Balé “O Messias” no Theatro Municipal

A Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura (SEC), encerra com o balé O Messias a Temporada 2015, que leva a assinatura do Maestro André Cardoso. O espetáculo foi criado pelo coreógrafo argentino Mauricio Wainrot com base em 32 temas do oratório homônimo de George Friedrich Händel e tem libreto de Charles Jennens. Serão nove récitas com o Ballet, o Coro e a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal nos dias 17, 18, 19, 20, 22, 23, 27, 29 30 de dezembro. A obra é abstrata e tem uma atmosfera muito especial e espiritual, que toca tanto ao público como a seus intérpretes. No palco, a primeira bailarina Claudia Mota e os primeiros solistas Carolina Neves, Deborah Ribeiro, Karen Mesquita, Priscila Albuquerque, Priscilla Mota, Renata Tubarão, Cícero Gomes, Edifranc Alves, Filipe Moreira, Moacir Emanoel e Rodrigo Negri irão se revezar nos solos, à frente dos demais integrantes do BTM. O Ballet do Theatro Municipal tem como Regentes as primeiras bailarinas Ana Botafogo e Cecília Kerche. Além do Ballet, do Coro e da Orquestra Sinfônica, também fazem parte do grandioso elenco desta produção as sopranos Lina MendesVeruschka Mainhard, as mezzo-sopranos Carolina FariaLuciana Costa et Silva, os tenores Aníbal Mancini André Vidal e os barítonos Inácio de Nonno e Daniel Germano, sob a regência do Maestro Silvio Viegas.

 

Nada melhor para encerrar um ano tão especial do que reunirmos, em uma mesma produção, os três corpos artísticos do Theatro Municipal. Melhor ainda quando a obra apresentada é um dos pilares do período Barroco, O Messias, de Händel. Ballet, Coro e Orquestra Sinfônica se juntam na versão coreográfica deste oratório, criada por Maurício Wainrot”, diz André Cardoso, Diretor Artístico do TMRJ.

Inspirado na bela música de Händel, que fala acima de tudo sobre espiritualidade, Mauricio Wainrot criou O Messias, coreografia desafiadora e dinâmica, que mescla o controle dos adágios com o brilhantismo dos allegros em vários duos, trios e conjuntos, exigindo dos bailarinos grande domínio técnico e plasticidade de movimentos”, afirmam Ana Botafogo e Cecília Kerche, Regentes do Ballet do TMRJ.

O Messias é para mim, neste momento especial, um olhar sobre novas ou velhas utopias, um olhar para dentro de nós mesmos, uma necessidade de voltar a ouvir nosso silêncio interior e nos aproximarmos dos outros, especialmente àqueles seres que amamos, àqueles que compartilham de nossa história e destino e àqueles que foram e são testemunhas de tantas alegrias e dificuldades, e tem sido uma experiência pessoal que me comove poder  participar com todos”, comenta o coreógrafo Maurício Wainrot, que há dois anos apresentou no TMRJ os balés Carmina Burana, Chopin Nº1 e Ecos.

 

Sobre o balé O Messias

 

Mauricio Wainrot, diretor artístico do Ballet Contemporâneo do Teatro San Martin, criou a primeira versão de O Messias em 1996 para o Royal Ballet of Flanders, na Bélgica, companhia da qual é coreógrafo permanente desde 1994. Este trabalho do famoso oratório de Händel foi apresentado em sucessivas e bem-sucedidas turnês pela Bélgica, Holanda, Alemanha, Polonia, Turquia e China. Esta versão de O Messias foi exibida em 1998, na abertura do Sínodo dos Bispos Europeus, no Beaux Arts Palais, em Bruxelas.

Em 1998 Wainrot fez a segunda versão de O Messias para o Ballet Nacional do Chile. Este novo trabalho, mais extenso do que o anterior, ocupa a totalidade do espetáculo e em sua estréia na cidade de Santiago, contou com a colaboração da Orquestra e Coro da Universidade do Chile. O trabalho é inspirado na magnífica música de Händel mais do que no significado histórico dos textos, já que não carrega em si um enredo. É uma linha abstrata que valoriza através das cenas e dos movimentos sucessivos, o misticismo, a religião, a emoção e a alegria que o trabalho envolve. Carlos Gallardo criou uma atmosfera toda branca nos cenários e figurinos, que proporcionam um ambiente perfeito para o trabalho.

 

Biografias

 

Claudia Mota, primeira bailarina

Formada pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, é Primeira Bailarina do TMRJ desde 2007, protagonizando todo o repertório da Companhia. Com grande destaque em seu país, Claudia representa o Brasil em Galas Internacionais dançando em diversas cidades da Argentina, assim como Paraguai, Cuba, Estados Unidos, Canadá e, recentemente, a convite de Julio Bocca, estrelou a versão de La Bayadère de Natalia Makarova junto ao Ballet Nacional Sodre, em Montevidéu. Recebeu o Prêmio de Melhor Bailarina da América Latina pelo Conselho Latino Americano de Dança e, por seu desempenho artístico e técnico e representatividade no cenário internacional da dança, conquistou o Título de Membro do Conselho Internacional de Dança da Unesco.

Lina Mendes, soprano

Lina Mendes recebeu o prêmio da Revista Concerto 2014 na categoria Jovem Talento pelo júri popular. Nascida em Niterói, ainda criança, foi solista no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, nas óperas Tosca (Puccini), Rigoletto (Verdi) e Die Zauberflöte (Mozart). Em 2011, debutou no papel de Gilda da ópera Rigoletto (Verdi) com grande sucesso, no centenário do Theatro Municipal de SP e Ninette da ópera O Amor das Três Laranjas (Prokofiev), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2013, foi a personagem Liberty na ópera Ça Ira (Roger Waters), Blonde na ópera Die Entführung aus dem Serrail (Mozart), Marzeline em Fidelio (Beethoven), Oscar em Un Ballo in Maschera, Cunegunde da ópera Candide (Berstein). Solou na cantata Carmina Burana (Orff) e no oratório Die Schöpfung (Haydn). Apresentou-se sob a regência dos maestros Abel Rocha, Marcelo Ramos, Alejo Perez, Isaac karabtchevsky, Jamil Maluf, Luciano Camargo, Ricardo Bologna, John Neschling, Carlos Spierer, Marin Alsop, Rick Wentworth e sob a direção cênica de Andre Heller-Lopes, Fernando Bicudo, Jorge Takla. Em 2014, brilhou como Nannetta na ópera Falstaff, no Theatro Municipal de SP, sob a direção de Davide Livermore. Interpretou Cunegonde com a OSESP, Gilda no Palácio das Artes em Belo Horizonte e colheu excelente crítica por suas marcantes atuações. Fez parte do Centre de Perfeccionament Plácido Domingo, na Espanha. Foi Abra no oratório Judita Triumphans (Vivaldi) e Cefalo na opera Narciso (Scarlatti), sob a direção musical de Federico Maria Sardelli. Recentemente fez seu début com grande êxito, no Palau de les Arts de Valência, interpretando Musetta da ópera La Bohème (Puccini), na Espanha, sob a regência de Manuel Coves.

