“Maria do Caritó” estreia em outubro

Lilia Cabral é Maria do Caritó, uma solteirona em busca do amor verdadeiro, no longa dirigido por João Paulo Jabur (‘Salve Jorge’). Produzido pela EH! Filmes, de Elisa Tolomelli, em coprodução com Globo Filmes, Das Geld, Camisa Listrada BH, Naymar, Arafoto e Afinal Filmes, o filme teve seu trailer e pôster oficiais divulgados nesta quinta-feira (13), em comemoração ao Dia de Santo Antônio, o famoso santo casamenteiro… será que agora Maria desencalha? Com estreia prevista para 24 de outubro, a distribuição é assinada pela Imagem Filmes.

O longa é baseado em uma peça homônima, “escrita especialmente para o retorno da atriz Lilia Cabral ao teatro”, como conta o escritor Newton Moreno no início do texto. A comédia dramática ficou cinco anos em cartaz antes de ganhar as telas dos cinemas e foi um verdadeiro sucesso de público. Indicada a seis categorias no Prêmio Shell 2010, a peça ‘Maria do Caritó’ contou ainda com a vitória de Lilia Cabral na categoria de Melhor Atriz no Prêmio Contigo 2011.

Muito popular no nordeste do país, a expressão “ficar no caritó” é utilizada para se referir a alguém que nunca casou e está encalhado. Esta é a história de Maria (Lília Cabral), uma mulher solteirona, que sonha em encontrar o verdadeiro amor. Prometida a um santo que ninguém nunca ouviu falar, ela foi guardada pelo pai para ser entregue virgem a São Djalminha. Parecia que nem um milagre poderia ajudá-la, mas o amor vem de onde menos se espera e, quando uma trupe de circo chega à cidade, Maria descobre que o mundo pode ser muito mais colorido e divertido do que ela imaginava.

O elenco conta ainda com Kelzy Ecard (‘Segundo Sol’), Leopoldo Pacheco (‘O Sétimo Guardião’), Gustavo Vaz (‘O Doutrinador’), Sylvio Zilber (‘Ponte Aérea’) e Juliana Carneiro Da Cunha (‘Assédio’).

LINKS DOS MATERIAIS
Trailer: https://youtu.be/QALPFJD871Y
Download Trailer: http://bit.ly/TrailerMariaDoCarito
Pôster: http://bit.ly/PosterMariaDoCarito
Fotos: http://bit.ly/CenasMariaDoCarito
Instagram: @imagemfilmes

SINOPSE
Cansada da vida solitária que leva, Maria (Lilia Cabral) sonha em encontrar um verdadeiro amor. Prometida pelo pai para ser entregue virgem a São Djalminha, um santo de quem ninguém nunca ouviu falar, só mesmo um milagre poderia ajudar. A única certeza que Maria tem é que, custe o que custar, ela precisa desencalhar e sair de uma vez desse Caritó.

ELENCO
Lília Cabral – Maria do Caritó
Kelzy Ecard – Fininha
Gustavo Vaz – Anatoli
Leopoldo Pacheco – Coronel
Fernando Zylber – Pai
Juliana Carneiro da Cunha – Teodora
Fernando Sampaio – Fonsequinha
Alice Assef – Noiva ex-defunta
Larissa Bracher – Cigana
Priscila Steinman – Ingênua
Fernando Neves – Monsenhor

FICHA TÉCNICA
Produtora: Elisa Tolomelli
Diretor: João Paulo Jabur
Produtor Associado: José Alvarenga Jr.
Roteiristas: José Carvalho e Newton Moreno
Diretor de Fotografia: André Horta
Produtora Executiva: Thais Mello
Diretor de Arte: Sérgio Silveira
Figurinista: Rô Nascimento
Técnico de Som: Toninho Muricy
Montadora: Nina Galanternick
Diretora de Produção: Bianca Canedo
Trilha Original: Sacha Amback
Produção: EH! Filmes
Coprodução: Globo Filmes, Das Geld, Camisa Listrada BH, Naymar, Arafoto e Afinal Filmes
Patrocínio: Energisa
Incentivo: Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e Fundo Setorial do Audiovisual / Ancine / BRDE
Distribuição: Imagem Filmes

EH! Filmes | Produtora
A EH! Filmes foi fundada em 1994 por Elisa Tolomelli, Produtora Executiva responsável pela produção de grandes sucessos do cinema brasileiro, como Central do Brasil, Cidade de Deus e Lavoura Arcaica. Durante os anos de 1992 a 1996, como Diretora Comercial da Riofilme, Elisa foi responsável pela distribuição de mais de 30 filmes, entre eles “Terra Estrangeira”, de Walter Salles Jr.; “O Menino Maluquinho”, de Helvécio Ratton; e ”Cinema de Lagrimas”, de Nelson Pereira dos Santos. Esta experiência levou à criação da EH! Filmes Distribuidora, em 2013, com o lançamento do longa Noites de Reis, de Vinícius Reis. Seu próximo lançamento será o documentário O Trem da Utopia, de Beth Sá Freire e Fabrizio Mambro.

