À sombra de duas mulheres

Pierre e Manon produzem documentários de baixo orçamento e vivem de pequenos bicos. Quando Pierre conhece uma jovem estagiária, Elisabeth, ela se torna sua amante. Mas Pierre não quer deixar Manon – ele quer continuar com as duas mulheres. Elisabeth descobre que Manon tem um amante e conta a Pierre. Pierre volta para Manon, a mulher que ele ama de verdade. Sentindo-se traído, ele implora por seu amor, deixando Elisabeth de lado.

FICHA TÉCNICA

DIREÇÃO: Philippe Garrel

ROTEIRO: Jean-Claude Carrière, Caroline Deruas-Garrel

FOTOGRAFIA: Renato Berta

MONTAGEM: Fraçois Gédigier

DIREÇÃO DE ARTE: Emmanuel de Chauvigny

FIGURINO: Justine Pearce

MÚSICA: Jean-Louis Aubert

ESTÚDIO: SBS Productions, Arte France Cinéma

PRODUÇÃO: Said Ben Said, Michel Merkt

ELENCO

Stanislas Merhar – Pierre

Clotilde Courau –  Manon

Lena Paugam – Elisabeth

Vimala Pons – Lisa

Antoinette Moya – A mãe de Manon

Jean Pommier – Henri

Thérèse Quentin - esposa de Henri
Mounir Margoum - amante de Manon
Claude Desmecht - proprietário

Christian Cousquer – homem do mercado

Michel Charrel – homem do funeral

Louis Garrel – narrador

FESTIVAIS

Cannes 2015

Toronto 2015

Vancouver 2015

“Alices” no Teatro do Leblon

O encontro inesperado de duas mulheres desperta suas memórias e relatos de violências sofridas em seus relacionamentos. Inédito no Rio, Alices foi escrito por Jarbas Capusso Filho e inspirou a montagem homônima que tem direção de Leo Gama. A partir do texto original e relatos das atrizes Mitzi Evelyn e Carolina Stofella, o espetáculo traz à tona o debate sobre a violência e impunidade contra as mulheres no Brasil. A estreia será no dia 16 de maio, no Teatro Leblon. A temporada terças e quartas, às 21h, até 28 de junho.

Em janeiro de 2010, em Belo Horizonte, Maria Islaine de Morais, de 31 anos, estava trabalhando quando for surpreendida pelo ex-marido, que a matou com sete tiros. Antes do crime, ele já havia ameaçado diversas vezes a vítima, que registrou pelo menos oito boletins de ocorrência contra ele. Comovido com este brutal assassinato, o dramaturgo e roteirista Jarbas Capusso Filho resolveu escrever sobre a violência contra as mulheres.

Em 2012, a atriz Mitzi Evelyn se encantou com o texto de Capusso e convidou a atriz Carolina Stofella para participar do projeto, até então inédito no Brasil. “A peça aborda o tema de forma contundente, porém poética e lúdica. Queremos chamar atenção do público para uma reflexão sobre a violência que ainda destrói tantas mulheres”, destaca a idealizadora.

Para dirigir o espetáculo, Mitzi convidou Leo Gama, que trabalha na TV Globo há 30 anos e atualmente é Gerente Artístico de Pesquisa de Criadores, que abrange o corpo criativo da emissora com autores, diretores e assistentes de direção. Esta será sua estreia no teatro, como diretor. “Adaptamos o texto original a partir de um intenso trabalho feito nos ensaios, onde as atrizes buscaram em suas memórias vivências que trouxeram verdade à peça”, destaca Gama, que também assina a adaptação.

SOBRE LEO GAMA (DIREÇÃO E ADAPTAÇÃO)

Carioca, formado pela PUC/RJ em Publicidade e Propaganda, Leo Gama trabalha na TV Globo há 30 anos, onde iniciou sua carreira como estagiário da Agência da emissora. Foi assistente de produção, coordenador de produção e produtor de elenco. Assinou o elenco de comerciais para a Coca-Cola, Citibank, O Globo e outros. Foi um dos primeiros profissionais a ocupar o cargo de produtor de elenco da emissora. Foi assistente de direção na novela Suave Veneno, de Aguinaldo Silva e direção de Ricardo Waddington. Coordenou o departamento de pesquisa de elenco, iniciando um processo investigativo do trabalho do ator com o objetivo de revelar novos talentos. No momento, é gerente artístico de pesquisa de criadores.

SOBRE MITZI EVELYN

Catarinense, formada em Artes Cênicas pelo Senac/SC, graduada em cinema pela Universidade Estácio de Sá, e pós graduada em Arte e Filosofia na PUC. Fez parte do elenco da peça “Zoológicos”, direção de Leandro Mariz, pela qual recebeu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no XVI Festival Nacional de Teatro de Guaçuí. Atuou em “Uma Sociedade”, com direção de Lelette Coutto e “Pas-de-deux”, com direção de Luisa Bresolin. No cinema, atuou em “Lua em Sagitário”, “Histórias Íntimas” e “Mea Culpa”. Na televisão, participou da série “Divã” e das novelas “I Love Paraisópolis”, “A Favorita” e “Caras e Bocas”. No canal GNT, atuou nos seriados “Gente Lesa gera Gente Lesa”, dirigido por Silvio de Andrade; e “Flerte”, com direção de Luciana Alcaraz.