Veruschka Mainhard, soprano

Musicista versátil, Doutora em Música pela UniRio e Mestre em Flauta Transversa Barroca e Música Antiga pela Escola Superior de Utrecht (Holanda), pianista laureada em vários concursos, Veruschka Mainhard realizou estudos com Carol McDavit e Martha Herr no Brasil, Uta Spreckelsen na Alemanha e Marianne Blok na Holanda. Aperfeiçoou-se ainda com Roland Hermann, Mitsuko Shirai, Hilde Zadek e Jeffrey Gall na Alemanha e com Jorge Chaminé em Paris. É Professora de Dicção e Canto da Escola de Música da UFRJ. Como camerista, vem se apresentando nas mais importantes salas de concerto do país e no exterior. Atuou como solista em óperas, oratórios e cantatas no Brasil, Alemanha e Holanda, assim como fez estreias mundiais de obras escritas para sua voz. Em 2004, apresentou-se na Alemanha como solista da Orquestra da Händel Akademie sob a regência de Andreas Spering. Gravou diversos discos e programas para rádio e TV. Participou das montagens da ópera A Valquíria de Wagner como Helmwige em 2011, no Theatro Municipal de SP, e, em 2013, no Municipal do Rio de Janeiro, ambas sob a regência do maestro Luiz Fernando Malheiro.

Carolina Faria, mezzo-soprano

​Reconhecida por seu timbre quente e escuro, expressividade e domínio cênico, Carolina Faria tem agradado a público e crítica e construído uma carreira de serviço à arte e à educação brasileiras, nos últimos doze anos. Atuando ao lado de alguns dos nossos maiores músicos, regentes e diretores cênicos nas melhores salas de concerto e casas de ópera brasileiras, possui vasto repertório: Ópera, Oratório, Canção Sinfônica, Câmera e Vanguarda, com especial ênfase à Música Brasileira Colonial e participação em gravações históricas. Em sua trajetória no canto lírico, deu vida a vários personagens, entre os quais ganham destaque, entre 2012 e 2014, suas interpretações como Herodias em Salomé, de Strauss; Baba the Turk em The Rake’s Progress, de Stravinsky; Hermia em A Midsummer Night’s Dream, de Britten; Gymnasiast em Lulu, de Berg; Corrado em Griselda, de Vivaldi; e Grimgerde em A Valquíria, de Wagner. Carolina Faria é também professora de canto e publica o blogue Boa Chance, canal de informação e formação de jovens artistas.  Bacharel em Canto pela UFRJ, prossegue em seu aperfeiçoamento sob a orientação do tenor Eduardo Álvares.

Luciana Costa Et Silva, mezzo-soprano

Mestre em Performance pela Guildhall School of Music and Drama, em Londres, e em Ópera pela Royal Scottish Academy of Music and Drama, em Glasgow. Vencedora dos concursos de Canto Amália Conde / RJ; Academia Vocalis Tirolensis, em Wörgl; The Margret Dick Award, em Glasgow. Em Festivais, apresentou-se no XIV Festival Internacional de Sarrebourg, França; XVIII e XIX Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora / MG; Festival Vale do Café / RJ; XV Festival Amazonas de Ópera. Em ópera, atuou como Feiticeira, em Dido & Aeneas, de Purcell; Mensageira, em L’Orfeo, de Monteverdi; Orfeo, em Orfeo ed Euridice, de Glück; Cherubino, em Le Nozze di Figaro, de Mozart; Segunda Dama, em Die Zauberflöte, de Mozart; Ines, em Il Trovatore, de Verdi; Abadessa, em Suor Angelica, de Puccini; Hermia, em A Midsummer Night’s Dream, de Britten; Smèraldine, em L’Amour des Trois Oranges, de Prokofiev; Sertaneja e Íris, em Chagas, de Sílvio Barbato e Alexandre Schubert. Em concerto, cantou Gloria, de Vivaldi; Stabat Mater, de Pergolesi; Missa em si menor, de Bach; Requiem, de Mozart; Nona Sinfonia, de Beethoven; Lobgesang, de Mendelssohn; El Amor Brujo, de De Falla; Les Noces, de Stravinsky.

Aníbal Mancini, tenor

Em agosto de 2015, deu vida ao personagem Don Antonio da ópera As Bodas no Monastério, de Prokofiev, no Theatro São Pedro/SP.   Em julho, teve seu début na Nona Sinfonia de Beethoven, como solista, na prestigiada Sala São Paulo.  No mês de junho, teve a oportunidade de realizar pela segunda vez o papel de Fenton na ópera Falstaff, de Giuseppe Verdi, no Theatro São Pedro, sob a regência de Silvio Viegas.  Um dos seus mais recentes trabalhos foi o personagem Rinuccio, da ópera Gianni Schicchi, realizada no Teatro Positivo, em Curitiba.  Fez parte, ainda, do elenco da ópera O Menino e a Liberdade, de Ronaldo Miranda, no Theatro São Pedro, em estreia mundial. Na oportunidade, interpretou o personagem “Rapaz”.   No Palácio das Artes, em Belo Horizonte, foi Hipólito, na estreia mundial da ópera Fedra e Hipólito, de Christopher Park, sob a direção de Fernando Bicudo. Como solista, participou em 2013 de dois concertos com a OSB Ópera & Repertório, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, atuando como Cecchino na ópera L’oro non compra amore, de Marcos Portugal, e cantando a ária Ecco ridente in cielo da ópera Il Barbiere di Seviglia, de Rossini, no concerto de gala Noite de Bel Canto.