Globo Filmes | Coprodutora
Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 280 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’, ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar, ‘Os Saltimbancos Trapalhões – Rumo a Hollywood’, ‘Tainá – A Origem, Tainá 2 – A Aventura Continua’, ‘Tudo por um Pop Star’ e Detetives do Prédio Azul – O Filme. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.

Das Geld Produções | Coprodutora
A Das Geld foi criada pela atriz Lília Cabral para começar a viabilizar seus projetos pessoais, “Maria do Caritó” é sua primeira coprodução.

Imagem Filmes | Distribuidora
A Imagem é uma distribuidora nacional de filmes independentes comprometida com a qualidade e variedade de produções. Atuando nos segmentos de cinema, vídeo e televisão a distribuidora é responsável pelos lançamentos de grandes produções nacionais, dentre elas, destacam-se os recentes: 10 Segundos para Vencer, Antes que eu me Esqueça, Nise – O Coração da Loucura, Soundtrack, O Rastro, além das produções internacionais: Florence – Quem é Essa Mulher, Café Society, Roda Gigante, Desejo de Matar, e os recentes A Melhor Escolha e Papillon.

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Caixa Cultural RJ exibe retrospectiva de diretoras negras do cinema brasileiro

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 5 a 17 de dezembro de 2017 (terça a domingo), a mostra Diretoras Negras do Cinema Brasileiro, que reúne uma retrospectiva cinematográfica empreendida por diretoras negras expoentes do cinema nacional. Serão apresentados 46 filmes, entre longas, médias e curtas-metragens, além de dois debates sobre a participação da mulher negra na cinematografia brasileira. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

Com curadoria de Kênia Freitas e Paulo Ricardo de Almeida, a mostra percorre trabalhos desde as pioneiras Adélia Sampaio e Danddara, até nomes contemporâneos, como Carol Rodrigues, Elen Linth, Juliana Vicente, Lilian Solá Santiago, Renata Martins, Sabrina Fidalgo, Viviane Ferreira, Yasmin Thayná, entre outras. Dentre os destaques selecionados, estão Amor Maldito (1984), de Adélia Sampaio; Gurufim na Mangueira (2000), de Danddara; Graffiti (2008), de Lilian Solá Santiago; Cores e Botas (2010), de Juliana Vicente; Um fi lme de Dança (2013), de Carmen Luz; O Dia de Jerusa (2014), de Viviane Ferreira; Kbela (2015), de Yasmin Thayná; Rainha (2016), de Sabrina Fidalgo; e Maria (2017), de Elen Linth e Riane Nascimento.

Considerada pioneira, Adélia Sampaio começou no cinema em 1969. Filha de empregada doméstica, a cineasta dirigiu quatro curtas-metragens: Denúncia VaziaUm Deus dança em MimAdulto não brinca e Na poeira das ruas. Em 1984, Adélia dirigiu o filme Amor Maldito, tornando-se a primeira diretora negra a dirigir um longa-metragem no Brasil. Além disso, a produção também é considerada a primeira com temática inteiramente lésbica no cinema nacional.

Nos anos 1990, a realidade do cinema feminino negro no Brasil pouco se alterou. Danddara, umas das resistências do período, ingressou no cinema profissional fazendo assistência para Paulo Rufino (Canto da Terra, 1991). No entanto, seu primeiro curta, Gurufim na Mangueira (2000), foi recusado três vezes pelo Ministério da Cultura antes de ser aprovado. Ainda assim, a diretora usou de diversos subterfúgios para driblar o racismo institucional, como assinar o projeto com um pseudônimo francês (Mônica Behague) e relevar para segundo plano a sua autoria do roteiro.