SOBRE CAROLINA STOFELLA

Catarinense, formada em artes cênicas pela CAL em 2001, com MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, trabalhou no teatro com Michel Bercovitch, Thierry Tremouroux, João Brandão, Roberto Alvim, Ricardo Karman entre outros diretores. No cinema, atuou em “A Partilha” de Daniel Filho e “Histórias Íntimas” de Julio Lelis. Na televisão, fez parte do elenco de “Malhação” e “Os Caras de Pau” da TV Globo.

FICHA TÉCNICA

Texto: Jarbas Capusso Filho

Direção e adaptação: Leo Gama
Elenco: Mitzi Evelyn e Carolina Stofella

Iluminação: Aurélio de Simoni

Cenografia: Pati Faedo

Figurinos: Marie Salles

Trilha original: João Paulo Mendonça

Preparação de elenco: Ana Abbott

Visagismo: Deborah Rocha

Direção de produção: Rafael Fleury

Coordenação geral: Márcio Costa

Assistente de direção e standin: Carolina Taulois

Cenotécnico: Pará Produções

Iluminador assistente: Guiga Ensa

Alfaiate: Bené Cardoso

Bordadeira: Ale Miranda

Costureira: Fafá Casado

Pintura em tecido: Piscila Pires

Foto Still: Serginho Carvalho

Programação visual: Thiago Ristow

SERVIÇO | ALICES

Estreia no dia 16 de maio

De 16 de maio a 28 de junho

Terças e quartas, às 21h.

Teatro do Leblon – sala Marília Pêra (Rua Conde de Bernadote, 26 – Leblon)

Preço: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

Informações: (21) 2529-7700

Capacidade: 408 lugares

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Gênero: Drama

Shell Open Air

Gargalhadas, suspiros, lágrimas e nervos à flor da pele a cada cena, mesmo que ela já tenha sido vista algumas vezes. Permitir-se sentir tudo isso de novo como se fosse a primeira vez. Esse resgate da magia do cinema é proporcionado pelo Shell Open Air, que está de volta ao Rio de Janeiro, para a alegria dos cariocas. O maior cinema ao ar livre do mundo acontecerá entre os dias 7 e 25 de junho, na Marina da Glória, realizado pela D+3 Produções e agora patrocinado pela Shell.

A iniciativa faz parte do novo posicionamento da marca que, no objetivo de integrar-se à jornada do consumidor, tem investido em proporcionar experiências cada vez mais prazerosas e descomplicadas para sua rotina diária.

 “Queremos ir além do posto, proporcionar novas experiências que transformem a vida das pessoas e as conectem, estando próximo de um consumidor que valoriza a união de tecnologia e praticidade no seu dia a dia. O Shell Open Air une inovação, novas experiências e energia em uma combinação que se encaixa com o que a marca Shell tem a oferecer para impactar positivamente a vida das pessoas”, comenta Renato Grego, gerente de Comunicação de Marketing da Raízen, que licencia a marca Shell no Brasil.

Ao longo de três semanas de junho, de quartas a domingos, tecnologia e diversão darão brilho ao Shell Open Air, que exibirá 20 filmes em uma tela com área de 325m², equivalente à área de uma quadra de tênis. No sistema de som, serão instaladas 28 caixas Dolby Digital Surround, que envolverão o público em uma experiência única. A programação reúne clássicos, blockbusters e filmes nacionais. A venda de ingressos começa no dia 18 de maio, através do site rj.openairbrasil.com.br.

Às sextas-feiras haverá shows ao vivo e aos domingos o Shell Open Air terá programação exclusiva para a família, que poderá aproveitar o ambiente confortável das espreguiçadeiras para assistir aos filmes na telona. Atividades variadas de recreação e títulos de sucesso voltados para a criançada garantem a diversão.

O espaço, com mais de sete mil metros quadrados e capacidade para receber 1.300 pessoas por sessão, oferecerá uma programação completa de entretenimento, que inclui música, gastronomia e novas experiências que vão aliar tecnologia e diversão.

“O Shell Open Air é uma celebração à Sétima Arte, que leva o cinema para além das salas de exibição e o integra a paisagens exuberantes. É um convite a escapar da rotina, para quem ama cinema”, afirma Renato Byington, sócio-diretor da D+3 Produções, que realiza o evento há 15 anos.

A parceria entre a marca Shell e a D+3 Produções prevê sete edições do evento ao longo dos próximos anos. O Shell Open Air vai viajar pelo Brasil, de destinos icônicos a cantinhos escondidos. O Rio de Janeiro, em junho, e São Paulo, em novembro, são os primeiros capítulos dessa nova jornada.