André Vidal, tenor

 

Mestre pela Royal Academy de Londres, especializou-se em Música de Câmara e Música Antiga com Glenville Hargreaves, Jonathan Papp e Ian Partridge. Em Londres atuou em obras como Paixão Segundo São João e Oratório de Natal (Bach), O Messias (Händel), Pequena Missa Solene (Rossini) e Requiem (Mozart). Integrou o elenco da London Royal Schools Opera. Foi premiado no Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão (2001) e no Helen Eames Prize para intérpretes de música barroca (1998, em Londres). Cantou A Criação (Haydn), Carmina Burana (Carl Orff) e Lucia de Lammermoor (Donizetti) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Missa em si menor (Bach) no Teatro Amazonas, Don Giovanni (Mozart), no papel de Don Otavio, em Brasília, O Messias com a Petrobras Sinfônica e L’italiana in Algeri (Rossini) no Theatro Municipal de SP. Integrou a Cia. Brasileira de Ópera, interpretando Conde de Almaviva, em O Barbeiro de Sevilha (Rossini), entre outras performances. Dedica-se também à composição, tendo suas peças apresentadas no Brasil e no exterior e publicadas nos EUA pela Cantus Quercus Pres.

Inacio De Nonno, barítono

Inacio De Nonno é doutor em Música pela Unicamp e Mestre em Música – Summa cum Laude – pela UFRJ, onde é professor nas classes de Canto. Prêmio Especial para a Canção Brasileira no XII Concurso Internacional de Canto do Rio de Janeiro. Do repertório de Inácio De Nonno constam mais de 30 primeiras audições mundiais de peças e óperas especificamente para ele compostas. Tem participação em 32 CDs gravados, todos dedicados ao repertório brasileiro, desde restaurações do material colonial, até os compositores contemporâneos mais vanguardistas. O CD da ópera Colombo, de Carlos Gomes, onde Inacio De Nonno interpreta o papel-título, ganhou o prêmio da APCA e o Prêmio Sharp de 1998. Seu repertório enfatiza ainda a música antiga, o lied alemão, com destaque para os ciclos de canções de Schubert, a canção francesa, onde aborda especialmente os compositores Ravel, Fauré e Poulenc. E a ópera, em que conta hoje com 38 papéis efetivamente apresentados em público.

Daniel Germano, baixo

O baixo Daniel Germano iniciou seus estudos de canto com o professor Decápolis de Andrade, no Coro Sinfônico da OSPA. Em 2012, especializou-se em Performance  pelo Conservatório Antônio Buzzola, em Adria, Itália. No mesmo ano, estreou nos palcos europeus como Don Basílio em Bologna e Parma. Em 2014, foi Zúniga em Carmen, de Bizet, sob a regência de Isaac Karabtchevsky, no Theatro Municipal do Rio, e abriu a temporada lírica do mesmo Theatro como solista da Nona Sinfonia de Beethoven. Foi Primeiro Soldado em Salomé, de Strauss, no Teatro da Paz (Belém); Don Alfonso em Così Fan Tutte, de Mozart, e Sacristão em Tosca, de Puccini, no Theatro São Pedro, de Porto Alegre; Conte Paris em Romeo et Juliette, no Teatro São Pedro/SP; Primeiro Sacerdote em A Flauta Mágica, de Mozart, com a orquestra da PUCRS, entre outras participações. Também já se apresentou como solista das principais obras para concerto, como Magnificat, Paixão Segundo São João e Ich Habe Genug BWV 82 de Bach, Petite Messe Sollennele de Rossini, Requiem de Verdi, Brahms, Mozart, Duruflè e Faurè, Oratório de Natal de Saint-Saëns e Missa da Coroação de Mozart, entre outras.

Mauricio Wainrot, coreógrafo

Nascido em Buenos Aires, Mauricio Wainrot é Diretor Artístico do Ballet Contemporâneo do Teatro San Martín, na capital argentina. Foi Coreógrafo do Royal Ballet de Flanders, na Bélgica, de 1991 a 2004, criando para esta importante companhia europeia onze de suas obras mais destacadas: Carmina Burana, O Messias, Las 8 Estaciones, A Sagração da Primavera, Tango Plus, Looking Through Glass, Beyond Memory, Pájaro de Fuego, Canciones del Caminante, Journey e Distant Light. Atuou como Diretor Artístico do Les Ballets Jazz de Montreal, no Canadá, onde foi também Coreógrafo Residente, e do Grupo de Danza Contemporánea del Teatro San Martín. Em Hildesheim Stadttheater, na Alemanha, esteve como Coreógrafo Convidado Permanente. Estudou dança no Teatro Colón com Vasil Tupin e Eda Aisemberg. Foi Primeiro Bailarino convidado do Royal Winnipeg Ballet do Canadá, Ballet de Câmara de Caracas e Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde dançou Romeu e Julieta de Oscar Araiz. Após trabalhar no Teatro San Martín, em 1986 foi convidado pelo coreógrafo Ulf Gaad, Diretor Artístico da Goteborg Opera, na Suécia, a apresentar lá suas obras Anne Frank, Sinfonía de Salmos e Tres Danzas Argentinas. Devido ao enorme sucesso deste programa, Wainrot passou a montar suas obras na Europa, América e Ásia. Começa desta forma uma carreira internacional que o levou a colaborar com 49 companhias em diversos países nos últimos 20 anos.

Junto com o cenógrafo e artista plástico Carlos Gallardo criou mais de 40 obras, das quais mencionamos Flamma Flamma, La Tempestad, Medea, Carmina Burana, Un Tranvía llamado Deseo, 4 Janis for Joplin, Estaciones Porteñas e Travesías. Wainrot conquistou vários prêmios: nos EUA, o Choo-San Go Choreographic Award em 1993 e 1998 por Perpetual Motion, obra que criou para o Hubbard Street Dance Chicago, e por Now and Then ( Ahora y Entonces ), criada para o  Richmond Ballet. Em 1991, 1994, 1998 e 1999 a Associação de Críticos Chilena o distinguiu com o APES, a melhor produção do ano, respectivamente por Anne Frank, 4 Janis para Joplin, Libertango e O Messias. Em 1999 ganhou na Argentina o prêmio Konex de Platina como Melhor Coreógrafo da Década e o Prêmio Teatros del Mundo por O Messias. Em 2000 foi agraciado duas vezes por Un Tranvía Llamado Deseo com o Prêmio Trinidad Guevara e o Prêmio Ace. Em 2001 conquistou o prêmio Teatro XXI por Now and Then (Ahora y Entonces ). Em 2003, Wainrot foi finalista por Distant Light no Gran Premio Internacional Benois de la Danse, que é dado no Teatro Bolshoi de Moscou, considerado um dos mais importantes galardões da dança  no mundo. Nesta ocasião recebeu Menção Especial por sua obra. Atuou como Professor convidado no Mudra Internacional, na Escola de Dança do Ballet do Século XX de Maurice Bejart, em Bruxelas, na Hochschule fur Müsik und Darstellende Kunste-Frankfurt, na Juilliard School-New York, na Universidade de Iowa, e em Buenos Aires, na Escola de Arte do Teatro Colón e Taller de Danza del Teatro San Martín. Em 2008 Mauricio Wainrot foi condecorado pelo Rei da Bélgica, como Cavaleiro da Ordem de Leopoldo I por seu extraordinário aporte artístico no mundo da dança, e especialmente para o povo Belga.

