Babilônia Feira Hype: Evento volta ao Parque das Figueiras nos dias 24 e 25 de outubro

Hype Arts P&B
Timbrado INBRACULTMODE
   

   

A Babilônia Feira Hype está de volta trazendo sua alegria e toda a criatividade para oferecer um programa AO AR LIVRE com todos os cuidados necessários. Realizando os protocolos de prevenção para receber o público com responsabilidade e respeito, pois Hype é Ser Consciente!

Depois de uma pausa de 10 longos meses, as edições são retomadas nos dias 24 e 25 de outubro, no Parque das Figueiras, com muitas novidades e o lançamento da Primavera 2020.

Um programa ao AR LIVRE para toda a família. Será uma ótima oportunidade de matar a saudade deste evento que faz parte da programação da cidade.  Nossos agentes criativos, especialmente selecionados pela curadoria, prepararam suas criações com muito carinho para este reencontro. Nós da produção do evento também estamos contando os dias e felizes por poder voltar a gerar centenas de empregos diretos e indiretos e a promover a sustentabilidade de dezenas de empreendedores e assim incentivar economia criativa do Rio tão prejudicada nesses meses.

         “Os expositores contam com as edições mensais da BFH para ajudar a manter seus negócios. Nestes quase 24 anos criamos uma relação de cumplicidade com o nosso público, que estabeleceu não somente a vinda ao evento, pôr ser um programa charmoso, mas, a consciência que ao consumir na Feira Hype está comprando diretamente de quem faz e atuando diretamente na sustentabilidade destes agentes criativos. As marcas lançadas na BFH ganham experiência e amadurecimento nas edições do evento e consequentemente o expositor após 2 anos abre sua primeira loja, e o melhor na maioria das vezes conquistam destaque no mercado convencional. Por isso, acreditamos que este momento de retomada seja muito importante, pois a participação do nosso público voltando a consumir na Babilônia Feira Hype é determinante não somente para ajudar a recuperar as perdas e prejuízos da paralização, mas tornar a viabilizar o caminho de desenvolvimento e crescimento destes pequenos empreendedores”. Constata, Robert Guimarães (diretor da BFH).

CAMPANHA HYPE É SER CONSCIENTE E RESPONSÁVEL

Pretendemos com a CAMPANHA HYPE É SER CONSCIENTE promover a CONSCIENTIZAÇÃO DO PÚBLICO e buscar sua cumplicidade. A divulgação de todas as medidas de proteção adotadas pela BFH, busca o comprometimento e o engajamento do público, sensibilizando para o uso de máscaras e cumprir com os outros procedimentos de prevenção adotados pelo o evento, reforçando nossa conduta responsável e ao mesmo tempo minimizar os receios e estimular a vinda do público. Só assim, poderemos voltar nos encontrar na BFH com muita alegria, energia e oportunidades de ótimo negócios.

PROTOCOLO DE PREVENÇÃO  À COVID – 19 NO EVENTO BABILÔNIA FEIRA HYPE

Para montarmos nossas tendas e ocuparmos o Parque das Figueira com a segurança necessária desenvolvemos um protocolo especial de prevenção a COVID 19 em parceria com a Prefeitura do Rio para a proteção de todos na BABILÔNIA FEIRA HYPE.

Em função das características de nossa estrutura operacional criamos uma série de medidas para complementar as Regras de Ouro, da Prefeitura do Rio de Janeiro e, garantirmos assim, o cuidado com a saúde do nosso público, expositores e equipe. São elas:

Medidores de temperatura – Um agente estará aferindo a temperatura do público na entrada do evento. No caso de temperatura superior a 37, 5º C, não será permitida a entrada e a pessoa será orientada a buscar supervisão médica;

Uso obrigatório de máscara para todos – Conforme Decreto Municipal Nº 47.375, publicado no D.O em 18/04/2020, torna-se obrigatório o uso de máscara como medida complementar à redução do contágio pelo Sars-Cov-2. Para a segurança de todos, será exigido o uso de máscaras nas dependências da BFH, tanto para expositores, força de trabalho, profissionais envolvidos na montagem e desmontagem do evento e público;

Acesso aos Estandes – Os expositores receberão os clientes com spray de álcool 70% para higienizar as mãos antes de entrarem nos estandes e os provadores serão higienizados antes e depois do uso;

Totens de álcool 70 em pontos estratégicos do evento para o uso do público;

Lavatórios portáteis para higienização das mãos com água e sabão;

Distanciamento de mesas e cadeiras – Entre as mesas e cadeiras haverá distanciamento de 2m e controle para orientar o público a manter o  correto distanciamento;

Monitores de público para orientarem as pessoas e ajudarem no cumprimento das regras;

Barracas Gourmet com protetor de acrílico – evitando contato entre o público e os produtos;

Banheiros higienizados a cada uso e com reforço de spray de álcool 70% nas áreas de maior manuseio como torneiras e maçanetas;

Equipe de Limpeza  – Os profissionais de limpeza farão uso dos EPIs pertinentes a sua atividade. O uso do uniforme é exclusivo para esta finalidade. Estarão equipados com luvas, face shield, toca de cabelo e cumprindo os procedimentos de higiene;

Face Shield  – Todos os profissionais de equipe de trabalho do evento estarão usando face shield;

 – Banners com todos os procedimentos e as Regras de Ouro da Prefeitura instalados no evento para orientar o público;

Controle de Lotação – haverá na entrada contagem de número de pessoas evitando a aglomerção nasáreas internas do evento.

Pela primeira vez, nos quase 24 anos de BHF, teremos controle de público para evitar aglomeração. Porém garantimos que todos terão acesso ao evento, mas, respeitando o fluxo de entrada e saída.

VIDA INTELIGENTE AO AR LIVRE

com programação  com o melhor da Moda + Design + Arte + Gastronomia

Ao longo da nossa trajetória, lançamos e incentivamos milhares de novos criadores, fomentamos a economia criativa e somos celeiro de inúmeras marcas de sucesso do mercado, oferecemos, ainda, um uso inteligente do PARQUE DAS FIGUEIRAS com um evento especial e ao ar livre com um programa completo para toda a família.

Além do time especialmente selecionado que o público já conhece na Feira Hype a  participação de novos expositores garante sempre ainda mais novidades a cada edição

       A curadoria realizada pelo INBRACULTMODE – Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design  apresentana Babilônia Feira Hype as marcas mais criativas e inovadoras dos segmentos de MODA (vestuário feminino, masculino e infantil), ACESSÓRIOS, DECORAÇÃO, ARTE e DESIGN. Serão dezenas de estandes com expositores já conhecidos e amados pelo nosso público e muitas novidades da COLEÇÃO PRIMAVERA 2020.

Contamos com grifes talentosas como Gávia, TenhoQTer, Mudi, Melty, Beta Araújo, Organic Soul, as bijus, joias e acessórios de Theo Avila, Das Manas, Bianor, Hivah, a fofura das marcas de moda infantis Antoninha, Algo Mais, Bebê de Algodão, Minideias, Os Caetanos e as peças de decoração da Cotton Home, Luciana Cordeiro Cerâmicas, Live Green, Arimatheia entre outros e as ilustrações da artista plástica Ana Luiza Tavares.

Novos Expositores completam o Time Hype

Nessa edição de retomada teremos muitos estreantes como Iandara Guedes, Use Pulse, Miçangas da Ju, Pakatatu, Amo Brisa, Tre Joalheira, Esphera Acessórios, Zen Ateliê e muito mais.  

FESTIVAL GASTRONÔMICO e CERVEJEIRO

Em uma ambientação descontraída, arejada e ao ar livre, o publico encontrará opções variadas com o melhor da GASTRONOMIA INFORMAL e, para o programa ser ainda mais completo, uma seleção de CERVEJAS ARTESANAIS para atender a todos os gostos.

Os nossos operadores de  GASTRONOMIA especialmente selecionados pela curadoria do evento apresentam seus cardápios repletos de variedades em charmosos FOODTRUCKS, FOOD BIKES, BARRACAS GOURMETS (adaptadas para receber o publico com toda segurança). Para harmonizar, várias opções de CERVEJAS ARTESANAIS e DRINKS.

 Entre os destaques estão: a saborosa comida árabe da Casa Síria, as famosas empadas de Nogueira da Pão e Pão Empadas, os acarajés maravilhosos da Chef Lenaide Motta, os deliciosos hambúrgueres veganos do Budas Burgues e os artesanais do Vulcano e Rock Burguer, os hot dogs especiais do Dogaria NY,  os salgados saudáveis da Lulizz Confeito, as cervejas artesanais da Cervejaria Andar de Cima, Barrio e Nossa Artesanal, os drinks refrescantes do Bebericado, os deliciosos frozens da Nusa Frozen, com e sem álcool, o café do La Furguneta,  e isso sem falar nas diversas opções de doces: como os incríveis Brigadeiros da Carol, as criações do confeiteiro  Matheus Santanna (vencedor do programa QUE SEJA DOCE – GNT)  e  muito, muito mais.

PARQUINHO INFANTIL

A garotada terá diversão garantida nos brinquedos Jump, Fazendinha, Pula Pula e Escorrega além das brincadeiras com o Mágico Janjão que ensina os truques para os pequenos e a Oficina Bolhas Mágicas com bolhas de sabão gigantes.

Esperamos compartilhar com nosso público momentos especiais e inesquecíveis com alegria e responsabilidade. Juntos somos mais fortes sempre!

SERVIÇO:

BABILÔNIA FEIRA HYPE

DIAS 24 e 25 de Outubro – DAS 14H ÀS 22H

ENTRADA FRANCA

PARQUE DAS FIGUEIRAS – Av. Borges de Medeiros s/n – Lagoa Rodrigo de Freitas

Estacionamento Rotativo: PARQUE DOS PATINS (Estacionamento com vagas limitadas.  Evite carros. Use táxi, bicicleta, ônibus e skate). 

Produção e Realização: HYPE ART PRODUÇÕES 

Curadoria: INBRACULTMODE- Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design

Programação Completa: www.babiloniafeirahype.com.br  

Facebook https://www.facebook.com/babiloniafeirahype

Instagram:@babiloniafeirahype       

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“Boca de Ouro” estreia em 12 de novembro

Um provérbio chinês diz que “todos os fatos têm três versões: a sua, a minha e a verdadeira”. Em “Boca de Ouro”, uma mesma história é contada por Guigui (Malu Mader) de três diferentes maneiras, de acordo com seu estado emocional. O longa-metragem “Boca de Ouro”, dirigido por Daniel Filho, chega aos cinemas no dia 12 de novembro. A adaptação da peça teatral de Nelson Rodrigues, escrita em 1959, tem roteiro de Euclydes Marinho (“A vida como ela é”), produção da Lereby, coprodução da Globo Filmes e do Canal Brasil e distribuição da Elo Company. “Eu acho filmar peças ótimo. E o Nelson Rodrigues é muito cinematográfico na maneira de escrever as peças e deve ser refilmado sempre. O Boca de Ouro é uma excelente história de paixão e poder”, diz o diretor Daniel Filho.  

O ator Marcos Palmeira interpreta o bicheiro ‘Boca de Ouro’, que já foi vivido por Jece Valadão e Tarcísio Meira. No elenco estão ainda Malu Mader (Guigui), Lorena Comparato (Celeste), Thiago Rodrigues (Leleco), Silvio Guindane (Caveirinha), Fernanda Vasconcellos (Maria Luisa), Anselmo Vasconcelos (dentista), Guilherme Fontes (Agenor), entre outros. “O Nelson foi, é e será sempre relevante e atual. Suas falas são coloquiais, mas revelam com profundidade paixões, ódios, ressentimentos, morbidez, através de uma linguagem única, cheia de estilo e ironia”, dia a atriz Malu Mader, que volta as telonas após dez anos.  

Boca de Ouro conta a história de um temido e respeitado bicheiro, figura quase mitológica no bairro de Madureira (Rio de Janeiro) durante os anos 50. Sua ambição, amores e pecados despertam a curiosidade do jornalista Caveirinha, que procura uma ex-amante do contraventor para colher material para uma reportagem sobre a sua vida. 

Clássico do teatro brasileiro, “Boca de Ouro” estreou nos palcos em outubro de 1960, no Teatro Federação (mais tarde Teatro Cacilda Becker), com direção e atuação de Ziembinski no papel-título. A primeira filmagem ocorreu em 1963, com direção de Nelson Pereira dos Santos e, no elenco, Jece Valadão, Odete Lara e Daniel Filho. 

Seguranças nos cinemas: As salas de cinema reabriram com toda a proteção que o momento atual exige, como capacidade reduzida, distanciamento entre as poltronas, salas higienizadas antes de depois de cada sessão, inclusive poltronas, corrimãos, entre outros cuidados.  

Prêmios

Daniel Filho recebeu o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cinema Latino-Americano de Trieste, na Itália. Já Lorena Comparato recebeu o prêmio de melhor atriz, por seu papel como Celeste, no 8º Cine Fest Brasil Montevidéu e no 23º Brazilian Film Festival of Miami.  

Elenco:

Marcos Palmeira (Boca de Ouro) 

Malu Mader (Guigui) 

Lorena Comparato (Celeste) 

Thiago Rodrigues (Leleco) 

Silvio Guindane (Caveirinha) 

Fernanda Vasconcellos (Maria Luisa) 

Anselmo Vasconcelos (Dentista) 

Guilherme Fontes (Agenor) 

Raquel Fabri (Patricia) 

Karina Ramil (Heleninha) 

Edmilson Barros (De Paula) 

Léa Garcia (Preta) 

Ficha Técnica:

Direção: Daniel Filho 

Distribuição: ELO Company 

Produção: Lereby Produções 

Coprodução: Globo Filmes e Canal Brasil 

Roteiro: Euclydes Marinho 

Produção Executiva: Angelo Gastal 

Fotografia: Felipe Reinheimer 

Direção de Arte: Mario Monteiro 

Figurino: Kika Lopes 

Montagem: Diana Vasconcellos, ABC 

Música: Berna Ceppas 

Sobre a Lereby

Fundada por Daniel Filho em 1998, a Lereby, em mais de vinte anos de existência, traz em seu currículo longas-metragens como “Chico Xavier” (2010), “Tempos de paz” (2009), “Se eu fosse você” 1 e 2 (2006 e 2009), “A Dona da História” (2004), “Cazuza – O Tempo Não Pára” (2004) e “A Partilha” (2001). Como produtora associada, foi corresponsável pelos sucessos “2 filhos de Francisco” (2005), “Carandiru” (2003), “Cidade de Deus” (2002) e “O Auto da Compadecida” (2000), entre muitos outros, sempre buscando um cinema capaz de mobilizar platéias e preservando a força de grandes histórias.  

Sobre a Globo Filmes

Criada em 1998, a Globo Filmes atua como coprodutora de conteúdo multiplataforma com o propósito de fortalecer a indústria audiovisual nacional. Participou de mais de 300 filmes, levando ao público o que há de melhor do cinema brasileiro. Comédias, romances, documentários, infantis, dramas, aventuras: a aposta é na diversidade de obras que valorizam a cultura brasileira. Fazem parte de sua filmografia recordistas de bilheteria, como ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores –, sucessos de crítica como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’ e ‘Carandiru’, até longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes.  

Sobre o Canal Brasil 

Há 21 anos, o que pauta o Canal Brasil é o compromisso com a cultura brasileira. A liberdade e a diversidade são celebradas nas chamadas, nas campanhas e em cada atração que vai ao ar. Com o cinema como parte expressiva de seu DNA, o Canal Brasil já exibiu mais de 5,3 mil filmes, entre longas e curtas-metragens, além de programas que abordam o tema e suas infinidades. A programação é plural, composta por muitos discursos e sotaques de vários cantos do país, com entretenimento para todo mundo que gosta de cinema e de uma boa história. O Canal Brasil tornou-se o principal coprodutor de cinema brasileiro da América Latina, com 333 longas-metragens coproduzidos em uma década. Além da importância pelo volume de coproduções, a curadoria e o olhar apurado do canal para o cinema independente vêm se destacando, com a presença cada vez mais constante e consistente dos títulos que coproduz nos principais festivais internacionais de cinema do mundo. Com direção geral de André Saddy, o Canal Brasil é uma joint venture entre a Globosat e o Grupo Consórcio Brasil, formado por Luiz Carlos Barreto, Zelito Viana, Marco Altberg, Roberto Farias, Anibal Massaini Neto, Patrick Siaretta, Paulo Mendonça e André Saddy (diretor-geral). 

Sobre a ELO Company 

A ELO Company é uma criadora, produtora e distribuidora de conteúdo audiovisual, que tem a missão de gerar experiências potentes, entreter, emocionar e ampliar a visão de mundo das mais diversas audiências. Há 15 anos no mercado e com mais de 500 títulos lançados, a ELO conta com três unidades de negócio: desenvolvimento e produção de conteúdo; lançamento e programação; licenciamento e video on demand. Durante os últimos anos, a empresa lançou o primeiro Vimeo original LATAM e conteúdos em mais de 40 plataformas em todo o mundo, incluindo estratégias inovadoras como lançamentos 100% digitais de filmes. Entre os títulos mais importantes estão “O Menino e o Mundo”, “S.O.S: Mulheres Ao Mar 2”, “Espaço Além: Marina Abramovic e o Brasil” e “Aos Olhos de Ernesto”. 

1º Festival online POADOC começa dia 14 de outubro

De 14 a 18 de outubro acontece pela internet a primeira edição do POADOCFestival de Documentários de Porto Alegre. O evento exibirá gratuitamente uma seleção de doze documentários gaúchos, produzidos entre 2000 e 2020. A programação inclui longas e curtas aclamados por público e crítica e filmes escolares com temas ligados à representatividade. O evento – primeiro do gênero realizado na Capital gaúcha – também apresentará lives com os realizadores. A programação poderá ser assistida no site poadoc.com.br.

A mostra é dividida em quatro programas que ficarão disponíveis por 24 horas, a partir das 20h até às 20h do dia seguinte. No mesmo horário serão transmitidos os debates virtuais. Cada programa inclui um longa, um curta e um filme escolar. Os filmes de abertura, exibidos de 14 a 15 de outubro, são “Mokoi Tekoá Petei Jeguatá – Duas Aldeias, uma Caminhada” (2008), de Germano Benites, Ariel Ortega e Jorge Morinico, “Antes de Lembrar” (2018), de Vinícius Lopes e Luciana Mazeto, e “Massacre dos Porongos” (2017), produção escolar coletiva.

“Morro do Céu” (2009), de Gustavo Spolidoro, “A Invenção da infância” (2000), de Liliana Sulzbach, e “Contigo Ninguém Acaba” (2018), produzido por estudantes, serão exibidos de 15 a 16. “Cidades Fantasmas” (2017), de Tyrell Spencer, “O Céu da Pandemia” (2020), de Marina Kerber e o coletivo “Dona Bugra, a Periferia Grita” (2018) passam de 16 a 17. Por fim, “O Caso do Homem Errado” (2017), de Camila de Moraes, “Construção” (2020), de Leonardo da Rosa, e o escolar “Respeito às Diferenças” (2017) são os títulos dos dias 17 e 18 de outubro.

“A curadoria teve como foco mostrar a diversidade de olhares. É por isso também que os debates juntam todos os realizadores, sem diferenciar longas, curtas e filmes escolares”, explica a cineasta Thais Fernandes, que integra o grupo de idealizadores do festival. “A ideia é fomentar um debate horizontal desde a nossa primeira edição”, conclui. Também fazem parte da organização do evento: Livia Pasqual, Natasha Ferla, Juliana Costa, Henrique Lahude e Jonatas Rubert. O financiamento é do edital da Secretaria de Estado da Cultura, FAC Digital.

