca de Ouro” no Festival do Rio

O longa-metragem “Boca de Ouro”, dirigido por Daniel Filho, será exibido na mostra Hors-Concours da Première Brasil do Festival do Rio 2019. O filme terá sessão de gala com a presença do diretor e do elenco no dia 14 de dezembro, sábado, às 19 horas, no Cine Odeon Net Claro. A produção também será exibida no dia 16, segunda, às 18h45, no Cine Roxy.

A adaptação da peça teatral de Nelson Rodrigues, escrita em 1959, tem roteiro de Euclydes Marinho (“A vida como ela é”), produção da Lereby e coprodução da Globo Filmes.

Boca de Ouro conta a história de um temido e respeitado bicheiro, figura quase mitológica no bairro de Madureira (Rio de Janeiro) durante os anos 50. Sua ambição, amores e pecados despertam a curiosidade do jornalista Caveirinha, que procura uma ex-amante do contraventor para colher material para uma reportagem sobre a sua vida.

No elenco estão Marcos Palmeira (Boca de Ouro), Malu Mader (Guigui), Lorena Comparato (Celeste), Thiago Rodrigues (Leleco), Silvio Guindane (Caveirinha), Fernanda Vasconcellos (Maria Luisa), Anselmo Vasconcelos (dentista), Guilherme Fontes (Agenor), entre outros.

Clássico do teatro brasileiro, “Boca de Ouro” estreou nos palcos em outubro de 1960, no Teatro Federação (mais tarde Teatro Cacilda Becker), com direção e atuação de Ziembinski no papel-título. A primeira filmagem ocorreu em 1963, com direção de Nelson Pereira dos Santos e, no elenco, Jece Valadão, Odete Lara e Daniel Filho.

CCBB-DF recebe mostra de animações da Dreamworks

Um dos mais importantes estúdios cinematográficos do mundo ganha uma retrospectiva em comemoração aos seus 25 anos e à revolução que provocou na história da animação, pelas suas técnicas e personagens inesquecíveis. De 3 a 22 de dezembro, FÁBRICA DE SONHOS – MOSTRA DE ANIMAÇÃO exibirá, no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília, 37 longas-metragens produzidos pela DreamWorks Animation – uma seleção de filmes que vai de “FormiguinhaZ” (1998) a “Abominável” (2019). Tudo com entrada franca! O projeto é patrocinado pelo Banco do Brasil.

A DreamWorks produziu inúmeros sucessos e filmes que se tornaram clássicos. Em 2001, eles foram os responsáveis por uma grande reviravolta no mundo da animação. Uma criatura verde, asquerosa e sem modos se tornou um dos seres mais amados do planeta. “Shrek” encantou a todos com uma história sarcástica envolvendo o universo dos contos de fadas. A animação dirigida por Andrew Adamson e Vicky Jenson foi apresentada em competição no Festival de Cannes e conquistou o primeiro Oscar de Animação da história do estúdio, desbancando a Disney que concorria com “Monstros S.A”.

Além dos filmes, a mostra promoverá um debate com o tema “Dando voz a personagens animados”, com o ator dublador Mario Jorge, a crítica de cinema Cecília Barroso e mediação do curador Breno Lira Gomes, no dia 13 de dezembro, às 18h40, após a exibição de “Shrek 2”. Uma estrutura geodésica, climatizada, será montada na área externa do CCBB para duas sessões especiais no dia 15 de dezembro, dos recentes sucessos “Como Treinar Seu Dragão 3” e “Abominável”, às 17h e às 19h, com entrada gratuita.

Haverá ainda três sessões especiais com recursos de acessibilidade: No dia 5/12, às 9h30, será apresentado o filme “Como Treinar o seu Dragão”, com interpretação em LIBRAS; em 7/12 (horário a confirmar), “Madagascar” com legenda descritiva; e no dia 13/7, às 15h, a exibição de “Shrek” com audiodescrição.

Também serão realizadas, aos sábados (7, 14 e 21/12), às 11h, três Sessão BB Azul de Cinema, voltada para crianças autistas, durante as quais a sala não fica lotada, não há trailers, o som é mais baixo, as luzes ficam ligadas e as crianças têm liberdade de sair e entrar no ambiente durante o filme, contanto que estejam acompanhadas dos pais ou responsáveis.

FÁBRICA DE SONHOS – MOSTRA DE ANIMAÇÃO apresenta ao público a trajetória do estúdio criado por três nomes poderosos de Hollywood: Steven Spielberg, Jeffrey Katzenberg e David Geffen, que conseguiu driblar o começo abaixo das expectativas e promoveu uma mudança nos parâmetros dos filmes de animação realizados até então. “Com produções que usam e abusam de citações ao universo pop, tendo no time de dubladores nomes de peso da indústria do cinema norte-americana,  como Woody Allen, Michelle Pfeiffer, Mel Gibson e Kenneth Branagh, a DreamWorks é hoje um dos principais estúdios de animação do planeta, criador de vários sucessos elogiados pela crítica e reconhecidos pelo público como ‘Shrek’, que rendeu três continuações, ‘Madagascar’, ‘Kung Fu Panda’ e ‘Como Treinar Seu Dragão’”, comenta o curador da mostra Breno Lira Gomes.

A DreamWorks Animation produziu ainda “O Príncipe do Egito”, primeira animação em 2D do estúdio, que venceu o Oscar de Melhor Canção, “A Fuga das Galinhas”, animação em stop-motion de maior bilheteria até hoje, “Os Sem Floresta”, adaptação dos quadrinhos criados por Michael Fry e T. Lewis para a United Media, e “As Aventuras do Capitão Cueca”, inspirado na série de livros infantis escrita por Dav Pilkey, entre muitos outros títulos que conquistaram crianças e adultos.

As pessoas que juntarem cinco ingressos de diferentes sessões ganham um catálogo produzido especialmente para a mostra com fotos, fichas técnicas, filmografia e textos inéditos.

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A Fuga das Galinhas (2000) – Crédito: DreamWorks/NBCUniversal
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DE FILMES DA FÁBRICA DE SONHOS – MOSTRA DE ANIMAÇÃO 

03 de dezembro (terça-feira) 
17h – O Príncipe do Egito (Dublado, 99 min, Livre)
19h – FormiguinhaZ (Dublado, 83 min, Livre)

04 de dezembro (quarta-feira) 
9h30 – Madagascar (Dublado, 86 min, 12 anos)
15h – Madagascar 2: A grande escapada (Dublado, 89 min, Livre)
17h – Madagascar 3: Os Procurados (Dublado, 93 min, Livre)
19h – Os Pinguins de Madagascar: O filme (Dublado, 93 min, Livre)

05 de dezembro (quinta-feira) 
9h30 – Como Treinar o Seu Dragão (Legendado e com interpretação em Libras, 98 min, Livre) – SESSÃO COM ACESSIBILIDADE
15h – Os Sem-floresta (Dublado, 83 min, Livre)
17h – Turbo (Dublado, 96 min, Livre)
19h – Bee Movie: A História de uma Abelha (Dublado, 95 min, Livre)

06 de dezembro (sexta-feira) 
15h – Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais (Dublado, 84 min, Livre)
17h – Por Água Abaixo (Dublado, 84 min, Livre)
19h – A Fuga das Galinhas (Dublado, 84 min, Livre)

07 de dezembro (sábado) 
11h – SESSÃO BB AZUL DE CINEMA: As Aventuras do Capitão Cueca: O filme (Dublado, 90 min, Livre)
14h – Madagascar (Legendado com Legenda Descritiva, 86 min, 12 anos) – SESSÃO COM ACESSIBILIDADE
16h – Gato de Botas (Dublado, 90 min, Livre)

08 de dezembro (domingo) 
15h15 – As Aventuras de Peabody e Sherman (Dublado, 92 min, Livre)
17h – Trolls (Dublado, 92 min, Livre)
19h – O Poderoso Chefinho (Dublado, 97 min, Livre)

10 de dezembro (terça-feira) 
17h – Sinbad – A Lenda dos Sete Mares (Dublado, 86 min, Livre)
19h – O Caminho para El Dorado (Dublado, 90 min, Livre)

11 de dezembro (quarta-feira) 
17h – O Espanta Tubarões (Dublado, 89 min, Livre)
19h – Os Sem-floresta (Dublado, 83 min, Livre)

12 de dezembro (quinta-feira) 
17h – O Poderoso Chefinho (dublado, 97 min, Livre)
19h – As Aventuras do Capitão Cueca: O filme (Dublado, 90 min, Livre)

13 de dezembro (sexta-feira) 
15h – Shrek (Dublado e com Audiodescrição, 93 min, Livre) – SESSÃO COM ACESSIBILIDADE
17h – Shrek 2 (Dublado, 92 min, Livre)
18h40 – DEBATE: Dando Voz a Personagens Animados

14 de dezembro (sábado) 
11h – SESSÃO BB AZUL DE CINEMA: Como Treinar o seu Dragão (Dublado, 98 min, Livre)
15h – Kung Fu Panda (Dublado, 90 min, Livre)
17h – Kung Fu Panda 2 (Dublado, 90 min, Livre)
19h – Kung Fu Panda 3 (Dublado, 94 min, Livre)

15 de dezembro (domingo), Estrutura Geodésica 
17h – Como treinar o seu dragão 3 (Dublado, 104 min, Livre)
19h – Abominável (Dublado, 97 min, Livre)

17 de dezembro (terça-feira) 
17h – Monstros vs Alienígenas (Dublado, 94 min, Livre)
19h – Megamente (Dublado, 95 min, Livre)

18 de dezembro (quarta-feira) 
17h – A Fuga das Galinhas (Dublado, 84 min, Livre)
19h – Spirit: O Corcel Indomável (Dublado, 83 min, Livre)

19 de dezembro (quinta-feira) 
15h – Os Croods (Dublado, 98 min, Livre)
17h – A Origem dos Guardiões (Dublado, 97 min, Livre)
19h – Cada um na sua Casa (Dublado, 93 min, Livre)

20 de dezembro (sexta-feira)  
15h – Como Treinar o seu Dragão (Dublado, 98 min, Livre)
17h – Como Treinar o seu Dragão 2 (Dublado, 101 min, Livre)
19h – Como Treinar o seu Dragão 3 (Dublado, 104 min, Livre)

21 de dezembro (sábado) 
11h – SESSÃO BB AZUL DE CINEMA: Trolls (Dublado, 92 min, Livre)
15h – Kung Fu Panda (Dublado, 90 min, Livre)
17h – O Príncipe do Egito (Dublado, 99 min, Livre)
19h – FormiguinhaZ (Dublado, 83 min, Livre)

22 de dezembro (domingo) 
13h – Shrek (Dublado, 93 min, Livre)
15h – Shrek 2 (Dublado, 92 min, Livre)
17h – Shrek Terceiro (Dublado, 93 min, Livre)
19h – Shrek para sempre (Dublado, 93 min, Livre)

SERVIÇO 
FÁBRICA DE SONHOS – MOSTRA DE ANIMAÇÃO 
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil
Patrocínio: Banco do Brasil
Curadoria: Breno Lira Gomes
Produção: BLG Entretenimento
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Data: de 3 a 22 de dezembro
Ingressos: gratuitos (senhas distribuídas uma hora antes do início da sessão)
Programação em breve em: http://culturabancodobrasil.com.br/portal/distrito-federal/

Assessoria de imprensa CCBB: 
Mariana Cerqueira – 3108-7600

CCBB Brasília 
Aberto de terça a domingo das 9h às 21h
SCES Trecho 2 – Brasília/DF | Tel.: (61) 3108-7600
Bilheteria: terça-feira a domingo das 9h às 21h
E-mail: ccbbdf@bb.com.br Site: bb.com.br/cultura
Redes sociais: facebook.com/ccbb.brasilia, Instagram: @ccbbbrasilia e twitter.com/CCBB_DF

“O Último Amor de Casanova” estreia em 26 de dezembro

Giacomo Giramolo Casanova é um personagem que tornou-se famoso na história mundial por seu estilo de vida: aventureiro, libertino, conquistador. Diversas obras já contaram sua história, mas Benoît Jacquot optou por um recorte mais específico, a partir do livro de memórias “A História da Minha Vida”, de Casanova, em O ÚLTIMO AMOR DE CASANOVA, que estreia nos cinemas brasileiros em 26 de dezembro, com distribuição da Califórnia Filmes.

O diretor explica que, mesmo havendo outros filmes sobre o bon-vivant, não foi um empecilho construir a narrativa, pois seu interesse pelo personagem surgiu ainda na juventude, quando leu o livro de Casanova. “Eu ainda não tinha vinte anos quando li e ele me interessou bastante. Eu gostei dessa liberdade, essa sinceridade, essa autenticidade, essa verdade. Casanova é um dos meus melhores amigos. Por isso, não me senti nem um pouco intimidado pelos filmes existentes, até porque Casanova é um tema inesgotável”.

O longa aborda o momento em que Casanova, ao chegar ao exílio em Londres, conhece a jovem cortesã Charpillon e apaixona-se por ela. Apesar dessa passagem acontecer no meio de sua vida, Jacquot explica o porquê do título O ÚLTIMO AMOR DE CASANOVA. “Ela foi o primeiro e último amor dele. Antes disso, ele tinha tido amizades, cumplicidades, talvez até algumas relações amorosas, mas não um amor apaixonado”, diz. “A história com Charpillon constitui um episódio completo, algo que nunca tinha acontecido com ele, embora já fosse um homem maduro”.

De acordo com Jacquot, o amor apaixonado é aquele que prega peças, praticamente uma armadilha. Enquanto Casanova nunca encarou as mulheres como presas e queria estar apenas próximo delas, seja por algumas horas ou três noites, Charpillon era uma mulher de todos os homens. E essa mulher “decide que este homem, que possui todas as mulheres, não poderá possuí-la. Ela lhe mostra que as mulheres são diferentes dos homens. Ele precisa então compreender que Charpillon quer algo diferente dele, algo que talvez ela tenha chamado de amor e que ele se vê obrigado a definir como amor”.

O ÚLTIMO AMOR DE CASANOVA é protagonizado por Vincent Lindon e Stacy Martin. Sobre a escolha do elenco, o diretor conta que Lindon se apresentou ao papel quando soube que ele estava trabalhando na produção. “A princípio, eu não conseguia imaginar Vincent como Casanova, porque ele é francês, forte, com uma imagem viril e popular, ou seja, o oposto de Casanova. Eu demorei a perceber que a escolha daria certo”, comenta Jacquot. Em relação à Martin,explica que “precisava de uma atriz estrangeira que falasse francês fluentemente, o que reforçava a escolha dela entre todas as atrizes que cogitei.Ela se mostrou muito disponível, permeável a tudo que pudesse surgir durante as filmagens, e eu imediatamente pensei que ela seria ótima no papel”, completa.

SINOPSE 
No século XVIII, Casanova, conhecido pelas práticas de prazer e sedução, chega em Londres após ser obrigado a se exilar. Nesta cidade que ele mal conhece, encontra diversas vezes uma jovem cortesã, Charpillon, que o encanta a ponto de fazê-lo esquecer as outras mulheres. Casanova está disposto a tudo para conquistá-la, mas Charpillon sempre o evita, usando os mais diversos pretextos. Ela lhe propõe um desafio: que ele a ame tanto quanto a deseja.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Benoît Jacquot
Elenco: Vincent Lindon, Stacy Martin, Valeria Golino
Gênero: Drama, Histórico, Romance
País: França
Ano: 2019
Duração: 98 min

“Diante dos meus Olhos” estreia em 05 de dezembro

Com uma mistura de jazz, rock e irreverência, na esteira dos  movimentos de contracultura da década de 60, o trio Os Mamíferos marcou época na cena musical capixaba, agregando compositores, cantores e artistas da vanguarda cultural daquele momento. Mas 50 anos após a formação do grupo, pouco se conhece sobre a banda e aquela cena cultural que culminou com o famigerado Guarapastock, ou Guaraparistock, o maior festival de música do Brasil até então, realizado em Guarapari (ES) em 1971, no auge da repressão da Ditadura Militar, e que terminou de forma tumultuada.

O cineasta André Félix toma essas histórias como o ponto de partida de seu primeiro longa, DIANTE DOS MEUS OLHOS, que estreia nos cinemas brasileiros no dia 5 de dezembro após ser exibido no Festival Internacional do Uruguai, no Festival Internacional de Curitiba (Olhar de Cinema), Pirenópolis Doc, forumdoc.bh, Festival de Cinema de Vitória e Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul.

Para contar essa história a partir de um olhar não saudosista, André documentou os encontros com Afonso Abreu, Mario Ruy e Marco Antônio Grijó, os integrantes “oficiais” do grupo. Como a banda teve apenas quatro anos de duração, entre 66 e 70, e nunca lançou um álbum ou fez qualquer registro fonográfico oficial, o documentário se vale dos depoimentos dos músicos, imagens de arquivo, registros caseiros de ensaios e shows da época, além da criatividade do diretor.

“O que mais me chamou atenção na história não era o que a tornava grandiosa, mas a questão do fracasso deles. Eu acho que esse é o elemento político, exatamente no momento em que nos permitimos documentar o nosso fracasso. E mexer na história da música brasileira, que é, em todos os sentidos, nosso maior bem, falar da geração dos anos 60 e 70, me encantava. Eu acredito que, quando existe uma falha, é muito mais interessante documentar do que quando tem um sucesso”, revela o diretor.

Em uma abordagem autoral, o filme apresenta os personagens, seus corpos já idosos, aparentemente em rotinas diárias e banais, criando um jogo entre a ilusão da imagem e aquilo que vemos, o que estaria diante dos nossos olhos. Questiona, assim, também a mitologia que se criou ao redor da banda com o passar dos anos e o aparente anonimato.

“A potência do filme pra mim não está em se a história foi ou não foi; se o Ney Matogrosso pintou a cara por influência deles ou não, por exemplo. Mas o que esse lance todo fez no corpo desses caras. E é por isso que o filme é “Diante dos meus olhos”, porque essa frase é talvez uma das mais conhecidas frases do Godard, que está no Salve-se quem puder (a vida): ‘Eu ainda não posso morrer, porque o filme da minha vida não passou diante dos meus olhos’”, reflete o diretor.

Fãs do poeta Allen Ginsberg e do movimento beat americano, do escritor Aldous Huxley e do intelectual Marshall McLuhan, Os Mamíferos levavam aos palcos uma performance insana, psicodélica, com rostos pintados e maquiagem carregada. “Em suas várias e diversas manifestações, em diferentes linguagens, atividades e setores da vida, a contracultura chegou aos holofotes em 1968, com seus ‘maios’ e suas ‘primaveras’, mas o fato é que suas bases já vinham sendo fomentadas desde muito antes. Em 1966, Os Mamíferos já estavam bem atentos a todo este “zeitgeist”. Como eles, toda uma rede de artistas e pensadores capixabas buscavam traduzir em âmbito local as urgências que agitavam as transformações em curso. Eles produziram em alta voltagem um conjunto de canções absolutamente “à altura do presente”, junto com figuras que foram se aproximando em torno do grupo por magnetismo ou afinidade eletiva, caso do cantor Aprígio Lyrio, dos compositores Sérgio Regis e Rogério Coimbra, e do músico e compositor Arlindo Castro, por exemplo”, conta o também músico e um dos produtores do filme, Carlos Dalla.

Sinopse 
45 anos após a dissolução da banda Os Mamíferos, Marco Antônio, Afonso e Mario Ruy vivem um cotidiano simples. Em meio as luzes da cidade, recordam suas glórias e fracassos e ajudam a recuperar um fragmento fundamental da música popular brasileira.

Ficha Técnica
Direção E Roteiro: André Félix
Produção e Produção Executiva: Carlos Dalla, Murilo Abreu, Vitor Graize e André Félix
Direção de Fotografia: William Sossai
Montagem: Luiz Pretti
Som Direto e Edição de Som: Hugo Reis
Elenco principal: Afonso Abreu, Marco Antônio Grijó e Mario Ruy
Empresas produtoras: Clareia, Pique-Bandeira Filmes e Serena
Distribuição: Pique-Bandeira Filmes
Duração: 83 minutos
Gênero: Documentário
Ano: 2018
Classificação Indicativa: 12 anos

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FESTIVAIS 
·         36° Festival Cinematográfico Internacional del Uruguay
·         VII Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba
·         IV Pirenópolis DOC – Festival de Documentário Brasileiro de Pirenópolis
·         25° Festival de Cinema de Vitória
·         22° Festival do Filme Documentário e Etnográfico Fórum de Antropologia e Cinema
·         II BIS – Bienal Internacional do Cinema Sonoro
·         12° Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul
·         III Mostra Sesc de Cinema

Sobre o Diretor 
André Félix é diretor e roteirista. Diante dos meus olhos é seu primeiro longa-metragem. Anteriormente, foi co-roteirista de Entreturnos, de Edson Ferreira e dirigiu os curtas-metragens A Cor do Fogo e A Cor da Cinza e Valentina. É mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal da Bahia e professor.

Projeto Aurora Gordon 
Desde 2005, o projeto Aurora Gordon dedica-se a inserir no imaginário contemporâneo a pesquisa que realiza sobre a contracultura capixaba das décadas de 60 e 70. Faz isso a partir de um trabalho de investigação e criação em diferentes meios, envolvendo as linguagens da música, do cinema e da literatura, em suas relações com a dimensão do patrimônio, da antropologia e da arte. A banda “Os Mamíferos” é o eixo de atenção sobre o qual orbitam personagens e histórias que fizeram a vida cultural da cidade de Vitória pulsar em um dos períodos mais importantes e decisivos do século XX.