Silvio Viegas, Regência

O trabalho de Silvio Viegas tem ocupado uma posição de grande destaque junto ao público e crítica no Brasil. Entre os anos de 2003 a 2005 exerceu o cargo de Diretor Artístico da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes, em Belo Horizonte. Atualmente é Maestro Titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e Professor da cadeira de Regência na Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais. Desde o início de sua carreira tem-se destacado por sua atuação no meio operístico regendo títulos como O Navio Fantasma, Carmen, Le Nozze di Figaro, O Barbeiro de Sevilha, L’Italiana in Algeri, Romeu e Julieta, Lucia di Lammermoor, Cavalleria Rusticana, Il Trovatore, Nabucco, Otello, Falstaff, La Bohème e Tosca, entre outros.

Silvio Viegas tem também uma ligação estreita com a dança, tendo dirigido, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, os ballets Giselle, CoppéliaO Quebra-Nozes, O Lago dos Cisnes e Carmen de Roland Petit. Como convidado, esteve à frente da Orquestra da Arena de Verona, Sinfônica de Roma, Sinfônica de Burgas (Bulgária), Sinfônica do Festival de Szeged (Hungria), Orquestra do Algarve (Portugal), Sinfônica Brasileira (OSB), Teatro Argentino de La Plata (Argentina), Sinfônica do Teatro Sodre (Montevidéu, Uruguai), Amazonas Filarmônica/Manaus, Petrobras Sinfônica, Sinfônica do Paraná, Sinfônica de Campinas, Sinfônica do Teatro São Pedro/São Paulo, Orquestra do Teatro da Paz/Belém, Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro/Brasília, Sinfônica de Minas Gerais. Natural de Belo Horizonte, estudou regência na Itália e é Mestre em Regência pela Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais. Em 2015, regeu duas óperas de Gaetano Donizetti: Lucia di Lammermoor, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, e Don Pasquale, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A partir de 2016, o Maestro Viegas assumirá o posto de Maestro Titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais.

SERVIÇO

O MESSIAS

BALLET, CORO E ORQUESTRA SINFÔNICA DO THEATRO MUNICIPAL

Música – George Friedrich Händel (1685-1759)

Libreto  Charles Jennens (1700-1773)

Cenários e Figurinos Carlos Gallardo

Assistente de Cenário e Figurinos Analia Cristina Morales

Desenho de Luz Eli Sirlin

Remontador Assistente Miguel Angel Elias

Ensaiador Assistente Eric Frederic

Coreografia  Mauricio Wainrot

Regência  Silvio Viegas

Maestro Titular do Coro Jésus Figueiredo

Regentes do Corpo de Baile Ana Botafogo e Cecília Kerche

Maestro Titular da Orquestra Sinfônica Silvio Viegas

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano, s/nº – Centro

Dias 17, 18, 19, 22, 23, 29 e 30 de dezembro, às 20h

Dias 20 e 27 de dezembro, às 17h

 

 

Bailarinos solistas:

 

Cláudia Mota, primeira bailarina

Primeiros solistas – Carolina Neves, Deborah Ribeiro, Karen Mesquita, Priscila Albuquerque, Priscilla Mota, Renata Tubarão, Cícero Gomes, Edifranc Alves, Filipe Moreira, Moacir Emanoel e Rodrigo Negri

Segundos Solistas – Mel Oliveira, Rachel Ribeiro, Vanessa Pedro, Viviane Barreto, Ivan Franco, Murilo Gabriel e Santiago Júnior

Corpo de Baile – Carla Carolina, Flávia Carlos, Juliana Valadão, Liana Vasconcelos, Mônica Barbosa, Renata Gouveia, Alef Albert, Arthur Sai, Bruno Fernandes, Diego Lima, Luan Batista, Paulo Muniz e Sandro Fernandes

Cantores solistas:

 

Récitas dos dias 17, 19, 22 e 23 de dezembro

Lina Mendes (soprano)

Carolina Faria (mezzo-soprano)

Aníbal Mancini (tenor)

Inácio de Nonno (barítono)

Récitas dos dias 18, 20, 27, 29 e 30 de dezembro

Veruschka Mainhard (soprano)

Luciana Costa et Silva (mezzo-soprano)

André Vidal (tenor)

Daniel Germano (barítono)

 

 

Preços:

Frisa / Camarote – R$ 504,00

Plateia / Balcão Nobre – R$ 84,00

Balcão Superior – R$ 60,00

Galeria – R$ 30,00

Desconto de 50% para portadores de necessidades especiais, idosos e estudantes.

Capacidade – 2.227 lugares

Classificação etária – 5 anos

Duração – 80 minutos

Informações – (21) 2332-9191

Vendas na Bilheteria, no site Ingresso.com ou pelo telefone 21 4003-2330

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Espetáculo do Circo Social dia 19

No dia 19/12, às 19h, o picadeiro do Circo Crescer e Viver será palco para o espetáculo de fim do ano dos alunos do projeto Circo Social. A apresentação terá números de acrobacias aéreas, de solo, monociclo, perna de pau, contorção, além de um número surpresa criado e executado por alunos e alunas de 7 a 11 anos. A entrada é gratuita e a classificação é livre.

Através de uma metodologia própria, o Circo Crescer e Viver atua com a visão de se tornar referência na construção de conhecimentos e práticas inovadoras. O programa Circo Social articula, de forma lúdica, as dimensões simbólica, social e educativa das artes circenses, oferecendo à crianças e jovens de classes e comunidades populares, oportunidades educativas focadas na elevação da autoestima; fortalecimento da autonomia e no desenvolvimento da criatividade.