POADOC – Festival de Documentários de Porto Alegre

O que: Evento Online Gratuito – poadoc.com.br

Quando: De 14 a 18 de outubro

Títulos disponíveis por 24 horas, das 20h às 20h do dia seguinte:

14 a 15 de outubro: “Mokoi Tekoá Petei Jeguatá – Duas Aldeias, uma Caminhada” (2008), de Germano Benites, Ariel Duarte Ortega e Jorge Ramos Morinico, “Antes de Lembrar” (2018), de Vinícius Lopes e Luciana Mazeto, e “Massacre dos Porongos” (2017) – EMEF Timbaúva (Porto Alegre/RS).

15 a 16 de outubro: “Morro do Céu” (2009), de Gustavo Spolidoro, “A Invenção da Infância” (2000), de Liliana Sulzbach, e “Contigo Ninguém Acaba” (2018) – EMEF Professor João Carlos Von Hohendorff (São Leopoldo/RS);

16 a 17 de outubro: “Cidades Fantasmas” (2017), de Tyrell Spencer, O Céu da Pandemia” (2020), de Marina Kerber, e “Dona Bugra, a Periferia GritaProjeto Cidade Cinematográfica (Três Passos/RS);

17 a 18 de outubro: “O Caso do Homem Errado” (2017), de Camila de Moraes, “Construção” (2020), de Leonardo da Rosa, e “Respeito às Diferenças” (2017) – EMEF Rio Grande do Sul (Guaíba/RS).

Debates com os realizadores

As lives acontecem nos dias 15, 16, 17 e 18 de outubro às 20h com representante de cada filme exibido.

Nossos canais de comunicação:

Site oficial: poadoc.com.br

Instagram: @poadocfestival

Facebook: /poadocfestival

YouTube: /poadocfestival

“Só acaba quando termina” estreia dia 19

Quantas pessoas se recusam a admitir que idosos também sentem desejo e fazem sexo? O argumento é sempre o mesmo: pais ou avós não fazem mais “esse tipo de coisa”. Para muitos jovens as pessoas mais velhas devem ficar em casa de chinelo assistindo TV. Erotismo? Só no cinema.

A escritora francesa Simone de Beauvoir fez um alerta no livro A Velhice, de 1970: “se os velhos manifestam os mesmos desejos, os mesmos sentimentos, as mesmas reivindicações que os jovens, eles escandalizam”. É como se idosos não tivessem o direito de sentir paixão ou ciúme. E ainda fossem obrigados a dar exemplo de virtude e bom comportamento. “Antes de tudo, exige-se deles a serenidade; afirma-se que possuem essa serenidade, o que autoriza o desinteresse por sua infelicidade”, afirma a escritora.

“Já vi esse filme e não gostei”, comenta a autora Tania Celidonio. “E é contra esse estado de coisas que estamos levantando a poeira da velhice”. Nas janelinhas do Zoom duas atrizes (Anja Bittencourt e Vanja Freitas) e um ator (Roberto Frota) expõem a força e a fragilidade da velhice diante de uma sociedade obcecada por corpos jovens e com um olhar preconceituoso sobre a sexualidade dos idosos. “A peça parte do desejo e do sexo para falar sobre como a sociedade e nós mesmos encaramos a velhice”, explica o diretor Marcos França. “O sexo é um estopim, um mote para discutir outras ideias sobre o envelhecimento”, conclui.

Em 2017 e 2018, a jornalista Tania Celidonio fez uma pesquisa pela internet com 250 idosos sobre a importância do sexo e do desejo para uma geração que foi jovem nos anos 1960 e 1970 e envelhece nestes primeiros anos do século 21. Os depoimentos deram origem ao livro Mistérios da Libido na Velhice (Amazon), uma amostra significativa do que acontece na

realidade e no imaginário de pessoas maduras que raramente falam ou são ouvidas sobre desejo, afeto e sexualidade.

A partir dos depoimentos que recebeu Tania escreveu a peça “SÓ ACABA QUANDO TERMINA – Crônicas do Desejo na Velhice”, que estreia dia 19 de outubro, às 21 horas na plataforma Zoom, ficando em cartaz até o dia 9 de novembro, sempre às segundas-feiras.

Em cena, os três atores falam sobre amor, desejo e sexo com naturalidade, mesmo quando abordam temas mais cabeludos como masturbação, ciúme, tesão ou falta de tesão, impotência, orgasmo e as dificuldades para namorar e transar depois dos 60″. “Precisamos combater o preconceito e a invisibilidade da velhice. Já sabemos que as dúvidas e a falta de serenidade vão nos acompanhar até o último suspiro”, diz Tania.

DIREÇÃO – MARCOS FRANÇA é diretor teatral, ator, produtor cultural e dramaturgo. Realizou os espetáculos musicais AQUARELAS DO ARY (2007/2008); AI, QUE SAUDADES DO LAGO! (2006) e A NOITE É UMA CRIANÇA (2004), sempre com foco em compositores nacionais. Em 2017 escreveu (com Hugo Sukman) e dirigiu DEIXA A DOR POR MINHA CONTA – UM MUSICAL SOBRE A OBRA DE SIDNEY MILLER. Em 2018 encenou COM AMOR, VINICIUS, com direção de Ana Paula Abreu. Em 2019 dirigiu o espetáculo E SE MUDÁSSEMOS DE ASSUNTO? de Renata Mizrahi. Em 2020 dirigiu VIRA VIRA VOLTA, infantil de Renata Mizrahi.

TEXTO – TANIA CELIDONIO é jornalista e roteirista desde 1977. Trabalhou como repórter e editora nas TVs Cultura e Record, e nas rádios Globo e Eldorado, em São Paulo. Dirigiu e roteirizou programas e documentários para emissoras e produtoras de audiovisual de São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2018 publicou o livro digital Mistérios da Libido na Velhice, resultado de uma pesquisa realizada com 250 pessoas em 2017 e 2018. Agora, em 2020, é a autora do espetáculo Só Acaba Quando Termina – Crônicas do Desejo na Velhice, direção de Marcos França.

OS ATORES

ROBERTO FROTA fez sua estreia profissional em 1970 como ator no espetáculo Cemitério de Automóveis, direção de Vitor Garcia. A partir daí, foram cerca de 85 espetáculos como ator, entre eles Bodas de Papel, de Maria Adelaide Amaral, direção de Cecil Thiré; As Três Irmãs, de A. Tchecov, direção de José Celso M. Corrêa e Um beijo, um abraço, um aperto de mão, de Naum Alves de Sousa. Participou de várias novelas e programas na televisão, entre eles Tieta, Pedra sobre Pedra, Riacho Doce, Corpo Santo, Chico Anísio Show, A História de Ana Raio e Zé Trovão, Anjo de Mim, Corpo Dourado, Terra Nostra, Aquarela do Brasil , Mulheres Apaixonadas, Malhação e Prova de Amor, entre outras.

ANJA BITTENCOURT é atriz e já atuou em mais de vinte espetáculos, entre eles Allan Kardec – um olhar para a eternidade, direção de Ana Rosa; A Vida Privada É Uma Comédia, de Luiz Fernando Veríssimo, direção de Cyrano Rosalém e TV Sátira, de Heloísa Périssé, direção de Chico Anysio. Participa de Malhação- Toda Forma de Amar, da Rede Globo. Na Netflix está nas séries O Mecanismo (2 temporadas), com direção de José Padilha. Na internet atua em diversas cápsulas do Porta dos Fundos.

VANJA FREITAS é atriz, produtora e ilustradora. Atuou em Álbum de Família, dirigida por José Possi Neto. Na televisão fez a novela Velho Chico e várias participações em outras novelas da TV Globo, como Muito Além do Paraíso, A Dona do Pedaço e Amor de Mãe. No cinema participou de Sérgio, produzido e estrelado por Wagner Moura. Antes do início da pandemia estava em cartaz com a peça Rugas, Um Espetáculo Sem Botox, dirigida por Amir Haddad.

SINOPSE

A partir de uma pesquisa sobre sexualidade com pessoas de mais de 60 anos, a peça faz um mergulho bem-humorado e emocionante na intimidade de quem envelhece num mundo que ignora e tem medo do erotismo na velhice.

FICHA TÉCNICA

Texto: TANIA CELIDONIO

Direção: MARCOS FRANÇA

Elenco: ROBERTO FROTA, ANJA BITENCOURT E VANJA FREITAS

Trilha sonora e programação visual: MARCOS FRANÇA

Produção Executiva: TANIA CELIDONIO

Fotos: MARIANA CRAVEIRO

Assessoria de imprensa: MARIA FERNANDA GURGEL

SERVIÇO

SÓ ACABA QUANDO TERMINA – Crônicas do Sexo na Velhice

Estreia: 19 de outubro de 2020 – Segunda-feira

Temporada: 19 e 26 de outubro; 02 e 09 de novembro – Segundas-feiras.

Horários: 21 horas

Local: Plataforma ZOOM

Duração: 40 minutos

Classificação: 14 anos

Ingressos: CONTRIBUIÇÃO CONSCIENTE

Capacidade: 100 pessoas

Importante:

O link para o zoom do espetáculo vai estar disponível a partir de 15 de outubro no hotsite da peça: https://soacabaquandotermina.carrd.c

Artistas criam peças radiofônicas inspiradas em histórias dos mais de 40 teatros que existiram na Praça Tiradentes

Foi durante uma conversa em um bar na Lapa que os atores Alex Teixeira e Clarisse Zarvos descobriram alguns interesses em comum, entre eles a curiosidade por lugares abandonados e um fascínio por causos do Rio de Janeiro. Da pergunta “Já parou pra pensar na quantidade de teatros que existiam no Centro e que não fazemos ideia de onde ficavam?” para um mergulho intensivo em livros e sites antigos foi um pulo. 

Assim nasceu o projeto Teatro ao Redor, um podcast com peças radiofônicas criadas pelos artistas a partir de registros, entrevistas e memórias sobre salas de espetáculo ao redor de praças. Na série de estreia — com cinco episódios — eles viajam no espaço e no tempo para contar a história de teatros da Praça Tiradentes. Entre o século XIX e os dias atuais, a região abrigou mais de 40 teatros. Do São Luiz ao Teatro Real São João, passando pelo Teatro Brazilian Garden, Moulin Rouge e o Teatro Maison Moderne, que abrigava peças, roda-gigante, tiro-ao alvo, balões, fotografia, bola ao cesto, pinball e até uma jaula com leões. 

— Descobrimos uma diversidade incrível de histórias sobre a cena brasileira nesses últimos dois séculos. Eu já sabia que o Centro da cidade tinha uma importante tradição teatral, não apenas ligada às salas de espetáculos, como também ao teatro de rua, mas depois que começamos a buscar essas memórias antigas e atuais, as narrativas foram se multiplicando — comenta Clarisse Zarvos, que além de fazer parte do elenco de vozes, assina com Alex Teixeira o roteiro e a direção do podcast.  

Os episódios influenciados por teatralidades do real, radio-drama e teatro épico tratam de temas como a origem da Praça Tiradentes, a demolição de salas de espetáculo, teatro de revista, os remanescentes teatros Carlos Gomes e João Caetano, cafés-concerto, salões de bilhar, incêndios de teatros, os teatros que viram cinema, e os cinemas que viram teatro, arte pública e performances que questionam as estátuas da praça. 

— Buscamos com essa proposta de teatro sonoro remediar a abstinência do palco e da rua em meio a quarentena, e ao mesmo tempo em que falamos do passado, percorremos estratégias para reinventar outros futuros no pós-pandemia — destaca o ator Alex Teixeira. 

O podcast Teatro ao Redor vai ao ar aos sábados, às 10h, através da plataforma Spotify. 

Ficha Técnica:

Texto, direção e vozes: Alex Teixeira e Clarisse Zarvos 

Edição de som: Clarisse Zarvos 

Participação: Jane Di Castro  

Design: Alessandra Teixeira 

Realização: Teatro ao Redor, Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e Fundo Estadual de Cultura

Serviço:

Teatro ao Redor

#1 Tiradentes: Construção e Demolição

#2 Tiradentes: João Caetano e Carlos Gomes

#3 Tiradentes: O teatro, o fantástico e o entorno inebriado

#4 Tiradentes: É fogo! 

#5 Tiradentes: Século 021

Spotify: http://bit.ly/TeatroAoRedor 

Informaçoes: https://instagram.com/TeatroAoRedor 

“Helena Blavatsky, a voz do silêncio” estreia, dia 18 de outubro

Helena Petrovna Blavatsky foi uma das figuras mais notáveis do mundo nas últimas décadas do século 19, tornando-se imprescindível para o pensamento moderno. O monólogo “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”, que estreia, dia 18 de outubro, em ambiente virtual, apresenta ao público a vida e obra desta renomada pensadora russa e instiga uma profunda reflexão sobre a busca do homem pelo conhecimento filosófico, espiritual e esotérico. Escrita pela filósofa Lucia Helena Galvão, a montagem retoma a parceria entre a atriz Beth Zalcman e o encenador Luiz Antônio Rocha, depois do sucesso da peça “Brimas”, pelo qual a atriz foi indicada ao prêmio Shell de melhor texto. As sessões serão aos domingos, às 19h30, e às terças, às 20h30h, com venda de ingressos pelo Sympla e transmissão do espetáculo pela plataforma Zoom (www.sympla.com.br/helenablavatskyavozdosilencio). Logo após cada sessão, haverá um bate-papo com o diretor, a autora e o atriz do espetáculo sobre o legado deixado pela escritora.

Helena Blavatsky foi, antes de tudo, uma incansável buscadora de sabedoria antiga e atemporal, revolucionando o pensamento humano. Sua vasta obra influenciou cientistas como Einstein e Thomas Edison; escritores como James Joyce, Yeats, Fernando Pessoa, T. S. Elliot; artistas como Mondrian, Paul Klee, Gauguin; músicos como Mahler, Jean Sibelius, Alexander Criabrin; além de inúmeros pensadores, como Christmas Humphreys, C. W. Leadbeater, Annie Besant, Alice Bailey, Rudolf Steiner e Gandhi.

“Considerando que vivemos num período de caos mundial, no qual o fundamentalismo, as tecnologias e as crises políticas e climáticas do planeta invadem nossa dignidade com tanta violência, resgatar os pensamentos de Blavatsky é de extrema importância”, afirma o diretor Luiz Antônio Rocha. “Segundo Blavatsky, o universo é dirigido de dentro para fora, pois nenhum movimento ou mudança exterior do homem pode ter lugar no corpo externo se não for provocado por um impulso interno”.

“Se o homem olhasse, não para o céu que é uma figura de retórica, e centralizasse seu ponto de atenção no homem interior, logo logo escaparia dos rolos compressores da grande serpente da ilusão”

“A montagem procura nos levar do irreal ao real, das ilusões à verdade espiritual, da ignorância à sabedoria que ilumina o propósito da existência. Interpretar Helena Petrovna Blavatsky é mergulhar no improvável, no intangível. Nada mais desafiador para uma atriz realizar um texto que demanda extrema sensibilidade, concentração e imaginação e transportar a plateia para um universo de possibilidades”, define a atriz Beth Zalcman.

“Nosso universo é apenas um num infinito números de universos,

todos filhos da necessidade

Este é o primeiro espetáculo teatral da filósofa e poetisa Lucia Helena Galvão. Professora voluntária de filosofia na organização Nova Acrópole do Brasil há 30 anos, possui milhares de seguidores e acumula mais de 15 milhões de visualizações em suas palestras na internet. “Desde o início da minha busca pelo conhecimento através da filosofia, me deparei com pensadores que dedicaram suas vidas a buscar, compilar e transmitir ideias que entrelaçam nossas vidas e compõe parte do que somos. Esta peça é uma forma comovida e contundente para homenagear esta mulher tão especial”, conclui.

A montagem propõe uma dramaturgia inspirada no conceito desenvolvido pelo artista Leonardo Da Vinci em suas obras, conhecido como “sfumato”. Da Vinci descreveu a técnica como: “sem linhas ou fronteiras, na forma de fumaça ou para além do plano de foco”. O ponto de partida para a direção de arte, cenário e figurinos foram baseados em algumas pinturas do artista impressionista Édouard Manet que traduz com beleza a solidão deste último instante de vida de Helena.

Sinopse – “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”

A luz da vela ilumina o cenário e revela um lugar simples no frio de Londres no final do séc. 19. É um recorte do quarto de Helena Blavatsky, que se encontra sozinha, no seu último dia de vida. Ela revisita suas memórias, seu vasto conhecimento adquirido pelos quatro cantos do mundo, se depara com a força de sua mediunidade e as consequências de suas escolhas. Relembra sua forte ligação com a Índia e seu encontro, em Londres, com Gandhi. “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”, é um mergulho no universo que existe dentro de nós.

Programa Criança para o Bem

A equipe doará 20% da bilheteria para o programa Criança para o Bem (PCPB), que beneficia crianças e jovens do Distrito Federal e é mantido pela Nova Acrópole. Criando em 2007, o programa já atendeu mais de 3 mil crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social da periferia do Distrito Federal.  Atualmente, atende 200 crianças na faixa etária de 4 a 16 anos em 500 oficinas artísticas e esportivas por mês, entre outras atividades. São oferecidos também, de forma gratuita e sistemática, transporte, lanche e assistências médica, psicológica e odontológica.  Na pandemia, as oficinas estão sendo realizadas por teleaulas, aulas on-line e entrega de kit de recreação e escolar. Mais informações: https://criancaparaobem.org.br

Ficha técnica:

Texto original: Lucia Helena Galvão

Interpretação: Beth Zalcman

Encenação: Luiz Antônio Rocha

Cenário e Figurinos: Eduardo Albini

Iluminação: Ricardo Fujji

Assistente de Direção: Ilona Wirth

Visagismo: Mona Magalhães

Fotos: Daniel Castro

Consultoria de movimento (gestos): Toninho Lobo

Operador Técnico: Toninho Lobo

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Idealização: Beth Zalcman e Luiz Antônio Rocha

Realização: Espaço Cênico Produções Artísticas e Mímica em Trânsito Produções Artísticas.

Serviço:

Helena Blavatsky, a voz do silêncio – Apresentações virtuais

Monólogo teatral inspirado na trajetória e na obra da escritora russa Helena Blavatsky

Temporada: De 18 de outubro a 10 de novembro. Aos domingos, às 19h30, e às terças-feiras, às 20h30.

Ingressos: a partir de R$ 30

Onde comprar e assistir: www.sympla.com.br/helenablavatskyavozdosilencio

Classificação etária: 14 anos

Monólogo “Minha Amiga John Lennon”, da atriz Tais Luna

Com texto, direção e interpretação da atriz Taís Luna, o experimento cênico Minha Amiga John Lennon estreia dia 9 de outubro, às 20 horas, em linguagem digital, com transmissão via streaming pela plataforma ZOOM, com duração de 30 minutos e sessões às sextas e sábados às 20 horas. No monólogo, a palestrante Karen é a convidada da noite na 21a. Conferência de Depoimentos Inúteis para contar ao público o fato inusitado, que transformou sua vida, vivenciado durante o período de isolamento social. O acontecimento levará Karen por diversas reflexões e paralelos sobre como o chamado “novo normal”, imposto à humanidade pela pandemia do novo Coronavírus, está mexendo com o cotidiano das pessoas, e também sobre as suas intersecções com os nossos comportamentos sociais e afetivos em tempos de sobrecarga de estímulos na Era da Informação.