Até o momento, o projeto realizou a produção de dois álbuns musicais com releituras de composições inéditas ligadas à referida cena; o livro Os Mamíferos – Crônica Biográfica de uma Banda Insular, de autoria de Francisco Grijó; e o longa-documentário “Diante dos meus olhos”, também ligado à banda.

Empresas produtoras 
A Clareia Produtora é uma empresa voltada para a realização de projetos autorais e consultoria nas áreas de música, cinema, culturas populares, artes cênicas e visuais.

A Serena é uma plataforma que opera no mercado da Música desde 2015 oferecendo serviços nas áreas de Produção, Planejamento e Conteúdo.

A Pique-Bandeira Filmes é uma produtora e distribuidora fundada em 2010 pelos cineastas Igor Pontini, Rodrigo de Oliveira e Vitor Graize.

Distribuição 
A Pique-Bandeira Filmes iniciou suas atividades de distribuição em 2016 com o lançamento comercial em cinema do filme Teobaldo Morto, Romeu Exilado. No ano seguinte, distribuiu seu segundo título com o apoio da Spcine: Com os Punhos Cerrados, produzido pela Alumbramento. Em 2018, lançou Arábia, em codistribuição com Embaúba Filmes. Em 2019 lança Diante dos Meus Olhos e já tem programado outros títulos para 2020.

“O Traidor” terá pré-estreia no Brasil

O Festival de Cinema Italiano, em sua 14ª edição, em parceria com a Gullane Entretenimento, anuncia a pré-estreia no Brasil do filme O TRAIDOR, de Marco Bellocchio, obra que concorreu à Palma de Ouro, no Festival de Cannes, e foi selecionada pela Itália para disputar uma indicação na categoria Melhor Filme Internacional no Oscar® 2020. A exibição inédita do longa no país ocorrerá em 19 de novembro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, durante a Festa de Abertura do 14º Festival de Cinema Italiano e terá presenças de destaques do elenco, como a atriz Maria Fernanda Cândido, além do Embaixador da Itália no Brasil, Antonio Bernardini, do Cônsul Geral da Itália em São Paulo, Filippo La Rosa, dentre outros.

Coprodução entre Itália, Brasil, Alemanha e França, O TRAIDOR é baseado na história real do mafioso italiano Tommaso Buscetta (1928 -2000), o primeiro do alto escalão da organização criminosa siciliana Cosa Nostra a delatar seus comparsas à justiça no caso conhecido como Maxi-Processo.

Ambientado parcialmente no Rio de Janeiro das décadas de 1970 e 1980, o filme traz Pierfrancesco Favino no papel de Buscetta, Maria Fernanda Cândido como a esposa brasileira do mafioso e Fausto Alesi como o intérprete do juiz Giovanni Falcone.

“Abrir a 14ª edição do Festival de Cinema Italiano com o filme O TRAIDOR, obra escolhida pela Itália para representar o país na corrida pelo Oscar, é proporcionar ao público da estreia do evento assistir em primeira mão um dos filmes mais esperados para lançamento no Brasil”, revela a diretora artística do Festival Erica Bernardini.

“A parceria entre nosso Festival e a Gullane, uma das mais importantes produtoras independentes do país, representa a credibilidade de nosso evento e nos confirma que estamos no caminho certo quanto à seleção do melhor da cinematografia italiana”, explica Erica.

Maior evento do gênero da América do Sul, o 14º Festival de Cinema Italiano em novembro, inclui ainda a mostra de outros 13 longas recentes e inéditos em sua Sessão Contemporânea, os quais disputam entre si o Prêmio de Melhor Filme do evento escolhidos pela crítica e público. Já na Sessão Retrospectiva, o Festival contempla o público com filmes de um nome marcante da cinematografia italiana.

14° FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO – PRÉ-ESTREIA NO BRASIL DE “O TRAIDOR”, DE MARCO BELLOCCHIO

Data: 19 de novembro de 2019

Local: Festa de Abertura do 14º Festival de Cinema Italiano – Auditório Ibirapuera, Avenida Pedro Álvares Cabral, Portão 2, Parque do Ibirapuera, São Paulo/SP

O TRAIDOR

SINOPSE:
Tommaso Buscetta, mafioso que se exilou no Brasil se afastando da máfia no começo da expansão do tráfico de heroína, é preso e mandado de volta para a Itália. Durante o processo que se segue, ele, sentindo que a máfia abandonou os princípios sobre os quais foi fundada, faz um acordo com o estado para depor contra seus ex-colegas. Vamos aos poucos conhecendo as amizades e inimizades que trouxeram a situação até este ponto, enquanto Tommaso revê aqueles com quem um dia se associou.

FICHA TÉCNICA:
Elenco: Pierfrancesco Favino, Maria Fernanda Candido
Direção: Marco Bellocchio
Direção de Fotografia: Vladan Rodovic
Direção de Arte: Andrea Castorina e Daniela Vilela
Figurino: Daria Calvelli e Gabriella Marra
Montagem: Maria Francesca Calvelli
Produzido por: Giuseppe Chaschetto, Simone Gattoni, Fabiano Gullane, Caio Gullane, Michael Weber, Viola Fügen, e Alexandra Henochsberg
Produtor Delegado Brasil: André Ristum
Produtoras: IBC Movie, Kavac Film, Rai Cinema, Gullane, Match Farctory Productions e AD Vitam
Distribuição Brasil: Fenix Filmes e Pandora Filmes

SOBRE O DIRETOR

Marco Bellocchio é diretor de cinema, roteirista e ator italiano Uma das personalidades italianas mais importantes, no meio intelectual e cultural, ganhou em 1991 o Urso de Prata – Prêmio Especial do Júri no 41º Festival Internacional de Cinema de Berlim por seu filme “The Conviction”. Em 2011, Bellocchio foi premiado com o Leão de Ouro no Festival Internacional de Cinema de Veneza por sua carreira cinematográfica. Em 2006, seu filme “The Wedding Director” foi exibido na seção Un Certain Regard no Festival de Cinema de Cannes. Em 2009, dirigiu “Vincere”, que esteve na principal competição do Festival de Cinema de Cannes. Seu filme de 2012 “Dormant Beauty” foi selecionado para competir pelo Leão de Ouro no 69º Festival Internacional de Cinema de Veneza.

SOBRE O 14º FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO

É o maior evento do gênero da América do Sul e pioneiro no Brasil em apresentar uma programação exclusiva e totalmente voltada às filmografias clássica e contemporânea italianas.

Ao longo dos anos, o Festival recebeu nomes importantes, como os atores Riccardo Scamarcio, Maria Grazia Cucinotta, Giancarlo Giannini, Ornella Muti, Kim Rossi Stuart e os diretores Giuseppe Tornatore, Roberto Faenza, os irmãos Taviani, Bruno Bozzetto, entre outros.

Idealizado e realizado pela Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio, Indústria e Agricultura de São Paulo (Italcam), o Festival de Cinema Italiano no Brasil teve sua primeira edição em 2005.

Sobre a Gullane

Em 1996, os irmãos Caio e Fabiano Gullane fundaram a Gullane, hoje somando mais de 40 filmes com destaque no Brasil e no exterior, 25 séries de televisão, inúmeros especiais e documentários. “Carandiru”, “Bicho de sete cabeças”, “O ano em que meus pais saíram de férias”; a franquia “Até que a sorte nos separe”; “Que horas ela volta?”, “Como nossos pais”, “Bingo, O rei das manhãs”; as séries “Alice” (HBO), “Unidade Básica” (Universal) e “Carcereiros” (TV Globo) são algumas das obras realizadas pela Gullane nos últimos anos. Uma produtora ativa no crescimento do audiovisual brasileiro que compõe seus projetos com os melhores talentos e parceiros do entretenimento. Sua capacidade e empenho em todas as etapas de realização a garantiu importantes coproduções internacionais e a comercialização de suas obras para mais de mais de 60 países, levando a identidade do cinema nacional mundo a fora.
Caracterizada por sensibilizar e movimentar reflexões através de suas histórias a Gullane já acumulou mais de 500 prêmios e nomeações em sua carreira, além de ter seus projetos reconhecidos nas seleções oficiais dos festivais mais importantes do mundo como: Oscar, Cannes, Berlim, Sundance, Toronto, Veneza e o prêmio Emmy.

Sobre a Pandora Filmes

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieslowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, e “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steinberg, Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meirelles, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida. Entre os próximos lançamentos, destacam-se “Greta”, de Armando Praça; “O Traidor”, de Marco Bellocchio, coprodução nacional, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes; e “O Caso Morel” de Suzana Amaral.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 20 cidades do Brasil.

Sobre a Fênix Filmes

A Fênix Filmes é uma distribuidora independente, com foco no melhor da produção cinematográfica do mundo inteiro. Desde 2013, a distribuidora vem trazendo para o Brasil filmes considerados verdadeiros tesouros ainda pouco explorados no mercado e que encantaram espectadores nos principais festivais internacionais, especialmente Berlinale e Cannes. Dentre os lançamentos do nosso catálogo, podemos destacar: “O Ciúme”, “Amante por Um Dia” e “À Sombra de Duas Mulheres”, trilogia do diretor francês Philippe Garrel; “A Juventude” (indicado ao Oscar 2016), de Paolo Sorrentino; “As Mil e Uma Noites”, trilogia do cineasta português Miguel Gomes; “Paterson”, de Jim Jarmusch; “Visages Villages” (documentário indicado ao Oscar 2018), de Agnès Varda & JR; “A Grande Dama do Cinema”, de Juan José Campanella; “A Árvore dos Frutos Selvagens”, de Nuri Bilge Ceylan (diretor vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes);  “De Amor e Trevas”, da vencedora do Oscar Natalie Portman; “Nahid: Amor e Liberdade”, de Ida Panahandeh; “Vingança” de Coralie Fargeat; “De Punhos Cerrados” (cópia restaurada do original de 1965), “Sangue do Meu Sangue” e o inédito “O Traidor” (Seleção Oficial em Cannes 2019, com previsão de lançamento para Janeiro de 2020, no Brasil), de Marco Bellocchio; “Synonyms” (vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim 2019, em breve nos cinemas) de Nadav Lapid.

“O Farol” estreia em 02 de janeiro

Dirigido por Robert Eggers, do aclamado A Bruxa, e protagonizado por Willem Dafoe e Robert Pattinson, O FAROL terá sua primeira exibição no Brasil durante a 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em sessão especial no Auditório Ibirapuera com a presença do diretor e de Dafoe.

O longa, que teve sua estreia mundial na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes 2019, onde levou o prêmio de Melhor Filme da FIPRESCI – Federação Internacional de Críticos de Cinema, estreia no circuito comercial brasileiro em 2 de janeiro de 2020. Produzido pela RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira, em parceria com a New Regency e a A24, o filme tem distribuição no Brasil da Vitrine Filmes.

Neste terror psicológico, dois homens são responsáveis por vigiar um farol marítimo numa remota e misteriosa ilha da Inglaterra nos anos 1890. Isolados de qualquer civilização, tendo apenas contato um com o outro durante longos períodos, eles começam a compartilhar suas angústias, medos, anseios e paixões.

As exibições em festivais internacionais têm arrancado elogios do público e da crítica especializada. Para o Hollywood Reporter, “Eggers confirma sua reputação como um mestre do New England Gothic nesse segundo longa claustrofóbico”. Já o Guardian afirmou que “pouquíssimos filmes conseguem deixar você assustado e excitado ao mesmo tempo”.

SINOPSE 
De Robert Eggers, mesmo diretor visionário da obra prima moderna de terror, A Bruxa, chega este conto hipnótico e alucinante de dois guardas de farol em uma remota ilha na Nova Inglaterra nos idos de 1890.

SOBRE A RT FEATURES 
Fundada e dirigida por Rodrigo Teixeira, a RT Features é uma produtora nacional e internacional de conteúdo cultural e entretenimento para cinema e televisão, com base em São Paulo, Brasil, e escritório em Nova York, nos EUA. Dentre outras produções, seu currículo conta com os longas-metragens O Cheiro do Ralo (2006), O Abismo Prateado (2010), Tim Maia (2014), Alemão (2014), O Silêncio do Céu (2016) e a série O Hipnotizador (para a HBO Latin America em 2015).

No mercado internacional, a RT Features produziu os longas Frances Ha (2013), O amor é estranho (2014), Love (2015), Mistress America (2015), A Bruxa (2016), Patti Cake$ (2017) e Me chame pelo seu nome (2017), indicado ao Oscar em quatro categorias tendo sido vencedor por Melhor Roteiro Adaptado. Em 2018, entre outros filmes, a RT Features produziu o novo filme de James Gray, Ad Astra, e no Brasil o longa-metragem A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, de Karim Aïnouz, ambos com previsão de estreia em 2019.

Dedicada a trabalhar com jovens e talentosos diretores desde a sua criação, a RT Features formou uma joint venture com a Sikelia Productions, de Martin Scorsese, com o objetivo de produzir filmes de cineastas emergentes em todo o mundo. O primeiro longa-metragem desta parceria, A Ciambra, estreou na Quinzena dos Realizadores em 2017, e o segundo filme, Port Authority, teve estreia mundial na mostra oficial Un Certain Regard do Festival de Cannes.

SOBRE A VITRINE FILMES       
Em nove anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 150 filmes. Entre seus maiores sucessos estão “Aquarius”, “O Som ao Redor” de Kleber Mendonça Filho e “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro, e “O Filmes da Minha Vida”, de Selton Mello.

Entre os documentários, a distribuidora lançou “Divinas Divas”, dirigido por Leandra Leal, o documentário mais visto de 2017 e “O Processo”, de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional.

Em 2019, foram lançados no primeiro semestre “As Filhas do Fogo”, de Albertina Carri, “Divino Amor”, dirigido por Gabriel Mascaro e mais recentemente “Bacurau”, novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho e de Juliano Dornelles, longa que já alcançou aproximadamente 600.000 espectadores e “A Vida Invisível”, Karim Aïnouz.

Além disso, a Vitrine Filmes segue pelo terceiro ano consecutivo com o projeto de distribuição coletiva Sessão Vitrine, que lança um filme por mês, em diversas cidades, com sessões diárias e ingressos de valor reduzido, promovendo debates e maior acessibilidade aos filmes.

“Aspirantes” estreia em 28 de novembro

ASPIRANTES primeiro longa-metragem de Ives Rosenfeld e estreia no dia 28 de novembro. O filme protagonizado por Ariclenes Barroso, e com grande participação de Sergio Malheiros, acompanha a luta de um jovem que quer se tornar profissional do futebol e precisa lutar contra a inveja crescente que pode pôr em perigo o amor de seu melhor amigo e de sua namorada.

Junior e Bento são jovens jogadores de futebol do Bacaxá A.C., um time amador da cidade de Saquarema, no litoral do Estado do Rio de Janeiro. Melhores amigos desde a infância, Bento está sempre procurando meninas e festas, e mesmo sem comprometimento com o esporte, é a maior estrela do time e está fechando contrato com um clube profissional, já o comprometido Junior parece não ter sorte e tem que lidar com a gravidez inesperada de sua namorada, as preocupações constantes da mãe dela sobre o futuro deles, e o seu tio alcoólatra.

Conforme ele percebe que seu sonho de ser uma grande estrela do futebol pode desmoronar, o ciúme de Junior por Bento cresce, até chegar em proporções perigosas. O diretor, que também é responsável pelo roteiro junto de Pedro Freire, explica a origem do projeto: “Sempre sonhei em fazer um filme em torno do futebol. Como a maioria dos brasileiros, sou um apaixonado pelo esporte. O filme, portanto, partiu disso, do encontro entre minhas duas maiores paixões, o futebol e o cinema. Ao longo do processo de escritura do roteiro, fui procurando onde mais me interessava aprofundar o olhar. Conheci alguns meninos com o sonho de serem jogadores. A esmagadora maioria deles não logrará o sucesso. Preterir a história dos vencedores foi uma escolha natural“.

Para a escolha dos protagonistas de ASPIRANTES, a produção do filme realizou diversos testes de elenco. Inicialmente, acreditando que talvez jogadores de futebol, não atores, seriam as escolhas mais adequadas. Porém os testes deixaram claro que esse não era o caminho, e para o papel de Júnior, protagonista absoluto da trama, foi escolhido o ator Ariclenes Barroso, um grande ator que dá conta da densidade dramática do personagem, e que tem também muito carisma.

ASPIRANTES foi o vencedor da Carte Blanche do Festival de Locarno, abriu a competição do “Forum of Independents” do Festival de Karlovy Vary, convidado para competição do Festival de Biarritz, competição do Festival de Adelaide, Competição do AFI em Washington, Festival de Chicago e Thessalonike. No Brasil, estreou na competição do Festival do Rio, onde saiu premiado como Melhor filme, melhor ator e melhor atriz coadjuvante, foi exibido também na Mostra de Cinema de São Paulo, onde levou o premio da ABRACINE de Melhor Filmes e na competição da mostra Panorama em Salvador.

SINOPSE
Junior, um jovem jogador de futebol de um time amador na pequena cidade de Saquarema, tem que lidar com a inesperada gravidez de sua namorada, enquanto seu melhor amigo está em vias de ser contratado por um time profissional. O filme acompanha a crescente inveja de Junior, que pode tomar proporções perigosas.

FICHA TÉCNICA
Roteiristas: Ives Rosenfeld e Pedro Freire
Diretor: Ives Rosenfeld
Diretor de fotografia: Pedro Faerstein
Produtor: Luiz Alberto Gentile
Técnico de som: Felippe Mussel
Direção de arte: Ana Paula Cardoso
Figurino: Renata Russo
Músicas de Lucas Vasconcellos
Editor de som: Bernardo Uzeda
Montagem: Karen Akerman
Produção: Crisis Produtivas e 3T Filmes
Coprodução: Bubbles Project e Canal Brasil
Gênero: Ficção – Drama
País: Brasil
Ano: 2015
Duração: 75 min
Elenco: Ariclenes Barroso, Sergio Malheiros, Julia Bernat, Karine Teles, Julio Adrião, Guti Fraga, Aury Porto

PRÊMIOS
– CARTE BLANCHE DO FESTIVAL DE LOCARNO 2014
– MELHOR DIRETOR NO FESTIVAL DO RIO 2015
– MELHOR ATOR NO FESTIVAL DO RIO 2015
– MELHOR ATRIZ NO FESTIVAL DO RIO 2015
– MELHOR FILME PELA ABRACCINE NA 40ª MOSTRA INTERNACIONAL DE SÃO PAULO
– MELHOR ROTEIRO NO 7º FESTIVAL INTERNACIONAL DA FRONTEIRA
– MELHOR MONTAGEM NO 7º FESTIVAL INTERNACIONAL DA FRONTEIRA
– FESTIVAL DE CINEMA LUSO-BRASILEIRO DE SANTA MARIA DA FEIRA 2015

SOBRE O DIRETOR
Ives Rosenfeld é formado em cinema na Universidade Federal Fluminense. Por mais de dez anos ele se dedicou ao trabalho de mixador e captador de som em diversos filmes, incluindo Olho nu, de Joel Pizzini (2013), Esse amor que nos consome, de Allan Ribeiro (2012), e Um filme de cinema, de Walter Carvalho (2015).
Ele também dirigiu o curta O dia que O dia em que não matei Bertrand, exibido em diversos festivais. ASPIRANTES é o seu primeiro longa de ficção.

SOBRE A CRISIS 
A CRISIS Produtivas é uma produtora de audiovisual que iniciou suas atividades em dezembro de 2001 com a prestação de serviços técnicos e artísticos. É a produtora de As Cartas Psicografadas por Chico Xavier LONGA METRAGEM (90’), Going Professional PROGRAMA DE TV (9’), Morro da Conceição… LONGA METRAGEM (85’), Eu e Ela CURTA METRAGEM (17’), Um Branco Súbito CURTA METRAGEM (10’), ficção dirigida por Ricardo Mehedff, vencedor do Prêmio de Melhor Curta-Metragem no Festival de Miami 2002, Prêmio de Melhor Filme do Júri Popular no Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo 2002, Prêmio de Melhor Montagem no Festival de Curtas de Florianópolis 2002, dentre outros trabalhos.

SOBRE A BUBBLES PROJECT 
Bubbles Project é uma produtora sediada no Rio de Janeiro, criada por Tatiana Leite em 2012, que concebe, produz e coproduz filmes, curtas e longas-metragens e mostras de cinema. Produziu o longa-metragem “Benzinho” (Loveling) de Gustavo Pizzi, em coprodução com a Mutante Cine (Uruguai). No ano de 2018, Competição Internacional do Festival de Sundance, Rotterdam, Karlovy Vary, Busan, entre outros. A Bubbles coproduziu com a Esquina Filmes, o longa metragem “Pendular”, de Julia Murat (em coprodução com a França e Argentina), ganhador do prêmio FIPRESCI da mostra Panorama no Festival de Berlim 2017. Coproduziu com Argentina, Alemanha e Noruega, o filme “Família Submersa” (A Family Submerged), de Maria Alché, que fez sua estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Locarno 2018 e ganhou o prêmio de Melhor Filme na mostra Horizontes Latinos no Festival de San Sebastian 2018 e o Ingmar Bergman Award 2019 no festival de Gotemburgo. Junto com o Chile, a França e a Coréia do Sul, a Bubbles coproduziu o filme “Nona- Se me molham eu os queimo” (Nona- If they soak me, I’ll burn them) , de Camila Jose Donoso, que fez sua estreia mundial na Tiger Competition do Festival Internacional de Cinema de Rotterdam 2019.