“Falar das trajetórias das mulheres negras no cinema brasileiro é remontar uma história de invisibilidade e apagamentos. Até por isso, o que é impactante na produção atual é a sua coletividade e a pluralidade de projetos e obras. Uma série de iniciativas das próprias cineastas marcam esse cenário de transformação e afirmação, propondo novas formas de viabilizar e divulgar o cinema feito pelas mulheres negras. Entre tantas, podemos destacar: a plataforma de exibição online Afroflix (www.afroflix.com.br/), criada por Yasmin Thayná, e a websérie Empoderadas, criada e dirigida por Renata Martins, que se desdobrou em encontro e festival de cinema feminino negro” destaca a curadora Kênia Freitas.

“Houve o barateamento dos equipamentos de produção, sobretudo com a entrada em cena do digital, que aumentou o acesso a uma arte (ainda cara) para um número maior e mais diverso de realizadores. O estabelecimento do sistema de cotas nas universidades públicas, assim como o ProUni e o Fies, trouxe para o ensino superior – incluindo os cursos cinema e audiovisual – alunos e alunas pobres e negros, antes excluídos. A abertura de uma linha de financiamento específica na Ancine para afrodescendentes significa o reconhecimento da falta de diversidade pela instância máxima de fomento do cinema brasileiro”, complementa o também curador Paulo Ricardo de Almeida.

Sessão inclusiva e debates:

No dia 09 de dezembro (sábado), às 17h30, haverá sessão inclusiva do filme Leva (2011), de Juliana Vicente e Luiza Marques, com audiodescrição e closed captions, para pessoas com necessidades especiais.

Fazem parte da programação, ainda, duas mesas de debates. No dia 07 de dezembro (quinta), às 19h, a mesa O percurso das diretoras negras no cinema brasileiro recebe as cineastas Adélia Sampaio e Sabrina Fidalgo, com mediação da curadora e doutora em Comunicação e Cultura, Kênia Freitas. Este debate terá tradução em Libras.

Já no dia 14 de dezembro (quinta), também às 19h, será realizada a mesa Perspectivas e transformações: a mulher negra no cinema nacional, da qual participam as cineastas Janaína Oliveira (Re.Fem) e Yasmin Thayná, com mediação do co-curador Paulo Ricardo.

A entrada para ambos os seminários é franca, com ingressos distribuídos 1h antes do início.

Programação:

5 de dezembro (terça-feira)

17h – Sandrine (2014), de Elen Linth e Leandro Rodrigues, Brasil, 12 min, DVD, 16 anos

Muros (2015), de Elen Linth, Brasil, 14 min, DVD, 16 anos

Entre Passos (2012), de Elen Linth, Brasil, 10 min, DVD, 16 anos

Pra se contar uma história (2013), de Elen Linth, Diego Jesus, Lucicleide Cruz e Leandro Rodrigues, Brasil, 25 min, DVD, livre

O filme que fiz para esquecer (2012), de Elen Linth, Brasil, 2 min, DVD, livre

Maria (2017), de Elen Linth e Riane Nascimento, Brasil, 17 min, DVD, 12 anos

19h – Um filme de dança (2013), de Carmen Luz, Brasil, 90 min, DVD, livre

6 de dezembro (quarta-feira)

17h – Lápis de Cor (2013), de Larissa Fulana de Tal, Brasil, 14 min, DVD, livre

Cinzas (2015), de Larissa Fulana de Tal, Brasil, 15 min, DVD, 12 anos

O tempo dos orixás (2014), de Eliciana Nascimento, Brasil, 20 min, DVD, livre

A Boneca e o Silêncio (2015), de Carol Rodrigues, Brasil, 19 min, DVD, 16 anos

Assim (2013), de Keila Serruya, Brasil, 14 min, DVD, 12 anos

19h – Das Raízes às Pontas (2016), de Flora Egécia, Brasil, 20 min, DVD, livre

Mucamas (2015), do Coletivo Nós, Madalenas, Brasil, 15 min, DVD, livre

Mulheres de Barro (2015), de Edileuza Penha de Souza, Brasil, 26 min, DVD, livre

Conflitos e Abismos, A Expressão da Condição Humana (2014), de Everlane Moraes, Brasil, 15 min, DVD, 14 anos

7 de dezembro (quinta-feira)

15h15 – Gurufim na Mangueira (2000), de Danddara, Brasil, 26 min, DVD, 12 anos

Amor maldito (1984), de Adélia Sampaio, Brasil, 76 min, DVD, 16 anos

17h30 – Cinema Mudo (2012), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 15 min, DVD, 14 anos

Personal Vivator (2014), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 22 min, DVD, 12 anos

Rainha (2016), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 30 min, DVD, 12 anos

19h – Seminário O percurso das diretoras negras no cinema brasileiro, com Adélia Sampaio e Sabrina Fidalgo. Mediação de Kênia Freitas.