Taís Luna é artista autoral, atua, escreve e dirige trabalhando nas áreas audiovisual e teatral. Entre seus trabalhos como atriz, destaque para a participação no projeto de Fomento ao Teatro E Se Fez a Humanidade Cyborg em Sete Dias, do grupo Os Satyros, na peça Não Permanecerás, em 2014. Ao lado da Cia Ouro Velho, atuou nos musicais O Lugar de Onde se Vê e O Novo Rei de Beleléu, em circulação pelo estado de São Paulo por meio de editais. Desde 2017 publica suas criações no canal Descontínuo – por Taís Luna, no Youtube, com destaque para a série História do Teatro com Téspis e a websérie A Invejosa. Graduada em 2009 em Comunicação Social, com ênfase em Publicidade e Propaganda, pela Fundação Cásper Líbero, também tem formação de atriz pela Escola de Atores Wolf Maya, em 2013

Ouvinte de Caetano Veloso, Belchior, Milton Nascimento e Alceu Valença, gosta de Pink Floyd e tem na Arte e na Estética assuntos prediletos de suas leituras, que incluem também Filosofia e Linguística, além de flertes com Alquimia e Espiritualidade. Paulistana da zona Norte, cresceu em Santana sonhando em ser atriz e hoje, aos 32 anos, Áries com ascendente em Touro, mantém acesa a chama da inquietude. “Somos bombardeados por informações de todos os lados, convivemos com um volume grande de estímulos através das mídias, o que torna superficial grande parte das referências que nos chegam. Em meio a tantos excessos, nossos sentidos acabam ficando adormecidos. Nosso olhar sensível para o outro, e para o mundo, fica encoberto pelo utilitarismo e pela futilidade. Estamos nos aprofundando a cada dia na cultura do individualismo. E a pandemia escancara essa insensibilidade, mostra que as ações individuais das pessoas têm impacto no coletivo, na nossa sobrevivência como espécie.”  

Taís faz uma quarentena mais rígida e observou, em pequenos passeios perto de casa, a movimentação das pessoas nas ruas. “Observo esse mar de gente, com atitudes diversas, e fico pensando como estão interpretando a realidade da Covid. A peça é uma metáfora sobre o que tem o poder de nos “saltar aos olhos”, de nos fazer enxergar o que está além, e não o que está nas nossas fantasias ou em ideias pré-concebidas.”

Ficha Técnica

Minha Amiga John Lennon – Experimento cênico de Taís Luna. Temporada – De 9 a 31 de outubro, oito sessões, às sextas e sábados às 20 horas, . Ingressos – R$ 22,50 + R$ 2,50 (taxa do serviço da Sympla).

Criação, Texto, Atuação, Iluminação, Figurino, Direção e Produção Artística: Taís Luna. Produção Executiva e Divulgação: Àtrupe Cultura e Marketing. Assessoria de Imprensa – M. Fernanda Teixeira/ Arteplural. Agradecimento: Marcel Soares.

Para acessar a transmissão – IMPORTANTE:

1) Baixar o aplicativo Zoom https://zoom.us. Onde você vai assistir, celular ou computador.

2) Fazer um cadastro e logar no site https://www.sympla.com.br   . Mais perto da estreia o link estará aberto para compra

3) Acessar a área meus ingressos e clicar em ACESSAR TRANSMISSÃO (disponível 15 minutos antes do horário de início do evento).

Qualquer dúvida: Entre em contato, por whatsapp com M. Fernanda Teixeira no (011) 9.9948-5355.

Estreia “Para Dentro”, curta-metragem inspirado na obra de Clarice Lispector

Em plena pandemia, Clarice, uma executiva bem-sucedida e solitária é surpreendida pelo pedido de demissão de sua empregada. Sozinha em casa, inicia uma arrumação do “jeito dela”. Numa tentativa de colocar as coisas no seu devido lugar começa a fazer uma viagem “Para Dentro”, e revisitar a sua própria história.

Em meio à arrumação, o inusitado, o estranho; encontra um ovo, que a desconserta e a faz levantar várias hipóteses sobre sua origem. A cada ato de arrumação uma reflexão sobre questões sociais, amor e morte.

A personagem Clarice traz questões sociais de uma mulher, que emergiu socialmente, se deixou levar pelas convenções sociais, e tem uma empregada 24h por dia. Ao mesmo tempo, reflete sobre sua condição solitária e a sua incapacidade de se relacionar.

Livremente inspirado na atmosfera lírica da obra de Clarice Lispector e no seu romance A Paixão Segundo G. H., e em homenagem ao centenário de

nascimento da escritora, o filme é uma realização conjunta da atriz e produtora Joelma Di Paula e do produtor de comunicação e cineasta Allan Fernando.

A atriz Joelma Di Paula, que já interpretou no teatro a Macabéa, de A Hora da Estrela, percebeu que as questões trazidas pela obra de Clarice são sempre atuais, e que era possível fazer um paralelo com a pandemia:

– Em 2015, eu fiz a Macabéa, da Hora da Estrela. Mas muito antes, eu li A Paixão Segundo G.H em um curso livre na Escola Martins Pena, desde então, fiquei com o livro na cabeça. Como a personagem está sozinha em casa, depois da empregada se demitir, percebi que tinha uma situação análoga ao que estamos vivendo na pandemia, e a partir daí, chamei o Allan Fernando, parceiro de outros trabalhos para criarmos um roteiro, que refletisse o momento atual e que também trouxesse as questões existencialistas tão características da obra de Clarice, como uma singela homenagem ao seu centenário de nascimento.

O cineasta Allan Fernando viu nesta parceria não apenas a possibilidade de homenagear a escritora de quem também é fã, mas também como ter um olhar crítico sobre as questões que a pandemia trouxe:

– A narrativa de Clarice sempre me inspirou, muito além da ficção, eu sou apaixonado por um livro de entrevistas dela, de quando ela trabalhou para o Jornal do Brasil, como repórter. Quando eu ia escrever as sugestões de fala, folheava um livro que tenho dela com fotos e trechos de seus livros, basicamente eu pedia licença e a imaginava comigo, na dúvida, perguntava “o que você acha, Clarice?”, Fico sempre me perguntando, o que ela escreveria ou diria desse momento de pandemia. Talvez esse curta tenha me ajudado com essa questão.

O projeto foi contemplado pelo edital Cultura Presente nas Redes da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro (SESEC), gravado durante a pandemia, respeitando os protocolos de segurança e utilizando apenas o interior de um apartamento como set.

O filme estará disponível no dia 08.10 nas plataformas do YouTube e Instagram dos realizadores Joelma di Paula e Allan Fernando.

Ficha Técnica:

Idealização: Joelma Di Paula

Roteiro: Joelma Di Paula e Allan Fernando

Direção, fotografia,montagem, sonoplastia, edição e arte: Allan Fernando

Elenco: Joelma Di Paula

Produção : Joelma Di Paula e Samuel Belo

Voz off do Ministério da Saúde: Allan Fernando

Voz off Radialista e Repórter: Samuel Belo

Trilha Sonora: Youtube Audio Library

Comunicação, marketing e assessoria de imprensa: Joelma Di Paula e Allan Fernando

Serviço:

Duração: 30min

Estreia: 08.10.2020 às 20h15 na plataforma do youtube

Instagram: @joelmadipaula @allanfernando5

Youtube: Joelma Di Paula

Link para a estreia:

Green Rio 2020 ganha formato digital e promove parcerias internacionais em Bioeconomia

Um dos mais importantes eventos sobre bioeconomia no Brasil, o Green Rio, confirma sua nona edição em 2020, migrando para o mundo digital. Pela primeira vez, o evento terá três etapas: nos dias 8 e 9 de outubro, quando acontecerão as conferências temáticas, a partir das 9h, e a apresentação de soluções para pequenos e médios produtores; nos dias 13 e 14, datas em que serão realizadas rodadas remotas de negócios e, fechando o evento, de 24 a 26, haverá o desafio de inovação. Com inscrições antecipadas, o Green Rio online poderá ser acompanhado gratuitamente no site www.greenrio.com.br.

A pandemia influenciou não só o modelo do evento, mas também as temáticas que serão abordadas. Segurança alimentar, saúde e rastreabilidade de produtos, com foco nas tendências pós-Covid-19, ganharão destaque na edição deste ano.

“À medida que a população global continua a crescer, cresce também a urgência da buscar soluções para garantir um fornecimento seguro e sustentável aos consumidores em todo o mundo” afirma Maria Beatriz Costa, organizadora do Green Rio online.

Pelo quarto ano consecutivo, o Green Rio contará com uma delegação da Alemanha para realizar o “German-Brazilian Bioeconomy Workshop”. No primeiro dia de evento, 8 de outubro, haverá  uma chamada bilateral Brasil-Alemanha, abordando dois temas abrangentes: biomassa (incluindo o uso de bioinsumos) e plantas medicinais e aromáticas. Representando o Ministério da Educação e Pesquisa da Alemanha, Andre Noske ainda apresentará o programa de bioeconomia da Alemanha, do qual constam parcerias internacionais. Além disso, especialistas da Alemanha e do Brasil discutirão a preservação do solo e proteção das abelhas.

Outra parceria internacional a ser celebrada no Green Rio será a do Sesc/Mesa Brasil e Food Nation, que é uma iniciativa do governo da Dinamarca, que promove segurança alimentar em todos os elos da cadeia, reconhecida por sua inovação e compromisso com sustentabilidade. A sinergia entre Mesa Brasil e Food Nation será apresentada dia 9, no painel “Saúde Planetária”, no qual o presidente da Fecomércio, Antonio Florêncio Queiroz e a gestora do Programa Food Nation assinarão uma carta de intenções.Ainda no dia 9, ocorrerá o lançamento do desafio para pequenos agricultores, explorando possibilidades de conexão entre bioeconomia e agricultura familiar. Também será dedicado um espaço especial à Amazônia, no qual serão discutidos temas como Bioeconomia da Floresta em Pé, Como garantir cadeias de abastecimento sem desmatamento e Pan-Amazônia.

Entre os palestrantes confirmados estão o secretário Fernando Schwanke (Ministério da Agricultura), Maritta Koch-Weser (Rainforest Business School), Ingo Plöger (empresário) e Carlos Nobre (Amazônia 4.0).

O Green Rio online também precisou fazer adaptações para contemplar os expositores. Com importante papel no fomento ao setor de orgânicos, o evento promoverá, nos dias 13 e 14, uma interação entre expositores e compradores, além de apresentação de vídeos para que o consumidor conheça os produtos e escolha o que comprar.

Já estão confirmadas para o encontro de negócios parceria com SindRio (restaurantes); compradores de lojas de varejo e farmácia de São Paulo e Rio; e polos de gastronomia e hotelaria. Representantes internacionais farão parte do networking digital.

Para fechar o evento, será realizado o desafio de inovação, de 24 a 26 de outubro, em parceria com o Sebrae. A iniciativa funcionará como uma maratona online, buscando soluções para a cadeia produtiva da bioeconomia e do pequeno produtor rural, através de temas como inovação em produtos florestais, irrigação e planejamento de produção.

Reconhecido como plataforma relevante para negócios sustentáveis, desde maio, mês em que tradicionalmente o evento ocorreria, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, os organizadores do Green Rio vêm promovendo webinars com temáticas do evento. “A janela virtual tem um potencial enorme a ser explorado. O excelente resultado que alcançamos com essas prévias, nos dá a certeza de que o Green Rio online será um sucesso”, prevê Beatriz.

Sobre o Green Rio

 O Green Rio teve sua primeira edição em 2012, quando foi um side-event da Rio+20. Ao longo desses oito anos, o evento se firmou como plataforma de negócios sustentáveis que reúne expositores, palestrantes e representantes da economia verde e do setor orgânico. Em rodadas de negócios, o Green Rio já movimentou até hoje mais de R$ 8 milhões.

Confira a programação das conferências:

8 de Outubro, 2020

Tradução simultânea / Transmissão simultânea

Este workshop será gravado

8:30 – Abertura, Boas vindas e Lançamento Chamada Conjunta Bioeconomia Brasil-Alemanha 2020

– Green Rio 2020 – Maria Beatriz Martins Costa (10’)

– German Federal Ministry for Food and Agriculture – Director General Dr. Eva Müller (10’)

– Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Secretário Fernando Schwanke (10’)

– Ministério da Ciência,Tecnologia e Inovações – Secretário Marcelo Morales  (10’)

Declarações dos Ministérios Federais da Alemanha sobre a Estratégia de Bioeconomia da Alemanha renovada e sua implementação e sobre a Chamada Conjunta e seu valor para a Cooperação em Bioeconomia Alemanha / Brasil

– Dr. Andrea Noske, German Federal Ministry for Education and Research (10’)

– Dr. Hans Jürgen Froese, German Federal Ministry for Food and Agriculture (10’)

09:40 – Apresentação da Chamada Conjunta (incluindo especificações para os requisitos do programa)

– FINEP – Representante da FINEP (10’)

– PtJ – Dr. Veronika Jablonowski (10’)

– FNR – Carina Lemke (10’)

FIM DA CHAMADA CONJUNTA

Obsv: As perguntas deverão ser encaminhadas por e-mail e serão respondidas após o evento.

Sessões Temáticas Conjuntas

Obvs: Cada painel não poderá exceder 40 minutos

10:15 – Uso Industrial da Biomassa

Estado da arte e benefícios da cooperação  

– Brazil – Eduardo Couto – Diretor do Laboratório Nacional de Biorenováveis  (15’)

– Alemanha – Prof Unkelbach, Fraunhofer Center for Chemical-Biotechnological Processes (tbc) (15’)

– Instituição convidada – Cleber Soares – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (10’)

11:00 – Plantas Medicinais e Aromáticas

Estado da arte e benefícios da cooperação   

– Brasil – UNISC – Prof. Dr. Sandro Hillebrand (15’)

– Alemanha – Dr. Frank Marthe, Julius-Kühn-Institute (15’)

– Instituição convidada: Dr. Roberto Fontes Vieira – Embrapa Recursos Genéticos (10’)

11:45 – Saúde do Solo

Estado da arte e benefícios da cooperação   

– Brasil – Rachel Bardy Prado (15’)

– Alemanha – Dr. Nendel, Leibniz Centre for Agricultural Landscape Research (ZALF) (tbc) (15’)

– Prof. Dr. Kornelia Smalla Julius-Kühn-Institute, (15’)

– Instituição convidada – Luiz Demattê – Câmara Técnica Agricultura Orgânica       

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (10′)

13:00 – Cadeia de cosméticos e Objetivos do Desenvolvimento

14:00 – Desenvolvimento Regional e Bioeconomia

– MAPA – Marco Pavarino (10’)

– MCTI – Cadeias produtivas da Bioeconomia – Bruno Nunes (10’)

– Itu e Região Metropolitana de Sorocaba- Prefeito de Itu, Guilheme Gazzola (10’)

– Mato Grosso do Sul Case – Secretário Jaime Verruck (tbc) (10’)

– Paraná – Ramiro Wahrhaftig, Presidente da Fundação Araucária (tbc) (10’)

9 de Outubro, 2020

Tradução simultânea / Transmissão simultânea

09:00 – Agenda Temática – Proteção das Abelhas

Estado da Arte e Benefícios da Cooperação  

– Brasil – Osmar Malaspina – UNESP (15’)

– Alemanha – Dr. Jens Pistorius, Julius Kühn Institute (15’)

– Instituição convidada – Ana Lúcia Assad – Associação Brasileira de Estudo das Abelhas (A.B.E.L.H.A.) (10’)

09:50 – Desafio de Soluções Tecnológicas para a Bioeconomia e SocioBiodiversidade

– MAPA – Marco  Pavarino (10’)

– MCTI – Bruno Nunes (10’)

– SEBRAE – Luiz Carlos Rebelatto dos Santos (10’)

– EMBRAPA – Maria Clara Valadares Inglis (tbc) (10’)

10:40 – Amazônia e a Bioeconomia da Floresta em Pé

– Rainforest Business School Maritta Koch-Weser (10’)

– UEA – Universidade do Amazonas – Reitor Cleinaldo Costa (10’)

– Amazonia 4.0 – Carlos Nobre (10’)

– BMEL – Ensure deforestation-free supply chains – Thomas Baldauf (10’)

– Fundação Amazônia Sustentável – Virgilio Viana (10’)

– FINEP – Marcelo Bortolini (10’)

11:50 – Amazônia: Bioeconomia, Agronegócio e Agregação de Valor

– GIZ – Frank Kraemer (10’)

– Amazonas State Secretary of Science and Technology – Tatiana Schor (10’)

– ABAG – Marcello Brito (10’)

– CEAL – Ingo Plöger (10’)

– Instituto SEBRAE AMAZONAS (10’)

– Instituto Escolhas – Sérgio Leitão (10’)

13:00 – Segurança Alimentar – Custos Sociais e Ambientais do Desperdício de Alimentos – Saúde Planetária

– MESA BRASIL/SESC and Food Nation / Denmark (20’)

– Universidade de São Paulo (USP) – Antonio Saraiva (10’)

– Instituto Brasil Orgânico – Rogério Dias (10’)

13:50 – Investimentos Sustentáveis (40′)

Bar Bukowski reabre com novidades

Boa nova para os cariocas: o Bar Bukowski, em Botafogo, reabre para o público na próxima sexta-feira (2 de outubro) com várias novidades, além, é claro, de um rígido protocolo de higiene e distanciamento social. Todos os ambientes serão monitorados para não haver aglomeração.  Em uma ação inédita no Rio, o Bukowski criou seis pistas de dança exclusivas no primeiro e segundo andares da casa para grupos de até seis amigos.

É a primeira casa noturna do Rio que reabre durante a pandemia com esta iniciativa. Os frequentadores do bar poderão dançar por 30 minutos ao som dos DJs da casa e convidados. Em seguida, as pistas serão higienizadas por um serviço especializado antes de receberem os próximos grupos. Os espaços de dança devem ser reservados com antecedência.

— Desenvolvemos protocolos de cuidados para cada situação e cada um dos ambientes do Bukowski. O bar receberá menos de um terço da capacidade da casa, sendo que 70% serão reservas, para evitar filas. Os clientes poderão beber, ouvir música e dançar, mas serão cercados de rígidos controles e cuidados sanitários. Na parte externa da casa, os lugares sentados também são exclusivos, evitando o compartilhamento de cadeiras, diz Pedro Berwanger, fundador e proprietário do Bar Bukowski.

A casa que abriga o mais antigo bar de rock and roll do Rio agora abrirá segunda, quarta, quinta, sexta-feira e sábado. Outra novidade é a carta de bebidas, que ganha o reforço de exóticas caipivodkas: manga com pimentão amarelo, melão com caramelo salgado e frutas vermelhas.

História de amor durante a pandemia

O escritor Charles Bukovski, que inspirou o bar, disse em certa ocasião: “Às vezes você acha bondade no meio do inferno”.  E foi isso que aconteceu. No momento mais difícil, onde todos apostavam no fim do Bukowski, o bar recebeu propostas de apoio financeiro de clientes e amigos.

— Lançamos, então, a ação “Nosso bar por 200 reais”, que transforma o cliente em vip vitalício e ele nunca mais terá que pagar entrada nem enfrentar filas. A campanha foi um sucesso. E com isso, não demitimos nenhum funcionário e ainda fechamos um patrocínio com a Heineken, explica Pedro Berwanger. Ele vê nesse sistema colaborativo um sinal positivo dos novos tempos.

O bar abre segunda, quarta, quinta, sexta-feira e sábado; de 17h a 1h. Durante a pandemia será cobrada uma entrada simbólica (R$ 5,00), totalmente revertida para diferentes causas, escolhidas pelos clientes em votação na Internet.

SERVIÇO

Reabertura do Bar Bukowski

Sexta-feira (2 de outubro)

Rígido protocolo de higiene e distanciamento social. Todos os ambientes serão monitorados para não haver aglomeração.  