 

Sobre a Raízen

A Raízen, companhia que licencia a marca Shell no Brasil desde 2011, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. Atividades que empregam mais de 30 mil pessoas e envolvem mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, mais de 950 lojas de conveniência Shell Select, 66 bases de abastecimento em aeroportos e 67 terminais de distribuição de combustíveis, 24 unidades produtoras, e produção anual de cerca de 2,1 bilhões de etanol, 4,5 milhões de toneladas de açúcar e capacidade de gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar.

Sobre a D+3 Produções

A D+3 Produções cria e realiza grandes eventos de cultura, entretenimento e comunicação de marca há mais de 20 anos. Desde 1996, realizou projetos como Shell Open Air, Pepsi Twist Land, Rider Weekends, Veste Rio, Telefônica Sonidos, Claro Q é Rock!, Cinema Inflável e Choro na Gamboa, além de ter assinado produções em Portugal, na Espanha, França, Argentina e Chile.

dmaistres.com.br | facebook.com/dmaistres

 

Programação

07 de junho – Quarta-feira 

“Velozes e Furiosos 8” (2017)

Duração: 160′

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos

Abertura dos portões: 19h

Início da Sessão: 20h

08 de junho – Quinta-feira

“Rogue One – Uma História Star Wars” (2016)

Duração: 133′

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos

Abertura dos portões: 19h

Início da Sessão: 20h

09 de junho – Sexta-feira 

“La La Land – Cantando Estações” (2016)

Classificação Indicativa: Livre

Duração: 128′

Exibição do Curta: “Kidchup” (2015)

Abertura dos portões: 19h

Início da sessão: 21h

10 de junho – Sábado

1ª Sessão – “Fragmentado” (2017)

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos

Duração: 117′

Abertura dos portões: 19h

Início da 1ª Sessão: 20h

* Encerramento 1ª sessão/ Troca de público

2ª Sessão – “O Iluminado” (1980)

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 18 anos

Duração: 146′

Reabertura dos portões: 23h30

Início da 2ª sessão: 00h

11 de junho – Domingo

“A Bela e a Fera” (2017)

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 10 anos

Duração: 139′

Abertura dos portões: 16h

Início da sessão: 18h

Pré-filme: Recreação Infantil com grupo Gato Mia

14 de junho – Quarta-feira

“Minha Mãe é Uma Peça 2” (2016)

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 10 anos

Duração: 120′

Abertura dos portões: 19h

Início da sessão: 21h

 

15 de junho – Quinta-feira

Sessão Dupla – “Rush” (2013) e “Dias de Trovão” (1990)

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 10 anos / 16 anos

Duração: 123′ / 108′

Abertura dos portões: 19h

Início da sessão: 20h

16 de junho – Sexta-feira

“Moulin Rouge – Amor em Vermelho” (2001)

Exibição do Curta: “Até a China Levam 15 Minutos” (15′)

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos

Duração: 127′

Abertura dos portões: 19h

Início da sessão: 21h

17 de junho – Sábado

1ª Sessão – “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (2016)

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos

Duração: 133′

Abertura dos portões: 19h

Início da sessão: 20h

* Encerramento 1ª sessão/ Troca de público

2ª Sessão – “Apocalypse Now Redux” (1979)

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos

Duração: 202′

Reabertura dos portões: 23h30

Início da 2ª sessão: 00h

18 de junho – Domingo

“Moana” (2016)

Classificação Indicativa: Livre

Duração: 113′

Abertura dos portões: 16h

Início da sessão: 18h

Pré-filme: Recreação Infantil com grupo Gato Mia

21 de junho – Quarta-feira

”Elis, O Filme” (2016)

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos

Duração: 115′

Abertura dos portões: 19h

Início da sessão: 21h

22 de junho – Quinta-feira

Sessão Dupla – “007 – Operação Skyfall” (2012) e “007 – Contra Spectre” (2015)

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos / 14 anos

Duração: 143’/ 160′

Abertura dos portões: 19h

Início da sessão: 20h

23 de junho – Sexta-feira

“Footloose – Ritmo Louco” (1984)

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos

Duração: 125′

Abertura dos portões: 19h

Início da sessão: 21h

24 de junho – Sábado

1ª Sessão – “Deadpool” (2016)

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos

Duração: 108′

Abertura dos portões: 19h

Início da sessão: 20h

* Encerramento 1ª sessão/ Troca de público

2ª Sessão – “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979)

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos

Duração: 117′

Reabertura dos portões: 23h30

Início da 2ª sessão: 00h

 

25 de junho – Domingo

“Sing – Quem Canta Seus Males Espanta” (2016)

Classificação Indicativa: Livre

Duração: 110′

Abertura dos portões: 16h

Início da sessão: 18h

Serviço

Data: 7 a 25/06 – de quarta a domingo

Local: Marina da Glória – Avenida Infante Dom Henrique, s/nº, Aterro do Flamengo – Rio de Janeiro / RJ

Telefone: (21) 2555-2200

Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada)

Vendas a partir do dia 18 de maio através do site rj.openairbrasil.com.br, pela Bilheteria Digital, e em pontos de venda e postos Shell. Durante o evento, vendas também no local, das 14h às 00h.

Confira abaixo a lista de postos Shell com pontos de venda de ingressos.

Capacidade de público do evento: 1.300 pessoas

Classificação indicativa das sessões de cinema: De acordo com a classificação indicativa de cada filme

Classificação Indicativa dos shows: não recomendado para menores de 18 anos.

Aos domingos, classificação livre.

Evento parcialmente coberto. Assentos da plateia do cinema não possuem cobertura.

Estacionamento terceirizado. Sujeito à lotação.

Se for beber, não dirija.

Postos Shell com pontos de venda de ingressos

Botafogo: Av. Repórter Nestor Moreira, 41.

Lagoa: Av. Epitácio Pessoa, 4630.

Laranjeiras: Rua Pinheiro Machado, 83.

Leblon: Rua General San Martin, 697.

 

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instagram.com/openairbrasil

Plaza Shopping promove 3ª edição da Mostra Mundi em Niterói

O Plaza Shopping Niterói traz mais uma edição da Mostra Mundi para o público niteroiense. Até o dia 31 de maio, a Praça de Eventos (1º piso) recebe a exposição com artesãos e suas peças de artesanato provenientes de seis países. Há artigos da Turquia, Paquistão, Dubai, Peru, Filipinas e Índia.

A mostra, que já passou por várias capitais do Brasil, tem o objetivo de valorizar o trabalho artesanal e estimular o interesse dos visitantes em relação aos costumes e à cultura dos países participantes. Para isso, os próprios artesãos vêm ao Brasil apresentar seus trabalhos.

“Além de poder trocar conhecimento com artistas de várias partes do mundo e encontrar peças de alta qualidade, é uma ótima oportunidade para quem procura algo exclusivo”, reforça a gerente de Marketing do Plaza Shopping Niterói, Sara Elydio.

Do Paquistão, a exposição traz peças feitas a partir da mistura de metais nobres, entalhadas a mão. Já a parte peruana traz a cerâmica, uma das mais ricas expressões do país, com história, riqueza e cor. Na área da Turquia, as artes tradicionais, como as cerâmicas turcas, são surpreendentes pelo tipo de trabalho manual.

Na parte indiana estão em destaque os belíssimos móveis em madeira, todos entalhados a mão com cravejamento de bronze dentro da madeira, além dos famosos lenços, capas de almofadas e outros objetos típicos e tradicionais do artesanato da Índia. Diversidade, riqueza de detalhes, cores variadas e objetos exóticos são alguns dos diferenciais da Mostra Mundi.

Com entrada gratuita, os artesanatos estão expostos para apreciação do público e transmitem um pouco da cultura de cada país. Todos os itens estarão à venda. O Plaza Shopping Niterói fica na Rua Quinze de Novembro, 8, Centro – Niterói. Mais informações pelo telefone (21) 2621-9400 ou através do site www.plazaniteroi.com.br.

SERVIÇO

Mostra Mundi

Data: Até 31 de maio

Local: Praça de Eventos (1º piso) – Plaza Shopping Niterói

Endereço: Rua Quinze de Novembro, 8, Centro – Niterói

Evento gratuito

Lúcia Menezes lança álbum “Lúcia!

A voz de Lúcia Menezes irradia não só beleza extasiante, assim como memórias vivas de todas as nossas mitologias cantadas da história do Brasil de todos os tempos. Sua voz e sua interpretação são raras e únicas e, depois de ouvi-la, a sua voz continua em nossos neurônios, ecoando para sempre dentro de nós”.   Jorge Mautner

Lúcia Menezes canta como quem borda em um delicado tecido. E toda esta delicadeza estará nos dois shows de lançamento de seu novo CD “Lúcia” no Solar de Botafogo, nos dias 24 e 25 de maio.

 

Lançado no inicio do ano pela Biscoito Fino, “Lúcia” é seu quarto álbum gravado no Rio de Janeiro, feito com o mesmo time dos três anteriores: produção de José Milton e arranjos e regência de Cristóvão Bastos e João Lyra, e contando com duas participações especialíssimas: a de Chico Buarque, na sua canção “Desencontro”, e de Miúcha, em “Sonho de Marinheiro”, de João Donato e Fausto Nilo.

O repertório seguiu seu interesse pela busca de novos nomes e o resgate de artistas importantes da música brasileira, com uma interpretação totalmente pessoal, colocando sua assinatura em todas as canções, como bem observou Jorge Mautner no texto de apresentação do álbum – um traço marcante desde seu primeiro disco.  É este repertório que Lúcia irá mostrar nos shows no Solar de Botafogo, com direção musical e teclado da pianista Camila Dias acompanhada dos músicos João Camarero (violão), Jamil Joanes (baixo), Nizo Jeremias (sanfona), Antonio Rocha (sopros) e Jiló (percussão).