8 de dezembro (sexta-feira)

17h30 – Black Berlim (2009), de Sabrina Fidalgo, Brasil e Alemanha, 12 min, DVD, 12 anos

Rio Encantado (2014), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 55 min, DVD, livre

19h – Balé de Pé no Chão – A Dança Afro de Mercedes Baptista (2005), de Lilian Solá Santiago e Marianna Monteiro, Brasil, 17 min, DVD, livre

Graffitti (2008), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 10 min, DVD, 10 anos

Eu tenho a palavra (2010), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 26 min, DVD, livre

Batuque de Graxa (2012), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 5 min, DVD, livre

Mulheres Bordadas – Fios do Passado (2005), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 10 min, DVD, livre

9 de dezembro (sábado)

15h45 – Aquém das Nuvens (2010), de Renata Martins, Brasil, 18 min, DVD, 12 anos

Heitor, Carioca dos Prazeres (2013), de Tatyana dos Prazeres, Brasil, 14 min, DVD, livre

Doido Lelé (2008), de Ceci Alves, Brasil, 17 min, DVD, livre

Rap de Saia (2006), de Janaína Oliveira Re.Fem e Queen, Brasil, 18 min, DVD, 14 anos

A Rua – O Corpo Urbano (2016), de Keila Serruya, Brasil, 10 min, DVD, livre

17h30 –  Sessão inclusiva (audiodescrição + closed captions)

Leva (2011), de Juliana Vicente e Luiza Marques, Brasil, 55 min, DVD, livre

19h – Cores e Botas (2010), de Juliana Vicente, Brasil, 16 min, DVD, livre

Tupã Baê (2011), de Juliana Vicente e Lucas Rached, Brasil, 11 min, DVD, livre

O Olho e o Zarolho (2013), de Juliana Vicente e René Guerra, Brasil, 17 min, DVD, livre

As Minas do Rap (2015), de Juliana Vicente, Brasil, 14 min, DVD, livre

10 de dezembro (domingo)

16h – Peregrinação (2014), de Viviane Ferreira, Brasil, 50 min, DVD, livre

17h30 – Mumbi 7 Cenas Pós Burkina (2010), de Viviane Ferreira, Brasil, 7 min, DVD, livre

Dê Sua Ideia, Debata (2008), de Viviane Ferreira, Brasil, 28 min, DVD, livre

O Dia de Jerusa (2014), de Viviane Ferreira, Brasil, 20 min, DVD, livre

19h – Kbela (2015), de Yasmin Thayná, 23 min, DVD, 12 anos

Sexy Trash (2014), de Tainá Rei, 2 min, DVD, 12 anos

Cinema de Preto (2004), de Danddara, 11 min, DVD, livre

Quijauá (2016), do Coletivo Revisitando Zózimo Bulbul + Mulheres de Pedra, 6 min, DVD, 14 anos

12 de dezembro (terça-feira)

17h – Black Berlim (2009), de Sabrina Fidalgo, Brasil e Alemanha, 12 min, DVD, 12 anos

Rio Encantado (2014), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 55 min, DVD, livre

19h – Mumbi 7 Cenas Pós Burkina (2010), de Viviane Ferreira, Brasil, 7 min, DVD, livre

Dê Sua Ideia, Debata (2008), de Viviane Ferreira, Brasil, 28 min, DVD, livre

O Dia de Jerusa (2014), de Viviane Ferreira, Brasil, 20 min, DVD, livre

13 de dezembro (quarta-feira)

17h30 – Balé de Pé no Chão – A Dança Afro de Mercedes Baptista (2005), de Lilian Solá Santiago e Marianna Monteiro, Brasil, 17 min, DVD, livre

Graffitti (2008), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 10 min, DVD, 10 anos

Eu tenho a palavra (2010), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 26 min, DVD, livre

Batuque de Graxa (2012), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 5 min, DVD, livre

Mulheres Bordadas – Fios do Passado (2005), de Lilian Solá Santiago, Brasil, 10 min, DVD, livre

19h – Leva (2011), de Juliana Vicente e Luiza Marques,  Brasil, 55 min, DVD, livre

14 de dezembro (quinta-feira)

16h15 – Aquém das Nuvens (2010), de Renata Martins, Brasil, 18 min, DVD, 12 anos

Heitor, Carioca dos Prazeres (2013), de Tatyana dos Prazeres, Brasil, 14 min, DVD, livre