Novidade: seis pistas exclusivas de dança para grupos de até seis amigos. É necessário reservar.

Funcionamento: segunda-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira e sábado Horário: 17h à 1h

Rua Álvaro Ramos, 270 – Botafogo

Reservas: 21 2244-7303

Entrada: R$ 5,00 (revertida para causas)

Exposição Francisco Coculilo: a repetição e a reinvenção da paisagem carioca, na Galeria Evandro Carneiro Arte

Baía da Guanabara com Pão de Açúcar.jpg

A Galeria Evandro Carneiro Arte, na Gávea, de 26 de setembro a 20 de outubro a EXPOSIÇÃO FRANCISCO COCULILO: A REPETIÇÃO E A REINVENÇÃO DA PAISAGEM CARIOCA. Filho de europeus, mas carioca de nascença, o artista residiu boa parte de sua vida em Niterói. Sua paixão pela Cidade Maravilhosa é observada em todo o acervo exposto. Das 47 telas que serão exibidas, 43 retratam a Baía da Guanabara, contempladas entre as décadas de 1930 a 1950,  a partir da terra de Araribóia. A curadoria é de Evandro Carneiro. Destacam-se as pinturas da Baía da Guanabara com o Corcovado e o Pão de Açúcar ao fundo, bem como os crepúsculos avermelhados sobre a topografia carioca.

A mostra será aberta ao público SEM VERNISSAGE devido à pandemia, durante o horário de visitação da galeria, de segunda a sábado, das 10h às 19h.

O shopping Gávea Trade Center está funcionando com obrigatoriedade do uso de máscaras e fornece álcool em gel e medição de temperatura para quem entra. Não há necessidade de agendar a visita, pois o espaço é grande e sem aglomerações.

Sobre o artista:

FRANCISCO COCULILO: A REPETIÇÃO E A REINVENÇÃO DA PAISAGEM CARIOCA

Francisco Coculilo nasceu no Rio de Janeiro em 13 de fevereiro de 1893. Filho de europeus, seus pais haviam chegado ao Brasil com os primeiros imigrantes que aportaram aqui desde a proclamação da República, quatro anos antes. Escolheu o Rio de Janeiro para residência fixa, mas a Revolta da Armada, no fim daquele ano, fez com que o pequenino Francesco, antes de completar um ano, se mudasse para o outro lado da baía. Junto com o endereço, o artista mudou também seu nome: do original italiano Francesco Coculichi, passou a ser conhecido como Francisco Coculilo.

Foi aluno do pintor catalão Luis Graner Y Arrufi no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro, quando o mesmo esteve por aqui entre viagens à América do Sul, de 1927 a 1929. Granner teve em Coculilo seu único pupilo brasileiro e ambos se dedicaram principalmente à paisagem de valor iconográfico.

Adulto, o artista fixou residência em Niterói, na Vila Pereira Carneiro 24, na Ponta da Areia, local que sempre foi um dos principais pontos escolhidos por artistas plásticos. Sylvio Pinto, Pancetti e Aluízio Valle foram apenas alguns dos nomes que eternizaram aquela humilde vila de operários, mas que possui o charme peculiar de uma das vistas mais bonitas do planeta.

Coculilo se notabilizou entre os anos 1930 e 50 por retratar a paisagem iconográfica do Rio de Janeiro, a partir Niterói. É provável que ninguém tenha apreciado mais essa vista do que ele que a pintou exaustivamente. A repetição paisagística na obra de Francisco Coculilo é uma característica típica e parte de uma experiência sensorial com os elementos da composição. Quando a percebemos quase obsessivamente em seus quadros, nem sempre atentamos para o fato de que o pintor buscava uma equação entre os elementos da pintura para descobrir o produto real diante de apenas uma constante: a Baía de Guanabara. Estudando-a sob as diversas variações luminosas, descobria as várias possibilidades que um mesmo espaço pode conter e fornecer ao artista. Não a mesma paisagem, mas sempre uma outra perspectiva do natural. Afinal, quando a natureza é transferida para um suporte, está sofrendo uma transformação em sua essência. Na representação não há somente aquilo que o pintor vê, mas coexiste nessa percepção uma interferência que transfere ao objeto a transvaloração de si mesmo. Nesta intenção, o olhar do pintor se renova e aperfeiçoa o que mira, limpando a topografia daquilo que julga ser incorreções, tornando mais belo o cenário em que repousa.

Esta volta do olhar sobre os mesmos motivos pode parecer monótona ao espectador viciado na velocidade moderna e representa o retorno constante do pintor ao mesmo cenário em dias e horas diferentes, tal qual a experiência monetiana com a catedral de Rouen. Coculilo retrata uma paisagem onde o homem está apenas insinuado na pintura, através da cidade que cintila à distância, dos pequenos barcos pousados como nuvens sobre a superfície da baía. O artista soma ao conjunto de elementos observados uma harmonia que insistia em buscar e, ao repeti-la continuadas vezes, é como se integrasse a natureza a uma sinfonia que não cansa aos ouvidos, servindo de música ambiente aos temas que desenvolve, completando a criação daquilo que ela está destituída. Pretensão? Cabe ao espectador formar sua opinião. Verdadeiro? Com a mais absoluta certeza.

Essa exposição contém uma pequena amostra da produção desse surpreendente artista que olhou o Rio como poucos e o pintou como ninguém. Desde as pinceladas criticáveis de Francisco no início dos anos 1920, ao seu amadurecimento artístico, cujo ápice se deu em meados dos anos 1940 e início dos 50, as suas paisagens juntavam no mesmo horizonte elementos topográficos impossíveis de conviver em uma mesma vista.

Já maduro, Coculilo vendia suas telas em frente ao Copacabana Palace, no auge da efervescência turística e do glamour que o bairro representava para o imaginário mundial nos anos 1950. Graças a isso, grande parte de sua obra correu o mundo pelas mãos de milhares de turistas anônimos que visitaram a Cidade Maravilhosa no pós-guerra. Até hoje é comum encontrar suas paisagens na Europa e nos Estados Unidos, tendo essa origem algumas das peças dessa coleção.

O acervo exposto foi sendo adquirido cuidadosamente desde o ano de 2005 e, ironicamente, o fator que mais chamou a atenção para o início desse colecionismo não foi estético ou pictórico, mas sim antropológico: o olhar curioso do artista quanto à recriação da paisagem, o viés “cenográfico” de Coculilo que, assim como os cenários das produções cinematográficas da era de ouro do cinema, criou uma realidade modificada e aperfeiçoada em seus quadros, como um pano de fundo no qual nenhum detalhe que possa diminuir a paisagem deve ser retratado, seus pontos fortes devem ser exaltados e, quando necessário, modificados e acrescidos de um detalhe que valorize a própria criação da natureza.

Hoje, quase 50 anos após sua morte, seu espaço entre os grandes paisagistas brasileiros está marcado, não como o melhor ou como o mais virtuoso, mas, com certeza, como um pintor que foi extremamente honesto com sua pintura, fiel à sua paleta e notoriamente sincero em suas pinceladas. Um pintor que amou o Rio e Niterói, e eternizou a Baia de Guanabara como poucos. Faleceu em 9 de julho de 1971, injustamente esquecido no Instituto de Pneumologia de Niterói, e essa exposição é uma das maneiras de lembrá-lo, apresentando 47 telas do pintor.

Bruno Perpétuo

Setembro de 2020.

Serviço: EXPOSIÇÃO FRANCISCO COCULILO: A REPETIÇÃO E A REINVENÇÃO DA PAISAGEM CARIOCA

Galeria Evandro Carneiro Arte: Rua Marquês de São Vicente, 124 (Shopping Gávea Trade Center). Salas 108 e 109.

De 26 de setembro a 20 de outubro de 2020.

Visitação: de segunda a sábado, das 10h às 19h.

Telefone: (21) 2227.6894

Estacionamento no local.

Site: http://www.evandrocarneiroarte.com.br/

Instagram: @galeriaevandrocarneiro

“Leituras” estreia on-line em 20 de setembro

Livremente inspirado na obra “A Menina de Papel”, de Julián Fuks, o curta-metragem “Leituras” estreia em 20 de setembro (domingo, às 18h)e pode ser assistido no site www.celacanto.art, com acesso livre e gratuito. Idealizado pela atriz, cenógrafa, professora e pesquisadora Marília Misailidis, o filme foi todo gravado durante a quarentena no apartamento em que mora com o marido Seblen Mantovani, que também assina a câmera e a fotografia da produção.

Voltado para o público infanto-juvenil, o curta de 12 minutos mistura live action, desenho, recortes e animação para contar a história de duas leitoras que pertencem, cada uma a seu modo, tanto ao plano da ficção quanto ao plano da realidade.  No desenrolar da trama, elas tomam consciência de si mesmas e de onde estão inseridas enquanto desempenham com o público uma mesma ação: ler. 

“Embora exista uma diversidade imensa de textos e possibilidades de leitura, é comum nos depararmos com esforços que acabam por reduzir essa ação a um gesto passivo, onde o leitor é visto como alguém destituído de capacidade e desejo, alguém que se submete a leituras por acreditar que um dia esse ato voluntário de submissão e anulação será recompensado com o poder do conhecimento e do controle”, analisa a autora. “Diante disso, acho fundamental lembrarmos e apresentarmos outras imagens, em especial aquelas que lembram que a leitura pode ser também um ato de criação, encontro e afeto. Ou ainda, um lugar paradoxal onde o encontro com uma voz alheia só é possível se o leitor for capaz de retomá-la e fazê-la ecoar dentro de si com a sua própria voz”, explica Marília Misailidis.

Em “Leituras”, Marília desenhou mais de 40 ilustrações que compõem a arte do curta-metragem. Tendo como referência estética o artista italiano Virgilio Villorese, ela presta homenagem à antiga tecnologia do cinema usando recursos de animação, que convivem em harmonia com elementos contemporâneos. Marília e Seblen gravaram ao longo de 15 dias em diversos ambientes do apartamento do casal e até no corredor do prédio onde moram, no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. Ao todo, foram três meses de trabalho, contando com a pré e pós-produção.

“Esse filme fez meus olhos brilharem. Quero dar continuidade às coisas que acredito, principalmente neste momento em que os livros podem ser taxados e podem se tornar algo raro e cada vez mais elitista”, conclui.

O curta-metragem foi contemplado pelo Edital Cultura Presente nas Redes da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, de caráter emergencial para o fomento de produções culturais em tempos de pandemia.

MARÍLIA MISAILIDIS é professora, pesquisadora, atriz e cenógrafa. Como professora, tem experiência com o ensino de língua portuguesa para o Ensino Fundamental e Médio e língua inglesa para todas as idades. Como pesquisadora, se dedicou ao estudo da tragédia grega clássica e das possibilidades de diálogo entre a literatura e o teatro, criando adaptações e fazendo estudos de caso. Como atriz, trabalhou com os diretores Naum Alves de Sousa, Ivan Sugahara e Diogo Liberano. Como cenógrafa, em 2019, participou da mostra de estudantes brasileiros na “Quadrienal de Praga de espaço e desenho da performance”, principal evento internacional que engloba áreas como cenografia, figurino, iluminação cênica, sonoplastia, visagismo e arquitetura teatral.

SEBLEN MANTOVANI é montanhista, fotógrafo e cineasta. Como cineasta, busca revelar para o público um pouco de tudo o que vive a partir de sua experiência em ambientes naturais. Ganhou, em 2016, o prêmio de melhor fotografia pelo Cine Amazônia com o curta documental “Jegues”.  Dirigiu e fotografou o documentário “Geração Lendária”, que retrata o desenvolvimento do montanhismo brasileiro nos anos 80 por meio de figuras emblemáticas do esporte. Viajou pelos quatro continentes gravando as séries “Montanhistas e Escaladores de Vulcões” para o Canal OFF.

Sinopse:

Num momento em que os livros podem se tornar objetos ainda mais raros, o curta-metragem “Leituras” oferece um olhar poético sobre as inúmeras trocas que podem acontecer entre realidade e ficção enquanto ainda existirem leitores e leituras.

Leituras

Curta-metragem de Marília Misailidis

Estreia: 20 de setembro, domingo, às 18h, em www.celacanto.art

Duração: 12 min. Classificação etária: livre.

Ficha Técnica:

Roteiro, ilustrações, direção de arte e produção: Marília Misailidis 

Operador de câmera e direção de fotografia: Seblen Mantovani 

Trilha original: Luis Henrique Misailidis

Edição: Fábio Cardoso

Arte de divulgação: Isabella Castro

Programação do Sesc RJ homenageia mulheres do samba

O Sesc RJ apresenta neste sábado (19/9), às 11h, “As bambas”, contação de história encenada pela atriz Paulinha Cavalcanti, que homenageia mulheres do samba. A atividade será transmitida ao vivo no YouTube (@portalsescrio) e no Facebook (@SescRJ) da instituição dentro da programação do Arte em Cena, projeto em que o Sesc RJ exibe conteúdos artísticos em suas redes sociais.

“As Bambas” conta histórias sobre a sambista, intérprete e cantora Clementina de Jesus, que foi empregada doméstica e, aos 63 anos, conquistou notoriedade na música, trazendo ao público as músicas africanas e afro-brasileiras que aprendeu na infância e interpretando diversos sambas e canções da cultura popular e de terreiro. Na apresentação, Paulinha Cavalcanti também faz uma singela homenagem a outras estrelas do gênero, como Dona Ivone Lara, Jovelina Pérola Negra e Lecy Brandão.

SERVIÇO

Contação de histórias “As Bambas”

Com Paulinha Cavalcanti

Dia 19/9/2020 – 11h

YouTube (@portalsescrio) e Facebook (@SescRJ)

Classificação: livre

Grátis

Espetáculo “A Protagonista” estreia em ambiente virtual nesta sexta-feira

Previsto para estrear no Sesc Tijuca em 20 de março deste ano, mas cancelado por conta da pandemia da Covid-19, o espetáculo “A Protagonista” ganha temporada on-line a partir desta sexta-feira (18/9) dentro da programação do projeto Arte em Cena, do Sesc RJ.  Encenado pelo Coletivo Paralelas e transmitido pela plataforma Zoom, o espetáculo levanta a reflexão sobre os agentes que limitam a livre atuação da mulher na sociedade, tomada por vigilância e opressão.

A peça foi adaptada pelo grupo para ser realizada na plataforma virtual. Além da mudança de formato do ambiente presencial para o digital, o espetáculo teve seu enredo atualizado ao contexto pandêmico. Nessa nova versão, passa a contemplar a opressão ao gênero feminino no que se refere à exposição e espetacularização da mulher, a sobrecarga no acúmulo de funções e o controle sobre as decisões de sua vida, agora de modo virtual, em que suas escolhas e ações passam ainda mais pela vigilância social.

O enredo mostra um jogo que mistura ficção e realidade. Uma atriz convidada, que não ensaiou o espetáculo, chega para viver a experiência de uma nova funcionária em um ambiente de trabalho virtual. No decorrer da peça, ela se relaciona com as funcionárias antigas da empresa, vividas pelas atrizes fixas do espetáculo. Essas mulheres entrelaçam suas histórias a partir de questões que perpassam esse momento de relações e trabalhos remotos.

Colaboração de Miwa Yanagizawa – “A Protagonista” é o terceiro espetáculo do Coletivo Paralelas. Ele surge como uma expansão das pesquisas desenvolvidas em “Piranha não dá no mar”, peça participante do projeto Mostra Regional de Artes Cênicas, do Sesc RJ, no qual nomes consagrados das artes cênicas do país contribuem com elementos para espetáculos de companhias de diferentes localidades do estado. No caso do Coletivo Paralelas, a colaboração foi de Miwa Yanagizawa, vencedora do último prêmio Shell na categoria direção com o trabalho “Nastácia”. Para “A Protagonista”, a parceria com a atriz e diretora se mantem, e o grupo decide aprofundar a investigação do jogo como instrumento cênico e a reflexão sobre os agentes que limitam a livre atuação da mulher na sociedade.

SERVIÇO

“A Protagonista”

Temporada: de sexta a domingo, às 20h, de 18/9 a 11/10

Gratuito

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 60 minutos

Formulário para participação: disponível na “Bio” do Instagram do Coletivo Paralelas (@coletivoparalelas) ou por meio de solicitação ao e-mail contato.coletivoparalelas@gmail.com.

OBS: No formulário, espectador informar o dia que deseja assistir. O link/ID de chamada na plataforma Zoom será disponibilizado 1 hora antes de cada apresentação.

FICHA TÉCNICA

Criação: Carol Babosa, Juliana Soure e Tatiane Santoro

Direção: Juliana Soure

Orientação artística: Miwa Yanagizawa

Direção audiovisual: Laís Dantas

Dramaturgia: Juliana Soure e Renata Sofia

Roteiro audiovisual: Renata Sofia

Elenco: Aliny Ulbricht, Carol Barbosa, Rosa Nogueira, Tatiane Santoro

Atrizes convidadas: Bárbara Assis, Bárbara Jordão, Caju Bazerra, Dani Anatólio,

Débora Crusy, Fernanda Dias, Gabriella Cristina, Gabriela Estolano, Geandra Nobre,

Lidiane Oliveira, Rebecca Gotto e Vika Flôr

Orientação teórica: Pâmela Carvalho

Preparação corporal: Camila Rocha

Iluminação: Nina Balbi

Figurino: Carla Costa

Mídias, design gráfico e fotografia: Franco Albuquerque

Direção de produção: Mariana Rego

Produção executiva: Julia Abreu

Assessoria de imprensa: Duetto Comunicação

Realização: Coletivo Paralelas

SINOPSE

Uma atriz convidada, que não ensaiou o espetáculo, chega para viver a experiência de uma nova funcionária em um ambiente de trabalho virtual. No decorrer da peça ela se relaciona com as funcionárias antigas da empresa, vividas pelas atrizes fixas do espetáculo. Em um jogo que mistura ficção e realidade, essas mulheres entrelaçam suas histórias a partir de questões atravessadas por esse momento de relações e trabalhos remotos.

1ª Feira Literária de Tiradentes – FLITI de 8 a 11 de outubro

A 1ª Feira Literária de Tiradentes – FLITI é 100% gratuito cuja proposta principal é o incentivo à leitura e ao hábito de ler através do contato com autores, programações lúdicas e atividades artísticas literárias para todas as faixas etárias.

O tema principal da 1ª edição da FLITI será a diversidade cultural mineira: A herança deixada  pelos africanos e indígenas. A dança, a culinária e a arte barroca também serão destaque na programação com participação de escritores locais e nacionais, editoras e livreiros.

A FLITI pretende estimular a participação dos moradores de Tiradentes e cidades próximas com atividades para diversos públicos e faixas etárias.

“A partir da leitura de um livro é possível experimentar papéis, descobrir possibilidades nunca pensadas, refletir sobre determinadas situações coletivas e individuais e ser impulsionados a sonhar e recriar suas vidas. O livro é um objeto transformador, que torna possível transportar o leitor para o mundo fictício, onde se pode encontrar respostas para muitas das perguntas do

mundo real. Neste sentido a Feira Literária de Tiradentes – FLITI é um importante elo articulador de atividade cultural, que vem a contribuir para que os espaços públicos voltem a ser lugares onde a sociedade se expressa e também onde pode adquirir  conhecimento na diversidade de ofertas culturais e literárias”, diz a idealizadora da FLITI Cristina Figueiredo da Korporativa. 

Acessibilidade e Democratização

A maior parte das atividades será realizada na praça principal da cidade de Tiradentes que possui em seu entorno acesso facilitado e prioritário para o público PNE. Alguns eventos da FLITI contarão com a presença de um intérprete de LIBRAS para atender aos deficientes auditivos.

