Pelo segundo ano, Teatro PetroRio das Artes abre inscrições para oficinas gratuitas de interpretação para crianças e jovens

Depois do grande sucesso do último ano, em que dezenas de crianças se reuniram semanalmente para ter os primeiros contatos com o universo cênico, o Teatro PetroRio das Artes, na Gávea, anuncia uma nova edição da sua oficina gratuita de interpretação, aberta ao público. Em 2019, os alunos que chegaram ao final do curso produziram duas montagens autorais, criadas coletivamente: “O Mundo das Diferenças” e “Tribos”. Para 2020, crianças e adolescentes de 10 a 16 anos que tenham interesse em artes cênicas, poderão se inscrever, a partir de 17 de fevereiro, a uma das 40 vagas disponíveis, com prioridade aos candidatos de baixa renda. As aulas ministradas pelos professores Zé Helou, Viviana Rocha e Tita Nunes terão início dia 04 de abril, no palco da casa, sempre aos sábados, em dois horários: 10h às 11h30 e 11h30 às 13h. Com oito meses de duração, as aulas novamente se encerrarão com uma montagem infanto-juvenil encenada no Tetro PetroRio das Artes.

Para se candidatar às vagas da oficina, os responsáveis deverão enviar e-mail para teatropetroriodasartes@petroriosa.com.br  até 20 de março, com nome completo do menor, data de nascimento, endereço e telefone de contato. Os selecionados serão anunciados pelas redes sociais do teatro (@teatropetroriodasartes e Facebook.com/TeatroPetroRiodasArtes), e através do contato direto da coordenação das oficinas.

Oficinas gratuitas de Interpretação do Teatro PetroRio das Artes

Crianças e adolescentes de 08 a 16 anos

A partir de 04 de abril de 2020

Sábados, das 10h às 11h30 e 11h30 às 13h

Inscrições até  20 de março através do e-mail: teatropetroriodasartes@petroriosa.com.br

Local – Shopping da Gávea: R. Marquês de São Vicente, 52 / 2º piso – Gávea

Evandro Santos, o Cristian Pior, se apresenta no Rio Retrô Comedy Club

Evandro Santos, nacionalmente conhecido pelo personagem “Cristian Pior”, fará show no Rio Retrô Comedy Club, Barra da Tijuca (RJ), no dia 29 de fevereiro. O mineiro de 44 anos, que participou também de programas como “A fazenda” da RecordTV, faz parte da bancada do “Pânico na rádio” na rádio Jovem Pan.

Para o seu show, chamado “Personas”, ele traz o seu humor divertido, humano, íntimo e interativo.

– O conceito parte do princípio que no reality que participei, me chamavam de “leva e traz” e “duas caras”. O que me incomodou, foi o “duas caras”, porque eu não sou “duas caras”, sou pelo menos umas “quinze caras”. Sou bonzinho, mau, romântico, solto, seguro, inseguro, generoso, vingativo…complete você mesmo – explica ele.

O Rio Retrô funciona junto ao Relíquias Bar e Restaurante localizado no Uptown Barra.

UPTOWN BARRA – Av. Ayrton Senna, 5500 – Bloco 10 ljs 108/109

Courvert Artístico – R$ 40,00

Compra antecipada Site Sympla –  R$ 30,00

Bilheteria da casa – Antecipado R$ 30,00 / na Hora R$ 40,00

Site: www.rioretrocomedyclub.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/rioretrocomedyclub

Peça ´Enquanto estamos juntos´ faz curta temporada no Rio

Depois da estreia, em Brasília, o espetáculo ´Enquanto estamos juntos´ faz curta temporada no Rio, no teatro Fashion Mall, em São Conrado, de 07 a 22 de março,  sábados, às 21h, e domingos, às 20h. No elenco, a atriz Rebeca Reis e o ator e diretor Bernardo Felinto, que assina o roteiro, ao lado de Isabelle Borges.

O espetáculo conta a história do casal Klei e Julia, que se conhece em um bar, se apaixona e inicia um romance com todos os detalhes e problemas que um relacionamento oferece. A partir daí, entra um dos grandes diferenciais da peça, quando cada expectador da plateia é transformado em terapeuta, e os personagens começam a relatar as suas maiores angústias. Além disso, os atores fazem pequenos monólogos, expondo as suas verdadeiras opiniões sobre relacionamento.

“A ideia surgiu porque decidi falar sobre um relacionamento focando no término, e não no início do amor. Para isso, busquei misturar drama e suspense, com uma boa pitada de comédia, levando o espectador a se envolver na trama”, diz o brasiliense Bernardo Felinto, formado pela New York Film Academy, nos Estados Unidos. No teatro, já atuou em mais de 25 peças, entre elas, `Não durma de conchinha´ e `Tudo Sobre Nossa Vida Sexual`, onde também assinou o roteiro. Na televisão, no ano passado, foi Kaara, um dos vilões de `Órfãos da Terra´, da TV Globo. Na mesma emissora esteve em ´Joia Rara´ e `Malhação´. Fundou o canal de humor `Só 1 Minuto´, com mais de 30 milhões de visualizações e 185 mil inscritos no Youtube. No cinema, fez uma participação no longa `Minha mãe é uma peça 3´, do ator Paulo Gustavo.

´Enquanto estamos juntos´ também virou curta-metragem e será lançado em março, em Brasília. Com os mesmos atores em cena, o projeto foi filmado, em 2019, e, em breve, estará em grandes festivais no Brasil e exterior.

 

SERVIÇO:

 

Peça: ‘Enquanto estamos juntos’

Local: Teatro Fashion Mall

Endereço: Estrada da Gávea, 899 – São Conrado, Rio de Janeiro

Telefone para informações: (21) 2111-4444

Temporada: 07 a 22 de março

Dias e horários: Sábados – 21h / Domingos – 20h

Valor dos ingressos: R$60

Link para compras online: https://bileto.sympla.com.br/event/64523

Forma de pagamento: Dinheiro e cartões de crédito e débito: Visa, Mastercard, Elo e Amex.

Duração do espetáculo: 70 minutos

Classificação etária: 14 anos

Lotação: 200 lugares

O teatro tem acesso para deficientes / acessibilidade? Tem acesso e cadeiras especiais.

Ficha Técnica:

Roteiro: Bernardo Felinto e Isabelle Borges

Elenco: Bernardo Felinto e Rebeca Reis

Iluminação: Camilo Soudant

Sonoplastia: Rodrigo Jolee

Produção executiva: Rafael Salmona e Bernardo Felinto 

Cenário e figurino: Bernardo Felinto e Rebeca Reis

Fotos de estúdio: Felipe Barreira / Grupo Magneto

Arte gráfica: Adriano Goulart / Grupo Magneto

Imagens da peça para divulgação: Rafael Morbeck

Assessoria de imprensa: GMP Assessoria de Imprensa

Gracias a La Vida ou Os Últimos Dias de Solidão de Robinson Crusoé

Livremente inspirado na obra de Jérôme Savary, na cultura latina e na célebre Violeta Parra, o espetáculo Gracias a La Vida ou Os Últimos Dias de Solidão de Robinson Crusoé estreia no dia 6 de março, sexta, no Teatro Nair Bello, às 21 horas.

A montagem é uma realização da Escola de Atores Wolf Maya, com adaptação e direção de Kleber Montanheiro, tendo no elenco alunos formandos da turma M6A da Escola. A temporada vai até o dia 15 de março com sessões às sextas-feiras e aos sábados, às 21 horas, e aos domingos, às 19 horas.

A peça é uma epifania lítero-carnavalizada circense, que conta a história de um homem que, após um naufrágio, consegue chegar a uma ilha deserta próxima, onde vive em profunda solidão. A lenda diz que esse homem existiu e a ilha se localiza no Chile. Ela foi primeiramente nomeada Santa Cecilia pelo seu descobridor, o capitão espanhol que ali chegou, oficialmente, em 22 de novembro de 1574. Numa época desconhecida, foi também chamada pelo nome do seu descobridor e, mais recentemente, por Más a Tierra (ou “Mais Próxima de Terra”).

 

O marinheiro escocês Alexander Selkirk permaneceu ali solitário por mais de quatro anos. Os relatos do navegante teriam dado vida a Robinson Crusoé, famoso personagem do livro homônimo de Daniel Defoe. A ilha tornou-se famosa por causa dessa história e, em 1966, o governo chileno deu-lhe o nome da personagem. O romance foi, originalmente, publicado em 1719, no Reino Unido, em forma de folhetim no The Daily Post, sendo o primeiro romance-folhetim da história. A obra é uma autobiografia fictícia da personagem-título, que passou 28 anos em uma remota ilha tropical próxima a Trinidad, refletindo sobre ética e moral, enfrentando canibais, cativos e revoltosos, antes de ser resgatado.

A adaptação para os palcos por Jérôme Savary foi feita no início da década de 1970. O trabalho desse diretor e ator de teatro argentino-françês democratizou e ampliou o apelo do teatro musical na França, reunindo e misturando gêneros como ópera, opereta e comédia musical. Foi com a Compagnie Jérôme Savary – que evoluiu para Le Grand Magic Circus e, finalmente, para Le Grand Magic Circus et Ses Animaux Tristes – que Savary encontrou o teatro de variedades, o circo-teatro e a linguagem burlesca.

Gracias a La Vida ou Os Últimos Dias de Solidão de Robinson Crusoé faz um paralelo com a atualidade – debochada, feroz e crítica, nessa montagem, adaptada e aproximada ao Brasil de nossos dias pelo diretor Kleber Montanheiro.

FICHA TÉCNICATexto: Estudo sobre a obra de Jérome Savary. Direção, adaptação e trilha: Kleber Montanheiro. Preparação vocal: Alessandra Zalaf. Criação de Luz: Beto Martins. Figurino: Elenco. Cenário: Kleber Montanheiro. Assistentes de direção: Douglas Lori Parisoto, Julia Chinelatto Eleutério, Madu Araújo e Milena de Almeda Silva. Produção executiva: Maristela Bueno. Produção: Rodrigo Trevisan e Renato Campagnoli. Designer gráfico: Felipe Barros. Coordenação pedagógica: Josemir Kowalick. Coordenação geral: Hudson Glauber. Realização: Escola de Atores Wolf Maya. Elenco: Bia Méll, Carol Lazarin, Catharina Viezzer, Edu Queiroz, Fernanda Novoa, Flávio Macch, Gonçalo Segre, Hiago Trindade, Letícia Nerak, Luana Pessi, Lucas Lorca, Nathi Oliveira, Raffah Beletti, Raissa Abreu, Ramon Fischer, Ricardo Paiva, Sabrina Nask, Sarah Angelis, Vic Baccarelli e Vinicius Fontana.

Serviço

Espetáculo: Gracias a La Vida ou Os Últimos Dias de Solidão de Robinson Crusoé

Temporada: 6 a 15 de março de 2020

Horários: sextas e sábados (às 21h) e domingos (às 19h)

Ingressos: R$ 30,00 (vendas na bilheteria do teatro)

Gênero: Tragicomédia. Duração: 90 min. Classificação: 12 anos.

Bilheteria: quarta a sábado (15h às 21h) e domingo (15h às 19h).

Teatro Nair Bello

Rua Frei Caneca, 569 – Shopping Frei Caneca, 3º Piso. Centro – SP/SP.

Tel: (11) 3472-2414. Capacidade: 201 lugares.

Ar condicionado. Acessibilidade.

http://wolfmaya.com.br/| Nas redes: @escolawolfmaya

“Mulher Multidão” no Laura Alvim

Ao se aprofundar no movimento feminista, a poeta e performer Maria Rezende sentiu a urgência de criar um espetáculo que, com potência e humor, mostrasse as forças e fragilidades da mulher contemporânea. Assim nasceu “Mulher Multidão”, que, depois de ensaios abertos no Rio e em Salvador, estreia, dia 10 de março, na Casa de Cultura Laura Alvim/Espaço Rogério Cardoso, em Ipanema, um espaço da FUNARJ. Temas como amor, autoestima, relacionamento abusivo, estupro e a relação com o próprio corpo são levados à cena em poemas autorais dos quatro livros da artista e obras de poetas novas e consagradas.

 

Ao idealizar Mulher Multidão”, Maria Rezende, que tem um trabalho de 20 anos com a poesia falada, se cercou de referências. Além dos movimentos feministas contemporâneos e em notícias de jornal, a poeta se inspirou em  livros como “The Beauty Myth”, de Naomi Wolf; “Mulheres que correm com lobos”, de Clarissa Pinkola Estés; “Os homens explicam tudo para mim”, de Rebecca Solnit; Teoria King Kong”, de Virginie Despentes, e na poesia de Adélia Prado, Elisa Lucinda, Viviane Mosé, Mel Duarte, Marina Colasanti, entre outras artistas.

 

“Quero jogar luz sobre a constante pressão sofrida pelas mulheres, os ideais inatingíveis de beleza, a exigência da perfeição do corpo e da juventude, a inequidade salarial, a transformação do desejo de “poder ser tudo” na obrigação de “ter que ser tudo”, a violência física, sexual, moral, e também nossas potências, a força do sagrado feminino, a escolha ou não pela maternidade e a delicadeza dos afetos”, enumera Maria.

 

O projeto começou a ser idealizado após o encontro com a cantora espanhola Amparo Sanchéz, com quem criou a performance poética musical ‘Hermanas, desdobrada em disco e livro no ano passado. O bem-sucedido resultado do trabalho, cujo fio condutor era a força feminina, motivou Maria a aprofundar seu mergulho artístico no tema.

 

“Depois que a Amparo foi embora, fiquei órfã. Queria continuar a falar sobre as questões feministas e não poderia depender da presença dela porque, afinal, moramos muito longe. Então, resolvi criar um novo espetáculo, com outra seleção de poemas e conversas com a plateia entre as obras”, explica. “Eu descobri, há relativamente pouco tempo, que sou feminista. Eu achava que fosse um assunto resolvido, uma luta já ganha, porque a gente vota, faz sexo antes do casamento, se divorcia. Aí, comecei a ir a atos feministas e me identifiquei completamente. Eu acredito nessas batalhas porque, no final das contas, não chegamos onde queremos e ainda querem tirar direitos nossos. Temos muita luta pela frente!”, conclui.

 

Mulher Multidão” é um verso do poema “Pulso aberto”, escrito por Maria Rezende e dedicado ao uruguaio Eduardo Galeano, em que a poeta diz “Somos as que evitam o desastre / as que inventam a vida as que adiam o fim/ mulher, multidão”.

 

 

Sobre Maria Rezende

 

Maria Rezende é poeta, performer, montadora de cinema e televisão e celebrante de casamento. Publicou os livros “Substantivo Feminino” (2003), “Bendita Palavra” (2008), Carne do Umbigo (2015) e “Hermanas (2019), esse em parceria com Amparo Sánchez. Por sua poesia, recebeu elogios de nomes como Manoel de Barros, Eduardo Galeano e Ferreira Gullar. “É poesia substantiva mesmo. A mulher inteira dentro das palavras. Poesia é fenômeno de linguagem do que de ideias. Isso você sabe. Sendo assim, você é poeta”, elogiou Manoel de Barros sobre seu livro de estreia.

 

Em seus vinte anos de vida literária, se apresentou por todo Brasil e também em Portugal, Espanha e Argentina. Seu trabalho encantou o escritor Marcelino Freire, que diz na orelha de Carne do Umbigo: “Tua poesia, mulher, me faz caminhar. Sem peso, sou depois dela, para a eternidade, um outro sujeito. Minha costela, meu esqueleto. Eu te mando meus ossos por completo. Toda vez que te ouço recitar teus versos. Eu fico bambo, bobo. Fico elétrico.

 

 

 

Ficha técnica:

 

Concepção e idealização: Maria Rezende

Texto: Maria Rezende e poemas de Elisa Lucinda, Viviane Mosé, Mel Duarte, entre outras

Cenário: Larissa Cunha e Raphael Vinagre

Produção: Livian Das Valias

Luz: Fernanda Mantovani

Figurino: Estum

Design: David Lima

 

Serviço:

Mulher Multidão – Recital de Maria Rezende

Temporada: 10 de março a 1º de abril

Casa de Cultura Laura Alvim / Espaço Rogério Cardoso: Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema

Telefone: (21) 2332-2015

Dias e horários: Terça e quarta, às 19h.

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

Lotação: 53 pessoas

Duração: 50 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Funcionamento da bilheteria: de terça a sexta, das 16h às 21h; sábado, das 15h às 21h, e dom e feriados, das 15h às 20h.

                                                      

“O Gigante Adamastor” na Mário de Andrade

Baseado no Canto V de Os Lusíadas, de Luiz Vaz de Camões, o espetáculo O Gigante Adamastor reestreia dia 1º de março, domingo, às 11 horas, no auditório da Biblioteca Mário de Andrade, com ingressos gratuitos.  A temporada vai até dia 29 de março. A peça ganhou o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem Premiado , na categoria Melhor Iluminação (Robson Lima), e foi eleita uma das melhores de 2018 pelo Guia da Folha.

A peça conta a história de Pedro e seu irmão caçula Zito, moradores de uma cidade praiana que recebe um circo misterioso. Com a chegada da trupe e o sumiço de Pedro, Zito terá de desvendar grandes mistérios e enfrentar seres mitológicos nesse circo mágico. Em cena, os atores trocam de personagens para contar a história de um gigante que cai de amores por uma delicada ninfa que o rejeita. O sofrimento do grandalhão faz com que ele sopre sobre o mar, gerando ondas enormes no cabo das tormentas onde navios acabam naufragando. A encenação, segundo o diretor Roberto Morettho, não é realista.

Os atores fazem às vezes de narradores, personagens e ainda manipulam bonecos. Os papeis também não são fixos e nem dependem dos gêneros dos intérpretes –  o ator Wilson Saraiva também interpreta mulheres e as atrizes Diane Boda e Samira Pissinatto, homens. “A ideia de criar uma peça a partir do personagem do Gigante Adamastor, da obra de Camões, originalmente foi do Roberto Morettho (diretor) e dos artistas da companhia O Grito”, diz Heloisa Prieto, que assina o texto com os demais membros da cia.

Coxia aberta

 

“A coxia é aberta para que o público veja o que está sendo preparado para as próximas cenas. Longe do naturalismo ou do realismo, a peça encara o teatro como um jogo que vai sendo compartilhado com a plateia”, diz Roberto. A adaptação é do Canto V do livro Os Lusíadas (a maior obra portuguesa de todos os tempos), um poema épico sobre o período das Grandes Navegações. O Gigante Adamastor é uma figura simbólica criada pelo poeta para retratar os perigos e desafios enfrentados pelas embarcações portuguesas quando passavam perto do Cabo das Tormentas (também conhecido como Cabo da Boa Esperança), região localizada no extremo sul do continente africano.

Heloísa Prieto propôs uma sub-narrativa em que dois adolescentes e uma criança vivenciam uma situação parecida com a proposta pelo Canto V de Os Lusíadas. Os figurinos não correspondem ao gênero masculino ou feminino, o que contribui mais para a versatilidade dos artistas em seus diferentes papeis. A trilha sonora, baseada nos versos de Camões, acompanha o clima de todo o espetáculo, escapando do realismo e apostando nas sensações trazidas pelo livro do autor português. “Criamos uma trilha mais psicodélica e onírica”, conclui Roberto.

Críticas –

Nas palavras de Dib Carneiro Neto: “[…]é uma encenação vertiginosa, que não nos dá fôlego, e, ao final, não saímos cansados, saímos querendo mais.” (jornalista, crítico teatral e jurado do Prêmio APCA).

De acordo com Mônica Rodrigues da Costa: “…A música reforça o lirismo e inclui cantos belos, como o do início: O mar é casado/ O mar também tem mulher/ É casado com a areia/ Dá-lhe mil beijos quando quer…

(jornalista, especializada em criança, da Folha de S.Paulo, crítica teatral e jurada do Prêmio APCA)

Sinopse


Zito é irmão caçula de Pedro e o segue pela cidade toda, essa parceria fica em risco com a chegada de um circo misterioso na cidade e o sumiço do irmão mais velho. Para ter seu irmão de volta, Zito terá que desvendar grandes mistérios e enfrentar seres mitológicos nesse circo mágico.

 

Ficha Técnica

 

Direção e Encenação: Roberto Morettho. Dramaturgia: Cia O Grito, Inspirada no original de Heloisa Prieto. Elenco: Diane Boda, Samira Pissinatto e Wilson Saraiva. Direção Musical e Trilha Sonora: Maurício Maas. Assistência de Direção: Wilson Saraiva.  Participação Especial nas Trilhas: Manoela Amaral. Operação de Som: Roberto Morettho. Vozes dos Poemas: Julia Irajá e Matheus Manfrim. Iluminação: Robson Lima. Operação de luz: Tote Justino. Versão Musicada do poema Adamastor: Manoela Amaral. Coordenação de Cenário, Figurinos e Adereços: Telumi Hellen. Assistentes de Cenografia: Angeli Cristie, So Ra Lee e Gabriela Gatti. Oficina de Jogos e Brincadeiras Populares: Mestre Tião Carvalho (Grupo Cupuaçu). Confecção de Livro: Clau Carmo (Cenógrafo/Figurinista Convidado). Confecção de Bonecos das Personagens: Camila Olivetti, Paula Rosa. Assistente de adereços: Larissa Santos. Costura: Salete André Silva. Produção Geral: Wilson Saraiva. Produção Artística: Companhia O Grito. Fotos: Felipe Oliveira.

Serviço

 

O Gigante Adamastor. Reestreia: Dia 1º de março, domingo, às 11 horas. Local: Auditório Rubens Borba de Morais da Biblioteca Mário de Andrade. Rua da Consolação, 94 – República. Tel. (11) 3775-0020. Temporada: De 1º a 29 de março. Horário: Domingo, às 11horas. Ingressos grátis, senhas distribuída uma hora antes do início do espetáculo. Classificação: Livre. (indicada para crianças a partir de 6 anos). Duração: 50 minutos. Acesso para portadores de necessidades especiais. Capacidade: 175 lugares. Informações para a imprensa e fotos: Opera Prima Cultural / (11) 2157-3817 / 98303 18 17 – Com Vitor – info@operaprima.art.br

Jazz com tempero latino agita a Lapa

Jazz com tempero latino. Essa é a proposta da banda DS Grooves, liderada pelo saxofonista, clarinetista, compositor e arranjador uruguaio Daniel Santos, que faz show no Palco Lapa 145 na terça-feira, 18 de fevereiro, às 20h, na Lapa.

Com mais de 30 anos de carreira e participações em diversos projetos e Big Bands na América Latina, Santos apresenta músicas autorais, clássicos fusionados com ritmos latinos e canções de expoentes como Paquito D’Rivera, Chucho Valdés, João Donato e Arismar do Espírito Santo. Acompanham Renan Francioni, no teclado, e Eduardo Lolo Risso, na bateria. A entrada é franca, mas o público pode fazer uma contribuição consciente ao longo do espetáculo.

Palco da diversidade

Criado pela cantora Rosângela Si, o Palco Lapa 145 abre as portas com o intuito de ser uma casa dos artistas e seus movimentos no bairro mais boêmio do Rio de Janeiro, a Lapa. Com uma programação eclética, o casarão do final do século XIX está totalmente antenado com o nosso tempo, abraçando a diversidade e as manifestações artísticas em estado puro com festivais, shows, exposições, saraus, gastronomia, rodas de samba, rap e hip-hop e oficinas de cinema, dança e iniciação musical.

– Somos a casa da diversidade e da cultura, sempre aberta a todos que queiram mostrar o seu talento e, é claro, para quem está ávido a curtir e descobrir a cena carioca das artes muito além do mainstream – ressalta a fundadora.

O Palco Lapa fica na Rua da Lapa, 145. Mais informações pelo telefone (21) 98231-0108 ou pelo site www.palcolapa145.com.br

Cordão da Bola Preta no Quartas Brasileiras

O carnaval chega mais cedo ao Méier. Bloco mais tradicional e querido do Brasil, o Cordão da Bola Preta promove um baile animado no Centro Cultural João Nogueira – Imperator, dentro do projeto Quartas Brasileiras, no dia 19 de fevereiro, às 16h. Este será o quarto baile pré-carnaval com o bloco, que lotou a casa nas edições anteriores.

Comemorando seus 102 anos agora em 2020, sempre na defesa do tradicional carnaval carioca, o Bola Preta leva o público para cair na folia ao som de marchinhas consagradas como “Mamãe, eu quero”, “A jardineira”, “Me dá um dinheiro aí”, “Alá-lá-ô” e, claro, “A marcha do Cordão da Bola Preta”, considerada o hino da agremiação, composta por Nelson Barbosa e Vicente Paiva.

E, para animar ainda mais, vai ter concurso de fantasias! Vale caprichar no look porque haverá premiação para três categorias: a fantasia mais bonita, a mais original e a mais engraçada.

Uma ótima oportunidade para reviver a tradição dos antigos bailes de carnaval!

“Vem pro Bola, meu bem”! Vem para o Quartas Brasileiras no Imperator!

 

O Cordão da Bola Preta

Fundado em 2018, o Cordão da Bola Preta sempre teve uma banda de carnaval própria formada por associados, músicos militares e frequentadores do clube.

A partir da década de 1950, com a inauguração da sede própria na Avenida Treze de Maio, 13 – 3° andar, o Bola organizou uma banda com músicos profissionais de forma a valorizar os seus desfiles e bailes de carnaval, a maior das suas festas e razão da existência do “quartel-general do carnaval”.

Com o passar dos anos, principalmente a partir de 1975 até os dias atuais, a Banda do Cordão da Bola Preta passou a tocar não só nos eventos do bloco, como também em todos os grandes bailes de carnaval da Cidade Maravilhosa.

Com a revitalização do carnaval nos anos 2000, a Banda do Cordão da Bola Preta passou a se apresentar, antes e durante os dias de folia,  em cidades do interior do estado do Rio de Janeiro, como São João da Barra, Miguel Pereira, Paracambi, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Iguaba, Barra do Piraí, Itaboraí, Paraíba do Sul, Petrópolis, Araruama, Três Rios, São Gonçalo e Niterói; e até mesmo em outros estados, a exemplo de Minas Gerais (Juiz de Fora), Sergipe (Aracaju), Pernambuco (Recife), Ceará (Fortaleza), São Paulo (Caraguatatuba, São Carlos e São José do Vale do Rio Preto), Amazonas (Manaus) e Espírito Santo (Cachoeiro do Itapemirim).

Em 2018 e 2019, o Cordão da Bola Preta tocou no Baile de Gala do Copacabana Palace.

 

Todo o sucesso deve-se à tradição da mais antiga instituição em atividade no carnaval carioca: o Cordão da Bola Preta, que tem, como lema, “Tradição, Paz, Amor e Folia”.

 

Serviço:

Cordão da Bola Preta no Quartas Brasileiras

Data: 19 de fevereiro (quarta-feira)

Horário: 16h  – COM SESSÃO EXTRA ÀS 19H30

Endereço: Rua Dias da Cruz 170, Méier

Contato: (21) 2597-3897

Classificação etária: Livre

Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)

Lotação da casa: 724 lugares

“Três Verões” estreia em 19 de março

TRÊS VERÕES, novo filme da diretora Sandra Kogut (Mutum e Campo Grande), estreia em circuito comercial em 19 de março, depois de ser exibido em diversos festivais nacionais e internacionais. O longa fez estreia mundial no Festival de Toronto e já garantiu à Regina Case dois prêmios por seu papel como Madá: o Redentor de Melhor Atriz do Festival do Rio e o prêmio de Melhor de Atriz no Antalya Golden Orange Film Festival, na Turquia.

Através do olhar de Madá (Regina Casé), uma caseira num condomínio de luxo à beira mar, acompanhamos o desmantelamento de uma família em função dos dramas políticos que abalaram o país. TRÊS VERÕES se passa ao longo de três anos consecutivos (2015, 2016 e 2017), sempre na última semana do ano, entre o Natal e o Ano Novo, na luxuosa casa de veraneio da família. O personagem de Madá está entre dois mundos, ela é dona da casa sem ser: Madá manda nos empregados, mas é também submissa aos patrões.