Doido Lelé (2008), de Ceci Alves, Brasil, 17 min, DVD, livre

Rap de Saia (2006), de Janaína Oliveira Re.Fem e Queen, Brasil, 18 min, DVD, 14 anos

A Rua – O Corpo Urbano (2016), de Keila Serruya, Brasil, 10 min, DVD, livre

18h – Kbela (2015), de Yasmin Thayná, 23 min, DVD, 12 anos

Sexy Trash (2014), de Tainá Rei, 2 min, DVD, 12 anos

Cinema de Preto (2004), de Danddara, 11 min, DVD, livre

Quijauá (2016), do Coletivo Revisitando Zózimo Bulbul + Mulheres de Pedra, 6 min, DVD, 14 anos

19h – Seminário Perspectivas e transformações: a mulher negra no cinema nacional, com Yasmin Thayná, Janaína Oliveira, Re.Fem. Mediação: Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida.

15 de dezembro (sexta-feira)

17h30 – Cores e Botas (2010), de Juliana Vicente, Brasil, 16 min, DVD, livre

Tupã Baê (2011), de Juliana Vicente e Lucas Rached, Brasil, 11 min, DVD, livre

O Olho e o Zarolho (2013), de Juliana Vicente e René Guerra, Brasil, 17 min, DVD, livre

As Minas do Rap (2015), de Juliana Vicente, Brasil, 14 min, DVD, livre

19h – Peregrinação (2014), de Viviane Ferreira, Brasil, 50 min, DVD, livre

16 de dezembro (sábado)

15h – Sandrine (2014), de Elen Linth e Leandro Rodrigues, Brasil, 12 min, DVD, 16 anos

Muros (2015), de Elen Linth, Brasil, 14 min, DVD, 16 anos

Entre Passos (2012), de Elen Linth, Brasil, 10 min, DVD, 16 anos

Pra se contar uma história (2013), de Elen Linth, Diego Jesus, Lucicleide Cruz e Leandro Rodrigues, Brasil, 25 min, DVD, livre

O filme que fiz para esquecer (2012), de Elen Linth, Brasil, 2 min, DVD, livre

Maria (2017), de Elen Linth e Riane Nascimento, Brasil, 17 min, DVD, 12 anos

17h – Um Filme de Dança (2013), de Carmen Luz, Brasil, 90 min, DVD, livre

19h – Lápis de Cor (2013), de Larissa Fulana de Tal, Brasil, 14 min, DVD, livre

Cinzas (2015), de Larissa Fulana de Tal, Brasil, 15 min, DVD, 12 anos

O tempo dos orixás (2014), de Eliciana Nascimento, Brasil, 20 min, DVD, livre

A Boneca e o Silêncio (2015), de Carol Rodrigues, Brasil, 19 min, DVD, 16 anos

Assim (2013), de Keila Serruya, Brasil, 14 min, DVD, 12 anos

17 de dezembro (domingo)

15h – Das Raízes às Pontas (2016), de Flora Egécia, Brasil, 20 min, DVD, livre

Mucamas (2015), do Coletivo Nós, Madalenas, Brasil, 15 min, DVD, livre

Mulheres de Barro (2015), de Edileuza Penha de Souza, Brasil, 26 min, DVD, livre

Conflitos e Abismos, A Expressão da Condição Humana (2014), de Everlane Moraes, Brasil, 15 min, DVD, 14 anos

17h – Gurufim na Mangueira (2000), de Danddara, Brasil, 26 min, DVD, 12 anos

Amor maldito (1984), de Adélia Sampaio, Brasil, 76 min, DVD, 16 anos

19h – Cinema Mudo (2012), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 15 min, DVD, 14 anos

Personal Vivator (2014), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 22 min, DVD, 12 anos

Rainha (2016), de Sabrina Fidalgo, Brasil, 30 min, DVD, 12 anos

Serviço:

Mostra Diretoras Negras do Cinema Brasileiro

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Data: de 5 a 17 de dezembro de 2017 (terça-feira a domingo)

Horários: Consultar programação

Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.

Lotação: 80 lugares (mais dois para cadeirantes)

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h

Classificação Indicativa: Consultar programação

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Mateus Solano em “Em Nome da Lei”

Estrelado por Mateus Solano e livremente inspirado em histórias reais, o thriller “Em Nome da Lei” chega aos cinemas no dia 21 de abril. Vitor torna-se um símbolo na luta pela justiça quando arrisca a vida ao mandar prender criminosos e confiscar bilhões de reais da máfia que impera há décadas na fronteira do Brasil com o Paraguai. Para o ator, “a coisa mais importante no Vitor é a sede de justiça”.

