“O Baterista” no Teatro Poeira

O que têm em comum Robertinho Silva, João Barone e Igor Cavalera? Com certeza, todos enfrentaram problemas com os vizinhos reclamando de barulho. Afinal de contas, todos têm em comum a bateria como instrumento, ferramenta de trabalho e meio de expressão. Também têm “um pouco de torneiro mecânico, funileiro e mestre de obra”, como diz o texto de Celso Taddei no monólogo “O baterista”, que estreia no Teatro Poeira, em Botafogo, no dia 3 de março, com sessões às terças e quartas-feiras, às 21h. E com intérpretes de libras nos dias 17 de março e 15 de abril.

 

O espetáculo foi idealizado pelo autor Celso Taddei, ex-roteirista do “Zorra”, programa da TV Globo, e demorou dois anos para ser montado. Taddei reuniu outros três craques do humor com os quais trabalhou no programa: o roteirista Diego Molina, que assumiu a direção da peça; e os atores Antônio Fragoso – que divide a produção com o autor e é “o baterista”, único ator em cena – e Alexandre Regis, que faz a assistência de direção.

 

Desse encontro, saiu do papel uma reflexão filosófica feita por um baterista que liga seu instrumento a toda mecânica da vida. E por que filosofar – com humor – utilizando a música, o ritmo, as batidas de uma bateria? Para o autor Celso Taddei – um apaixonado por música que toca mal vários instrumentos –, a bateria é um instrumento “dramaturgicamente interessante e complexo por causa de seu tamanho e porque faz muito barulho”. Além do mais, Taddei acha curioso o envolvimento de uma pessoa, durante toda a vida, com um instrumento; sobretudo quando se trata de um baterista, aquele que é “sempre o primeiro a chegar e o último a sair do estúdio”. Essa característica solitária dos bateristas é, de cara, um ótimo gancho para um monólogo.

Foi com todas essas ideias na cabeça, mais o amor pela música e a inspiração de autores como Tchekov e Patrick Süskind que Taddei resolveu esmiuçar o pensamento de um baterista louco por seu instrumento, com o qual tem um “relacionamento quase neurótico”. Assim, ele escreveu “O baterista”, que serviu, na medida, para o talento do ator Antônio Fragoso, com quem divide a produção do espetáculo, que não conta com patrocínio.

Para Fragoso, foi fácil entrar no personagem. Nos anos 1980, em Brasília, quando morava na mesma quadra de Herbert Vianna, Bi Ribeiro e Dado Villa-Lobos, ele fez parte de duas bandas de rock: Os Sociais, que montou com Pedro Ribeiro (irmão do Bi, dos Paralamas) e Fernando Bola, e Escola de Escândalo, da qual saiu porque o pai dele, diplomata, havia sido transferido para a Espanha. Foi Pedro Ribeiro, aliás, que incentivou Antônio Fragoso a assumir a bateria, uma vez que ele já tocava tarol na banda marcial do Colégio Marista.

 

A direção é de Diego Molina, um dos roteiristas do “Zorra”, o que possibilita um ótimo entrosamento na equipe: “a gente já sabe como o outro funciona melhor, os maneirismos do ator, o ator já conhece o tipo de texto e de direção”. Ele também cuidou da cenografia ao lado de Patrícia Muniz. Para o texto realista, que tem como cenário a garagem da casa do pai do personagem/baterista, Molina resolveu utilizar “estranhezas para acentuar a teatralidade”. Tais “estranhezas” estão na luz, no cenário, nas marcações. Tudo na intenção de “deixar tudo mais lúdico”, como ele explica. O diretor usa a expressão “partiturando” para se referir a seu modo de trabalhar, em que cada gesto é estudado, e nada é gratuito. Molina diz também que as marcas são feitas através do som, e que a música faz parte do cenário, oferecendo experiências sonoras diferentes”.

 

A trilha sonora, aliás, foi escolhida com cuidado, com alguns standards do início do ragtime, contextualizando a história da formação da bateria. “Preferi os clássicos para ajudar as pessoas a se situarem. Cada música foi escolhida como símbolo de determinada época, de determinada banda”, explica o autor Celso Taddei. Por isso, ele acha que o espetáculo ficou “divertido de ver e ouvir”. No repertório, há pot-pourri de canções dos Beatles e muito rock’n’roll: de Bill Haley a Led Zeppelin, passando por The Who, Cream, Sex Pistols, Black Sabbath, The Police e Nirvana. Bandas brasileiras – como Titãs e Paralamas do Sucesso – também marcam presença na trilha de “O baterista”.

 

O ESPETÁCULO

“O baterista” é uma comédia dramática musical escrita pelo dramaturgo e roteirista Celso Taddei (que foi roteirista-final do programa “Zorra”, da Rede Globo e autor do musical “Apesar de você”), com Antônio Fragoso no elenco (ator de peças como “Se meu apartamento falasse” e “Obsessão) e dirigida por Diego Molina (diretor de “Bette Davis e a máquina de Coca-Cola” e “A menina do kung fu”) e Alexandre Regis (diretor de “Buraco da Lacraia Dance Show” e “Nós da fita”).

A história se passa durante uma aula de bateria ministrada por um músico excêntrico, que vive um relacionamento afetivo em crise. Ele é obrigado a encarar uma aula repleta de alunos exigentes pouco tempo depois de se separar da mulher. Com a cabeça na lua, ele se esquece da aula e se surpreende com a quantidade de pessoas que aparece na sua garagem – sua sala de aula improvisada. Mas o dia não vai ser fácil: sua bateria está completamente desmontada; e o lugar, todo bagunçado.

Durante a aula, o baterista organiza as coisas, ao mesmo tempo em que se vê às voltas com a ex-mulher, com quem troca diversas mensagens nas redes sociais. Como ainda é apaixonado por ela, o baterista transborda todas as suas emoções diante dos alunos, usando seu instrumento musical para expurgar suas desventuras e decepções, em cenas ora divertidas, ora comoventes.

O público acompanha a história da bateria – esse instrumento fascinante! – contada pelo músico, desde a percussão dos homens das cavernas até o rock’n’roll, passando por vários estilos como jazz, bebop, folk, blues, entre outros ritmos. Para ilustrar melhor sua aula, o baterista executa seu instrumento para tocar músicas de bandas e artistas famosos.

Ágil e divertido, o texto inédito de Celso Taddei também fala da relação do baterista com os outros músicos de uma banda, que muitas vezes deixam de valorizá-lo por considerá-lo um tipo inferior de músico, já que trabalha com percussão, e não com harmonia propriamente dita. Assim, o espetáculo faz um paralelo entre o preconceito que muitas vezes a música não erudita/não europeia tem com músicas consideradas “periféricas”, vindas da África e do Oriente. A bateria representa, na verdade, uma junção de diversas influências, de diversos lugares do planeta, a ponto de hoje ser um elemento fundamental na nossa cultura.

A peça toma como inspiração dois monólogos clássicos – “O contrabaixo”, de Patrick Süskind, e “Os malefícios do cigarro”, de Anton Tcheckhov – para criar um texto original e voltado para o público brasileiro, de todas as idades.

“O baterista” é o resultado da união de quatro artistas – Celso Taddei, Antônio Fragoso, Diego Molina e Alexandre Regis – que há anos vêm desenvolvendo trabalhos juntos no meio audiovisual e que agora constroem um espetáculo inteiramente artesanal; com grande pesquisa estética, musical e artística; e comprometido com o público.

FICHA TÉCNICA

Texto: Celso Taddei
Atuação: Antônio Fragoso
Direção: Diego Molina
Diretor assistente: Alexandre Regis
Cenografia: Diego Molina e Patrícia Muniz
Direção musical: Pedro Coelho e Marcio Lomiranda
Iluminação: Anderson Ratto
Figurino: Patrícia Muniz
Programação visual: Daniel de Jesus
Fotografia: Caique Cunha
Filmagem: Bernardo Palmeiro
Direção de arte das fotos e vídeo teaser: Daniel de Jesus
Redes sociais: Rafael Teixeira
Assessoria de imprensa: Sheila Gomes
Direção de produção: Paulo Mattos e Pedro Uchoa
Assistente de produção: Carmem Ferreira
Assistente de câmera: Renato Costa
Intérpretes de libras: JDL – Acessibilidade na comunicação
Produção: Antônio Fragoso e Celso Taddei
Realização: Levante 42


CURRÍCULOS

Celso Taddei

Autor e ator de teatro, cinema e televisão. Na Rede Globo – foi roteirista-chefe do programa “Zorra”, e escreveu vários outros programas, como “Sítio do pica-pau amarelo”, “Chico Anysio”, “Malhação” e “Os caras de pau”. No cinema, trabalhou nos filmes “Crime da Gávea”, “Vestido pra casar”, “Os caras de pau”, “Retrato falhado” e “A truta”. No teatro, participou, por mais de dez anos, do Grupo Sarça de Horeb, atuando em peças como “A Via Sacra”, “Brasil nunca mais” e a premiada “Torturas de um coração”, todas sob a direção de Almir Telles. Atuou também em espetáculos como “Os intolerantes”, “Obsessão” e “Peter Pan”. Escreveu e atuou nas peças “Apesar de você”, “Bula da cumbuca” e “O pequeno Mozart”, entre outras. Formado pela UniRio, é também um dos fundadores da AR – Associação de Roteiristas Brasileiros.

 

Antônio Fragoso

Formado em 1992, atuou em 30 espetáculos de teatro, 14 filmes, diversas séries, novelas e mais de 150 comerciais. Trabalhou com grandes diretores como Fernando Meirelles, Rene Sampaio, Henrique Tavares, Mauricio Farias, Amir Hadad, Marcio Trigo, Sacha Celeste, Roberto Santucci, José Alvarenga, João Bitencourt, Clovis Mello e Felipe Jofily. Como produtor, teve uma bem sucedida parceria de 15 anos com a autora/atriz Carla Faour, Henrique Tavares e Paulo Giannini.

Trabalhos mais recentes foram “Se meu apartamento falasse”, musical de Charles Möeller e Claudio Botelho; “Ensina-me a viver”, espetáculo de grande sucesso que ficou cinco anos em cartaz, em que contracenou com Glória Menezes, sob a direção de João Falcão; “Casamentos e precipícios” texto de Daniel Adjafre; “Obsessão”, texto de Carla Faour que foi vencedor do prêmio APTR e FITA de Angra dos Reis; e “OVelho” direção de Sacha Celeste. Em dezembro de 2017, estreou o musical “Se meu apartamento falasse”, com direção de Charles Möeller e Cláudio Botelho, no Teatro Bradesco. Em cinema, estrelou o blockbuster “Os farofeiros”, lançado em março de 2018 e que foi visto por quase três milhões de espectadores.

Na TV, podemos destacar “Som e fúria”, com direção de Fernando Meirelles; e o programa “Os caras de pau”, dirigido pelo Marcio Trigo; “Geração Brasil”, direção de Denise Saraceni; e, atualmente, faz parte do elenco da TV Globo no humorístico “Zorra”.

 

Diego Molina

Diretor de teatro, dramaturgo, roteirista, ator, cenógrafo e professor. Formado em Direção Teatral e mestre em Teatro pela UNIRIO. Principais trabalhos como diretor: “Quando ia me esquecendo de você”, de Maria Silvia Camargo; “A menina do kung fu”, do próprio Diego Molina; “Radiofonias brasileiras”, musical de Bosco Brasil; “War”, de Renata Mizrahi; “Bette Davis e a máquina de Coca-Cola”, de Jô Bilac e Renata Mizrahi; “Os trabalhadores do mar”, adaptação da obra de Victor Hugo, com a Cia. Alfândega 88; o premiado infantil “Joaquim e as estrelas”; “Um dia Anita”, de Julia Spadaccini e Renata Mizrahi; além de “Ninguém mais vai ser bonzinho” e “Fabulamente” – monólogo com Tatá Werneck, ambos de sua autoria.

Escreveu também “Pequenos poderes”, “Woody Allen não se encontra”, “A menina do kung fu”, entre outras peças. É autor dos livros “Cena Impressa – Volume 1 e 2” e “Teatro Duse: o primeiro teatro-laboratório do Brasil” (Editora Funarte). Fez parte da Ocupação do Teatro Serrador, vencedora do Prêmio Shell 2012 na Categoria Especial. Em 2010, foi indicado, junto com o grupo Os inclusos e os sisos, ao Prêmio Faz Diferença. Escreveu para programas de televisão, como “Noite de arrepiador” e “Casamento blindado” (Record), “Domingão do Faustão” (Globo), “Sem análise” (Multishow) e “Comédia MTV”.

Atualmente, é jurado do Prêmio Zilka Salaberry e roteirista do programa “Zorra”, da Rede Globo, indicado ao Emmy Internacional de melhor programa de humor.

 

Alexandre Regis

Ator com 50 anos de carreira, Alexandre Regis começou a atuar aos 4 anos de idade. Trabalhou nos principais programas de humor da televisão, entre eles “Viva o gordo”, “Balança mas não cai” e “A praça é nossa”. Atualmente, integra o elenco do novo “Zorra”, da Rede Globo. Dirigiu diversos shows e espetáculos, entre eles “Nós na fita”, “Na mira do gordo”, “Fome zero, pizza dez” e “Buraco da Lacraia Dance Show”.

 

SERVIÇO

“O baterista”

Temporada de 3 de março a 22 de abril de 2020

Local: Teatro Poeira

Endereço: Rua São João Batista 104 – Botafogo

Sessões: terças e quartas-feiras, às 21h

Sessões com intérprete de libras: dias 17 de março e 15 de abril

Duração: 1 hora

Ingressos: R$ 60 (inteira) – R$ 30 (meia)

Informações: (21) 2537-8053

Classificação: 14 anos      

Buraco Show no Teatro Rival Refit

Carnaval chegando, e tem Bloco Sem Rival na porta do teatro, na sexta-feira 21 de fevereiro. As portas só reabrem, com toda a animação, no dia 28, sexta-feira. Nascido na boêmia Lapa, em 2012, o coletivo Buraco Show leva, ao tradicional palco do Teatro Rival Refit, o novo trabalho da companhia: “Estranhas”. A proposta é questionar o que é realmente estranho e por que quem foge aos padrões é alvo de bullying e todo tipo de violência. Para o pessoal do Buraco Show, “perceber que as minorias formam uma maioria de estranhos não enxergados é revolucionário”. Mas também muito divertido! Afinal de contas, a combinação humor-música é a marca do grupo formado por Eber Inácio, Letícia Guimarães, Luis Lobianco, Pedroca Monteiro, Sidnei OliveirSimone Mazzer e Banda Ant-Art. No roteiro de “Estranhas”, estão sucessos de estilos musicais diferentes, de Ney Matogrosso a George Michael, passando pelo já clássico hino do grupo: “Entra no meu buraco”. Estranho mesmo vai ser quem perder esse show de liberdade, empatia e diversidade!  
 
 

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 28 de fevereiro (sexta-feira). Horário: 20h. Abertura da casa: 19h. Ingressos: R$50 (inteira), R$25 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit

Oitão, do chef Henrique Fogaça, anuncia retorno e novo single

O Oitão, do vocalista e renomado chef de cozinha Henrique Fogaça, está de volta e de casa nova. A banda assinou com a Canil Records e já tem single novo pronto para ser lançado no dia 6 de março, nas principais plataformas de streaming. O título da faixa, assim como os músicos que acompanharão Fogaça nesta nova etapa do Oitão, serão revelados em breve.

Será um retorno às raízes crust/punk/hardcore com elementos modernos. “A nova música é uma mistura de old school com groove e partes cadenciadas, sem nunca deixar de lado os bate-estaca”. O peso e velocidade, enfatiza o vocalista, fazem parte da essência da banda.

A volta Oitão, após dois anos de atividades apenas temporariamente suspensas, significa recapitular a gênese da banda e do próprio Henrique Fogaça, sempre alinhado à filosofia do DIY.

“Minha relação com a música é profunda. Desde moleque, é algo que me tornou alguém com personalidade. A veia do punk veio ao encontro aos meus questionamentos e contestar realidades. Sou o que sou por causa da música. Hoje sou também um empreendedor, chef, mas minhas raízes estão aqui”, ressalta Fogaça.

A banda foi formada no ano de 2008, em São Paulo, por músicos com experiência na cena nacional do hardcore e metal. O primeiro disco saiu um ano depois, o independente “4º Mundo”, que já apresentava uma sonoridade ríspida, agressiva, e com letras contestadoras. O álbum teve a participação de nomes relevantes da música pesada, como Jão (Ratos de Porão), Marcão (Lobotomia) e Marcus D’Angelo (Claustrofobia).

“Pobre Povo” (2015) é o segundo disco do Oitão, gravado no Brasil e masterizado em Nova Iorque (EUA). A fúria da banda se manteve intacta: a agressividade dos riffs e das batidas, junto ao vocal raivoso de Fogaça, dão os contornos musicais para letras recheadas de críticas sociais e políticas.

Durante esses anos, o Oitão recebeu destaque em mídias especializadas e estampou páginas de grandes jornais. Também tocou com bandas que Fogaça revela terem ajudado a moldar seu “caráter musical”, como Exploited, Nuclear Assalt, Dead Kennedys e Brujeria.

Em 2017, a banda foi uma das atrações do prestigiado Maximus Festival, em São Paulo, e subiu em outros palcos importantes, como o Abril Pro Rock, Porão do Rock, Virada Cultural em São Paulo, Festival Goiânia Noise, entre outros.

BEL faz show de EP “O Gole Que Presta” no Centro da Música Carioca

A cantora, compositora, instrumentista, escritora, artista visual e produtora cultural BEL lança seu mais recente trabalho, o EP “O Gole Que Presta no dia 05/03 (quinta-feira) no Centro da Música Carioca. O show acontece às 20h e os ingressos variam entre R$ 15 e R$ 30.

 

Nascida no Rio de Janeiro, Bel Baroni iniciou seus estudos musicais ainda criança e começou a compôr por volta de 2009, quando publicou uma coleção de poemas manuscritos de sua autoria, de onde saíram muitas das letras do disco que viria posteriormente. Foi integrante das bandas Mohandas – onde atuou até 2015 e com a qual lançou dois EPs, um compacto e os álbuns “Etnopop” (2012) e “Um segundo” (2015), este último com produção executiva de BEL e produção musical de Lucas Vasconcellos (Letuce, Legião Urbana); e Xanaxou, que unia oito mulheres intérpretes, compositoras e instrumentistas no ano de 2016.

 

Em 2017, lançou seu disco de estreia, “Quando Brinca”, que combina tons eletrônicos, jazz e MPB a letras poéticas que refletem sobre a relação com a cidade, a sexualidade, as causas LGBT e feminista e o mundo contemporâneo. No início desse ano, lançou o single “Banquete Fake” pela Coletânea SÊLA, em parceria com o Programa ASA do Oi Futuro. A faixa foi produzida por Rafa Prestes e contou com a participação de Larissa Conforto, Mari Romano e Mahmundi. E, recentemente, divulgou o clipe “Real Grandeza”. Atualmente, BEL também organiza e assina a curadoria do projeto Palavra Sapata, que visa a difundir a literatura lésbica e estimular essas narrativas.

 

Seu lançamento mais recente é o EP “O Gole Que Presta” (2019). O trabalho foi gravado no Estúdio Frango no Bafo (BH) pelo projeto #SonânciasLab (quente + Natura Musical), com produção musical de Maria Beraldo e Thiago Correa. Nas novas canções, ela deixa de lado o clima eletrônico de seu disco de estreia e se aventura em um indie punk.

 

O Centro da Música Carioca Artur da Távola é um espaço dedicado à memória, criação e pesquisa da música carioca em todas as suas manifestações, administrado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Cultura. A casa funciona num antigo palacete e anexo na esquina da Rua Conde de Bonfim com Rua Garibaldi, e oferece espaço para exposições, cursos, oficinas e espetáculos musicais para todas as idades.

 

Serviço

BEL

Data: 05/03/2020 (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Centro de Referência da Música Carioca

Endereço: Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 30 (inteira) / R$ 15 (meia-entrada,que inclui moradores do Rio de Janeiro com comprovante de residência)

Classificação: Livre

 

Poema “Tornado” de Floriano Romano ocupa Galeria Reserva Cultural

O artista Floriano Romano ocupará a Galeria Reserva Cultural a partir desta quinta feira, às 19hs, com sua experiência Poema tornado. Segundo a curadora Marisa Flórido trata-se de um poema-instalação em que imagens da escrita, sons e sentidos se espacializam na galeria. Com o apoio da Eixo Arte Contemporânea a montagem é um projeto inédito do artista. Floriano Romano é um dos primeiros, aliás a trabalhar com objetos sonoros, instalações e intervenções urbanas. O artista traz em sua bagagem exposições no Brasil, Cuba, Noruega e Londres, além de diversas premiações como o Prêmio Marcantonio Vilaça da Funarte com a obra Chuveiros Sonoros. Professor da Escola de Belas Artes da UFRJ, Floriano participou da 7ª Bienal do Mercosul e foi o criador do programa de rádio “O inusitado” e também do Projeto Intrasom no MAM-RJ. A mostra Poema tornado estará aberta ao público até o dia 25 de março. Coordenação de Vilmar Madruga.

GALERIA RESERVA CULTURAL

Av. Visconde do Rio Branco, 880

São Domingos – Niteroi/RJ

Das 12 às 22hs

Entrada Franca

“No Campus” no Centro Cultural dos Correios

1.     Introdução

 

Moro próximo a um campus, onde há muitos anos estudo e faço longos passeios entre prédios rodeados por uma vegetação exuberante, lagos e caminhos com pontes.  Muitas vezes me deparo com estudantes, professores e outras pessoas que ali passam também apenas para caminhar e apreciar o espetáculo que é esta pequena  cidade universitária.

Sem qualquer propósito definido de trabalhar uma série sobre o assunto e por carregar sempre, dentro de minha bolsa lápis e papel, e apreciar a beleza do local, fui aos poucos fazendo croquis sobre um pedaço do caminho que me chamou mais a atenção, uma ave pousada em um galho, um sapo ao lado do lago e até esboços sobre o vai e vem das pessoa que saiam e entravam nos prédios dos mais variados tipos e com os mais variados humores estampados em suas faces – aborrecidas, alegres, enjoadas, falantes.

 

 

2. Justificativa-Conceito

 

Até o surgimento do movimento denominado Romantismo a definição de Arte era “como a ação de imitar a natureza” (Aristóteles), onde o valor da obra estava na forma fidedigna do objeto que o artista reproduzia em seu trabalho, ou seja, na concepção estética. Porém, a partir do início do século XIX em diante, a Filosofia passou a definir a obra da arte como uma criação subjetiva onde, em lugar da imitação, o artista exteriorizava seus sentimentos para trabalhar sua obra de arte, o que recebeu o nome de inspiração.

Com o desenvolvimento da sociedade industrial  a imagem do artista como gênio criador e a obra de arte como realização do belo  vai sendo deixada de lado. A arte não é mais vista como produção e contemplação da beleza para ser vista por outra perspectiva, tal como a expressão de emoções e desejos, a invenção de procedimentos inéditos para a construção de objetos, interpretação e crítica da realidade social. Assim, a beleza estética é cada vez mais associada a idéia de poética, a arte como trabalho, a obra de arte como um fazer.

 

Não sei precisar o momento no qual passei de mera expectadora, onde desenhava imitando a paisagem e onde meu olhar era analítico e até alheio, apenas contemplativo, para um outro momento onde me vi parte do entorno e completamente integrada no próprio espaço, o momento da inspiração, a expressão do meu mundo interior.

Posso afirmar que os croquis iniciais estavam ainda no momento de reprodução da arte, e passaram para um outro momento no qual me senti  parte da própria paisagem. Aqui cito Emanuele Cocia quando descreve a força que a sensibilidade tem sobre o ser humano. A vida animal é vista como uma vida sensível e cada animal se abre ao sensível de alguma forma, o que  proporciona uma capacidade de interação viva. A vida superior de cada animal não está na ação e nem na produção, mas no que é invisível aos meios. Temos ligação com o espaço onde tudo tem a consistência de uma imagem. É através do sensível que produzimos efeitos sobre a realidade enquanto viventes e através de nossa aparência que provocamos uma boa impressão para quem está ao nosso redor.  O ser humano é capaz de produzir imagens das coisas. Com o sensível, nossos sentidos se tornam mais apurados e as coisas passam a ter um significado.A imagem consegue capturar o real e transformar em algo que exista além de si mesmo. É exatamente assim que o sentido dá vida ao que não tem vida.

Ao trabalhar em artes visuais sempre tive meu olhar dirigido muito mais para a natureza, sua reprodução e proteção, fato comprovado quando se observa meus  trabalhos feitos em anos anteriores (vide site: http://nelmacamargo.com/). Estes trabalhos também não fogem à regra e o conceito está intimamente ligado ao meio ambiente, embora surjam outros elementos como prédios e pessoas.

Também manifesto relação com a denominada   “arte fantástica” que é a manifestação de um pensar e fazer voltados para a interpretação do mundo mediante um afastar-se da representação direta, criando um mundo mágico e simbólico.

E, por fim, represento a realidade com técnicas que se assemelham ao pontilhismo que é uma técnica de desenho e pintura, onde o artista utiliza pequenas manchas e pontos para formar as imagens. No caso utilizei pequenas imagens para dar a forma e cor.

 

3. Material Utilizado – Grafite, Editor de Software, Tinta Acrílica, Óleo, Aquarela, Nanquim, Colagem, Recortes

 

Tendo agora em mente que poderia desdobrar os rascunhos feitos para um trabalho maior, passei a idealizar como poderia criar e quais os materiais que poderia usar.

Tenho utilizado o computador em trabalhos anteriores, o qual considero uma excelente ferramenta para a manipulação e criação de formas e observação de cores, através de editores como o Adobe Photoshop e Corel Draw. Fotografei o cenário, transportei para o computador e estudei qual a forma e qual midia poderia utilizar para sua composição.  Pensei inicialmente em pintura acrílica sobre canvas, mas no decorrer do tempo, deixei-me levar e a série foi criada com quase todas as mídias que aprendi: Tinta Acrílica, Óleo, Aquarela, Nanquim.