TRÊS VERÕES nasceu do desejo da diretora Sandra Kogut de falar sobre o que vem acontecendo no Brasil nestes últimos anos através de personagens que estão geralmente num canto do quadro. Ou fora da tela. Os figurantes, os invisíveis. O que acontece com aqueles que orbitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida destes desmorona? De que maneira eles sofrem as consequências?

Além de Regina Casé, Rogério Fróes, Otávio Muller e Gisele Fróes, completam o elenco do filme Carla Ribas, Carol Pismel, Wilma Melo, Luciano Vidigal, Jessica Ellen e Daniel Rangel. No Brasil, TRÊS VERÕES é distribuído pela Vitrine Filmes, e tem previsão de estreia em março de 2020.

SINOPSE:   
A cada verão, entre Natal e Ano Novo, o casal Edgar e Marta recebe amigos e família na sua mansão espetacular à beira mar. Em 2015 tudo parece ir bem, mas em 2016 a mesma festa é cancelada. O que acontece com aqueles que gravitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida deles desmorona? Através do olhar de uma empregada e de um velho patriarca, ambos vítimas do sonho neoliberal, vemos um retrato do Brasil contemporâneo, imediatamente antes de 2018.

FICHA TÉCNICA:  
Direção: Sandra Kogut
Elenco: Regina Casé, Otávio Muller, Gisele Fróes, Rogério Fróes, Carla Ribas, Carol Pismel, Wilma Melo, Luciano Vidigal, Jessica Ellen e Daniel Rangel
Produção: Marcello Ludwig Maia e Laurent Lavolé
Produtor Associado: Carlos Diegues
Roteiro: Sandra Kogut e Iana Cossoy Paro
Direção de Fotografia: Ivo Lopes Araújo
Montagem: Sergio Mekler  e Luisa Marques
Trilha Original: Berna Ceppas
Direção de Arte: Marcos Pedroso e Thales Junqueira
Figurino: Marina Franco
Maquiagem: Ricardo Tavares
Produção de Elenco: Marcela Altberg
Som Direto: Bruno Armelin
Edição de Som: Tomás Alem e Vincent Guillon
Direção de Produção: Flávia Rosa Borges
Produção Executiva: Marcello Ludwig Maia
Assistente de direção: Lara Carmo
Consultoria: Monica Almeida
Distribuição: Vitrine Filmes

SOBRE A DIRETORA  
Sandra Kogut fez seus primeiros trabalhos em 1984 e desde então vem utilizando diferentes mídias e formatos : ficções, documentários, filmes experimentais, instalações. Participou de exposições no Brasil e no exterior. Em 1996 foi uma das criadoras do programa “Brasil Legal”, na Tv Globo, do qual foi a diretora-geral. Realizou a série experimental “Parabolic People” (rodada em Paris, Nova Iorque, Moscou, Tókio, Dakar e Rio) produzida pelo CICV Pierre Schaeffer (França); o curta “Lá e Cá” (com a atriz Regina Casé, co-produzido pela Tv francesa Canal Plus e pela Fundação McArthur nos Estados Unidos), os premiados documentários “Adiu Monde” e “Passagers d’Orsay” (produzido pelo Museu d’Orsay junto com a televisão francesa). Seu documentário “Um Passaporte Húngaro” (França/ Bélgica / Hungria / Brasil) foi lançado nos cinemas brasileiros em 2003, recebendo prêmios internacionais e sendo objeto de estudos e teses em vários países. Seus trabalhos foram premiados em diversos festivais internacionais  (Rio, Berlin, Oberhausen, Kiev, Leipzig, Locarno, Havana, Rotterdam e muitos outros)  e foram exibidos no MoMA em NY,  Guggenheim Museum, Forum des Images em Paris, Harvard Film Archives nos EUA (onde foi realizada uma retrospectiva completa) entre outros. “Mutum” seu primeiro longa-metragem de ficção – baseado no livro “Campo Geral” de João Guimarães Rosa – teve sua estreia mundial no Festival de Cannes 2007, na Quinzena dos Realizadores, recebendo mais de vinte prêmios nacionais e internacionais, e foi lançado comercialmente numa dezena de países.
“Campo Grande” seu último longa-metragem de ficção, uma coprodução Brasil/França, teve estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto e foi premiado nos festivais do Rio, Mar del Plata, Havana, Málaga entre outros.
Em 2011/2012 Sandra passou um ano em Berlim como convidada da DAAD Berliner Künstlerprogramm.Foi professora na Escola Superior de Belas Artes em Strasbourg (França) e nas universidades americanas de Princeton, Columbia (Film Program) e University of California San Diego / UCSD. Foi Visiting Scholar na New York University  entre 2008 e 2011.
Há três anos é comentarista do programa Estudio i, na Globonews.

SOBRE A REPÚBLICA PUREZA   
Produtora independente que completa 25 anos em 2020, a República Pureza traz como destaques de sua trajetória filmes como “Amarelo Manga”, “Febre do Rato” e “Big Jato”, de Claudio Assis, “Um Passaporte Húngaro”, de Sandra Kogut, “Erva do Rato” e “Educação Sentimental”, de Julio Bressane, “A História da Eternidade”, de Camilo Cavalcante, “Um Filme de Cinema”, de Walter Carvalho, “Faroeste Caboclo”, de René Sampaio, “A Frente Fria que a Chuva Traz”, de Neville de Almeida, e “O Beijo no Asfalto”, de Murilo Benício, entre outros.
Além de “Três Verões”, a produtora tem entre seus lançamentos mais recentes “Domingo”, de Fellipe Barbosa e Clara Linhart, em cartaz nas salas, e “Piedade”, mais novo filme de Claudio Assis. Para o início do próximo ano, dois filmes baseados em romances de Clarice Lispector que coproduziu, “A Paixão Segundo GH”, de Luiz Fernando Carvalho, e “O Livro dos Prazeres”, de Marcela Lorde, e mais o drama “Pérola”, de Murilo Benício, baseado na primeira peça de Mauro Rasi a chegar ao cinema.

SOBRE A GLOBO FILMES   
Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 300 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, documentários, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ – com mais de 9 milhões de espectadores -, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’, ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar e Bacurau que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.

SOBRE A VITRINE FILMES   
Em nove anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 150 filmes. Entre seus maiores sucessos estão “Aquarius”, “O Som ao Redor”, e “Bacurau” de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, longa que já alcançou mais de 750.000 espectadores, além de “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, representante brasileiro do Oscar deste ano, “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro, e “O Filme da Minha Vida”, de Selton Mello.
Entre os documentários, a distribuidora lançou “Divinas Divas”, dirigido por Leandra Leal e “O Processo”, de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional.
Em 2020, ano em que completa 10 anos, a Vitrine Filmes já lançou “O Farol”, de Robert Eggers, indicado ao Oscar de Melhor Fotografia, e ainda lançará “Três Verões”, de Sandra Kogut, o premiadíssimo A Febre, de Maya Da-Rin, e “Você Não Estava Aqui”, novo longa de Ken Loach, ainda no primeiro semestre.

Oficina de Congado Mineiro acontece na Casa do Jongo, neste domingo

O mês de fevereiro certamente remete carnaval, dança, ritmos. E é nesse embalo de muita alegria, que no próximo domingo (16), na Casa do Jongo, das 10h às 13h, acontece a Oficina de Congado Mineiro, ministrada por Katia Arracelle, atriz, dançarina e Capitã da guarda de congo de Nossa Senhora do Rosário.

Ritualmente essas duas expressões culturais, o congado e o jongo são diferentes, mas com o olhar mais atento elas revelam inúmeros diálogos concordantes, especialmente referente às memórias da África, da escravidão e as lutas políticas contra a desigualdade social e ao preconceito racial.  É visível a força da oralidade e também os conhecimentos que se pode obter sobre essas festas e seus integrantes através dos pontos. Estes fazem parte da história desses grupos sociais e alguns são cantados há muito tempo.

O congado é uma manifestação cultural de origem afro-brasileiro, que ocorre especialmente no Estado de Minas Gerais, realizando uma conexão entre as culturas africana, europeia e indígena. Dos diversos elementos que compõem o Congado, a música ocupa importante papel, dando movimento e forma ao ritual, promovendo o contato do mundo físico com o mundo sagrado. As vestes coloridas fazem referências aos seus santos devocionais, por empatia e beleza ou por estarem associadas à religiosidade afro-brasileira.

O jongo, por sua vez, é uma forma de expressão que integra percussão de tambores, dança coletiva e elementos mágico-poéticos, que tem suas raízes nos saberes, ritos e crenças dos povos africanos, sobretudo os de língua Bantu. O Jongo consolidou-se entre os escravos que trabalhavam nas lavouras de café e cana de açúcar, localizadas no Sudeste brasileiro. É um elemento de identidade e resistência cultural para várias comunidades e também espaço de manutenção, circulação e renovação do seu universo simbólico.

 “Cada um tem as suas particularidades e encantos. O Congado e o Jongo na verdade caminham lado a lado conscientizando as suas comunidades sobre a necessidade de conhecerem suas histórias da África, do tráfico e do cativeiro, para que assim continuem a lutar por melhores condições de vida e também orgulharem-se de serem negros. É através das danças, dos festejos, que as lutas políticas se concretizam. O congado e o jongo são elementos importantes para a luta contra o racismo”, finaliza a Capitã da guarda de congo de Nossa Senhora do Rosário, Katia Aracelle.

O domingo será de muito aprendizado, de muita troca. A entrada do evento vai contar com uma contribuição consciente no valor sugerido de R$30,00.

SERVIÇO:
Quando: Domingo, das 10h às 13h
Endereço: Rua Silas de Oliveira, 101, Madureira
Telefone: (21) 3457-176
Site: http://www.jongodaserrinha.org.br

Dragão7 estreia O Portal Encantado, teatro para bebês, no Teatro das Artes

O Grupo Dragão7 de Teatro estreia no dia 7 de março (sábado, às 11 horas) o espetáculo de bonecos para bebês O Portal Encantado, no Teatro das Artes, com direção de Creuza F Borges.

Com enredo sensorial e lúdico, O Portal Encantado apresenta a criação do universo a partir do átomo e suas combinações, dando origem à matéria. A viagem passa pelo surgimento das estrelas, das galáxias, dos planetas, da Terra, dos continentes, das florestas.

Explorando os efeitos de luzes e de cores, a encenação chega à Floresta Amazônica, trazendo para os pequeninos a exuberância de sua fauna e flora, apresentando-lhes o índio, além de mitos, lendas e seres da Amazônica: o boto, o curupira, o canto do uirapuru, a arara azul e a boiuna (cobra grande).

O roteiro foi desenvolvido conjuntamente por Sérgio Portela, Creuza F Borges e pelas atrizes manipuladoras Mônica Negro e Marisa Mainarte. Às falas coube somente o papel necessário, a exemplo do jogo com sinônimos de palavras ou coisas na língua tupi-guarani. No espetáculo predominam o visual, as sensações e o encantamento dos bonecos, criados por Lucas Luciano.

O Dragão7 de Teatro é uma companhia que atua, desde 1988, tendo em seu repertório várias montagens, adultas e infantis, que já foram apresentadas em palcos nacionais e internacionais. Atualmente, com O Portal Encantado, investe nessa nova linguagem, que vem sendo explorada em vários países: o teatro para bebês de seis meses a quatro anos de idade. Em novembro de 2019, aconteceram quatro sessões muito bem sucedidas no Teatro Sérgio Cardoso, estimulando o grupo a colocar o espetáculo em cartaz.

Ficha TécnicaIdeia original e direção: Creuza F Borges. Assistência de direção e direção de bonecos: Aílton Rosa. Concepção e roteiro: Mônica Negro, Marisa Mainarte, Sérgio Portela, Creuza F Borges. Elenco: Mônica Negro e Marisa Mainarte. Direção de movimento: Júnior Lima. Criação cenográfica: Lucas Luciano e Sérgio Portella. Produção de bonecos e adereços: Direção – Lucas Luciano; equipe – Tetê Ribeiro, Vivian Oliveira, Silas Caria, Sidnei Caria e Aílton Rosa. Design de luz: César Pivetti. Trilha e operação de som: Carlos Henrique. Operação de luz: Sérgio Portella. Fotos: Ailton Rosa. Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicação.

Produção e realização: Dragão7 – Produções Artísticas.

Serviço

Teatro para bebês: O Portal Encantado

Estreia: 7 de março, sábado, às 11h

Temporada: 7 a 28 de março de 2020, sábados, às 11h

Ingresso: R$ 70,00 (meia-entrada: R$ 35,00) – Combo com 4 ingressos: 200,00

Duração: 35 min. Indicação de idade: 6 meses a 5 anos. Capacidade: 144 lugares.

www.dragao7.com.br | Facebook: @GrupoDragao7.

Ingressos online: https://www.sympla.com.br/. Reservas: 11 97012-7966

Teatro das Artes – Shopping Eldorado

Av. Rebouças, 3970 – 3º Piso – Pinheiros. São Paulo/SP

Telefone: (11) 3034-0075. Capacidade: 769 lugares.

http://teatrodasartessp.com.br/

“Amor em 79:05” na Giostri Livraria Teatro

O ator Josemir Kowalick volta ao cartaz com o espetáculo Amor em 79:05”, na Giostri Livraria Teatro. A reestreia acontece no dia 7 de março, sábado, às 21 horas. A montagem é uma adaptação do diretor Elias Andreato para o livro homônimo de Vinícius Márquez, cuja estreia foi em 2016.

Com abordagem contemporânea, a montagem apresenta um escritor de meia idade em momentos de solidão, vivenciando o amor em seus múltiplos sentidos. Amor em 79:05” mostra os sentimentos, as frustrações, os desejos e as derrotas da personagem sob intensa égide poética.

E em pleno momento criativo, o homem imagina seu encontro com um jovem e belo rapaz (vivido por Eduardo Ximenes) e relata um cotidiano fictício desse relacionamento homoafetivo. Ele expõe as dificuldades da relação, alternando devaneios, discussões e momentos de ternura. As imagens são difusas. O jogo entre imaginação e realidade sugere também a possibilidade de ser o jovem quem escreve a história. “O que fica claro na peça é a certeza de que o artista é capaz de todas as fantasias. Para falar de uma dor é preciso inventar uma história”, comenta o diretor Elias Andreato.

A presença desse jovem em cena não tira o caráter de monólogo da peça, pois sua presença é quase etérea. Os diálogos não chegam a ocorrer, são solitários. A presença do interlocutor – imaginário ou não – reforça o sentido das palavras e atinge de forma eficaz aquele a quem são destinadas. “O jovem representa a presença da ausência nesse momento de amor e dor”, explica Josemir Kowalick. “Esse rapaz pode representar também um desejo do escritor, projetado em sua cama”, completa o diretor.

Andreato argumenta que Amor em 79:05” discute a relação do tempo com o amor e a solidão. “O texto mostra a intensidade de um relacionamento, independente da opção sexual, e nos faz pensar nas relações afetivas que, hoje, são tão efêmeras, quando não se valoriza o contato direto, quando a tecnologia pode substituir a intensidade do toque, do olhar próximo”. Ele completa: “há falta de tempo para falar de si, das angústias; muitas pessoas querem mesmo é provar publicamente, nas redes sociais, o quanto são felizes”.

A trilha sonora original do espetáculo – assinada por Fábio Sá – traz duas canções com letras de Elias Andreato, interpretadas (em gravação) por Josemir Kowalick. O diretor também criou o cenário (o quarto do escritor) com poucos objetos: poltrona, cama e persiana (esta possibilita frestas e transparências sem delimitar ou fechar o ambiente). A cenografia é composta também por projeções que reportam à natureza, sugerindo um universo lúdico em contaste com as dores expostas pela personagem. A ficha técnica tem ainda Leo Sgarbo no figurino, Rodrigo Alves “Salsicha” na iluminação e Daniel Torrieri Baldi na produção.

Para Josemir Kowalick, a montagem propõe cumplicidade com o público, ao apresentar questões afetivas inerentes a todas as pessoas de forma sensível e, ao mesmo tempo, dura e direta. “Sempre é importante falar de amor, em todos os tempos, principalmente agora”.

Este é um momento ímpar para Josemir Kowalick em 29 anos de carreira como ator e diretor teatral, 19 deles dedicados também à docência em artes cênicas. Seus trabalhos mais recentes foram Ator Mente (de Steven Berkoff, direção de Marco Antônio Pâmio), Abajur Lilás (de Plínio Marcos, direção de André Garolli), Os Anjos da Praga (de Marcelo Marcus Fonseca) e Pano de Boca (de Fauzi Arap, direção de Marcelo Marcus Fonseca). O artista lembra também com afeto que dirigiu ator e crítico teatral Alberto Guzik (1944-2010) em O Monólogo da Velha Apresentadora, sua última incursão em cena.

Sobre o livro, por Elias AndreatoQuando li o livro de Vinícius Márquez pensei em todos os amores que perdi e tantos que não tive coragem de viver intensamente por medo ou preconceito meu ou dos outros. Senti um profundo desprezo por mim mesmo. Chorei até sentir dó de mim. Busquei Oscar Wilde, Clarice Lispector e Pessoa, quando diz que a vida chega a ranger… A dor de quem ama é imensa… Mas a felicidade do enquanto dure é eterna. Mesmo sendo a solidão o fim de quem ama, preciso me arriscar mais e não importa a idade do meu coração. E daí se eu ouvir um não? Quero amar e isto basta. Amar ainda é melhor do que não amar e não ser amado. O teatro sobrevive há séculos falando de amor. Como artista, tenho estudado esta matéria obcecadamente… Não é possível que eu fique de recuperação para sempre.

Ficha técnica

Autor: Vinícius Marquez. Direção e adaptação: Elias Andreato. Elenco: Josemir Kowalick e Eduardo Ximenes. Cenografia: Elias Andreato. Figurino: Leo Sgarbo. Iluminação: Rodrigo Alves ‘Salsicha’. Canções: Elias Andreato e Fábio Sá. Trilha composta: Fábio Sá. Preparação corporal: André Capuano. Direção de produção: Daniel Torrieri Baldi. Assistente de produção: Sabrina Nask. Design gráfico: Alexandre Muner. Fotografia artística: Rodrigo Chueri e Francisco Júnior. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Realização: Desembuxa Entretenimento.

Serviço

Espetáculo: Amor em 79:05

Reestreia: 7 de março, sábado, às 21h

Temporada: 7 de março a 26 de abril, sábados (21h) e domingos (20h)

Ingressos: R$ 60,00 (meia-entrada: R$ 30,00)

Bilheteria: 1 horas antes das sessões

Ingressos online: https://www.sympla.com.br/

Aceita dinheiro e cartões. Ar condicionado.

Gênero: Drama. Duração: 60 minutos. Classificação: 14 anos.

 

Giostri Livraria Teatro

R. Rui Barbosa, 201 – Bela Vista, São Paulo/SP

Tel: (11) 2309-4102. Capacidade: 50 lugares

https://www.topteatro.com/

Destaque da música uruguaia, Facundo Estefanell se apresenta em Botafogo

Facundo Estefanell é um baixista de prestígio nascido no Uruguai cuja sonoridade é baseada em clássicos, tango, candombe, jazz e música brasileira. Ele se apresenta na Audio Rebel no dia 19/02 (quarta-feira), a partir das 20h. Os ingressos custam R$ 25.

Facundo participou como chefe de naipe na Orquestra do Sodre em turnês na Alemanha, Espanha e França; Orquestra das Américas no Canadá; Orquestra Cesgranrio; Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal RJ. Formado na Escola de Tango Destaoriya, trabalhou com grandes figuras do gênero, bem como referências do jazz e já dividiu palco com Hugo Fattoruso, Denis Chang, Hamilton de Holanda, Yamandu Costa, André Mehmari, Tomas Improta e Jonathan Ferr.

Esse show acontece no palco da Audio Rebel, casa em Botafogo que reúne também estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

 

Serviço

Facundo Estefanell

Data: 19/02/2020 (quarta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 25

Evento: https://www.facebook.com/events/458508045092317/

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Baile do Mestre Wesley da bateria da Mangueira com participações especiais no Teatro Rival Refit

O Teatro Rival Refit, casa que teve memoráveis rodas de samba às segundas-feiras, aproveita o mês do carnaval para abrir espaço para o Baile do Mestre Wesley da Bateria da Mangueira, campeã de 2019, no dia 17 de fevereiro, menos de uma semana antes do período oficial da folia. O repertório vai contar com sambas antológicos da Estação Primeira; o do ano passado, que consagrou a escola campeã do Carnaval Carioca; além do samba-enredo deste ano: “A verdade vos fará livre”. Para a festa ser completa, o baile vai contar ainda com muitas participações especiais: o grupo Molejo, Evelyn (rainha de bateria), passistas e o casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola verde e rosa. Salve, Mangueira!

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 17 de fevereiro (segunda-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$50 (inteira), R$25 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit

“O Pequeno Príncipe” no Teatro Folha

Após o sucesso da primeira temporada, sendo um dos três espetáculos infantis mais assistidos de 2019, O Pequeno Príncipe, adaptado e dirigido por Ian Soffredini, está de volta ao Teatro Folha. A peça reestreia no dia 14 de março e permanece em cartaz até 31 de maio, sempre aos sábados e domingos, às 16 horas.

A encenação, que integra o trabalho de ator com manipulação de bonecos e técnicas de teatro com luz negra, tem sessões aos sábados, domingos e feriados, às 16h.

O Pequeno Príncipe é uma adaptação da obra homônima escrita pelo aviador francês Antoine de Saint-Exupéry, publicada em 1943. O livro se tornou um clássico da literatura universal, traduzido em mais de 220 idiomas e dialetos.

O Pequeno Príncipe mora no asteroide B-612 com uma rosa, baobás e três vulcões. Um dia ele pega carona numa revoada de pássaros e vai conhecer novos mundos e pessoas. Depois de passar por diversos planetas e conhecer inusitados personagens – como o Rei, o Homem de Negócios e o Vaidoso – acaba caindo no planeta Terra, em pleno deserto do Saara. Na Terra conhece o narrador, que coincidentemente sofreu uma queda de avião no mesmo local.

O diretor Ian Soffredini conta que, ao adaptar a obra literária, preservou ao máximo as imagens poéticas sugeridas pelo autor e concentrou o foco em criar uma ação dramática fortalecendo, assim, a narrativa da peça. “O livro começa contando a história do aviador e depois conta a história do Pequeno Príncipe. Eu fui direto à história do Pequeno Príncipe, destacando a ação e o que acontece com ele. O primeiro ato mostra a viagem do personagem pelos planetas e o segundo, as experiências dele na Terra”, explica o diretor.

A equipe encena o texto destacando a sensibilidade e a visão poética sobre a vida e as relações, que é um dos pontos fortes da obra de Saint-Exupéry. A montagem leva o conteúdo da obra para um mundo de sonho e fantasia por meio de uma estética visual rica, colorida, capaz de despertar a imaginação das crianças e emocionar aos adultos. Assim como a obra literária, a peça se comunica com o público de todas as idades.

Ian Soffredini conta que a mistura de linguagens – interpretação, manipulação de bonecos, objetos e formas inanimadas e luz negra – foi experimentada de maneira a reforçar o significado de cada cena e ressaltar a função de cada personagem da peça.

FICHA TÉCNICADramaturgia e direção: Ian Soffredini (baseado no livro de Antoine de Saint-Exupéry). Elenco: Enrico Verta, Luiza Arruda, Mari Williams, Nathalia Kwast, Patrick Aguiar, Rafael Rilo e Tita Azevedo. Direção de arte: Sidnei Caria. Cenografia, figurinos, bonecos e máscaras: Sidnei Caria, Silas Caria e Tete Ribeiro. Direção de manipulação de bonecos: Wanderley Piras. Música original: Ricardo Severo. Produção executiva e administração: Isabel Gomez Desenho de luz: Diego Rocha. Sonoplastia: Mariana Nunes. Costureira: Cidinha André. Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicação. Coordenação de marketing: Emanoela Abrantes. Criação gráfica: Marjorie costa. Mídias sociais: Pedro Tavares. Equipe técnica: Jardim Cabine. Fotografia: Will Siqueira Realização: Dulion Participações e Serviços Teatrais LTDA.

Serviço

Espetáculo: O Pequeno Príncipe

Apresentações: sábados, domingos e feriados, às 16h.

Temporada: 14 de março a 31 de maio.

Sessões extras (feriados): 10, 20 e 21 de abril; 1º de maio

Ingresso: R$ 50,00 (setor único).

Duração: 50 minutos. Indicação de idade: 3 anos. Gênero: Drama.

 

Local: Teatro Folha

Av. Higienópolis, 618, Terraço – Shopping Pátio Higienópolis. São Paulo/SP.

Tel.: (11) 3823-2323. 305 lugares. Acessibilidade. Arcondicionado.

Estacionamento: R$ 20,00 (primeiras 2 horas).

Vendas por telefone: (11) 38232423 / 38232737 / 38232323.

Vendas online: www.teatrofolha.com.br.

Bilheteria: segunda e terça (14h às 16h), quarta e quinta (14h às 21h), sexta (14h às 21h30), sábado (12h às 23h59) e domingo (12h às 20h).

Aceita cartões Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex.

Clube Folha 50% desconto.

Venda para grupos e escolas: (11) 3661-5896 / 97628-4993.

Patrocínio do Teatro Folha: Folha de S.Paulo, Consigaz, Owens-llinois, EMS, Bain & Company, Grupo Pro Security, Previsul, Brasforma, NR Acampamentos, Nova Chevrolet.

“Emilinha” estreia no Teatro Cesgranrio

Conhecida atriz de musicais, Stella Maria Rodrigues revive episódios emblemáticos da história de Emilinha Borba no espetáculo “Emilinha”, que chega ao Teatro Cesgranrio no dia 7 de fevereiro. No repertório, clássicos da MPB, boleros românticos e inesquecíveis marchinhas de Carnaval como “Chiquita bacana”, “Escandalosa”, “Asa Branca” e “Bandeira branca”.

 

Stella é acompanhado pela pianista e regente Cristina Bhering, pelo baterista Affonso Neto e pelo baixista Raul Oliveira. Para homenagear César de Alencar, ela recebe no palco o ator e cantor Chris Penna. A amiga e rival, Marlene, também é homenageada no musical. Um dos figurinos utilizados pela atriz é um vestido original de Emilinha, que foi cedido pelo seu fá-clube.

 

“Emilinha, uma das cantoras mais populares desse país. Aprendi a amá-la durante o musical “Emilinha e Marlene, as Rainhas do Rádio”. Fico encantada a magia, o amor dos fãs, o repertório. Uma época de ouro”, conta Stella.

Ficha técnica:

Textos: Thereza Falcão

Roteiro: Stella Maria Rodrigues

Elenco: Stella Maria Rodrigues, participação de Chris Penna ou Fabricio Negri

Diretora Musical e Pianista: Cristina Bhering

Músicos: Affonso Neto (bateria), Raul Oliveira (baixo)

Direção de Movimento: Sueli Guerra

Iluminação: Paulo Cesar Medeiros

Direção de Produção: Valeria Macedo

Serviço:

Teatro Cesgranrio – Rua Santa Alexandrina, 1.011 – Rio Comprido

Telefone: (21) 2103-9682

Temporada: de 07/02 a 01/03

Sexta e sábado às 20h e Domingo às 19h

Ingresso: Inteira: R$40 (R$ 20 meia)

Blues Etílicos no Teatro Rival Refit

Marca mais forte do blues nacional, o Blues Etílicos é a atração do dia 15 de fevereiro. Banda há mais tempo em atividade nesse segmento, o grupo vem produzindo uma extensa obra autoral desde os anos 1980 e gravando homenagens às suas principais influências nos seus dez CDs e um DVD. O blues é a principal raiz da música popular norte-americana, tendo influenciado tanto o jazz quanto o surgimento do rock. Buscar a ponte entre a música brasileira e o blues tem sido o diferencial do Blues Etílicos ao longo dessas três décadas. Se o blues hoje no Brasil é um mercado consolidado com inúmeros festivais no país, muito se deve ao trabalho contínuo e consistente da banda, que é a maior responsável pela criação e manutenção de uma verdadeira legião de fãs desse estilo musical. Mesmo assim, pode-se dizer que o som do Blues Etílicos não se limita a nenhum rótulo específico. A densidade do blues, a energia do rock e o balanço da música brasileira são os três elementos básicos que regem seu som. Uma mistura que promete fazer o público curtir, dançar e festejar no show do Teatro Rival Refit, que vai contar com as participações especiais de Marco Lacerda (voz e guitarra) e Marcus Kenyatta (guitarra), que estão juntos há dez anos tocando em projetos como a Laranjeletric e Caravana Cigana do Blues trazendo para o palco o poder da negritude e da crescente nova cena de Blues do Rio de Janeiro.
 