Festival MIMO de Cinema no Centro Cultural São Paulo

Com formato ímpar, que conquistou plateia cativa, o Festival MIMO de Cinema chega em 2019 para conquistar ainda mais. Dirigido pela cineasta Rejane Zilles, desde a sua primeira edição em 2004, já exibiu 346 filmes onde a música é o tema central. O Festival MIMO de Cinema tem entrada gratuita e acontecerá, pela primeira vez, em São Paulo (22 a 24 de novembro) e pela 4ª vez no Rio de Janeiro (29 de novembro a 01 de dezembro). Idealizado por Lú Araújo, que assina a Direção Artística, o MIMO Festival alcança este ano sua 50º edição.

 

Foram selecionadas 26 produções inéditas no circuito comercial, nos formatos de curta, média e longa-metragem. Serão exibidos longas como “O astronauta Tupi”, filme de Pedro Bronz que percorre a carreira do artista Pedro Luis, “O avião tá de parabéns”, onde Egberto Gismonti e João do Pife se encontram para um papo e cantam juntos, “Sambalanço – a bossa que dança”, com registros inéditos durante 15 anos de boates em Copacabana e bailes no subúrbio nos anos 60 , e “A história de um Silva”, que conta a história do MC Bob Rum. Destaque ainda para os premiados “O Barato de Iacanga”, sobre o lendário Festival de Águas Clara e  “Dorival Caymmi – um homem de afetos” uma viagem pelo universo do cantor e compositor.  O festival recebe ainda o média-metragem “Ilú Obá De Min – Akotirenes Yibi Das Mulheres Quilombolas”, sobre a luta das mulheres quilombolas, e o curtas “Na rota do vento – A música no cinema de Sérgio Ricardo”, sobre o cineasta e musico Sergio Ricardo e seu processo criativo, “Viva Alfredinho!”, com a trajetória do histórico bar Bip-Bip e “Ele era assim: Ary Barroso”, que conta a história de um dos maiores compositores brasileiros por meio de arquivos de áudio narrados pelo próprio artista.

Importante plataforma de exibição e lançamento da produção audiovisual brasileira, o Festival MIMO de Cinema promove uma sinergia única entre música e cinema, com a projeção de filmes que acontecem simultaneamente aos shows e concertos do evento. A programação completa dos filmes, além de informações sobre a distribuição de senhas, podem ser encontradas no site www.mimofestival.com.

 

FESTIVAL MIMO DE CINEMA – Programação completa:

DÔNIARA SP 22 NOVEMBRO – 16H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Kaco Olímpio DOC | 17’ | 2019 | GO | Livre Sinopse: Iara se preocupa com o fim da água no mundo.

ELETRONICA:MENTES SP 22 NOVEMBRO – 16H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Dácio Pinheiro, Denis Giacobelis e Paulo Beto DOC | 1h14 | 2019 | SP | 14 anos Sinopse: O documentário investiga os processos criativos e as reflexões de músicos que fazem uso de equipamentos eletrônicos em suas criações. Artistas pioneiros dialogam com a nova geração sobre seus experimentos e como os avanços tecnológicos ampliaram os horizontes, criando diferentes formas de se pensar e executar a música eletrônica no país.

SESSÃO EM HOMENAGEM A CONSCIÊNCIA NEGRA A SÚSSIA SP 22 NOVEMBRO – 18H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Lucrécia Dias DOC | 17’ | 2018 | TO | Livre Sinopse: Ao som de caixas, pandeiros e bumbos, mulheres e homens de todas as idades cantam, tocam, batem palmas, dançam, recriam as tradições e recontam sua própria história na Comunidade Quilombola Lagoa da Pedra.

POESIA AZEVICHE SP 22 NOVEMBRO – 18H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Ailton Pinheiro DOC | 20’ | 2018 | BA | Livre Sinopse: O documentário conta através das memórias dos compositores e letristas de destaque dos Blocos- Afros Tradicionais da Bahia, da Década de 70 aos Anos 90, a importância histórica de suas canções para valorização da identidade negra e luta contra o Racismo na Bahia e no Brasil.

NADIR SP 22 NOVEMBRO – 18H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Fábio Rogério DOC | 15’ | 2019 | SE | 10 anos Sinopse: A música de Nadir e seus silêncios: um olhar afetivo sobre o cotidiano de Nadir, mestra de cultura popular de uma comunidade quilombola do interior de Sergipe.

ILÚ OBÁ DE MIN – AKOTIRENES YIBI DAS MULHERES QUILOMBOLAS SP 22 NOVEMBRO – 18H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Beto Brant DOC | 40’| 2019 | SP | livre Sinopse: Falar de mulheres quilombolas é falar da valorização das mulheres negras que tanto lutam ainda hoje por terras, direitos igualitários, melhores condições de trabalho e por liberdade de ir e vir sem serem julgadas e discriminadas diariamente. As lutas são muitas, mas chegará o tempo da colheita, mesmo que demore mil primaveras, mil verões…

VIVA ALFREDINHO! SP 22 NOVEMBRO – 20H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Roberto Berliner DOC | 16’ | 2019 | RJ | livre Sinopse: Com quase 50 anos, o Bip Bip se transformou num patrimônio cultural carioca, local para tocar e ouvir samba e choro, discutir futebol e política. O bar refletia o espírito do dono, o emblemático Alfredinho, que construiu sua família ali, unindo pessoas de diferentes gerações. O filme é um registro afetuoso do seu velório, que começou na mesa do bar e tomou o cemitério em um sábado de carnaval.

O ASTRONAUTA TUPI SP 22 NOVEMBRO – 20H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Pedro Bronz DOC | 1h22 | 2019 | RJ| livre Sinopse: O filme percorre a carreira de Pedro Luís, artista que teve uma trajetória única dentro do universo da MPB e demonstrou seu talento em diversas frentes musicais, através de seus grandes sucessos. Da Zona Sul à Zona Norte, O ASTRONAUTA TUPI atravessa com sua música, história e poesia a cidade do Rio de Janeiro, sua verdadeira inspiração poética.

ERA UMA VEZ UMA GAROTA SP 23 NOVEMBRO – 16H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Izabella Franceschi DOC | 13 | 2019 | PR| livre Sinopse: Quem disse que na vida precisamos seguir apenas um caminho? A professora de direito Priscilla Lacerda descobriu que na música era possível encontrar novos rumos e se redescobrir.

GUITAR DAYS – AN UNLIKELY STORY OF BRAZILIAN MUSIC SP 23 NOVEMBRO – 16H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Caio Augusto Braga DOC | 86’| 2018 | SP | 12 anos Sinopse: Em um país reconhecido por sua forte identidade musical, uma nova geração de roqueiros decide desafiar o status quo e se aventurar em um novo gênero não tão brasileiro assim. O filme mostra a trajetória das guitar bands que, nos anos 90, decidiram ir contra o mercado fonográfico e os meios de comunicação ao cantar em inglês e acompanha sua transformação até o indie.

ELE ERA ASSIM: ARY BARROSO SP 23 NOVEMBRO – 18H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Angela Zoé DOC | 17’ | 2019 | RJ | Livre Sinopse: O filme conta a história de um dos maiores compositores brasileiros por meio de arquivos de áudio narrados pelo próprio artista e regravações de suas composições por jovens talentos da MPB. Conta com a participação especial de Ney Matogrosso, que além de falar sobre música, interpreta também os clássicos “Rio de Janeiro” e “Camisa Amarela”.

RUMO SP 23 NOVEMBRO – 18H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Flavio Frederico e Mariana Pamplona DOC | 1h17 | 2018 | SP | livre Sinopse: RUMO resgata a trajetória do grupo homônimo paulistano que escreveu um fascinante capítulo da história musical brasileira, especialmente nos anos 80. Repleto de humor e irreverência e com experimentações de linguagem – características fundamentais do grupo – o filme discute a criação musical e a produção cultural, além de trazer à tona esse efervescente panorama cultural da São Paulo nos anos 80.

NA ROTA DO VENTO – A MÚSICA NO CINEMA DE SERGIO RICARDO SP 23 NOVEMBRO – 20H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Marina Lutfi, Cavi Borges e Victor Magrath DOC | 22’ | 2019 | RJ | Livre Sinopse: A música e o cinema juntos e misturados. Criando músicas pensando em imagens e pensando imagens pensando na música. O documentário aborda a vida do cineasta e músico Sergio Ricardo e seu processo criativo.

ANTES QUE ME ESQUEÇAM MEU NOME É EDY STAR SP 23 NOVEMBRO – 20H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Fernando Moraes Souza DOC | 1h20 | 2019 | BA | 16 anos Sinopse: O documentário aborda a trajetória artística de Edvaldo Souza, o Edy star, cantor, ator, dançarino, produtor teatral, performer, artista plástico e último dos Kavernistas vivo. O roteiro mescla as memórias de artistas, amigos e do próprio Edy, a encontros num estúdio com o cantor e compositor Zeca Baleiro.

RÁDIO S.AMB.A.DOC – UMA VIAGEM AO CENTRO DO MANGUE SP 24 NOVEMBRO – 16H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: André Almeida DOC | 36 | 2019 | SP | Livre Sinopse: O que existe depois da Utopia? O documentário aborda o período logo após a morte de Chico Science, fundador da Nação Zumbi e um dos mentores do movimento Manguebeat, através da feitura do álbum Rádio S.Amb.A, lançado em 2000 pelo selo YB Music e relançando em vinil pelo selo Marafo Records, em 2019.

SEGUE O BAILE SP 24 NOVEMBRO – 16H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Rubens Crispim Jr. DOC | 60’ | 2019 | SP |Livre Sinopse: Uma das mais badaladas bandas da nova geração, o Bixiga 70 se propõe a por as pessoas para dançar. Com influências do afrobeat, música caribenha, jazz, pop e música instrumental brasileira, tem lugar garantido em alguns dos principais palcos do mundo. No documentário, conhecemos o universo criativo formado por nove cabeças e como é engendrado o transe sonoro no qual suas plateias são imersas.

BAIÃO DESTEMPERADO SP 24 NOVEMBRO – 18H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Pedro Vilo ANI | 1’| 2019 | PR | Livre Sinopse: Dois jovens amigos flautistas viajam para um baião onde tocarão destemperadamente afinados.

O AVIÃO TÁ DE PARABÉNS SP 24 NOVEMBRO – 18H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Geraldinho Magalhães e Nilton Pereira DOC | 1h30 | 2019 | PE| 18 anos Sinopse: Egberto Gismonti e João do Pife se conheceram em 1997 num evento no Canadá e se apaixonaram. Conviveram naquele evento mas não tocaram juntos. 20 anos depois, em “O Avião Tá de Parabéns” (frase dita por um animado João à aeromoça, quando voltava feliz daquele evento), Egberto se manda pra Caruaru para rever o amigo, falar sobre a música e a vida e tocar juntos.

PROCURAM-SE MULHERES SP 24 NOVEMBRO – 20H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Rozzi Brasil DOC | 17’ | 2018 | RJ | 10 anos Sinopse: Invisíveis no mundo do samba, mulheres atendem um anúncio numa rede social. Conectando-se para fugir à invisibilidade, elas se conhecem e reconhecem e criam coragem para algo surpreendente: a primeira parceria concorrente de samba enredo composto e defendido por mulheres numa das escolas de samba mais tradicionais do Rio de Janeiro.

VOCÊ NÃO SABE QUEM EU SOU SP 24 NOVEMBRO – 20H | CENTRO CULTURAL SÃO PAULO (CINEMA) Direção: Alexandre Petillo, Rodrigo Grilo e Rogério Corrêa DOC | 95’| 2018 | SP | 12 anos Sinopse: Nasi sempre foi um cara controverso. Desde seus tempos de Ira! nos inícios dos anos 1980, seu nome figura entre os mais talentosos e mais encrenqueiros da cena brasileira. O diretor Alexandre Petillo acompanhou o artista durante quatro anos para tentar entender o personagem. Dentro desse período, acompanhamos o fim da sua fase mais “agressiva” e o início da era “paz e amor”.

ARCHcine chega à sua 4ª edição com o tema ‘Cidades em Transe’

O 4° ARCHcine – Festival Internacional de Cinema de Arquitetura vai de 22 a 27 de novembro, no Centro Cultural Justiça Federal, no  Rio de Janeiro. A programação contará com filmes nacionais e internacionais, nos mais diversos gêneros cinematográficos e que concorrem aos prêmios de Melhor Filme nas categorias Longa-metragem e Curta-metragem. Com o tema ‘Cidades em Transe’, o ARCHcine segue sua trilha pela reflexão em torno do urbanismo, da arquitetura, do direito à cidade e ao campo, sempre através do cinema.

 O festival terá ainda uma edição em Niterói (RJ), de 11 a 15 de dezembro, com programação a ser divulgada em breve.

O tema ‘Cidades em Transe’ norteia a curadoria do ARCHcine em 2019, lançando luz a temas relacionados ao direito de acesso ao espaço urbano e ao campo, aprofundando questões que vão desde conflitos agrários, meio ambiente, moradia, LBTQI+fobia, racismo, feminismo, precarização das forças de trabalho, dentre outras. Nesse sentido, está escaldo para a Sessão de Abertura, dia 22, às 17h, o filme “GIG – A Uberização do Trabalho”, de Carlos Juliano Barros, Caue Angeli e Maurício Monteiro Filho.

O documentário, que traz o debate sobre os mais diversos trabalhos mediados por aplicativos e plataformas digitais, será acompanhado dos curtas “Planeta Fábrica”, de Julia Zakia, e “Pedalar É Suave”, de Flora Gondim. Enquanto “Planeta Fábrica” registra os últimos vapores de uma tradicional fábrica de chapéu prestes a ser demolida, “Pedalar É Suave”, relata a vida do ciclista, sociólogo e ativista Raul Aragão, atropelado e morto em Brasília.

Os filmes da Sessão de Abertura participam da Mostra Competitiva, que este ano terá o total de 18 curtas e 07 longas metragens e terá os vencedores eleitos pelo Júri Popular. Veja lista completa abaixo.

Já a Sessão de Encerramento do ARCHcine, dia 27, às 19h, terá o longa-metragem “Relatos do Front”, de Renato Martins. Ambientado no Rio de Janeiro, o documentário investiga as questões da política de segurança pública e mostra personagens que convivem diariamente com a violência e o medo. O filme será acompanhado do curta “Extratos”, de Sinai Sganzerla, que traz imagens filmadas por Helena Ignez e Rogério Sganzerla durante o exílio, entre o período de 1970 até 1972, nas cidades do Rio de Janeiro, Salvador, Londres, Marrakech, Rabat e a região do deserto do Saara.

Duas importantes parcerias estão mantidas para o festival em 2019, são elas: Arquiteturas – Festival Internacional de Cinema e Arquitetura de Lisboa e Move Cine Arte. Enquanto o festival Arquiteturas, de Portugal, comparece com filmes internacionais, o Move Cine Arte, sediado em São Paulo, transcende o eixo curatorial do ARCHcine e apresenta filmes sobre arte e movimentos artísticos do Brasil e do exterior. No total, ARCHcine apresenta cerca de 40 filmes, entre Mostras Competitivas e fora de competição. Confira abaixo a programação completa.

O 4º Archcine – Festival Internacional de Cinema de Arquitetura é uma realização do IBEFEST – Instituto Brasileiro de Estudos de Festivais Audiovisuais e da Casa Coisa Design, com direção e curadoria de Aline Pereira e Diogo Leal.

O ARCHcine conta com Patrocínio da Prefeitura de Niterói; Parceria Nacional do Festival MoveCineArte; Parceria Internacional do Arquiteturas Film Festival Lisboa e do movimento FilmEssay (Itália); e Apoio Institucional do Centro Cultural Justiça Federal – CCJF.

Programação:

22 de novembro (sexta): Sessão de Abertura | 19h

22 a 27 (exceto dia 26): Mostras Competitivas

26 de novembro (segunda): Não haverá sessão

27 de novembro: Sessão de Encerramento e Premiação | 19h

Entrada Franca (sujeita à lotação da sala)

CURTAS-METRAGENS EM COMPETIÇÃO

A’a Zar Wkyze Wa – Os Donos da Floresta em Perigo, de Flay Guajajara, Edivan dos Santos Guajajara e Erisvan Bone Guajajara, SP, 2019

Afeto, de Gabriela Gaia Meirelles, Tainá Medina, RJ, 2018

Arte a Metro, de Thiago Magalhães, RJ, 2019

Astana, Cidade do Futuro?, de Laurier Fourniau, França/Bélgica, 2019

Bicha, de Pedro Brito, SC, 2017

Bicha-Bomba, de Renan de Cillo, PR, 2018

C(elas), de Gabriela Santos Alves, ES, 2017

Divino Caminho, de Ilaria Di Carlo, Alemanha, 2018

#EleNão: mulheres paraenses contra o fascismo, de Joyce Cursino, PA, 2018

Enraizada, de Tiago Delácio, PE, 2019

Interrogação (ou Psicopata Legalizado), de Moisés Pantolfi, RJ, 2019

Marielle e Monica, de Fábio Erdos, RJ, Inglaterra, 2018

Marielle Presente – Eu Sou Porque Nós Somos, de Filó Filho, Pedro Oliveira, RJ, 2019

Negrum3, de Diego Paulino, SP, 2018

Pedalar É Suave, de Flora Gondim, DF, 2018

Planeta Fábrica, de Julia Zakia, SP, 2019

Quanto Vale?, de Danilo Candombe, Thiago Nascimento, MG, 2019

Queremos Ficar em Madureira, de Claudio Alberto Mendes, Danilo Firmino, Luiz Carlos Patropi, Luiz Claudio Lima, RJ, 2019

LONGAS-METRAGENS EM COMPETIÇÃO

Currais, de Sabina Colares, David Aguiar, Brasil, 2019

Espero tua (re)volta, de Eliza Capai, Brasil, 2019

GIG – A Uberização do Trabalho, de Carlos Juliano Barros, Caue Angeli, Maurício Monteiro Filho, Brasil, 2019

Indianara, de Aude Chevalier-Beaumel, Marcelo Barbosa, Brasil, 2019

O Corpo É Nosso!, de Theresa Jessouroun, Brasil, 2019

Sim, Fui Uma Criança Viada, de Antonio Molina, Brasil, 2019

Almas Derretidas, de François-Xavier Destors, França, 2018

SERVIÇO:

4º Archcine- Festival Internacional de Cinema de Arquitetura

Data:

22 a 27 de novembro – Rio de Janeiro (RJ), no  CCJF – Centro Cultural Justiça Federal (Av. Rio Branco, 241 – Centro).

Entrada Franca.  

(De 11 a 15 de dezembro – Niterói (RJ) – programação em breve)

Programação:

22 de novembro (sexta): Sessão de Abertura | 19h

22 a 27 (exceto dia 26): Mostras Competitivas

26 de novembro (segunda): Não haverá sessão

27 de novembro: Sessão de Encerramento e Premiação | 19h

Entrada Franca (sujeita à lotação da sala)

Informações:

Email: archcinefestival@gmail.com

Facebook: www.facebook.com/archcinefestival

Instagram: @archcine

“Synonymes” estreia em 12 de dezembro

Vencedor do Urso de Ouro no 69º Festival Internacional de Cinema de Berlim, um dos mais importantes e prestigiados prêmios de cinema do mundo, SYNONYMES, longa-metragem franco-israelense com direção e roteiro de Nadav Lapid (A Professora do Jardim de Infância, 2014), terá distribuição no Brasil, da Fênix Filmes em parceria com a Escarlate Conteúdo Audiovisual e Experiências Criativas. O drama que também ganhou o prêmio da Federação Internacional de Críticos (Fipresci),conta a história de Yoav, um jovem israelense, que viaja a Paris, auxiliado por seu fiel dicionário franco-israelense, esperando que a França e os franceses o salvem da loucura de seu país. Previsão de estreia no Brasil: 12 de Dezembro nos Cinemas. 
Destaques na Imprensa Internacional
“Um drama surpreendente e enlouquecedor!” (IndieWire)
“Tom Mercier faz uma estreia surpreendentemente audaciosa.” (Variety)
“Synonymes é deslumbrante!” (The Film Stage)
“A performance de Tom Mercier é brilhante e envolvente.”(Film Threat)
SYNONYMES
(Synonyms)
França – Israel – Alemanha| 2018 | Drama | 123 min
Um filme de Nadav Lapid
Urso de Ouro no Festival de Berlim 2019
Sinopse 
Yoav, um jovem israelense, chega a Paris esperando que a França e os franceses o salvem da loucura de seu país. Determinado a extinguir suas origens e se tornar francês, ele abandona a língua hebraica e se esforça de todas as maneiras para encontrar uma nova identidade.