O Circo CRESCER E VIVER tem Patrocínio do Governo do Rio de Janeiro, da Secretaria de Estado de Cultura, da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, da Petrobras, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura, do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), da Hope Serviços, da Astem, e apoio da ABC Trust, da Rise Up & Care e da Vertical Rigging Solutions.

SERVIÇO:
Espetáculo do Circo Social
Data: 19/12 (sábado)
Horário: Às 19h
Classificação: Livre (Menores de 18 anos acompanhados dos responsáveis legais)
Local: Circo Crescer e Viver
Endereço: Rua Carmo Neto, nº 143 – Ao lado do Metrô da Praça Onze – Cidade Nova – Cidade Nova – Rio de Janeiro – RJ

“As Cantrizes” estreia em janeiro

Sinônimo de pluralidade, “As Cantrizes”, é o novo termo do meio artístico para designar atrizes que interpretam, cantam e dançam devido à moda dos grandes musicais brasileiros.

Com patrocínio dos Correios e Ministério da Cultura, idealizada por Marcelo Aouila e produção da também atriz Sônia de Paula, a série de oito shows musicais de cantoras-atrizes, sobretudo conhecidas por trabalhos em musicais de teatro, estreia no Centro Cultural dos Correios no Rio de Janeiro dia 7 de janeiro com o show de Dhu Moraes e Sandra Pêra, que trazem a alegria das Frenéticas, com as músicas que fizeram sucesso nos anos 70 e 80. 

Durante duas semanas, de quinta a domingo, até dia 17 de janeiro, sempre às 19h, outros notórios nomes como Zezé Motta, Alessandra Maestrini, Cláudia Netto, Gottsha, Soraya Ravenle, Sylvia Massari e Laila Garin sobem ao palco apresentando, cada uma, um show diferenciado.  

Para os produtores, a exemplo de Madonna, Cher, Barbra Streisand, Christina Aguilera e Jennifer Hudson, entre outras, a ideia é mostrar o trabalho dessas artistas em paralelo a suas carreias na televisão e no teatro. 

“O público poderá conferir repertórios bem ecléticos que vão dos sucessos dos anos 70 e 80 das Frenéticas com Dhu Moraes e Sandra Pêra, ao Jazz de Alessandra Maestrini, passando por uma homenagem a Luiz Melodia na voz forte de Zezé Motta. Saborear a MPB de Soraya Ravenle e Laila Garin, as trilhas dos musicais de teatro por Cláudia Netto e trilhas do cinema apresentadas na voz de Sylvia Massari. Além de dançar com os clássicos da dance music na interpretação alto astral de Gottsha.”, diz Marcelo Aouila.

Mas nem só de canções serão feitas as apresentações. A atriz Mariana Xavier, antes de cada show, conta para a plateia um pouco da vida e da carreira de cada “cantriz”.

Programação completa:
07 de janeiro – Dhu Moraes e Sandra Pera
08 de janeiro – Zezé Motta
09 de janeiro – Alessandra Maestrini
10 de janeiro – Cláudia Netto
14 de janeiro – Gottsha
15 de janeiro – Soraya Ravenle
16 de janeiro – Sylvia Massari          
17 de janeiro – Laila Garin
SERVIÇO
AS CANTRIZES
Local: Centro Cultural dos Correios
Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro – Telefone – (21) 2253-1580
Datas: 07 de janeiro – Quinta-feira – Dhu Moraes e Sandra Pera
08 de janeiro – Sexta-feira – Zezé Motta
09 de janeiro – Sábado – Alessandra Maestrini
10 de janeiro – Domingo – Cláudia Netto
14 de janeiro – Quinta-feira – Gottsha
15 de janeiro – Sexta-feira – Soraya Ravenle
16 de janeiro – Sábado – Sylvia Massari
17 de janeiro – Domingo – Laila Garin
Horário: 19h
Valor: R$ 20,00 (Inteira) e R$ 10,00 (40% dos ingressos destinados a estudantes e sênior, sujeito à disponibilidade na bilheteria). Reservaremos 20% dos ingressos para serem vendidos no próprio dia.
Bilheteria: De terça a domingo, do meio-dia às 19h.
Classificação Indicativa: 10 anos
Capacidade: 200 lugares

“A Lenda do Vale da Lua” no Oi Futuro

De 12 de dezembro a 14 de fevereiro o Oi Futuro no Flamengo recebe o espetáculo A Lenda do Vale da Lua. O clássico infantil recebe pela primeira vez uma montagem dirigida pelo autor, João das Neves, 40 anos após ter sido escrita. Misturando poesia, música, adereços e bonecos, a peça brinca com a imaginação de adultos e crianças.

O espetáculo conta a história do Boi Bumbá, a partir de uma brincadeira entre os irmãos Lúcia e Carlos e seus pais. Brincando de contar histórias, a família leva o público a soltar a imaginação. Sugerindo a interação entre a plateia e os atores, onde todos têm espaço para inventar e contribuir, A Lenda do Vale da Lua pretende mostrar que os sonhos e a criatividade não têm limites.

Com músicas originais de Chico César, a proposta do espetáculo é provocar a imaginação de pais e filhos, instigando-os ao livre o prazeroso exercício de criar: “Vocês podem ser tudo e ter todos os nomes. É só querer…”, afirma o narrador. Entre canções, cirandas, lamentos, risos, poemas, jogo de palavras, discussões e brincadeiras, A Lenda do Vale da Lua estimula as velhas brincadeiras de rodas em uma trama onde quem manda é a imaginação.

FICHA TÉCNICA

Texto e Direção: João das Neves

Músicas: Chico César

Direção Musical: Beto Lemos

Elenco: Carol Gomes, Clara Santhana, João Lucas Romero, Julie Wein, Luiz Claudio Gomes, Vicente Coelho

Cenário e Figurino: Samuel Abrantes

Assistente de Cenografia e Figurino: Rosa Ebee

Preparadora Vocal: Natália Fiche

Programação Visual e Fotos: Thiago Sacramento

Direção de Produção: Valéria Alves

Produção Executiva: Elaine CSP

Assistente de Produção: Igor Miranda

Produção: Sevla Produções

SERVIÇO

Teatro: “A Lenda do Vale da Lua”

Temporada: 12 de dezembro a 14 de fevereiro (sábados e domingos)

Local: Oi Futuro Flamengo

Endereço: R. Dois de Dezembro, 63 – Flamengo, Rio de Janeiro – RJ,

Telefone: (21) 3131-3060

Dias e horários: Sábados e domingos às 16h
Ingressos: R$ 15,00 inteira

Capacidade: 63 lugares

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre

Gênero: Infantil

A Galinha Pintadinha, em O Ovo de Novo

A Galinha Pintadinha, devido a temporada de sucesso em 2015, voltará ao Teatro das Artes, a partir do dia 09 de janeiro de 2016, aos sábados, às 17h, e domingos, às 15h e às 17h, junto com seus companheiros inseparáveis Galo Carijó, Pintinho Amarelinho, Baratinha, os Naftalinas (Baratazul e Baratotal), Borboletinha, Sr. Gavião, Dr. Peru, Enfermeira Ururubu, Galinho Quiriquiqui, boneco Pimpom, e a divertida família de Carlos Henrique, um menino muito imaginativo que gosta de contar histórias e de usar palavras difíceis.

