Deixa Clarear, Musical Sobre Clara Nunes

Depois de rodar por vários palcos do Rio de Janeiro, “Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” chega ao Espaço Furnas Cultural, onde faz seis apresentações, de 6 a 15 de novembro, de sexta a domingo, com entrada franca.  O espetáculo começou sem pretensão e sem patrocínio, com temporada discreta no Teatro Café Pequeno, no Leblon. Aos poucos foi conquistando o público e espaços, passando pelos mais importantes palcos cariocas, incluindo o tradicional Teatro João Caetano, onde fez duas temporadas de sucesso.

“Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” conta com a direção de Isaac Bernat, texto de Marcia Zanelatto e direção musical de Alfredo Del Penho. Tem como intérprete a atriz Clara Santhana, idealizadora do projeto e apaixonada pela obra da cantora mineira. O espetáculo é o encontro das duas Claras: a atriz e a cantora.  Durante os 75 minutos de duração, o musical apresenta fases da carreira e da vida de Clara Nunes e tem como ponto alto a música, que atua como uma extensão da cena.  Estão lá clássicos da cantora, como “O canto das três raças” (Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte) e “Na linha do mar”(Paulinho da Viola), “Morena de Angola” (Chico Buarque), “Um ser de luz” (João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte) e “O mar serenou” (Candeia), entre outras.  O espetáculo mistura música e poesia para contar, de forma delicada, um pouco da trajetória de Clara Nunes, com o objetivo de incentivar a juventude a valorizar a música brasileira e suas raízes genuínas. “Nossa ideia é apresentar o legado de Clara Nunes para as novas gerações”, explica Clara Santhana. A atriz se apresenta acompanhada da banda formada por Michel Nascimento (percussão), Bidu Campeche (percussão/ cavaquinho), Felipe Rodrigues (violão) e João Gabriel (flauta/sax).

SERVIÇO:

Deixa Clarear, Musical Sobre Clara Nunes

Dias 6, 7 8, 13, 14 e 15 de novembro de 2015

Horário: sextas e sábados às 20h; e domingos, às 19h

Local: Espaço Furnas Cultural

Endereço: R. Real Grandeza, 219 – Botafogo

Telefone: (21) 2528-5166

Entrada franca / ingressos distribuídos nos dias do espetáculo, a partir das 14h

Capacidade:170 lugares

Já fomos, veja só! Também já demos uma palavrinha com Clara Santhana!

“War” em única apresentação no Teatro Poeira

Um simples jogo de tabuleiro pode deflagrar confrontos entre três casais de amigos. Dados lançados, territórios conquistados, exércitos a postos. Começam, então, o jogo, a guerra, ou melhor, a peça “War”, mais uma parceria da dramaturga Renata Mizrahi e do diretor Diego Molina na Cia Teatro de Nós, que comemora 10 anos em 2015. Depois de temporadas de sucesso no Sesc Tijuca em agosto e no Teatro Sesi do Centro em setembro, o espetáculo terá apresentação única no Teatro Poeira, em Botafogo, no dia 16 de novembro, segunda-feira, às 21h.

“WAR” parte do famoso jogo de tabuleiro, cujo objetivo é a conquista de territórios, para falar de uma geração de moradores do Rio de Janeiro frustrados e desorientados diante de suas realidades financeira, profissional e emocional. Com humor ácido e diálogos dinâmicos, a peça descreve os desdobramentos da crise econômica da cidade e das dificuldades para a classe média para se manter. A peça também retrata o delicado momento econômico da cidade, onde a alta dos preços, a dificuldade de manter um apartamento na Zona Sul e a pressão por uma boa qualidade de vida, dificulta os relacionamentos amorosos e potencializa o abismo e as frustrações dos personagens. Assim, durante a partida, os amigos travam confrontos interpessoais, revelando seus traumas, personalidades, frustrações e desejos. No elenco, estão os atores Camilo Pellegrini, Clara Santhana, Fabrício Polido, Natasha Corbelino, Ricardo Gonçalves e Verônica Reis.

Com WAR, Renata Mizrahi – Prêmio Shell de Melhor Texto em 2014, por Galápagos – e Diego Molina dão continuidade a um trabalho de investigação teatral que começou há quase uma década. “A peça surgiu da observação do comportamento das pessoas ao jogarem War. Gosto de focar a dramaturgia nos diálogos e na construção de personagens com suas angústias, medos e subjetividades. Um recorte de tempo. Para mim, essa é a peça perfeita para a volta da minha parceria com o Diego Molina. São 10 anos em que  acompanhamos o nosso amadurecimento profissional e pessoal”, explica Renata. “Queremos que o público se sinta participando dessa noite intensa em que um grupo de amigos se junta para refletir sobre suas vidas e suas relações. Que sinta um pouco dos diversos sentimentos que afloram durante a disputa do jogo, regada a bebida e muita espontaneidade. É, sem dúvida, um grande trabalho de Renata Mizrahi, em sua melhor fase desde que fundamos a Cia Teatro de Nós”, complementa Molina.

SINOPSE

Três casais de amigos se reúnem para jogar o famoso jogo de tabuleiro “War”. Mas o que era para ser um divertido encontro de velhos amigos põe à tona a dissimulada competição que existe entre eles. Aos poucos, cada um vai revelando seus desejos e frustrações em relação a suas realidades financeira, profissional e amorosa, até que se veem obrigados a fazerem escolhas essenciais para saírem das condições em que se encontram.

FICHA TÉCNICA:

Texto e trilha sonora: Renata Mizrahi

Direção e concepção cênica: Diego Molina

Elenco: Camilo Pellegrini, Clara Santhana, Fabrício Polido, Natasha Corbelino, Ricardo Gonçalves e Verônica Reis

Figurinos: Patrícia Muniz

Iluminação: Anderson Ratto

Cenário: Lorena Lima

Visagismo: Diego Nardes

Assistente de direção: Carolina Godinho

Fotos: Ananda Campana e Renato Mangolim

Programação visual: IviSpezani

Intérpretes de Libras: JDL Acessibilidade na comunicação

Direção de produção: Maria Alice Silvério

Produção e Realização: Companhia Teatro de Nós

 

SERVIÇO:

Teatro Poeira – Rua São João Batista, 104 – Botafogo – Rio de Janeiro

Tel: (21) 2537-8053

Dia 16 de novembro, segunda-feira, às 21h

Valor: R$20 (inteira) / R$10 (meia)

Classificação indicativa: 12 anos

Duração do espetáculo: 90 minutos

Capacidade: 130 lugares

CURRÍCULOS

Companhia Teatro de Nós – Criada em novembro de 2005, a companhia é formada por Renata Mizrahi, Diego Molina, Elisa Pinheiro, Anderson Ratto, Bruno Perlatto e Maria Alice Silvério. O Teatro de Nós realizou sete espetáculos, apresentou diversas leituras dramatizadas e cenas curtas, promoveu mostras de teatro e ministrou dezenas de oficinas por todo o país. Os últimos trabalhos de destaque foram os espetáculos “Bette Davis e a máquina de Coca-Cola”, o premiado infantil “Joaquim e as estrelas” e a série de oficinas da “Maratona com o Teatro de Nós”. www.teatrodenos.com

RENATA MIZRAHI – autora

Formada Pela UNIRIO, integra a companhia Teatro de Nós, é vencedora do Prêmio Shell, por “Galápagos”. Ganhou os prêmios Zilka Salaberry de Melhor Texto em 2012 e 2010, pelas peças “Coisas que a gente não vê” e “Joaquim e as estrelas”. Foi indicada aos prêmios Shell 2015 de melhor texto por “Galápagos” e ao Prêmio Cesgranrio por Galápagos e “Silêncio!”. Por “Silêncio!” também foi indicada a melhor texto FITA 2014 e ao Prêmio Botequim Cultural. Em 2013, foi indicada ao Prêmio FITA 2013 de Melhor Texto pela sua peça adulta “Os sapos.” Renata ainda foi indicada ao Prêmio Zilka Salaberry 2013 pelo texto “Nadistas e tudistas”, com direção de Daniel Herz. Outras peças encenadas: “Bette Davis e a Máquina de Coca-Cola”, direção de Diego Molina, “O Jardim secreto”, direção de Rafaela Amado e Mariah Stuart; “Momo e o senhor do tempo”, direção de Cristina Moura; “Nada que eu disser será suficiente até que o sol se ponha”, direção de Diego Molina (2006-2008); “Um dia Anita” (com Julia Spadaccini), direção de Diego Molina, entre outras.

DIEGO MOLINA – diretor e cenógrafo

Diretor de teatro, dramaturgo e roteirista. Formado em Artes Cênicas (Direção Teatral) pela UNIRIO, é mestre em teatro pela mesma instituição. Vencedor do Prêmio Shell, em 2012, na categoria especial junto com a Cia. Alfândega 88, pela ocupação do Teatro Serrador. Entre seus principais trabalhos como diretor encontram-se os espetáculos “Bette Davis e a máquina de Coca-Cola”, de Jô Bilac e Renata Mizrahi (2012); “Os trabalhadores do mar”, da obra de Victor Hugo (2012); “Joaquim e as estrelas”, de Renata Mizrahi (2010-2011). É autor e o organizador do livro “Cena Impressa”. Em 2010, foi indicado, junto com o grupo Os inclusos e os sisos, ao Prêmio Faz Diferença, na categoria Megazine. Atualmente, é autor roteirista da Rede Globo e jurado do Prêmio Zilka Salaberry.

 VERÔNICA REIS – atriz

Atriz fundadora da Cia. Atores de Laura desde 1992, sob a direção de Daniel Herz, onde fez escola e participou de 15 espetáculos com o grupo, dentre eles os mais recentes: ”Enxoval” (2010), “Adultério” (2011) e “Absurdo” (2012). Seus outros trabalhos em teatro são: “Viagem ao Centro da Terra” (2000 – direção de Ricardo Karman) e “Brutal” (2003 – texto de Mário Bortolloto e direção de Paulo Hamilton), “Os Sapos” (2013 – texto de Renata Mizhari e direção da mesma com Priscila Vidca). Por esse trabalho, ganhou o Prêmio FITA 2013 de melhor atriz. No cinema, atuou nos longas “Disparos” (2013), com direção de Juliana Silveira, “Cilada” (2012), direção de José Alvarenga, “O filho predileto” (2001), direção de Walter Lima Jr. Na televisão, atuou no sitcom “Quase anônimos” (2009), do Canal Multishow e na macrossérie “Tecendo o saber” (2005), do Canal Futura. Desde 2005, é diretora da oficina de teatro do sistema FIRJAN, sob a supervisão-geral de Daniel Herz.

CAMILO PELLEGRINI – ator

Formado em Direção Teatral pela UNIRIO. Escreveu e dirigiu as peças: “Amélia, Adormecida”, “Caminhos de Sangue”, “Madrasta”, “Amores de Sabrina”, “Brecht Morreu”, “Filhas de Betty D.” e “Gênesis dos novos deuses”. Dirigiu “Jogos na Hora da Sesta”, de Roma Mahieu; “A Casa de Bernarda Alba”, de Lorca, entre outros. Sua autoria mais expressiva foi “Brecht Morreu”, peça bilíngue, homenagem a Bertolt Brecht, encenada no Espaço Sesc, com atores brasileiros e alemães. “Caminhos de Sangue” foi traduzida para espanhol, francês e alemão e publicada em Córdoba e em Berlim. Como ator, seus principais trabalhos foram: Riscado (longa de Karine Teles e Gustavo Pizzi – 2010 – indicado a melhor ator em Gramado), Discursos (Espaço Sesc – Fábio Ferreira – 2005), Trilogia de Oscar Saraiva (Esquece, Tudo Isso Agora, Não Perturbe – 2006 a 2009), entre outros. Há alguns anos, trabalha como roteirista para a Record e escreveu em seis novelas e três séries. Assinou seis episódios da série Milagres de Jesus.

CLARA SANTHANA – atriz

Formada em Interpretação na UNIRIO. Idealizou o projeto “Deixa Clarear, Musical Sobre Clara Nunes”, direção de Isaac Bernat, com o qual vem se apresentando como atriz e cantora em importantes teatros do Rio de Janeiro, como João Caetano, Teatro das Artes e Imperator. Em 2010 apresentou a performance “Oxum, Daughter of Waters”, em centros culturais de Tallin (Estônia). No teatro, atuou nos musicais “Marias Brasilianas”, direção de Denise Mendonça, “Noel, Feitiço da Vila”, direção de Edio Rodrigues e no infantil “No Jogo do Caipora, Curupira Joga Agora”, direção de Demétrio Nicolau. Produziu e atuou na peça “Profetas da Chuva”, com supervisão artística de Nara Keiserman. Integrou o Coro Cênico Em Bando Canto, sob regência de Jonas Hammar. Integra o elenco de “Lili, Uma História de Circo”, que também tem direção de Isaac Bernat e texto de Lícia Manzo. Está previsto para o final do ano de 2015 o longa “Turbulência” que Clara participou, com roteiro de Arthur Vinciprova.

NATASHA CORBELINO – atriz

“Os Sapos”, de Renata Mizrahi, Sede das Cias e Circuito SESC 2014, “As Três Irmãs”, direção Morena Cattoni, 2014. “Plath: um mar se move em meus ouvidos”, direção Ana Lucia Torre, texto Maurício Arruda Mendonça, patrocínio Prefeitura do Rio FATE, no Instituto de Psiquiatria UFRJ 2012. “Homens Gordos de Saia”, de Nicky Silver, direção Morena Cattoni. Teatros IBAM, Gláucio Gill, Raul Cortez e Ziembinski e Circuito Estadual das Artes, patrocínio Governo do Estado RJ. 2009/10/11. “Uma Janela Em Copacabana”, de Luiz Alfredo Garcia-Roza, direção José Joffily, patrocínio Caixa Cultural, 2008. “A Incrível Bateria”, textos de Ruy Castro, LF Veríssimo, direção Nara Keiserman. Teatros Café Pequeno, IBAM, Miguel Falabella, patrocínio Prefeitura do Rio/FATE, 2008. “Maratona Quintana”, direção Regina Miranda, patrocínio CCBB, 2006 e Funarte, 2007. “O Narrador”, vários autores. “Atores Rapsodos”, direção Nara Keiserman, patrocínio Caixa Cultural e Prefeitura do Rio/FATE. Espaço Sesc, CCJF, Caixa Curitiba, 2005/06.

FABRÍCIO POLIDO – ator

Ator, produtor e palhaço, formado pela Universidade Estadual de Londrina/PR em Artes Cênicas, bacharel em Interpretação. Fez parte da equipe do projeto “Dulcina Abre o Pano”. Alguns espetáculos: “Os Sapos” – texto de Renata Mizrahi; direção de Renata Mizrahi e Priscila Vidca; “Navegar é preciso”, da obra de Fernando Pessoa, direção de Delson Antunes e supervisão de Camila Amado; “Anjo Malaquias”, da obra de Mário Quintana, direção de Delson Antunes e supervisão de Camila Amado; “Era uma vez… Grimm” – musical de José Mauro Brant e Tim Rescala, direção de José Mauro Brant e Sueli Guerra; “Quem quer comprar?”, livremente inspirado em textos de Caio Fernando Abreu, Carlos Heitor Cony, Heiner Muller e Bernard Marie Koltès, direção de Camilo Pellegrini; “Madame Blavatsky”, de Plínio Marcos, direção: Jefferson Primo (CPT /Antunes Filho – SP); “Saber viver nos dias que correm”, texto de Clarice Lispector e Caio Fernando Abreu, direção de José Mauro Brant.

RICARDO GONÇALVES – ator

Natural do Rio de Janeiro, tem 36 anos, e 17 dedicados às artes cênicas. Começou no curso de iniciação teatral no teatro Artur Azevedo, com o Professor Mário de Oliveira, em Campo Grande, subúrbio carioca. Após o término do curso matriculou-se na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), mas sem conseguir terminar toda escola, se formando então na Escola Estadual de Teatro Martins Pena, onde conheceu a professora Elza de Andrade que o levou para sua companhia, Confraria da Paixão, realizando três espetáculos: “A farsa da Boa Preguiça”, “A História de amor de Romeu e Julieta” e “Vem buscar-me que ainda sou teu”. Quando a companhia se desfez, passou a trabalhar por conta própria, participando de mais de 20 espetáculos teatrais, trabalhos em TV, propagandas e cinema. Atualmente, está em cartaz no Rio de Janeiro com “Os Sapos” e participa do trabalho de formação de plateia com o público infanto-juvenil, no Centro Cultural da Light.

“Radiofonias Brasileiras”

A partir de 06 de novembro, o Teatro Alcione Araújo, da Biblioteca Parque Estadual, recebe a montagem inédita de “Radiofonias Brasileiras”, primeiro musical do consagrado dramaturgo Bosco Brasil (“Novas diretrizes em tempos de paz”), dirigido por Diego Molina (“War”). Um espetáculo que mistura rádio e teatro, com transmissão sonora ao vivo pela internet, através do site do espetáculo e do portal da Rádio Nacional. No elenco, Reinaldo Gonzaga, Adriana Seiffert, Alessandro Brandão, Luciana Bollina, Maíra Lana, Pedro Lima, Thiago Guerrante e Zé Mauro Brant, que se dividem entre vários personagens, são acompanhados dos músicos – Antonio Ziviani, Breno Góes, Felipe Ridolfi e Pedro Leal David, integrantes da Banda Hétera (“Cabaré Foguete”). E, na equipe técnica, nomes experientes como Tato Taborda (direção musical), Aurélio de Simoni (luz), Colmar Diniz (figurinos), Aurora dos Campos (cenário) e Maria Alice Silvério (direção de produção).

O musical conta a história de Amílcar Maranhão (Reinaldo Gonzaga), um popular autor de rádio novelas, que depois da morte é recebido pelo Diabo (Maíra Lana) e, juntos, relembram alguns momentos marcantes de sua passagem pela Terra. O enfoque se dá sobre o auge de sua carreira, nos últimos anos da Rádio Nacional, no Rio de Janeiro. Durante os momentos de tensão que antecedem o golpe de 1964, Amílcar e sua trupe de rádio atores gravam os últimos capítulos de “O Palácio dos Destinos”, uma radionovela repleta de elementos rocambolescos e muito suspense.

A peça se passa entre os anos de 1963 e 1973 e aborda os dilemas e consequências do envolvimento dos artistas contra ou a favor da ditadura militar. Radiofonias Brasileiras se utiliza de um pano de fundo histórico para criar uma trama fictícia sobre os bastidores de uma rádio, que além de inserida num contexto político bastante radical, ainda precisa dar conta do forte avanço da concorrência da televisão.

Com altas doses de humor e fantasia, o musical, sob a direção musical de Tato Taborda, também faz releituras de importantes músicas da época, como “Eu e a brisa”, Johnny Alfa; “Wave”, Tom Jobim; “Casaco Marrom”, Guttemberg Guarabyra, Danilo Caymmi e Renato Correa; “Marginália 2”, Gilberto Gil e Torquato Neto; “Parque Industrial, Tom Zé; e “Ave Maria dos Namorados”, dando outros significados às canções originais, que foram interpretadas por Moacir Franco, Evinha, Taiguara, Tom Zé, entre muitos outros. A direção artística do espetáculo é assinada por Diego Molina, que junto com Bosco Brasil, comemoram este ano 10 anos de parceria, realizando trabalhos em teatro, tevê e cinema.

SOBRE O TEATRO ALCIONE ARAÚJO – BIBLIOTECA PARQUE ESTADUAL

O TEATRO ALCIONE ARAÚJO é um espaço multimídia para teatro, música, dança e eventos, com 195 lugares, instalado dentro da Biblioteca Parque Estadual. Projetado pelo arquiteto José Dias, o espaço modular, com 250 m² e que conta com o foyer revestido de azulejos assinados pelo Coletivo Muda, recebe peças de teatro para adultos e crianças, espetáculos de dança, performances visuais, musicais e leituras cênicas.

Romancista, ensaísta, contista, cronista, dramaturgo, roteirista e colunista de jornal, o mineiro Alcione Araújo nasceu em 1945, em Januária, Minas Gerais. Desde 1976 reside no Rio de Janeiro. Pós-graduado em Filosofia e Estética, foi professor da UFMG e UFRJ. Dos sucessos no palco à primorosa estreia como romancista, Alcione Araújo seguiu cavando águas e desenterrando memórias. Em 2011 lançou, pela Editora Record, o romance Ventania e o livro de crônicas Cala a Boca e me Beija e pela Civilização Brasileira, seu último texto teatral, Deixe que Eu Te Ame, que só foi encenado após a sua morte.

“Quando decidimos homenagear o dramaturgo e diretor Alcione Araújo, dando seu nome ao teatro da recém-inaugurada Biblioteca Parque Estadual, estávamos nos comprometendo a criar uma programação antenada com o pensamento dele. É um desafio e tanto, decerto, mas que aceitamos com honra. A visão de Alcione – nas palavras de outro grande das artes cênicas brasileiras, Domingos de Oliveira, um autor de “dramaturgia audaciosa” – permeia a proposta curatorial de ocupação do teatro, aberto à experimentação e à inovação, onde o que acontece no palco ajuda a promover um debate sobre o futuro da nossa sociedade. Tudo a ver com o papel fundamental da BPE – e de toda nossa rede de bibliotecas parque – na formação cultural de uma sociedade e no futuro desta sociedade. Porque estes são espaços de inclusão, cidadania e transformação social. O Teatro Alcione Araújo dialoga com o significado mais profundo dessa biblioteca, que é justamente o de abertura, possibilidade, alargamento de horizontes. Bem-vindos a ele.”. (Adriana Scorzelli Rattes – Secretária de Estado de Cultura)

PARCERIA BOSCO BRASIL E DIEGO MOLINA

Trabalhando juntos desde 2005, a dupla realizou diversos trabalhos em teatro, televisão e cinema. Este ano completam 10 anos de parceria com a realização do musical inédito Radiofonias Brasileiras, com texto inédito de Bosco e direção geral de Diego. É o primeiro musical da dupla. Alguns trabalhos:

TEATRO

– Ciclo Bosco Brasil de Leituras Dramatizadas (2015). Na Casa da Gávea. 4 textos de Bosco, com produção de Diego. Leitura do inédito Longe da Vista Chinesa, com direção de Diego.

– A menina do kung fu (2010). Texto infantil inédito de Diego com supervisão de Bosco.

– O espião que nós amamos (2008). Texto da dupla, ainda inédito.

– Ninguém mais vai ser bonzinho (2007). Texto de Diego com supervisão de Bosco.

TELEVISÃO

– Dependentes (2014-2016). Seriado em desenvolvimento através do PRODAV. Roteiro de Bosco com colaboração de Diego.

– Noite de arrepiar (2013). Especial de fim de ano da Record. Roteiro de Bosco com colaboração de Diego.

CINEMA

– Oficina de roteiro com Bosco Brasil (2015). Oficina realizada na Caixa Cultural RJ, com produção de Diego.

– Floresta profunda (2014). Longa-metragem ainda inédito.

BOSCO BRASIL

Dramaturgo, autor de novelas, roteirista e diretor de teatro, é considerado um dos nomes mais importantes do audiovisual e da dramaturgia nacional. Escreveu dezenas de novelas, seriados e especiais para tevê, como “Conselho tutelar”, “Tempos modernos”, “Bicho do mato”, “Castelo Rá Tim Bum”, “Anjo mau” e “As pupilas do senhor reitor”. Escreveu peças premiadas como “Novas diretrizes em tempos de paz”, “Cheiro de chuva”, “Budro”, “Blitz”, “O acidente”, “Corações encaixotados”, entre outras. É responsável pela formação de inúmeros autores do movimento da Nova Dramaturgia Carioca. É roteirista do filme “Tempos de paz”, dirigido por Daniel Filho, e foi um dos escritores brasileiros convidados para o Salão do Livro em Paris este ano.

DIEGO MOLINA

Diretor de teatro, dramaturgo, roteirista, ator e cenógrafo. Formado em Direção Teatral e Mestre em Teatro pela UNIRIO. Entre seus principais trabalhos como diretor encontram-se os espetáculos War, de Renata Mizrahi; Bette Davis e a máquina de Coca-Cola, de Jô Bilac e Renata Mizrahi; Os trabalhadores do mar, da obra de Victor Hugo, com a Cia. Alfândega 88; e o premiado Joaquim e as estrelas. Como autor escreveu Pequenos Poderes, Ninguém mais vai ser bonzinho, entre outras peças. É o criador do livro Cena Impressa. Fez parte da Ocupação do Teatro Serrador, vencedora do Prêmio Shell 2012 na Categoria Especial. Em 2010, foi indicado, junto com o grupo Os inclusos e os sisos, ao Prêmio Faz Diferença, na categoria Megazine. É ainda jurado do Prêmio Zilka Salaberry e autor-roteirista contratado da Rede Globo.

REINALDO GONZAGA (Ator de teatro, TV e cinema)

Teatro: ‘Esperando Godot’, ‘Beijo no Asfalto’, ‘O massacre’, ‘Os inconfidentes’, ‘O assaltoim’, ‘Chiquinha Gonzaga’, ‘Doce Pássaro da Juventude’, ‘Galileu Galilei’, ‘O baile de máscaras’, ‘O melhor dos pecados’, ‘Black-out’, ‘O amigo oculto’, ‘Conduzindo Miss Dayse’, ‘Othelo’, ‘A histpioria e uma historia’, ‘Encontro com Antonio Maria’, e ‘A nossa voz’.

Filmes: ‘Os noivos’, ‘Os amores da pantera’, ‘Caso Cláudia’, ‘Consórcio de Intrigas’, e ‘Negócio Fechado’.

Especiais: ‘O Inimigo do Povo’, ‘Mirandolina’, ‘Grande Sertão Veredas’, ‘Chica da Silva’, ‘Marquesa dos Santos’, ‘A lei e o crime’, e ‘Programa de Domingo’.

Novelas: ‘A próxima atração’, ‘Minha namorada’, ‘A patota’, ‘Cavalo de Aço’, ‘Pão pão beijo beijo’, ‘O primeiro amor’, ‘Carinhoso’, ‘Bravo’ (1975), ‘Anjo Mau’ (1976), ‘Dona Xepa’ (1977), ‘Te contei’ (1978), ‘Pai herói’ (1979), ‘Chega mais’ (1980), ‘Sétimo sentido’ (1982), ‘As Três Marias’ (1981), ‘Selva de Pedra’ (1986), ‘Fera Radical’, ‘O salvador da pátria’ (1989), ‘Pedra sobre pedra’ (1992), ‘Irmãos Coragem’ (1995), ‘A senhora do destino’ (2004), ‘Paixões Proibidas (Band – 2006), ‘Amor e revolução’ (SBT – 2011), ‘Dona Xepa’ (2013), ‘Império’ (2014).

FICHA TÉCNICA

Texto: Bosco Brasil

Direção Artística Diego Molina

Direção Musical Tato Taborda

Elenco

*Todos os atores interpretam mais de

um personagem, exceto os dois

protagonistas. Aqui estão destacados os

principais de cada um.

Músicos em cena Reinaldo Gonzaga (Amílcar Maranhão), Adriana Seiffert (duas Fúlvias – Melíflua e Magnífica), Alessandro Brandão (Zero Ponto), Luciana Bollina (Nice), Maíra Lana (Diabo), Pedro Lima (Villarino), Zé Mauro Brant (Tetê) e Thiago Guerrante (Cacique). Antonio Ziviani, Breno Góes, Felipe Ridolfi e Pedro Leal David (Banda Hétera)

Cenário Aurora dos Campos

Figurino Colmar Diniz

Iluminação

Visagismo

Adereços

Assistente de Direção

Preparação Vocal Aurélio De Simoni Diego Nardes Tuca Carolina Godinho Pedro Lima

Preparação Corporal Sueli Guerra e Priscila Vidca

Fotos e Vídeos Ananda Campana

Programação Visual Thiago Sacramento

Intérpretes de Libras

Audiodescrição Jdl Acessibilidade Nara Afonso Monteiro

Assessoria de Imprensa

Assistente de Assessoria de Imprensa

Assistente de Cenografia

Direção de Produção

Produção Executiva Daniella Cavalcanti Fernanda Miranda Paula Tibana Maria Alice Silvério George Luis, Janaina Avila, Thamires Trianon e Valéria Alves

Realização 2bb2 Produções Artísticas

SERVIÇO

Estreia para convidados: 05 de novembro, às 19h

Temporada: 06 de novembro a 19 de dezembro

Local: Teatro Alcione Araújo da Biblioteca Parque Estadual (Av. Presidente Vargas, 1261 – Centro)

Telefone: (21) 2232-7225

Horário: quintas e sextas, às 19h, e sábados, às 18h. Em dezembro, sessão também às quartas (dias 02, 09 e 16/12), às 19h

Ingressos: R$30,00

Gênero: musical

Duração: 120 minutos

Capacidade: 195 lugares

Classificação: 16 anos

Bilheteria: abre 1 hora antes do espetáculo

Sessões com acessibilidade:

21/11 (sábado) e 12/12 (sábado) – sessões com audiodescrição para pessoas com deficiências visuais (haverá também o programa digital)

14/11 (sábado) e 16/12 (quarta-feira) – sessões com intérpretes de Libras – a língua brasileira de sinais – para pessoas com deficiências auditivas

Sessões gratuitas de “Contos Fadados”

A Cia Teatral Milongas apresenta durante o mês de novembro o projeto ‘Arte na Praça’, que levará sessões gratuitas do infantil ‘Contos Fadados’ e oficina de criação para quatro bairros do Rio de Janeiro: Grajaú, Madureira, Catete e São Cristovão.

O evento acontece aos domingos em duas partes: das 10h às 11h apresentação do espetáculo; das 11h às 13h o ator Matheus Rebelo ensina a garotada a produzir brinquedos e instrumentos musicais a partir de materiais recicláveis. A brincadeira termina com uma apresentação musical comandada pelos próprios participantes.

O primeiro local a receber o projeto é a Praça Edmundo Rêgo, no Grajaú (8/11), seguido pelo Parque de Madureira (15/11), Museu da República, no Catete (22/11) e finaliza no Parque da Quinta da Boa Vista em São Cristovão (29/11).

O Espetáculo

‘Contos Fadados’, com texto e direção de Breno Sanches, é um espetáculo interativo inspirado em jogos de mesa tipo Detetive ou Scotland Yard, em que os atores são as peças do tabuleiro e os jogadores são os próprios espectadores, com um final sempre surpreendente.

A dinâmica apresentação começa com o mistério “Quem roubou o livro do autor no mundo dos contos e está destruindo as histórias tradicionais?” Os suspeitos são os personagens excluídos destes contos: Rogério Luiz, o quarto porquinho; Chato, o oitavo anão; e Isabela, a irmã da Chapeuzinho Vermelho, papeis que os atores descobrem através de um sorteio feito em cena quem irá interpretá-los naquele dia, tornando as encenações sempre diferentes.

A partir daí a criançada torna-se parte da trama e assume a função de detetive, com a tarefa de observar atenciosamente o comportamento de cada personagem e os seus motivos para sumir com o livro dos contos. Além disso, o público tem autonomia para escolher o caminho que os suspeitos vão seguir em cena, tendo como base uma tela de pano ao fundo do cenário que simula um enorme tabuleiro de jogo rústico, onde cada sugestão leva a um caminho diferente na trama.

“Há cenas ensaiadas e pinçadas de ‘Os três porquinhos’, ‘Chapeuzinho Vermelho’, ‘Branca de Neve’, ‘Pinóquio’, ‘João e Maria’, ‘João e o Pé de feijão’ e ‘Cinderela’. Mas nunca a plateia verá todas as performances em uma apresentação, somente as cenas que aparecerem dentro do caminho que o público vai escolher,” afirma Breno Sanches.

Ao final, através das pistas deixadas pelos suspeitos, a plateia, representada por um espectador que recebe o título de rei e/ou rainha da apresentação, diz quem é o culpado. Se errar, o vilão vence; se acertar, salva o mundo dos contos e suas histórias.

Sinopse:

‘Contos Fadados’ é um espetáculo interativo inspirado em jogos de mesa tipo Detetive ou Scotland Yard, em que os atores são as peças do tabuleiro e os jogadores são os próprios espectadores. Na trama, é preciso descobrir “Quem roubou o livro do autor no mundo dos contos de fadas e está destruindo as histórias tradicionais?” Os suspeitos são os personagens excluídos destes contos: Rogério Luiz, o quarto porquinho; Chato, o oitavo anão; e Isabela, a irmã de Chapeuzinho Vermelho.  A interatividade é essencial nesta encenação. A plateia decide em vários momentos o rumo dos personagens na história.

 

A Oficina

 

A ‘Oficina de criação de brinquedos e instrumentos musicais’ estimula a criatividade da criança ao transformar materiais reciclados (latas, garrafas pet e palitos de madeira) em novos e divertidos objetos como chocalhos, apitos e bateria. Após essa etapa da confecção, os pequenos se unem para formar um número musical utilizando suas próprias criações. Sob a orientação de Matheus Rebelo, ator e integrante da Cia com experiência recreativa, a garotada vai poder, além de brincar, aprender mais sobre musicalidade, ritmo e intensidade. E, em meio a tantos estímulos, as crianças têm contato com a concentração, coletividade e coordenação motora.

 

Serviço

 

Projeto Arte na Praça

Temporada: 07 de novembro a 29 de novembro de 2015

Horas:  *das 10h às 11h – apresentação do espetáculo Contos Fadados

             *das 11h às 13h – Oficina + apresentação musical dos participantes

Faixa etária: Livre:

Entrada: franca

 

Programação:

Dia 08/11 – Praça Edmundo Rêgo – Grajaú.

Dia 15/11 – Parque Madureira – Madureira. (Rua Soares Caldeira, 115 – Madureira)

Dia 22/11 – Museu da República (Rua do Catete, 153 – Catete)

Dia 29/11 – Parque Quinta da Boa Vista (Avenida Pedro II, s/n – São Cristóvão).

 

FICHA TÉCNICA

Espetáculo CONTOS FADADOS

Direção e Dramaturgia: Breno Sanches
Elenco: Breno Sanches, Hugo Sousa e Roberto Rodrigues
Músico: Matheus Rebelo
Trilha sonora: Matheus Rebelo, Adriano Pellegrini e Roberto Rodrigues
Cenário: Elsa Romero
Figurinos: Arlete Rua
Adereços: Tuca

OFICINA E BANDA

Ministrantes e músicos: Matheus Rebelo, Roberto Rodrigues e Hugo Souza

Projeto ARTE NA PRAÇA

Realização: Cia Teatral Milongas
Produção: Pagu Produções Culturais

Assessoria de imprensa: Aquela que Divulga

Designer Gráfico: Ivi Spezani

“Sintonia Suburbana” em Realengo

Depois de 11 apresentações com muita música, humor, espontaneidade, crítica social e inteligência, a rádio (fictícia) “Sintonia Suburbana”, espetáculo inspirado no cotidiano dos moradores do Complexo de Manguinhos, encerra a longa temporada de sucesso pelas lonas e arenas culturais da cidade. A comédia já assistida por mais de 2500 pessoas desde o último mês de agosto, se apresenta na quinta-feira,  dia 12 de novembro, no Espaço Cultural Arlindo Cruz, em Realengo. A circulação do espetáculo recebeu o Prêmio Fomento à Cultura Carioca 2014 e tem patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura. “Sintonia Suburbana” tem preços populares (R$ 0,50 e R$ 0,25).

Criado em 2012, o espetáculo de repertório é dirigido por Luís Igreja (Companhia do Gesto) e traz a dramaturgia assinada pela premiada Renata Mizrahi (“Galápagos” – Prêmio Shell 2014, “Silêncio!”, “Joaquim e as estrelas”), com histórias inspiradas no cotidiano dos integrantes do grupo e na realidade vivida por eles nas comunidades em que moram, no Complexo de Manguinhos.

Por onde passou, a comédia sempre teve casa cheia e grande empatia com o público. Tratando de temas essencialmente cariocas, de um jeito carioca, “Sintonia Suburbana” celebra os 450 anos de um Rio de Janeiro que não é só sol, mar, montanha, bossa nova e mate com limão. É o corpo, a dança, a sensualidade do baile funk; são as situações tipicamente suburbanas, a solidariedade e os conflitos nas relações, na família, entre vizinhos. E é, principalmente, a capacidade de cada um de rir de seus próprios problemas e dificuldades, dando leveza a temas como violência, balas perdidas, remoções, religiosidade, identidade e transexualidade.

Quando, em 2012, a Companhia de Teatro Manguinhos em Cena surgiu na Biblioteca Parque de Manguinhos, aqueles novos artistas cheios de sonhos não sabiam da força que conquistariam por meio da arte, que poderiam  expressar seus anseios e conquistas, dificuldades e alegrias, limitações e superações, angústias e emoções. Sim, eles puderam. E puderam mais do que se expressar por meio de um grupo de teatro: são hoje uma referência para jovens e crianças do território em que moram e já começam a despontar como produtores culturais e referência do território na relação com outras regiões do Rio de Janeiro, recebendo convites e participando de debates sobre a construção de políticas culturais para a cidade.

“Abrir as sessões também para escolas públicas nas regiões atendidas pelas lonas é a realização do desejo de estimular, cada vez mais, a formação de público para o teatro que existe no Manguinhos em Cena. Para o grupo, é muito importante poder fazer ações formativas como essa. Basta lembrarmos que, há quatro anos, quando o grupo nasceu dentro da Biblioteca Parque de Manguinhos, vários deles nunca tinham assistido a uma peça. Hoje são eles os artistas que estão em cena. Poder oferecer o espetáculo para plateias de jovens estudantes que, talvez, também nunca tenham assistido a um espetáculo de teatro ou que, principalmente, possam ver na cena a possibilidade de transformar sua própria realidade. É o tipo de ação que é bastante gratificante para o grupo”, diz a coordenadora Ana Carina Santos.

Além de atuarem artisticamente, construírem seus textos, seus figurinos, prepararem cenários e iluminação; pensam a arte como um caminho profissional de empreendedorismo, elaboraram e captam recursos para seus projetos.

Como se não bastasse essa nova fase no trabalho do grupo, circulando com a peça por diferentes bairros cariocas, o momento é ainda mais especial porque o projeto de circulação premiado foi elaborado pelos próprios integrantes do grupo, e todos são hoje profissionais – sim, todos os 27 integrantes conseguiram registro profissional na Delegacia Regional do Trabalho.

Sobre o “Sintonia Suburbana”

Sucesso de público de 2012 a 2014, o espetáculo “Sintonia Suburbana” encantou a comunidade de Manguinhos que lotava o cineteatro  Eduardo Coutinho, da Biblioteca Parque de Manguinhos (equipamento cultural da Secretaria de Estado de Cultura, SEC), nos fins de semana de dezembro de 2012 a março de 2013. A montagem foi fruto de um longo período de formação artística e técnica no Laboratório de Narrativas Cênicas da Biblioteca Parque de Manguinhos, espaço da Secretaria de Estado de Cultura, coordenado pela Companhia do Gesto e pela Zucca Produções.

Trabalhando diretamente com o diretor Luís Igreja e com os alunos-atores, Renata Mizrahi – ganhadora do Prêmio Shell 2014 pela peça “Galápagos” e autora de peças como “Silêncio!”, indicada a vários prêmios e aplaudida no Festival de Teatro de Curitiba – foi a responsável por um texto original, que falava sobre casos de bala perdida, remoções habitacionais, falta de destino e de identidade. “Sintonia Suburbana” é o nome de uma rádio, que apresenta programas como “Casos bizarros da vida normal ou casos normais da vida bizarra” e “Contos picados do dia a dia”, tudo com muito humor e inteligência.

Sinopse: Comédia melodramática que retrata a trajetória de personagens e situações de uma comunidade usando uma rádio comunitária que está fazendo aniversário para costurar as histórias de personagens como a família Tavares e Souza, o homem sem passado, a professora de ginástica que dá aulas de sobrevivência; valorizando a trajetória de cada um para dar graça e leveza a temas do cotidiano de quem vive na região.

Sobre a Companhia de Teatro Manguinhos em Cena

O grupo surgiu no projeto homônimo de formação teatral realizado na Biblioteca Parque de Manguinhos entre 2012 e 2014, com o objetivo de criar uma companhia de teatro residente na biblioteca. A idealização e a coordenação são da Companhia do Gesto e da Zucca Produções, em parceria com a Biblioteca Parque de Manguinhos e a Secretaria de Estado de Cultura. O projeto integrou também o programa Favela Criativa em 2014, formado por um conjunto de projetos que oferecem a jovens agentes culturais formação artística e especialização em gestão cultural e estabelecem canais de diálogo entre esses jovens, possíveis parceiros e patrocinadores potenciais. Hoje a Companhia de Teatro Manguinhos em Cena tem 27 integrantes, entre atores, produtores e técnicos.

Atualmente, a companhia divide-se entre a gravação da coleção “Audiolivros da Biblioteca Parque de Manguinhos” – com dez obras literárias escolhidas pelo grupo no acervo da Biblioteca Parque de Manguinhos e gravados nos estúdios da Biblioteca Parque Estadual –,  projeto também premiado pelo Fomento à Cultura Carioca; os ensaios da MangueBand para o show de homenagem a Lupicínio Rodrigues e o intercâmbio com grupos artísticos por meio de oficinas e intervenções artísticas no Morro da Providência e na Penha.

FICHA TÉCNICA

Duração: 80 min

Classificação Etária: 14 anos

Dramaturgia: Renata Mizrahi

Direção: Luis Igreja

Assistente de Dramaturgia: Haroldo César

Colaboraçãode dramaturgia: Manguinhos em Cena

Assistente de Direção: Cecília Rippol

Elenco: Bruna Soares, Evaldo de Andrade, Fábio Silva de Oliveira, Grace Ellen Xavier, Haroldo César, Jéssica Azeredo, Jorge Wilson Matias, José Roberto Araújo, Larissa Gomes, Leonardo Santana, Lidiane Marinho, Luiz Cassiano, Luiz Estevão, Magno Myller, Maycon Barbosa, Ronaldo Silva, Roseany Freitas, Sandra Cipriano, Sirléa Aleixo, Tarcinara Vieira, Telma Silva, Thalyssiane Aleixo, Thayane Aleixo e Wilson Netto.

Coreografia: Katarine Gama

Pesquisa e Execução da Sonoplastia: Luiz Cassiano

Concepção e Pesquisa de Trilha Sonora: Hektor Breno, José

Roberto Araújo, Luiz Cassiano

Iluminação: Luís Igreja

Orientação de Figurinos: Denise Bernardes, Macela Domingos, Vinicius Couto

Orientação de Criação e Confecção de Máscaras: Tania Gollnick

Cenografia: Manguinhos em Cena

Direção e orientação de Produção: Ana Carina e Júlio Zucca

Produção: Fabio Silva, Fernando Alves, Karen Kristien, Lidiane Marinho, Roseany Freitas e Telma Assis.

Administração e Controladoria: Zucca Produções

Co-produção: Companhia do Gesto e Zucca Produções

Registro Audiovisual: Bruno Fochi

Fotos: Gui Maia, Bruno Fochi e Wilson Netto

Realização: Manguinhos em Cena

SERVIÇO

As apresentações terão agendamento de escolas públicas de cada região atendida pelas Lonas e Arenas Culturais do município do Rio de Janeiro e serão abertas ao público geral também com preços simbólicos – R$0,25 e R$0,50.

O espetáculo “Sintonia Suburbana” será apresentado nos seguintes dias, horários e locais:

Quinta-feira, 12 de novembro, às 10h e às 14h

 

Espaço Cultural Arlindo Cruz

Endereço: Rua Marechal Joaquim Inácio s/n – Realengo – Rio de Janeiro – RJ

Tel: 3424-9901

Capacidade para 400 pessoas

R$0,25 e R$0,50.

Cenas de um Casamento – Eu fui!

Morto em 2007, o consagrado dramaturgo sueco Ingmar Bergman deixou como herança diversos trabalhos que retratam

Foto: apetecer.com

Foto: apetecer.com

os relacionamentos humanos. A primeira obra teatral do autor a que assisti foi “Depois do Ensaio” , e agora tenho a oportunidade de conhecer outra. E a segunda experiência me impressionou muito mais.

“Cenas de um Casamento” retrata a rotina conjugal de Johan (Heitor Martinez) e Marianne (Juliana Martins). Com dez anos de casamento, passam por crises e conflitos banais do dia a dia. Até que os atritos vão se intensificando, o que resulta na ruptura do casal, que tem 2 filhas, mas as personagens só aparecem nos diálogos deles. Johan e Marianne têm traços psicológicos interessantes para citar. Vamos começar em ordem alfabética rs

Foto: apetecer.com

Foto: apetecer.com

Johan é um cara cansado da rotina familiar, e cria válvulas de escape para aliviar o tédio. Por ter chegado ao limite do estresse, ou por uma característica de sua personalidade mesmo, ele é de uma frieza impressionante. De sinceridade extrema, não sente culpa nem por abandonar as filhas quando decide deixar o casamento. Fala delas com desprezo, e com ódio às vezes. Chegam a ser engraçadas algumas partes de seu texto. Marianne também parece enfadada com a rotina, mas se preocupa muito com a opinião das pessoas que os cercam. As respectivas mães são figuras frequentes no diálogo dela no início da peça. Mas não apenas a elas que a personagem quer agradar. A mulher se importa muito com o nome e a imagem de família que tem para zelar.

Falando tanto em diálogo, este é o principal trunfo da peça. O texto é muito bom, como se pode esperar de uma obra de Bergman. Mas os parabéns também devem ser direcionados a Maria Adelaide Amaral, que foi a responsável pela tradução. Muitos anos se passam desde o início até o fim do espetáculo, mas não perde o gás e as reflexões e tiradas acompanham do início até o fim. O público se diverte também. Talvez não apenas pela graça do texto, mas porque pode encontrar muita identificação com suas próprias vidas. Afinal, mesmo sendo uma obra de 1973, o enredo permanece atual. Pois certas coisas são imunes ao tempo.

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SERVIÇO

Estreia: 16 de outubro de 2015

Temporada: De 16 de outubro a 15 de novembro

Datas: Sextas, sábados e domingos

Horário: Sextas, sábados e domingos, 20h

Preço: R$ 40,00 (inteira) R$ 20,00 (Meia entrada)

Local: Teatro Ipanema

Endereço: Rua Prudente de Morais, 824 – Ipanema – Telefone: (21) 2523- 9794

Capacidade: 222 lugares

Duração: 90 minutos

Classificação: 14 anos

Gênero: Drama

P.S.: Agradeço à Minas de Ideias pelos convites

2 Números – Eu fui!

“2 Números” é um espetáculo de animação, contendo 2 números, como já entrega o título. Mas a obviedade se restringe a este fato. A peça é surpreendente, e muito melhor do que eu imaginava. Não sei o motivo da surpresa, pois li maravilhas da crítica. Não que o tenha subestimado, mas a destreza dos atores impressiona, assim como o espírito lúdico.

Os números apresentados são “Cama de gato” e “De dentro”. O primeiro conta com a participação de 3 atrizes formando figuras com um objeto que parece ser uma espécie de linha, mas não sei precisar. A criatividade dos desenhos mostrados é incrível, assim como o desempenho das artistas. Com os rostos cobertos por máscaras, não podemos ver suas feições, mas nem há necessidade. As moças falam com o corpo, e com as formas que apresentam e o gestual, dão conta do recado sem precisarem de caras e bocas, ou texto.

Tão agradada que estava com o primeiro número, apenas por alguns minutos este foi o meu favorito. Mas o boneco de “De dentro” é irresistível. Até dá para esquecer que há 3 atores no controle dele. Não consigo crer que, sem eles, ele não tem vida própria. A manipulação é impecável. Na verdade, interação entre o objeto e os humanos em cena.

“2 Números” é espetáculo para todas as idades e todos os gostos. Animação costuma atrair público infantil, mas este era minoria no teatro. Havia uma que interagia durante os 40 minutos. Provavelmente pensava que o boneco era um ser real. Bem, se eu por alguns momentos também acreditei, imagine alguém tomado pelo espírito de fantasia que o espetáculo expressa…

P.S.: Agradeço à Rachel Almeida pelo convite

“Bô” no Galpão Gamboa

O novo trabalho da Companhia REC, “Bô”, chega ao Galpão Gamboa nos dias 31/10 (sábado) e 01/11 (domingo) para encerrar a programação da 3ª edição do Dança Gamboa, mostra que levou à Zona Portuária diversas companhias e artistas em destaque na dança contemporânea nacional. As sessões do espetáculo acontecerão, às 21h, de sábado e, às 20h, de domingo. Os ingressos custam R$20 (inteira), R$10 (meia-entrada) e R$5 (moradores da Zona Portuária).

“Bô”, que significa “você” em crioulo cabo-verdiano, é o terceiro trabalho da Cia REC. A pesquisa que deu origem ao espetáculo apresenta novos rumos da improvisação na dança, além de criações sobre incorporações velozes, estados fugazes e fragmentos da memória. Assim, a partir da construção de estados, os intérpretes promovem criações instantâneas de movimentos e encontros inusitados.

A coreógrafa Alice Ripoll explica que outra influência para a construção da coreografia foi o universo construído pelo cineasta Tarkovski no filme “Solaris”, de 1972. “Neste filme são traçados paralelos entre estados de consciência, realidade dos fenômenos psíquicos como a memória, e um planeta desconhecido”, conta Alice. Os padrões dos movimentos dos astros, como as órbitas, inspiraram o grupo a visitar um ambiente ritualístico e a ancestralidade africana, de onde aparecem influências da capoeira na movimentação e das batucadoras de Cabo Verde na música do trabalho.

A improvisação ainda remete a um retorno às origens do grupo, pois a primeira linguagem de movimento explorada pelos bailarinos foi o hip hop, ritmo que apresenta muito improviso, tanto na música, quanto na dança. O trabalho é considerado por Alice Ripoll como um espetáculo forte, denso e profundo. Uma dança que é ao mesmo tempo intensa, porém carregada de humor e delicadeza.

Ficha técnica:
Direção: Alice Ripoll
Criação e interpretação: Alan Ferreira, Alex Tavares, Leandro Coala, Liuz LA e Rômulo Galvão
Assistência de Direção e Operação de Som: Anita Tandeta
Iluminação: José Geraldo
Figurino: Raquel Theo
Direção de Produção: Rafael Fernandes/ Trio Carioca Produções
Coordenação de Produção: Mônica Bittencourt e Roberta Pisco/ Trio Carioca Produções
Programação Visual: Daniel Kucera
Fotografias: Renato Mangolin
Vídeos: Luiz Guilherme Guerreiro
Produtor Gráfico: Sidnei Balbino
Operadora de Luz: Tabatta Martins
Cenotécnico: Marcus Callegario
Assistente de Comunicação: Lívia Bittencourt
Desenhos: Leandro Coala e Liuz LA

Serviço:
“Bô”
Datas: 31/10 e 01/11
Local: Galpão Gamboa
Endereço: Rua da Gamboa, 279, Centro, RJ
Horários: 21h (sábado) e 20h (domingo)
Ingressos: R$20 (inteira) / R$10 (meia-entrada) / R$5 (moradores da região com comprovante)
Duração: 50 minutos
Classificação: 10 anos
Capacidade: 80 lugares
Bilheteria: Terça a sexta: das 13h às 18h. Sábado e domingo: 1 hora antes do espetáculo.

Acabou o Pó

Foram quatro temporadas seguidas com sessões LOTADAS. No Teatro Cândido Mendes, Teatro Miguel Falabella, Imperator e TEATRO DO SESI que fizeram a comédia  ACABOU O PÓ uma das melhores do ano de 2014 e 2015.  De Daniel Porto (O Pastor), e direção de Vilma Melo, arrancou muitas e boas gargalhadas da plateia que lotou várias sessões dos teatros da zona sul, centro e zona norte do Rio. Dois homens, os atores Leo Campos  (Nena) e Alexandre Lino ( Kelly) interpretando duas mulheres suburbanas, sem caracterização,  que têm conflitos com marido, ex-marido e filhos. Uma ideia simples que o púbico e critica aprovaram no Rio como também no Festival Internacional de Teatro de Curitiba onde a peça contou com apresentações lotadas.  ACABOU O PÓ volta agora em clima de despedida para mais uma curta temporada, dessa vez em Ipanema, para seguir sua trajetória de sucesso percorrendo outras regiões do Rio.

A comédia ACABOU O PÓ, é um espetáculo que parte de um único princípio: a diversão. Inspirado em situações cotidianas, a peça, parte da seleção de histórias reais do dia-a-dia de mulheres simples.   Duas donas de casa do subúrbio carioca que, em meio à fofoca básica diária, encontram tempo para os afazeres domésticos. A inversão de prioridades traduz bem o cotidiano de Nena e Kelly, que com muito humor, falam de suas vidas, filhos, problemas financeiros, maridos e ex-maridos, além, é claro, da vida alheia.

Observar a vida como uma espécie de voyeur é ainda hoje uma das manifestações mais comuns na humanidade e nossas protagonistas, donas de casa, não fogem à regra. São moradoras do subúrbio carioca e entre os afazeres domésticos, o trabalho e o cuidado com os filhos reservam o seu tempinho para se visitarem. Flertando com o Besteirol e a comédia de costumes a peça é denominado por seu ator como “uma comédia documental” por sua retratação fiel a realidade observada pelo próprio.

O autor Daniel Porto, de apenas 23 anos, está em seu quarto texto. O primeiro foi O Pastor, um documentário cênico que cumpriu cinco temporadas de sucesso de crítica e público no Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. Sobre ACABOU O PÓ diz: “Quis fazer algo bem diferente de O Pastor, que questionava sobre o movimento neopentecostal no Brasil e era bastante provocativo.  Acabou o Pó são falas simples de duas donas de casa. Também gosto de algo mais “descompromissado”.  O maior compromisso é com o riso e a realidade’’.

Para o ator e produtor Alexandre Lino (O Pastor, Domésticas, Piquenique no Front, Nordestinos e O Duende) “fazer humor é uma troca onde a resposta e aceitação do público não se mascara. Se o público gosta ele rir sem fazer cerimônias”.  E segundo o ator Leo Campos (Piquenique no Front e As Mulheres da Rua 23) “o grande negócio de fazer comédia é que ganha público e atores, porque a diversão é recíproca. Na plateia e no palco”.

A diretora Vilma Melo conta que foi escolhida. “Eles chegaram com a proposta pronta de serem dois homens no palco e eu topei. As personagens são mulheres absolutamente normais e o texto feito por dois homens acaba tendo uma ótica masculina. Isso é muito bom.”

SINOPSE:   Duas donas de casa do subúrbio que, em meio à fofoca básica do dia a dia, encontram tempo para os afazeres domésticos.          

SERVIÇO

Texto: Daniel Porto

Direção: Vilma Melo

Local: Teatro Ipanema – (Rua Prudente de Moraes, 824)

CURTA Temporada (de 04 a 25 de Novembro / 9 e 16 de dezembro às 21h – QUARTAS).

Valor: R$ 40,00

Gênero: Comédia

Elenco: ALEXANDRE LINO (Kelly) e LEO CAMPOS (Nena)

Informações: (21) 2523-9794

Classificação: 12 ANOS

Duração: 60 minutos

Capacidade: 260 lugares

Horário da Bilheteria: Segunda a sábado das 13h às 20h.

Mais informações: http://www.acabouopo.com.br

Realização: Cineteatro Produções. 

Um Certo Lampião

Manter viva uma das figuras mais lendárias da história recente do Brasil. Porém, trazendo para o público não as versões biográficas rodeadas de lendas, mitos, artimanhas, heroísmo ou bandidismo do rei do cangaço, mas usando  o teatro para desmistificá-lo, mostrando antes de tudo, um homem assim como qualquer um de nós nordestinos e descendentes, deste que foi considerado o Robin Hood do sertão, através da narrativa fictícia do bisneto de Lampião.  Pedindo licença poética para humanizá-lo e, automaticamente, reviver um dos maiores “herói” nordestino. E assim, representar todo um povo através deste símbolo de resistência e luta das classes inferiores contra o poderio dos mais fortalecidos.

Sinopse:

Bisneto de Lampião revela ao público segredos de família que nenhuma biografia jamais revelou sobre  uma das figuras lendárias, temida e amada da história do Brasil.

Serviço – Um Certo Lampião:

Texto e Direção: Gilvan Balbino

Com: Sidcley Batista

Reestreou: 30 de outubro às 20h

Curta temporada: 30 e 31 de outubro / 01, 05, 06, 07 e 08 de novembro

Quinta a sábado às 20h / Domingos às 19h

Ingresso: R$20,00

Local: Teatro Municipal Gonzaguinha (Centro de artes Calouste Gulbekian), Rua Benedito Hipólito, 125 – Centro

Telefone:(21) 2292-7546

Gênero: Drama

Classificação 14 anos

Capacidade: 130 lugares

Bilheteria funciona de quarta a domingo, 1h antes do espetáculo

Duração: 50 min.

Estacionamento Grátis

Ficha:

Cenografia: Anderson Dias

Iluminação: Rubia Vieira

Música: Claudio Cacau

Figurino:Sidcley Batista

Produção: Grupo Nós-Destinos de Teatro

Fotos: Trívia Produções

O Pena Carioca

Depois de uma temporada de sucesso no Teatro Poeira, em Botafogo, o espetáculo ‘O Pena Carioca’ reestréia no próximo dia 5 de novembro no Teatro do Leblon. A montagem da Companhia Atores de Laura com direção de Daniel Herz é baseada em obras do fundador da comédia de costumes brasileira, Martins Pena, e volta aos palcos no dia do aniversário de 200 anos de nascimento do dramaturgo. O patrocínio é da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro/Secretaria Municipal de Cultura.

No momento em que o Rio de Janeiro celebra quatro séculos e meio de vida, a premiada Companhia Atores de Laura, fundada e sediada na cidade há 23 anos, decidiu investigar as singularidades de se viver em uma metrópole com tantos paradoxos. Foi com essa inquietude que o grupo, dirigido por Daniel Herz, mergulhou na obra do fundador da comédia de costumes brasileira para a montagem de ‘O Pena Carioca’. A produção reúne três peças emblemáticas de Martins Pena (1815-1848), dramaturgo raramente encenado fora dos círculos acadêmicos: ‘A família e a festa na roça’ (1838), ‘O caixeiro da taverna’ (1845) e ‘O Judas em sábado de aleluia’ (1846). Os três textos são apresentados na íntegra.

“O nosso desafio foi ultrapassar a dimensão histórica desses textos, além de questões ingênuas e pueris, e mostrar de que maneiras eles podem refletir sobre o cotidiano do carioca hoje”, explica Herz. “Você percebe com perplexidade que certas mazelas da época continuam atuais: a valorização do estrangeiro, a tentativa de conquistar uma estabilidade pelo funcionalismo público, o deslumbramento pela vida urbana”.

‘O Pena Carioca’ é o primeiro clássico nacional montado pela Companhia Atores de Laura, que já levou à cena peças de Shakespeare, Molière, além de textos coletivos produzidos pelo grupo, duas adaptações de romances do paranaense Cristovão Tezza, entre outros trabalhos. A trama ‘A família e a festa na roça’ gira em torno de uma moça que quer se casar com o médico que retorna à cidade, enquanto sua família insiste em uma união arranjada; ‘O caixeiro da taverna’ acompanha a trajetória de um caixeiro ambicioso cujo maior sonho é se tornar sócio da loja onde trabalha – sem escrúpulos, esconde que é casado para a dona, que morre de amores por ele. ‘O Judas em sábado de aleluia’, o protagonista se esconde na figura de um boneco de Judas e testemunha conversas entre vários personagens, inclusive a de sua pretendente, que não é quem ele pensa ser. Entre uma obra e outra, serão apresentados trechos de outros textos do dramaturgo.

No elenco, estão Ana Paula Secco, Anderson Mello, Leandro Castilho (que também assina a direção musical), Luiz André Alvim, Marcio Fonseca e Paulo Hamilton, atores da companhia, e Gabriela Rosas, atriz convidada pelo grupo para este trabalho.  “O Pena Carioca privilegia muito a figura do ator, dá a liberdade de se criar grandes tipos cômicos”, avalia Daniel. O figurino de Antonio Guedes, que dá ênfase aos acessórios e adereços para marcar os personagens, e o cenário de Fernando Mello da Costa, que recheia o palco com figurinos, também evidenciam essa reverência ao ator. Completam a equipe criativa Aurélio de Simoni (iluminação) e Duda Maia (direção de movimento).

Sobre a Cia Atores de Laura:

A Cia Atores de Laura foi fundada em 1992 e, a partir de junho de 2009, passou a ser constituída por atores reunidos numa cooperativa junto ao diretor Daniel Herz. Os Atores de Laura dedicaram-se desde logo ao trabalho coletivo, com o objetivo de pensar e realizar o ator como força principal do jogo cênico, em torno do qual são construídas, paralela e posteriormente, a direção, a cenografia, a vestimenta e a iluminação. Foi criada no Rio de Janeiro em 1992 e desde então vem se apresentando em várias cidades do Brasil e no exterior (festivais em Lyon, na França e em Córdoba, na Argentina). Tem no seu repertório 21 montagens teatrais – sendo duas para crianças (A casa bem-assombrada, 1998, e a premiada A flauta mágica, 1999).

 

Sobre Daniel Herz (diretor da Cia):

Daniel Herz é ator, diretor teatral, autor e diretor artístico da Companhia de Teatro Atores de Laura. Seu primeiro trabalho como ator profissional foi em “Doente imaginário”, de Molière, em 1984. Desde então atuou em diversas montagens como: “Graffite coração”, de Bernardo Horta; “Nossa senhora das flores”, de Jean Genet; “A geração Trianon”, de Anamaria Nunes; “Perigo de vida”, de Regina Miranda; “O rei Arthur e os cavaleiros da távola redonda”, de Celso Lemos; “A cada vez que se conta dele”, de Bruno Lara Resende; “O jovem Torless”, de Robert Musil, entre outras.Em 1988, recebeu indicação para o Prêmio MINC Troféu Mambembe como melhor ator por sua atuação em “João e Maria”, de Anamaria Nunes.Desde 1988 dá aulas de teatro na Casa de Cultura Laura Alvim.Desde 1992 dirige a Cia Atores de Laura.Em 2000, a Cia de Teatro Atores de Laura foi convidada para administrar o Teatro Miguel Falabella.

Prêmios e indicações para prêmios:

“O Filho Eterno”

PRÊMIOS: Prêmio Shell de Teatro nas categorias Melhor Ator (Charles Fricks) e Categoria Especial (Marcia Rubin) / Prêmio APTR de Melhor Ator (Charles Fricks) / Prêmio Orilaxé – Afroreggae – Categoria Teatro (Daniel Herz).

INDICAÇÕES A PRÊMIOS: Prêmio Shell de Teatro na categoria melhor Iluminação (Aurélio de Simoni) / Prêmio Qualidade Brasil melhor ator de Teatro / Prêmio Faz Diferença (Charles Fricks) – Categoria Teatro Jornal O Globo / Prêmio Questão de Crítica – Melhor ator / Prêmio QUEM – Melhor ator de teatro / 14º Prêmio CENYM – Melhor Companhia de Teatro.

“Adultério”

INDICAÇÃO A PRÊMIO: Prêmio Shell na categoria Melhor Direção (Daniel Herz).

“O Conto do Inverno”

INDICAÇÕES A PRÊMIOS: Prêmio Qualidade Brasil nas categorias de melhor espetáculo e melhor direção (Daniel Herz) / Prêmio Shell na categoria melhor cenário.

“As Artimanhas de Scapino”

INDICAÇÕES A PRÊMIOS: Prêmio Shell nas categorias de melhor direção (Daniel Herz) / melhor ator (Charles Fricks).

PRÊMIOS: Prêmio Shell de Melhor Figurino (Heloísa Frederico) / Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Espetáculo de 2002 (Comédia) / Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Direção (Comédia) –  Daniel Herz.

“A Flauta Mágica”

INDICAÇÕES A PRÊMIOS: Prêmio Coca-Cola de Teatro 2000 nas categorias de Melhor Texto (Antônio Monteiro Guimarães e Celso Lemos) / Melhor Ator (Daniel Herz) / Atriz ou Ator Revelação (Paulo Hamilton) / melhor figurino (Ronald Teixeira).

PRÊMIOS: Prêmio Coca-Cola de Teatro de Melhor Espetáculo /  Prêmio Coca-Cola de Teatro Melhor Direção (Daniel Herz e Susanna Kruger) /  Prêmio Coca-Cola de Teatro Melhor Produção /  Prêmio Coca-Cola de Teatro Atriz ou Ator Revelação (Helena Stwart) e Prêmio Coca-Cola de Teatro Melhor Iluminação (Aurélio de Simoni).

“A Casa Bem Assombrada”

INDICAÇÕES A PRÊMIOS: VI Festival de Teatro de Resende nas categorias de Melhor Espetáculo e Melhor Texto (Susanna Kruger) / Prêmio Coca-Cola de Teatro na categoria especial pelo trabalho das atrizes Ilana, Milena e Renata Pogrebinschi

“Decote”

INDICAÇÕES A PRÊMIOS: IV Festival de Teatro de Resende nas categorias Ator (Charles Fricks) e Atriz (Clara Linhart e Verônica Reis) /  Prêmio Coca-Cola de Teatro 1997 na categoria de Melhor Iluminação (Aurélio de Simoni).

PRÊMIOS: IV Festival de Teatro de Resende de Melhor Espetáculo, Melhor Texto e Melhor Direção (Susanna Kruger e Daniel Herz) / Prêmio Coca-Cola de Teatro de Melhor Espetáculo / Prêmio Coca-Cola de Teatro de Melhor Direção (Daniel Herz e Susanna Kruger) / Prêmio Coca-Cola de Teatro de Melhor Texto.

“Romeu e Isolda”

INDICAÇÕES A PRÊMIOS: Prêmio Coca-Cola de Teatro nas categorias de Melhor Texto, Melhor Atriz (Ana Paula Secco), Melhor Iluminação (Aurélio de Simoni) e Categoria Especial, pelo trabalho da Companhia.

PRÊMIOS: Prêmio Coca-Cola de Teatro de Melhor Direção (Daniel Herz e Susanna Kruger); Prêmio Shell de Teatro de Melhor Iluminação (Aurélio de Simoni).

“Cartão de Embarque”

INDICAÇÕES A PRÊMIOS: Prêmio Coca-Cola de Teatro nas categorias de Melhor Direção e Melhor Texto

Programas Viva a Cultura! e Fomento Cidade Olímpica

A Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro acredita no poder de integração da atividade artística. Por isso, investe na qualificação de sua extensa rede de equipamentos culturais, que conta com mais de trinta teatros, centros culturais, museus, bibliotecas, lonas e arenas espalhados por todas as regiões e no fomento à arte e à cultura. Com os dois programas lançados este ano, o Viva a Cultura! e o Fomento Cidade Olímpica, a Prefeitura do Rio vai investir R$ 112 milhões na cena cultural carioca, apoiando mais de mil iniciativas. A diversificação do investimento está inserida na política que busca democratizar o acesso, tanto à fruição, quanto ao financiamento público. A Secretaria Municipal de Cultura mantém o diálogo aberto com a classe artística para ouvir e fortalecer a relação institucional com artistas, produtores, realizadores e entidades de classe. A cultura pode contribuir efetivamente na construção de uma Cidade menos desigual e mais integrada.

Serviço – O Pena Carioca

Elenco: Ana Paula Secco, Anderson Mello, Gabriela Rosas, Leandro Castilho, Luiz André Alvim, Marcio Fonseca e Paulo Hamilton

Direção: Daniel Herz

Temporada: 05 de novembro a 20 de dezembro

Local: Teatro do Leblon (Sala Marília Pêra)

Endereço: R. Conde Bernadotte, 26 – Leblon, Rio de Janeiro

Telefone: (21) 2529-7700

Sessões: Quinta, sexta e sábado às 21h / Domingo às 20h

Classificação: 12 anos

Gênero: Comédia

Preço: Quinta e sexta: R$70, (inteira) e R$35, (meia) / Sábado e domingo: R$80, (inteira) e R$40, (meia)

Duração: 90 minutos

Capacidade: 432 lugares

Ficha técnica

Texto: Reunião de três obras de Martins Pena: ‘A família e a festa na roça’ (1838), ‘O caixeiro da taverna’ (1845) e ‘O Judas em sábado de aleluia’ (1846).

Direção: Daniel Herz

Elenco: Ana Paula Secco, Anderson Mello, Gabriela Rosas, Leandro Castilho, Luiz André Alvim, Marcio Fonseca e Paulo Hamilton

Iluminação: Aurélio de Simoni

Cenário: Fernando Mello da Costa

Figurino: Antonio Guedes

Trilha sonora original: Leandro Castilho

Direção de Movimento: Duda Maia

Projeto Gráfico: Maurício Grecco

Direção de Produção: Renata Campos

Consultoria Psicanalítica: Evelyn Disitzer

Assistente de Direção: Tiago Herz

Assistente de Produção: Thaisa Areia

Assessoria de Imprensa: MNiemeyer

Fotos de Divulgação: Paula Kossatz

Assistente de Figurino: Renata Mota

Direção Artística da Cia Atores de Laura : Daniel Herz

Realização: Cia Atores de Laura

Juvenal, Pita e o Velocípede

A partir de 07 de novembro o Centro de Referência Cultura Infância, Teatro Maria Clara Machado, apresenta “Juvenal, Pita e o Velocípede”, com texto de Cleiton Echeveste e direção de Cadu Cinelli. O ponto de partida de “Juvenal, Pita e o Velocípede” é o universo da memória e de como nos relacionamos com a passagem do tempo, as marcas e impressões deixadas pela infância. Ou por uma infância possível, ao mesmo tempo distante e próxima às infâncias da plateia, infância que foi vivida em outros tempos, mas que é retomada pelo poder evocativo das palavras e das imagens por elas suscitadas.

Como mote inicial, ao entrar no teatro o público encontra em cena Juvenal, interpretado por Eduardo Almeida, que possui cerca de quarenta anos de idade. Ele faz um levantamento, um inventário de lembranças e de um objeto que fez parte da sua infância e o marcou em definitivo: o velocípede que seu tio construiu especialmente para ele. É a bordo do seu velocípede que ele viveu as maiores aventuras, ao lado de uma grande parceira e amiga, Pita. É em torno do reencontro com Pita, após um afastamento de cerca de trinta anos, que o espetáculo se estrutura, com base na expectativa que perpassa o reviver de sabores, cheiros, sons e imagens de tempos passados.

São histórias inusitadas, engraçadas, estranhas, emocionantes, patéticas. Amiga, parceira de aventuras, confidente, conselheira, companheira em todas as horas, especialmente nas mais solitárias, Pita acompanha Juvenal durante um período importante da sua vida, período que forma o manancial do qual são afetuosamente garimpadas estas histórias.

FICHA TÉCNICA

Elenco: Eduardo Almeida

Direção: Cadu Cinelli

Dramaturgia: Cleiton Echeveste

SERVIÇO

Data: 07 a 29 de novembro

Local: Teatro Municipal Maria Clara Machado (Planetário da Gávea)

Endereço: Av. Padre Leonel Franca, 240, Gávea. Tel.: (21) 2274 7722

Horário: Sábados e domingos, às 16h.

Valor: R$ 30,00 (inteira)

Duração: 55 minutos

Gênero: Teatro infantil

Classificação: Livre (Recomendado para maiores de 6 anos)

Bilheteria: quarta a domingo, a partir das 14h

Capacidade: 138 lugares

Estacionamento pago no local

Já fomos, confira só!

Rosencrantz e Guildenstern

‘Rosencrantz e Guildenstern estão Mortos’, escrito pelo Inglês Tom Stoppard na década de 60, traz à cena dois personagens coadjuvantes da tragédia de ‘Hamlet’ de William Shakespeare (1564-1616). Enviados pelo tio de Hamlet para tentar conter a ira do seu sobrinho e desvendar a origem da sua loucura, os amigos do Príncipe da Dinamarca se encontram perdidos na sua missão e incapazes de saber quem são e como vão agir. A trama se desenrola nesta reflexão filosófica e existencial dos protagonistas sobre a vida, a arte e a morte, temas recorrentes nas obras de Stoppard.

A comédia dramática encenada pela Cia Teatral Milongas, estreou em setembro no Rio de Janeiro e conta com a direção, adaptação e atuação de Breno Sanches, que divide o palco com os atores Hugo Souza e Leonardo Hinckel. A supervisão de direção é assinada por Cesar Augusto, da Cia dos Atores e profundo conhecedor da obra de Shakespeare. Em 2004, Cesar participou de Ensaio.Hamlet, encenação de uma das montagens mais importantes e significativas na premiada trajetória da Cia dos Atores.

Em ‘Rosencrantz e Guildenstern estão Mortos’, o Milongas faz uso da metalinguagem e aposta em uma encenação dinâmica, estabelecendo uma cumplicidade do público com o jogo de cena. Assim, os adereços, figurinos e outros objetos cênicos, manuseados pelos atores, ficam expostos o tempo todo no palco, em uma espécie de coxia à mostra para o espectador. A manobra é adotada para que os três atores interpretem ao todo 10 personagens, entre eles Hamlet, ganhando agilidade nas trocas de roupa e criando outras possibilidades de encenação.

“Ao longo da trama, os atores estarão presentes, dizendo as falas dos personagens, mas sem figurinos, adereços ou qualquer composição, intensificando assim, o paralelo entre a cena e a realidade defendida por Stoppard em seu texto” adianta Breno Sanches, enfatizando que a trilha sonora e a operação de luz, também serão realizadas pelos próprios atores, que irão usar Ipod, microfone, guitarra, lanternas e projetor.

Há ainda no cenário uma parede que, no decorrer da história, se transforma em um grande painel de investigação usado pelos atores para avaliar o andamento da cena, recurso que mais uma vez envolve o público nessa inebriante mistura da ficção com a realidade. Neste painel, são afixados, aos poucos, as pistas apuradas por Rosencrantz e Guildenstern, na tentativa de descobrir a causa da loucura de Hamlet, que por sua vez também está investigando o próprio tio.

SINOPSE

Três atores encenam a peça ‘Rosencrantz e Guildenstern estão Mortos’, escrita pelo inglês Tom Stoppard, e que mostra o ponto de vista desses dois personagens coadjuvantes da tragédia ‘Hamlet’ de William Shakespeare. A partir dessa releitura, a Cia Teatral Milongas realiza um jogo de cena em que os atores interpretam diversos personagens e convidam o público para vivenciar experiências em busca de respostas sobre a vida, a arte e a morte.

FICHA TÉCNICA

Autor: Tom Stoppard

Direção: Breno Sanches

Supervisão de Direção: Cesar Augusto

Elenco: Breno Sanches, Hugo Souza e Leonardo Hinckel

Adaptação: Breno Sanches, Hugo Souza e Matheus Rebelo

Direção Musical: Dani Carneiro

Preparação Corporal: Daniela Carvanellas

Direção de Arte: Bruno Perlatto

Cenário, Figurino e Adereço: Tuca

Iluminação: Marcela Andrade

Vídeo: Fabio Steinberger – Fluxos Filmes

Designer Gráfico: Ivi Spezani

Assessoria de Imprensa: Lyvia Rodrigues – Aquela que Divulga

Produção: Pagu Produções Culturais

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos.

VALOR DO INGRESSO: R$ 30,00

DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 80 minutos.

GÊNERO: Comédia dramática

HORÁRIO: 20h.

CAPACIDADE DE PÚBLICO: 60 lugares.

TEMPORADA: segundas, de 30 de outubro a 30 de novembro.

Se vivêssemos em um lugar normal

‘Se vivêssemos em um lugar normal’ é a primeira adaptação para o teatro da obra literária homônima do escritor mexicano Juan Pablo Villalobos, autor de contos, crônicas e críticas de cinema e literatura. O livro faz parte de uma trilogia sobre o México, que começou com o aclamado ‘Festa no covil’ (2010), e se encerrou com o recém-lançado ‘Te vendo um cachorro’ (2015), ambos abordando o tema da violência, da desigualdade e da injustiça. A montagem, que fez sua pré estreia durante o Festival de Teatro de Curitiba em março deste ano, teve sua estreia este ano no Rio de janeiro em setembro no SESC Tijuca.

Encenada e adaptada por Roberto Rodrigues, o romance, de texto conciso, direto, leve, bem-humorado e às vezes irônico, narra a saga de Orestes, um dos sete filhos de uma família cujo pai é um professor de educação cívica, mestre em propagar todo tipo de impropérios, e a mãe, uma típica personagem do melodrama mexicano. Dentro da “caixa de sapato”, apelido da casa em que vivem, no Morro da Puta que Pariu, em uma cidade do México, o protagonista tenta entender sua situação econômica e mudar o curso de sua própria sorte. Na iminência de ver a pequena moradia ser demolida pela chegada de um empreendimento imobiliário de alto padrão, cada membro da família cria subterfúgios, muitas vezes delirantes, para lidar com uma realidade cada vez mais opressiva. É neste cenário, sob o ponto de vista do personagem central, oscilando entre o adolescente entediado e o adulto raivoso, que se dá a sua percepção da luta de classes e do papel insignificante que a sua família ocupa no mundo.

‘A realidade de Orestes se mesclava à minha, e o livro trazia o verbo potente e ácido o suficiente que eu buscava já tinha um tempo, inspirado por grandes espetáculos como “O Pregoeiro”, “Descoberta das Américas”, “Estamira” e outros que possuem ironia, comédia e poesia em tons minuciosamente pensados, intuídos e valorizados pelos artistas que as representam. E no final de um encontro em um café, Juan Pablo disse sim ao disparate de transformar sua obra literária em uma arma teatral’, enfatiza Roberto.

Sozinho em cena, o ator/personagem conta sua história, interpretando diversos papéis em um rico processo de composição corporal e vocal. A partir de um cenário composto apenas por um cubo de madeira, cria-se, com elementos puramente teatrais, a visualização dos espaços presentes na história. A trilha sonora assinada pelo compositor e músico Victor Hora, executada apenas com trechos de guitarra e violão, revela uma influência da viola country, do dedilhado brasileiro do samba e das tonalidades da música do sertão nordestino. No final entra um blues com pegada brasileira. De uma narrativa cômica, dinâmica e irônica, essa história resultará em uma encenação deliciosamente subversiva.

PREMIAÇÃO EM FESTIVAIS DE ESQUETES

Uma das cenas que compõe o espetáculo ‘Se vivêssemos em um lugar normal‘ foi apresentada em dois festivais de esquetes, com um ótimo retorno da crítica especializada e do público presente. No ‘Festival Niterói Em Cena de Esquetes 2014 – RJ’ a performance recebeu três prêmios: 3º lugar na categoria Melhor Esquete, Melhor Ator da Mostra Adulta e Melhor Esquete na categoria Júri Popular. Também foi indicado nas categorias Melhor Direção e Melhor Texto, no ‘Festival Breves Cenas 2014 – AM’, a apresentação recebeu Menção Honrosa do Júri Técnico.

SINOPSE

“Se vivêssemos em um lugar normal” é a primeira adaptação para o teatro da obra literária homônima do escritor mexicano Juan Pablo Villalobos, autor de outros dois livros, ‘Festa no Covil (2010) e ‘Te vendo um cachorro’ (2015), que integram uma trilogia sobre o México. Interpretada por Roberto Rodrigues, a história narra a saga de Orestes, protagonista

do romance e um dos sete filhos de uma família cujo pai é um professor de educação cívica, mestre em propagar todo tipo de impropérios, e a mãe, uma típica personagem de dramas mexicanos. Dentro da “caixa de sapato”, apelido que a família dá a casa em que vivem, no morro da “Puta que pariu”, o protagonista tenta entender sua situação econômica e mudar o curso de sua própria sorte.

FICHA TÉCNICA:

Texto: Juan Pablo Villalobos Atuação e adaptação: Roberto Rodrigues

Direção: Roberto Rodrigues

Colaboração artística: Breno Sanches, Hugo Souza e Matheus Rebelo Figurino: Bruno Perlatto Iluminação: Adriana Milhomem Direção de Movimento: Maria Celeste Mendozi Preparação vocal: Jane Celeste Operador de Luz: Rafael Tonoli Trilha sonora: Victor Hora Designer: Ivi Spezani

Fotógrafo: Renan Lima Realização: Cia Teatral Milongas Assessoria de imprensa: Lyvia Rodrigues (Aquela que Divulga)

Produção: Pagu Produções Culturais

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos.

VALOR DO INGRESSO: R$ 20,00

DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 75 minutos.

GÊNERO: Tragicômico

HORÁRIO: 20h.

CAPACIDADE DE PÚBLICO: 60 lugares.

TEMPORADA: domingos, de 30 de outubro a 30 de novembro.

POP – 15 minutos de fama

Em POP – 15 minutos de fama, a dramaturgia foi elaborada a partir de uma seleção de músicas pop em que, de forma irreverente e irônica, a Cia Teatral Milongas aborda questões culturais, sociais, religiosas e políticas do mundo atual que é influenciado pela cultura de massa.

Através de músicas, coreografias, paródias e recitações de canções famosas, o espetáculo pretende refletir de maneira criativa e ácida a atual sociedade de consumo, seguindo assim os preceitos do movimento da Pop Art, iniciado em meados do século XX. Dessa forma o espetáculo irá explorar signos estéticos massificados como forma de expressão artística.

Com influências contemporâneas, principalmente da estética ligeira do conteúdo propagado pela internet, a estrutura do espetáculo é dinâmica, com várias cenas curtas e entrecortadas, criando assim uma dramaturgia fragmentada, mas de grande identificação com a plateia, e trazendo reflexões sobre o modo como interagimos com a grande quantidade de informações a qual estamos diariamente submetidos.

Quantas vezes ouvimos que alguma música famosa fica na cabeça que nem chiclete? A utilização de jingles políticos no espetáculo, por exemplo, aparece para brincar com essa necessidade das campanhas de grudarem na cabeça. Não há melhor maneira de conseguir isso do que usar músicas já bem famosas do público, tornando os próprios políticos também grandes astros.

O espetáculo utiliza canções que vão desde o rei do pop, Michael Jackson, passando pelos sucessos populares nacionais, como Sandy Júnior, até os meninos da recente boy band, One Direction. Com isso, buscamos evocar a memória do público, brincando com os sucessos ao longo do tempo, mostrando que o efeito reprodutivo e histérico do estilo musical continua o mesmo. Evidenciamos assim a característica efêmera da cultura de massa, onde os objetos se tornam descartáveis com muita facilidade.

O que torna alguém famoso? No mundo POP, essa ideia se torna cada vez mais ampla. Os 15 minutos de fama que Andy Warhol já previa nos anos 60 se tornam mais visíveis com os sucessos fugazes que a sociedade midiática vem produzindo em grande escala e os torna obsoletos.

SINOPSE

Musicas, coreografias e diversas situações cômicas inspiradas no universo POP são levadas à cena em um espetáculo/cabaré dinâmico e fragmentado, um turbilhão de informações que remetem a nossa atualidade, influenciada pela velocidade da internet.

FICHA TÉCNICA

Atores: Hugo Souza, Matheus Rebelo e Roberto Rodrigues

Direção e Concepção Dramatúrgica: Breno Sanches

Colaboração de Dramaturgia: Camilo Pelegrini e Felipe Barenco

Coreografias: Paulo Cristo

Trilha Sonora: Adipe Neto

Figurinos: Camila Nhary

Cenário, Adereços e Designer Gráfico: Tuca

Participação em off: Luiza Cesar, Mabel Cezar e Ronaldo Julio

Realização: Cia Teatral Milongas

Produção: Pagu Produções Culturais

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos.

VALOR DO INGRESSO: R$ 20,00

DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 60 minutos.

GÊNERO: Comédia

HORÁRIO: 20h.

CAPACIDADE DE PÚBLICO: 60 lugares.

TEMPORADA: sábados, de 30 de outubro a 30 de novembro.

“Espelunca” na Sede das Cias

Pesquisa iniciada em 2008 pela Cia Teatral Milongas, o espetáculo ESPELUNCA, foi contemplado pelo projeto Circuito Estadual das Artes da Secretaria de Estado de Cultura em 2011. Em seguida, estreou no Rio de Janeiro em abril de 2012, fechando o ciclo de Ocupação da Cia no Teatro Ziembinski (2010 – 2012). Participou ainda de festivais de importância como Anjos do Picadeiro (RJ), FENATA – Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa (PR), e do Virada Cultural de São Paulo (Jundiaí –SP) em 2013 e FRINGE, Festival de Curitiba, 2015.

Projeto nascido através das pesquisas pessoais dos atores Adriano Pellegrini e Roberto Rodrigues, ganhou força com o aprofundamento técnico em prol da construção do espetáculo. Baseado nas sequências de números cômicos estudados pelos atores, a dramaturgia foi sendo direcionada por Breno Sanches.

ESPELUNCA é um espetáculo de Palhaço, baseado na relação dos tipos da figura do palhaço branco e do palhaço augusto, relação de manipulador (branco) e manipulado (augusto), dominante e dominado, relação encontrada também nas classes sociais e nas relações hierárquicas. Essa relação é estabelecida no cenário de um antigo restaurante, visivelmente decadente. Um único homem espera ansioso por clientes que nunca chegam, até que um homem entra e é confundido com um cliente. Esse quiproquó norteia todo espetáculo até a cena final.

Toda encenação é conduzida sem uso da palavra. Apenas com ações físicas e jogo cênico, os atores realizam a comunicação de forma natural que é perfeitamente compreendida pelo público.

O assertivo e caprichado cenário de Arlete Rua e Thais Boulanger, fazem com que o público e os atores mergulhem nesse restaurante esquecido pelo tempo. Em um misto de relicário e decadência, o restaurante é ambientado por um biombo com papéis de paredes caindo, um balcão de atendimento com um rádio que parece ter vida própria, e apenas uma mesa com duas cadeiras.

A luz criada por Adriana Ortiz é incorporada criando o recorte perfeito para cada momento e ação, contribuindo também ao tom nostálgico do lugar. O ritmo criado pelas ações corporais dos atores é acompanhado pela edição musical minuciosa feita por Leo Brasil. Guiados pelas músicas e pelo clima influente do chorinho brasileiro, os atores conduzem os números cômicos e a sequência das cenas.

A Cia Teatral Milongas inspirado pela comédia física, pelo cinema mudo e por personagens e palhaços – como Chaplin, George Carl, Mr. Bean, Buster Keaton, Teontônio (Ricardo Puccetti – LUME), Piolin e muitos outros – criou o espetáculo ESPELUNCA, a fim de despertar o riso e a imaginação do público de todas as idades e classes sociais.

SINOPSE

Espelunca é um espetáculo de comédia – palhaçaria de boteco – inspirado no cinema mudo, que apresenta as desventuras de um dono de restaurante à beira da falência e a chegada de um único cliente, que não era bem o que se esperava. Levado ao som de chorinhos e sem nenhuma fala, o Grupo Milongas apresenta um espetáculo dinâmico e muito divertido.

FICHA TÉCNICA

Direção e Dramaturgia: Breno Sanches

Elenco: Adriano Pellegrini e Roberto Rodrigues

Trilha Sonora: Adriano Pellegrini, Breno Sanches, Matheus Rebelo e Roberto Rodrigues.

Edição de Som: Léo Brasil

Cenografia, Figurino e Adereços: Arlete Rua e Thais Boulanger.

Iluminação: Adriana Ortiz

Realização: Cia Teatral Milongas

Produção: Pagu Produções Culturais

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 anos.

VALOR DO INGRESSO: R$ 20,00

DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 55 minutos.

GÊNERO: Comédia

HORÁRIO: 20h.

CAPACIDADE DE PÚBLICO: 60 lugares.

TEMPORADA: sextas, de 30 de outubro a 30 de novembro.

Está à venda o jardim das cerejeiras

O projeto de encenação Está à venda o jardim das cerejeiras é um desdobramento da tese de doutorado de Larissa Elias, que versa sobre a poética de Peter Brook lida via poética de Tchekhov. A tese se desdobrará também em um livro, que será lançado pela Editora 7Letras, em junho de 2015.

A proposta desse projeto baseia-se no tripé: teatro experimental x formação x produção teórica, multiplicando o seu alcance por meio de ações educativas dialógicas, práticas e teóricas. O projeto prevê sua estreia para junho de 2015.

Este projeto foi contemplado pelo Edital FAPERJ-2013 de Apoio à Produção e Divulgação das Artes no Estado do RJ.

ENCENAÇÃO – O encontro potente entre Tchekhov, Brook e Meierhold

A peça O Jardim das cerejeiras é estruturada em 4 atos e tem seu momento culminante no Baile do 3° ato. Liubov, a dona do jardim – a propriedade – oferece um baile enquanto este é vendido em leilão na cidade vizinha. A festa termina com o anúncio de Lopakhin, filho de um antigo “servo” da propriedade, de que é o novo dono do jardim das cerejeiras.

A proposta para a nossa encenação é concentrar toda a ação do drama neste baile, cujo conceito cênico se baseará nas versões criadas pelos encenadores P. Brook e Meierhold para a peça teatral de Tchekhov.

O Cerejal de Brook (montagem e filme de 1981) se concentra em 2 “festas”: a 1ª, os encontros de confraternização, dentro e fora da casa, que trazem a marca pictórica das festas retratadas pelo pintor francês Antoine Watteau; a 2ª, o baile do 3º ato, cujas cores, música, vozes etc. são impregnados de imensa euforia e de um ritmo veloz. O ritmo acelerado tem um duplo sentido de recusa: recusa do encenador Brook à “lentidão” da cena e recusa do autor Tchekhov à estagnação da sociedade russa.

Meierhold faz a seguinte leitura do Baile de Tchekhov: “No terceiro ato entra, sem que as personagens se dêem conta, o Horror. ‘O jardim foi vendido’. Bailam. ‘Vendido’. Bailam. E assim até o final. O terceiro ato produz uma alegria através da qual se ouvem os ruídos da morte. Há neste ato algo de terrorífico […] o acompanhamento em dissonância pela charanga da orquestrinha provinciana e pelo baile dos cadáveres vivos (os burgueses)”.

O BAILE POLIFÔNICO – A interseção entre diferentes referências

A partir do cruzamento entre as versões citadas e aproveitando a estrutura coral e lacunar do texto de Tchekhov, pretende-se criar um baile polifônico e fazer ecoar novas imagens, novas vozes, novos sentidos para o “está à venda” na montagem entre a Rússia do final do séc. XIX, e o Brasil dos dias atuais.

Para tanto, o texto de Tchekhov será reestruturado segundo uma lógica de pensamentos, de sensações, de não-ditos, de inquietações, de dores, de recordações, de paisagens e imagens intraduzíveis, que não corresponde à ordem cronológica da ação presente no drama.

Dentre os recursos eleitos para explorar essa concepção dramática está a criação de uma série de “quadros” que acontecem fora do espaço e do tempo em que a trama se desenrola. Tchekhov comenta estes “quadros”, que na nossa encenação serão filmados e fotografados. Tais fragmentos irão compor a ação dramática provocando interrupções no texto original de O Jardim das Cerejeiras, e contribuindo para discutir a lógica mencionada.

A versão de Brook servirá também como inspiração estética para a direção de arte do espetáculo. O cenário assim como os figurinos serão criados a partir de uma citação explícita ao cenário de Brook: tapetes horizontais e verticais criando espaços simultâneos; e incorporação à cena de todos os elementos pertencentes ao espaço teatral.

Às versões de Brook e Meierhold se acrescentarão outras referências: o poema do espanhol Leopoldo Marìa Panero, que apresenta o universo das personagens tchekhovianas como um conto de fadas povoado por objetos enfeitiçados, justapondo o capitalismo nascente na Rússia da virada para o séc. XX com as personagens de Walt Disney celebradas em boa parte do mundo ainda hoje; e o documentário Opening in Moscow (1959) do cineasta norte-americano D. A. Pennebaker. Este documentário registra a primeira feira universal dos Estados Unidos em Moscou. É notório nestas imagens da década de 50 o fascínio de senhoras com os cabelos cobertos por lenços coloridos, pelos objetos-fetiche do capitalismo americano: máquinas de lavar roupas, brinquedos elétricos, automóveis etc. (link p/ vídeo: https://vimeo.com/71041322 SENHA: cerejal. Seleção de imagens de Moscou, produzidas por nossa equipe, montadas com trechos de Opening in Moscow: amostra do material audiovisual que poderá ser utilizado na encenação)

(RE)CONSTRUINDO A EXPERIÊNCIA – Ações formativas integradas

A fim de proporcionar um debate real e estimular a investigação da cena contemporânea entre artistas e espectadores, propõe-se algumas ações: realização de seminário com convidados, acerca dos artistas Brook, Tchekhov e Meierhold; encontros após o espetáculo; oficinas teóricas e/ou práticas.

Essas ações têm por objetivo unificar os 3 pilares do projeto em ações práticas e que reverberem junto ao público: debate teórico, formação e produção experimental em teatro.

BREVE JUSTIFICATIVA

Tchekhov é um autor fundamental para se compreender as transformações sofridas pelo drama na passagem do séc. XIX ao XX e que ecoam ainda hoje no teatro contemporâneo. Sua obra teatral é tecida por espaçamentos que desdramatizam a forma dramática abrindo espaço para o mundo como esfera política. Sobre Tchekhov, disse o encenador russo Stanislavski: “ele foi um dos primeiros a sentir a inevitabilidade da revolução quando ela ainda estava em embrião […]. Quem senão ele começou a derrubar o maravilhoso e florescente cerejal, consciente de que o seu tempo estava terminando e a velha vida estava irremediavelmente condenada à destruição?”

Aproveitando esta dramaturgia profética, que anuncia uma revolução na sua temática e na sua estrutura formal, o espetáculo Está à venda o jardim das cerejeiras propõe uma discussão extremamente atual: a demolição de modelos antigos de sociabilidade, de modelos econômicos e políticos, e de circulação de mercadorias, pessoas e sentidos. A partir do paralelo entre a Rússia do final do séc. XIX e o Brasil de hoje, pretende-se tematizar relações entre tempo, memória, economia, política e arte.

Outro aspecto potencial deste projeto é a articulação entre as poéticas de Tchekhov, Brook e Meierhold. Por meio da apresentação do espetáculo, da realização de diálogos, seminários, grupos de estudo, e de oficinas práticas, será ampliado o campo de conhecimento dessas poéticas e de seus desdobramentos, resultando numa visão mais consistente e múltipla das obras, refletindo-se na formação crítica, apreciativa e política do espectador.

Nosso cerejal converge distintas experiências e articula os fazeres artístico e acadêmico. A relação deste projeto com a Universidade colabora para a criação de campos de interseção cultural no Rio e no Brasil. A partir do tripé produção experimental em teatro x formação x produção teórica se estabelecem e se incrementam importantes redes: de produção de conhecimento, de produção artística e cultural e de profissionalização.

ESTÁ À VENDA O JARDIM DAS CEREJEIRAS

SINOPSE

“Está à venda o jardim das cerejeiras”, anuncia a personagem de Lopakhin, cuja meteórica ascensão social e econômica (de camponês a rico comerciante) simboliza as transformações profundas vividas na Rússia ao final do século XIX. “Está à venda o jardim das cerejeiras”, último verso do poema Branca de neve despede-se dos sete anões, do poeta espanhol Leopoldo María Panero. “Está à venda o jardim das cerejeiras”, vaticínio que ecoa ainda hoje com outras vozes, gestos e imagens – uma adaptação da Cia. Os Cênicos da peça O jardim das cerejeiras, de Anton Tchékhov.

SERVIÇO

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos

VALOR DO INGRESSO: R$ 30,00

(15,00 meia, classe e lista amiga / 10,00 eventuais promoções para estudantes)

DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 90 min

GÊNERO: comédia dramática

HORÁRIO: 20h

CAPACIDADE DE PÚBLICO: 60 pessoas

TEMPORADA: 04 a 26 de novembro

FICHA TÉCNICA COMPLETA

ATORES:

MARÍLIA MARTINS

REGINA GUTMAN

ANA MIRAMAR

SABRINA PARAÍSO

DIREÇÃO: LARISSA ELIAS

DIRETORA-ASSISTENTE: VANESSA TEIXEIRA DE OLIVEIRA

PESQUISA TEÓRICA E DRAMATURGIA: LARISSA ELIAS e VANESSA TEIXEIRA DE OLIVEIRA

CENOGRAFIA: ANDRÉA RENCK

CENÓGRAFO-ASSISTENTE: ERIC FULY

FIGURINOS: SAMUEL ABRANTES

LUZ: MAURÍCIO FERREIRA

MÚSICA: LEO TUCHERMAN

PROGRAMAÇÃO VISUAL: NATÁLIA QUINDERÉ

ASSISTENTES DE FIGURINO: LENES ALVES E LUNA DESCAVES

CONTRA-REGRA: ZAKHIA ELIAS

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: JOÃO BRAUNE / FOMENTA PRODUÇÕES

PRODUTOR EXECUTIVO: MATHEUS MARQUES / FOMENTA PRODUÇÕES

REALIZAÇÃO: OS CÊNICOS CIA. DE TEATRO E LABATOR – LABORATÓRIO DE PROCESSOS DO ATOR DA EBA/UFRJ

INSTITUIÇÃO PATROCINADORA FAPERJ (Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro)

INSTITUIÇÕES MANTENEDORAS: UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e UNIRIO (Universidade do Estado do Rio de Janeiro)

PARCERIA: CASA DA GLÓRIA

“Irmã Scheilla, a Enfermeira do Alto

Irmã Scheilla é conhecida pelas suas palavras de fé e bondade a todos aqueles que a acompanham. Ao contar sua história queremos passar todos os ensinamentos que em terra Irmã Scheilla pregou eternizando ainda mais a sua caminhada.

Ficha Técnica: Texto e Direção: Claudio Juarez Colaboração: Aline Daltro Elenco: Aline Daltro, Claudia Bastos, Claudio Juarez e Ruan Calheiros Figurino e Cenário: Lukas Schulteiss Criação de Luz: Diana Cruz Operação de Luz e som: Lucas Albuquerque Designer Gráfico: Ruan Calheiros Produção: Junto e Misturado Associados Teatrais

Serviços:

Domingos às 20h

R$ 40,00

Classificação: Livre

De 08 até 29 de novembro

Teatro Henriqueta Brieba – Tijuca Tênis Clube Rua Conde do Bonfim, 451 – Tijuca – Rio de Janeiro

Tel: (21) 3294-9300

Festival “Passeio em Cena” no Passeio Público

Entre os anos de 1926 e 1937 funcionou no Passeio Público o Theatro-Casino Beira Mar, uma pérola da arquitetura neocolonial brasileira, considerado ponto de encontro de modernistas, palco das melindrosas, do teatro de vanguarda, da explosão do jazz e do charleston, e local por onde circularam nomes como Procópio Ferreira, Paschoal Carlos Magno e Jaime Costa.

A edificação considerada descaracterizadora pelo então prefeito do Rio Henrique Dodsworth (1937-1945) foi implodida, e durante 78 anos o primeiro parque público do país ficou sem receber espetáculos de artes cênicas, realidade que começa a mudar com a estreia do Festival Passeio Em Cena.

Nos dias 31 de outubro e 1° de novembro, das 10h às 22h, grupos de diferentes regiões da metrópole fluminense vão ocupar os jardins do Passeio com peças infantis e adultas, circo, contação de histórias, performances, debates e uma oficina de construção dramatúrgica a partir de elementos da cidade.
O Festival Passeio Em Cena nasce da vontade de realizar um encontro entre grupos de teatro e circo, pensadores, público e produtores culturais que utilizam a rua como plataforma para seus fazimentos artísticos. A ideia é discutir a criação estética e o poder de mobilização através das vivências cênicas.

Além das apresentações, os espectadores vão aproveitar um circuito gastronômico de comidas artesanais, e sets do DJ Eppinghaus, ao final de cada noite.

A iniciativa é uma parceria da SerHurbano com o Coletivo Peneira, por intermédio do movimento O Passeio é Público, que em julho deste ano ocupou o parque com uma maratona multicultural. Foram 12 horas de programação, e mais de 50 artistas que levaram cerca de 5 mil pessoas a redescobrirem o espaço.

Construído no século XVIII, o Passeio Público foi o primeiro parque público do país. Localizado no coração do Centro do Rio de Janeiro, na Rua do Passeio, principal artéria de ligação entre a Lapa e a Cinelândia, é um local arborizado, fresco e agradável, que em seus 230 anos de história marcou a vida de muitos cariocas.

 

SOBRE O THEATRO-CASINO BEIRA MAR

Em 1921 o prefeito Carlos Sampaio pretendia construir no Passeio Público um prédio que contasse com hotel para turistas estrangeiros, salões de festas, gabinetes de leitura, e mirantes voltados para a Baía de Guanabara. Entretanto o projeto não seguiu adiante, e em 1926 a construção deu lugar ao Theatro-Casino Beira Mar, também chamado de Beira Mar Casino, que funcionava como teatro e cabaré. A estréia oficial aconteceu com a peça A Sorte Grande, de Manuel Bastos Tigre. As atrações do local variavam de apresentações da exótica dançarina norte-americana Josephine Baker a companhias de teatro de nomes consagrados. Jaime Costa, por exemplo, encenou no local várias peças, como Uma Noite em Claro, O Processo Voronoff, Espumante para Senhoras e A Família Kollossa.

No Theatro-Casino nasceram também dois importantes movimentos do moderno teatro brasileiro. Em 1927 estreava no antigo belvedere do Passeio Público a peça Adão, Eva e outros membros da família, encenada pela Companhia Teatro de Brinquedo, liderada pelo casal Álvaro e Eugênia Moreyra. A peça chamou a atenção pelos cenários realizados por Di Cavalcanti e Luiz Peixoto e por apresentar atores praticamente desconhecidos. A Companhia Teatro de Brinquedo, que introduziu no Brasil autores como Pirandello e Cocteau, era formada por jovens oriundos da burguesia e forjou talentos como Joracy Camargo.

Também no Beira Mar Casino nasceu a Companhia Caverna Mágica, liderada por Renato Viana, que mais tarde seria o primeiro diretor da Escola de Teatro Martins Pena, no Centro do Rio. Fazia parte da Caverna, um jovem ator, que depois se destacaria como um dos maiores dramaturgos brasileiros: Paschoal Carlos Magno. Em 1934, Viana criou, no Casino, o projeto Teatro-Escola, com o objetivo de formar jovens talentos, produzir espetáculos populares e democratizar o acesso ao teatro. A estreia do projeto aconteceu com Sexo, peça lançada em 1934, com um elenco formado por Jaime Costa, Olga Navarro, Delorges Caminha, Itália Fausta e Suzanna Negri, com direito ainda à coreografia especialmente elaborada pela vedete Eros Volúsia.

Na gestão municipal de Henrique Dodsworth (1937-1945) foram implodidos os prédios onde funcionavam o Theatro-Casino. Com a demolição, o terraço do Passeio foi liberado, e o jardim restaurado, e assim surgiu a Rua Mestre Valentim, hoje incorporada à Avenida Beira Mar.

 

PROGRAMAÇÃO:

DIA 31 DE OUTUBRO (SÁBADO)

10h

GRÁTIS – Contação de história: Histórias que contam por aí, conto por aqui…

Companhia: Cia Sol de Brinquedo

Classificação indicativa: Livre

Duração: 40 min

Sinopse: As histórias são contadas com bonecos de vara e bonecos de tecidos, estabelecendo um jogo cênico entre o contador e o personagem (boneco). Cada história, sobre contos populares brasileiros, é sonorizada com ritmos, cantigas populares e músicas autorais executadas ao vivo com violão e pandeiro.

 

11h

GRÁTIS – Contação de história: Palavra Viva

Companhia: Manguinhos em Cena

Classificação indicativa: Livre

Duração: 40 min

Sinopse: Palavra Viva é uma contação de histórias que se propõe apresentar autores nacionais a crianças e jovens. A contação permite uma aproximação direta com o público, através de temas como identidade, autoestima e convivência. As mensagens transmitidas oferecem aos espectadores a oportunidade de reflexão e divertimento.

 

14h

GRÁTIS – Oficina: Teatro e Sua Arte Popular

Companhia: Coletivo Peneira

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 120 min

Sinopse: A oficina propõe a desmistificação do significado de cultura popular, comumente associado ao folclore. A cidade e seu cotidiano são apresentados como elementos cruciais para a construção teatral, realizando uma combinação entre as artes cênicas e cultura urbana. O processo de criação é estimulado através da observação e contato com a memória, deslocamento, ficção, e território, alinhados com estudos sobre Luís da Câmara Cascudo, Ariano Suassuna, Mario de Andrade, Kandinsky, João do Rio, em conjunto com técnicas de grandes mestres do teatro como, Uta Hagen, Antoine Artaud, Augusto Boal, entre outros.

 

15h30

GRÁTIS – Performances Oranian e Yaô

Companhia: Entre Lugares, terras que pisei, histórias que contei, do Complexo da Maré

Classificação indicativa: Livre

Duração: 15 min

Sinopse: Oranian – O pisar de Oduduá no montículo de terra, deu-se origem ao processo de criação do plano terrestre, Exu abrindo os caminhos, Oduduá tem ajuda de um galo, um pombo, um camaleão e os encantos de Oranian para concluir seu fundamento dado por Olorum.

Yaô – O inspirar e respirar de Olorum deu origem à água. No balanço do ar e o mar, parte se torna terra se solidificando, dando forma ao montículo de terra. Olorum sopra, surge Exu. Oduduá encarregada da criação, pisa na terra, com um galo, um pombo e um camaleão.

Direção: Hyan Victor

 

16h

GRÁTIS – Performance teatral Bigorna-Work in progress

Companhia: Coletivo LÁ ENCASA

Classificação indicativa: Livre

Duração: 35 min

Sinopse: A performance teatral “Bigorna-Work in progress” conta a história de Bibi- uma bicicleta Berlineta 78, que experiencia momentos de aventura, questionamento, partida e poesia junto a sua dona, companheiras inseparáveis. O trabalho protagoniza a figura da bicicleta, magrela, bici, convidando o espectador a compor essa fração de tempo junto as personagens. Fruto do “Escuto histórias sobre bicicleta” projeto de ocupação urbana onde, a atriz Emilia Alcoforado e o diretor/psicodramatista Fabio Alcoforado disponibilizam seus ouvidos a qualquer transeunte que tenha uma história sobre bicicleta a contar. O coletivo LAENCASA trás pra rua um trecho de seu espetáculo inspirado em histórias reais, ainda em processo de construção.

Direção: Fabio Alcoforado

 

18h

GRÁTIS – Debate: Experiências e olhares sobre a produção teatral na metrópole fluminense

Com Vitor Lemos (diretor do curso de teatro da Universidade Cândido Mendes), Verissimo Junior (diretor do Grupo Teatro da Laje), Cristiane Muñoz (professora da Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Pena) e Leandro Santanna (Companhia Teatral Queimados Encena e Projeto Minha Sede Minha Vida).

Duração: 90 min

 

20h

GRÁTIS – Espetáculo: Panidrom

Companhia: Companhia Volante

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 90 min

Sinopse: É uma fábula que traz à cena a trajetória de nove personagens retirados de seus locais de origem por conta da construção de uma barragem, conduzidos por El Gran Perez Perez para uma terra nova. Com 10 atores, cinco músicos e uma bicicleta, o espetáculo itinerante se desenvolve por ruas, praças e espaços da cidade.

Direção: João Pedro Orban

 

21h30

GRÁTIS – Set O Passeio é Público

DJ Eppinghaus

Duração: 30 min

 

DIA 1° NOVEMBRO (DOMINGO)

10h

GRÁTIS – Contação de história: A Fruta Misteriosa

Companhia: Barracão da Potí

Classificação indicativa: Livre

Duração: 40 min

Sinopse: Na floresta Grajaúba uma das árvores guarda um grande segredo: uma fruta brilhosa, suculenta e mágica. E somente a Senhora Raposa poderá ajudar os animais a desvendar esse mistério. Duas passarinhas convidam o público a voar com o seu imaginário e participar dessa aventura musical e fantástica nas alturas.

 

11h

GRÁTIS – Espetáculo: Urucuia Grande Sertão

Companhia: Coletivo Peneira

Classificação indicativa: Livre

Duração: 60 min

Sinopse: A montagem conta a história de um rei de uma cidade do sertão brasileiro, viúvo, solitário e (muito) ansioso por ter netos de sua filha. Para isso, determina que seu fiel servo arrume um rapaz que se case imediatamente com a jovem. O que ele não supunha, porém, era que a princesa, muito inteligente, resolveria dificultar a situação, criando um concurso de charadas para encontrar seu pretendente.

Direção: Marcia do Valle

 

12h30

GRÁTIS – Espetáculo: O Homem da Maça

Classificação indicativa: Livre

Duração: 20 min

Sinopse: O Homem da maça tem uma temática extremamente existencialista, na qual narra as primeiras horas de vida de um bicho da maça, que sente, questiona e se posiciona diante de um mundo desconhecido.

 

14h

GRÁTIS – Oficina: Teatro e Sua Arte Popular

Companhia: Coletivo Peneira

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 120 min

Sinopse: A oficina propõe a desmistificação do significado de cultura popular, comumente associado ao folclore. A cidade e seu cotidiano são apresentados como elementos cruciais para a construção teatral, realizando uma combinação entre as artes cênicas e cultura urbana. O processo de criação é estimulado através da observação e contato com a memória, deslocamento, ficção, e território, alinhados com estudos sobre Luís da Câmara Cascudo, Ariano Suassuna, Mario de Andrade, Kandinsky, João do Rio, em conjunto com técnicas de grandes mestres do teatro como, Uta Hagen, Antoine Artaud, Augusto Boal, entre outros.

 

15h30

GRÁTIS – Performance teatral Tiro no Escuro, baseada no conto “Fábrica de fazer vilão”, do Ferréz

Companhia: Cia de Teatro da Arena Jovelina Pérola Negra

Classificação indicativa: Livre

Duração: 30 min

Sinopse: O conto discute o meio urbano e a representação da violência, com um recorte espacial: periferias e favelas. A partir de um contexto familiar, o texto retrata os modos de opressão física e psicológica, praticados pelo estado, com moradores de territórios populares.

Direção: Alexandre Damascena

 

16h

GRÁTIS – Espetáculo: Cabaré dos Mortos

Companhia: Circo no Ato e convidados

Classificação indicativa: Livre

Duração: 90 min

Sinopse: Show de variedades circenses

 

18h

GRÁTIS – Debate: A cidade e suas narrativas como plataforma de criação

Com Alexandre Damascena (diretor da Cia do Invisível e gestor do Teatro Municipal de Itaguaí), Isabel Gomide (Reage, Artista!) e Fabiano de Freitas (Teatro de Extremos e Ocupação Copi).

Duração: 90 min

 

20h

GRÁTIS – Espetáculo: Acabarão por nos esquecer

Companhia: Teatro Vírgula

Classificação indicativa: Livre

Duração: 60 min

Sinopse: Acabarão por nos esquecer: é o destino. Nada se pode fazer contra ele. Para onde ir, então? Ficar, partir? Construir a casa, cruzar a ponte: ser. Homens bravos e afamados, escutem hoje o nosso canto.

O espetáculo se baseia na história real da vila de Mazagão, discutindo a relação entre origem e pertencimento.

Direção: Pedro Struchiner

 

21h30

GRÁTIS – Set O Passeio é Público

DJ Eppinghaus

Duração: 30 min

 

SERVIÇO:

Festival Passeio Em Cena

Datas: sábado, 31 de outubro e domingo, 1° de novembro

Horário: 10h às 22h

Local: Passeio Público – Rua do Passeio, s/n° – Cinelândia

Informações: http://migre.me/rKNN1

Evento:Grátis

24ª edição do Festival Panorama

A 24ª edição do Festival Panorama, maior evento de artes do corpo, dança e performance no Brasil e um dos mais importantes da América Latina, traz ao Rio de Janeiro, de 30 de outubro a 15 de novembro, 30 atrações estrangeiras e brasileiras, com espetáculos, palestras, oficinas e outras atividades em linguagens diversas que se destacam na cena contemporânea mundial.

Este ano o festival investiga a relação da dança com o texto e com a passagem do tempo, e ocupará de forma democrática espaços tradicionais e alternativos no Centro, Zona Norte, Zona Oeste e Zona Sul da cidade. Serão performances, intervenções urbanas, conversas públicas, instalações e oficinas, sempre com preços acessíveis (até R$ 30) ou entrada franca. Em 2015, o Panorama desembarca pela primeira vez em dois novos e fundamentais espaços do Rio: o Parque Madureira e a recém-inaugurada Sala Cecília Meireles. O festival também retorna ao CCBB, além de manter sua programação na Cidade das Artes, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Oi Futuro Flamengo, Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, Teatro João Caetano e a Praia de Ipanema. A direção artística do festival é da jornalista e curadora Nayse López.

“Estamos hoje diante de um confronto diário de discursos conflitantes e de uma velocidade acelerada no mundo. Reunimos na programação deste ano um conjunto de artistas e obras que nos colocam diante da potência do corpo como arena de resolução ou pelo menos de conciliação desses muitos discursos paralelos no mundo. E obras que nos obrigam a desacelerar e rever nossa relação com o tempo e com a paisagem. Como sempre, o festival é inscrito na cidade do Rio e dialoga constantemente com ela e suas transformações. O Panorama é mais que um festival, é construído como um percurso carioca, que cruza suas zonas e paisagens”, diz a curadora.

DESTAQUES INTERNACIONAIS

Com foco nas artes cênicas, mas dando continuidade à sua abertura para outras linguagens desde 2010, o Festival Panorama traz um amplo e diversificado roteiro de espetáculos e

projetos com os mais variados formatos. Nesta edição o festival se estende ao longo de 17 dias de atividades.

Entre as atrações internacionais de destaque está ‘HA!’, criação da coreógrafa e performer marroquina Bouchra Ouizguen e sua companhia Cie. O, composta de cantoras Aïta de meia- idade – vocalistas de cabarés simultaneamente célebres e desprezadas pela sociedade marroquina. Canto, dança e rituais místicos estão no trabalho, que inspirou-se na obra de Jalal ad-Din Rumi (1207-1273), grande poeta persa e Sufi místico que fundou a ordem dos Dervixes Rodopiantes.

O italiano Alessando Sciarroni apresenta ‘UNTITLED_I will be there when you die’, uma prática coreográfica e performativa acerca da passagem do tempo, oriunda de uma reflexão sobre a arte do malabarismo. O trabalho representa o segundo capítulo de um projeto maior intitulado ‘Will you still love me tomorrow?’, uma investigação sobre os conceitos de tensão, perseverança e resistência.

Proposta de experiência coreográfica, interativa e multissensorial para bebês entre 3 e 18 meses de idade e seus cuidadores, ‘Sensescapes’, da sérvia Dalija Acin Thelander, é uma instalação projetada para desafiar as concepções habituais de estética daqueles que ainda estão dando seus primeiros passos. Formada por elementos visuais, táteis e sonoros, tem como objetivo induzir a interação do movimento físico do público e sua descoberta sensorial.

Um programa de dois dias sobre música e dança na Sala Cecília Meireles. Com apenas uma apresentação dia 06 de novembro, o alemão Raimund Hoghe vem ao Rio com seu solo ‘An Evening with Judy’, onde continua sua série de retratações de cantoras. Hoghe, que durante dez anos trabalhou como dramaturgo para Pina Bausch (1940-2009), teve como ponto de partida para a obra a cantora e atriz americana Judy Garland (1922-1969) e o vasto repertório musical da estrela. A Sala recebe também uma série de trabalhos colaborativos da dupla Jonathan Burrows (Inglaterra) e Matteo Fargion (Itália). No dia 09 de novembro, os artistas se apresentam com ‘Both Sitting Duet’ (2002), peça que deu o tom para o espírito divertido e perspicaz que marca o trabalho da dupla. No Rio, eles vão segui-la com sua mais nova obra: ‘Body Not Fit For Purpose’, uma cocriação de 2014 da Bienal de Veneza. No dia 10, se apresentam com ‘Cheap Lecture’, um jogo com a estrutura da palestra de John Cage ‘Lecture On Nothing’, a reencenando logo após em ‘The Cow Piece’.

A dupla croata-italiana Barbara Matijević e Giuseppe Chico apresentam ‘Forecasting’, que tem como mote uma coleção de clipes amadores tirados do maior site de compartilhamento de vídeos do mundo: o YouTube. No palco, Matijević manipula um laptop que projeta os vídeos selecionados especificamente para atender a escala de tamanho humano.

A portuguesa Vera Mantero apresenta pela primeira vez no Brasil o solo ‘O que podemos dizer do Pierre’, onde realiza uma improvisação ao som de uma aula do filósofo francês Gilles Deleuze (1925-1995) sobre o filósofo holandês Espinoza (1632-1677) em que, através de seus movimentos, trabalha uma construção do corpo que procura o seu próprio espaço. A artista também é autora de ‘Os Serrenhos do Caldeirão, Exercícios em Antropologia Ficcional’, considerada pelo jornal O Globo como uma das dez melhores peças de dança apresentadas no

Brasil em 2014.

Em ‘Hu(r)mano’, também do português Marco da Silva Ferreira, os intérpretes elevam-se a uma atmosfera paralela ao real, numa reflexão imaginária em torno do “movimento humano urbano” e sua condição vital. Esta é uma busca constante do significado da dança enquanto produto abstrato, mutável e efêmero, gerada intuitivamente nos universos contemporâneos.

ATRAÇÕES NACIONAIS

Entre os destaques nacionais, dois espetáculos de uma das mais renomadas companhias brasileiras de dança, o Grupo Cena 11 Cia. de Dança, de Florianópolis: ‘Monotonia de Aproximação e Fuga para 7 corpos’, que, em semelhança à forma de composição musical denominada fuga, a dança e o mover instauram um ritual em que para se afirmar o mesmo é preciso ser sempre outro, e ‘Colônia – mobilidade emergente de autonomia coletiva’, encontro do grupo com pessoas e lugares que busca uma investigação sobre mobilidade e feita com performers selecionados através de convocatória.

A artista e pesquisadora das artes do corpo Marina Guzzo apresenta na Praia de Ipanema a performance ‘Navios’, que busca criar cartografias dançadas em espaços abandonados e em plataformas esquecidas. Assinada também pelo fotógrafo, videoartista e docente Vinícius Terra, Guzzo apresenta a vídeoinstalação ‘100 lugares para dançar’, com 100 mini-vídeos que mapeiam a dança de três cidades brasileiras (Santos, São Paulo e Rio de Janeiro).

A alagoana Cia. dos Pés apresenta com ‘Dança baixa’ uma reflexão acerca do tempo que destinamos para estarmos em nós mesmos e neste mergulho íntimo aproximar-se de nossa história e cultura. Construindo em cena uma sinestesia repleta de intimidade, o trabalho propõe o diálogo da dança contemporânea com as danças tradicionais e populares.

Duo de artistas fundado em 2003 pelos brasileiros radicados na Suécia Anna af Sillén de Mesquita e Leandro Zappala, QUARTO traz ao Panorama 2015 a exploração performativa ‘Durational Rope’, onde uma corda de 1.000 metros é manipulada para gerar uma tensão entre o corpo e a amarra através de constante movimento.

A coreógrafa Andrea Elias apresenta ‘Isto é Sobre Liberdade. O que você ainda lembra sobre ela?’, uma intervenção urbana, No Parque de Madureira, que pretende promover reflexões sobre a condição humana frente às práticas de liberdade. A performance é parte do processo de pesquisa para a criação do próximo trabalho da Cia. de Dança Teatro Xirê.

ESTREIAS

A 24ª edição do Festival Panorama traz quatro estreias com espetáculos produzidos por quatro coreógrafos cariocas.

O Coletivo em Silêncio apresenta a criação ‘Poros’ na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, dias 31 de outubro e 1º de novembro. O trabalho, que iniciou em 2011 a pesquisa e prática

junto à população privada de liberdade nas unidades prisionais no Rio de Janeiro, teve sua origem no tema Cárceres Corpóreos e seus desdobramentos políticos e estéticos.

Surgido a partir de convite feito para participar do Rumos Legado Dança #sampleado, em 2014, Denise Stutz estreia ‘Entre Ver’, solo que traz a tentativa de pensar na história de um indivíduo como pertencente não apenas a ele, mas ao outro que está presente para compartilhar, vivê-la e revivê-la em circularidade.

Em seu terceiro ano consecutivo, o projeto Panorama Carioca na Cidade das Artes volta a receber novos artistas: o dançarino e inventor Michel Groisman conduz o público em uma vivência inusitada em ‘Risco’, na qual 32 pessoas têm a experiência gradual de desenhar em conjunto, convidando os participantes a um exercício constante de acordo com o outro. Em ‘Pé de vento cabeça no chão’, a Cia REC aborda diferentes sensações que a criança experimenta com sua sensibilidade apurada, buscando dar visibilidade ao tamanho que ela atribui às suas experiências.

WORKSHOPS, RESIDÊNCIAS, OFICINAS E DEBATES

No dia 1º de novembro, a Escola de Artes Visuais do Parque Lage recebe duas mesas de debates mediadas pela crítica de dança e teórica Helena Katz. O Centro de Artes da Maré recebe, nos dias 3, 5 e 12 de novembro, workshops com Vera Mantero, Michel Groisman e o coreógrafo do Cena 11 Alejandro Ahmed. Aulas de malabares também serão ministradas no Circo Crescer e Viver, na Cidade Nova, no dia 5 de novembro. No dia 14 de novembro, na Cidade das Artes, Andrea Jabor comanda a ‘Oficina Experiências Extraordinárias’, momento entre pais (ou outros parentes) e filhos. A proposta é explorar movimentos lúdicos e estimular brincadeiras com o peso do corpo das próprias crianças. As inscrições podem ser feitas no dia das oficinas.

Abrindo chamadas públicas para participação, o Festival Panorama esse ano realiza duas residências artísticas com artistas da programação. Investigando a mobilidade, o Grupo Cena 11 Cia. de Dança realiza uma ação coletiva com apresentações de ‘Colônia – mobilidade emergente de autonomia coletiva’ no Parque Madureira e na Cinelândia. ‘Navios’, de Marina Guzzo, vai construir uma paisagem poética com performers cariocas, num trajeto entre o Oi Futuro Ipanema e a praia. A residência desse projeto acontece no Solar Meninos da Luz, que atua nas comunidades Cantagalo, em Ipanema, e Pavão-Pavãozinho, em Copacabana.

PROGRAMA EDUCATIVO

Desenvolvido desde 2008, o Programa Educativo do Festival Panorama busca em sua atuação abranger os mais diferentes públicos. O objetivo é aproximar pessoas e organizações de várias áreas de atuação na experiência sensível da dança contemporânea e das artes em geral, além de buscar o desenvolvimento do olhar crítico dos profissionais da área.

De início e com um formato bem menor, teve como mote trabalhar a mediação cultural e formação de público, mas hoje conta com uma programação paralela ao festival com diversas atividades. Neste ano, serão realizados workshops, a 4ª edição do Laboratório de Crítica – organizado em parceria com o Departamento de Arte Corporal da UFRJ – e mais uma convocatória do Programa de Voluntariado, oportunidade de inserção de jovens estudantes

no mercado de trabalho que na edição passada recebeu 50 participantes fixos nas mais diversas áreas dentro do festival.

ESPAÇOS

Em sua 24ª edição, o Panorama 2015 ocupa o Oi Futuro Flamengo, Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, Teatro João Caetano, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro de Artes da Maré, Campo de Santana, Parque Madureira, Sala Cecília Meireles, Cidade das Artes, Oi Futuro/Praia de Ipanema e Cinelândia.

PATROCÍNIO

O Panorama 2015 é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, Oi/Oi Futuro, Contax, Petrobras, Fundação Cidade das Artes e CCBB, conforme segue:

PANORAMA 2015 EM NÚMEROS

24ª edição do Festival Panorama;

17 dias de evento;

11 atrações estrangeiras;

10 atrações nacionais;

18 espetáculos;

01 vídeoinstalação;

09 países (Brasil, Itália, Marrocos, Sérvia, Croácia, Suécia, Inglaterra, Portugal e Alemanha)

04 estados brasileiros (Rio de Janeiro, Alagoas, São Paulo e Santa Catarina)

12 espaços da cidade espalhados pelo Centro, Zona Norte, Zona Oeste e Zona Sul do Rio.

04 workshops

02 residências

04 estreias

Festival Panorama 2015

De 30 de outubro a 15 de novembro – Rio de Janeiro http://www.panoramafestival.com

Programação:

Sensescapes

Dalija Acin Thelander (Sérvia)

30 out*

10h / 14h / 16h

31 de out. e 1º nov.

11h / 14h / 16h

Classificação etária: bebês de 3 a 18 meses

Duração: 40 min

Oi Futuro Flamengo – Teatro

Ingressos: R$ 20,00

*Sessões fechadas para o Programa Educativo

O que podemos dizer do Pierre

Vera Mantero (Portugal)

31 out.

19h

1º nov.

18h30

Classificação etária: Livre

Duração: 20 min

Escola de Artes Visuais do Parque Lage – Árvores

Entrada franca

Hu(r)mano

Marco da Silva Ferreira (Portugal)

1º e 02 nov

19h30

Classificação etária: 12 anos

Duração: aprox. 50 min

Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto

Ingressos: R$ 30,00

Poros

Coletivo em silêncio (Brasil, Rio de Janeiro)

31 out. e 1º nov.

14h às 17h

Classificação etária: Livre

Duração: 180 min

Escola de Artes Visuais do Parque Lage – Jardim e outros espaços

Entrada franca

UNTITLED_I will be there when you die

Alessandro Sciarroni (Itália)

04 nov.

19h

Classificação etária: Livre

Duração: 50 min

Teatro João Caetano

Ingressos: R$ 30,00

HA!

Bouchra Ouizguen / Cie. O (Marrocos)

05 e 06 nov.

19h30

Classificação etária: 12 anos

Duração: 45 min

Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro II

Ingressos: R$ 10,00

Dança baixa

Cia. dos Pés (Brasil, Alagoas)

06 e 07 nov.

21h30

Classificação etária: 16 anos

Duração: 45 min

Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto

Ingressos: R$ 30,00

An Evening with Judy

Raimund Hoghe (Alemanha)

06 nov

19h

Classificação etária: 14 anos

Duração: 120 min

Sala Cecília Meireles

Ingressos: R$ 30,00

Navios

Marina Guzzo (Brasil, Santos)

07 e 08 nov.

18h

Classificação etária: Livre

Duração: 40 min

Oi Futuro/Praia de Ipanema

Entre Ver

Denise Stutz (Brasil, Rio de Janeiro)

07 e 08 nov.

19h30

Classificação etária: 12 anos

Duração: 40 min

Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro II

Ingressos: R$ 10,00

Colônia – mobilidade emergente de autonomia coletiva

Grupo Cena 11 Cia. de Dança (Brasil, Santa Catarina)

Parque Madureira

07 e 08 nov.

18h

Cinelândia

10 e 11 nov.

18h

Campo de Santana

11 nov.

14h

Classificação etária: Livre

Duração: 45 min

Isto é Sobre Liberdade. O que você ainda lembra sobre ela?

Cia. de Dança teatro Xirê (Brasil, Rio de Janeiro)

Projeto associado ao Festival Panorama

07 e 08 nov.

Parque Madureira

10 nov.

Cinelândia

Classificação etária: Livre

100 lugares para dançar

Marina Guzzo e Vinícius Terra (Brasil, Santos)

07 a 15 nov.*

11h às 20h

Oi Futuro Flamengo

Entrada Franca

*videoinstalação fechada dia 09 nov

Both Sitting Duet e Body Not Fit For Purpose

09 nov.

19h

Jonathan Burrows e Matteo Fargion (Inglaterra e Itália)

Classificação etária: 14 anos

Duração: 60 min

Sala Cecília Meireles

Ingressos: R$ 30,00

Cheap Lecture e The Cow Piece

10 nov.

19h

60 min.

Jonathan Burrows e Matteo Fargion (Inglaterra e Itália)

Classificação etária: 14 anos

Duração: 60 min

Sala Cecília Meireles

Ingressos: R$ 30,00

Forecasting

Barbara Matijević e Giuseppe Chico (Croácia /Itália)

12 e 13 nov.

21h

Classificação etária: 14 anos

Duração: 50 min

Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto

Ingressos: R$ 30,00

Monotonia de Aproximação e Fuga para 7 corpos

Grupo Cena 11 Cia. de Dança (Brasil, Santa Catarina)

14 nov.

17h30 e 21h30

Classificação etária: 14 anos

Duração: 50 min

Cidade das Artes – Grande Sala

Ingressos: R$ 30,00

Durational Rope

QUARTO (Suécia | Brasil)

14 nov.

17h

Classificação etária: Livre

Duração: 180 min

Cidade das Artes – Sala de Ensaio 1

Entrada Franca

Risco

Michel Groisman (Brasil, Rio de Janeiro)

14 nov.

15h e 19h

Classificação etária: 12 anos

Duração: 180 min

Cidade das Artes – Sala Eletroacústica

Entrada Franca

Pé de vento cabeça no chão

Cia REC/Alice Ripoll (Brasil, Rio de Janeiro)

14 nov

16h e 19h

Classificação etária: ER – Especialmente recomendado

Duração: 50 min

Cidade das Artes – Espaço aberto

Entrada Franca

Andrea Jabor

(Brasil, Rio de Janeiro)

14 nov

15h (crianças de 2 e 3 anos) | 17h (crianças de 4 e 5 anos)

Cidade das Artes – Sala de ensaio 3

E mais:

Mesas de debates

Arquivar o futuro: políticas de acervo e documentação

31 out

17h às 19h

Dançar o texto, escrever a dança

1º nov

15h às 17h

Escola de Artes Visuais do Parque Lage – Platô/Quadra de tênis

Conversas

Denise Stutz

03 nov.

17h às 19h

17h às 19h

Escola de Artes Visuais do Parque Lage – Piscina

Michel Groisman

04 nov

17h às 19h

Escola de Artes Visuais do Parque Lage – Piscina

Alejandro Ahmed

09 nov.

17h às 19h

Escola de Artes Visuais do Parque Lage – Piscina

“Beija-me como nos livros” chega a Nova Frigurbo para curtíssima temporada

Um espetáculo sobre a história do amor. As questões e traições de dois casais contemporâneos alternam-se com cenas de mitos amorosos como “Tristão e Isolda”, “Romeu e Julieta”, “Dom Juan” e “Werther”, evidenciando o fato de que o modo de amar pode ser uma construção cultural e repetição de padrões pré-estabelecidos. Esta é a sinopse do espetáculo “Beija-me como nos livros”, que a companhia de teatro Os Dezequilibrados traz a Nova Friburgo, nos dias 26 e 27 de outubro, às 20h, no Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura. Com direção e dramaturgia do premiado diretor Ivan Sugahara, o elenco conta com os atores convidados Julio Adrião e Cláudia Mele e com os integrantes da cia, Ângela Câmara e José Karini. Esta é a primeira peça em que Julio Adrião atua após 10 anos trabalhando em “A Descoberta das Américas” e depois do sucesso de “Tropa de Elite”.

Com o patrocínio de três anos da Petrobras para a pesquisa e a criação de um espetáculo inédito, a companhia Os Dezequilibrados está percorrendo 22 cidades brasileiras com este projeto. “Beija-me como nos livros” tem como premissa pensar o amor não como algo biológico e inerente à natureza humana, conforme costuma ser visto, mas como mais uma invenção do ser humano, sujeita a constantes alterações ao sabor das mudanças na política, na religião e na economia. É fato que a relação afetiva entre duas pessoas se modificou profundamente através dos séculos, até se estabelecer como a entendemos e praticamos nos dias de hoje”, comenta o diretor do espetáculo, Ivan Sugahara.

Para estruturar a peça, a companhia selecionou quatro mitos amorosos que, em alguma medida, representam a forma de amar praticada em cada um dos quatro momentos históricos abordados e também os locais em que essas épocas foram mais expressivas: “Tristão e Isolda”, simbolizando o período medieval inglês, “Romeu e Julieta”, o renascimento italiano, “Dom Juan”, o iluminismo francês, e “Werther”, o romantismo alemão. Acompanhe notícias e novidades da cia e do espetáculo pelo www.facebook.com/osdezequilibrados

Serviço:

“Beija-me como nos livros”

26 e 27 de outubro, às 20h

Local: Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura – Praça do Suspiro, Centro – Nova Friburgo – RJ

Tel: (22)2523-4568

Entrada: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada)

Duração: 75min

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos

Desconto de 50% (cinquenta por cento) na compra de até 2 (dois) ingressos para a força de trabalho da Petrobras, com crachá, e para clientes do Cartão Petrobras, com o cartão.

OS DEZEQUILIBRADOS

Dirigida por Ivan Sugahara, a cia. Os Dezequilibrados foi fundada, no Rio de janeiro, em 1996 e desde então realizou 19 espetáculos. Em 2014, a companhia completou 18 anos. Para comemorar, planejou a montagem de uma trilogia sobre o amor. A primeira peça foi “Amores”, de Domingos Oliveira, que estreou em março de 2014, ficando três meses em temporada na Sede das Cias. Em junho, do mesmo ano, a companhia começou a apresentar a sua versão itinerante de “Fala comigo como a chuva e me deixa ouvir”, de Tennessee Williams, que ficou quatro meses em cartaz na Casa da Glória, conquistando os prêmios Cesgranrio de Melhor Espetáculo e Melhor Iluminação. Ambas as montagens tiveram sucesso de público e crítica. Em 2013, Os Dezequilibrados foram contemplados pelo programa de manutenção de grupos teatrais da Petrobras pelo período de três anos, incluindo a manutenção da Sede das Cias, localizada na Escadaria Selarón, na Lapa, administrada pelo grupo em conjunto com Tárik Puggina, da Nevaxca Produções, e que conta mais duas companhias residentes: a Cia. dos Atores e a Pangeiacia.deteatro. Com o patrocínio da Petrobras para pesquisa e criação de um espetáculo inédito, a companhia Os Dezequilibrados encerra a trilogia com “Beija-me como nos livros”, com direção e dramaturgia de Ivan Sugahara. O espetáculo está percorrendo 22 cidades brasileiras de setembro a novembro, após temporada de dois meses no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB – RJ).

FICHA TÉCNICA: “Beija-me como nos livros”

Direção e Dramaturgia: Ivan Sugahara

Elenco: Ângela Câmara, Claudia Mele, José Karini e Julio Adrião

Assistência de Direção: Lívia Paiva

Direção de Movimento e Preparação Corporal: Duda Maia

Direção Vocal e Pesquisa Fonética: Ricardo Góes

Dramaturgismo: Juliana Pamplona

Criação Dramatúrgica: Ângela Câmara, Claudia Mele, Ivan Sugahara, José Karini, Julio Adrião e Lívia Paiva

Cenário: André Sanches

Iluminação: Renato Machado

Figurino: Bruno Perlatto

Trilha Sonora: Ivan Sugahara

Programação Visual: Luciano Cian

Fotografia: Dalton Valério

Coordenação de Produção: Tárik Puggina

Direção de Produção: Carla Torrez Azevedo

Produção Executiva: Aline Mohamad e Marcelo Chaffim

Administração Financeira: Amanda Cezarina

Realização: Os Dezequilibrados e Nevaxca Produções

“Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” em apresentação única

“Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” começou sem pretensão. Sem patrocínio, estreou discretamente no palco do Teatro Café Pequeno e, aos poucos, foi passando pelos mais importantes palcos cariocas, incluindo o tradicional Teatro João Caetano, onde fez duas temporadas de sucesso. Para comemorar o marco de dois anos de estrada, o espetáculo faz uma única apresenta;áo no  Teatro SESI Graça Aranha,  dia 26 de outubro, segunda feira, às 19h30m, com participações especiais. Com ingressos a preços populares (R$20,00 e meia R$10,00), a renda obtida será doada à Creche Clara Nunes, que fica em Caetanópolis-MG.

A Creche Clara Nunes era um sonho da cantora, que em entrevistas dizia que, quando se aposentasse voltaria para a sua cidade natal e abriria uma creche. Com a morte da artista, sua irmã, Dindinha, seguiu em frente com o sonho de Clara e construiu a creche e também o Memorial Clara Nunes, onde estão expostos os figurinos da cantora. As duas instituições são importantes para a manutenção da memória da cantora e agora se encontram com dificuldades financeiras, sendo mantidas através de doações. Por conta disso, o SESI Graça Aranha cedeu o teatro e o elenco abriu mão docachê para doar todo o lucro para a creche.

 “Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” conta com a direção de Isaac Bernat, texto de Marcia Zanelatto e direção musical de Alfredo Del Penho. Tem como intérprete a atriz Clara Santhana, idealizadora do projeto e apaixonada pela obra da cantora mineira. O espetáculo é o encontro das duas Claras: a atriz e a cantora.  Durante os 75 minutos de duração, o musical apresenta fases da carreira e da vida de Clara Nunes e tem como ponto alto a música, que atua como uma extensão da cena.  Estão lá clássicos da cantora, como “O canto das três raças”(Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte) e “Na linha do mar”(Paulinho da Viola), “Morena de Angola” (Chico Buarque), “Um ser de luz”(João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte) e “O mar serenou” (Candeia), entre outras.  O espetáculo mistura música e poesia para contar, de forma delicada, um pouco da trajetória de Clara Nunes, com o objetivo de incentivar a juventude a valorizar a música brasileira e suas raízes genuínas. “Nossa ideia é apresentar o legado de Clara Nunes para as novas gerações”, explica Clara Santhana. A atriz se apresenta acompanhada da banda formada por Michel Nascimento (percussão), Bidu Campeche (percussão/ cavaquinho), Felipe Rodrigues (violão) e João Gabriel (flauta/sax).

SERVIÇO:

TEATRO SESI CENTRO (Av. Graça Aranha, 01)

Telefone: (21)2563-4163 // (21)2563-4168

26 de outubro, segunda-feira, 19h30m

ÚNICA APRESENTAÇÃO

Ingressos: R$20

Lotação:

Vendas na bilheteria (de segunda a sexta, de 12h às 20h. Sábados, domingos e feriados – quando houver espetáculo – 2h antes); ou no site Ingresso.com

 

Já fomos assistir, leia só!

Confirmada 12ª edição da FITA

Com a confirmação dos patrocinadores BrasFELS, Transpetro, Klabin, Universidade Estácio, SENAC-RJ, além do Ministério da Cultura e Secretaria de Estado de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, a direção da 12ª Festa Internacional de Teatro de Angra confirmou a realização da 12ª edição entre os dias 4 e 20 de março de 2016.

“É motivo para comemorar. Diversos eventos tiveram dificuldades para serem realizados por falta de patrocínio. Aventamos a possibilidade de realizar a FITA num formato menor, mas descaracterizaria um formato de sucesso há doze anos”. – diz o curador João Carlos Rabello.

Havia ainda a possibilidade de a FITA acontecer em dezembro, mas seria muito atropelo. Como um dos pontos altos são os espetáculos infantis que atendem gratuitamente a mais de 10 mil alunos da rede pública de ensino, a decisão de mudar a data para dentro do calendário escolar era a mais natural.

Nas próximas semanas, a Secretaria Estadual de Cultura do Estado do Rio vai abrir as inscrições para a seleção de espetáculos. Os ingressos deverão estar à disposição dos interessados nos postos de venda em janeiro.

“Quero agradecer muito a manutenção dos patrocínios por parte das empresas e órgãos públicos, apesar de toda crise econômica por que passa o país. Assim como, o interesse de milhares de pessoas que acessam nosso site pedindo informações sobre quando a FITA iria ocorrer.” – diz Rabello, acrescentando que toda equipe de produção agora entra em ritmo acelerado para fazer da 12ª FITA mais um sucesso de público e de crítica.

Cia Teatral Milongas na Sede das Cias

A Cia Teatral Milongas celebra 13 anos de atuação reunindo quatro espetáculos adultos de seu repertório em uma temporada comemorativa, que acontece do dia 30 de outubro a 30 de novembro na Sede das Cias, de sexta a segunda sempre às 20h. Na programação estão ‘Espelunca’, ‘POP – 15 minutos de Fama’, ‘Se vivêssemos em um lugar normal’ e ‘Rosencrantz e Guildenstern estão Mortos’.

‘Espelunca’, espetáculo de palhaçaria clássica inspirado na linguagem do cinema mudo, será apresentado às sextas-feiras. Adriano Pellegrini e Roberto Rodrigues interpretam respectivamente um dono de restaurante e o único cliente a entrar no estabelecimento às moscas. Sem nenhuma fala e acompanhada de uma trilha musical no estilo chorinho, a dupla se vale da expressão corporal para retratar essa relação extremamente cômica.

Aos sábados, entra em cena o performático ‘Pop – 15 minutos de Fama’ com Matheus Rebelo, Roberto Rodrigues e Hugo Souza. O trio cria paródias de clipes musicais, novelas mexicanas, propagandas políticas e programas de auditório para satirizar as figuras do mundo pop. Os atores coreografam sucessos nacionais e internacionais em um repertório que conta com Michael Jackson, Beatles, Menudo, Dominó, Sandy e Júnior, Caetano Veloso, entre outros.

Aos domingos, o ator Roberto Rodrigues protagoniza o espetáculo ‘Se vivêssemos em um lugar normal, primeira adaptação para o teatro da obra literária do mexicano Juan Pablo Villalobos.  Dentro da “caixa de sapato”, apelido da casa em que vive com os seis irmãos, o pai e a mãe, no Morro da Puta que Pariu, Orestes tenta entender sua situação econômica e mudar o curso de sua própria sorte.

Fechando a programação especial da Cia, “Rosencrantz e Guildenstern estão mortos”, escrito pelo dramaturgo inglês Tom Stoppard, ocupa as segundas–feiras. A montagem traz à cena dois personagens coadjuvantes da tragédia de Hamlet de William Shakespeare. Breno Sanches assina a direção e divide o palco com Hugo Souza e Leonardo Hinckel.

Nestes 13 anos de trajetória, a ser completados em janeiro de 2016, a Cia produziu também os espetáculos infantis originais ‘Era uma vez e não era uma vez’, ‘Contos Fadados’ e ‘Conversas Inversas Histórias Diversas’, este indicado ao Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil em 2011, na categoria melhor texto.

 

Oficina gratuita / O Ator diretor

Do dia 08 a 29 de novembro o ator e diretor Breno Sanches irá ministrar a oficina gratuita ‘O ator diretor’, na Sede das Cias. As aulas, que acontecerão aos domingos, das 14h30 às 17h30, propõem desenvolver de forma prática alguns dos fundamentos da direção, seja para o diretor atingir seus objetivos, seja para o ator melhorar sua desenvoltura no palco a partir de uma melhor percepção do espaço cênico. Serão abordadas técnicas de comunicação que ajudarão o ator/ diretor a ganhar mais liberdade na criação, bem como, temas sobre composição, movimentação e improvisação.  Mais informações pelo e-mail: sededascias@nevaxca.com.br

Publico alvo: atores, estudantes de teatro, professores de arte educação e afins. (pode ser iniciante, mas com alguma experiência na área)

 

Cia Teatral Milongas

A Cia Teatral Milongas nasceu em 2003, na cidade do Rio de Janeiro, e desde então desenvolve a investigação cênica em diversos âmbitos: encenações de clássicos, dramaturgia contemporânea, adaptações de obras literárias, teatro de rua, teatro infantil e palhaçaria. Os resultados obtidos consolidaram a Cia, que, através da convivência, troca de experiências e treinamentos constantes, está em um permanente processo de pesquisa através de estudos teóricos, experimentações, laboratórios e oficinas.

Serviço

Temporada de repertório da Cia teatral Milongas

temporada: 30 de outubro a 30 de novembro

Dias: sexta a segunda, às 20h

Local: Sede das Cias

Endereço: Rua Manuel Carneiro, 12 – Escadaria Selarón – Lapa

Valor do ingresso: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia)

Pacote com os  4 espetáculos: R$35

Capacidade: 60 lugares

Telefone: (21) 2137-1271 www.facebook.com/sededascias

Bilheteria: aberta a partir de 19h.

Estacionamento próximo à Sede:

Rio Antigo Park (Rua Teotônio Regatas s/n – ao lado da Sala Cecilia Meireles)

Ficha Técnica: Realização: Cia Teatral Milongas/Produção: Pagu Produções Culturais/Assessoria de imprensa: Lyvia Rodrigues (agência Aquela que Divulga) / Designer Gráfico: Ivi Spezani

 

Programação:

 

Espelunca

Gênero: comédia

Temporada: 30 de outubro e  06,13,20 e 27 de novembro

Dias: sextas-feiras, às 20h

Faixa Etária: 12 anos

Duração: 60 minutos

Valor do ingresso: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia)

 

Ficha Técnica: Direção e Dramaturgia: Breno Sanches/Elenco: Adriano Pellegrini e Roberto Rodrigues/Trilha Sonora: Adriano Pellegrini, Breno Sanches, Matheus Rebelo e Roberto Rodrigues /Edição de Som: Léo Brasil /Cenografia, Figurinos e Adereços: Arlete Rua e Thaís Boulanger

POP- 15 MINUTOS DE FAMA

Gênero: comédia

Temporada: 31 de outubro e 07,14, 21 e 28 de novembro

Dias: sábados, às 20h

Faixa Etária: 16 anos

Duração: 60 minutos

Valor do ingresso: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia)

Ficha Técnica: Direção e Concepção de Dramaturgia: Breno Sanches/ Elenco: Hugo Souza, Matheus Rebelo e Roberto Rodrigues/ / Coreografias: Paulo Cristo/ Trilha Sonora: Adipe Neto/ Colaboração de Dramaturgia: Camilo Pellegrini e Felipe Barenco/ Participação especial em off: Mabel Cezar, Luiza Cesar e Ronaldo Julio/ Cenário, Adereços e Designer Gráfico: Tuca/ Figurinos: Camila Nhary / Caracterização: Isabel Chavarri /Costureira: Jane Travassos

 

‘Se vivêssemos em um lugar normal’

Gênero: tragicômico

Temporada: 01,08 15,22 e 29 de novembro

Dias: domingos, às 20h

Faixa Etária: 14 anos

Duração: 60 minutos

Valor do ingresso: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia)

Ficha Técnica: Texto: Juan Pablo Vilallobos/ Atuação e adaptação: Roberto Rodrigues/ Artistas Colaboradores: Breno Sanches, Hugo Souza e Matheus Rebelo. / Direção de Movimento: Maria Celeste Mendozi. / Preparação Vocal: Jane Celeste/ Figurino: Bruno Perlatto/ Iluminação: Adriana Milhomem/ Operador de Luz: Rafael Tonoli/ Trilha sonora: Victor Hora/ Fotos Programa: Renan Lima/

Rosencrantz e Guildensterns estão mortos

Gênero: comédia dramática

Temporada: 02, 09,16, 23 e 30 de novembro

Dias: segundas-feiras, às 20h

Faixa Etária: 16 anos

Duração: 80 minutos

Valor do ingresso: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia)

 

Ficha Técnica: Autor: Tom Stoppard/ Supervisão Geral: Cesar Augusto/ Direção: Breno Sanches/Elenco: Breno Sanches, Hugo Souza e Leonardo Hinckel/ Adaptação: Breno Sanches, Hugo Souza e Matheus Rebelo/ Direção de Movimento: Dani Cavanellas/ Direção Musical: Dani Carneiro/ Direção de Arte: Bruno Perlatto/Cenário e Adereço: Tuca/ Figurino: Bruno Perlatto e Tuca/ Iluminação: Marcela Andrade/ Costureira: Nilce Mondonado/ Fotos de Divulgação: Ananda Campana.

Espetáculos infantis no Shopping Metropolitano Barra

No mês das crianças, o Shopping Metropolitano Barra preparou espetáculos que vão animar os pequenos no Mundinho Kids. Eles poderão interagir e se divertir com as apresentações.

A programação conta com as histórias infantis: “Madagascar”, “O guarda-chuva mágico do palhaço”, “Histórias Brasileiras” e “Popeye”. O evento é gratuito e ocorre em todos os domingos do mês, às 18h.

Programação Mundinho Kids outubro:

25/10 – Popeye (Teatro)

Popeye, Olívia e Brutos embarcam em uma emocionante viagem em busca da história do Vovô Godofredo. Popeye cresceu ouvindo as histórias do velho Godofredo, sobre um importante tesouro que deixou em uma ilha onde viveu antes de se alistar na marinha. Assim, Popeye e seus amigos decidem encontrar este tesouro.

SERVIÇO:
Dias: 25 às 18h
Local – Segundo piso (Em frente ao cinema)
Duração – aproximadamente 50 minutos

Finalistas do concurso de dramaturgia Seleção Brasil em Cena

Promovido pelo Centro Cultural Banco do Brasil, o concurso nacional de dramaturgia Seleção Brasil em Cena anuncia hoje, dia 22 de outubro, os 12 finalistas que vão participar dos ciclos de leituras dramatizadas, entre os dias 21 de novembro e 06 de dezembro, nas unidades do CCBB participantes – Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília – e os três finalistas terão como prêmio suas montagens patrocinadas pelo Banco do Brasil. O projeto tem como principal objetivo fomentar a criação de obras inéditas de novos dramaturgos. Entre 24 de agosto e 24 de setembro, o projeto recebeu 265 textos de 13 estados e do Distrito Federal. As inscrições foram feitas exclusivamente no site oficial: http://www.selecaobrasilemcena.com.br. Em sua sétima edição, o gênero infantojuvenil foi incluído no regulamento.

Os 12 finalistas selecionados são de três estados (um da Bahia, dois de São Paulo e nove do Rio de Janeiro): A tropa (Gustavo Pinheiro/Tragicomédia/RJ), Algum lugar onde nunca estive (Bernardo Florim/Drama/RJ), Com as mãos vazias (Edih Longo/Drama/SP), “Obra do Acaso” (Flavio Freitas/Drama/RJ), Elas (João Rodrigo Ostrower/Híbrido/SP), Maioridade (Flávio Goldman/Híbrido/RJ), Mandíbula (Roberval Tamanho/Drama/RJ), Na real (Rogério Corrêa/Drama/RJ), Princípios transgredíveis para amores precários (Thales Paradela/Drama/RJ), Projeto Stockton (Caroline Rainatto/Drama/RJ), Sobre cordeiros, navalhas e dentes-de-leão (André Luis Silva/Drama/BA) e o infantojuvenil Um caminho para Sara (Thales Paradela/RJ).

Durante o ciclo de leituras dramatizadas, os três textos vencedores serão eleitos por meio do voto dos diretores e do público. As leituras serão realizadas com alunos de escolas de teatro sob a direção de profissionais do setor de artes cênicas. Os autores vencedores serão revelados no dia 06 de dezembro. Eles terão como prêmio suas montagens patrocinadas pelo Banco do Brasil e ganharão temporadas nos teatros das unidades do CCBB do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, a partir de março de 2016.

Os inscritos foram avaliados por uma comissão julgadora formada por profissionais do setor de artes cênicas do Rio, Belo Horizonte e Brasília. O júri só conheceu os nomes dos autores após a escolha dos 12 finalistas. Os jurados são: Beatriz Radunsky (jornalista, curadora, gestora cultural e idealizadora de projetos culturais), Felipe Vidal (diretor teatral, ator, dramaturgo e tradutor), João Coelho (produtor e gestor cultural), Luciana Eastwood Romagnolli (jornalista, crítica e pesquisadora de teatro), Sérgio Coelho Pinheiro (ator, autor e diretor teatral, promotor cultural e produtor), Sergio Fonta (escritor, ator e diretor), Shala Felippi (jornalista, atriz, diretora, roteirista e diretora de imagens), Sergio Maggio (crítico, curador e pesquisador teatral) e Soraya Belusi (jornalista, pesquisadora e crítica teatral).

Oficinas e banco de textos – Como parte do projeto de estimular o fomento à nova dramaturgia, a formação de plateia e a visibilidade de novos criadores, o Seleção Brasil em Cena promove “Oficinas de dramaturgia” ministradas por importantes dramaturgos brasileiros. Nesta edição, as oficinas acontecerão em São Paulo (SP), Campinas (SP), Palmas (TO) e no Rio de Janeiro (RJ).

Este ano, as inscrições foram feitas somente pelo site oficial do projeto (www.selecaobrasilemcena.com.br). A ferramenta criada para fazer o cadastramento unicamente on-line vai gerar um importante banco de textos. O material enviado pelos selecionados ficará disponível para consulta após o término do concurso. A informatização do processo de seleção é uma das novidades da sétima edição do Seleção Brasil em Cena.

A história do projeto – Desde sua criação em 2006, o Seleção Brasil em Cena já recebeu mais de 1.400 textos de autores de todo o Brasil. As leituras dramatizadas foram dirigidas por expressivos nomes do teatro brasileiro contemporâneo: Moacir Chaves, Ivan Sugahara, Gilberto Gawronski, Stella Miranda, Paulo de Moraes, André Paes Leme, Inez Viana, entre outros. Ao longo das seis edições, quase 300 atores indicados por escolas de teatro participaram das leituras e encenações. “Além de contribuir para formação de plateia, o concurso tem o mérito de inserir novos atores de escolas de teatro no mercado de trabalho. As leituras dramatizadas os colocam em contato direto com diretores experientes do mercado de artes cênicas”, ressalta o produtor Sérgio Saboya, idealizador do projeto.

Os vencedores das edições anteriores – A peça “A tragédia de Ismene”, uma moderna tragédia grega escrita por Pedro de Senna (1ª edição), ganhou uma encenação dirigida por Moacir Chaves. “É samba na veia, é Candeia”, de Eduardo Riecche (2ª edição), foi indicado ao Prêmio Shell 2009 na categoria “melhor texto” e agraciado com o prêmio de “melhor direção musical”. Em 2011, “Tempo de solidão”, de Márcia Zanellatto (3ª edição) foi eleito um dos dez melhores do ano pelo jornal “O Globo”. Em 2012, “Não me diga adeus”, de Juliano Marciano (4ª edição) foi indicado ao Prêmio Shell de “melhor direção musical”.

Na 5ª edição, o concurso passou a incluir apresentações no CCBB Brasília. “Arresolvido” (etapa Rio), de Ronaldo Ventura, que cumpriu uma segunda temporada no Teatro Gláucio Gill; e “Sexton” (etapa Brasília), de Helena Machado e Juliana Shimitz, que foi convidado para participar do Festival Internacional Cena Contemporânea, em Brasília. “Camélia”, de Ronaldo Ventura e “Casarão ao vento”, de Francisco Alves foram os vencedores da 6ª edição.

Os finalistas que se destacaram na cena – As leituras dramatizadas dos textos finalistas trazem visibilidade aos novos autores e podem se desdobrar em oportunidades de trabalho. Na primeira edição, quatro dramaturgos tiveram os direitos de seus textos comprados por Stella Miranda, Carlos Maciel e Louise Cardoso. “Velha é a mãe”, de Fabio Porchat (finalista da 1ª edição), foi montado com direção de João Fonseca e com Louise Cardoso no elenco. “Quatro faces do amor”, de Eduardo Bak (finalista 2ª Edição) ganhou uma montagem profissional; e “Bandeira de Retalhos”, de autoria do músico e dramaturgo Sérgio Ricardo (finalista da 3ª edição), foi montado pelo grupo Nós do Morro.

Seleção Brasil em Cena (números das seis edições anteriores)

Ano de criação: 2006

Número de edições: 6

Espetáculos premiados com montagem (Rio e Brasília): 8

Público (leituras, oficinas e espetáculos no Rio e Brasília: 21 mil

Textos inscritos: 1.411

Textos finalistas: 72

Leituras Dramatizadas (Rio e Brasília): 96

Diretores: 22

Estudantes de teatro: 297

Oficinas de dramaturgia: 21

Dramaturgos ministrantes: 5

Cidades onde foram ministradas as oficinas: 20

Participantes das oficinas: 420

Regiões onde foram ministradas as oficinas: Norte, Nordeste, Centro Oeste,

Sudeste e Sul

As etapas do Seleção Brasil em Cena 2015

Entre 24 de agosto e 24 de setembro: inscrições dos textos no site do concurso.

Dia 22 de outubro: anúncio dos doze textos selecionados em cada cidade (Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte).

Entre 21 de novembro e 06 de dezembro: leituras dramatizadas nas três unidades do CCBB do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília.

Dia 06 de dezembro: anúncio dos três textos finalistas que serão montados em 2016.

A partir de março de 2016: montagens dos três textos vencedores nos teatros das três unidades do CCBB participantes.

Projeto Muito Além da Dança

O Projeto Muito Além da Dança – Ocupação do Teatro Cacilda Becker apresenta de 22 a 25 de outubro espetáculos de dança infantis. Tudo que Não Invento é Falso faz apresentações nos dias 22 e 23 de outubro. A peça é inspirada no livro “Memórias inventadas: as infâncias”, do poeta Manoel de Barros, com seu universo subversivo, ingênuo, brincante e lúdico. Os intérpretes, mergulhados no menino-poeta, mantêm o personagem como nos escritos: o espaço solitário e transgressor de um menino-escritor. Na cena em constante movimento em interlocução com o roteiro, os bailarinos interagem com livros que voam, um balanço e uma escultura abstrata e complexa – uma reedição das esculturas “Criaturas” (2007) da artista plástica Gabriela Maciel, que assina a cenografia do espetáculo.

Nos dias 24 e 25 de outubro é a vez do espetáculo Quando Eu Crescer Eu Quero Ser. Na peça Jujuba de Morango está em busca de tornar-se uma primeira bailarina. Para isso faz tudo o que entende ser necessário: procura o melhor espaço, carrega consigo todo o seu aparato e trabalha muito cumprindo exaustivas e intermináveis horas de ensaios, certa de que para alcançar seu objetivo terá que seguir exatamente o mesmo caminho feito pela bailarina que tem como ídolo. O público torna-se cúmplice e, quem sabe, torcedor da personagem ao longo de sua trajetória.

SERVIÇO  

“Tudo que Não Invento é Falso”

Data:

Local: Teatro Cacilda Becker

Endereço: Rua do Catete 338, Largo do Machado, RJ (Acesso ao palco facilitado para deficientes físicos. Próximo a Estação Largo do Machado do Metrô)

Dias e horários: quinta e sexta às 17h

Informações: 2265-9933

Ingresso: R$10,00

Capacidade: 70 lugares

Duração: 60 min

Classificação etária: Livre

“Quando Eu Crescer Eu Quero Ser”

Data:

Local: Teatro Cacilda Becker

Endereço: Rua do Catete 338, Largo do Machado, RJ (Acesso ao palco facilitado para deficientes físicos. Próximo a Estação Largo do Machado do Metrô)

Dias e horários: sábado e domingo às 17h

Informações: 2265-9933

Ingresso: R$10,00

Capacidade: 70 lugares

Duração: 60 min

Classificação etária: Livre

Temas de Dança faz projeção na Aldeia Maracanã

O grupo Temas de Dança (temasdedanca.com.br), coordenado pela artista e pesquisadora Flavia Meireles e pela pesquisadora Mariana Patrício, e formado também pela pesquisadora Ana Kiffer e pela bailarina Laura Samy, surgiu em 2012 voltado para dança e focado em atividades que transitam entre a prática artística e a pesquisa teórica.

Nesta quarta-feira (21), dia de jogo entre Fluminense e Palmeiras pela Copa do Brasil, o grupo Temas de Dança vai projetar nas paredes do prédio da Aldeia Maracanã o vídeo-ensaio Maracanã. A intervenção pública se dará a partir das 20h, duas horas antes do início do jogo.

A Aldeia Maracanã, imóvel público que fica ao lado do Estádio do Maracanã, abrigava, desde 2006, índios de várias etnias transformando-se em uma experiência inédita de aldeia urbana. Em 2013, o imóvel foi desocupado por decisão judicial e transferido à construtora Odebrecht. A disputa se deu em função das obras e interesses ligados à Copa do Mundo de Futebol, e gerou grande resistência não só dos índios, mas também de artistas e jovens que frequentavam o lugar. O vídeo-ensaio Maracanã trata desses deslocamentos a partir da Aldeia Maracanã e das vidas indígenas que ali viviam. Hoje, a Aldeia Maracanã é vigiada pela Polícia Militar do Rio de Janeiro, com efetivo redobrado em dias de jogos no Maracanã.

BORDAS DO CORPO

Bordas do Corpo é o título do projeto que o Temas de Dança desenvolveu ao longo de 2015, com patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro através da Secretária Municipal de Cultura. O projeto aborda os limites entre dança e pensamento, e também as fronteiras políticas que marcam a cidade e configuram os corpos. O foco do projeto foi a criação de material audiovisual denominado como vídeos-ensaios, o que permitiu ao grupo experimentar outra linguagem em que os limites entre pesquisar e dançar se fundem com tamanha intensidade a produzir novas e diferentes formas de pensar a dança.

Vídeos-ensaios

Os vídeos-ensaios do Temas de Dança pertencem a uma categoria muito particular de produto audiovisual, que transita entre as fronteiras dos formatos audiovisuais. Embora esteja entre, não se trata de documentário, vídeo-dança ou vídeo-arte; e sim de vídeo-ensaio. “Os filmes partem da premissa de que as fronteiras não são, de modo algum, fixas, mas que são e estão, mais do que nunca, em estado de vibração e instabilidade permanente”, explicam as pesquisadoras Flavia Meireles e Mariana Patrício.

SERVIÇO:

Projeção vídeo-ensaio Maracanã

Local: Aldeia Maracanã

Horário: 20h

Data: 21/10, quarta-feira

Classificação livre

Entrada livre

Teaser do vídeo-ensaio Maracanã: http://bit.ly/1OQ3Rtj.

“Insânia” em 2 apresentações na Arena Jovelina Pérola Negra

Encerrando a temporada de circulação pelas arenas culturais da prefeitura, o Grupo Circondríacos apresenta neste mês o espetáculo Insânia, na Arena Carioca Jovelina Pérola Negra/Pavuna. Sessões gratuitas dias 28 às 19h30m; e 29 às 10h e às 15h.

Qualquer pessoa, por mais centrada, tranquila e controlada que seja, está sujeita em algum momento da vida a romper a tênue linha entre a lucidez e a loucura. A partir dessa premissa O Grupo Circondríacos estreia seu segundo espetáculo original, Insânia. Com direção de Jaime Rodrigues e roteiro de Guilherme Mouro, a montagem faz uso da expressão corporal, da atuação teatral e de recursos circenses, como acrobacias, malabarismo e contorcionismo, para contar adversidades da existência humana.

Representando o Homem, um ser humano “comum”, que é transformado por acontecimentos drásticos, os artistas circenses Bruno Carneiro, Davi Hora e Guilherme Mouro dão vida à personagem que tem os pilares de sua lucidez comprometidos perante a perda de sua companheira Moria, figura dramática interpretada aqui pela artista circense Pati Sousa, a amante, cúmplice e refúgio deste homem.

Notadamente todos nós estamos sujeitos a sofrer ações injustas, ou viver situações fora de nosso cotidiano. É do senso comum pensar que algo ruim só acontece com os outros, mas a verdade é uma só… somos todos vulneráveis!, enfatiza Guilherme.

O cenário, assinado por Denise Bernardes, foi desenvolvido a partir de ideias do diretor Jaime Rodrigues e remete ao clima de uma cela de manicômio. Sua estrutura composta por um grande painel de placas brancas serve também de base para projeções de vídeo mapping. O uso dessa tecnologia foi trazida também por Jaime e, associado ao trabalho do designer de luz João Franco, confere cor, textura e vida ao ambiente. A trilha sonora original foi criada por Daniel Gonzaga e é mais uma personagem dentro da narrativa, buscando transmitir, junto com os atores, as sensações e conceitos presentes na trama.

Grupo Circondríacos

O Grupo Circondríacos é uma companhia de circo contemporâneo que nasceu em 2010, no Rio de Janeiro, através da parceria entre artistas formados pela Escola Nacional de Circo/FUNARTE (referência no ensino das artes circenses na América Latina) e profissionais de diferentes áreas artísticas. A ideologia do grupo é levar para o palco a arte circense a serviço da dramaturgia, explorando o corpo como linguagem e fazendo uso das técnicas circenses de modo a revelar ao público um circo atual, voltado para as questões adultas e com roteiros que despertem a discussão de temas ligados à existência humana. Os mecanismos usados pela Cia oferecem ao publico outras possibilidades artísticas, extrapolando o universo infantil que comumente é associado à arte circense.

Serviço

Insânia

Arena Carioca Jovelina Pérola Negra:

Gênero: Drama

Endereço: Praça Ênio, s/nº. Pavuna
Datas/hora: 28/10 às 19h30m

29/10 em duas sessões: às 10h; e às 15h
Telefone: 2886-3889

Capacidade: 330 lugares

Classificação: 14 anos

Entrada: Franca

Duração: 60 minutos

 

Ficha técnica:

Direção: Jaime Rodrigues

Elenco:

                Bruno Carneiro

                Davi Hora

                Guilherme Mouro

                Pati Sousa

Roteiro: Guilherme Mouro

Direção de Movimento: Paulo Mantuano

Trilha Sonora Original: Daniel Gonzaga

Espacialização sonora: Alexandre Braütigam

Designer de Luz: João Franco

Sonoplastia/Projeções: Plínio Gomes Pedro

Direção de Arte: Denise Bernardes

Designer Gráfico: Diogo Monteiro

Fotógrafo: Renato Mangolin

Cenotécnico: Dodô Giovaneti/Isaque Souza

Contra regra: Isaque Souza

Figurinos: Macela Domingos

Maquiagem/Adereços: Gal

Ass. de maquiagem e camareira: Claudia Luísa

Assessoria de imprensa: Lyvia Rodrigues (agência Aquela que Divulga)

Coprodução: Circo Crescer e Viver

Realização e produção: Grupo Circondríacos

Assistente de Produção: Celso José

Assistente de direção: Alice Tibery

“Brimas” no Midrash Centro Cultural

Ester (Beth Zalcman) e Marion (Simone Kalil), uma judia e outra católica maronita são duas mulheres vindas do Egito e do Líbano respectivamente, que chegam ao Rio de Janeiro no início do século XX. Inspiradas em suas avós, as atrizes trazem para o palco histórias reais de suas famílias, que, mesmo sendo de religiões diferentes, são similares quando tangem o idioma, hábitos e costumes.

Dirigida por Luiz Antônio Rocha, a comédia Brimas estreia dia 12 de novembro no Midrash Centro Cultural, no Leblon e cumpre temporada até 6 de dezembro às quintas-feiras, 20h30h e aos domingos, 20h.

A plateia é recebida pelas Brimas assim que chega ao teatro. As Brimas servem quibes no velório e conversam com as pessoas. A comida acaba e as duas matriarcas se empenham em fazer mais tabuleiros de quibe. Elas revivem suas histórias de vida com muito humor e muito tempero. A plateia vai descobrindo a cultura do oriente médio e a coragem dessas matriarcas, amigas inseparáveis, apaixonadas pela vida.

A peça fala sobre o amor à terra em que se nasce, orgulho de pertencer à pátria brasileira que as acolheu como filhas,  a travessia, o ir sempre em frente, a esperança, a memória do que ficou para trás, a saudade e a expectativa da alegria de dias melhores. Esses ingredientes representam a saga de muitos imigrantes.

Sinopse  Duas senhoras imigrantes, Ester e Marion, revivem, com muito humor, suas histórias, enquanto cozinham quibes para um velório. O riso, a saudade da família e as memórias do passado se misturam nessa história cheia de emoção e sabedoria.

“Muito feliz por ter embarcado nessa viagem, nesse projeto lindo e abençoado! Falamos dos imigrantes que deixam suas pátrias e cruzam o oceano em busca de uma nova pátria. Através do humor vamos falar dessas travessias.” Luiz Antônio Rocha

Para a autora e atriz Beth Zalcman, falar de sua avó é falar de identidade construída pelo afeto, pelo cheiro e sabores da comida, pelos gestos, pela voz, pelas histórias vividas e sentidas. Brimas é falar da possibilidade de encontros, de paz, independente de crenças, nesse momento contemporâneo de tanta intolerância. 

“A força dessas matriarcas, nossas avós, representando tantos outros imigrantes, tantas outras avós, tantas outras mulheres. Essa peça fala do oriente médio e fala do Brasil. Na verdade, Brimas fala de tudo aquilo que diz respeito ao que há de mais humano em nós: o amor, a saudade, a família, a fé e a alegria.” Emociona-se Simone Kalil, atriz e autora.

FICHA TÉCNICA

Texto e atuação: Beth Zalcman e Simone Kalil

Direção: Luiz Antônio Rocha

Assistente de direção: Valéria Alencar

Cenário: Toninho Lôbo

Figurino: Claudia Goldbach

Programação visual: Davi Palmeira

Direção de produção: Beth Zalcman, Simone Kalil e Tamires Nascimento

Produção executiva: Lívia Ataíde

Elaboração de projetoJenny Mezzencio

Preparação de elencoBeth Zalcman

Programação visualDavi Palmeira

Assessoria de imprensa: Minas de ideias

SERVIÇO

Brimas

Estreia: 12 de novembro, 20h30

Horários: Quinta-feira – 20h30 e Domingo – 20h

Temporada: De 12 de novembro até 6 de dezembro de 2015

Local: Midrash Centro Cultural

Endereço: Rua General Venâncio Flores, 182 – Leblon – Telefone (21) 2239-1800

Horário de Funcionamento da Bilheteria: De segunda a quinta 14h  22h / Sexta e sábado fechado

Gênero: Comédia

Duração: 70 minutos

Classificação: 10 anos

Preço: R$ 40,00 (Inteira)

Capacidade: 50 Lugares

Reservas e comprassecretaria@midrash.org.br ou midrash.org.br

Espetáculo “Na pista” faz curtíssima temporada no Teatro Artes

“Na pista”.  Esse é o nome do projeto inovador na área de entretenimento, que fará apenas três apresentações, de 29 de outubro a 1 de novembro, no Teatro Artes, no Shopping da Gávea.  A ideia é simples: uma peça-série voltada para o público jovem e adolescente, unindo diferentes plataformas digitais e criando um novo formato para os palcos.  Cada apresentação de “Na Pista” mostra um episódio ao vivo, que será acompanhado no palco e nas redes sociais ao longo da semana.

“Cada vez mais os jovens estão substituindo os meios de entretenimento comum pelo lazer na palma dasmãos. Por isso, decidimos unir forças e utilizar as mídias e plataformas, que eles já conhecem, para falar de temas relacionados à esse universo e no linguajar deles, tornando tudo mais natural e criando um novo público também.” – aposta Thamires Gomes, que assina o roteiro e atua na peça.

A peça mostra a aventura de cinco amigos que acabaram de se formar no ensino médio e decidem formar umabanda e viajar por algumas cidades do Brasil antes de entrar para a faculdade. Ao longo da viagem – que vai eternizar essa amizade – eles se divertem, discutem a vida que os espera, enfrentam perigos e medos. Tudo costurado com humor e músicas, inéditas que são tocadas ao vivo, em cada apresentação.  Com um formato totalmente diferente, “Na pista” apresenta, a cada semana, uma história em um lugar diferente, que poderá ser acompanhada através do Vlog/Blog de Lulli, uma das personagens da peça-série.

Além de Thamires, integram o elenco os jovens atores Eduardo (Dudu) Mello, Eike Duarte, Jeniffer Nascimento e Jean Amorim, que fizeram trabalhos para as novelas “I Love Paraisópolis, “Em família” e “Malhação”, respectivamente.

 “Na Pista” faz uma curta temporada no Rio, seguindopara Florianópolis.  Depois, a turnê continua por mais cinco semanas, em diferentes cidades brasileiras: Maceio,Curitiba, Fortaleza, Manaus e Brasília.

FICHA TÉCNICA

Texto – Thamires Gomes

Direção – João Junior

direção de fotografia: Marcelo Gibson

Direção musical: Gustavo Salgado

Elenco: Eduardo Mello, Jeniffer Nascimento, Jean Amorim, Eike Duarte e Thamires Gomes

Sinopse:

Prestes a se formarem no colegial, cinco amigos partem para uma viagem pelo Brasil. Vão acampar, se divertir, enfrentar perigos e medos e amadurecer. Uma viagem para eternizar essa amizade e que vai render muitas risadas. Um programa Teen no palco. Cada semana, uma história e lugar diferente: e dá para acompanhar tudo através do Vlog/Blog de Lulli, uma das personagens da peça-série.

 

SERVIÇO:

NA PISTA

Local: Teatro das Artes – Shopping da Gávea

Rua Marquês de São Vicente, 52 / 2º andar – Gávea

Telefone para Informações: (21) 2540-6004

Horário: sexta e sábado, às 19h; domingo, às 18:30h

Duração do espetáculo: 60 min.

Classificação etária: 14 anos

Capacidade: 418 lugares

Preços: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia*)

  • Estudantes e maiores de 60 anos pagam meia-entrada, mediante apresentação dos respectivos documentos comprobatórios.

Compra de ingressos: Na bilheteria ou através do site www.ingresso.com

Funcionamento da Bilheteria: Todos os dias, de 15h às 20h (para compra antecipada)

Forma de pagamento: Dinheiro, cartão de crédito e de débito.

Acesso a deficientes físicos em cadeiras de rodas

Temporada: De 29 de outubro a 01 de novembro de 2015.

Estreia: 29 de outubro, às 21h (estreia para classe)

 

“Sintonia Suburbana” dia 1º de novembro na Arena Jovelina Pérola Negra

Depois de 11 apresentações com muita música, humor, espontaneidade, crítica social e inteligência, a rádio (fictícia) “Sintonia Suburbana”, espetáculo inspirado no cotidiano dos moradores do Complexo de Manguinhos, encerra a longa temporada de sucesso pelas lonas e arenas culturais da cidade. A comédia já assistida por mais de 2500 pessoas desde o último mês de agosto, se apresenta na quarta-feira,  dia 21 de outubro, na Arena Cultural Jovelina Pérola Negra, na Pavuna. A circulação do espetáculo recebeu o Prêmio Fomento à Cultura Carioca 2014 e tem patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura. “Sintonia Suburbana” tem preços populares (R$ 0,50 e R$ 0,25).

Criado em 2012, o espetáculo de repertório é dirigido por Luís Igreja (Companhia do Gesto) e traz a dramaturgia assinada pela premiada Renata Mizrahi (“Galápagos” – Prêmio Shell 2014, “Silêncio!”, “Joaquim e as estrelas”), com histórias inspiradas no cotidiano dos integrantes do grupo e na realidade vivida por eles nas comunidades em que moram, no Complexo de Manguinhos.

Por onde passou, a comédia sempre teve casa cheia e grande empatia com o público. Tratando de temas essencialmente cariocas, de um jeito carioca, “Sintonia Suburbana” celebra os 450 anos de um Rio de Janeiro que não é só sol, mar, montanha, bossa nova e mate com limão. É o corpo, a dança, a sensualidade do baile funk; são as situações tipicamente suburbanas, a solidariedade e os conflitos nas relações, na família, entre vizinhos. E é, principalmente, a capacidade de cada um de rir de seus próprios problemas e dificuldades, dando leveza a temas como violência, balas perdidas, remoções, religiosidade, identidade e transexualidade.

Quando, em 2012, a Companhia de Teatro Manguinhos em Cena surgiu na Biblioteca Parque de Manguinhos, aqueles novos artistas cheios de sonhos não sabiam da força que conquistariam por meio da arte, que poderiam  expressar seus anseios e conquistas, dificuldades e alegrias, limitações e superações, angústias e emoções. Sim, eles puderam. E puderam mais do que se expressar por meio de um grupo de teatro: são hoje uma referência para jovens e crianças do território em que moram e já começam a despontar como produtores culturais e referência do território na relação com outras regiões do Rio de Janeiro, recebendo convites e participando de debates sobre a construção de políticas culturais para a cidade.

“Abrir as sessões também para escolas públicas nas regiões atendidas pelas lonas é a realização do desejo de estimular, cada vez mais, a formação de público para o teatro que existe no Manguinhos em Cena. Para o grupo, é muito importante poder fazer ações formativas como essa. Basta lembrarmos que, há quatro anos, quando o grupo nasceu dentro da Biblioteca Parque de Manguinhos, vários deles nunca tinham assistido a uma peça. Hoje são eles os artistas que estão em cena. Poder oferecer o espetáculo para plateias de jovens estudantes que, talvez, também nunca tenham assistido a um espetáculo de teatro ou que, principalmente, possam ver na cena a possibilidade de transformar sua própria realidade. É o tipo de ação que é bastante gratificante para o grupo”, diz a coordenadora Ana Carina Santos.

Além de atuarem artísticamente, construírem seus textos, seus figurinos, prepararem cenários e iluminação; pensam a arte como um caminho profissional de empreendedorismo, elaboraram e captam recursos para seus projetos.

Como se não bastasse essa nova fase no trabalho do grupo, circulando com a peça por diferentes bairros cariocas, o momento é ainda mais especial porque o projeto de circulação premiado foi elaborado pelos próprios integrantes do grupo, e todos são hoje profissionais – sim, todos os 27 integrantes conseguiram registro profissional na Delegacia Regional do Trabalho.

Sobre o “Sintonia Suburbana”

Sucesso de público de 2012 a 2014, o espetáculo “Sintonia Suburbana” encantou a comunidade de Manguinhos que lotava o cineteatro  Eduardo Coutinho, da Biblioteca Parque de Manguinhos (equipamento cultural da Secretaria de Estado de Cultura, SEC), nos fins de semana de dezembro de 2012 a março de 2013. A montagem foi fruto de um longo período de formação artística e técnica no Laboratório de Narrativas Cênicas da Biblioteca Parque de Manguinhos, espaço da Secretaria de Estado de Cultura, coordenado pela Companhia do Gesto e pela Zucca Produções.

Trabalhando diretamente com o diretor Luís Igreja e com os alunos-atores, Renata Mizrahi – ganhadora do Prêmio Shell 2014 pela peça “Galápagos” e autora de peças como “Silêncio!”, indicada a vários prêmios e aplaudida no Festival de Teatro de Curitiba – foi a responsável por um texto original, que falava sobre casos de bala perdida, remoções habitacionais, falta de destino e de identidade. “Sintonia Suburbana” é o nome de uma rádio, que apresenta programas como “Casos bizarros da vida normal ou casos normais da vida bizarra” e “Contos picados do dia a dia”, tudo com muito humor e inteligência.

 

Sinopse: Comédia melodramática que retrata a trajetória de personagens e situações de uma comunidade usando uma rádio comunitária que está fazendo aniversário para costurar as histórias de personagens como a família Tavares e Souza, o homem sem passado, a professora de ginástica que dá aulas de sobrevivência; valorizando a trajetória de cada um para dar graça e leveza a temas do cotidiano de quem vive na região.

 

Sobre a Companhia de Teatro Manguinhos em Cena

O grupo surgiu no projeto homônimo de formação teatral realizado na Biblioteca Parque de Manguinhos entre 2012 e 2014, com o objetivo de criar uma companhia de teatro residente na biblioteca. A idealização e a coordenação são da Companhia do Gesto e da Zucca Produções, em parceria com a Biblioteca Parque de Manguinhos e a Secretaria de Estado de Cultura. O projeto integrou também o programa Favela Criativa em 2014, formado por um conjunto de projetos que oferecem a jovens agentes culturais formação artística e especialização em gestão cultural e estabelecem canais de diálogo entre esses jovens, possíveis parceiros e patrocinadores potenciais. Hoje a Companhia de Teatro Manguinhos em Cena tem 27 integrantes, entre atores, produtores e técnicos.

Atualmente, a companhia divide-se entre a gravação da coleção “Audiolivros da Biblioteca Parque de Manguinhos” – com dez obras literárias escolhidas pelo grupo no acervo da Biblioteca Parque de Manguinhos e gravados nos estúdios da Biblioteca Parque Estadual –,  projeto também premiado pelo Fomento à Cultura Carioca; os ensaios da MangueBand para o show de homenagem a Lupicínio Rodrigues e o intercâmbio com grupos artísticos por meio de oficinas e intervenções artísticas no Morro da Providência e na Penha.

FICHA TÉCNICA

Duração: 80 min

Classificação Etária: 14 anos

Dramaturgia: Renata Mizrahi

Direção: Luis Igreja

Assistente de Dramaturgia: Haroldo César

Colaboraçãode dramaturgia: Manguinhos em Cena

Assistente de Direção: Cecília Rippol

Elenco: Bruna Soares, Evaldo de Andrade, Fábio Silva de Oliveira, Grace Ellen Xavier, Haroldo César, Jéssica Azeredo, Jorge Wilson Matias, José Roberto Araújo, Larissa Gomes, Leonardo Santana, Lidiane Marinho, Luiz Cassiano, Luiz Estevão, Magno Myller, Maycon Barbosa, Ronaldo Silva, Roseany Freitas, Sandra Cipriano, Sirléa Aleixo, Tarcinara Vieira, Telma Silva, Thalyssiane Aleixo, Thayane Aleixo e Wilson Netto.

Coreografia: Katarine Gama

Pesquisa e Execução da Sonoplastia: Luiz Cassiano

Concepção e Pesquisa de Trilha Sonora: Hektor Breno, José

Roberto Araújo, Luiz Cassiano

Iluminação: Luís Igreja

Orientação de Figurinos: Denise Bernardes, Macela Domingos, Vinicius Couto

Orientação de Criação e Confecção de Máscaras: Tania Gollnick

Cenografia: Manguinhos em Cena

Direção e orientação de Produção: Ana Carina e Júlio Zucca

Produção: Fabio Silva, Fernando Alves, Karen Kristien, Lidiane Marinho, Roseany Freitas e Telma Assis.

Administração e Controladoria: Zucca Produções

Co-produção: Companhia do Gesto e Zucca Produções

Registro Audiovisual: Bruno Fochi

Fotos: Gui Maia, Bruno Fochi e Wilson Netto

Realização: Manguinhos em Cena

SERVIÇO

As apresentações terão agendamento de escolas públicas de cada região atendida pelas Lonas e Arenas Culturais do município do Rio de Janeiro e serão abertas ao público geral também com preços simbólicos – R$0,25 e R$0,50.

O espetáculo “Sintonia Suburbana” será apresentado nos seguintes dias, horários e locais:

Quarta-feira, 21 de outubro, às 15h e às 19h

Arena Carioca Jovelina Pérola Negra

Endereço: Praça Ênio, s/nº – Pavuna

Tel: 2886-3889

Capacidade para 330 pessoas sentadas

Será que a gente influencia o Caetano?

A Companhia Tartufaria de Atores reestreia no Teatro Miguel Falabella, Norte Shopping, a comédia de Mário Bortolotto “Será que a gente influencia o Caetano?”.

Escrita há 30 anos, porém retratando a atualidade, a peça dirigida por Marcello Gonçalves, que traça um irônico retrato de uma geração arrogante e acostumada à acomodação, fica em cartaz, terças e quartas-feiras, às 18h, com temporada até o dia 25 de novembro.

Recentemente, a peça cumpriu uma temporada de sucesso no Espaço Tom Jobim e foi apresentada no 24º Festival de Teatro de Curitiba, onde se classificou entre as cinco melhores comédias. A montagem traz diálogos divertidos e afiados nas interpretações dos atores Andrey Lopes (Beto Virgem) e Fábio Guará (Mário).

Em 10 cenas, Beto e Mário, respectivamente poeta e músico, são dois amigos e parceiros que se preparam, a juventude inteira, para serem grandes artistas e resolvem participar de um concurso de calouros para iniciar a carreira e alcançar o estrelato. Os dois sonham em produzir uma música tão grandiosa e emblemática que chegue a influenciar o grande cantor baiano, Caetano Veloso.

Trata-se de um texto leve, divertido e que provoca reflexões, impagáveis reflexões! Até mesmo esta: Será que a gente influencia o Caetano? enquanto sociedade, enquanto país, enquanto ser humano.

SINOPSE SUGERIDA

O músico Mário e o poeta Beto, amigos e parceiros, se juntam para tentar alcançar a fama. Para isso, a meta deles é produzir uma obra musical de peso que consiga influenciar o ícone Caetano Veloso.

SOBRE A CIA:

Grupo formado em 2009 que vem desenvolvendo um trabalho experimental com peças brasileiras de autores como Mário Bortolotto em “O que Restou do Sagrado”, que estreou em 2014; Martins Penna em “O Terrível Capitão do Mato”, em novembro de 2011; e Marcio Américo em “O homem que Queria ser Rita Cadillac” que circula desde 2011 e já foi vista por mais de 10.000 pessoas.

 
 

SERVIÇO

Será que a gente influencia o Caetano?

Reestreia: 20 de outubro de 2015

Temporada: De 20 de outubro até 25 de novembro

Datas: Terças e quartas-feiras

Horário: 18h

Local: Teatro Miguel Falabella – Norte Shopping – 2º piso

Endereço: Av. Dom Helder Câmara, 5474 – Cachambi – Informações: 2597-4452

Capacidade: 453 lugares

Duração: 70 min.

Classificação: 12 anos

Preço: R$ 40,00 (Inteira) – R$ 20,00 (Meia entrada)

Gênero: Comédia

Vendas: www.ingresso.com.br

 

FICHA TECNICA

Texto: Mário Bortolotto

Direção: Marcello Gonçalves

Elenco: Andrey Lopes e Fábio Guará

Iluminador: Felipe Lourenço

Diretor de Movimento: Márcio Vieira

Direção de Arte: Alex Brollo e Rafael Ronconi

Produção: Bruna Fachetti

Programador Visual: Carol Vasconcellos

Assistente de Direção: Bruce Brandão e Karini Oliveira

Administração: Bruna Fachetti

Fotografia: Dany Garcia e Felipe Oliver

Realização: Tartufaria de Atores

Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias

O menino que brincava de ser

Dudu é uma criança que adora brincar de faz de conta com seus amigos. A possibilidade de ser um novo personagem encanta o menino. No entanto, aos olhos da família e da escola nem sempre suas fantasias são bem vistas. De maneira lúdica e bem-humorada, “O menino que brincava de ser” apresenta questões atuais presentes no universo familiar e escolar das crianças: o respeito à diversidade, o direito à liberdade de expressão, o bullying e o questionamento de limites e padrões socialmente impostos. Criação da Pandorga Companhia de Teatro com direção de Cleiton Echeveste, a peça está em circulação desde a sua estreia, em 2007, sendo que a última temporada na cidade foi há três anos. O espetáculo está de volta ao Rio a partir do dia 03 de outubro, aos sábados e domingos, às 17h, no Teatro Cândido Mendes.

Inspirado no livro homônimo de Georgina Martins, a montagem conta a história de três crianças durante o ensaio de um espetáculo de teatro que apresentarão no auditório da escola. O texto escolhido é “O menino que brincava de ser”. Dudu é uma criança saudável que gosta de brincar de ser vários personagens – magos, bruxas, heróis ou heroínas – e sofre com piadas na escola. O pai e a avó paterna consideram o comportamento do filho anormal e buscam ajuda de um médico. A orientação? Respeitar a fase da vida.

Com o olhar compreensivo e afetuoso da avó materna, o menino encontre uma solução para o conflito. Ao assistir pela primeira vez uma peça de teatro, descobre na arte a saída para seu desejo viver diferentes personagens e histórias. Qual é o papel da escola e da família nas descobertas da infância? A imposição de padrões sociais é o melhor caminho? Meninos só brincam de bola e meninas só brincam de bonecas? Estas questões e seus desdobramentos levam o público, especialmente os pais, à reflexão sobre educação e liberdade de expressão.

“Aprendemos na prática que esta peça é para crianças e adultos”, destaca Cleiton Echeveste, diretor da montagem. “Se a princípio parecia uma ousadia falar sobre liberdade e respeito à diversidade para os pequenos, em tempos de afronta a direitos civis básicos não é menos angustiante pensar que esses temas precisam, mais do que nunca, estar em pauta no teatro, na literatura e nas artes em geral”, conclui.

SOBRE A TRAJETÓRIA DE “O MENINO QUE BRINCAVA DE SER”

A peça estreou em junho de 2007 no Teatro Maria Clara Machado e permanece em circulação desde então, tendo feito temporadas de sucesso em teatros do Rio de Janeiro e Niterói. Foi apresentada em mais de dez cidades do estado do Rio dentro da 8ª Mostra SESC CBTIJ de Teatro para Crianças e do projeto-piloto Circuito SESI CBTIJ de Teatro para Crianças. Participou da 2ª Mostra Brasil Telecom de Teatro para Crianças, em Brasília e do Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana – Fórum das Artes 2009.

Por sua qualidade artística e pela relevância dos temas que aborda, a peça recebeu a chancela de Espetáculo Recomendado pelo Centro de Pesquisa e Estudo do Teatro Infantil – CEPETIN (www.cepetin.com.br). Em suas temporadas no Centro Cultural Justiça Federal (2009) e no Galpão Gamboa (2012), o espetáculo foi apontado pela revista Veja Rio como um dos cinco melhores espetáculos infantis em cartaz no Rio.

Em março de 2010, o espetáculo atingiu a marca de cem apresentações durante o Circuito SESI CBTIJ de Teatro para Crianças. Em novembro de 2013, foi o único espetáculo infantojuvenil a integrar a programação teatral do 21º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade, em São Paulo.

SOBRE A PANDORGA COMPANHIA DE TEATRO

Fundada em 2006, a Pandorga Companhia de Teatro é formada por André Roman (ator e produtor), Cleiton Echeveste (dramaturgo e diretor), Eduardo Almeida (ator e produtor) e Jan Macedo (ator). A primeira montagem do grupo foi em 2007: “O menino que brincava de ser”. A peça teve várias temporadas no Rio de Janeiro e participou de festivais e mostras em Minas Gerais, Brasília e São Paulo.

Em 2012, foi a vez de “Cabeça de vento”. A peça participou de diversos festivais de teatro na cidade e em outros estados (Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina). O espetáculo recebeu um total de treze prêmios nos Festivais Nacionais de Teatro de Guaçuí/ES, Duque de Caxias/RJ e Ponta Grossa/PR, além de três indicações ao 7º Prêmio Zilka Salaberry, nas categorias ator (Jan Macedo), figurino (Daniele Geammal) e produção. Foi o único grupo brasileiro selecionado para o 8º FESTECA, em Luanda, Angola. Em 2013, a peça foi lançada em livro pela Giostri Editora (SP).

O terceiro espetáculo infantojuvenil estreou em 2013: “Conto d’água”. Atualmente, além da estreia de “Juvenal, Pita e o velocípede”, a companhia trabalha na montagem de seu primeiro espetáculo adulto, “Refugo”, ainda sem previsão de estreia. O site oficial da companhia é: pandorgaciadeteatro.wordpress.com

FICHA TÉCNICA

Espetáculo inspirado no livro homônimo de Georgina Martins

Dramaturgia e Direção Cleiton Echeveste

Elenco: Giuseppe Marin, Leo Campos e Tatiana Henrique

Stand in: Jan Macedo

Figurino Daniele Geammal

Cenário Pandorga Companhia de Teatro

Trilha Sonora Original Gustavo Finkler

Preparação Corporal: Jan Macedo

Iluminação Tiago Mantovani

Montagem de luz: Ricardo Lyra Jr.

Operação de Luz Ricardo Lyra Jr. e Hebert Said

Projeto Gráfico Fernando Nicolau

Assessoria de imprensa Bianca Senna e Paula Catunda

Assistência de produção: Lucimar Ferreira

Produção André Roman e Eduardo Almeida

Realização Pandorga Companhia de Teatro, Pita Produções e AR Produções

“O MENINO QUE BRINCAVA DE SER”

Teatro Cândido Mendes

Endereço: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema

Temporada: 03 de outubro a 1º de novembro

Dias e horários: Sábados e domingos, às 17h

Informações: (21) 2523-3663

Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)

Duração: 55 minutos

Classificação etária: Livre

Recomendação etária: crianças a partir dos 6 anos

Lotação: 102 lugares

Sugestão para o tijolinho: Dudu é uma criança que adora brincar de faz de conta com seus amigos, mas aos olhos da família e da escola nem sempre suas fantasias são bem vistas.

Apoteose da Dança – Eu fui!

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro – velho parceiro do blog – resolveu dar um presente para os grandinhos nas vésperas do Dia das Crianças. “Apoteose da Dança” juntou a nata do corpo de baile em um espetáculo que reunia 2 coreografias: “Age of Innocence “e “Sétima Sinfonia”.

A elite a que me refiro se trata de bailarinos que estão presentes nos espetáculos grandiosos que o Municipal promove. Claudia Mota, Márcia Jaqueline, Francisco Timbó, Deborah Ribeiro, Karen Mesquita, Priscila Albuquerque, Priscilla Mota, Renata Tubarão, Cícero Gomes, Edifranc Alves, Filipe Moreira, Moacir Emanoel e Rodrigo Negri. Todos juntos no palco para o deleite dos admiradores. Além disto, as diretoras artísticas são Ana Botafogo e Cecília Kerche, velhas conhecidas do grande público.

Com músicas de Philip Glass e Thomas Newman, “Age of Innocence” abriu os trabalhos. A coreografia de Edwaard Liang foi concebida em 2008 para o Joffrey Ballet, de Chicago. A inspiração foi o romance “The Age of Innocence”, de Edith Wharton, e os livros de Jane Austen, que descrevem uma mulher que não tinha voz própria e mantinha contato muito limitado com outras pessoas, principalmente com os homens. A dança incluía elementos contemporâneos, mas sem as bailarinas deixarem a sapatilha de ponta de lado.

Um pouco mais antiga “Sétima Sinfonia” foi criada por Uwe Scholz em 1999, para a companhia alemã Leipzig Ballet. Os 16 casais, vestidos de branco, dançavam em um cenário com elementos geométricos, e a coreografia criava formas idem, como triângulos, por exemplo.

As coreografias tinham uma rapidez maior do que o que estamos acostumados a ver nos espetáculos mais tradicionais. Mesmo assim, as bailarinas não abandonam a doçura. No quesito talentos individuais, Márcia Jaqueline se destaca com sua leveza habitual. Entre os rapazes, Cícero Gomes chama a atenção pela força de seus movimentos. Claro, sem ignorar o talento de todo o restante do corpo de baile. E a direção artística de Ana Botafogo e Cecília Kerche, agora por trás dos holofotes, mas que tanto já encantaram com a sapatilha nos pés.

P.S.: Agradeço ao Theatro Municipal pelos convites.

Número 1 no nosso Top 3 de espetáculos favoritos de dança de 2015. Confira!

O que Restou do Sagrado

Primeiro trabalho em conjunto do Grupo Fragmento e Tartufaria de Atores, “O que Restou do Sagrado”, estreia dia 4 de novembro no Castelinho do Flamengo com sessões gratuitas.

Cumprindo temporada até dia 9 de dezembro, a peça fica em cartaz às quartas-feiras, 20h30 com distribuição de senhas a partir das 20h.

Escrito por Mário Bortolloto, em 2004, o espetáculo é composto por 7 personagens que questionam o caráter de Deus e o poder divino do perdão. É um “Entre Quatro Paredes” em rotação acelerada. Como na fábula de Jean-Paul Sartre, pessoas que não se conhecem são confinadas em um espaço para se torturarem mutuamente com confissões terríveis. O texto jorra como um vômito, o ritmo e o tom dos atores têm a urgência do punk- rock. Trata-se de salvar a humanidade através do arrependimento.

Mas para isso é preciso antes provar a existência de Deus. Partindo da frase de Santo Agostinho: “Deus permitiu o mal para dele extrair o bem”, Bortolotto trata da maldade do mundo e da ausência de intervenção divina como pedagogia de Deus.

Em “O que Restou do Sagrado” encontramos a possibilidade de fazer um teatro que questiona e modifica, na medida em que trata de um tema que interessa a todos de uma forma abrangente e única. O texto mostra a relação entre Deus e o homem, além de investigar sua existência. Confinados numa igreja, todos têm até o clarear do dia para se arrepender e salvar o mundo lá fora da fúria de Deus. Mas para isso precisam confessar seus piores pecados e arrepender-se genuinamente. Os personagens enfrentam seus próprios medos enquanto se acusam mutuamente.

“O que Restou do Sagrado” estreou, com o Grupo Fragmento e Tartufaria de Atores, em 2014 na Casa Hoffman (Festival de Curitiba) com grande sucesso de público e crítica, ganhando apresentação extra e ainda em 2014 participou do FETUBA (MG).

SINOPSE

A salvação da raça humana depende de sete indivíduos descrentes confinados em uma igreja. Eles precisam confessar seus piores pecados, arrependerem-se e pedirem perdão. Como

convencê-los a fazer isso? E, mais difícil, como conseguir seus arrependimentos sinceros?

CURRÍCULO – GRUPO FRAGMENTO

Formado em 2006, o primeiro trabalho do Grupo foi a montagem de “Fragmento.Ponto.Alma” com texto e direção de Nirley Lacerda e supervisão de Ole Erdmann e Fabiano de Freitas que teve pré-estreia no Festival de Curitiba em 2008 realizando 2 temporadas no Rio de Janeiro em 2011. Participou de festivais de esquetes, como: “FESTIATRO” e o “Elbe de Holanda” onde ganhou o prêmio de melhor cenário com a esquete “O Dia Feliz da Mais Forte”. Em 2009 realizou o clip “Efeitos Colaterais” da cantora ENNE. Em 2013 estreou o segundo trabalho com “A Prostituta Respeitosa” de Jean- Paul Sartre na Sede das Cias com direção de Nirley Lacerda e supervisão de Ivan Sugahara. Em parceria com a Tartufaria de Atores, estreou “O que restou do Sagrado” de Mário Bortolotto, com direção de Nirley Lacerda. Em 2014, “A Prostituta Respeitosa” se apresentou no Teatro Santa Rosa (Ribeirão Preto – SP) participando do TERRÁRIL FÉRTIL:6. Ainda em 2014 o Grupo Fragmento foi contemplado no edital NOVAS CENAS 2014 para montagem de “Paraíso Zona Sul” de Jô Billac. e em maio de 2015 estreou “Paraíso Zona Sul” na Sede das Cias.

CURRÍCULO – TARTUFARIA DE ATORES

Grupo formado em 2009 que vem desenvolvendo um trabalho experimental com peças brasileiras de autores como Mário Bortolotto em “O que Restou do Sagrado”, que estreou em 2014; Martins Penna em “O Terrível Capitão do Mato”, em novembro de 2011; e Marcio Américo em “O homem que Queria ser Rita Cadillac” que circula desde 2011 e já foi vista por mais de 10.000 pessoas e o mais recente “Será que a gente influencia o Caetano?” de Mário Bortolotto em cartaz no Norte Shopping no final de outubro.

SERVIÇO

O que restou do Sagrado

Estreia: 4 de novembro

Local: CASTELINHO FLAMENGO – Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho

Endereço: Praia do Flamengo 158 – Flamengo

Horário: Quarta-feira – 20h30

Temporada: De 4 de novembro até 9 de dezembro

Classificação indicativa: 16 anos

Entrada Gratuita (distribuição de senhas a partir de 20:00)

Duração: 50 min.

Gênero: Drama

FICHA TÉCNICA

Texto: Mário Bortolotto

Direção: Nirley Lacerda

Elenco: Ana Carolina Dessandre, Daniel Bouzas, Diogo de Andrade Medeiros, Fábio Guará, Elio de Oliveira, Lucas Tapioca, Nara Parolini e Monique Vaillé

Cenário: Diogo de Andrade Medeiros

Iluminação: Paulo César Medeiros

Figurino: Patrícia Muniz

Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias

Direção de Produção: Monique Vaillé

Design: Elio de Oliveira

Realização: Grupo Fragmento e Tartufaria de Atores

Apoio: Casa da Glória

“O Barbeiro de Ervilha” na Gávea

A partir do dia 17 de outubro, o Centro de Referência Cultura Infância apresenta o espetáculo infantil “O Barbeiro de Ervilha”, uma comédia musical para crianças. Trata-se de uma adaptação da ópera Il Barbiere di Siviglia, de Gioacchino Rossini com libreto de Cesare Sterbini baseado na comédia homônima de Pierre Caron de Beaumarchais. A história apresenta uma trupe mambembe de comediantes que encena, na pequena vila fictícia nordestina de Ervilha do Norte, as artimanhas e astúcias de um tipo bem brasileiro, apesar de francês e italiano de origem e da naturalidade espanhola. Assim como na ópera cômica original, Fígaro, o barbeiro de Ervilha, é um faz tudo da cidade, fugindo aos padrões dos barbeiros do nosso século. Além de barbeiro é sanfoneiro, enfermeiro, jardineiro e nas horas vagas ainda é veterinário, farmacêutico, cirurgião, entrega bilhetes de casais enamorados com sigilo e discrição e o que mais for preciso, de maneira honesta, para ganhar o seu pão.

Andarilho, sempre à procura de um novo trabalho, acaba salvando a linda história de amor do conde Almaviva com Maria Flor. Um amor “proibido”, pois Maria Flor vai ser obrigada a casar com o seu tutor, Doutor Bartolo, médico e velho avarento cujo interesse, no fundo, é pela herança da moça. Servindo o conde com habilidade, o barbeiro acaba conseguindo acobertar e unir os enamorados, bem debaixo do nariz de Bartolo – que vive dizendo que não é tolo; fazendo triunfar a boa idéia de que “o amor é a mais valiosa das moedas”.

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia Original e Texto: Vanessa Dantas

Versões das Músicas e Letras: Leandro Castilho

Direção: Daniel Herz

Elenco:

Leandro Castilho (Fígaro)

Vanessa Dantas (Maria Flor)

Tiago Herz (Conde Almaviva)

Leonardo Miranda (Doutor Bartolo)

Pedro Maia (Comida de Onça)

Pedro Gracindo (Bocó, Soldado Quebra Queixo)

Carol Garcia (Di Mola, Soldado Rocambole)

Francisco Salgado (João do Bode)

Anna Bello (Santa do Mandacarú)

SERVIÇO

Data: 17 de outubro a 01 de novembro

Local: Teatro Municipal Maria Clara Machado (Planetário da Gávea)

Endereço: Av. Padre Leonel Franca, 240, Gávea. Tel.: (21) 2274 7722

Horário: sábado e domingo, às 16h

Valor: R$ 20,00

Duração: 60 minutos

Gênero: Infantil (recomendado a partir de 04 anos)

Classificação: Livre

Bilheteria: quarta a domingo, a partir das 14h

Capacidade: 138 lugares

Estacionamento pago no local

“Fishman” no CCBB

O projeto “Bagaceira 15 anos”, patrocinado pelo Ministério da Cultura e pelo Banco do Brasil, consiste na sequência de três temporadas de espetáculos recentes do grupo, oferecendo ao Rio de Janeiro um panorama do que o Bagaceira vem produzindo em sua fase mais amadurecida. Serão ao todo 72 apresentações (24 de cada espetáculo, 8 por semana), a partir de 17 de setembro, com estreia para convidados no dia 16 de setembro, às 20h.

O coletivo, de Fortaleza/CE, consolidou-se nacionalmente através da linguagem peculiar de seus espetáculos, que associam provocações visuais à criação de dramaturgias inéditas. Em quinze anos de trajetória, o grupo conquistou premiações, promoveu importantes parcerias e participou de festivais dentro e fora do Brasil.

Desde o surgimento, o Bagaceira mantém uma produção ininterrupta, construindo, desse modo, um repertório diversificado e inteiramente autoral. “Interior” é uma peça singela, conduzida por duas velhinhas irreverentes, que se recusam a morrer. Uma homenagem à cultura interiorana, às avós e a todas as coisas que jamais serão engolidas pelo tempo. “A Mão na Face” traz o diálogo disparatado entre uma prostituta e uma travesti. Público e personagens trocam olhares, através de espelhos distorcidos. Na oscilação entre momentos densos e patéticos, a comovente relação de Mara e Gina é revelada. Em “Fishman”, o mais novo espetáculo do Bagaceira, dois homens estão em um pequeno bote sobre as águas de um lago, frente a frente, sem saber o que dizer. Um mergulho poético na complexidade humana e no misterioso fluxo da vida.

São três espetáculos intimistas, feitos para dois atores e com foco na palavra; porém, com linguagens bem distintas entre si e diferentes experiências de aproximação com a plateia. Todos os espetáculos possuem dramaturgia de Rafael Martins e direção de Yuri Yamamoto, este último vencedor do quadro ‘Como Manda o Figurino’, do Fantástico (TV Globo), em abril deste ano, e faz parte da equipe de figurinista da nova minissérie da Globo ‘Ligações Perigosas’, que estreia ano que vem. As peças têm capacidade de público reduzida. Desta forma, o grupo fará a maior parte da temporada de cada espetáculo em sessões duplas.

‘Interior’ está desde junho em turnê por cindo estados do Nordeste e passou, em agosto, por em Uberlândia e Belo Horizonte, sempre com uma ótima recepção de público e criticas. Já ‘Fishman’, fez, também em agosto, sua segunda temporada em BH.

OS 15 ANOS

Criado em 2000, o Grupo Bagaceira alcançou reconhecimento nacional pela sua pesquisa autoral. Com textos e direções próprias, o grupo lançou desafios no âmbito da construção cênica e dramatúrgica, o que resultou no adensamento de uma linguagem própria. Os espetáculos em repertório são apresentados nos principais festivais e mostras de todo país, provocando uma reflexão sobre um novo olhar do que é produzido no nordeste. Com 15 espetáculos no currículo e mais de 20 esquetes, contabiliza mais de 800 apresentações.

O Grupo Bagaceira é formado por: Démick Lopes, Rafael Martins, Ricardo Tabosa, Rogério Mesquita, Samya de Lavor, Tatiana Amorim e Yuri Yamamoto. Com sede em Fortaleza, a Casa da Esquina, o grupo também conta com a produtora Mikaelly Damasceno e a secretária Carla Sousa.

Em 2015, o Bagaceira comemora os 15 anos e realiza várias apresentações e temporadas por todo o país. Logo no início do ano, o grupo esteve em uma temporada de 2 meses em São Paulo, com o seu primeiro espetáculo: Lesados. O coletivo também se apresentou na Bolívia, participando com dois espetáculos do X FITCRUZ, Festival internacional de Teatro de Santa Cruz de La Sierra. Houve ainda circulação pelas cidades de Belo Horizonte, Salvador, Recife, Teresina, Sousa, Maceió, Aracaju, dentre outras programações.

Respaldado pela trajetória de peças inteiramente autorais e pela assinatura construída durante esse tempo, o Grupo Bagaceira chega agora ao Rio de Janeiro com o projeto “Bagaceira 15 anos”, para apresentar três temporadas de uma só vez, em uma estadia mais longa na cidade, marcando este ano de comemorações.

FICHA TÉCNICA

FISHMAN

Texto: Rafael Martins

Direção: Yuri Yamamoto

Assistência de direção: Rafael Martins

Elenco: Ricardo Tabosa e Rogério Mesquita

Colaboração artística: Juliana Galdino

Cenário e Figurinos: Yuri Yamamoto

Iluminação: Tatiana Amorim

Técnica: Rafael Martins e Yuri Yamamoto

Interlocução artística: Georgette Fadel e Grace Passô

Produção: Rogério Mesquita

Produção executiva: Mikaelly Damasceno

Bagaceira 15 anos

Direção de produção: Rogério Mesquita

Textos programa: Rafael Martins

Design Gráfico: Darwin Marinho

Assessoria de imprensa: Daniella Cavalcanti

Secretaria: Carla Sousa

SERVIÇO

Bagaceira 15 anos – Temporada de repertório

“Fishman” – de 28 de outubro a 15 de novembro https://www.youtube.com/watch?v=IcsOaqDA2YE

Horário: Quartas e quintas, às 19h30. Sextas, sábados e domingos, às 17h30 e às 19h30

Local: Teatro III do Centro Cultural Banco do Brasil (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro)

Informações: (21) 3808-2020

Ingresso: R$10,00

Horário da bilheteria: de quarta a segunda, das 9h às 21h

Gênero: Drama

Duração: 50 minutos

Capacidade: 86 lugares

Classificação indicativa: 16 anos

Sinopse: no mais novo espetáculo do Grupo Bagaceira, dois homens estão em um pequeno bote sobre as águas de um lago, frente a frente, sem saber o que dizer. Um mergulho poético na complexidade humana e no misterioso fluxo da vida.

Espetáculo “Jogo de Damas” na Gamboa

O espetáculo “Jogo de Damas”, da coreógrafa e pesquisadora Esther Weitzman, fará duas apresentações nos dias 24 e 25/10 no Galpão Gamboa. Reconhecido como um dos 10 melhores espetáculos de 2013 pelo jornal O Globo, a montagem compõe a programação da 3ª edição do Dança Gamboa. As sessões acontecerão às 21h, no sábado e, às 20h, no domingo. O valor dos ingressos varia entre R$20 (inteira), R$10 (meia-entrada) e R$5 (moradores da zona Portuária).

Com 16 anos de existência na cidade do Rio de Janeiro, a Esther Weitzman Companhia de Dança leva ao palco oito intérpretes mulheres, com idades entre 24 e 53 anos. A coreografia revela que a dança tornou-se um jogo a ponto de extrair expressividade da vivência do movimento através das experiências em cena.

Segundo a coreógrafa, as distintas experiências e formações em dança são essenciais para desenvolver o duplo sentido que dá nome à obra. “Jogo de Damas acontece a partir dos afetos criados entre as intérpretes, da conversa entre mulheres de diferentes gerações. E é entre o lúdico e o poético que a dança singular de cada bailarina desponta em meio ao trabalho do grupo”, comenta Esther Weitzman.

Ficha técnica:
Concepção/coreografia/direção: Esther Weitzman
Bailarinas/Criadoras: Cláudia Horta, Giselda Fernandes, Gisele Alvim, Mônnica Emilio, Manuela Weitzman, Patricia Riess, Renata Maciel, Roberta Repetto
Ensaiadora: Miriam Weitzman
Desenho de luz: José Geraldo Furtado
Projeto Gráfico: Flavio Pereira
Figurino:Gerah Diaz e André Camacho
Fotos: Renato Mangolin
Músicas: David Byrne,The Balanescu quartet, Ray Charles and Betty Carter,Daniel Belquer e Isadora Medella
Oficinas realizadas: Carol Pedalino, Denise Stutz
Professores convidados: Alexandre Bhering, Guto Macedo, Paulo Marques e Toni Rodrigues
Redação de textos: Thereza Rocha
Tradução: André Bern
Operação de luz: Alexandre Corecha e Felipe Cassou
Vídeo maker: Gustavo Gelmini
Direção de produção: Marcelo Cabanas
Produção executiva: Camila Martins
Produção: Bateia Cultura
Participação como bailarinas criadoras: Mariana Souza e Thamiris Carvalho
Realização: Esther Weitzman Companhia de Dança

Serviço:
“Jogo de Damas”
Datas: 24 e 25 de outubro
Local: Galpão Gamboa
Endereço: Rua da Gamboa, 279 – Centro – RJ
Horários: 21h (sábado) e 20h (domingo)
Ingressos: R$20 (inteira) / R$10 (meia-entrada) / R$5 (moradores da região com comprovante)
Classificação: 10 anos
Duração: 45 minutos
Capacidade: 80 lugares
Bilheteria: Terça a sexta: das 13h às 18h. Sábado e domingo: 1 hora antes do espetáculo.

“Eugênia” no Gláucio Gil

“Eugênia” tem tudo para se tornar a nossa “Gilda, uma mulher inesquecível” tupiniquim.  O monólogo estrelado por Gisela de Castro volta aos palcos para uma curta temporada, dessa vez no Teatro Glaúcio Gil, em Copacabana, de 19 de outubro a 9 de novembro, aos sábados, domingos e segundas, às 20h, com ingress a R$30 e R$15 (meia entrada). Com direção de Sidnei Cruz, Gisela de Castro – em seu primeiro monólogo -, interpreta Eugênia José de Menezes, filha do governador de Minas Gerais, que teve um romance com Dom João VI, engravidou e foi expulsa da Corte, sendo exilada num convento. O projeto foi contemplado no Programa de Fomento à Cultura Carioca, da Secretaria municipal de Cultura e já passou pelos palcos dos teatros Maria Clara Machado, na Gávea e Eva Herz, na Livraria da Cultura, no Centro, sempre com casa cheia e boas críticas da imprensa especializada.

A partir de uma ampla pesquisa histórica, a escritora Miriam Halfim criou o texto onde Eugênia conta, com muito humor e ironia, sobre seu envolvimento com o Príncipe Regente de Portugal. Conhecido por seu desleixo corporal e apetite voraz para devorar um frango assado inteiro, Dom João marcou seu nome na história – ora como covarde e preguiçoso, ora como um generoso monarca, amigo do povo, que deixou importante legado para o Brasil. Entre os livros usados como material bibliográfico estão “O português que nos pariu”, “1808”, “Carlota Joaquina, a rainha devassa”, “1822” e “O segredo da bastarda”.

Gisela, na pele da personagem que emerge do mundo dos mortos para contar sua versão dos fatos históricos, revela os meandros da nobreza, as farsas dos governantes e as artimanhas para abafar um escândalo real: do romance entre a jovem e o príncipe, nasce uma bastarda, que vive por vários anos no claustro de um convento distante.

A peça pretende discutir o papel da mulher na formação da identidade brasileira, levantando questões de gênero ao longo da história, mas lançando um olhar contemporâneo sobre a mulher do final do século XVIII e início do XIX. A ideia é revelar ao público a história inédita dessa mulher – cujo enredo conta muito da história do Brasil, vista por de trás dos panos.

O diretor – Sidnei Cruz é dramaturgo, diretor, gestor cultural e, atualmente, gerente de Cultura da Escola Sesc. Criador dos projetos Palco Giratório: Rede Sesc de intercâmbio e difusão das Artes Cênicas e Dramaturgia e mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais, ele publicou o livro “Palco Giratório, uma difusão caleidoscópica do teatro” e ainda realizou, no Sesc/DN, interlocuções para o programa de TV “conversa sobre as artes” com vários artistas. Suas mais recentes encenações são:  “Relicário” e “Beco do Bandeira” (com o Bando Filhotes de Leão), “O Samba Carioca de Wilson Baptista”, “O Auto da Compadecida” (com a Cia Limite 151), além da supervisão cênica de “Chico Prego” (com o grupo Makuamba-ES)

A atriz – Gisela de Castroé atriz profissional desde 1999 e trabalhou com os diretores Márcio Vianna, Domingos Oliveira, Diego Molina, Michel Bercovitch, Paulo Hamilton, Antonio Quinet, Gilberto Gawronski, Moacir Chaves, Bianca Byington e Luís Igreja.  Entre os trabalhos realizados estão “As três irmãs”, de Tchekhov (dirigido por Morena Cattoni), “Os Sapos” (com texto e direção de Renata Mizrahi), “Sarau das Putas” (com dramaturgia e direção de Ivan Sugahara) e “Linha Reta e Linha Curva”, de Machado de Assis (direção Dudu Sandroni).  Entre os infantis, destacam-se “Joaquim e as estrelas”, de Renata Mizrahi e “Bisa Bia, Bisa Bel”, de Ana Maria Machado – nove indicações a prêmios.  No cinema atuou nos longas “Quase Dois Irmãos”, de Lúcia Murat e “Mulheres do Brasil”, de Malu de Martino.

Sinopse:

Eugênia José de Menezes, filha do Governador de Minas Gerais no final do século XVIII, engravida de Dom João VI e, para evitar escândalos, é banida da corte. Ela volta do mundo dos mortos para relatar a sua versão dos fatos, ironizando a atualpolítica no Brasil.

FICHA TÉCNICA

Texto – Miriam Halfim

Direção – Sidnei Cruz

Interpretação – Gisela de Castro

Direção musical, composição e execução – Beto Lemos

Cenário – José Dias

Figurino, adereços e design de aparência – Samuel Abrantes

Iluminação – Aurélio de Simoni

Direção de Produção – Maria Alice Silvério

Assistente de Direção – Viviane Soledade

Assistentes de Produção – George Luis Prata, Anderson Kiroviski e Carolina Godinho

Assistente de Figurino – Rosa Ebee

Preparação Corporal – Morena Cattoni

Preparação Vocal – Verônica Machado

 

SERVIÇO:

Eugênia

Teatro Gláucio Gill (Praça Cardeal Arcoverde s/n, Copacabana – Tel.: 2332-7904)

Horário: sábados, domingos e segundas-feiras, às 20h.

Ingresso: R$ 30,00 e R$ 15,00

Capacidade: 102 lugares

Duração: 55 min

Classificação: 14 anos

Gênero: Comédia

Temporada de 19/10 a 9/11 

 

“Cenas de um Casamento” em Ipanema

A atriz Juliana Martins, ao lado do ator Heitor Martinez protagoniza a partir de 16 de outubro, o drama Cenas de um casamento, cuja tradução do texto de Ingmar Bergman é assinada por Maria Adelaide Amaral.

Com direção de Bruce Gomlevsky, a peça entra em cartaz no Teatro Ipanema, com temporada as sextas, sábados e domingos, 20h, até dia 15 de novembro.

Considerado um clássico, o texto traça um retrato das dores e delícias da trajetória de vida do casal Johan e Marianne. Dez anos casados, a crise, a banalidade e os abismos do ambiente doméstico. Uma radiografia das relações amorosas: o casamento ideal, a separação e o reencontro, quando eles, já casados com outras pessoas, finalmente entendem o que é o amor.

Temas como amor, idealização, separação, reencontro, ressentimento e redescoberta são os assuntos expostos num texto contemporâneo sobre o amor com dois personagens fascinantes – seja pelas suas qualidades e ou pelos seus defeitos extremamente humanos – e que reúnem em si semelhanças com quaisquer outros homens e mulheres que estejam na plateia.

Juliana Martins, que idealizou o projeto, afirma que ficou por cinco anos vivendo no texto Eu te amo de Arnaldo Jabor, a relação de paixão e desejo de um casal. Quis, então, falar sobre maturidade de um casal, da grande dificuldade que é atravessar as turbulências em busca de uma vida em comum.

O que me levou a buscar esse tema foi minha vivência em um longo casamento, mas, sobretudo, minha escolha se deu por conta da Marianne e de seu turbilhão de emoções e transformações – como somos nós, mulheres, em se tratando de amor.

Da ideia de um projeto até seu primeiro dia para o público, demora. O Cenas de um Casamento entrou na minha vida em 2012, e já estamos em 2015. É uma coincidência positiva do destino, fazer esse texto com um personagem tão completo e fascinante exatamente esse ano, quando completo 30 anos de carreira.”  – Juliana Martins

Currículos

 

Juliana Martins – Completando 30 anos de carreira, estreou em A gata comeu, de 1985, na tv Globo e participou de várias produções na mesma emissora. Em 1995, foi a primeira protagonista de Malhação. Conciliando tv e teatro, abriu a própria produtora pela qual apresentou diversas peças teatrais como o espetáculo Eu Te Amo, de Arnaldo Jabor. Recentemente participou da novela Geração Brasil, da série Questão de Família, do GNT e Copa Hotel, do mesmo canal a cabo.

Heitor Martinez – Começou no teatro com a peça O Retrato de Dorian Gray, em 1995, na tv Globo em Cara e Coroa, no mesmo ano, ainda na emissora atuou em várias produções. No cinema estreou no filme Tieta do Agreste, de Cacá Diegues, e posteriormente trabalhou também em Tiradentes, de Oswaldo Caldeira, no papel do inconfidente José Álvares Maciel, em seguida protagonizou o filme Como ser solteiro no Rio de Janeiro.

Atualmente está no ar como o truculento Apuki, de Os Dez Mandamentos, personagem no folhetim bíblico da tv Record. Na última novela da emissora, o ator interpretou o stripper Caíque.

Bruce Gomlevsky – Atua no cenário artístico desde 1994, trabalhando em teatro, cinema e televisão, integrou, durante três anos, a Cia de Teatro Companhia de Ópera Seca, sob a direção de Gerald Thomas, onde realizou sete espetáculos. Atuou em mais de vinte espetáculos teatrais. Como ator e produtor, Bruce esteve à frente do elenco de Avalanche, sob direção de Ivan Sugahara, e A História do Zoológico, também como diretor, ao lado de Daniela Amorim. Melhor Ator em curta-metragem em 1999 e 2003. Indicação de Melhor Ator de Teatro nos Prêmios: III Prêmio Cultura Inglesa de Teatro (1997), Prêmio Eletrobrás e Prêmio Shell de Teatro (2006).

 

SINOPSE

Cenas de um casamento é um potente relato das relações amorosas, que atravessa o tempo e revela sua atualidade. Uma radiografia da relação de amor de Johan (Heitor Martinez) e Marianne (Juliana Martins) e uma das obras fundamentais do cineasta sueco Ingmar Bergman com tradução de Maria Adelaide Amaral.

Ficha Técnica

Autor: Ingmar Bergman

Tradução: Maria Adelaide Amaral

Direção: Bruce Gomlevsky

Elenco: Juliana Martins e Heitor Martinez

Trilha Original: Alex Fonseca

Iluminação: Elisa Tandeta

Cenografia: Pati Faedo

Figurino: Ticiana Passos

Assistente de direção: Luiza Maldonado

Projeto gráfico: Thiago Ristow

Agente literário: Cinthya Graber

Prestação de contas: Letícia Napole

Produção executiva: Ana Casalli

Direção de produção: Fábio Amaral

Produtores associados: Anna Magdalena, Fábio Amaral, Fabricio Chianello e Juliana Martins

Idealização: Juliana Martins

Realização: Bubu Produções Artísticas e Ymbu Entretenimento

Assessoria de imprensa: Minas de Ideias

SERVIÇO

 

Estreia: 16 de outubro de 2015

Temporada: De 16 de outubro a 15 de novembro

Datas: Sextas, sábados e domingos

Horário: Sextas, sábados e domingos, 20h

Preço: R$ 40,00 (inteira) R$ 20,00 (Meia entrada)

Local: Teatro Ipanema

Endereço: Rua Prudente de Morais, 824 – Ipanema – Telefone: (21) 2523- 9794

Capacidade: 222 lugares

Duração: 90 minutos

Classificação: 14 anos

Gênero: Drama

Já assistimos. Confira!

O incansável Dom Quixote

O espetáculo ‘O incansável Dom Quixote’ se apresenta gratuitamente do dia 17 a 25 de outubro, no Espaço Furnas Cultural em Botafogo. Sessões aos sábados, às 20h; e domingos, às 19h. Ingressos distribuídos nos dias das apresentações a partir das 14h.

A peça narra a história do mais famoso cavaleiro errante que saiu de casa com o desenfreado desejo de transformar o mundo em um lugar melhor. Ao lado de seu fiel escudeiro, Sancho Pança, ele passa por muitas desventuras que testam sua resistência e coragem: perde batalhas, é chacoteado e tem sua saúde mental questionada, mas nada disso é páreo para a mente inquieta e o coração incomensurável do “Cavaleiro da Triste Figura”.

A adaptação do clássico de Miguel de Cervantes é atual e dinâmica. Em cena, o ator cria o espetáculo em parceria com o espectador, em um constante jogo de contracenação. Sozinho no palco  sob a direção de Reinaldo Dutra,  Maksin Oliveira dá vida à Dom Quixote, Sancho Pança, Rocinante, Maritornes, Narrador, dentre tantos outros personagens. Tudo se resume a um palco, um ator, a plateia e o jogo.

Trajetória

O Incansável Dom Quixote está em circulação desde 2013 e já carrega em seu currículo diversas premiações e participações em  festivais fora do país. O espetáculo representou o Brasil em tradicionais encontros internacionais de arte como o VIII Festival Internacional de Teatro de Santo Domingo, VII Festival Internacional de Teatro Unipersonal del Uruguay e V Festival Internacional de Teatro Clássico Adaptado de Buenos Aires, dentre outros. Conquistou os prêmios de Melhor Ator em todos os Festivais competitivos que participou, além de prêmios para Melhor Direção, Espetáculo, Iluminação e indicações para Melhor Figurino e Texto.

SERVIÇO

O INCANSÁVEL DOM QUIXOTE

Gênero: comédia dramática

Temporada: 17 a 25 de outubro de 2015

Dia/ hora: sábados, às 20h; e domingos, às 19h

Local: Espaço Furnas Cultural

Endereço: R. Real Grandeza, 219 – Botafogo

Telefone: (21) 2528-5166

Valor: Grátis, com distribuição de senhas no dia da apresentação a partir das 14h. Sujeito à lotação de 170 lugares.

Faixa etária: 12 anos

Duração: 70 minutos

FICHA TÉCNICA:

Autor: Maksin Oliveira

Direção: Reinaldo Oliveira

Produção executiva: Samia Oliveira
Direção de produção: Maksin Oliveira
Assessoria de Imprensa: Lyvia Rodrigues (agência Aquela que Divulga)
Assistente de direção: Pedro Struchiner
Elenco: Maksin Oliveira
Oficineiro: Reinaldo Dutra
Figurino: Leonam Thurler
Caracterização: Reinaldo Dutra
Cenário: Magnífica Trupe de Variedades
Iluminação: Pedro Struchiner
Operador de Luz: Pedro Struchiner
Fotografias: João Julio Mello  e Maíra Lins
Projeto Gráfico: Miguel Carvalho
Realização: Roda Produtiva

Espetáculo “Gira” na Praça Onze

“Gira”, o novo espetáculo do Circo Crescer e Viver, estreia no dia 16/10, na lona localizada na Praça Onze. Sob a direção de Luis Igreja, a montagem é inspirada na riqueza cultural, na dualidade e sensualidade do Sertão Nordestino. O espetáculo é composto por performances com elementos circenses, teatro e números de dança. Tudo ao som de uma trilha sonora original composta por Daniel Gonzaga. As apresentações acontecerão de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 19h, até o dia 15/11. Os ingressos são gratuitos.

A riqueza e pluralidade existentes no universo do sertão serão mostradas de forma sensorial através dos números circenses. Para isso o espetáculo mergulha nas raízes do interior do Brasil e no imaginário da literatura regionalista. O picadeiro será invadido pela natureza da caatinga, pelos jagunços, sertanejos, vaqueiros, pelos santos, fé, superstição, misticismo, festas, os embates entre o bem o mal, Deus e o diabo, as mulheres fortes, as submissas, as revolucionárias, refletindo todo amor e sensualidade dos sertanejos.

O espetáculo mesclará diversas linguagens como a dança, a performance, o teatro e a música, que contará com uma trilha sonora original. O diretor Luis Igreja reforça a importância da criação conjunta para uma linguagem própria. “É um espetáculo concebido em forma de sonho, como o momento em que, ainda na cama, lembramos de um sonho e neste mesmo ato já não sabemos se estamos recordando de fato ou recriando essa lembrança. “Gira” é sonho e pesadelo, rito e natureza, é Brasil e mundo, homem-mulher, bicho- homem que a terra há de comer”, conta Luis.

Ficha técnica:
Direção: Luis Igreja
Diretora de Acrobacias: Lurian Duarte
Roteiristas: Clara Meirelles e Ana Carina
Direção Musical: Daniel Gonzaga
Direção de Arte: Denise Bernardes e Guilherme Maia
Elenco: Barbara Furtado, Bárbara Gonçalves, Denise Montero, Fábio Lacerda, Marina Lino, Maycow Ribas, Palu Felipe, Rennan Cesar, Ricardo Loureiro, Tayane de Almeida, Vandela Castaldelli, Vanessa Calado e Vitor Barros – Raíssa Cortat (Stand by)

Serviço:
Espetáculo “Gira”
Temporada: De 16/10/2015 A 15/11/2015
De quinta a sábado, às 20h, e domingos, às 19h
Entrada gratuita (Ingressos distribuídos uma hora antes do espetáculo)
Classificação: Livre
Local: Circo Crescer E Viver
Endereço: Rua Carmo Neto, Nº 143 – ao lado da estação de metrô da Praça Onze, Cidade Nova, Rio de Janeiro.

“Eureka!!! – Show circense da Irmãos Brothers Band” em apresentação única

Com direção de Claudio Mendes, o show tem a marca registrada da Irmãos Brothers Band: muita cor, efeitos visuais, acrobacias, malabarismo, trapézio, contorcionismo e principalmente humor, tudo isso com os artistas se revezando entre os instrumentos musicais, os vocais e os números circenses.

As apresentações dão sequência à temporada de lançamento do primeiro CD autoral da banda-trupe intitulado ‘Eureka!!!’, composto por 12 faixas. O disco apresenta uma miscelânea de estilos, passando pelo rock, reggae, ska, pop, baião, marchinha de carnaval e música brega.

“É para todas as idades! As composições abordam temas como a velhice, direitos autorais, rebeldia da adolescência e até o descaso social. Tudo de forma crítica, porém, bem humorada e divertida”, destaca Alberto Magalhães, que teve como fontes de inspiração as bandas Blitz, Língua de Trapo, Rumo, Lume, Premeditando o Breque, Ultraje a Rigor, Vexame e os inesquecíveis Mamonas Assassinas.

A banda-trupe

A Irmãos Brothers Band é uma trupe de atores, cômicos, acrobatas e músicos que desde 1993 desenvolve uma pesquisa de linguagem que busca a integração entre o circo, a música, o teatro e a dança. Nos últimos anos, os artistas passaram a investir para valer na música, transformando a companhia em uma banda-trupe, cujo repertório de espetáculos e shows é embalado por música ao vivo tocado pelos próprios integrantes. 

Serviço

Eureka!!! – Show circense da Irmãos Brothers Band

Local: Praça Mauá

Endereço: Av. Rodrigues Alves, 135 – Centro

Dia: 12/10/2015 (segunda-feira), às 16h
Ingresso: grátis

Classificação etária: livre
Capacidade: ar livre
Duração: 60minutos

SamBra, o musical – 100 anos de samba

Com apresentações lotadas em todo o país, “SamBra, o musical – 100 anos de samba” volta à cidade maravilhosa para temporada popular no Teatro João Caetano, a partir do dia 15 de outubro (quinta-feira). O espetáculo visita a história do samba e de seus baluartes, contando a trajetória deste gênero musical em homenagem ao seu centenário. A superprodução já teve curta temporada no Rio de Janeiro e em São Paulo, com apresentações no Vivo Rio (RJ) e no Espaço das Américas (SP), e viajou por cinco cidades (Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Porto Alegre e Curitiba).

Vencedor de oito prêmios por direção, texto e atuação em musicais e com mais de 60 indicações, Gustavo Gasparani, autor e diretor do espetáculo, retorna ao gênero como ator em “SamBra, o musical – 100 anos de samba”. Gustavo assume os papéis interpretados por Diogo Nogueira, que precisou se ausentar temporariamente, pois estará em turnê com o lançamento de seu novo álbum. “O Gustavo tem uma história muito antiga, profunda e verdadeira com o samba e também já estava completamente envolvido com o processo do musical. A escolha por ele aconteceu naturalmente.”, conta Aniela Jordan, sócia-diretora da Aventura Entretenimento, e que assina a direção artística e de produção do musical. Gustavo Gasparani aceitou o novo desafio com alegria “Eu não atuo em musical há dois anos e meio. Estou há um tempo na tragédia grega, no Shakespeare, então voltar para os musicais fazendo algo tão prazeroso é uma felicidade! Para falar do samba tem que ter verdade, se não for de coração fica falso. O samba não admite isso, a fé tem que ser verdadeira e eu acho que vou conseguir passar isso junto com essa equipe maravilhosa!”, comenta o ator e diretor. Para comemorar os 202 anos do Teatro João Caetano, o musical terá sessão especial no dia 27 de outubro.

“SamBra, o musical – 100 anos de samba” é uma co-produção da Aventura Entretenimento e da Musickeria, que apostaram na ideia de Washington Olivetto de criar um projeto que homenageasse o gênero musical mais característico do país. Apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Bradesco, “SamBra, o musical – 100 anos de samba” terá outras ações além do teatro: um projeto multiplataforma que prevê o lançamento de um livro, ambiente web, web rádio e um ciclo de encontros.

Sobre o espetáculo

Com duas horas e meia de duração dividida em dois atos, a produção é composta de prólogo, abertura e mais 14 quadros que envolvem cerca de 70 músicas cantadas e 25 outras que ligam as canções em formato de texto. A narrativa é feita de forma quase cronológica e conta desde o registro de “Pelo telefone”, canção conhecida por ser o primeiro samba registrado do país, até a chegada do samba na Avenida, com os desfiles de carnaval. Passando pelo berço do samba; a Praça XI; os morros, a boemia e a malandragem cariocas; o teatro de revista; o samba politizado e o subúrbio do Rio. Todos os grandes nomes do gênero são lembrados: Pixinguinha, Silas de Oliveira, Mano Décio da Viola, Donga, João da Baiana, Sinhô, Ismael, Tia Ciata, Francisco Alves, Carmen Miranda, Grande Otelo, Cartola, João Nogueira, Clara Nunes, Paulo Cesar Pinheiro, Noel Rosa, Chico Buarque, Billy Blanco, Martinho da Vila, o Cacique de Ramos, Jorge Aragão, Silas de Oliveira, Beth Carvalho, Paulinho da Viola e muitos outros.

Para escrever o espetáculo, Gustavo Gasparani mergulhou durante três meses em uma profunda pesquisa para a criação do texto. “É uma grande viagem, irreverente e lúdica, nada didática, onde o samba é a inspiração, o protagonista. Buscamos um olhar diferente, que fugisse do óbvio, uma forma nova de cantar o samba, sem perder a essência. Me fixei nos movimentos, na chegada do choro, na relação do teatro com o samba, na irreverência das revistas, na importância da Praça XI, na explosão do rádio. Mas não é calcado no racional, pelo contrário, é feito pra emocionar, pra mexer com o público e vimos, pelo retorno do público, que conseguimos esse objetivo ao viajar o país com essa produção”, conta Gasparani.

Equipe criativa

Além de Gustavo Gasparani, o espetáculo terá também a atriz, autora e produtora Ana Velloso, de “Clara Nunes – Brasil Mestiço”, “O Bem do Mar” e “A Aurora da Minha Vida”; Beatriz Rabello, estrela de “Divina Elizeth” e filha de Paulinho da Viola; Lilian Valeska, uma das protagonistas do seriado “Sexo e as Negas”; e mais Patricia Costa, Simone Debett, Bruno Quixotte, Edio Nunes, Wladimir Pinheiro, Alan Rocha, Cristiano Gualda, Catia Cabral, Patricia Ferrer, Pablo Dutra, Paulo Mazzoni, Shirlene Paixão e Charles Fernandes.

A coreografia é assinada por Renato Vieira, professor, coreógrafo e diretor artístico e de movimento. Renata já esteve à frente da comissão de frente da Grande Rio, em 2003, onde permaneceu por nove anos. Na equipe coreográfica também participa Isnard Manso e Marluce Medeiros. O figurino é de Marília Carneiro, uma das figurinistas mais consagradas do país, que assinou o vestuário de grandes novelas da Rede Globo, como “Páginas da Vida”, “Celebridade” e “O Clone”, com colaboração de Reinaldo Elias e assistência de Luiza Moura. Nando Duarte assina a direção musical; Juliana Medella e Pedro Rothe são assistentes de direção; a cenografia ficará a cargo de Hélio Eichbauer – cenógrafo renomado, que assinou peças como “O Rei da Vela” e, aos 30 anos, já havia sido premiado 28 vezes, além de ter realizado 130 trabalhos em teatro e 13 exposições – com assistência de Marieta Spada e Igor Perseke; Marcela Altberg é a produtora de elenco e Maurício Detoni o preparador vocal; o design de som ficará a cargo de Carlos Esteves, o design de luz de Paulo Cesar Medeiros e a videografia de Thiago Stauffer.

Projeto Multiplataforma

“SamBra, o musical – 100 anos de samba” não é apenas um musical, mas também um projeto multiplataforma. Além dos espetáculos presenciais, o projeto terá a criação de outras plataformas que acontecerão paralelamente às apresentações do espetáculo. A primeira ação lançada, antes mesmo da estreia de “SamBra, o musical – 100 anos de samba”, foi um portal integrado às redes sociais, com conteúdos relevantes sobre os 100 anos de samba, como entrevistas, imagens históricas e uma linha do tempo que apresenta, de forma gráfica e cronológica, a história do movimento. Também entrará no ar uma Web Rádio, que contará a história do samba em uma seleção de músicas disponível gratuitamente através das plataformas web e  mobile. O projeto prevê também o lançamento de um livro, que terá entrevistas, curiosidades e uma seleção de imagens que contarão a história dos 100 anos de samba, em versões física e e-book adaptado para tablets. Será realizado também um Ciclo de Encontros SamBra, com a presença de notáveis como jornalistas, pesquisadores e compositores que falarão sobre a história do samba e a importância do gênero como expressão cultural brasileira. Nos dias das estreias dos espetáculos, tanto no Rio quanto em São Paulo, acontecerão Rodas de Samba após as apresentações, para convidados.

Gustavo Gasparani

Iniciou sua carreira em 1982, fazendo teatro amador no Colégio Andrews, dirigido por Miguel Falabella. Com formação em dança, fez cursos de especialização em teatro, inclusive Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) e Tablado, estudou canto, balé clássico,  técnicas vocais e mímica. Em 1989, fundou a Cia. dos Atores, dirigida por Enrique Díaz, onde encenou vários espetáculos como “Cobaias de Satã”, “O Rei da Vela”, “Meu Destino é Pecar” e “O Bem Amado”, entre outros. Com a companhia, participou de festivais na Argentina, Estados Unidos, Portugal, Espanha e recebeu prêmios como Shell, APCA, Molière e Mambembe. Paralelamente à trajetória da Cia. dos Atores, escreveu e/ou dirigiu os musicais “A Flor e o Samba”, “Clara Nunes – Brasil Mestiço”, “Rio…enredo do meu samba!”, “Comédias Cariocas “, “Mercedes de Meddelin”, “Otelo da Mangueira”, “Oui, Oui, A França é Aqui”, “Samba Futebol Clube” e “As Mimosas da Praça Tiradentes”. Participou da adaptação de “Ricardo III”, de Shakespeare, onde viveu 21 personagens. Passista da Mangueira por 20 anos, fez ainda vários trabalhos na TV (“Anos Rebeldes”, “Dalva e Herivelto”, “Você Decide”, “Lua Cheia de Amor”) e no cinema (“Orfeu”, “Uma Bela Noite Para Voar”, “Xangô de Backer Street”, “Orquestra dos Meninos” e “Buffo & Spallanzani”). Também é professor de teatro, no Colégio Andrews e na Casa Cultura Laura Alvim, onde dirige montagens anuais com seus alunos.

Sobre as produtoras:

 

Aventura Entretenimento

Produtora de grandes sucessos musicais no Brasil, a Aventura Entretenimento (www.aventuraentretenimento.com.br) foi criada em 2008. Desde então, vem investindo no crescimento e na modernização do mercado de musicais. Com o passar dos anos, os espetáculos criados no país ampliaram sua estrutura, ganharam espaço no mercado e poder de atração entre espectadores e investidores. A empresa dos sócios Aniela Jordan, Fernando Campos e Luiz Calainho já produziu grandes sucessos como Elis, A Musical,  Um Violinista no TelhadoHairJudy GarlandA Noviça RebeldeGypsySete – O Musical, O Mágico de OzRock in Rio – O Musical, entre outros, levando mais de 2 milhões de pessoas ao teatro.

Inspirada no grande sucesso de Uma Aventura Brasileira – trilogia criada em 2013, composta por Elis, A Musical, Se Eu Fosse Você, o musical e Chacrinha, o musical, que levou mais de 600 mil espectadores aos teatros, a Aventura Entretenimento lançou, em 2015, Uma Nova Aventura Brasileira. A nova série conta com quatro espetáculos que prometem, mais uma vez, revolucionar o conceito de musicais com os espetáculos: “SamBRA”, “O primeiro musical a gente nunca esquece”, que estreia dia 29 de outubro no Theatro NET, em São Paulo, “Garota de Ipanema, o musical” e “Vamp”.

MUSICKERIA

A Musickeria, dos sócios Luiz Calainho, Flavio Pinheiro e Afonso de Carvalho, desenvolve soluções criativas e inovadoras para promover a ativação e posicionamento de marcas através da plataforma de música. Direção artística, curadoria, planejamento e execução de alavancagem editorial de branded content são algumas das suas áreas de atuação.  A companhia já realizou grandes cases para marcas como Sky, Bradesco, VIVO, Ambev, P&G, Itaú, Bombril e Gol e agências como Africa, WMcCann, GREY e DPZ. Entre os cases recentes estão o Re-Colour da canção EX4GERADO, de Cazuza e a reedicão do Circo Voador na praia do Arpoador desenvolvidos para a VIVO e Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, o musical “SamBra – 100 anos de samba”, realizado em parceria com a Aventura Entretenimento, a direção artística e alavancagem editorial de “Prontas pra Divar” para a marca Gillette Vênus e o Rock in Rio 30 anos Box Brasil, um projeto de conteúdo multiplataforma em celebração aos 30 anos do maior festival de música do mundo, apresentado por SKY e apoiado pela Gol.

Elenco

Gustavo Gasparani, Ana Velloso, Beatriz Rabello, Lilian Valeska, Patricia Costa, Alan Rocha, Bruno Quixotte, Cristiano Gualda, Édio Nunes, Wladimir Pinheiro, Cátia Cabral, Patrícia Ferrer, Shirlene Paixão, Simone Debett, Charles Fernandes, Pablo Dutra e Paulo Mazzoni

Músicos

Nando Duarte (Regente/Violonista), Alexandre Caldi  (Sax/Flauta), André Vercelino (Percussão), Zé Luiz Maia (Baixo), Fabiano Segalote (Trombone), Gustavo Salgado (Piano), João Callado (Cavaco), José Arimatea (Trompete), Nailson Simões (Bateria e Percussão) e Rodrigo Jesus (Percussão).

Serviço:

SamBra, o musical – 100 anos de samba

Temporada: de 15 de outubro a 06 de dezembro

Teatro João Caetano – Praça Tiradentes, s/n – Centro, Rio de Janeiro/RJ

Quintas – 19h | Sextas e sábados – 20h | Domingos – 18h30

Funcionamento da bilheteria: Diariamente das 14h às 18h ou até a hora do espetáculo (em dias com apresentações)

Telefone da bilheteria: (21) 2332-9166

Pela internet: www.ingresso.com

 

Preços:

Quinta e sexta

Plateia – R$80,00 (inteira)| R$40,00 (meia)

Balcão nobre – R$70,00 (inteira) | R$35 (meia)

Balcão simples – R$40,00 (inteira) | R$20 (meia)

Sábado e domingo

Plateia – R$100,00 (inteira) | R$50,00 (meia)

Balcão nobre – R$80,00 (inteira) | R$40 (meia)

Balcão simples – R$50,00 (inteira) | R$25 (meia)

Capacidade: 1.139 lugares

Duração: 150 minutos (com intervalo)

Classificação etária: Livre

“Galápagos” no Glaucio Gill”

Depois da temporada de sucesso no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (novembro e dezembro de 2014), de participar do “Circuito Sesc – Rio” em junho, do “Festival de inverno” em agosto e do Teatro da UFF em Niterói, o premiado espetáculo “Galápagos”, volta ao circuito carioca, desta vez no Teatro Glaucio Gill, em Copacabana, a partir do dia 22 de outubro, com sessões às quintas e sextas-feiras, às 20h.

O espetáculo recebeu inúmeras indicações dos mais importantes prêmios do teatro carioca em 2014: Cesgranrio (Direção e Texto), APTR (Texto) e Shell (Iluminação e Texto), vencendo o Shell de Melhor Texto de 2014.

A partir de outubro, no Teatro Glaucio Gill, em Copacabana, o público carioca ganha mais uma oportunidade de conferir esse emocionante espetáculo, resultado de criação coletiva, cuja sinopse e argumento foram esboçados há três anos pelos atores e idealizadores do projeto, Paulo Giannini e Kadu Garcia. As ideias deles foram desenvolvidas pela dramaturga Renata Mizrahi – que também havia participado do argumento – e arrematadas pela diretora Isabel Cavalcanti, num trabalho a oito mãos, que contou com muita pesquisa.

A reestreia do espetáculo será também a noite de autógrafos do livro com o texto da peça assinado por Renata Mizrahi. Se, numa montagem teatral, um texto ganha a colaboração de atores, diretor, cenógrafo, figurinista e iluminador, com um livro é o leitor que recria o texto em sua imaginação. O diretor teatral André Paes Leme assina o prefácio do livro e conclui dizendo: “Com uma escrita ágil, a autora dosa humor com alguma angústia e solidão e nos faz sentir, a cada página, mais dentro da situação. Tão envolvidos que talvez nos perguntemos se somos, cada um a seu modo, um pouco de Carlos e Vander. E este é o melhor dos diálogos do teatro com o seu público, aquele que faz com que sejamos capazes de nos repensar a partir de cada personagem.  Mas isso você só saberá depois da leitura.”

Vale destacar também que, depois da reestreia do espetáculo no Teatro Glaucio Gill, o texto de “Galápagos” participará de um ciclo de leituras nos Estados Unidos. Renata Mizrahi foi convidada para ler o texto da peça no evento “Contemporary Theatre from Brazil”, no Martin E. Segal Theatre Center, da Universidade de Nova York (CUNY).

O espetáculo

Argumento, dramaturgia e encenação apresentam influência dos autores Edward Albee e Harold Pinter: o norte-americano Albee – cujas peças de caráter psicológico, analisam e desmascaram as crises do homem e da sociedade atual – e o britânico Pinter, um dos grandes representantes do teatro do absurdo – junto com Samuel Beckett e Eugène Ionesco.

Produzido pela Saravá Cacilda Projetos Culturais, o espetáculo foi Contemplado pelo Prêmio Funarte Myriam Muniz 2013 e patrocinado pela Secretaria Municipal de Cultura por meio do Programa de Fomento à Cultura Carioca 2013, “Galápagos” é um espetáculo adulto, cuja montagem conta, ainda, com a participação especial da atriz e cantora Simone Mazzer como a personagem da cantora, que não aparece, mas cuja voz em off é ouvida durante boa parte da peça.

VANDER: Já entendi que você quer ficar sozinho.

CARLOS: Sim, quero. É o que estou tentando fazer. É o que o que estou tentando fazer! Eu gosto de vir aqui. Eu gosto daqui. Você não gosta daqui!

VANDER: Sim, eu gosto.

CARLOS: Não, você gosta do Bingo. Você quer gente, você precisa de gente. Não de mim. Você precisa de gente, mas eu não  sou essa gente que você precisa. Entende? !

VANDER: Isso você não sabe! 

Quem são Vander e Carlos? Apenas um funcionário de uma multinacional e um artista plástico renomado? Por que escolheram Galápagos? Escolheram? Qual é o verdadeiro destino de cada um?

Assim se desenvolve a história de “Galápagos”, projeto idealizado por Paulo Giannini e Kadu Garcia, que convidaram duas referências no teatro contemporâneo – Isabel Cavalcanti e Renata Mizhari– para trabalharem com eles pela primeira vez.

Sinopse: Durante sucessivos encontros, dois homens, com estilos de vida completamente diferentes, reconhecem ter algo em comum: um abismo entre o que são e o que representam ser. Carlos, um artista plástico renomado, e Vander, um funcionário de uma multinacional, travam um duelo cômico e emocionante com suas verdades.

FICHA TÉCNICA

Direção – Isabel Cavalcanti

Texto – Renata Mizrahi

Elenco – Paulo Giannini e Kadu Garcia

Voz da Cantora – Simone Mazzer

Cenografia – Aurora dos Campos

Iluminação – Renato Machado

Figurino – Bruno Perlatto

Trilha Original – Felipe Storino

Design Gráfico – Roberta de Freitas

Fotografia – Dalton Valério e Débora Setenta

Assistente de direção – Renata Mizrahi

Assistente de Cenografia – Ana Machado

Consultoria de movimento para o personagem Carlos – Moira Braga

Produção Executiva – Thamires Trianon

Direção de Produção – Paulo Giannini e Kadu Garcia

Realização – Saravá Cacilda Projetos Culturais

SERVIÇO:

GALÁPAGOS

Local: Teatro Glaucio Gill –  Praça Cardeal Arcoverde, s/nº – Copacabana

Temporada: De 22 de outubro a 13 de novembro

Horários: quintas e sextas, às 20h

Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia)

Funcionamento da bilheteria: de segunda a domingo, das 16h às 20h

Informações: (21) 2332 7904

Duração do espetáculo: 70 minutos

Classificação: 14 anos

Capacidade: 102 lugares

“Efeitos de Borboleta” no Maria Clara Machado

Com um formato inovador, o musical “Efeitos de Borboleta” faz temporada entre os dias 09 de outubro e 01º de novembro no Teatro Municipal Maria Clara Machado (Av. Padre Leonel Franca, 240 – Gávea). A peça é um monólogo musical, incomum para o gênero, que conta a história de amor de uma mulher através de canções da MPB e poemas brasileiros.

Após ser traída pelo seu grande amor ela vê seu sofrimento evoluir num verdadeiro efeito borboleta, ocasionando uma profunda depressão que a faz chegar à beira do suicídio. Mas, a partir dos versos do poema “Borboletas”, atribuído a Mario Quintana, adquire uma nova consciência sobre o amor e si mesma, vivenciando assim novos ciclos fundamentais em sua trajetória amorosa: a depressão e a superação, ambos como efeitos de borboleta.

Sob a direção cênica de Leonam Moraes e arranjos originais de Tony Lucchesi, a atriz Fernanda Gabriela entra em cena acompanhada por três músicos numa atmosfera poética e intimista. Um musical que irá fazer você revisitar grandes clássicos da cultura brasileira.

Efeitos de Borboleta, um monólogo musical Brasileiro

De 09 de outubro a 01º de novembro de 2015 (sextas, sábados e domingos – 20h)

Teatro Municipal Clara Machado (Av. Padre Leonel Franca, 240 – Gávea)

Classificação etária: 12 anos

Valor: R$ 40,00 (R$20,00 meia entrada)

Duração: 50 minutos

Lotação: 120 lugares

Elenco: Fernanda Gabriela

Direção: Leonam Moraes

Direção Musical: Tony Lucchesi

Banda: Marcelo Farias e Priscilla Azevedo (piano), Marcos Renagel (violoncelo), Georgia Camara e Flora Milito (percussão e metalofone)

Cenário: Laura Storino

Iluminação: Victor Tavares

Figurino: Marcela Cantaluppi

Projeto Gráfico: Caio Loki

Fotos: Mari Mendonça

“Eureka!!!” em sessão única no Sesc São João de Meriti

O Sesc São João de Meriti apresenta ‘Eureka!!! – Show Circense da Banda-trupe Irmãos Brothers Band’, em única sessão no dia 11 de outubro, às 17h.

Com direção de Claudio Mendes, o show tem a marca registrada da Irmãos Brothers Band: muita cor, efeitos visuais, acrobacias, malabarismo, trapézio, contorcionismo e principalmente humor, tudo isso com os artistas se revezando entre os instrumentos musicais, os vocais e os números circenses.

As apresentações dão sequência à temporada de lançamento do primeiro CD autoral da banda-trupe intitulado ‘Eureka!!!’, composto por 12 faixas. O disco apresenta uma miscelânea de estilos, passando pelo rock, reggae, ska, pop, baião, marchinha de carnaval e música brega.

“É para todas as idades! As composições abordam temas como a velhice, direitos autorais, rebeldia da adolescência e até o descaso social. Tudo de forma crítica, porém, bem humorada e divertida”, destaca Alberto Magalhães, que teve como fontes de inspiração as bandas Blitz, Língua de Trapo, Rumo, Lume, Premeditando o Breque, Ultraje a Rigor, Vexame e os inesquecíveis Mamonas Assassinas.

A banda-trupe

A Irmãos Brothers Band é uma trupe de atores, cômicos, acrobatas e músicos que desde 1993 desenvolve uma pesquisa de linguagem que busca a integração entre o circo, a música, o teatro e a dança. Nos últimos anos, os artistas passaram a investir para valer na música, transformando a companhia em uma banda-trupe, cujo repertório de espetáculos e shows é embalado por música ao vivo tocado pelos próprios integrantes. 

Serviço

Eureka!!! – Show circense da Irmãos Brothers Band

Local: Sesc São João de Meriti

Endereço: Av. Automóvel Clube, 66.

Tel.: (21) 2755-7070)
Dia: 11/10/2015 (domingo), 17h
Ingresso: R$ 2 (associados Sesc), R$ 4 (meia entrada), R$ 8

Crianças com até 12 anos de idade não pagam a entrada.

Classificação etária: livre
Capacidade: 348 lugares
Duração: 60minutos

 

Ficha Técnica Show:

Direção – Claudio Mendes
Criação – Irmãos Brothers Band
Produção – Pagu Produções Culturais
Realização – Irmãos Brothers Band
Assessoria de Imprensa – Lyvia Rodrigues (aquelaquedivulga.com.br )

Banda-trupe:

Alberto Magalhães: sopros, voz e malabarismo.

Beto Silva: acrobacia

Dalmo Cordeiro: voz, ilusionismo e acrobacias

Fábio Florentino: guitarra, voz, ilusionismo, malabarismo .

Laura Faleiros: Bateria, percussão, voz, aéreo e malabarismo.

Pedro Tie: teclado e baixo

Sandro Louzada: bateria, voz, perna-de-pau e malabarismo.

Nina Rodrigues: baixo, bateria, acrobacias e trapézio.

Tauan Fonseca: Baixo e Guitarra

“Quem anda no chão, quem anda nas árvores, quem tem asas” no Galpão Gamboa

Evento que já faz parte do calendário cultural carioca, a terceira edição do Dança Gamboa, projeto do Galpão Gamboa, recebe o espetáculo “Quem anda no chão, quem anda nas árvores, quem tem asas”, de Gustavo Ciríaco. As sessões acontecem nos dias 10 (sábado) e 11 de outubro (domingo), às 21h, e, às 20h, respectivamente. Os ingressos variam entre R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia-entrada) e R$ 5 (moradores da região portuária).

O espetáculo aborda a tragédia humana que estamos vivendo neste momento. A montagem revela o panorama do mundo em mutação que objetiva refletir sobre o desaparecimento e colapso do planeta. As cenas são reproduzidas em um diorama (reprodução realista de habitats naturais, comuns em museus de história natural) e a vegetação se transforma gradualmente à medida que o espetáculo transcorre.

Gustavo Ciríaco, coreógrafo e artista conceitual, cria obras que possuem um caráter transdisciplinar e é referência quando o assunto é performance urbana. No elenco, cantores bailarinos dançam e cantam composições originais e adaptadas. O nome do espetáculo surgiu a partir das definições dos povos amazônicos sobre os seres da floresta: por quem anda no chão, quem anda nas árvores e quem tem asas, etc. Assim, a montagem parte da premissa que todos nós somos animais.

Ficha técnica:

Concepção e direção: Gustavo Ciríaco
Assistência de direção: Priscila Maia
Performers e colaboradores: António Pedro Lopes, Fred Araújo, Isabel Martins, Leo Nabuco, Luciana Fróes, Priscila Maia e Tiago Cadete
Cenografia: Dina Salem Levy e Pedro Rivera
Desenho de luz: Tomás Ribas
Figurino: Paula Stroher
Fotos: Gustavo Ciríaco, Paula Kossatz e Diana Sandes
Vídeo: Leo Nabuco
Direção de produção: Anna Ladeira
Assistência de produção: Gabrielle Barbosa e Arantxa Cianfrino
Realização: Curto-Circuito Produções
Serviço:
“Quem anda no chão, quem anda nas árvores, quem tem asas”,
Datas: 10 e 11 de outubro
Local: Galpão Gamboa
Endereço: Rua da Gamboa, 279 – Centro – RJ
Horários: 21h (sábado) e 20h (domingo)
Ingressos: R$20 (inteira) / R$10 (meia-entrada) / R$5 (moradores da região com comprovante)
Duração: 70 minutos
Classificação etária: livre
Capacidade: 80 lugares
Bilheteria: Terça a sexta: das 13h às 18h. Sábado e domingo: 1 hora antes do espetáculo.

“Em busca do riso perdido” no Dança Gamboa

O espetáculo “Em busca do riso perdido”, do grupo Claurinas – As palhaças bailarinas, conta a história de três primas palhaças que recebem a visita de uma tia. Porém, quando ela chega as sobrinhas têm uma grande surpresa: A tia estava completamente séria e não via mais graça em nada.

A montagem faz parte do Dança Gamboa, projeto do Galpão Gamboa, que está em sua 3ª edição e vai até o dia 1º de novembro. Dirigida por Marcos Ácher, a peça que mistura dança e humor terá sessões nos dias 11 e 12 de outubro, às 16h, em comemoração ao Dia das Crianças. Os ingressos variam entre R$10 (inteira) e R$ 2 (moradores da zona portuária).

A narrativa se desenvolve quando a tia das palhaças chega e age de maneira séria e ranzinza. Convencidas de que alguma coisa está errada, as três decidem sair pela cidade à procura do riso que, segundo elas, a tia perdeu pelo caminho. Nessa busca, elas passam por várias situações estressantes do cotidiano como fila, ônibus lotado, o trabalho mecanizado, burocracias, trânsito, entre outras. Por meio da dança e de técnicas do clown, o público se envolve na história das personagens e torce para que elas encontrem uma maneira de devolver o riso à sua tia.

Ficha Técnica:
Direção e projeto gráfico: Marcos Ácher
Argumento: Alice Volpi
Figurinos: Aline Ciafrino e Claurinas
Iluminação: Tadeu Freire
Ensaiador: Valdenir Corrêa
Ambientação cenográfica e adereços: Marcos Ácher e Claurinas
Trilha sonora: Fernando Caneca e O Grupo
Elenco: Karolyna Caneca, Michelle Loback, Thaísa Jatobá e Teresa Santos

Serviço:
Dança Gamboa
“Em busca do riso perdido”
Datas: 11 e 12 de outubro (domingo e segunda-feira)
Horário: 16h
Ingressos: R$ 10 (inteira), R$ 5 (meia-entrada) e R$ 2 (moradores da região)
Duração: 50 minutos
Classificação: Livre
Local: Galpão Gamboa
Endereço: Rua da Gamboa, 279 – Centro – RJ
Capacidade: 80 lugares
Bilheteria: Terça a sexta: das 13h às 18h. Sábado e domingo: 1 hora antes do espetáculo.