Prêmios

Vencedor do Urso de Ouro e do Prêmio da Crítica no Festival de Berlim.
Sobre o Diretor NADAV LAPID
Nasceu em Tel Aviv em 1975. Estudou filosofia na Universidade de Tel Aviv e cinema na Sam Spiegel Film & Television School, em Jerusalém. Dirigiu os curtas-metragens Border Project (2004), Road (2005) e Emile’s Girlfriend (2006). Estreou na direção de longas com Policeman (2011), que venceu o Prêmio Especial do Júri do Festival de Locarno. Seu segundo filme, A Professora do Jardim de Infância (2014), foi exibido na 38ª Mostra.
Elenco
Tom Mercier – Yoav
Quentin Dolmaire – Emile
Louise Chevillotte – Caroline
Ficha Técnica
Direção –  Nadav Lapid,
Roteiro – Nadav Lapid, Haïm Lapid
Produtores –  Saïd Ben Saïd & Michel Merkt – SBS Films
Coprodutores – Osnat Handelsman Keren & Talia Kleinhendler – Pie Films,  Janine Jackowski, Jonas Dornbach, Maren Ade –  Komplizen Film
Cinegrafista – Shaï Goldman
Editor –   Era Lapid, François Gédigier, Neta Braun
Designer de Som – Marina Kertész, Sandy Notarianni, Christophe Vingtrinier
Cenógrafo – Pascale Consigny
Figurinista – Khadija Zeggaï
Gerente de Produção – Marianne Germain
Assistente de Direção – Justinien Schricke
Distribuição – Fênix Filmes e Escarlate
FÊNIX DISTRIBUIDORA DE FILMES
A Fênix Filmes é uma distribuidora independente, com foco no melhor da produção cinematográfica do mundo inteiro. Desde 2013, a distribuidora vem trazendo para o Brasil filmes considerados verdadeiros tesouros ainda pouco explorados no mercado e que encantaram espectadores nos principais festivais internacionais, especialmente Berlinale e Cannes. Dentre os lançamentos do nosso catálogo, podemos destacar: “O Ciúme”“Amante por Um Dia” e “À Sombra de Duas Mulheres”, trilogia do diretor francês Philippe Garrel; “A Juventude” (indicado ao Oscar 2016), de Paolo Sorrentino; “As Mil e Uma Noites”, trilogia do cineasta português Miguel Gomes; “Paterson”, de Jim Jarmusch; “Visages Villages” (documentário indicado ao Oscar 2018), de Agnès Varda & JR; “A Grande Dama do Cinema”, de Juan José Campanella; “A Árvore dos Frutos Selvagens”, de Nuri Bilge Ceylan (diretor vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes);  “De Amor e Trevas”, da vencedora do Oscar Natalie Portman; “Nahid: Amor e Liberdade”, de Ida Panahandeh; “Vingança” de Coralie Fargeat; “De Punhos Cerrados” (cópia restaurada do original de 1965), “Sangue do Meu Sangue” e o inédito “O Traidor” (Seleção Oficial em Cannes 2019, com previsão de lançamento para Janeiro de 2020, no Brasil), de Marco Bellocchio; “Synonymes” (vencedor do Urso de Ouro no Festival de Berlim 2019, em breve nos cinemas) de Nadav Lapid.
ESCARLATE CONTEÚDO AUDIOVISUAL E EXPERIÊNCIAS CRIATIVAS
Com uma carteira de mais de 30 projetos, a empresa realiza sociedades específicas, construindo redes para a execução de cada empreendimento.
“Criamos um diálogo permanente com o mercado. Conectamos realizadores, investidores e conteúdos, atuando como gestora artística e estratégica”, afirma a CEO Joana Henning.
Dentre os projetos já em fase de produção e lançamento, estão o longa “De perto ela não é normal”, comédia baseada no monólogo de sucesso de Suzana Pires, com distribuição da H2O Films e a coprodução da Globo Filmes; “Quem matou Celso Daniel”, com distribuição da Downtown Filmes; “New York Discoteque”, distribuição da Fênix; “O sequestro do voo 375”, coprodução da LCT; “Synonymes”, ganhador do Urso de Ouro em Berlim, como melhor filme, co-distribuição com a Fênix; entre outros. Na área de eventos, estão a co-realização do “Hollywood Brazilian Film Festival”; o “Festival dos Festivais”, evento que reunirá o melhor de festivais de cinema e gastronomia do mundo em São Paulo, com apresentação de Boni e Ricardo Amaral e co-realização com o Grupo Cinépolis Brasil; “Planeta Ginga Film Festival”, festival Franco-Brasileiro de cinema e música, unindo música, cinema, arte urbana, artes visuais e ecologia, direção e co-realização Livin’Astro Production.

Na lista dos direitos mais recentes adquiridos pela produtora estão títulos de filmes como “Alcantara”, “Dauzito” “A Farra dos Guardanapos”.

“Parasita” estreia em 07 de novembro

PARASITA, recebeu a Palma de Ouro no Festival de Cannes 2019 por decisão unanime do Júri, agora no Brasil, chega ao circuito comercial em 7 de novembro, com distribuição da Pandora Filmes em parceria com a Alpha Filmes. Dirigido por Bong Joon Ho (“O Hospedeiro” e “Okja”), que também é corroteirista, o longa foi selecionado pela Coreia do Sul para concorrer a uma indicação na categoria de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar® 2020.

Na trama, todos os membros de uma família estão desempregados e vivendo na miséria. Até que o filho mais velho arruma emprego como professor de uma garota rica e o contato dessas pessoas com a vida de luxo e glamour as leva a fazer o necessário para ascenderem socialmente.

Assim como nos longas anteriores do diretor, a crítica social está presente em PARASITA, desta vez ainda mais forte ao questionar o estado da sociedade atual e a impossibilidade de pessoas de diferentes classes viverem juntas em um relacionamento simbiótico. E é a partir dessa premissa que Joon Ho definiu o título do filme: “há pessoas que esperam viver com outras de uma forma coexistente, mas isso não funciona, então elas são empurradas para uma relação parasitária. É um título irônico”, diz.

As duas famílias nesta história têm algumas coisas em comum, sendo ambas compostas por quatro membros, com um filho e uma filha. Mas, em suas vidas cotidianas, ocupam dois extremos completamente diferentes. Joon Ho define esses dois núcleos: “os Kim são uma família de classe baixa que vive num apartamento no subsolo, com apenas a esperança de uma vida comum. O pai falhou nos negócios, a mãe sonhava ser atleta e nunca conseguiu e o filho e a filha tentaram entrar para a universidade diversas vezes sem sucesso. Em contraste, a família do Sr. Park, que trabalha como CEO de uma empresa de TI e é workaholic. Ele tem uma bela e jovem esposa, uma linda filha no Ensino Médio e o filho pequeno. Eles podem ser vistos como uma família ideal de quatro membros entre a elite urbana moderna”.

Com PARASITA, o diretor quis retratar a contínua polarização e desigualdade da sociedade. “Estamos vivendo uma época em que o capitalismo é a ordem reinante e não temos alternativa. Isso no mundo inteiro. Na sociedade capitalista de hoje, existem castas que são invisíveis aos olhos. Nós tratamos as hierarquias de classe como uma relíquia do passado, mas a realidade é que ainda existem e não podem ser ultrapassadas”, explica.

O filme é em partes engraçado, assustador e triste e mostra as inevitáveis rachaduras que aparecem quando duas classes se enfrentam na sociedade cada vez mais polarizada de hoje. PARASITA leva o público a pensar. Um dos longas mais aclamados do ano, exibido em dezenas de Festivais, e uma aposta certa na temporada de premiações em 2020.

SINOPSE 

Todos os quatro membros da família Kim estão desempregados, porém uma obra do acaso faz com que o filho adolescente comece a dar aulas privadas de inglês à rica família Park. Fascinados com o estilo de vida luxuoso, os quatro bolam um plano para se infiltrar nos afazeres da casa burguesa. É o início de uma série de acontecimentos incontroláveis dos quais ninguém sairá ileso.

FICHA TÉCNICA 

 

Direção: Bong Joon Ho
Roteiro: Bong Joon Ho, Han Jin Won
Elenco: Song Kang Ho, Lee Sun Kyun, Cho Yeo Jeong, Choi Woo Shik, Park So Dam, Lee Jung Eun, Chang Hyae Jin
Produzido por: CJ Entertainment
Produção: Barunson E&A
País: Coreia do Sul
Ano: 2019
Duração: 131 min.

SOBRE O DIRETOR 

Nascido em Daegu, Coreia, em 14 de setembro de 1969

Parasita é o sétimo longa do aclamado diretor Bong Joon Ho, depois de “Cão que Ladra não Morde” (2000), “Memórias de um Assassino” (2003), “O Hospedeiro” (2006), “Mother – A Busca pela Verdade” (2009), “Expresso do Amanhã” (2013) e “Okja” (2017).

O clássico moderno “Memórias de um Assassino” mergulha na investigação por trás de um conhecido caso de assassinato em série que nunca foi resolvido, representando o autoritarismo da época com sátira e perspicácia. “O Hospedeiro” tem como base o sequestro de uma jovem por uma estranha criatura que se arrasta para fora do rio Han, reinventando o gênero de filme de monstros e fazendo comentários sociais. “Mother”, a história de uma mulher tentando proteger seu filho de uma acusação de assassinato, é um retrato sombrio do amor maternal levando ao extremo, enquanto a ficção científica “Expresso do Amanhã” retrata os últimos remanescentes da humanidade num futuro congelado, devido ao excesso de esforço humano para deter o aquecimento global. E, finalmente, Okja é sobre a aventura de uma garota para resgatar um “super porco” geneticamente modificado, que foi criado por uma corporação visando aos fins lucrativos.

Conhecido por seu humor cortante, socialmente incisivo e distorção das convenções de gênero, Bong Joon Ho levanta questões sobre as instituições sociais e as desigualdades da sociedade com uma mistura única de humor, emoção e suspense. Nesse sentido, Parasita é um filme muito característico dentro do trabalho de Bong JoonHo, ao mesmo tempo que leva o diretor a evoluir para um novo nível.

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, e “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steinberg, Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meirelles, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida. Entre os próximos lançamentos, destacam-se “Greta”, de Armando Praça; “O Traidor”, de Marco Bellocchio, coprodução nacional, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes; e “O Caso Morel” de Suzana Amaral.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 20 cidades do Brasil.

Festival de Cinema FICC

As novidades para a 7ª edição do FICC não param. O Festival estreará a marca “FICC MARKET” em formato de feira audiovisual. Serão mais de 50 temas em palestras, painéis, fórum, oficinas, apresentações artísticas, negócios etc., na Biblioteca Parque-Estadual, Centro do Rio.

 

O FICC MARKET agrega diversos segmentos artísticos, culturais, educativos, esportivos, acessibilidade, inclusão social, meio ambiente, economia criativa, comunicação social e inteligência emocional. O evento irá movimentar os setores econômicos de turismo, gastronomia, hotelaria, indústria, comércio, tecnologia, startups, ecossistema, produção cinematográfica e editorialSão quatro importantes objetivos: fomento da arte e cultura, networking empresarial, divulgação de marcas e geração de emprego e renda.

 

O FICC acontecerá de 5 a 8 de dezembro, no Rio de Janeiro. De 5 a 7 de dezembro acontecerá o FICC MARKET, na Biblioteca-Parque Estadual. No dia 8 será a cerimônia de premiação no estilo tapete vermelho, com apresentações artísticas, entrega de prêmios e homenagens, na belíssima Sala Cecília Meireles. Já estão confirmados para a cerimônia o Vice-Governador Claudio Castro, o Secretário de Cultura Ruan Lira, o ator André Ramiro (do filme Tropa de Elite), as cantoras Ana Nóbrega e Karen Keldani e o chefe da comunicação da SECEC Bruno Brasil. Todos terão participações especiais durante a cerimônia.

 

A entrada é 1kg de alimento não perecível, um filme ou um livro. Os filmes e livros serão doados para a Biblioteca-Parque Estadual e os alimentos serão destinados para instituições que trabalham com a causa da acessibilidade. Todos os participantes receberão certificados de participação e podem deixar seus lixos eletrônicos no FICC MARKET.

 

PALESTRAS FICC MARKET:

 

– MERCADO AUDIOVISUAL – PRODUÇÃO DE FILMES – ROTEIROS – FIGURINO – CARACTERIZAÇÃO – VR REALIDADE VIRTUAL – MÍDIAS DIGITAIS – PITCHING VENDA O SEU PROJETO – OFICINAS DE TEATRO – DANÇA – HIP HOP – RAP – MUSICA DIGITAL – JORNALISMO & DOCUMENTÁRIO – MULTIPLICAÇÃO DE IDEIAS – CAPTAÇÃO DE RECURSOS – LUCROS E RENTABILIDADE – INTELIGÊNCIA EMOCIONAL – NEUROCIÊNCIA – ACESSIBILIDADE – MOSTRA DE CINEMA FAVELA CRIATIVA – EXIBIÇÕES DE FILMES – NOITE DE EXPRESSÕES ARTÍSTICAS – AÇÕES HUMANITÁRIAS – STANDS – ESPAÇO GOURMET – BAZAR – SORTEIOS E MUITO MAIS

 

PALESTRANTES:

 

Fernanda Brum – Cantora, escritora e pastora. 25 anos de carreira (22 deles na MK Music) com dois prêmios Grammy Latino;

Dra Claudia Valéria Mello – Juíza Federal e presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão do TRF da 2a Região;

Prof. Gedir da Costa – Neurocientista, diretor de estudos da Cidade do Cérebro, escritor nas áreas do cérebro e inteligência; consultor de empresas;

Reinaldo Santos – Diretor-executivo da SAT-7 no Brasil, rede de televisão que alcança 400 milhões de telespectadores;

Ariel Cohen – Dramaturgo, roteirista, ator, bailarino, diretor de caracterização makeup e Efx, diretor teatral e cinematográfico, ilustrador e animador. Makeup em LA – EUA. Principais clientes: Fox, Netflix, Visom, Record, Globo, Disney, Endemol, Universal Studios, Avon, Vogue;

Renato Troglo – Especialista em desenvolvimento mental. Treinador cerebral e emocional de atletas, especialista emocional clínico;

Erica Paes – Coordenadora Esportiva de Empoderamento Feminino; Faixa Preta de Jiu-Jitsu;

Nixxon Alves – Bacharel em cinema, pós-graduado em roteiro para cinema e TV. Roteirista do sitcom Mano a Mano;

Daniel Brunet – repórter, documentarista e roteirista. Entre muitos outros palestrantes.

 

E para não deixar saudades, no mês de janeiro terá o FICC na Praça, uma continuidade do evento, que acontecerá pelas cidades no interior do Rio de Janeiro em parceria com as prefeituras locais e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do RJ. O FICC na Praça acontecerá uma vez ao mês nas noites de sexta-feira, e, durante o dia, serão ministradas palestras sobre audiovisual em escolas estaduais.

 

O Festival é chancelado com o Selo IEVA pelo Instituto Eventos Ambientais como evento sustentável. Os principais componentes do selo são: seriedade, ética, responsabilidade social e sustentabilidade.

O FICC é realizado pela Agenda Cultural Brasil e correalização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro.

 

Para adquirir stands, entre em contato com a direção do evento.

 

As vagas são limitadas! Para participar, acesse agora o site e adquira os seus ingressos. Festivaldecinemaficc.com

Assista o vídeo de divulgação https://youtu.be/KSCScU-1EwE

 

SERVIÇO
 
VII Festival de Cinema FICC
Site: festivaldecinemaficc.com
Feira e Premiação: Dezembro/2019

Luta de Classes

Título Original: Battle Of Classes | La Lutte des Classes
Direção: Michel Leclerc
Roteiro: Michel Leclerc, Baya Kasmi
Elenco: Leïla Bekhti, Edouard Baer, Ramzy Bedia
Distribuição: A2 Filmes

Sinopse: Como todos sabem, as crianças não fazem diferença entre classes sociais, cor da pele ou religiões. Mas então por que Corentin, o filho de Paul e Sofia, tem apenas amigos que se assemelham a ele? E quando todos os seus amigos se mudam para uma escola particular parisiense, seus pais se assustam. Agora, Corentin é o único em sua classe… Mas o único que? DO MESMO DIRETOR DE “OS NOMES DO AMOR”;

‘O Homem Cordial’ estreia dia 23

O HOMEM CORDIAL, terá a sua primeira exibição na cidade de São Paulo, no próximo dia 23 de outubro, às 20h, no Espaço Itaú Frei Caneca. A sessão faz parte da programação da 43ª Mostra de Cinema de São Paulo e contará com a presença do diretor, elenco e equipe do filme.

Rodado na capital paulista, O HOMEM CORDIAL, dirigido por Iberê Carvalho que também assina o roteiro ao lado do uruguaio Pablo Stoll (Wisky, 2003), longa fez sua estreia nos cinemas brasileiros na última edição do Festival de Gramado, onde levou o prêmio de Melhor Ator para Paulo Miklos e Melhor Trilha Musical.

O longa é um thriller psicológico, no qual o afloramento de uma onda de ódio e intolerância é visto a partir do ponto de vista de Aurélio (Miklos), um homem de 60 anos, branco, rico e heterossexual, que de sua posição social privilegiada se vê perdido e impotente, sem saber como reagir a essa realidade que se apresenta.

A ideia inicial para o roteiro surgiu em 2015, quando o diretor começou a se incomodar com a crescente onda de polarização no país. A partir de pesquisas sobre o tema e se deparou com o vídeo de um garoto de dez anos sendo linchado numa manifestação e a reação de ódio das pessoas o chocou. “Foi daí que surgiu a premissa inicial do argumento de O HOMEM CORDIAL”, recorda Carvalho.  Apesar de terem se passado quatro anos, o tema do longa é mais atual do que nunca: “estamos vivendo um momento tão estranho e revelador de nossa sociedade que é impossível qualquer ficção ter a pretensão de acompanhar a realidade”, completa.

A cidade de São Paulo, onde O HOMEM CORDIAL foi rodado, também é uma personagem do filme. A opção do diretor pela capital foi devido ao cenário urbano de uma grande metrópole que simboliza o desenvolvimento. Incorporá-la ao longa pelo olhar ‘estrangeiro’ foi um desafio, “mas conseguimos trazer um olhar fresco da cidade”, finaliza.

O longa tem fotografia de Pablo Baião, vencedor do Kikito de Melhor Fotografia no último Festival de Gramado por Simonal, e Maíra Carvalho, ganhadora do Kikito de Melhor Direção de Arte em 2015 por O Último Cine Drive-in, assina a arte.

Com montagem de Nina Galanternick, som de Daniel Turini, Fernando Henna e Henrique Chiurciu, som direto de Marcos Manna, figurino de Eduardo Barón e Vinicius Couto e maquiagem por Vanessa Barone, O HOMEM CORDIAL é produzido por Maíra Carvalho, Rodrigo Sarti Werthein, Rune Tavares e Iberê Carvalho, numa coprodução Quartinho Direções Artísticas, Acere, Momento Filmes e Pavirada Filmes. A distribuição nacional é da O2 Play e a representação internacional da Media Luna Films.

SINOPSE 
Aurélio é vocalista de uma famosa banda de rock que fez muito sucesso até o final dos anos 90. Na noite de retorno de sua banda aos palcos, viraliza na internet um vídeo que o envolve na morte de um policial militar.  Ninguém sabe o que de fato aconteceu, mas o astro passa a ser alvo de grupos radicais. Aurélio, então, se vê inserido em uma tensa e violenta jornada pelas ruas de São Paulo. Durante uma única noite, encontrará figuras importantes de sua carreira e Helena, uma jovem jornalista determinada a descobrir o que realmente aconteceu.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Iberê Carvalho
Roteiro: Pablo Stoll e Iberê Carvalho
Produção: Quartinho Direções Artísticas, Pavirada Filmes, Acere e Momento Filmes
Produtores: Maíra Carvalho, Rodrigo Sarti Werthein, Rune Tavares e Iberê Carvalho
Produção Executiva: Rune Tavares, Camila Ciolim e Rodrigo Sarti Werthein
Fotografia: Pablo Baião
Direção de Arte: Maíra Carvalho
Som: Daniel Turini, Fernando Henna e Henrique Chiurciu
Montagem: Nina Galanternick
Som direto: Marcos Manna
Figurino: Eduardo Barón e Vinicius Couto
Maquiagem: Vanessa Barone
Elenco: Paulo Miklos, Thaíde, Dandara de Morais, Thalles Cabral, Theo Werneck, Fernanda Rocha, Bruno Torres, Murilo Grossi, Mauro Shames, Felipe Kenji, Tamirys O’Hanna e André Deca
País: Brasil
Ano: 2019
Duração: 83 min.

SOBRE O DIRETOR 

“O Homem Cordial” é o segundo longa-metragem do premiado diretor Iberê Carvalho. “O Último Cine Drive-in” (2015) foi eleito melhor filme brasileiro do ano pela Folha de São Paulo. Entre outros, recebeu os prêmios de Melhor Filme no 18º Punta del Este International Film Festival, Prêmio da Crítica de Melhor Filme no 43º Festival Internacional de Gramado, Melhor Ator, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Direção de Arte. Melhor Filme pelo Público do Festival Cine Las Americas, no Texas. Também participou dos festivais de Chicago, Beijing e Marselle. Como curta-metragista recebeu o prêmio de Melhor Curta no 31º Festival del Nuevo Cine Latinoamericano de Havana e o prêmio Cartoon Network de melhor Curta Infantil no Prix Jeunesse Latino-Americano.