Aborrecido com a notícia do nascimento da irmã, Carlos Henrique (Dudu Varello) faz uma retrospectiva de sua vida para tentar entender seus sentimentos. Com a ajuda da mais sinistra… mais cascuda… mais antenada… a Barata (Cássia Raquel), que canta as 15 canções que compõem o repertório musical do espetáculo, a vida de Carlos Henrique e de sua família é revista em flashbacks. Como seus pais (Nando Moretzsohn e Natasha Jascalevich) se conheceram, seu nascimento, a carinhosa relação com a sua avó. Numa brincadeira

divertida, o público também assistirá, paralelamente à história da família de Carlos Henrique, a história da família da Galinha Pintadinha (Wagner Cavalcante), Galo Carijó e do Pintinho Amarelinho que também está triste com os mimos para o OVO NOVO. Misturando recursos artísticos do circo, teatro, dança, música e animações, o musical, com patrocínio do Grupo Bradesco Seguros e sabonete Baby Dove, criado para o público infantil da primeira infância (de 0 a 5 anos) com certeza agradará a todos da família.

Com roteiro de Marcos Luporini e Juliano Prado (os criadores da Galinha Pintadinha), dramaturgia e texto final de Keli Freitas, direção de Ernesto Piccolo, coreografias de Marcia Rubin, números circenses especialmente criados por Claudio Baltar, cenários, figurinos e bonecos de Clívia Cohen, preparação de canto de Adriana Piccolo e iluminação de Maneco Quinderé, o musical GALINHA PINTADINHA EM OVO DE NOVO reúne diversas linguagens artísticas, compondo um espetáculo, lúdico e divertido. Piccolo conta um pouco sobre as novidades desse novo musical: “Quando eu dirigi o primeiro musical da Galinha Pintadinha, eu tinha como maior desafio colocar em cena, ao vivo, aquela personagem carismática e adorada, num espetáculo que tivesse o mesmo encantamento que os desenhos animados tinham. Antes da estreia nos perguntávamos como seria a reação das crianças ao encontrar frente a frente com aqueles personagens retirados dos desenhos animados. A reação das crianças não poderia ter sido melhor. Acho que conseguimos apresentar um musical que carregava a magia e o divertimento dos clipes animados criados pela dupla Marcos Luporini e Julianos Prado. “A Galinha Pintadinha, o musical” foi um sucesso estrondoso. Quando Luporini e Juliano nos procuraram no ano passado propondo a realização de um novo musical, logo me perguntei o que poderíamos trazer de novo. Gosto de desafios, não queria repetir a mesma fórmula do outro musical que dirigi. “A Galinha Pintadinha, em o ovo de novo” vem com a novidade do circo. A montagem explora as possibilidades da mistura da pantomima, música, dança e circo nos números musicais, além de apresentar uma história que vai agradar as crianças um pouco maiores. O desafio desse novo trabalho é criar um espetáculo com muitas novidades na parte musical, agradando os pequeninos, e também conquistar crianças um pouco maiores, que temos certeza vão adorar a história do Carlos Henrique e vão voltar a curtir a Galinha Pintadinha e sua turma de animais animados.”.

Partindo para a terceira produção teatral – a estreia no palco foi com o musical “A Galinha

Pintadinha, o musical”, dirigido por Piccolo, em 2012, seguido de “A Galinha Pintadinha em cadê Popó”, dirigido por Alessandra Brantes, em 2013/2014 – Marcos Luporini e Juliano Prado são grandes incentivadores da presença da Galinha Pintadinha nos palcos brasileiros. “O teatro é uma arte humana milenar. Esta capacidade que temos de, através da imaginação, nos transportarmos a outras realidades é algo mágico. Para nós, é motivo de imenso orgulho saber que, para muitas crianças, este musical da Galinha Pintadinha será a primeira experiência no teatro. É incrível ver como mesmo os bebês pequenos conseguem se conectar e viajar com a peça.” Diz Luporini. E Juliano Prado completa: “O que é delicioso nos musicais da Galinha Pintadinha é a grande festa das crianças, pais, tios e avós curtindo o teatro. É um momento muito intenso para os pequenos que, muitas vezes, estão experimentando a sensação de um espetáculo pela primeira vez. Esta nova montagem, cheia

de música como não poderia deixar de ser, conta a história de uma família que descobre a chegada de mais um bebê, no meio dos malabarismos do dia a dia. Malabarismos mesmo, executados por um elenco de 12 atores afiadíssimo, nessa montagem cheia de números circenses. É diversão garantida.”

Roteiro musical:

“Baratinha”; “Galinha Pintadinha 2”; “Pintinho Amarelinho”; “Samba Lelê”; “Lá na casa da Galinha Pintadinha”; “Se essa rua fosse minha”; “Pimpom”; “Meu sininho”; “Galinha Pintadinha 1”; “Medley de canções infantis”; “Borboletinha”; “Quem está feliz”; e as novas, do DVD 4, “Os Pintinhos Dizem Sim”; “Mamama Papapa” e “Galinha Pintadinha 4”.