 

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 15 de fevereiro (sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$80 (inteira), R$ 40 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit

O Meu Sangue Ferve Por Você

Embalado por clássicos do cancioneiro brega, como “Alma Gêmea”, “Sandra Rosa Madalena”, “Garçom”, “Escrito nas Estrelas”,  “Você Não Vale Nada, Mas Eu Gosto De Você” e “Evidências”, o espirituoso espetáculo O Meu Sangue Ferve Por Você faz turnê comemorativa de seus 10 anos de vida, a partir do dia 28 de fevereiro, no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea. Com roteiro de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Tony Lucchesi, a comédia conquistou público e crítica, e lotou os teatros por onde passou, ao contar a história de um quadrilátero amoroso que vive intensamente as alegrias e as dores do amor.

 

Em cena, os atores Ana Baird, Cristiana Pompeo, Pedro Henrique Lopes e Victor Maia (os mesmos da montagem original) dão vida a quatro personagens: a mocinha virgem, o canalha, a mulher da vida e o bom moço rejeitado, que cantam as alegrias e dores de viver um amor intensamente. Com o espírito das grandes chanchadas, a trama acompanha a inocente Creuza Paula e o cafajeste Elivandro, que vivem uma relação tranquila até a chegada do ex-namorado da moça, Fernando Sidnelson, que vai se meter na vida do casal. A amante de Elivandro, Sandra Rosa Madalena, completa o quarteto que vai passar por momentos românticos, desentendimentos e reconciliações. Uma mistura que faz o público torcer pelo canalha, ter raiva da mocinha e chorar de rir do início ao fim.

Na montagem comemorativa, o repertório, que tem acompanhamento de músicos em cena, foi atualizado pelo autor Pedro Henrique Lopes, colocando outros sucessos consagrados e, também, músicas mais atuais. “A gente tentava brincar só com as músicas do passado, mas as pessoas não se cansam de sofrer por amor e cantar sobre isso, então tivemos que atualizar o roteiro. E tem coisa mais brega e mais atual que dor de cotovelo?”, questiona.

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

TIJOLINHO:

O Meu Sangue Ferve por Você. Comédia Musical. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Tony Lucchesi. Com Ana Baird, Cristiana Pompeo, Pedro Henrique Lopes e Victor Maia. A história de um quarteto amoroso é contada a partir de clássicos do cancioneiro brega (1h20) Teatro Clara Nunes. Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Gávea – Rio de Janeiro – RJ. Tel.: (21) 2274-9696. 6ª e sáb., às 21h, e Dom., às 20h. Sextas: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada) | Sábados e Domingos: R$ 80 e R$ 40 (meia-entrada). Livre. Capacidade: 743 lugares. De 28/02 a 22/03.

Ficha técnica:

 

Texto: Pedro Henrique Lopes

Narrações: Cristiana Pompeo

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Tony Lucchesi

Elenco: Ana Baird (Sandra Rosa Madalena), Cristiana Pompeo (Creuza Paula), Pedro Henrique Lopes (Elivandro) e Victor Maia (Fernando Sidnelson).

Design de Luz: Pedro Henrique Lopes e Lúcio Bragança Junior

Design de Som: Leonardo Carneiro e Bernardo Nadal

Cenário: Clivia Cohen

Figurinos: Clivia Cohen, Ana Baird e Cristiana Pompeo

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção e Realização: ENTRE Entretenimento

Serviço:

O Meu Sangue Ferve por Você

Temporada: de 28 de fevereiro a 22 de março

Teatro Clara Nunes: Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Shopping da Gávea – Rio de Janeiro – RJ.

Telefone: (21) 2274-9696

Dias e horários: Sextas e sábados, 21h; domingos, 20h

Ingressos: Sextas: R$ 80 e R$ 40 (meia-entrada) | Sábados e Domingos: R$ 100 e R$ 50 (meia-entrada)

Lotação: 743 pessoas

Duração: 80 minutos

Classificação: Livre

Funcionamento da Bilheteria: Todos os dias, de 13h às 21h.

CCJF – Programação de 18 a 23 de fevereiro

Exposições
Rio Branco, 241 – Justiça e Cultura / histórica

A exposição bilíngue faz uma retrospectiva da ocupação do prédio histórico do STF, dando destaque à trajetória da 1ª Instância da Justiça Federal no Rio de Janeiro. Narra, em seus painéis, desde a criação da Justiça Federal de 1ª e 2ª Instância até as obras de restauração e criação do Centro Cultural Justiça Federal, passando por fatos marcantes da trajetória da Justiça Federal neste prédio.

 

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 

Educativo

 

Da Justiça à Arte / visita orientada
A visita conta a história do prédio até os dias atuais. De estilo eclético, é um dos poucos remanescentes da reformulação da cidade do Rio de Janeiro, ocorrida no início do Século XX.

Agendamento pelos telefones: 3261-2552/3261-2567 ou pelo e-mail atividadeseducativas.ccjf@trf2.jus.br


Terça a sexta 

13h às 17h
Entrada franca

Terreirão apresenta programação do carnaval 2020

A Riotur e a cerveja Itaipava apresentam a programação do Terreirão para o carnaval 2020. Serão 8 dias de folia, com preços populares, que a partir de 21 de fevereiro transformam o lugar, que é o berço do samba, no espaço de shows mais democrático da cidade. Na estreia, Alcione e Péricles  comandarão a festa. São esperadas mais de 50 mil pessoas durante a temporada, a programação conta com mais de 30 shows.

Nomes consagrados como Leci Brandão Mumuzinho, Ferrugem, Belo, Sorriso Maroto, Dilsinho, Clareou, Leandro Sapucahy e muitos outros estão entre os grandes destaques do Terreirão 2020.

A programação do Carnaval do Terreirão promove a cada noite dois shows completos de grandes artistas do gênero. Como se não bastasse, cada noite terá ainda uma roda de samba. A bateria do Terreirão, comandada por Mestre Odilon também se apresentará em todos os dias da programação, acompanhada sempre por um intérprete convidado.

Além da programação de shows e rodas de samba, o Terreirão contará com um telão transmitindo ao vivo os desfiles das escolas de samba dos grupos de especial e de acesso, transformando o espaço em uma grande fan fest para os foliões, ao lado da Marquês de Sapucaí .

Na quarta-feira de cinzas, o Terreirão transmitirá também a apuração das escolas de samba do Rio de Janeiro.  Após a escolha da tão aguardada campeã, o espaço receberá shows dos grupos Bom Gosto e RDN.

PROGRAMAÇÃO DE CARNAVAL TERREIRÃO 2020 

• SEXTA 21/02 – 19H

Alcione + Péricles
Roda de samba
Bateria do Terreirão + intérprete convidado

• SÁBADO 22/02 – 19H

Mumuzinho + Belo
Roda de samba
Bateria do Terreirão + intérprete convidado

• DOMINGO 23/02 – 19H

Ferrugem + Suel
Roda de samba
Bateria do Terreirão + intérprete convidado

• TERÇA-FEIRA  25/02 – 19H

Clareou + Leci Brandão
Roda de samba
Bateria do Terreirão + intérprete convidado

• QUARTA-FEIRA  26/02 – 19H

Bom Gosto + RDN
Roda de samba
Bateria do Terreirão + intérprete convidado

• SEXTA-FEIRA 28/02 – 19H

Legado + Matheusinho
Roda de samba
Bateria do Terreirão + intérprete convidado

• SÁBADO 29/02 – 19H

Dilsinho + Leandro Sapucahy
Roda de samba
Bateria do Terreirão + intérprete convidado

SERVIÇO TERREIRÃO – Carnaval 2020
Datas: 21, 22, 23, 25, 26, 28 E 29 de Fevereiro

Horário: 19h
Endereço: Rua Benedito Hipólito, 66, Praça Onze – Centro

Vendas: bilheteria do Terreirão e site Ingresso Certo: www.ingressocerto.com

Valores:
Meia entrada R$ 10, inteira R$ 20.
Classificação: 18 anos (menores apenas acompanhados por responsáveis)

Feijoada Carnavalesca do Windsor Barra completa dez anos

Uma das mais tradicionais feijoadas carnavalescas do Rio de Janeiro completa dez anos esbanjando sabor e animação. Realizado anualmente no Windsor Barra, o evento faz parte do roteiro de cariocas e turistas que desejam cair na folia. Para marcar a comemoração, o evento contará com a apresentação da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, bloco Cordão da Bola Preta, além de outras atrações.  A Feijoada Carnavalesca acontece no sábado (22/02), a partir das 13h.

A concorrida Feijoada Carnavalesca promete inovar no quesito gastronomia. Além de um bufê completo tradicional, os convidados terão a opção de uma saborosa feijoada vegana. À base de feijão preto, terá tofu defumado e cogumelos. Assim como uma farofa especial à base de alho e queijo vegano. “Decidimos incluir a feijoada vegana no cardápio para atender o público que não consome alimentos de origem animal, além de agradar os clientes que estão cada vez mais atentos a diferentes tendências da gastronomia”, destaca Leonardo Capdeville, gerente de Alimentos & Bebidas do Windsor Barra.

Neste ano, a Rede Windsor traz o melhor da folia da Sapucaí e também do carnaval de rua carioca para o evento. Com o tema tropical, a intenção é unir elementos sensoriais às melhores experiências da maior festa carioca, como a explosão de cores, entusiasmo e alegria, tudo isso presente na ambientação e decoração que serão assinadas por Patrícia Zimmermann. Aromas e sabores também estarão em evidência no bufê de feijoada, que será servido acompanhado de drinques e bebidas refrescantes.

A Escola de Samba Salgueiro, nove vezes campeã do carnaval carioca, trará ritmistas, passistas, além de um casal de mestre-sala e porta-bandeira. O destaque ficará por conta de Renata Santos, musa que estreará na escola neste ano.

Outra grande atração da festa será o Cordão da Bola Preta, tradicional bloco carioca que, pelo segundo ano consecutivo, traz ao público sambas-enredo campeões e marchinhas que marcaram épocas. Nos intervalos, um DJ vai animar os convidados.

Ao chegar no evento, os convidados receberão um abadá, que poderá ser customizado no próprio local. O ambiente também terá um espaço para maquiagem oferecendo elementos com muita cor e glitter, para que os participantes possam curtir a festa em alto estilo. Já para as crianças, a diversão está garantida no Kid´s Club, que oferecerá atividades recreativas, oficinas de pintura e outras interações.

Em um ambiente espaçoso e confortável, os convidados poderão desfrutar de um bufê especial e open bar, com bebidas e drinques variados, que inclui chopp artesanal Noi, gin Tanqueray, vodka Ketel One, uísque Johnnie Walker e caipiroska. Na feijoada estão incluídos mais de dez tipos de carnes, servidas separadamente em panelas de ferro. O cardápio também inclui petiscos e uma variedade de saladas para quem quiser algo mais leve. Tudo preparado pelo chef Manoel Moreira, que trabalha há mais de 30 anos da Rede.  Já o chef José Hernani será responsável pela elaboração de deliciosas sobremesas tipicamente brasileiras.

“A nossa feijoada já faz parte do calendário do Rio e nessa data comemorativa de dez anos, fizemos um mergulho no que há de melhor do carnaval carioca, trazendo o clima de entusiasmo das ruas da cidade para dentro do hotel. O sucesso, que se repete a cada ano, deve-se principalmente a esse ambiente festivo e, ao mesmo tempo familiar, além, claro, da fartura e qualidade do nosso bufê e dos serviços oferecidos”, diz Kátia Araújo, gerente de eventos da Windsor Hoteis.

O ingresso para a Feijoada Carnavalesca pode ser parcelado em até 3 vezes sem juros. A venda está sendo realizada no Windsor Barra e também remotamente pelo telefone: (21) 2195-5000.

 

SERVIÇO:

Feijoada Carnavalesca Windsor Barra 2020

Data: 22 de fevereiro de 2020

Horário: das 13h às 19h

Local: Avenida Lúcio Costa, 2.630, Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ

Preço por pessoa: R$ 480

SOBRE A REDE WINDSOR HOTEIS

Há mais de 30 anos no mercado brasileiro, a Rede Windsor possui hotéis de três a cinco estrelas. Dona de um dos maiores grupos hoteleiros independentes do país, possui 14 unidades no Rio de Janeiro – Copacabana, Flamengo, Barra da Tijuca e Centro -, além de duas unidades em Brasília. A Rede conta ainda com o Centro de Convenções & Hotéis Windsor, o maior centro integrado de hotéis e eventos da capital fluminense, onde estão o Windsor Barra, Windsor Oceanico, além do Centro de Convenções. O espaço tem 24 mil metros quadrados, 100 salões multiúso, a maior plenária comporta até 2.500 pessoas, com capacidade de atender um público flutuante de até 7 mil pessoas. Como reconhecimento por excelência em prestação de serviços de hospedagem, gastronomia e eventos figura também em premiações nacionais e internacionais.

Canoa Cia de Dança estreia “Caravana” dia 14

Errantes que decidem compartilhar o mesmo caminho e seguir um cortejo em comum. É assim que a Canoa Cia de Dança apresenta “Caravana”, um balé contemporâneo que se forma a partir do encontro entre os que são diferentes, conduzidos por uma trilha musical genuinamente brasileira. A coreografia de Vitor Cunha, também diretor da Cia., explora movimentos da dança contemporânea a partir da desconstrução da linguagem clássica, com influência de expressões populares brasileiras. O elenco é formado por dez bailarinos com diferentes formações em dança e a trilha nacional traz músicas de Milton Nascimento, Chico César, Capiba, Guerra-Peixe, entre outros artistas que buscaram e ainda sabem mesclar, como poucos, os universos erudito e popular brasileiros em suas criações.

“A caravana se forma pelo encontro entre os que são diferentes, mas que compartilham a mesma rota. A construção coletiva do caminho e a comunhão das experiências suscitam o desafio de como caminhar juntos apesar do que nos separa ou do que nos difere.” – Vitor Cunha, coreógrafo e diretor da Canoa Cia de Dança

Sobre a Canoa Cia de Dança

A Canoa Cia de Dança foi criada em junho de 2018, no Rio de Janeiro, pelo bailarino e coreógrafo Vitor Cunha com o objetivo de experimentar novos processos de criação em dança. A estréia da Cia aconteceu em dezembro de 2018, com o espetáculo “Caravana”, selecionado através de chamada pública para ocupação do Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. Em 2019, a companhia foi contemplada com programa de Residência Artística no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro e realizou audição para seleção de novos integrantes. A Canoa Cia de Dança atualmente conta com dez bailarinos com distintas origens e formações. A estréia do novo elenco ocorreu no festival MoviRio, onde a coreografia “Caravana” foi premiada como uma das dez melhores coreografias do festival, sendo selecionada para a Mostra MoviRio, que será realizada no Teatro Cacilda Becker, em abril de 2020.

Serviço

Dias 14, 15 e 16 de fevereiro no Teatro Angel Vianna. ⠀

Rua José Higino, 115 – Tijuca.⠀

Sexta e sábado às 20h. Domingo às 18h.

Inteira R$30 / Meia entrada R$15⠀

Ficha Técnica

Direção geral e Coreografia: Vitor Cunha

Intérpretes criadores: Ana Paula Araujo, Áthila Muniz, Carolina Gomes, Letícia Guerra, Luana Macedo, Maria Izabel Medaglia, Natália Freire, Paloma Clinquart, Vinicius Duque e Vitor Cunha

Colaboração artística: Maria Vakhrusheva

Cenário: Pedro Medina e Vitor Cunha

Colaboração: Raphael Tepedino e Vinícius Gerheim

Figurino: Vitor Cunha

Iluminação: Raimundo Pedro

Projeto gráfico: Pedro Medina e Tadeu Asevedo

Produção: Paloma Clinquart e Vitor Cunha

Assistente de figurino: Letícia Guerra

Edição da trilha sonora: Áthila Muniz

Confecção de figurino: Flavio Mothé e Jacira Garcias

Confecção de cenário: Flavio Mothé

Fotografia de ensaios: Daniel Campos, Giulia Marques e Paula Laiber

Filmagem de ensaios: Thales Ferreira

Apoio: Centro Coreográfico do Rio de Janeiro e Academia Marilda Flores

Roda do Lampra no Espaço Jockey

Artista que já se apresentou ao lado de ninguém menos que Amy Winehouse e fez parcerias de sucesso com Mart’nália, Rodrigo Lampreia está de volta com a Roda do Lampra, abrindo o carnaval 2020. No dia 21 de fevereiro, sexta-feira, Lampreia levará para o Espaço Joquey, na Gávea, toda a animação e energia características das suas performances, com repertório eclético que inclui clássicos do samba, da MPB, do pop, do sertanejo e do axé, fechando com versões dos funks mais queridos, em ritmo de pagode. É verão, é carnaval, é para ninguém ficar parado e cantar junto.

Para a noite fechar a noite com astral ainda mais elevado, a edição especial da Roda do Lampra se uniu ao baile do DJ João Brasil, responsável por hits como “Michael Douglas (#NuncaMaisEuVouDormir)”, cujo vídeo já ultrapassa 15 milhões de visualizações no YouTube. O DJ já se apresentou para mais de 2 milhões de pessoas no réveillon da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, e foi o responsável pela trilha sonora da queima de fogos por três anos consecutivos deste, que é o maior réveillon do mundo.

Cantor e compositor, Rodrigo Lampreia se lançou em carreira solo em 2014, depois de ter rodado o Brasil com o projeto “Benditos”, ao lado do parceiro Beto Landau, com quem fundou o bloco Samba de Santa Clara. Já em carreira independente, Lampreia lotou festas no Rio e São Paulo com o seu ‘Sambinha”, festa com roda de samba comandada por ele, além ter feito shows em eventos por cidades como São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Maceió, Natal, Teresina, entre outros.

Em 2015, estreou sua discografia com o single “Lá vai um selfie” em parceria com Gabriel Moura e, logo depois, lançou “Saudade”(Rodrigo Lampreia), que confirmou seu talento como compositor. No fim de 2016, assinou contrato com a gravadora Sony Music para lançar seu primeiro EP, e em janeiro de 2019, também pela Sony Music, lançou “RL Ao vivo no mato”, com regravações modernas de pagodes românticos e músicas inéditas. O sucesso do álbum o inspirou a criar a sua nova roda de samba, a Roda do Lampra, que já realizou mais de 10 edições esgotadas entre Rio e São Paulo.

Para a nova edição, Lampreia vai interpretar clássicos do pagode romântico dos anos 90 como “Essa tal liberdade”(SPC), hits do pagode atual como “Cerveja de garrafa” (Atitude 67) e “Péssimo Negócio” (Dilsinho), sambas de raiz como “Conselho” (Almir Guineto), músicas próprias como “Chega mais” e “Carol ou Clarice”, que foi gravada por Mart’nália, hits internacionais surpresas, entre muitos outros.

Além do set do DJ João Brasil, o evento contará ainda com os DJs Camilla Brunetta, RV, Thai e Gagau Dieckmann.

Serviço

Data: 21/02 (sexta-feira)

Horário: 21h

Local: Espaço Jockey (Praça Santos Dumont, 31 – Gávea, Rio de Janeiro)

Canal de venda (exclusivo): Ingresse (https://www.ingresse.com/roda-do-lampra-de-carnaval)

Valores:

1º lote – R$70;

2o lote – R$80 reais

3o lote – R$90 reais

Line Up:

Rodrigo Lampreia com samba e pagode na Roda do Lampra;

J Brasil com o setlist de funk do Baile Brasil;

Camilla Brunetta;

DJ RV;

DJ Thai;

Gagau Dieckmann;

Auê agita a temporada de carnaval com shows de Duda Beat, Baco Exu do Blues e outras atrações

Então, é Carnaval! E se tem Carnaval, tem Auê. O evento que vem conquistando cada vez mais os amantes da folia terá sua segunda temporada carnavalesca. Entre os dias 21 e 29 de fevereiro a Auê vai promover na HUB RJ, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, seis dias de festa, com shows de nomes como Duda Beat, Baco Exu do Blues, Jaloo, Bloco Fogo e Paixão, MC Tha, Amigos da Onça, entre muitos outros.

Reafirmando o compromisso com a brasilidade e a diversidade, bandeiras presentes no DNA da Auê desde a sua primeira edição, a maratona de festas contará com atrações plurais, pensando em agregar o público mais diverso. Na Auê, os compromissos são a alegria e o respeito à pluralidade.

A série de eventos carnavalescos começa na sexta-feira, dia 21/02, com a “rainha da sofrência  pop” Duda Beat, uma das grandes revelações de 2019. Também no palco Auê, a festa contará com atrações como os blocos Minha Luz é de Led e Vulcão Erupçado, além da DJ Bruna Strait. No sábado, 22, o line-up terá toda a irreverência do Bloco Fogo e Paixão, que faz uma ode ao brega, Samba que elas querem, grupo formado exclusivamente por mulheres, o Bloco Vem Cá, Minha Flor, e para quem achou que o rock ia ficar de fora, a noite vai trazer a festa Rockcetera.

Dia 23, domingo, será a vez do cantor paraense Jaloo, destaque do pop indie brasileiro moderno, News Kids on the Bloco, que mistura samba com músicas de boybands como Backstreet Boys, ‘N Sync e Jonas Brothers, e muita purpurina na festa V de Viadão. No dia 24, segunda, será a vez de MC Tha, cantora que dialoga entre o Funk e a MPB, os blocos Toco-Xona, o primeiro LGBTQI+, e Bloconce, que toca só músicas de Beyoncé, ambos formados apenas por mulheres, além da festa Xêpa.

A terça-feira, dia 25, levará para a Auê o Amigos da Onça, bloco que arrasta uma multidão no sábado de Carnaval pelo Centro do Rio, o cantor Julio Secchin, além do Bloco Pra Iaiá, que interpreta músicas da banda Los Hermanos em ritmo de carnaval. O dia terá ainda a pista Tendências, com cinco DJs. O encerramento será no dia 29, com um dos nomes mais conhecidos do rap nacional,  Baco Exu do Blues, além dos DJs Leo Justi, produtor e DJ à frente do coletivo Heavy Baile, Sany Pitbull, Tamy Reis, entre outros.

A Auê é uma realização da Vibra Marketing e Entretenimento.

Serviço

Local: HUB RJ (Avenida Professor Pereira Reis, 50, Santo Cristo – Rio de Janeiro)

Datas: 21, 22, 23, 24, 25 e 29/02

Classificação: 18 anos

Ingressos: https://www.sympla.com.br/

 

Programação:

 

21/02, a partir das 20h

Palco Auê:
DUDA BEAT
Minha Luz é de LED

Vulcão Erupçado

Bruna Strait

Yas Vilhena

Silvio Maranhão

Pista Tendências:

Ju Perez

Lysia

Larinha

DJ CT

22/02, a partir das 17h

Palco Auê

Bloco Fogo e Paixão

Samba Que Elas Querem

Bloco Vem Cá, Minha Flor

Ju Perez

Silvio Maranhão

Glitterada

Pista Rockcetera

23/02, a partir das 17h

Palco Auê:

Jaloo

V de Viadão

New Kids On The Bloco

Migas in Fervo

Silvio Maranhão

Glitterada

Pista Sereias da Guanabara

24/02, a partir das 17h

Palco Auê

MC Tha

Bloco Toco-Xona

bloconce

Xêpa

Rafa Canholato

Fernanda Fox

Tatá Thomazini

Pista Meu Carna é Funk DJ Set

Bruna Strait

Felipe Vian

Nicole Antunes

Foxx

Malex

25/02, a partir das 17h

Palco Auê

Amigos da Onça

Julio Secchin

Bloco Pra Iaiá

Ju Schultz

Yas Vilhena

Bahruth

Schlaepfer

Bruna Lennon

Pista Tendências

Gonça

Cix

Glitterada

 Silvio Maranhão

Ju Perez

29/02, a partir das 20h

Palco Auê

Baco Exu do Blues

Leo Justi

DKVPZ

Sany Pitbull

Tamy Reis

Bruno X
Pauly

Carnaholic na Sociedade Hípica Brasileira

Nem só de Sapucaí e bloco de rua vive o Carnaval no Rio. A temporada recebe também eventos comemorativos que animam ainda mais a folia carioca. Com uma programação plural, que pretende agradar todos os gostos musicais, o Carnaholic reúne festas hypadas e atrações de destaque na cena artística nacional, entre os dias 22 e 29 de fevereiro, na Sociedade Hípica Brasileira. Essa será a primeira edição do evento, que tem idealização da Fábrica, Emociona, Privilège Brasil, Entourage e Vibra.

A abertura acontece no dia 21, sexta-feira, com show do grupo BaianaSystem, um dos maiores fenômenos da música baiana de todos os tempos, com a festa BrZZil, dos DJs Zeh Pretim e Zedoroque. No sábado, 22, é a vez do Bloco do Silva, projeto que nasceu em 2019, a partir da vontade do cantor de interpretar o repertório de Carnaval dos anos 90, o primeiro da sua geração, que vai animar a noite com convidados especiais. O dia 23, domingo, será dedicado ao funk, e vai trazer show de Kevin o Chris com Mc Rebecca, DJ Zullu e a festa Errejota.

A segunda, dia 24, será de muita cor e brilho, com a festa  SubaJovem e o Baile da Purpurina, além de show do rapper Baco Exu do Blues, autor de sucessos como “Te amo disgraça”. Já a terça, feriado de Carnaval, vai trazer o badalado Baile da Favorita, com apresentações das cantoras Ludmilla e Pocah, a MC Pocahontas.

Passada a quarta de cinzas, o evento retorna para o pós-Carnaval no dia 28, sexta, com Privilège convida Chemical Dogz, projeto que une as duplas Chemical Surf e Dubdogz. E fechando a programação, no dia 29, sábado, o Carnaholic traz ao Rio todo tempero baiano com a festa Oxente e o grupo Harmonia do Samba.

Serviço – Carnaholic

Local: Sociedade Hípica Brasileira (Av. Borges de Medeiros, 2448. Lagoa – Rio de Janeiro

Datas: 21, 22, 23, 24, 25, 28 e 29/02

Classificação: 18 anos

Ingressos: https://www.sympla.com.br/carnaholic

Programação:

21/02, 21h: BRZZIL | BaianaSystem | Zeh Pretim & Zedoroque

22/02, 21h: Bloco do Silva & convidados

23/02, 21h: Errejota | Kevin o Chris, Mc Rebecca e DJ Zullu

24/02, 18h: SubaJovem: Baile da Purpurina | Baco Exu do Blues

25/02, 21h: Baile da Favorita | Ludmilla & Pocah

28/02, 21h: Privilège convida Chemical Dogz

29/02, 16h: Festa Oxente c/ Harmonia do Samba

Baile de pré-Carnaval e muito mais na Lapa

Criado pela cantora Rosângela Si, o Palco Lapa 145 abre as portas com o intuito de ser uma casa dos artistas e seus movimentos no bairro mais boêmio do Rio de Janeiro, a Lapa. Com uma programação eclética, o casarão do final do século XIX está totalmente antenado com o nosso tempo, abraçando a diversidade e as manifestações artísticas em estado puro com festivais, shows, exposições, saraus, gastronomia, rodas de samba, rap e hip-hop e oficinas de cinema, dança e iniciação musical. “Somos a casa da diversidade e da cultura, sempre aberta a todos que queiram mostrar o seu talento e, é claro, para quem está ávido a curtir e descobrir a cena carioca das artes muito além do mainstream”, ressalta a fundadora.

Confira a programação da casa:

Quinta-feira, dia 13 de fevereiro, às 21h – Renata Braz e Trio 

A cantora Renata Braz e o trio de músicos formado por Leandro Rocha, Alexandre Alves e Ju Werneck apresentam releituras de clássicos e repertório autoral com muito samba, pop, forró, Axé e Bossa Nova. Renata Braz tem mais de 20 anos de carreira, com diversos festivais de música no currículo e atualmente participa do espetáculo “Bitucanto”, que homenageia a vida e obra de Milton Nascimento. O evento começa às 21h e a entrada é uma contribuição consciente.

Sexta-feira, dia 14 de fevereiro, às 20h – Pré-Carnaval: Joice Taciana recebe Rosana Araújo e convidados

Cantora e compositora, Joice Taciana integra a nova geração da MPB e, em pouco tempo de carreira, já conquistou admiradores ilustres, como Chico Buarque, Carlos Dafé, Jorge Aragão, maestro João Carlos Martins, Teresa Cristina, Monarco, Arlindo Cruz e Moacyr Luz, com o seu estilo único de interpretação, tanto do seu trabalho autoral quanto de clássicos da nossa música. Com a cantora Rosana Araújo e convidados especiais, Joice desfila o seu talento numa edição pré-carnaval repleta de clássicos do samba e das marchinha. Entre as participações, Wantuir Cardeal, Susanne Brandão e Alexandre Velloso. O fervo começa às 20h e a entrada é R$ 15.

Toda terça-feira, às 21h – Jam Latin Jazz Session

Jazz com tempero latino. Essa é a proposta da banda DS Grooves, liderada pelo saxofonista, clarinetista, compositor e arranjador uruguaio Daniel Santos. Com mais de 30 anos de carreira e participações em diversos projetos e Big Bands na América Latina, o artista apresentará com seu conjunto músicas autorais, clássicos fusionados com ritmos latinos e canções de expoentes como Paquito D’Rivera e Chucho Valdés. O evento começa às 21h e a entrada é uma contribuição consciente.

Toda quarta-feira, às 18h – Microfone aberto

Microfone Aberto é um sarau moderno que acontece todas as quartas, a partir das 18h, onde os artistas podem recitar suas poesias, cantar, apresentar monólogos, ler seus contos, manifestos, lançar novos trabalhos, em resumo, mostrar a sua arte, sem amarras nem mordaças. A entrada franca.

O Palco Lapa fica na Rua da Lapa, 145. Mais informações pelo telefone (21) 98231-0108 ou pelo site www.palcolapa145.com.br

Mostra “ANIME: O Fantástico mundo das animações japonesas” começa nesta quarta (12/02)

A mostra ANIME: O FANTÁSTICO MUNDO DAS ANIMAÇÕES JAPONESAS chega ao Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo, de 12 a 24 de fevereiro, com exibição de filmes e debates gratuitos. Os ingressos para as sessões devem ser retirados na bilheteria a partir de uma hora antes.

A mostra, realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura, apresentada pelo Ministério da Cidadania e pelo Centro Cultural Banco do Brasil e com patrocínio do Banco do Brasil, vai celebrar a cultura japonesa e o legado dos animes na história da animação mundial. Serão exibidos 15 filmes, clássicos e animações premiadas, de ação, aventura, ficção científica e comédia

Esta é uma oportunidade única para o público paulistano se aprofundar nesta arte, que encanta crianças e adultos e reúne centenas de fãs. A curadora Juliana Melo ressalta que “a Mostra ANIME: O Fantástico Mundo das Animações Japonesas propõe um panorama da produção de longas-metragens anime. Com uma mistura de clássicos conhecidos do público e referenciados no mundo, como “Ghost in the Shell: o Fantasma do Futuro” e “Akira”, títulos de diretores consagrados, como “Vidas ao Vento”, de Hayao Miyazaki, e “Paprika”, de Satoshi Kon, além de obras populares baseadas em franquias de videogames e mangás, a mostra explora a diversidade dessas fantásticas animações”.

Além das exibições, haverá um debate sobre o filme “As Memórias de Marnie, ancestralidade e solidão” com a crítica de cinema, roteirista e jornalista cultural Lorenna Montenegro no dia 19/02, após a sessão (que terá legenda descritiva) do filme que começa às 18h. O filme, uma das últimas produções do renomado Estúdio Ghibli, foi indicado ao Oscar de Melhor Animação em 2016 e recebeu diversos prêmios em festivais pelo mundo.

Já no dia 21/02 o debate será sobre a obra “Akira” com Cinthia Saty Fuji, ilustradora, quadrinista e artista de desenvolvimento visual para animação, curtas e longas, também após a sessão das 18h. “Akira”, de Katsuhiro Ôtomo, marcou uma geração quando foi lançado no final dos anos 1980, ao extrapolar as barreiras orientais e dos fãs e apresentar para o mundo a arte do anime. Na história, dois adolescentes de uma gangue de Tóquio acabam envolvidos em um projeto ultrassecreto do governo.

A mostra ANIME: O FANTÁSTICO MUNDO DAS ANIMAÇÕES JAPONESAS tem curadoria e idealização de Juliana Melo e produção da Villa-Lobos Produções.

still-filme-AKIRA
Akira
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA 

12/02 – quarta-feira 
16h – Padrinhos de Tóquio – 12 anos
19h30 – Ghost in the Shell – 14 anos

13/02 – quinta-feira 
16h – A Tartaruga Vermelha – livre
19h – Hunter x Hunter: Phantom Rouge – 12 anos

14/02 – sexta-feira 
16h – Paprika – 14 anos
19h – Vidas ao Vento – 12 anos

15/02 – sábado 
14h45 – Pop in Q – livre
17h – Hunter x Hunter: The Last Mission – 14 anos
19h – Akira – 14 anos

16/02 – domingo 
14h – A Tartaruga Vermelha – livre
16h – Kappa: O Duende do Rio Sampei – livre
18h – O Conto da Princesa Kaguya – livre

17/02 – segunda-feira 
16h – The Sky Crawlers: Eternamente (sessão com audiodescrição) – 12 anos
19h – The Sky Crawlers: Eternamente – 12 anos

19/02 – quarta-feira 
16h – 5 Centímetros por Segundo – livre
18h – As Memórias de Marnie (sessão com legendagem descritiva, seguida de debate) – 10 anos

20/02 – quinta-feira 
16h – O Lugar Prometido em Nossa Juventude – 12 anos
19h – O Conto da Princesa Kaguya – livre

21/02 – sexta-feira 
16h – Ghost in the Shell – 14 anos
18h – Akira (sessão seguida de debate) – 14 anos

22/02 – sábado 
10h – Pop in Q – livre
12h30 – Hunter x Hunter: Phanton Rouge – 12 anos
14H30 – Vidas ao Vento – 12 anos

23/02 – domingo 
10h – Hunter x Hunter: The Last Mission – 14 anos
12h30 – O Lugar Prometido em Nossa Juventude – 12 anos
14h30 – Padrinhos de Tóquio – 12 anos

24/02 – segunda-feira 
13h – 5 Centímetros por Segundo – livre
15h – Paprika – 14 anos

LISTA DE FILMES  
(organizada por ordem alfabética)

5 Centímetros por Segundo (Byôsoku 5 senchimêtoru) 
Direção: Makoto Shinkai, 1h03, 2007
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: Contada em três segmentos interligados, entre o início dos anos 1990 e 2007, um jovem chamado Takaki Tono e sua melhor amiga Akari Shinohara moram em Tóquio. Devido a mudanças no trabalho de seu pai, Akari acaba se transferindo de cidade com sua família, mas os dois lutam para manter um contato através de cartas. Seus desencontros são constantes e os dois acabam se afastando com o tempo, deixando apenas as memórias de momentos juntos. Novas pessoas surgem em suas vidas, mas Takaki não se esquece de Akari que, mesmo com o tempo passando, tem a esperança de encontrá-la novamente.

A Tartaruga Vermelha (La tortue rouge)  
Direção: Michael Dudok de Wit, 1h20, 2016
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: Após sobreviver a um naufrágio, um homem se vê em uma ilha completamente deserta. Lá ele consegue manter-se por meio da pesca e tenta construir uma jangada que lhe permita deixar o local. Só que, sempre que ele parte com a embarcação, ela é destruída por um ser misterioso. Logo ele descobre que a causa é uma imensa tartaruga vermelha, com quem manterá uma relação inusitada.

Akira  
Direção: Katsuhiro Ôtomo, 2h04, 1988
Classificação Indicativa: 14 anos
Sinopse: Uma grande explosão fez com que Tóquio fosse destruída em 1988. Em seu lugar foi construída Neo Tóquio, que, em 2019, sofre com atentados terroristas por toda a cidade. Kaneda e Tetsuo são amigos que integram uma gangue de motoqueiros. Eles disputam rachas violentos com uma gangue rival, os Palhaços, até que um dia Tetsuo encontra Takashi, uma estranha criança com poderes que fugira do hospital onde era mantido como cobaia. Tetsuo é ferido no encontro e antes de receber a ajuda dos amigos é levado por integrantes do exército, liderados pelo coronel Shikishima. A partir de então Tetsuo passa a desenvolver poderes inimagináveis, o que faz com que seja comparado ao lendário Akira, responsável pela explosão de 1988. Paralelamente, Kaneda se interessa por Kei, uma garota envolvida com espiões que tenta decifrar o enigma por trás das cobaias controladas.

As Memórias de Marnie (Omoide no Mânî) 
Direção: James Simone, Hiromasa Yonebayashi, 1h43, 2014
Classificação Indicativa: 10 anos
Sinopse: Anna é uma garota muito solitária que vive com seus pais adotivos e não tem amigos. Ao se mudar para uma cidade do interior, acaba se tornando amiga de Marnie que, na verdade, não é bem aquilo que aparenta ser. A amizade das duas vai bem até que um dia Marnie desaparece misteriosamente. Algum tempo depois, uma nova família se muda para casa onde ela vivia e Anna acaba fazendo amizade com as pessoas de lá, e vai descobrir coisas muito estranhas sobre sua amiga.

Ghost in the Shell: O Fantasma do Futuro (Kôkaku Kidôtai)  
Direção: Mamoru Oshii, 1h23, 1995
Classificação Indicativa: 14 anos
Sinopse: Major Motoko é agente cibernética e líder da unidade do serviço secreto Esquadrão Shell. Formado pelo governo para combater a onda de crimes, eles são informados de que um famoso criminoso, “expert” em computadores, está no Japão. O suspeito é conhecido apenas pelo codinome “Mestre Marionete”.

Hunter x Hunter: Phantom Rouge  
Direção: Yûzô Satô, 1h37, 2013
Classificação Indicativa: 12 anos
Sinopse: Kurapika se tornou um Hunter para se vingar do Genei Ryodan, que havia massacrado seu clã e roubado seus olhos. Os olhos do clã Kuruta se tornam escarlate em horas de perigo ou agitação emocional e são considerados os mais bonitos tesouros do mundo. Kurapika continua a perseguir o Genei Ryodan, mas um desconhecido rouba os seus olhos. Com a ajuda de Gon, Killua e Leorio, a vida de Kurapika foi salva. No entanto, o Genei Ryodan aparece diante deles e fica em seu caminho. A verdadeira identidade daquele que tem o Nº 4 da aranha tatuada está prestes a ser revelada.

Hunter x Hunter: The Last Mission  
Direção: Keiichirô Kawaguchi, 1h37, 2013
Classificação Indicativa: 14 anos
Sinopse: Em meio à Batalha Olímpia, torneio que reúne os mestres de andar da Arena Celestial para decidir quem ficará no topo, surge uma nova ameaça. Os descendentes de um grupo que era a face oculta da Associação Hunter tomam a Arena Celestial e exigem a publicação de todas as missões secretas executadas por eles sob ordens da Associação. Seu líder, um velho conhecido do Presidente, quer o fim de todos os Hunters e conta com um poder contrário ao Nen e que se pensava estar extinto, o On.

Kappa: O Duende do Rio e o Sampei (Kappa no Sampei)  
Direção: Toshio Hirata, 1h30, 1994
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: Sampei vive com seu avô. Seu colega de escola chama Sampei de “duende do rio”. Um dia, enquanto ele estava praticando secretamente para a competição de natação no rio, é capturado. Quando retoma sua consciência, percebe que está agora na terra dos duendes. Sampei faz amizade com o duende Gartalow, que parece ser idêntico ao Sampei, e eles decidem fugir da terra de duendes juntos e retornar para a aldeia de Sampei.

O Conto da Princesa Kaguya (Kaguyahime no monogatari)  
Direção: Isao Takahata, 2h17, 2013
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: Esta animação é baseada no conto popular japonês “O corte do bambu”. Kaguya era um minúsculo bebê quando foi encontrada dentro de um tronco de bambu brilhante. Passado o tempo, ela se transforma em uma bela jovem que passa a ser cobiçada por cinco nobres, dentre eles o próprio Imperador. Mas nenhum deles é o que ela realmente quer. A moça envia seus pretendentes em tarefas aparentemente impossíveis para tentar evitar o casamento com um estranho que não ama. Mas Kaguya terá que enfrentar seu destino e a punição por suas escolhas.

O Lugar Prometido em Nossa Juventude (Kumo No Muko, Yakusoku No Basho)  
Direção: Makoto Shinkai, 1h31, 2007
Classificação Indicativa: 12 anos
Sinopse: Em uma história suplente do rescaldo da Segunda Guerra Mundial, o Japão foi separado pela metade, com o sul Honshu e as outras ilhas aliados aos Estados Unidos e ao norte da ilha Hokkaido anexada pela União enigmática. Foi em Hokkaido que uma misteriosa torre tinha sido construída, uma vertente de metal até chegar fora da atmosfera, visíveis a partir da ponta norte de Honshu. Em 1996, três adolescentes, Hiroki, Takuya e Sayuri, fazem um pacto que vão construir uma aeronave experimental de vigilância, quase invisível, que atravesse a Hokkaido e desvende os segredos da torre. O seu sonho nunca foi concretizado, porque Sayuri foi enviado à Tóquio para tratamento e logo depois entra em coma. Agora, três anos mais tarde, as ilusões da juventude podem ter passado, mas não a inquebrável força do trio e da promessa. A verdade da torre será descoberta e com ela a ligação entre eles e os mistérios da Sayuri.

Padrinhos de Tóquio (Tôkyô goddofâzâzu)  
Direção: Satoshi Kon e Shogô Furuya, 1h33, 2003
Classificação Indicativa: 12 anos
Sinopse: Hana, uma ex- drag queen, Gin, um antigo ciclista alcoólatra, e Miyuki, uma adolescente fugitiva, são três sem teto que em sua tumultuada existência encontram um bebê abandonado no dia de Natal. Os três resolvem peregrinar em busca de solucionar o mistério e encontrar os pais da criança antes da chegada do ano novo. Durante a busca, deparam-se com fatos ocultos sobre o passado, os quais são forçados a confrontar e, ao mesmo tempo, aprendem a enfrentar o futuro juntos.

Paprika (Paprika)  
Direção: Satoshi Kon, 1h30, 2006
Classificação Indicativa: 14 anos
Sinopse: Num futuro próximo, o Dr. Tokita (Tôru Furuya) inventa um poderoso aparelho chamado DC-Mini, que torna possível o acesso aos sonhos das pessoas. Sua colega, a Dra. Atsuko Chiba (Megumi Hayashibara) – psicoterapeuta e pesquisadora de ponta – desenvolve um tratamento psiquiátrico revolucionário a partir do aparelho. Mas, antes de seu uso ser sancionado pelo governo, o DC-Mini é roubado. Quando vários dos pesquisadores do laboratório começam a enlouquecer e a sonhar em estado de vigília, Atsuko assume seu alter-ego, Paprika, a “detetive de sonhos”, para mergulhar no mundo do inconsciente e descobrir quem está por trás da tragédia.

Pop in Q  
Direção: Naoki Miyahara, 1h35, 2016
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: A história desenrola-se em torno de cinco meninas preocupadas com o seu dia a dia. Elas se encontraram num mundo de fantasia após certo incidente. Nesse mundo ficam sabendo sobre a crise iminente que o mundo vai enfrentar e a única maneira de evitar esta crise é colaborarem e unirem os seus cinco corações através da dança.

The Sky Crawlers: Eternamente (Sukai kurora)  
Direção: Mamoru Oshii, 2h02, 2008
Classificação indicativa: 12 anos
Sinopse: Um grupo de pilotos de caça eternamente jovens, conhecidos como ‘Kildren’, vivencia a repentina perda da inocência quando tem que lutar contra o inimigo em assustadoras batalhas aéreas. O treinamento de voo intensivo é a única memória da infância do destemido piloto adolescente Yuichi, em cuja vida as batalhas aéreas convivem com a luta para descobrir mais sobre seu passado esquecido. Quando Suito, sua linda comandante, reluta em discutir o destino do piloto que Yuichi está substituindo – ou as condições estranhamente perfeitas do avião que era de tal piloto – a curiosidade de Yuichi aumenta ainda mais.

Vidas ao Vento (Kaze Tachinu)  
Direção: Hayao Miyazaki, 2h06, 2013
Classificação indicativa: 12 anos
Sinopse: Jiro Horikoshi vive em uma cidade do interior do Japão. Um dia, ele começa a desejar voar em um avião com formato de pássaro. A partir desse desejo, ele decide que construir um avião e colocá-lo no ar é a meta da sua vida. Durante a busca pelo seu sonho ele conhece Naoko, uma jovem encantadora por quem se apaixona. No entanto, algo horrível ocorre e o futuro do casal fica ameaçado.

SERVIÇO 
MOSTRA ANIME: O FANTÁSTICO MUNDO DAS ANIMAÇÕES JAPONESAS 
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil
Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo – Cinema
Data: de 12 a 24 de fevereiro de 2020
Consulte a programação nas redes sociais do CCBB SP

https://www.facebook.com/events/628396731298468/?event_time_id=628396741298467

Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo 
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico, Triângulo SP, São Paulo–SP
Aberto todos os dias, das 9h às 21h, exceto às terças
Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô
Informações: (11) 4298-1260

bb.com.br/cultura | twitter.com/ccbb_sp | facebook.com/ccbbsp | instagram.com/ccbbsp
ccbbsp@bb.com.br

Acesso e facilidades para pessoas com deficiência | Ar-condicionado | Cafeteria e Restaurante | Loja

Estacionamento conveniado: Rua da Consolação, 228.
Traslado gratuito até o CCBB (aprox. 10 min), das 14h às 23h.
No trajeto de volta, a van tem parada na estação República do Metrô.
Valor: R$ 14 pelo período de até 6 horas. É necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.

Vovô Bebê faz show de lançamento de novo disco em Botafogo

Nome da nova geração da música carioca, Vovô Bebê faz o show de lançamento de seu novo disco, “Briga de Família” (selo Risco) na Audio Rebel. A apresentação é atração desse mês dentro da programação Budweiser Apresenta e acontece no dia 20/02 (quinta-feira), a partir das 20h. Os ingressos custam R$ 20.

Vovô Bebê é o projeto das composições autorais do produtor e instrumentista Pedro Dias Carneiro. Nascido no Rio de Janeiro, ele iniciou sua carreira fonográfica com a banda “quase” instrumental Dos Cafundós, que lançou o disco “Capitão Coração”, pelo selo inglês Far Out Records em 2012. Ao mesmo tempo em que participava de pequenos shows como compositor e instrumentista, trabalhava como assistente do produtor musical Chico Neves, com quem gravou o primeiro disco Vovô Bebê e se iniciou no universo do estúdio ainda em 2006.

Hoje, no icônico espaço que abrigava o estúdio 304 de Chico, Pedro produz, grava e toca com artistas como Ana Frango Elétrico, El Efecto, Thiago Amud e Luís Capucho – todos eles, de certa forma, integram seu novo trabalho.

Em “Briga de Família”, Vovô Bebê mostra a sonoridade que vem lapidando em palcos como o da Rebel e ao lado de parceiros de composição e instrumentistas que vão de Frango Elétrico e Luiza Brina a Guilherme Lírio e Tomas Rosati. As canções são crônicas urbanas de um Rio de Janeiro ao mesmo tempo caótico e bem-humorado, caminhando na linha tênue entre good vibes e bad trip – como toda “Briga de Família”.

O show integra a programação da Budweiser na Audio Rebel, que já recebeu Passo Torto, Kiko Dinucci, Rodrigo Campos, Jair Naves, Blastfemme e Nina Becker, entre outros. Esse show acontece na casa em Botafogo que reúne também estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

Os ingressos já estão à venda na plataforma Eventbrite: https://www.eventbrite.com.br/e/budweiser-apresenta-vovo-bebe-tickets-93126276199

 

Serviço

Budweiser Apresenta: Vovô Bebê

Data: 20/02/2020 (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Compra online: https://www.eventbrite.com.br/e/budweiser-apresenta-vovo-bebe-tickets-93126276199

Evento: https://www.facebook.com/events/166266694802932/

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Carnaval no Shopping Metropolitano Barra terá Bloquinho indoor e Mundinho Kids temático

O carnaval do Shopping Metropolitano Barra promete muita animação para os pequenos. O tradicional evento Mundinho Kids vem com duas oficinas para as crianças curtirem a folia: a de máscara de carnaval e de percussão. No dia 23 de fevereiro, a garotada terá direito a um camarim de tatuagens e acessórios, recreação e desfile de fantasias para fechar o dia. E, no dia 24, o Bloquinho do Nico, com bandinha ao vivo, promete não deixar ninguém parado. A programação ainda vai contar com recreação Animasom e presença do Nico para fotos e brincadeiras.

As oficinas do Mundinho Kids são gratuitas, sempre aos domingos, das 16h às 19h, com distribuição de senhas, 15 minutos antes, no local. Cada sessão tem a duração de 30 minutos e a capacidade é sujeita a lotação. O evento acontece em espaço próprio, recém-inaugurado, no piso L2, próximo ao Cinemark. Em todos os dias de programação, o macaquinho Nico, mascote do shopping, faz uma visita no local para fotos com as crianças.

Segue abaixo a programação:

Confira as atrações do Mundinho Kids, em fevereiro:

09/02 – Oficina de máscara de carnaval – 16 às 19h

As crianças poderão confeccionar suas próprias máscaras de carnaval para curtir a folia com um acessório personalizado.

16/02 – Oficina de percussão – 16 às 19h

Nesta oficina, as crianças poderão fazer seus próprios instrumentos musicais e levá-los para casa.

23/02 – Recreação Carnavalesca:

·       16 às 17:30h: Camarim tatuagem e fantasias

·       17:30 às 18:30h: Recreação da Folia

·         18:30 às 19h: Desfile de fantasias

24/02 – Bloquinho do Nico – 16 às 18h

Com repertório que vai agradar crianças e adultos, o Bloquinho do Nico se prepara para animar o público com o cortejo indoor no Shopping Metropolitano Barra.  Além da bandinha ao vivo, a programação contará com recreação Animasom e presença do Nico para fotos e brincadeiras.

SERVIÇO MUNDINHO KIDS – SHOPPING METROPOLITANO BARRA

Dias 09, 16 e 23 de fevereiro

Horário: Oficinas – das 16h às 19h
Horário Recreação Carnavalesca: De 16h às 19h.
Local: Piso L2 – Espaço Mundinho Kids (próximo Cinemark)
Evento gratuito
Duração: Oficinas – 30 minutos por sessão. As oficinas têm participação mediante a distribuição de senhas limitadas no local. As senhas são distribuídas 15 minutos antes do início da primeira sessão.

SERVIÇO BLOQUINHO DO NICO – SHOPPING METROPOLITANO BARRA

Dia 24 de fevereiro

Horário: 16h às 18h
Local: Shopping Metropolitano Barra
Evento gratuito

Mais informações: www.shoppingmetropolitanobarra.com.br
Endereço: Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1.300 – Centro Metropolitano – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro.

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

O Shopping Metropolitano Barra foi inaugurado em 2013 numa das áreas que mais cresce no Rio de Janeiro: o Centro Metropolitano. Com amplo estacionamento e cerca de 200 lojas, o shopping é o espaço ideal para passear com a família, encontrar os amigos e ter acesso a ótimas marcas e restaurantes voltados a um público diversificado. Com arquitetura inovadora, o projeto recebeu ainda dois prêmios ouro – um do International Council of Shopping Center (ICSC) e outro da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

Pensando sempre na comodidade de seus clientes, o Shopping Metropolitano Barra foi o primeiro do Rio a lançar uma plataforma exclusiva de e-commerce, o ON Stores. Pioneiro na indústria brasileira de shoppings, o marketplace foi lançado pela CCP, administradora do shopping, para ampliar a conveniência dos clientes e agregar oportunidades de negócios aos lojistas. A inovação foi também premiada pela Abrasce.

Sobre a CCP Shoppings

A CCP (Cyrela Commercial Properties S.A) é uma das principais empresas de desenvolvimento, aquisição, locação, venda e administração de imóveis comerciais do Brasil. Atualmente, tem em seu portfólio de shoppings oito empreendimentos no país, localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Pará. Somados, abrigam mais de 1,5 mil varejistas em ABL (Área Bruta Locável) total superior a 289 mil m², dados que colocam a CCP entre as maiores administradoras de shoppings do Brasil. Desenvolvidos dentro dos mais avançados padrões construtivos, esses empreendimentos se destacam pela arquitetura moderna e funcional, localização privilegiada, potencial de retorno e permanentes práticas de sustentabilidade relacionadas à segurança, saúde e meio ambiente.

“A Mente Capta” Peça de Mauro Rasi reestreia no Teatro Armando Gonzaga

Após o sucesso na Sede da Cia de Teatro Contemporâneo o espetáculo A Mente Capta, de Mauro Rasi, com direção de Bruno Seixas, realizará somente três apresentações no Teatro Armando Gonzaga, que pertence a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa/FUNARJ. para uma temporada popular.

 

Uma sala de terapia onde todos são atendidos ao mesmo tempo por uma doutora nada ortodoxa; essa é a premissa de “A Mente Capta”. O texto é de 1982, mas os problemas apresentados continuam atuais: carência afetiva, desprezo dos pais, dificuldades em relacionamentos; todos esses empecilhos são discutidos na minúscula sala onde a doutora Rosa Cruz (vivida por Leandro Austin) atende. Mas ao invés de recorrer a velhos conhecidos da psicanálise, como Freud e Jung, a especialista prefere  recorrer a métodos nada recomendáveis e até se refere a seus pacientes como “doidos”.

Sempre foi o desejo do diretor Bruno Seixas dirigir o texto. Ele foi assistente de direção em uma montagem da peça com  Regiana Antonini (autora de “Doidas e santas”), onde se inspirou em fazer a própria versão, com o incentivo de alunos da companhia, no final de 2018.  O processo reforçou o estudo do teatro físico, a qual Seixas, já está acostumado “-Sempre me inspirei muito na Regiana Atonini, com quem eu desenvolvi um trabalho de teatro físico baseado nas técnicas de Grotowsky”, pondera o diretor.

São 14 personagens se revezando no palco, e segundo Bruno Seixas, é uma peça da qual se pode assistir diversas vezes: “- Cada personagem tem seu momento, você pode ir um dia para ver um e no outro, prestar atenção em um diferente” conclui.  Ainda de acordo com o diretor, a criação da peça foi fruto de um trabalho coletivo entre os atores e a direção: “- Eles trouxeram as propostas, algumas eu gostei, outras não, fui selecionando e fomos criando juntos” finaliza.

Sobre o diretor

 

Bruno Seixas e ator e diretor, formado pela Cia de Teatro Contemporâneo, além de ter passagens pela CAL e Tablado. Participou de mais de 50 peças, além de ter atuado em novelas da Globo e Record além de séries no canal Multishow. Ganhou o prêmio de melhor ator no CINEFEST universitário 2016.

Sobre o autor

Mauro Rasi foi um dramaturgo paulista de grande sucesso, principalmente nos anos 80, escrevendo sucessos como “Batalha de arroz em um ringue para dois” e “A estrela do lar” (estrelado por Marieta Severo). Nos anos 90, se dedicou à crônicas e textos para jornais de grande circulação, como “O Globo”. Morre em 2003, vítima de um câncer de pulmão.

Ficha técnica

Direção: Bruno Seixas

Elenco: Aline Fernandes, Arthur Pimenta, Beatriz Lima, Bianca Fassano, Carolina Marques, Claudia Aragão, Elison Gruszka, João de Carvalho, Leandro Austin, Luiz Felipe Martins, Margot Quintão,  Thalita Rocha, Victor Gomes

Iluminação: Rúbia Vieira

Trilha sonora: Raphael Piquet

Cenário: Cláudia Aragão

Figurinos: Maru Serpa

Design Gráfico: Matheus Nicolau

Assessoria de Imprensa: Júlio Luz

Produção: Duas Encena Produções Artísticas, Margot Quintão, Thalita Rocha

Produção executiva: Beatriz Lima

Serviço – Únicas Apresentações

Teatro Armando Gonzaga

Av. Gen. Osvaldo Cordeiro de Farias, 511 – Mal. Hermes –RJ.

Informações: (21) 23321040

Período 14,15 e 16 de fevereiro de 2020.

Duração: 80 minutos

Capacidade: 210 lugares

Classificação etária: 14 anos

Valores:  R$ 40,00

“Zombi Child” estreia em 26 de março

ZOMBI CHILD, escrito e dirigido por Bertrand Bonello (Nocturama e L’Apollonide – O Amor na casa da Casa de Tolerância), foi exibido em competição no último Festival de Cannes e agora chega aos cinemas brasileiros em 26 de março. Com partes rodadas no Haiti, o longa conta a história de um jovem que é trazido do mundo dos mortos para trabalhar nas plantações de cana-de-açúcar no início dos anos 1960. Décadas depois, a vida de uma adolescente francesa, descendente de haitianos é interligada à dele.

O diretor conta que ainda no início dos anos 2000 teve o interesse pelo Haiti despertado, quando um amigo rodou um longa ali. À época, ele anotou duas palavras num caderno: Zumbi, Haiti. Relendo essa anotação em 2018, retomou a ideia que parecia óbvia: “O que é um zumbi? É um homem que foi retirado do mundo. Eu o imaginei como um homem que anda lentamente, com a cabeça baixa. Uma simples imagem como essa, para mim, constitui um ponto de partida”, relembra.

Na trama, que se passa em Paris, em 2015, uma jovem compartilha com suas amigas do colégio interno um antigo segredo de sua família.  E uma delas decide realizar o ritual vudu, invocando um zumbi.

A figura do zumbi original (zombi, não zombie) “é profundamente embutida na história e na cultura haitiana. É o resultado de uma magia vudu, que as pessoas pouco falam e muitas negam a existência”, explica Bonello, que encontrou inspiração em livros de fotografias, romances e publicações antropológica, como Voodoo in Haiti, do autor suíço Alfred Métraux, dos anos 1950. “Diferentemente do zumbi americano, que é uma pessoa morta, o zumbi haitiano está suspenso em algum lugar entre a vida e a morte”, completa.

ZOMBI CHILD também foi destaque do Festival Internacional de Cinema do Rio 2019, e chega aos cinemas brasileiros com distribuição da California.

Sinopse 
Haiti, 1962. Um homem é trazido de volta do mundo dos mortos apenas para ser enviado ao inferno do trabalho nos campos de cana. Em Paris, 55 anos depois, na conceituada escola da Legião de Honra, uma jovem aluna haitiana confessa um antigo segredo de família para o grupo de novas amigas – sem imaginar que sua estranha narrativa vai convencer um colega de coração partido a fazer o inimaginável. Veneza 2019.

Ficha técnica 
Direção: Bertand Bonello
Elenco: Louise Labeque, Wislanda Louimat, Katiana Milfort
Gênero: Fantasia
País: França
Ano: 2019
Duração: 103 min.

Dora Morelenbaum e Julia Mestre se apresentam na Audio Rebel

Duas novas artistas em ascensão na cena da música brasileira, Dora Morelenbaum e Julia Mestre se unem em um show misturando o repertório autoral de suas carreiras solo. Esse encontro acontece em 11/02 (terça), na Audio Rebel, a partir das 20h. Os ingressos custam R$ 20.

Dora Morelenbaum e Julia Mestre se encontraram na música no início de 2018, a partir de quando surgiram as primeiras parcerias e a ideia seguirem juntas fazendo shows. Dora e Julia apresentam o contraste dos timbres de suas vozes, somando o rouco ao aveludado, e riscam um som mais ácido com a formação de baixo, violão e guitarra. As composições de ambas as cantoras têm reflexos de suas influências, como Rita Lee, Gilberto Gil, e de novos compositores, que também preenchem o show.

Esse encontro acontece no palco da Audio Rebel, casa em Botafogo que reúne ainda estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

 

Serviço

Dora Morelenbaum e Julia Mestre

Data: 11/02/2020 (terça)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Compra online: https://www.eventbrite.com.br/e/julia-mestre-e-dora-morelenbaum-na-audio-rebel-tickets-92097354667

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Arthus Fochi, Tyaro e Bê e os Botos na Audio Rebel

Três shows em uma só noite no palco da Audio Rebel. Como parte do projeto FIlatelia, Arthus Fochi, Tyaro e Bê e os Botos apresentam suas canções no dia 12/02 (quarta-feira), a partir das 20h. Os ingressos são R$ 20.

O cantor, compositor e multi instrumentista carioca Arthus Fochi está prestes a lançar seu próximo disco, “Ano Sabático”. Ele retorna à Rebel para apresentar destaques da sua discografia até aqui, que inclui os trabalhos “Êxodo Urbano” e “Suvaco do Mundo”, onde une raízes das músicas brasileira e latina.

 

Nascido em Pernambuco e criado no Rio de Janeiro, Tyaro é um cantor e compositor conhecido pela intensidade de suas performances. Ele ganhou notoriedade com Rio Maracatu, Grupo Maracutaia, Renascimento e Agytoê.

 

Carregando uma poética simples e positiva com uma mistura de gêneros que vai do carimbó à bossa passando pelo alternativo, a banda carioca Bê e Os Botos iniciou seus trabalhos em 2017 e já lançou 3 EPs. O grupo é formado pelo vocalista e guitarrista Bê Camará, o baixista Rafael Lopes e o baterista Carlos Fonseca.

 

Filatelia é um agregado de selos que desagua num coletivo de artistas, realizando música brasileira de todos os povos do mundo. A ideia é fazer a arte girar sobre um eixo mais justo e igualitário, longe de machismo, racismo, homofobia, misoginia, intolerância religiosa e injustiça social. O coletivo faz canções de todos os amores, até os impossíveis, em tom maior e menor, em ritmos quadrados e quebrados, em português, em espanhol, em portunhol.

 

Esse encontro acontece no palco da Audio Rebel, casa em Botafogo que reúne também estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

 

Serviço

Filatelia – Arthus Fochi, Tyaro e Bê os Botos

Data: 12/02/2020 (quarta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Sessão extra de “Tom na Fazenda” dia 10 de fevereiro

Em cartaz desde março de 2017, o espetáculo “Tom na Fazenda estreia a nona temporada em 1º de fevereiro (sábado) no Teatro Petra Gold. Idealizado pelo ator e produtor Armando Babaioff, que também assina a tradução, a montagem tem apresentações de sexta a domingo, às 19h30, até 16 de fevereiro. Dirigida por Rodrigo Portella, a peça traz no elenco Gustavo Vaz, Camila Nhary e Soraya Ravenle (substituindo Kelzy Ecard), além do próprio Babaioff. Desde sua estreia, “Tom na Fazenda” fez 185 apresentações e já foi vista por mais de 25 mil pessoas.

A peça é baseada na obra Tom à la Farme, do autor canadense Michel Marc Bouchard. Foi numa conversa com um amigo que Babaioff tomou conhecimento do filme Tom na Fazenda (2013), adaptação da peça homônima, com direção do franco-canadense Xavier Dolan. Arrebatado pela obra, o ator começou a traduzir a peça, que aborda a inabilidade do indivíduo para lidar com o preconceito, a impotência, a violência e o fracasso.

Em cena, o publicitário Tom (Armando Babaioff) vai a uma fazenda no interior para o funeral de seu companheiro. Ao chegar, descobre que a sogra (Soraya Ravenle) nunca tinha ouvido falar dele e tampouco sabia que o filho era gay. Nesse ambiente rural e austero, Tom é envolvido numa trama de mentiras criada pelo truculento irmão (Gustavo Vaz) do falecido, estabelecendo com aquela família relações de complicada dependência. A fazenda, aos poucos, vira cenário de um jogo perigoso, onde quanto mais os personagens se aproximam, maior a sombra de suas contradições.

“No ano em que traduzi a peça, 347 pessoas foram assassinadas pelo simples fato de serem quem eram. O Brasil é o país que mais mata homossexuais no mundo, mais do que nos 13 países do Oriente e da África onde há pena de morte aos LGBT. O que me fascina em Tom na Fazenda é essa possibilidade de falar de assuntos que eu realmente acho necessário. Eu sinto essa necessidade de dizer para o mundo verdades das quais eu acredito”, diz Babaioff. “Manter o espetáculo em cartaz enquanto tiver público para nos assistir se tornou uma regra. Temos que resistir neste tempo em que a cultura é atacada de uma forma muito covarde e cruel”, completa Babaioff.

Tom na Fazenda” conta uma história bastante comum entre jovens de várias gerações, mesmo de culturas diferentes. No Canadá, no Brasil, no Oriente Médio, no Japão ou na África do Sul, homens e mulheres jovens aprendem a mentir antes mesmo de aprenderem a amar. As famílias, guardiãs das normas sobre a sexualidade, garantindo sempre a heteronormatividade, inserem nos próprios membros a semente da homofobia.

“Todo redemoinho que devastará a vida dos que fogem das normas surge no núcleo de suas próprias famílias”, comenta Rodrigo Portella, que opta, mais uma vez por uma encenação com poucos elementos para que as sutilezas das relações propostas pelo texto se sobressaiam. “Bouchard compôs uma obra de estrutura impecável. Ele vai fundo nas contradições dos seus personagens, o que os torna muito próximos de nós”, acredita o diretor.

TRAJETÓRIA DO ESPETÁCULO

 

Tom na Fazenda” estreou no Rio de Janeiro em março de 2017 no Oi Futuro, com patrocínio da Oi. As temporadas seguintes no Rio de Janeiro — nos teatros SESI Centro, Dulcina, Poeirinha, Cesgranrio, Leblon e no Imperator —, quase sempre com ingressos esgotados, no entanto, não tiveram qualquer recurso vindo de leis de incentivo. Este ano, o espetáculo vai circular pelo Canadá, Estados Unidos e França. De 3 a 12 de março, “Tom na Fazenda” cumpre temporada no Usine C, em Montreal, e, no dia 20 do mesmo mês, haverá uma apresentação no Quick Center for the Arts, em Connecticut. De 3 a 26 de julho, a peça faz parte da programação do Festival de Avignon.

Esta não é a primeira vez que “Tom na Fazenda” ganha carreira internacional. Em junho de 2018, o espetáculo foi apresentado no Festival TransAmériques (FTA), em Montreal, no Canadá –  um dos mais importantes eventos de artes cênicas do mundo —, com legendas em inglês e francês. A indicação foi do próprio autor da obra, o dramaturgo canadense Michel Marc Bouchard, que mora em Montreal e assistiu à peça em sua estreia, no Rio. As três apresentações naquele país renderam à peça o prêmio de melhor espetáculo estrangeiro pela Associação de Críticos de Teatro de Québec.

INDICAÇÕES E PRÊMIOS

 

·         Prêmio Aplauso Brasil 2019 (5 indicações): Iluminação (Tomás Ribas), Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard) e Espetáculo Independente.

·         Espetáculo vencedor do Prêmio APCA 2019 na categoria teatro.

·         Espetáculo vencedor do prêmi0 de melhor espetáculo estrangeiro da Associação de Críticos de Teatro de Québec.

·         30º Prêmio Shell de Teatro (5 indicações): Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenografia (Aurora dos Campos) e Música (Marcelo H.). Espetáculo vencedor em duas categorias: Direção (Rodrigo Portella) e Ator (Gustavo Vaz).

·         5º Prêmio Cesgranrio de Teatro (7 indicações): Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenário (Aurora dos Campos), Iluminação (Tomás Ribas), Espetáculo e Especial (Lu Brites, pela preparação corporal). Espetáculo vencedor em três categorias: Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz) e Cenografia (Aurora dos Campos).

·         6º Prêmio Botequim Cultural (10 indicações): Direção, Espetáculo, Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard e Camila Nhary), Figurino (Bruno Perlatto), Cenografia (Aurora dos Campos), Iluminação (Tomás Ribas) e Música (Marcello H). Espetáculo vencedor em sete categorias: Melhor Espetáculo, Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard) e Cenografia (Aurora dos Campos) e Iluminação (Tomás Ribas).

·         12ª Prêmio APTR (6 indicações): Espetáculo, Produção, Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Iluminação (Tomás Ribas) e Cenografia (Aurora dos Campos). Vencedor na categoria Melhor Espetáculo.

·         Espetáculo vencedor do 7º Prêmio Questão de Crítica.

·         Prêmio Cenym de Teatro Nacional (17): Espetáculo, Direção, Ator (A. Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Camila Nhary e Kelzy Ecard), Texto Adaptado, Qualidade Artística, Qualidade Técnica, Elenco, Preparação Corporal (Lu Brites), Iluminação, Cenário, Montagem, Cartaz ou Programação Visual (Bruno Dante), Fotografia de Publicidade (José Limongi, Renato Mangolin e Ricardo Brajtman) e Trilha Sonora (Marcello H).  Espetáculo vencedor em oito categorias: Espetáculo, Direção, Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard), Qualidade Artística, Montagem e Preparação Corporal (Lu Brites).

Temporadas anteriores:

1ª – Oi Futuro (de 24 de março a 14 de maio de 2017)

2ª – Teatro Sesi Centro (de 31 de agosto a 30 de setembro de 2017)

3ª – Teatro Poeirinha (de 6 de outubro a 17 de dezembro de 2017)

4ª – Teatro Dulcina (12 a 28 de janeiro de 2018)

5ª – Teatro Cesgranrio (de 3 de março a 1 de abril de 2018)

6ª – Teatro Leblon (de 14 de abril a 27 de maio de 2018)

7ª – Imperator (de 10 a 23 de novembro de 2018)

8ª – Sesc Santo Amaro, SP (de 16 de março a 14 de abril de 2019)

SOBRE MICHEL MARC BOUCHARD (autor)

Michel Marc Bouchard nasceu em Saint-Coeur-de-Marie, em Quebec, no Canadá. Formado em teatro pela Universidade de Ottawa, fez sua estreia profissional como dramaturgo em 1983 com Contre-nature de Chrysippe Tanguay, Écologist, e, desde então, escreveu mais de 25 peças que foram traduzidas em diversas línguas e apresentadas em muitos países e festivais. Bouchard foi condecorado Cavaleiro da Ordem Nacional de Quebec, em 2012.

Sua obra mais conhecida é Lillies (Les Feluettes ou la Répétition d’un Drame Romantique), que posteriormente foi roteirizada e dirigida por John Greyson em seu filme homônimo. The Painter Madonna foi sua primeira peça traduzida para o inglês. Entre suas obras mais conhecidas, destaque para The Coronation Voyage (Le Voyage du Couronnement), Down Dangerous Passes Road (Le Chemin des Passes-Dangereuses) e Written on Water (Les Manuscrits du Déluge). Sucessos no teatro, as peças The Orphan Muses (Les Muses Orphelines) e Tom at the Farm (Tom à la Farme) também foram adaptadas para o cinema pelos diretores Robert Favreau e Xavier Dolan, respectivamente.

Ao longo de sua carreira, Bouchard foi agraciado com importantes prêmios de artes cênicas no Canadá: Prix Journal de Montreal, Prix du Cercle des Critiques de L’outaouaisMoore Award Dora Mavor for Outstanding New PlayFloyd S. Chalmers Award Canadian Play. Recebeu nove prêmios Jessie Richardson Theatre Awards para as peças Lillies e Les Muses Orphelines.

SOBRE ARMANDO BABAIOFF (Idealizador, tradutor e ator)

Formado pela escola Estadual de Teatro Martins Pena e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO) em Artes Cênicas. Como integrante da Quantum Cia. de Teatro, Babaioff fez de diversas montagens sob a direção de Rodrigo Portella. Em 2004, protagonizou, ao lado de Vera Fischer, A Primeira Noite de um Homem, com direção de Miguel Falabella.

 

No teatro, participou ainda dos espetáculos O Santo e a Porca (2008), de Ariano Suassuna, com direção de João Fonseca, pelo qual foi indicado ao prêmio de melhor ator coadjuvante pela APTR; A Gota d’Àgua (2009), de Chico Buarque e Paulo Pontes, também com direção de João Fonseca; Rockantygona (2011), baseado na obra de Sófocles, com direção de Guilherme Leme Garcia; Escola do Escândalo, de Richard B. Sheridan, com direção de Miguel Falabella; A Propósito de Senhorita Júlia, de August Strindberg, dirigida por Walter Lima Jr.; O que Você Mentir Eu Acredito, de Felipe Barenco, com direção de Rodrigo Portella.

 

Em 2009, criou a produtora ABGV Produções Artísticas, em parceria com o amigo e ator Gustavo Vaz. Pela primeira vez atuou também como produtor de teatro, com a peça Na Solidão dos Campos de Algodão, com texto de Bernard Marie Koltès e direção de Caco Ciocler. O espetáculo lhe rendeu uma indicação ao Prêmio de Melhor Ator pela APTR.

 

Na TV, pode ser visto interpretando o personagem Diogo Cabral em Bomsucesso, onde viveu seu primeiro vilão na tv, indicado ao Prêmio Melhores do Ano. Antes disso esteve em Segundo Sol, de João Emanuel Carneiro, também na TV Globo. Estreou na emissora na novela Páginas da Vida (2006), de Manoel Carlos. Também na Globo, participou das novelas Duas Caras (2010/2011), Ti-ti-ti (2010), Sangue Bom (2013) e A Lei do Amor (2016). Protagonizou a série DOAMOR, ao lado da atriz Maria Flor, no canal Multishow.  No cinema, protagonizou o longa Prova de Coragem, baseado no romance Mãos de Cavalo, do autor gaúcho Daniel Galera e com a direção de Roberto Gervitz. Recentemente, protagonizou o filme “O Homem Livre” com a direção de Alvaro Furloni que estreou nos cinemas de todo Brasil em 2019. 

SOBRE RODRIGO PORTELLA (diretor)

Natural de Três Rios, no interior do Rio, Rodrigo Portella é formado em Direção Teatral pela UniRio.  Em 27 anos de carreira, dirigiu 23 espetáculos e escreveu nove peças teatrais, sendo indicado quatro vezes ao Prêmio Shell pelas peças Uma História Oficial (2013), Antes da Chuva (2014),  Alice Mandou Um Beijo (2016) e Insetos (2018).  Esta última em comemoração os 30 anos da Cia dos Atores.

Foi com Antes da Chuva, da Cia Cortejo, que Portella começou a ser reconhecido por seu trabalho. Com ela, percorreu dezenas de cidades pelo projeto Palco Giratório, participou dos maiores festivais de teatro do país, além de turnês na Argentina, Equador, Alemanha e Chile. Matérias na imprensa legitimaram e reconheceram a importância do movimento feito por Portella na contramão do senso comum, por trocar, em 2010, a capital pelo interior, como espaço potencial para a verticalização do seu processo criativo, funcionando como um impulso para a circulação nacional. Em Três Rios, dirigiu por quatro anos o Festival Internacional Off Rio, os Pontos de Cultura Teatro Aberto e o Centro de Produção Audiovisual.

Atualmente, circula também com os espetáculos Os Impostores (2019) e As Crianças (2019), esse último indicado a 14 prêmios em diversas categorias no Rio e em São Paulo. Portella também se dedica à sua pesquisa de mestrado em direção pela UniRio. É também professor do curso superior de teatro do Instituto Cal de Arte e Cultura.

SERVIÇO

 

TOM NA FAZENDA

Temporada: de 1 a 16 de fevereiro de 2020.

Apresentações: de sexta a domingo, às 19h30 – Sessão extra: 10 de fevereiro, às 19h30, seguida de debate com o elenco e direção.

Local: Teatro Petra GoldSala Marília Pêra. Rua Conde de Bernadotte 26, Leblon. Tel.: 2529-7700.

Ingressos: R$ 70 (sexta e sábado) e R$ 80 (domingo) – meia-entrada para os casos previstos em lei.

Duração: 120 min. Lotação: 400 lugares. Classificação etária: 18 anos.

Facebook e Instagram: @tomnafazenda

FICHA TÉCNICA

Texto: Michel Marc Bouchard.

Tradução: Armando Babaioff.

Direção: Rodrigo Portella.

Elenco: Armando Babaioff, Soraya Ravenle, Gustavo Vaz e Camila Nhary.

Cenografia: Aurora dos Campos.

Iluminação: Tomás Ribas.

Figurino: Bruno Perlatto.

Direção Musical: Marcello H.

Guitarras e violões: Jr Tostoi e Marcello H.

Preparação Corporal: Lu Brites.

Coreografia: Toni Rodrigues.

Programação visual: Bruno Dante.

Mídias Sociais e Contrarregra: Egídio La Pasta.

Hair Stylist: Ezequiel Blanc.

Assistente de cenografia: Manu Libman.

Assistente de figurino: Luísa Marques.

Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela.

Produção executiva: Milena Monteiro.

Produção: Galharufa Produções.

Idealização: ABGV Produções Artísticas 

ABCDança 2020 tem inscrições abertas até dia 17 de fevereiro

Estão abertas, até o dia 17 de fevereiro, as inscrições (grátis) para o 15º ABCDança, tradicional festival de dança para grupos, núcleos, companhias e/ou bailarinos da região do ABCD paulista.

Os interessados devem acessar o site da Companhia de Danças de Diadema, onde o edital está disponível junto a todas as informações sobre o evento e as modalidades que o ABCDança acolhe: www.ciadedancas.apbd.org.br.

O 15º ABCDança será realizado entre os dias 7 e 15 de agosto de 2020. Todas as atividades são gratuitas.

Além dos espetáculos, o festival promove ações de difusão e reflexão e ações formativas em dança, que percorrem cidades do Grande ABCD Paulista. Neste ano, acontece em Diadema, Santo André, São Caetano do Sul e São Bernardo do Campo, incentivando a circulação da linguagem pela região e fomentando a participação de artistas locais.

Além os trabalhos profissionais inscritos e selecionados, participam companhias de dança convidadas, trabalhos que integram a Mostra Ivonice Satie e intervenções artísticas. A Mostra Ivonice Satie incentiva novos grupos e pesquisas em dança, sendo composta por trabalhos selecionados (de iniciantes, amadores ou em processo) de artistas e grupos independentes sediados nas cidades de Diadema, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.

O ABCDança  é uma iniciativa da Associação Projeto Brasileiro de Dança – APBD e Companhia de Danças de Diadema, tendo apoio da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Nas edições de 2019 e 2020, a realização do evento tem parceria com o Sesc São Paulo.

www.ciadedancas.apbd.org.br

facebook.com/companhiadedancas/

@ciadancasdiadema

‘Diário de Pilar na Grécia’ pela primeira vez em Niterói

Há mais de um ano em cartaz e visto por cerca de 30 mil pessoas, o espetáculo infantil “Diário de Pilar na Grécia”, adaptação do livro homônimo de Flavia Lins e Silva (autora da série “D.P.A. – Detetives do Prédio Azul”), terá duas únicas apresentações na cidade de Niterói dias 15 e 16 de fevereiro, às 16h, no projeto “Verão no Popular”, no Teatro Popular Oscar Niemeyer. É a primeira vez que o espetáculo se apresenta fora da cidade do Rio de Janeiro, devido a inúmeros pedidos.

 

A peça recebeu os prêmios de Melhor Espetáculo, Melhor Texto Adaptado, Melhor Atriz e Melhor Ator do CBTIJ (Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude). E de Melhor Espetáculo, Melhor Atriz e Melhor Ator do Botequim Cultural, além de diversas outras indicações. “Diário de Pilar na Grécia” também marca a comemoração dos 25 anos de carreira da atriz Miriam Freeland, protagonista da delicada e divertida história que fascina crianças, adolescentes e adultos, com um passeio pela mitologia grega.

 

–  É a primeira vez que nos apresentamos em Niterói. Nas outras temporadas, recebemos um grande público niteroiense e estamos muito felizes por levar o espetáculo à cidade – diz Miriam Freeland.

 

Com ares de superprodução, “Diário de Pilar na Grécia” é a primeira realização de um projeto infanto-juvenil da Movimento Carioca, produtora do casal de atores Miriam Freeland e Roberto Bomtempo e tem co-produção da Constelar, produtora de Tatianna Trinxet.

 

O espetáculo conta a história de Pilar, uma menina muito esperta e bem-humorada, que ao lado do seu gato Samba e do grande amigo Breno, embarca numa incrível aventura em busca do seu avô na Grécia. Pelo caminho, eles descobrem alguns dos maiores mistérios da vida e do fascinante mundo da mitologia grega, repleto de deuses e heróis, fazem vários novos amigos e vivem aventuras imperdíveis.

 

Diversas temáticas do mundo infanto-juvenil são abordadas de forma sensível e divertida na adaptação de Symone Strobel, que também dirige a peça.

 

– O objetivo é incentivar o encontro da família! Queremos que os pais voltem a usufruir do ato de ir ao teatro ao lado de seus filhos e que o espetáculo seja desfrutado com humor e emoção por todas as gerações – afirma Miriam.

 

O elenco conta com o ator e diretor Roberto Bomtempo interpretando o avô da Pilar e com nomes conhecidos do Teatro Infantil carioca, crias da tradicional escola O Tablado, fundada por Maria Clara Machado e celeiro de premiadas montagens do gênero: Viviana Rocha, Leandro Baumgratz, Alexandre Mofati, Ana Amélia Vieira, Pedro Monteiro e Symone Strobel, que também atua como a mãe da protagonista.

 

– Escolher fazer uma adaptação dessa obra de Flavia Lins e Silva é acreditar que estamos contribuindo para o crescimento de uma personagem literária infantil no imaginário de uma geração que já consome o D.P.A. É colocar o livro no palco, no foco, dando ainda mais brilho à obra – diz Roberto Bomtempo.

Livro já vendeu mais de 600 mil cópias pelo mundo

 

Lido e recomendado em diversas escolas do Brasil, o selo literário “DIÁRIO DE PILAR”, da autora Flavia Lins e Silva, já atingiu a marca de 600 mil leitores, em nove edições publicadas, sendo traduzido para países como Alemanha, França, México, Argentina, Polônia e China. A autora também é responsável pelo maior sucesso infantil brasileiro dos últimos anos, “D.P.A. – Detetives do Prédio Azul”, que arrastou para o cinema mais de 2,5 milhões de espectadores e está na sua 14ª temporada, no canal Gloob.

 

A série “Diário de Pilar” também se tornou desenho animado, que será lançado em fevereiro de 2020 com as vozes de Danielle Suzuki, Thiago Lacerda e Mel Lisboa, em toda a América Latina pelo canal Nat Geo Kids.

 

– “Diário de Pilar na Grécia” é uma comédia infanto-juvenil feita para toda a família que, de maneira leve e divertida, revela histórias e curiosidades sobre o berço da civilização, a partir da ótica dos deuses, valorizando a amizade, o companheirismo e a coragem. Com texto ágil, inteligente e delicado, a história narra as peripécias de nossa protagonista com seus amigos numa viagem inesquecível – ressalta Tatianna Trinxet, co-produtora da montagem.

 

SINOPSE:

Pilar é uma menina muito esperta e bem-humorada. Ela mora com a mãe e o avô Pedro. Não conheceu o próprio pai, que “misteriosamente” saiu de sua vida, antes mesmo dela nascer. Um dia seu avô parte para uma viagem rumo à Grécia, e ela morrendo de saudades, resolve viajar também. Mas logo depois recebe a notícia de que seu avô não voltará mais de lá… Inconformada e decidida, Pilar encontra um presente deixado por ele: uma rede mágica que pode levá-la a qualquer lugar que desejar. Junto com o gato Samba e o seu grande amigo Breno, Pilar embarca em busca do avô, e descobre alguns dos maiores mistérios da vida e o fascinante mundo da mitologia grega, repleto de deuses e heróis.

 

FICHA TÉCNICA:

Baseado no livro de: Flavia Lins e Silva

Idealização: Miriam Freeland

Direção e Adaptação: Symone Strobel

Elenco: Miriam Freeland, Roberto Bomtempo, Viviana Rocha, Leandro Baumgratz, Alexandre Mofati, Ana Amélia Vieira, Pedro Monteiro e Symone Strobel.

Direção de movimento: Paula Águas

Direção musical e Canções originais: Kleiton & Kledir

Desenho de Luz: Felipe Lourenço

Cenário: Natália Lana

Figurino: Bruno Perlatto

Adereços: Alexandre Guimarães

Adereços especiais (Asa do Pégaso e Peixes): Ricardo Denyz

Visagismo: Sid Andrade

Produção: Miriam Freeland e Tatianna Trinxet

Redes sociais: Prisma

Co-Produção: Constelar, Arte, Diversão e Cultura

Realização: Movimento Carioca Produções Artísticas

 

SERVIÇO:

“Diário de Pilar na Grécia”

Únicas apresentações

Data: 15 e 16 de fevereiro de 2020

Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer

Endereço: R. Jorn. Rogério Coelho Neto, s/n – Centro, Niterói – RJ.

Telefone: (21) 2620-6101

Horário: 16h – Sábado e domingo

Preços: R$20, (inteira) R$10, (meia)

Classificação Indicativa: Livre

Carnaval movimenta Mundinho Kids no Shopping Metropolitano Barra

Para entrar no clima de carnaval, o Mundinho Kids de fevereiro será temático e promete muita animação para as crianças. O evento traz dois tipos diferentes de oficinas: máscara de carnaval e percussão. No dia 23 de fevereiro, as crianças terão à sua disposição um camarim de tatuagens e acessórios, recreação e desfile de fantasias para fechar o dia. As oficinas são gratuitas, sempre aos domingos, das 16h às 19h, com distribuição de senhas, 15 minutos antes, no local. Cada sessão tem a duração de 30 minutos e a capacidade é sujeita a lotação.

Vale lembrar que no dia 02 de fevereiro, o Mundinho Kids será ainda temático de férias, com o espetáculo Mágico de OZ. O evento acontece em espaço próprio, recém-inaugurado, no piso L2, próximo ao Cinemark. Em todos os dias de programação, o macaquinho Nico, mascote do shopping, faz uma visita no local para fotos com as crianças.

Segue abaixo a programação:

Confira as atrações do Mundinho Kids, em fevereiro:

09/02 – Oficina de máscara de carnaval – 16 às 19h

As crianças poderão confeccionar suas próprias máscaras de carnaval para curtir a folia com um acessório personalizado.

16/02 – Oficina de percussão – 16 às 19h

Nesta oficina, as crianças poderão fazer seus próprios instrumentos musicais e levá-los para casa.

23/02 – Recreação Carnavalesca:

·       16 às 17:30h: Camarim tatuagem e fantasias

·       17:30 às 18:30h: Recreação da Folia

·         18:30 às 19h: Desfile de fantasias

SERVIÇO:
Mundinho Kids – Shopping Metropolitano Barra

Dias 09, 16 e 23 de fevereiro

Horário: Oficinas – das 16h às 19h

Horário Recreação Carnavalesca: De 16h às 19h.

Local: Piso L2 – Espaço Mundinho Kids (próximo Cinemark)

Duração: Oficinas – 30 minutos por sessão. As oficinas têm participação mediante a distribuição de senhas limitadas no local. As senhas são distribuídas 15 minutos antes do início da primeira sessão.

Evento gratuito

Mais informações: www.shoppingmetropolitanobarra.com.br
Endereço: Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1.300 – Centro Metropolitano – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro.

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

O Shopping Metropolitano Barra foi inaugurado em 2013 numa das áreas que mais cresce no Rio de Janeiro: o Centro Metropolitano. Com amplo estacionamento e cerca de 200 lojas, o shopping é o espaço ideal para passear com a família, encontrar os amigos e ter acesso a ótimas marcas e restaurantes voltados a um público diversificado. Com arquitetura inovadora, o projeto recebeu ainda dois prêmios ouro – um do International Council of Shopping Center (ICSC) e outro da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

Pensando sempre na comodidade de seus clientes, o Shopping Metropolitano Barra foi o primeiro do Rio a lançar uma plataforma exclusiva de e-commerce, o ON Stores. Pioneiro na indústria brasileira de shoppings, o marketplace foi lançado pela CCP, administradora do shopping, para ampliar a conveniência dos clientes e agregar oportunidades de negócios aos lojistas. A inovação foi também premiada pela Abrasce.

Orquestra Sinfônica Brasileira comemora 80 anos em 2020

Em 2020, uma das orquestras mais tradicionais do país, cuja história se confunde com a história da música de concerto brasileira, comemorará 80 anos de existência. E para celebrar tamanha longevidade, a Temporada 2020 da Orquestra Sinfônica Brasileira levará ao público uma série de concertos que destacarão a música brasileira e os artistas nacionais. O repertório clássico, os 250 anos de nascimento de Ludwig van Beethoven e a música popular nacional e internacional também terão espaço na programação. O primeiro concerto da Temporada 2020 será no dia 16 de fevereiro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

O Brasil é o país escolhido para abrir a Série Mundo e a Temporada 2020. Sob a regência do maestro Neil Thomson, a OSB interpretará obras de célebres compositores nacionais. A noite de abertura terá início com a Abertura da ópera “O Guarani”, de Carlos Gomes. Na sequência, “Bachianas nº 9”, de Heitor Villa-Lobos. “Brasiliana”, de Claudio Santoro é a primeira obra a ser apresentada depois do intervalo, enquanto a “Sinfonia”, de Alberto Nepomuceno, fecha o programa.

Para viabilizar suas atividades, a Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem a NTS – Nova Transportadora do Sudeste – como mantenedora, a Vale como patrocinadora master e Brookfield, Eneva e Itaú-Unibanco como patrocinadores, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.

PROGRAMA:

Carlos Gomes – O Guarani (Abertura)

Heitor Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras nº 9

Claudio Santoro – Brasiliana

Alberto Nepomuceno – Sinfonia

SERVIÇO:

Orquestra Sinfônica Brasileira | Série Mundo – Brasil

Dia 16 de fevereiro (domingo), às 17h

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro (RJ)

Ingressos:

Frisa/Camarote: R$ 100 (R$50 meia)

Balcão Nobre: R$ 100 (R$ 50 meia)

Balcão Superior: R$ 50 (R$ 25 meia)

Balcão Superior Lateral: R$ 40 (R$20 meia)

Galeria Central: R$ 30 (R$ 15 meia)

Galeria Lateral: R$ 20 (R$ 10 meia)

(Ingressos à venda na bilheteria do TMRJ e no site Ingresso Rápido)

 

TEMPORADA 2020 | 80 ANOS

Responsável por revelar talentos como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Menezes e pioneira na criação de projetos de democratização da música de concerto, como o Aquarius e os Concertos da Juventude, a OSB chega aos 80 com fôlego para levar ao público uma temporada especial e comemorativa, com destaque para a música brasileira e os artistas nacionais, tendo sua própria história como fio condutor da programação. “Idealizamos uma temporada em que a própria Orquestra Sinfônica Brasileira é a protagonista. Ao longo do ano, levaremos ao palco um pouco dessas oito décadas, seja com músicos convidados cujas carreiras têm estreita relação com a OSB, seja com programas compostos por obras que estiveram presentes em concertos históricos” – adianta a diretora geral da FOSB, Ana Flávia Cabral Souza Leite. Os concertos serão divididos em cinco séries temáticas.

A SÉRIE MUNDO homenageará um total de oito países e terá início com o grande mote da temporada: o Brasil. No dia 16 de fevereiro, a OSB abre os trabalhos com o concerto Série Mundo Brasil, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com regência do maestro Neil Thomson, a orquestra levará ao palco obras de Carlos Gomes, Heitor Villa-Lobos, Claudio Santoro e Alberto Nepomuceno. Realizada em parceria com embaixadas e consulados, a Série Mundo explorará, ao longo de 2020, as riquezas musicais de Áustria e Hungria, México, Azerbaijão, França, Noruega, Turquia e Canadá.

Com curadoria do compositor Antônio Ribeiro, compartilhada com a Comissão Artística da OSB, a SÉRIE CLÁSSICA BRASILEIRA apresentará dez concertos, que terão em seus programas obras que marcaram os 80 anos da Orquestra Sinfônica Brasileira e peças de compositores de destaque na história da música sinfônica nacional desde Carlos Gomes, Heitor Villa-Lobos, Camargo Guarnieri, Lorenzo Fernandez e Francisco Mignone até artistas contemporâneos como Ernani Aguiar, Marco Pereira, Edino Krieger e João Guilherme Ripper. O repertório da série conta também com obras de compositores estrangeiros do período clássico. “É uma maneira de homenagearmos a OSB, os compositores brasileiros e o período em que se consolidou a formação da orquestra como a concebemos hoje” – explica o curador.

Abrindo o ciclo, no dia 10 de março, a OSB apresentará, sob a regência do paulistano Guilherme Mannis, o “Concerto para Cordas e Percussão”, de Camargo Guarnieri, a “Sinfonia nº 25” de Mozart e a “Suíte nº 2” de Villa-Lobos. O programa do dia 26 de março, que terá regência da brasiliense Simone Menezes, é um exemplo de resgate de uma peça importante na história da OSB. Nesse dia, Fabio Martino executará o “Concerto para Piano nº 2”, de Guarnieri, cuja estreia ocorreu com Eudóxia de Barros e a Orquestra Sinfônica Brasileira, sob a regência do próprio compositor. No repertório da noite estão, ainda, “Canto do Tabajara”, do maestro José Siqueira – fundador da OSB -, e “Sinfonia Popular”, de Radamés Gnatalli.

No dia 8 de julho, o regente Miguel Campos Neto estará no comando da orquestra, que executará “Saudades de Belém” e “Amazônia – Concerto para Tímpanos e Orquestra”, de Pierre Thilloy; “Concerto Amazônico”, de Dimitri Cervo, “Saudades do Brasil”, de Darius Milhaud e, encerrando a noite, “Sinfonietta nº 1”, de Villa-Lobos. Carlos Gomes e sua “Alvorada” abrem o quarto concerto da Série Clássica Brasileira, dia 14 de julho, seguidos por “Sinfonia nº 94 – Surpresa”, de Haydn. “Sinfonietta Seconda”, de Ernani Aguiar (que completa 70 anos em 2020), fecha o programa.

O violinista italiano Domenico Nordio é o solista convidado dos concertos de 5 e 6 de setembro, sendo a segunda data em formato de Concerto da Juventude – didático a preço popular. Tobias Volkmann será o regente das duas apresentações. Quatro peças do paulistano Marco Pereira compõem os programas dos dias 31 de outubro e 1º de novembro: “Abertura Brincantes”, “Círculo dos Amantes” e “Concerto Calunga” – ambos para violão e orquestra, tendo Eduardo Isaac como solista – e “Lendas Amazônicas”, que contará com a participação do Duo Siqueira Lima. O próprio compositor estará à frente da orquestra nas duas datas.

A “Suíte para Orquestra de Cordas”, do decano da música de concerto brasileira Edino Krieger, abrirá a última apresentação da série. “Contrasting surfaces: Montains and Sea”, de João Guilherme Ripper, dá sequência ao programa, que conta, ainda, com “26 variações sobre ‘Folia de Espanha’”, do italiano Antônio Salieri, “Congada” (da ópera “O contador de diamantes”), de Francisco Mignone, e “Batuque – Dança de Negros” (da suíte “Reisado do Pastoreio”), de Lorenzo Fernandez.

“Nossa ideia foi mesclar obras muito conhecidas de nossos grandes compositores, como a ‘Alvorada’, de Carlos Gomes, com peças pouco executadas, porém igualmente fantásticas, como a ‘Suíte nº 2’ de Villa-Lobos e ‘Constrasting Surfaces: Montains and Sea’, do Ripper” – esclarece Antônio Ribeiro.

Em homenagem aos 250 anos de nascimento do compositor mais executado na história da OSB, a SÉRIE BEETHOVEN terá cinco concertos, todos sob a batuta de Roberto Tibiriçá, responsável também pela curadoria do ciclo. “A escolha do repertório teve como objetivo traçar um panorama da obra desse gênio, jogando luz sobre talentos da música brasileira. Linda Bustani, Lilian Barretto, Daniel Guedes, Cristian Budu e Rosana Lamosa são alguns dos nomes que teremos como solistas convidados, e todos eles têm suas carreiras intimamente ligadas à Orquestra Sinfônica Brasileira” – explica o maestro.

Linda Bustani, que na infância venceu o Concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica Brasileira e, desde então, é frequente colaboradora da OSB, é a convidada do primeiro concerto da série, dia 30 de abril, e executará o “Concerto para Piano nº 3”. No programa estarão ainda a abertura “Leonora nº 3” e a “Sinfonia nº 3 – Eroica”. Na apresentação seguinte, dia 26 de maio, o expoente Leonardo Hilsdorf subirá ao palco para, junto com a OSB, interpretar o “Concerto para Piano nº 4”. A abertura “Egmont” e a “Sinfonia nº 6 – Pastoral” completam o repertório.

Um dos nomes mais destacados da cena pianística atual, Cristian Budu apresentará, no dia 24 de junho, o “Concerto para Piano nº 5 – Imperador”. Na mesma noite o público poderá ouvir a abertura “As Criaturas de Prometeu” e o “Concerto para Violino”, considerado um dos concertos mais belos e difíceis já escritos, interpretado pelo carioca Daniel Guedes, que já foi spalla da OSB. O “Concerto Tríplice para Piano, Violino e Violoncelo”, com Lilian Barretto, Koh Kameda e Matias de Oliveira, ganhará o palco no dia 30 de julho, em concerto cujo programa contará também com a abertura “Coriolano” e a “Sinfonia nº 7”.

Fecha a Série Beethoven um dos concertos mais importantes da Temporada 2020. No dia 17 de agosto, dia do aniversário de 80 anos da OSB, a orquestra subirá ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro com um programa especial: a exibição em telão do “Testamento de Heiligenstadt” precederá a execução da apoteótica “Sinfonia nº 9”. Para Tibiriçá, que foi regente titular da orquestra na década de 90, trata-se de um momento de glória: “Eu devo minha carreira à OSB e sou muito grato a todos os músicos que já passaram por suas estantes. Estar à frente do concerto de comemoração dos 80 anos, regendo a ‘Nona’, é tudo que posso desejar. Estou muito feliz com essa oportunidade.”

A Série Beethoven é dedicada ao maestro Eleazar de Carvalho. Figura de grande importância na história da música de concerto brasileira, foi regente titula da OSB em três diferentes períodos nas décadas de 1950 e 1960.

A vertente “pop” da orquestra será explorada ao longo dos cinco espetáculos inéditos da SÉRIE OSB É SHOW. Concebida pelo maestro Eduardo Pereira, a série apresentará o surgimento e a evolução de quatro gêneros musicais, além de um programa especial em homenagem às mulheres. As apresentações acontecerão no Teatro Riachuelo e contarão com narradores convidados e roteiros especialmente criados para as montagens. “Vamos além da parte musical. Nossa ideia é apresentar o contexto histórico, usando a música como ferramenta” – explica Pereira.

“Rock Sinfônica – A História do Rock Mundial” abre a série com a OSB sob a regência do próprio Eduardo Pereira no dia 14 de abril. Em “Black or White – Os caminhos da Soul Music”, o estilo americano ganha o palco nos dias 11 e 12 de maio, sob a batuta de Marconi Araújo, enquanto a brasilidade dá o tom em “A Bossa é Nova?”, dias 25 e 26 de agosto, com regência do maestro Paulo Nogueira. Pereira reassume a batuta nos dois últimos títulos da série: “Uma Homenagem às Divas da Música”, dias 17 e 18 de outubro, e “O Nosso Samba – Das origens aos dias atuais”, dias 23 e 24 de novembro.

E, além de assistir aos espetáculos, o público que comparecer às apresentações da Série OSB É Show também terá a oportunidade de ajudar o próximo. A campanha OSB Solidária arrecadará, no início de todas as apresentações, doações voluntárias de alimentos não perecíveis que serão distribuídos em instituições da cidade.

Os projetos paralelos dos integrantes da orquestra serão levados ao palco do Teatro Prudential na SÉRIE MÚSICOS OSB, em quatro datas (28 de maio, 30 de junho, 21 de julho e 11 de agosto). Apresentações extras, dentro ou fora das séries, poderão ser incluídas na programação ao longo da Temporada 2020.

CONEXÕES MUSICAIS, PROJETO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL DA OSB, SEGUE EM 2020

Vinte e sete municípios de seis estados brasileiros já receberam as ações do projeto Conexões Musicais, que, em 2020, pretende oferecer cerca de 1.200 horas de aula com os músicos da OSB pelo país. Cidades do Maranhão, Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Pará serão beneficiadas.

Criado em 2017, o Conexões Musicais é o projeto de responsabilidade social da Orquestra Sinfônica Brasileira e tem como objetivo criar uma rede de interação em cidades do interior, promovendo o acesso à cultura e à informação. Capacitação de educadores da rede pública de ensino, workshops para músicos locais e a realização de concertos estão entre as ações realizadas pelo Conexões Musicais.

 

MAIS SOBRE A ORQUESTRA SINFÔNICA BRASILEIRA:

 

Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes do país. Em seus 80 anos de trajetória ininterrupta, a OSB já realizou mais de cinco mil concertos e é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações, tendo sido a primeira orquestra a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia.

Nas últimas oito décadas, a OSB revelou nomes como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Meneses e contou com maestros e compositores brasileiros como Heitor Villa-Lobos, Eleazar de Carvalho, Claudio Santoro, Francisco Mignone e Camargo Guarnieri. Também faz parte de sua história a colaboração de alguns dos maiores artistas do cenário internacional, como Leonard Bernstein, Arthur Rubinstein, Mstislav Rostropovich, Igor Stravinsky, Claudio Arrau, Zubin Mehta, Lorin Maazel e Kurt Masur, entre muitos outros.

Composta atualmente por mais de 70 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla uma programação regular de concertos, apresentações especiais e ações educativas, além de um amplo projeto de responsabilidade social e democratização de acesso à cultura. Para viabilizar suas atividades, a Fundação conta com a Lei Federal de Incentivo à Cultura, tem a NTS – Nova Transportadora do Sudeste – como mantenedora, a Vale como patrocinadora master e a Brookfield, Eneva e Itaú-Unibanco como patrocinadores, além de um conjunto de apoiadores culturais e institucionais.

TEMPORADA 2020 – PROGRAMAÇÃO COMPLETA (sujeita a alterações):

SÉRIE MUNDO

(7 concertos)

Dia 16 de fevereiro, 17h – Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Brasil

Neil Thomson, regente

 

Programa:

Carlos Gomes – O Guarani (abertura)

Heitor Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras nº 9

Claudio Santoro – Brasiliana

Alberto Nepomuceno – Sinfonia

Dia 5 de março, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Áustria e Hungria

Neil Thomson, regente

Programa:

Joseph Haydn – Sinfonia nº 6 “Le Martin”

Franz Liszt – Sinfonia Fausto

Dia 16 de setembro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Azerbaijão

Yalchin Adigezalov, regência

Programa:

Dmitry Shostakovich Abertura Festiva

Vasif Adigezalov Concerto para Violoncelo e Orquestra

Sergei Prokofiev Fragmentos do balé “Romeu e Julieta”

Kara Karayev Segunda suíte do balé “The Thunder Path”

 

Dia 22 de setembro, 19h, Teatro Riachuelo

Série Mundo – México

Miguel Salmon, regência

Programa:

A definir

Dia 9 de outubro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – França

Stefan Geiger, regência

Programa:

A definir

Dia 11 de novembro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Turquia

Rengim Gokmen, regência

Teyfik Rodos, baixo barítono

Cihat Askin, violino

Programa:

A definir

Dia 21 de dezembro, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Série Mundo – Canadá

Regente a confirmar

Programa:

A definir

SÉRIE CLÁSSICA BRASILEIRA

(10 concertos)

Dia 10 de março, 19h – Teatro Riachuelo

Guilherme Mannis, regência

 

Programa:

Camargo Guarnieri – Concerto para Cordas e Percussão

     I.        Vigoroso

   II.        Saudoso

 III.        Jocoso

Wolfgang Amadeus Mozart – Sinfonia nº 25

     I.        Allegro con brio

   II.        Andante

 III.        Menuetto

  IV.        Allegro

Heitor Villa Lobos – Suíte II

Dia 26 de março, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Simone Menezes, regência

Fabio Martino, piano

Programa:

José Siqueira – Canto do Tabajara

Camargo Guarnieri – Concerto para Piano nº 2

     I.        Allegro com brio

   II.        Andante

 III.        Menuetto

  IV.        Allegro

Radamés Gnatalli – Sinfonia Popular

Dia 8 de julho, 19h, Sala Cecília Meireles

Miguel Campos Neto, regência

Programa:

Pierre Thilloy – Saudades de Belém

Pierre Thilloy – Amazônia – Concerto para Tímpanos e Orquestra

Dimitri Cervo – Concerto Amazônico

Darius Milhaud – Saudades do Brasil

Heitor Villa-Lobos – Sinfonietta nº 1

Dia 14 de julho, 19h, Teatro Riachuelo

Regente a confirmar

Programa:

Carlos Gomes – Alvorada

Joseph Haydn – Sinfonia nº 94 “Surpresa”

     I.        Adagio

   II.        Andante

 III.        Menuetto: Allegro molto

  IV.        Finale: Allegro molto

Ernani Aguiar – Sinfonietta Seconda

     I.        Samba

   II.        Frevo

 III.        Marcho rancho

  IV.        Escola de samba

 

 

Dia 5 de setembro, 19h, Sala Cecília Meireles

Tobias Volkmann, regência

Domenico Nordio, violino

Programa:

A confirmar

 

Dia 6 de setembro, 19h, Sala Cecília Meireles (Concerto da Juventude)

Tobias Volkmann, regência

Domenico Nordio, violino

Programa:

A confirmar

Dia 31 de outubro, 19h, Sala Cecília Meireles

Marco Pereira, regência

Eduardo Isaac, violão

Duo Siqueira Lima, violão

Programa:

Marco Pereira – Abertura Brincantes (para orquestra)

Marco Pereira – Círculo dos Amantes (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Concerto Calunga (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Lendas Amazônicas – Fantasia concertante para dois violões e orquestra

Dia 1º de novembro, 11h, Sala Cecília Meireles

Marco Pereira, regência

Eduardo Isaac, violão

Duo Siqueira Lima, violão

Programa:

Marco Pereira – Abertura Brincantes (para orquestra)

Marco Pereira – Círculo dos Amantes (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Concerto Calunga (para violão e orquestra)

Marco Pereira – Lendas Amazônicas – Fantasia concertante para dois violões e orquestra

Dia 2 de dezembro, 19h, Sala Cecília Meireles

Regente a confirmar

Programa:

A confirmar

Dia 8 de dezembro, 19h, Teatro Riachuelo

Regente a confirmar

Programa:

Edino Krieger – Suíte para orquestra de cordas

     I.        Abertura

   II.        Ronda breve

 III.        Homenagem a Bartok

  IV.        Marcha rancho

João Guilherme Ripper – Contrasting surfaces: Montains and Sea

Antônio Salieri – 26 variações sobre “Folia de Espanha”

Francisco Mignone – Congada (da ópera “O contador de diamantes”)

Lorenzo Fernandez – Batuque – Dança de Negros (da suíte Reisado do Pastoreio)

SÉRIE BEETHOVEN

(5 concertos)

Dia 30 de abril, 19h – Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regente

Linda Bustani, piano

 

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “Leonora nº 3”

Ludwig van Beethoven – Concerto para piano nº 3

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 3 “Eroica”

    V.        Allegro con brio

  VI.        Marcia Funebre: adagio assai

VII.        Scherzo: Allegro vivace

VIII.        Finale: Allegro molto

Dia 26 de maio, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Leonardo Hilsdorf, piano

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “Egmont”

Ludwig van Beethoven – Concerto para piano nº 4

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 6 “Pastoral”

     I.        Allegro ma non troppo

   II.        Andante molto mosso

 III.        Allegro

  IV.        Allegro

    V.        Allegretto

Dia 24 de junho, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Cristian Budu, piano

Daniel Guedes, violino

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “As Criaturas de Prometeu”

Ludwig van Beethoven – Concerto para Piano nº 5 “Imperador”

Ludwig van Beethoven – Concerto para Violino

Dia 30 de julho, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Lilian Barretto, piano

Koh Kameda, violino

Matias de Oliveira, violoncelo

Programa:

Ludwig van Beethoven – Abertura “Coriolano”

Ludwig van Beethoven – Concerto Tríplice para Piano, Violino e Violoncelo

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 7

     I.        Poco sustenuto – vivace

   II.        Allegretto

 III.        Presto

  IV.        Allegro com brio

 

 

Dia 17 de agosto, 19h, Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Roberto Tibiriçá, regência

Rosana Lamosa, soprano

Fernando Portari, tenor

Ana Lucia Benedetti, mezzo-soprano

Leonardo Neiva, baixo barítono

Coro

Programa:

Ludwig van Beethoven – Testamento de Heiligenstadt

Ludwig van Beethoven – Sinfonia nº 9 “Coral”

     I.        Allegro ma non troppo

   II.        Molto vivace

 III.        Adagio molto cantábile

  IV.        Finale

SÉRIE OSB É SHOW

(9 concertos)

Dia 14 de abril, 19h – Teatro Riachuelo

“Rock Sinfônica – A História do Rock Mundial”

Eduardo Pereira, regente

Programa:

Década de 30/40 (As Origens do Rock)Robert Johnson – Cross Road Blues, Hank Williams – Move it on Over, Muddy Waters – Hoochie Coochie Man

Década de 50 (Tirem as Crianças da Sala)Little Richard – Tutti Frutti, Jerry Lee Lewis – Great Balls of Fire, Chuck Berry – Johnny B. Goode, Elvis Presley – Jailhouse Rock

Década de 60 (A Invasão Britânica)The Who – Pinball Wizard, Rolling Stones – Satisfaction, The Beatles – Yesterday, The Beatles – Eleanor Rigby, The Beatles – Penny Lane, The Beatles – Let it Be

Década de 60 (A Reação Americana)Bob Dylan – Blowin in the Wind, Beach Boys – God Only Knows, The Monkees – I’m a Believer, The Doors – Light My Fire, Jimi Hendrix – Purple Haze

Década de 70 (O Rock Progressivo e os Precursores do Heavy Metal)Pink Floyd – Time, Deep Purple – Smoke On The Water, Aerosmith – Dream On, Led Zeppelin – Kashmir

Década de 70 (Os Glam Rock)Elton John – Your Song, David Bowie – Life on Mars?, Queen – Who Wants to Live Forever

Década de 80/90 (O Novo Metal)Scorpions – Still Loving You, Guns N’ Roses – November Rain, Metallica – Nothing Else Matters, Iron Maiden – Fear of the Dark

O Rock no Brasil (Da Jovem Guarda aos Dias “Quase” Atuais)Roberto Carlos – Calhambeque, Raul Seixas – Metamorfose Ambulante, Lulu Santos – Tempos Modernos, Paralamas do Sucesso – Óculos, Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, Legião Urbana – Que País é Esse?

Dias 11 e 12 de maio, 19h, Teatro Riachuelo

“Black or White – Os caminhos da Soul Music”

Marconi Araújo, regência

Programa:

A definir

Dia 25 e 26 de agosto, 19h, Teatro Riachuelo

“A Bossa é Nova?”

Paulo Nogueira, regência

Programa:

A definir

Dias 17 de outubro, às 19h, e 18 de outubro, às 17h, Teatro Riachuelo

“Uma Homenagem às Divas da Música”

Eduardo Pereira, regência

Ana Flavia Cabral, narração

Programa:

A definir

 

 

Dias 23 e 24 de novembro, 19h, Teatro Riachuelo

“O Nosso Samba – Das origens aos dias atuais”

Eduardo Pereira, regência

Programa:

A definir

 

SÉRIE MÚSICOS DA OSB

(4 concertos)

 

Dia 28 de maio, 20h30, Teatro Prudential

 

Programa:

A definir

Dia 30 de junho, 20h30, Teatro Prudential

 

Programa:

A definir

Dia 21 de julho, 20h30, Teatro Prudential

 

Programa:

A definir

Dia 11 de agosto, 20h30, Teatro Prudential

Programa:

A definir

Programação do Clube Manouche

11/02 – Terça, 20h30 Projeto “Quesito Samba Enredo”- os músicos e jornalistas Bernardo Araujo e Luiz Felipe de Lima conversam sobre o tema, de sua história à contemporaneidade

“Os sambas-enredo não são mais o que eram”, lamenta Luis Filipe de Lima, músico, jornalista, jurado do Estandarte de Ouro e um dos violões de sete cordas mais requisitados da música brasileira. “Originalmente, a ala dos compositores era a espinha dorsal das escolas, tudo se originava dela e dos sambas. Hoje, a parte visual tomou conta, e os sambas têm que se adequar aos desfiles, e não o contrário”.

“A forma como as escolas pensam seus sambas de fato mudou, mas isso não afetou os sambas-enredo, que passam por um grande momento”, retruca o jornalista Bernardo Araujo, especialista no universo das escolas de samba e autor do livro “Prazer da Serrinha – Histórias do Império Serrano” (Editora Verso Brasil), sobre sua escola do coração. “Ultimamente tivemos hinos como o ‘Malandro Batuqueiro’ do Salgueiro, ‘História para Ninar Gente Grande’, da Mangueira, vários da Portela e muitos outros”.

De tanto debater este objeto de sua paixão (entre muitos outros), os dois amigos resolveram chamar o povo para um papo e levam ao Clube Manouche, no próximo dia 11 de fevereiro, terça, o projeto “Quesito Samba-Enredo”, em que falam da origem do hino (no início, por exemplo, as canções não tinham a menor relação com o espetáculo visual apresentado), debatem um pouco de sua história e chegam ao debate da contemporaneidade, sempre com muito humor.

Em tempos de pré-carnaval – que nas agendas de Filipe e Bernardo é qualquer momento depois do Desfile das Campeãs – nada como um papo de samba.

 

 

Serviço

EventoProjeto “Quesito Samba Enredo” com os músicos e jornalistas Bernardo Araujo e Luiz Felipe de Lima

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 11 de fevereiro, terça, 20h30

Ingressos: R$ 50,00 (inteira), R$ 30,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 25,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Lotação: 100 lugares (formação com mesas e cadeiras)

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 entram acompanhado dos pais.

Estacionamento no local (tarifado)

12/02 –  Quarta, 21h – Zé Mauricio Machline convida Mônica Salmaso e Zé Renato – Projeto Por Acaso

Zé Maurício Machline, criador do Prêmio da Música Brasileira, volta ao palco do Clube Manouche com a quarta edição do “Por Acaso“, programa de entrevistas que comandou na televisão até 2004, com um encontro de gerações de cantores no palco para um bate-papo informal e números musicais: Mônica Salmaso e Zé Renato.

O projeto, que promove bate-papos e números musicais com grandes representantes da MPB  já reuniu no palco nomes como Zeca Pagodinho e Mariene de Castro; Gal Costa e Alice Caymmi e Ney Matogrosso e Filipe Catto e na primeira edição na casa nova recebeu Zélia Duncan e Moska, Alcione e Ferrugem e, na última edição em janeiro Pedro Luís, João Cavalcanti, Pedro Miranda e Moyseis Marques.

.

“A ideia é sair do lugar comum, promover encontros interessantes entre músicos com a mesma linguagem, entremeando a conversa com números musicais que fujam do repertório mais conhecido do artista”, define Machline,

Serviço

Show: Zé Maurício Machline recebe Mônica Salmaso e Zé Renato

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 12 de fevereiro, quarta-feira, 21h

Ingressos: R$ 70,00 (inteira), R$ 50,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 35,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: Livre

Estacionamento no local (tarifado)

13/02 – Quinta, 21h Gabriel Grossi – lançamento de songbook dedicado à sua obra

 “Fiquei muito impressionado com Gabriel Grossi, um gaitista que toca com enorme facilidade, um músico de grande explosão. Também fiquei admirado com suas composições e seu domínio da linguagem brasileira”

 Toots Thieleman

 

“É um gaitista espetacular, um músico de forte personalidade, movido por uma enorme paixão pela gaita e pela música.”

 Mauricio Einhorn, ex- professor

 

O gaitista Gabriel Grossi adentra o tablado vermelho do Clube Manouche em 13 de fevereiro, quinta, para show de lançamento do seu novo projeto: um Songbook que reúne 40 composições de seu vasto repertório instrumental em um lindo trabalho gráfico.

Com onze discos lançados, gravações, shows com grandes nomes da música nacional e internacional (Hermeto Pascoal, Chico Buarque, Ivan Lins, Leila Pinheiro, João Donato, Dave Matthews, Guinga, Lenine, Djavan, Milton Nascimento, Dominguinhos, entre outros) e diversas turnês ao redor do mundo, Gabriel coleciona um extenso currículo e reconhecimento e reverência do público e dos que mais conhecem seu trabalho.

Ao lado de Eduardo Faria, teclado, e Xande Figueiredo, bateria, Gabriel apresenta canções que fazem parte do songbook, todas escolhidas a dedo para este show, como “Arapuca” e “#EmMovimento”, faixa que dá nome ao seu recente DVD.

Apesar de jovem, Gabriel tem uma trajetória extensa. Além da carreira solo, é desde 2005 integrante do Hamilton de Holanda Quinteto, vencedor do Prêmio TIM 2007 e finalista do Grammy Latino por três vezes. Sempre envolvido em importantes projetos, Gabriel foi parceiro frequente do saudoso e consagrado clarinetista Paulo Moura, com quem atuou de 2003 até seu falecimento. No ano de 2004, também gravou CD e DVD com as cantoras Zélia Duncan e Beth Carvalho, com as quais trabalhou bastante.

Seu disco de estreia, “Diz Que Fui Por Aí”, recebeu elogios pela concepção musical, composição e arranjos. O segundo, “Afinidade” (em duo com o grande violonista Marco Pereira), e o terceiro, “Arapuca” (inspirado no universo do forró) também conquistaram crítica e público, mostrando que é possível aliar a tradição da música instrumental com o gosto popular.

Em 2009 formou seu trio com os instrumentistas Guilherme Ribeiro, piano e Sergio Machado, bateria, e com essa formação gravou “Horizonte”, álbum preparado durante a turnê que realizou com o lendário trombonista Raul de Souza. Em 2011, lançou o CD “Zibididi” com o guitarrista Diego Figueiredo, álbum composto exclusivamente por temas autorais.

Em 2012 Gabriel lançou mais dois trabalhos: os CDs “Villa Lobos Popular”, em duo com o pianista Amilton Godoy, e “Realejo”, com o acordeonista Bebe Kramer. Em 2013 gravou “Urbano”, com temas autorais e uma proposta moderna dentro do universo da harmônica.

No início de 2015 foi chamado pelo jornalista e produtor francês Remy Kopakopul para a direção musical, produção e arranjos do musical “K Rio K” em Pari,  peça que fala da relação Rio-Paris dos anos 20. Neste mesmo ano grava o disco “Nascente”, lançado em 2016. Em 2016 lança, em parceria com o violonista Felix Júnior, o projeto/disco/show “Nascente”, em homenagem à Guinga e Hermeto Pascoal; além de dar continuidade aos projetos “Urbano”, “Realejo” (com Bebê Kramer), “Villa Lobos Popular (com Amilton Godoy) em homenagem a Villa Lobos e “Fole de Boca” (projeto que busca novos caminhos para o forró). Em 2016 também produziu dois discos em homenagem aos seus mestres da harmônica: Toots Thielemans e Maurício Einhorn. No projeto “We do it out of love ”, Gabriel e seu parceiro Alex Rossi juntaram harmonicistas de vários lugares do mundo para prestar essa homenagem e entregaram o disco pessoalmente ao homenageado Toots Thielemans em seu aniversário de 94 anos.

Já na homenagem “Viva Maurício Einhorn” Grossi se juntou ao seu parceiro Pablo Fagundes e mais de vinte e seis gaitistas brasileiros para gravar um disco duplo brindando a obra do grande Mauricio Einhorn. Mais recentemente, gravou seu quinto disco com Hamilton de Holanda Quinteto, homenageando Milton Nascimento e comemorando os dez anos de existência do grupo. Também gravou na Espanha em Barcelona pelo selo TempsRecords um disco em duo com o violonista e antigo parceiro Jurandir Santana chamado “Conexões“. Em 2017 grava em Brasília o DVD “#Em Movimento”, uma homenagem dele a vários de seus ídolos. Para esse projeto compôs músicas dedicadas a cada um deles e também fez uma reverência aos artistas e colegas de sua geração e aos novos instrumentistas e compositores da música instrumental feita no Brasil, além de fazer turnê pela América Latina e Europa.

Serviço

Show: Gabriel Grossi lança songbook dedicado à sua obra  

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 13 de fevereiro, quinta-feira, 21h

Ingressos: R$ 60,00 (inteira), R$ 45,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 30,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 entram acompanhado dos pais.

Estacionamento no local (tarifado)

14/02 – Sexta, 21hRita Benneditto com seu novo show “Samba de Benneditto”

Rita Benneditto sempre teve, ao longo de 25 anos de carreira, o samba presente na sua vida e voz. E há muito que a cantora queria dedicar um projeto ao gênero, e, aos pouquinhos, foi maturando o seu “Samba de Benneditto, este novo show que trás ao Clube Manouche no dia 14 de fevereiro, após apresentações em São Paulo.

“Samba de Benneditto” mostra o olhar personalíssimo da artista para o gênero. E nesse balaio misturam-se 26 sambas, entre clássicos, autorais e inéditos, alguns confiados a ela por autores consagrados ou da mesma geração da intérprete. Marca também o lançamento do seu novo single, “Benneditto Seja”, composição própria com produção de Luís Filipe de Lima.

Discriminado durante décadas, o samba ficou inicialmente segregado aos terreiros e, tempos depois, às patuscadas de fundo de quintal. No caso do Maranhão, os terreiros são os do Tambor da Mata, cuja maior representatividade está na região do Codó, com as manifestações conhecidas como Terecô. Esse lado da sua ancestralidade está presente no show. Rita ganhou de Nei Lopes “Terecô”, samba em parceria com Everson Pessoa, no qual Lopes, grande conhecedor da história do gênero, faz na letra referências à Encanteria maranhense.

Rita também passeia por outros estados do Nordeste. De Pernambuco, mais exatamente da Ilha do Massangano, ela saúda o tradicional Samba de Véio.  Da Bahia, reverencia dois representantes importantes do coco e do samba de roda: Bule-Bule (nome artístico de Antonio Ribeiro da Conceição) e Roque Ferreira. O primeiro faz-se presente com “Que Moça é Aquela?” e o segundo com “A filha do Macumbeiro” (Roque Ferreira e Dunga).

Rita tem um olho naquilo que fundamenta e outro na modernidade – e seu bem-sucedido projeto “Tecnomacumba” é um exemplo vivo disso. E nesse “Samba de Benneditto” referências e atualidade dão-se as mãos em roda (de samba). Ao mesmo tempo em que resgata pérolas como “Dois de Fevereiro”, de Dorival Caymmi (1914-2008), abre alas à produção de gerações mais recentes, caso de Zeca Pagodinho, de cujo repertório revisita “Minha Fé” (Murilão da Boca do Mato) e “Só Você e Eu” (Jorge Aragão), incluindo compositores da mesma geração da cantora, como João Martins, de quem canta “Lendas da Mata”. E permite-se também (re) encontrar faixas da própria discografia, caso de “Caramba, Galileu da Galileia” (Jorge Ben Jor), gravada por ela no seu terceiro CD, “Comigo” (2001), e “O Que é Dela é Meu” (Arlindo Cruz, Rogê, Marcelinho Moreira), gravado em “Encanto” (2014).

Ainda na seara das reverências/referências, Rita joga luz sobre o legado de duas mulheres, artistas que conseguiram se impor num meio que, durante anos, foi majoritariamente  masculino: Jovelina Pérola Negra (1944-1998) e Dona Ivone Lara (1922-2018). Do repertório da primeira, pescou duas pérolas, “Água de Cachoeira” e “Sorriso Aberto”, e de Dona Ivone, escolheu “Axé de Ianga (Pai Maior)”. E já que o assunto é a força autoral feminina, Rita nos brinda com três de suas composições: além de “Benneditto Seja”, o roteiro traz a também inédita “Rainha do Candomblé” e “7Marias”, single lançado em 2018.

Estarão no palco com Rita, Fred Ferreira, guitarra, violão, baixo e vocais, Leandro Pereira, cavaco, violão 7 cordas e vocais, Beto Lemos, rabeca, viola caipira e vocais, Ronaldo Silva, percussão e vocais, Junior Crispin, percussão e vocais, Pedrinho Ferreira, percussão e vocais, e Fayomi da Encarnação, também na percussão e vocais.

Serviço

Show: Rita Benneditto com o novo show “Samba de Benneditto”

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 14 de fevereiro, sexta, 21h

Ingressos: R$ 120,00 (inteira), R$ 60,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 60,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 entram acompanhado dos pais.

Estacionamento no local (tarifado)

15/02 – Sábado, 22h – Festa Alento – Edição Especial Carnaval – DJs Rodrigo Penna e Helen Sancho

 

Mais de 12 anos depois do Bailinho recriar a tradição dos domingos dançantes, a “Alento”, festa de Rodrigo Penna, vem reviver as domingueiras, com edições arrebatadoras no Clube Manouche, casa lotada e gente dançando como se não houvesse amanhã. E mais uma edição mais que especial, desta vez carnavalesca, aporta por lá no dia 15/02, sábado, Para abrir o carnaval, os caminhos e o coração. Um último alento da estação.

Alento: Respiração Coragem, ânimo. Alimento. Inspiração. O dicionário é claro. Alento é substantivo masculino, com conotações altamente inspiradoras. Afinal, nos dias de hoje, o que mais precisamos é respirar fundo, ter coragem para enfrentar os percalços da vida, se alimentando de prazer.  “Alento” é uma festa para os românticos. Novos e antigos clássicos se misturam a pequenos sets de música lenta. Dançar soltinho ou juntinho, pode tudo nesse filhote do Bailinho que deu frutos. Nesse momento tão árido da cidade, “Alento” é encontro, gentileza, mansidão.

Com uma ou duas pistas, é festa com gosto de playground, de sala de estar.  Para todas as idades, credo, gosto e sabores, “Alento” é abraço, cafuné, carinho.  “Uma festa para dançar juntinho, meio rosto colado, meio chão rabiscado, música lenta como nos velhos tempos, lembra? Música dancing de hoje e de ontem. A gente precisa de alento.”, diz o DJ e produtor que há mais de uma década está à frente de eventos de sucesso no Rio.

Nesta empreitada Rodrigo Penna divide o som com a DJ Helen Sancho, conhecida na cena musical carioca e paulistana, dona de um estilo livre no comando das pick-ups de festas badaladas.

Quem já foi curtir ao som de Rodrigo e seus convidados ilustres já sabe que vai encontrar diversidade e qualidade na escolha musical, que faz toda a diferença no clima do evento. O DJ queridinho dos famosos dá uma palhinha do que vem: na playlist, Bob Marley, Gilberto Gil, Neil Young, Stevie Wonder, Gal Costa, Dona Ivone Lara, Marvin Gaye, Elvis Presley, Prince, Caetano Veloso, Lauryn Hill, Cartola, Paulinho da Viola, entre muitos outros sucessos. “O nome da festa descreve o que estamos precisando para a cidade e para o país de modo geral. Na pista, reverenciamos a cultura”, conta Rodrigo.

Serviço

Festa: “Alento”- Festa de Rodrigo Penna

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 16 de janeiro, sábado, 22h

Ingressos: R$ 120,00 (inteira, primeiro lote), R$ 60,00 (inteira, segundo lote), R$ 40 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 60,00 (meia)

Há também o passaporte de verão para as quatro festas: R$ 120,00 https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

17/02 – Segunda, 21h Baile da Orquestra Imperial encerra temporada recebendo Eliane Pittman

Verão, janeiro, fevereiro, calor, samba e os bailes de segundas-feiras da Orquestra Imperial no Clube Manouche, lotados, viraram mais uma vez o point da temporada. A bigband e seus bailes mais cariocas do planeta encerram a temporada no Clube Manouche, renovada e cheia de amor pra dar – como sempre. E recebe Eliana Pittman, que estava de olho na Orquestra desde seu começo, e vai cantar sambas e carimbós pra animar a festa.

Depois de animar as noites cariocas de 2002 a 2018 com direito a diversos bailes e shows em palcos, clubes e festivais por todo o Brasil, Europa, Estados Unidos e América Latina, a Orquestra está de volta com uma formação mesclando integrantes das primeiras formações como Berna Ceppas, Kassin, Nina Becker, Moreno Veloso, Emanuelle Araujo, Felipe Pinaud, Pedro Sá, Marlon Sette, César Bodão, Mauro Zacharias, Bidu Cordeiro e outros mais. E a Orquestra acaba de receber mais dois integrantes: Pedro Miranda e Matheus VK.

Caras novas e da nova cena são presenças surpresas que sempre pintam e DJs convidados, como DJ Malboro já confirmado. No mês de janeiro a orquestra recebeu Matheus VK e DJ Marlboro, Danilo Cutrim do Braza, Ana Frango Elétrico e Pedro Miranda, além do percussionista Leonardo Reis.

A banda preparou novo repertório que tem a ver com o espaço do Manouche, mais acolhedor, pra dançar coladinho. “Caso Sério”, de Rita Lee, é uma delas, e a música “Obsessão”, de Milton de Oliveira e sucesso na voz de Clara Nunes – que está na trilha da novela “Amor de Mãe” da TV Globo – sem abrir mão das músicas mais animadas.

Ouça aqui: https://youtu.be/23m2FkdxIf4“Obsessão”

 

Serviço

Festa: Baile da Orquestra Imperial 

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 17 de fevereiro, segundas, 21h

Ingressos: R$ 120,00 (inteira), R$ 60 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 60,00 (meia). https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

Diogo Nogueira na Varanda Vivo Rio

O Clube do Samba na Varanda do Vivo Rio, com Diogo Nogueira no comando, criado para comemorar seus 40 anos de história e relembrar os 20 anos de saudades de João Nogueira – idealizador e fundador do clube – foi um sucesso, com quatro domingos lotados em janeiro, muita alegria, cerveja gelada, rodas de samba da melhor qualidade e gente cantando todas as músicas de braços abertos como se não houvesse amanhã. E agora volta em nova edição no domingo, dia 16/02, com feijoada pré-carnavalesca e o batismo de samba de Beatriz Rabello, filha de Paulinho da Viola, o homenageado especial do dia.

Em 2020 serão relembrados os 20 anos de saudades de João Nogueira em uma série de eventos que homenageiam o samba e seus grandes mestres. Legítimo herdeiro do Clube do Samba, filho de João, Diogo Nogueira é o grande anfitrião do projeto, com a roda de samba do Clube do Samba e convidados. “É um legado que minha família mantém há 40 anos e que agora estou podendo contribuir um pouco através da minha participação em shows e até mesmo na busca por criar um espaço físico, uma residência fixa, para que o Clube do Samba volte a ter uma força grande no Rio de Janeiro”, conta Diogo.

O Clube do Samba foi fundado por alguns dos maiores nomes da música popular brasileira: Cartola, Beth Carvalho, Clara Nunes, Martinho da Vila, Clementina de Jesus, Roberto Ribeiro e Monarco, entre outros bambas. Uma lista sem igual de sócios fundadores.

Em cada evento acontece um “batismo do samba”, em que um novo artista, herdeiro de algum grande mestre do samba, é “batizado” no clube, recebendo a chancela de Membro do Clube do Samba. Também tem homenagem especial a nomes consagrados do samba, que recebem placas comemorativas com o título de Sócio Honorário do Clube do Samba, como Zeca Pagodinho, Monarco, Zé Katimba, Jovelina Pérola Negra e Martinho da Vila já ganharam nas edições anteriores. Agora será a vez de Beatriz Rabello, filha de Paulinho da Viola, o homenageado especial do dia.

Diogo conta com o auxílio luxuoso da sua banda: Rafael dos Anjos no violão e direção musical, Henrique Garcia, no cavaquinho, Fabiano Segalate, no trombone, João Marcos, no baixo, Jefferson Rios, bateria, Maninho, surdo, Wilsinho Baltazar, percussão, e Bruno Barreto, percussão e coro.

Serviço
Show: Diogo Nogueira e Roda de Samba do Clube do Samba

Batismo de samba: Beatriz Rabello (filha de Paulinho da Viola)

Homenagem especial: Paulinho da Viola

Data: 16 de fevereiro de 2020, domingo
Local: Vivo Rio (Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo/RJ)

Horário: a partir das 14h

Preço: Pista: R$ 80,00 (inteira) e R$ 110,00 com 1 prato de feijoada (inteira), R$ 40,00 (meia ou solidária – para os clientes que levarem 1kg de alimento, exceto sal e açúcar) e R$ 70,00 (meia ou solidária com 1 prato com feijoada)

Vendas online: vivorio.com.br

Abertura dos portões: duas horas antes do show

Classificação: 18 anos. Menores entram acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Clara Infante abre a exposição “Bem Brasil”, na Sala José Cândido de Carvalho

A artista Clara Infante abre, no dia 11 de fevereiro, terça-feira, às 19h, a exposição “Bem Brasil”, na Sala José Cândido de Carvalho. A curadoria é assinada por Desirée Monjardim.

São cerca de 20 obras, que giram em torno da pintura e, algumas delas, quase se tornam objetos escultóricos. A artista constrói, desconstrói, ressignifica o material, deslocando-o de seu sentido utilitário. Assim, os trabalhos adquirem formas com contornos ora definidos, ora imprecisos. “Trabalho com tapetes populares, multicoloridos. As intervenções que faço sobre eles geram novas formas e tramas. Essas configurações podem nos remeter a desenhos inusitados”, explica Clara.

A intenção que foi se configurando no percurso do trabalho, levou a artista a um Brasil múltiplo, plural, rico na sua diversidade e nas suas possibilidades reconstrutivas e transformadoras. “Apresento restos, fragmentos, que remetem a uma ‘falta’ que pode provocar no espectador um certo estranhamento”, conclui.

Mais sobre a artista:

Participou de exposições coletivas na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Centro de Artes UFF, Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, entre outras. Sua primeira individual foi em 2016, no Centro de Artes UFF – Biblioteca Central do Gragoatá/ Niterói, RJ. Faz parte do grupo de artistas Titocar-Pedras Brancas.

É artista visual e psicanalista.

Serviço:

Exposição “Bem Brasil”, de Clara Infante

Curadoria: Desirée Monjardim

Abertura: 11 de fevereiro, terça-feira, às 19h

Visitação: de 12 de fevereiro a 6 de abril de 2020, sempre de segunda a sexta, das 9h às 17h

Local: Sala José Candido de Carvalho

Endereço: Rua Presidente Pedreira, 98, Ingá, Niterói-RJ

Informações: (21) 2719-6939/2719-9900

Vespeiro Poético – Edição “Poesia social: a lírica sob forma de denúncia”

A próxima edição do Vespeiro Poético terá como tema “Poesia como artefato: resistir & renunciar”. Artistas, autores e escritores se reunirão para debater a temática no dia 10 de fevereiro, segunda-feira, às 19h, na Livraria Prefácio, em Botafogo. A entrada é gratuita. Estão confirmados o rapper, poeta e escritor O Limce; o poeta, roteirista e ator Mano Melo; o escritor e produtor Guilherme Zarvos; as poetas Helen Queiroz; Marisa Vieira, Danielle Magalhães e Ana Paula Simonaci.

 

Idealizado pelos poetas e jornalistas Érica Magni e Igor Calazans, o Vespeiro Poético é um movimento cultural voltado para atividades literárias e ações sociais em todo o Rio de Janeiro. Promove debates, palestras, encontros e saraus entre escritores e profissionais do segmento literário, até apresentações, oficinas, laboratórios e visitações em comunidades e escolas públicas.

 

“A ideia é aproximar a arte poética das pessoas e fazer com que a diversidade de expressões reúna uma nova cena artística, mais vibrante e pungente”, diz Igor Calazans.


As primeiras atividades do Vespeiro Poético começaram em novembro de 2019, com os encontros literários na Livraria Prefácio, em Botafogo. Uma vez por mês, poetas se reúnem para discutir um tema proposto pelos idealizadores. Entre grandes convidados que já estiveram presentes, estão o ativista cultural João do Corujão, o ator Bayard Tonelli, os poetas Paulo Sabino, Alexandre Guarnieri, Nuno Rau e André Capilé, as poetas Wanda Monteiro, Bruna Mitrano e Tatiana Pequeno, além de Fred Spada, João Cândido Brasileiro, Nélida Capela e Sérgio Neto, importantes profissionais do mercado editorial.

 

“O foco do projeto é nos encontros presenciais, algo que a internet nos tomou com o tempo, passamos muitas horas frente à tela e perdemos a prática do debate sobre a nossa prática poética. Cada encontro é emocionante pois retornamos à essência do diálogo que quer apresentar soluções para fomentar o desenvolvimento de novas ações criativas na cidade”, ressalta Érica Magni.


Em janeiro de 2020, o Vespeiro Poético iniciou parceria como o “Coletivo em Silêncio”, e passou também a apresentar atividades na Fundição Progresso, tradicional casa de eventos na Lapa, Centro do Rio de Janeiro. A primeira edição teve como tema “Poesia em Cárcere”, reunindo poetas que já estiveram presos e que, mesmo em condições insalubres, conseguiram por meio da poesia uma forma de libertação do enclausuramento. Nesse encontro estiveram presentes a poeta Valéria Mello, que escreveu o seu primeiro livro dentro do presídio Talavera Bruce, do também ex-presidiário Samuel Lourenço, além do professor Pedro Cunca, especialista em Direitos Humanos. 

 

SERVIÇO:

Vespeiro Poético – Edição “Poesia social: a lírica sob forma de denúncia”

Data: 10 de fevereiro – segunda-feira

Horário: 19h

Local: Livraria Prefácio

Endereço: R. Voluntários da Pátria, 39 – Botafogo.

Telefone: 21 2527-5699

Entrada gratuita.

Bloco da Lud no Espaço Jockey

Ludmilla está pronta para o Carnaval 2020. Ela comanda o primeiro ensaio do seu próprio bloco, o Fervo da Lud, no próximo domingo(9), a partir das 17h, no Espaço Jockey – Jockey Club Brasileiro, que fica na Praça Santos Dumont, 31, no bairro da  Gávea. A cantora vai receber os Grupos Sorriso Maroto e Vou Pro Sereno para uma grande festa. A abertura do evento  tem  FP DO TREM BALA. Nos intervalos tem os DJS Jeff e Gui Acrizio agitando a pista com muito Funk, Axé , Dance Music, Sertanejo, Samba e pagode.

 

Ludmilla espera todos os seus fãs e admiradores  do seu bloco de Carnaval em uma mega festa a céu aberto em pleno coração da zona sul. 

 

Serviço:

Ensaio do Bloco Fervo da Lud

Data: Domingo dia 9 de Fevereiro

Horário: 17h.

Local: Espaço Jockey – Jockey Club Brasileiro

Praça Santos Dumont, 31 – Gávea

 

Atrações:

Ludmilla

Sorriso Maroto (participação especial)

Vou Pro Sereno (participação especial)

FP DO TREM BALA

DJ Jeff  

DJ Gui Acrizio

Mais informações e reservas de camarotes: 21 96719-4548

Classificação: 16 anos

 

 

 

 

INGRESSOS

 

 VENDAS ONLINE: Ingresso Rápido http://bit.ly/fervodalud

 

 ►▸ 1o LOTE (Meia-Entrada válida para quem se cadastrar no site do Ingresso Rápido)

 

🎟 Pista Unissex: R$ 50 

🎫 Área VIP Unissex: R$80

 

>> http://bit.ly/fervodalud

 

 ►▸ PONTOS DE VENDA SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA:

 

/// Cidade das Artes-RJ

 

Avenida da Américas, 5300, Barra da Tijuca

Horário de atendimento: Terça a Sexta das 13:00 às 17:00

Formas de pagamento: Amex, Diners, Dinheiro, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron

 

►▸ PONTOS DE VENDA COM TAXA DE CONVENIÊNCIA:

 

/// 021 Turismo-RJ

 

Avenida Rio Branco, 181 Sala 2009, Centro

Horário de atendimento: Segunda a Sexta das 10:00 às 19:00

Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, Dinheiro, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron

 

/// Loja Sport West Bangu- RJ

 

Rua Fonseca, 240 – 116 – Bangu, RJ | Shopping Bangu | Piso 1 | Ao lado da Boticário e próximo a saída 2.

Horário de atendimento: Segunda a Sábado da 10:00 às 22:00 e Domingos e Feriados das 13:00 às 21:00

Formas de pagamento: Amex, Aura, Diners, Dinheiro, Hipercard, Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron

━━━━━━━ ★ ━━━━━━━

 

 

━━━━━━━ ★ ━━━━━━━

 

ANIVERSARIANTE DE FEVEREIRO

 

🎁 Comemore seu aniversário com a gente! Chama no WhatsApp que tem presente e condições especiais pra vc!!!

 

► 21 96719-4548

 

━━━━━━━ ★ ━━━━━━━

 

CAMAROTES

 

★ Informações e Reservas: 21 96719-4548

Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta a Série Playlist interpretando pela primeira vez Coldplay, na Jeunesse Arena

Com intuito de apresentar um repertório popular, a Orquestra Petrobras Sinfônica vem realizando a cada ano concertos dos mais diversos estilos, indo do Pop ao Clássico, passando por Rock e Samba. Dia 04 de abril, o concerto fará um concerto inédito,  com releitura de quinze músicas da banda britânica Coldplay, na Jeunesse Arena, com regência de Felipe Prazeres. Os ingressos custam a partir de R$70 (meia) e podem ser comprados através do site Eventim.

Para o concerto, sucessos como Paradise, Clocks, Viva la Vida e A skyfull a stars vão ganhar arranjos inéditos, feitos por Ricardo Cândido. As apresentações, que integram um grande conjunto de iniciativas da Petrobras Sinfônica para democratizar a música clássica e renovar o público do gênero, já reuniram mais de 40 mil pessoas. “O grande público não está acostumado a ouvir uma orquestra, uma apresentação como essa é uma forma de aproximar pessoas e apresentar a diversidade de timbres e de ritmos que uma orquestra pode alcançar. Eu, como fã da banda, estou muito animado com essa possibilidade de colocar esses grandes sucessos, que tem um alcance enorme, para tocar. Nós, da Petrobras Sinfônica, estamos muito empolgados”, adianta Felipe Prazeres.

Além do Coldplay, a Orquestra Petrobras Sinfônica já apresentou concertos interpretando arranjos inéditos de Queen, Metallica, Pink Floyd e Los Hermanos.

Sobre a Orquestra Petrobras Sinfônica

Aos 47 anos, a Orquestra Petrobras Sinfônica se consolida como uma das mais conceituadas do país e ocupa um lugar de prestígio entre os maiores conjuntos musicais da América Latina. Criada pelo maestro Armando Prazeres e patrocinada pela Petrobras desde 1987, a orquestra conta com uma formação de mais de 80 instrumentistas e tem como Diretor Artístico e Regente Titular o maestro Isaac Karabtchevsky, o mais respeitado regente brasileiro e um nome consagrado no panorama internacional.

 

Modelo de gestão: A Associação Orquestra Pró Música do Rio de Janeiro, entidade que administra a orquestra, possui uma proposta administrativa inovadora, sendo a única orquestra do país gerida por seus próprios músicos.

Sobre a PETROBRAS: A Petrobras completou 33 anos de patrocínio da Orquestra Petrobras Sinfônica em 2019. Uma parceria essencial para mantê-la entre os principais conjuntos da América Latina, sempre desenvolvendo um importante trabalho de democratização da música clássica e de renovação do público do gênero.

 

Programação

 

PlaylistColdplay

Regente: Felipe Prazeres

Arranjos: Ricardo Cândido

Repertório

Clocks

Paradise

Viva la Vida

Fix you

Yellow

My place

The Scientist

Speed of sound

Talk

Trouble

The hardest part

Adventure of a life time

A sky full a stars

Death and All his friends

Charlie Brown

 

Serviço

 

Data: 04 de abril de 2020 às 21h

Local: Jeunesse Arena – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ

Telefones:  (21) 2430-1750

Duração: 90 min

Ingressos: https://www.eventim.com.br/

Preços:

Cadeira Premier: R$ 260/ R$ 130 (meia)

Cadeira Platinum: R$ 230/ R$ 115 (meia)

Cadeira Gold: R$ 200/ R$ 100 (meia)

Cadeira Especial: R$ 170/ R$ 85 (meia)

Cadeira Nível 01: R$ 140/ R$ 70 (meia)

Camarote: R$ 240/ R$ 120 (meia)

Classificação: livre

O Último Concerto para Vivaldi

No próximo dia 11 de fevereiro acontecerá no Instituto Cultural Capobianco a leitura do texto inédito “O Último Concerto para Vivaldi” de Dan Rosseto, que também fará a direção. No elenco Amazyles de Almeida, Bruno Perillo e Michael Waisman.

O “Último Concerto para Vivaldi” conta o último ano na vida de um professor de matemática universitário e um violinista profissional que ensaia um concerto de “As Quatro Estações” de Vivaldi. Um deles está com uma doença terminal incurável e tem apenas um ano de vida. Eles decidem transformar a casa em que moram em um hospital para que eles possam viver juntos durante este período. Eles são assistidos por Adilah (Amazyles de Almeida), uma cuidadora muçulmana que deixou o seu país após perder toda a sua família num confronto. Com o agravamento da doença vem uma descoberta que pode abalar a relação de Anton (Bruno Perillo) e Ben (Michael Waisman). Um deles se inscreveu num programa de morte assistida e precisa que o outro assine a documentação para que o procedimento aconteça. Neste embate entre vida e morte, o espectador é testemunha da difícil decisão entre antecipar ou não a partida quando o fim está próximo.

“O Último Concerto para Vivaldi” fecha um ciclo de obras de Dan Rosseto, iniciado com “Manual para Dias Chuvosos” em que o tema morte tem forte importância em sua obra. A peça é um drama em quatro quadros (Primavera, Verão, Outono e Inverno), passando pelas “As Quatro Estações de Vivaldi” e os estágios da doença que nos faz chegar até a morte. Na obra além da discussão sobre o tema, temos um outro assunto relacionado que é morte assistida e a sua discussão sobre ela.

“O Último Concerto para Vivaldi” é um texto realista que conta um pouco sobre a vida de Anton e Ben que vivem juntos há dez anos. O primeiro matemático, professor universitário e pesquisador reconhecido. O segundo, um violinista profissional que toca em uma orquestra sinfônica e ensaia para um concerto de “As Quatro Estações” em homenagem a Vivaldi. Morando juntos desde que se conheceram, eles transformaram a casa onde vivem em um hospital com poucos equipamentos após a descoberta de uma doença grave em um deles, fazendo com que o outro viva os últimos meses ao lado do parceiro, como uma despedida.

Convivendo juntos e trabalhando em casa, eles passam as horas relembrando momentos de suas vidas, traçando um panorama sobre o comportamento dos casais no mundo contemporâneo, a convivência entre dois homens e tudo o que compreende esta condição. A medida que as estações do ano avançam, a doença se agrava e o público sabe enfim quem está se despedindo da vida.

O texto também relembra os anos de relação do casal, passando por momentos de ciúmes, reflexões importantes sobre o papel na sociedade, as escolhas de cada um, arte, viagens, entre outros assuntos. Eles revivem em um ano, durante as quatro estações momentos marcantes de suas vidas.

É importante ressaltar que esta obra fala de amor, em qualquer que seja a sua instancia. E não trata do tema de forma a levantar bandeiras políticas ou sociais, apenas narra a relação de dois homens maduros e independentes que lutam dia após dia para um deles morrer dignamente, com a aliança e pacto de serem felizes por um ano ou até o término das quatro estações.

Após a leitura do texto “O Último Concerto para Vivaldi” acontecerá um debate com o elenco e autor, mediado pelo jornalista Bruno Cavalcanti.

 

FICHA TÉCNICA:

Texto e direção: Dan Rosseto

Direção de produção e assessoria de imprensa: Fabio Camara

Elenco: Amazyles de Almeida, Bruno Perillo e Michel Waisman

Arte gráfica: André Kitagawa

Realização: Applauzo Produções e Lugibi Produções

 

SERVIÇO:

LOCAL: Instituto Cultural Capobianco (Rua Álvaro de Carvalho, 97 – Centro), 70 lugares. Acesso a deficiente.

DATA: 11/02 (Terças 20h)

INGRESSOS: Gratuito. Reservas pelo e-mail fabio@lugibi.com.br

INFORMAÇÕES: 11 3237 1187

DURAÇÃO: 60 minutos

CLASSIFICAÇÃO: 12 anos

Sala Carlos Couto abre sua programação 2020

A Sala Carlos Couto abre a sua programação de 2020, no dia 11 de fevereiro, com a exposição de Máscaras de Carnaval “Quem é você?”, composta por 28 máscaras, que foram cedidas pelos curadores , cenógrafos e colecionadores Jorge Mendes e Jorge Guedes. Quem assina a curadoria é Teca Nicolau.

Na noite da abertura, o grupo Choro Malandro fará uma apresentação, tocando marchinhas de carnaval no pátio do Teatro Municipal. No repertório Abre Alas( Chiquinha Gonzaga 1899), Mamãe eu quero (Jararaca e Vicente Paiva 1936), O Balancê ( Braguinha e Alberto Ribeiro 1936), entre outras.

Os colecionadores contam que, no carnaval de 2008, estavam caminhando em direção ao sambódromo e, chegando em frente à estação da central do Brasil, se depararam com um vendedor de máscaras de carnaval.

Admirados pelo trabalho, pararam para conversar com o senhor, que os informou ser o responsável por fazer as máscaras, utilizando papel de saco de cimento, que recolhia das obras em que trabalhava e que produzia durante o ano para vender no carnaval.

Na conversa com o artista autodidata, se interessaram pelas máscaras e decidiram comprar todas, pois não havia uma igual a outra.

O senhor de nome Manoel, ficou surpreso e assustado, pois até aquele momento não tinha vendido nada e estava desanimado, acreditando que as pessoas tinham perdido o interesse nesse tipo de arte.

A inspiração para o nome da exposição se deu, não só como uma homenagem à música de Chico Buarque “noite dos mascarados”, como também pela temática carnavalesca, e principalmente, devido às várias tentativas dos colecionadores, nos anos seguintes, pela localização do artista até então anônimo, Manoel.

Relato dos Colecionadores: Jorge Mendes e Jorge Guedes.

Exposição: Mascarás de Carnaval “ Quem é você?” – Dos Colecionadores : Jorge Mendes e Jorge Guedes

Abertura: 11 de fevereiro, às 19h

Visitação: de 12 de fevereiro a 19 de março de 2020

Horário: Terças, das 10h às 14h | de quarta a sexta, das 10h às 18h

ENTRADA FRANCA

Local: Sala Carlos Couto (ao lado do Teatro Municipal de Niterói)

Endereço: Rua XV de Novembro, 35, Centro, Niterói

Tel: 2620-1624

“Tel Aviv em Chamas” estreia em 12 de março

TEL AVIV EM CHAMAS, de Sameh Zoabi, foi exibido na seleção oficial do Festival de Toronto e premiado no Festival de Veneza com o Interfilm Award de Melhor Filme e o prêmio de Melhor Ator na mostra Horizonte para Kais Nashif, que interpreta o protagonista Salam. O longa chega aos cinemas brasileiros em 12 de março, com distribuição da Pandora Filmes. 

Ambientado na Palestina, essa comédia acompanha o jovem Salam, que trabalha como estagiário na produção de uma telenovela. Para o diretor, a ideia de um filme que aborde novelas foi natural pois esses programas de TV são muito rentáveis e populares no Oriente Médio. “O que acho interessante é que as pessoas que assistem novelas consideram esse estilo de diálogo mais convincente que o diálogo e atuação sutil do cinema”.

Ao utilizar o meio da novela, consegui explorar temas que nunca seria capaz de fazer de outra maneira no cinema. Por exemplo, a cena de abertura, que considero bastante política, quando os personagens palestinos expressam como se sentem em relação à guerra árabe-israelense de 1967 que se aproxima. Eles falam sobre suas esperanças, história e medo da ocupação israelense de Jerusalém”, comenta Zoabi.

Na história, Salam cruza o posto de controle entre as cidades de Israel e Ramala diariamente, para ir trabalhar. Ali, conhece o oficial do exército Assi, que acompanha a novela ‘Tel Aviv em Chamas’ e tem suas próprias opiniões sobre o desenrolar da trama. Para crescer profissionalmente, Salam começa a se apropriar das ideias de Assi e torna-se roteirista. Mas, o final esperado pelo oficial é bem diferente do que pretendem os investidores do programa e o novo roteirista precisará encontrar uma saída de mestre para agradar a todos.

É um grande desafio fazer comédia lidando com a realidade palestina e israelense, pois as pessoas levam a região e o conflito muito a sério”, diz Zoabi. “Mas acredito que a comédia permite a liberdade de discutir assuntos sérios de uma maneira sutil. Nos meus filmes, tento entreter, mas também falar sinceramente sobre a condição humana de onde meus personagens estão inseridos”, completa.

SINOPSE 
Israel, Palestina. Dias atuais.
Salam, um charmoso palestino de 30 anos, mora em Jerusalém e trabalha como estagiário numa popular novela da Palestina, “Tel Aviv em Chamas”, que é produzida em Ramala. Todos os dias Salam tem que passar pelo posto de controle israelense para chegar aos estúdios de televisão. Ele conhece o comandante do posto de controle, Assi, cuja esposa é muito fã do programa. Para impressioná-la, Assi acaba se envolvendo com o roteiro do programa. Salam logo percebe que as ideias de Assi podem garantir a ele uma promoção como roteirista.
A carreira de Salam decola, até que Assi e os investidores da novela discordam de como a trama deve terminar. Espremido entre um oficial do exército e os apoiadores árabes, Salam só pode sair dessa com um golpe de mestre.

FICHA TÉCNICA 
TEL AVIV EM CHAMAS (Tel Aviv on Fire)
Direção: Sameh Zoabi
Elenco: Kais Nashif, Lubna Azabal
Producão: Amir Harel – Lama Films / Film From There (Israel), Miléna Poylo & Gilles Sacuto – TS Productions (França), Bernard Michaux – Samsa Film (Luxemburgo), Patrick Quinet – Artémis Productions (Bélgica)
Ano: 2018
Duração: 97 min.
Países: Luxemburgo, França, Israel, Bélgica

SOBRE O DIRETOR 
Sameh Zoabi nasceu e foi criado em Iksal, uma vila palestina próxima a Nazaré. Ele se formou na Universidade de Tel Aviv em Estudos de Cinema e Literatura Inglesa, depois recebeu a bolsa Fullbright para cursar mestrado em Direção de Filmes na Escola de Artes da Universidade de Columbia. Ele também cursou residências de prestígio na Cinefondation do Festival de Cannes e no Laboratório de Roteiristas em Sundance.
A voz única de Zoabi foi reconhecida pela Filmmaker Magazine e ele foi nomeado uma das “top 25 novas faces do cinema independente”. Seu trabalho foi exibido e premiado em diversos festivais internacionais, incluindo Cannes, Toronto, Locarno, Sundance, Karlovy Varu, Novos Diretores/Novos Filmes e Festival de Nova York.

Direção:
Tel Aviv em Chamas (segundo longa) – Sameh Zoabi (2018)
Under the Same Sun (filme para TV) – Sameh Zoabi (2013)
Mawsem Hisad – (documentário) – Nassim Amaouch, Mais Darwazah, Erige Sehiri and Sameh Zoabi (2012)
Man Without a Cell Phone – Sameh Zoabi (2010)
Be Quiet (curta) – Sameh Zoabi (2005)

Roteirista 
The Idol – Hany Abu-Assad (2015)

SOBRE A PANDORA FILMES 
A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 30 anos busca ampliar os horizontes da distribuição de filmes no Brasil revelando nomes outrora desconhecidos no país, como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai, e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Sempre acompanhando as novas tendências do cinema mundial, os lançamentos recentes incluem “O Apartamento”, de Asghar Farhadi, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e os vencedores da Palma de Ouro de Cannes: “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund e “Parasita”, de Bong Joon Ho.

Paralelamente aos filmes internacionais, a Pandora atua com o cinema brasileiro, lançando obras de diretores renomados e também de novos talentos, como Ruy Guerra, Edgard Navarro, Sérgio Bianchi, Beto Brant, Fernando Meirelles, Gustavo Galvão, Armando Praça, Helena Ignez, Tata Amaral, Anna Muylaert, Petra Costa e Gabriela Amaral Almeida.

Em 2019, a distribuidora criou o projeto Caixa de Pandora que visa programar filmes premiados, escolhidos através de uma cuidadosa curadoria para serem exibidos em salas comerciais da rede Cinépolis, em 20 cidades do Brasil.

Instituto Caleidos leva dança contemporânea para escolas de São Paulo

Crianças, jovens, adultos, professores e gestores de 30 escolas da rede municipal de ensino de São Paulo terão a oportunidade de vivenciar e apreciar a dança de uma maneira diferente. Entre os meses de março a setembro de 2020, estudantes e docentes de escolas da rede municipal de ensino de São Paulo circularão pela sede do Instituto Caleidos por meio do projeto Leituras de Dança, elaborado e coordenado pelos diretores do Caleidos, Isabel Marques e Fábio Brazil. Esta é a terceira edição do projeto que já ocorreu em 2010, contemplado pelo ProAC, e em 2014, com apoio de fundo coletivo. Ao todo, o projeto pretende atingir um público de cerca de 2.100 pessoas da rede municipal de ensino de São Paulo. O foco do projeto Leituras da Dança 2020 serão os direitos humanos nos processos artístico/educacionais.

O Projeto Leituras da Dança versão 2020 terá 33 apresentações de espetáculos de dança contemporânea, encontros de formação com professores/gestores e um seminário sobre dança e educação. Com isso, os participantes poderão desfrutar de experiência artística com formação continuada e ainda ter bases para implantação de atividades de dança nas escolas. Em oito meses de trabalho, o projeto alcançará 30 escolas, dialogando com diretamente com escolas de todas as regiões da cidade.

Apresentações artísticas do Caleidos Cia. servirão de epicentro para o desenvolvimento das outras atividades do projeto. Com temáticas e abordagens artísticas diferentes, três espetáculos diferentes serão compartilhados com estudantes de EMEI, EMEF e EJA assim como com professores, funcionários e gestores escolares. Os três espetáculos têm como foco a defesa e discussão dos direitos humanos em diferentes faces: a ludicidade, a LGBTfobia e a igualdade de gênero.

Em setembro, para finalizar o projeto, professores e gestores participantes do projeto Leituras da Dança, assim como a comunidade escolar como um todo, se encontrarão em um Seminário sobre dança e educação, discutindo o desenvolvimento do projeto nas escolas em diálogo com especialistas. O projeto Leituras da Dança 2020 tem realização da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Arte e Educação
Desde 1996, quando foi criado, o Caleidos Cia. traça interfaces diretas entre sua produção artística em dança e os processos educacionais. Em Leituras de Dança não seria diferente. Os diretores da cia. entrecruzam suas experiências acadêmicas, artísticas, docentes e de assessoria educacional trazendo propostas para que as escolas possam ampliar o acesso à dança contemporânea discutindo diferentes formas de relacionar a produção cultural da cidade com a educação escolar.

O projeto Leituras da Dança surgiu, em 2010, da necessidade de dialogar com crianças da Educação Infantil sobre a possibilidade da experiência artística estar diretamente relacionada aos processos de educação nas escolas. Com isso, almejava-se transformar espectadores de dança em leitores críticos da dança/mundo, a partir da fruição de espetáculos e cursos de formação de professores. “Essas atividades, de cunho educativo, permitiram a integração entre arte e educação, entre artistas e público e entre arte e cidadania”, explica Isabel Marques. Na época, o foco do projeto foi a interatividade e a ludicidade da dança para crianças pequenas.

Na versão 2020, o projeto Leituras de Dança se amplia e trabalhará com diferentes espetáculos e faixas etárias, assim como diferentes focos de diálogo entre a dança, a educação e a sociedade. Espetáculos e atividades de formação abordarão de três formas diferentes a defesa dos direitos humanos no sentido de dialogar sobre o direito à ludicidade, o direito à diversidade sexual e o direito à igualdade de gênero no mundo de hoje.

A Cia.
Fundada por Isabel Marques em 1996, e codirigida por Fábio Brazil desde 1998, o Caleidos Cia. desenvolve trabalho cênico nas interfaces entre a dança e a educação. Pautada pela investigação sobre a interatividade na dança contemporânea, o Caleidos Cia. de Dança pesquisa as relações entre a dança, a poesia e o jogo cênico, dialogando com os princípios de Rudolf Laban e Paulo Freire. Em seus 23 anos, produziu 25 espetáculos em duas linhas de trabalho: a lúdica, que propõe jogos de dançar para todos os corpos e a linha crítica, pautada em reflexões sobre direitos humanos e a cidadania. Apresentou-se em diversos estados do Brasil e no exterior, dialogando com públicos de diversas idades e culturas corporais

Desde a sua criação, os objetivos do Caleidos Cia. de Dança mantiveram-se inalterados: abrigar e desenvolver as atividades de iniciação, apreciação, reflexão, pesquisa e criação em arte em suas interfaces com a educação por meio de atividades artísticas (produção de espetáculos e eventos de dança), docentes (cursos, workshops, eventos) e de pesquisa (seminários, encontros, publicações).

O Caleidos instala-se na interface híbrida entre a arte e a educação. Despregando-se dos estigmas convencionais de que arte e educação são campos distintos, a cia. de dança desenvolve espetáculos comprometidos com o diálogo e a reflexão com o público – valor da educação – e ao mesmo tempo comprometidos com a interação e pesquisa da linguagem da dança – valor da arte.  Desde a sua fundação, o Caleidos Cia. criou projetos e espetáculos que no conjunto refletem a face híbrida da cia de dança: arte e educação dialogam com a finalidade de que a arte não seja escolarizada e de que o ensino de dança não perca sua potência artística.

Projeto Leituras da Dança
Realização: Instituto Caleidos e Secretaria Municipal de Cultura
www.institutocaleidos.com
Coordenação: Isabel Marques e Fábio Brazil
Público alvo: professores e escolas da rede municipal de ensino de São Paulo
Data: de março a setembro de 2020
Local: Instituto Caleidos – Rua Mota Pais, 213 – Lapa – São Paulo
Inscrições: até 15 de fevereiro pelo site https://www.institutocaleidos.com/leituras-da-danca.html
Descrição: Apresentação de espetáculos, atividades formativas, seminário gratuitos e com transporte para estudantes, professores, gestores e funcionários de escolas da Rede Municipal de Ensino de São Paulo
Vagas: 30 grupos (30 pessoas) de diferentes escolas do município

Tributo a Pink Floyd no Teatro Rival Refit

Para quem está se guardando para quando o carnaval chegar, a pedida é rock’n’roll da melhor qualidade! E nada melhor do que curtir o som de uma das mais importantes bandas que marcaram o cenário do rock progressivo psicodélico: a lendária banda britânica Pink Floyd. No dia 5 de fevereiro, a Rio Floyd Machine faz, no Teatro Rival Refit, o “Tributo a Pink Floyd”, em mais uma parceria da casa com a Banca do Blues.

Formada em 2009, a Rio Floyd Machine tem como objetivo levar ao público um show sofisticado, fiel aos arranjos originais do Pink Floyd. O show vai proporcionar uma viagem pela longa estrada das músicas – entre sucessos e raridades – que marcaram a trajetória do grupo inglês.

Marcelo Pingarilho (voz principal), Elis Fonseca (backing vocal), Wlater Delanno (guitarra e voz), Hercules Costa (gruitarra), Francis Alexandrino (baixo), Fabio Lopes (teclados e vocais), Guilherme Vianna (sax e vocais), Ronan Faraco (bateria) estão preparando um repertório especial, com os grandes clássicos do Pink Floyd, além de músicas de diversas fases, contando a história de uma das maiores e mais amadas bandas da história do rock. Será uma grande noite de celebração à obra dessa banda fenomenal, cujo álbum “Dark Side Of The Moon” é um dos cinco álbuns mais vendidos da história da música, com 45 milhões de cópias!

 

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 05 de fevereiro (quarta-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$60 (inteira), R$30 (lista amiga), R$40 (promoção para os 100 primeiros pagantes). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit

Rhaissa Bittar lança álbum “João” com show na Audio Rebel

Rhaissa Bittar veste a pele de um homem velho que passou a vida com a cabeça nas nuvens, João. O espetáculo foi produzido para lançar o terceiro álbum, de mesmo nome, da cantora e atriz. Mais do que um show de música, a apresentação é uma viagem pela poesia, artes plásticas, audiovisual e pela moda que chega ao Rio em 06/02 (domingo), na Audio Rebel, a partir das 20h. Os ingressos custam R$ 20.

Como intérprete, Rhaissa conduz o público por histórias, personagens, amargas tristezas e doces realizações. Ela é acompanhada por Antonio Loureiro e Thiago Hoover que formam a banda com texturas ao piano, violões e elementos eletrônicos. A intérprete de libras Amanda Assis torna o show acessível para surdos. Os elementos cênicos foram feitos pela bonequeira Daiane Baumgartner (máscara) e a artista plástica Gabi Jovine (nuvem).

O repertório conta com releituras de “Jorge da Capadócia” (Jorge Ben), “Alento” (Paulo César Pinheiro), “Um Dia Útil” (Mauricio Pereira), além de inéditas como “Made in Produto” da pernambucana Isabela Moraes. Também estão entre as canções do show os singles lançados pela cantora durante a turnê Silêncio, “A Maior Ambição” (Zé Manoel e Juliano Holanda), “Velhas Sílabas” (Filipe Trielli) e “Toda vez que eu dou um passo o mundo sai do lugar” (Siba).

Bittar começou a carreira na adolescência. Aos 16 anos de idade, participou de montagens musicais e ganhou dois prêmios de melhor atriz no 17º Festival Estudantil de Teatro do Estado de São Paulo, no conservatório de Tatuí, e no 3º Festival Estudantil de Teatro em Sorocaba, no Sesi. Aos 17, integrou o grupo de chorinho Coisa Linda de Deus. Em 2010, lançou seu primeiro álbum solo “Voilà” e percorreu os palcos por São Paulo, Bahia, Paraná e Pernambuco.

Seu segundo lançamento, “Matéria Estelar”, apresentava um universo lúdico de objetos que sentem e falam suas emoções quase humanas. O álbum, que tem participações de Spok Frevo Orquestra a Paulinho Moska, foi indicado a melhor disco no Prêmio da Música Brasileira. O espetáculo preparado para divulgação da obra passou por turnê na China e Brasil e teve direção de arte e conceito de Jum Nakao, autor do desfile do século segundo o Museu de Moda de Paris. Recentemente foi premiada nos festivais de canção Botucanto e Femupo interpretando Palitoterapia, uma das canções do álbum.

Esse show único acontece no palco da Audio Rebel, casa em Botafogo que reúne também estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

 

Serviço

Rhaissa Bittar

Data: 06/02/2020 (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h