Todos os eventos na FLITI serão gratuitos. O acesso aos lugares onde ocorrerão as atividades artísticas literárias, assim como os encontros com autores, sessões para autógrafos e contação de histórias serão totalmente gratuitos. As atividades da FLITI ocorrerão em espaços públicos. Vale ressaltar que crianças e adolescentes da rede pública de ensino estarão diretamente convidadas e vinculadas à feira literária. Os conteúdos produzidos ao longo da FLITI serão disponibilizados em mídia digital e, ainda, através das redes sociais do evento (instagram e facebook)

Flexibilização das medidas de isolamento social de forma responsável

A FLITI  esta seguindo todos os protocolos baseado no Minas Consciente. Ação do governo  destinado orientação  de forma responsável, da flexibilização das medidas de isolamento social em cada município, permitindo a retomada parcial da economia e observando o impacto no sistema de saúde. (https://www.mg.gov.br/minasconsciente)

https://www.facebook.com/feiraliterariadetiradentes/

https://www.instagram.com/flitifeiraliterariatiradentes/

1ª Edição da FLITI Feira Literária de Tiradentes

Data: 8 a 11 de outubro de 2020

Locais:  Praça central da cidade de Tiradentes – MG

Horário:

“Cardinal”, peça que aborda o feminicídio no Sertão do Ceará, faz sessão única no YouTube

Dia 20 de setembro, às 19h, reestreia, em sessão única, a peça Cardinal, vencedora na Categoria Drama – Juri Técnico, do 1º Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro, promovido pela Cia Banquete Cultural. Segundo a jurada Luciana Bicalho, trata-se de um trabalho instigante, que mescla o cotidiano recente pelo qual passamos e uma interpretação cênica forte, consolidada na temática proposta. “O espetáculo se dá em cortes entre a repetição do dia a dia, que ainda tem possibilidade cênica de se pesquisar mais nuances nos gestos, e o extra-cotidiano, muito bem encenado e que emerge a partir da problemática denunciada: o feminicídio no sertão do Ceará”, comenta Luciana.
De acordo com o diretor do Festival, Jean Mendonça, Cardinal é um convite a adentrar no universo feminino em pleno sertão cearense. “Uma mulher desdobrável em tantas que já habitaram o lugar, o sanatório, aquela casa e vizinhança. Aproximação e distanciamento na ótica de uma câmera que penetra fundo no íntimo de uma mulher”, ressalta ele.
Sinopsede Cardinal: A ancestralidade feminina indígena está posta nos corpos que compõem esta obra. O texto, escrito pela atriz/performer/dramaturga Bárbara L. Matias, tenta entender como pensar a relação entre o índice de feminicídio no Estado do Ceará, e sua existência quanto mulher cidadã. Como uma obra artística fictícia, pode ser totalmente influenciada pela realidade da intérprete. Cardinal está dentro de uma produção cênica que transita pela hibridação das linguagens do teatro, performance e cinema, assim o espetáculo traz e faz um recorte do que está sendo exercitado e pensado na criação cênica contemporânea em suas dimensões expansivas. Enquanto poética, o espe tá ;culo suscita que o espectador, por meio dos sentidos sensoriais,  tenha a oportunidade de vivenciar uma criação que o desperte a pensar possibilidades outras de entrecruzar linguagens.
De acordo com a jurada Silvana Stein,  Bárbara L. Matias tem atuação envolvente durante toda apresentação, onde o canto da atriz também atua. Ela conta que do início ao fim, a água é um elemento primordial na dramaturgia: a água que higieniza, que acalenta no banho, que hidrata seres e plantas, a água que aparece em forma de sangue sobre uma mesa e na segunda pele da atriz como mancha de sangue no vestido.
Para a apresentação foi criada uma Vakinha virtual para a compra do ingresso solidário. Cada pessoa paga o valor que puder e achar justo para acompanhar a apresentação. Basta acessar o link: http://vaka.me/1356388. Cardinal terá sessão única, dia 20 de setembro, domingo, às 19h, no Canal da Cia Banquete Cultural, no YouTube.

Sobre o Festival
Segundo o diretor do Festival, Jean Mendonça, o 1º Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro, realizado de maio a agosto de 2020, foi uma catarse coletiva, do primeiro ao último espetáculo a se apresentar em tempo real pelo Zoom na primeira fase, quanto online pelo YouTube na segunda fase. “A experiência de ver o acontecimento cênico se dando aos nossos olhos em tempo real através de uma tela de celular ou de um computador, foi mais uma confirmação de que essa forma de fazer teatro é mesmo possível e que a conexão da presença atores X público realmente é mantida, mesmo que de uma forma diferente da tradicional. Muito interessante ver os artistas se reinventando e tornando a experiência cada vez mais agradável”, explica. < br /> Para Jean, a história do nosso tempo está sendo reescrita. O cenário pandêmico, como outros eventos catastróficos da humanidade, vem para rearranjar as estruturas, mostrar novos valores, novas visões, novos fazeres. “Não podemos só nos apegar aos fatos ruins que são notícias verdadeiras e que tanto nos atormentam diariamente. Precisamos fazer alguma coisa, apesar disso tudo. Precisamos re-existir! Este Festival nos mostra que somos todos vencedores!”, finaliza.
Serviço
Espetáculo:Cardinal
Gênero: drama                        
Quando: 20/09 (domingo)
Classificação: 14 anos
Horário: 19h
Local: YouTube – Canal da Cia Banquete Cultural
Organizador do evento: Cia Banquete Cultural
Assessoria de imprensa: Sevilha Comunicação

Ficha Técnica do espetáculo
Direção e Iluminação: Jamal Corleone
Atuação e Dramaturgia: Bárbara L Matias
Cenotécnica e Operação de Som: Francisco Francieudes
Produção: Equipe Cardinal

A pesquisa de “Narrativas” e o nascimento do Teatro e Jardim

NARRATIVAS surgiu no contexto da Pandemia de 2020. Na procura por alternativas ao fechamento dos teatros e a paralização das atividades no campo da cultura, o artista André Roman remexendo alguns de seus escritos resolveu contar algumas histórias pessoais que remontam a sua infância e ancestralidade, ambas ligadas à terra, ao cultivo de subsistência em pequena escala e ao modo de vida simples do interior. Criado para o Edital Cultura Presente nas Redes da SECEC RJ, NARRATIVAS propõe uma experimentação inspirada nas rupturas espaciais e temporais já operadas nas artes cênicas e busca fazer um trânsito entre a linguagem teatral e performática e o audiovisual, servindo-se de procedimentos modernos da produção artística do século XX, como a montagem e a colagem, a foto-performance e a vídeo-performance. O processo de criação fez uso de textos de diferentes momentos da vida do artista para contar parte de sua história, e em suas rupturas temporais e espaciais, ganhou uma significação universal, pela compreensão de que nossas histórias também dizem do outro. Toda a espacialidade foi concebida a partir da apropriação espacial do mini jardim e da mini horta do artista que compõe o Mini Horto do André e, faz uso de plantas comestíveis cultivadas por ele, uma outra dimensão, oculta e particular, deste ato performático chamado NARRATIVAS.

A equipe reúne um pequeno time de craques em torno do seu nascimento. A direção artística foi capitaneada pela diretora teatral Chía Rodriguez, responsável pela direção de Consertam-se Imóveis, espetáculo que Roman produziu a partir de 2016, estabelecendo desde então uma sólida parceria com a artista. A dramaturgia de Roman teve orientação dramatúrgica de Luciana Zule, parceira de longa data, com quem o artista trabalha desde 2012. A montagem, edição e efeitos sonoros, são assinadas por Augusto Rodrigues, artista por quem Roman se encantou,

após conhecer a produção criada na parceria Augusto Rodrigues, Dora Abreu & Maria Magnólia, com a performance Euletrônico.

A pesquisa de NARRATIVAS marca o nascimento de uma outra ideia, o TEATRO DE JARDIM. Nascido dentro do Mini Horto do André, o TEATRO DE JARDIM propõe a apropriação da sua espacialidade e de seus elementos naturais como plantas e flores cultivadas pelo artista, nas suas criações cênicas. O TEATRO DE JARDIM é uma ideia que visa o fomento da produção artística local, a transmissão online de eventos artísticos, saraus, palestras, encontros e apresentações realizadas nas suas dependências, bem como futuramente, apresentações presenciais para pequenos grupos de 10 pessoas, com degustação gastronômica temática e ainda, ações de arte e natureza, com foco no atendimento a escolas públicas do próprio bairro onde funciona. No mês de outubro, o Teatro de Jardim vai estrear O Menino que Plantava Flores, uma singela encenação com bonecos feita numa parceria com o ator e manipulador de bonecos Márcio Nascimento.

Para acompanhar o TEATRO DE JARDIM basta acessar o instagram @minihorto_teatrodejardim.

SINOPSE

NARRATIVAS é um mergulho nas lembranças de infância de um menino do campo. A encenação reelabora algumas situações da vida do menino e do homem artista aos 42 anos de idade. No processo, o público passeia visualmente pela espacialidade da horta e do jardim, enquanto vai construindo junto a cena apresentada, a sua produção de sentido pessoal, a partir deste trabalho que visa resgatar a importância benfazeja do contato do homem com a natureza e de como podemos ser melhores e mais felizes criando pequenos espaços de cura e beleza em nosso cotidiano.

FICHA TÉCNICA

Direção Geral: Chia Rodríguez

Argumento e Dramaturgia: André Roman

Espetáculo virtual “Memórias de um Suicida” no mês setembro amarelo

Neste espetáculo inédito baseado na grande obra de Yvonne A. Pereira, Camilo Cândido Botelho – pseudônimo de autor Camilo Castelo Branco – descreve a famosa médium Yvonne A. Pereira e sua dolorosa experiência pós-morte pelo suicídio. O espetáculo traz não somente um “apelo à valorização pela vida” mas também trata da grandeza da Misericórdia Divina para com os suicidas. Esta obra nos oferece a oportunidade de conhecer o Universo e a vida em sua plena concepção.

A imortalidade da alma e  a moral cristã são temas confortadores aos corações em sofrimentos, bem como outros temas relevantes estudados para a compreensão de que “nenhuma tentativa para o reerguimento moral será eficiente se continuarmos presos à ignorância de nós mesmos”.
A morte não é o fim e há um caminho de reconstrução para todos.

Um belíssimo espetáculo que proporcionará ao público uma imersão nos valores cristãos e nos ensinamentos da Caridade e o Amor.
UMA GRANDE HISTÓRIA, UMA LINDA MONTAGEM TEATRAL, DIRETO EM SUA CASA!

Garanta já o seu ingresso:
https://www.sympla.com.br/espetaculo—memorias-de-um-suicida__917681

Cininha de Paula lança curso on-line para o público maior de 60 anos

A CN Artes, escola de atores dirigida pela atriz e diretora Cininha de Paula, abre uma programação de cursos on-line totalmente voltada para o público com mais de 60 anos.  “Cante, Dance e Atue” tem como proposta ensinar, de forma lúdica e divertida, as várias linguagens do universo artístico por meio da internet. “A nossa intenção é trazer alegria, união, inclusão social e digital para essas pessoas tão afetadas pela pandemia. Queremos brincar. E brincar não tem idade”, argumenta Cininha de Paula.

Quem sabe, para muitos idosos, seja esse o momento de revisitar sonhos antigos e dar vazão aos seus desejos, após cumprir etapas da vida como ver os filhos criados, realização profissional e padrão de vida estabilizado. Investir num curso, sem qualquer pretensão de se tornar profissional, pode ser muito satisfatório. Está provado que a arte proporciona saúde física e mental, desenvolvendo a capacidade cognitiva, melhorando o raciocínio, a concentração e a memória – o antídoto para aqueles que veem o ato de envelhecer como sinônimo de demência.

No formato online, o aluno tem a oportunidade de fazer o curso de qualquer lugar. O palco é a sua sala de estar; o professor, a tela do computador, celular ou tablet, com total interação. As aulas terão no mínimo 10 e no máximo 20 participantes e serão realizadas uma vez por semana pelo aplicativo Zoom, durante 4 ou 5 meses, dependendo do curso. Ao final, os alunos farão uma apresentação, que poderá ser assistida pelo canal da CN Artes no Youtube.

Programação dos cursos

Musical: atividades de canto, dança e teatro. Duração: 5 meses. Carga horária: 3 horas semanais. Turmas: sextas-feiras, das 18h às 21h; sábados, das 14h às 17h. Início do curso: 18 de setembro (sexta) e 19 de setembro (sábado).

Audiovisual: apresenta a linguagem da interpretação para a câmera, com cenas e memorização de textos. Duração: 5 meses. Carga horária: 2 horas semanais. Turmas: segundas-feiras, das 19h às 21h. Início do curso: 21 de setembro.

Roteiro: construção de uma história, a partir de uma ideia do aluno. Duração: 4 meses. Carga horária: 2 horas semanais. Turmas: quartas-feiras, das 20h às 22h.Início do curso: 23 de setembro.

Comédia- serão trabalhados exercícios do humor. Duração: 4 meses. Carga horária: 2 horas semanais. Turmas: quintas-feiras, das 20h às 22h.Início do curso: 24 de setembro

Inscrições e mais informações pelo WhatsApp (21) 99742-2693  e

(11) 96315-6914.

Investimento mensal: R$ 350,00.

Todos os cursos terão a supervisão geral de Cininha de Paula.

“Cante, Dance e Atue” conta com o apoio de parceiros do segmento 60 + (Filha & Cia -Gestão de Idosos,  Raizes.etc,  Núcleo 60+, Aging 2,  Ativen Envelhecimento Ativo e Unibes Cultural).

Museu Janete Costa de Arte Popular abre a exposição “Entre Fragmentos e Frestas”

O Museu Janete Costa de Arte Popular abre, no dia 9 de setembro (quarta-feira), a exposição ‘Entre Fragmentos e Frestas’, com cerca de 80 obras, de 50 artistas, como Izabel Mendes, Agnaldo Santos, Itamar Julião, Chico Tabibuia, Jadir João Egídio, Mestre Didi, Mestre Guarany, Wuelyton Ferreiro, Maurino Araújo, Benedito, entre outros, cujas descendências africanas, além do alto nível de criação plástica, se manifestam, por meio da arte. Os trabalhos fazem parte das Coleções de Jorge Mendes e Jorge Guedes, Irapoan Cavalcanti e Galeria Pé de Boi. Curadoria e cenografia de Jorge Mendes.

Logo na entrada da mostra, o público vai poder ver uma escultura de Dona Izabel Mendes, ceramista e símbolo de resistência, que transformou o barro em arte, abrindo caminhos para que as pessoas de sua comunidade tivessem um ofício e uma melhor qualidade de vida. “O nosso propósito é apresentar mestres da arte brasileira, onde a negritude, ancestralidade africana e contemporaneidade se manifestam através de suas obras e propõe um diálogo com o momento atual do Brasil, onde tentativas de censura, racismo e intolerância religiosa são diariamente vivenciados”, explica o curador.

‘Entre Fragmentos e Frestas’ representa artistas populares de diversas regiões do Brasil, que se unem, por meio da arte. Assim, através de suas esculturas em barro, traduzem momentos de sofrimento, de superação e de resgate de suas raízes. O público vai poder ver, ainda, trabalhos em madeira e pinturas em tela, que representam memórias da relação entre homens e animais. A natureza é representada, mesclando realidade e encantamento.

A sonorização também está presente, provocando uma imersão dos visitantes na exposição. Sons de atabaques, que ecoam em potes de barros, dão um tom especial à mostra. Neste espaço, há, ainda, esculturas dos mestres Didi e Wuelyton Ferreiro, com suas vivências relacionadas ao Candomblé e ao axé. Em paralelo, em outro ambiente, o público pode observar, entre frestas, pórticos de igrejas projetadas por Aleijadinho e referências ao barroco mineiro, presentes nos trabalhos de Maurino Araújo. Obras estas que dialogam com a religiosidade popular, de matrizes diversas.

Importante ressaltar que para garantir a segurança e a saúde dos visitantes e funcionários, por conta da pandemia da Covid-19, serão seguidos protocolos sanitários como a higienização das mãos com álcool em gel, aferição de temperatura,

obrigatoriedade do uso de máscaras e controle de acesso. A recepção do museu ganhou também um painel de acrílico para proteção dos visitantes e funcionários.

Serviço:

Exposição “Entre Fragmentos e Frestas”

Curadoria e cenografia de Jorge Mendes

Abertura: 9 de setembro (quarta-feira), a partir das 10h

Visitação: de 9 de setembro de 2020 a 28 de fevereiro de 2021

Local: Museu Janete Costa de Arte Popular

Endereço: Rua Presidente Domiciano, 178, Ingá, Niterói-RJ

Telefone: (21) 2705-3929

Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h

Entrada gratuita

O espetáculo “Nefelibato” terá exibição on-line nos dias 12, 19 e 26 de setembro, às 21h

Pelas ruas da cidade, Anderson oscila entre a lucidez e a loucura – ele hoje é apenas a sombra de um homem outrora bem-sucedido, mas que perdeu tudo: sua empresa, todas as suas economias, o grande amor da sua vida e um parente querido. Na fronteira com o delírio, mas ainda capaz de lampejos de sabedoria, essa pungente figura é interpretada pelo ator Luiz Machado no solo “Nefelibato”. Escrito por Regiana Antonini, dirigido por Fernando Philbert e com supervisão artística de Amir Haddad, o monólogo, que está há quatro anos percorrendo os palcos do país, terá três sessões este mês a partir de material pré-filmado: dias 12, 19 e 26 de setembro, às 21h. Os ingressos estarão disponíveis na plataforma IClubbe; para comprar, basta acessar www.iclubbe.com/nefelibato na data e horário da sessão escolhida e fazer o seu login. O ingresso é válido apenas para um login por compra.

A trama é ambientada na década de 90, mas dialoga muito com o Brasil de hoje. Em cena, os efeitos devastadores do Plano Collor, que levaram Anderson a se tornar morador de rua. O país voltava a ter um governo eleito democraticamente e a inflação galopante exigia medidas drásticas. A saída da nova equipe econômica foi confiscar parte da caderneta de poupança da população, o que levou milhares de brasileiros ao desespero e à bancarrota. Muitos enlouqueceram. Esse é o caso de Anderson, que ainda amarga outras perdas em sua vida.

Com 25 anos de carreira (incluindo teatro, TV e cinema), Luiz Machado tem em “Nefelibato” o primeiro monólogo. “Anderson é alguém que vive situações limite. Um equilibrista no fio tênue entre lucidez e loucura, vida e poesia”, diz o ator. O quanto de loucura é necessário para o ser humano não perder a própria vida? Essa pergunta acompanhou o diretor Fernando Philbert ao longo do processo da montagem. “Quis tratar do instinto de sobrevivência que o ser humano tem e esquece que tem. Viver na rua é o caminho que ele encontrou para continuar vivo”, destaca o diretor.

Trechos de críticas

Luiz emociona com o olhar. Penetra na alma e nos faz questionar, em plena área de cracolândia paulistana, onde Nefelibato está em cartaz, toda a realidade que tentamos fazer invisível está ali e coexiste com a cidade. – Kyra Piscitelli, site Aplauso Brasil

“Nefelibato” é um espetáculo que, através da admirável atuação de Luiz Machado, dialoga eficientemente com a consciência de um personagem que mantém-se íntegro em valores, mesmo que lançado ao despenhadeiro emocional pela indiferença da nossa sociedade. – Renato Mello, site Botequim Cultural

Luiz Machado

Com 25 anos de carreira, Luiz Machado formou-se ator pela Universidade do Rio de Janeiro (Uni-Rio) em 1994. No teatro, trabalhou em 37 peças, tendo produzido quatro delas. Trabalhou com diretores como João Bethencourt (de quem foi também assistente em “Como matar um playboy”), Maria Clara Machado, Domingos Oliveira, João Fonseca, entre outros. Em 2016, estreou “Nefelibato”, seu primeiro solo, no Porão da Casa de Cultura Laura Alvim.