“Em Nome da Lei”, de Sergio Rezende (Salve Geral), joga luz na discussão sobre ética e moral em todas as esferas da sociedade brasileira e a corrupção que mina as instituições do país “Eu me interesso mais pelo outro, pela sociedade, do que por mim, ou minha história. Para mim, um filme pessoal não é falar do meu pai ou da minha família, mas sobre o meu mundo”, ressalta o diretor.

Na trama, um jovem juiz da cidade grande chega a uma pequena região da fronteira disposto a desmontar o esquema de contrabando e o tráfico de drogas que impera no local, controlado pelo mafioso Gomez (Chico Diaz). Ele conta com a colaboração da jovem Procuradora de Justiça Alice (Paolla Oliveira) e da equipe do policial federal Elton (Eduardo Galvão), mas terá que arriscar a própria vida para desbaratar uma organização que opera há décadas na região com a conivência do poder público. A produção consumiu sete semanas de filmagens em Dourados, no Mato Grosso do Sul, e mobilizou cerca de 700 pessoas, entre equipe e extras.

ELENCO – PERSONAGENS
Mateus Solano – Vitor
Paolla Oliveira – Alice
Chico Diaz – Gomez
Eduardo Galvão – Elton
Emilio Dantas– Hermano
Silvio Guindane– Cebolinha
Paulo Reis – Desembargador Silveira
Roberto Biringelli – General Ramirez

FICHA TÉCNICA
Direção – Sergio Rezende
Produção – Mariza Leão e Erica Iootty
Produtor Associado – Carlos Diegues
Roteiro – Sergio Rezende e Rafael Dragaud
Direção de Fotografia – Nonato Estrela
Direção de Arte – Fabiana Egrejas
Trilha Sonora Original – Pedro Bromfman
Montagem – Maria Rezende, EDT.
Produção Executiva – Camila Medina
Figurino – Mel Akerman
Maquiagem – Martín Macias Trujillo
Som Direto – Felipe Machado
Edição de Som – Waldir Xavier
Mixagem – Rodrigo Noronha
Produção de Elenco – Marcela Altberg

LINK PARA O VÍDEO NO YOUTUBE:
https://www.youtube.com/watch?v=WUvPdLGk00U&feature=youtu.be

LINK PARA DOWNLOAD DO VÍDEO:
http://we.tl/utJcSNiLtN (disponível até 18/03)

PRESS KIT:
http://migre.me/teL9M

100 X 100 Brasil – Desafio Socioambiental

O mercado cinematográfico vem crescendo a cada ano. Jovens que buscam construir carreira no segmento audiovisual também. E o melhor: há espaço para todos.  E foi pensando nisso, que na próxima segunda-feira (14) a escola audiovisual Cinema Nosso receberá participantes de projetos sociais parceiros da instituição para o 100 X 100 Brasil – Desafio Socioambiental. A proposta é produzir um filme, com a temática socioambiental, em apenas 100 horas. Serão no total 19 jovens, entre 18 e 23 anos, de diferentes estados brasileiros. A maratona vai até dia 19, data que marca a exibição dos filmes produzidos pelos participantes, no Cinema Nosso.

Os jovens dos projetos Vida no Semiárido (Paraíba), Poço de Carbono Juruena (Mato Grosso), De Olho na Água (Ceará), Semeando Sustentabilidade (Rondônia), Cinema Nosso (Rio de Janeiro) e Barra do Piraí (Rio de Janeiro) chegarão a cidade para participar de diversas atividades durante esses cinco dias. Palestras, aulas e oficinas de câmera, som, produção, roteiro, direção e edição farão parte da programação, que contará também com passeios turísticos e exibição de curtas. Vale lembrar que no dia 18, às 9h30, será realizado o Seminário Brasil 3.0. O evento terá a presença de gestores de projetos que falarão sobre temas socioambientais e a relação com a comunicação e tecnologia. Todos os parceiros envolvidos fazem parte do Programa Socioamebiental da Petrobras.

Cinema Nosso

Instituição sociocultural com mais de 12 anos de atividades. Sua missão é a democratização do audiovisual para a juventude carioca. Hoje é uma das maiores escolas populares de Audiovisual da América Latina, realizando cursos, oficinas, produções, palestras, mostras, sessões de cinema e festivais. Situada em um casarão do século XIX no coração da Lapa, no Rio de Janeiro, a organização prioriza o estímulo à reflexão e ao respeito, diversidade, pluralidade e cultura popular. A ação foi iniciada a partir do processo de produção do filme “Cidade de Deus” dos diretores Fernando Meirelles e Kátia Lund. Equipada com tecnologia digital 3D, é uma sala de cinema de rua alternativa e polivalente que viabiliza o acesso ao audiovisual, a formação de público e também se configura enquanto local de criatividade e descontração.