A PRODUÇÃO  
O filme é uma coprodução entre a Quartinho Direções Artísticas, Acere, Pavirada Filmes e Momento Filmes. É fruto de uma parceria de 15 anos entre estas produtoras que juntas somam dezenas de filmes de ficção e documentários. Suas obras foram exibidas nos festivais de Toulouse, Paris, Tóquio, Amsterdam, Hawaii, Atenas, Bruxelas, Los Angeles, Seattle, Houston, Montevideo, Havana, Mazatlan, Caracas, Barcelona, Valência, San Sebastian, Londres, Bilbao, Lisboa, entre outros.
Entre suas recentes produções destacam-se “Entre Idas e Vindas”, de José Eduardo Belmonte; “A Sombra do Pai”, de Gabriela Amaral Almeida, coproduzido pela RTFeatures; o documentário “Mobília em Casa-Móveis Coloniais de Acaju e a Cidade”, de José Eduardo Belmonte; “O Fim e os Meios”, de Murilo Salles; e“ O Último CineDrive-In”, de Iberê Carvalho. Entre seus futuros projetos destacam-se “Quase Deserto”, de José Eduardo Belmonte, e “A Fúria”, de Ruy Guerra.

 

SOBRE O DISTRIBUIDORA
A O2 Play é dirigida por Igor Kupstas sob a tutela de Paulo Morelli, sócio da O2 Filmes, e faz parte do grupo O2, que tem como sócios também o cineasta Fernando Meirelles e a produtora Andrea Barata Ribeiro. Em atividade desde 2013, a O2 Play se diferencia das demais distribuidoras por trabalhar além do cinema, TV e vendas internacionais, o VOD (Video on Demand), como uma distribuidora digital. Possui contratos com plataformas como o iTunes, Google Play, Netflix, NOW, Claro Vídeos, Vimeo, ofertando além de conteúdos longa-metragem e seriados também serviços de delivery (Encoding).

A O2 Play lançou em cinema filmes como CIDADE CINZA (2013), com os grafiteiros OsGêmeos, LATITUDES (2014), romance com Alice Braga e Daniel de Oliveira que foi parte de um inovador projeto transmídia, JUNHO – O MÊS QUE ABALOU O BRASIL (2014), documentário da Folha de S. Paulo, primeiro filme a chegar aos cinemas e em VOD na mesma data, A LEI DA ÁGUA (2015), documentário de André D’Elia com produção de Fernando Meirelles, A BRUTA FLOR DO QUERER (2016), vencedor de 2 prêmios em Gramado, UMA NOITE EM SAMPA (2016), de Ugo Giorgetti, PARATODOS, doc sobre atletas paraolímpicos que após carreira elogiada pela críticas nos cinemas foi vendido para o mundo todo na NETFLIX, DO PÓ DA TERRA (2016), doc de Maurício Nahas, PESCADORES DE PÉROLAS (2015), ópera com direção de Fernando Meirelles transmitida ao vivo via satélite do Theatro da Paz para 10 salas de cinema, e ENTRE NÓS (2014), A NOITE DA VIRADA (2014) e ZOOM (2016), estes de produção da O2 Filmes em co-distribuição com a Paris Filmes.

Entre os lançamentos da O2 Play nos cinemas estão o longa-metragem TRAVESSIA, filme com Chico Diaz e Caio Castro, o documentário SEPULTURA ENDURANCE, sobre a banda brasileira de metal, COMEBACK, filme vencedor do prêmio de melhor ator para Nelson Xavier no Festival do Rio 2016 e MALASARTES E O DUELO COM A MORTE, grande produção da O2 Filmes dirigida por Paulo Morelli. Também entram na lista o documentário EXODUS- DE ONDE VIM NÃO EXISTE MAIS, produzido pela O2 e dirigido por Hank Levine e o longa A REPARTIÇÃO DO TEMPO, dirigido por Santiago Dellape. Também distribuiu no segundo semestre de 2018 o longa-metragem CORAÇÃO DE COWBOY dirigido por Gui Pereira em mais de 200 salas de cinema e o premiado documentário SER TÃO VELHO CERRADO dirigido por André D’Elia. Em 2019 no primeiro semestre promoveu o lançamento em formato day and date do filme 45 DIAS SEM VOCÊ do diretor Rafael Gomes. No segundo semestre inicia o programa O2 PLAY DOCS com a exibição de documentários nas principais cidades de todas as regiões brasileiras com sessões em horário nobre.

A O2 Play é pioneira em curadoria mundial no iTunes com a seção FERNANDO MEIRELLES RECOMENDA. Esta a primeira vez que a loja da Apple convidou um agente externo para sugerir filmes (confira em itunes.com/fmeirelles).

A O2 PLAY realiza a distribuição digital e encoding para dezenas de títulos e séries, além de vendas para TV e mercado internacional. Tivemos oito longas escolhidos pela Apple dentre “Os Melhores Filmes do Ano” entre 2014 e 2016.

Cineesporte – Festival de Cinema de Esportes

O CINEESPORTE-FESTIVAL DE CINEMA DE ESPORTES dá a largada para a maratona cinematográfica de filmes esportivos de 24 a 28 de outubro, no CCBB-Centro Cultural Banco do Brasil e CCJF-Centro Cultural Justiça Federal, apresentando uma programação composta por 15 filmes, com entrada franca.

São nove filmes brasileiros e seis internacionais oriundos da França, Rússia, Alemanha, Uruguai e Itália.

A seleção de filmes do CINEESPORTE expressa as principais abordagens, tendências e narrativas da produção mundial do cinema esportivo. Ao todo, seis modalidades esportivas serão abordadas em toda a programação: Atletismo, Natação, Futebol, Boxe, Karatê e Ciclismo. E também outras expressões do esporte através de filmes com temática paralímpica e jogos indígenas.

O CINEESPORTE renova a parceria estratégica com a FICTS- Federation Internationale Cinema Television Sportifs. Esta tradicional federação italiana, sediada em Milão, reúne os 16 mais prestigiosos festivais de cinema esportivo do mundo, sendo o CINEESPORTE um dos eventos integrantes deste seleto circuito internacional.

O festival premiará o melhor filme de cada uma das suas duas mostras competitivas (de curta-metragem e de longa/média-metragem) exclusivamente através do voto popular.

O CINEESPORTE cumpre o desafio de manter a regularidade da periodicidade do festival iniciado nos Jogos Olímpicos Rio 2016, na perspectiva da realização da sua edição especial em 2020 por ocasião dos Jogos Olímpicos de Tóquio.

TODOS OS FILMES SELECIONADOS:

MOSTRA COMPETITIVA DE LONGA/MÉDIA-METRAGEM

1) TOKIO MAO-O ÚLTIMO KAMIKAZE, Brasil (Dir. Marina Pessanha)

2) ESPÍRITO EM MOVIMENTO, Rússia (Dir. Sofia Geveyler, Julia Bivsheva, Sofia Kucher)

3) GAVIÕES DA FLORESTA, França (Dir. Alexandre Bouchet)

4) SANGUE DE CAMPEÕES, Uruguai/Brasil (Dir. Sebastián Bednarik e Guzmán García)

5) ESPÍRITO DA BOLA, Alemanha (Dir. Murad Abu Eisheh)

6) SANTOS DE TODOS OS GOLS, Brasil (Dir. Lina Chamie)

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTA-METRAGEM

1) MERCÚRIO, Itália (Dir. Michele Bernardi)

2) O FIM DA PISTA, França (Dir. Sophie Thouvenin)

3) BALADÁGUA, Brasil (Dir. Eduardo Oliveira)

4) AZUL ESCURO, Brasil (Dir. Gustavo Nolasco)

5) VOZES: MILTON LEITE-OURO OLÍMPICO (Dir. Gustavo Machado e Rafael Timoteo)

6) O BAGRE DE BOLA, Brasil (Dir. Luiz Botosso e Thiago Veiga)

SESSÃO ESPECIAL DE ABERTURA

O 4˚CINEESPORTE programou para a sessão de abertura, 24/10, às 19h, o espetacular documentário “A LUTA DO SÉCULO”, de Sérgio Machado, um profundo retrato sobre a maior rivalidade do boxe brasileiro e o histórico de lutas (com três vitórias para cada um) que inscreveu o nome dos lutadores Luciano Todo Duro e Reginaldo Holyfield na história do esporte no Brasil. É também uma análise minuciosa sobre a luta que os dois boxeadores tiveram que travar contra as dificuldades da vida. A rivalidade entre eles colocou em pé de guerra Bahia e Pernambuco nos anos 90 e os transformaram nos maiores ídolos do esporte nordestino.

SESSÃO ESPECIAL DE ENCERRAMENTO E PREMIAÇÃO

Para a sessão de encerramento e premiação, o 4˚CINEESPORTE reservou uma rodada dupla:

– JOGOS INDÍGENAS (Dir. Thiago Frade e Alexandre Magno)

– PROCURA-SE IRENICE (Dir. Marco Escrivão, Thiago B. Mendonça)

Nesta ocasião serão entregues os prêmios de melhor curta-metragem e de longa/média-metragem do 4˚CINEESPORTE, definidos exclusivamente através do voto popular.

Programação completa: www.cineesporte.com

Serviço: 4º CINEESPORTE

Centro Cultural Banco do Brasil: Rua Primeiro de Março, 66. RJ. Sala 1.

De 24 a 28/10, de quinta a segunda-feira.

Dias 24 e 28, às 19h. Dias 25, 26 e 27: sessões às 17h e às 19h.

Entrada franca. Senhas distribuídas 1 hora antes na bilheteria (Sujeita à lotação da sala).

Classificação: 12 anos.

Centro Cultural Justiça Federal: Avenida Rio Branco, 241. Centro. 

De 25 a 27, de sexta a domingo.

Dia 25 (sexta), às 19h; dia 26 (sábado), às 19h30; e dia 27 (domingo) às 17h e às 19h.

Entrada Franca. Senhas distribuídas 1 hora antes na bilheteria (Sujeita à lotação da sala).

Classificação: 12 anos. 

“Macabro” estreia na 43ª Mostra Internacional de Cinema

Novo filme do diretor Marcos Prado, MACABRO é inspirado na história real de Ibraihim e Henrique de Oliveira, os “Irmãos Necrófilos”, que nos anos 90 foram acusados de brutais assassinatos de oito mulheres, um homem e uma criança, na Serra dos Órgãos, em Nova Friburgo, região serrana do Rio de Janeiro. O filme terá sua estreia nacional durante a 42a Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, e estreia internacionalmente na competição oficial do Festival de Austin no Texas.

Os crimes foram amplamente noticiados na mídia nos anos 90, quando assassinatos em série cometidos por dois jovens irmãos negros, seguido de estupro, estavam acontecendo na região serrana, envoltos em lendas e histórias sobrenaturais, contadas pelos próprios moradores – uma comunidade de imigrantes suíços, extremamente religiosa e conservadora.

A captura dos “Irmãos Necrófilos” foi uma das missões mais longas e difíceis da história do BOPE. O filme adota esse ponto de vista, ao acompanhar o sargento Teo (Renato Goés), um jovem policial que nasceu na região e passa por uma crise profissional e ética, quando é resignado para voltar à sua cidade natal na busca pelos suspeitos escondidos na Mata Atlântica.

A ideia de fazer MACABRO surgiu em 2009, quando o diretor teve acesso a  detalhes sobre o caso. Nessa época Prado foi procurado pelo advogado de Henrique, um dos irmãos que se encontrava preso, alegando que ele havia sido condenado injustamente – que não haviam provas contra Henrique, e que ele não havia participado dos crimes com o irmão Ibrahim.

Como ter certeza de que Henrique havia ou não participado dos crimes? Como construir uma narrativa em que deixasse essa suspeita sem solução? Quais seriam as motivações para esses crimes tão bárbaros? Porque a maioria dos crimes foram feminicídeos? “O que mais me chamou atenção nessa história, além das barbaridades dos crimes em série cometidos pelos ”irmãos necrófilos” e as lendas criadas pelos locais, é que talvez Henrique tenha sido condenado injustamente a 49 anos de prisão. Eram muitas perguntas sem respostas e uma porção de camadas a serem exploradas”, comenta Prado, diretor de “Paraísos Artificiais”, “Estamira” e “Curumim” e produtor dos filmes “Tropa de Elite 1 e 2”.

O roteiro de MACABRO, escrito por Lucas Paraizo e Rita Gloria Curvo, é fruto de uma extensa pesquisa por parte dos roteiristas e do próprio diretor, em fóruns, processos, autos de julgamentos, entrevistas com moradores da região e com o próprio acusado, Henrique de Oliveira.

MACABRO foi rodado numa região próxima onde os crimes aconteceram e que até hoje está na memória e no imaginário de quem vive naquela localidade. Mas, também fala sobre o racismo cotidiano de dois garotos, que viveram em um ambiente de constante violência doméstica, cresceram violentados, autossuficientes e que tiveram que aprender a viver na floresta, para fugir da bruta realidade a qual eram expostos dentro da própria família e da comunidade onde nasceram.

SINOPSE 

Macabro é um longa-metragem de ficção baseado na história real dos “Irmãos Necrófilos”, dois jovens irmãos que nos anos 90 foram acusados de brutais assassinatos na Serra dos Órgãos. O thriller de suspense segue o sargento Teo em sua busca pelos suspeitos escondidos na Mata Atlântica. Enquanto a população, a imprensa e a polícia local condenam os irmãos, Teo percebe que um deles pode ser inocente e que a sociedade local revela um padrão histórico de abuso racial, tendo o racismo como uma realidade tão violenta quanto os crimes em série.

FICHA TÉCNICA 

Diretor – Marcos Prado
Produtores – Marcos Prado, João Queiroz Filho e Justine Otondo
Produtores Associados – José Alvarenga Jr. e Rodrigo Pimentel
Produtoras Executivas – Justine Otondo e Mariana Bentes
Elenco – Renato Góes, Amanda Grimaldi, Guilherme Ferraz, Diego Francisco, Eduardo Tomaz, Juliana Schalch, Flávio Bauraqui, Paulo Reis, João Pydd, Claudia Assunção, Osvaldo Mil, Thelmo Fernandes
Roteiristas – Lucas Paraizo e Rita Gloria Curvo
Diretor de Fotografia – Azul Serra
Montadores – Lucas Gonzaga e Quito Ribeiro
Diretora de Arte – Ula Schliemann
Figurinista – Ana Avelar
Trilha Sonora Original – Plínio Profeta
Editor de Som – Tomás Alem e Bernardo Uzeda

SOBRE O DIRETOR 

Marcos Prado é sócio fundador da ZAZEN PRODUÇÕES e diretor de MACABRO (2019), O MECANISMO (2018) – ORIGINAL NETFLIX SERIES, PARAÍSOS ARTIFICIAIS (2010) e dos documentários CURUMIM (2016) e ESTAMIRA (2004), ganhador de diversos prêmios nos principais festivais de cinema do mundo. Como produtor, Marcos produziu TROPA DE ELITE 2 – O INIMIGO AGORA É OUTRO (2010), filme que levou mais de 11 milhões de pessoas ao cinema e TROPA DE ELITE, ganhador do Urso de Ouro no Festival de Berlin in 2008. Marcos também produziu vários outros premiados documentários como ÔNIBUS 174, GARAPA e SEGREDOS DA TRIBO. Atualmente está trabalhando na biografia do rapper Sabotage.

SOBRE A ZAZEN 

Uma das mais premiadas produtoras de cinema do Brasil e responsável por MACABRO, PARAÍSOS ARTIFICIAIS, TROPA DE ELITE 2, filme brasileiro de maior público na história do cinema nacional, TROPA DE ELITE, vencedor do Urso de Ouro em 2008. Criada em 1997, a Zazen também produziu os documentários CURUMIM, SEGREDOS DA TRIBO, GARAPA, ESTAMIRA, documentário de maior público nos cinemas em 2006, ÔNIBUS 174, vencedor do Emmy Awards e OS CARVOEIROS.

Reconhecida mundialmente pela alta qualidade de suas produções, a Zazen tem seus filmes distribuídos em cinema e TV para diversos países por empresas como Netflix, Globo, IM Global, Universal Pictures, Paramount Pictures, HBO, National Geographic, Arte France, BBC, NHK, ThinkFilm, Rio Filme, SIC Portugal, GNT, Canal Brasil, entre outras.

Além de ter recebido diversos prêmios nos principais festivais nacionais, seus filmes representaram o Brasil em festivais internacionais como Festival Internacional de Berlim, Emmy Award (EUA), Sundance Film Festival (EUA), Karlovy Vary (Rep. Tcheca), Havana (Cuba), Festival Internacional de Documentário de Marseille (França), Direitos Humanos de Nuremberg (Alemanha), Festival Internacional de Rotterdam (Holanda), Festival Internacional de Documentários de Chicago (EUA), entre outros.

SOBRE A PANDORA FILMES 

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, e “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steinberg, Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meirelles, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida. Entre os próximos lançamentos, destacam-se “Greta”, de Armando Praça; “O Traidor”, de Marco Bellocchio, coprodução nacional, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes; e “O Caso Morel” de Suzana Amaral.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 20 cidades do Brasil

Festival Internacional de Cinema Infantil

Desde a primeira edição, em 2003 – quando apresentou cinco filmes brasileiros e dez de outros nove países –, até o ano passado, o Festival Internacional de Cinema Infantil, dirigido por Carla Camurati Carla Esmeralda, já exibiu mais de mil títulos, de 36 países, para um público superior a 1,7 milhão de espectadores (dos quais 900 mil alunos e professores da rede pública de ensino, muitos em seu primeiro contato com o cinema). Em seu 17º ano, o FICI reverencia o mestre dos quadrinhos brasileiro Mauricio de Sousa e traz mais de 70 produções nacionais e internacionais, exibidas com exclusividade em salas da Rede Cinemark no Rio de Janeiro Niterói (18 a 22/10), Natal (18 a 27/10) e Aracaju (23 a 27/10), num total de 308 sessões, com ingressos populares ou gratuitos.

O longa-metragem Luccas Neto em: Acampamento de Férias é um dos destaques desta edição, na mostra Panorama Brasil. Lançado em julho deste ano para exibição em VOD (video on demand), o terceiro filme do youtuber Luccas Neto – fenômeno na internet, com 26,6 milhões de inscritos em seu canal – será exibido pela primeira vez no cinema.

Prêmio Brasil de Cinema Infantil – programa competitivo do FICI que chega à sua 12ª edição – bateu mais um recorde de inscrições, com 192 filmes. A seleção final reúne 19 curtas de 12 estados brasileiros e será exibida nas sessões Histórias Animadas (+ 6 anos), Histórias Curtas (+ 8 anos) e Mostra Teen (+ 10 anos). O vencedor é escolhido pelas crianças, na tradicional votação realizada em sessão do festival, e, pela primeira vez, também pelo voto online, no site fici.com.br.

“Desde a criação do Prêmio, o número de inscrições aumenta significativamente a cada ano, comprovando o crescimento do setor no país, que ainda tem um imenso potencial de mercado a ser explorado, já que menos de 1/3 das crianças brasileiras vai o cinema”, explica Carla Camurati. “E com o Prêmio, temos a chance de envolver as crianças a participar e assumir o protagonismo, ao escolherem os vencedores. Assim como nas sessões seguidas de debates ou com dublagem ao vivo, que tentam instigar o olhar dos pequenos espectadores a ir além da história”, completa Carla Esmeralda.

Apresentado pelo Ministério da Cidadania Secretaria Especial da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura, o 17º Festival Internacional de Cinema Infantil tem patrocínio da CinemarkBRDEFundo Setorial do AudiovisualANCINE – Agência Nacional do Cinema, apoio da Globo Filmes Telecine e conta com a coprodução da Esmeralda Produções, realização da Copacabana Filmes e ProduçõesSecretaria Especial da CulturaMinistério da Cidadania Governo Federal e exibição exclusiva na Rede Cinemark.

A abertura para convidados no Rio de Janeiro, no dia 19, terá a Pré-estreia Internacional de Dora e a Cidade Perdida, dirigida por James Bobin, coprodução EUA / Austrália, que só chega ao circuito brasileiro em novembro. Na Pré-estreia Brasil, o FICI apresenta em primeira mão a animação Osmar, a primeira fatia do pão de forma – O filme, de Ale McHaddo (pseudônimo do animador Alexandre Machado). Também inédito em grande circuito, Miúda e o Guarda-chuvade Amadeu AlbanPaula Lice Victor Cayresconta a história de uma menina que vive uma jornada mágica de descobertas e aprendizados.

Referência maior dos quadrinhos no Brasil, Mauricio de Sousa, 83 anos, é o grande homenageado desta 17ª edição. Da vasta produção audiovisual com os famosos personagens, serão exibidos no programa Mestres da Infância live-action Turma da Mônica Laços, dirigido por Daniel Rezende, e a animação A Princesa e o Robô, de 1984, com direção do cartunista. A homenagem inclui ainda a exibição, no início de todas as sessões do festival, de episódios da animação 2D Mônica Toy, versão ‘toy art’ dos personagens da Turma da Mônica que faz sucesso em canais de TV por assinatura e na internet.

No Programa Internacional, o grande destaque é a produção belga-holandesa Bintilive-action (filme com atores), inédito no Brasil, da diretora Frederike Migom. O filme aborda a questão dos refugiados na Europa, através da história da menina Binti e sua família. O longa também integra a sessão O Pequeno Jornalista, um dos sucessos da programação. Ao final da projeção, um jornalista convidado conversa com as crianças para analisar os principais elementos que envolvem a narrativa para entender o processo de produção de uma matéria ou crítica. Klara Superstar (KuToppen), longa norueguês da diretora Lise I. Osvoll, completa o Programa Internacional. A animação promete divertir a criançada com a história da vaquinha Klara, que mora na cidade e sonha em ser uma popstar.

O intercâmbio com o festival Anima Mundi, traz este ano a animação Capitão Morten e a Rainha Aranha, produção da Estônia / Bélgica / Irlanda / Reino Unido. O longa será exibido, nas cidades de Aracaju Natal, com a Dublagem ao Vivo, uma das mais concorridas sessões do festival, que encantam crianças ano após ano. Os pequenos espectadores têm a rara oportunidade de assistir ao vivo o trabalho de dubladores profissionais, que fazem as vozes dos personagens do filme em tempo real, de dentro da sala de cinema. No Rio, a Dublagem ao vivo será com o longa alemão Encrenca em Dose Dupla, a divertida história de um menino que cria seu próprio duplo e, com ele, se envolve em muitas confusões.

A sessão Se você ainda não viu dá uma nova chance para quem perdeu ou quer rever na telona grandes sucessos recentes do cinema, como Toy Story 4 Aladdin, ambos em 3D, além de Angry Birds 2 – O FilmeHomem-Aranha no AranhaversoAsterix e o Segredo da Poção MágicaPets – A vida secreta dos bichos 2 Corgi: Top Dog. Já a Sessão Telecine de Cinema exibe Detetives do Prédio Azul 2: O Mistério Italiano, segundo longa da famosa série da TV, que conta a viagem do trio Pippo, Bento e Sol à Itália para investigar o sumiço da feiticeira Berenice.

FICI apresenta anualmente a Sessão Acessibilidade, oportunidade para crianças com deficiências visuais e/ou auditivas acompanharem o filme através da linguagem de LIBRAS, legenda descritiva e audiodescrição. Este ano, o filme escolhido é o longa de animação brasileiro Tito e os Pássaros, de Gustavo SteinbergAndre Catoto Gabriel Bitar, com a tocante história do menino Tito em sua jornada para salvar o mundo de uma estranha epidemia, que envolve a busca de pai ausente. A entrada é gratuita, mediante retirada de senha a partir de 30min antes do horário da sessão.

Em 8 X Animação – Especial Séries Brasileiras, o público pode conferir na tela grande, em uma mesma sessão, episódios de séries nacionais que fazem sucesso da telinha, como O show da LunaBubu e as CorujinhasBóris e Rufus Os Cupins.

Na Mostra Novos Jovens, os títulos são direcionados ao público pré-adolescente e adolescente com temáticas atuais. Na programação da mostra deste ano estão dois documentários e uma ficção, todos brasileiros. Eleições, de Alice Riff, acompanha as votações para o grêmio estudantil de uma escola pública em São Paulo e seu impacto na relação entre os alunos, traçando um paralelo com a atmosfera do país diante das eleições presidenciais. Já Espero tua (re)volta, de Eliza Capai, acompanhou as manifestações estudantis desde 2013 e é vencedor de dois prêmios no Festival de Berlim, dentro da Mostra Generation 14plusPeace Film Anistia Internacional, e dos prêmios de Melhor Filme, Montagem Roteiro na 23ª edição do Cine-PE, além do prêmio Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema. A ficção Para’i, de Vinícius Toro, aborda as reflexões de uma menina guarani diante do choque cultural entre sua tribo e o mundo da cidade.

No projeto A Tela na Sala de Aula, professores da rede pública de ensino têm a oportunidade de usar o cinema como ferramenta pedagógica. São filmes de diversas nacionalidades, apresentados gratuitamente aos alunos e professores, que enriquecem o trabalho do professor e dão suporte à educação. Cada filme apresentado possui um caderno pedagógico, com sugestões de atividades, criado a partir dos parâmetros curriculares do Ministério da Educação e dividido por segmento escolar (da educação infantil ao ensino médio), disponibilizado gratuitamente no site do FICI. Cerca de 900 mil crianças já participaram deste projeto.

Rede Cinemark no Brasil 

Líder mundial em venda de ingressos, a Rede Cinemark representa cerca de 30% do mercado brasileiro de cinema e é maior que seus três principais concorrentes juntos, com 634 salas de cinema em 86 complexos distribuídos por 48 cidades em 17 estados e o Distrito Federal: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

É da Rede Cinemark a primeira sala de cinema em 3D da América do Sul, instalada no Shopping Eldorado, em São Paulo, que segue o padrão exigido pelos grandes estúdios americanos. Atualmente, a Rede conta com mais de 332 salas com a tecnologia de projeção em 3D no país. Em 2014, a Cinemark trouxe uma nova tecnologia, o D-BOX. As primeiras salas foram inauguradas no Shopping Villa Lobos, em São Paulo, e contam com um recurso que oferece comandos para as poltronas, que se movimentam para simular vibrações, quedas e trepidações. As poltronas D-BOX ainda têm um ajuste individual de velocidade, que permite que o público controle a intensidade dos movimentos. As poltronas D-BOX já estão presentes em 38 salas de 20 complexos.

A Cinemark também trouxe ao Brasil a tecnologia Extreme Digital Cinema – XD, com telas maiores que as convencionais e uma sonorização ainda mais potente, reunindo o que há de mais moderno em tecnologia 2D e 3D. A tecnologia XD já está presente em 40 salas. A Rede também apresentou a primeira sala vip do país, com cardápio exclusivo e atendimento diferenciado desde a bilheteria até o serviço de snack bar. As salas vips Bradesco Prime oferecem também mais conforto, com poltronas que seguem o conceito da classe executiva dos voos internacionais.

Outro diferencial da Rede é o Combo Express, que oferece a compra de produtos da bombonière nos totens de autoatendimento, site ou bilheteria. De sexta a domingo e em feriados, os itens adquiridos por meio do serviço podem ser retirados em um caixa exclusivo dedicado ao atendimento rápido. Para usufruir das salas Cinemark em qualquer complexo da Rede, os espectadores podem comprar o ingresso e os combos pela Internet ou Aplicativo que também permite checar a programação, descobrir o cinema mais próximo por geolocalização, conferir promoções, entre outros. O aplicativo está disponível para Windows Phone, Android e iPhone.

FICHA TÉCNICA:

17º FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA INFANTIL – FICI

Apresentação: Ministério da Cidadania Secretaria Especial da Cultura através da Lei de Incentivo à Cultura

Patrocínio: CinemarkBRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo SulFSA –Fundo Setorial do AudiovisualANCINE – Agência Nacional do Cinema

Apoio: TelecineGlobo FilmesETC FilmesDOT CineMistika PostNaymar Cia Rio

Coprodução: Esmeralda Produções

Realização: Copacabana Filmes e ProduçõesSecretaria Especial da CulturaMinistério da Cidadania Governo Federal

Exibição exclusiva: Rede Cinemark

Direção: Carla Camurati e Carla Esmeralda

SERVIÇO:

PRÉ-ESTREIA 17º FICi – RIO DE JANEIRO – 12/10 (sábado)

Horário: 12h às 18h (oficina de animação das 15h às 17h)

Local: Casa Firjan

Endereço: Rua Guilhermina Guinle, 211 – Botafogo

Ingresso: entrada franca

Programação: exibição de curtas do FICI e oficina de animação

 

17º FICI – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA INFANTIL 

RIO DE JANEIRO E NITERÓI (18 a 22 /10)

Ingressos em todos os cinemas e sessões: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)

Cinemark Downtown

Av das Américas, 500 – Bloco 17 – Barra da Tijuca

Cinemark Botafogo

Praia de Botafogo, 400 – Botafogo

Cinemark Plaza Shopping Niterói

R. XV de Novembro, 8 – Centro – Niterói

Programação completa:

fici.com.br

“Parasita” estreia no Brasil em 07 de novembro

PARASITA, recebeu a Palma de Ouro no Festival de Cannes 2019 por decisão unanime do Júri, agora no Brasil, será exibido na 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e chega ao circuito comercial em 7 de novembro, com distribuição da Pandora Filmes em pareceria com a Alpha Filmes. Dirigido por Bong Joon Ho (“O Hospedeiro” e “Okja”), que também é corroteirista, o longa foi selecionado pela Coreia do Sul para concorrer a uma indicação na categoria de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar® 2020.

Na trama, todos os membros de uma família estão desempregados e vivendo na miséria. Até que o filho mais velho arruma emprego como professor de uma garota rica e o contato dessas pessoas com a vida de luxo e glamour as leva a fazer o necessário para ascenderem socialmente.

Assim como nos longas anteriores do diretor, a crítica social está presente em PARASITA, desta vez ainda mais forte ao questionar o estado da sociedade atual e a impossibilidade de pessoas de diferentes classes viverem juntas em um relacionamento simbiótico. E é a partir dessa premissa que Joon Ho definiu o título do filme: “há pessoas que esperam viver com outras de uma forma coexistente, mas isso não funciona, então elas são empurradas para uma relação parasitária. É um título irônico”, diz.

As duas famílias nesta história têm algumas coisas em comum, sendo ambas compostas por quatro membros, com um filho e uma filha. Mas, em suas vidas cotidianas, ocupam dois extremos completamente diferentes. Joon Ho define esses dois núcleos: “os Kim são uma família de classe baixa que vive num apartamento no subsolo, com apenas a esperança de uma vida comum. O pai falhou nos negócios, a mãe sonhava ser atleta e nunca conseguiu e o filho e a filha tentaram entrar para a universidade diversas vezes sem sucesso. Em contraste, a família do Sr. Park, que trabalha como CEO de uma empresa de TI e é workaholic. Ele tem uma bela e jovem esposa, uma linda filha no Ensino Médio e o filho pequeno. Eles podem ser vistos como uma família ideal de quatro membros entre a elite urbana moderna”.

Com PARASITA, o diretor quis retratar a contínua polarização e desigualdade da sociedade. “Estamos vivendo uma época em que o capitalismo é a ordem reinante e não temos alternativa. Isso no mundo inteiro. Na sociedade capitalista de hoje, existem castas que são invisíveis aos olhos. Nós tratamos as hierarquias de classe como uma relíquia do passado, mas a realidade é que ainda existem e não podem ser ultrapassadas”, explica.

O filme é em partes engraçado, assustador e triste e mostra as inevitáveis rachaduras que aparecem quando duas classes se enfrentam na sociedade cada vez mais polarizada de hoje. PARASITA leva o público a pensar. Um dos longas mais aclamados do ano, exibido em dezenas de Festivais, e uma aposta certa na temporada de premiações em 2020.

SINOPSE 

Todos os quatro membros da família Kim estão desempregados, porém uma obra do acaso faz com que o filho adolescente comece a dar aulas privadas de inglês à rica família Park. Fascinados com o estilo de vida luxuoso, os quatro bolam um plano para se infiltrar nos afazeres da casa burguesa. É o início de uma série de acontecimentos incontroláveis dos quais ninguém sairá ileso.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Bong Joon Ho
Roteiro: Bong Joon Ho, Han Jin Won
Elenco: Song Kang Ho, Lee Sun Kyun, Cho Yeo Jeong, Choi Woo Shik, Park So Dam, Lee Jung Eun, Chang Hyae Jin
Produzido por: CJ Entertainment
Produção: Barunson E&A
País: Coreia do Sul
Ano: 2019
Duração: 131 min.

SOBRE O DIRETOR 
Nascido em Daegu, Coreia, em 14 de setembro de 1969

Parasita é o sétimo longa do aclamado diretor Bong Joon Ho, depois de “Cão que Ladra não Morde” (2000), “Memórias de um Assassino” (2003), “O Hospedeiro” (2006), “Mother – A Busca pela Verdade” (2009), “Expresso do Amanhã” (2013) e “Okja” (2017).

O clássico moderno “Memórias de um Assassino” mergulha na investigação por trás de um conhecido caso de assassinato em série que nunca foi resolvido, representando o autoritarismo da época com sátira e perspicácia. “O Hospedeiro” tem como base o sequestro de uma jovem por uma estranha criatura que se arrasta para fora do rio Han, reinventando o gênero de filme de monstros e fazendo comentários sociais. “Mother”, a história de uma mulher tentando proteger seu filho de uma acusação de assassinato, é um retrato sombrio do amor maternal levando ao extremo, enquanto a ficção científica “Expresso do Amanhã” retrata os últimos remanescentes da humanidade num futuro congelado, devido ao excesso de esforço humano para deter o aquecimento global. E, finalmente, Okja é sobre a aventura de uma garota para resgatar um “super porco” geneticamente modificado, que foi criado por uma corporação visando aos fins lucrativos.

Conhecido por seu humor cortante, socialmente incisivo e distorção das convenções de gênero, Bong Joon Ho levanta questões sobre as instituições sociais e as desigualdades da sociedade com uma mistura única de humor, emoção e suspense. Nesse sentido, Parasita é um filme muito característico dentro do trabalho de Bong JoonHo, ao mesmo tempo que leva o diretor a evoluir para um novo nível.

SOBRE A PANDORA FILMES 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, e “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steinberg, Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meirelles, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida. Entre os próximos lançamentos, destacam-se “Greta”, de Armando Praça; “O Traidor”, de Marco Bellocchio, coprodução nacional, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes; e “O Caso Morel” de Suzana Amaral.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 20 cidades do Brasil.

“Onde Quer que Você Esteja” estreia em 03 de outubro

ONDE QUER QUE VOCÊ ESTEJA”, primeiro longa de ficção da dupla Bel Bechara e Sandro Serpa, estreia nesta quinta-feira, dia 3 de outubro, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Goiânia, Salvador, Santos e Londrina. Longa mostra o vazio daqueles que tentam encontrar pessoas queridas que desapareceram – ainda que por opção própria. O filme se passa na sala de espera de uma estação de rádio, onde os habitantes de uma grande cidade vão em busca de algum contato com seus familiares ou amigos.

Os realizadores contam que a ideia inicial para o roteiro surgiu de “uma notícia de jornal sobre uma rádio colombiana que tinha um programa chamado ‘Em Busca da Liberdade Perdida’, no qual as pessoas mandavam recados para parentes sequestrados. A partir daí, escrevemos o roteiro baseado na mesma dinâmica: pessoas tentando entrar em contato com parentes desaparecidos, conhecendo outras pessoas neste processo, levando a vida em frente, de alguma forma, e tornando-se, assim, paradoxalmente mais distantes das pessoas que procuravam. Essa contradição tão humana nos interessava”, lembram Bel e Sandro.

ONDE QUER QUE VOCÊ ESTEJA”, que foi rodado inicialmente como curta-metragem há 15 anos, conquistando diversos prêmios internacionais, teve o roteiro retrabalhado e deu origem ao longa homônimo. Débora Duboc e Leonardo Medeiros voltam a interpretar Lúcia e Waldir, desta vez acompanhados das histórias de outros personagens.

“Desde a preparação para a filmagem do curta, quando escrevemos as histórias que estariam sendo narradas em off no programa, tivemos vontade de desenvolvê-las. Ficaram ali esboçadas e, alguns anos depois, escrevemos o argumento que começa a desenvolver novos personagens: Roberto, Zélia, Afonso, Ana Maria, a história do próprio locutor…”, explicam os diretores.

Desta forma, as histórias de outros personagens se somam à de Lucia (Débora Duboc), veterana frequentadora da Rádio Cidade Aberta, que há meses procura seu marido que saiu de casa e nunca mais voltou, e à de Waldir (Leonardo Medeiros), que busca notícias sobre sua esposa, que sumiu há poucos dias e ele não sabe se algo de ruim aconteceu ou ela decidiu partir por conta própria.

Ana Maria (Gilda Nommace) tenta contato com sua filha Aurora (Samya Pascotto), que mais uma vez fugiu de casa e não quer ser localizada pela mãe. Jussara (Brenda Ligia) e Afonso (Rafael Maia) buscam seu filho perdido de 7 anos. Apesar de a tia Lourdinha (Érica Montanheiro) não ter muita certeza de que o garoto possa ser encontrado, a esperança dos pais e da avó Neide (Cleide Queiroz) é muito forte. Assim como da pequena Karina (Luiza Mesquita), que convence a mãe, Laís (Juliana Mesquita), a tentar ajuda na rádio para que seu pai volte pra casa.

No programa semanal, apresentado pelo locutor Adroaldo Lopes (Dagoberto Feliz), ao lado de seu assistente Maurício (Eduardo Acaibe), há sempre casos novos. São muitas pessoas na mesma situação, como Roberto (Samuel de Assis), que procura a esposa Luciene (Rita Batata) que o deixou com o bebê recém-nascido, e Zélia (Sabrina Greve), que descobre o programa por acaso e decide ir em busca de sua babá, que foi como uma segunda mãe para ela.

Nessa tentativa de se comunicar com os desaparecidos, as pessoas que frequentam a sala de espera do programa Onde Quer Que Você Esteja têm suas histórias de vida cruzadas, enquanto vivem o luto que as mobiliza e se perguntam se devem continuar a busca ou retomar a vida e seguir em frente.

Com extensa carreira em festivais nacionais e internacionais, “ONDE QUER QUE VOCÊ ESTEJA” foi vencedor de quatro categorias no Festival Guarnicê de Cinema do Maranhão, entre eles Melhor Atriz Coadjuvante, para Sabrina Greve, e Melhor Ator Coadjuvante, para Dagoberto Feliz. A trilha sonora de André Abujamra e Eron Guarnieri também foi premiada no festival.

Produzido pela Macondo Filmes, o longa chega ao circuito comercial brasileiro em 03 de outubro, com distribuição da Boulevard Filmes.

Sinopse:

A Rádio Cidade Aberta transmite semanalmente o programa “Onde Quer Que Você Esteja”,
em que pessoas tentam se comunicar com parentes e amigos desaparecidos. Nos bastidores
do programa diversas histórias de vida cruzam-se e transformam-se.

Ficha Técnica: 

Direção e Roteiro: Bel Bechara e Sandro Serpa
Elenco: Débora Duboc, Leonardo Medeiros, Brenda Lígia, Rafael Maia, Cleide Queiroz, Érica Montanheiro, Sabrina Greve, Samuel de Assis, Rita Batata, Juliana Mesquita, Luiza Mesquita, Gilda Nomacce, Samya Pascotto, Lucas Wickhaus, Dagoberto Feliz, Eduardo Acaiabe, Robson Emílio, Rodrigo Caetano
Produção: Macondo Filmes
Distribuição: Boulevard Filmes
Ano: 2018
País: Brasil
Duração: 101 min
Classificação: 10 anos

Prêmios e festivais 

Brasileiros 
Guarnicê de Cinema do Maranhão 2018 (Melhor Trilha, Melhor Som, Atriz Coadjuvante – Sabrina Greve, Ator Coadjuvante – Dagoberto Feliz)
Festival Latino Americano de Cinema de São Paulo
Mostra Livre de Cinema (Melhor Filme – Mostra Internacional)

Internacionais 
Guam International Film Festival – EUA (Best Narrative Picture)
FILF 2018 – EUA (Melhor Filme)
Bucharest Film Awards (Best Feature Film)
New York International Films Infest – EUA
Miami Independent Film Festival – EUA
Nice International Film Festival – França
One Coutry One Film – França
San Benedetto Film Fest – Itália
Cine no Visto – Espanha
Festival Internacional de Cinema de Figueira da Foz – Portugal
Cinalfama Lisbon International Film Festival – Portugal
Paraná Film Festival – Argentina
Near Nazareth Festival – Israel
9th Jagran Film Festival – India
Canada Independent Film Festival – Canada
South Film and Arts  Academy Festival – Chile
Five Continents International Film Festival – Venezuela
Altruist Go – Krajina Film Festival – Sérvia

Sobre os diretores 

Bel Bechara e Sandro Serpa estudaram juntos e desde então dirigem em dupla seus filmes.
Em 2001 fundaram a Macondo Filmes e realizaram sete curtas-metragens e dois
documentários de longa-metragem, que receberam cerca de 50 prêmios em festivais
brasileiros e internacionais. “Onde Quer Que Você Esteja” é seu primeiro longa de ficção.
Os filmes foram exibidos em diversos festivais como: Oberhausen / Huesca / FamaFest
(Famalicão) / Festival de Brasília / É Tudo Verdade / In-Edit Barcelona / Festival de Cinema
Brasileiro de Paris / Festival de Cinema Brasileiro de Miami / Alucine (Toronto) / Sehsüchte
(Potsdam) / Festival de Cinema do Uruguai / Festival do Rio / Cine PE / Providence Latin
American Film Festival, entre outros.

Sobre a Boulevard Filmes 

A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto, tanto para cinema, quanto para TV e novas mídias. Entre seus lançamentos para as salas de cinema estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), “Filme Sobre um Bom Fim”(Boca Migotto), “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” (Leo Garcia, Zeca Brito), “Histórias que nosso cinema (não) contava” (Fernanda Pessoa) e “Açúcar” (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro), este último com previsão de lançamento para o segundo semestre de 2019.

Sobre a Macondo Filmes 

Fundada em 2001 pelos cineastas Bel Bechara e Sandro Serpa, a Macondo Filmes é voltada
prioritariamente para a realização de projetos autorais na área audiovisual, tendo angariado
cerca de 50 prêmios em concursos e festivais nacionais e internacionais.
Em 2017 a Macondo Filmes finaliza seu primeiro longa-metragem de ficção, Onde Quer Que
Você Esteja. Em seu currículo a Macondo reúne a produção de oito curtas-metragens
ficcionais e cinco documentários, além de vídeos diversos.