Na TV, fez parte da série “Z4” (Netflix) e integrou a segunda temporada da série “Magnifica 70” (HBO), com direção de Claudio Torres. Protagonizou a série “Família imperial”, coprodução do Canal Futura com a TV Globo, com direção de Cao Hamburguer. Na TV Globo, atuou em mais de 30 produções, como as novelas “Flor do Caribe” e “América” e os humorísticos “Zorra total”, “A grande família”, “A diarista” e “Sob nova direção”. Atuou também em cinco novelas da Rede Record, entre elas, “Poder paralelo” e “Chamas da vida”.

No cinema, fez “Paixão e acaso”, de Domingos Oliveira, “Transeuntes”, de Eric Rocha, e “Nosso lar”, de Wagner de Assis.

Ficha técnica:

Texto – Regiana Antonini

Supervisão artística – Amir Haddad

Direção – Fernando Philbert

Interpretação – Luiz Machado

Cenografia e figurino – Teca Fichinski

Iluminação – Vilmar Olos

Música – Maíra Freitas

Direção de movimento – Marina Salomon

Preparação vocal – Edi Montecchi

Design gráfico – Cláucio Sales

Assessoria de imprensa – Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Assistente de direção – Alexandre David

Assistente de cenário – Juju Ribeiro

Direção de produção – Joaquim Vidal

Realização – LM Produções Artísticas

Serviço:

Nefelibato – Exibições virtuais

Homem oscila entre a lucidez e a loucura após perder tudo e ser obrigado a viver nas ruas

Temporada: 12, 19 e 26 de setembro, às 21h.

Ingressos: R$ 20

Onde comprar e assistir: IClubbe (www.iclubbe.com/nefelibato).  

Classificação etária: 14 anos

Nas redes sociais:

Facebook: facebook.com/espetaculonefelibato/

Instagram: @espetaculonefelibato

RESÍDUO (pares no luxo e no lixo)

RESÍDUO (pares no luxo e no lixo) é o tema desta versão do espetáculo em vídeo, criado para o Edital Cultura Presente nas Redes da SECEC RJ. RESÍDUO é também um tema que contorna as inquietações criativas dos artistas Rocio infante e Mario Silva desde 2016. Rocio Infante vem abordando esse assunto direcionando o tema de várias formas e sempre com um novo formato sob direção de Lu Grimaldi e em parceria com Mário da Silva que é músico, compositor e performer. Nessa versão inédita para vídeo, o projeto tem a participação especial, de João Vitti e Valéria Alencar na interpretação de textos poéticos. As vozes, o som e a imagem na dança colocam na cena da casa, um casal no seu isolamento social, com os elementos que lhes restam, tanto de diálogo como de objetos. A solidão a dois é retratada por movimentos e por imagens projetadas. O que contorna de forma potencial é a direção de Lu Grimaldi que direcionou todas as cenas bem como a edição que foi executada por Thiago Monteiro. Um trabalho minucioso dirigido através de um celular e dentro da plataforma zoom. A sugestão de inserir mais uma vez e trabalhar com o tema foi de André Roman, ator e produtor que é um fã e articulador de trabalhos com temas que desloquem o olhar para a conscientização ambiental, preservação e valorização da natureza e de suas riquezas, tão necessárias ao nosso bem estar. O figurino de Benedito Netto é composto pelo aproveitamento total do tecido sem deixar resíduo – aliás é parceiro de longa data e sempre assina os figurinos dos trabalhos de Rocio e acompanha os projetos que tem propostas semelhantes. A filmagem de RESÍDUO em casa abrigou um novo momento e questionamento. Uma experiência nova e revigorante. Um aprendizado para todos nesse novo momento.

Sobre a Artista Rocio Infante

Bailarina, coreógrafa. Pós-Graduada Preparação Corporal nas Artes Cênicas na Faculdade Angel Vianna. Formação em Dança pela Nikolais/Louis Foundation for Dance NY. Especialização em Dança NY na Jennifer Muller e Alexander Technique. Foi professora da Fundação UNICENTRO, da Pós-Graduação em Performance FAV, Corpo de Baile da Fundação Teatro Guaira.  Graduada em Educação Física.  Obras coreografadas, 29 delas encontram-se no endereço do www.youtube.com/rocioinfante1. Oficinas de corpo e movimento para músicos. Professora de dança pela FAV. Autora do livro Fundamentos da Dança. Experiência como bailarina internacional entre Europa e Estados Unidos. Técnica vocal por Gabriela Geluda. Residência no Centro Coreográfico pela Cia Independente com Monica Pimenta e Suzana Rosa. Trabalho atual Resíduo com Mario da Silva, Direção Lu Grimaldi. Link: https://www.youtube.com/watch?v=hW64oxe3tBU&feature=youtu.be

Ficha Técnica

Direção Geral: Lu Grimaldi

Elenco e Idealização: Rocio Infante e Mario Silva

Interpretação de Poemas e Colaboração Artística: Valéria Alencar e João Vitti

Edição de Vídeo: Thiago Monteiro

Figurino: Benedito

Drone: Drone Somart

Produção e Assessoria de Comunicação: André Roman

Serviço

09 de setembro as 20h pela plataforma Zoom

Acesso Gratuito.

Para solicitar o link de acesso, enviar mensagem para o instagram @infante.rocio ou o e-mail para infanterocio@hotmail.com

Duração: 20 minutos

Livre para todos os públicos.

Exposição de Valorização e Atenção ao Meio Ambiente

As formas das flores, traços das cores e beleza do Meio Ambiente que nos encanta gratuitamente e ainda não estamos satisfeitos, talvez se ele cobrar, iremos valorizar. 48 Artistas de todo Brasil em prol da Preservação e Conservação do Meio Ambiente nas mais diversas linguagens e técnicas, como: fotografia, desenho, pintura, escultura, performance, colagem entre outras.Uma valorização do bem natural que temos e que precisa de atenção. O nosso mês de Setembro será VERDE, para que todos possam repensar suas ações e atitudes na Fauna, Flora e com os Animais. Poderão desfrutar e respirar Arte de 48 Artistas e suas Belezas.
O CAWCINE é um Festival Nacional de Cinema Independente e tem 9 anos, realizado pela CAW produções (@cawproducoes), que visa incentivar e estimular obras audiovisuais de todo Brasil que tenham temáticas de Preservação e Conservação Ambiental,  porém com programação variada, além de fortalecer produções realizadas com o celular, enriquecendo a criação cinematográfica Nacional e de Língua Portuguesa, incentiva também que as produções possam ser mais Sustentáveis. Em 2020 como um alívio e respiro de novos tempos, resgatando todo o fôlego perdido durante o tempo de isolamento social com Exposição de Arte, Exibição de Filmes Online, Oficinas, Bate Papo com Diretores e Roteiristas e Exibição de Filmes no Cinema Drive-in.

Serviço:Exposição Virtual Formas da Beleza

De 02 – 07 de Setembro 

Gratuito

Local: Instagram @cawproducoes

Microficção “Amor de Quarentena” reúne Reynaldo Gianecchini, Mariana Ximenes, Débora Nascimento e Jonathan Azevedo em experiência inédita via Whatsapp

Nem todos vivenciaram a quarentena da mesma maneira, mas o certo é que ela nos trouxe mudanças repentinas, rotinas desconhecidas e novos hábitos. Afastados da correria do dia a dia, tivemos mais tempo para refletir e relembrar histórias, encontros, pessoas. Na esfera das relações, amores se romperam pela falta de espaço na convivência diária ou pelo distanciamento social. E se, neste contexto, alguém importante do seu passado te procurasse? O que aconteceria se um ex-amor reaparecesse na sua vida?

Foi este o mote que o autor e cineasta argentino Santiago Loza utilizou para escrever Amor de Quarentena, uma microficção que estreia no dia 14 de setembro via Whatsapp, com direção de Daniel Gaggini. Ao comprar o ingresso, o público (de qualquer parte do país) escolhe um dos artistas do elenco – Reynaldo Gianecchini, Mariana Ximenes, Débora Nascimento ou Jonathan Azevedo – para guiá-lo ao longo da experiência de 13 dias. São mais de 60 mensagens de voz e de texto, além de áudios, vídeos, canções e fotos, que reconstruirão esse vínculo amoroso imaginário. Os ingressos já estão disponíveis no site www.sympla.com.br.

Amor de Quarentena é uma experiência que brinca com os limites difusos da ficção, com as formas de relato propostas pelos novos meios de comunicação. E, nesse jogo de papéis, quem recebe as mensagens pode seguir as pistas de uma relação passada para reconstruí-la. “Gosto da ideia do amor que volta em um momento em que há tantas más notícias circulando e o futuro se torna tão frágil. Nos faz lembrar de que somos finitos, que não existe eternidade e que sentimos a necessidade de nos aferrar ao amor. Assim, a cada dia, uma nova mensagem nos espera, nos distrai, nos renova a ilusão”, observa o autor Santiago Loza.

A obra já estreou na Argentina, Espanha, Uruguai, Chile, Equador e Paraguai e, em breve, chegará à Alemanha, Austrália, México, Peru, Colômbia, Holanda, França e Portugal. As produções internacionais contam com nomes como Cecila Roth (Tudo Sobre Minha Mãe), Leonardo Sbaraglia (Relatos Selvagens), Dolores Fonzi (Plata Quemada) e Jaime Lorente (Casa de Papel), entre outros.

No Brasil, sob a direção de Daniel Gaggini, os atores foram além da concepção de seus personagens, produziram também as fotos e vídeos e escolheram as canções que são envidas ao público. A ideia foi criar um vínculo do passado a partir das experiências pessoais dos atores, usando suas próprias casas como locações e os diversos sons e ruídos que o cotidiano produz. Isto provoca uma sensação de intimidade, uma experiência única”, diz Gaggini, que, juntamente com Luciana Rossi e Juliana Brandão, trouxe o projeto para o Brasil.

Um aspecto importante do projeto é que, em todos os lugares onde estreou, parte da arrecadação com os ingressos é destinada a uma entidade que auxilia artistas e técnicos das artes cênicas, atualmente sem trabalho por conta da pandemia. No Brasil, o fundo escolhido foi o Marlene Colé, gerido pela APTI – Associação de Produtores Teatrais Independentes, com sede em São Paulo/SP.

Como funciona – Ao comprar o ingresso pelo site www.sympla.com.br, o espectador deve escolher com qual ator/atriz deseja vivenciar a experiência e informar seus dados (nome, e-mail e telefone). O site é 100% seguro e não expõe os dados coletados. É possível também comprar ingressos para outras pessoas. O espectador recebe uma mensagem via WhatsApp com informações básicas sobre a experiência informando, por exemplo, que eventuais respostas às mensagens não serão respondidas, que utilize fones de ouvido, que salve o contato com o nome de uma pessoa especial, que não compartilhe as mensagens e que relaxe de suas atividades cotidianas para disfrutar melhor da experiência. Durante 13 dias seguidos e em diferentes horários, as mensagens desse amor do passado, interpretado pelo artista escolhido, chegarão por meio do WhatsApp.

Sinopse – Um antigo amor comunica-se em tempos de isolamento. Escutamos sua voz e a reconhecemos; e, de alguma maneira estranha, ela nos faz companhia. Todos os dias, chegam novas mensagens. Também algumas imagens ou canções. O amor como um rastro a seguir. Uma presença, uma espera. O espectador/ouvinte/amado pode escolher a voz que o guiará no trajeto. As atrizes e atores que participam da obra contribuem com aspectos de sua cotidianidade, são mais que intérpretes, são membros ativos na construção do relato amoroso.

Ficha técnicaAutor:Santiago Loza. Tradução:Luciana Rossi. Direção:Daniel Gaggini.Elenco: Reynaldo Gianecchini, Mariana Ximenes, Débora Nascimento e Jonathan Azevedo. Produção de elenco: Juliana Brandão. Ideia Original e Produção Internacional: Ignacio Fumero. Edição de Som e Música Original: Adriano Nascimento. Programação Visual e Teaser: Fernando Sanz. Assessoria de Imprensa: Eliane Verbena. Assistente de produção: Victor Hugo Góes. Realização:MUK. Produtores associados:  Daniel Gaggini,  Débora Nascimento,  Ignacio Fumero, Jonathan Azevedo, Juliana Brandão, Luciana Rossi, Mariana Ximenes, Reynaldo Gianecchini e Santiago Loza.

Serviço

Microficção: Amor de Quarentena

Temporada: 14 de setembro a 5 de novembro de 2020

Local: Aplicativo WhatsApp

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 13 dias (a partir do envio da primeira mensagem). 

Valor: R$ 40,00 – ingressos online pelo www.sympla.com.br

Mais informações: www.amordequarentena.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/amor_de_quarentena_br/