Além das canções “Desencontro” e “Sonho de Marinheiro” citadas acima, estarão no show a faixa que abre o CD “Esperança Vã”, canção de Marcello Tupynambá, pseudônimo de Fernando Lobo, já traduz o tom do disco que traz releituras de clássicos como “Letra I”, de Luiz Gonzaga e Zé Dantas, composta em 1953, “Sete Cantigas para Voar”, de Vital Farias, “Recado”, de Djalma Ferreira e Luiz Antônio, “Mudando de Conversa”, de Hermínio Bello de Carvalho e Mauricio Tapajós, “Bem-te-Viu”, que Jorge Mautner compôs com Nelson Jacobina em 1974, e “Lourinha”, de Fred Falcão e Arnoldo Medeiros – que encerra o CD nos remetendo aos antigos programas de auditórios – além das inéditas “Devolve”, da compositora brasiliense Angela Brandão e “Viola e Sanfona”, de João Lyra e Paulo César Pinheiro.

Além desse repertório, Lúcia fará uma homenagem a seu conterrâneo Belchior, que conheceu desde a infância e sempre cantou suas músicas, interpretando duas de suas canções, uma delas “Paralelas”. Aliás, foi Lúcia quem primeiro cantou em público a música dele “Espacial”, ainda adolescente, aos 12 anos.

 

Lúcia Menezes, ou Lucinha como é mais conhecida, é natural de Itapipoca/CE, ao norte de Fortaleza, cidade de serra, mar e sertão, que a habita desde cedo, mesmo tendo se mudado ainda criança para a capital. É artista desde criança. Entre produções teatrais na escola e para a família a música sempre esteve presente em sua vida e, ainda na infância, aos três anos ganhou concurso de melhor voz infantil. E a paixão pela música seguiu com ela, participando de corais como solista e, já em carreira solo, nos tradicionais Festivais de Música, colecionando mais prêmios e abrindo estrada para shows pela região. Gravou seu primeiro disco em 1991, “Divina Comédia Humana”, em vinil, com sucessos de Belchior e Fagner, cuja ideia e repertório foram do próprio  Belchior. Cinco anos depois lançou seu segundo trabalho, um CD ao vivo, totalmente dedicado ao repertório de Carmen Miranda. Em 1997 e 1998 ganhou o prêmio de melhor cantora da Fundação Cultural de Fortaleza.

Já no Rio, em 2005 gravou o disco Lúcia Menezes”, pela Kuarup, ao lado de grandes nomes da música brasileira como o produtor José Milton e arranjos divididos entre Cristóvão Bastos e João Lyra. O release de apresentação foi escrito por Ruy Castro: ”… Lúcia Menezes é uma cantora do bom e do melhor Ceará e em temperamento, escolha do repertório e estilo, ela é, isto sim, uma legítima cantora brasileira. Seu jeito de cantar, terno ou esfuziante, romântico ou humorístico, conforme o caso, demonstra o profissionalismo e a tarimba, tipo ‘o que vier eu traço’ – e traça mesmo, como diz no samba de Alvaiade, em que vai acelerando o ritmo até chegar a uma velocidade de quebra-língua (não há muita gente na praça capaz dessa proeza hoje em dia).” 

Três anos depois voltou a reunir o mesmo time e gravou o álbum “Pintando e Bordando”, pela Som Livre. Desta vez, a assinatura do texto foi de Sérgio Cabral: “…Eis uma cantora para ser ouvida como um deleite e, para os que ainda não a conhecem, como uma deliciosa surpresa. Trata-se de uma intérprete absolutamente original pelo jeito de cantar e, sobretudo, por um timbre que nos impede de confundi-la com qualquer outra cantora do passado ou do presente…”. Com esse álbum foi indicada ao Prêmio da Música Brasileira, na categoria “Melhor Cantora Regional”, única cantora cearense já indicada a esse prêmio.

Em 2012, Lucinha lançou mais um CD, o “Lucinha”, reunindo o mesmo time. O repertório seguiu na linha de busca de novos nomes e o resgate de artistas da música brasileira. Foi também selecionado para o Prêmio da Música Brasileira e o texto novamente assinado por Sérgio Cabral:  “atenção para a magnífica leitura de Lúcia Menezes dos dois sambas, ambos com aquele balanço que consagrou, por exemplo, Geraldo Pereira, em que a cantora parece um Cyro Monteiro ou um Miltinho de saias, inteiramente à vontade para nos mostrar como é que se faz para interpretar um samba sincopado…” 

CD “Lúcia” nas plataformas digitais

iTunes: http://apple.co/2koBU3V
Apple Music: http://apple.co/2jSjhVh
Spotify: http://spoti.fi/2jSaLpt
Deezer: http://bit.ly/2kdLsMQ
Napster: http://bit.ly/2kNxvFp
Google Play:http://bit.ly/2kdNDQt