“A Cidade dos Piratas” estreia em 31 de outubro

Uma das obras mais polêmicas do diretor Otto Guerra, A CIDADE DOS PIRATAS faz uma mistura underground e caótica entre ficção e realidade sobre as vidas particulares de Laerte Coutinho e Otto Guerra. O filme é construído por meio de uma série de referências dos quadrinhos da Laerte, e do cinema do próprio diretor, além de buscar através da história do Brasil – inclusive fatos associados a história recente – fazer uma reflexão sobre a arte, a cultura pop, e política. Com distribuição da Lança Filmes, o filme chega no circuito nacional no dia 31 de Outubro.

A animação é desenvolvida a partir de personagens dos quadrinhos Piratas do Tietê, que passam a ser rejeitados por sua criadora, Laerte Coutinho, quando ela se afirma transgênero, assumindo sua identidade feminina. “Para a Laerte, Os Piratas e outros universos de sua criação, ficaram superados. Ela dizia que os Piratas funcionavam nos anos 80, mas que hoje ela considera eles machistas. Eu também concordava que suas criações mais recentes eram muito melhores. O projeto do filme iniciou em 1993, evidente que o mundo evoluiu e tratamos de nos adaptar a essa nova fase da autora.”, diz Otto Guerra.

Amigos e contemporâneos, Otto Guerra e Laerte Coutinho beberam nas mesmas fontes dos anos 70, assim como Angeli e outros quadrinistas, são artistas influenciados pelas HQs do Crumb, Freak Brothers, pela literatura Beat dos anos 50, Ginsberg, Kerouac, e essa identificação gerou a parceria que se segue até os dias de hoje, e que serviu como base para a construção de A CIDADE DOS PIRATAS.

 

“Laerte foi generosa em relação ao nosso filme: mesmo não querendo aparecer, se dispôs a gravar as cenas onde ela foi entrevistada por nós e ajudou na liberação dos direitos dos vários programas, de suas participações em diversos canais de TV.” diz o diretor Otto Guerra, que completa, “Ela incentivou a troca do roteiro original, aonde só os Piratas atuavam, pela versão aonde os Piratas, ela e seu novo universo eram protagonistas. No início ficamos perdidos em meio ao labirinto que foi criado e isso reforçou muito a atualidade do nosso filme, trazendo questões que estão e ainda vão ser vanguarda dos questionamentos, de como chegamos na beira do abismo.”.

Ao convidar Matheus Nachtergaele e Marco Ricca a emprestarem suas vozes aos personagens, o diretor busca ampliar a dimensão contestadora e existencialista do filme, que retrata um processo de aceitação de desejos e de afetos, com a história de um homem que flerta com a cultura transexual. “Matheus é um ator que parece ser a própria personagem, sempre. E mais, ele facilmente capta a emoção da cena e faz tantas e tantas opções que chega a deixar o diretor de dublagem tonto. Gênio vivo entre nós. Já Marco Ricca tem aquele estigma do mau. Tínhamos o papel do político homofóbico e paranoico, ele era o cara perfeito para o papel.”, explica o diretor.

A CIDADE DOS PIRATAS foi exibido em diversos festivais no Brasil e América Latina, foi o vencedor do prêmio de Melhor Roteiro e Melhor Direção no Festival de Cinema de Vitória de 2018, recebeu Menção Honrosa no 46º Festival de Cinema de Gramado e foi eleito o Melhor Filme do Anima Latina, realizado Buenos Aires no último ano, e do MUMIA 2018.  Participará ainda de festivais na Europa, como por exemplo CINANIMA que acontecerá em Espinho / Portugal em novembro e participou do OJO LOCO –  Festival de Cine Latinoamericano de Grenoble / França.

SINOPSE 
Inspirado nos famosos quadrinhos da cartunista Laerte. A história mescla a jornada de transição da artista e do diretor, que encara a morte após ser diagnosticado com câncer. Cria-se, então, um abismo caótico entre ficção e realidade na animação mais louca de todos os tempos.

FICHA TÉCNICA 
Roteiro: Rodrigo John, Laerte Coutinho, Thomas Créus e Otto Guerra
Direção: Otto Guerra
Produção Executiva: Marta Machado e Elisa Rocha
Direção de Animação: José Maia, Josemi Bezerra
Direção de Fotografia: Marco Arruda
Montagem: Marco Arruda
Direção de Arte: Pilar Prado e Laerte Coutinho
Desenho de Som: Gogó Conteúdo Sonoro
Edição de Som: Matheus Walter e Gogó
Conteúdo Sonoro
Mixagem: Gogó Conteúdo Sonoro
Trilha Sonora: Matheus Walter, Tiago Abrahão
Trilha Musical: Matheus Walter
Elenco: Laerte, Otto Guerra, Matheus Nachtergaele, Marco Ricca, Marcos Contreras e Luis Felipe Ramos

PRÊMIOS E FESTIVAIS 
Menção Honrosa – 46º Festival de Cinema de Gramado – 2018;
Melhor Roteiro e Melhor Direção – 25º Festival de Cinema de Vitória – 2018;
Pirita – Cine Esquema Novo 2018;
Melhor Filme – MUMIA 2018;
Melhor filme júri estudantil – Festival de Cine Latinoamericano de Grenoble;
Melhor filme – Anima Latina, Buenos Aires.
Mostra Int. de Cinema de São Paulo – 2018;
Festival ANIMAGE – Recife – 2018;
Mostra MUMIA – Belo Horizonte – 2019;
Anima Mundi – 2019;
Fest. Cine Latinoamericano de Grenoble – 2019;
Anima Latina, Buenos Aires – 2019;
ANIMA – Fest. Int. de Animação de Córdoba – 2019.

SOBRE O DIRETOR OTTO GUERRA  
Um dos pioneiros da animação autoral no Brasil, criou a Otto Desenhos Animados, que se tornou uma das produtoras de animação mais importantes do país. É o único diretor com quatro obras na lista dos 100 filmes mais importantes da animação brasileira definida pela ABRACCINE.
Entre suas obras:
“Rocky e Hudson: Os Caubóis Gays” (1994);
“Wood e Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’roll” (2006);
“Até que a Sbórnia nos Separe” (2014).

SOBRE LAERTE COUTINHO 
Laerte Coutinho é uma das quadrinistas mais conhecidas do Brasil. Começou sua carreira nos anos 70 fazendo o personagem “Leão”. Nos anos 80 lançou a revista “Piratas do Tietê” com a Circo Editorial e “O Tamanho das Coisas”. Foi colaborador de jornais e revistas como O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Veja e Isto É.
Em 2010 revelou publicamente sua opção pelo crossdressing e em 2012 fundou a ABRAT, Associação Brasileira de Transgêneros.

SOBRE A OTTO DESENHOS ANIMADOS 
O patamar que a animação brasileira atingiu no cenário mundial nos últimos anos mistura-se com a trajetória dos 40 anos da Otto Desenhos Animados.
Além de “Rocky e Hudson: Os Caubóis Gays” (1994), “Wood e Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’roll” (2006), “Até que a Sbórnia nos Separe” (2014) e mais tantos curtas, no currículo da produtora também está o curta-metragem “Castillo y el Armado” (2014), vencedor de mais de 50 prêmios, dentre eles o de melhor curta no FICG30 Guadalajara e Festival de Havana e selecionado para mais de 200 festivais, dentre eles o Festival de Veneza.

SOBRE A LANÇA FILMES 
Atuando no mercado de distribuição, a Lança Filmes valoriza a qualidade técnica e artística de seus filmes, levando para o público histórias que emocionem, comovam e permaneçam nas suas memórias. Entre as últimas estreias das distribuidora são: Meditation Park (2019), Depois do Fim (2019), Fantástica – Um aventura no Mundo Boonie Bears (2018) e Yonlu (2018).

Pré-estreia de “A Princesa de Elymia”

 Único título infanto-juvenil que será lançado na semana das crianças, A Princesa de Elymia é o primeiro longa-metragem de animação brasileiro realizado no estado da Paraíba. Uma produção independente que irá projetar nas telonas os sonhos de milhões crianças de comunidades carentes. Com muita fantasia e riqueza de imagens, a trama  narra a saga de uma menina que mora em uma favela no Rio de Janeiro e torna-se heroína em outro mundo. Ela atravessa um portal na Pedra da Gávea e vai parar em Elymia, onde descobre ser a única esperança de salvar esse reino distante de um bruxo tirano. O filme irá estrear em várias capitais no dia 10 de outubro.
  Com distribuição da Panda Filmes, a pré-estreia no Rio de Janeiro será fechada para 90 crianças e adolescentes que vivem na Favela do Aço, na zona oeste da cidade. Para muitas deles, será a primeira experiência em um cinema. A sessão será realizada no UCI Campo Grande, às 15h, e os convidados também terão direito a pipoca e refrigerante. Tudo gratuitamente. O diretor Silvio Toledo virá de Campina Grande para um bate-papo com o público após a exibição. 
   Os adolescentes e crianças convidados para o evento integram o projeto social ACAPS, que também é parceiro do UNICIRCO, criado pelo ator Marcos Frota.
O projeto: 
  A identidade visual da produção é inspirada no universo dos games, desde os cenários virtuais aos personagens, e todo o processo foi realizado digitalmente. Durante a finalização do longa, cerca de um milhão de imagens separadas foram geradas em computador. Elas foram compostas nos quadros do filme e, quando exibidas numa velocidade de vinte e quatro imagens por segundo, criam a ilusão de movimento. As máquinas levavam de 15 minutos a 12 horas para processar cada quadro após os artistas de animação terem criado as posições dos personagens.
   A produção iniciou em 2013 e foi concluída no ano passado. Embora a maior parte do trabalho tenha sido feita por 6 pessoas, cerca de 40 profissionais trabalharam no projeto. A Princesa de Elymia custou 375 vezes menos que Moana, da Disney. É também o longa-metragem de animação brasileiro de menor custo da década e, possivelmente, o que levou o maior tempo de produção devido ao alto grau de detalhes nas imagens.
  No elenco, os destaques são a estreante Maria Alice Gadelha, que empresta a voz à protagonista Zoé, e o veterano do cinema nacional Fernando Teixeira, que interpreta o vilão Tempestança. A trilha sonora é assinada pelo cantor e compositor Moisés Freire e conta com a voz de Josi Oliveira.
  Com distribuição da produtora gaúcha Panda Filmes, o filme faz diversas referências à realidade brasileira, garantindo a identificação do público infanto-juvenil. O roteiro trabalha conceitos sobre como o fraco pode tornar-se forte e como ter esperança é fundamental para se alcançar objetivos, mesmo os mais difíceis. Espelha, assim, a garra do povo trabalhador brasileiro e traz uma mensagem encorajadora.
   Uma atração para a família inteira!
Sinopse:
   Zoé é uma garota de dez anos e moradora de uma favela. Ela tem a vida mudada ao encontrar um portal, no Rio de Janeiro, que a leva a um mundo mágico. Lá, descobre ser a irmã desaparecida da rainha e é a única que preservou poderes mágicos para enfrentar um grande desequilíbrio no Reino de Elymia, provocado pela sede de poder de Tempestança. Ela terá que aprender a usar sua magia a tempo para enfrentar bruxaria, monstros e dragões. Mas Zoé também é considerada uma ameaça ao Reino e todos temem por sua presença lá.
 
 
Ficha técnica:
Direção, roteiro, produção, fotografia, direção de arte e finalização: Silvio Toledo
Argumento: Natalí Braga
Elenco: Maria Alice Gadelha (Zoé), Natália Sá (Lamparina adulta), Cely Farias (Lamparina jovem), Fernando Teixeira (Tempestança), Ubiratan de Assis (Mestre Mago), Moisés Freire (Samuel), Adriano Freire (Erick), Daniel Toledo (Oliver), Ana Guedes (Raio de Sol adulta) e Amanda Janynne (Raio de Sol jovem).
Vozes adicionais: Hildeberto Figueiredo, Magda Pontes, Silvio Toledo, Lucas Christiano Hélio Meireles.
Modelagem e textura dos personagens: Mauro Corveloni, Silvio Toledo e João Paulo Ferreira.
Animadores: Lucas Christiano, José MaríVieítes, João Paulo Ferreira, Ivan Álvarez, Marcelo de Holanda, Pedro López, Marciano de Holanda, Valu Vasconcelos, Ariel L. Garcia e Alessandro Almeida.
Produção musical: Moisés Freire
Distribuição: Panda Filmes
Produção: Stairs Films
Financiamento: ANCINE, Fundo Setorial do Audiovisual, FINEP, BRDE e Natalí Braga.
Duração: 104 minutos
Classificação etária: 12 anos

O diretor:
   Silvio Toledo atuou como filmes publicitários, essencialmente de animação, de 1998 a 2008. Além de vários curtas, produziu e dirigiu os longas-metragens Sob o Olhar das Estrelas (2018), Incursão (2018), Roni Stone (2017) e O Resgate do Pavão Misterioso (2012).

Produtora – Stair Films:
   A Stair Films é uma produtora sediada em Campina Grande (Paraíba), fundada por Silvio Toledo. Produziu cinco longas-metragens, incluindo A Princesa de Elymia.
 

distribuidora – Panda Filmes
   Fundada em 2002, em Porto Alegre, a Panda Filmes tem deixado a sua marca no cenário audiovisual brasileiro e latino-americano. Com um repertório de inúmeros projetos em cinema, televisão e publicidade, tem no seu DNA parcerias e coproduções nacionais e internacionais. A empresa também atua na distribuição de obras cinematográficas em todo território brasileiro e organiza importantes festivais, voltados à criação de novas janelas de exibição. Entre as produções mais recentes na área de distribuição, destacam-se o documentário Central, de Tatiana Sager e Renato Dornelles, e o longa-metragem Superficie da Sombra, de Paulo Nascimento.
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“Luna” estreia em 10 de outubro

Depois de ser exibido nas mostras competitivas do 51o Festival de Cinema de Brasília e no Festival do Rio 2018, no qual levou Menção Honrosa pela interpretação da atriz Eduarda Fernandes, LUNA, de Cris Azzi, chega ao circuito comercial brasileiro em 10 de outubro, com distribuição da Cineart Filmes.

O longa conta a história do encontro de Luana (Eduarda Fernandes) e Emília (Ana Clara Ligeiro) e os desdobramentos e consequências dessa nova amizade. “Em 2014 me vi chorando diante de uma matéria jornalística que narrava a morte de uma jovem brasileira de 17 anos que tirou sua própria vida após ter um vÍdeo de sexo viralizado nas redes sociais. Ainda me pergunto em qual lugar íntimo essa história me moveu a ponto de fazer um filme com essa inquietude como ponto de partida”, conta o diretor.

Uma pesquisa divulgada em 2018 pelo Instituto de Pesquisa (Ipsos) aponta que o Brasil é o segundo país com mais casos de cyberbullying contra crianças e adolescentes. De acordo com o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), um em cada dez estudantes no Brasil é vítima frequente de bullying. Na faixa dos 15 anos, o relatório mostra que 17,5% dos alunos brasileiros sofrem algum tipo de bullying, físico ou virtual, mais de uma vez ao mês.

O tema é sério e precisa ser abordado. Em entrevista coletiva, realizada em 29 de agosto, o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta afirmou que o foco das ações desenvolvidas durante o Setembro Amarelo, mês da conscientização da prevenção de suicídio, seria o público jovem, junto ao qual vem aumentado o número de casos e de tentativas de suicídio.

LUNA aborda de maneira transversal o cyberbullying e temas como a descoberta da sexualidade feminina associada à autoexposição favorecida pelas novas mídias, a busca por novas experiências, por pertencimento e autoafirmação. “Coloca à prova aspectos como liberdade e preconceito, liberdade e abuso, liberdade e julgamento moral. Mas a meu ver, para além dessa camada, o filme se orienta na potência do encontro com o outro, no amor e nas suas contradições”, explica Azzi.

Para realizar sua primeira ficção, o diretor praticou o exercício da escuta: “me vi diante de um universo de meninas brasileiras  com muitas histórias de decepções com o universo masculino. Abusos, assédio, estupro, abandono. Hoje, ao olhar para o percurso do filme, entendo que esses fatos recorrentes nas conversas foram borrando o roteiro naturalmente”.

“Durante os quatro anos de realização, as reivindicações femininas ganharam luz no Brasil e indicam um caminho espinhoso, mas sem volta, na direção da igualdade de direitos em relação aos homens. Nesse sentido, quando ainda me vejo tentando entender por qual motivo a história lida no jornal me tocou tanto, começo a perceber que falar desse universo é também uma busca pessoal por aprendizado e ressignificação nas minhas relações humanas. Ainda estou em busca de respostas”, finaliza.

SINOPSE 
Luana e Emília se conhecem e logo desenvolvem uma intensa amizade. Vivendo as expectativas e emoções da transição à vida adulta, elas mergulham numa jornada de experimentação e autoconhecimento. Mas esse é um caminho cheio de surpresas e qualquer exposição indesejada pode trazer sérias consequências.

FICHA TÉCNICA 
Direção e Roteiro: Cris Azzi
Produção:  Delícia Filmes E Urucu
Produzido Por: Cris Azzi, Elias Ribeiro, Cait Pansegrouw
Elenco: Eduarda Fernandes, Ana Clara Ligeiro, Lira Ribas, Hewrison Ken, Matheus Soriedem, Manu Maria, Guto Borges
Direção De Fotografia: Luís Abramo
Direção de Arte: Maíra Mesquita
Produção Executiva: Júlia Nogueira
Montagem: Matthew Swanepoel
Figurino: Caroleta Maurício
Consultora de Figurino: Flora Rebollo
Maquiagem: Gabriela Dominguez
Visagismo: Amanda Mirage
Direção de Produção: Marcela Recchioni
Assistente de Direção: Wally Araujo
Som Direto: Osvaldo Ferreira
Design De Som e Mixagem: Edson Secco
Produtor Musical: Guto Borges
Trilha Sonora Original: Barulhista, Guto Borges, Léo Marques
Produção de Elenco: Fábio Guimarães
Assessoria de Roteiro: Joana Oliveira
Script Doctor: Laura Barile
Consultor de Dramaturgia: Odilon Esteves
Duração: 89 Minutos
Gênero: Drama
Ano: 2018

SOBRE O DIRETOR 

Cris Azzi é um diretor, produtor e roteirista brasileiro. Tem 40 anos, nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde reside atualmente.

É graduado em Comunicação Social pela Faculdade de Comunicação e Artes da PUC-MG. Trabalhou por mais de uma década como Assistente de Direção contribuindo para a realização de mais de 20 filmes de longa metragem e séries de TV. Karim Ainouz, Anna Muylaert e Paul Leduc são alguns dos diretores que Cris trabalhou.

Como diretor estreou em 2007 com o documentário “Sumidouro”, exibido na Mostra Competitiva do Festival “É Tudo Verdade”. Seu segundo documentário, “O Dia do Galo”, co-direção com Luiz Felipe Fernandes, foi o vencedor do júri popular da Mostra de Cinema de Tiradentes em 2015. Foi exibido durante 6 semanas nas salas de cinema em Minas Gerais alcançando mais de 30 mil espectadores.

Na ficção, seu primeiro trabalho em longa metragem foi o filme de episódios 5 Frações de Uma Quase história, dirigindo “Qualquer vôo”. Lançado em 2007, o filme foi exibido no Festival do Rio, Na Mostra Internacional de SP, na Mostra de Cinema de Tiradentes, no Chicago Latino Film Festival no Cine PE ( prêmio especial do júri e melhor direção de arte) e no Brazilian Film Festival (prêmio especial do júri e melhor roteiro). Nos cinemas, “Luna” será o primeiro filme de ficção solo de Cris Azzi.

SOBRE A CINEART FILMES 

A Cineart Filmes é uma distribuidora 100% brasileira e independente que tem, como principal objetivo, compartilhar conteúdos audiovisuais de alta qualidade. Trabalhando tanto com obras nacionais quanto internacionais, independentemente do gênero, o nosso compromisso é sempre o de oferecer cultura e entretenimento de qualidade ao maior número de pessoas possível. Para isso, além de valorizar o cinema nacional e abrir espaço para as produções regionais, a Cineart Filmes participa dos maiores festivais e feiras de cinema do mundo, como Cannes, Toronto, Berlim e AFM.

Nossa intenção é de alcançar cada vez mais o mercado exibidor e as redes de distribuição, sempre buscando conteúdos diversificados e de qualidade dentro e fora do Brasil. Assim, com ética nas relações e compromisso com os parceiros, vamos ampliando as nossas fronteiras, fortalecendo a indústria audiovisual no Brasil e no mundo, levando mais longe a magia do cinema.

Preocupada em trabalhar sempre com conteúdos de alta qualidade, a Cineart busca um relacionamento próximo com os seus parceiros produtores desde as etapas iniciais dos projetos, acreditando que esse envolvimento contribui para o sucesso comercial do projeto, através da elaboração de planejamentos específicos e cuidadosamente pensados para cada trabalho, procurando traçar o perfil e o tamanho ideal de cada lançamento.

“O Menino que Fazia Rir” estreia em 26/09

O MENINO QUE FAZIA RIR, estreia nesta quinta-feira, dia 26 de setembro, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Porto Alegre, Belo Horizonte, Fortaleza, João Pessoa, Curitiba, Vitória, Natal, Teresina, São Luis, Cuiabá, Manaus, Belém, Olinda, Santos, Jundiaí, Barueri, Bauru, Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Sorocaba.