Um pouco da história da Galinha Pintadinha

No dia 28 de dezembro de 2006, Juliano Prado e Marcos Luporini postaram no Youtube um vídeo infantil chamado “Galinha Pintadinha”. Esta foi a solução encontrada para apresentar o vídeo em uma reunião de produtores na qual eles não poderiam estar presentes. Seis meses depois, a surpresa: o vídeo havia virado um hit e já ultrapassava a marca de 500.000 visualizações, número expressivo para a época. Hoje os números cresceram consideravelmente. Já são mais de 2 bilhões de visualizações do canal no Youtube, mais de 3 milhões de seguidores na página do facebook, mais de 1,5 milhões de DVDs oficiais vendidos, 2 discos de diamante duplos, mais de 60 produtos licenciados. Estreou recentemente na Netflix norte-americana para ganhar a audiência infantil internacional. O serviço de streaming passou a disponibilizar 28 clipes animados nos Estados Unidos e no Canadá (13 do DVD Volume 1 e 15 do segundo) nas versões em inglês (Lottie Dottie Chiken) e espanhol – que foi criada a partir de uma experiência dos produtores e hoje configura o canal La Gallina Pintadita no YouTube, registrando quase um bilhão de visualizações. O conteúdo hispânico também já é exibido pela Netflix latino-americana com enorme sucesso. E agora estão entrando com produção teatral no México, Chile e Peru, com propostas também para Argentina e Uruguai, todas em coprodução com produtoras locais.

O sucesso da Galinha Pintadinha

O projeto da série infantil Galinha Pintadinha, que resgata canções infantis populares e apresenta em pequenos clipes de animações em 2D vem agradando crianças entre 0 e cinco anos que repetem “de novo” assim que termina, assistindo incessantemente cada um dos desenhos animados. Além do sucesso com os pequeninos, as mamães e papais agradecem a existência da Galinha Pintadinha: “– Oba! O bebê está vendo a Galinha Pintadinha, vou aproveitar para comer alguma coisa, tomar um banho rápido, ler um livro! Ficar com as pernas para o ar!…”. A Galinha Pintadinha é a garantia de alguns momentos de paz e tranquilidade para mamães e papais exaustos.

Ficha Técnica

Roteiro: Marcos Luporini e Juliano Prado

Dramaturgia e texto final: Keli Freitas

Direção: Ernesto Piccolo

Elenco: Cássia Raquel (Barata) / Dudu Varello (Carlos Henrique) / Nando Moretzsohn (pai) / Natasha Jascalevich (mãe) / Wagner Cavalcante (Galinha Pintadinha)/ Leonardo Freitas (Galo Carijó) / Giovana Vitorino (Pintinho Amarelinho e Boneco Marionete) / Helena Heizer (Naftalina, Diva Rosa e Avó) / Laura Faleiros (Borboletinha, Diva Verde e Boneco Mola) / Raíra Yuma (Borboletinha, Gavião, Enfermeira Urubu, Boneca Ninja) / Samuel Rottas (Galinho Quiriquiqui, Pintinho Novo, Boneco Robô) / Ton Carvalho (Naftalina, Diva Vermelha, Dr. Peru)

Coreografias: Marcia Rubin

Criações Circenses: Claudio Baltar

Cenários, Bonecos, Figurinos: Clívia Cohen

Iluminação: Maneco Quinderé

Preparação Vocal e Canto: Adriana Piccolo

Assistente de direção: João Maia

Assistente de coreografia: Maíra Maneschy

Designer gráfico: Eduarda de Aquino e Marina Kelson

Assessoria de imprensa: Daniella Cavalcanti

Equipe de produção: Renata Monteiro de Barros e Rose Gomes

Captação de Patrocínios: Renata Borges Pimenta / Leila Garcia e Jorge Abreu (ON TIME)

Direção de Produção: Dadá Maia

Patrocínio Bradesco Seguros e Baby Dove através da Lei Rouanet

Uma Coprodução de Bromélia Produções e Expressão Piccolo Produções

Serviço

Temporada: 09 de janeiro a 20 de março de 2016

Local: Teatro das Artes (Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52/2º piso)

Horário: sábados, às 17h, e domingos, às 15h e 17h (Não haverá apresentação nos dias 06 e 07 de fevereiro)

Gênero: musical infantil

Classificação indicativa: Livre para todas as idades

Ingressos: R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia)

Duração: 50 minutos

Clientes Bradesco Seguros têm 30% de desconto Vendas online: http://www.ingresso.com

Informações: (21) 2540-6004

Bilheteria: de segunda a sábado. das 15h às 20h, e domingo, das 14h às 20h

Lotação do teatro 421 lugares

Show {RIANTE!} no SESC Madureira

Circo da Silva, criado e dirigido pela gaúcha Paula Preiss e o chileno Arturo Cussen, apresenta o show {RIANTE!} no SESC Madureira. A apresentação faz parte da turnê do cd homônimo, autoral e bilíngue, inspirado no mundo circense.

Em todas as músicas do espetáculo a criança se surpreende com a mistura de ritmos e com a aparição de elementos extramusicais, como brinquedos e efeitos especiais. Em cena a banda interage com o público através de personagens engraçados entre eles a Cabelereira Estrangeira, o Homem-Girafa e Homem-Bunda, além de vários números circenses e coreografias.

{RIANTE!} proporciona às crianças um contato divertido com o idioma espanhol, criando um diálogo entre as línguas irmãs como por exemplo na faixa “Moviendo Mexendo”. Com uma coreografia animada os artistas estimulam todo o público a fazer exercícios com o corpo ao mesmo tempo que ensinam à criançada partes do corpo humano em espanhol.

A banda do Circo da Silva é formada pela palhaça-cantora UltraVioleta (Paula Preiss), pelo guitarrista-super-herói HomemBunda (Arturo Cussen), pelo baterista-molusco SiriLanka (Reubem Neto), a equilibrista Azulita (Júlia Guerra) e o malabarista Girafo (Antonio Marrache).

{RIANTE!} foi gravado em 2011 e conta com a participação de grandes nomes da cena musical latino-americana, como o legendário pianista uruguaio Hugo Fattoruso e os cantores Juan Ayala (Chile), Alexis Graterol (Venezuela), Rita Beneditta (Ribeiro) e Mariana Baltar (Brasil). O álbum conta ainda com vozes infantis na faixa “Meu sonho é voar”. “Queria um coro com vozes reais de crianças porque essa música foi feita durante uma oficina com elas. Gravamos numa sala de aula da Sá Pereira, colégio em Botafogo, no Rio de Janeiro, e ficou ótimo”, conta Arturo Cussen, músico chileno radicado no Rio há oito anos.

Entre as faixas do {RIANTE!} se destacam: “Ovo (=) Huevo” super divertida e brinca com algumas das maneiras de se comer um ovo: cozido, mexido e frito, que aqui viram forró, samba e heavy metal. Já a faixa-título “{RIANTE!}” é a musicalização de um poema criado com palavras inexistentes que descrevem fatos e situações verídicas na história da banda. Em tempos tão voltados ao bem estar, as canções “(En)Salada Blues” e “Explo%ˆ&*!” convidam a refletir sobre as vantagens de ter uma boa alimentação.