 

Serviço

Show: Lúcia Menezes em show de lançamento do CD “Lúcia”

Local – Solar de Botafogo (Rua General Polidoro, 180, Botafogo/RJ- Tel.:  2543-5411)

Dias: 24 e 25 de maio de 2017, quarta e quinta-feira

Horário: 21hs

Preço:  R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)

Vendas antecipadas:  www.tudus.com.br ou na bilheteria do teatro de 3ª a dom, das 15h às 21h

Duração: 1h10

Capacidade: 180 lugares

Classificação: 16 anos

“Entregue seu coração no recuo da bateria” na Sala Baden Powell

Ninguém duvida de que o Brasil é o país do carnaval, mas “Entregue seu coração no recuo da bateria” nos lembra ainda melhor de que nascemos em uma nação feita de homens e mulheres que se apaixonam. É uma delícia ver esse espetáculo. Aplausos! (trecho da crítica de Rodrigo Monteiro).

“Entregue Seu Coração no Recuo da Bateria” é daqueles espetáculos que faz-nos deixar o teatro leves e contentes. Uma bonita história, bem desenvolvida e muito bem encenada. Foi lindo ter visto o teatro cheio e com um público verdadeiramente entusiasmado. Aplaudo de pé!” (trecho da crítica de Renato Mello, do Botequim Cultural).

É Carnaval no Rio. O mestre-sala Claudinho já está na concentração da escola de samba, à espera de mais um glorioso desfile na Marquês de Sapucaí, ao lado da sua mulher, a porta-bandeira Ceci. Mas, cansada do jeito mulherengo do marido, ela decide terminar o casamento – e se recusa a entrar na avenida. Assim começa o espetáculo Entregue seu coração no recuo da bateria, que, depois de três bem-sucedidas temporadas no Centro e na Zona Norte, chega ao palco da Sala Baden Powell, na Zona Sul, dia 1º de junho.

Com direção de Joana Lebreiro e elenco que reúne os atores Pedro Monteiro, Gabriela Estevão e Jorge Luiz Jeronymo (locutor oficial da Estação Primeira da Mangueira), a peça faz uma grande homenagem à Sapucaí, às grandes histórias de amor e à força feminina. 

Com texto de Pedro Monteiro, idealizador do projeto, e Marcus Galiña, o espetáculo resgata a trajetória do relacionamento entre Ceci e Claudinho, traçando um paralelo com os quesitos de avaliação de um desfile de escola de samba na Marquês de Sapucaí. “Depois de montar os espetáculos Os Ruivos, que tratava do preconceito; Funk Brasil – 40 anos de baile, homenagem ao gênero; e Um de nós, cujo tema era a busca de um sonho, quis contar uma história de amor em um ambiente onde a mulher é tratada como uma rainha”, explica Pedro Monteiro. “Criar essa história dentro do universo do samba veio naturalmente, já que tenho uma ligação afetiva com o gênero desde criança, quando frequentava os bailes infantis do Bairro de Fátima na década de 80”.

Em sua terceira parceria com Pedro, Joana Lebreiro avalia que a peça toca no tema da memória, objeto de estudo da diretora em cena e em sala de aula. “O personagem do Jeronymo, o Dionísio, carrega com ele a história do samba”, observa Joana. “O que mais me emociona neste espetáculo é justamente o fato de ele tratar de um episódio que se passa nos bastidores de um desfile. A gente começa a imaginar quantas tramas de amor e dor existem no Carnaval na Sapucaí”. Quem conhece muitas dessas histórias é o ator e radialista Jorge Luiz Jeronymo, que interpreta um diretor de harmonia no espetáculo, e na vida é a voz oficial dos ensaios da Mangueira há uma década. “Como a Joana diz, meu personagem é um griot do Carnaval, ou seja, o personagem que leva consigo todas as tradições daquele universo. E esse é um universo do qual eu faço parte de verdade desde os 14 anos”, acrescenta Jeronymo.

A atriz Gabriela Estevão – que, pela segunda vez, forma um casal com Pedro Monteiro no teatro – também faz parte do universo do samba carioca. Ano passado, ela foi eleita musa do Carnaval de rua pelo jornal O Globo pela atuação como porta-bandeira do bloco Meu Bem, Volto Já. Apesar da experiência, na hora de viver uma porta-bandeira no teatro, foi preciso estudar muito. “Minha maior preocupação foi a questão técnica. A porta-bandeira na avenida é uma rainha, por isso fiz questão de estudar todos os movimentos e a postura correta”, lembra a protagonista, que ressalta ainda a importância que o espetáculo dá à luta feminina. “O texto foge dos estereótipos ligados à mulher e isso deixa toda a equipe mexida”.