Baseado no livro best seller de Hape Kerkeling sobre sua infância, O MENINO QUE FAZIA RIR é dirigido por Caroline Link, vencedora do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “Nenhum Lugar na África”. O longa, que fez mais de 3,6 milhões de espectadores na Alemanha, chega aos cinemas brasileiros distribuído pela Pandora Filmes, com circuito garantido pelo projeto Caixa de Pandora.

O longa conta a emocionante história de Hape Kerkeling, o maior comediante alemão de todos os tempos, quando ainda criança descobriu que rir é o melhor remédio para superar os obstáculos e as tragédias da vida. E fazer os outros rirem é algo ainda mais poderoso.

Nos anos 1970, o garoto Hans-Peter vive com seus pais e seu irmão numa cidade do interior, na casa de seus avós. Curioso, ele gosta de observar as pessoas que frequentam a loja de sua avó e adora as reuniões e celebrações em família. Na escola, é incomodado pelos outros alunos por ser gordinho, então decide utilizar essa característica física a seu favor para fazer comédia, imitando personalidades de TV, cantores e pessoas da comunidade.

Seu pai trabalha como carpinteiro e é bastante ausente, deixando os cuidados dos dois filhos a cargo de sua mãe, Margret, que devido a uma sinusite crônica precisa realizar uma cirurgia que a deixa sem sentir o gosto ou cheiro das coisas. Essa situação, somada ao stress diário da dona de casa, leva-a a um quadro depressivo.

Recusando ajuda médica, Margret tem o quadro agravado, o que faz com que a família se una e se envolva mais na vida de Hans-Peter. Querendo ver o seu bem, ele às vezes consegue arrancar um sorriso dela com suas apresentações cômicas, com paródias musicais. Devido à doença da mãe, Hans-Peter acaba se apegando mais aos avós, que o paparicam. Pouco antes de falecer, sua avó profetiza um esplêndido futuro para o garoto. E ela estava certa: Hans se tornou um premiado ator, apresentador e comediante adorado na Alemanha.

SINOPSE
A emocionante história da infância de Hape Kerkeling, o comediante mais amado da Alemanha. Em 1972, ele era um menino gorducho que crescia na segurança de sua família e de parentes que adoravam se divertir. À primeira vista, ele pode não parecer o cara mais popular, mas tem um talento peculiar para observar as pessoas à sua volta e fazer imitações hilariantes. No entanto, acontecimentos inesperados causam uma grande reviravolta em sua infância perfeita. Para sobreviver ao tumulto emocional, ele usa seus talentos cômicos para curar suas feridas e fazer as pessoas rirem junto com ele.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Caroline Link
Roteiro: Ruth Toma, baseado no livro de Hape Kerkeling
Elenco: Diana Amft, Luise Heyer, Sönke Möhring, Joachim Król, Martina Eitner-Acheampong, Maren Kroymann, Elena Uhlig e Ursula Werner
Produção: Nico Hofmann, Sebastian Werninger, Hermann Florin
Empresas produtoras: Gesellschaft für feine Filme, UFA Fiction e Warner Bros
Direção de fotografia: Judith Kaufmann, bfk
Montagem: Simon Gstöttmayr, bvs
Som: Philipp Baur, Tschangis Chahrokh, Christof Ebhardt, Magda Habernickel, Bernhard Maurer, Max-Thomas Meindl, Laura Plock e Michael Stancyk
Desenho de produção: Miyuki Kitagawa
Música: Niki Reiser
Figurino: Barbara Grupp
Direção de Produção: Oliver Lüer
País: Alemanha
Ano: 2018
Duração: 100 min.

SOBRE A PANDORA FILMES 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro em Cannes, e “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Gustavo Steinberg, Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Roberto Moreira, Beto Brant, Fernando Meirelles, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida. Entre os próximos lançamentos, destacam-se “Greta”, de Armando Praça; “O Traidor”, de Marco Bellocchio, coprodução nacional, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes; e “O Caso Morel” de Suzana Amaral.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 20 cidades do Brasil.

Programação do Sesc Belenzinho

O Sesc Belenzinho apresenta uma série de filmes nacionais, que foram censurados na época de seus lançamentos, entre os anos de 1968 e 1984. São obras que se tornaram clássicas da produção cinematográfica brasileira, cujas exibições (grátis) ocorrem nos dias 10, 17 e 24 de setembro e 1º de outubro, terças, às 19h30, respectivamente: O Bandido da Luz Vermelha, Eles Não Usam Black-Tie, Pra Frente, Brasil e Cabra Marcado para Morrer.

Esta é uma programação integrada à exposição Meta-Arquivo: 1964-1985 – Espaço de Escuta e Leitura de Histórias da Ditadura, em cartaz na unidade até o dia 24 de novembro de 2019.

 

Exibições

 

10/09. Terça, às 19h30

O Bandido da Luz Vermelha

Dir. Rogério Sganzerla, Brasil, 1968, 92 min.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 14.

Grátis. Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência.

Livremente inspirado em fatos reais. Um assaltante misterioso (Paulo Villaça) usa técnicas extravagantes para roubar casas luxuosas de São Paulo. Ele é apelidado pela imprensa de “bandido da luz vermelha”, já que traz sempre uma lanterna vermelha e conversa longamente com suas vítimas. No entanto, seus roubos e crimes chamam tanta atenção que um implacável policial começa a perseguir o “bandido da luz vermelha”.

17/09. Terça, às 19h30

Eles Não Usam Black-Tie

Dir. Leon Hirszman, Brasil, 1981, 2h14 min.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 14.

Grátis. Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência.

Em São Paulo, em 1980, o jovem operário Tião (Carlos Alberto Riccelli) e sua namorada Maria (Bete Mendes) decidem casar-se ao saber que a moça está grávida. Ao mesmo tempo, eclode um movimento grevista que divide a categoria metalúrgica. Preocupado com o casamento e temendo perder o emprego, Tião fura a greve, entrando em conflito com o pai, Otávio (Gianfrancesco Guarnieri), um velho militante sindical que passou três anos na cadeia durante o regime militar.

24/09. Terça, às 19h30

Pra Frente, Brasil

Dir. Roberto Farias, Brasil, 1982, 1h50 min.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 14.

Grátis. Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência.

Em 1970, o Brasil inteiro torce e vibra com a seleção de futebol no México, enquanto prisioneiros políticos são torturados nos porões da ditadura militar e inocentes são vítimas desta violência. Todos estes acontecimentos são vistos pela ótica de uma família quando um dos seus integrantes, um pacato trabalhador da classe média, é confundido com um ativista político e “desaparece”.

01/10. Terça, às 19h30

Cabra Marcado para Morrer

Dir. Eduardo Coutinho, Brasil, 1984, 1h59 min.

Local: Teatro. Não recomendado para menores de 14.

Grátis. Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência.

Início da década de 60. Um líder camponês, João Pedro Teixeira, é assassinado por ordem dos latifundiários do Nordeste. As filmagens de sua vida, interpretada pelos próprios camponeses, foram interrompidas pelo golpe militar de 1964. Dezessete anos depois, o diretor retoma o projeto e procura a viúva Elizabeth Teixeira e seus dez filhos, espalhados pela onda de repressão que seguiu ao episódio do assassinato. O tema principal do filme passa a ser a trajetória de cada um dos personagens que, por meio de lembranças e imagens do passado, evocam o drama de uma família de camponeses durante os longos anos do regime militar.

Serviço

Exposição: META-ARQUIVO: 1964–1985 – Espaço de Escuta e Leitura ee Histórias da Ditadura

Curadoria e pesquisa: Ana Pato

Artistas convidados: Ana Vaz, Contrafilé, Giselle Beiguelman, O grupo inteiro, Ícaro
Lira, Mabe Bethônico, Paulo Nazareth, Rafael Pagatini e Traplev.

Visitação: Até 24 de novembro de 2019

Terça a sábado, das 10h às 21h. Domingos e feriados, das 10h às 19h30

Local: Galpão. Grátis. Livre para todos os públicos

Sesc Belenzinho

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.

Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700

www.sescsp.org.br/belenzinho

Estacionamento – Terça a sábado (9h às 22h). Domingos e feriados (9h às 20h).

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados: R$ 12,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.

MIMO Festival abre inscrições para Festival MIMO de Cinema!

Com exibição e difusão de filmes que tenham a música como fio condutor de sua narrativa, o Festival MIMO de Cinema, parte integrante do MIMO Festival, anuncia a abertura das inscrições para quem pretende ter sua obra exibida na programação deste ano. A partir do dia 11 de setembro, até o dia 10 de outubro, será possível se inscrever pelo site www.mimofestival.com.

Podem participar da seleção filmes brasileiros finalizados a partir de janeiro de 2018 e inéditos em circuito comercial de cinema e em canais de televisão. É necessário ter o tema central voltado para a música, não se restringindo a nenhum gênero ou estilo específico. São aceitos curtas, médias e longas metragens, sejam elas ficções, documentários ou animações, falados em língua portuguesa ou com legendas em português.

Importante janela de exibição da produção cinematográfica brasileira sobre música, os filmes são selecionados por uma comissão formada por renomados críticos, produtores e diretores de cinema e a direção artística do Festival. Os filmes são projetados em salas de cinema, tendas, centros culturais e ao ar livre, podendo proporcionar ao público a chance de apreciar a história de um artista na tela e se deliciar ao ouvi-lo na programação de concertos que acontecem simultaneamente durante o festival.

Com formato ímpar, que conquistou plateia cativa, o Festival MIMO de Cinema é dirigido pela cineasta Rejane Zilles e desde a sua primeira edição em 2004, já exibiu 346 filmes onde a música é protagonista. Nesta edição, o Festival MIMO de Cinema acontece nas cidades de São Paulo/SP (22 a 24 de novembro), pela primeira vez, e no Rio de Janeiro/RJ (29 de novembro a 01 de dezembro). A programação é toda gratuita. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site do festival (www.mimofestival.com).

SOBRE O MIMO FESTIVAL

Acumulando cinquenta edições, 16 anos de estrada e mais de um milhão e setecentas mil pessoas de público, o MIMO, festival de música inteiramente gratuito, idealizado e realizado pela Lume Arte, da experiente empresária Lu Araújo (que também assina a curadoria), conta com patrocínio do Bradesco, Certisign e Estácio. O MIMO Festival já exibiu mais de 475 concertos, como as apresentações memoráveis dos artistas Philip Glass, Herbie Hankock, Chick Corea, Jack DeJohnette, John Scofield, Jacob Collier, Goran Bregovic, Emir Kusturica, Pat Metheny, Buena Vista Social Club, Gotan Project e, ainda, os nacionais Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Nelson Freire, Nana Vasconcelos, entre muitos outros grandes nomes. Entre os filmes, “Chico Sciense, Caranguejo Elétrico”, ‘Eu sou Carlos Imperial’, “Mussum – Um filme do Cacildis”, “Legalize já – Amizade nunca morre”, “Com a Palavra, Arnaldo Antunes” passaram pelas telas do festival nas ultimas edições do Brasil e Portugal.

Após o quarto ano em Amarante, Portugal o Mimo já é apontado como um dos principais festivais do país e reuniu um público de mais de 80 mil pessoas. O sucesso do seu posicionamento em terras portuguesas valeu a distinção do Iberian Festival Awards, como “Melhor Infraestrutura de Festivais em Portugal”, em 2017 e 2018.

“Legalidade” estreia em 12/09

LEGALIDADE, filme de Zeca Brito, estreia nesta quinta-feira, dia 12 de setembro, nas cidades de Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia, Palmas, Teresina, Londrina, Niterói, Ponta Grossa, Ananideua, Bagé, Bento Gonçalves, Campo Bom, Cruz Alta, Erechim, Nova Prata, Palmeira das Missões, Rio Grande, Santa Rosa, São Leopoldo e Três Passos.

 

Produzido pela Prana Filmes, a obra foi premiada recentemente durante o 42ª Festival Guarnicê de Cinema (São Luís, MA), vencendo nas categorias de Melhor Direção (Zeca Brito), Direção de Arte (Adriana Borba), Fotografia (Bruno Polidoro) e Melhor Ator (Leonardo Machado – in memoriam).

Um triângulo amoroso, a luta por uma causa cívica, uma revolução feita pelas ondas do rádio. A inteligência e a coragem de um líder. O poder da comunicação gerando uma verdadeira demonstração de força e civilidade. Um movimento de resistência e mobilização popular sem precedentes na história do país: a “LEGALIDADE”.

Com Leonardo Machado, Cleo, Fernando Alves Pinto, Leticia Sabatella e José Henrique Ligabue, o filme aborda o momento histórico brasileiro, em 1961, quando o presidente da República, Jânio Quadros, renuncia e seu vice, João Goulart, deve ascender ao posto. Para evitar que um golpe organizado pelos militares entrasse em curso, o governador do estado do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, inicia um movimento inédito no país, pelo respeito à Constituição Federal.

“Em ‘LEGALIDADE’ quis falar de meu país e das raízes políticas que ligam o Brasil à América Latina. A heroica façanha de Leonel Brizola liderando o povo brasileiro em ato de coragem e civismo, garantindo a posse do presidente João Goulart e a soberania da nação. Através das ondas do rádio o despertar para a constituição, o respeito ao voto popular. Um filme que trama ficção e realidade. Um romance que une visões opostas de mundo. Política, espionagem e comunicação, temas que articulam um dos momentos históricos mais intrigantes do país”, explica o diretor, Zeca Brito.

Numa costura entre 1961 e 2004, ano da morte de Brizola, a jornalista Blanca faz uma investigação que é o fio condutor do filme. Em 1961, durante a Conferência das Nações Americanas, em Punta del Este, o antropólogo brasileiro Luís Carlos reencontra seu amigo e herói, o Comandante Ernesto Che Guevara. Já a misteriosa jornalista, Cecília, tem a difícil tarefa de entrevistar o polêmico governador gaúcho, Leonel Brizola. Brizola e Che Guevara convergem em torno das mesmas causas: ideais de cunho social e a libertação da América Latina da opressão econômica e política dos Estados Unidos, atraindo assim a ira das forças conservadoras. Paralelamente ao universo de tensão política que se instaura, Luís Carlos e Cecília vivem uma intensa história de amor interrompida pelo destino.

Pouco tempo depois, no Brasil, o presidente Jânio Quadros renuncia repentinamente. Enquanto seu vice, João Goulart, está em viagem pela China comunista, o governador Brizola se recusa a aceitar a tomada do poder pelos militares e decide resistir para que seja respeitada a Constituição. Dois irmãos vivem intensamente os dias de crise na República: o jovem anarquista Tonho, que trabalha como fotógrafo, e Luís Carlos, professor. Cecília também está em Porto Alegre, para continuar sua reportagem, quando o levante se inicia e logo conhece Tonho. É dentro do Palácio Piratini, numa situação limite, de guerra eminente, que os dois vivem um romance. Uma relação complicada, já que Cecília irá reencontrar Luís Carlos e terá que fazer uma difícil escolha.

O roteiro do filme começou a ser desenvolvido em 2010 e contou com uma extensa pesquisa. Foi escrito a quatro mãos, pela dupla Leo Garcia e Zeca Brito, que repete a parceria iniciada com a comédia adolescente “Em 97 Era Assim” (direção de Zeca e roteiro de Leo). Ambos também assinam juntos a direção do documentário “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro”, sobre a trajetória do jornalista gaúcho, que também esteve envolvido na Legalidade.

LEGALIDADE” é o sexto longa de Zeca Brito e foi inteiramente rodadono estado do Rio Grande do Sul. O filme é uma produção da Prana Filmes, de Luciana Tomasi.

SINOPSE 
Em 1961, o governador Leonel Brizola lidera um movimento sem precedentes na história do Brasil: a Legalidade. Lutando pela constituição, mobiliza a população na resistência pela posse do presidente João Goulart. Em meio ao iminente golpe militar, uma misteriosa jornalista pode mudar os rumos do país.

FICHA TÉCNICA 
Direção: Zeca Brito
Roteiro: Zeca Brito e Leo Garcia
Elenco: Cleo, Leonardo Machado, Fernando Alves Pinto, José Henrique Ligabue, Leticia Sabatella, Fábio Rangel, Sapiran Brito
Produção: Luciana Tomasi
Direção de Fotografia: Bruno Polidoro
Direção de Arte: Adriana Borba
Direção de Produção: Glauco Urbim
Figurino: Marcia Nascimento
Maquiagem: Nancy Marignac
Consultoria de Roteiro: Hilton Lacerda e Anna Carolina Francisco
Montagem: Alfredo Barros
Som: Gogó Conteúdo Sonoro

SOBRE O DIRETOR 

Zeca Brito é graduado em Realização Audiovisual pela Unisinos e Artes Visuais pela UFRGS. Dirigiu, roteirizou curtas e longas-metragens exibidos no Brasil e no exterior. Seu curta “Aos Pés” foi escolhido Melhor Filme Júri Popular no Festin Lisboa 2009, e o longa-metragem O Guri, exibido em festivais de Portugal e Brasil. Em 2015 lançou o longa “Glauco do Brasil” na 39ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e 10ª Bienal do Mercosul. Em 2016 dirigiu o longa “Em 97 Era Assim”, Prêmio de Melhor Direção e Melhor Filme Júri Popular no Festival Cinema dos Sertões (Piauí Brasil), Melhor Direção de Atores na Mostra SESC Brasil, Melhor Filme no The Best Film Fest (Seattle, EUA), Prêmio Especial do Júri no 8th Jagran Film Festival (Índia), seleção oficial no Regina International Film Festival (Regina, Canada), Los Angeles CineFest (Los Angeles, EUA), 51st International Independet Film Festival (Houston, EUA) e Prêmio de Melhor Filme Juvenil Estrangeiro no American Filmatic Arts Awards (Nova York, EUA). Em 2017 dirigiu o documentário “A vida Extra-Ordinaria de Tarso de Castro” exibido no Festival do Rio e 41 Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.

SOBRE A PRANA FILMES 
A Prana Filmes foi criada em 2011 pelas cineastas Luciana Tomasi e Carlos Gerbase. Focada na produção de filmes e séries de televisão, a companhia produziu o curta “Amores Passageiros”, dirigido por Augusto Canani, vencedor do prêmio de Melhor Filme Estrangeiro em Los Angeles Short Film Festival, e o longa “Menos que Nada”, dirigido por de Carlos Gerbase, indicado como Melhor Roteiro Adaptado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Além das produções audiovisuais, a produtora gerencia desde 2012 uma sala de cinema na cidade de Porto Alegre e é responsável pelo projeto educacional Primeiro Filme e pelo Festival Primeiro Filme, que já está em sua quarta edição.

Luciana Tomasi e Carlos Gerbase foram membros da Casa de Cinema de Porto Alegre por mais de 20 anos, participando de vários longas-metragens, curtas-metragens e séries de televisão, ganhando diversos prêmios em festivais internacionais como Berlim, Havana, Nova York, Los Angeles, Hamburgo, Índia, Portugal, Uruguai, entre outros. Os filmes, produzidos por Luciana Tomasi, já renderam impressionantes 200 prêmios nacional e internacionalmente.

Atualmente, a empresa trabalha na pós-produção do longa-metragem “Legalidade”,  de Zeca Brito; e na série de TV “Turma 5B”, de Iuli Gerbase; participando em festivais com os filmes “Bio”, de Carlos Gerbase, vencedor de 3 prêmios no 45º Festival de Cinema de Gramado (Melhor Filme no Prêmio do Público, Melhor Design de Som e Menção Honrosa para Direção) e “Yonlu”, de Hique Montanari , vencedor do Prêmio ABRACCINE – Melhor Filme Brasileiro de Diretor Estreante do 41º Festival Internacional de Cinema de São Paulo, Melhor Filme da Mostra Internacional de Longas, além de receber o Prêmio da Imprensa, no 9º  Festival Internacional de Cinema da Fronteira. A produtora também está em fase de captação de recursos para a série de TV “Todos Morrem no Fim”, de Carlos Gerbase, e para o longa-metragem “Jepotá”, de Augusto Canani.

Em 2018, a Prana Filmes produziu, em parceria com a Rainer Cine, o longa “Mudança” de Fabiano de Souza, que está em fase de pós-produção. Também produzimos o curta-metragem “A Pedra”, da diretora Iuli Gerbase, que recentemente participou do 40º Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano em Havana (Cuba), e do 11º Festival Internacional de Cinema de Jaipur (Índia), vencendo a Menção do Júri na Mostra Panorama Internacional. Agora, a Prana Filmes está em fase de pré-produção do longa “A Nuvem Rosa” de Iuli Gerbase e no desenvolvimento de sete roteiros de filmes e séries de TV.

SOBRE A BOULEVARD FILMES 

A Boulevard Filmes é uma produtora e distribuidora audiovisual que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto, tanto para cinema, quanto para TV e novas mídias. Entre seus lançamentos para as salas de cinema estão os longas “Amor, Plástico e Barulho” (Renata Pinheiro), “Filme Sobre um Bom Fim”(Boca Migotto), “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro” (Leo Garcia, Zeca Brito), “Histórias que nosso cinema (não) contava” (Fernanda Pessoa) e “Açúcar” (Sergio Oliveira, Renata Pinheiro), esté último com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2019.