 

{RIANTE!} é um espetáculo-show que não subestima a criança, oferecendo a ela entretenimento de qualidade.

 

Link: http://youtu.be/r3gNAEkwotI

 

Autoria e direção do show: Paula Preiss

Músicos: cantora UltraVioleta (Paula Preiss), guitarrista HomemBunda (Arturo Cussen), baterista SiriPolvo (Reubem Neto)

Acrobatas: equilibrista Azulita (Júlia Guerra) e o malabarista Girafo (Antonio Marrache)

Diretora de Produção: Valéria Martins

Produtora executiva: Cida de Souza

Contra-regra e operador de som: William Sousa

 

SERVIÇO

Data: 13 de Dezembro

Horário: 16h

Local: SESC Madureira – Quadra

Endereço: R. Ewbank da Câmara, 90 – Madureira
Ingressos: R$ 5 (assoc. Sesc) R$ 10 (estudante, idoso) R$ 20 (usuário)

Capacidade: 800

Duração: 50 minutos

Classificação: livre

Gênero: Circo e música

“Era para ser um stand up” no Cândido Mendes

Com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura/Lei Estadual de Incentivo à Cultura, a montagem que tem direção de Wendell Bendelack e traz Victor Lamoglia, ator do segundo maior canal brasileiro de humor na internet, Parafernalha e Thati Lopes, integrante de Porta dos Fundos, fica em cartaz quartas e quintas-feiras, 21h, até o dia 28 de janeiro.

A trama apresenta o embate entre Lelê (Victor Lamoglia), um funcionário de um banco de investimentos que em seu tempo livre apresenta um show de stand up de humor forte e ácido sobre a vontade masculina de fazer sexo anal, e Rossana (Thati Lopes), uma atriz romântica dos textos clássicos e defensora de seus ideais de esquerda.  

O texto de Pedro Henrique Vasconcellos joga com a polarização política em que estamos vivendo, com o debate sobre o stand up comedy ser ou não teatro, e com uma abordagem surrealmente engraçada sobre esse peculiar desejo sexual masculino.  

“Atualmente, a comicidade ácida é um tipo de humor transgressor que se manifesta mais fortemente na internet, nossa ideia foi transportá-la, através do texto hábil de Pedro Henrique, para os palcos.” Wendell Bendelack

Wendell Bendelack, diretor – Ator, diretor e dramaturgo formado pela Casa das Arte de Laranjeiras (CAL). No ar em Totalmente Demais, produziu e dirigiu a peça Surto, que ficou mais de sete anos em cartaz. Escreveu e atuou no espetáculo Novela Brasil, uma sátira homenageando a teledramaturgia nacional, que originou de uma série de vídeos na web com o mesmo nome em parceria com o canal Parafernalha. No mesmo ano, dirigiu José Alessandro no show de humor solo M – Os melhores personagens de todos os tempos (que puderam vir a esse show) e Israel Linhares no solo de humor Eu sou eles. Como ator, trabalhou também nos espetáculos Mamãe não pode saber (2010), texto e direção de João Falcão e O incrível segredo da mulher macaco (2011), texto e direção de Saulo Sisnando; nas novelas Malhação (2012), Amor eterno amor (2012) e Insensato coração (2011); nos longas metragens A máquina (2005), de João Falcão e Meu nome não é Johnny (2008), de Mauro Lima; dentre diversas outras participações em séries, filmes e peças de teatro.

Pedro Henrique Vasconcellos, autor – Jovem autor de Os Famosos Alcântaras e Liberal Stand Up, ambos em fase de produção. É também o criador do seriado Enjambrados, em fase de pitching  para produtoras e canais, e story editor do seriado Noir, em fase de pré-produção do episódio piloto. Fundador da empresa Telogos Entretenimento em agosto de 2012,  possui o curso Produção Cultural e Desenvolvimento de Projetos, realizado no Laboratório Estação, com o professor Julio Augusto Zucca. Também possui os cursos Scriptdoctoring – 1 semestre de laboratório de criação de roteiro supervisionada, do professor José Carvalho e Design da Estrutura Narrativa Cinematográfica: Roteiro, de Monica Frota.

Thati Lopes, atriz e cantora com extensa participação em novelas e seriados. Recentemente viveu a polêmica Jussara em Boogie Oogie, da Rede Globo. No teatro iniciou a carreira aos 10 anos, aos 13 ganhou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Teatro ARK X de Niterói. Destacou-se como a protagonista Gabi do musical Tudo por um pop star e integrou o elenco de espetáculos consagrados como Confissões de adolescentes, O meu sangue ferve por você e Se eu fosse você – o musical. Atualmente integra o elenco fixo do Porta dos Fundos.

Victor Lamoglia, ator do segundo maior canal brasileiro de humor na internet, Parafernalha. Atualmente está fazendo algumas apresentações pelo Brasil com a peça de improviso Deu branco – cenas improvisadas, filmando os longas metragens Minha família e Se a vida começasse agora e gravando o programa Treme Treme para o Multishow. Seu último trabalho na televisão foi como Agostinho mais novo, na última temporada do programa A grande família. Estava no ar com alguns comerciais como do Jornal Extra e da lanchonete Bob’s Burguer, dentre outras ações publicitárias como Gillette, Trident, Arcor e Medita.

SINOPSE:

Lelê e Rossana vivem às turras desde a primeira vez que se encontraram, mas não vai ter rixa entre stand-up e teatro, visões de mundo diferentes ou piadas que vão impedir a afinidade entre os dois.

Ficha técnica

Texto: Pedro Henrique Vasconcellos

Elenco: Thati Lopes e Vitor Lamoglia

Direção: Wendell Bendelack

Iluminação: Walace Furtado

Trilha sonora: Tarso Gusmão

Programação visual: José Alessandro

Direção de Produção: Renata Campos

Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias

SERVIÇO

Era pra ser um Stand Up

Estreia: 06 de janeiro

Horário: Quartas e quintas-feiras – 21h

Temporada: 06 de janeiro a 28 de janeiro de 2016

Local: Teatro Cândido Mendes

Endereço: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema Telefone (21) 2523-3663

Classificação: 14 anos

Gênero: Comédia romântica

Preço: R$ 40,00 (Inteira) e R$20,00 (Meia Entrada)

Duração: 60 minutos

Capacidade: 103 lugares