As telas em algodão foram previamente trabalhadas com gesso acrílico  para fornecer um fundo mais suave para as tintas. As primeiras camadas foram dadas com tinta acrílica e os detalhes, no final, algumas delas com tinta a óleo. Já os trabalhos sobre papel foram pintados em uma folha inicial para depois serem recortados e colados na mesma folha, criando assim uma nova versão do mesmo trabalho.

Para criar novas relações pictóricas muitos artistas se utilizaram do uso de materiais variados. A colagem, por exemplo, entrou para o mundo das artes em 1912 e é utilizada até o momento. Com essa técnica – utilizada em alguns trabalhos – passei a manipular imagens já existentes e incorporar pedaços ao mundo imaginário que já havia transportado para a tela. As colagens romperam com a espacialidade pré-existente que se deriva da perspectiva.

 

4. Imagens

 

São 16 trabalhos nos quais trabalhei acrílica sobre tela e papel, e técnicas mistas, alguns deles iniciados com Editor de Software (Photoshop) para  posteriormente com acrílica e óleo. Em paralelo trabalhei uma pequena série, com 12 imagens, tamanho A4 onde retrato sob a forma de caricaturas, as pessoas que passaram por mim e a qual denominei de “Os Enjoados”.

 

Nelma Camargo

Serviço:

 

Exposição: “No Campus”

Abertura: 29 de janeiro de 2020, às 19h

Visitação: de 30 de janeiro a 22 de março de 2020

Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.

Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro

Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro, Rio de Janeiro.

Tel.: 2253-1580 (recepção)

“Impressões do Japão” no Centro Cultural Correios

O Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro apresenta um evento que vai trazer o Japão ao público carioca através dos sentidos. Como parte do MÊS DO JAPÃO, de 06 de fevereiro a 22 de março, o evento IMPRESSÕES DO JAPÃO chega ao Centro Cultural Correios, ocupando todo o 2º andar, localizado no corredor cultural do Rio, na Rua Visconde de Itaboraí nº 20, sala de cinema e teatro. Em 2020, comemoramos 125 anos de Amizade entre Brasil e Japão, e esta é uma oportunidade para aproximar e celebrar as culturas dos dois povos.

Impressões da visão: Cartazes Japoneses – 7 Mestres do Design Gráfico

Com o oferecimento da Fundação Japão e curadoria da Bienal Internacional del Cartel en México, esta exposição itinerante apresenta obras representativas da diversidade da arte do design gráfico, incluindo exemplares que se conectam ao ukiyo-e, um gênero de estampa japonesa semelhante à xilogravura. Entre as obras expostas, será possível notar que, assim como no Brasil, também no Japão os cartazes são utilizados para a propaganda de produtos ou peças de teatro, mas também podem divulgar movimentos a favor da paz ou da preservação do meio ambiente.

Impressões do tato: a arte do origami

Exposição de origami coordenada por três grandes grupos expoentes da dobradura de papel no estado do Rio de Janeiro: Dobrando com Arte, sob a coordenação da professora Míriam Nigri Dana; Instituto Cultural Brasil Japão, sob a tutela da professora Leda Vaz; e Origami Niterói, liderado pela professora Kiyoko Itida Nagata.

Impressões do ser: palestras e oficinas culturais

Aos fins de semana, haverá um espaço dedicado a experimentação de alguns dos maiores expoentes da cultura japonesa, com palestra sobre artes marciais, oficinas de ikebana (arranjo floral), origami (dobradura de papel), mangá e taiko (tambores japoneses).

Impressões do tempo: calendários japoneses e peças de acervo

Pequena mostra de calendários cedidos pela Japan Association for Calendars and Culture Promotion, na qual pode-se perceber a passagem do tempo através de paisagens, jardins, roupas típicas, obras de arte, arranjos de ikebana e ilustrações. Os calendários poderão ser manipulados livremente pelo público. Compõem a mostra alguns itens de acervo do Consulado.

Impressões do esporte: DÔ: a caminho da virtude

Com o oferecimento da Japão House São Paulo, a mostra DÔ: a caminho da virtude desvenda a história, técnica e filosofia de seis das artes marciais japonesas. Estão em destaque os principais elementos, movimentos e conceitos do Aikidô, Kendô, Karatedô, Judô, Sumô e Kyudô.

Impressões da sétima arte: mostra de filmes

Aos fins de semana, haverá exibição gratuita de títulos selecionados a partir do acervo da Fundação Japão.

Programação completa em http://bit.ly/mesdojapao

Realização: Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro ǀ Inst. Cult. Brasil Japão ǀ Fund. Japão ǀ Japan House São Paulo

Apoio: Centro Cultural Correios RJ

CRONOGRAMA DAS OFICINAS CULTURAIS

DIA

DIA SEMANA

HORÁRIO

DURAÇÃO (MIN.)

PARTICIPANTES

OFICINA

08/fev

sab

14h

40

20

Mangá

15h

40

20

Origami

16h

40

20

Mangá

17h

40

20

Origami

15/fev

sab

14h

40

20

Mangá

15h

40

20

Origami

16h

40

20

Mangá

17h

40

20

Origami

07/mar

sab

14h

40

15

Ikebana

15h

40

15

Ikebana

16h

40

20

Origami

17h

40

20

Origami

14/mar

sab

14h

40

20

Origami

15h

40

20

Origami

16h

40

20

Origami

15/mar

dom

15h30

20

20

Taiko (apresentação + oficina)

16h

20

20

Taiko (somente oficina)

16h30

20

20

Taiko (oficina + apresentação final)

PROGRAMAÇÃO DE CINEMA

MOSTRA DE CINEMA JAPONÊS

DIA

DIA SEMANA

HORÁRIO

FILME

08/fev

sab

13h

Dad’s Lunch Box (PAPA no obentô wa sekai-ichi)

15h

Nobody to Watch Over Me (Dare mo Mamotte Kurenai)

09/fev

dom

13h

Mameshiba (Yoju Mameshiba)

15h

A Tale of Samurai Cooking (Bushi no Kondate)

15/fev

sab

13h

Every Day a Good Day (Nichi-nichi kore kôjitsu)

15h

Thermae Romae

16/fev

dom

13h

Thermae Romae

15h

Dad’s Lunch Box (PAPA no obentô wa sekai-ichi)

07/mar

sab

13h

A Tale of Samurai Cooking (Bushi no Kondate)

15h

Every Day a Good Day (Nichi-nichi kore kôjitsu)

08/mar

dom

13h

Every Day a Good Day (Nichi-nichi kore kôjitsu)

15h

Dad’s Lunch Box (PAPA no obentô wa sekai-ichi)

14/mar

sab

13h

Thermae Romae

15h

Mameshiba (Yoju Mameshiba)

15/mar

dom

13h

Mameshiba (Yoju Mameshiba)

15h

Every Day a Good Day (Nichi-nichi kore kôjitsu)

SENHAS COM 1 HORA DE ANTECEDÊNCIA NA RECEPÇÃO DO CENTRO CULTURAL CORREIOS

Serviço:

 

Exposição: “IMPRESSÕES DO JAPÃO”

Abertura: 05 de fevereiro de 2020, às 19h

Visitação: de 06 de fevereiro a 22 de março de 2020

Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 12h às 19h.

Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro

Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro, Rio de Janeiro.

Tel.: 2253-1580 (recepção)

“Beatles e a Música do Cinema” segundo a Cia. Filarmônica

Violino, duas vozes, voz principal, violão, guitarra, teclado, bateria, guitarra e contrabaixo, emoldurados pela participação da dupla de roadies e humoristas.

Com criação e direção de Marco Fentanes, Beatles Segundo a Cia. Filarmônica procura fugir do conceito comum de bandas covers de artistas consagrados fazendo um mix de comédia e canções. Dois roadies (contrarregras) ajudam a infernizar o roteiro do show, até o minuto que se “incluem” como instrumentistas. Momentos engraçados são emoldurados por infláveis, adereços de submarino, bolhas e até mesmo bonecos gigantes dos Beatles que remetem aos cabeções do carnaval de Recife.

A Cia. Filarmônica é composta por músicos consagrados, como o baterista Gel Fernandes (Rita Lee/Radio Táxi), e explora a versatilidade que sua formação permite. Destacam-se também o pianista Flavio Fernandes, o guitarrista Miltinho e o baixista Pedro Henrique. A cantora Nathalie Salviano dá voz às canções.

“A seleção das músicas seguiu o seguinte critério: encantar e surpreender”, diz Fentanes. É o que, por exemplo, em Yesterday, cuja letra é apresentada com “gerador de caracteres” para estimular a plateia a cantar junto, acompanhando uma “bolinha dançante”.

Beatles Segundo a Cia. Filarmônica está há 19 anos em cartaz. Já foi visto em diversas cidades do Brasil, totalizando um público superior a 600 mil pessoas. O repertório reúne sucessos como Day TripperI want to hold your hand, Let it beStrawberry fields foreverTwist and shoutYellow submarine, entre outras.

SERVIÇO

Dia 24 de fevereiro 20H

BEATLES SEGUNDO A CIA. FILARMÔNICA

TEATRO GAZETA – av. PAULISTA 900

Livre para todos os públicos

Serviço:

BEATLES

TEATRO GAZETA

Av. Paulista, 900

24 de fevereiro as 20h – feriado de carvanal

Local: Teatro Gazeta – Avenida Paulista, 900

Ingressos: R$ 80,00 inteira – Meia entrada: R$ 40,00

Ingressos à venda no Teatro GAZETA – Informações :11- 3253-4102

VENDAS: www.sympla.com.br/teatrogazeta

Recomendado para todas as idades

———————————-

A MÚSICA DO CINEMA SEGUNDO A CIA. FILARMÔNICA

dia 25 fevereiro de carnaval

Terça feira

25 fev as 19h30

R$ 80 inteira

R$ 40 meia entrada

DIA 25 DE FEVEREIRO   TERÇA  19h30  

A MÚSICA DO CINEMA

 

Fotos Julio Menezes

https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1O01HvfmUbyL-JNLGBq0P4Jv8zrym5ewj

Teaser

https://www.youtube.com/watch?v=puK9QVpgctY

 

A MÚSICA DO CINEMA REVIVE TEMAS DE NOSSA MEMÓRIA CINEMATOGRÁFICA E MUSICAL

Com propósito de reunir “as mais belas canções de filmes inesquecíveis”, o espetáculo mostra desde trilhas dos filmes Cinema Paradiso, Perfume de Mulher, Perdidos na noite, Hair e Golpe de mestre, até colagens de suspense (Psicose/Tubarão/Missão impossível) e faroeste (Da terra nascem os homens/Sete homens e um destino)

Criado e dirigido por Marco Fentanes, A Música do Cinema é conduzido por piano, violino, violão, percussão, bateria, guitarra, baixo e vozes. Cenas no telão, efeitos especiais e encenações de teatro de sombra completam o espetáculo.

No repertório, estão ainda A Ponte do Rio Kwai, Luzes da ribalta, Cantando na chuva, Casablanca, O Mágico de Oz, A noviça rebelde, E o vento levou, Moon River, Em algum lugar do passado, A primeira noite de um homem, Butch Cassid and Sandance Kid, Perdidos na noite, Hair, Uma mulher para dois e Diários de motocicleta.

“Seguimos a tradição de pesquisar novas linguagens e possibilidades musicais e cênicas e compusemos um espetáculo com canções representativas de filmes importantes da história do cinema mundial”, define Fentanes.

Cia. Filarmônica

  • elenco:

        piano – Eliane Pelegrine

        violino– Eryck Giacon

        voz – Nathalia Salviano

        baixo e voz – Pedro

guitarra e voz – Miltinho Romero

bateria – Gel Fernandes

ator – Marco Fentanes

ator – Jica Thomé

  • Cenários e Objetos de Cena: Elmo Cardoso, Sidney Caria e Débora de Paula
  • Fotografia: Julio Menezes
  • Criação e Direção: Marco Fentanes
  • Realização: Fentanes Produções / Cia. Filarmônica

 

SERVIÇO

Dia 25 de fevereiro 19h30

A MÚSICA DO CINEMA SEGUNDO A CIA. FILARMÔNICA

TEATRO GAZETA   AV. PAULISTA 900

Livre para todos os públicos

Teatro Gazeta / R&M Brasil Produções
roberto silva
Av. Paulista, 900 – térreo
teatro.gazeta@terra.com.br
www.teatrogazeta.com.br
www.rmbrasil.com
11 3253-4102 – 3251-2327
11 9.9252-9514

Aquilo que acontece entre nascer e morrer

Diante da vida, como lidar com a morte? Diante da morte, como lidar com a vida? Partindo destas questões, surgidas a partir da morte trágica de seus pais num acidente de trânsito, que o diretor e ator Fabricio Moser iniciou uma pesquisa artística que resultou no espetáculo “Aquilo que acontece entre nascer e morrer” que, após uma temporada de sucesso, volta em cartaz de 7 a 29 de março na Casa 136, em Laranjeiras.

A dramaturgia da peça toma como parâmetros dramáticos os verbos nascer e morrer, com base nas experiências autobiográficas do artista e do público. Com uma atmosfera artesanal, Fabricio articula todos os elementos da encenação — luz, som e projeção — e convida o público a conhecer sua história como se estivesse na sala de casa, entre abajures, caixas com objetos pessoais e os quadros que ele pinta. Para conduzir a narrativa documental, a atuação aposta no cruzamento de diferentes linguagens artísticas, transitando entre a performance, a contação de histórias, a dança e o audiovisual. O trabalho é fruto do encontro do ator e diretor com artistas de diversas áreas, como Cassiana Lima Cardoso, Gabriel Morais, Gabriela Lírio, Ricardo Martins, Silvana Rocco e Tato Teixeira.

Em determinados momentos da peça, motivada pelas questões que sustentam o espetáculo, a plateia é convidada a dividir suas experiências.Em cena, Fabricio coloca no horizonte da criação artística as vozes do passado, do presente e do futuro, entre memórias e variados documentos. Artista e plateia são confrontados a buscar, por meio do teatro, a força dramática da vida numa tentativa de assegurar um sentido à jornada humana.

“Acredito que o teatro é um espaço onde podemos transformar nossos dramas pessoais em experiências coletivas de aprendizado e assim descobrir, através dele e a cada novo encontro entre artista e público, um pouco mais sobre a natureza e o sentido da vida, com toda a poesia e toda a crueldade que ela tem”, analisa Fabricio. “A cena, o instante que nos é dado de presente através do encontro proporcionado pelo teatro se torna, então, um espaço fértil para evocar o passado e fortalecer a nossa caminhada em direção ao futuro”, acredita.

Cada apresentação de “Aquilo que acontece entre nascer e morrer” provoca no público uma sensação particular e, com isso, uma resposta diferente às perguntas colocadas pela peça. Para o artista, o teatro existe por meio desse risco e das relações de troca: ele nasce da presença e sobrevive através do encontro, da interação e do conhecimento que pode ser adquirido com ele.

“Se morrer e nascer são os verbos que delimitam aquilo que entendemos por vida e a vida é uma sucessão de nascimentos e mortes, o teatro, que nasce e morre diante dos nossos olhos a cada vez que acontece, pode ser compreendido como um grande ritual de passagem, em que viver pode ser um limite”, acredita. “O desejo é proporcionar um espaço de experiência significativa tanto para o público quanto para mim. Essa me parece a melhor forma de aprender sobre a vida – e investigar o sentido dela, no teatro, é uma inclinação dos meus trabalhos artísticos”, defende.

PESQUISA AUTOBIOGRÁFICA E DOCUMENTAL

Esta não é a primeira vez que Fabricio Moser compartilha experiências pessoais no seu fazer teatral. O desafio de abordar dramas íntimos surgiu em “duo SOBRE DESVIOS” (2012) e se intensificou em “Laura” (2015), quando o artista partiu em busca da história da avó materna, assassinada em 1982.

“A morte dos meus pais durante o processo criativo da segunda peça, em 2014, e a necessidade de renascer, de alguma forma, depois disso tudo, foram sinais para continuar minha pesquisa autobiográfica e documental no teatro”, conta Fabrício, que já apresentou suas peças anteriores em temporadas em diversas cidades do Brasil, além de Portugal e Espanha.

A primeira temporada de “Aquilo que acontece entre nascer e morrer” foi 9 de novembro a 15 de dezembro de 2019, na Casa Quintal de Artes Cênicas, com casa cheia em todas as apresentações.

SOBRE FABRICIO MOSER

Fabricio Moser é ator, diretor, professor e pesquisador do teatro. Doutorando em Artes Cênicas na USP, é também Mestre (UNIRIO/2011) e Bacharel (UFSM/2006) em Artes Cênicas. Natural do Mato Grosso do Sul e morando no Rio de Janeiro desde 2009, seus recentes trabalhos artísticos são os solos autobiográficos “Aquilo que acontece entre nascer e morrer” (2019) e “Laura” (2015), e “duo SOBRE DESVIOS” (2012) — encenação em parceria com Cadu Cinelli —, peças que circularam por cidades como Curitiba, Campo Grande, Belo Horizonte e Recife, fizeram temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, e chegaram a Portugal e Espanha, colecionando matérias, críticas e artigos em revistas especializadas e dissertações.

Foi jurado em festivais e editais, como o SESI Cultural 2018 – Teatro Adulto, e atualmente realiza as intervenções “Converso sobre Política” e “Dou ouvidos pra quem abrir seu coração”, ministra oficinas e consultorias, e atua como pesquisador, participando, em 2016, do Seminário Nacional Histórias do Teatro Brasileiro, do SESC.

Desde 2012 é professor de teatro do Instituto Priorit, onde atende pessoas com Autismo e TDAH, e desde 2018 é professor do CBI of Miami, atuando na Pós-graduação em Transtorno do Espectro Autista. Foi professor de teatro do Segundo Turno Cultural, da Prefeitura do Rio, entre 2013 a 2016, e do SESC São João de Meriti, em 2017. Entre 2012 e 2015 integrou a Cia. Enviezada, atuando em “Caminhos”, uma intervenção urbana, encenada em festivais, como a Virada Cultural de SP, e fomentada por editais, como o Prêmio Funarte e Fomento Carioca.

Manteve, entre 2010 e 2012, o Teatro de Maquinaria, onde realizou “Cidade em FotoDrama” (2011), “O Amor das 3Laranjas” (2012), e um intercâmbio com o diretor italiano Enrico Fasella, ações que circularam pelo Rio de Janeiro, Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Entre 2002 e 2009 trabalhou no Rio Grande do Sul, em Mato Grosso do Sul e em São Paulo, dirigindo grupos e atuando como professor no contexto universitário, em comunidades indígenas e centros de atenção psicossocial. Sua trajetória artística motivou entrevistas e ensaios, publicados em obras como Vozes do Teatro (2010), revistas de arte como Meio Tom – Poesia e Prosa e Arte Brasileira, e veiculadas na Rádio Cultura, de São Paulo, e a Rádio MEC, do Rio de Janeiro.

 

SERVIÇO:

“Aquilo que acontece entre nascer e morrer”

Apresentações: de 7 a 29 de março – sábados e domingos, às 20h.

Local: Casa 136 – Rua Ipiranga 136, Laranjeiras.

Ingressos: contribuição voluntária.

Gênero: autoficção. Duração: 60 min. Lotação: 30 lugares. Classificação indicativa: 16 anos.

 

FICHA TÉCNICA:

Criação, Direção e Atuação: Fabrício Moser.

Colaboração Artística: Cassiana Lima Cardoso, Gabriel Morais, Gabriela Lírio, Ricardo Martins, Silvana Rocco e Tato Teixeira.

Programação Visual: Davi Palmeira.

Consultoria Audiovisual: André Boneco.

Produção: Fabrício Moser e Gabriel Morais.

Exposição “Como Sobreviver a um Naufrágio”

Elementos dos lugares onde já morou influenciam os trabalhos do artista paulista Márcio Diegues, que abre o calendário de exposições da Galeria de Arte Ibeu no dia 3 de março, às 18h30. Morando atualmente no Rio de Janeiro, o mar inspirou “Como sobreviver a um naufrágio”, primeira individual do artista na cidade, composta de desenhos, objetos tridimensionais, gravuras, um desenho instalativo e livros do próprio Diegues. Sob curadoria de Cesar Kiraly, a exposição será composta por cerca de 40 trabalhos que, reunidos, partilham a experiência do naufrágio, da ruína e da falência mimética como ponto de fissura visual e conceitual com a realidade.

A mostra é um recorte da produção do artista atualmente, com trabalhos que abordam o mar como uma ideia de paisagem, deslocamento, mas que também remete à ideia de afundamento e catástrofe. Os estudos percorrem diferentes representações do mar tradicional na História da Arte e na Ciência, além de abordar questões bélicas, mapas, cartografias e cartas náuticas.

“Uma das coisas importantes na minha produção foi ler uma antologia escrita por um português no século XVIII, que é uma coletânea das histórias de naufrágio que acontecem desde o século XV, a partir da ida para as Índias. Nessas histórias, o mais notável eram os afundamentos, como eram violentos e como se perdia uma ideia de planejamento, um objetivo a cumprir.”, explica o artista.

A partir desses relatos, ele passa a pensar o naufrágio como uma metáfora visual e conceitual, já que não é apenas o corpo físico que afunda, mas também a ideia de um objetivo que não consegue se concluir. Este conceito inspirou Diegues a produzir gravuras, cadernos de desenho e a coletar imagens que tinham a ver com a vivência no Rio de Janeiro, buscando o sentido da representação do mar.

“Não represento a água em si, mas a ideia de que todo objeto afunda em um lugar, em uma dimensão. Isso ajuda a entender que o mar é uma dimensão imaginária e isso me ajuda a desenvolver meus trabalhos. Tem também uma ideia contemporânea de o naufrágio ser uma falência de uma superestrutura, que pode ser um barco ou submarino, mas também um objetivo de vida, algo que foi planejado e não deu certo. A ideia de naufrágio também fala de traumas, desse processo de mergulho em si mesmo.”, conclui.

SOBRE MÁRCIO DIEGUES

É artista e professor, pesquisa o desenho como fio condutor de suas relações com a paisagem e o espaço, desdobrando-o em gravuras, livros de artista, objetos, instalações, ações de coleta e obras site specific. É graduado em Artes Visuais pela UEL, Londrina (2012) e mestre em Linguagens Visuais pela EBA-UFRJ (2017). Atualmente residindo no Rio de Janeiro, cursa o doutorado e atua como professor assistente de desenho, gravura e pintura na UERJ, e professor de gravura na Univeritas.

“COMO SOBREVIVER A UM NAUFRÁGIO”

Abertura: 3 de março, às 18h30

Visitação: 4 de março a 3 de abril de 2020

Funcionamento: segunda a quinta-feira, das 13h às 19h (às sextas, de 12h às 18h)

Local: Galeria de Arte Ibeu

Endereço: Rua Maria Angélica, 168 – Jardim Botânico

Tel.: 3239-2863

ENTRADA FRANCA

O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças

Sucesso de público e de crítica, o musical infantil O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças volta ao cartaz, no dia 07 de março, para quatro apresentações no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea, esticando o Carnaval por mais duas semanas. O espetáculo faz parte do projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela produtora Entre Entretenimento com o objetivo de levar para os palcos nomes importantes da cultura brasileira em montagens que mesclam biografia e canções do artista escolhido. Fazem parte do projeto também “Raulzito Beleza”, “Bituca”, “Tropicalinha” e “Luiz e Nazinha”.

Grandes sucessos como “Balancê”, “Cantores do Rádio”, “Pirulito que bate bate”, “Carinhoso”, “Chiquita Bacana”, “Pirata da Perna de Pau”, “Tem Gato na Tuba”, “Yes, nós temos bananas” transportam o público aos divertidos carnavais de rua da década de 20. O resultado é um programa que agrada a toda a família. “Durante as temporadas anteriores, era comum vermos avós e netos numa sessão e aquela mesma avó em outra sessão sem os netos, mas com as amigas”, conta o diretor do espetáculo Diego Morais. “Nossa ideia é criar espetáculos com conteúdo atraente para as famílias, para aproximar as gerações”, destaca Pedro Henrique Lopes, autor do texto e ator do musical.

A peça conta a história de Carlinhos, um garoto que ouvia música em todo lugar por onde passava. A avó dele, pianista clássica, sempre estimulava a musicalidade do menino, mas o pai era contra. Carlinhos se junta a alguns amigos de escola e começa a criar belas canções de Carnaval. De forma engraçada e emocionante, O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças trata de temas como o valor da família, da amizade e das relações humanas, a perseverança na busca por um sonho, a criatividade e a cooperação artística entre as crianças.

O espetáculo estreou em outubro de 2016 e já foi assistido por mais de 20 mil pessoas. Foi aclamado com indicações ao Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças 2016: Melhor Espetáculo, Melhor Texto Original (Pedro Henrique Lopes), Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Ator (Pedro Henrique Lopes), duas indicações para Ator em papel Coadjuvante (Augusto Volcato e Rodrigo Morura), Atriz em papel Coadjuvante (Martina Blink), Música Adaptada, Trilha Sonora ou Direção Musical (Claudia Elizeu), Coreografia (Victor Maia), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e ainda a menção especial a Diego Morais e Pedro Henrique Lopes, pelo projeto Grandes Músicos para Pequenos – vencerem as duas últimas categorias citadas. No Prêmio Zilka Salaberry 2016, o espetáculo foi indicado como Melhor Roteiro Original. Além disso, no Prêmio Botequim Cultural 2016, foi indicado como Melhor Espetáculo Infantojuvenil, Melhor Ator (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Direção (Diego Morais).

Grandes Músicos para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Depois, vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ –  Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações – Bituca – Milton Nascimento para crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações – e Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações. O mais recente, Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças (2019), está concorrendo ao Prêmio CBTIJ 2019 nas categorias Melhor Ator (Rodrigo Salvadoretti) e Cenário (Clivia e José Cohen), além de Melhor espetáculo Infantil no Prêmio Musical Rio.

As cinco peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores. O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

 

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

TIJOLINHO:

O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças. Musical Infantil. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Cláudia Elizeu. Com Pedro Henrique Lopes, Erika Riba, Augusto Volcato, Jean Pontes e Beto Vandesteen. Baseado em trechos reais da infância e juventude do compositor Braguinha, o espetáculo conta a história de Carlinhos, um menino que ouve música em todo o lugar. A peça transporta os espectadores para os divertidíssimos carnavais de rua do Rio de Janeiro de 1920. (53 min) Teatro Clara Nunes. Shopping da Gávea. Sáb e Dom, às 16h. R$ 70 (inteira), R$ 35 (meia) Livre. 07 a 15/03.