“Em nome da lei” estreia em 21/04

Mulher forte, guerreira e determinada. Essas são algumas das características da promotora Alice Costa, personagem da atriz Paolla Oliveira no filme “Em nome da lei”, do diretor Sergio Rezende (Salve Geral). A partir do dia 21 de abril, data de estreia do longa, a atriz poderá ser vista em diversas cenas de ação no desenrolar da trama, muitas delas ao lado dos atores Mateus Solano, que interpreta o juiz federal Vitor e de Eduardo Galvão, o delegado Elton. “Eles criam um grande grupo com sede de justiça, de fazer o trabalho direito e de quebrar o sistema que já está estabelecido”, descreve a atriz.

Inspirado em fatos reais, o filme revela a história de um jovem juiz federal obstinado em fazer justiça na fronteira do Brasil com o Paraguai. Vitor torna-se um símbolo na luta pela justiça quando arrisca a vida ao mandar prender criminosos e confiscar bilhões de reais da máfia que impera há décadas na região com a conivência do poder público. Para isso, ele conta com a ajuda da procuradora Alice (Paolla Oliveira) e do policial federal Elton (Eduardo Galvão). Emilio Dantas e Silvio Guindane também estão no elenco, no papel dos bandidos Hermano e Cebolinha. Filmado em março e abril de 2015, em Dourados (MS), o longa-metragem – produzido por Mariza Leão e Erica Iootty – chega aos cinemas no dia 21 de abril, com coprodução da Globo Filmes e distribuição da Fox Film do Brasil.

ELENCO – PERSONAGENS
Mateus Solano – Vitor
Paolla Oliveira – Alice
Chico Diaz– Gomez
Eduardo Galvão – Elton
Emilio Dantas – Hermano
Silvio Guindane – Cebolinha
Paulo Reis– Desembargador Silveira
Roberto Biringelli– General Ramirez

FICHA TÉCNICA
Direção – Sergio Rezende
Produção – Mariza Leão e Erica Iootty
Produtor Associado – Carlos Diegues
Roteiro – Sergio Rezende e Rafael Dragaud
Direção de Fotografia – Nonato Estrela
Direção de Arte – Fabiana Egrejas
Trilha Sonora Original – Pedro Bromfman
Montagem – Maria Rezende, EDT.
Produção Executiva – Camila Medina
Figurino – Mel Akerman
Maquiagem – Martín Macias Trujillo
Som Direto – Felipe Machado
Edição de Som – Waldir Xavier
Mixagem – Rodrigo Noronha
Produção de Elenco – Marcela Altberg

VÍDEO (DOWNLOAD):
https://we.tl/1Fy49VhpFe

VÍDEO (YOU TUBE):
https://www.youtube.com/watch?v=djozklc6GpI

Filme “Ponte Aérea”

O filme “Ponte Aérea”, de Julia Rezende, estreia nesta quinta-feira, dia 26 de março, nos cinemas do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Brasília, Bahia, Ceará e Pernambuco. Com Caio Blat e Leticia Colin no elenco, o longa mostra o romance a distância vivido por Bruno (Caio Blat) e Amanda (Leticia Colin). Ela é uma publicitária paulista bem sucedida e ele, um promissor artista plástico carioca. O casal se conhece durante um voo Rio-São Paulo que, por causa de uma tempestade, tem a rota desviada e obriga os passageiros a passarem a noite num hotel em Belo Horizonte. Emílio de Mello, Felipe Camargo, Sylvio Zilber e Silvio Guindane também estão no elenco. O filme tem como fonte de inspiração o livro “Amor Líquido”, do filósofo polonês Zygmunt Bauman, que trata da fragilidade das relações humanas nos tempos atuais.

“Ponte Aérea conta a história de jovens que vivem livremente sua sexualidade, mas que, por outro lado, sofrem uma enorme inquietação na busca por um amor verdadeiro. Jovens que querem ter liberdade, dinheiro e sucesso, mas não estão maduros o suficiente para assumir as responsabilidades. Jovens que querem engolir o mundo. Mas que morrem de medo serem engolidos por ele”, conta a diretora Julia Rezende. Esse é o segundo longa da cineasta, que em 2013 levou mais de 3,2 milhões de espectadores aos cinemas com a comédia “Meu Passado Me Condena” – terceiro filme nacional mais visto naquele ano. Ainda em 2015, ela lança a sequência da comédia – rodada em dezembro de 2014 no Brasil e em Portugal. “Ponte Aérea” tem produção de Mariza Leão e Érica Iooty, com coprodução do Telecine e da Paramount Pictures. A distribuição é da Downtown Filmes e Paris Filmes.