Para levar para o palco a fidelidade do desfile, a porta-bandeira Selminha Sorriso, há mais de 20 anos na Beija-Flor, foi convidada para o posto de preparadora de dança do casal na peça. É o primeiro trabalho dela no teatro. “Foi mais um desafio na minha carreira, deu um frio enorme na barriga. Ao mesmo tempo, fiquei muito emocionada porque várias dos episódios que eles contam em cena fazem com que eu me lembre da história da minha vida, da minha paixão de desfilar”, conta Selminha. Também fazem parte da equipe Marieta Spada (cenário e figurino), Marcelo Alonso Neves (direção musical), Nathália Mello (diretora de movimento), Fernanda Mantovani e Thiago Mantovani (iluminadores) e Brunna Napoleão (assistente de direção). O projeto é assinado pela Animart Produções e por Pedro Monteiro.

A trilha sonora, que reúne sambas-enredos que fizeram sucesso na avenida entre 1984 e 2015, será como um quarto personagem na peça, responsável por mexer com as emoções e lembranças de todo o público presente.

Ficha Técnica:

Texto: Pedro Monteiro e Marcus Galiña

Direção: Joana Lebreiro

Elenco: Gabriela Estevão, Pedro Monteiro e Jorge Luiz Jeronymo.

Cenário e Figurino: Marieta Spada

Direção musical: Marcelo Alonso Neves

Diretora de Movimento: Nathália Mello

Iluminação: Fernanda Mantovani e Thiago Mantovani

Assistente de direção: Brunna Napoleão

Direção de Produção: Jenny Mezencio

Produção: Pedro Monteiro

Serviço

Entregue seu coração no recuo da bateria

Sala Baden Powell: Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 360

Telefone: 2555-1067

Dias e horários: 5ª e 6ª, às 20h.

Preço: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

Lotação do teatro: 470 pessoas

Duração: 1h15.

Classificação indicativa: 10 anos

Funcionamento da bilheteria: 4ª a domingo, das 15h às 21h.

Temporada: de 1º de junho a 28 de julho.

“Na mira do atirador” estreia em junho

Dia 22 de junho entra em cartaz nos cinemas brasileiros “Na mira do atirador” (“The Wall”), nova investida do diretor Doug Liman (“No limite do amanhã”, “A identidade Burne”, “Sr. e Sra. Smith). No longa, estrelado por Aaron Taylor-Johson (“Animais noturnos”, “Kick Ass”, “Os vingadores: Era de Ultron”) e John Cena (“Descompensada, “Pai em dose dupla”), dois soldados americanos são encurralados por um atirador iraquiano, com apenas uma parede em ruínas entre eles. O roteiro, assinado por Dwain Worrel (Walking the Dead e Punho de Ferro), entrou para a Black List, que reúne os roteiros mais promissores de Hollywood. Produzido pela Amazon Studios, o filme também será lançado, nos Estados Unidos, pela plataforma.  No Brasil, distribuição será da H2O Films.

“Na mira do atirador” se passa em 2007, quando a guerra do Iraque está oficialmente terminada. No entanto, quando os sargentos Shaane Mathews (John Cena) e Allan Isaac (Aaron Taylor-Johson) chegam ao local de uma chamada de socorro, todos no local estão mortos. Logo percebem que estão diante da obra de um atirador de elite e a única coisa que os separa do perigo é um frágil muro de pedras. Quando o rádio de Isaac entra na frequência em que está o rádio do atirador, começa o terror psicológico que permeia toda a trama.

Os temas, cenário e personagens de “Na mira do atirador” são característicos das obras de Liman, que frequentemente abordam conflitos de grande escala e grandes batalhas de aposta. “‘Na mira do atirador’ é um thriller tenso, mas também é uma exploração do modo como a guerra realmente funciona – são estranhos assassinando uns aos outros, neste caso, um atirador americano preso por um atirador iraquiano. Essas pessoas não se conhecem. O filme é sobre o que é preciso para sobreviver. É minha opinião sobre um filme de guerra. Não há política no filme, porque não é assim que a guerra funciona”, resume Liman.

Trailer oficial – https://youtu.be/t-4SKT0-65M

Duração – 90 minutos

Lançamento – 22 de junho de 2017

Biografias:

 

Aaron Taylor-Johnson (Sargento Allan Isaac)

Vencedor do Globo de Ouro – como melhor ator coadjuvante em “Animais Noturnos” (2016) – Taylor-Johnson vem impressionando o público com atuações memoráveis. Em maio de 2015, o ator britânico se juntou a Robert Downey Jr., Chris Evans, Scarlett Johansson, Chris Hemsworth, Samuel L. Jackson e Mark Ruffalo na segunda edição da franquia “Vingadores: Era de Ultron”.

Em 2014, Taylor-Johnson estrelou o remake de Godzilla. Dirigido por Gareth Edwards, o filme arrecadou mais de US$ 200 milhões no mercado interno. No ano de 2012, o ator deu vida ao Conde Vronsky, na adaptação de “Anna Karenina”, ao lado de Keira Knightley. Mais cedo naquele ano, em julho de 2012, Taylor-Johnson estrelou “Selvagens”, de Oliver Stone, com Taylor Kitsc, Blake Lively e um elenco de apoio estelar, incluindo Salma Hayek, John Travolta e Benicio Del Toro.

O ator protagonizou, em 2010, o cult “Kick-Ass”, ao lado de Nicolas Cage, Chloe Grace Moretz e Christopher Mintz-Plasse. Em agosto de 2013, Taylor-Johnson retomou seu papel na tão esperada sequência “Kick-Ass 2”.

Em 2009, Taylor-Johnson foi visto em “O garoto de Liverpool”, de Sam Taylor-Johnson, no qual interpretou John Lennon durante seus turbulentos anos adolescentes. Seu desempenho fascinante lhe valeu vários prêmios. Papéis anteriores incluem um jovem Edward Norton no filme “O Ilusionista”. Também atuou em “Shanghai Nights”, com Jackie Chan e Owen Wilson; “The Thief Lord”, com Caroline Goodall e Jasper Harris; e também em várias séries da televisão britânica, incluindo “Feather Boy”, “Family Business”, “Nearly Famous” e “Talk to Me”.

John Cena (Sargento-mor Shane Matthews)

John Cena é ator, produtor, apresentador, empresário e estrela do WWE (uma espécie de show de luta americano, no qual é 16 vezes campeão). Ele também acabou de assinar para estrelar a comédia “The Pact”, ao lado de Leslie Mann e Ike Barinholtz. John recebeu muita atenção para seu papel na comédia “Descompensada”, ao lado de Amy Schumer. Ele também pode ser visto nos filmes “Sisters” e “Daddy’s home”.

Em 2016, Cena apresentou e produziu o reality show “American Grit”, cuja segunda temporada está prometida para junho de 2017.

Doug Liman (diretor e produtor)

Em 2000, ele produziu e dirigiu “A identidade Bourne”, que gerou uma franquia de cinco filmes (dos quais ele foi produtor executivo). As filmagens de Liman o levaram a outras aventuras, incluindo Bagdá, durante a guerra, para rodar “Jogos de poder” e Egito, na véspera da revolução, para “Jumper”.

Seus outros créditos incluem “Swingers”, “Go”, “Sr. e Sra. Smith” e “No limite do amanhã”. Ele também produziu várias séries de TV de sucesso incluindo “Suits”, “The O.C.” e “Covert Affairs”.

Dwain Worrell (roteirista)

Dwain Worrell nasceu em St. Michael, Barbados, onde viveu até os 10 anos de idade, antes de se mudar para South Boston, Massachusetts. Dwain frequentou a Georgia State University com bolsa integral. Lá tornou fluente em mandarim, o que o levou a se mudar para Pequim, por quase uma década. Foi durante seu tempo na China que Dwain se tornou um roteirista, enquanto trabalhava no sistema educacional e na indústria do entretenimento, como escritor e ator.

No verão de 2014, Dwain completou seu roteiro de “Na mira do atirador” (seu vigésimo roteiro em poucos anos) e entrou para o Amazon Screenplay Competition, onde foi adquirido pela Amazon pouco depois. Em seguida, Dwain deixou Pequim e mudou-se para Los Angeles, como um roteirista profissional.

Além de trabalhar em “Na mira do atirador”, Dwain escreveu, recentemente, para a série de televisão “Punho de Ferro” (Netflix/Marvel). Além disso, a Warner Bros contratou Dwain para escrever uma história contemporânea de “Dante’s Inferno”, que está sendo produzido por Gianni Nunnari (“300”, “Os infiltrados”) e pela produtora vencedora do Oscar Akiva Goldsman (“Uma mente brilhante”, “Código Da Vinci”).

Ficha Ténica:

Direção: Doug Liman

Roteiro: Dwain Worrel

Produção: David Bartis

Produção executiva: Ray Angelic

Direção de fotografia: Roman Vasyanov

Designer de produção: Jeff Mann

Edição: Julia Bloch

Figurino: Cindy Evans

Casting: Mindy Marin

Elenco: Aaron Taylor-Johnson, John Cena e Laith Nakli

 

 

Sinopse:

Dirigido por Doug Liman (No limite do amanhã, Sr. & Sra. Smith e Identidade Bourne), “Na mira do atirador” é um thriller psicológico que mostra dois soldados americanos encurralados por um atirador iraquiano com nada além de uma parede em ruínas entre eles. A batalha envolve inteligência e precisão. Aaron Taylor-Johnson (Animais Noturnos, Kick-Ass) e John Cena (Busca Explosiva e Descompensada) estrelam o longa.

Sobre a H20 Films:

Com capital 100% nacional e foco em resultados, a missão da H2O Films é potencializar ao máximo o desempenho dos filmes que lança.

Em um mercado altamente competitivo, a distribuidora entende que todo filme deve ser tratado e pensado de forma exclusiva. Para isso, tem como grande diferencial o expertise em marketing e o know-how em programação de sua equipe.