 

Ficha Técnica:

 

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Claudia Elizeu

Roteiro original: Pedro Henrique Lopes

Coreografias: Victor Maia

Elenco: Pedro Henrique Lopes (Carlinhos), Erika Riba (Dona Isaura), Jean Pontes (Henrique), Augusto Volcato (Alvinho) e Beto Vandesteen (Sr. Jerônimo Braga)

Cenário e figurinos: Clívia Cohen

Iluminação: Pedro Mendonça

Produção e realização: Entre Entretenimento

 

Serviço:

 

O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças

Temporada: 07 a 15/03/2020

Teatro Clara Nunes (Shopping da Gávea) – Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Gávea – Rio de Janeiro – RJ.

Telefone: (21) 2274-9696

Dias e horários: Sábados e domingos, às 16h

Ingressos: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada)

Lotação: 743 pessoas

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre

Funcionamento da Bilheteria: Todos os dias, de 13h às 21h.

“Sapathos” na SP Escola de Teatro

Num formato que remete às “palestras-performances”, o espetáculo “Sapathos” explora os temas do preconceito e da memória. Costurando acontecimentos veiculados diariamente, uma colcha de retalhos se desenha – e informações disparatadas desfilam diante do espectador, sem dar fôlego para que haja digestão da poluição de fatos a que somos submetidos rotineiramente – soterrando de lama a poesia e a alma. O banal e o trágico se misturam, sem critério aparente. Procura-se, com a investigação, dar voz àquelas dores históricas que as contingências e o cenário social insistem em calar.

Ficha Técnica:
Texto: Sergio Zlotnic
Direção: Gabi Costa; Paula Barros Diva; Sergio Zlotnic
Assistência de Direção: Ricardo Koch Mancini
Elenco:  And Costa, Gabi Costa, Ricardo Koch Mancini, Rodrigo Melgaço, Sergio Zlotnic e Well Almeida
Atores convidados (em participação por vídeo):
David Wendefilm  e Tom Vieira
Sonoplastia: Alex Matos e Jomo Faustino
Iluminação: Georgia Ramos e Wagner Pinto
Design Gráfico: Pedro Cipis
Arte e Assistência de Criação : Tom Vieira
Videoarte e Legendas : Sam Ludd e Tom Vieira
Produção: Leonardo Monteiro
Performance de recepção e apoio técnico: Isabella Rockfield
Fotografia: Rodrigo Meneghello
Filmagem da peça in loco:  Sam Ludd
Assessoria de Imprensa: Macida Joachim
Agradecimentos: Diogo Carvalho, Elisa Band, Giovana Gallucci– Gustavo Ferreira, Ivam Cabral, Lucia Camargo e Pierre Willm
Dedicado à memória de Alberto Guzik e Noemi Altman.

Serviço:
SAPATHOS – Para maiores de 12 anos.
Sextas 21h – sábados 19 h – domingos 19 h – segundas 21 h.
De 6 de março até 23 de março de 2020.
Dias 6, 7, 8, 9, 13, 14, 15, 16, 20, 21, 22 e 23 de março [12 apresentações]
SP Escola de Teatro – Sala Hilda Hilst – Praça Roosevelt, 210 – Centro – SP – tel 11 – 37758600.
Ingressos R$ 40,00 inteira e R$ 20,00 meia
Venda de ingressos na bilheteria, uma hora antes do espetáculo em dinheiro ou através do Sympla a partir do dia 2 de março:

https://www.sympla.com.br/saphatos__795747

Sobre a Cia: a Cia OS ZZZLOTS se forma em 2010, e explora as diversas linguagens teatrais, privilegiando os erros e equívocos, como ingredientes fundantes do ato criativo. O coletivo se situa na zona de borda entre o campo das artes e a letra de Freud. Buscando a poesia oculta, nos tristes dias que correm, as irrelevâncias são tomadas pelo grupo como bússola.

Histórico da Cia:  Além de temporadas com espetáculos de seu repertório, outros eventos da Cia ZZZlots são participações em festivais de teatro, leituras dramáticas – e cursos, palestras, conferências e debates em instituições e escolas de teatro de São Paulo (entre outros espaços, estivemos no SESC, na SP Escola de Teatro, no MAM, na Casa do Saber).

Espetáculos:
Andai, Duck! Temporada: janeiro, teatro Sergio Cardoso, SP, 2018.
Berenice Morre. Temporada: julho na SP Escola de Teatro, SP, 2016.
Cismei, vou parir! Temporada: Teatro Satyros I, julho, São Paulo-SP. 2015.
Confesso. Temporada: junho, Teatro Satyros I, 2014.
Ode ao Teatro. Temporada: Teatros Satyros I, 2013.
As cinco peças foram publicadas em livro em 2019: “Cinco peças curtas da cia os zzzlots”, Editora Giostri, São Paulo, 2019.

Sites da Cia:
https://ciazzzlots.wixsite.com/oszzzlots
e https://cargocollective.com/oszzzlots

Sobre Sergio Zlotnic: Pós-doutor em Psicanálise pelo IPUSP. Pesquisador dos diálogos entre as construções freudianas e o Campo das Artes. Colaborador e colunista da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco, desde 2010. Professor convidado em debates sobre o tema Freud/Artes Cênicas em diversas Instituições: SESC; Casa do Saber; MAM; UNIBES Cultural. Autor do livro de ficção “Baleiazzzul”, pela ed. Hedra, 2013 – e também dos livros teórico-clínicos “Gestalt Terapia e Transferência”, ed. Zagodoni e “A Metapsicologia da Atenção Flutuante”, ed. Giostri, ambos lan& cced il;ados em 2017; além de artigos em revistas de psicanálise e de teatro. Recentemente, publica o livro “Cinco peças curtas da Cia. os ZZZlots”, pela Editora Giostri [maio 2019]. No momento, realiza investigação na ECA USP, como pesquisador/colaborador, com bolsa do CNPq, num projeto cujo título é “língua no divã, língua no palco”, que tem como objeto de exame “o corpo do ator em cena”, supervisionado por Antonio Araujo, do Teatro da Vertigem.

Baile Soul Carnaval agita a Lapa no sábado, dia 22

Uma ótima pedida para quem estiver curtindo os blocos do Centro do Rio de Janeiro no primeiro dia de folia: O cantor e compositor Felipe Mirandda vai comandar um baile de Carnaval com um toque especial e repleto de talento no Palco Lapa 145, no sábado, dia 22, a partir das 20h. Trata-se do projeto “Soul Carnaval”, que será regado a soul, black music, MPB, samba, axé e marchas em interpretações únicas e acompanhadas de novos nomes da cena musical, como Johnny Capler, Rafael Kadashi, Tú, Dilson Nascimento, Rodrigo Varanda e Ivan Lima. A entrada é R$ 15.

 

Palco da diversidade

 

Criado pela cantora Rosângela Si, o Palco Lapa 145 abre as portas com o intuito de ser uma casa dos artistas e seus movimentos no bairro mais boêmio do Rio de Janeiro, a Lapa. Com uma programação eclética, o casarão do final do século XIX está totalmente antenado com o nosso tempo, abraçando a diversidade e as manifestações artísticas em estado puro com festivais, shows, exposições, saraus, gastronomia, rodas de samba, rap e hip-hop e oficinas de cinema, dança e iniciação musical.

 

– Somos a casa da diversidade e da cultura, sempre aberta a todos que queiram mostrar o seu talento e, é claro, para quem está ávido a curtir e descobrir a cena carioca das artes muito além do mainstream – ressalta a fundadora.

 

O Palco Lapa fica na Rua da Lapa, 145. Mais informações pelo telefone (21) 98231-0108 ou pelo site www.palcolapa145.com.br

“o que só passarinho entende” no Teatro Cesgranrio

o que só passarinho entende é um espetáculo teatral da Cia CobaiaCênica de Rio do Sul/SC, onde o ator pernambucano Samuel Paes de Lunaconta a história de uma personagem que vive no Vale do Jequitinhonha, nointerior do estado de Minas Gerais, mesclando com memórias de sua própriahistória em sua terra natal: Limoeiro. O espetáculo apresenta, de maneiralúdica e poética, a singularidade de uma mulher que, apesar de marcada pelasintempéries da vida, carrega a convicção de que o real valor e beleza de suaexistência estão no conhecimento empírico, diretamente ligado à natureza.Baseado no conto Totonha, do livro Contos Negreiros do autor tambémpernambucano Marcelino Freire, e inspirado na obra de Manoel de Barros, otexto de Agatha Duarte questiona os reais valores do ser humano, aquilo querealmente é necessário para estarmos em harmonia onde e com quemvivemos, e faz um contraponto necessário ao comportamento do homemcontemporâneo.A peça ​o que só passarinho entende​, dirigida pelo ator e diretorriosulense Thiago Becker, transpõe para a cena um cotidiano simples,explorando a poesia de uma maneira singela de se viver, sem deixar demergulhar fundo numa realidade que diz respeito a toda sociedade, abordandoquestões como a solidão, o abandono, a seca e o conhecimento popular emcontraponto ao erudito.

A peça estreou em outubro de 2018, encerrando a Feira do Livro de Riodo Sul e contou com a presença dos autores Marcelino Freire e Agatha Duartepara um bate-papo no final.Este trabalho, que já passou pelo 20° Festival Recife do Teatro Nacionalem novembro de 2018, foi selecionado para o Circuito Sesc EmCenaCatarina2019 onde passou por 24 cidades do estado de Santa Catarina de setembro anovembro de 2019.Serviço:Espetáculo: O que só passarinho entendeData: 06 a 29 de marçoDia/Horário: Sexta e Sábado 20h / Domingo 19hLocal: Teatro CesgranrioEndereço: Rua Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido, Rio de Janeiro – RJTel.: (21) 2103-9682Ingressos: R$40,00 / R$20,00

Ficha Técnica:Dramaturgia: Agatha DuarteConto Totonha: Marcelino FreireDireção: Thiago BeckerAtuação: Samuel Paes de LunaCenografia: Thiago BeckerCenotécnico: Edolino Neza SabinoFigurino: Cissa GuerraTrilha: Rodrigo FronzaProdução: Cia Cobaia CênicaDuração: 70 minutosClassificação Indicativa: 10 anosContatos: 21 979616647 / 47 996011115Sinopse:“​Oquesópassarinhoentende”éumespetáculoqueapresentademaneiralúdicaepoéticaasingularidadedeumamulherque,apesardemarcadapelasintempériesdavida,carregaaconvicçãodequeorealvalorebelezadesuaexistência estão no conhecimento empírico, diretamente ligado à natureza.

Samuel Paes de Luna (ator)Samuel Paes de Luna, pernambucano, é ator, bailarino e produtor cultural.Formado na Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Pena/RJ, em 2012.Atualmente reside em Rio do Sul, onde participa da Cia Artística Cobaia Cênicade Teatro e trabalha como professor de teatro na Fundação Cultural da cidade.Neste ano de 2019, estreou a contação de histórias Miguel, o cavalivreiro doPaís Sem Nome contra o dragão Ignorâncio na Feira do Livro de Rio do Sul, naqual também lançou o livro A Lenda do Rio Bernunça, ambos de sua autoria epara o público infantil; Em um lugar chamado Lugar Nenhum em parceria entreCobaia Cênica e Grupo Raiz e; a peça Romã. Circulou 24 cidades de SantaCatarina pelo EmCenaCatarina 2019 do SESC com o espetáculo o que sópassarinho entende. Com esse mesmo trabalho participouda mostra de teatro Cena Rio do Sul Embaixo da Ponte; em Pernambuco nosSESC’s LER São Lourenço da Mata e Surubim; Teatro Hermilo Borba Filho noRecife; no Rio de Janeiro SESC’s Quitandinha e Niterói; Teatro SESI Firjan emJacarepaguá; Teatro Armando Costa da Escola Técnica Estadual de TeatroMartins Pena; em 2018 Festival Recife do Teatro Nacional e encerrando aFeira do Livro de Rio do Sul que contou com a participação do autor MarcelinoFreire(SP) e Agatha Duarte(RJ). Com a versão leitura encenada do trabalhocirculou quatro cidades do interior de Pernambuco (Vitória, Bezerros, Goiana,Escada e Bonito), além de diversas apresentações em unidades do InstitutoFederal Catarinense, Biblioteca Nereu Ramos, feiras literárias de PresidenteGetúlio/SC e Pouso Redondo/SC. Participa como ator convidado da Cia deTeatro da Fundação Cultural de Rio do Sul no espetáculo O Auto daCompadecida.

Ministra a contação-oficina Conta pra mim? Por onde a criatividadeescapa baseado no texto A Lenda do Rio Bernunça de sua autoria e oficina deteatro Brincantes. Participou do espetáculo Balé Ralé da Cia Teatro deExtremos/RJ, texto de Marcelino Freire e direção de Fabiano Freitas, queesteve em cartaz no ano de 2018 no SESC Copacabana/RJ e SESCIpiranga/SP. Participou ainda de diversas montagens como Maia – A Lenda daMenina Água (Trupe do Experimento); Cidade das Donzelas (Troupp PasD’Argent); Sopro e Nossos Espaços Vazios (Núcleo de Pesquisa Corporal emDança para Atores); dentre outros. Em cinema, participou dos curtas AquiDentro dirigido por Gabriel Garcia (SC) e da websérie policial Sob Evidênciasdo Coletivo Alô Produção(SC). Também foi elenco do curta Mais Uma Noite, daUFF e Rei de Mim da produtora Melé. Fez parte do elenco da websérie BemAventurados da Fundação Cesgranrio, disponível no canal do youtube. Na TV,participou das novelas Além do Horizonte, Salve Jorge, Velho Chico, A Lei doAmor, Malhação, Rock Story, Segundo Sol e da série Justiça da Rede Globo; ORico e Lázaro, Belaventura e Jesus da Rede Record.Compôs o elenco da 2a Oficina de Atores para TV e Cinema da FundaçãoCesgranrio.

Pelo segundo ano, Teatro PetroRio das Artes abre inscrições para oficinas gratuitas de interpretação para crianças e jovens

Depois do grande sucesso do último ano, em que dezenas de crianças se reuniram semanalmente para ter os primeiros contatos com o universo cênico, o Teatro PetroRio das Artes, na Gávea, anuncia uma nova edição da sua oficina gratuita de interpretação, aberta ao público. Em 2019, os alunos que chegaram ao final do curso produziram duas montagens autorais, criadas coletivamente: “O Mundo das Diferenças” e “Tribos”. Para 2020, crianças e adolescentes de 10 a 16 anos que tenham interesse em artes cênicas, poderão se inscrever, a partir de 17 de fevereiro, a uma das 40 vagas disponíveis, com prioridade aos candidatos de baixa renda. As aulas ministradas pelos professores Zé Helou, Viviana Rocha e Tita Nunes terão início dia 04 de abril, no palco da casa, sempre aos sábados, em dois horários: 10h às 11h30 e 11h30 às 13h. Com oito meses de duração, as aulas novamente se encerrarão com uma montagem infanto-juvenil encenada no Tetro PetroRio das Artes.

Para se candidatar às vagas da oficina, os responsáveis deverão enviar e-mail para teatropetroriodasartes@petroriosa.com.br  até 20 de março, com nome completo do menor, data de nascimento, endereço e telefone de contato. Os selecionados serão anunciados pelas redes sociais do teatro (@teatropetroriodasartes e Facebook.com/TeatroPetroRiodasArtes), e através do contato direto da coordenação das oficinas.

Oficinas gratuitas de Interpretação do Teatro PetroRio das Artes

Crianças e adolescentes de 08 a 16 anos

A partir de 04 de abril de 2020

Sábados, das 10h às 11h30 e 11h30 às 13h

Inscrições até  20 de março através do e-mail: teatropetroriodasartes@petroriosa.com.br

Local – Shopping da Gávea: R. Marquês de São Vicente, 52 / 2º piso – Gávea

Evandro Santos, o Cristian Pior, se apresenta no Rio Retrô Comedy Club

Evandro Santos, nacionalmente conhecido pelo personagem “Cristian Pior”, fará show no Rio Retrô Comedy Club, Barra da Tijuca (RJ), no dia 29 de fevereiro. O mineiro de 44 anos, que participou também de programas como “A fazenda” da RecordTV, faz parte da bancada do “Pânico na rádio” na rádio Jovem Pan.

Para o seu show, chamado “Personas”, ele traz o seu humor divertido, humano, íntimo e interativo.

– O conceito parte do princípio que no reality que participei, me chamavam de “leva e traz” e “duas caras”. O que me incomodou, foi o “duas caras”, porque eu não sou “duas caras”, sou pelo menos umas “quinze caras”. Sou bonzinho, mau, romântico, solto, seguro, inseguro, generoso, vingativo…complete você mesmo – explica ele.

O Rio Retrô funciona junto ao Relíquias Bar e Restaurante localizado no Uptown Barra.

UPTOWN BARRA – Av. Ayrton Senna, 5500 – Bloco 10 ljs 108/109

Courvert Artístico – R$ 40,00

Compra antecipada Site Sympla –  R$ 30,00

Bilheteria da casa – Antecipado R$ 30,00 / na Hora R$ 40,00

Site: www.rioretrocomedyclub.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/rioretrocomedyclub

Peça ´Enquanto estamos juntos´ faz curta temporada no Rio

Depois da estreia, em Brasília, o espetáculo ´Enquanto estamos juntos´ faz curta temporada no Rio, no teatro Fashion Mall, em São Conrado, de 07 a 22 de março,  sábados, às 21h, e domingos, às 20h. No elenco, a atriz Rebeca Reis e o ator e diretor Bernardo Felinto, que assina o roteiro, ao lado de Isabelle Borges.

O espetáculo conta a história do casal Klei e Julia, que se conhece em um bar, se apaixona e inicia um romance com todos os detalhes e problemas que um relacionamento oferece. A partir daí, entra um dos grandes diferenciais da peça, quando cada expectador da plateia é transformado em terapeuta, e os personagens começam a relatar as suas maiores angústias. Além disso, os atores fazem pequenos monólogos, expondo as suas verdadeiras opiniões sobre relacionamento.

“A ideia surgiu porque decidi falar sobre um relacionamento focando no término, e não no início do amor. Para isso, busquei misturar drama e suspense, com uma boa pitada de comédia, levando o espectador a se envolver na trama”, diz o brasiliense Bernardo Felinto, formado pela New York Film Academy, nos Estados Unidos. No teatro, já atuou em mais de 25 peças, entre elas, `Não durma de conchinha´ e `Tudo Sobre Nossa Vida Sexual`, onde também assinou o roteiro. Na televisão, no ano passado, foi Kaara, um dos vilões de `Órfãos da Terra´, da TV Globo. Na mesma emissora esteve em ´Joia Rara´ e `Malhação´. Fundou o canal de humor `Só 1 Minuto´, com mais de 30 milhões de visualizações e 185 mil inscritos no Youtube. No cinema, fez uma participação no longa `Minha mãe é uma peça 3´, do ator Paulo Gustavo.

´Enquanto estamos juntos´ também virou curta-metragem e será lançado em março, em Brasília. Com os mesmos atores em cena, o projeto foi filmado, em 2019, e, em breve, estará em grandes festivais no Brasil e exterior.

 

SERVIÇO:

 

Peça: ‘Enquanto estamos juntos’

Local: Teatro Fashion Mall

Endereço: Estrada da Gávea, 899 – São Conrado, Rio de Janeiro

Telefone para informações: (21) 2111-4444

Temporada: 07 a 22 de março

Dias e horários: Sábados – 21h / Domingos – 20h

Valor dos ingressos: R$60

Link para compras online: https://bileto.sympla.com.br/event/64523

Forma de pagamento: Dinheiro e cartões de crédito e débito: Visa, Mastercard, Elo e Amex.

Duração do espetáculo: 70 minutos

Classificação etária: 14 anos

Lotação: 200 lugares

O teatro tem acesso para deficientes / acessibilidade? Tem acesso e cadeiras especiais.

Ficha Técnica:

Roteiro: Bernardo Felinto e Isabelle Borges

Elenco: Bernardo Felinto e Rebeca Reis

Iluminação: Camilo Soudant

Sonoplastia: Rodrigo Jolee

Produção executiva: Rafael Salmona e Bernardo Felinto 

Cenário e figurino: Bernardo Felinto e Rebeca Reis

Fotos de estúdio: Felipe Barreira / Grupo Magneto

Arte gráfica: Adriano Goulart / Grupo Magneto

Imagens da peça para divulgação: Rafael Morbeck

Assessoria de imprensa: GMP Assessoria de Imprensa

Gracias a La Vida ou Os Últimos Dias de Solidão de Robinson Crusoé

Livremente inspirado na obra de Jérôme Savary, na cultura latina e na célebre Violeta Parra, o espetáculo Gracias a La Vida ou Os Últimos Dias de Solidão de Robinson Crusoé estreia no dia 6 de março, sexta, no Teatro Nair Bello, às 21 horas.

A montagem é uma realização da Escola de Atores Wolf Maya, com adaptação e direção de Kleber Montanheiro, tendo no elenco alunos formandos da turma M6A da Escola. A temporada vai até o dia 15 de março com sessões às sextas-feiras e aos sábados, às 21 horas, e aos domingos, às 19 horas.

A peça é uma epifania lítero-carnavalizada circense, que conta a história de um homem que, após um naufrágio, consegue chegar a uma ilha deserta próxima, onde vive em profunda solidão. A lenda diz que esse homem existiu e a ilha se localiza no Chile. Ela foi primeiramente nomeada Santa Cecilia pelo seu descobridor, o capitão espanhol que ali chegou, oficialmente, em 22 de novembro de 1574. Numa época desconhecida, foi também chamada pelo nome do seu descobridor e, mais recentemente, por Más a Tierra (ou “Mais Próxima de Terra”).

 

O marinheiro escocês Alexander Selkirk permaneceu ali solitário por mais de quatro anos. Os relatos do navegante teriam dado vida a Robinson Crusoé, famoso personagem do livro homônimo de Daniel Defoe. A ilha tornou-se famosa por causa dessa história e, em 1966, o governo chileno deu-lhe o nome da personagem. O romance foi, originalmente, publicado em 1719, no Reino Unido, em forma de folhetim no The Daily Post, sendo o primeiro romance-folhetim da história. A obra é uma autobiografia fictícia da personagem-título, que passou 28 anos em uma remota ilha tropical próxima a Trinidad, refletindo sobre ética e moral, enfrentando canibais, cativos e revoltosos, antes de ser resgatado.

A adaptação para os palcos por Jérôme Savary foi feita no início da década de 1970. O trabalho desse diretor e ator de teatro argentino-françês democratizou e ampliou o apelo do teatro musical na França, reunindo e misturando gêneros como ópera, opereta e comédia musical. Foi com a Compagnie Jérôme Savary – que evoluiu para Le Grand Magic Circus e, finalmente, para Le Grand Magic Circus et Ses Animaux Tristes – que Savary encontrou o teatro de variedades, o circo-teatro e a linguagem burlesca.

Gracias a La Vida ou Os Últimos Dias de Solidão de Robinson Crusoé faz um paralelo com a atualidade – debochada, feroz e crítica, nessa montagem, adaptada e aproximada ao Brasil de nossos dias pelo diretor Kleber Montanheiro.

FICHA TÉCNICATexto: Estudo sobre a obra de Jérome Savary. Direção, adaptação e trilha: Kleber Montanheiro. Preparação vocal: Alessandra Zalaf. Criação de Luz: Beto Martins. Figurino: Elenco. Cenário: Kleber Montanheiro. Assistentes de direção: Douglas Lori Parisoto, Julia Chinelatto Eleutério, Madu Araújo e Milena de Almeda Silva. Produção executiva: Maristela Bueno. Produção: Rodrigo Trevisan e Renato Campagnoli. Designer gráfico: Felipe Barros. Coordenação pedagógica: Josemir Kowalick. Coordenação geral: Hudson Glauber. Realização: Escola de Atores Wolf Maya. Elenco: Bia Méll, Carol Lazarin, Catharina Viezzer, Edu Queiroz, Fernanda Novoa, Flávio Macch, Gonçalo Segre, Hiago Trindade, Letícia Nerak, Luana Pessi, Lucas Lorca, Nathi Oliveira, Raffah Beletti, Raissa Abreu, Ramon Fischer, Ricardo Paiva, Sabrina Nask, Sarah Angelis, Vic Baccarelli e Vinicius Fontana.

Serviço

Espetáculo: Gracias a La Vida ou Os Últimos Dias de Solidão de Robinson Crusoé

Temporada: 6 a 15 de março de 2020

Horários: sextas e sábados (às 21h) e domingos (às 19h)

Ingressos: R$ 30,00 (vendas na bilheteria do teatro)

Gênero: Tragicomédia. Duração: 90 min. Classificação: 12 anos.

Bilheteria: quarta a sábado (15h às 21h) e domingo (15h às 19h).

Teatro Nair Bello

Rua Frei Caneca, 569 – Shopping Frei Caneca, 3º Piso. Centro – SP/SP.

Tel: (11) 3472-2414. Capacidade: 201 lugares.

Ar condicionado. Acessibilidade.

http://wolfmaya.com.br/| Nas redes: @escolawolfmaya

“Mulher Multidão” no Laura Alvim

Ao se aprofundar no movimento feminista, a poeta e performer Maria Rezende sentiu a urgência de criar um espetáculo que, com potência e humor, mostrasse as forças e fragilidades da mulher contemporânea. Assim nasceu “Mulher Multidão”, que, depois de ensaios abertos no Rio e em Salvador, estreia, dia 10 de março, na Casa de Cultura Laura Alvim/Espaço Rogério Cardoso, em Ipanema, um espaço da FUNARJ. Temas como amor, autoestima, relacionamento abusivo, estupro e a relação com o próprio corpo são levados à cena em poemas autorais dos quatro livros da artista e obras de poetas novas e consagradas.

 

Ao idealizar Mulher Multidão”, Maria Rezende, que tem um trabalho de 20 anos com a poesia falada, se cercou de referências. Além dos movimentos feministas contemporâneos e em notícias de jornal, a poeta se inspirou em  livros como “The Beauty Myth”, de Naomi Wolf; “Mulheres que correm com lobos”, de Clarissa Pinkola Estés; “Os homens explicam tudo para mim”, de Rebecca Solnit; Teoria King Kong”, de Virginie Despentes, e na poesia de Adélia Prado, Elisa Lucinda, Viviane Mosé, Mel Duarte, Marina Colasanti, entre outras artistas.

 

“Quero jogar luz sobre a constante pressão sofrida pelas mulheres, os ideais inatingíveis de beleza, a exigência da perfeição do corpo e da juventude, a inequidade salarial, a transformação do desejo de “poder ser tudo” na obrigação de “ter que ser tudo”, a violência física, sexual, moral, e também nossas potências, a força do sagrado feminino, a escolha ou não pela maternidade e a delicadeza dos afetos”, enumera Maria.

 

O projeto começou a ser idealizado após o encontro com a cantora espanhola Amparo Sanchéz, com quem criou a performance poética musical ‘Hermanas, desdobrada em disco e livro no ano passado. O bem-sucedido resultado do trabalho, cujo fio condutor era a força feminina, motivou Maria a aprofundar seu mergulho artístico no tema.

 

“Depois que a Amparo foi embora, fiquei órfã. Queria continuar a falar sobre as questões feministas e não poderia depender da presença dela porque, afinal, moramos muito longe. Então, resolvi criar um novo espetáculo, com outra seleção de poemas e conversas com a plateia entre as obras”, explica. “Eu descobri, há relativamente pouco tempo, que sou feminista. Eu achava que fosse um assunto resolvido, uma luta já ganha, porque a gente vota, faz sexo antes do casamento, se divorcia. Aí, comecei a ir a atos feministas e me identifiquei completamente. Eu acredito nessas batalhas porque, no final das contas, não chegamos onde queremos e ainda querem tirar direitos nossos. Temos muita luta pela frente!”, conclui.

 

Mulher Multidão” é um verso do poema “Pulso aberto”, escrito por Maria Rezende e dedicado ao uruguaio Eduardo Galeano, em que a poeta diz “Somos as que evitam o desastre / as que inventam a vida as que adiam o fim/ mulher, multidão”.

 

 

Sobre Maria Rezende

 

Maria Rezende é poeta, performer, montadora de cinema e televisão e celebrante de casamento. Publicou os livros “Substantivo Feminino” (2003), “Bendita Palavra” (2008), Carne do Umbigo (2015) e “Hermanas (2019), esse em parceria com Amparo Sánchez. Por sua poesia, recebeu elogios de nomes como Manoel de Barros, Eduardo Galeano e Ferreira Gullar. “É poesia substantiva mesmo. A mulher inteira dentro das palavras. Poesia é fenômeno de linguagem do que de ideias. Isso você sabe. Sendo assim, você é poeta”, elogiou Manoel de Barros sobre seu livro de estreia.

 

Em seus vinte anos de vida literária, se apresentou por todo Brasil e também em Portugal, Espanha e Argentina. Seu trabalho encantou o escritor Marcelino Freire, que diz na orelha de Carne do Umbigo: “Tua poesia, mulher, me faz caminhar. Sem peso, sou depois dela, para a eternidade, um outro sujeito. Minha costela, meu esqueleto. Eu te mando meus ossos por completo. Toda vez que te ouço recitar teus versos. Eu fico bambo, bobo. Fico elétrico.

 

 

 

Ficha técnica:

 

Concepção e idealização: Maria Rezende

Texto: Maria Rezende e poemas de Elisa Lucinda, Viviane Mosé, Mel Duarte, entre outras

Cenário: Larissa Cunha e Raphael Vinagre

Produção: Livian Das Valias

Luz: Fernanda Mantovani

Figurino: Estum

Design: David Lima

 

Serviço:

Mulher Multidão – Recital de Maria Rezende

Temporada: 10 de março a 1º de abril

Casa de Cultura Laura Alvim / Espaço Rogério Cardoso: Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema

Telefone: (21) 2332-2015

Dias e horários: Terça e quarta, às 19h.

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).

Lotação: 53 pessoas

Duração: 50 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Funcionamento da bilheteria: de terça a sexta, das 16h às 21h; sábado, das 15h às 21h, e dom e feriados, das 15h às 20h.

                                                      

“O Gigante Adamastor” na Mário de Andrade

Baseado no Canto V de Os Lusíadas, de Luiz Vaz de Camões, o espetáculo O Gigante Adamastor reestreia dia 1º de março, domingo, às 11 horas, no auditório da Biblioteca Mário de Andrade, com ingressos gratuitos.  A temporada vai até dia 29 de março. A peça ganhou o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem Premiado , na categoria Melhor Iluminação (Robson Lima), e foi eleita uma das melhores de 2018 pelo Guia da Folha.

A peça conta a história de Pedro e seu irmão caçula Zito, moradores de uma cidade praiana que recebe um circo misterioso. Com a chegada da trupe e o sumiço de Pedro, Zito terá de desvendar grandes mistérios e enfrentar seres mitológicos nesse circo mágico. Em cena, os atores trocam de personagens para contar a história de um gigante que cai de amores por uma delicada ninfa que o rejeita. O sofrimento do grandalhão faz com que ele sopre sobre o mar, gerando ondas enormes no cabo das tormentas onde navios acabam naufragando. A encenação, segundo o diretor Roberto Morettho, não é realista.

Os atores fazem às vezes de narradores, personagens e ainda manipulam bonecos. Os papeis também não são fixos e nem dependem dos gêneros dos intérpretes –  o ator Wilson Saraiva também interpreta mulheres e as atrizes Diane Boda e Samira Pissinatto, homens. “A ideia de criar uma peça a partir do personagem do Gigante Adamastor, da obra de Camões, originalmente foi do Roberto Morettho (diretor) e dos artistas da companhia O Grito”, diz Heloisa Prieto, que assina o texto com os demais membros da cia.

Coxia aberta

 

“A coxia é aberta para que o público veja o que está sendo preparado para as próximas cenas. Longe do naturalismo ou do realismo, a peça encara o teatro como um jogo que vai sendo compartilhado com a plateia”, diz Roberto. A adaptação é do Canto V do livro Os Lusíadas (a maior obra portuguesa de todos os tempos), um poema épico sobre o período das Grandes Navegações. O Gigante Adamastor é uma figura simbólica criada pelo poeta para retratar os perigos e desafios enfrentados pelas embarcações portuguesas quando passavam perto do Cabo das Tormentas (também conhecido como Cabo da Boa Esperança), região localizada no extremo sul do continente africano.

Heloísa Prieto propôs uma sub-narrativa em que dois adolescentes e uma criança vivenciam uma situação parecida com a proposta pelo Canto V de Os Lusíadas. Os figurinos não correspondem ao gênero masculino ou feminino, o que contribui mais para a versatilidade dos artistas em seus diferentes papeis. A trilha sonora, baseada nos versos de Camões, acompanha o clima de todo o espetáculo, escapando do realismo e apostando nas sensações trazidas pelo livro do autor português. “Criamos uma trilha mais psicodélica e onírica”, conclui Roberto.

Críticas –

Nas palavras de Dib Carneiro Neto: “[…]é uma encenação vertiginosa, que não nos dá fôlego, e, ao final, não saímos cansados, saímos querendo mais.” (jornalista, crítico teatral e jurado do Prêmio APCA).

De acordo com Mônica Rodrigues da Costa: “…A música reforça o lirismo e inclui cantos belos, como o do início: O mar é casado/ O mar também tem mulher/ É casado com a areia/ Dá-lhe mil beijos quando quer…

(jornalista, especializada em criança, da Folha de S.Paulo, crítica teatral e jurada do Prêmio APCA)

Sinopse


Zito é irmão caçula de Pedro e o segue pela cidade toda, essa parceria fica em risco com a chegada de um circo misterioso na cidade e o sumiço do irmão mais velho. Para ter seu irmão de volta, Zito terá que desvendar grandes mistérios e enfrentar seres mitológicos nesse circo mágico.

 

Ficha Técnica

 

Direção e Encenação: Roberto Morettho. Dramaturgia: Cia O Grito, Inspirada no original de Heloisa Prieto. Elenco: Diane Boda, Samira Pissinatto e Wilson Saraiva. Direção Musical e Trilha Sonora: Maurício Maas. Assistência de Direção: Wilson Saraiva.  Participação Especial nas Trilhas: Manoela Amaral. Operação de Som: Roberto Morettho. Vozes dos Poemas: Julia Irajá e Matheus Manfrim. Iluminação: Robson Lima. Operação de luz: Tote Justino. Versão Musicada do poema Adamastor: Manoela Amaral. Coordenação de Cenário, Figurinos e Adereços: Telumi Hellen. Assistentes de Cenografia: Angeli Cristie, So Ra Lee e Gabriela Gatti. Oficina de Jogos e Brincadeiras Populares: Mestre Tião Carvalho (Grupo Cupuaçu). Confecção de Livro: Clau Carmo (Cenógrafo/Figurinista Convidado). Confecção de Bonecos das Personagens: Camila Olivetti, Paula Rosa. Assistente de adereços: Larissa Santos. Costura: Salete André Silva. Produção Geral: Wilson Saraiva. Produção Artística: Companhia O Grito. Fotos: Felipe Oliveira.

Serviço

 

O Gigante Adamastor. Reestreia: Dia 1º de março, domingo, às 11 horas. Local: Auditório Rubens Borba de Morais da Biblioteca Mário de Andrade. Rua da Consolação, 94 – República. Tel. (11) 3775-0020. Temporada: De 1º a 29 de março. Horário: Domingo, às 11horas. Ingressos grátis, senhas distribuída uma hora antes do início do espetáculo. Classificação: Livre. (indicada para crianças a partir de 6 anos). Duração: 50 minutos. Acesso para portadores de necessidades especiais. Capacidade: 175 lugares. Informações para a imprensa e fotos: Opera Prima Cultural / (11) 2157-3817 / 98303 18 17 – Com Vitor – info@operaprima.art.br

Jazz com tempero latino agita a Lapa

Jazz com tempero latino. Essa é a proposta da banda DS Grooves, liderada pelo saxofonista, clarinetista, compositor e arranjador uruguaio Daniel Santos, que faz show no Palco Lapa 145 na terça-feira, 18 de fevereiro, às 20h, na Lapa.

Com mais de 30 anos de carreira e participações em diversos projetos e Big Bands na América Latina, Santos apresenta músicas autorais, clássicos fusionados com ritmos latinos e canções de expoentes como Paquito D’Rivera, Chucho Valdés, João Donato e Arismar do Espírito Santo. Acompanham Renan Francioni, no teclado, e Eduardo Lolo Risso, na bateria. A entrada é franca, mas o público pode fazer uma contribuição consciente ao longo do espetáculo.

Palco da diversidade

Criado pela cantora Rosângela Si, o Palco Lapa 145 abre as portas com o intuito de ser uma casa dos artistas e seus movimentos no bairro mais boêmio do Rio de Janeiro, a Lapa. Com uma programação eclética, o casarão do final do século XIX está totalmente antenado com o nosso tempo, abraçando a diversidade e as manifestações artísticas em estado puro com festivais, shows, exposições, saraus, gastronomia, rodas de samba, rap e hip-hop e oficinas de cinema, dança e iniciação musical.

– Somos a casa da diversidade e da cultura, sempre aberta a todos que queiram mostrar o seu talento e, é claro, para quem está ávido a curtir e descobrir a cena carioca das artes muito além do mainstream – ressalta a fundadora.

O Palco Lapa fica na Rua da Lapa, 145. Mais informações pelo telefone (21) 98231-0108 ou pelo site www.palcolapa145.com.br

Cordão da Bola Preta no Quartas Brasileiras

O carnaval chega mais cedo ao Méier. Bloco mais tradicional e querido do Brasil, o Cordão da Bola Preta promove um baile animado no Centro Cultural João Nogueira – Imperator, dentro do projeto Quartas Brasileiras, no dia 19 de fevereiro, às 16h. Este será o quarto baile pré-carnaval com o bloco, que lotou a casa nas edições anteriores.

Comemorando seus 102 anos agora em 2020, sempre na defesa do tradicional carnaval carioca, o Bola Preta leva o público para cair na folia ao som de marchinhas consagradas como “Mamãe, eu quero”, “A jardineira”, “Me dá um dinheiro aí”, “Alá-lá-ô” e, claro, “A marcha do Cordão da Bola Preta”, considerada o hino da agremiação, composta por Nelson Barbosa e Vicente Paiva.

E, para animar ainda mais, vai ter concurso de fantasias! Vale caprichar no look porque haverá premiação para três categorias: a fantasia mais bonita, a mais original e a mais engraçada.

Uma ótima oportunidade para reviver a tradição dos antigos bailes de carnaval!

“Vem pro Bola, meu bem”! Vem para o Quartas Brasileiras no Imperator!

 

O Cordão da Bola Preta

Fundado em 2018, o Cordão da Bola Preta sempre teve uma banda de carnaval própria formada por associados, músicos militares e frequentadores do clube.

A partir da década de 1950, com a inauguração da sede própria na Avenida Treze de Maio, 13 – 3° andar, o Bola organizou uma banda com músicos profissionais de forma a valorizar os seus desfiles e bailes de carnaval, a maior das suas festas e razão da existência do “quartel-general do carnaval”.

Com o passar dos anos, principalmente a partir de 1975 até os dias atuais, a Banda do Cordão da Bola Preta passou a tocar não só nos eventos do bloco, como também em todos os grandes bailes de carnaval da Cidade Maravilhosa.

Com a revitalização do carnaval nos anos 2000, a Banda do Cordão da Bola Preta passou a se apresentar, antes e durante os dias de folia,  em cidades do interior do estado do Rio de Janeiro, como São João da Barra, Miguel Pereira, Paracambi, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Iguaba, Barra do Piraí, Itaboraí, Paraíba do Sul, Petrópolis, Araruama, Três Rios, São Gonçalo e Niterói; e até mesmo em outros estados, a exemplo de Minas Gerais (Juiz de Fora), Sergipe (Aracaju), Pernambuco (Recife), Ceará (Fortaleza), São Paulo (Caraguatatuba, São Carlos e São José do Vale do Rio Preto), Amazonas (Manaus) e Espírito Santo (Cachoeiro do Itapemirim).

Em 2018 e 2019, o Cordão da Bola Preta tocou no Baile de Gala do Copacabana Palace.

 

Todo o sucesso deve-se à tradição da mais antiga instituição em atividade no carnaval carioca: o Cordão da Bola Preta, que tem, como lema, “Tradição, Paz, Amor e Folia”.

 

Serviço:

Cordão da Bola Preta no Quartas Brasileiras

Data: 19 de fevereiro (quarta-feira)

Horário: 16h  – COM SESSÃO EXTRA ÀS 19H30

Endereço: Rua Dias da Cruz 170, Méier

Contato: (21) 2597-3897

Classificação etária: Livre

Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)

Lotação da casa: 724 lugares

“Três Verões” estreia em 19 de março

TRÊS VERÕES, novo filme da diretora Sandra Kogut (Mutum e Campo Grande), estreia em circuito comercial em 19 de março, depois de ser exibido em diversos festivais nacionais e internacionais. O longa fez estreia mundial no Festival de Toronto e já garantiu à Regina Case dois prêmios por seu papel como Madá: o Redentor de Melhor Atriz do Festival do Rio e o prêmio de Melhor de Atriz no Antalya Golden Orange Film Festival, na Turquia.

Através do olhar de Madá (Regina Casé), uma caseira num condomínio de luxo à beira mar, acompanhamos o desmantelamento de uma família em função dos dramas políticos que abalaram o país. TRÊS VERÕES se passa ao longo de três anos consecutivos (2015, 2016 e 2017), sempre na última semana do ano, entre o Natal e o Ano Novo, na luxuosa casa de veraneio da família. O personagem de Madá está entre dois mundos, ela é dona da casa sem ser: Madá manda nos empregados, mas é também submissa aos patrões.

TRÊS VERÕES nasceu do desejo da diretora Sandra Kogut de falar sobre o que vem acontecendo no Brasil nestes últimos anos através de personagens que estão geralmente num canto do quadro. Ou fora da tela. Os figurantes, os invisíveis. O que acontece com aqueles que orbitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida destes desmorona? De que maneira eles sofrem as consequências?

Além de Regina Casé, Rogério Fróes, Otávio Muller e Gisele Fróes, completam o elenco do filme Carla Ribas, Carol Pismel, Wilma Melo, Luciano Vidigal, Jessica Ellen e Daniel Rangel. No Brasil, TRÊS VERÕES é distribuído pela Vitrine Filmes, e tem previsão de estreia em março de 2020.

SINOPSE:   
A cada verão, entre Natal e Ano Novo, o casal Edgar e Marta recebe amigos e família na sua mansão espetacular à beira mar. Em 2015 tudo parece ir bem, mas em 2016 a mesma festa é cancelada. O que acontece com aqueles que gravitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida deles desmorona? Através do olhar de uma empregada e de um velho patriarca, ambos vítimas do sonho neoliberal, vemos um retrato do Brasil contemporâneo, imediatamente antes de 2018.

FICHA TÉCNICA:  
Direção: Sandra Kogut
Elenco: Regina Casé, Otávio Muller, Gisele Fróes, Rogério Fróes, Carla Ribas, Carol Pismel, Wilma Melo, Luciano Vidigal, Jessica Ellen e Daniel Rangel
Produção: Marcello Ludwig Maia e Laurent Lavolé
Produtor Associado: Carlos Diegues
Roteiro: Sandra Kogut e Iana Cossoy Paro
Direção de Fotografia: Ivo Lopes Araújo
Montagem: Sergio Mekler  e Luisa Marques
Trilha Original: Berna Ceppas
Direção de Arte: Marcos Pedroso e Thales Junqueira
Figurino: Marina Franco
Maquiagem: Ricardo Tavares
Produção de Elenco: Marcela Altberg
Som Direto: Bruno Armelin
Edição de Som: Tomás Alem e Vincent Guillon
Direção de Produção: Flávia Rosa Borges
Produção Executiva: Marcello Ludwig Maia
Assistente de direção: Lara Carmo
Consultoria: Monica Almeida
Distribuição: Vitrine Filmes

SOBRE A DIRETORA  
Sandra Kogut fez seus primeiros trabalhos em 1984 e desde então vem utilizando diferentes mídias e formatos : ficções, documentários, filmes experimentais, instalações. Participou de exposições no Brasil e no exterior. Em 1996 foi uma das criadoras do programa “Brasil Legal”, na Tv Globo, do qual foi a diretora-geral. Realizou a série experimental “Parabolic People” (rodada em Paris, Nova Iorque, Moscou, Tókio, Dakar e Rio) produzida pelo CICV Pierre Schaeffer (França); o curta “Lá e Cá” (com a atriz Regina Casé, co-produzido pela Tv francesa Canal Plus e pela Fundação McArthur nos Estados Unidos), os premiados documentários “Adiu Monde” e “Passagers d’Orsay” (produzido pelo Museu d’Orsay junto com a televisão francesa). Seu documentário “Um Passaporte Húngaro” (França/ Bélgica / Hungria / Brasil) foi lançado nos cinemas brasileiros em 2003, recebendo prêmios internacionais e sendo objeto de estudos e teses em vários países. Seus trabalhos foram premiados em diversos festivais internacionais  (Rio, Berlin, Oberhausen, Kiev, Leipzig, Locarno, Havana, Rotterdam e muitos outros)  e foram exibidos no MoMA em NY,  Guggenheim Museum, Forum des Images em Paris, Harvard Film Archives nos EUA (onde foi realizada uma retrospectiva completa) entre outros. “Mutum” seu primeiro longa-metragem de ficção – baseado no livro “Campo Geral” de João Guimarães Rosa – teve sua estreia mundial no Festival de Cannes 2007, na Quinzena dos Realizadores, recebendo mais de vinte prêmios nacionais e internacionais, e foi lançado comercialmente numa dezena de países.
“Campo Grande” seu último longa-metragem de ficção, uma coprodução Brasil/França, teve estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto e foi premiado nos festivais do Rio, Mar del Plata, Havana, Málaga entre outros.
Em 2011/2012 Sandra passou um ano em Berlim como convidada da DAAD Berliner Künstlerprogramm.Foi professora na Escola Superior de Belas Artes em Strasbourg (França) e nas universidades americanas de Princeton, Columbia (Film Program) e University of California San Diego / UCSD. Foi Visiting Scholar na New York University  entre 2008 e 2011.
Há três anos é comentarista do programa Estudio i, na Globonews.

SOBRE A REPÚBLICA PUREZA   
Produtora independente que completa 25 anos em 2020, a República Pureza traz como destaques de sua trajetória filmes como “Amarelo Manga”, “Febre do Rato” e “Big Jato”, de Claudio Assis, “Um Passaporte Húngaro”, de Sandra Kogut, “Erva do Rato” e “Educação Sentimental”, de Julio Bressane, “A História da Eternidade”, de Camilo Cavalcante, “Um Filme de Cinema”, de Walter Carvalho, “Faroeste Caboclo”, de René Sampaio, “A Frente Fria que a Chuva Traz”, de Neville de Almeida, e “O Beijo no Asfalto”, de Murilo Benício, entre outros.
Além de “Três Verões”, a produtora tem entre seus lançamentos mais recentes “Domingo”, de Fellipe Barbosa e Clara Linhart, em cartaz nas salas, e “Piedade”, mais novo filme de Claudio Assis. Para o início do próximo ano, dois filmes baseados em romances de Clarice Lispector que coproduziu, “A Paixão Segundo GH”, de Luiz Fernando Carvalho, e “O Livro dos Prazeres”, de Marcela Lorde, e mais o drama “Pérola”, de Murilo Benício, baseado na primeira peça de Mauro Rasi a chegar ao cinema.

SOBRE A GLOBO FILMES   
Desde 1998, a Globo Filmes já participou de mais de 300 filmes, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, a filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, documentários, dramas e aventuras, apostando na diversidade e em obras que valorizam a cultura brasileira. A Globo Filmes participou de alguns dos maiores sucessos de público e de crítica como, ‘Tropa de Elite 2’, ‘Minha Mãe é uma Peça 2’ – com mais de 9 milhões de espectadores -, ‘Se Eu Fosse Você 2’, ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’, ‘Getúlio’, ‘Carandiru’, ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar e Bacurau que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. Suas atividades se baseiam em uma associação de excelência com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais.

SOBRE A VITRINE FILMES   
Em nove anos, a Vitrine Filmes distribuiu mais de 150 filmes. Entre seus maiores sucessos estão “Aquarius”, “O Som ao Redor”, e “Bacurau” de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, longa que já alcançou mais de 750.000 espectadores, além de “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, representante brasileiro do Oscar deste ano, “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro, e “O Filme da Minha Vida”, de Selton Mello.
Entre os documentários, a distribuidora lançou “Divinas Divas”, dirigido por Leandra Leal e “O Processo”, de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional.
Em 2020, ano em que completa 10 anos, a Vitrine Filmes já lançou “O Farol”, de Robert Eggers, indicado ao Oscar de Melhor Fotografia, e ainda lançará “Três Verões”, de Sandra Kogut, o premiadíssimo A Febre, de Maya Da-Rin, e “Você Não Estava Aqui”, novo longa de Ken Loach, ainda no primeiro semestre.

Oficina de Congado Mineiro acontece na Casa do Jongo, neste domingo

O mês de fevereiro certamente remete carnaval, dança, ritmos. E é nesse embalo de muita alegria, que no próximo domingo (16), na Casa do Jongo, das 10h às 13h, acontece a Oficina de Congado Mineiro, ministrada por Katia Arracelle, atriz, dançarina e Capitã da guarda de congo de Nossa Senhora do Rosário.

Ritualmente essas duas expressões culturais, o congado e o jongo são diferentes, mas com o olhar mais atento elas revelam inúmeros diálogos concordantes, especialmente referente às memórias da África, da escravidão e as lutas políticas contra a desigualdade social e ao preconceito racial.  É visível a força da oralidade e também os conhecimentos que se pode obter sobre essas festas e seus integrantes através dos pontos. Estes fazem parte da história desses grupos sociais e alguns são cantados há muito tempo.

O congado é uma manifestação cultural de origem afro-brasileiro, que ocorre especialmente no Estado de Minas Gerais, realizando uma conexão entre as culturas africana, europeia e indígena. Dos diversos elementos que compõem o Congado, a música ocupa importante papel, dando movimento e forma ao ritual, promovendo o contato do mundo físico com o mundo sagrado. As vestes coloridas fazem referências aos seus santos devocionais, por empatia e beleza ou por estarem associadas à religiosidade afro-brasileira.

O jongo, por sua vez, é uma forma de expressão que integra percussão de tambores, dança coletiva e elementos mágico-poéticos, que tem suas raízes nos saberes, ritos e crenças dos povos africanos, sobretudo os de língua Bantu. O Jongo consolidou-se entre os escravos que trabalhavam nas lavouras de café e cana de açúcar, localizadas no Sudeste brasileiro. É um elemento de identidade e resistência cultural para várias comunidades e também espaço de manutenção, circulação e renovação do seu universo simbólico.

 “Cada um tem as suas particularidades e encantos. O Congado e o Jongo na verdade caminham lado a lado conscientizando as suas comunidades sobre a necessidade de conhecerem suas histórias da África, do tráfico e do cativeiro, para que assim continuem a lutar por melhores condições de vida e também orgulharem-se de serem negros. É através das danças, dos festejos, que as lutas políticas se concretizam. O congado e o jongo são elementos importantes para a luta contra o racismo”, finaliza a Capitã da guarda de congo de Nossa Senhora do Rosário, Katia Aracelle.

O domingo será de muito aprendizado, de muita troca. A entrada do evento vai contar com uma contribuição consciente no valor sugerido de R$30,00.

SERVIÇO:
Quando: Domingo, das 10h às 13h
Endereço: Rua Silas de Oliveira, 101, Madureira
Telefone: (21) 3457-176
Site: http://www.jongodaserrinha.org.br

Dragão7 estreia O Portal Encantado, teatro para bebês, no Teatro das Artes

O Grupo Dragão7 de Teatro estreia no dia 7 de março (sábado, às 11 horas) o espetáculo de bonecos para bebês O Portal Encantado, no Teatro das Artes, com direção de Creuza F Borges.

Com enredo sensorial e lúdico, O Portal Encantado apresenta a criação do universo a partir do átomo e suas combinações, dando origem à matéria. A viagem passa pelo surgimento das estrelas, das galáxias, dos planetas, da Terra, dos continentes, das florestas.

Explorando os efeitos de luzes e de cores, a encenação chega à Floresta Amazônica, trazendo para os pequeninos a exuberância de sua fauna e flora, apresentando-lhes o índio, além de mitos, lendas e seres da Amazônica: o boto, o curupira, o canto do uirapuru, a arara azul e a boiuna (cobra grande).

O roteiro foi desenvolvido conjuntamente por Sérgio Portela, Creuza F Borges e pelas atrizes manipuladoras Mônica Negro e Marisa Mainarte. Às falas coube somente o papel necessário, a exemplo do jogo com sinônimos de palavras ou coisas na língua tupi-guarani. No espetáculo predominam o visual, as sensações e o encantamento dos bonecos, criados por Lucas Luciano.

O Dragão7 de Teatro é uma companhia que atua, desde 1988, tendo em seu repertório várias montagens, adultas e infantis, que já foram apresentadas em palcos nacionais e internacionais. Atualmente, com O Portal Encantado, investe nessa nova linguagem, que vem sendo explorada em vários países: o teatro para bebês de seis meses a quatro anos de idade. Em novembro de 2019, aconteceram quatro sessões muito bem sucedidas no Teatro Sérgio Cardoso, estimulando o grupo a colocar o espetáculo em cartaz.

Ficha TécnicaIdeia original e direção: Creuza F Borges. Assistência de direção e direção de bonecos: Aílton Rosa. Concepção e roteiro: Mônica Negro, Marisa Mainarte, Sérgio Portela, Creuza F Borges. Elenco: Mônica Negro e Marisa Mainarte. Direção de movimento: Júnior Lima. Criação cenográfica: Lucas Luciano e Sérgio Portella. Produção de bonecos e adereços: Direção – Lucas Luciano; equipe – Tetê Ribeiro, Vivian Oliveira, Silas Caria, Sidnei Caria e Aílton Rosa. Design de luz: César Pivetti. Trilha e operação de som: Carlos Henrique. Operação de luz: Sérgio Portella. Fotos: Ailton Rosa. Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicação.

Produção e realização: Dragão7 – Produções Artísticas.

Serviço

Teatro para bebês: O Portal Encantado

Estreia: 7 de março, sábado, às 11h

Temporada: 7 a 28 de março de 2020, sábados, às 11h

Ingresso: R$ 70,00 (meia-entrada: R$ 35,00) – Combo com 4 ingressos: 200,00

Duração: 35 min. Indicação de idade: 6 meses a 5 anos. Capacidade: 144 lugares.

www.dragao7.com.br | Facebook: @GrupoDragao7.

Ingressos online: https://www.sympla.com.br/. Reservas: 11 97012-7966

Teatro das Artes – Shopping Eldorado

Av. Rebouças, 3970 – 3º Piso – Pinheiros. São Paulo/SP

Telefone: (11) 3034-0075. Capacidade: 769 lugares.

http://teatrodasartessp.com.br/

“Amor em 79:05” na Giostri Livraria Teatro

O ator Josemir Kowalick volta ao cartaz com o espetáculo Amor em 79:05”, na Giostri Livraria Teatro. A reestreia acontece no dia 7 de março, sábado, às 21 horas. A montagem é uma adaptação do diretor Elias Andreato para o livro homônimo de Vinícius Márquez, cuja estreia foi em 2016.

Com abordagem contemporânea, a montagem apresenta um escritor de meia idade em momentos de solidão, vivenciando o amor em seus múltiplos sentidos. Amor em 79:05” mostra os sentimentos, as frustrações, os desejos e as derrotas da personagem sob intensa égide poética.

E em pleno momento criativo, o homem imagina seu encontro com um jovem e belo rapaz (vivido por Eduardo Ximenes) e relata um cotidiano fictício desse relacionamento homoafetivo. Ele expõe as dificuldades da relação, alternando devaneios, discussões e momentos de ternura. As imagens são difusas. O jogo entre imaginação e realidade sugere também a possibilidade de ser o jovem quem escreve a história. “O que fica claro na peça é a certeza de que o artista é capaz de todas as fantasias. Para falar de uma dor é preciso inventar uma história”, comenta o diretor Elias Andreato.

A presença desse jovem em cena não tira o caráter de monólogo da peça, pois sua presença é quase etérea. Os diálogos não chegam a ocorrer, são solitários. A presença do interlocutor – imaginário ou não – reforça o sentido das palavras e atinge de forma eficaz aquele a quem são destinadas. “O jovem representa a presença da ausência nesse momento de amor e dor”, explica Josemir Kowalick. “Esse rapaz pode representar também um desejo do escritor, projetado em sua cama”, completa o diretor.

Andreato argumenta que Amor em 79:05” discute a relação do tempo com o amor e a solidão. “O texto mostra a intensidade de um relacionamento, independente da opção sexual, e nos faz pensar nas relações afetivas que, hoje, são tão efêmeras, quando não se valoriza o contato direto, quando a tecnologia pode substituir a intensidade do toque, do olhar próximo”. Ele completa: “há falta de tempo para falar de si, das angústias; muitas pessoas querem mesmo é provar publicamente, nas redes sociais, o quanto são felizes”.

A trilha sonora original do espetáculo – assinada por Fábio Sá – traz duas canções com letras de Elias Andreato, interpretadas (em gravação) por Josemir Kowalick. O diretor também criou o cenário (o quarto do escritor) com poucos objetos: poltrona, cama e persiana (esta possibilita frestas e transparências sem delimitar ou fechar o ambiente). A cenografia é composta também por projeções que reportam à natureza, sugerindo um universo lúdico em contaste com as dores expostas pela personagem. A ficha técnica tem ainda Leo Sgarbo no figurino, Rodrigo Alves “Salsicha” na iluminação e Daniel Torrieri Baldi na produção.

Para Josemir Kowalick, a montagem propõe cumplicidade com o público, ao apresentar questões afetivas inerentes a todas as pessoas de forma sensível e, ao mesmo tempo, dura e direta. “Sempre é importante falar de amor, em todos os tempos, principalmente agora”.

Este é um momento ímpar para Josemir Kowalick em 29 anos de carreira como ator e diretor teatral, 19 deles dedicados também à docência em artes cênicas. Seus trabalhos mais recentes foram Ator Mente (de Steven Berkoff, direção de Marco Antônio Pâmio), Abajur Lilás (de Plínio Marcos, direção de André Garolli), Os Anjos da Praga (de Marcelo Marcus Fonseca) e Pano de Boca (de Fauzi Arap, direção de Marcelo Marcus Fonseca). O artista lembra também com afeto que dirigiu ator e crítico teatral Alberto Guzik (1944-2010) em O Monólogo da Velha Apresentadora, sua última incursão em cena.

Sobre o livro, por Elias AndreatoQuando li o livro de Vinícius Márquez pensei em todos os amores que perdi e tantos que não tive coragem de viver intensamente por medo ou preconceito meu ou dos outros. Senti um profundo desprezo por mim mesmo. Chorei até sentir dó de mim. Busquei Oscar Wilde, Clarice Lispector e Pessoa, quando diz que a vida chega a ranger… A dor de quem ama é imensa… Mas a felicidade do enquanto dure é eterna. Mesmo sendo a solidão o fim de quem ama, preciso me arriscar mais e não importa a idade do meu coração. E daí se eu ouvir um não? Quero amar e isto basta. Amar ainda é melhor do que não amar e não ser amado. O teatro sobrevive há séculos falando de amor. Como artista, tenho estudado esta matéria obcecadamente… Não é possível que eu fique de recuperação para sempre.

Ficha técnica

Autor: Vinícius Marquez. Direção e adaptação: Elias Andreato. Elenco: Josemir Kowalick e Eduardo Ximenes. Cenografia: Elias Andreato. Figurino: Leo Sgarbo. Iluminação: Rodrigo Alves ‘Salsicha’. Canções: Elias Andreato e Fábio Sá. Trilha composta: Fábio Sá. Preparação corporal: André Capuano. Direção de produção: Daniel Torrieri Baldi. Assistente de produção: Sabrina Nask. Design gráfico: Alexandre Muner. Fotografia artística: Rodrigo Chueri e Francisco Júnior. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Realização: Desembuxa Entretenimento.

Serviço

Espetáculo: Amor em 79:05

Reestreia: 7 de março, sábado, às 21h

Temporada: 7 de março a 26 de abril, sábados (21h) e domingos (20h)

Ingressos: R$ 60,00 (meia-entrada: R$ 30,00)

Bilheteria: 1 horas antes das sessões

Ingressos online: https://www.sympla.com.br/

Aceita dinheiro e cartões. Ar condicionado.

Gênero: Drama. Duração: 60 minutos. Classificação: 14 anos.

 

Giostri Livraria Teatro

R. Rui Barbosa, 201 – Bela Vista, São Paulo/SP

Tel: (11) 2309-4102. Capacidade: 50 lugares

https://www.topteatro.com/

Destaque da música uruguaia, Facundo Estefanell se apresenta em Botafogo

Facundo Estefanell é um baixista de prestígio nascido no Uruguai cuja sonoridade é baseada em clássicos, tango, candombe, jazz e música brasileira. Ele se apresenta na Audio Rebel no dia 19/02 (quarta-feira), a partir das 20h. Os ingressos custam R$ 25.

Facundo participou como chefe de naipe na Orquestra do Sodre em turnês na Alemanha, Espanha e França; Orquestra das Américas no Canadá; Orquestra Cesgranrio; Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal RJ. Formado na Escola de Tango Destaoriya, trabalhou com grandes figuras do gênero, bem como referências do jazz e já dividiu palco com Hugo Fattoruso, Denis Chang, Hamilton de Holanda, Yamandu Costa, André Mehmari, Tomas Improta e Jonathan Ferr.

Esse show acontece no palco da Audio Rebel, casa em Botafogo que reúne também estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

 

Serviço

Facundo Estefanell

Data: 19/02/2020 (quarta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 25

Evento: https://www.facebook.com/events/458508045092317/

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Baile do Mestre Wesley da bateria da Mangueira com participações especiais no Teatro Rival Refit

O Teatro Rival Refit, casa que teve memoráveis rodas de samba às segundas-feiras, aproveita o mês do carnaval para abrir espaço para o Baile do Mestre Wesley da Bateria da Mangueira, campeã de 2019, no dia 17 de fevereiro, menos de uma semana antes do período oficial da folia. O repertório vai contar com sambas antológicos da Estação Primeira; o do ano passado, que consagrou a escola campeã do Carnaval Carioca; além do samba-enredo deste ano: “A verdade vos fará livre”. Para a festa ser completa, o baile vai contar ainda com muitas participações especiais: o grupo Molejo, Evelyn (rainha de bateria), passistas e o casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola verde e rosa. Salve, Mangueira!

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 17 de fevereiro (segunda-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$50 (inteira), R$25 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit

“O Pequeno Príncipe” no Teatro Folha

Após o sucesso da primeira temporada, sendo um dos três espetáculos infantis mais assistidos de 2019, O Pequeno Príncipe, adaptado e dirigido por Ian Soffredini, está de volta ao Teatro Folha. A peça reestreia no dia 14 de março e permanece em cartaz até 31 de maio, sempre aos sábados e domingos, às 16 horas.

A encenação, que integra o trabalho de ator com manipulação de bonecos e técnicas de teatro com luz negra, tem sessões aos sábados, domingos e feriados, às 16h.

O Pequeno Príncipe é uma adaptação da obra homônima escrita pelo aviador francês Antoine de Saint-Exupéry, publicada em 1943. O livro se tornou um clássico da literatura universal, traduzido em mais de 220 idiomas e dialetos.

O Pequeno Príncipe mora no asteroide B-612 com uma rosa, baobás e três vulcões. Um dia ele pega carona numa revoada de pássaros e vai conhecer novos mundos e pessoas. Depois de passar por diversos planetas e conhecer inusitados personagens – como o Rei, o Homem de Negócios e o Vaidoso – acaba caindo no planeta Terra, em pleno deserto do Saara. Na Terra conhece o narrador, que coincidentemente sofreu uma queda de avião no mesmo local.

O diretor Ian Soffredini conta que, ao adaptar a obra literária, preservou ao máximo as imagens poéticas sugeridas pelo autor e concentrou o foco em criar uma ação dramática fortalecendo, assim, a narrativa da peça. “O livro começa contando a história do aviador e depois conta a história do Pequeno Príncipe. Eu fui direto à história do Pequeno Príncipe, destacando a ação e o que acontece com ele. O primeiro ato mostra a viagem do personagem pelos planetas e o segundo, as experiências dele na Terra”, explica o diretor.

A equipe encena o texto destacando a sensibilidade e a visão poética sobre a vida e as relações, que é um dos pontos fortes da obra de Saint-Exupéry. A montagem leva o conteúdo da obra para um mundo de sonho e fantasia por meio de uma estética visual rica, colorida, capaz de despertar a imaginação das crianças e emocionar aos adultos. Assim como a obra literária, a peça se comunica com o público de todas as idades.

Ian Soffredini conta que a mistura de linguagens – interpretação, manipulação de bonecos, objetos e formas inanimadas e luz negra – foi experimentada de maneira a reforçar o significado de cada cena e ressaltar a função de cada personagem da peça.

FICHA TÉCNICADramaturgia e direção: Ian Soffredini (baseado no livro de Antoine de Saint-Exupéry). Elenco: Enrico Verta, Luiza Arruda, Mari Williams, Nathalia Kwast, Patrick Aguiar, Rafael Rilo e Tita Azevedo. Direção de arte: Sidnei Caria. Cenografia, figurinos, bonecos e máscaras: Sidnei Caria, Silas Caria e Tete Ribeiro. Direção de manipulação de bonecos: Wanderley Piras. Música original: Ricardo Severo. Produção executiva e administração: Isabel Gomez Desenho de luz: Diego Rocha. Sonoplastia: Mariana Nunes. Costureira: Cidinha André. Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicação. Coordenação de marketing: Emanoela Abrantes. Criação gráfica: Marjorie costa. Mídias sociais: Pedro Tavares. Equipe técnica: Jardim Cabine. Fotografia: Will Siqueira Realização: Dulion Participações e Serviços Teatrais LTDA.

Serviço

Espetáculo: O Pequeno Príncipe

Apresentações: sábados, domingos e feriados, às 16h.

Temporada: 14 de março a 31 de maio.

Sessões extras (feriados): 10, 20 e 21 de abril; 1º de maio

Ingresso: R$ 50,00 (setor único).

Duração: 50 minutos. Indicação de idade: 3 anos. Gênero: Drama.

 

Local: Teatro Folha

Av. Higienópolis, 618, Terraço – Shopping Pátio Higienópolis. São Paulo/SP.

Tel.: (11) 3823-2323. 305 lugares. Acessibilidade. Arcondicionado.

Estacionamento: R$ 20,00 (primeiras 2 horas).

Vendas por telefone: (11) 38232423 / 38232737 / 38232323.

Vendas online: www.teatrofolha.com.br.

Bilheteria: segunda e terça (14h às 16h), quarta e quinta (14h às 21h), sexta (14h às 21h30), sábado (12h às 23h59) e domingo (12h às 20h).

Aceita cartões Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex.

Clube Folha 50% desconto.

Venda para grupos e escolas: (11) 3661-5896 / 97628-4993.

Patrocínio do Teatro Folha: Folha de S.Paulo, Consigaz, Owens-llinois, EMS, Bain & Company, Grupo Pro Security, Previsul, Brasforma, NR Acampamentos, Nova Chevrolet.

“Emilinha” estreia no Teatro Cesgranrio

Conhecida atriz de musicais, Stella Maria Rodrigues revive episódios emblemáticos da história de Emilinha Borba no espetáculo “Emilinha”, que chega ao Teatro Cesgranrio no dia 7 de fevereiro. No repertório, clássicos da MPB, boleros românticos e inesquecíveis marchinhas de Carnaval como “Chiquita bacana”, “Escandalosa”, “Asa Branca” e “Bandeira branca”.

 

Stella é acompanhado pela pianista e regente Cristina Bhering, pelo baterista Affonso Neto e pelo baixista Raul Oliveira. Para homenagear César de Alencar, ela recebe no palco o ator e cantor Chris Penna. A amiga e rival, Marlene, também é homenageada no musical. Um dos figurinos utilizados pela atriz é um vestido original de Emilinha, que foi cedido pelo seu fá-clube.

 

“Emilinha, uma das cantoras mais populares desse país. Aprendi a amá-la durante o musical “Emilinha e Marlene, as Rainhas do Rádio”. Fico encantada a magia, o amor dos fãs, o repertório. Uma época de ouro”, conta Stella.

Ficha técnica:

Textos: Thereza Falcão

Roteiro: Stella Maria Rodrigues

Elenco: Stella Maria Rodrigues, participação de Chris Penna ou Fabricio Negri

Diretora Musical e Pianista: Cristina Bhering

Músicos: Affonso Neto (bateria), Raul Oliveira (baixo)

Direção de Movimento: Sueli Guerra

Iluminação: Paulo Cesar Medeiros

Direção de Produção: Valeria Macedo

Serviço:

Teatro Cesgranrio – Rua Santa Alexandrina, 1.011 – Rio Comprido

Telefone: (21) 2103-9682

Temporada: de 07/02 a 01/03

Sexta e sábado às 20h e Domingo às 19h

Ingresso: Inteira: R$40 (R$ 20 meia)

Blues Etílicos no Teatro Rival Refit

Marca mais forte do blues nacional, o Blues Etílicos é a atração do dia 15 de fevereiro. Banda há mais tempo em atividade nesse segmento, o grupo vem produzindo uma extensa obra autoral desde os anos 1980 e gravando homenagens às suas principais influências nos seus dez CDs e um DVD. O blues é a principal raiz da música popular norte-americana, tendo influenciado tanto o jazz quanto o surgimento do rock. Buscar a ponte entre a música brasileira e o blues tem sido o diferencial do Blues Etílicos ao longo dessas três décadas. Se o blues hoje no Brasil é um mercado consolidado com inúmeros festivais no país, muito se deve ao trabalho contínuo e consistente da banda, que é a maior responsável pela criação e manutenção de uma verdadeira legião de fãs desse estilo musical. Mesmo assim, pode-se dizer que o som do Blues Etílicos não se limita a nenhum rótulo específico. A densidade do blues, a energia do rock e o balanço da música brasileira são os três elementos básicos que regem seu som. Uma mistura que promete fazer o público curtir, dançar e festejar no show do Teatro Rival Refit, que vai contar com as participações especiais de Marco Lacerda (voz e guitarra) e Marcus Kenyatta (guitarra), que estão juntos há dez anos tocando em projetos como a Laranjeletric e Caravana Cigana do Blues trazendo para o palco o poder da negritude e da crescente nova cena de Blues do Rio de Janeiro.
 
 

Serviço

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 15 de fevereiro (sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$80 (inteira), R$ 40 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. https://www.teatrorivalrefit.com.br/Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede PúblicaAssinantes O Globo e Funcionário Refit

O Meu Sangue Ferve Por Você

Embalado por clássicos do cancioneiro brega, como “Alma Gêmea”, “Sandra Rosa Madalena”, “Garçom”, “Escrito nas Estrelas”,  “Você Não Vale Nada, Mas Eu Gosto De Você” e “Evidências”, o espirituoso espetáculo O Meu Sangue Ferve Por Você faz turnê comemorativa de seus 10 anos de vida, a partir do dia 28 de fevereiro, no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea. Com roteiro de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Tony Lucchesi, a comédia conquistou público e crítica, e lotou os teatros por onde passou, ao contar a história de um quadrilátero amoroso que vive intensamente as alegrias e as dores do amor.

 

Em cena, os atores Ana Baird, Cristiana Pompeo, Pedro Henrique Lopes e Victor Maia (os mesmos da montagem original) dão vida a quatro personagens: a mocinha virgem, o canalha, a mulher da vida e o bom moço rejeitado, que cantam as alegrias e dores de viver um amor intensamente. Com o espírito das grandes chanchadas, a trama acompanha a inocente Creuza Paula e o cafajeste Elivandro, que vivem uma relação tranquila até a chegada do ex-namorado da moça, Fernando Sidnelson, que vai se meter na vida do casal. A amante de Elivandro, Sandra Rosa Madalena, completa o quarteto que vai passar por momentos românticos, desentendimentos e reconciliações. Uma mistura que faz o público torcer pelo canalha, ter raiva da mocinha e chorar de rir do início ao fim.

Na montagem comemorativa, o repertório, que tem acompanhamento de músicos em cena, foi atualizado pelo autor Pedro Henrique Lopes, colocando outros sucessos consagrados e, também, músicas mais atuais. “A gente tentava brincar só com as músicas do passado, mas as pessoas não se cansam de sofrer por amor e cantar sobre isso, então tivemos que atualizar o roteiro. E tem coisa mais brega e mais atual que dor de cotovelo?”, questiona.

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

TIJOLINHO:

O Meu Sangue Ferve por Você. Comédia Musical. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Tony Lucchesi. Com Ana Baird, Cristiana Pompeo, Pedro Henrique Lopes e Victor Maia. A história de um quarteto amoroso é contada a partir de clássicos do cancioneiro brega (1h20) Teatro Clara Nunes. Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Gávea – Rio de Janeiro – RJ. Tel.: (21) 2274-9696. 6ª e sáb., às 21h, e Dom., às 20h. Sextas: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada) | Sábados e Domingos: R$ 80 e R$ 40 (meia-entrada). Livre. Capacidade: 743 lugares. De 28/02 a 22/03.

Ficha técnica:

 

Texto: Pedro Henrique Lopes

Narrações: Cristiana Pompeo

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Tony Lucchesi

Elenco: Ana Baird (Sandra Rosa Madalena), Cristiana Pompeo (Creuza Paula), Pedro Henrique Lopes (Elivandro) e Victor Maia (Fernando Sidnelson).

Design de Luz: Pedro Henrique Lopes e Lúcio Bragança Junior

Design de Som: Leonardo Carneiro e Bernardo Nadal

Cenário: Clivia Cohen

Figurinos: Clivia Cohen, Ana Baird e Cristiana Pompeo

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção e Realização: ENTRE Entretenimento

Serviço:

O Meu Sangue Ferve por Você

Temporada: de 28 de fevereiro a 22 de março

Teatro Clara Nunes: Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Shopping da Gávea – Rio de Janeiro – RJ.

Telefone: (21) 2274-9696

Dias e horários: Sextas e sábados, 21h; domingos, 20h

Ingressos: Sextas: R$ 80 e R$ 40 (meia-entrada) | Sábados e Domingos: R$ 100 e R$ 50 (meia-entrada)

Lotação: 743 pessoas

Duração: 80 minutos

Classificação: Livre

Funcionamento da Bilheteria: Todos os dias, de 13h às 21h.

CCJF – Programação de 18 a 23 de fevereiro

Exposições
Rio Branco, 241 – Justiça e Cultura / histórica

A exposição bilíngue faz uma retrospectiva da ocupação do prédio histórico do STF, dando destaque à trajetória da 1ª Instância da Justiça Federal no Rio de Janeiro. Narra, em seus painéis, desde a criação da Justiça Federal de 1ª e 2ª Instância até as obras de restauração e criação do Centro Cultural Justiça Federal, passando por fatos marcantes da trajetória da Justiça Federal neste prédio.

 

Terça a domingo

12h às 19h

Galerias do 1º andar

 

Educativo

 

Da Justiça à Arte / visita orientada
A visita conta a história do prédio até os dias atuais. De estilo eclético, é um dos poucos remanescentes da reformulação da cidade do Rio de Janeiro, ocorrida no início do Século XX.

Agendamento pelos telefones: 3261-2552/3261-2567 ou pelo e-mail atividadeseducativas.ccjf@trf2.jus.br


Terça a sexta 

13h às 17h
Entrada franca

Terreirão apresenta programação do carnaval 2020

A Riotur e a cerveja Itaipava apresentam a programação do Terreirão para o carnaval 2020. Serão 8 dias de folia, com preços populares, que a partir de 21 de fevereiro transformam o lugar, que é o berço do samba, no espaço de shows mais democrático da cidade. Na estreia, Alcione e Péricles  comandarão a festa. São esperadas mais de 50 mil pessoas durante a temporada, a programação conta com mais de 30 shows.

Nomes consagrados como Leci Brandão Mumuzinho, Ferrugem, Belo, Sorriso Maroto, Dilsinho, Clareou, Leandro Sapucahy e muitos outros estão entre os grandes destaques do Terreirão 2020.

A programação do Carnaval do Terreirão promove a cada noite dois shows completos de grandes artistas do gênero. Como se não bastasse, cada noite terá ainda uma roda de samba. A bateria do Terreirão, comandada por Mestre Odilon também se apresentará em todos os dias da programação, acompanhada sempre por um intérprete convidado.

Além da programação de shows e rodas de samba, o Terreirão contará com um telão transmitindo ao vivo os desfiles das escolas de samba dos grupos de especial e de acesso, transformando o espaço em uma grande fan fest para os foliões, ao lado da Marquês de Sapucaí .

Na quarta-feira de cinzas, o Terreirão transmitirá também a apuração das escolas de samba do Rio de Janeiro.  Após a escolha da tão aguardada campeã, o espaço receberá shows dos grupos Bom Gosto e RDN.

PROGRAMAÇÃO DE CARNAVAL TERREIRÃO 2020 

• SEXTA 21/02 – 19H

Alcione + Péricles
Roda de samba
Bateria do Terreirão + intérprete convidado

• SÁBADO 22/02 – 19H

Mumuzinho + Belo
Roda de samba
Bateria do Terreirão + intérprete convidado

• DOMINGO 23/02 – 19H

Ferrugem + Suel
Roda de samba
Bateria do Terreirão + intérprete convidado

• TERÇA-FEIRA  25/02 – 19H

Clareou + Leci Brandão
Roda de samba
Bateria do Terreirão + intérprete convidado

• QUARTA-FEIRA  26/02 – 19H

Bom Gosto + RDN
Roda de samba
Bateria do Terreirão + intérprete convidado

• SEXTA-FEIRA 28/02 – 19H

Legado + Matheusinho
Roda de samba
Bateria do Terreirão + intérprete convidado

• SÁBADO 29/02 – 19H

Dilsinho + Leandro Sapucahy
Roda de samba
Bateria do Terreirão + intérprete convidado

SERVIÇO TERREIRÃO – Carnaval 2020
Datas: 21, 22, 23, 25, 26, 28 E 29 de Fevereiro

Horário: 19h
Endereço: Rua Benedito Hipólito, 66, Praça Onze – Centro

Vendas: bilheteria do Terreirão e site Ingresso Certo: www.ingressocerto.com

Valores:
Meia entrada R$ 10, inteira R$ 20.
Classificação: 18 anos (menores apenas acompanhados por responsáveis)

Feijoada Carnavalesca do Windsor Barra completa dez anos

Uma das mais tradicionais feijoadas carnavalescas do Rio de Janeiro completa dez anos esbanjando sabor e animação. Realizado anualmente no Windsor Barra, o evento faz parte do roteiro de cariocas e turistas que desejam cair na folia. Para marcar a comemoração, o evento contará com a apresentação da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, bloco Cordão da Bola Preta, além de outras atrações.  A Feijoada Carnavalesca acontece no sábado (22/02), a partir das 13h.

A concorrida Feijoada Carnavalesca promete inovar no quesito gastronomia. Além de um bufê completo tradicional, os convidados terão a opção de uma saborosa feijoada vegana. À base de feijão preto, terá tofu defumado e cogumelos. Assim como uma farofa especial à base de alho e queijo vegano. “Decidimos incluir a feijoada vegana no cardápio para atender o público que não consome alimentos de origem animal, além de agradar os clientes que estão cada vez mais atentos a diferentes tendências da gastronomia”, destaca Leonardo Capdeville, gerente de Alimentos & Bebidas do Windsor Barra.

Neste ano, a Rede Windsor traz o melhor da folia da Sapucaí e também do carnaval de rua carioca para o evento. Com o tema tropical, a intenção é unir elementos sensoriais às melhores experiências da maior festa carioca, como a explosão de cores, entusiasmo e alegria, tudo isso presente na ambientação e decoração que serão assinadas por Patrícia Zimmermann. Aromas e sabores também estarão em evidência no bufê de feijoada, que será servido acompanhado de drinques e bebidas refrescantes.

A Escola de Samba Salgueiro, nove vezes campeã do carnaval carioca, trará ritmistas, passistas, além de um casal de mestre-sala e porta-bandeira. O destaque ficará por conta de Renata Santos, musa que estreará na escola neste ano.

Outra grande atração da festa será o Cordão da Bola Preta, tradicional bloco carioca que, pelo segundo ano consecutivo, traz ao público sambas-enredo campeões e marchinhas que marcaram épocas. Nos intervalos, um DJ vai animar os convidados.

Ao chegar no evento, os convidados receberão um abadá, que poderá ser customizado no próprio local. O ambiente também terá um espaço para maquiagem oferecendo elementos com muita cor e glitter, para que os participantes possam curtir a festa em alto estilo. Já para as crianças, a diversão está garantida no Kid´s Club, que oferecerá atividades recreativas, oficinas de pintura e outras interações.

Em um ambiente espaçoso e confortável, os convidados poderão desfrutar de um bufê especial e open bar, com bebidas e drinques variados, que inclui chopp artesanal Noi, gin Tanqueray, vodka Ketel One, uísque Johnnie Walker e caipiroska. Na feijoada estão incluídos mais de dez tipos de carnes, servidas separadamente em panelas de ferro. O cardápio também inclui petiscos e uma variedade de saladas para quem quiser algo mais leve. Tudo preparado pelo chef Manoel Moreira, que trabalha há mais de 30 anos da Rede.  Já o chef José Hernani será responsável pela elaboração de deliciosas sobremesas tipicamente brasileiras.

“A nossa feijoada já faz parte do calendário do Rio e nessa data comemorativa de dez anos, fizemos um mergulho no que há de melhor do carnaval carioca, trazendo o clima de entusiasmo das ruas da cidade para dentro do hotel. O sucesso, que se repete a cada ano, deve-se principalmente a esse ambiente festivo e, ao mesmo tempo familiar, além, claro, da fartura e qualidade do nosso bufê e dos serviços oferecidos”, diz Kátia Araújo, gerente de eventos da Windsor Hoteis.

O ingresso para a Feijoada Carnavalesca pode ser parcelado em até 3 vezes sem juros. A venda está sendo realizada no Windsor Barra e também remotamente pelo telefone: (21) 2195-5000.

 

SERVIÇO:

Feijoada Carnavalesca Windsor Barra 2020

Data: 22 de fevereiro de 2020

Horário: das 13h às 19h

Local: Avenida Lúcio Costa, 2.630, Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ

Preço por pessoa: R$ 480

SOBRE A REDE WINDSOR HOTEIS

Há mais de 30 anos no mercado brasileiro, a Rede Windsor possui hotéis de três a cinco estrelas. Dona de um dos maiores grupos hoteleiros independentes do país, possui 14 unidades no Rio de Janeiro – Copacabana, Flamengo, Barra da Tijuca e Centro -, além de duas unidades em Brasília. A Rede conta ainda com o Centro de Convenções & Hotéis Windsor, o maior centro integrado de hotéis e eventos da capital fluminense, onde estão o Windsor Barra, Windsor Oceanico, além do Centro de Convenções. O espaço tem 24 mil metros quadrados, 100 salões multiúso, a maior plenária comporta até 2.500 pessoas, com capacidade de atender um público flutuante de até 7 mil pessoas. Como reconhecimento por excelência em prestação de serviços de hospedagem, gastronomia e eventos figura também em premiações nacionais e internacionais.

Canoa Cia de Dança estreia “Caravana” dia 14

Errantes que decidem compartilhar o mesmo caminho e seguir um cortejo em comum. É assim que a Canoa Cia de Dança apresenta “Caravana”, um balé contemporâneo que se forma a partir do encontro entre os que são diferentes, conduzidos por uma trilha musical genuinamente brasileira. A coreografia de Vitor Cunha, também diretor da Cia., explora movimentos da dança contemporânea a partir da desconstrução da linguagem clássica, com influência de expressões populares brasileiras. O elenco é formado por dez bailarinos com diferentes formações em dança e a trilha nacional traz músicas de Milton Nascimento, Chico César, Capiba, Guerra-Peixe, entre outros artistas que buscaram e ainda sabem mesclar, como poucos, os universos erudito e popular brasileiros em suas criações.

“A caravana se forma pelo encontro entre os que são diferentes, mas que compartilham a mesma rota. A construção coletiva do caminho e a comunhão das experiências suscitam o desafio de como caminhar juntos apesar do que nos separa ou do que nos difere.” – Vitor Cunha, coreógrafo e diretor da Canoa Cia de Dança

Sobre a Canoa Cia de Dança

A Canoa Cia de Dança foi criada em junho de 2018, no Rio de Janeiro, pelo bailarino e coreógrafo Vitor Cunha com o objetivo de experimentar novos processos de criação em dança. A estréia da Cia aconteceu em dezembro de 2018, com o espetáculo “Caravana”, selecionado através de chamada pública para ocupação do Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. Em 2019, a companhia foi contemplada com programa de Residência Artística no Centro Coreográfico do Rio de Janeiro e realizou audição para seleção de novos integrantes. A Canoa Cia de Dança atualmente conta com dez bailarinos com distintas origens e formações. A estréia do novo elenco ocorreu no festival MoviRio, onde a coreografia “Caravana” foi premiada como uma das dez melhores coreografias do festival, sendo selecionada para a Mostra MoviRio, que será realizada no Teatro Cacilda Becker, em abril de 2020.

Serviço

Dias 14, 15 e 16 de fevereiro no Teatro Angel Vianna. ⠀

Rua José Higino, 115 – Tijuca.⠀

Sexta e sábado às 20h. Domingo às 18h.

Inteira R$30 / Meia entrada R$15⠀

Ficha Técnica

Direção geral e Coreografia: Vitor Cunha

Intérpretes criadores: Ana Paula Araujo, Áthila Muniz, Carolina Gomes, Letícia Guerra, Luana Macedo, Maria Izabel Medaglia, Natália Freire, Paloma Clinquart, Vinicius Duque e Vitor Cunha

Colaboração artística: Maria Vakhrusheva

Cenário: Pedro Medina e Vitor Cunha

Colaboração: Raphael Tepedino e Vinícius Gerheim

Figurino: Vitor Cunha

Iluminação: Raimundo Pedro

Projeto gráfico: Pedro Medina e Tadeu Asevedo

Produção: Paloma Clinquart e Vitor Cunha

Assistente de figurino: Letícia Guerra

Edição da trilha sonora: Áthila Muniz

Confecção de figurino: Flavio Mothé e Jacira Garcias

Confecção de cenário: Flavio Mothé

Fotografia de ensaios: Daniel Campos, Giulia Marques e Paula Laiber

Filmagem de ensaios: Thales Ferreira

Apoio: Centro Coreográfico do Rio de Janeiro e Academia Marilda Flores

Roda do Lampra no Espaço Jockey

Artista que já se apresentou ao lado de ninguém menos que Amy Winehouse e fez parcerias de sucesso com Mart’nália, Rodrigo Lampreia está de volta com a Roda do Lampra, abrindo o carnaval 2020. No dia 21 de fevereiro, sexta-feira, Lampreia levará para o Espaço Joquey, na Gávea, toda a animação e energia características das suas performances, com repertório eclético que inclui clássicos do samba, da MPB, do pop, do sertanejo e do axé, fechando com versões dos funks mais queridos, em ritmo de pagode. É verão, é carnaval, é para ninguém ficar parado e cantar junto.

Para a noite fechar a noite com astral ainda mais elevado, a edição especial da Roda do Lampra se uniu ao baile do DJ João Brasil, responsável por hits como “Michael Douglas (#NuncaMaisEuVouDormir)”, cujo vídeo já ultrapassa 15 milhões de visualizações no YouTube. O DJ já se apresentou para mais de 2 milhões de pessoas no réveillon da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, e foi o responsável pela trilha sonora da queima de fogos por três anos consecutivos deste, que é o maior réveillon do mundo.

Cantor e compositor, Rodrigo Lampreia se lançou em carreira solo em 2014, depois de ter rodado o Brasil com o projeto “Benditos”, ao lado do parceiro Beto Landau, com quem fundou o bloco Samba de Santa Clara. Já em carreira independente, Lampreia lotou festas no Rio e São Paulo com o seu ‘Sambinha”, festa com roda de samba comandada por ele, além ter feito shows em eventos por cidades como São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Maceió, Natal, Teresina, entre outros.

Em 2015, estreou sua discografia com o single “Lá vai um selfie” em parceria com Gabriel Moura e, logo depois, lançou “Saudade”(Rodrigo Lampreia), que confirmou seu talento como compositor. No fim de 2016, assinou contrato com a gravadora Sony Music para lançar seu primeiro EP, e em janeiro de 2019, também pela Sony Music, lançou “RL Ao vivo no mato”, com regravações modernas de pagodes românticos e músicas inéditas. O sucesso do álbum o inspirou a criar a sua nova roda de samba, a Roda do Lampra, que já realizou mais de 10 edições esgotadas entre Rio e São Paulo.

Para a nova edição, Lampreia vai interpretar clássicos do pagode romântico dos anos 90 como “Essa tal liberdade”(SPC), hits do pagode atual como “Cerveja de garrafa” (Atitude 67) e “Péssimo Negócio” (Dilsinho), sambas de raiz como “Conselho” (Almir Guineto), músicas próprias como “Chega mais” e “Carol ou Clarice”, que foi gravada por Mart’nália, hits internacionais surpresas, entre muitos outros.

Além do set do DJ João Brasil, o evento contará ainda com os DJs Camilla Brunetta, RV, Thai e Gagau Dieckmann.

Serviço

Data: 21/02 (sexta-feira)

Horário: 21h

Local: Espaço Jockey (Praça Santos Dumont, 31 – Gávea, Rio de Janeiro)

Canal de venda (exclusivo): Ingresse (https://www.ingresse.com/roda-do-lampra-de-carnaval)

Valores:

1º lote – R$70;

2o lote – R$80 reais

3o lote – R$90 reais

Line Up:

Rodrigo Lampreia com samba e pagode na Roda do Lampra;

J Brasil com o setlist de funk do Baile Brasil;

Camilla Brunetta;

DJ RV;

DJ Thai;

Gagau Dieckmann;

Auê agita a temporada de carnaval com shows de Duda Beat, Baco Exu do Blues e outras atrações

Então, é Carnaval! E se tem Carnaval, tem Auê. O evento que vem conquistando cada vez mais os amantes da folia terá sua segunda temporada carnavalesca. Entre os dias 21 e 29 de fevereiro a Auê vai promover na HUB RJ, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, seis dias de festa, com shows de nomes como Duda Beat, Baco Exu do Blues, Jaloo, Bloco Fogo e Paixão, MC Tha, Amigos da Onça, entre muitos outros.

Reafirmando o compromisso com a brasilidade e a diversidade, bandeiras presentes no DNA da Auê desde a sua primeira edição, a maratona de festas contará com atrações plurais, pensando em agregar o público mais diverso. Na Auê, os compromissos são a alegria e o respeito à pluralidade.

A série de eventos carnavalescos começa na sexta-feira, dia 21/02, com a “rainha da sofrência  pop” Duda Beat, uma das grandes revelações de 2019. Também no palco Auê, a festa contará com atrações como os blocos Minha Luz é de Led e Vulcão Erupçado, além da DJ Bruna Strait. No sábado, 22, o line-up terá toda a irreverência do Bloco Fogo e Paixão, que faz uma ode ao brega, Samba que elas querem, grupo formado exclusivamente por mulheres, o Bloco Vem Cá, Minha Flor, e para quem achou que o rock ia ficar de fora, a noite vai trazer a festa Rockcetera.

Dia 23, domingo, será a vez do cantor paraense Jaloo, destaque do pop indie brasileiro moderno, News Kids on the Bloco, que mistura samba com músicas de boybands como Backstreet Boys, ‘N Sync e Jonas Brothers, e muita purpurina na festa V de Viadão. No dia 24, segunda, será a vez de MC Tha, cantora que dialoga entre o Funk e a MPB, os blocos Toco-Xona, o primeiro LGBTQI+, e Bloconce, que toca só músicas de Beyoncé, ambos formados apenas por mulheres, além da festa Xêpa.

A terça-feira, dia 25, levará para a Auê o Amigos da Onça, bloco que arrasta uma multidão no sábado de Carnaval pelo Centro do Rio, o cantor Julio Secchin, além do Bloco Pra Iaiá, que interpreta músicas da banda Los Hermanos em ritmo de carnaval. O dia terá ainda a pista Tendências, com cinco DJs. O encerramento será no dia 29, com um dos nomes mais conhecidos do rap nacional,  Baco Exu do Blues, além dos DJs Leo Justi, produtor e DJ à frente do coletivo Heavy Baile, Sany Pitbull, Tamy Reis, entre outros.

A Auê é uma realização da Vibra Marketing e Entretenimento.

Serviço

Local: HUB RJ (Avenida Professor Pereira Reis, 50, Santo Cristo – Rio de Janeiro)

Datas: 21, 22, 23, 24, 25 e 29/02

Classificação: 18 anos

Ingressos: https://www.sympla.com.br/

 

Programação:

 

21/02, a partir das 20h

Palco Auê:
DUDA BEAT
Minha Luz é de LED

Vulcão Erupçado

Bruna Strait

Yas Vilhena

Silvio Maranhão

Pista Tendências:

Ju Perez

Lysia

Larinha

DJ CT

22/02, a partir das 17h

Palco Auê

Bloco Fogo e Paixão

Samba Que Elas Querem

Bloco Vem Cá, Minha Flor

Ju Perez

Silvio Maranhão

Glitterada

Pista Rockcetera

23/02, a partir das 17h

Palco Auê:

Jaloo

V de Viadão

New Kids On The Bloco

Migas in Fervo

Silvio Maranhão

Glitterada

Pista Sereias da Guanabara

24/02, a partir das 17h

Palco Auê

MC Tha

Bloco Toco-Xona

bloconce

Xêpa

Rafa Canholato

Fernanda Fox

Tatá Thomazini

Pista Meu Carna é Funk DJ Set

Bruna Strait

Felipe Vian

Nicole Antunes

Foxx

Malex

25/02, a partir das 17h

Palco Auê

Amigos da Onça

Julio Secchin

Bloco Pra Iaiá

Ju Schultz

Yas Vilhena

Bahruth

Schlaepfer

Bruna Lennon

Pista Tendências

Gonça

Cix

Glitterada

 Silvio Maranhão

Ju Perez

29/02, a partir das 20h

Palco Auê

Baco Exu do Blues

Leo Justi

DKVPZ

Sany Pitbull

Tamy Reis

Bruno X
Pauly

Carnaholic na Sociedade Hípica Brasileira

Nem só de Sapucaí e bloco de rua vive o Carnaval no Rio. A temporada recebe também eventos comemorativos que animam ainda mais a folia carioca. Com uma programação plural, que pretende agradar todos os gostos musicais, o Carnaholic reúne festas hypadas e atrações de destaque na cena artística nacional, entre os dias 22 e 29 de fevereiro, na Sociedade Hípica Brasileira. Essa será a primeira edição do evento, que tem idealização da Fábrica, Emociona, Privilège Brasil, Entourage e Vibra.

A abertura acontece no dia 21, sexta-feira, com show do grupo BaianaSystem, um dos maiores fenômenos da música baiana de todos os tempos, com a festa BrZZil, dos DJs Zeh Pretim e Zedoroque. No sábado, 22, é a vez do Bloco do Silva, projeto que nasceu em 2019, a partir da vontade do cantor de interpretar o repertório de Carnaval dos anos 90, o primeiro da sua geração, que vai animar a noite com convidados especiais. O dia 23, domingo, será dedicado ao funk, e vai trazer show de Kevin o Chris com Mc Rebecca, DJ Zullu e a festa Errejota.

A segunda, dia 24, será de muita cor e brilho, com a festa  SubaJovem e o Baile da Purpurina, além de show do rapper Baco Exu do Blues, autor de sucessos como “Te amo disgraça”. Já a terça, feriado de Carnaval, vai trazer o badalado Baile da Favorita, com apresentações das cantoras Ludmilla e Pocah, a MC Pocahontas.

Passada a quarta de cinzas, o evento retorna para o pós-Carnaval no dia 28, sexta, com Privilège convida Chemical Dogz, projeto que une as duplas Chemical Surf e Dubdogz. E fechando a programação, no dia 29, sábado, o Carnaholic traz ao Rio todo tempero baiano com a festa Oxente e o grupo Harmonia do Samba.

Serviço – Carnaholic

Local: Sociedade Hípica Brasileira (Av. Borges de Medeiros, 2448. Lagoa – Rio de Janeiro

Datas: 21, 22, 23, 24, 25, 28 e 29/02

Classificação: 18 anos

Ingressos: https://www.sympla.com.br/carnaholic

Programação:

21/02, 21h: BRZZIL | BaianaSystem | Zeh Pretim & Zedoroque

22/02, 21h: Bloco do Silva & convidados

23/02, 21h: Errejota | Kevin o Chris, Mc Rebecca e DJ Zullu

24/02, 18h: SubaJovem: Baile da Purpurina | Baco Exu do Blues

25/02, 21h: Baile da Favorita | Ludmilla & Pocah

28/02, 21h: Privilège convida Chemical Dogz

29/02, 16h: Festa Oxente c/ Harmonia do Samba

Baile de pré-Carnaval e muito mais na Lapa

Criado pela cantora Rosângela Si, o Palco Lapa 145 abre as portas com o intuito de ser uma casa dos artistas e seus movimentos no bairro mais boêmio do Rio de Janeiro, a Lapa. Com uma programação eclética, o casarão do final do século XIX está totalmente antenado com o nosso tempo, abraçando a diversidade e as manifestações artísticas em estado puro com festivais, shows, exposições, saraus, gastronomia, rodas de samba, rap e hip-hop e oficinas de cinema, dança e iniciação musical. “Somos a casa da diversidade e da cultura, sempre aberta a todos que queiram mostrar o seu talento e, é claro, para quem está ávido a curtir e descobrir a cena carioca das artes muito além do mainstream”, ressalta a fundadora.

Confira a programação da casa:

Quinta-feira, dia 13 de fevereiro, às 21h – Renata Braz e Trio 

A cantora Renata Braz e o trio de músicos formado por Leandro Rocha, Alexandre Alves e Ju Werneck apresentam releituras de clássicos e repertório autoral com muito samba, pop, forró, Axé e Bossa Nova. Renata Braz tem mais de 20 anos de carreira, com diversos festivais de música no currículo e atualmente participa do espetáculo “Bitucanto”, que homenageia a vida e obra de Milton Nascimento. O evento começa às 21h e a entrada é uma contribuição consciente.

Sexta-feira, dia 14 de fevereiro, às 20h – Pré-Carnaval: Joice Taciana recebe Rosana Araújo e convidados

Cantora e compositora, Joice Taciana integra a nova geração da MPB e, em pouco tempo de carreira, já conquistou admiradores ilustres, como Chico Buarque, Carlos Dafé, Jorge Aragão, maestro João Carlos Martins, Teresa Cristina, Monarco, Arlindo Cruz e Moacyr Luz, com o seu estilo único de interpretação, tanto do seu trabalho autoral quanto de clássicos da nossa música. Com a cantora Rosana Araújo e convidados especiais, Joice desfila o seu talento numa edição pré-carnaval repleta de clássicos do samba e das marchinha. Entre as participações, Wantuir Cardeal, Susanne Brandão e Alexandre Velloso. O fervo começa às 20h e a entrada é R$ 15.

Toda terça-feira, às 21h – Jam Latin Jazz Session

Jazz com tempero latino. Essa é a proposta da banda DS Grooves, liderada pelo saxofonista, clarinetista, compositor e arranjador uruguaio Daniel Santos. Com mais de 30 anos de carreira e participações em diversos projetos e Big Bands na América Latina, o artista apresentará com seu conjunto músicas autorais, clássicos fusionados com ritmos latinos e canções de expoentes como Paquito D’Rivera e Chucho Valdés. O evento começa às 21h e a entrada é uma contribuição consciente.

Toda quarta-feira, às 18h – Microfone aberto

Microfone Aberto é um sarau moderno que acontece todas as quartas, a partir das 18h, onde os artistas podem recitar suas poesias, cantar, apresentar monólogos, ler seus contos, manifestos, lançar novos trabalhos, em resumo, mostrar a sua arte, sem amarras nem mordaças. A entrada franca.

O Palco Lapa fica na Rua da Lapa, 145. Mais informações pelo telefone (21) 98231-0108 ou pelo site www.palcolapa145.com.br

Mostra “ANIME: O Fantástico mundo das animações japonesas” começa nesta quarta (12/02)

A mostra ANIME: O FANTÁSTICO MUNDO DAS ANIMAÇÕES JAPONESAS chega ao Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo, de 12 a 24 de fevereiro, com exibição de filmes e debates gratuitos. Os ingressos para as sessões devem ser retirados na bilheteria a partir de uma hora antes.

A mostra, realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura, apresentada pelo Ministério da Cidadania e pelo Centro Cultural Banco do Brasil e com patrocínio do Banco do Brasil, vai celebrar a cultura japonesa e o legado dos animes na história da animação mundial. Serão exibidos 15 filmes, clássicos e animações premiadas, de ação, aventura, ficção científica e comédia

Esta é uma oportunidade única para o público paulistano se aprofundar nesta arte, que encanta crianças e adultos e reúne centenas de fãs. A curadora Juliana Melo ressalta que “a Mostra ANIME: O Fantástico Mundo das Animações Japonesas propõe um panorama da produção de longas-metragens anime. Com uma mistura de clássicos conhecidos do público e referenciados no mundo, como “Ghost in the Shell: o Fantasma do Futuro” e “Akira”, títulos de diretores consagrados, como “Vidas ao Vento”, de Hayao Miyazaki, e “Paprika”, de Satoshi Kon, além de obras populares baseadas em franquias de videogames e mangás, a mostra explora a diversidade dessas fantásticas animações”.

Além das exibições, haverá um debate sobre o filme “As Memórias de Marnie, ancestralidade e solidão” com a crítica de cinema, roteirista e jornalista cultural Lorenna Montenegro no dia 19/02, após a sessão (que terá legenda descritiva) do filme que começa às 18h. O filme, uma das últimas produções do renomado Estúdio Ghibli, foi indicado ao Oscar de Melhor Animação em 2016 e recebeu diversos prêmios em festivais pelo mundo.

Já no dia 21/02 o debate será sobre a obra “Akira” com Cinthia Saty Fuji, ilustradora, quadrinista e artista de desenvolvimento visual para animação, curtas e longas, também após a sessão das 18h. “Akira”, de Katsuhiro Ôtomo, marcou uma geração quando foi lançado no final dos anos 1980, ao extrapolar as barreiras orientais e dos fãs e apresentar para o mundo a arte do anime. Na história, dois adolescentes de uma gangue de Tóquio acabam envolvidos em um projeto ultrassecreto do governo.

A mostra ANIME: O FANTÁSTICO MUNDO DAS ANIMAÇÕES JAPONESAS tem curadoria e idealização de Juliana Melo e produção da Villa-Lobos Produções.

still-filme-AKIRA
Akira
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA 

12/02 – quarta-feira 
16h – Padrinhos de Tóquio – 12 anos
19h30 – Ghost in the Shell – 14 anos

13/02 – quinta-feira 
16h – A Tartaruga Vermelha – livre
19h – Hunter x Hunter: Phantom Rouge – 12 anos

14/02 – sexta-feira 
16h – Paprika – 14 anos
19h – Vidas ao Vento – 12 anos

15/02 – sábado 
14h45 – Pop in Q – livre
17h – Hunter x Hunter: The Last Mission – 14 anos
19h – Akira – 14 anos

16/02 – domingo 
14h – A Tartaruga Vermelha – livre
16h – Kappa: O Duende do Rio Sampei – livre
18h – O Conto da Princesa Kaguya – livre

17/02 – segunda-feira 
16h – The Sky Crawlers: Eternamente (sessão com audiodescrição) – 12 anos
19h – The Sky Crawlers: Eternamente – 12 anos

19/02 – quarta-feira 
16h – 5 Centímetros por Segundo – livre
18h – As Memórias de Marnie (sessão com legendagem descritiva, seguida de debate) – 10 anos

20/02 – quinta-feira 
16h – O Lugar Prometido em Nossa Juventude – 12 anos
19h – O Conto da Princesa Kaguya – livre

21/02 – sexta-feira 
16h – Ghost in the Shell – 14 anos
18h – Akira (sessão seguida de debate) – 14 anos

22/02 – sábado 
10h – Pop in Q – livre
12h30 – Hunter x Hunter: Phanton Rouge – 12 anos
14H30 – Vidas ao Vento – 12 anos

23/02 – domingo 
10h – Hunter x Hunter: The Last Mission – 14 anos
12h30 – O Lugar Prometido em Nossa Juventude – 12 anos
14h30 – Padrinhos de Tóquio – 12 anos

24/02 – segunda-feira 
13h – 5 Centímetros por Segundo – livre
15h – Paprika – 14 anos

LISTA DE FILMES  
(organizada por ordem alfabética)

5 Centímetros por Segundo (Byôsoku 5 senchimêtoru) 
Direção: Makoto Shinkai, 1h03, 2007
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: Contada em três segmentos interligados, entre o início dos anos 1990 e 2007, um jovem chamado Takaki Tono e sua melhor amiga Akari Shinohara moram em Tóquio. Devido a mudanças no trabalho de seu pai, Akari acaba se transferindo de cidade com sua família, mas os dois lutam para manter um contato através de cartas. Seus desencontros são constantes e os dois acabam se afastando com o tempo, deixando apenas as memórias de momentos juntos. Novas pessoas surgem em suas vidas, mas Takaki não se esquece de Akari que, mesmo com o tempo passando, tem a esperança de encontrá-la novamente.

A Tartaruga Vermelha (La tortue rouge)  
Direção: Michael Dudok de Wit, 1h20, 2016
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: Após sobreviver a um naufrágio, um homem se vê em uma ilha completamente deserta. Lá ele consegue manter-se por meio da pesca e tenta construir uma jangada que lhe permita deixar o local. Só que, sempre que ele parte com a embarcação, ela é destruída por um ser misterioso. Logo ele descobre que a causa é uma imensa tartaruga vermelha, com quem manterá uma relação inusitada.

Akira  
Direção: Katsuhiro Ôtomo, 2h04, 1988
Classificação Indicativa: 14 anos
Sinopse: Uma grande explosão fez com que Tóquio fosse destruída em 1988. Em seu lugar foi construída Neo Tóquio, que, em 2019, sofre com atentados terroristas por toda a cidade. Kaneda e Tetsuo são amigos que integram uma gangue de motoqueiros. Eles disputam rachas violentos com uma gangue rival, os Palhaços, até que um dia Tetsuo encontra Takashi, uma estranha criança com poderes que fugira do hospital onde era mantido como cobaia. Tetsuo é ferido no encontro e antes de receber a ajuda dos amigos é levado por integrantes do exército, liderados pelo coronel Shikishima. A partir de então Tetsuo passa a desenvolver poderes inimagináveis, o que faz com que seja comparado ao lendário Akira, responsável pela explosão de 1988. Paralelamente, Kaneda se interessa por Kei, uma garota envolvida com espiões que tenta decifrar o enigma por trás das cobaias controladas.

As Memórias de Marnie (Omoide no Mânî) 
Direção: James Simone, Hiromasa Yonebayashi, 1h43, 2014
Classificação Indicativa: 10 anos
Sinopse: Anna é uma garota muito solitária que vive com seus pais adotivos e não tem amigos. Ao se mudar para uma cidade do interior, acaba se tornando amiga de Marnie que, na verdade, não é bem aquilo que aparenta ser. A amizade das duas vai bem até que um dia Marnie desaparece misteriosamente. Algum tempo depois, uma nova família se muda para casa onde ela vivia e Anna acaba fazendo amizade com as pessoas de lá, e vai descobrir coisas muito estranhas sobre sua amiga.

Ghost in the Shell: O Fantasma do Futuro (Kôkaku Kidôtai)  
Direção: Mamoru Oshii, 1h23, 1995
Classificação Indicativa: 14 anos
Sinopse: Major Motoko é agente cibernética e líder da unidade do serviço secreto Esquadrão Shell. Formado pelo governo para combater a onda de crimes, eles são informados de que um famoso criminoso, “expert” em computadores, está no Japão. O suspeito é conhecido apenas pelo codinome “Mestre Marionete”.

Hunter x Hunter: Phantom Rouge  
Direção: Yûzô Satô, 1h37, 2013
Classificação Indicativa: 12 anos
Sinopse: Kurapika se tornou um Hunter para se vingar do Genei Ryodan, que havia massacrado seu clã e roubado seus olhos. Os olhos do clã Kuruta se tornam escarlate em horas de perigo ou agitação emocional e são considerados os mais bonitos tesouros do mundo. Kurapika continua a perseguir o Genei Ryodan, mas um desconhecido rouba os seus olhos. Com a ajuda de Gon, Killua e Leorio, a vida de Kurapika foi salva. No entanto, o Genei Ryodan aparece diante deles e fica em seu caminho. A verdadeira identidade daquele que tem o Nº 4 da aranha tatuada está prestes a ser revelada.

Hunter x Hunter: The Last Mission  
Direção: Keiichirô Kawaguchi, 1h37, 2013
Classificação Indicativa: 14 anos
Sinopse: Em meio à Batalha Olímpia, torneio que reúne os mestres de andar da Arena Celestial para decidir quem ficará no topo, surge uma nova ameaça. Os descendentes de um grupo que era a face oculta da Associação Hunter tomam a Arena Celestial e exigem a publicação de todas as missões secretas executadas por eles sob ordens da Associação. Seu líder, um velho conhecido do Presidente, quer o fim de todos os Hunters e conta com um poder contrário ao Nen e que se pensava estar extinto, o On.

Kappa: O Duende do Rio e o Sampei (Kappa no Sampei)  
Direção: Toshio Hirata, 1h30, 1994
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: Sampei vive com seu avô. Seu colega de escola chama Sampei de “duende do rio”. Um dia, enquanto ele estava praticando secretamente para a competição de natação no rio, é capturado. Quando retoma sua consciência, percebe que está agora na terra dos duendes. Sampei faz amizade com o duende Gartalow, que parece ser idêntico ao Sampei, e eles decidem fugir da terra de duendes juntos e retornar para a aldeia de Sampei.

O Conto da Princesa Kaguya (Kaguyahime no monogatari)  
Direção: Isao Takahata, 2h17, 2013
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: Esta animação é baseada no conto popular japonês “O corte do bambu”. Kaguya era um minúsculo bebê quando foi encontrada dentro de um tronco de bambu brilhante. Passado o tempo, ela se transforma em uma bela jovem que passa a ser cobiçada por cinco nobres, dentre eles o próprio Imperador. Mas nenhum deles é o que ela realmente quer. A moça envia seus pretendentes em tarefas aparentemente impossíveis para tentar evitar o casamento com um estranho que não ama. Mas Kaguya terá que enfrentar seu destino e a punição por suas escolhas.

O Lugar Prometido em Nossa Juventude (Kumo No Muko, Yakusoku No Basho)  
Direção: Makoto Shinkai, 1h31, 2007
Classificação Indicativa: 12 anos
Sinopse: Em uma história suplente do rescaldo da Segunda Guerra Mundial, o Japão foi separado pela metade, com o sul Honshu e as outras ilhas aliados aos Estados Unidos e ao norte da ilha Hokkaido anexada pela União enigmática. Foi em Hokkaido que uma misteriosa torre tinha sido construída, uma vertente de metal até chegar fora da atmosfera, visíveis a partir da ponta norte de Honshu. Em 1996, três adolescentes, Hiroki, Takuya e Sayuri, fazem um pacto que vão construir uma aeronave experimental de vigilância, quase invisível, que atravesse a Hokkaido e desvende os segredos da torre. O seu sonho nunca foi concretizado, porque Sayuri foi enviado à Tóquio para tratamento e logo depois entra em coma. Agora, três anos mais tarde, as ilusões da juventude podem ter passado, mas não a inquebrável força do trio e da promessa. A verdade da torre será descoberta e com ela a ligação entre eles e os mistérios da Sayuri.

Padrinhos de Tóquio (Tôkyô goddofâzâzu)  
Direção: Satoshi Kon e Shogô Furuya, 1h33, 2003
Classificação Indicativa: 12 anos
Sinopse: Hana, uma ex- drag queen, Gin, um antigo ciclista alcoólatra, e Miyuki, uma adolescente fugitiva, são três sem teto que em sua tumultuada existência encontram um bebê abandonado no dia de Natal. Os três resolvem peregrinar em busca de solucionar o mistério e encontrar os pais da criança antes da chegada do ano novo. Durante a busca, deparam-se com fatos ocultos sobre o passado, os quais são forçados a confrontar e, ao mesmo tempo, aprendem a enfrentar o futuro juntos.

Paprika (Paprika)  
Direção: Satoshi Kon, 1h30, 2006
Classificação Indicativa: 14 anos
Sinopse: Num futuro próximo, o Dr. Tokita (Tôru Furuya) inventa um poderoso aparelho chamado DC-Mini, que torna possível o acesso aos sonhos das pessoas. Sua colega, a Dra. Atsuko Chiba (Megumi Hayashibara) – psicoterapeuta e pesquisadora de ponta – desenvolve um tratamento psiquiátrico revolucionário a partir do aparelho. Mas, antes de seu uso ser sancionado pelo governo, o DC-Mini é roubado. Quando vários dos pesquisadores do laboratório começam a enlouquecer e a sonhar em estado de vigília, Atsuko assume seu alter-ego, Paprika, a “detetive de sonhos”, para mergulhar no mundo do inconsciente e descobrir quem está por trás da tragédia.

Pop in Q  
Direção: Naoki Miyahara, 1h35, 2016
Classificação Indicativa: Livre
Sinopse: A história desenrola-se em torno de cinco meninas preocupadas com o seu dia a dia. Elas se encontraram num mundo de fantasia após certo incidente. Nesse mundo ficam sabendo sobre a crise iminente que o mundo vai enfrentar e a única maneira de evitar esta crise é colaborarem e unirem os seus cinco corações através da dança.

The Sky Crawlers: Eternamente (Sukai kurora)  
Direção: Mamoru Oshii, 2h02, 2008
Classificação indicativa: 12 anos
Sinopse: Um grupo de pilotos de caça eternamente jovens, conhecidos como ‘Kildren’, vivencia a repentina perda da inocência quando tem que lutar contra o inimigo em assustadoras batalhas aéreas. O treinamento de voo intensivo é a única memória da infância do destemido piloto adolescente Yuichi, em cuja vida as batalhas aéreas convivem com a luta para descobrir mais sobre seu passado esquecido. Quando Suito, sua linda comandante, reluta em discutir o destino do piloto que Yuichi está substituindo – ou as condições estranhamente perfeitas do avião que era de tal piloto – a curiosidade de Yuichi aumenta ainda mais.

Vidas ao Vento (Kaze Tachinu)  
Direção: Hayao Miyazaki, 2h06, 2013
Classificação indicativa: 12 anos
Sinopse: Jiro Horikoshi vive em uma cidade do interior do Japão. Um dia, ele começa a desejar voar em um avião com formato de pássaro. A partir desse desejo, ele decide que construir um avião e colocá-lo no ar é a meta da sua vida. Durante a busca pelo seu sonho ele conhece Naoko, uma jovem encantadora por quem se apaixona. No entanto, algo horrível ocorre e o futuro do casal fica ameaçado.

SERVIÇO 
MOSTRA ANIME: O FANTÁSTICO MUNDO DAS ANIMAÇÕES JAPONESAS 
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil
Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo – Cinema
Data: de 12 a 24 de fevereiro de 2020
Consulte a programação nas redes sociais do CCBB SP

https://www.facebook.com/events/628396731298468/?event_time_id=628396741298467

Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo 
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico, Triângulo SP, São Paulo–SP
Aberto todos os dias, das 9h às 21h, exceto às terças
Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô
Informações: (11) 4298-1260

bb.com.br/cultura | twitter.com/ccbb_sp | facebook.com/ccbbsp | instagram.com/ccbbsp
ccbbsp@bb.com.br

Acesso e facilidades para pessoas com deficiência | Ar-condicionado | Cafeteria e Restaurante | Loja

Estacionamento conveniado: Rua da Consolação, 228.
Traslado gratuito até o CCBB (aprox. 10 min), das 14h às 23h.
No trajeto de volta, a van tem parada na estação República do Metrô.
Valor: R$ 14 pelo período de até 6 horas. É necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.

Vovô Bebê faz show de lançamento de novo disco em Botafogo

Nome da nova geração da música carioca, Vovô Bebê faz o show de lançamento de seu novo disco, “Briga de Família” (selo Risco) na Audio Rebel. A apresentação é atração desse mês dentro da programação Budweiser Apresenta e acontece no dia 20/02 (quinta-feira), a partir das 20h. Os ingressos custam R$ 20.

Vovô Bebê é o projeto das composições autorais do produtor e instrumentista Pedro Dias Carneiro. Nascido no Rio de Janeiro, ele iniciou sua carreira fonográfica com a banda “quase” instrumental Dos Cafundós, que lançou o disco “Capitão Coração”, pelo selo inglês Far Out Records em 2012. Ao mesmo tempo em que participava de pequenos shows como compositor e instrumentista, trabalhava como assistente do produtor musical Chico Neves, com quem gravou o primeiro disco Vovô Bebê e se iniciou no universo do estúdio ainda em 2006.

Hoje, no icônico espaço que abrigava o estúdio 304 de Chico, Pedro produz, grava e toca com artistas como Ana Frango Elétrico, El Efecto, Thiago Amud e Luís Capucho – todos eles, de certa forma, integram seu novo trabalho.

Em “Briga de Família”, Vovô Bebê mostra a sonoridade que vem lapidando em palcos como o da Rebel e ao lado de parceiros de composição e instrumentistas que vão de Frango Elétrico e Luiza Brina a Guilherme Lírio e Tomas Rosati. As canções são crônicas urbanas de um Rio de Janeiro ao mesmo tempo caótico e bem-humorado, caminhando na linha tênue entre good vibes e bad trip – como toda “Briga de Família”.

O show integra a programação da Budweiser na Audio Rebel, que já recebeu Passo Torto, Kiko Dinucci, Rodrigo Campos, Jair Naves, Blastfemme e Nina Becker, entre outros. Esse show acontece na casa em Botafogo que reúne também estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

Os ingressos já estão à venda na plataforma Eventbrite: https://www.eventbrite.com.br/e/budweiser-apresenta-vovo-bebe-tickets-93126276199

 

Serviço

Budweiser Apresenta: Vovô Bebê

Data: 20/02/2020 (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Compra online: https://www.eventbrite.com.br/e/budweiser-apresenta-vovo-bebe-tickets-93126276199

Evento: https://www.facebook.com/events/166266694802932/

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Carnaval no Shopping Metropolitano Barra terá Bloquinho indoor e Mundinho Kids temático

O carnaval do Shopping Metropolitano Barra promete muita animação para os pequenos. O tradicional evento Mundinho Kids vem com duas oficinas para as crianças curtirem a folia: a de máscara de carnaval e de percussão. No dia 23 de fevereiro, a garotada terá direito a um camarim de tatuagens e acessórios, recreação e desfile de fantasias para fechar o dia. E, no dia 24, o Bloquinho do Nico, com bandinha ao vivo, promete não deixar ninguém parado. A programação ainda vai contar com recreação Animasom e presença do Nico para fotos e brincadeiras.

As oficinas do Mundinho Kids são gratuitas, sempre aos domingos, das 16h às 19h, com distribuição de senhas, 15 minutos antes, no local. Cada sessão tem a duração de 30 minutos e a capacidade é sujeita a lotação. O evento acontece em espaço próprio, recém-inaugurado, no piso L2, próximo ao Cinemark. Em todos os dias de programação, o macaquinho Nico, mascote do shopping, faz uma visita no local para fotos com as crianças.

Segue abaixo a programação:

Confira as atrações do Mundinho Kids, em fevereiro:

09/02 – Oficina de máscara de carnaval – 16 às 19h

As crianças poderão confeccionar suas próprias máscaras de carnaval para curtir a folia com um acessório personalizado.

16/02 – Oficina de percussão – 16 às 19h

Nesta oficina, as crianças poderão fazer seus próprios instrumentos musicais e levá-los para casa.

23/02 – Recreação Carnavalesca:

·       16 às 17:30h: Camarim tatuagem e fantasias

·       17:30 às 18:30h: Recreação da Folia

·         18:30 às 19h: Desfile de fantasias

24/02 – Bloquinho do Nico – 16 às 18h

Com repertório que vai agradar crianças e adultos, o Bloquinho do Nico se prepara para animar o público com o cortejo indoor no Shopping Metropolitano Barra.  Além da bandinha ao vivo, a programação contará com recreação Animasom e presença do Nico para fotos e brincadeiras.

SERVIÇO MUNDINHO KIDS – SHOPPING METROPOLITANO BARRA

Dias 09, 16 e 23 de fevereiro

Horário: Oficinas – das 16h às 19h
Horário Recreação Carnavalesca: De 16h às 19h.
Local: Piso L2 – Espaço Mundinho Kids (próximo Cinemark)
Evento gratuito
Duração: Oficinas – 30 minutos por sessão. As oficinas têm participação mediante a distribuição de senhas limitadas no local. As senhas são distribuídas 15 minutos antes do início da primeira sessão.

SERVIÇO BLOQUINHO DO NICO – SHOPPING METROPOLITANO BARRA

Dia 24 de fevereiro

Horário: 16h às 18h
Local: Shopping Metropolitano Barra
Evento gratuito

Mais informações: www.shoppingmetropolitanobarra.com.br
Endereço: Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1.300 – Centro Metropolitano – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro.

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

O Shopping Metropolitano Barra foi inaugurado em 2013 numa das áreas que mais cresce no Rio de Janeiro: o Centro Metropolitano. Com amplo estacionamento e cerca de 200 lojas, o shopping é o espaço ideal para passear com a família, encontrar os amigos e ter acesso a ótimas marcas e restaurantes voltados a um público diversificado. Com arquitetura inovadora, o projeto recebeu ainda dois prêmios ouro – um do International Council of Shopping Center (ICSC) e outro da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

Pensando sempre na comodidade de seus clientes, o Shopping Metropolitano Barra foi o primeiro do Rio a lançar uma plataforma exclusiva de e-commerce, o ON Stores. Pioneiro na indústria brasileira de shoppings, o marketplace foi lançado pela CCP, administradora do shopping, para ampliar a conveniência dos clientes e agregar oportunidades de negócios aos lojistas. A inovação foi também premiada pela Abrasce.

Sobre a CCP Shoppings

A CCP (Cyrela Commercial Properties S.A) é uma das principais empresas de desenvolvimento, aquisição, locação, venda e administração de imóveis comerciais do Brasil. Atualmente, tem em seu portfólio de shoppings oito empreendimentos no país, localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Pará. Somados, abrigam mais de 1,5 mil varejistas em ABL (Área Bruta Locável) total superior a 289 mil m², dados que colocam a CCP entre as maiores administradoras de shoppings do Brasil. Desenvolvidos dentro dos mais avançados padrões construtivos, esses empreendimentos se destacam pela arquitetura moderna e funcional, localização privilegiada, potencial de retorno e permanentes práticas de sustentabilidade relacionadas à segurança, saúde e meio ambiente.

“A Mente Capta” Peça de Mauro Rasi reestreia no Teatro Armando Gonzaga

Após o sucesso na Sede da Cia de Teatro Contemporâneo o espetáculo A Mente Capta, de Mauro Rasi, com direção de Bruno Seixas, realizará somente três apresentações no Teatro Armando Gonzaga, que pertence a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa/FUNARJ. para uma temporada popular.

 

Uma sala de terapia onde todos são atendidos ao mesmo tempo por uma doutora nada ortodoxa; essa é a premissa de “A Mente Capta”. O texto é de 1982, mas os problemas apresentados continuam atuais: carência afetiva, desprezo dos pais, dificuldades em relacionamentos; todos esses empecilhos são discutidos na minúscula sala onde a doutora Rosa Cruz (vivida por Leandro Austin) atende. Mas ao invés de recorrer a velhos conhecidos da psicanálise, como Freud e Jung, a especialista prefere  recorrer a métodos nada recomendáveis e até se refere a seus pacientes como “doidos”.

Sempre foi o desejo do diretor Bruno Seixas dirigir o texto. Ele foi assistente de direção em uma montagem da peça com  Regiana Antonini (autora de “Doidas e santas”), onde se inspirou em fazer a própria versão, com o incentivo de alunos da companhia, no final de 2018.  O processo reforçou o estudo do teatro físico, a qual Seixas, já está acostumado “-Sempre me inspirei muito na Regiana Atonini, com quem eu desenvolvi um trabalho de teatro físico baseado nas técnicas de Grotowsky”, pondera o diretor.

São 14 personagens se revezando no palco, e segundo Bruno Seixas, é uma peça da qual se pode assistir diversas vezes: “- Cada personagem tem seu momento, você pode ir um dia para ver um e no outro, prestar atenção em um diferente” conclui.  Ainda de acordo com o diretor, a criação da peça foi fruto de um trabalho coletivo entre os atores e a direção: “- Eles trouxeram as propostas, algumas eu gostei, outras não, fui selecionando e fomos criando juntos” finaliza.

Sobre o diretor

 

Bruno Seixas e ator e diretor, formado pela Cia de Teatro Contemporâneo, além de ter passagens pela CAL e Tablado. Participou de mais de 50 peças, além de ter atuado em novelas da Globo e Record além de séries no canal Multishow. Ganhou o prêmio de melhor ator no CINEFEST universitário 2016.

Sobre o autor

Mauro Rasi foi um dramaturgo paulista de grande sucesso, principalmente nos anos 80, escrevendo sucessos como “Batalha de arroz em um ringue para dois” e “A estrela do lar” (estrelado por Marieta Severo). Nos anos 90, se dedicou à crônicas e textos para jornais de grande circulação, como “O Globo”. Morre em 2003, vítima de um câncer de pulmão.

Ficha técnica

Direção: Bruno Seixas

Elenco: Aline Fernandes, Arthur Pimenta, Beatriz Lima, Bianca Fassano, Carolina Marques, Claudia Aragão, Elison Gruszka, João de Carvalho, Leandro Austin, Luiz Felipe Martins, Margot Quintão,  Thalita Rocha, Victor Gomes

Iluminação: Rúbia Vieira

Trilha sonora: Raphael Piquet

Cenário: Cláudia Aragão

Figurinos: Maru Serpa

Design Gráfico: Matheus Nicolau

Assessoria de Imprensa: Júlio Luz

Produção: Duas Encena Produções Artísticas, Margot Quintão, Thalita Rocha

Produção executiva: Beatriz Lima

Serviço – Únicas Apresentações

Teatro Armando Gonzaga

Av. Gen. Osvaldo Cordeiro de Farias, 511 – Mal. Hermes –RJ.

Informações: (21) 23321040

Período 14,15 e 16 de fevereiro de 2020.

Duração: 80 minutos

Capacidade: 210 lugares

Classificação etária: 14 anos

Valores:  R$ 40,00

“Zombi Child” estreia em 26 de março

ZOMBI CHILD, escrito e dirigido por Bertrand Bonello (Nocturama e L’Apollonide – O Amor na casa da Casa de Tolerância), foi exibido em competição no último Festival de Cannes e agora chega aos cinemas brasileiros em 26 de março. Com partes rodadas no Haiti, o longa conta a história de um jovem que é trazido do mundo dos mortos para trabalhar nas plantações de cana-de-açúcar no início dos anos 1960. Décadas depois, a vida de uma adolescente francesa, descendente de haitianos é interligada à dele.

O diretor conta que ainda no início dos anos 2000 teve o interesse pelo Haiti despertado, quando um amigo rodou um longa ali. À época, ele anotou duas palavras num caderno: Zumbi, Haiti. Relendo essa anotação em 2018, retomou a ideia que parecia óbvia: “O que é um zumbi? É um homem que foi retirado do mundo. Eu o imaginei como um homem que anda lentamente, com a cabeça baixa. Uma simples imagem como essa, para mim, constitui um ponto de partida”, relembra.

Na trama, que se passa em Paris, em 2015, uma jovem compartilha com suas amigas do colégio interno um antigo segredo de sua família.  E uma delas decide realizar o ritual vudu, invocando um zumbi.

A figura do zumbi original (zombi, não zombie) “é profundamente embutida na história e na cultura haitiana. É o resultado de uma magia vudu, que as pessoas pouco falam e muitas negam a existência”, explica Bonello, que encontrou inspiração em livros de fotografias, romances e publicações antropológica, como Voodoo in Haiti, do autor suíço Alfred Métraux, dos anos 1950. “Diferentemente do zumbi americano, que é uma pessoa morta, o zumbi haitiano está suspenso em algum lugar entre a vida e a morte”, completa.

ZOMBI CHILD também foi destaque do Festival Internacional de Cinema do Rio 2019, e chega aos cinemas brasileiros com distribuição da California.

Sinopse 
Haiti, 1962. Um homem é trazido de volta do mundo dos mortos apenas para ser enviado ao inferno do trabalho nos campos de cana. Em Paris, 55 anos depois, na conceituada escola da Legião de Honra, uma jovem aluna haitiana confessa um antigo segredo de família para o grupo de novas amigas – sem imaginar que sua estranha narrativa vai convencer um colega de coração partido a fazer o inimaginável. Veneza 2019.

Ficha técnica 
Direção: Bertand Bonello
Elenco: Louise Labeque, Wislanda Louimat, Katiana Milfort
Gênero: Fantasia
País: França
Ano: 2019
Duração: 103 min.

Dora Morelenbaum e Julia Mestre se apresentam na Audio Rebel

Duas novas artistas em ascensão na cena da música brasileira, Dora Morelenbaum e Julia Mestre se unem em um show misturando o repertório autoral de suas carreiras solo. Esse encontro acontece em 11/02 (terça), na Audio Rebel, a partir das 20h. Os ingressos custam R$ 20.

Dora Morelenbaum e Julia Mestre se encontraram na música no início de 2018, a partir de quando surgiram as primeiras parcerias e a ideia seguirem juntas fazendo shows. Dora e Julia apresentam o contraste dos timbres de suas vozes, somando o rouco ao aveludado, e riscam um som mais ácido com a formação de baixo, violão e guitarra. As composições de ambas as cantoras têm reflexos de suas influências, como Rita Lee, Gilberto Gil, e de novos compositores, que também preenchem o show.

Esse encontro acontece no palco da Audio Rebel, casa em Botafogo que reúne ainda estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

 

Serviço

Dora Morelenbaum e Julia Mestre

Data: 11/02/2020 (terça)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Compra online: https://www.eventbrite.com.br/e/julia-mestre-e-dora-morelenbaum-na-audio-rebel-tickets-92097354667

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Arthus Fochi, Tyaro e Bê e os Botos na Audio Rebel

Três shows em uma só noite no palco da Audio Rebel. Como parte do projeto FIlatelia, Arthus Fochi, Tyaro e Bê e os Botos apresentam suas canções no dia 12/02 (quarta-feira), a partir das 20h. Os ingressos são R$ 20.

O cantor, compositor e multi instrumentista carioca Arthus Fochi está prestes a lançar seu próximo disco, “Ano Sabático”. Ele retorna à Rebel para apresentar destaques da sua discografia até aqui, que inclui os trabalhos “Êxodo Urbano” e “Suvaco do Mundo”, onde une raízes das músicas brasileira e latina.

 

Nascido em Pernambuco e criado no Rio de Janeiro, Tyaro é um cantor e compositor conhecido pela intensidade de suas performances. Ele ganhou notoriedade com Rio Maracatu, Grupo Maracutaia, Renascimento e Agytoê.

 

Carregando uma poética simples e positiva com uma mistura de gêneros que vai do carimbó à bossa passando pelo alternativo, a banda carioca Bê e Os Botos iniciou seus trabalhos em 2017 e já lançou 3 EPs. O grupo é formado pelo vocalista e guitarrista Bê Camará, o baixista Rafael Lopes e o baterista Carlos Fonseca.

 

Filatelia é um agregado de selos que desagua num coletivo de artistas, realizando música brasileira de todos os povos do mundo. A ideia é fazer a arte girar sobre um eixo mais justo e igualitário, longe de machismo, racismo, homofobia, misoginia, intolerância religiosa e injustiça social. O coletivo faz canções de todos os amores, até os impossíveis, em tom maior e menor, em ritmos quadrados e quebrados, em português, em espanhol, em portunhol.

 

Esse encontro acontece no palco da Audio Rebel, casa em Botafogo que reúne também estúdios de gravação e ensaio, oficina de instrumentos (luthieria) e loja de música.

 

Serviço

Filatelia – Arthus Fochi, Tyaro e Bê os Botos

Data: 12/02/2020 (quarta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Sessão extra de “Tom na Fazenda” dia 10 de fevereiro

Em cartaz desde março de 2017, o espetáculo “Tom na Fazenda estreia a nona temporada em 1º de fevereiro (sábado) no Teatro Petra Gold. Idealizado pelo ator e produtor Armando Babaioff, que também assina a tradução, a montagem tem apresentações de sexta a domingo, às 19h30, até 16 de fevereiro. Dirigida por Rodrigo Portella, a peça traz no elenco Gustavo Vaz, Camila Nhary e Soraya Ravenle (substituindo Kelzy Ecard), além do próprio Babaioff. Desde sua estreia, “Tom na Fazenda” fez 185 apresentações e já foi vista por mais de 25 mil pessoas.

A peça é baseada na obra Tom à la Farme, do autor canadense Michel Marc Bouchard. Foi numa conversa com um amigo que Babaioff tomou conhecimento do filme Tom na Fazenda (2013), adaptação da peça homônima, com direção do franco-canadense Xavier Dolan. Arrebatado pela obra, o ator começou a traduzir a peça, que aborda a inabilidade do indivíduo para lidar com o preconceito, a impotência, a violência e o fracasso.

Em cena, o publicitário Tom (Armando Babaioff) vai a uma fazenda no interior para o funeral de seu companheiro. Ao chegar, descobre que a sogra (Soraya Ravenle) nunca tinha ouvido falar dele e tampouco sabia que o filho era gay. Nesse ambiente rural e austero, Tom é envolvido numa trama de mentiras criada pelo truculento irmão (Gustavo Vaz) do falecido, estabelecendo com aquela família relações de complicada dependência. A fazenda, aos poucos, vira cenário de um jogo perigoso, onde quanto mais os personagens se aproximam, maior a sombra de suas contradições.

“No ano em que traduzi a peça, 347 pessoas foram assassinadas pelo simples fato de serem quem eram. O Brasil é o país que mais mata homossexuais no mundo, mais do que nos 13 países do Oriente e da África onde há pena de morte aos LGBT. O que me fascina em Tom na Fazenda é essa possibilidade de falar de assuntos que eu realmente acho necessário. Eu sinto essa necessidade de dizer para o mundo verdades das quais eu acredito”, diz Babaioff. “Manter o espetáculo em cartaz enquanto tiver público para nos assistir se tornou uma regra. Temos que resistir neste tempo em que a cultura é atacada de uma forma muito covarde e cruel”, completa Babaioff.

Tom na Fazenda” conta uma história bastante comum entre jovens de várias gerações, mesmo de culturas diferentes. No Canadá, no Brasil, no Oriente Médio, no Japão ou na África do Sul, homens e mulheres jovens aprendem a mentir antes mesmo de aprenderem a amar. As famílias, guardiãs das normas sobre a sexualidade, garantindo sempre a heteronormatividade, inserem nos próprios membros a semente da homofobia.

“Todo redemoinho que devastará a vida dos que fogem das normas surge no núcleo de suas próprias famílias”, comenta Rodrigo Portella, que opta, mais uma vez por uma encenação com poucos elementos para que as sutilezas das relações propostas pelo texto se sobressaiam. “Bouchard compôs uma obra de estrutura impecável. Ele vai fundo nas contradições dos seus personagens, o que os torna muito próximos de nós”, acredita o diretor.

TRAJETÓRIA DO ESPETÁCULO

 

Tom na Fazenda” estreou no Rio de Janeiro em março de 2017 no Oi Futuro, com patrocínio da Oi. As temporadas seguintes no Rio de Janeiro — nos teatros SESI Centro, Dulcina, Poeirinha, Cesgranrio, Leblon e no Imperator —, quase sempre com ingressos esgotados, no entanto, não tiveram qualquer recurso vindo de leis de incentivo. Este ano, o espetáculo vai circular pelo Canadá, Estados Unidos e França. De 3 a 12 de março, “Tom na Fazenda” cumpre temporada no Usine C, em Montreal, e, no dia 20 do mesmo mês, haverá uma apresentação no Quick Center for the Arts, em Connecticut. De 3 a 26 de julho, a peça faz parte da programação do Festival de Avignon.

Esta não é a primeira vez que “Tom na Fazenda” ganha carreira internacional. Em junho de 2018, o espetáculo foi apresentado no Festival TransAmériques (FTA), em Montreal, no Canadá –  um dos mais importantes eventos de artes cênicas do mundo —, com legendas em inglês e francês. A indicação foi do próprio autor da obra, o dramaturgo canadense Michel Marc Bouchard, que mora em Montreal e assistiu à peça em sua estreia, no Rio. As três apresentações naquele país renderam à peça o prêmio de melhor espetáculo estrangeiro pela Associação de Críticos de Teatro de Québec.

INDICAÇÕES E PRÊMIOS

 

·         Prêmio Aplauso Brasil 2019 (5 indicações): Iluminação (Tomás Ribas), Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard) e Espetáculo Independente.

·         Espetáculo vencedor do Prêmio APCA 2019 na categoria teatro.

·         Espetáculo vencedor do prêmi0 de melhor espetáculo estrangeiro da Associação de Críticos de Teatro de Québec.

·         30º Prêmio Shell de Teatro (5 indicações): Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenografia (Aurora dos Campos) e Música (Marcelo H.). Espetáculo vencedor em duas categorias: Direção (Rodrigo Portella) e Ator (Gustavo Vaz).

·         5º Prêmio Cesgranrio de Teatro (7 indicações): Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenário (Aurora dos Campos), Iluminação (Tomás Ribas), Espetáculo e Especial (Lu Brites, pela preparação corporal). Espetáculo vencedor em três categorias: Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz) e Cenografia (Aurora dos Campos).

·         6º Prêmio Botequim Cultural (10 indicações): Direção, Espetáculo, Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard e Camila Nhary), Figurino (Bruno Perlatto), Cenografia (Aurora dos Campos), Iluminação (Tomás Ribas) e Música (Marcello H). Espetáculo vencedor em sete categorias: Melhor Espetáculo, Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard) e Cenografia (Aurora dos Campos) e Iluminação (Tomás Ribas).

·         12ª Prêmio APTR (6 indicações): Espetáculo, Produção, Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Iluminação (Tomás Ribas) e Cenografia (Aurora dos Campos). Vencedor na categoria Melhor Espetáculo.

·         Espetáculo vencedor do 7º Prêmio Questão de Crítica.

·         Prêmio Cenym de Teatro Nacional (17): Espetáculo, Direção, Ator (A. Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Camila Nhary e Kelzy Ecard), Texto Adaptado, Qualidade Artística, Qualidade Técnica, Elenco, Preparação Corporal (Lu Brites), Iluminação, Cenário, Montagem, Cartaz ou Programação Visual (Bruno Dante), Fotografia de Publicidade (José Limongi, Renato Mangolin e Ricardo Brajtman) e Trilha Sonora (Marcello H).  Espetáculo vencedor em oito categorias: Espetáculo, Direção, Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard), Qualidade Artística, Montagem e Preparação Corporal (Lu Brites).

Temporadas anteriores:

1ª – Oi Futuro (de 24 de março a 14 de maio de 2017)

2ª – Teatro Sesi Centro (de 31 de agosto a 30 de setembro de 2017)

3ª – Teatro Poeirinha (de 6 de outubro a 17 de dezembro de 2017)

4ª – Teatro Dulcina (12 a 28 de janeiro de 2018)

5ª – Teatro Cesgranrio (de 3 de março a 1 de abril de 2018)

6ª – Teatro Leblon (de 14 de abril a 27 de maio de 2018)

7ª – Imperator (de 10 a 23 de novembro de 2018)

8ª – Sesc Santo Amaro, SP (de 16 de março a 14 de abril de 2019)

SOBRE MICHEL MARC BOUCHARD (autor)

Michel Marc Bouchard nasceu em Saint-Coeur-de-Marie, em Quebec, no Canadá. Formado em teatro pela Universidade de Ottawa, fez sua estreia profissional como dramaturgo em 1983 com Contre-nature de Chrysippe Tanguay, Écologist, e, desde então, escreveu mais de 25 peças que foram traduzidas em diversas línguas e apresentadas em muitos países e festivais. Bouchard foi condecorado Cavaleiro da Ordem Nacional de Quebec, em 2012.

Sua obra mais conhecida é Lillies (Les Feluettes ou la Répétition d’un Drame Romantique), que posteriormente foi roteirizada e dirigida por John Greyson em seu filme homônimo. The Painter Madonna foi sua primeira peça traduzida para o inglês. Entre suas obras mais conhecidas, destaque para The Coronation Voyage (Le Voyage du Couronnement), Down Dangerous Passes Road (Le Chemin des Passes-Dangereuses) e Written on Water (Les Manuscrits du Déluge). Sucessos no teatro, as peças The Orphan Muses (Les Muses Orphelines) e Tom at the Farm (Tom à la Farme) também foram adaptadas para o cinema pelos diretores Robert Favreau e Xavier Dolan, respectivamente.

Ao longo de sua carreira, Bouchard foi agraciado com importantes prêmios de artes cênicas no Canadá: Prix Journal de Montreal, Prix du Cercle des Critiques de L’outaouaisMoore Award Dora Mavor for Outstanding New PlayFloyd S. Chalmers Award Canadian Play. Recebeu nove prêmios Jessie Richardson Theatre Awards para as peças Lillies e Les Muses Orphelines.

SOBRE ARMANDO BABAIOFF (Idealizador, tradutor e ator)

Formado pela escola Estadual de Teatro Martins Pena e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO) em Artes Cênicas. Como integrante da Quantum Cia. de Teatro, Babaioff fez de diversas montagens sob a direção de Rodrigo Portella. Em 2004, protagonizou, ao lado de Vera Fischer, A Primeira Noite de um Homem, com direção de Miguel Falabella.

 

No teatro, participou ainda dos espetáculos O Santo e a Porca (2008), de Ariano Suassuna, com direção de João Fonseca, pelo qual foi indicado ao prêmio de melhor ator coadjuvante pela APTR; A Gota d’Àgua (2009), de Chico Buarque e Paulo Pontes, também com direção de João Fonseca; Rockantygona (2011), baseado na obra de Sófocles, com direção de Guilherme Leme Garcia; Escola do Escândalo, de Richard B. Sheridan, com direção de Miguel Falabella; A Propósito de Senhorita Júlia, de August Strindberg, dirigida por Walter Lima Jr.; O que Você Mentir Eu Acredito, de Felipe Barenco, com direção de Rodrigo Portella.

 

Em 2009, criou a produtora ABGV Produções Artísticas, em parceria com o amigo e ator Gustavo Vaz. Pela primeira vez atuou também como produtor de teatro, com a peça Na Solidão dos Campos de Algodão, com texto de Bernard Marie Koltès e direção de Caco Ciocler. O espetáculo lhe rendeu uma indicação ao Prêmio de Melhor Ator pela APTR.

 

Na TV, pode ser visto interpretando o personagem Diogo Cabral em Bomsucesso, onde viveu seu primeiro vilão na tv, indicado ao Prêmio Melhores do Ano. Antes disso esteve em Segundo Sol, de João Emanuel Carneiro, também na TV Globo. Estreou na emissora na novela Páginas da Vida (2006), de Manoel Carlos. Também na Globo, participou das novelas Duas Caras (2010/2011), Ti-ti-ti (2010), Sangue Bom (2013) e A Lei do Amor (2016). Protagonizou a série DOAMOR, ao lado da atriz Maria Flor, no canal Multishow.  No cinema, protagonizou o longa Prova de Coragem, baseado no romance Mãos de Cavalo, do autor gaúcho Daniel Galera e com a direção de Roberto Gervitz. Recentemente, protagonizou o filme “O Homem Livre” com a direção de Alvaro Furloni que estreou nos cinemas de todo Brasil em 2019. 

SOBRE RODRIGO PORTELLA (diretor)

Natural de Três Rios, no interior do Rio, Rodrigo Portella é formado em Direção Teatral pela UniRio.  Em 27 anos de carreira, dirigiu 23 espetáculos e escreveu nove peças teatrais, sendo indicado quatro vezes ao Prêmio Shell pelas peças Uma História Oficial (2013), Antes da Chuva (2014),  Alice Mandou Um Beijo (2016) e Insetos (2018).  Esta última em comemoração os 30 anos da Cia dos Atores.

Foi com Antes da Chuva, da Cia Cortejo, que Portella começou a ser reconhecido por seu trabalho. Com ela, percorreu dezenas de cidades pelo projeto Palco Giratório, participou dos maiores festivais de teatro do país, além de turnês na Argentina, Equador, Alemanha e Chile. Matérias na imprensa legitimaram e reconheceram a importância do movimento feito por Portella na contramão do senso comum, por trocar, em 2010, a capital pelo interior, como espaço potencial para a verticalização do seu processo criativo, funcionando como um impulso para a circulação nacional. Em Três Rios, dirigiu por quatro anos o Festival Internacional Off Rio, os Pontos de Cultura Teatro Aberto e o Centro de Produção Audiovisual.

Atualmente, circula também com os espetáculos Os Impostores (2019) e As Crianças (2019), esse último indicado a 14 prêmios em diversas categorias no Rio e em São Paulo. Portella também se dedica à sua pesquisa de mestrado em direção pela UniRio. É também professor do curso superior de teatro do Instituto Cal de Arte e Cultura.

SERVIÇO

 

TOM NA FAZENDA

Temporada: de 1 a 16 de fevereiro de 2020.

Apresentações: de sexta a domingo, às 19h30 – Sessão extra: 10 de fevereiro, às 19h30, seguida de debate com o elenco e direção.

Local: Teatro Petra GoldSala Marília Pêra. Rua Conde de Bernadotte 26, Leblon. Tel.: 2529-7700.

Ingressos: R$ 70 (sexta e sábado) e R$ 80 (domingo) – meia-entrada para os casos previstos em lei.

Duração: 120 min. Lotação: 400 lugares. Classificação etária: 18 anos.

Facebook e Instagram: @tomnafazenda

FICHA TÉCNICA

Texto: Michel Marc Bouchard.

Tradução: Armando Babaioff.

Direção: Rodrigo Portella.

Elenco: Armando Babaioff, Soraya Ravenle, Gustavo Vaz e Camila Nhary.

Cenografia: Aurora dos Campos.

Iluminação: Tomás Ribas.

Figurino: Bruno Perlatto.

Direção Musical: Marcello H.

Guitarras e violões: Jr Tostoi e Marcello H.

Preparação Corporal: Lu Brites.

Coreografia: Toni Rodrigues.

Programação visual: Bruno Dante.

Mídias Sociais e Contrarregra: Egídio La Pasta.

Hair Stylist: Ezequiel Blanc.

Assistente de cenografia: Manu Libman.

Assistente de figurino: Luísa Marques.

Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela.

Produção executiva: Milena Monteiro.

Produção: Galharufa Produções.

Idealização: ABGV Produções Artísticas 

ABCDança 2020 tem inscrições abertas até dia 17 de fevereiro

Estão abertas, até o dia 17 de fevereiro, as inscrições (grátis) para o 15º ABCDança, tradicional festival de dança para grupos, núcleos, companhias e/ou bailarinos da região do ABCD paulista.

Os interessados devem acessar o site da Companhia de Danças de Diadema, onde o edital está disponível junto a todas as informações sobre o evento e as modalidades que o ABCDança acolhe: www.ciadedancas.apbd.org.br.

O 15º ABCDança será realizado entre os dias 7 e 15 de agosto de 2020. Todas as atividades são gratuitas.

Além dos espetáculos, o festival promove ações de difusão e reflexão e ações formativas em dança, que percorrem cidades do Grande ABCD Paulista. Neste ano, acontece em Diadema, Santo André, São Caetano do Sul e São Bernardo do Campo, incentivando a circulação da linguagem pela região e fomentando a participação de artistas locais.

Além os trabalhos profissionais inscritos e selecionados, participam companhias de dança convidadas, trabalhos que integram a Mostra Ivonice Satie e intervenções artísticas. A Mostra Ivonice Satie incentiva novos grupos e pesquisas em dança, sendo composta por trabalhos selecionados (de iniciantes, amadores ou em processo) de artistas e grupos independentes sediados nas cidades de Diadema, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.

O ABCDança  é uma iniciativa da Associação Projeto Brasileiro de Dança – APBD e Companhia de Danças de Diadema, tendo apoio da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Nas edições de 2019 e 2020, a realização do evento tem parceria com o Sesc São Paulo.

www.ciadedancas.apbd.org.br

facebook.com/companhiadedancas/

@ciadancasdiadema

‘Diário de Pilar na Grécia’ pela primeira vez em Niterói

Há mais de um ano em cartaz e visto por cerca de 30 mil pessoas, o espetáculo infantil “Diário de Pilar na Grécia”, adaptação do livro homônimo de Flavia Lins e Silva (autora da série “D.P.A. – Detetives do Prédio Azul”), terá duas únicas apresentações na cidade de Niterói dias 15 e 16 de fevereiro, às 16h, no projeto “Verão no Popular”, no Teatro Popular Oscar Niemeyer. É a primeira vez que o espetáculo se apresenta fora da cidade do Rio de Janeiro, devido a inúmeros pedidos.

 

A peça recebeu os prêmios de Melhor Espetáculo, Melhor Texto Adaptado, Melhor Atriz e Melhor Ator do CBTIJ (Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude). E de Melhor Espetáculo, Melhor Atriz e Melhor Ator do Botequim Cultural, além de diversas outras indicações. “Diário de Pilar na Grécia” também marca a comemoração dos 25 anos de carreira da atriz Miriam Freeland, protagonista da delicada e divertida história que fascina crianças, adolescentes e adultos, com um passeio pela mitologia grega.

 

–  É a primeira vez que nos apresentamos em Niterói. Nas outras temporadas, recebemos um grande público niteroiense e estamos muito felizes por levar o espetáculo à cidade – diz Miriam Freeland.

 

Com ares de superprodução, “Diário de Pilar na Grécia” é a primeira realização de um projeto infanto-juvenil da Movimento Carioca, produtora do casal de atores Miriam Freeland e Roberto Bomtempo e tem co-produção da Constelar, produtora de Tatianna Trinxet.

 

O espetáculo conta a história de Pilar, uma menina muito esperta e bem-humorada, que ao lado do seu gato Samba e do grande amigo Breno, embarca numa incrível aventura em busca do seu avô na Grécia. Pelo caminho, eles descobrem alguns dos maiores mistérios da vida e do fascinante mundo da mitologia grega, repleto de deuses e heróis, fazem vários novos amigos e vivem aventuras imperdíveis.

 

Diversas temáticas do mundo infanto-juvenil são abordadas de forma sensível e divertida na adaptação de Symone Strobel, que também dirige a peça.

 

– O objetivo é incentivar o encontro da família! Queremos que os pais voltem a usufruir do ato de ir ao teatro ao lado de seus filhos e que o espetáculo seja desfrutado com humor e emoção por todas as gerações – afirma Miriam.

 

O elenco conta com o ator e diretor Roberto Bomtempo interpretando o avô da Pilar e com nomes conhecidos do Teatro Infantil carioca, crias da tradicional escola O Tablado, fundada por Maria Clara Machado e celeiro de premiadas montagens do gênero: Viviana Rocha, Leandro Baumgratz, Alexandre Mofati, Ana Amélia Vieira, Pedro Monteiro e Symone Strobel, que também atua como a mãe da protagonista.

 

– Escolher fazer uma adaptação dessa obra de Flavia Lins e Silva é acreditar que estamos contribuindo para o crescimento de uma personagem literária infantil no imaginário de uma geração que já consome o D.P.A. É colocar o livro no palco, no foco, dando ainda mais brilho à obra – diz Roberto Bomtempo.

Livro já vendeu mais de 600 mil cópias pelo mundo

 

Lido e recomendado em diversas escolas do Brasil, o selo literário “DIÁRIO DE PILAR”, da autora Flavia Lins e Silva, já atingiu a marca de 600 mil leitores, em nove edições publicadas, sendo traduzido para países como Alemanha, França, México, Argentina, Polônia e China. A autora também é responsável pelo maior sucesso infantil brasileiro dos últimos anos, “D.P.A. – Detetives do Prédio Azul”, que arrastou para o cinema mais de 2,5 milhões de espectadores e está na sua 14ª temporada, no canal Gloob.

 

A série “Diário de Pilar” também se tornou desenho animado, que será lançado em fevereiro de 2020 com as vozes de Danielle Suzuki, Thiago Lacerda e Mel Lisboa, em toda a América Latina pelo canal Nat Geo Kids.

 

– “Diário de Pilar na Grécia” é uma comédia infanto-juvenil feita para toda a família que, de maneira leve e divertida, revela histórias e curiosidades sobre o berço da civilização, a partir da ótica dos deuses, valorizando a amizade, o companheirismo e a coragem. Com texto ágil, inteligente e delicado, a história narra as peripécias de nossa protagonista com seus amigos numa viagem inesquecível – ressalta Tatianna Trinxet, co-produtora da montagem.

 

SINOPSE:

Pilar é uma menina muito esperta e bem-humorada. Ela mora com a mãe e o avô Pedro. Não conheceu o próprio pai, que “misteriosamente” saiu de sua vida, antes mesmo dela nascer. Um dia seu avô parte para uma viagem rumo à Grécia, e ela morrendo de saudades, resolve viajar também. Mas logo depois recebe a notícia de que seu avô não voltará mais de lá… Inconformada e decidida, Pilar encontra um presente deixado por ele: uma rede mágica que pode levá-la a qualquer lugar que desejar. Junto com o gato Samba e o seu grande amigo Breno, Pilar embarca em busca do avô, e descobre alguns dos maiores mistérios da vida e o fascinante mundo da mitologia grega, repleto de deuses e heróis.

 

FICHA TÉCNICA:

Baseado no livro de: Flavia Lins e Silva

Idealização: Miriam Freeland

Direção e Adaptação: Symone Strobel

Elenco: Miriam Freeland, Roberto Bomtempo, Viviana Rocha, Leandro Baumgratz, Alexandre Mofati, Ana Amélia Vieira, Pedro Monteiro e Symone Strobel.

Direção de movimento: Paula Águas

Direção musical e Canções originais: Kleiton & Kledir

Desenho de Luz: Felipe Lourenço

Cenário: Natália Lana

Figurino: Bruno Perlatto

Adereços: Alexandre Guimarães

Adereços especiais (Asa do Pégaso e Peixes): Ricardo Denyz

Visagismo: Sid Andrade

Produção: Miriam Freeland e Tatianna Trinxet

Redes sociais: Prisma

Co-Produção: Constelar, Arte, Diversão e Cultura

Realização: Movimento Carioca Produções Artísticas

 

SERVIÇO:

“Diário de Pilar na Grécia”

Únicas apresentações

Data: 15 e 16 de fevereiro de 2020

Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer

Endereço: R. Jorn. Rogério Coelho Neto, s/n – Centro, Niterói – RJ.

Telefone: (21) 2620-6101

Horário: 16h – Sábado e domingo

Preços: R$20, (inteira) R$10, (meia)

Classificação Indicativa: Livre