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SINOPSE:
Direção de Julia Rezende (Brasil, 2015). Bruno e Amanda se conhecem durante um voo Rio-São Paulo que, por causa de uma tempestade, tem a rota desviada e obriga os passageiros a passarem a noite num hotel em Belo Horizonte. Publicitária bem sucedida, Amanda mora em São Paulo, vive o ápice de sua carreira e nunca teve tempo para se dedicar a um relacionamento sério. Artista plástico sem nenhuma ambição, Bruno é um carioca descompromissado e passional. A forte atração entre eles se transforma em uma paixão arrebatadora, mas cheia de desafios. Com Caio Blat, Leticia Colin, Emílio de Mello, Felipe Camargo, Sylvio Zilber e Silvio Guindane. 100 minutos.

FICHA TÉCNICA:
Direção – Julia Rezende
Produção – Mariza Leão e Erica Iootty
Produção executiva – Tathiana Mourão
Argumento – Julia Rezende e Rafael Pitanguy
Roteiro – L. G. Bayão, Julia Rezende e Rafael Pitanguy, colaboração Patricia Corso
Direção de Fotografia – Dante Belluti
Direção de Arte – Fabiana Egrejas
Montagem – Maria Rezende
Figurino – Mel Akerman
Maquiagem – Martin Macias Trujillo
Som – Felipe Machado
Trilha Sonora – Berna Ceppas
Edição de Som – Waldir Xavier
Mixagem – Rodrigo Noronha e Denilson Campo
Produção de Elenco – Marcela Altberg
Produção de Finalização – Thiago Pimentel

ELENCO:
Letícia Colin – Amanda
Caio Blat – Bruno
Emílio de Mello – Fernando
Felipe Camargo – André
Silvio Guindane – Chicão
Sylvio Zilber – Guido
Martha Nowill – Patrícia
Nicolas Cruz – Edu
Gabriela Rocha – Carol
Silvio Guindane – Chicão
Cris Flores – Maria Eugênia
Marina Rigueira – Joana

“A onda da vida” – Eu fui!

Cinematograficamente falando, os adolescentes não têm do que reclamar. Muitos filmes que estão estreando ultimamente são voltados para eles. É o caso de “A onda da vida – Uma história de amor e surf”, fruto de José Augusto Muleta. Experiente em filmes comerciais e videoclipes, faz agora sua estreia como diretor de longas metragens.

O filme conta a história de três amigos que saem de carro do Rio de Janeiro com destino ao litoral da Bahia em busca da onda perfeita. No caminho, o carro quebra e eles têm que interromper a viagem. Param na Vila de Regência, no Espírito Santo, um paraíso desconhecido com ondas perfeitas.

Segundo o produtor executivo Rik Nogueira, a história não é real, mas poderia ser. “A gente brincou com personagens reais, mas é uma ficção. Mas você vendo o filme fica acreditando mesmo que existe essa história. Que vai chegar lá em Regência e vai encontrar mesmo o Thiago e a Thalena”, diz.  Esta personagem é a mocinha do filme, também se chama Thalena e é moradora de Vila de Regência.

O público do filme é bem específico. Adolescente, surfista. Como não me identifico com nenhuma das duas categorias, tive dificuldade em me envolver com a história. O enredo também tenta passar mensagens no sentido good vibe. Os três amigos encontram a Vila de Regência por acaso e, mesmo estando sem dinheiro e sem conhecerem ninguém por lá inicialmente, são acolhidos pelos moradores locais. O que os leva a perceber que não precisam de muito para serem felizes.

Outra referência a essa simplicidade está o orçamento curto do filme, R$ 65.000,00. O elenco também é composto boa parte pelos moradores de Vila de Regência, cujo preparo foi feito pelo próprio diretor. Em troca, ele mostra um pouco da cultura deles na telona, como a banda do congo, tradição da região.

Aos interessados em “embarcar nessa onda”, o filme será exibido no Cinépolis São Gonçalo. Aqui no Rio de Janeiro, pois também haverá apresentação em outras cidades, como São Paulo, Vitória e Santos.


Trailer: