Imperator Novo Rock de janeiro

Depois de um ano e meio com 18 edições, 37 bandas, 18 DJs e um público de quase 10.000 pessoas, o Imperator Novo Rock se consolidou como um dos mais importantes eventos do rock independente do Rio de Janeiro. É com essa breve, mas importante história, que, a partir de janeiro de 2016, o projeto se lança como Rio Novo Rock (RNR) e expande seu conceito, ampliando o diálogo com bandas de todo o Brasil.

E o rock já rola no dia 07 de janeiro (quinta) com a carioca Stellabella, com sua mistura de indie, grunge, punk, brit rock e pop. Já de São Paulo vem o Inky, quarteto que une o peso dos sintetizadores com melodias cativantes.

No intervalo dos shows o nível continua alto, com o DJ Edinho, um dos precursores do rock na noite carioca, residente de casas clássicas na cidade, como Crepúsculo de Cubatão e Dr. Smith. Já as vídeoprojeções ficarão por conta do VJ Miguel Bandeira.

E ainda rola a já tradicional pista de skate. Quem quiser dar um rolê, é só chegar com o skate no braço.

E é isso mesmo que vocês leram. A partir de 2016, o Rio Novo Rock passa a acontecer na primeira quinta-feira do mês. Save the date!

SERVIÇO

RIO NOVO ROCK

COM INKY E STELABELLA + DJ EDINHO + VJ MIGUEL BANDEIRA

DATA: 07 de janeiro

LOCAL: IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA http://www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier

DIA: Quinta-feira

HORÁRIO: 20h

INGRESSOS:

1º lote pista: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

2º lote pista (A partir de 04/01): R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

*Meia-entrada válida também com 1kg de alimento.

CLASSIFICAÇÃO: 16 anos

INFORMAÇÕES: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h)

FORMA DE PAGAMENTO PARA O EVENTO: dinheiro e cartões Diners, Master (débito e crédito), Visa (débito e crédito) e Vale Cultura

VENDAS: INGRESSO.COM E BILHETERIA DA CASA

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA BILHETERIA: terças e quartas, das 13h às 20h; quintas e sextas, das 13h às 21h30; sábados, das 10h às 21h30; e domingos, das 10h às 19h30.

“Bem Vindo 2016” no Vivo Rio

O ano de 2016 está chegando e nada melhor para saudar sua chegada que uma grande e animada festa. No dia 02 de janeiro, o Vivo Rio será palco da primeira grande festa do novo ano, a “Bem Vindo 2016”, unindo, em uma só noite, vários DJs, muita animação e duas estrelas que não deixam ninguém ficar parado: Preta Gil, à frente do Bloco da Preta, e Ludmilla.

A “Bem Vindo 2016” será a primeira data das festas oficiais do Bloco da Preta, que, em sete anos de existência, já se tornou uma tradição do Carnaval carioca e um dos três maiores blocos da cidade – basta lembrar, que no Carnaval passado, Preta arrastou pelas ruas do Centro do Rio uma multidão de mais de meio milhão de pessoas. Já a carioca Ludmilla é, definitivamente, uma das estrelas que mais brilhou no cenário musical em 2015. A cantora acaba de ganhar o prêmio “Melhores do Ano”, do Domingão do Faustão, na categoria “Música do Ano” por “Hoje”, eleita pelo voto popular.

Além das duas estrelas, vários DJs vão se encarregar de animar a noite e não deixar ninguém parado. Entre eles, o carioca Marlboro, apontado como um dos criadores do funk carioca. Com uma carreira de mais de 20 anos, o carioca Vitor Chaves, consagrado como o DJ Bibiu, também integra o line-up das carrapetas da noite. Ju e Paulla e Ju de Paiva completarão a festa.

Preta Gil e seu bloco trazem para a festa um repertório novo, composto por músicas lançadas pela própria cantora, além de sucessos diversos, hits que todo mundo conhece e que vão fazer a galera vibrar. Uma verdadeira celebração musical, com todos os ritmos brasileiros, acompanhada pela Bateria Black Power, que transformará o Vivo Rio em um grande Carnaval. Já Ludmilla promete agitar a galera com alguns de seus principais sucessos, canções como “Hoje”, “Te Ensinei Certin”, “Sem Querer”, “Fala Mal de Mim” e “Não Quero Mais”.

Programação de janeiro do Rival

As férias de janeiro prometem ser animadas no Teatro Rival Petrobras. A programação está um luxo para quem gosta da nossa riquíssima música brasileira. Shows imperdíveis e com o famoso certificado de qualidade da casa de espetáculos mais sólida e respeitada do Rio de Janeiro. Tudo para que o público fique contando os dias para a reabertura em março. E, além das atrações de primeira linha, janeiro no Rival ainda contará com dois sábados com a famosa Feijoada da Tia Surica. É pra dar água na boca mesmo!

Logo no dia 5, o primeiro show do ano é em clima de festa. Isso porque o convidado vai comemorar seu aniversário antecipadamente: Luiz Melodia, que completa 65 anos no dia 7. É a volta do Negro Gato ao palco em que ele se sente mais à vontade.

Na mesma semana, haverá, no dia 7, o Show homenagem a Celso Blues Boy, guitarrista que nos deixou há três anos. Para comandar a homenagem ao Mago da Fender, estará no palco outro grande guitarrista, Sérgio Rocha, que garante interpretação fiel a clássicos como “Sempre brilhará”, “Fumando na escuridão” e “Aumenta que isso é rock’n’roll”. O show é mais um da parceria do Rival com a Banco do Blues.

E o ano está apenas começando. Nos dias 8 e 9, sexta-feira e sábado, como já é tradição em janeiro, o Rival recebe João Bosco. No show intimista, voz e violão, o cantor e compositor vai apresentar alguns de seus grandes sucessos, canções que vêm sacramentando sua carreira, e tudo aquilho que lhe acessa a memória afetiva.

A segunda semana de 2015 seguirá com grandes atrações. No dia 12, o Rival entra em clima de carnaval com o espetáculo “As estrelas da Marquês de Sapucaí”, idealizado e dirigido por Jorge Cardoso. Diretamente da Marquês da Sapucaí para o Rival, estarão presentes intérpretes das escolas de samba do grupo especial do carnaval carioca: Ciganerey (Mangueira), Tinga (Unidos da Tijuca), Leonardo Bessa (Salgueiro), Emerson Dias (Grande Rio), Leo Nunes (São Clemente), Marquinho Art Samba (Imperatriz Leopoldinense), Wander Pires (Estácio de Sá), Igor Sorriso (Vila Isabel), Gilsinho (Portela), Marcelo Guimarães (Beija-Flor), Ito Melodia (União da Ilha) e Bruno Ribas (Mocidade Independente de Padre Miguel). A base do show será da bateria da Mangueira, sob o comando do Metre Rodrigo Explosão. O show especial para o Teatro Rival Petrobras.

No dia 13, Ana Costa apresenta o repertório do seu primeiro DVD, uma homenagem ao padrinho Martinho da Vila: “Pelos caminhos do som”. No dia seguinte, 14, é a vez de Moska subir ao palco do Teatro Rival para a alegria dos fãs de “O último dia”, “Sem dizer adeus”, “Tudo novo de novo” e “Lágrimas de diamantes”. É o show “Violoz”, em que ele se apresenta – como é frequente em sua carreira – apenas com seu violão, tocando e cantando seus sucessos “do mesmo jeito que foram compostas”, como ele mesmo diz.

Já no dia 15 é a vez de Angela Ro Ro comemorar seus 35 anos de carreira passeando por diversos ritmos: blues, samba, jazz, rock e baladas românticas. Compositora da maior parte do seu repertório, Ro Ro também brilha sendo intérprete de autores como João Donato e Cole Porter. E no dia 16, a tradicional Feijoada da Tia Surica, que terá outra edição no dia 30, recebe o Mestre Monarco e a cantora Beth Máximo na roda de samba com Amigos da Portela.

A segunda metade de janeiro ainda promete grandes apresentações. No dia 19, o clima será ao ritmo de muito swing com o show “Bossa do Samba”, que todo mês marca presença no Teatro Rival combinando bossa nova, samba e choro com MPB, funk e soul, numa mistura para lá de balançada. Nesta quarta edição do projeto, a participação especial será de Helton Lopes, cantor e compositor da nova geração do samba.

E o Teatro Rival vai ferver no dia 21 com The Fevers no festejado show “Vem dançar”. E o título tem mesmo tudo a ver com a festa que a banda mais popular do Brasil promete apresentar com um repertório de sucessos que de novelas e filmes: “Mar de   rosas”, “Vem me ajudar”, “Cândida”, “Marcas do que se foi”, “Elas por Elas” e “Guerra dos Sexos”, entre vários outros. Em seguida, no dia 22, Rita Benneditto (ex-Rita Ribeiro) comemora seus 25 anos de carreira com a turnê “Encanto”, apresentando seu mais novo CD. “O show fala sobre energia, frequências. Dialoga com meu último trabalho, mas traz um olhar muito mais amplo sobre a fé. Será um espetáculo sensorial, trará os elementos, numa atmosfera de total sinestesia. Enfim, de encantamento”, define a cantora.

Fechando a mesma semana, no sábado dia 23, outro artista que é “sócio” da casa volta ao palco do Rival: Vander Lee. Com pegada mais pop e radiofônica, o artista investiu numa sonoridade mais arrojada em seu nono CD, que está lançando agora com canções inéditas – como “Nada por nada” e “Minha criança” – e alguns de seus hits só gravados anteriormente em gravações ao vivo ou que ficaram conhecidos na voz de outros intérpretes, caso de “Seu nome”, lançado por Luiza Possi. Mas é claro que não vão faltar os sucessos “Esperando aviões”, “Onde Deus possa me ouvir” e “Iluminado”.

Como o Teatro Rival fechará para obras em fevereiro, a última semana de janeiro é mesmo para deixar os frequentadores ansiosos pela reabertura da casa. Isso porque é uma semana de grandes atrações como Geraldo Azevedo e uma surpresa. Na segunda-feira, dia 25, a cantora e compositora mineira Damaris Moraes mostra que tem mineiro também é bom de samba. Aliás, o samba marca forte presença também no show do dia seguinte, dia 26,  com o encontro do compositor, violonista e cantor Cláudio Jorge com o cantor Augusto Martins numa homenagem a Ismael Silva, autor de clássicos como “Antonico” e “Se você jurar”.

Já o dia 27 é para a galera que curte o soul de Jesuton, cantora nascida em Londres que começou a fazer sucesso cantando nas ruas do Rio de Janeiro. Conhecida por fazer cover de artistas como Adele, Amy Winehouse, Roberta Flack e Rolling Stones, ela leva ao Rival o espetáculo “Show me your soul”. E já teve sua voz em canções para trilhas de várias novelas da TV Globo, como “I’ll Never Love This Way Again”, de “Salve Jorge”; “Holocene”, de “Flor do Caribe”; e “Because You Loved Me”, de “Sangue Bom”.

E as atividades de janeiro fecham no maior astral com artistas que sempre marcam presença na programação do Teatro Rival. Geraldo Azevedo se apresenta no dia 28, num show intimista de voz e violão, com seus maiores sucessos como “Dia branco”, “Dona da minha cabeça” e “Moça bonita”. E nos dias 29 e 30, a alegria toma conta do Teatro Rival com um show-surpresa de uma filha legítima desse tradicional e sempre atual palco. Lembrando que no sábado dia 30, antes do show da cantora, tem a segunda Feijoada da Tia Surica com Amigos da Portela e um convidado especial.

Depois dessa overdose de felicidade e boa música, o Teatro Rival Petrobras fecha as portas para obras durante todo o mês de fevereiro prometendo muitas novidades para março. O lance, então, é curtir, ao máximo, os ótimos shows de janeiro para não morrer de saudade do Rival até sua reabertura, que, com certeza, vai lhe surpreender!

SERVIÇOS DOS SHOWS DE JANEIRO

 

Luiz Melodia – voz e violão – Dia 5 – terça-feira, às 19h30

Preços:

Setor A / Mezanino:

R$ 90 (Inteira)
R$ 45 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal / Funcionários da Petrobras)

 

Setor B: 204 lugares

R$ 80 (Inteira)

R$ 60 (Promoção para os 100 Primeiros pagantes)

R$ 40 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal / Funcionários da Petrobras)

Classificação: 16 anos

 

Homenagem  a Celso Blues Boy com Sérgio Rocha – dia 7 – quinta-feira, às 19h30

Show de abertura – Banda Laranjeletric

Preços:

R$ 50 (inteira)

R$ 40 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)

R$ 25 (Estudante, idoso, professor da Rede Municipal, funcionário da Petrobras)

Classificação: 16 anos

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João Bosco – Voz e Violão –  Dias 8 e 9 – sexta-feira e sábado, às 19h30

Preços:

Setor A / Mezanino

R$ 110 (Inteira)

R$ 55(Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal)

 

Setor B

R$ 100 (Inteira)

R$ 80 (Promoção para os 100 primeiros pagantes)

R$ 50 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal)

Classificação: 16 anos

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As Estrelas da Sapucaí – Dia 12 – terça-feira, às 19h30

Diretamente da Cidade do Samba para o Rival, estarão presentes intérpretes das escolas de samba do grupo especial do carnaval carioca: Ciganerey (Mangueira), Tinga (Unidos da Tijuca), Leonardo Bessa (Salgueiro), Emerson Dias (Grande Rio), Leo Nunes (São Clemente), Marquinho Art Samba (Imperatriz Leopoldinense), Wander Pires (Estácio de Sá), Igor Sorriso (Vila Isabel), Gilsinho (Portela), Marcelo Guimarães (Beija-Flor), Ito Melodia (União da Ilha) e Bruno Ribas (Mocidade Independente de Padre Miguel). A base do show será da bateria da Mangueira, sob o comando do Metre Rodrigo Explosão.

Preços:

R$ 60 (Inteira)

R$ 30 (Promoção para os 300 primeiros pagantes)

R$ 30 (Estudante / idoso / professor da rede Municipal, funcionários da Petrobras)

Classificação: 16 anos

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Ana Costa –  Show do primeiro DVD, uma homenagem ao padrinho Martinho da Vila –  Dia 13 – quarta-feira, às 19h30

Preço:

Setor A / Mezanino / Setor B:

R$ 60 (Inteira)

R$ 45 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)

R$ 30(Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal)

Classificação: 16 anos

Moska – No show “Violoz” – Dia 14 – quinta-feira, às 20h

R$ 70 (Inteira)

R$ 70 (promoção dos 100 primeiros)

R$ 45 (Estudantes, Idosos, professores da rede Municipal e funcionário da Petrobras)

Classificação: 18 anos

Angela Ro Ro – no show 35 anos de sucessoDia 15 – sexta-feira, às 19h30

Preço:

Setor A / Mezanino / Setor B:

R$ 80 (Inteira)

R$ 60 (Promoção para os 100 primeiros pagantes)

R$ 40(Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal)

Classificação: 16 anos

Feijoada e roda de samba da Tia Surica – Dia 16 – sábado, às 13h

Abertura – às 13h

Roda de samba com Os “Amigos da Portela”, DJ. Alex Correia (abertura e intervalos) –  Participação do Mestre Monarco e da cantora Beth Máximo

Preço – R$ 50 Antecipado / R$ 60 no dia – feijoada + roda de samba  //

Granfino é a feijoada da Surica no Rival!!  Sorteio de brindes da Granfino!!

Classificação: livre
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Bossa do Samba & Amigos – Dia 19 – terça-feira, às 19h30

Participação especial: Helton Lopes

Preços:

R$ 50 (inteira)

R$ 35 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)

R$ 25 (Estudante, idoso, professor da Rede Municipal, funcionário da Petrobras)

Classificação: 16 anos

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The Fevers – No show “Vem dançar” – Dia 21 – quinta-feira, às 19h30

Preços:

Setor A / Mezanino:

R$ 90 (Inteira)
R$ 45 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal)

Setor B :

R$ 80 (Inteira)

R$ 60 (Promoção para os 100 primeiros pagantes)

R$ 40 (Estudante/Idoso/Professor da rede municipal)

Classificação: 16 anos

Rita Benneditto –  Show do CD Encanto – Dia 22 – sexta-feira, às 19h30

Preços:

R$ 80 (Inteira)

R$ 60 (os 100 primeiros pagantes)

R$ 40 (Estudantes, idosos, Professor da Rede Municipal e Funcionários Petrobras)

Classificação:  16 anos

Vander Lee – lançamento do seu nono CD – Dia 23, sábado, às 19h30

Preços:

Setor A/ Mesanino

R$ 80 (Inteira)

R$ 40 (Estudantes, Idosos, Professores da rede Municipal e Funcionários da Petrobras)

Setor B

R$ 70 (Inteira)

R$ 55 (100 Primeiros pagantes)

R$ 35 (Estudantes, Idosos, Professores de rede Municipal e funcionários da Petrobras)

Classificação: 16 anos

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Damaris Moraes – Cantora e compositor mineira de samba mostra repertório de samba – Dia 25 – segunda-feira, às 19h30

Preços:

R$ 30 (inteira)

R$ 15 (Estudante, idoso, professor da Rede Municipal, funcionário da Petrobras)

Classificação: 16 anos

 

Augusto Martins & Claudio Jorge – show-homenagem a Isamael Silva- Dia 26 – terça-feira, às 19h30.

Preços:

Setor A / Mezanino / Setor B:

R$ 80 (Inteira)

R$ 60 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)

R$ 40 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal / Funcionários da Petrobras)

Classificação: 16 anos

Jesuton  –  “Show me your soul”, voz e violão, Dia 27 – quarta-feira, às 19h30

 

Classificação: 16 anos

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Geraldo Azevedo – Dia 28 – quinta-feira, às 19h30

Em show que celebra 70 anos de vida, o cantor apresenta os sucessos de carreira num show acústico “voz e violão.

Preço:

Setor A / Mezanino:

R$ 110 (Inteira)

R$ 55 (Estudante/Idoso/Professor Da Rede Municipal)

Setor B:

R$ 100 (Inteira)

R$ 80(Promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 50 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal)
ClassificaçãCensura: 16 anos

Atração surpresa

Dias 29 e 30 – sexta-feira e sábado, às 19h30

Preços:

Setor A / Mezanino:

R$ 110 (Inteira)

R$ 55 (Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal/Funcionários da Petrobras)

Setor B:
R$ 100 (Inteira)
R$ 80 (Promoção para os 100 Primeiros pagantes)
R$ 50 (Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal/Funcionários da Petrobras)
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Feijoada e roda de samba da Tia Surica – Dia 30 – sábado, às 13h

Roda de samba com Os Amigos da Portela + DJ. Alex Correia (abertura e intervalos)  e Convidados

Abertura – às 13h

Preço – R$ 50 Antecipado / R$ 60 no dia – feijoada + roda de samba  //

Granfino é a feijoada da Surica no Rival!!  Sorteio de brindes da Granfino!!

Censura livre

 

TEATRO RIVAL PETROBRAS

Endereço: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel: 2240-4469

Capacidade: 458 lugares

Sem estacionamento

Vendas na bilheteria: (de segunda a sexta, das 15h às 21h, e aos sábados, a partir das 16h)

Horário de funcionamento de fim de ano: DIAS 24 A 27 E 31 DE DEZEMBRO E DE 01 A 03 DE JANEIRO/16 – ESTAREMOS FECHADOS

Pagamento: em dinheiro ou cheque

Vendas pela Ingresso.com – http://www.ingresso.com

Site: http://www.rivalpetrobras.com.br/

Face: rivalpetrobras

Esta casa é patrocinada pela Petrobras

13º Natal Solidário na Maracatu Brasil

No dia 19 de dezembro, sábado, das 13h às 21h, a Maracatu Brasil – complexo musical voltado para o mundo da percussão e bateria, localizado no bairro de Laranjeiras e Inaugurada em 2000 por Claudio Diegues e Guto Goffi (baterista e fundador da banda Barão Vermelho) – vai realizar o seu 13º Natal Solidário. O evento acontecerá no Imperial Sociedade Amante da Instrução (ISAI) – um local, também localizado em Laranjeiras, onde estudam, gratuitamente, cerca de cento e sessenta crianças carentes de 06 a 11 anos, em período integral –. A Maracatu nasceu como alternativa para o ensino de ritmos e venda de instrumentos artesanais e importados. Pioneira ao democratizar o acesso à cultura musical, muitas vezes restrita aos guetos, transformou-se em referência nacional e internacional.

Há 13 anos, a escola promove sua festa de fim de ano com diversas atrações. Desta vez, porém, o evento é também em comemoração aos 15 anos da Maracatu Brasil. E quem vai ganhar o presente é o público, que poderá curtir um dia inteiro de uma intensa programação, que inclui danças, artes plásticas, Dj Ricardsom – responsável pela discotecagens da DiscoZeca (festa da Maracatu realizada com shows ao vivo e discotecagem a partir de 2000 vinis doados a Guto Goffi por Ezequiel Neves) e gastronomia. A entrada é gratuita e haverá um posto de arrecadação de brinquedos e livros, que serão doados para uma instituição de caridade.

Os grupos que compõem as oficinas e aulas têm a oportunidade, nesse evento, de fazer encontros musicais e uma grande celebração, reunindo familiares e amigos nessa grande festa. As apresentações ficam por conta de grupos já conhecido do público, como: Agytoê, A Rocha, Batuquebato, Caboclo Muderno, Cordão do Boitatá, Empolga às 9, Estratégia, Percussão da Maré, Rio Pandeiro, Opã, Portadores do Ritmo, Tambor Carioca,Tambores de Olokun, Terreirada Cearense, Thriller Elétrico, Tum Ta Que Tá, entre outros.

Juntamente com toda essa música, terá, ainda, o Coro Come, que fará uma grande feira de gastronomia com lanches, refeições, doces, comida vegetariana e vegana. Os pratos servidos custam até R$ 20. O Coro Come tem o intuito de amplificar o conceito de gastronomia e democratizá-lo para que mais pessoas possam ter acesso à boa comida, desmistificando o conceito de gourmet e aproximando pessoas. Além da gastronomia, o Coro Come agrega diversas expressões da cultura de rua, como os movimentos da literatura, música e graffitti. Na ocasião, haverá também live painting (pintura ao vivo), venda de vinil e editoras independentes.

SERVIÇO:

Dia: 19 de dezembro de 2015 – sábado

Horário: Das 13h às 21h

Local: Jardins do ISAI – Rua Ipiranga, 70

Informações: (21) 2557-4754 ou 97113-2709

wwww.maracatubrasil.com.br.

Entrada gratuita

Orquestra Petrobras Sinfônica dia 20

Retomando sua tradição de concertos natalinos, a Orquestra Petrobras Sinfônica levará ao público um concerto mais que especial, com temas típicos dessa época do ano, mesclados com músicas clássicas. Sob a regência do maestro assistente da OPES, Felipe Prazeres, este projeto possui todos os ingredientes para entrar no calendário de eventos culturais anuais da cidade do Rio de Janeiro. No Teatro Bradesco Rio os concertos acontecem no dia 20 de dezembro.

 

Entre o repertório estão, “Noite feliz” (Franz Gruber), “Ó noite santa” (Adolphe Adam), “Noite azul” (Klécius Caldas / Armando Cavalcanti), “Natal Branco” (Irving Berlin) e “Joy to the world” (Georg Friedrich Haendel), cantiga cristã que celebra o retorno de Cristo. O programa inclui ainda clássico como “Ave Maria” (Franz Schubert), “Sobre o belo Danúbio azul” (Johann Strauss Jr.) e a “Abertura de La gazza ladra” (Gioacchino Rossini), tão conhecida que ganhou vida própria e hoje é tocada independentemente do restante da ópera, que conta a história de uma empregada doméstica que foi injustamente acusada de roubo

 

Regente Felipe Prazeres

Iniciou seus estudos aos onze anos e, aos quatorze, já atuava como solista frente à OPES. Atuou como solista ao lado das principais orquestras do Brasil. Colaborou com os maestros mais renomados do Brasil. Participou de master classes, como executante, com Augustin Dumay, Camila Wicks, Pierre Amoyal, Domenico Nordio, Boris Belkin, dentre outros artistas de prestígio. Participa ativamente do cenário brasileiro e internacional de música. Desde 2001, atua como spalla da Orquestra Petrobras, iniciando seu trabalho como regente assistente da OPES, em 2013.​

 

Concerto de Natal:

Retomando sua tradição de concertos natalinos, a Orquestra Petrobras Sinfônica levará ao publico um concerto mais que especial, com temas típicos dessa época do ano, mesclados com músicas clássicas. Sob a regência do maestro assistente da OPES, Felipe Prazeres, este projeto  possui todos os ingredientes para entrar no calendário de eventos culturais anuais da cidade do Rio de Janeiro.

 

 

Realização: Orquestra Petrobras Sinfônica / Opus Promoções

Informação: O Maestro Isaac Karabtchevsky é Diretor Artístico e Regente Titular. Para este Concerto de Natal será regência do Felipe Prazeres.

 

Classificação: Livre

Duração: 70 minutos

 

SERVIÇO

CONCERTO DE NATAL

Dia 20 de dezembro

Domingo, às 16h e 20h
Teatro Bradesco Rio (Avenida das Américas, 3900 – loja 160 do Shopping Village Mall – Barra da Tijuca)
www.teatrobradescorio.com.br

INGRESSOS 

Setor

Valor

Frisas

R$50,00 

Balcão Nobre

R$60,00 

Camarote

R$80,00 

Plateia Alta 

R$100,00 

Plateia Baixa 

R$120,00

Show Caio Prado – Eu fui!

Quem conhece a Lapa sabe que o bairro tem a música presente em todos os cantos. Nomes consagrados ou iniciantes fazem do local seu ambiente para quem valoriza o bom som brasileiro. Pertencente ao segundo grupo citado, Caio Prado levou para a Sede das Cias um show em que apresenta seu primeiro trabalho autoral.

“Variável Eloquente” traz uma proposta minimalista, e o disco foi construído em torno de um violão e um quarteto de cordas. Para o show, Caio preparou também uma apresentação intimista, levando em conta o pequeno – mas empolgado – público presente. O jovem cantor arranca xingamentos elogiosos deste rs. Tudo no maior carinho e serviam para enaltecer o talento do artista.

Caio capricha no vocal, e brinca com as notas, imprimindo seu estilo em suas próprias canções, que compunham a maior parte do repertório. Parece ousado, mas a técnica do cantor o faz se arriscar sem que a afinação seja comprometida. O show também teve as participações de Diego Moraes e Isabella Moraes, que mostraram sintonia e se rasgaram em elogios ao amigo. Os covers foram ecléticos, com “High and Dry”, do Radiohead, e “Clube da Esquina Nº 2”, de Milton Nascimento e Lô Borges. Aliás, a influência de Bituca no trabalho de Caio Prado parece bem evidente em seu jeito de cantar.

Com variadas referências, Caio se lança para o público como mais uma aposta de renovação na música brasileira, tão rica em talentos. Desejamos sorte ao novo artista, e que nos encontremos em muitos palcos e bares da vida.

 

P.S.: Agradeço à Sede das Cias pelo convite

 

Imperator Novo Rock de dezembro

A última edição do Imperator Novo Rock em 2015 acontece no dia 17 de dezembro (quinta). As duas bandas que se apresentarão serão: Ventre e El Efecto, com direito a sets do DJ Wilson Power nos intervalos.

O power trio Ventre, que já possui um álbum disponível em streaming e download, vai mostrar sua parede sonora e letras intensas. Já o El Efecto traz sua mistura de ritmos, e letras que brincam com o português, resultado de 13 anos de estrada e quatro CDs.

Wilson Power é nome clássico quando o assunto é DJ de rock. O profissional já animou as noites de points lendários da cena carioca, como Casa da Matriz e Dr. Smith. Também acontecerão intervenções de vídeo-projeção do VJ Miguel Bandeira.

A partir de 2016, o Imperator Novo Rock passa a acontecer na primeira quinta-feira do mês. A edição de janeiro 2016 acontece no dia 07/01.

SERVIÇO

IMPERATOR NOVO ROCK APRESENTA VENTRE E EL EFECTO

+ DJ WILSON POWER + VJ MIGUEL BANDEIRA

DATA: 17 de Dezembro

LOCAL: IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA http://www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier

DIA: Quinta-feira

HORÁRIO: 20h

INGRESSOS: Pista: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

*Meia-entrada válida também com 1kg de alimento.

CLASSIFICAÇÃO: 16 anos

INFORMAÇÕES: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h)

FORMA DE PAGAMENTO PARA O EVENTO: dinheiro e cartões Dinners, Master (débito e crédito), Visa (débito e crédito) e Vale Cultura

VENDAS: INGRESSO.COM E BILHETERIA DA CASA

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA BILHETERIA: terças e quartas, das 13h às 20h; quintas e sextas, das 13h às 21h30; sábados, das 10h às 21h30; e domingos, das 10h às 19h30.

BACKGROUND

A história do Imperator com o Rock vem de longa data. Nos anos 50 e 60, a chamada “Juventude Transviada” se reunia na frente do então Cine Imperator para desfilar com lambretas e jaquetas de couro, ouvir rock e ver os filmes da

época. Erasmo Carlos, Roberto Carlos, Wanderléa e Tim Maia eram figuras fáceis de ser vistas no local nessa época.

Acostumado a receber multidões nos anos 90 para shows de bandas como Beastie Boys, Pantera, Megadeth e Suicidal Tendencies, o Imperator volta a formar longas filas de fãs do gênero para noites totalmente dedicadas ao rock.

É conhecendo e respeitando essa história que o Imperator Novo Rock surge, unindo o passado ao presente, o tradicional ao novo.

O projeto apresenta artistas e bandas promissoras do cenário independente carioca, com expressão na atual cena musical da cidade. O objetivo é incentivar o trabalho autoral de bandas de diversos gêneros do rock, promovendo o reconhecimento desses novos talentos e estimulando a integração de linguagens, referências, artistas e público.

Iniciativa do núcleo Rio Novo Rock e do Imperator – Centro Cultural João Nogueira, o Imperator Novo Rock vem para continuar uma longa história e se consolidar como o principal evento do novo rock nacional.

RIO NOVO ROCK

O Rio Novo Rock é uma plataforma que atua na potencialização do mercado do rock através da criação e realização de projetos inovadores que engajem novos artistas, profissionais do meio, público e marcas.

Nossa missão é fomentar e profissionalizar o mercado do novo rock, gerando negócios culturais autossustentáveis.

Entre os projetos realizados pelo Rio Novo Rock estão: Imperator Novo Rock, Rio Banda Fest e Dia Mundial do Rock

Cantora Renata Jambeiro no Rival

O show FOGARÉU, que escolhe o Teatro Rival como anfitrião no Rio de Janeiro, apresenta o repertório do CD, aliando autores e compositores consagrados à nova geração do samba. Comporta ainda, duas músicas de autoria da cantora, sendo umas delas em parceria, além de canções afetivas, conhecidas do grande público; algumas já gravadas por Renata Jambeiro em álbuns anteriores.

Com direção musical do violinista francês Nicolas Krassik e direção geral de parceria entre a cantoraRenata Jambeiro e o ator Jefferson Almeida,e produção executiva de Jacqueline Marttins – Cola Comigo Que Tu Samba– o lançamento do CD FOGARÉU faz uma leitura altamente dançante, sofisticada, enérgica e cênica da cultura popular e das culturas tradicionais, uma vez que Renata é, além de cantora, também atriz, dançarina e pesquisadora.

FOGARÉU conta com cenário de Jefferson Almeida e luz concebida por Moisez Vasconcellos. A banda é formada pelos músicos Nicolas Krassik– violino, Lúcio Rodrigues– violão de 7, Leonardo Pereira– cavaco,Rodrigo Ramalho– acordeon,  Luís Barcelos– bandolim, Magno Julio– percussão, Luiz Augusto-percussão, Chris Mourão– percussão.   O show FOGARÉU recebe ainda participação especial de Nilze Carvalho e do bloco carnavalesco Mulheres de Zeca .  Apresenta também, a linha – Fogaréu, adereços que a estilista Julia Vidal criou especialmente para essa celebração, além de assinar o figurino de Renata Jambeiro.

SERVIÇO: Renata Jambeiro – show de lançamento do CD Fogaréu

Participações especiais de Nilze Carvalho e do bloco carnavalesco Mulheres de Zeca

Dia: 17 de dezembro, quinta-feira, às 19h30

Teatro Rival Petrobras

Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel: 2240-4469

Abertura da casa: 18h30

Preços:

R$ 50 (inteira)

R$ 35 (Promoção para os 200 primeiros)

R$ 25 (estudante, idoso, professor da Rede Municipal, funcionário da Petrobras)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Ingressos na bilheteria do teatro de segunda à sexta – 15h às 21h, sábados a partir das 16h.

Ingressos também no site ingresso.com

 

Arlindo Cruz no Teatro Rival

O tradicional, o moderno, o popular e o samba da mais absoluta qualidade são elementos certos no show do elogiado álbum “Herança Popular”, de Arlindo Cruz. No repertório estão canções do novo CD como “Não penso em mais nada” e “Sinceridade”, além de sucessos da carreira do cantor como “O meu lugar”, “Bagaço da Laranja” e releituras de sambas clássicos da música popular brasileira. Com direção de Babi Cruz e Arlindo Neto.

“O meu disco já é uma homenagem aos grandes nomes do samba e no show eu exalto ainda mais mestres como Jorge Aragão, Cartola, Dona Ivone Lara, Zeca Pagodinho, Sombrinha, Wilson Moreira e muitos outros que deixaram a genialidade deles de herança para nossa música”, conta Arlindo. Ele adianta que essa homenagem aos sambistas também estará no cenário do espetáculo assinado por Zé Carratú.

“Tudo isso está dentro do tradicional e do popular, mas minha música também conta com influências de outros gêneros. Atualmente, considero que meu samba está cada vez mais urbano, graças a Chico Buarque e Caetano Veloso, por  exemplo”, acrescenta.

O disco

Em seu primeiro disco totalmente autoral da carreira, Arlindo consegue equilibrar a atualidade de suas letras com a reverência aos antepassados. A música de sua autoria “Ela sambou, eu dancei”, lançada pelo grupo Raça nos anos 90, ganha versão renovada no novo álbum, com participação de Mr. Catra e novos versos com referências ao “quadradinho” e à poderosa Anitta. É modernidade total, contemporaneidade na veia.

O mesmo compositor que se mostra tão antenado com o presente faz questão de ter um pé no passado, ao salientar suas maiores referências musicais. O nome do CD, “Herança popular”, não é gratuito: Arlindo bate no peito e se orgulha de ser herdeiro das melhores safras de sambistas já produzidas nesse país. A canção-título é uma bela homenagem a dois dos nossos maiores poetas, o portelense Candeia e o mangueirense Cartola, que são o pretexto para uma série de versos inspirados – nos quais nosso compositor aproveita para também celebrar Dona Ivone, Zeca, Sombrinha, Aragão, João Nogueira, Aniceto, Wilson Moreira e tantos outros.

Além de participações especiais de Marcelo D2, Catra, Zeca Pagodinho, Hamilton de Holanda, Pedro Scooby e Maria Rita, Arlindo Cruz também divide as composições, com parceiras com artistas como Rogê, Fred Camacho, Acyr Marques e o próprio Zeca.

Serviço:

Show – Rival Petrobras 81 anos apresenta Arlindo Cruz.

No show do CD “Herança Popular”

Dia 18 de dezembro,  sexta-feira, às  19h30

Abertura da casa às 18h30.

Teatro Rival Petrobras

Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel: 2240-4469

Preços

Setor A / Mezanino:

R$ 80 (Inteira)
R$ 40 (Estudante/Idoso/Professor Da Rede Municipal/funcionários da Petrobras)
Setor B:

R$ 70 (Inteira)
R$ 55  (Promoção para os 200 primeiros pagantes)
R$ 35 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal/funcionários da Petrobras)

Classificação:  16 anos

Capacidade: 458 lugares

Moraes Moreira e Davi Moraes no Rival

“Nossa parceria” – álbum que celebra a intimidade e a fluidez da conversa de cordas, melodias e versos de Moraes Moreira e Davi Moraes, pai e filho – remonta há 2013, quando Davi começava a gravar um disco seu. Três faixas eram assinadas com o Moraes: “Seu Chico”, “Chorinho pra Noé” e “Quando acaba o carnaval”. Veio então a notícia de que eles foram contemplados na seleção pública do Petrobras Cultural que incluía, além de uma série de shows, um CD de material inédito.

– Cheguei pra ele e disse: “Velhinho, esse disco é nosso! Já temos três parcerias!”. Tive essa ideia porque meu pai estava gostando muito do que

havíamos feito juntos até ali, eu, ele e Chico (Neves, produtor) – conta o guitarrista. – Ele comprou na hora. E aí começamos a trabalhar na outra parte.

Há uma origem ainda mais remota para o que ouvimos em “Nossa parceria”. O início dos anos 1970, no sítio “O cantinho do vovô”, mais conhecido como o lendário “sítio dos Novos Baianos”.

– Recém nascido, Davi já ouvia meu violão – lembra Moraes. – Mais tarde um pouquinho começamos eu e a mãe dele a colocarmos o seu carrinho perto do lugar onde a gente ensaiava a banda. Ele dava sinais de que estava gostando, ficava calmo, às vezes até dormia embalado por aquele som. Cresceu e adorava ir a meus shows, ficava imitando os músicos. Seu brinquedo preferido sempre foi um instrumento, e assim chegou no cavaquinho.

O cavaquinho, que Davi começou a tocar porque era o mais adaptado às suas mãos de criança, veio a ser referência fundamental para sua guitarra mestiça, rítmica, mista de choro e de rock, de samba e de frevo, de tamborim e bandolim. E é esse instrumento – e esses instrumentos, já que Davi passeia com desenvoltura por vários – que ouvimos em “Nossa parceria”. Álbum igualmente mulato, como deixa clara já a faixa de abertura, “Bossa capoeira”, do mestre Batatinha (“o Cartola baiano”, sintetiza Moraes), homenageado num texto escrito e declamado por Moraes. Ouve-se ali a ancestralidade do fraseado do berimbau ao lado do século XXI trazido na levada que remete ao pagode baiano contemporâneo, em versão mais cadenciada.

A mestiçagem do álbum é forjada a partir de três eixos: os cenários e a profusão de ritmos afro da Bahia; o samba, o choro e a bossa nova do Rio; e o frevo de Pernambuco. Todos juntos. Atravessando tudo, a lembrança de mestres e da tradição desses lugares. A faixa seguinte, “Bahia oi Bahia” (de Vicente Paiva e Augusto Mesquita) foi sugerida a Moraes por João Gilberto, reverenciado na introdução da gravação – uma bossa nova com cavaquinho e percussão carioquíssima de Marçal, mas embebida em baianidade.

Outra bossa nova de sotaque soteropolitano – com uma modernidade pop e elegante à la Marcos Valle – vem em seguida, “Centro da saudade”. Composta por Davi Moraes, Carlinhos Brown e Pedro Baby, a canção faz o Pelourinho descer em Ipanema com versos como “Venha pra caminha/ Que eu vou lhe dengar”. Destaque para o vibrafone de Marcelo Lobato.

“Seu Chico” e “Chorinho pra Noé” são choros instrumentais que trazem de forma mais crua o diálogo de pai (violão) e filho (bandolim), parceiros nas duas. Na primeira, com a diferença marcante do steel drum de Lobato, dando à faixa um ar ao mesmo tempo etéreo e artesanal – afinado ao cruzamento de tempos e espaços do álbum.

“Só quem ama leva tombo”, só de Moraes, é bossa nova com o ritmo marcado no violão do pai e na guitarra palhetada do filho, numa espécie de cavaquinho jazzy. A letra, explica o autor, parte de falas ouvidas por aí, na boca do povo:

– É uma canção popular, desde o título. Quando surgiu o primeiro verso, “Quando for assim me liga”, quis manter esse clima de ditos populares. Coisas como “vem jogar conversa fora”, “quando quiser ombro diga” etc. Filho do Rio contemporâneo, o samba solar “Coração a batucar”, de Davi  com Alvinho Lancellotti, traz o piano e o sintetizador de Daniel Jobim e a percussão de Marcelinho Moreira. No arranjo, a mesma leveza consciente de si presente na letra: “E o nosso bloco sobe a ladeira da ilusão/ De pé no chão”.

O álbum viaja para Pernambuco (carregado de Bahia nas guitarras de Davi) em “Frevo capoeira” e “Quando acaba o carnaval”. Na primeira, outros mestres são lembrados, agora os do frevo, como Capiba e Levino Ferreira. A outra, talvez a de estrutura mais ousada do disco – com a tuba de Eliezer Rodrigues (o arranjo de tuba é de Augusto Albuquerque) e as camadas de guitarras de Davi -, canta a vitória da alegria sobre a Quarta-de-Cinzas.

A alegria segue sendo reafirmada na última canção do disco, a faixa-título  Nossa parceria” – cuja base surgiu numa jam de músicos como Davi, Alberto Continentino, Cesinha e Marlon Sette. Sobre o groove, cheio de  lack Rios e Vitórias Régias, Moraes defende num canto falado a alma (familiar, mulata, atemporal) do disco: “Bossa capoeira/ Uma vida inteira/

Luta, uma dança/ Um tempo, um lugar”.

Leonardo Lichote

Abril/2015

SERVIÇO: Moraes Moreira e Davi Moraes no show de lançamento do CD “Nossa Parceria”

Dia 19 de dezembro, sábado, às 21h

Abertura da casa às 19h30

Teatro Rival Petrobras

Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia -Tel:  2240-4469

Preços

Setor A / Mezanino / Setor B:

R$ 80 (Inteira)
R$ 60 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)
R$ 40 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal ; força de trabalho da Petrobras na compra de até dois ingressos, clientes do Cartão Petrobras na compra de até dois ingressos

Classificação: 18 anos

Capacidade: 468 lugares

Feijoada da Tia Surica no Rival

A próxima feijoada, dia 19 de dezembro, no Teatro Rival Petrobras, está em ritmo de festas de fim de ano. Dezembro é mês de confraternização,  Tia Surica prepara a feijoada com tempero especial.    Além da participação do Grupo Amigos da Portela, o evento também com a participação do DJ Alex Correia, animando os intervalos a partir das 13h.  Outra novidade é que os ingressos podem ser comprados pelo site ingresso.com. E vale lembrar que a feijoada é servida até às 16h.

A história da feijoada com samba da Tia Surica no Teatro Rival começou na Copa do Mundo de 2006, quando ela recebeu o convite de Ângela Leal para transformar o teatro na extensão do seu quintal. Virou point para receber seus amigos para curtir samba da melhor qualidade e o delicioso feijão. Tia Surica aceitou o convite e levou as panelas, os ingredientes e toda a sua equipe para o Rival. Era o pontapé inicial para uma história de sucesso.

Convidados ilustres como Monarco, Dona Ivone Lara, Neguinho da Beija-Flor, Dominguinhos do Estácio, Dudu Nobre, Teresa Cristina, Seu Jorge, Dorina, Cordão da Bola Preta e integrantes de várias escolas de sambas do Rio de Janeiro já passaram pelo “quintal do Rival”.

Serviço: Feijoada da Tia Surica e roda de samba com Amigos da Portela –  Participação Moacyr Luz

Teatro Rival Petrobras

Dia 19 de dezembro , sábado, das 13h às 17h30

Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia -Tel:  2240-4469

Preço (Feijoada + roda de samba)

R$50 –  Antecipado

R$60 – No dia

A feijoada é servida até as 16horas

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Série “Cameristas” com Música Francesa

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – vinculado à Secretaria de Estado de Cultura – apresenta na última edição da série Cameristas em 2015 um programa com Música Francesa, executado por Solistas da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. No concerto que será realizado na quarta-feira16 de dezembro, ao meio-dia, na Sala Mário Tavares, no Prédio Anexo, com ingressos a R$ 10,00, a harpista Silvia Braga, o flautista Marcelo Bonfim, o clarinetista Marcos Passos, os violinistas Marluce Ferreira e Thiago Teixeira, o violista Luís Audi e a violoncelista Cláudia Grosso irão tocar Entr’acte para flauta e harpa, de Jacques Ibert; Sonata para flauta, viola e harpa L. 137, de Claude Debussy e Quinteto para clarineta e quarteto de cordas, de Jean Françaix.

 

 

Sobre os músicos

 

Silvia Braga, harpa

Graduada em Harpa pela Escola de Música da UFRJ, foi vencedora do concurso Série Valores Novos promovido pela Sala Cecília Meireles, em 1979. Sua versatilidade a faz transitar com facilidade entre a música clássica e a música popular. É artista atuante tanto como solista, camerista – integrante do conjunto de câmera Tocatta Brasil e do grupo As Cinco Estações – e primeira harpista de orquestras como Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (da qual é primeira harpista solista concursada), Sinfônica Municipal de Campinas, Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília, Sinfônica da Paraíba, OSESP, OSB, Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo, Sinfônica do Teatro Amazonas e Petrobras Sinfônica, entre outras. Participou de trilhas sonoras de filmes brasileiros, a exemplo de Navalha na Carne, For All e O Quatrilho, entre outras. Como docente, é fundadora da classe de harpa da Escola de Música de Brasília, coordenadora do Núcleo de Integração e Difusão Cultural da UNICAMP, professora convidada do Curso Internacional de Verão de Brasília, professora convidada do Festival do Vale do Café (Vassouras) e coordenadora musical do Projeto TIM Música nas Escolas. Sua preocupação com a responsabilidade social levou-a a ser uma das fundadoras da ONG Toca o Bonde – Usina de Gente (única do Brasil a ministrar aulas de harpa), onde também é professora da classe de Musicalização Infantil e Percepção Musical. É, ainda, professora de Harpa da ONG TBUG. Tem realizado um trabalho de desenvolvimento do repertório de música brasileira, explorando as possibilidades rítmicas e harmônicas em campos inusitados na literatura tradicional da harpa. Gravou CD solo com composições de Leandro Braga.

Marcelo Bonfim, flauta

Natural do Rio de Janeiro, iniciou seus estudos de música aos 12 anos com os professores Carlos Rato e Lenir Siqueira. Ingressou na Escola de Música da UFRJ, na classe de Celso Woltzenlogel. Em 1980, obteve bolsa da Vitae para estudar na Academia Karajan (mantida pela Filarmônica de Berlim), com Andreas Blau. Nos dois anos que esteve na Alemanha, Bomfim teve o privilégio de ocupar, como estagiário, o cargo de flautista, atuando naquela renomada orquestra sob a regência de Eugen Jochum e Herbert von Karajan. De volta ao Brasil, destacou-se no Concurso Jovens Solistas da OSB (75), I Concurso Nacional de Flauta (78), I e II Concursos Sul-América de Música (82/83), onde obteve, entre outros prêmios, um recital no Brazilian-American Cultural Institute, em Washington, e uma indicação para bolsa de estudos no Conservatório de Haia, na Holanda. Integrou o Quinteto Villa-Lobos entre os anos de 1985 e 1987. Em seu último ano junto ao famoso conjunto, participou das comemorações do centenário de nascimento de Villa-Lobos, em Paris. Atualmente, é primeiro flautista da Orquestra Petrobras Sinfônica e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Marcos Passos, clarineta

Carioca, nascido em novembro de 1975, Marcos Passos concluiu seu curso superior de música pela UFRJ, em 1998, sob a orientação dos professores José Carlos de Castro e José de Freitas. Em 1997 recebeu o prêmio Maestro Eleazar de Carvalho (SP) e em 2001 venceu o II Concurso Armando Prazeres de Jovens Instrumentistas (RJ). Há 15 anos integra o Grupo de Música Nova, sob a coordenação da compositora e pianista Marisa Rezende. É clarinetista e claronista do Grupo de Choro 3 Por 4 e desde 2002, ocupa a cadeira de Primeira Clarineta e Requinta da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Marluce Ferreira, violino

Marluce de Souza Ferreira Oliveira é atualmente líder de segundos violinos da OSTM e está no sexto período do curso de Licenciatura em Música pela UniRio. Graduada em Violino pela Faculdade de Música Carlos Gomes (São Paulo) em 1996, tem participado de grupos de Música de Câmara como o Quarteto Carioca; Trio Gênesis; Trio Móbile; duo com piano; octeto de Schubert, e tem atuado em projetos como O Piano na Música de Câmara (UFRJ); Série Brasiliana da Academia Brasileira de Música (2006); Série SESC Clássicos; Rio Internacional Cello Encounter; Câmara Master (UFRJ – 2002); a XII; XVI e XVII Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Foi vencedora na categoria cordas do 1º e 3º Concursos para Instrumentistas da Escola Municipal de Música de São Paulo em 1989 e 1991 respectivamente. Obteve o terceiro lugar no V Concurso Nacional de Cordas de Juiz de Fora. Seus principais orientadores de violino foram: Cecília Guida; Elisa Fukuda e Paulo Bosisio. Aprovada em concurso da OSTM no ano de 2002, também atuou nos naipes de primeiros e segundos violinos das seguintes orquestras: Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo (1990 – 1993); Orquestra Sinfônica Brasileira de 1997 – 2002 (onde atuou como líder dos segundos violinos por dois anos) e, a hoje chamada Orquestra Petrobrás Sinfônica.

Thiago Teixeira, violino

Natural do Rio de Janeiro, iniciou seus estudos musicais aos 13 anos, estudou com Felipe Prazeres de 2006 a 2011 e com Adonhiran Reis do início de 2012 até o fim de 2013. Em 2009 participou de um curso em Bardonecchia, na Itália, com o violinista Domenico Nordio. Participou também de masterclasses, como executante, com renomados violinistas a exemplo de Gilles Apap, Dmitri Berlinsky, Bernhard Forck e Rachel Barton Pine, entre outros. Participou de cursos de verão em Campos do Jordão em 2010 e em Juiz de Fora de 2007 a 2010, onde teve a oportunidade de aprender com grandes professores como Kees Hülsmann, Theodora Geraets, Sebastian Gottschick e Olé Böhn, entre outros. Participou também de um curso de extensão em música barroca com o violinista Brian Dean. Em março de 2011 participou da Young Euro Classic Orchestra, tendo a oportunidade de tocar no palco do Konzerthaus Berlin sob a batuta da violinista Liana Isakadze. Atualmente é integrante efetivo da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Atuou também como músico convidado em orquestras como Petrobras Sinfônica e OSB, entre outras, sob a regência de maestros como Isaac Karabtchevsky, Kurt Masur, Yan Pascal Tortelier, Leo Hussain, Günter Neuhold e Javier Logioia Orbe.

Luís Audi, viola

Iniciou seus estudos em 1984 na Escola Municipal de Música. Graduou-se em Música pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), entre 1990 e 1993. Cursou Mestrado em Viola Performance pela Universidade Estadual da Flórida, EUA de 1999 a 2001. Estudou com os professores Paulo Bosisio, Alberto Jaffé e Alejandro de Leon. Fez aperfeiçoamento no American Institut of Music Studies (AIMS) Festival, em Graz, na Áustria (2000); no Festival de Inverno de Campos do Jordão (1986 e 1993); na Oficina de Música de Curitiba (1987 e 1992); no Festival de música de São João del Rei (1990) e no III Encontro de Orquestras Jovens de Tatuí (1986). É integrante da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal RJ desde 2002. Foi Viola Spalla da Orquestra de Câmara da Unesp nos anos de 1997 e 1998. Participou do Quarteto Art IV, de 1992 a 1997, ano em que o conjunto foi semifinalista do Concurso Eldorado de 1997. Tocou na Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo de 1994 a 1997. Fez parte da Orquestra Experimental de Repertórios (1989-93). Integrou a Orquestra Jovem Municipal de São Paulo (1987-88) e a Orquestra Jovem de Santo André (1988-90). Apresentou-se como convidado em orquestras como a Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra de Tallahassee, FL, EUA; Orquestra de Albany, GA, EUA.; e Orquestra Jazz Sinfônica, SP.

Cláudia Grosso, violoncelo

Iniciou seus estudos com seu avô e mestre Iberê Gomes Grosso. Em 1985 transferiu-se para Itália diplomando-se no Conservatório de música de Santa Cecília, em Roma, com Mario Centurione. Durante sua permanência na Itália, participou de várias orquestras e conjuntos de música de câmara, realizando turnês pelo país e participando de festivais e cursos mais importantes como Festivale Musicale di Ravello, Festivale di Mezza Estate, em Tagliacozzo, Siena, Florença e Norcia. Em 1990, no Teatro San Carlo de Napoli, tocou com os Jovens Violoncelos de Paris ao lado do violoncelista Alain Meunier as Bachianas Brasileiras de Heitor Villa-Lobos. Retornando ao Brasil foi integrante do Rio Cello Ensamble com o qual fez uma turnê pela Dinamarca e Franca. É integrante da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro e do Quarteto Uirapuru.

 

SERVIÇO

CAMERISTAS  MÚSICA FRANCESA

Programa:

Jacques Ibert Entr’acte para flauta e harpa

Claude Debussy Sonata para flauta, viola e harpa L. 137

I. Pastorale

II. Interlude

III. Finale

Jean Françaix Quinteto para clarineta e quarteto de cordas

I. Adagio – Allegro

II. Scherzando

III. Grave

IV. Rondo

Músicos:
Silvia Braga, harpa

Marcelo Bonfim, flauta

Marcos Passos, clarineta

Marluce Ferreira, violino

Thiago Teixeira, violino

Luís Audi, viola

Cláudia Grosso, violoncelo

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Sala Mário Tavares – Prédio Anexo

Avenida Almirante Barroso, nº 14/16 – Centro

Dia 16 de dezembro, às 12h

Preço único: R$ 10,00

Classificação etária: 5 anos

Duração: 60 minutos

Capacidade: 159 lugares

Informações: (21) 2332-9191

Coral Janelas de Natal pede paz

Dezembro é um mês marcado por inúmeros desejos para o ano vindouro. Com o tema inédito “Haja Paz”, a 5ª edição do coral Janelas de Natal, reforça esse desejo. Com um grupo que reúne cerca de 200 membros, entre adultos e crianças, que estarão caracterizados de anjos, da Igreja Batista do Méier, as apresentações nas grandes janelas do edifício Miranda Pinto, localizado na Rua Dias da Cruz, já reuniram mais de 18 mil espectadores entre moradores, comerciantes e passantes no único evento natalino da zona norte da cidade. Tamanho sucesso, que deve aumentar ainda mais já que será a primeira vez em que haverá apresentação num domingo, deu ao coral a honra de figurar entre as 10 imagens natalinas mais visualizadas no mundo, segundo o site da NBC News (http://www.nbcnews.com/news/world/sparkling-holiday-lights-brighten-season-n271151). Neste ano, os espetáculos acontecem nos dias 20 e 21 de dezembro, domingo e segunda – feira, às 20h, e dia 22 de dezembro, terça – feira, às 20h e 21h. E além do coral de músicas natalinas regido pelo maestro Paulo dos Santos Queiroz Junior e do famoso show de luzes, a igreja promete inovações que irão encantar ainda mais o público.

Atividade comum nas igrejas, os corais são responsáveis por promoverem eventos natalinos de alta beleza e padrão musical. Foi pensando nisso e inspirada no tradicional Coral de Crianças do Palácio Avenida, um dos eventos turísticos de natal de Curitiba, que Jeanni Purin, integrante da Igreja Batista do Méier, criou o projeto Janelas do Natal. A primeira apresentação aconteceu em 2011 foi a descoberta de uma forma de levar para fora um espetáculo que até então ficava entre as paredes do templo.

“Músicas de Natal e iluminação cênica são meios para irmos ao encontro de nossa comunidade. No meio da correria de fim de ano, no burburinho de um dos subúrbios mais movimentados da cidade, o tempo para. As pessoas olham para o alto de um prédio e de lá recebem a mensagem de salvação por meio das músicas e da Palavra de Deus.”, emociona-se Jeanni Purin.

Sobre “Haja Paz”:

Estamos imersos em uma sociedade com altíssimos níveis de violência e todo tipo de intolerância. Cremos que seguir os passos de Jesus, independente do seu credo ou religião, é um modo de vivermos em paz com tudo o que depender de nós e com os nossos semelhantes.

Ficha Técnica:

 

Realização: Igreja Batista do Méier

Apoio: Instituto Transformar

Maestro: Paulo dos Santos Queiroz Junior

Cenógrafo: Clécio Regis

Iluminação: Carlos Eduardo Som-Luz-Imagem

Figurino: Maria dos Anjos

Solistas: Mirna Rubim e Jussara Chieregato

Quarteto: Marcelo Felipe Serri Silva, João Reinaldo Purin Junior, Paulo dos Santos Queiroz Junior (maestro da igreja) e Gabriel Mendes Silva.

 

Como de costume, a Igreja Batista do Méier não está envolvida e preocupada com esse sentimento de paz somente no natal, preparou toda a agenda do mês de dezembro voltada para o tema. Segue a programação:

Programação do mês de Dezembro na Igreja Batista do Méier:

Evento: Coro Hosana – Ceia do Senhor

Musical “Alegria do Natal”

Dia 06 de Dezembro, domingo, às 9h

Evento: Coro de Eventos – Haja Paz!

Dia 06 de Dezembro, domingo, às 19h

Evento: Coro Edson Paschoal – Dia da Bíblia – Celebração de Batismos

Musical “Natal Brilhante”

Dia 13 de Dezembro, domingo, às 9h

Evento: Coro Pequeno Canto – Legado de Amor

Dia 13 de Dezembro, domingo, às 19h

 

Evento: Celebração dos 97 anos da Igreja Batista do Méier

Dia 20 de Dezembro, domingo, às 10h

 

Evento: Coral Janelas de Natal

Musical “Haja Paz”

Dia 20 de Dezembro, domingo, às 20h

Evento: Coral Janelas do Natal

Musical “Haja Paz”

Dia 21 de Dezembro, segunda – feira, às 20h

Evento: Coral Janelas do Natal

Musical “Haja Paz”

Dia 22 de Dezembro, terça – feira, às 20h e 21h

Evento: Coro Madrigal

Dia 27 de Dezembro, domingo, às 9h

Evento: Coro Madrigal

Dia 27 de Dezembro, domingo, às 19h

Evento: Culto da Vitória – Gratidão por 2015

Dia 31 de Dezembro, quinta – feira, às 19h

 

SERVIÇO: Evento Natalino

Coral Janelas do Natal 2015  – Sob o comando do maestro Paulo dos Santos Queiroz Junior

Participações: Os solistas: Mirna Rubim e Jussara Chieregato

E do Quarteto composto: Marcelo Felipe Serri Silva, João Reinaldo Purin Junior, Paulo dos Santos Queiroz Junior (maestro da igreja) e Gabriel Mendes Silva.

Rua Dias da Cruz em frente à Praça Agripino Grieco – Méier

Dias 20 e 21 de dezembro, domingo e segunda – feira, às 20h

Dias 22 de dezembro, terça feira, às 20h e 21h

Duração do espetáculo: 40 minutos

Classificação: Livre

Telefone para Informações:

Facebook: Janelasdonatal


Inauguração do Espaço de Cultura Suburbana

O subúrbio do Rio de Janeiro ganha um novo espaço cultural. No dia 21 de dezembro (segunda), às 20h, será inaugurado o Espaço de Cultura Suburbana, projeto que vai levar aos jovens das comunidades vizinhas a arte, a música e a oportunidade de cursos e atividades gratuitas durante todo o ano.
 
O projeto, idealizado e produzido por Fábio Salles – produtor há mais de 20 anos de artistas nomeados do mundo do samba – vem sendo pensado e estudado cuidadosamente há mais de 6 anos. “O carioca é diversificado culturalmente, é impressionante a habilidade de criar ritmos e aprimorar as mudanças nos seus segmentos, um lugar que é o berço do Samba, Bossa Nova e MPB precisava de um espaço desses para disseminar essa variedade musical e tirar esses jovens dos caminhos errados. A música tem que chegar a todos.” – comenta Fábio.
 
O lugar vai trabalhar com todos os ritmos e suas peculiaridades, oferecendo oficinas de música, onde os jovens irão poder mostrar suas habilidades em eventos comunitários, criando oportunidades para expressarem seus talentos e descobrirem na música novos caminhos. E para estimular ainda mais essa moçada a idéia é levar com freqüência celebridades do samba para bater um papo com os alunos e passar um pouco de conhecimento, permitindo essa aproximação deles com seus ídolos e motivando a sempre acreditem nos seus sonhos.
 
O espaço resgata a simplicidade e o improviso, para isso trabalha ainda com um conceito de sustentabilidade, com sua arquitetura toda criada com materiais reaproveitados, como pallets, garrafas pet, caixas de ovos. Com o intuito de inserir essa idéia e engajar os jovens nessa luta de cuidar e preservar o meio ambiente.
 
Já que estamos perto do carnaval o projeto entrou no clima e em parceria com Feijão, artista do grupo Balacobaco, será criado o Bloco Batuka Nego, onde só terão instrumentos de roda de samba (tantan, repique, pandeiro, reco-reco, tamborim), para participar é fácil e gratuito, só aparecer no dia da inauguração e levar o instrumento e a vontade de aprender.
 
Para a festa de inauguração de um espaço cultural com essa dimensão e com tantas diretrizes sociais, vai ter uma grande roda de samba com Sereno – integrante do grupo Fundo de Quintal e inventor do instrumento tantan -, muita música boa e o primeiro ensaio oficial do mais novo bloco de carnaval do Rio de Janeiro. A entrada é gratuita.
 
Serviço:
Inauguração do Espaço de Cultura Suburbana
Programação: Roda de samba com Sereno e primeiro ensaio oficial do Bloco Batuka Nego
Dia: 21 de dezembro (segunda)
Horário: 20h
Preço: Entrada gratuita
Endereço: Rua Coronel Cunha Leal, 44 – Engenho de Dentro (próximo ao Norte Shopping)
 

Hyldon se apresenta no Rival

Um encontro de 80 anos de carreira tinha de ser num teatro com 80 anos de história e resistência cultural. Depois de passar por São Paulo, chega ao Rio, neste dia 16 de dezembro, o show que marca duas comemorações: os 40 anos do trio Azymuth e os 40 anos de carreira do cantor e compositor Hyldon.

O Azymuth festeja quatro décadas desde o lançamento do seu primeiro álbum, “Linha do horizonte”, que era tema de abertura da novela “Cuca legal” da TV Globo. Já Hyldon comemora os 40 anos de lançamento do LP “Na rua, na chuva, na fazenda”, que o levou às paradas de sucesso e que contou com a participação do trio em todas as faixas.

Hyldon integra a Santíssima Trindade do Soul Brasileiro, ao lado de Tim Maia e Cassiano. Conquistou os nossos corações com o lançamento de “Na rua, na chuva, na fazenda”, de 1975, seu inspirado álbum de estreia. O mestre chegou, chegando, enfileirando um monte de sucessos, “As dores do mundo”, “Sábado e domingo”, “Vamos passear de bicicleta? ”Acontecimento” “Na sombra de uma árvore”. A sua música ecoa por aí na sua voz e nas vozes de artistas consagrados como Tim Maia, Caetano Veloso, Kid Abelha, Jota Quest, Marisa Monte, Fagner, Jorge Aragão, Nana Caymmi, Tim Maia, Golden Boys, Roberto Frejat, Marcelo Jeneci, Fábio Jr, Jorge Aragão, Jeito Moleque, Arnaldo Antunes e Sylvia Machete. Suas canções ganharam o mundo e a memória afetiva do povo brasileiro, no carro, nos bares, nos shows e nas trilhas de novelas ou de filmes (“Cidade de Deus”, “Carandiru”, “Antônia”, “Divã”, “O homem do ano”, “Durval Discos”) e nas rodas de violão. Ouve-se Hyldon em todos lugares.

Com 35 álbuns lançados no exterior, Azymuth é uma das bandas brasileiras mais cultuadas fora do Brasil, tendo se apresentado em todos os continentes. Azymuth e Hyldon se conheceram no início dos anos 1970. Desde então, os amigos dividiram palcos e estúdios, interagindo com novos e antigos  artistas e colocando suas digitais em dezenas de trabalhos. A lista é enorme: Marcos Valle, Flora Purim, Stanley Jordan, Céu, Arnaldo Antunes, Tim Maia, Wilson Simonal, Erlon Chaves, Simonal, Rita Lee, Erasmo Carlos, Ed Lincoln, Toni Tornado, Diagonais, Wanderléa, Banda Black Rio, Richard Clayderman e Paul Mauriat. Passearam por todos os estilos sem preconceitos – samba, soul, rock e até por trabalhos de Odair José, Adilson Ramos etc.

Dizem que “quem sabe faz ao vivo”. Então, resta a você conferir esses 80 anos de talentos neste encontro mágico do dia 16 de dezembro no charmoso Teatro Rival Petrobras.

Serviço: Hyldon & Azymuth

Dia 16 de dezembro, quarta-feira, às 19h30

Abertura da casa às 18h30

Teatro Rival Petrobras

Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia -Tel:  2240-4469

Preços

Setor A / Mezanino:

R$  70 (Inteira)

R$  35 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal / Funcionários da Petrobras)

Setor B:

R$ 60 (Inteira)

R$ 50 (Os 200 Primeiros pagantes)

R$ 30 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal / Funcionários da Petrobras)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Fátima Guedes no Teatro Rival

O novo CD é “Transparente”, e ela é polivalente. Ela é a cantora, compositora e instrumentista Fátima Guedes, que vai lançar o novo trabalho no dia 10 de dezembro, no Teatro Rival, num show com roteiro e direção dela mesma. Fátima inclui, neste espetáculo, todas as músicas desse álbum feito de inéditos como “Ela”, “Sempre bate o sol” e “Ética”, além de suas clássicas obras-primas “Flor de ir embora”, “Faca” e “Onze fitas”. São canções com muita coerência e beleza, em que letras e melodias expõem observações, dúvidas, vivências e sonhos dela, compartilhando com a plateia sentimentos profundos e pensamentos esclarecedores.

Reconhecida como uma compositora de primeira linha e tendo sido gravada por quase todos os grandes intérpretes da MPB, Fátima Guedes no palco mostra também seu lado de atriz, conduzindo o roteiro com muita simpatia. O show traz ainda canções emblemáticas, de outros autores como Chico, Ivan Lins e João do Vale, às quais Fátima Guedes empresta interpretação emocionada dentro de técnica irrepreensível.

Motivos para conferir esse show de Fátima Guedes no Teatro Rival Petrobras não faltam. Mas o melhor mesmo é conhecer seu novo CD “Transparente”. “Transparente no seu propósito de fazer somar, em qualidade e em conteúdo, ao cenário da atual música brasileira. Transparente ao revelar os pensamentos e os sentimentos que nos atravessam. Transparente quando quer dizer sincero”, explica a própria artista.

Ela, Jean Charnaux ( violão, arranjos), Felipe Tauil ( percussões) decodificam os novos arranjos do CD, com muito capricho  nos proporcionando um show de verdadeiros  profissionais.

Transformador, transparente. Imperdível!

Serviço:  Fátima Guedes no lançamento do CD “Transparente””

Teatro Rival Petrobras
Dias  10 de dezembro, quinta-feira às 19h30

Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel: 2240-4469

Preços:

R$  80 (inteira)

R$  60 (os 200 primeiros pagantes)
R$  40 (Estudante / idoso / professor da rede Municipal, funcionários da Petrobras)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Roda de Samba do Imperator dia 10

Mês dezembro é marcante para o samba pelo celebração do dia Nacional do Samba, no dia 02 de dezembro e  por que não comemorar mais uma data importante? Para tal, a edição da Roda de Samba do Imperator do mês de dezembro convida o Mestre Noca da Portela para ser reverenciado e comemorado, além de sempre contar no comando da roda com Grupo Arruda e trazer também o excelente Grupo Semente.

Noca completará 83 anos em 12 de dezembro próximo, 62 anos de carreira, além da marca pelos 50 anos de Portela e mais de 450 sambas gravados.

O projeto inovador tem como objetivo, além de levar grandes atrações para a casa de shows, é fundamental, pois sempre apresentará um artista já consagrado pela mídia e público e jovens talentos do samba, para que tenham a possibilidade de maior visibilidade e auxiliar no impulsionamento de suas carreiras.

O evento tem produção de Ângela Nogueira e realização do Imperator – Centro Cultural João Nogueira e Assessoria de Imprensa: Marcelo Faria – Agência Sambrasil Comunicações.

Aproveite a lista amiga para comprar seu ingresso (somente até 3 ingressos), envie e-mail para: clubedosamba47@gmail.com ou solicite a inclusão pela Fanpage do Clube do Samba: https://www.facebook.com/events/1724872601082467/

Conheça um pouco de cada artista:

NOCA DA PORTELA

Mineiro de Leopoldina, mas Carioca desde pequenino, começou a compor aos 15 anos de idade para a Escola de Samba Unidos do Catete, vencedora do carnaval com o samba-enredo “O Grito do Ipiranga”, sua primeira nota dez. Permaneceu na Ala dos Compositores desta escola por mais três anos e ingressou na Ala de Compositores da Portela. Onde por várias vezes sagrou-se campeão de sambas enredo, ajudando a escola alcançar inúmeras notas dez.

O que dizer mais de um sambista com este histórico: Completará 83 anos, no próximo dia 12 de dezembro, 62 anos de carreira, 50 anos de Portela e mais de 450 sambas gravados por grandes nomes do cenário nacional como Clara Nunes, Alcione, Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, Seu Jorge e muitos outros. Em 2012 lançou CD Cor da Minha Raça.

Basta somente reverência-lo e gritar bem alto. “– Ô Sorte! Temos o Mestre Noca da Portela entre nós”.

GRUPO SEMENTE

Em 1998 no pequeno Bar Semente, surgiu o então Grupo Semente, o qual acompanhava a cantora Tereza Cristina, daí em diante o grupo apareceu para o Brasil e o Mundo. Com apresentações da França à Rússia, da Índia ao Japão. Acompanhou de Marisa Monte a Dona Ivone Lara, e navega com belos arranjos, repertório primoroso e composições de todos os integrantes.

O grupo é formado por Bruno Barreto (voz e percussão), João Callado (cavaquinista, compositor e arranjador)  Bernardo Dantas (violões), Marcos Esguleba e Mestre Trambique (vozes e percussões).

Uma característica do grupo é a democracia e heterogenia onde todos influenciam nas decisões, desde a Zona Sul à Zona Norte, mesclando influências típicas das regiões cariocas, desde a universidade, rodas de samba até às escolas de samba, inclusive de músicos como Esguleba e Trambique, que já tocaram com o saudoso Cartola.

Neste ano o grupo recebeu o troféu do 26º Prêmio da MPB, como melhor grupo de Samba.

GRUPO ARRUDA

São 10 anos, completados em maio de 2015, de samba e amizade, pois o Arruda e seus componentes acreditam que o samba é muito mais que um estilo musical, é um estilo de vida, um jeito de viver. Tudo começou de maneira despretensiosa na famosa banca da tia Zezé, ao lado do viaduto da Mangueira, hoje se apresenta de maneira consistente em renomadas rodas de samba, como Renascença e Samba Luzia, além de conceituadas casas de show do porte da Lapa 40º, Imperator, Centro Cultural Carioca, Terreirão do Samba e outros redutos do samba. A intenção era apenas se divertir, relembrar os grandes mestres e sambas antigos da Estação Primeira. De lá para as melhores casas de shows e rodas de samba do Rio de Janeiro e São Paulo, são 10 anos fielmente dedicados ao mais brasileiro dos ritmos.

Muitas conquistas marcam 2014, mas a principal, contou com a direção musical do mestre Milton Manhães e arranjos de Ivan Paulo, o grupo realizou o sonho de gravar o primeiro CD da carreira, homônimo. São 13 faixas inéditas, de renomados compositores, como Toninho Geraes, Claudinho Guimarães, Altay Veloso, Xande de Pilares, e, também, representando a nova geração, André da Mata, Rafael de Moraes, Armandinho do Cavaco e Nego Josy.

Serviço:

Roda de Samba do Imperator – Centro Cultural João Nogueira

Dia: 10 de dezembro de 2015

Horário: das 20h às 00h

Local: Imperator

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier

Ingressos: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia-entrada), na bilheteria do Imperator e http://www.ingresso.com

Informações: (21) 2597-3897 | 2596-6523

Aproveite a lista amiga para comprar seu ingresso (somente até 3 ingressos), envie e-mail para: clubedosamba47@gmail.com  ou solicite a inclusão pela Fanpage do Clube do Samba: https://www.facebook.com/events/1724872601082467/

Menino Maluquinho: A Ópera

A Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura (SEC), encerra com Menino Maluquinho: A Ópera a temporada lírica do segundo semestre de 2015, que leva a assinatura do Maestro André Cardoso. Composta por Ernani Aguiar, a obra tem libreto de Maria Gessy de Sales escrito com base no best-seller homônimo Ziraldo Alves Pinto. A montagem que celebra os 35 anos de lançamento do livro é uma coprodução do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, da FBL Criação e Produção e da Dell’Arte Soluções Culturais e conta com patrocínios do Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, Rio Prefeitura – Cultura, Petrobras, Estácio, TIVIT e Unimed Rio. Serão sete récitas apresentadas pela Orquestra Sinfônica da UFRJ e o Coral Infantil da UFRJ nos dias 05, 06, 10, 11, 12 e 13 de dezembro (neste dia, uma sessão matutina e outra vespertina) com mais de 100 artistas – dez solistas adultos e três infantis, um coral infantil de 40 crianças, um coral adulto de 16 integrantes e uma orquestra com 35 músicos.

Esta ópera terá como solistas dos papéis centrais, revezando-se ao longo da temporada, os sopraninos Tiê Kuhl e Pedro André Mendes (Menino Maluquinho), Carolina Morel e Isabele Lopes (Julieta) e Diogo Dias e Paulo Vinícius Pantaleão (Bocão). Completam o elenco, as sopranos Flávia Fernandes (Mãe), Luisa Suarez e Mariana Gomes (Bruxas), as mezzo-sopranos Vívian Delfini (Professora / Babá), Lily Driaze (Avó) e Beatriz Simões (Bruxa), os barítonos Marcelo Coutinho (Tempo / Simbá / Fantasma) e Fabrizio Claussen (Avô), além dos tenores Geilson Santos (Saci) e Guilherme Moreira (Pai / Porteiro). Cheia de superlativos, a ficha técnica contará com cenografia de Daniela Thomas e Camila Schmidt, iluminação de Jorginho de Carvalho, figurino de Pedro Sayad, coreografia de Renato Vieira, direção cênica de Sura Berditchevsky e direção musical e regência de Roberto Duarte.

“Na organização da temporada do segundo semestre de 2015 do Theatro Municipal, tivemos a preocupação de inserir, ao lado de títulos consagrados como Don Pasquale e As Bodas de Fígaro, óperas voltadas para o público infantil. Assim foi com A Menina das Nuvens, de Villa-Lobos, em outubro, e agora com O Menino Maluquinho, de Ziraldo e Ernani Aguiar. As crianças também gostam de ópera. Não só de assistir, mas também de fazer. No palco e no fosso do Municipal, estarão vários meninos e meninas, de todas as idades, todos maluquinhos por ópera, um gênero sem contraindicações’, comenta o Maestro André Cardoso, Diretor Artístico do TMRJ.

Lançado em 1980, na Bienal do Livro de São Paulo, O Menino Maluquinho transformou-se no maior sucesso editorial desta feira literária. Durante estes 35 anos, o livro, que foi traduzido para várias línguas (entre elas espanhol, italiano, inglês, alemão, francês e basco), continua sendo um best-seller infantil: virou história em quadrinhos, peça de teatro, filme e série em TV. Em 1989, identificado com a máxima de Ziraldo, para quem “uma criança feliz só pode virar um adulto legal”, o compositor e regente Ernani Aguiar – um dos musicistas mais prestigiados no país – escreve uma cantata para coro infantil e orquestra, relatando as peripécias do “Maluquinho”. A boa repercussão da cantata motivou-o, em 1993, à criação da ópera com o mesmo nome, com a participação de treze solistas, sendo três crianças (Maluquinho, sua namorada Julieta e Bocão, o melhor amigo), coro adulto, coro infantil e orquestra sinfônica. A montagem estreou no mesmo ano, com êxito de público e crítica, no Theatro Central de Juiz de Fora.

Sobre a Diretora Cênica – Sura Berditchevsky

Atriz, diretora, autora, produtora e professora de teatro, Sura Berditchevsky nasceu em São Paulo, em 1953. Formada em Jornalismo pela Universidade Federal Fluminense, iniciou a carreira artística com Maria Clara Machado, no Teatro O Tablado, tornando-se professora do curso e referência na área. Formou o Grupo de Teatro de Rua Irmãos Flagello, com a direção de Maria Clara Machado e do coreógrafo Zdenek Hampl, atuando em espaços públicos entre 1976 a 1979. No teatro, integrou nas montagens de O Beco de Brecht, de Bertolt Brecht; A cantora Careca, de Eugène Ionesco; A Serpente, de Nelson Rodrigues; Hedda Gabler, de Henrik Ibsen; Na Sauna, com direção e adaptação de Bibi Ferreira, Oito Mulheres, de Robert Thomas; e A Rosa Tatuada, de Tennessee Williams; entre outras. Como diretora, autora e produtora de espetáculos teatrais fez Um Fiasco, Um Peixe Fora d’Água, Vale a Pena, Peter Pan, Diário de um Adolescente Hipocondríaco, Como Nasce o Palhaço, Atacado & Varejo, Valsa nº 6, Cócegas e Cosquinha. Em 1979, estreou em televisão na novela Dancin’ Days, na Rede Globo, e, em 1980, foi uma das protagonistas de Marrom Glacê. Atuou também nas novelas Plumas e Paetês, Terras do Sem Fim, Santa Marta Fabril, Barriga de Aluguel, Era uma Vez, Selva de Pedra, Senhora do Destino e Malhação. No cinema, fez Coronel Delmiro Gouveia, de Geraldo Sarno, em 1978. Nos anos 1980, atuou nos longas-metragens Os Sete Gatinhos, adaptação de Neville d’Almeida para a peça de Nelson Rodrigues; e Noites do Sertão, de Carlos Alberto Prates Correia. Atualmente, se dedica mais à carreira de educadora, diretora e escritora, coordenando a Companhia Teatral Sura Berditchevsky, voltada para o teatro infantojuvenil. Tem três livros publicados, incluindo sua primeira peça infantil, Um Peixe Fora d’Água, que conquistou cinco prêmios Mambembe e um Prêmio Coca-Cola.

Sobre o Diretor Musical e Regente – Roberto Duarte

 

Roberto Duarte é um dos mais requisitados regentes brasileiros. Fez seus estudos no Rio de Janeiro (UFRJ), aperfeiçoando-se mais tarde na Itália e na Alemanha com bolsa especial do DAAD. Sua carreira Internacional começou ao receber o Prêmio Serge Koussevitzky, no Concurso Internacional de Regência do Festival Villa-Lobos, em 1975. Entre as principais orquestras que tem dirigido fora do Brasil estão a Tonhalle Orchester Zürich, Orchestre de la Radio Suisse Romande, Moscow Chamber Orchestra, Tchaikowsky Symphony Orchestra Moscow e a Bruckner Sinfonie Orchester Linz,  entre outras. Foi Regente Titular e Diretor Artístico da Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ (1981–1994), da Orquestra Sinfônica do Paraná (1998-1999) e da Orquestra Unisinos, no Rio Grande do Sul (2003-2006), fundador e Diretor Musical da Orquestra do Theatro São Pedro, em São Paulo (2010-2012). Duarte recebeu da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA o prêmio de Melhor Regente do Ano de 1994 e 1997. Em 1996 recebeu da Funarte, o Prêmio Nacional da Música, como regente. Em 2001 e 2010 o Prêmio Carlos Gomes como regente e revisor. Foi professor Regência e Prática de Orquestra na UFRJ; ministrou masterclasses em vários estados brasileiros e também no Chile, Grécia, Suíça e Itália. Integrou o Conselho Estadual de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. É membro da Academia Brasileira de Música, da Academia Brasileira de Música e Letras e da Academia Nacional de Música.

SERVIÇO:

 

MENINO MALUQUINHO: A ÓPERA

CORAL INFANTIL DA UFRJ E ORQUESTRA SINFÔNICA DA UFRJ

Música – Ernani Aguiar

Libreto – Maria Gessy de Sales,

                com base no livro de Ziraldo Alves Pinto

Coprodução – Theatro Municipal do Rio de Janeiro, FBL Criação e Produção e Dell’Arte

Videografismo – Rico Vilarouca e Renato Vilarouca

Visagismo – Mona Magalhães

Iluminação – Jorginho de Carvalho

Figurino – Pedro Sayad

Coreografia – Renato Vieira

Cenografia – Daniela Thomas e Camila Schmidt

Direção Cênica – Sura Berditchevsky

Direção Musical e Regência – Roberto Duarte

Solistas:

Menino Maluquinho

Tiê Kuhl, sopranino

Pedro André Mendes, sopranino

Julieta

Carolina Morel, sopranino

Isabele Lopes, sopranino

Bocão

Diogo Dias, sopranino

Paulo Vinícius Pantaleão, sopranino

Tempo / Simbá / Fantasma

Marcelo Coutinho, barítono

Saci

Geilson Santos, tenor

Professora / Babá

Vívian Delfini, mezzo-soprano

Pai / Porteiro

Guilherme Moreira, tenor

Mãe

Flávia Fernandes, soprano

Avó

Lily Driaze, mezzo-soprano

Avô

Fabrizio Claussen, barítono

Bruxas

Luisa Suarez, soprano

Mariana Gomes, soprano

Beatriz Simões, mezzo-soprano

 

 

Participação Especial:

 

Associação de Canto Coral

Regente titular – Jésus Figueiredo

 

Coral Infantil da UFRJ

Regente titular – Maria José Chevitarese

 

Patrocínio: Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, Rio Prefeitura – Cultura, Petrobras, Estácio, TIVIT e Unimed Rio

 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano, s/nº – Centro

 

Dias 05, 10 e 11 de dezembro, às 20h

Dias 06 e 12 de dezembro, às 17h

Dia 13 de dezembro, às 11h30 e às 17h

 

Preços:

Frisa/Camarote – R$ 504,00

Plateia / Balcão Nobre – R$ 84,00

Balcão Superior – R$ 60,00

Galeria – R$ 30,00

Desconto de 50% para portadores de necessidades especiais, idosos e estudantes.

Capacidade – 2.227 lugares

Classificação etária – Livre

Duração – 80 minutos, com intervalo

Informações – (21) 2332-9191

Vendas na Bilheteria, no site Ingresso.com ou pelo telefone 21 4003-2330

 

Rio 450° – A música nos detalhes

Um concerto, no próximo dia 8 de dezembro , na Sala Cecília Meireles , marcará o lançamento do DVD ” Rio 450° – A música nos detalhes da cidade“, com o Quarteto Radamés Gnattali. No programa, obras de compositores brasileiros como Villa-Lobos, Ricardo Tacuchian, Claudio Santoto e Radamés Gnattali. O projeto busca celebrar os 450 anos do Rio por meio da música e de imagens que retratem a rotina da cidade.

A apresentação terá início às 20h e os ingressos serão vendidos a preços acessíveis – R$10 e R$5 (meia).

Sobre o DVD “Rio 450° – A música nos detalhes da cidade”

A ideia de homenagear a cidade, mostrando as várias nuances da chamada “carioquice”, partiu da Baluarte Cultura, agência que há 10 anos busca pensar projetos que possam contribuir para novos olhares e ampliação de percepções sobre temas diversos. De acordo com Paula Brandão, uma das sócias da empresa e responsável pela concepção do projeto, o objetivo do DVD é retratar um Rio de Janeiro clássico, que conversa com o popular. “A chegada das comemorações dos 450 anos do Rio de Janeiro nos inspirou a pensar de que forma poderíamos homenagear a cidade que respira cultura e nos proporciona tantas realizações memoráveis”, explica.

A missão de inserir as seis faixas selecionadas por Carla Rincón (diretora musical do DVD) no universo carioca ficou por conta de Paulo Henrique Fontenelle (do aclamado Cassia Eller), que assina a direção e montagem do vídeo. A realização é da Baluarte Cultura e o projeto conta com a apresentação e o patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura, e da Schlumberger, copatrocínio da Wilson Sons e apoio da AMT e Mills, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.

Para fugir do mero registro de um concerto, o diretor Paulo Henrique Fontenelle mesclou imagens do grupo executando as músicas em espaços bem cariocas e carregados de história – como o Parque das Ruínas, o Semente, o Centro Cultural Carioca e a Sala Cecília Meireles – com cenas da cidade ao longo de 24 horas. Com ângulos inusitados, são exibidos quadros do amanhecer na praia, da feira, da natureza, da garotada batendo bola e soltando pipa, da feira hippie, do cafezinho, do fim de noite na Lapa. “Tenho uma ligação com música muito forte. Dirigi filmes sobre artistas da música brasileira, como Arnaldo Batista e Cássia Eller, e mais de 20 videoclipes. E o Rio 450° é um grande videoclipe, que tem a cidade como protagonista”, explica o diretor.

O repertório selecionado por Carla Rincón (que é violinista do Quarteto Radamés Gnattali) é composto por obras de compositores brasileiros que tiveram o Rio de Janeiro como principal pano de fundo para o desenvolvimento de suas trajetórias musicais. “O espectador vai ver a alma do Rio de Janeiro nesse vídeo. Não só o óbvio, que são as praias, o Cristo, as mulheres bonitas, mas algo mais profundo, o convívio com o outro, o povo trabalhador. O Paulo (Fontenelle) fez isso de uma forma muito particular e dinâmica”, afirma Carla.

A primeira peça executada é o Quarteto Popular para violinos, viola e violoncelo (3º movimento), de Radamés Ganattali. Permeando as imagens do Quarteto no tradicional Bar Semente, na Lapa, estão a orla de Copacabana e cariocas praticando esportes, além de barcos e praças. Em seguida, Quatro quadros de Jan Zach para violinos, viola e violoncelo (4º movimento) tem os músicos no Centro Cultural Carioca e imagens de feiras e as cores de suas frutas e flores.

Imagens da Escadaria Selarón, na Lapa, florestas e animais acompanham o quarteto durante a execução do Quarteto de cordas nº 3 (2º movimento), de Heitor Villa-Lobos. Nessa faixa, os músicos também aparecem no Bar Semente. O violonista Fabio Zanon faz uma participação no DVD durante a quarta música. Estação Mangueira, de Maurício Carrilho, é levada pelo “quinteto”, também no CCC, sob imagens que remetem à boemia carioca, como a o tradicional chope e os arcos da Lapa. Em seguida, durante a execução do Quarteto de cordas nº 3 Bellagio, de Ricardo Tacuchian, o espectador será presenteado com imagens do Cristo Redentor e de murais com mensagens do Profeta Gentileza. Para essa interpretação, o grupo foi filmado em todas as locações anteriores mais a Sala Cecília Meireles (Espaço Guiomar Novaes) e o Parque das Ruínas. Para fechar o DVD, o Terceiro Quarteto de Cordas (1º movimento), de Claudio Santoro. Imagens do Quarteto Radamés Gnattali, na Sala Cecília Meireles, se mesclam com a paisagem do Rio.

Sobre o Quarteto Radamés Gnattali

Com o repertório basicamente dedicado à música brasileira, os músicos se apresentam regularmente em grandes festivais, com turnês por Europa, África, América do Sul e do Norte. Vencedor dos prêmios Rumos Itaú 2007 e XIII Prêmio Carlos Gomes como melhor conjunto de câmara do Brasil em 2009, indicado para o Grammy Latino 2012, Prêmio da Música Brasileira 2013 e Prêmio de Cultura do Governo do Rio de Janeiro 2012-2013, o Quarteto Radamés Gnattali despontou como o primeiro no mundo a gravar em DVD e Blu-ray os 17 Quartetos de Cordas do compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos.

Sobre a Baluarte Cultura

A Baluarte é uma empresa especializada em consultoria, gestão e capacitação cultural, com mais de 70 projetos realizados no Brasil e no exterior. Com excelência na área cultural, viabiliza ações criativas e transformadoras nas mais diversas linguagens, atendendo a importantes patrocinadores do segmento no país por meio das leis de incentivo à cultura. A Baluarte acredita que ações culturais trabalhadas de forma estratégica geram impactos positivos e são uma excelente ferramenta de comunicação de conteúdos.

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FICHA TÉCNICA :
“Rio 450° – A música nos detalhes da cidade”
Quarteto Radamés Gnattali: Carla Rincón (violino) / Andréia Carizzi (violino) / Estevan Reis (viola) / Hugo Pilger (violoncelo)
Realização: Baluarte Cultura
Correalização: Caixa de Música Produção para as Artes
Direção musical: Carla Rincón
Patrocínio: Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Schlumberger
Copatrocínio: Wilson Sons
Apoio: AMT e Mills

PROGRAMA :
1- Quarteto Popular para Violinos Viola e Violoncelo
Radamés Gnattali
Movido
Lento
Allegro Moderato

2- Quarteto de Cordas nº 3 (2º MOV)
Heitor Villa-Lobos

3- Quarteto de Cordas nº 3 Bellagio (2º mov Moderato)
Ricardo Tacuchian

4- 3º Quarteto de Cordas (1º mov)
Claudio Santoro

5- Quatro Quadros de Jan Zach Para Violinos Viola e Violoncelo
Radamés Gnattali
Poeta Brasileiro
Santo do Nosso Século
Paisagem
Feira

6- Cidade Maravilhosa
André Filho
Arranjo: Bruno Jardim

SERVIÇO :
“Rio 450° – A música nos detalhes da cidade”, com Quarteto Radamés Gnattali
Data: 08/12
Local: Sala Cecília Meireles
Endereço: Largo da Lapa, n°47 – Lapa / Rio de Janeiro
Horário: 20 horas
Lotação: 670 lugares
Classificação etária: Livre
Duração: 45 minutos
Ingressos: R$10,00 (inteira) / R$5,00 (meia entrada)
Local de venda: bilheteria da Sala Cecília Meireles ou através do site ingresso.com

Concerto de Natal no Teatro Bradesco

Retomando sua tradição de concertos natalinos, a Orquestra Petrobras Sinfônica levará ao público um concerto mais que especial, com temas típicos dessa época do ano, mesclados com músicas clássicas. Sob a regência do maestro assistente da OPES, Felipe Prazeres, este projeto possui todos os ingredientes para entrar no calendário de eventos culturais anuais da cidade do Rio de Janeiro. No Teatro Bradesco Rio os concertos acontecem no dia 20 de dezembro.

Regente Felipe Prazeres

Iniciou seus estudos aos onze anos e, aos quatorze, já atuava como solista frente à OPES. Atuou como solista ao lado das principais orquestras do Brasil. Colaborou com os maestros mais renomados do Brasil. Participou de master classes, como executante, com Augustin Dumay, Camila Wicks, Pierre Amoyal, Domenico Nordio, Boris Belkin, dentre outros artistas de prestígio. Participa ativamente do cenário brasileiro e internacional de música. Desde 2001, atua como spalla da Orquestra Petrobras, iniciando seu trabalho como regente assistente da OPES, em 2013.

Classificação: Livre

Duração: 70 minutos

SERVIÇO

CONCERTO DE NATAL

Dia 20 de dezembro

Domingo, às 16h e 20h Teatro Bradesco Rio (Avenida das Américas, 3900 – loja 160 do Shopping Village Mall – Barra da Tijuca) http://www.teatrobradescorio.com.br

INGRESSOS

Setor Valor

Frisas R$50,00

Balcão Nobre R$60,00

Camarote R$80,00

Plateia Alta R$100,00

Plateia Baixa R$120,00

DESCONTOS E CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:

– PROMOÇÃO PARA CURTIR JUNTO: na compra de um ingresso pelo valor inteiro, com mais um real você leva o segundo – limitado a 100 ingressos;

– 50% desconto para os 100 primeiros titulares Cartão Alelo na compra de 01 ingresso com Vale Cultura adquiridos somente na bilheteria do Teatro Bradesco Rio;

– 25% de desconto para Clientes Bradesco e guichê exclusivo na bilheteria do Teatro Bradesco Rio. Desconto limitado a 4 ingressos por sessão para o titular do cartão. Venda limitada de 200 ingressos por sessão;

– 25% de desconto para administradores e funcionários do Grupo Bradesco, limitado 04 ingressos por pessoa em compra antecipada efetuadas pelo site e limitado a 100 ingressos por sessão;

– 20% de desconto para assinante O Globo. Desconto limitado a 2 ingressos por sessão para o titular do cartão. Venda limitada de 200 ingressos por sessão e disponível apenas para compras efetuadas na bilheteria do Teatro Bradesco Rio;

– 20% de desconto Passaporte de Benefícios VillageMall em até 02 ingressos – limitado a 100 ingressos por sessão. Desconto válido apenas para compras efetuadas na Bilheteria do Teatro Bradesco Rio;

– 10% de desconto para titulares do Cartão Alelo Cultura, na compra de um ingresso, pago com o Cartão Alelo Cultura (vale-cultura), adquirido somente na bilheteria do Teatro Bradesco Rio.

*Crianças até 24 meses que fiquem sentadas no colo não pagam

**Descontos obrigatórios por lei são concedidos nos canais de vendas oficiais físicos, mediante apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário. Para compras feitas pelo site e call center, a comprovação se dará na retirada do ingresso, na bilheteria, e no acesso ao Teatro.

***Descontos não cumulativos.

Capacidade: 1.000 lugares

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:

Bilheteria Teatro Bradesco Rio: Av. das Américas, 3.900/Lj 160- Tel: 3431-0100 (de terça a domingo: 13h às 19h.)

CANAIS DE VENDAS OFICIAIS (Sujeito à taxa de conveniência): Site: http://www.ingressorapido.com.br (a compra pode ser feita até duas horas antes do evento)

Call Center: 4003-1212 (de segunda a sábado, das 9h às 22h, e domingo, das 12h às 18h)

FNAC Barra Shopping: Av. das Américas, 4.666 Loja B 101/114 (Segunda a sábado, das 10h às 20h, domingo, das 13h às 18h, e feriado, das 15h às 18h).

Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, dinheiro, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron. (Neste ponto de venda não é possível fazer a retirada de ingressos adquiridos pela internet e

call center)

Centro 021 Turismo: Avenida Rio Branco, 181 Sala 704 – Centro (Segunda a sexta, das 10h às 19h). Formas de Pagamento: somente em dinheiro. (Neste ponto de venda não é possível fazer a retirada de ingressos adquiridos pela internet e call center)

Theatro Net Rio: Rua Siqueira Campos, 143 (Segunda a domingo das 10h às 18h). Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, Dinheiro, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron.

Loja Vivo Ipanema: Rua Visconde de Pirajá, 443 (Segunda a sexta, das 13h às 19h, domingo, das 10h às 16h e aos feriados não há funcionamento). Formas de pagamento: Amex, Aura, Credicard, Diners, Dinheiro, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron.

Posto BR Piraquê: Av. Borges de Medeiros, s/nº (Todos os dias, das 9h às 20h). Formas de pagamento: Amex, Aura, Credicard, Diners, Dinheiro, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron. (Neste ponto de venda não é possível fazer a retirada de ingressos adquiridos pela internet e call center)

Posto Burgão: Estrada dos Bandeirantes, 3300 (Segunda a sábado, das 8h às 18h). Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, dinheiro, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron. (Neste ponto de venda não é possível fazer a retirada de ingressos adquiridos pela internet e call center)

Posto BR Bougainville: Rua Uruguai esquina com a Rua Maxell (Segunda a sábado, das 9h às 20h, domingo e feriado, das 9h às 16h). Formas de pagamento: somente em dinheiro.

Multipoint Leblon: Rua General Urquiza, 67 Loja B (Segunda a sexta, das 9h às 18h e sábado, das 10h às 14h. Não há funcionamento aos domingos e feriados). Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, dinheiro, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron. (Neste ponto de venda não é possível fazer a retirada de ingressos adquiridos pela internet e call center).

Cidade das Artes – Barra da Tijuca: Avenida da Américas, 5300 (Terça a quinta, das 13h às 19h e sexta a domingo, das 13h às 17h). Formas de pagamento: Amex, Diners, Dinheiro, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron.

Teenage Party no Teatro Bradesco

Formada em São Paulo, o grupo Fly nasceu do encontro de Paulo Castagnoli, Caique Gama, e Nathan Barone. Figuras frequentes em revistas teen, reality shows e eventos voltados para o público jovem, esses meninos descobriram por acaso a vontade mútua de começar a carreira artística fazendo o que mais gostavam: música. O trio acumula muitas participações em rádios e a música “Quero Você” figurando em primeiro lugar na rádio Disney e Transamérica em São Paulo, o segundo hit, “Você se foi” está nas principais rádios do país e entre as mais tocadas do estado de São Paulo. Agora, os três meninos, que estão dominando a cena pop, estão com o novo trabalho, o EP “Mais Um”, e a música de trabalho da vez é “Cabelos de Algodão”, que atingiu o 1º lugar das paradas do iTunes nos rankings de Singles e de Álbuns. No Teatro Bradesco Rio a atração TEENAGE PARTY RIO DE JANEIRO – BANDA FLY acontece no dia 19 de dezembro.

Classificação: Livre

Duração: 90 minutos

SERVIÇO

TEENAGE PARTY RIO DE JANEIRO – BANDA FLY

Dia 19 de dezembro

Sábado, às 15h30 Teatro Bradesco Rio (Avenida das Américas, 3900 – loja 160 do Shopping Village Mall – Barra da Tijuca) http://www.teatrobradescorio.com.br

INGRESSOS

Setor Valor

Frisas R$50,00

Balcão Nobre R$60,00

Camarote R$80,00

Plateia Alta R$100,00

Plateia Baixa R$120,00

“Solidariedade é Show” na Caccst

No dia 15 de dezembro de 2015 acontece a primeira edição do “Solidariedade é Show” promovida pela Cia Atores In Cena em prol da Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa – Caccst. Além dos shows de música, artistas de televisão, atletas e personalidades que apoiam a instituição e representantes de empresas parceiras marcarão presença, todos dando depoimentos em função da iniciativa.

 

Há 10 anos no mercado, sob direção do ator e produtor João Junior, Cia  vem produzindo além de show, espetáculos de teatro, cinema e festivais de música e dança.

 

“É um excelente projeto que alia diversão e entretenimento, além de fazer a sociedade refletir sobre a solidariedade e o fazer o bem ao próximo.” Explica João Junior, idealizador do projeto.

 

Com uma programação recheada de grandes atrações, a intenção é conseguir recursos que ajudem a instituição que atua no terceiro setor e trata de crianças com câncer há 15 anos no centro do Rio. Hoje a casa acolhe 80 famílias do Rio e de outros estados brasileiros.

 

Nomes como Banda Malta, Sambô, Buchecha, Kelly Key, Lexa, Mc Sapão, Jeff, UM44K, Mc Koringa, Mc Tarapi, Michael Band, Dj Rose Amorim, Dj Andre Barbarioli, dentre outros já estão confirmados para animar o público a partir das 19h na Casa de Shows da Tradição que fica na Estrada Intendente Magalhães, 160, Madureira.

 

SERVIÇO

Evento: Solidariedade é Show

Data: 15/12/2015 (Terça-feira)

Horário: 19h

Entrada: Primeiro Lote – R$ 10,00 Pista/ R$ 20,00 Jirau / R$ 30,00 Pista Premium /Camarote R$ 500,00

Local: Casa de Shows Tradição

Endereço: Estrada Intendente Magalhães – 160 – Madureira

Contato: solidariedadeshow@atresincena.com.br

Telefones: (21) 2496 8686 / 7834 3561

Classificação: 16 Anos.

Ponto de Venda: Lojas South, Casa do Atleta Niterói e Alcântara. Lojas Banco de Areia Rio Sul, Shopping

Leblon e bilheteria da Tradição.

Vendas: site@ingressomais.com.br

Circuito Carioca de Bossa Nova, de 6 a 12/12

O Circuito Carioca de Bossa Nova, que já está em sua segunda edição, ano passado aconteceu durante a copa do mundo, acontecerá de 06 a 12 de dezembro em sete casas do Rio de Janeiro, são elas: Otto, Otto Music Hall, Centro da Música Carioca Arthur da Távola, Teatro Municipal Café Pequeno, Vinicius Bar, Teatro Rival Petrobrás e no bar do Hotel Vila Galé.

Ao todo serão 20 shows e cerca de 60 artistas, entre músicos, cantores(as), instrumentistas, que mais uma vez fará a cidade respirar Bossa Nova.

Com a curadoria de Roberto Menescal e idealizado pelo gaúcho de nascimento, mas tijucano por adoção, Ottmar Grünewald Serveira, o Otto, apaixonado pela música e pelo gênero.

— Criei esse projeto no ano passado pelo grande número de turistas no Rio durante a Copa. Esse ano optamos por uma versão mais enxuta, mas não menos importante. Conseguimos reunir com poucos recursos grandes nomes da Bossa Nova e novos talentos do gênero. Explica o dono restaurante que leva o seu nome e da casa de espetáculos Otto Music Hall, um dos palcos do circuito.

— O Menescal se apaixonou pelo projeto e ajudou a selecionar os artistas que estarão no circuito, inclusive trazendo nomes da nova bossa nova — conta o empresário.

O Circuito desse ano será em comemoração aos 450 anos do Rio e ficará marcado pelos tributos e homenagens. A abertura, no dia 06

de dezembro, no Otto Music Hall, será uma grande homenagem ao

showman Miele, onde artistas e amigos se reunirão, para cantar e comemorar a vida, sob o comando de Chamon. Victor Biglione fará um Tributo a Tom Jobim e Áurea Martins ao grande Jhonny Alf.

As boas novas, porém, ficam a cargo do Paulista Alle Vanzzela com a sua Indie Bossa, que mescla Bossa Nova e Indie Rock.

Casas participantes

* Otto – Rua Uruguai, 380 – Tijuca

* Otto Music Hall – Rua Mariz e Barros, 1050 – Tijuca

* Teatro Municipal Café Pequeno – Av.Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon

* Centro da Música Carioca Arthur da Távola – Rua conde Bonfim, 824 – Tijuca

* Vinicius Bar – Rua Vinicius de Moraes, 39 – Ipanema

* Hotel Vila Galé – Bar Vinicius de Moraes – Rua do Riachuelo, 124 – Centro

* Teatro Rival Petrobrás – Rua Álvaro Alvim, 36 – Centro

Flávio Venturini no Teatro Rival

2015 foi uma ano de muita estrada para o inquieto artista mineiro. Sempre se envolvendo em novos desafios o ano foi de muitos projetos: Encontro Marcado, que reuniu no palco ele, 14 Bis e Sá&Guarabira, lançou seu soog book, comemorou os 20 anos do seu emblemático CD ‘Noites com Sol’ , e fez uma tournê por algumas cidades no Japão e fez shows de lançamento pelo Brasil do seu mais recente Cd ‘Venturini’.

E é desse mix de acontecimentos que Flávio Venturini se inspirou para preparar o repertório. Do Encontro Marcado vai interpretar ‘Caçador de Mim’, do Japão vai recuperar 2 temas instrumentais ‘ Fantasia Barroca ‘ e ‘Estrelas ‘, ambos ele é o autor. Para comemorar os 20 anos do Noites com Sol Flávio revive ‘Pensando em você, se sua autoria e Kimura.  Do song book vai trazer seus grandes sucessos como ‘Todo Azul do Mar’,  ‘Espanhola’ e ‘Céu de Santo Amaro’, entre outros. E como estamos na época de presentes, ele vai apresentar uma música inédita ‘Mantra de São João’( letra e música de sua autoria ).

Acompanham o  artista no show Christiano Caldas nos teclados, Marcelo Martins no sax, André Godoy na bateria e Aloisio Horta no baixo.

Um dos principais cantores, compositores e instrumentistas brasileiros, Flávio Venturini tem em seu repertório clássicos da nossa MPB como “Noites com Sol”, “Besame”, “Nascente”, “Princesa”, “Espanhola”, “Todo Azul do Mar”, “Céu de Santo Amaro”, “Mais uma vez” entre outras jóias sonoras que há décadas ornamentam os melhores anos de lindas juventudes de gerações diversas.

Em sua trajetória como cantor, pianista e arranjador, Venturini vendeu mais de um milhão de cópias em 25 álbuns, com inúmeras musicas emplacadas em novelas de TV, além de trabalhos para o teatro e o cinema.

Surgido nas Minas do Clube da Esquina, com passagem como cantor, compositor e tecladista por bandas como O Terço e 14 Bis, Flávio inicia sua carreira solo com o álbum “Nascente”, de 1981. O disco o revela como intérprete e autor apurado, a partir da faixa-título, gravada anteriormente por Milton Nascimento, e das clássicas “Espanhola” e “Princesa”.

Ao longo dos anos 80 e 90, se consagra com um dos grandes hitmakers brasileiros em álbuns como “Andarilho de Luz” (1984), “Cidade Veloz” (1990), “Noites com Sol” (1994), “Beija-Flor” (1996) e “Trem Azul” (1998). Alem das melodias e harmonias elaboradas, sua marca é o canto suave e o lirismo contundente num universo de canções irresistíveis.

Flávio lançou o DVD “Não se Apague esta Noite” (2009), gravado ao vivo no Museu das Artes da Pampulha, em Belo Horizonte, e os discos “Canção sem Fim” (2006) e “Por que Não Tínhamos Bicicleta” (2004), ambos por seu próprio selo, Trilhos.Arte.

Lançou em 2014/15 ‘Venturini’ e conta com a participação especial do amigo Ivan Lins.

Flavio Venturini é um dos compositores mais gravados do país por intérpretes como Milton Nascimento, Leila Pinheiro, Nana Caymmi, Caetano Veloso, Simone, Renato Russo, Beto Guedes, Roupa Nova, Mart´nália, Emilio Santiago e muitos outros. No exterior, foi gravado por Peter Gabriel e Michael Brecker.

www.flavioventurini.com.br

 

 

Serviço:

Show – Rival Petrobras 81 anos apresenta Flávio Venturini.

Teatro Rival Petrobras

Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia -Tel:  2240-4469

Dias 04 e 05 de dezembro, sexta-feira e sábado, às 19h30

Abertura da casa às 18h30

Setor A / Mezanino:

R$ 100 (Inteira)
R$   50 (Meia-entrada)

Setor B:
R$ 90 (Inteira)
R$ 60 (Promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 45 (Meia-entrada)

Classificação – 16 anos

Capacidade: 458 lugares

 

Trem do Samba no dia 5

Idealizado pelo cantor e compositor Marquinhos do Oswaldo Cruz, o Trem do Samba está completando vinte anos e promete novamente movimentar a Zona Norte do Rio, no próximo dia 5 de dezembro, com a maior festa brasileira de celebração ao gênero. Como de praxe, cinco trens partirão da Central do Brasil rumo a Oswaldo Cruz, transportando algumas das mais tradicionais rodas de samba do Rio de Janeiro. O primeiro deles (fechado para convidados) abre os trabalhos pontualmente às 18h04, horário emblemático em que Paulo da Portela, fundador da azul-e-branca de Oswaldo Cruz, pegava o trem de volta para casa. Em seus vagões, sob o comando de Marquinhos, estarão reunidas as Velhas Guardas da Portela, do Império, da Mangueira, do Salgueiro e da Vila Isabel. As outras quatro composições darão sequência à festa, saindo em horários programados durante o período de uma hora, entre 18h24 e 19h24. Nessas estará uma turma da pesada que vai dos Democráticos de Guadalupe, Grupo Regente e Criolice ao Nossa Arte Niterói, Samba Puro de Belford Roxo e Cartola de Noel, passando pelos icônicos Bip Bip, Beco do Rato e Cacique de Ramos. Ao todo, estão previstas mais de 12 horas de festa. A expectativa é que a 20ª edição do Trem do Samba, que tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e da Petrobras, reúna mais de 500 mil pessoas.

_ Após vinte anos de trajetória e de muitas histórias construídas, o projeto continua com o mesmo fôlego, o mesmo vigor e frescor. Isso prova a seriedade com que tocamos o Trem do Samba e a importância do nosso trabalho na preservação e difusão do gênero musical mais importante do país _ salienta Marquinhos de Oswaldo Cruz.

A abertura do 20º Trem do Samba será às 13h no palco Vó Maria, na Central do Brasil, com o aquecimento das comemorações animadas por DJs. Às 15h começarão os shows gratuitos de Velhas Guardas de tradicionais escolas de samba: Império Serrano, Vila Isabel, Salgueiro, Mangueira e Portela. Noca da Portela, Nelson Sargento, Wilson Moreira, Tantinho da Mangueira, entre outros baluartes também participam da festa. A partir das 18h04, o samba salta para dentro dos vagões a caminho de Oswaldo Cruz, onde diversos artistas se apresentarão em três palcos principais (batizados Tia Doca, Dona Zica e Tia Eunice) e em outros 15 pontos distribuídos por ruas do bairro. Veja programação completa no anexo.

TREM DO SAMBA SE INTERNACIONALIZA

E FAZ SUCESSO NA FRANÇA

Neste 2015, o Trem do Samba iniciou os festejos de suas décadas de história com uma passagem avassaladora, em setembro, por Lille e Nice, na França. O projeto ganhou o aval das prefeituras dessas duas belas cidades e foi o grande destaque em festivais que agitaram as duas capitais. Tudo sob o comando do mentor do projeto Marquinhos de Oswaldo Cruz. Em Lille, o Trem passou pelo Lille 3000, um dos mais importantes encontros de arte que movimenta a maior cidade da região Nord-Pas de Calais. Já em Nice, a parada se deu no Théâtre du Verdure, com um grande espetáculo, reunindo alguns dos mais importantes e emblemáticos representantes do samba carioca, entre eles Tia Surica da Portela, a grande matriarca da azul-e-branco de Oswaldo Cruz, Thaís Macedo, a mais nova revelação do gênero, e o tradicional Jongo da Serrinha.  O ponto alto da estada em Nice ficou por conta da reprodução do clima festivo que nossos artistas imprimiram no VLT da cidade.

_ Foi uma alegria imensa  levar um projeto tão relevante como o Trem do Samba para a França. Foi simbólico tocar em Lille e em Nice, apresentando nossa cultura em um intercâmbio que tem tudo para ser duradouro _ diz Marquinhos.

A consolidação da proposta de levar o Trem do Samba para a França se deu em agosto do ano passado durante a visita do prefeito de Nice, Christian Estrosi, ao Brasil. Na ocasião, Estrosi assinou uma carta-compromisso, selando a parceria para a realização do evento neste ano. O acordo foi articulado pelo jornalista Vagner Fernandes, ex-assessor de imprensa do Consulado da França no Rio junto ao cônsul-geral Brice Roquefeuil. Fernandes faz a Direção Executiva do projeto e Ana Muller, empresária de Marquinhos, assina a Direção-Geral. A ida a Nice é parte das comemorações dos 450 anos de fundação da Cidade do Rio de Janeiro.

_ Marquinhos é um grande amigo e parceiro. Assim que me falou sobre o sonho de levar o Trem do Samba para a França, imediatamente tratei de articular junto ao Consulado no Rio. O Brice (Roquefeuil) tem sido extraordinário. O Trem do Samba em Lille e em Nice foi um grande sucesso e se converterá no maior festival de música brasileira no exterior _ destaca Vagner Fernandes

A carta-compromisso assinada pelo prefeito Christian Estrosi, originalmente batizada Lettre d’Intention, destacou pontos importantes. Entre eles, a meta de “internacionalizar o Trem do Samba em Nice, nomeadamente com a organização desta primeira edição de 2015, garantindo assim o fortalecimento do diálogo cultural entre os dois países, crescente desde há muitos anos”.

Amante da cultura brasileira, Brice Roquefeuil, o cônsul-geral da França no Rio de Janeiro, é um entusiasta do Trem do Samba em Nice. Há dois anos na cidade, veio percorrendo e visitando com o jornalista Vagner Fernandes alguns locais do Rio. E, durante esses encontros, conheceu o samba de Marquinhos de Oswaldo Cruz, a quem convidou para uma apresentação na Casa Bleue, montada no Jockey Club, durante a Copa do Mundo de 2014. No espaço, idealizado pela Federação Francesa de Futebol para abrigar os compatriotas em cada uma das cidades onde a Seleção Francesa jogou, Marquinhos encantou com seu samba tradicional ao lado do Bloco Timoneiros da Viola.

_ É uma felicidade ver esta amizade entre o nosso país e o Rio se traduzir pela ida à França de um projeto cultural, como o Trem do Samba, que encarna tão bem a identidade carioca. Tia Surica, Marquinhos de Oswaldo Cruz e todos os artistas envolvidos são verdadeiros embaixadores da cultura no Rio de Janeiro _ destaca Brice

Para o projeto em Nice, por exemplo, o prefeito Christian Estrosi manteve o formato original do evento, com a sua tradicional viagem de trem (lá foi no VLT) e a realização de um grande show no Théâtre du Verdure, o principal e mais importante palco da cidade. De acordo com Ana Muller, Diretora-Geral do Trem do Samba, a ida à França foi fundamental para a internacionalização do projeto:

_ Demos um pontapé inicial extraordinário no processo de difusão do Trem do Samba no exterior. Conseguimos manter o projeto vivo e com um público atuante. Isso é uma prova da força singular de expressão artística que o Trem do Samba carrega _ salienta Ana Muller.

Milton Nascimento no Teatro Bradesco

O show de Milton Nascimento, marcado para o dia 16 de dezembro, às 21h, no Teatro Bradesco Rio, na Barra da Tijuca, foi adiado por motivo de saúde do artista. A nova apresentação já tem data para acontecer: 04 de fevereiro, no mesmo horário e local. Os ingressos que já foram adquiridos seguem válidos para a nova sessão. Aos que optarem por reembolso os procedimentos são os seguintes:

Compras efetuadas nos canais de vendas oficiais:

Os clientes deverão solicitar o estorno dos valores até o dia 15 de janeiro de 2016, no mesmo local da compra, portando documento de identidade do comprador e ingresso (s) adquirido (s).

Compras efetuadas pelo site ou call center da Ingresso Rápido:

O cliente deverá informar o desejo de cancelamento e solicitar o estorno do valor de ingressos e taxa de conveniência por meio do telefone 4003-2051 ou e-mail sac@ingressorapido.com.br

Cartão de débito: o atendente informará o prazo para reembolso;

Cartões de crédito: o estorno acontecerá na próxima fatura ou subsequente;

Em dinheiro: a devolução acontecerá igualmente, em dinheiro, caso a venda tenha sido realizada na bilheteria do Teatro Bradesco Rio.

Fundo de Quintal no Imperator

O Dia Nacional do Samba, comemorado no dia 02 de dezembro, terá um gostinho especial para o Grupo Fundo de Quintal e para o público. Em comemoração a data, o grupo, oriundo do bairro de Ramos, faz sua estreia no palco do Imperator. E para essa comemoração, o grupo promete um show imperdível e lança o CD de inéditas “Só Felicidade”.

 A faixa que leva o título do CD já é uma das mais pedidas nas rádios e rodas de samba, mas o grupo promete tocar os sucessos, entre eles os clássicos: “Lucidez”, “Nosso Grito”,“Chuá Chuá”, “O Show Tem Que Continuar”, “Parabéns Pra Você”, “A Amizade”, “Batucada dos Nossos Tantãs”, “E Eu Não Fui Convidado”, “Boca Sem Dente”, “Ô Irene”, “Só pra Contrariar e “Vai Lá Vai Lá”.

Incrementando a noite de comemoração do estilo musical que identifica o Brasil no exterior, o grupo convidou o cantor e compositor Juninho Thybau, para fazer o show de abertura. Considerado como um dos novos nomes do samba, Juninho, compôs as canções “A Vitória Demora Mas Vem”, gravada por Diogo Nogueira; “Eu Carrego o Patuá”, gravada por Mariene de Castro; “Tempo de Menino”, gravada por Zeca Pagodinho, entre outros artistas.

Na apresentação, o sambista também irá cantar “Filhos de Jorge”, de sua autoria, e sambas de Almir Guineto, Monarco e Zeca Pagodinho. Os amantes do samba podem esperar uma noite especial por que as atrações garantem transformar o Centro Cultural João Nogueira – Imperator, numa verdadeira roda de samba.

 Saiba Mais sobre o grupo Fundo de Quintal:

No palco, Bira Presidente – que além de exímio pandeirista – é dono absoluto do samba no pé e junto com Sereno e Ubirany forma o trio pioneiro do Fundo de Quintal. Sereno, além de cantor e compositor, é o inventor do tantan e Ubirany, o criador do repique de mão. Assim como o irmão, Ubirany não deixa ninguém parado quando risca o chão.

Ademir Batera, também conhecido como baterista sorriso, é a pulsação do grupo. Mário Sérgio e Ronaldinho, que juntos formaram a dupla de compositores mais duradoura do Fundo de Quintal, assinaram sucessos, como: “Chega Pra Sambar”, “Amor dos Deuses” “Além dos sonhos da ilusão” e “Ilha da Roça”.

 

SERVIÇO: Fundo de Quintal no lançamento do CD “Só Felicidade” –

Show de abertura Juninho Thybau

Dia 2 de dezembro , quarta-feira, às 20h

Imperator – Centro Cultural João Nogueira – Rua Dias da Cruz 170, Méier

Tel: 2597-3897

Plateia inferior e balcão: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
Pista: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)
Classificação etária: Livre
Lotação da casa: 724

Recital “Poema Bar” no Glauce Rocha

O Teatro Glauce Rocha, no Centro do Rio, recebe de 3 a 6 de dezembro (quinta a domingo) o recital de música e poesia “Poema Bar”, apresentado pelo ator Alexandre Borges acompanhado pelo pianista português João Vasco e a cantora portuguesa Sofia Vitória. A apresentação faz parte da ocupação Em Cena Para Todos, realizada pela produtora Ymbu Entretenimento e toda a renda das apresentações será revertida para a Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa (www.caccst.org.br), que há 15 anos atua na cidade do Rio de Janeiro.

A celebração entre a música e a poesia do brasileiro Vinicius de Moraes e do português Fernando Pessoa foi a motivação encontrada pelo pianista João Vasco e o ator Alexandre Borges para criarem o recital POEMA BAR. Enquanto o ator brasileiro declama versos de ambos os poetas, o pianista português interpreta músicas que vão do fado às canções brasileiras. A dupla ainda conta com a participação luxuosa da cantora portuguesa Sofia Vitória. No repertório estão canções como “Amor em lágrimas” e “Acalanto da Rosa”, do aclamado compositor erudito brasileiro Cláudio Santoro e versões para canto e piano de fados portugueses, como “Gaivota” e “Meu Amor, Meu Amor”, arranjados por Jeff Cohen – pianista e professor no Conservatório Superior de Paris.

O cenário idealizado pelo cenógrafo Rogério Marcondes é composto por dois estandartes – painéis fotográficos com imagens trípticos, um recorte da geografia de Brasil e Portugal que permeia a vida e obra de Vinicius de Moraes e Fernando Pessoa. Duas mesas e três cadeiras também compõem a cenografia, remetendo a um café lisboeta ou um botequim carioca.  O desenho de luz concebido pelo premiado Domingos Quintiliano propicia um ambiente insólito de um bar com traços poéticos.

Espetáculo já foi visto por 16 mil pessoas

 

POEMA BAR estreou em grande estilo em um dos lugares mais apropriados: a Casa Fernando Pessoa, em Lisboa – Portugal. Em seguida o recital foi apresentado na Alemanha, no Teatro Bühne der Kulturen, em Colônia. O público brasileiro conheceu POEMA BAR em outubro de 2011, quando o grupo promoveu uma semana em comemoração aos 98 anos de Vinicius de Moraes. Mais uma vez, a estreia não poderia ser em outro lugar, senão no restaurante em que ele e Tom Jobim fizeram história.  A Casa Villarino abriu suas portas para receber o melhor da música e poesia em um encontro regado de emoção. Outro cenário escolhido para apresentação foi a comunidade do Vidigal, onde está a sede do grupo Nós do Morro, criado pelo artista Guti Fraga. POEMA BAR encerrou a semana comemorativa no Teatro do Leblon, em uma bela apresentação. Em novembro de 2012, POEMA BAR abriu o Ano Brasil / Portugal celebrado entre setembro de 2012 e agosto de 2013, no Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso, em São Paulo.

A montagem circulou pelos teatros do SESI no interior do estado, nas cidades de São José dos Campos, Sorocaba, Campinas e Itapetininga. Sucesso de público na curta temporada, POEMA BAR retornou aos palcos dos teatros do SESI-SP em 2013 para mais uma turnê pelo interior de São Paulo e uma apresentação na capital. Em maio de 2013, Alexandre Borges, João Vasco, Mariana de Moraes e Sofia Vitória participaram da primeira mostra de teatro Tiradentes em Cenas, em Minas Gerais, apresentando pela primeira vez o recital em praça pública. No mês seguinte, POEMA BAR realizou a apresentação especial em homenagem aos 125 anos de Fernando Pessoa, no Teatro dos Anônimos – Fundição Progresso, no Rio de Janeiro. Por fim, neste mesmo ano, o espetáculo foi encenado no Teatro Castro Alves, em Salvador – BA.

Em comemoração ao centenário de Vinicius de Moraes, POEMA BAR regressou aos teatros europeus. O recital foi apresentado em Portugal nas cidades de Matosinhos, Porto, Alcântara e Lisboa. Em seguida, na Casa do Brasil – Cidade Universitária Internacional de Paris – França. Posteriormente, retornou aos palcos dos teatros brasileiros encerrando a celebração do centenário com apresentações no estado de Minas Gerais, em outubro de 2014. O recital foi destaque na 3º edição do Fliaraxá – evento literário em Araxá e no SESC Palladium, em Belo Horizonte. No mês de junho de 2015, a convite da Fundação Luso Brasileira, POEMA BAR participou das comemorações dos 450 anos do Rio de Janeiro, apresentando no Teatro de Câmara, na Cidade das Artes.

POEMA BAR foi visto por mais de 16 mil pessoas, sempre muito bem recebido pelo público. A montagem propõe uma nova óptica sobre a obra de dois poetas que, apesar de retratarem épocas diferentes, traduzem em versos a ampla cultura de seus países. O humor ácido e as paixões de Vinicius se unem ao romantismo de Pessoa em um show para ser visto, ouvido e, sobretudo, sentido.

Sobre a ocupação “Em Cena Para Todos”

Idealizado pela produtora carioca Ymbu Entretenimento, o projeto “Em cena para Todos” visa à ocupação e promoção do Teatro Glauce Rocha com espetáculos e artistas renomados, além de, novos talentos das artes cênicas no país. O projeto prevê ainda oficinas de Artes Cênicas, Teatro para Jovens, Expressão corporal e dramaturgia. O objetivo é dar oportunidade a artistas já formados, e ainda, novos candidatos a seguir a profissão de ator/atriz. Um diferencial é a oficina de Teatro para Jovens, com diretores especializados e com sucessos em cartaz dentre o público.

“Este projeto foi contemplado pela Fundação Nacional de Artes – FUNARTE no edital de Ocupação do Teatro Glauce Rocha 2015”

SERVIÇO:

POEMA BAR

Direção artística e recitante: Alexandre Borges

Pianista e Idealizador: João Vasco

Cantora Convidada: Sofia Vitória

Desenho de luz: Domingos Quintiliano

Cenografia: Rogério Marcondes

Produção executiva: Fábio Amaral

Produção: Candice Frederico

Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – (21) 2220-0259.

Data: 3 a 6 de dezembro de 2015

Horário: Quinta a sábado às 19h e Domingo às 18h.

Ingresso: R$ 20,00 (inteira) Toda a renda das apresentações será revertida para a Casa de Apoio à Criança Santa Teresa (www.caccst.org.br)

Classificação: 12 anos

Duração: 75 minutos

Gênero: Recital

Capacidade: 202 Lugares

Beto Saroldi no Teatro Rival

Saxofonista, compositor e  produtor musical, Beto Saroldi comemora no ano de 2015, 40 anos de carreira com show no Teatro Rival Petrobras, no dia 3 de dezembro, tendo como convidado especial, seu amigo e lenda da música brasileira, o Tremendão Erasmo Carlos.

São 5 discos em seu nome e mais de 300 gravados com as maiores estrelas de nossa música como Gilberto Gil, Erasmo Carlos, Barão Vermelho, Capital Inicial, Lulu Santos, Zizi Possi, Lô Borges, Guilherme Arantes, Alceu Valença, Wagner Tiso e muitos outros astros.

Tocou com o fabuloso Jim Capaldi do lendário grupo Inglês Traffic.

Participou dos maiores Festivais de Jazz dividindo noites com super estrelas como Milles Davis, B.B. King, Lionel Hampton e Paco de Lucia.

Seu mais recente CD solo, intitulado Rio Sugar Loaf, tem prefácio de Gilberto Gil que, carinhosamente o caracteriza de “eterno menino do Rio que a vida fez dele…””… as melodias, os riffs, as levadas, os funkeados, as baladas que ele aprendeu a amar por nós e para nós”.

Com Gil, seu padrinho e amigo, fez uma das maiores turnês internacionais na década de 80.

No show de 40 anos, Erasmo Carlos apresentará, com os solos de Beto, as músicas: Sentado à Beira do Caminho, Pega na Mentira e Minha Super Star. As duas últimas constam no álbum Mulher e explodiram nas rádios com o fraseado elegante  do Sax de Saroldi. Erasmo também faz questão de afirmar sobre o saxofonista que, “Além de seu fã, virei seu amigo!”

Sobre o repertório escolhido para a grande noite o próprio o define: ” Um show especial como esse, eu escolhi abrir com “Come Together” dos Beatles que foram determinantes na escolha de minha carreia. Além dos meus maiores sucessos, não poderiam faltar “Noites com Sol” do meu amigo Flavio Venturini, e as que têm o som da Motown como “What’s Going On” (Marvin Gaye) e “Superstition” (Stevie Wonder). São músicas que ficam lindas no Sax, o público adora ouvir e se tornaram uma marca.”

O show promete uma noite de sucessos com as mais belas composições e interpretações, com o balanço carioca do jazz-soul chique  Beto Saroldi!

 

Serviço: Beto Saroldi – 40 anos de música – participação especial Erasmo Carlos

Dia 3 de dezembro, quinta-feira, às 19h30

Abertura da casa às 18h30

Teatro Rival Petrobras

Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia -Tel:  2240-4469

Preços

R$ 60 (Inteira)

R$ 40 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)

R$ 30 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal / Funcionários da Petrobras)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

 

“Música do Leste Europeu” no Municipal

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro – vinculado à Secretaria de Estado de Cultura – realiza a última edição de 2015 da série Ópera do Meio-Dia, no próximo dia 2 de dezembro, na Sala Mário Tavares, no Prédio Anexo, com ingressos a R$ 10,00 e duração de uma hora. Sétimo programa deste ano, o concerto Música do Leste Europeu contará com as participações dos solistas do Coro do TM, a soprano Eliane Lavigne, a contralto Andressa Inácio, o barítono Fabrizio Claussen e o baixo Luis Farina, que irão executar trechos de obras dos compositores Tchaikovsky, Rachmaninoff, Dvorak, Prokofiev, Rimsky-Korsakov e Glinka. Os cantores se apresentarão acompanhados ao piano por Priscila Bomfim, que também responde pela direção musical. Esta série é realizada na primeira semana de cada mês, às quartas-feiras, e tem a finalidade de divulgar a ópera e oferecer arte a quem trabalha no Centro durante a pausa para descanso. O barítono Francisco Neves é responsável pela orientação cênica. O Maestro Titular do Coro do Theatro Municipal é Jésus Figueiredo.

Sobre a Diretora Musical e Pianista

 

Priscila Bomfim é pianista do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde trabalha com os cantores e solistas nas produções de ópera desde 2000. Aos 9 anos, venceu seu primeiro concurso de piano, em Braga, Portugal, onde nasceu. É Bacharel e Mestre em piano pela UFRJ, onde estudou com Mary Benaion, Luis Henrique Senise e Miriam Grossman, e onde cursou regência na classe do maestro Ernani Aguiar. Frequentou e participou de cursos de aperfeiçoamento com Linda Bustani, os cravistas Edmundo Hora e Jaques Ogg, com Daise de Luca nos EUA, Umberto Finazzi na Itália (2013) e Suíça (2014) e, mais recentemente, com o Maestro Riccardo Muti (2015) na Itália. Já se apresentou em importantes Salas de Concerto do Brasil, além do  Carnegie Hall  em NY/EUA (2010) e em cidades do Chile (2000), Itália (2013) e Varsóvia, na Polônia (2013). Dirigiu, em 2010, as óperas do Projeto Ópera no Bolso da Prefeitura do Rio de Janeiro, com direção cênica de André Heller-Lopes e a ópera Domitila, de João Guilherme Ripper, no Circuito Funarte de Música Clássica por diferentes estados brasileiros. Nas temporadas de ópera da Orquestra Sinfônica Brasileira Ópera & Repertório, atuou na preparação dos cantores solistas (2012) e do Coro (2013). Além do seu trabalho como pianista, vem desenvolvendo atividades também como regente e de assistente na preparação do Coro do Theatro Municipal do RJ. É diretora musical do Projeto Ópera do Meio-Dia, também deste Theatro, e prepara-se para gravar em CD um concerto para piano e orquestra dedicado a ela, composto pelo compositor italiano Armando Ghidoni.

 

 

SERVIÇO

ÓPERA DO MEIO-DIA – MUSICA DO LESTE EUROPEU

SOLISTAS DO CORO DO THEATRO MUNICIPAL

DO RIO DE JANEIRO

 

Solistas:

 

Eliane Lavigne, soprano

Andressa Inácio, contralto

Fabrizio Claussen, barítono

Luis Farina, baixo

 

 

Programa:

 

P. I. Tchaikovsky

Sred’ mrachnykh dney (Em meio a dias sombrios) – Romance Op. 73 nº 5

Net, tol’ko tot kto znal (Apenas um coração solitário) – Romance Op. 6 nº 6

 

S. Rachmaninoff

Christos voskris (Cristo ressuscitou) – Romance Op. 26 nº 6

V molchan’ji nochi tajnoj (No silêncio da noite) – Romance Op. 4 nº 3

 

A. Dvorak

Da ópera RusalkaMesicku na nebi hlubokem (Canção da Lua)

Když mne stará matka (Canções que minha mãe me ensinou) –

Canção Cigana Op. 55 nº 4

 

S. Prokofiev

Da cantata Alexander NevskyMertvoe Pole (O Campo dos Mortos)

 

N. Rimsky-Korsakov

Da ópera – Sadko Canção do Convidado Viking

 

M. Glinka

Da ópera A Vida pelo Czar – Ária de Vanya, Ária de Susanin

 

P. I. Tchaikovsky

Da ópera A Dama de Espadas – Ária de Yeletsky –

Da ópera Eugene Onegin – Dueto de Tatyana e Olga / Ária de Tatyana / Ária de Onegin

 

 

Diretora Musical e Pianista: Priscila Bomfim

Orientação Cênica: Francisco Neves

Maestro Titular do Coro: Jésus Figueiredo

 

 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Sala Mário Tavares – Prédio Anexo

Avenida Almirante Barroso, nº 14 / 15 Centro

 

Dia 2 de dezembro, às 12h

 

Preço único: R$ 10,00

Classificação etária: 5 anos

Duração: 60 minutos

Capacidade: 159 lugares

Informações: (21) 2332-9191

 

Vendas na Bilheteria, no site Ingresso.com ou por telefone (21) 4003-2330

 

(*) Vale lembrar que, mesmo na sessão matinal, não é permitida a entrada de pessoas trajando bermuda, short, top, camiseta sem manga e chinelos, exceto para crianças até 10 anos.

Banda Black Bird Beatles Cover no Rival

Toda vez que a banda Black Bird Beatles Cover se apresenta no Teatro Rival Petrobras é o maior sucesso. E sucesso pede sempre bis. E é isso o que vem aí no dia 26: outro showzaço com grandes clássicos dos garotos de Liverpool, em mais uma parceria do Rival com a Banca do Blues.

Uma das bandas cover dos Beatles mais conceituadas do Brasil, a Black Bird Beatles Cover toca canções de todas as fases do quarteto, incluindo sucessos das carreiras solo de John, Paul, George e Ringo.  Mais do que um grupo de amigos que tocam juntos,  a banda carioca faz um trabalho sério e profissional de entretenimento.

Na estrada desde 1998, a Black Bird Beatles Cover tocou em diversas ocasiões importantes, como nas comemorações do aniversário da Rainha Elizabeth II na Comunidade Inglesa do Rio de Janeiro, que condecorou a banda como “The NumberOne Beatles Cover Band in Brazil”. Já se apresentou nos palcos mais famosos do Rio de Janeiro e em eventos como o Fifa FanFest, além do renomado International Beatle Week Festival, em Liverpool.


Diversão garantida! Programa imperdível!

Serviço: Banda Black Bird Beatles Cover

Teatro Rival Petrobras

Dia: 26 de novembro,  quinta-feira, às 19h30

Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia -Tel:  2240-4469

Preço:

R$ 50 (inteira)

R$ 35 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)
R$ 25 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal e Funcionários da Petrobras)


Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

 

14 Bis faz show no Imperator

Eles estão há mais de três décadas na sua vida, numa trajetória caracterizada pela reinvenção e ampliação de um público fiel. E estão comemorando nos palcos, com a nova turnê ‘14 Bis – 35 Anos‘, que reúne os clássicos da carreira do grupo mineiro, assim como outros sucessos, da música nacional e internacional. Surpresas escolhidas a partir de coisas que ouviram nesses 35 anos, com um pé até na modernidade, podendo ir dos Beatles a Renato Russo. É um novo 14 Bis que está no ar, mas sem deixar, é claro, sua característica sonoridade, uma mistura única de rock com Clube da Esquina, música clássica, progressivo, do country norte-americano ao regional brasileiro, e o que mais pintar no caldeirão de Cláudio Venturini (guitarra e voz), Sérgio Magrão (baixo e voz, único carioca do grupo), Vermelho(teclados e voz) e Hely Rodrigues (bateria).

Esses caras levam a sério o que cantam, como o verso da ‘Canção da América‘, “amigo é coisa pra se guardar” (do primeiro disco, presente inédito de dois amigões, o já saudoso Fernando Brant e Milton Nascimento, também produtor da estreia fonográfica da banda). Porque é exatamente o que eles são, quatro amigos que amam o que fazem: tocarcantar e compor. E o grande momento é quando dividem isso com uma turma cada vez maior de admiradores, como confirmam as plateias de seus shows, sempre repletas de fãs de carteirinha, para quem bastam alguns compassos da introdução de ‘Planeta Sonho‘ para rejuvenescer seus sentidos, e de uma linda juventude que não devia ter sequer 10 anos quando o grupo estourou, há 35 anos, ainda com Flávio Venturini na formação – o irmão mais velho de Cláudio saiu em 1987, mas sempre, quando há uma brecha nas agendas, pode ser visto de volta ao palco com eles.

E até hoje, ‘Todo Azul do Mar‘ após ‘Caçador de Mim‘, ‘Natural‘ após ‘Mesmo de Brincadeira‘, ‘Nova Manhã‘ após ‘Mais Uma Vez‘, cada canção, com vocais e instrumental incríveis, letras e melodias irresistíveis, é a prova da mágica atemporal do 14 Bis. Seus shows são daqueles que proporcionam o prazer de se ouvir da primeira à última música, como nos bons tempos, que voltam, sim, e o 14 Bis está aí para resgatar tal sensação. A nave vai, pioneira como o protótipo visionário de Santos Dumont que deu nome ao grupo, 35 anos de carreira e continua, sonhando o futuro.

 

 

SERVIÇO: 14 Bis no show “35 Anos”

Dia 29 de novembro, domingo, às 20h

 

Imperator – Centro Cultural João Nogueira – Rua Dias da Cruz 170, Méier

Tel: 2597-3897

Plateia inferior e balcãoR$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
Pista: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Classificação etária: Livre

Lotação da casa: 724

Alaíde Costa se apresenta no Rival

Baseado no show “Bossa Nova em Concerto” que a cantora percorre o Brasil com o maestro e pianista Gilson Peranzetta e acompanhados dos músicos Zeca Assumpção, no baixo e João Cortez, na bateria, a cantora relembra também canções importantes da carreira artística.

Áurea Martins, João Senise, Carlos Navas e Hermínio Bello de Carvalho são os convidados desta festa.

 

 
Alaíde Costa acaba de gravar em São Paulo um DVD pelas comemorações dos 80 anos, lançou o CD “Alegria é guardada em cofres catedrais’”, com o violonista Toninho Horta e no ano de 2014 lançou o primeiro CD“Canções de Alaíde” com canções autorais.

Sobre Alaíde Costa

Desde o final da década de 1950, quando começou a cantar profissionalmente, a notável vocalista chamou a atenção de público, crítica e principalmente dos músicos por sua impecável técnica. Com voz absolutamente afinada e tendendo para registros agudíssimos, Alaíde iniciou a carreira apresentando-se em programas de calouros infantis nas rádios Tupi, Clube do Brasil e Nacional. Em 1957, gravou seu primeiro disco, “Tarde Demais”. Dois anos depois, incentivada por João Gilberto, passou a cantar e gravar bossa nova. Em 1964, ao interpretar a canção “Onde Está Você”, de Luverci Fiorini e Oscar Castro Neves, em um programa da TV Record, alcançou sucesso nacional, o que lhe rendeu um contrato com a emissora, passando a se apresentar em todos os seus programas.Um dos pontos altos de 1972 foi o dueto comMilton Nascimento em “Me Deixa Em Paz”, de Monsueto, no álbum Clube da Esquina, um marco na história da música popular brasileira. Essa gravação deu impulso decisivo à sua carreira. De lá para cá foi coroada com a gravação de inúmeros discos, uma agenda constante de shows por todo o país e apresentações no exterior.

Serviço: Alaíde Costa – 80 anos – convidados especiais  Áurea Martins, João Senise, Carlos Navas e Hermínio Bello de Carvalho

Dia  30 de novembro, segunda-feira, às 19h30

Teatro Rival Petrobras:

Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel: 2240-4469

Abertura da casa: 18h30

Preços

R$ 60 (inteira)

R$ 30 (estudante, idoso, professor da Rede Municipal, funcionário da Petrobras)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Ivan Lins se apresenta no Rival

O teclado de Ivan Lins se junta a guitarra de Leonardo Amuedo para “brincar” com as melodias e harmonias do compositor.

Juntos eles fazem do repertório de sucessos do Ivan um show inédito e muito sofisticado musicalmente. Improvisos e solos criam o inesperado e fazem as musicas muito conhecidas por todos parecerem, de certa forma, inéditas.

Ivan Lins, um dos compositores mais gravados do Brasil, tem feito shows em diversos formatos, se adaptando aos mais variados espaços ao redor do mundo. E um dos formatos que mais agradam ao artista é exatamente esse duo, onde Ivan pode se soltar, improvisar e de certa forma brincar com suas próprias canções, criando um ambiente de intimidade entre palco e plateia poucas vezes vista.

Leonardo Amuedo, uruguaio que viveu muitos anos na Holanda, é considerado um dos grandes nomes da guitarra no jazz. Ele tem se apresentado com nomes consagrados como Stevie Wonder, Maria Schneider, Vince Mendoza e a Metropole Orquesta e já trabalha com Ivan a mais de 10 anos.

O show de duo com Ivan Lins e Leonardo Amuedo é especialmente rico em improvisos e solos, que resultam em momentos de rara beleza

Serviço: Ivan Lins e Leonardo Amuedo

Dias  27 e 28  de novembro,sexta-feira e sábado, às 20h

Teatro Rival Petrobras

Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia -Tel:  2240-4469

Setor A / Mezanino:

R$ 120 (Inteira)
R$ 60 (Estudante/Idoso/Professor Da Rede Municipal/funcionários da Petrobras)


Setor B:

R$ 110 (Inteira)
R$ 80 (Promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 55 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal/ funcionários da Petrobras)
Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

 

Chico Faria no Teatro Rival

Chico Faria, cantor e instrumentista, filho de Ruy Faria (ex MPB-4) e Cynara (Quarteto em Cy), acaba de finalizar o seu segundo CD “É bom cantar”, com produção musical de Ruy Quaresma. Arranjos: Fernando Merlino, Ruy Quaresma, do Maestro Luiz Cláudio Ramos (diretor musical de Chico Buarque) e Henrique Garcia. Participação especial da cantora/compositora – Joyce Silveira Moreno em “Puro Ouro”, de sua autoria.

Músicos que participaram desse CD: Jurim Moreira (bateria), João Faria (contrabaixo), Fernando Merlino (piano), Luiz Cláudio Ramos e Ruy Quaresma (violões), Gilson Peranzzetta (acordeon), Pretinho da Serrinha (percussões), Dirceu Leite (sopros), Diogo Cunha (violão 7 cordas) e Henrique Garcia (cavaquinho), além do coro feito por Quarteto em Cy e Ruy Faria.

Chico Faria cantará, também, no show de lançamento, músicas do seu primeiro CD “Chico canta Chico” e outras surpresas. Nesse show terá convidados especiais: Thiago Amud e Dori Caymmi.

Repertório do show que faz parte do novo CD: “É bom cantar” (Mauricio Carrilho/Paulo Cesar Pinheiro), “Viagem de ida e volta” (Ruy Quaresma/Aldir Blanc/Paulo Emílio), “Samba Oração” (Jorge Vercillo), “Sinhá” (João Bosco/Chico Buarque), “Bico de Pena” (Dori Caymmi/Paulo Cesar Pinheiro), “Bem Assombrada” (Guinga/Thiago Amud), além de uma homenagem a Dona Ivone Lara, interpretando a música “Investida Fatal” (Dona Ivone Lara/Bruno Castro/André Lara).

O show “É bom cantar” terá direção geral do jornalista, crítico musical e escritor Hugo Sukman.

Serviço

Chico Faria &  Convidados  – lançamento do CD “É bom cantar” – participações  especiais Dori Caymmi  e Thiago Amud

Dia  25 de novembro , quarta-feira, às 19h30

Abertura da casa: 18h30

Teatro Rival Petrobras

Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia -Tel:  2240-4469

Preços

R$ 50 (Inteira)
R$ 35 (Promoção para os 200 Primeiros Pagantes)
R$ 25 (Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal/Funcionários da Petrobras)
Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

 

Imperator Novo Rock de Novembro

Vocês pediram, nós ouvimos! A 17ª edição do Imperator Novo Rock vem com toda a brutalidade do Metal! O evento ainda conta com as intervenções de vídeo-projeção do VJ Didi Moreno no intervalo e com sets no intervalo do PROJECT NO NAME, NO SLOGAN . O ROCK SE ENCONTRA AQUI!

Imperator Novo Rock _ 29/10 _ Quinta-feira _ 20h Hatefulmurder Unmasked Brains VJ Didi Moreno Project No Name, No Slogan Uma iniciativa do Rio Novo Rock e realização do Imperator Centro Cultural João Nogueira, o projeto apresenta artistas e bandas promissoras do cenário independente carioca, valorizando a música autoral e a nova produção artística da cidade.

Hatefulmurder

https://www.facebook.com/hatefulbook/?fref=ts

Unmasked Brains

https://www.facebook.com/unmaskedbrains/?fref=ts +

Vídeo-projeções de Didi Moreno | Sets do DJ PROJECT NO NAME, NO SLOGAN _ no intervalo.

Tá dentro? _ Então vem pro rock!

Arte: Artur ‘kjá | HC1506

IMPERATOR NOVO ROCK

DATA: 26/11 _ Quinta

LOCAL: IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA

http://www.imperator.art.br

ENDEREÇO:_Rua Dias da Cruz, 170_Méier

HORÁRIO:_20h ***

INGRESSOS: R$ 10,00_(inteira) | R$ 5,00_(meia)* *Meia-entrada válida também com 1kg de alimento. CLASSIFICAÇÃO:_16 anos

VENDAS: • Ingresso.com: http://www.ingresso.com/rio-de-janeiro/home/espetaculo/show/imperator-novo-rock-apresenta-hatefulmurder-e-unmasked-brains • BILHETERIA IMPERATOR _ CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA BILHETERIA: terças e quartas, das 13h às 20h; quintas e sextas, das 13h às 21h30; sábados, das 10h às 21h30; e domingos, das 10h às 19h30. ***FORMA DE PAGAMENTO PARA O SHOW:_ dinheiro e cartões_ Dinners_ Master (débito e crédito)_ Visa (débito e crédito)_Vale Cultura

Mais informações: Atendimento Imperator: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h)

http://www.facebook.com/rionovorock http://www.facebook.com/imperator.centroculturaljoaonogueira

Feijoada da Tia Surica no Rival

A próxima feijoada, dia 28 de novembro, no Teatro Rival Petrobras, está em ritmo de festa e será pra lá de especial! Novembro é o mês do aniversário da nossa anfitriã, Tia Surica, e para comemorar ela e o grupo Amigos da Portela recebem Nilze Carvalho. Portelenses de coração, vão homenagear Serginho Procópio, presidente da Portela, e Marcos Falcon, vice-presidente da agremiação azul e branca.

 

Além da participação ilustre da cantora e compositora Nilze Carvalho, a respeitada roda de samba portelense também conta com a participação do DJ Alex Correia, animando os intervalos a partir das 13h. Outra novidade é que os ingressos podem ser comprados pelo site ingresso.com. E vale lembrar que a feijoada é servida até às 16h.

 

A história da feijoada com samba da Tia Surica no Teatro Rival começou na Copa do Mundo de 2006, quando ela recebeu o convite de Ângela Leal para transformar o teatro na extensão do seu quintal. Virou point para receber seus amigos para curtir samba da melhor qualidade e o delicioso feijão. Tia Surica aceitou o convite e levou as panelas, os ingredientes e toda a sua equipe para o Rival. Era o pontapé inicial para uma história de sucesso.

 

Convidados ilustres como Monarco, Dona Ivone Lara, Neguinho da Beija-Flor, Dominguinhos do Estácio, Dudu Nobre, Teresa Cristina, Seu Jorge, Dorina, Cordão da Bola Preta e integrantes de várias escolas de sambas do Rio de Janeiro já passaram pelo “quintal do Rival”.

 

Serviço: Feijoada da Tia Surica e roda de samba com Amigos da Portela – participação especial Nilze Carvalho

Teatro Rival Petrobras

 Dia 28 de novembro , sábado, das 13h às 17h30

Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia -Tel:  2240-4469

Preço (Feijoada + roda de samba)

R$50 –  Antecipado

R$60 – No dia

A feijoada é servida até as 16horas

Classificação: 16 anos

 

Tokyo Ska na Oficina Favela Brass

A banda Tokyo Ska Paradise Orchestra, uma das principais do gênero pop/ska no Japão, é a convidada do projeto Favela Brass, no feriado da próxima sexta-feira, dia 20. Idealizado pelo trompetista inglês Tom Ashe, o Favela Brass oferece aulas de percussão e sopro gratuitas para crianças de 5 a 15 anos, na comunidade Pereira da Silva, em Santa Teresa.

            O grupo iniciou sua trajetória musical com shows pelas ruas e boates de Tóquio. A popularidade foi crescendo entre os fãs e, em 1989, lançou seu primeiro disco de vinil, o “Tokyo Ska”, misturando batidas divertidas do pop com ska, gênero que nasceu na Jamaica e combina elementos caribenhos como o  mento e o calipso ao jazz e blues. Em 1991, um show na arena Nippo Badukan reuniu mais de dez mil fãs.

            Em 2015, para celebrar os 25 anos de carreira, os músicos decidiram retribuir aos fãs. O primeiro concerto da nova fase foi na região de Tohuko, no Japão, atingida por fortes terremotos e tsunamis, em 2011. Ali, nascia o projeto Ue o Muite Arukou –Sukiyaki, com a missão de usar a música como instrumento de comunicação com crianças e adolescentes no mundo todo. O convite para a oficina do Favela Brass dá continuidade à proposta dos rapazes da Tokyo Ska.

A vinda ao Rio faz parte das comemorações pelos 120 anos de amizade Brasil-Japão. Uma série de atividades culturais está sendo promovida no Brasil, pelo Consulado Geral do Japão do Rio de Janeiro e outras associações nipônicas para promover a cultura nipônica no país.

Oficina Favela Brass

Dia 20 de novembro (sexta-feira)

Horário: Das 16h às 17h30

Local: ABCD Restaurante (Rua Almirante Alexandrino 2023/casa 20)

Link da banda: http://www.tokyoska.net/movie/

Baile de Gala do Sarau do Escritório

No próximo sábado (21), das 11h às 23h, a poesia vai tomar conta da Lapa com o festival Baile de Gala do Sarau do Escritório, o maior evento de experimentação artística realizado na cidade nos últimos anos.

 

Serão mais de 200 atrações ao longo de 12 horas, divididas em quatro palcos localizados na Praça João Pessoa, na esquina das ruas Mem de Sá com Gomes Freire.

 

O projeto idealizado pelo Coletivo Peneira, e realizado pela Mufa Produções, faz parte das comemorações de dois anos do Sarau do Escritório, e conta ainda com o lançamento de um mapeamento de saraus, que identificou mais de 130, em toda a Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

 

Além da poesia, que dá o tom da festa, a programação será recheada com apresentações musicais, exibições de filmes, circo, performance, intervenção, teatro, instalações, exposições, libertação e lançamento de livros, debates, oficinas, bazar de roupas, editorial de moda, video mapping, e um circuito gastronômico de comidas artesanais produzidas por coletivos que vendem seus artigos em eventos de rua.  

 

A maratona começa às 11h, com a performance poético-funcional “As águas vão rolar”. O ato inspirado nos cantos de trabalho – tradição musical indígena mesclada com influências europeias e africanas – rediscute a questão da limpeza e ocupação dos espaços públicos, e terá a participação do projeto Baile da Ofélia, que vai levar flores, cirandas, sorrisos, cheiros e abraços ao público que será convidado a interagir com a ação.

 

Na sequência, às 14h, está previsto o lançamento do Mapeamento dos saraus da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, e o debate XYZ, com Ricardo Chacal, do CEP 20.000 (Humaitá), Viviane Sales, do Poesia de Esquina (Cidade de Deus), Dudu de Morro Agudo, do Poetas Compulsivos (Nova Iguaçu), Nelson Neto, do Ameopoema (Centro) e Letícia Brito, do poetry slam Tagarela (itinerante). A mediação será de Lucia Helena Ramos, gestora do Ponto de Leitura Conta a Conto.  

– Iniciamos a pesquisa em dezembro de 2014, quando percebemos o crescimento vertiginoso de saraus no Rio, sobretudo após as Jornadas de Junho de 2013. A ideia é que com esse mapeamento possamos potencializar o movimento, gerar visibilidade para a criação de políticas públicas, e realizar um recorte do que está sendo produzido na metrópole do Rio – acrescenta Luiz Fernando Pinto, integrante da Mufa Produções.  

Ao longo do dia, também vão acontecer pílulas de palco aberto, onde qualquer um poderá se apresentar, bastando se inscrever na hora.

 

Cada um dos quatro palcos será denominado com os nomes de personalidades anônimas que compõem a memória afetiva da região Central do Rio de Janeiro. Palco Joãozinho Carioca (esquina do Bar da Cachaça), Palco Gordo do Trem (esquina da Choperia do Papai), Palco Pepeia (esquina da Drogaria Max) e Palco Elias (esquina do Caneco 70).

 

Mensalmente, o Sarau do Escritório homenageia uma figura folclórica que circula pelas ruas, mas que poucas pessoas sabem sua real história. O grupo apura a biografia do celebrado, e divulga através de intervenções plásticas – espalhadas em vários espaços da metrópole fluminense – e postagens na internet.

 

– A disputa de um imaginário da rua, em um espaço de efervescência cultural como a Lapa, é algo que não faz sentido sem que os protagonistas estejam envolvidos – comenta Alex Teixeira, um dos idealizadores do Sarau do Escritório.

Adotando um estilo de produção co-criativa, o Baile de Gala do Sarau do Escritório aposta numa curadoria compartilhada com outros 10 coletivos que atuam em diversas partes do Rio. Da Baixada Fluminense vem o Cineclube Buraco do Getúlio (Nova Iguaçu), o Centro Cultural Donana (Belford Roxo) e o Sarau Rua (Nilópolis). Da Zona Sul a Etnohaus (Botafogo) e a Maneh Produções (Chapéu Mangueira). Da Zona Oeste o Espaço Cultural Viaduto de Realengo (Realengo) e o Laencasa (Sulacap). Da Zona Norte o Faz na Praça (Tijuca), e do Centro, o Poliphonia (Lapa), e a Fábrica Nômade Sonora (Lapa).

– Todos trazem na bagagem suas referências em produção de guerrilha, com baixíssimo orçamento, e artistas das mais variadas linguagens, que em sua grande maioria não costumam se apresentar no eixo central – diz Rebeca Brandão, produtora do evento.

Todas as apresentações acontecem gratuitamente, e o financiamento da festa se dará através da contribuição dos espectadores no chapéu.

LANÇAMENTO DO MAPEAMENTO DOS SARAUS DA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO

 

Após um ano de uma pesquisa de diagnóstico desenvolvida pela Mufa Produções, por intermédio do Sarau do Escritório, será lançado no dia 21 de novembro, às 14h, durante o Baile de Gala do Sarau do Escritório, o Mapeamento dos saraus da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A análise conta com mais de 130 saraus, um número superior ao estado de São Paulo, que tem uma tradição forte no cenário.

 

O projeto será disponibilizado no site do coletivo Mufa Produções (mufaproducoes.com), e terá um banco de dados com informações dos saraus existentes, um mapa com suas localizações e alguns infográficos com análises sobre as produções do movimento.

 

A ideia é dimensionar, quantificar, e estreitar os laços entre as ações de diversos saraus da metrópole do Rio de Janeiro, que tem como particularidade a combinação de linguagens.

 

O lançamento será acompanhado de um debate composto por realizadores de saraus do Rio, entre eles: Ricardo Chacal, do CEP 20.000 (Humaitá), Viviane Sales, do Poesia de Esquina (Cidade de Deus), Dudu de Morro Agudo, do Poetas Compulsivos (Nova Iguaçu), Nelson Neto, do Ameopoema (Centro) e Letícia Brito, do poetry slam Tagarela (itinerante). A mediação será de Lucia Helena Ramos, gestora do Ponto de Leitura Conta a Conto.  

 

SOBRE O SARAU DO ESCRITÓRIO

Desde 2010, integrantes de um grupo de teatro sem sede marcavam suas reuniões nas mesas do Bar da Cachaça, tradicional ponto de encontro de artistas e produtores no bairro da Lapa, região central do Rio de Janeiro. Das conversas no escritório, como o pequeno botequim é conhecido, viram pipocar movimentos como a Primavera Árabe, o 15M, e o Occupy Wall Street, que só estimulavam suas inquietudes.

Vindos de diferentes regiões como Nilópolis, Leblon, Tijuca, Olaria, Senador Camará, Vidigal, São João de Meriti e Glória, pulavam os muros de dois Cieps em Bangu para ensaiar, em meio a usuários de crack, e crianças que surgiam para acompanhar as encenações. Apresentavam espetáculos em praças da Favela Jardim Batan, e criavam metodologias na Cidade das Crianças, no Aterro do Flamengo. Entretanto, ainda faltava uma ocupação definitiva.

Logo após as Jornadas de Junho, decidiram que não poderiam mais viver da mesma forma, reclamando do poder público, do sistema, ou da ausência de espaços para trabalhar com arte, e resolveram arregaçar as mangas.

Surgia assim, em novembro de 2013, o Sarau do Escritório, um espaço de experimentação artística na Praça João Pessoa – a esquina do Bar da Cachaça -, que abre caminho para o encontro de atores e agentes culturais de vários territórios.

Em dois anos de atividades, o evento já recebeu mais de 800 artistas. Gente das artes visuais, da música, poesia, cinema, circo, teatro, intervenção e performance. De um chinês cantando folk em mandarim, a um músico de Recife que faz um som com influências latinas, passando por uma moradora do Centro portadora do Mal de Alzheimer, e que não recitava suas poesias em público há 50 anos. Tudo cabe no maior espaço de co-working artístico do Rio.  

O projeto idealizado pelo Coletivo Peneira, é realizado pela Mufa Produções, um coletivo de jovens artistas-produtores que trabalham com pouco ou nenhum recurso financeiro, investindo do próprio bolso, e apostando em lógicas co-produtivas para transformar seus sonhos em realidade.

SARAU DO ESCRITÓRIO EM NÚMEROS

Em 43 edições:

* 10.000 pessoas frequentaram o Sarau do Escritório.

* Mais de 800 artistas de diversas linguagens fizeram parte da programação.

* Cerca de 300 artistas participaram do palco aberto.

* Aproximadamente 80 horas de programação cultural.

* 19 personagens folclóricos do Centro do Rio de Janeiro foram desvelados através de entrevistas e intervenções estéticas.

* Lançamento de mais de 50 livros.

* Mais de 100 expositores comercializaram seus produtos no evento.

* 50 exposições de artistas de vários estados do Brasil.

* 15 produtores convidados, entre eles Ecio Salles, criador da FLUPP – Festa Literária das Periferias, e o coletivo Perto do Leão Etíope do Meier.

* 25 edições do Sarau do Escritório Itinerante (Cinemateca do MAM, Globo Rio, Cidade das Artes, Fórum Rio, Praça Itália/Consulado Geral da Itália.

SERVIÇO:

Baile de Gala do Sarau do Escritório – Um festival poético

Data: Sábado, 21 de novembro de 2015

Horário: Das 11h às 23h

Local: Praça João Pessoa, s/n° – Lapa/RJ

Palcos: Joãozinho Carioca (esquina do Bar da Cachaça), Gordo do Trem (esquina da Choperia do Papai), Pepeia (esquina da Drogaria Max) e Elias (esquina do Caneco 70)

Classificação indicativa: Livre

Informações: fb.com/saraudoescritorio

Evento: www.facebook.com/events/921215474601033   

Grátis

PROGRAMAÇÃO:

Palco Joãozinho Carioca (esquina do Bar da Cachaça)

Coletivo co-produtor: Maneh Produções

11:00 – Intervenção “As Águas Vão Rolar”, com participação das Ofélias

14:00 – Lançamento do Mapeamento dos Saraus da Metrópole do Rio de Janeiro e debate “Sarau: Lugar onde a metrópole se encontra”, com Ricardo Chacal (CEP 20.000), Viviane Sales (Poesia de Esquina), Dudu de Morro Agudo (Poetas Compulsivos), Nelson Neto (Ameopoema), Letícia Brito (Tagarela) e mediação da Lucia Helena Ramos (Ponto de Leitura Conta a Conto)

15:30 – Chacal (poesia)

15:35 – Letícia Brito (poesia)

15:40 – Nelson Neto (poesia)

15:45 – Viviane de Sales (poesia)

15:50 – Dani Santos (poesia)

15:55 – Santiago Perlingeiro (poesia)

16:00 – Marco Marjan (lançamento do livro “Acida Cidade”)

16:05 – Marcelo do Patrocinio (performance)

16:15 – Cairo Trindade (poesia)

16:20 – Marcio Rufino (poesia)

16:25 – Nelio Fernando (poesia)

16:30 – Sarauzeiras Onírica (poesia)

16:40 – Dando de Antares (música)

16:55 – Felipe Bustamante (poesia)

17:00 – Banda João e Sessão de Aprumo (música)

17:15 – A Batida Que Seu Coração Pulou (música)

17:30 – Palco Aberto

17:40 – Balalaica (poesia)

17:50 – Eliza Moreno (poesia)

18:00 – Ludi Um (música)

18:15 – Lê Almeida (música)

18:30 – Pedro Gama (música)

18:45 – Lucas Norato (música)

19:00 – Fernando Holanda (música)

19:00 – Dalberto Gomes (performance)

19:15 – Bela Faria (poesia)

19:20 – Julio Brownie (poesia)

19:25 – Marcelo Moutinho (literatura)

19:30 – Paloma Della Veckia (poesia)

19:35 – Monique Nix (poesia)

19:40 – Marcia do Valle (performance)

19:55 – Mulambo Jazzagrario (música)

20:15 – Diego Miranda (poesia)

20:20 – DÕ MC (rap)

20:30 – Ph Lima (rap)

20:40 – Bola (rap)

20:50 – Flávio Paixão (rap)

21:00 – Vinicius Terra (rap)

21:20 – Janaina Costa (circo)

21:30 – Samba Nonsense (música)

21:50 – Henrique Santos (poesia)

21:55 – Lipe Limão (poesia)

22:00 – Cleber Santos (poesia)

22:05 – Laura Faleiros (circo)

22:20 – Marcelo Ceará (música)

22:35 – Joãozinho Carioca (música)

22:45 – Luana Muniz + homenagem a Rainha da Lapa

+

Marcio Fidelis (intervenção)

Davi Marcos (intervenção e projeção)

Outras Dimensões (livros artesanais)

Rio Invisível (exposição)

Tetsuo Takita (projeção)

Victor Coutinho e Larissa Amorim (exposição sobre os dois anos do Sarau do Escritorio)

Miguel Plaza (intervenção “Quem bate cartão, também faz poesia!”)

Palco Gordo do Trem (esquina da Choperia do Papai)

Coletivos co-produtores Sarau Rua e Cineclube Buraco Do Getúlio

11:00 – Intervenção “As Águas Vão Rolar”, com participação das Ofélias

14:00 – Oficina: “Palhaçaria e Melodrama”, com Ana Luisa Cardoso

15:00 – Mestre Zelão do Berimbau (performance)

15:10 – Projeto Palhaçadaria (circo)

15:25 – Trupe MERDA (teatro)

15:35 – Crônicas do Trem (literatura)

15:40 – Marcelo Peregrino (contação de histórias)

15:55 – Palco Aberto

16:05 – Fabricio Fortes (música)

16:20 – Donan (rap)

16:35 – Palco Aberto

16:40 – Halisson Perfect (passinho)

16:50 – Banda Gente (música)

17:05 – Ana Salek (poesia)

17:10 – Caetano (poesia)

17:15 – Carlos Orpheu (poesia)

17:20 – Matheus Carvalho (poesia)

17:25 – Luana Pinheiro (poesia)

17:30 – Thiago Dias (poesia)

17:35 – Gabriel Ferrão (poesia)

17:40 – Palco Aberto

18:00 – Fabi Fulosinha (performance dança)

18:10 – Pedro Jardim (música)

18:25 – MC Patrão (música)

18:35 – Palco Aberto

19:00 – Átila Bezerra (performance)

19:10 – João Lelis (poesia)

19:15 – Veruska Delfino (poesia)

19:20 – Luiz Coelho Medina (poesia)

19:25 – Marcelo Peregrino (música)

19:40 – Pocket Show Poético Sarau Rua (poesia)

19:50 – Batalha de Slam

20:20 – Jonatham Urbano (rap)

20:30 – Lisa Castro (rap)

20:40 – Yassu Nogucchi (poesia)

20:45 – Gringo Carioca (poesia)

20:50 – Panga (música)

21:10 – Rodrigo De La Rocha (poesia)

21:15 – Palco Aberto

21:20 – Caetano de Faria (música)

21:35 – Gordo do Trem + Entrevista do Homenageado

21:45 – Banda Tailten (música)

21:55 – Ratos Di Versos (poesia)

22:10 – Batalha de Rima

22:40 – DJ Karina Vasconcelos/Átame Produções

+

Helianthus (exposição)

Nathalie (exposição)

Exposto-Queimados (exposição)

Poema Fiado com Victor Escobar (intervenção)

Lívia Agabel (exposição)

Conto na Hora com Hanny Saraiva (Intervenção)

Palco Pepeia (esquina da Drogaria Max)

Coletivos co-produtores: Faz na Praça, Etnohaus, Poliphonia e Fábrica Nômade Sonora

11:00 – Intervenção “As Águas Vão Rolar”, com participação das Ofélias

14:00 – Pedro Silva (música)

14:15 – Scott Fraga (música)

14:30 – Taisa Mannon (música)

14:45 – Pierre Gefflot (música)

14:55 – Severino Honorato (cordel)

15:00 – Renascimento Duo (música/poesia)

15:30 – Debate: Royalties do Álcool

16:30 – Mensageiros do Vento (teatro)

16:55 – Vinco (música)

17:20 – Daniel Rolim (poesia)

17:25 – Amanda Carvalho (poesia)

17:30 – Thiago Diniz (poesia)

17:35 – Cassius Augusto (música)

17:50 – Rogerio Melo (poesia)

17:55 – Deborah Fadiga (poesia)

18:00 – Bel Baroni e Diogo Jobim (música/poesia)

18:15 – Filtra (música)

18:45 – Fred Rocha (música)

19:00 – Jessé Andarilho (poesia)

19:05 – Samba de Benfica (música)

19:35 – Cia do Solo (palhaçaria)

20:05 – Kzk de Antares (poesia/performance)

20:15 – Anarcofunk (música)

20:25 – Raphael Couto (performance)

20:35 – André Narcizo (rap)

20:40 – Ras Renato (rap)

21:55 – Tarja Preta (rap)

21:05 – Café Frio (música)

21:35 – Pedro Rocha (poesia)

21:40 – Rafa Rodrigues (poesia)

21:45 – Sheyla de Castilho e Patricia Vital (Perfordam-se)

22:00 – Pedro Nunes (música)

22:15 – Pepeia + Entrevista da Homenageada (performance)

22:20 – Tifany (performance)

22:25 – Mulher Bambu (performance)

22:30 – Choque do Magriça (música)

23:00 – Hey Ho Brass Band (música)

+

VJ Wellington Pinto

Transa Criativa

Drag-se (webserie)

Tem Local

Prepara Nem

Cabelerato

+

Comidinhas e belisquetes:

Ateliê Quermesse

Sopão da Pepéia

Larica’s

Palco Elias (esquina do Caneco 70)

Coletivos co-produtores: Laencasa, Centro Cultural Donana e Espaço Cultural Viaduto de Realengo

11:00 – Intervenção “As Águas Vão Rolar”, com participação das Ofélias

14:00 – A Moça de flor no peito ou a moça de peito em flor (performance)

14:15 – Edmilson Santini (cordel)

14:30 – Maria Tereza (música)

14:45 – Edilson Ernesto (música)

15:00 – Vanda Cortez (circo)

15:10 – Banda Monstro (música)

15:25 – Maiara Landim (dança)

15:40 – Felipe Paiva (literatura)

15:45 – Luiz Medina (poesia)

15:50 – Cris Amaral (poesia)

15:55 – Luiza Bastos (poesia)

16:00 – Luiz Claudio (poesia)

16:05 – Drulucca (música)

16:25 – SOS Rap (música)

16:40 – Meiry Oliveira (poesia)

16:45 – Eliane Gonçalves (poesia)

16:50 – Any Alves (poesia)

16:55 – Marcondes Mesqueu (performance)

17:05 -Riko Vianna (música)

17:20 – Pequenas Igrejas (música)

17:35 – Ivone Landim (poesia)

17:40 – Mariana Belize (poesia)

17:45 – Xarles Xavier (música)

18:00 – Haicai Combat (inscrições na hora)

18:45 – Fellapi (música)

19:00 – Alan Salgueiro (poesia)

19:05 – Henrique Souza (poesia)

19:10 – Anderson Nascimento (poesia)

19:15 – Palco Aberto

19:20 – Isabela Romeiro Vann (poeisa)

19:25 – Paulo Girão (poesia)

19:30 – Batalha do Conhecimento (inscrições na hora)

20:00 – Anderson Leite Lima (poesia)

20:05 – Solange Maria (poesia)

20:10 – Paula Beatriz (poesia)

20:15 – Luiza Bastos (poesia)

20:20 – Carlos Surck (poesia)

20:25 – Dida Nascimento (música)

20:40 – Átomo (rap)

20:50 – LC do Cantão (rap)

21:00 – Ma Non Troppo (música)

21:15 – Fernanda Tatagiba (poesia)

21:20 – Tiago Malta (poesia)

21:25 – Marcio Januário (poesia)

21:30 – Rogerio Melo (poesia)

21:35 – Jeane B – (poesia)

21:40 – Deborah Fadigah (poesia)

21:45 – Matheus Mineiro (poesia)

21:50 – John Conceição (poesia)

21:55 – João Walcacer (música)

22:10 – Elias + Entrevista do homenageado

22:20 – Evandro Vedovelli (música)

22:35 – Banda Caô de Raiz (música)

+

Café com click (exposição)

Codorno Trepidante (quadrinhos/poesia)

Jam Session de Montreux no Brasil

No dia 19 de novembro, a Vila St. Gallen recebe a 1ª edição da Jam Session de Montreux no Brasil, em Teresópolis. O Festival traz uma mistura de ritmos brasileiros e internacionais, como: jazz, blues, rock, música clássica, bossa nova e MPB. O evento, que acontece desde 2012 na Suíça, já teve a participação de Alcione, Gilberto Gil, João Donato e Jaques Morelenbaun. A primeira edição nacional do evento conta com nomes como Spencer Chaplin (neto de Charles Chaplin), Marc Swaye, Armandinho e Octavio Liochi.

A Jam Session de Montreux no Brasil é idealizada pela produtora Joelcia Gerber, baiana que mora há 15 anos na Suíça. “Desde que mudei para região de Montreux, me senti inspirada por toda essa energia musical. Esse cenário, a saudade do meu país e o interesse local pela cultura brasileira me motivaram a criar a Jam Session de Montreux. É um grande orgulho poder voltar ao Brasil e levar um pouco da história do Festival, já consagrado na Suíça”, afirma Joelcia.

A Vila St. Gallen, centro de experiência da cerveja Therezópolis, reúne gastronomia, cultura e música de qualidade. “Sempre trazemos eventos especiais para os nossos clientes. Pela primeira vez estamos recebendo um evento suíço, a cara do templo cervejeiro, que é inspirado na cidade suíça de mesmo nome”, conta Mozart Rodrigues, diretor da Vila St. Gallen.

Os shows da Jam Session de Montreux no Brasil acontecem em Teresópolis, na Vila St. Gallen, charmosa vila suíça, que abriga uma cervejaria artesanal.

Sobre a Vila St. Gallen
Para quem procura boa gastronomia, cultura e música na região serrana do Rio de Janeiro, a Vila St. Gallen, em Teresópolis, é um destino imperdível. Réplica de uma pequena cidade homônima localizada na Suíça alemã, o espaço é composto por uma vila com capelinha, rua de comércio, agradáveis restaurantes, e por uma bela cervejaria – coração desta vila germânica – a Cervejaria Sankt Gallen, fabricante da cerveja Therezópolis. O centro de experiência é inspirado nas tradições europeias e recebe mais de cinco mil visitantes por mês.
www.vilastgallen.com.br / www.cervejatherezopolis.com.br
Sobre a Jam Session de Montreux

O Festival acontece desde 2012 e leva para as ruas da cidade suíça a pluralidade da música brasileira. O evento anual reúne músicos suíços e brasileiros, que levam para a Montreux os mais variados estilos de música. A última edição (2015) contou com a participação de Seu Jorge, Mariene de Castro, Quabales e Marivaldo Du Stomp.
Site oficial: http://www.jamsessiondemontreux.com/
Facebook: https://www.facebook.com/Jam-Session-Open-Air-Montreux-468027513226003/timeline/

Sobre os Músicos participantes da Jam Session de Montreux no Brasil:

Marc Sway – cantor suíço, com carreira consolidada no mercado americano e europeu (quatro álbuns lançados). Sway é um fecundo vocal multieclético nas suas influências musicais e artísticas, dialogando com o rock até o samba.

Spencer Chaplin – o músico suíço é neto do Charles Chaplin. Desde a adolescência sofreu influência de uma infinidade de grupos de Brit-Pop, do Blues e seus derivados. Tem um repertório de Standards Blues, rock, rock’n roll e rythm and Blues.

Armandinho Macedo – filho do criador do Trio Elétrico, o grande projeto popular de democratização do som carnavalesco, Osmar Macedo, Armandinho é um instrumentista baiano, com uma ininterrupta e reconhecida trajetória musical que em 2015 completa 51 anos. Em 1969, aos 15 anos gravou seu primeiro LP de música instrumental. Além de ter divulgado o som internacionalmente o som da sua guitarra baiana, o músico é exímio bandolinista. O músico já teve duas indicações ao Grammy Latino por seus álbuns gravados.

Octávio Liochi- Cantor, músico e compositor iniciou seus estudos musicais aos 9 anos. Apaixonado pela Bossa Nova e pela MPB, fez dos palcos suíços e vizinhos a sua residência artística. Na sua história musical naquele país já dividiu palco com artistas como Jacques Morelenbaum, Armandinho Macêdo, Joao Donato e outros.

SERVIÇO:

Jam Session de Montreux no Brasil

Teresópolis:

Data: 19 de novembro – quinta-feira
Horário: 21h
Local: Vila St. Gallen
Endereço: R. Augusto do Amaral Peixoto, 166 – Alto, Teresópolis – RJ
Telefone: (21) 2642-1575
Ingressos: R$ 20,00
Vendas no local

Shows:
– Spencer Chaplin
– Marc Sway
– Armandinho Macedo
– Octavio Liochi

Cia Bachiana Brasileira em apresentação única

Em apresentação única na Sala Cecília Meireles, a Cia. Bachiana Brasileira – orquestra e solista, sob a regência do maestro Ricardo Rocha, concerto sinfônico, encerrando a temporada 2015 com três grandes obras-primas da História da Música, o melhor da maturidade artística de cada um destes dois gigantes. NÃO PERCAM!!!…

Serviço:

Concerto O Neoclassicismo em Brahms e Bartók, 25 de novembro, quarta-feira, às 20h

Cia. Bachiana Brasileira – orquestra e solista

Direção e regência: Ricardo Rocha,

Tamara Ujakova, piano

 

Programa:

PARTE I

Johannes Brahms:  Abertura festival Acadêmico opus 80

 

Béla Bartók: Concerto nº 3 para piano e orquestra

. Allegretto

. Adagio religioso

. Allegro vivace

 Piano: Tamara Ujakova
PARTE II

Johannes Brahms: Quarta Sinfonia em mi menor, opus 98

            . Allegro non troppo

. Andante moderato

. Allegro giocoso

. Allegro energico e passionato

 

 

Sala Cecília Meireles (Largo da Lapa, 47, Centro – RJ. Tels.: (21 2332-9223 e 2332-9224)

Ingressos a R$ 20, (estudantes e idosos), e R$ 40, à venda na bilheteria da Sala ou pelo site Ingresso.com.

 Teaser do concerto “Transcrições e Intertextualidades”, realizado no dia 30 de julho de 2015 na Sala Cecília Meireles:  https://youtu.be/_H8N1cN-GWk

Músicas de Cinema em Niterói

No dia 18 de novembro o Teatro Municipal de Niterói recebe o concerto Hollywood Espetacular! – Trilhas Sonoras de Grandes Filmes. No espetáculo a Banda Filarmônica do Rio de Janeiro apresenta canções de filmes como Ben-Hur, Superman, Bonequinha de Luxo e a clássica trilha de Guerra nas Estrelas. No repertório estão obras de Miklos Rosza, John Willians, Henry Mancini, entre outros.

“Em 2012 a BFRJ foi convidada para realizar um espetáculo no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, oportunidade que seria a estreia da orquestra naquele palco. O convite foi feito um mês antes do espetáculo e a data oferecida foi o dia 23/12, antevéspera de Natal. Imaginamos qual espetáculo poderia dar uma boa projeção à orquestra e lotar o teatro naquela data tão difícil já que era um domingo e muitas pessoas já estariam viajando para passar o Natal com suas famílias. Daí idealizei o espetáculo pois acreditávamos que seria um bom atrativo para o público – estávamos certos!! O espetáculo foi um sucesso e lotou o teatro tendo ficado mais de 200 espectadores sem conseguir entrar para assistir tamanha a procura. Pensamos em uma apresentação que pudesse aproximar o público em geral da música sinfônica e de concerto. Muita gente que vai assistir esse espetáculo nunca havia assistido uma orquestra ao vivo e vão atraídas pelo repertório que lhes é familiar”, explica Antônio Seixas, regente e diretor artístico da Banda.

Sobre a Banda Filarmônica:

Composta por cerca de 60 músicos, a BFRJ tem levado, desde sua fundação em 2010, música de qualidade a todos os estratos da sociedade tendo se apresentado em diversos espaços culturais e eventos importantes no cenário cultural do Estado do Rio de Janeiro como: Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Teatro Oi Casa Grande, Teatro João Caetano, Teatro Municipal de Niterói, Espaço Tom Jobim, Casa de Rui Barbosa, Centro Cultural da Justiça Federal, Biblioteca Parque de Manguinhos, Festival Villa-Lobos, Rio Cello Encounter e Projeto Candelária, entre outros.

Programa:

 

“Hollywood Espetacular! – Trilhas Sonoras de Grandes Filmes”

 

Os Incríveis – Michael Giacchino  (Do filme Os Incríveis)

Parada das Carruagens – Miklos Rosza (Do filme Ben-Hur)

Viktor´s Tale – John Williams (Do filme O Terminal)

Marte (Os Planetas) – Gustav Holst (Tema de diversos filmes de ficção)

Superman – John Williams (Do filme Superman)

Mancini Medley – Henry Mancini (Dos filmes A Pantera Cor de Rosa, Bonequinha de Luxo e Hatari!)

Star Wars Saga – John Williams (Do filme Guerra nas Estrelas)

SERVIÇO:

Data: 18 de novembro, quarta-feira
Horário: 19h

Local: Teatro Municipal de Niterói

Endereço: Rua Quinze de Novembro – 35 – Centro – Niterói
Ingressos: R$10,00 inteira e R$ 5,00 meia
Duração: 1h
Classificação: livre

Luiz Pié no Teatro Rival

Pouco depois de se mudar para o Rio, em 2012, aos 24 anos, para continuar os estudos musicais, Luiz Pié foi a um show de Marcos Valle e Roberto Menescal e, pela primeira vez, fez contato ao vivo com a Bossa Nova. Encantado com a qualidade musical da dupla, Pié não se fez de rogado: ao final da apresentação se aproximou de Menescal e pediu para que o mestre produzisse uma gravação sua.

Dono de uma voz grave, de timbre aveludado, que entra macio nos ouvidos, Luiz Pié é cantor de formação jazzística, gênero pelo qual se apaixonou quando ainda era um adolescente. Dedicado, ganhou uma bolsa para freqüentar a Groove, escola de jazz em São Paulo por onde passaram nomes como Mariana Aydar, Criolo e Marina Lima, entre outros. Pedido feito, Menescal conheceu a voz do cantor e, claro, aceitou. Foram pro estúdio e de lá saíram com “Sabe Você” (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes).

Corta para alguns anos antes. A música já era íntima de Pié, que a conhecia na voz de Caetano Veloso, seu primeiro ídolo, e o responsável por levar toda a MPB aos seus ouvidos quando fazia suas pesquisas musicais numa lan house do centro de São Paulo. Eram tempos difíceis em que o artista, saído de um orfanato ao completar 18 anos, trabalhava como lanterninha num dos cinemas da cidade e vivia com uma renda diária de apenas R$20 reais. Com esse dinheiro, Pié conseguia pagar a modesta pensão onde dormia e usava o resto para se alimentar e usar a internet.

Sem nunca abandonar a música, sua meta era usar o tempo disponível na lan house para conhecer a vida e a obra de um artista por dia. Do site de Caetano, foi para o de Dorival Caymmi, dali para o de Nana, deste para o de Emílio Santiago, Lenine, Gilberto Gil, e assim por diante, incluindo Milton Nascimento, que logo depois veio a conhecer pessoalmente através de um amigo, o ator Diego Tresca, afilhado do consagrado cantor. Milton se interessou pelo talento daquele rapaz de voz doce e potente e o convidou para participar de ensaios e reuniões musicais. “Ele me ajudou muito a escolher o que eu queria ser. Foi nesses encontros musicais que confirmei minha vocação e decidi que seguiria a carreira de intérprete”, revela o artista sobre o duro período em que vivia de bicos, chegando até a morar na rua, fato que tentava esconder de todos na época. “Quase ninguém sabia, mas eu frequentava a escola de jazz, as rodas de música, e quando acabava a fantasia eu voltava pra rua… isso durou uns três anos…”, relembra.

Ao retomar o contato com a família norte-americana que lhe presenteou com o primeiro violão, aos 12 anos, ainda no orfanato, Pié se mudou para o Rio, onde fixou residência e felizmente encontrou condições para se dedicar integralmente à música.

Corta para o estúdio com Menescal. O resultado da gravação de “Sabe Você” agradou muito a ambos, e isso deu coragem a Pié para pedir que Menescal produzisse uma nova ida ao estúdio… depois uma outra… e então, outra… mais outra… e mais outra vez, assim por diante… O produtor foi aceitando e trabalhando o perfil de intérprete do cantor, de quem se tornou padrinho musical levando-o, inclusive, para uma turnê no Japão. Ao final de quase três anos de idas e vindas ao estúdio, eles perceberam que tinham nada menos que 10 músicas prontas, material suficiente para juntar num disco, que nasce agora. A música que empresta título ao CD, “Memória Afetiva”, inédita de Menescal com Paulinho Mendonça, foi gravada no final deste processo. E para fechar seu primeiro trabalho com chave de ouro Pié convidou o amigo Milton para gravar “Pai Grande”, composta pelo próprio, coroando uma amizade que nasceu vários anos atrás, e que aponta para um futuro onde ‘nada será como antes, amanhã’.

Memória Afetiva (selo Fina Flor) é, portanto, o resultado de uma história de força, perseverança, superação pessoal, e de um profundo amor à música. Com 12 canções sob arranjos e regência do próprio Menescal, o CD de estréia de Luiz Pié passeia por clássicos da Bossa Nova que atravessam gerações e que estão, justamente, na memória afetiva de muita gente. Além das citadas acima, “O Bem e o Mal” (Danilo Caymmi / Dudu Falcão), “Fim de Caso” (Dolores Duran), “Último Desejo” (Noel Rosa), “Ciúmes” (Carlos Lyra), “Tristeza” (Niltinho / Haroldo Lobo), “A Volta” (Menescal /Bôscoli), “Dorme Profundo” (Marcos Valle / Pigarrilho), “Abajur Lilás” (Rosa Passos / Ivan Lins / Fernando de Oliveira), e “Manhã de Carnaval” (Luiz Bonfá / Antonio Maria) completam o repertório de um trabalho que representa uma entrega total e irrestrita a um sonho, apesar de quaisquer dificuldades.

No dia 18 de novembro, quarta-feira, Pié apresenta o show de estreia da turnê de lançamento do álbum no Teatro Rival Petrobras com participação especial de Roberto Menescal, produtor e arranjador do CD.

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Luiz Pié / Memória Afetiva / Ficha técnica:

Produzido por Roberto Menescal

Participação especial Milton Nascimento (faixa 12)

Arranjos, regência, guitarra: Roberto Menescal

Arranjo, violão: Wilson Lopes (faixa 12)

Piano: Adriano Souza

Baixo: Adriano Gifoni / Beto Lopes (faixa 12)

Bateria: João Cortez

Estúdio: Albatroz (RJ) / Gravação e mixagem: Márcio Menescal / Masterização: Luigi Hoffer / Fotografia: Fábio Antônio e Sávio Figueiredo / Design Gráfico: Vivian Faingold

Serviço

Luiz Pié – Show de lançamento do CD “Memória Afetiva” com participação especial de Roberto Menescal

Dia  18 de novembro , quarta-feira, às 19h30

Abertura da casa: 18h30

Teatro Rival Petrobras

Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia -Tel: 2240-4469

Preços

R$ 50 (Inteira)

R$ 25 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal / Funcionários da Petrobras)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Banda Novíssimos no Rival

A banda Novíssimos lança o disco UM, que chega como afirmação de sete anos de trajetória musical. Do renascimento da Lapa à democratização dos espaços públicos cariocas, surge o som da banda. Uma mistura de tempos e espaços.
UM é parte de tudo. Não há ponto final, o encontro se dá na musicalidade de cada integrante, e é com essa troca de afetos que nascem suas composições, arranjos e interpretações:
Amor pela música.

Grandes nomes da MPB abraçaram o Novíssimos: depois da honra de serem chamados para abrir o show de comemoração de 50 anos de carreira de Milton Nascimento, foram agraciados por Ivan Lins, que empresta sua voz em participação mais do que especial no álbum.
De sonho em sonho, o Novíssimos está pronto para espalhar seu canto. Sempre em frente, que nosso tempo é UM.

Serviço:

Show – Banda Novíssimos – Lançamento do CD “Um”

Dia 19 de novembro, quinta-feira, às 19h30

Teatro Rival Petrobras

Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia -Tel:  2240-4469

Preços:

R$ 50 (inteira)

R$ 40 (promoção para os 200 primeiros pagantes)

R$ 25 (estudante, idoso, professor da Rede Municipal, funcionário da Petrobras)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Leila Pinheiro no Teatro Rival

Neste espetáculo, a cantora e pianista paraense divide o palco com Rodrigo Tavares, inaugurando um duo de pianos/teclados há muitos anos desejado por ela.

No repertório do show, as canções inéditas do novo CD, um vasto repertório que revisita seus 35 anos de carreira comemorados este ano e versões pessoais para canções de Gilberto Gil, Herbert Vianna, Nando Reis e Tim Bernardes, do grupo paulistano O Terno.

André Vasconcellos, baixista que tocou com Leila em 2005 na turnê do CD “Nos horizontes do mundo”, produziu o novo CD e assina a direção musical do show.

Uma das grandes vozes da música brasileira, Leila gravou 19 álbuns e três DVDs. E, pela primeira vez, escolheu fazer uma campanha de financiamento coletivo (crowdfunding) para a gravação do CD.

– “Me encantei com a possibilidade de ampliar a rede de pessoas que se interessam pela minha música e querem estar mais perto de mim, fazendo acontecer o que gostam e acreditam. É tudo muito novo e adorei o desafio”, conta Leila. “A receptividade à campanha foi estimulante, numa corrida contra o tempo curto de apenas dois meses. Tudo deu certo desde o início, pela divulgação do novo CD, o interesse real de um novo público pelo meu trabalho e a proximidade maior com os fãs que me acompanham  há 35 anos”.

O CD traz músicas inéditas de Adriana Calcanhotto, “Por onde eu for”, de Marina Lima e Márcio Tinoco,“Chega pra mim”, de Zélia Duncan, que participa do CD e inaugura parceria com Leila, “Todas as coisas valem”, e regrava um Guilherme Arantes recentíssimo, “Você em mim”, com arranjo bossanovista.

As quatro canções gravadas foram escolhidas por Leila depois de uma vasta “garimparem” e um mergulho no “arquivo de raridades” de José Pedro Selistre (o DJ Zé Pedro) que coleciona pérolas musicais e é amigo de Leila há muitos anos.

O show estreiou em São Paulo, com participação especial de Dani Black, e passou por Belo Horizonte, recebendo como convidados especiais o violonista Thiago Delegado e Fernanda Takai e no Rio de Janeiro teve as participações do sanfoneiro Mestrinho, do violonista Jean Charnaux e Thiago Amud, além da amiga e parceira Zélia Duncan. No nordeste, passou por Teresina, Aracaju, Maceió, Recife, Natal e Fortaleza.

Serviço

Rival Petrobras 81 anos apresenta Leila Pinheiro

Em seu recomendado show “Por onde eu for”

Dias 20 e 21 de novembro, sexta-feira e sábado, às 19h30

Abertura da casa às 18h30

Teatro Rival Petrobras

Rua: Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia -Tel:  2240-4469

Setor A / Mezanino

R$ 100 (Inteira)
R$  50 (Meia-entrada)

Setor B

R$ 90 (Inteira)
R$ 70 (Os 100 primeiros pagantes)
R$ 45 (Meia-entrada)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

 

Maíra Freitas no NET Rio

A jovem pianista, arranjadora e cantora Maíra Freitas, filha do sambista Martinho da Vila, lança seu segundo disco, Piano e Batucada (Biscoito Fino/ Natura Musical), dia 25 de novembro, quarta, no Theatro NET Rio, com participações especiais de Edu Krieger, Felipe Cordeiro e João Sabiá. O projeto, que inclui gravação do álbum e shows de lançamento em Recife, Porto Alegre e Rio de Janeiro, foi selecionado para receber patrocínio do edital nacional Natura Musical.

O álbum tem produção de Sacha Amback e conta também com participações especiais de parceiros como sua irmã Martn’ália, o também carioca João Sabiá, o gaúcho Filipe Catto, o paraense Felipe Cordeiro, o grupo baiano Ilê Aiyê, com quem gravou em Salvador sua versão samba-reggae para Feeling Good, sucesso interpretado por Nina Simone.

O show estreou em outubro em Recife, já passou por Porto Alegre e agora chega ao Rio de Janeiro no dia 25/11, no Theatro Net Rio, com participações especiais de Edu Krieger, Felipe Cordeiro e João Sabiá.

No palco, Maíra é acompanhada na percussão e bateria pelos músicos Guilherme Oliveira e Cassius Theperson. No repertório, músicas do novo CD como as releituras de Estranha Loucura (Michael Sullivan/Paulo Massadas), para o sucesso de Alcione em que dividiu os vocais com Filipe Catto, uma versão samba-reggae para Feeling Good, de Nina Simone, e Minha Festa, de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito. Maíra também mostra sua versão compositora em inéditas como Êta, a faixa que abre o disco, parceria com Edu Krieger, a saborosa Gargalhada, com Felipe Cordeiro, Cuidado Moça, parceria com o baiano radicado em São Paulo, Daniel Mã, e outras autorais como Lembrar de Quê, baseada em versos do poeta português Fernando Pessoa, além de Nua, Volta e Danilo Dormindo, por exemplo. O show ainda conta com versões para Michael Jackson, Beat it, em bossa-jazz, e algumas de seu pai, Martinho da Vila, como Disritmia.

Maíra é formada em música clássica pela Escola de Música da UFRJ, possui uma carreira extensa como pianista erudita e ultimamente está se aventurando pela música popular. Estreou como cantora e pianista no disco Poetas da Cidade do pai.

Em 2011 lançou, pelo selo Biscoito Fino, seu primeiro CD Maíra Freitas, com três faixas de sua autoria: Alô?, Corselet e Se Joga. O disco, produzido por Mart’nália, contou com a participação dos músicos Wilson das Neves, Dirceu Leite e Cláudio Jorge e dos cantores Qinho, em As Voltas (Qinho/Vitor Paiva), Martinho da Vila, em Disritmia (Martinho da Vila) e Joyce Moreno, em Monsieur Binot (Joyce Moreno). O CD incluiu também algumas regravações com Se Queres Saber (Peter Pan), Recado (Gonzaguinha), Mambembe (Chico Buarque), Maracatu Nação do Amor (Moacir Santos e Nei Lopes), O Show Tem Que Continuar (Arlindo Cruz/Sombrinha/Luiz Carlos da Vila), Só o Tempo (Paulinho da Viola) e O Voo da Mosca (Jacob do Bandolim).

“Para muitos artistas, o segundo disco é o da afirmação de uma trajetória, da estruturação de um caminho. Para Maíra não existe uma estrada a ser seguida passo a passo. Os itinerários dela são muitos, seu piano e sua voz apontam para uma música universal, abrangente e com conteúdo, independente de rótulos ou clichês. Coisa muito fina”, como observou o jornalista João Pimentel no texto de apresentação deste seu segundo álbum, Piano e Batucada.

Videoclipes:

Lembrar de Quê

http://www.youtube.com/watch?v=6eDUhYAkkUU

Dream a Little Dream

http://www.youtube.com/watch?v=r2vjFVqOevk

Corselet

http://www.youtube.com/watch?v=meRg8ggTNhA

 

SERVIÇO:

Show: Maíra Freitas em lançamento do CD Piano e Batucada – part. especial de Edu Krieger, Felipe Cordeiro e João Sabiá

Local: Theatro NET Rio (Rua Siqueira Campos, 143 – Shopping Cidade Copacabana – 2º piso – Copacabana – Rio de Janeiro/RJ – Tel: 21 2147-8060)

Data: dia 25 de novembro, quarta-feira

Horário show: 21h

Abertura da casa: 19h30

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) | R$ 20,00 (meia)

Duração: 70 min

Classificação: 12 anos

Site da casa: http://www.theatronetrio.com.br/pt-br/programacao/323/MA%C3%8DRA_FREITAS_-_25_DE_NOV.html

 

Natura Musical: 10 anos de valorização da música brasileira                             

O Natura Musical, programa da Natura de apoio à música brasileira completa dez anos em 2015, ocupando papel singular no cenário de patrocínio cultural do país. Com mais de 270 projetos patrocinados, o programa apoiou, desde 2005, a realização de mais 1130 produtos culturais (mais de mil shows, 89 CDs, 19 DVDs, 17 livros e 5 filmes), e se converteu numa plataforma de renovação da música brasileira. Hoje proporciona o lançamento de um volume de novos trabalhos comparável aos principais selos de música brasileira não orientados exclusivamente pelo mercado, com uma média de 20 discos por ano, além de patrocinar cerca de 150 shows pelo país, gratuitos ou a preços mais populares do que o mercado oferece tradicionalmente, no caso de artistas consagrados.

O programa patrocina novos talentos, projetos de preservação de legado e formação musical e artistas consagrados em momentos emblemáticos da carreira em todo o Brasil, por meio de diferentes frentes, como os editais públicos, que selecionam projetos de diferentes formatos e estágios da produção cultural, por meio das Leis Rouanet e do Audiovisual em todo o Brasil, e da Lei do ICMS em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia e no Pará; por Seleção Direta, que contempla propostas adequadas ao conceito do programa e de grande relevância e inovação, sem a obrigatoriedade das leis de incentivo; e pelos Festivais.

OUÇA A WEBRÁDIO NATURA MUSICAL E SAIBA MAIS NO PORTAL

www.naturamusical.com.br

“As Bodas de Fígaro” no Municipal

A Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura (SEC), dá prosseguimento à temporada lírica do segundo semestre de 2015, que leva a assinatura do Maestro André Cardoso, com As Bodas de Fígaro. O Coro e a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal irão apresentar esta obra de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), com produção original do Theatro São Pedro, de São Paulo, nos dias 19, 20, 21, 22, 26, 27, 28 e 29 de novembro. Além de se divertir com esta ópera-bufa, os espectadores que estiverem nestas sessões receberão um livreto com informações detalhadas sobre todas as atrações da Temporada 2016 e sobre as modalidades para vendas de assinaturas de óperas e balés. Ao longo das oito récitas, irão se revezar nos papéis centrais as sopranos Carla Cottini e Chiara Santoro (Susana), Maíra Lautert e Marina Considera (Condessa de Almaviva), os barítonos Rodrigo Esteves e Felipe Oliveira (Fígaro), Douglas Hahn e Manuel Alvarez (Conde de Almaviva) e os tenores Giovanni Tristacci e Cleyton Pulzi (Don Basilio), contracenando com a mezzo-soprano Malena Dayen (Cherubino) e o baixo Savio Sperandio (Don Bartolo). Completam o elenco, as mezzo-sopranos Lara Cavalcanti e Beatriz Pampolha (Marcelina), os barítonos Ciro D’Araújo e Frederico de Oliveira (Antonio), as sopranos Michele Menezes e Luiza Lima (Barbarina) e os tenores Bruno dos Anjos e Guilherme Moreira (Don Curzio). Esta montagem contará com a iluminação de Wagner Pinto, figurino de Fábio Namatame, cenografia de Nicolàs Boni, direção cênica de Livia Sabag e direção musical e regência do Maestro Tobias Volkmann.

Com libreto escrito por Lorenzo Da Ponte (1749-1838) a partir da comédia Le Mariage de Figaro, do dramaturgo francês Pierre Beaumarchais (1732-1799), esta ópera tem um protagonista de forte empatia e popularidade. O personagem Fígaro é ardiloso, perspicaz e ao mesmo tempo humano, de inteligência engenhosa, capaz de superar qualquer cilada. Este barbeiro Fígaro fascinou Mozart, que apresentou o texto ao poeta Lorenzo da Ponte, marcando a primeira de uma das mais vitoriosas parcerias na história da ópera. Obra-prima do teatro lírico de todos os tempos, As Bodas de Fígaro estreou em 1786, em Viena, sob a direção do próprio Mozart. Ambientada no fim do século XVIII, nos arredores de Sevilha, retrata o romance entre Fígaro  e Susana, criados do Conde e da Condessa Almaviva, que estão de casamento marcado para breve. No entanto, um obstáculo à união feliz dos servos é que o Conde passa um longo período tentando  seduzir Susana, levando os noivos a acreditar que o nobre não abrirá mão do abominável Direito do Senhor, que dava ao patrão o privilégio de passar a noite de núpcias com sua empregada, antes do futuro marido.

“As alusões de crítica social e política da peça, embora eliminadas, permitiram a Mozart criar uma obra de grande dimensão humana, com motivos melódicos refinados que sugerem as ambivalências e riquezas de sentimentos e as desigualdades de classes, surpreendentes em se tratando de uma ópera-bufa que ganha, assim, uma densidade extraordinária nas mãos deste genial compositor”, comenta o Maestro André Cardoso, Diretor Artístico da Fundação Teatro Municipal.

Sobre a ópera

Pierre-Augustin de Beaumarchais (1732-1799) foi relojoeiro, professor de harpa, juiz, financista, diplomata, espião, contrabandista de armas e panfletário. Mas hoje em dia é lembrado como autor de duas comédias que marcaram época no teatro francês, atualmente pouco encenadas, porém relembradas pelas óperas a que deram origem: o Barbeiro de Sevilha e As Bodas de Fígaro. O Barbeiro (1775) estreou na Comédie Française numa sexta-feira, um fracasso, foi modificada e reduzida, e reestreada no domingo triunfalmente. Um dos maiores sucessos da história da Casa de Molière, por ser uma peça rápida, cheia de diálogos brilhantes, cenas engraçadas e recheadas de ironias disparadas em todas as direções. Em 1781 Beaumarchais criou uma nova comédia usando os mesmos personagens do Barbeiro. Só que nesta, a heroína não têm mais 16 anos, mas cerca de 30, o herói não é mais o jovem apaixonado e sim um marido ciumento e libertino. A peça foi proibida só subindo à cena em 1784. A razão foi que, naquele momento, sopravam de todas as direções os ventos da Revolução. E o segundo Fígaro, não age mais por amor ao dinheiro, mas por amor próprio. É o porta-voz do novo povo, o contestador da ordem constituída, o demolidor da nobreza e dos magistrados. Não mais um criado colaborador da felicidade alheia, mas um homem reivindicando o direito ao seu quinhão na vida. A peça escarnecia da nobreza e do absolutismo em geral, e seus ataques deram-lhe um atrativo a mais para seu triunfo.

Uma tradução da peça foi publicada em Viena, mas sua representação foi proibida. Mozart a leu e a sugeriu, como base para uma ópera, ao poeta da Ópera da Corte, o esperto e habilíssimo Lorenzo Da Ponte. Ambos raciocinaram que se a peça Figaros Hochzeit fôra proibida, a Censura, com sua habitual falta de lógica, não proibiria uma ópera chamada Le Nozze di Figaro. Da Ponte com sua argumentação e Mozart por ter ido pessoalmente tocar trechos da ópera, fizeram com que o imperador José II ordenasse sua apresentação, ocorrida em maio de 1786 no Burgtheater. Da Ponte e Mozart intitularam a ópera como commedia per musica, escrevendo que era intenção oferecer um novo tipo de espetáculo. Intenção plenamente realizada pela habilidade do poeta e pelo gênio do compositor, numa ópera cuja popularidade glorifica, duzentos anos depois, seus autores.

Resumo da ópera

Fígaro, no dia de seu casamento, mede o quarto que seu amo, o Conde, lhe atribuiu (Cinque, dieci..), mas sua noiva, Susana, lhe chama atenção para o fato de o quarto estar colado ao do Conde. Fígaro percebe a intenção (Se vuol ballare signor Contino). Cherubino, o pajem adolescente apaixonado por todas as mulheres (Non so più cosa son), pede ajuda à Susana para evitar ser mandado ao exército. Quando o Conde chega, furioso, dá um brevê de oficial ao pajem, mandando-o partir imediatamente, debaixo do sarcasmo de Fígaro (Non più andrai). A Condessa deplora a inconstância de seu marido (Porgi amore). Susana conta sobre as tentativas de sedução do Conde e as duas resolvem dar-lhe uma lição. Um bilhete o avisará que a Condessa irá se encontrar àquela noite com seu amante e Susana deverá aceitar as propostas do Conde para um encontro. Mas quem irá no lugar de Susana será Cherubino, travestido, e assim a Condessa poderá surpreender o marido.

O pajem, enquanto é travestido, faz, indiretamente, uma declaração à Condessa (Voi Che sapete). Susana aceita se encontrar à noite com o Conde (Crudel, perchè finora), mas este percebe estar sendo enganado (Vedrò, mentre suspiro) e jura vingar-se. A Condessa espera que tudo dê certo para que possa recuperar o amor do marido (Dove sono) e dita à Susana um bilhete para o Conde, marcando o encontro no parque do castelo (Che soave zeffiretto). No parque, Fígaro fica sabendo do encontro Susana-Conde e despeja sua ira contra as mulheres (Aprite um pó quegl’occhi). Susana, de Condessa, atiça seu ciúme (Deh vieni non tardar). O Conde, então leva falsa “Susana” para um pavilhão, visto por Fígaro, que resolve denunciar o fato à suposta “Condessa”. Esta acaba por se trair e os dois se reconciliam. O Conde, vendo as declarações de Fígaro à fictícia “Condessa”, chama por socorro. Todos pedem que ele a perdoe. A Condessa, então, se revela e o desmascarado Conde pede-lhe perdão, que é concedido. Tudo acaba bem (Cosa avenne, cosa avenne).

 

 

Sobre os solistas principais

 

Carla Cottini, soprano Susana

Vencedora do Prêmio Revelação no 10º Concurso de Canto Maria Callas da cidade de Jacareí (SP) em 2011, Carla Cottini tem se destacado por integrar em suas performances apurada técnica, belo timbre e marcante presença cênica. Estreou no Theatro Municipal de São Paulo em dezembro de 2011 como Ida, em O Morcego, e como Musetta, em La Bohème, com a Orquestra Sinfônica do Sergipe. Em 2012 canta a primeira audição mundial da obra Fantasia Gabriela, de Andre Mehmari, escrita por encomenda da Orquestra Sinfônica da Bahia para as comemorações do centenário de Jorge Amado. Participou em São Paulo dos musicais My Fair Lady (em 2007, sob a direção de Jorge Takla), Esta é a Nossa Canção (em 2009, sob a direção de Charles Randolph Wright) e Cats (em 2010, sob a direção de Richard Staford). Recentemente, esteve sob orientação de Louis Salemno (repertório italiano), Laila Barnat (repertório francês), Ana Luisa Chova (técnica vocal) e Hussan Park. Além de sua dedicação ao canto lírico, Carla Cottini tem formação em artes cênicas, jazz dance e balé clássico na Casa de Artes OperAria. Carla vive em Valência, Espanha.

Chiara Santoro, soprano Susana

Soprano lírico de coloratura, Chiara Santoro é Bacharel pela UniRio, com pós-graduação no Conservatório Santa Cecília, de Roma. Concluiu o Biennio com nota máxima e menção de louvor. Venceu o primeiro prêmio no VII Concorso Nazionale di Canto A.Gi.Mus, em Roma, e o prêmio de Melhor Interpretação no VII Concurso Principessa Trivulzio, em Milão. Foi uma das vencedoras do Concurso Maria Callas 2013, em São Paulo. Estudou no Opera Studio da Accademia Nazionale di Santa Cecília com Renata Scotto e, na França, com Teresa Berganza no Festival de Bougival. Em suas performances destaca-se o repertório mozartiano: Zerlina em Don Giovanni (Orquestra da UFRJ, Rome Festival Orchestra e Festival de Bougival), Pamina em A Flauta Mágica (Rome Festival Orchestra), Aminta em Il Re Pastore (OSB O&R) e a parte solista no Requiem (Praga Simphonietta) e Litaniae di Altaris Venerabilis (Sinfônica de Karlovy Vary). Foi integrante da Academia de Ópera do Theatro São Pedro, onde debutou como “A Moça” na ópera inédita O Menino e a Liberdade, de Ronaldo Miranda, e como Nannetta em Falstaff, de Verdi.

Rodrigo Esteves, barítono Fígaro

Iniciou seus estudos no Rio de Janeiro com o tenor Alfredo Colósimo, transferindo-se depois para a Espanha onde se aperfeiçoou com o barítono Antonio Blancas, em Madri. Interpretou óperas como Macbeth, Don Carlo, Ballo in Maschera, La Traviata, Falstaf, Oberto, Trovatore, Otello, La Boheme, Tosca, Cavalleria Rusticana, Pagliacci, Salomé, Lucia di Lammermoor, L’Elisir d’Amore, La Favorita, Il Barbiere di Siviglia, Don Giovanni, Le Nozze di Figaro, Romeo et Juliette, Faust, Der Rosenkavalier e Carmen. Cantou com nomes como Plácido Domingo, Marcelo Álvarez, Denice Graves, Gregory Kunde, Maria Jose Siri, Viorica Cortez, Rockwell Blake, Luiz Ottavio Faria, Fernando Portari, Dimitra Teodossiu, Violeta Urmana, Leontina Vaduva e em teatros na Argentina, Brasil, México, Portugal, Espanha, Itália, França, Japão. Foi dirigido pelos maestros Silvio Barbato, Antoni Ros Marbá, John Neschling, Stefano Ranzani, Miguel Ángel Gomez Martínez, Alain Lombard, Alain Guingal, Marcello Panni, Adrian Leaper, Lorin Maazel, Patrick Fournillier.  Ganhou o prêmio Carlos Gomes de Música Erudita, categoria Melhor Solista Masculino em 2009 e em 2010. Participou de masterclasses com Raina Kabaivanska e Renato Bruson. Recentemente debutou na Arena de Verona, cantando Scarpia da opera Tosca e seus próximos compromissos o levam à Palermo, na Itália, com as óperas Attila e Carmen, e também a Vigo e a Málaga, na Espanha, com Cavalleria Rusticana e I Pagliacci.

Felipe Oliveira, barítono Fígaro

Iniciou os estudos de Canto com Fátima de Brito em Maceió, sua cidade natal. Deixou o curso de Medicina no quarto ano para dedicar-se inteiramente à música. Estudou na UNESP/SP com Martha Herr e aperfeiçoou-se com Isabel Maresca. Ganhador de prêmios em vários concursos de canto no Brasil, transferiu-se em 2006 para Glasgow, Escócia, onde concluiu os Mestrados em Ópera e em Performance Vocal no Royal Conservatoire of Scotland. Desde 2011 vive em Modena, Itália, sob a orientação de Mirella Freni. Colaborou com a Royal Scottish National Orchestra, Orquestra Amazonas Filarmônica, Sinfônicas de Minas Gerais, do Espírito Santo e da Paraíba, Orchestra Regionale Dell’Emilia Romagna e Regionale Abruzzese, entre outras. Em ópera, cantou os papéis-título de Don Giovanni, Eugene Onegin e Don Pasquale. Interpretou Guglielmo em Così Fan Tutte, Bartolo em O Barbeiro de Sevilha, Fígaro em As Bodas de Fígaro, Papageno em A Flauta Mágica e Schaunard em La Bohème, em teatros do Brasil, Argentina e da Europa. Na temporada 2014 / 2015, fez sua estreia no Teatro Bolshoi, Moscou, no concerto comemorativo aos 50 anos de cooperação entre o teatro russo e o Teatro Alla Scala de Milão e cantou Masetto no Don Giovanni do Teatro Comunale di Modena e Teatro del Giglio di Lucca, na Itália.

Douglas Hahn, barítono Conde de Almaviva

Fez sua estreia em Florianópolis em 1996 com a ópera Il Guarany e no ano seguinte estreou no Theatro Municipal SP com L’Elisir d’Amore, seguindo com La Bohème, Il Guarany, La Forza Del Destino, La Fille du Regiment, L’Italiana in Algeri, Falstaff e Le Villi. Estreou na Itália com Don Giovanni e La Bohème na cidade de Adria, Rovigo. No Theatro Municipal RJ participou das óperas Un Ballo in Maschera, L’Elisir d’Amore, Missa de Coroação e Carmina Burana. Em Florianópolis atuou em A Flauta Mágica, Rigoletto, Réquiem de Mozart, La Traviata, L’Elisir d’Amore, La Serva Padrona e O Barbeiro de Sevilha. No Teatro Guaíra atuou nas produções de La Bohème, Don Giovanni, Rigoletto e La Traviata. Recebeu o Troféu Aldo Baldin, 2008 através da Pró-Música de Florianópolis. Em Buenos Aires interpretou Poliuto no Teatro Avenida; junto a OPES participou da estreia na América Latina da ópera Der Zwerg, na Sala Cecília Meireles. Recebeu o Prêmio Edino Krieger como Destaque Musical de 2009, conferido pela Academia Catarinense de Letras e Artes. Dentre seus últimos trabalhos destacam-se; Romeu et Juliette no XIV Festival Amazonas de Ópera; Loreley no Teatro Avenida em Buenos Aires; Don Pasquale no Theatro São Pedro, em São Paulo; Aída no Salão de Atos da PUC em Porto Alegre; La Traviata no Teatro Pedro Ivo em Florianópolis; La Serva Padrona em turnê catarinense; Concerto de Reabertura do Theatro Municipal SP e a opereta O Morcego (Dr. Falke); Tristan und Isolde (Kurwenal) no Teatro Argentino La Plata; estreou na Sala São Paulo junto a OSESP com a Oitava Sinfonia de Mahler; O Barbeiro de Sevilha em Chapecó; Rigoletto em forma de concerto no Teatro São Pedro em SP; Lucia di Lammermoor no Teatro San Martin Libertador em Córdoba; Il Campanello di Notte no Theatro São Pedro, em Porto Alegre.

Manuel Alvarez, barítono Conde de Almaviva

Um dos exponenciais do canto lírico brasileiro, iniciou sua carreira no Coro do Theatro Municipal do Rio. Seu trabalho como solista rendeu-lhe vários destaques, como sua estreia interpretando Iberê em Lo Schiavo, de Carlos Gomes, em 1999. Trabalhou em montagens dos principais teatros e festivais do Brasil – Theatro Municipal do Rio e SP, Palácio das Artes BH, Teatro da Paz, em Belém, e Festival de Campos do Jordão – em títulos como Il Guarany, Simon Boccanegra, La Traviata, Madame Butterfly, A Flauta Mágica, O Elixir do Amor, Macbeth, Il Trovatore, Falstaff, O Chapéu de Palha, Aída, O Pescador de Pérolas, I Pagliacci, O Barbeiro de Sevilha, Rigolleto, Gianni Schicchi, La Bohème, O Morcego, Romeu e Julieta, La Cambiale di Matrimonio e L’Infedeltà Delusa de Haydn. Na Argentina, participou das óperas Jerusalém de Verdi, no Teatro Roma, e Carmen, no Estádio Luna Park; no Teatro de Santiago do Chile, de Aida. Integrou a Cia. Brasileira de Ópera, dirigida pelo maestro Jonh Neschiling, cantando Bartolo em O Barbeiro de Sevilha. Com a Cia de Ópera de SP fez o papel-título em Rigoletto, além de ter cantado o protagonista da première sul-americana de O Barbeiro de Sevilha, de Paisiello, regido por Sérgio Monterisi e dirigido por Enzo Dara, no Theatro São Pedro SP.

Maíra Lautert, soprano Condessa de Almaviva

Maíra tem percorrido uma trajetória ascendente na cena lírica brasileira. Em 2013, estreou no papel-título em A Raposinha Esperta de Janacek e Primeira Donzela em Parsifal, no Festival Amazonas de Ópera. Também interpretou Dirce (Medéia) com OSBOR no Theatro Municipal RJ. Performances anteriores incluem Ortlinde (A Valquíria) no TMRJ e TMSP, Adele (Il Pirata, de Bellini) no TMRJ, Anjo Negro (J.G. Ripper) no Parque Lage. Cantou em O Anão de Zemlinky com Petrobras Sinfônica sob a regência de Isaac Karabtchevsky e a ópera Domitila de Ripper em turnê brasileira. Aperfeiçoou-se em Milão, em 2009, com Rita Patanè e participou de masterclasses e workshops com Sherryll Milnes e Ileana Cotrubas. Venceu o VII Concurso Nacional Villa-Lobos, terceiro lugar no VII Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão e terceiro lugar no I Concurso de Canto Lírico / Ópera da UFRJ. Maíra estudou com Laura de Souza e é Bacharel em canto pela Escola de Música da UFRJ.

Marina Considera, soprano Condessa de Almaviva

Marina Considera é Mestra pela UFRJ e Bacharel em Canto pela UniRio. Sua estreia profissional se deu em 2006 em A Carta, sob a regência de Henrique Morelenbaum. Integrou o Opera Studio da Accademia Nazionale di Santa Cecília sob a orientação de Renata Scotto, Anna Vandi e Cesare Scarton. Cantou no Auditorium Parco Della Musica, na Fundação Tito Gobbi e no Teatro Stabile di Abruzzo. Em 2012, nos Concertos FINEP -Rádio MEC, protagonizou Norma (Bellini), Maria Tudor (Gomes) e La Forza Del Destino (Verdi). Com a OSB – O&R estreou no TMRJ, onde atuou também como Rossweisse em A Valquíria, sob a regência de Luiz Malheiro.  No TMSP estreou como Rosália em Jupyra e, no mesmo ano, foi solista na Nona Sinfonia de Beethoven na Sala São Paulo, sob a regência de Roberto Tibiriçá, e na Quarta Sinfonia de Mahler sob a regência de John Neschling. Foi Nedda em I Pagliacci no TMSP, sob a regência de Ira Levin e protagonista da ópera Tosca em Porto Alegre, sob a regência de Henrique Ricci. No festival de Campos de Jordão, foi solista em um concerto em homenagem a Carlos Gomes sob a regência de Luiz Malheiro. Em 2015, foi protagonista em Suor Angelica, no Festival da Music Academy international, sob a regência de Elaine Rinaldi, em Trentino (Itália), e cantou na Sala Cecilia Meireles um concerto em homenagem a Schumann e Brahms. Atualmente é orientada pela soprano Eliane Coelho.

Malena Dayen, mezzo-soprano Cherubino

Reconhecida pelo New York Times como “memorável” pela performance no Carnegie Hall em 2013, estreou como Carmen com a Natchez Opera Festival, repetindo o papel com a New York Lyric Opera e o International Vocal Arts Institute. Interpretou a Aia na estreia mundial de Fedra e Hipólito (Christopher Park) no Palácio das Artes de Belo Horizonte. Em seu repertório destacam-se Romeo (I Capuleti e i Montecchi), Adalgisa (Norma), Rosina (Il Barbiere di Siviglia), Dorabella (Così fan Tutte), Sesto (La Clemenza di Tito) e María (María de Buenos Aires). Requisitada por compositores contemporâneos, recentemente atuou na estreia de The Blizzard Voices (P. Moravec) e no Requiem (B. Ellingboe), no Carnegie Hall. Com o Oratório Society of New York excursionou pela Hungria, Itália e Brasil. Apresentou-se com a Orquestra do Teatro Colón, a Orquestra de Câmara Israelita e a Orquestra Sinfônica de Porto Rico. Reside em Nova York onde estudou no Mannes College of Music.

Savio Sperandio, baixo Don Bartolo

A voz e a presença cênica marcantes de Savio Sperandio o tem tornado um dos artistas mais solicitados do Brasil. Cantou O Barbeiro de Sevilha (Bartolo) no Teatro Colón (2005), no Festival de Ópera de Ercolano (2007) e no Teatro Real de Madrid (2008), L’Italiana in Algeri (Mustafá) no Festival Rossini in Wildbad (2008), Il Viaggio a Reims (Don Profondo) no Rossini Opera Festival (2006) e no Teatro Arriaga de Bilbao (2008) sob a direção de Emilio Sagi e regência de Alberto Zedda , Don Pasquale (Don Pasquale) no Teatro Real de Madrid (2009), Zelmira (Gran Sacerdote) no Rossini Opera Festival (2009) sob a regência de Roberto Abbado, Una Cosa Rara (Lisargo) no Palau de les Arts Reina Sofía (2010). Em concertos sinfônicos, cantou com as principais orquestras brasileiras (OSESP, OPES, OSMG, OSM SP, Amazonas Filarmônica etc), destacando o Réquiem (G. Verdi), Messa di Gloria (G. Puccini), Messiah (G.F. Handel), Réquiem (W.A. Mozart), Nona Sinfonia e Missa Solemnis (L.V. Beethoven). Recebeu os prêmios: “Melhor Intérprete de Canção Brasileira” no IV Concurso Internacional de Canto Lírico Carlos Gomes, “Melhor Intérprete de Canção de Osvaldo Lacerda”, “Revelação do Ano” no Prêmio Carlos Gomes de Música Erudita (2005). Recentemente participou de Romeo e Julieta no TMRJ, O Caso Makropulos com a Petrobras Sinfônica, Aida em Porto Alegre, O Barbeiro de Sevilha com a Cia. Brasileira de Opera na turnê pelo Brasil e La Bohème no Teatro Pedro II em Ribeirão Preto SP. Savio Sperandio é Bacharel em Canto e Violino pela Universidade Federal de Goiás e é orientado por Isabel Maresca.

Lara Cavalcanti, mezzo-soprano Marcelina

 

Formada pela Escola de Música da UFRJ com o título Magna cum Laude, Lara Cavalcanti é corista do Coro do Theatro Municipal RJ. Entre suas atuações em óperas destacam-se, Marcellina em Le Nozze di Figaro, Mãe em A Menina das Nuvens, Pajem de Herodias em Salome, Girl em Trouble in Tahiti, Dorabella em Così Fan Tutte, Mercedes em Carmen, Tisbe em La Cenerentola, Os Pastores em Amahl e os Visitantes da Noite e Iphise em Renaud, de Sacchini. Também são relevantes as participações no Te Deum de Bruckner, no Theatro Municipal RJ, e a Missa em Mi bemol maior de Padre José Maurício Nunes Garcia, com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Em 2015, recebeu o prêmio para personagem no Concurso Maria Callas. Trabalhou com maestros como Silvio Viegas, Abel Rocha, Roberto Duarte, Tobias Volkmann, Bruno Procópio, Álvaro Peterlevitz, Ernani Aguiar, Jésus Fiqueiredo e André Cardoso, além dos diretores cênicos André Heller-Lopes, William Pereira e Livia Sabag, entre outros. Teve aulas com Homero Velho e com Eliane Coelho. Gravou como solista o Magnificat de João Guilherme Ripper, com o Coro Brasil Ensemble, e Ladainha, de Francisco Braga, com o Coro de Câmara Sacra Vox.

Beatriz Pampolha, mezzo-soprano Marcelina

A carioca Beatriz Pampolha é aluna da professora Andrea Albuquerque Adour desde 2013 e já participou de vários concertos como Nona Sinfonia de Beethoven, Requiem de Verdi, Magnificat de C.P.Bach, Stabat Mater de Pergolesi, Te Deum de Francisco Braga e Missa do Padre José Maurício. Recentemente, se apresentou com o Coro do Theatro Municipal RJ do Projeto Aquarius. Foi convidada pelo compositor Filipe de Matos a estrear a peça Canto Puro, criada para esta cantora. Também recebeu convite para participar este ano da Bienal de Música Contemporânea, interpretando a obra O Peso do Eco, de Cadu Verdan. Já se apresentou na Sala Cecília Meireles, no Theatro Municipal RJ e de Vitória, sob as regências de Isaac Karbtchevsky, Tobias Volkmann, Silvio Viegas, Carlos Prazeres e André Cardoso. Em ópera, atuou sob a regência de Karabtchevsky em Carmen, em Madama Butterfly e em Fidelio. Cantou o papel de Una Novizia em Suor Angelica. Em 2014 interpretou Merenciana em O Diletante, de João Guilherme Ripper, na Escola de Música da UFRJ. Na mesma Escola atuou em Così Fan Tutte, em O Cavalinho Azul (como a Lavadeira) de Tim Rescala; em Os Irmãos Repentistas e os Pandeiros Encantados (Violeta) de Rafael Bizerra; e neste ano, em O Limpador de Chaminés (Zora), de Benjamin Britten. No Centro Cultural do Poder Judiciário, participou da opereta Caso no Júri, de Gilbert e Sullivan, nos anos de 2012 e 2013.

Giovanni Tristacci, tenor – Basilio

Iniciou seus estudos de canto em Porto Alegre, com o professor Decápolis de Andrade, no Conservatório de Música Pablo Komlos. Ingressou depois na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde estudou com Mazias de Oliveira. Estreou na cena lírica em 2006, na ópera Idomeneo, de Mozart, apresentada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no papel de “troiano”. Em seguida, cantou em A Flauta Mágica, de Mozart, nos papéis de “segundo sacerdote” e “primeiro homem armado”. Em 2007, fez parte do elenco da ópera O Cientista, do compositor Sílvio Barbato, em montagem com diversas apresentações em capitais no Nordeste e em Duque de Caxias, RJ. Foi solista, em 2007, do Réquiem do Padre José Maurício, regido pelo maestro Ernani Aguiar, à frente da Orquestra Sinfônica da UFRJ. Ainda com esta orquestra, participou da Gala Lírica em homenagem a Verdi, sob a regência de André Cardoso. Esteve presente em vários Festivais, entre os quais destacam-se Verões Musicais, em Gramado e Canela, e Festival Internacional de Música de Campos do Jordão. Atualmente cursa o Bacharelado em canto, na UFRJ. Recebe orientações do Professor Eduardo Álvares.

Cleyton Pulzi, tenor Basilio

Graduou-se na USP e, em 2014, mudou-se para os EUA, onde concluiu Mestrado em Ópera com Kathryn Hartgrove, em Atlanta, e fez o curso de interpretação ‘Harrower Opera’, sob a direção de Carroll Freeman. Destacou-se em Bastien und Bastienne (Bastien), A Flauta Mágica (Tamino), D. Giovanni (D. Ottavio) e Der Schauspieldirektor, de Mozart; Amahl and the Night Visitors (Rei Gaspar), de Menotti; e Gianni Schicchi (Rinuccio), de Puccini. Em 2012, estreou no Festival Amazonas cantando I Puritani (Arturo), de Bellini. Esteve em algumas cidades na Itália interpretando Ramiro em La Cenerentola de Rossini, ópera que cantou também no Theatro São Pedro (SP). Entre suas atuações nos Estados Unidos estão The Crucible de Ward, O Barbeiro de Sevilha de Rossini e sua estreia como Rodolfo em La Bohème de Puccini, no Rialto Theater em Atlanta, e como cover na Michigan Opera. Em 2005, foi Revelação no 1° Concurso Nacional de Canto Edmar Ferreti e venceu o 1° Concurso de Canto do Rotary Club SP, que o levou para o 4º International Rotary Opera Contest, em Portugal. Em 2010, foi o único brasileiro classificado para o Concurs Internacional Jaume Aragall, que aconteceu na Espanha. Em 2010, venceu o concurso Bauru-Atlanta Competition e, em 2014, foi finalista do concurso do San Francisco Opera.

Sobre a Diretora Cênica – Livia Sabag

 

Formada em Artes Cênicas pela USP, a paulistana Livia Sabag estreou como diretora cênica de espetáculos operísticos, em 2003. Considerada uma das mais importantes profissionais da área no país, dirigiu, recentemente, Salomé, de R. Strauss no Theatro Municipal SP e Le Nozze di Figaro, de Mozart, no Theatro São Pedro (SP). Em 2014, Salomé conquistou os prêmios de Melhor Ópera no Prêmio Concerto 2014 e na premiação do jornal Folha de São Paulo. Também assinou as encenações das óperas The Turn of the Screw, de Britten, regida por Steven Mercurio no Theatro São Pedro (SP, em 2014), Madama Butterfly, de Puccini, abrindo a temporada de óperas de 2013 da Fundação Clóvis Salgado, em Belo Horizonte; O Rouxinol, de Stravinsky, no Theatro Municipal SP, em 2012; e Lucia di Lammermoor, de Donizetti, na Manhattan School of Music em Nova York, onde também realizou sua estreia internacional, dirigindo a ópera Falstaff, de Verdi, no ano anterior. Em 2011, dirigiu a aclamada produção de L’Enfant et les Sortilèges, de Ravel, na comemoração dos 100 anos do Theatro Municipal SP, ópera que recebeu seis troféus no XV Prêmio Carlos Gomes, entre eles melhor espetáculo e melhor direção cênica. Em 2010, dirigiu Rigoletto, de Verdi no Theatro São Pedro SP e La Serva Padrona, de Pergolesi. Foi diretora artística e cênica nas produções de I Pagliacci, de Leoncavallo, em 2009, A Water Bird Talk, de Argento, e The Bear, de Walton, em 2008 no Theatro São Pedro SP. No mesmo ano, dirigiu Amelia al Ballo, de Menotti, no Theatro Municipal SP. Em 2007, foi diretora artística e cênica de Il Matrimonio Segreto, de Cimarosa, no Theatro São Pedro SP. Atuou ainda como assistente de direção entre 2005 e 2008 nas produções Joanna de Flandres, no Teatro Alfa; Andrea Chénier e La Fille du Régiment, no Theatro Municipal SP; Mozart & Salieri, no Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão; The Man Who Mistook His Wife for a Hat, no Theatro São Pedro e no Palácio das Artes de Belo Horizonte; Maria Golovin, no XII Festival Amazonas de Ópera, em Manaus.

Sobre o Diretor Musical e Regente – Tobias Volkmann

 

Desde a conquista dos principais prêmios concedidos no Concurso Internacional de Regência Jorma Panula 2012, na Finlândia, e do Prêmio de Público no Festival Musical Olympus de São Petersburgo em 2013, Tobias Volkmann vem atraindo atenção para uma carreira internacional em ascensão. Como regente convidado, já esteve à frente de grandes orquestras europeias e sul-americanas, a exemplo da Sinfônica do Porto Casa da Música, da Sinfônica Estatal do Museu Hermitage, da Sinfônica Estatal de São Petersburgo, da Sinfônica do Chile e da Petrobras Sinfônica. Em 2015 fez a estreia alemã à frente da Orquestra Sinfônica de Brandemburgo e também irá estrear na célebre sala do Gewandhaus de Leipzig como convidado da temporada oficial do Coro e Orquestra da Rádio MDR. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresentou-se em concertos sinfônicos e dirigiu a OSTM em três produções de balé, como a recente Apoteose da Dança. A montagem de As Bodas de Fígaro marca sua estreia na direção musical de óperas neste teatro. Compromissos futuros incluem a estreia como convidado da Filarmônica de Minas Gerais. Apresentou-se em concertos com as orquestras sinfônicas de Vaasa e Jyväskylä (Finlândia), Orquestra Lyatoshinsky de Kiev, com as sinfônicas de Porto Alegre, Campinas e da UFRJ. É convidado frequente nas temporadas da Orquestra Sinfônica Nacional – UFF e da Orquestra Sinfônica da Universidade Nacional de Cuyo, em Mendoza (Argentina). Entre 2012 e 2014 atuou como maestro assistente do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Entre 2009 e 2011 foi regente assistente da Orquestra Filarmônica Carnegie Mellon nos Estados Unidos. Realizou sua formação com grandes nomes da regência em masterclasses internacionais ministrados por Kurt Masur, Jorma Panula, Ronald Zollman, Isaac Karabtchevsky e Fabio Mechetti. Estudou na Universidade Federal do Rio de Janeiro sob a orientação de André Cardoso e concluiu mestrado em Regência Orquestral na Universidade Carnegie Mellon de Pittsburgh (EUA) sob a orientação de Ronald Zollman.

SERVIÇO:

AS BODAS DE FÍGARO

CORO E ORQUESTRA SINFÔNICA DO THEATRO MUNICIPAL

Música Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)

Libreto Lorenzo Da Ponte (1749-1838) a partir de

Le Mariage de Figaro, de Pierre Beaumarchais (1732-1799)

Produção original do Theatro São Pedro (São Paulo)

Desenho de Luz Wagner Pinto

Figurino Fábio Namatame

Cenografia Nicolàs Boni

Direção Cênica Livia Sabag

Direção Musical e Regência Tobias Volkmann

 

Solistas das récitas de 19, 21, 27, e 29 de novembro

Susana Carla Cottini, soprano

Fígaro Rodrigo Esteves, barítono

Conde de Almaviva Douglas Hahn, barítono

Condessa de Almaviva Maíra Lautert, soprano

Cherubino Malena Dayen, mezzo-soprano

Don Bartolo Savio Sperandio, baixo

Marcelina Lara Cavalcanti, mezzo-soprano

Basilio Giovanni Tristacci, tenor

Antonio Ciro D’Araújo, barítono

Barbarina Michele Menezes, soprano

Don Curzio Bruno dos Anjos, tenor

 

Solistas das récitas de 20, 22, 26 e 28 de novembro

Susana Chiara Santoro, soprano

Fígaro Felipe Oliveira, barítono

Conde de Almaviva Manuel Alvarez, barítono

Condessa de Almaviva Marina Considera, soprano

Cherubino Malena Dayen, mezzo-soprano

Don Bartolo Savio Sperandio, baixo

Marcelina Beatriz Pampolha, mezzo-soprano

Basilio Cleyton Pulzi, tenor

Antonio Frederico de Oliveira, barítono

Barbarina Luiza Lima, soprano

Don Curzio Guilherme Moreira, tenor

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano, s/nº – Centro

 

Dias 19, 21, 26, 27 e 28 de novembro, às 20h

Dias 20, 22, 29 de novembro, às 17h

 

 

Preços:

Frisa / Camarote – R$ 504,00

Plateia / Balcão Nobre – R$ 84,00

Balcão Superior – R$ 60,00

Galeria – R$ 30,00

Desconto de 50% para portadores de necessidades especiais, idosos e estudantes.

Capacidade – 2.227 lugares

Classificação etária – 8 anos

Duração – 180 minutos (com intervalo)

Informações – (21) 2332-9191

Vendas na Bilheteria, no site Ingresso.com ou pelo telefone 21 4003-2330

 

Mulheres de Chico no Rival

O Mulheres de Chico irá completar de 10 anos de muita alegria, música e Chico Buarque e para comemorar esta data o bloco fará o lançamento do novo CD MDC 10 anos gravado ao vivo com a participação do público. A festa de lançamento do CD será na casa que já é palco certo das meninas: o Teatro Rival Petrobras no dia 13 de novembro às 19h30.

Serviço

Show – Rival Petrobras 81 anos apresenta Bloco Mulheres de Chico.

Lançamento do CD “MDC 10 Anos”

Dia 13 de novembro, sexta-feira, às 19h30

Abertura da casa às 18h30

Preços

Setor A / Mezanino:

R$ 80 (Inteira)
R$ 40 (Estudante /Idoso / Professor da Rede Municipal / funcionários da Petrobras)


Setor B:

R$ 70  (Inteira)
R$ 55  (Promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 35  (Estudante /Idoso / Professor da Rede Municipal / funcionários da Petrobras)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Um Rio de Histórias na Quinta da Boa Vista

No dia 15 de novembro o Instituto Tear comemora 35 anos com a festa Um Rio de Histórias na Quinta da Boa Vista. A Orquestra Voadora participa do evento, que espera 3 mil pessoas e conta com oficinas culturais, apresentações artísticas, rodas de danças populares, atividades literárias, intervenções e performances.

O evento vem de uma longa tradição de “festas da rua” organizadas anualmente pelo Tear desde 1980. “Essas festas mobilizam diretamente a comunidade e sua rede, composta pelas crianças, adolescentes e jovens do Tear e seus familiares, arte/educadores, grupos artísticos, Pontos de Cultura e artistas locais, além dos moradores da cidade do Rio de Janeiro em geral. Queremos reunir todos para celebrar essa data e comungar desse espírito festeiro e tão poeticamente carioca”, afirma Denise Mendonça, fundadora do Instituto.

Sobre o Instituto Tear:

 

Fundado em 1980 pela Arte-Educadora Denise Mendonça, o Instituto de Arte Tear tem o objetivo de contribuir para o processo de desenvolvimento humano através da Arte. Desde então, a instituição atua diretamente na formação de crianças, adolescentes e jovens das classes populares, alem de educadores. O Tear se diferencia por conseguir aliar um trabalho de impacto social a um trabalho de qualidade na formação em arte educação e produção cultural, motivo pelo qual se tornou uma referência no Brasil.

Com uma ampla atuação em todas as áreas culturais, o Instituto aplica conceitos metodológicos próprios, como o de Artes integradas, em cursos nas diversas linguagens da arte; seminários; formação de professores; eventos culturais e artísticos; ocupações artístico-literárias como o famoso Pé de Livro; espetáculos; exposições e eventos comunitários, além de colônia de férias para o público infantil.

PROGRAMAÇÃO

 

Exposições

Folias de Imagens – coletivo de fotógrafos, Imagens do Povo

Luiz Silveira da Mangueira – Maquetes Fluminense

Pesquisa Sonora

Coletivo Quermesse

 

10h

Abertura

Bandarteiros – músicas que marcaram os 35 anos de história do TEAR

 

10h45

Oficinas de arte com os arte-educadores do Tear e convidados:

Casa 248

Corre Cutia

Oficina de Amarração Ojá

Roda de Chita: Dandalua

Roda de Samba: Samba de Benfica

 

13h

Histórias da Quinta da Boa Vista com Luiz Antônio Simas

Espaço Literário:

Curadoria e Programação – Festival Carioca de Contadores de História

 

13h30

Encerramento

Orquestra Voadora

Música no MIMO Festival

Boa música e comida sobre rodas também estarão presentes durante a edição carioca do MIMO Festival. Consagrado como o maior evento de música instrumental do Brasil, o MIMO chega pela primeira vez ao Rio de Janeiro com shows gratuitos em vários espaços históricos da cidade. No palco principal do festival, o Parque Lage, o público vai poder encontrar os novos sabores da cozinha carioca com oito food trucks para todos os gostos.

A grande novidade é presença da “Santa Adega”, empresa catarinense especializada em vinhos e que fornece o produto a mais de 300 restaurantes no Sul do país. Com rótulos de todo o mundo, a adega tem uma carta variada de espumantes, rosés, vinhos brancos e tintos.

O “Do Black”, especializado em risoto, oferece porções generosas da receita com camarão, frango e até rabanada. A tapiocaria itinerante “Tapí” aposta na mistura de ingredientes com tapiocas criativas que vão desde de salmão defumado com mel trufado a pesto de pistache com tomate. Entre as opções inusitadas, estão a pizza quadrada do “Al Taglio” e os sucos detox e biscoitos de semente de linhaça do “Vivorgânico food truck”.

O “Café Rosita”, que funciona como restaurante na Barra da Tijuca há 15 anos, também resolveu entrar na onda dos food trucks e leva seus famosos sanduíches de cordeiro, pernil e carne defumada para as ruas. Para os fãs de doce, o “Bene – Il gelatto di beneteda” aposta na versão italiana do sorvete, conhecida como gelatto, que é produzida naturalmente  e sem conservantes.

A surpresa fica por conta dos pratos inéditos inspirados nos artistas que se apresentarão no MIMO. Os chefs dos food trucks foram desafiados a criarem pratos especiais baseados na história de nomes como Alceu Valença, Tom Zé, Banda Black Rio, o luso-angolano Batida e o guitarrista africano Bombino, considerado o “Jimi Hendrix do deserto.

Os food trucks estarão estacionados na área de convivência do Parque Lage entre os dias 13 e 15 de novembro. A entrada é gratuita.

Serviço

MIMO 2015 – Parque Lage – 13 a 15 de novembro

Horários de funcionamento

Sexta 13/11 – das 18h às 00h

Sábado 14/11 – das 14h às 00h

Domingo 15/11 – das 9h às 22h

Entrada Gratuita

Foodtrucks:

Al Taglio

Bene – Il gelatto del beneteda

Café Rosita

Do Black

Tapí Tapioca

Vivorgânico foodtruck

Roda Bar

Santa Adega