Facebook: https://www.facebook.com/amordequarentena

Sementes: Mulheres Pretas no Poder

Com estreia online marcado para o dia 07 de setembro, “SEMENTES: MULHERES PRETAS NO PODER” dirigido por Éthel Oliveira e Júlia Mariano, poderá ser visto gratuitamente no site embaubafilmes.com.br. O filme acompanha, escuta e revela quem são algumas das mulheres pretas na política do Brasil, que emergiram após o brutal assassinato de Marielle Franco. Em um país com a menor representação parlamentar feminina na América do Sul e com menos de 10% de cadeiras, existentes na câmara dos deputados, ocupadas por mulheres – responder politicamente ao assassinato de Marielle Franco significou candidatar-se a cargos de deputadas federal e estadual nas eleições de 2018, disputar o espaço da política institucional do qual Marielle foi brutalmente arrancada. No Rio de Janeiro em 14/03/2018, a vereadora Marielle Franco é brutalmente executada. Tristeza e indignação inundam os dias posteriores ao assassinato. Milhões de brasileiros saem às ruas, em todo país e no resto do mundo, para cobrar justiça e uma resposta que até hoje não temos: quem mandou matar Marielle Franco?A tentativa de silenciamento da vereadora se transformou em força e luta. Marielle era semente. Seus assassinos não imaginavam que seu legado se multiplicaria em novas forças políticas femininas, em sua maioria de mulheres pretas e periféricas como ela, que vieram em forma de organização política e anunciaram suas candidaturas aos cargos de deputada federal e estadual nas eleições de 2018. Houve um aumento de 93% em candidaturas autodeclaradas pretas em 2018. “SEMENTES: MULHERES PRETAS NO PODER” foi rodado no Rio de Janeiro, durante o primeiro turno das eleições de 2018 no Brasil, acompanhando seis candidatas: Mônica Francisco,  Renata Souza, Talíria Petrone, Rose Cipriano, Tainá de Paula e Jaqueline Gomes e mostra como é o processo de construção dessas mulheres como figuras políticas, como driblam as dificuldades financeiras e trazem de volta às urnas eleitores desacreditados que desistiram do voto. O longa foi feito com baixo orçamento, e sempre teve uma equipe majoritariamente feminina e com paridade entre mulheres brancas e pretas. Sua equipe técnica é formada por mulheres pretas na direção, roteiro, direção de fotografia e trilha sonora, o que garantiu a elas estar em posições de chefia e, mais que nada, que o olhar do filme fosse pelas perspectivas diversas dessas mulheres pretas, assim como as retratadas em frente às câmeras.  “SEMENTES: MULHERES PRETAS NO PODER”  é o primeiro longa da co-diretora Éthel Oliveira, da fotógrafa Marina Alves e da roteirista Lumena Aleluia. Uma escolha da produtora executiva e co-diretora Júlia Mariano, que coloca em perspectiva o próprio cinema brasileiro e toda a produção de memória e história que vem com ele. Um cinema fundado no fazer de pessoas brancas, que desconsidera outras perspectivas e olhares de mundo. Esse mono-olhar branco, que constrói nosso imaginário coletivo, é redutor e empobrecedor. Mas para além disso, é também constitutivo do racismo estrutural brasileiro. É só se perguntar como o corpo feminino negro é trabalhado no cinema nacional – para se ter o tamanho do problema. “SEMENTES: MULHERES PRETAS NO PODER” nasce do desejo de contar como a barbárie da morte de Marielle Franco se transformou no maior levante político conduzido por mulheres negras que esse país já viu e nasce também, com o objetivo de quebrar, de certa forma, essa cultura no audiovisual, e mostrar uma história sobre lideranças negras, contadas por profissionais negras. AS PERSONAGENSMÔNICA FRANCISCO, 48 anosEx- assessora de Marielle Franco, é pastora evangélica e militante do movimento de favelas no Rio de Janeiro. Se define como “mulher, negra e defensora da Comunicação Comunitária e Popular”. Durante muitos anos atuou no Movimento de Rádios Comunitárias e é fundadora da Rede de Instituições do Borel e do Grupo Arteiras. Integrou a equipe da Mandata da vereadora Marielle Franco na equipe de Favelas. É natural do Morro do Borel, está filiada ao PSOL RJ e foi eleita deputada estadual em 2018 com 40.631 votos. ROSE CIPRIANO, 45 anosÉ professora da rede municipal de Duque de Caxias. Nascida na Vila Cruzeiro e criada na Figueira, comunidades icônicas do Rio de Janeiro, ingressa no Instituto de Educação Roberto Silveira em 1989. Se gradua em Matemática e se especializa em educação especial. Na juventude, atuou na Pastoral do Negro, em São João de Meriti e Caxias, e no PVNC (Pré-Vestibular para Negros e Carentes). Foi professora da rede estadual entre 1992 e 1996 e desde 1997 ensina na rede municipal de Duque de Caxias mesclando suas atividades com as do SEPE-Caxias, órgão do qual faz parte desde 2006. Esse é o lugar e o olhar de Rose: a periferia, a luta das mulheres e dos negros e negras, a educação pública e de qualidade para todos. Foi candidata a deputada estadual pelo PSOL-RJ, obteve 17.483 votos em 2018.  TAINÁ DE PAULA, 35 anosÉ arquiteta e urbanista, ativista feminista, atua nas áreas de habitação popular, planejamento urbano e arquitetura pública. Coordenadora Regional da Plataforma Brasil Cidades, integrante da Comissão para a Equidade de Gênero no CAU/RJ e presta assistência técnica para o Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) do Rio de Janeiro. Integra os coletivos #partidA Feminista e Intelectuais Negras Zacimba Gaba. Tainá de Paula foi candidata a deputada estadual pelo PcdoB em 2018, obtendo um pouco mais que 8500 votos.  JAQUELINE GOMES, 40 anosJaqueline é mulher negra e a primeira trans a ser candidata pelo Partido dos Trabalhadores no Rio de Janeiro a uma vaga na câmara legislativa no Rio de Janeiro. Jaque também é professora na Baixada Fluminense, pesquisadora, comprometida com os direitos humanos e a luta contra o racismo, o machismo, as LGBTfobias e quaisquer outras intolerâncias. Sua bandeira é construir um mandato coletivo a serviço da justiça, da educação pública, dos direitos das mulheres, da igualdade e da efetiva valorização da diversidade. Reconhecendo sua trajetória única, a vereadora Marielle Franco lhe concedeu a Medalha Chiquinha Gonzaga em 2017. Jaqueline foi candidata a deputada estadual pelo PT RJ, obtendo um pouco mais que 2200 votos.  RENATA SOUZA, 36 anosJornalista e cria da Maré, foi eleita como deputada estadual com mais de 60.000 votos. Renata se define como mulher, negra e feminista. Parceira de Marielle Franco desde 2000, quando se conheceram no Censo da Maré, pré vestibular comunitário frequentado por ambas. Pós-doutoranda em Comunicação pela UFF, Renata atua desde 2006 na política institucional, quando junto com Marielle, compôs a comissão de direitos humanos da ALERJ, presidida pelo deputado estadual Marcelo Freixo. Desde então, a pauta da Segurança Pública é central em suas ações, seja na militância nos movimentos sociais, na política partidária e também na universidade. Renata já conhece a máquina do estado por dentro e teve uma base partidária mais sólida para sua candidatura. Em 2018, foi eleita deputada estadual pelo PSOL RJ e desde o princípio do seu mandato preside a comissão de direitos humanos da ALERJ, colidindo de frente com a política de segurança do governador Wilson Witzel. TALÍRIA PETRONE, 33 anosEleita deputada federal, em 2018, com mais de 100.000 votos, havia sido a vereadora mais votada, em Niterói, em 2016. Desde o início de seu mandato Talíria enfrenta ameaças e a intolerância, principalmente nas redes sociais. Mensagens de ódio, recobertas de violência como “tem que voltar pra senzala”, “tem que meter uma bala na cara” são constantes nas redes sociais da, hoje, deputada. Talíria enfrentou a animosidade de vereadores da Câmara de Niterói, onde diariamente, precisou responder aos insultos e atos de intolerância cometidos por seus “colegas de trabalho”. Desde a execução de Marielle vive sob escolta policial, só se locomovendo em carro blindado. Diz que a única resposta possível a tudo isso é seguir firme e em frente na luta e na política, disputando ainda mais estes territórios institucionais. “Não vão nos calar!” reafirma.
SINOPSE:Em resposta à execução de Marielle Franco, as eleições de 2018 se transformaram no maior levante político conduzido por mulheres negras que o Brasil já viu, com candidaturas em todos os estados. No Rio de Janeiro, Mônica Francisco, Rose Cipriano, Renata Souza, Jaqueline de Jesus, Tainá de Paula e Talíria Petrone se candidataram aos cargos de deputada estadual ou federal. O documentário acompanhou essas mulheres, em suas campanhas, mostrando que é possível uma nova forma de se fazer política no Brasil, transformando o luto em luta.
FICHA TÉCNICA:Direção: Éthel Oliveira e Júlia MarianoProdução Excutiva: Júlia Mariano |  Noix CulturaRoteiro: Éthel Oliveira, Helena Dias, Júlia Mariano e Lumena AleluiaDireção de Fotografia: Marina AlvesDireção de Arte: Julia RochaCoordenação de Produção: Helena DiasMontagem: Mariana Penedo, edt.Montagem Adicional: Gabriela Paschoal, edt.Som direto: Anne Santos, Irla Franco e Vitória ParenteEdição de Som: Simone Alves
Trilha Sonora Original: Maíra FreitasMixagem: Daniela PastoteAssistente de Produção Executiva: Júlia AraújoProdução Brasília: Camilla ShinodaFotografia Adicional (Brasília): Carol Matias, David AlvesSom direto Adicional (Brasília): Juciele FonsecaDistribuição: Embaúba FilmesDistribuição de Impacto: Taturana Mobilização SocialAno: 2020País: BrasilGênero: DocumentárioDuração: 100Classificação: 14 anosSobre a NOIX CULTURA:Produtora audiovisual com foco em documentários, a Noix Cultura foi fundada por Júlia Mariano em 2016. Com dez anos de experiência em realização de documentários e programas de TV, atuando tanto em direção como em roteiro e produção, Júlia Mariano funda a Noix Cultura com o objetivo de realizar documentários engajados em temáticas de defesas de direitos humanos. Em 2017, recém criada, a Noix realiza em co-produção com a Jurubeba Produções a série documental Desde Junho, que revisita 2013 pela perspectiva do midiativismo, com financiamento via FSA/ANCINE, exibida pela Rede EBC e, em segunda janela pelo canal CinebrasilTV, incluindo VOD. Desde 2018 a produtora se dedica ao desenvolvimento, captação e realização realização do documentário “Sementes: mulheres pretas no poder”. Sobre ÉTHEL OLIVEIRA (co-diretora)Documentarista, cineclubista e montadora. Estudou Ciências Sociais na UFF onde desenvolveu inúmeras pesquisas junto ao Laboratório do Filme Etnográfico com povos guaranis do Rio e de Mato Grosso do Sul. Por dez anos anos residiu em Olinda onde foi atravessada por todo universo da cultura popular pernambucana e junto de alguns grupos desenvolveu projetos em torno do comunicação popular e dos direitos humanos. Seus últimos trabalhos são Terceira Diáspora e Vinte de Novembro (2011), Arremate (2017) e a Mostra Baobá de Cinemas Africanos do Recife (2018).Sobre JÚLIA MARIANO (co-diretora e produtora executiva)Julia Mariano atua como diretora, produtora e roteirista. Formada em direção na Escola de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños (EICTV), em Cuba (2005), entre 2008 e 2009 foi estudante convidada da Baden-Württemberg Filmakademie, Stuttgart, Alemanha, onde dirigiu o documentário Gegen den Strom (Contra-Corrente). Trabalhou como pesquisadora e roteirista em diversos programas de televisão, tais como Vai Pra Onde? (MSW)Viver para Contar (Discovery Channel), Revista do Cinema Brasileiro (TV Brasil) e Conexões Urbanas (MSW). Em 2012, produziu e roteirizou o longa-metragem A Batalha do Passinho, (Melhor Documentário na Mostra Novos Rumos no Festival do Rio, 2013). Em 2014 Júlia Mariano dirige Ameaçados – Prêmio do Público no festival Curta Cinema (Rio de Janeiro, 2014); Prêmio do Público no 25º Kinoforum (São Paulo, 2014), Melhor Direção no Festival Guarnicê (Maranhão, 2016). Em 2016 produziu e roteirizou Deixa na Régua (Prêmio Especial do Juri, Festival do Rio, 2016). Em 2017 funda a NOIX CULTURA e dirige a série documental Desde Junho. Atualmente realiza o longa documentário SEMENTES, produzido pela Noix Cultura.Sobre a EMBAÚBA FILMES http://embaubafilmes.com.brA Embaúba Filmes é uma distribuidora especializada em cinema brasileiro, criada em 2018 e sediada em Belo Horizonte. A empresa é dirigida por Daniel Queiroz, que vem de uma experiência prévia de mais de 10 anos como programador de cinema. Queiroz é um dos coordenadores da Semana de Cinema, que acontece no Rio de Janeiro e trabalhou anteriormente no Cine Humberto Mauro, no Cine 104, no Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte e no Festival de Brasília, dentre outros. A Embaúba possui, em seu catálogo, premiados filmes como Arábia, de Affonso Uchôa e João Dumans, Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de João Salaviza e Renée Nader Messara; Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes e No Coração do Mundo, de Gabriel Martins e Maurílio Martins. A distribuidora busca se diferenciar pela qualidade dos filmes lançados, apostando em obras de grande relevância cultural e política.

Galeria Evandro Carneiro apresenta Exposição Manuel Messias dos Santos, na Gávea

A Galeria Evandro Carneiro Arte, na Gávea, apresenta de 29 de agosto a 23 de setembro a Exposição Manuel Messias dos Santos.  A mostra conta com 30 gravuras do artista, que nasceu em Sergipe, mas que fincou suas raízes no Rio de Janeiro. Nordestino, pobre e doente, acabou vagando pelas ruas do Rio de Janeiro sem o sucesso merecido. Sua arte evidencia expressões das mazelas sociais que nos assombram historicamente. Além da força imagética de seu trabalho, a narrativa em linguagem própria nos deixa um legado de mistério, ainda a ser revelado, que também compõe a sua obra. Em destaque na exposição encontram-se as obras O que tem na fala do Cão da lua?, Por que me abandonaste; Fuga, entre outros. 

“Não preciso de côr – afirma – ela diminui a agressividade da gravura. Me basta o conflito do preto e do branco.” 

Manuel Messias dos Santos ao crítico Frederico Morais para o Diário de Notícias (1968).

“Outro dia cruzei com Manoel Messias num dos corredores da Funarte. Trazia debaixo do braço um rolo com suas gravuras. Nervoso, ao mesmo tempo tímido e agressivo, atento e desligado, rosto encovado, os olhos ameaçando explodir. Ali mesmo no chão abriu suas gravuras, enormes, verdadeiros cartazes. Entretanto, o que ele anuncia não são amenidades ou veleidades, nem slogans ou mercadorias. Anuncia a dor e a revolta, abre a boca, cospe sangue, exala o protesto, espuma raiva. Finca o mastro, abre a bandeira e como um Messias condena o erro e antecipa a palavra final. Sua gravura, em que sobram os espaços brancos e o vermelho e o azul são as únicas cores empregadas, tem algo de bíblico. E apesar da rigorosa economia de recursos, é uma gravura sofrida, amarga e de forte impacto visual. (…) Sobram qualidades em sua gravura. Qualidades que já deveriam ter sido notadas pelas galerias e organismos culturais.” 

FREDERICO MORAIS, “Gravura de Manoel Messias. Galeria de Arte em casa”, In. Coluna Artes Plásticas, O Globo 28/02/1979.  

A mostra será aberta ao público SEM VERNISSAGE devido à pandemia, durante o horário de visitação da galeria, de segunda a sábado, das 10h às 19h. 

O shopping Gávea Trade Center está funcionando com obrigatoriedade do uso de máscaras e fornece álcool em gel e medição de temperatura para quem entra. Não há necessidade de agendar a visita, pois o espaço é grande e sem aglomerações. 

Sobre o artista: 

Em sua coluna Artes Plásticas no Diário de Notícias de 07 de agosto de 1968, Frederico Morais dedicava-se à Gravura de Manuel dos Santos e dizia o seguinte, a propósito de uma exposição do artista que inaugurava naquela ocasião:

“Manuel dos Santos, ou Manuel Messias para alguns amigos, é de Sergipe, onde viveu até os cinco anos de idade, acostumando-se a uma paisagem de extrema penúria. Na sua descida para o sul, o que fêz com sua tia e sua avó, de caminhão, parou primeiro na Bahia, onde ficou uns 2 anos. Após o que se mandou de trem para o Rio. E enquanto sua tia trabalhava como doméstica na casa do ex-diretor do MAM Leonidio Ribeiro, Manuel dos Santos fazia alguns rabiscos e ensaiava seus primeiros contatos com a pintura. Chegou mesmo a frequentar, como ouvinte, a Escola Nacional de Belas Artes, inclusive assistindo as aulas de Abelardo Zaluar. Acabou sendo notado, e pelas mãos de Marilu Ribeiro foi levado a Ivan Serpa, em 62, que contudo, achou ruim seus pastéis e pinturas. Manuel dos Santos, porém, não desanimou e foi ficando, olhando, lendo alguns livros recomendados por Ivan Serpa. Até que decidiu fazer xilogravura, devido, talvez, à presença de Mirian Cerqueira. E o professor que não aprovara sua pintura não teve dúvidas em elogiar a sua gravura. A partir de então, Manuel dos Santos jamais pegou em pincéis ou fêz uso das côres.” 

Conforme resumiu o próprio artista em entrevista ao jornalista crítico de arte para a matéria: “ – ‘Não preciso de côr – afirma – ela diminui a agressividade da gravura. Me basta o conflito do preto e do branco.’ E Manuel dos Santos explica a evolução de sua gravura: ‘primeiro, era preciso dominar a linguagem. Conseguindo isto era preciso dizer. Foi quando então senti vontade de falar da fome e da miséria que eu vi na minha infância lá no Nordeste. Mulher virando boi é uma das gravuras dessa época. Finalmente, a descoberta da madeira e seu domínio. O tema, hoje, é de importância relativa, pelo menos em relação ao próprio ato de gravar. É por isso que o fantástico vai tomando o lugar da realidade. A realidade da gravura: eis o que importa. Ou ainda, o desenho é puro pretexto para cavar a madeira. O objetivo não é gravar o desenho, mas dar ao corte um sentido de autonomia, como que um valor próprio’.” 

Frederico Morais finaliza a crítica daquela semana, contando-nos sobre o desafio do artista quanto à tiragem: “Manuel dos Santos gostaria de ampliar o tamanho de sua gravura e eliminar o preconceito da tiragem. Fazer gravuras de dois metros ou mais e tirar 50, 100 cópias para baratear o preço individual. Só assim, entende, a gravura poderá atualizar-se e romper com suas origens medievais.” (FREDERICO MORAIS, “A gravura de Manuel dos Santos”, In. Coluna Artes Plásticas, Diário de Notícias, 07/08/1968).         

Alguns anos antes, na mesma década em que Frederico Morais escreveu a matéria acima, reproduzida quase na íntegra aqui, Evandro Carneiro frequentara o curso de Ivan Serpa no MAM a que Frederico se refere, tendo sido colega e amigo de Messias. Evandro relembra que o trabalho pictórico inicial do artista “era realizado com pasteis oleosos e carregava uma grande influência de Van Gogh”. Tratava-se de “um jovem bastante talentoso e de grande curiosidade intelectual. Ele adorava Dostoievski exatamente devido àquele clima pesado com o qual se identificava. Em 1974 Evandro organizou na Bolsa de Arte uma exposição de Messias, Goeldi e Grassmann, pela semelhança temática e da gravura dos artistas.” E acrescenta: 

“Alguns artistas têm a sua obra indissociável de sua biografia. No caso do Messias, para conhecer a sua obra, é importante notar que ele entrou num agudo e irreversível processo de esquizofrenia, com algumas internações e muita resistência quanto à institucionalização. Fugia sempre, não tomava os remédios e usava drogas na rua, onde vivia com sua mãe. Após o falecimento da mesma, seu quadro clínico se agravou. Mas ainda assim ele produzia sem parar e houve um período em que ele construiu um vocabulário próprio, com um alfabeto que se tornava cada vez mais presente em sua obra. As letras tinham origens diferentes, sendo uma grega, outra do latim antigo, e ele misturava tudo numa linguagem própria, cujo sentido é difícil decifrar. Eu tenho um álbum com uma série de gravuras e esse código ao final, no entanto é impossível entender.” (EVANDRO CARNEIRO, Entrevista oral realizada em 19/05/2018).

Retornando a Frederico Morais, já em outro jornal onde tinha sua coluna de artes plásticas e uma década depois da primeira crítica citada aqui, ele relata um caso sobre o artista que revela algo sobre a confusão psíquica de Messias: 

“Outro dia cruzei com Manoel Messias num dos corredores da Funarte. Trazia debaixo do braço um rolo com suas gravuras. Nervoso, ao mesmo tempo tímido e agressivo, atento e desligado, rosto encovado, os olhos ameaçando explodir. Ali mesmo no chão abriu suas gravuras, enormes, verdadeiros cartazes. Entretanto, o que ele anuncia não são amenidades ou veleidades, nem slogans ou mercadorias. Anuncia a dor e a revolta, abre a boca, cospe sangue, exala o protesto, espuma raiva. Finca o mastro, abre a bandeira e como um Messias condena o erro e antecipa a palavra final. Sua gravura, em que sobram os espaços brancos e o vermelho e o azul são as únicas cores empregadas, tem algo de bíblico. E apesar da rigorosa economia de recursos, é uma gravura sofrida, amarga e de forte impacto visual. (…) Sobram qualidades em sua gravura. Qualidades que já deveriam ter sido notadas pelas galerias e organismos culturais.” (FREDERICO MORAIS, “Gravura de Manoel Messias. Galeria de Arte em casa”, In. Coluna Artes Plásticas, O Globo 28/02/1979).  

De fato, desde 1965 o artista apresentou seus trabalhos em alguns espaços, mas permaneceu sempre a espera de reconhecimento: coletivas que incluíram os Salões de Arte Moderna (1965/1968) e de Artes Plásticas (1966). Participou de importantes eventos internacionais, como a Bienal de Desenho e Gravura da cidade do México (1979), onde  conquistou o prêmio de sua área, a I Bienal Iberoamericana de Arte (1980), além de salões regionais pelo Brasil. Realizou ainda algumas mostras individuais nos anos 1980/ 1990 e após a sua morte. Nos últimos anos de sua vida, amigos, marchands e artistas tentaram ajudá-lo a sair das ruas e a promover sua obra, mas Messias era resistente e insistia em não se tratar. Faleceu em 2001 já completamente envolvido pela mendicância.  

Esta exposição na Galeria Evandro Carneiro Arte reúne 30 gravuras de duas coleções de amigos de Manuel Messias. Procuramos o Frederico Morais, crítico de arte icônico que também conheceu bastante o artista, para referenciar o talento e a importância de sua obra, a partir de textos originais sobre o artista. No fundo, a história de Messias diz muito sobre o nosso país: nordestino, pobre e doente, acabou vagando pelas ruas do Rio de Janeiro sem o sucesso merecido. Sua arte evidencia expressões das mazelas sociais que nos assombram historicamente. Além da força imagética de seu trabalho, a narrativa em linguagem própria nos deixa um legado de mistério, ainda a ser revelado, que também compõe a sua obra. 

Laura Olivieri Carneiro  

Agosto de 2020  

Serviço: Exposição Manuel Messias dos Santos

Galeria Evandro Carneiro Arte: Rua Marquês de São Vicente, 124 (Shopping Gávea Trade Center). Salas 108 e 109.

De 29 de agosto a 23 de setembro de 2020. 

Visitação: de segunda a sábado, das 10h às 19h.

Telefone: (21) 2227.6894

Estacionamento no local.

Site: http://www.evandrocarneiroarte.com.br/

Instagram: @galeriaevandrocarneiro

“O Menino que Visitou a Lua” dia 29 de agosto

O Menino que visitou a Lua” é um filme ao vivo para ser visto de casa. Isso mesmo, é teatro, é cinema e é TV, tudo junto e misturado e livre para todos os públicos.

No contexto da pandemia, o Cegonha Bando de Criação, sempre afeito à mistura entre arte e tecnologia, aventura-se por novos experimentos. Descortinando a ideia de apresentação online com transmissão ao vivo, os atores, cada um de sua casa e a diretora com uma mesa de controle fazendo os cortes de câmera e inserts de vídeo, operam a realização e transmissão do espetáculo em tempo real. 

Desse modo o filme ao vivo mistura live action, cinema de animação e teatro de bonecos. Assim, contam a poética história de “O Menino que visitou a Lua”, texto de Tauã Delmiro, vencedor do Prêmio Jovens Dramaturgos SESC 2011. Vida Oliveira assina a direção geral e Miguel Araujo a confecção e direção dos bonecos. O elenco conta com Pedro Ivo Maia (que também assina a trilha sonora) e Brisa Rodrigues. Além de atores e bonecos, o espetáculo conta animações em vídeo criadas pelo artista Renato Vilarouca. O Cegonha Bando de Criação surgiu em 2017 e trabalha com teatro, tv e cinema misturando arte, teatro de animação e tecnologia em todos os seus trabalhos. Em 2019 o grupo trabalhou em uma pesquisa sobre cinema ao vivo no Visgraf, laboratório do IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) que deu origem a inspiração para este trabalho.

Sinopse

A peça apresenta três personagens: Pedro, Maria e a Lua. Pedro e Maria são amigos e matam as saudades durante o isolamento social, por meio de uma vídeo-chamada. Na conversa entre momentos divertidos, contam sobre suas vidas, seus problemas, e reelaboram o bullying vivido por Maria na escola entre as outras crianças e as dificuldades de ser aceita pela cor da sua pele. Entre os assuntos, Pedro vai relatando suas visitas míticas à complexa e encantadora Lua e a relação complicada que os dois mantém, servindo esta relação de metáfora aos conflitos familiares no mundo real.

Ficha Técnica

Encenação: Vida Oliveira

Texto: Tauã Delmiro

Idealização e confecção das formas animadas: Miguel Araujo

Elenco: Brisa Rodrigues, Miguel Araujo e Pedro Ivo Maia

Vídeos animados: Renato Vilarouca

Trilha sonora original: Pedro Ivo Maia

Identidade visual: Guilherme Borges | GB Design

Assessoria em Comunicação: André Roman

Produção: Leana Alcântara

Direção de produção: Vida Oliveira

Realização: Cegonha – Bando de Criação

Ficha Técnica no Instagram: @cegonha_bandodecriacao | @vida_oliveira_ | @migoleu | @andreromaninfante | @tauadelmiro | @renatovilarouca | @gbdesign.art.br | @le_alcantara | @brisarod

Serviço:

Última apresentação através da Youtube

Sábados dia 29/08/2020 às 16h.

Duração: 25 min.

Classificação etária: Livre para todos os públicos, uma proposta para a família.

Acesso

R$ 15,00 com acesso ao vivo e link disponível por mais 48h após a sessão ou,

R$ 10,00 para acesso ao vivo.

Link para compra de ingressos | Como funciona?

Através do link https://www.sympla.com.br/cegonha-bandodecriacao o espectador poderá realizar a compra do ingresso e após a confirmação, o mesmo receberá por e-mail todas as informações e o link para acesso ao espetáculo no Youtube.

“Tempestuosa Depressagem” no Canal do Sesc RJ

Nesta quinta, 27, em que se comemora o Dia da e do profissional atuante em Psicologia, a atriz Flavia Souza apresenta o solo Tempestuosa Depressagem no Canal do Sesc RJ, no YouTube.Flavia Souza, atriz, coreógrafa, coordenadora da Associação Cultural Grupo Afrolaje leva à cena esta temática com enfoque na população negra que diante de uma estrutura social racista, vive o problema de forma invisibilizada, tornando-se ainda mais vulnerável num contexto pandêmico. A montagem tem participação especial da cantora e jongueira Daniella Gomes (Grupo Afrolaje) e direção de Tatiana Tiburcio.

 A apresentação será seguida de uma mesa sobre o tema, ao vivo, com Flavia Souza, Tatiana Tiburcio e a psicóloga clínica Claudina Damasceno Ozório, co-fundadora do PapoPreta: saúde e bem estar da mulher negra.

 Sinopse: Com elementos da performance, dança e artes visuais, Tempestuosa Depressagem discorre sobre as subjetividades da saúde mental a partir de um recorte racial, com especial foco nas mulheres e suas dificuldades em identificar e tratar essa questão.

  Serviço:

O Que? Tempestuosa Depressagem, apresentação acompanhada de uma roda de conversa com Flavia Souza Tatiana Tiburcio e a psicóloga Claudina Damasceno Ozório

Quando? 27 de agosto, quinta -feira – 19h

Onde? Canal do Sesc RJ – youTube

Sesc RJ – YouTubeCom 21 unidades no estado, somos referência nas áreas de Cultura, Educação Social, Saúde, Esporte, Lazer e Turismo. Nossa missão é promover atividades que co…www.youtube.com

Duração: 30 minutos \\ Classificação: Livre

Flavia Souza: atriz, cantora, coreógrafa, escritora, coordenadora da Associação Cultural Grupo Afrolaje. Atuou em mais de 20 montagens de teatro e musicais. No cinema, integrou o elenco de Um Suburbano Sortudo, de Roberto Santucci, Pequena África, de Zòzimo Bulbul, Medida Provisória, de Lazaro Ramos, Cidade dos Homens, de Fernando Meirelles. Na Rede Globo, fez participação na novela Viver a Vida. Bacharel em Dança pela UFRJ, pós graduada em Docência no Ensino Fundamental e Médio pela AVM/ Universidade Cândido Mendes.  Realizou temporadas internacionais com grupos diversos por países da Europa e América Latina.

Tatiana Tiburcio: atriz, diretora e coreógrafa. Idealizadora do projeto Negro Olhar – Ciclo de Leituras Dramatizadas com Autores e Artistas Negros, pelo qual ganhou o Prêmio Movimentos Criativos Itaú Cultural em 2014. Produziu, dirigiu e roteirizou o curta A FACE NEGRA DO AMOR, exibida no Cine Odeon, no Encontro Internacional de Cinema Negro Zózimo Bulbul, 2019. Atuou como preparadora de elenco do filme MEDIDA PROVISÓRIA (a ser lançado) com direção de Lázaro Ramos e, ao lado do mesmo, assinou a direção do espetáculo O MÉTODO GRONHOLM.

 Ficha Técnica

Texto e atuação: Flavia Souza

Direção: Tatiana Tiburcio

Roteiro: Flavia Souza e Tatiana Tiburcio

Participação Especial: Daniella Gomes

Assistente de Produção e Projeção de Vídeo: Ivan Karu

Figurino: Nina Monteiro

Iluminação: Zindi Gonzaga

DJ: Bieta

Apresentação online:

Câmera e Edição: Leonardo Souza

Iluminação: Rubens Gonzaga

Intervenção do vídeo:

Roteiro e direção: Flavia Souza

Direção de Fotografia: Natália Rodrigues

Luz e som: Nathalia Sarro

Participantes: Rosane de Assis, Xandy Carvalho, Vanda Ferreira Pedagoga, Marta Oliveira, Gessica Justino, Ruth Pinheiro, Edmeire Exaltação, Rachel Nascimento.

Colaboração na Pesquisa: Gustavo Melo, Kelly Regina e Rosane Assis

O Menino que Visitou a Lua

O conceito de espetáculo online e o grupo “O Menino que visitou a Lua” é um filme ao vivo para ser visto de casa. Isso mesmo, é teatro, é cinema e é TV, tudo junto e misturado e livre para todos os públicos.

No contexto da pandemia, o Cegonha Bando de Criação, sempre afeito à mistura entre arte e tecnologia, aventura-se por novos experimentos. Descortinando a ideia de apresentação online com transmissão ao vivo, os atores, cada um de sua casa e a diretora com uma mesa de controle fazendo os cortes de câmera e inserts de vídeo, operam a realização e transmissão do espetáculo em tempo real.

Desse modo o filme ao vivo mistura live action, cinema de animação e teatro de bonecos. Assim, contam a poética história de “O Menino que visitou a Lua”, texto de Tauã Delmiro, vencedor do Prêmio Jovens Dramaturgos SESC 2011. Vida Oliveira assina a direção geral e Miguel Araujo a confecção e direção dos bonecos. O elenco conta com Pedro Ivo Maia (que também assina a trilha sonora) e Brisa Rodrigues. Além de atores e bonecos, o espetáculo conta animações em vídeo criadas pelo artista Renato Vilarouca. O Cegonha Bando de Criação surgiu em 2017 e trabalha com teatro, tv e cinema misturando arte, teatro de animação e tecnologia em todos os seus trabalhos. Em 2019 o grupo trabalhou em uma pesquisa sobre cinema ao vivo no Visgraf, laboratório do IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) que deu origem a inspiração para este trabalho.

Sinopse

A peça apresenta três personagens: Pedro, Maria e a Lua. Pedro e Maria são amigos e matam as saudades durante o isolamento social, por meio de uma vídeo-chamada. Na conversa, contam sobre suas vidas, problemas e momentos divertidos. Entre os assuntos, Pedro vai relatando suas visitas míticas à complexa e encantadora Lua e a relação complicada que os dois mantém, servindo esta relação de metáfora aos conflitos familiares no mundo real.

Ficha Técnica

Encenação: Vida Oliveira

Texto: Tauã Delmiro

Idealização e confecção das formas animadas: Miguel Araujo

Elenco: Brisa Rodrigues, Miguel Araujo e Pedro Ivo Maia

Vídeos animados: Renato Vilarouca

Trilha sonora original: Pedro Ivo Maia

Identidade visual: Guilherme Borges | GB Design

Assessoria em Comunicação: André Roman

Produção: Leana Alcântara

Direção de produção: Vida Oliveira

Realização: Cegonha – Bando de Criação

Ficha Técnica no Instagram

@cegonha_bandodecriacao | @vida_oliveira_ | @migoleu | @andreromaninfante | @tauadelmiro | @renatovilarouca | @gbdesign.art.br | @le_alcantara

Serviço:

Apresentações através da plataforma Streamyard

Sábados dias 22 e 29/08/2020 às 16h.

Duração: 25 min.

Classificação etária: Livre para todos os públicos, uma proposta para a família.

Ingressos

R$ 15,00 com acesso ao vivo e link disponível por mais 48h após a sessão ou,

R$ 10,00 para acesso ao vivo.

Link para compra de ingressos | Como funciona? Através do link https://www.sympla.com.br/cegonha-bandodecriacao o espectador poderá realizar a compra do ingresso e após a confirmação, o mesmo receberá por e-mail todas as informações e o link para acesso ao espetáculo na plataforma Streamyard.

Mariene de Castro homenageia Clara Nunes

A cantora baiana Mariene de Castro vai celebrar o aniversário de vida de Clara Nunes, uma das maiores sambistas da história do Brasil, com um show online e exclusivo intitulado “Ser de Luz, uma homenagem a Clara Nunes”. 

Acompanhada do violonista Lula Gazineu, Mariene vai se apresentar num evento digital que será transmitido com exclusividade pela plataforma Zoom, às 20h desta quarta-feira, 12 de agosto, quando Clara Nunes completaria 78 anos.

“Ser de luz é um chamado e, com muita clareza e amor, dedico meu canto para essa homenagem no dia do seu aniversário. Daqui eu me emociono e agradeço pela oportunidade de cantar esse repertório que passou a fazer parte da minha vida. Salve a Claridade! Salve Clara Salve sua luz!”, ressalta Mariene de Castro.

Os ingressos podem ser adquiridos pelo link bit.ly/MarieneClaraNunes, com contribuições de R$15, R$30 ou R$60.

SERVIÇO:

O quê: Show da cantora Mariene de Castro em homenagem a Clara Nunes

Quando: 12 de agosto, às 20h

Onde: transmissão online via Zoom

Ingressos: contribuições de 15, 30 ou 60 reais pelo link bit.ly/MarieneClaraNunes

FOTOS: Cris Gomes

Festival CURTA QUARENTENA vai premiar obras de até 5 min produzidas no distanciamento social

Estão abertas até 22/8 as inscrições para o festival Curta Quarentena, uma mostra virtual que vai receber inscrições de curtas-metragens de até cinco minutos, produzidos em casa, por qualquer um que queira compartilhar a sua visão autoral da quarentena. Todos os vídeos recebidos serão publicados nas redes sociais do festival (Facebook e Instagram) e no canal do YouTube. O vencedor escolhido por um júri técnico receberá como prêmio o valor arrecadado na vaquinha virtual do Curta Quarentena. O valor de meta da vaquinha é de R$1.000,00.

Integram o júri a atriz Miriam Freeland, o ator e diretor Roberto Bomtempo, a roteirista Renata Sofia, o cineasta Lufe Steffen, o cineasta e pesquisador baiano Bruno Machado, e o diretor Henrique Alqualo. As inscrições estarão abertas até 22/8 e os vídeos selecionados serão postados gradativamente nas redes sociais (Facebook, Instagram e YouTube) do Curta Quarentena. Os dez finalistas escolhidos pelo júri serão divulgados no dia 12/9 e o curta vencedor no dia 19/9.

O Curta Quarentena é um dos projetos contemplados no edital de emergência Cultura Presente Nas Redes, que selecionou 1.500 projetos virtuais de idealizadores e produtores de cultura do estado do Rio de Janeiro. O festival é idealizado pelo jornalista Mario Camelo, realizado pela Prisma Colab, com patrocínio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro e apoio da Movimento Carioca Produções.

“Além de incentivar o distanciamento social e a criatividade nesse período, o Curta Quarentena se transformará num memorial virtual de histórias e olhares da quarentena, pois todos os vídeos recebidos serão postados nas redes do evento e no YouTube. Com a vaquinha, ainda apoiaremos os realizadores do curta, incentivando a arte e a produção artística nesse período tão difícil”, explica Mario Camelo, idealizador do projeto.

Não serão permitidos vídeos com imagens feitas na rua, a não ser que sejam imagens entrepostas (antigas), mas é preciso que o uso esteja justificado na inscrição do vídeo. Qualquer sinal de aglomeração na produção ou nas imagens automaticamente desclassificará o curta. As obras podem ser de ficção, experimentais ou documentários. Não serão consideradas obras de animação. A ficha de inscrição e regulamento de participação estão disponíveis neste endereço virtual.

“Não é necessário nenhum equipamento técnico e nem recursos primorosos de edição. O que queremos é que as pessoas se sintam à vontade para compartilhar conosco o seu olhar sobre a quarentena. Pode usar celular, câmera de vídeo… O que tiver em casa. Só um curta será premiado, mas vamos postar todas as inscrições recebidas. Já estamos ansiosos para ver como cada um vê o seu recolhimento e para deixar esse legado audiovisual sobre uma época que vai marcar a nossa história”, conclui Camelo.

Jurada do festival, a roteirista Renata Sofia aposta na criatividade e na diversidade de projetos. “Se tem uma coisa que ficou posta nesses últimos meses é que a experiência do isolamento não é igual ou democrática para todo mundo. Pude perceber as diversas estratégias de cada um para passar por esse momento do jeito que conseguiu: se fez bolo, se jogou nas lives, se partiu para leitura, se afogou em cursos, se virou pra criar uma renda do caos… A proposta do Curta Quarentena nos permite olhar pra si e pro outro também. A gente vai demorar a entender esse fenômeno todo que estamos passando e estamos criando esse registro diverso”.

O Curta Quarentena também incentiva a produção de vídeos com mensagens positivas sobre o distanciamento social. Participe! Inscreva o seu curta!

SOBRE

IDEALIZADOR:

MARIO CAMELO: Mario Camelo é jornalista, assessor de imprensa e produtor cultural. Já atuou como repórter no jornal O Globo, no jornal Extra e foi editor de conteúdo na TV Globo, além de produtor no Disney Channel Argentina. Tem passagem pela comunicação institucional da Unasul, OAB Nacional e da Ancar Ivanhoe. É o criador da Prisma Colab, agência de Assessoria de Imprensa e produção de conteúdo especializada em Música, Teatro e Arte.

JURADOS:

MIRIAM FREELAND: Miriam Freeland estreou profissionalmente aos 15 anos. Sua formação foi no tradicional Teatro O Tablado/RJ e é graduada em História da Arte pela UERJ e em Artes Cênicas pela CAL. Como atriz se destacam os seguintes trabalhos: “Tomo suas mãos nas minhas”, de Carol Rocamora, direção Leila Hipólito (Indicada ao Prêmio Shell 2010 de melhor atriz) que também produziu; “Hedda Gabler”, direção Michel Bercovitch e Floriano Peixoto; a premiada montagem de “Pluft, o Fantasminha”, direção Cacá Mourthé; “Espia uma mulher que se Mata”, direção de Daniel Veronese e Marcelo Subiotto e “Um Sopro de Vida”, de Clarice Lispector, direção de Roberto Bomtempo e Daniel Dias da Silva, onde ambas também esteve como diretora de produção. Na televisão seus principais trabalhos são: “Poder Paralelo” de Lauro Cesar Muniz; “Um Só Coração” de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, “Esperança” de Benedito Ruy Barbosa e “Cravo e a Rosa” de Walcyr Carrasco. Sua estreia no cinema foi o longa metragem “Cine Holliúdy” de Halder Gomes (indicada na categoria Melhor Atriz do Prêmio Quem) e “Mão na Luva”, de Oduvaldo Vianna Filho, com direção de Roberto Bomtempo e José Joffily que lhe render o Prêmio de Melhor Atriz no FestNatal.

SOBRE ROBERTO BOMTEMPO: Roberto Bomtempo é um ator, diretor e produtor que desde o início de sua carreira transita constantemente entre o teatro, o cinema e a televisão, tendo sido premiado diversas vezes em festivais nacionais e internacionais ao longo de seus trinta anos de profissão. Em teatro dirigiu, entre outras, as peças:  “Besame Mucho” de Mario Prata, “Um Sopro de Vida” de Clarice Lispector, “Barrela” de Plínio Marcos, “Capitães de Areia” de Jorge Amado. Sua estreia como diretor de cinema foi no premiado longa metragem “Depois daquele Baile”, com Lima Duarte, Irene Ravache e Marcos Caruso e dirigiu também o longa “Mão na Luva” onde ganhou ao lado de José Joffily o Prêmio de melhor direção no Festival de Cinema de Natal. Na televisão dirigiu as novelas: “Chamas da Vida”, “Luz do Sol” e “Bicho do Mato” na TV Record e os documentários “Barretos” e “Moda Country” para o canal Multishow. Fundou e dirigiu por 5 anos a Oficina de Atores da Rede Record de Televisão. Como ator, participou de mais de 30 longas, dezenas de novelas e peças de teatro. Formou-se em Artes Cênicas pela Faculdade CAL.

SOBRE RENATA SOFIA: Roteirista da TV Globo. Autora e roteirista do longa original “MC Estrela”, em produção pela Kromaki. Roteirista colaboradora da série infantil “Detetives do Prédio Azul” (12 e 13 temporadas); das séries de ficção em desenvolvimento “Ladrão que Rouba Ladrão”, “Paixão FC”, “Sonhos Suburbanos” e “Dissonantes”; e das séries animadas “Arabela”, “Get Along Gang” e do desenvolvimento do Núcleo Criativo da 2Dlab. Participou do painel “Afrobrasilidades” com o projeto original de série infantil “O Laboratório do Porão” no Rio Content Market 2017. Selecionada para o 1º Laboratório de Narrativas Negras para o Audiovisual – Flup, Film2B e TV Globo. Formada pela UERJ em Comunicação Social, trabalhou por quatro anos na TV Globo como produtora de conteúdo web.

SOBRE LUFE STEFFEN: Cineasta, jornalista, escritor, ator e cantor, formado em Comunicação – Rádio & Televisão na Universidade Metodista, além de formação técnica como ator na Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Como cineasta, escreveu e dirigiu 10 curtas-metragens ficcionais e 2 longas documentais, os premiados “São Paulo em Hi-Fi” (2016) e “A Volta da Pauliceia Desvairada” (2012), ambos sobre a noite LGBT paulistana. Roteirizou e dirigiu “Cinema Diversidade”, série documental para TV em 10 episódios, sobre o cinema brasileiro LGBT do século XXI, exibida pelo canal Prime Box Brazil em 2018, e inspirada em seu próprio livro “O Cinema que Ousa Dizer Seu Nome” (2016, Editora Giostri). Publicou ainda o livro “Tragam os Cavalos Dançantes” (2008). Acaba de rodar seu 1º longa de ficção, o musical queer “Nós Somos o Amanhã”. Atualmente ministra oficinas de cinema, versando sobre temas como Cinema x Teledramaturgia, LGBTs no Cinema Brasileiro e Cinema Queer Mundial. Em 2018 criou e realizou o 1º Workshop de Roteiro Audiovisual para Pessoas Trans, produzido em parceria com a Codorna Filmes. Mantém o canal Naftalufe, no YouTube, onde apresenta programas semanais sobre a cultura pop vintage do século XX.

SOBRE BRUNO MACHADO: Pesquisador de Cinema e de Mídias Digitais, com foco em ensaios audiovisuais e documentários. Mestre em Meios e Processos Audiovisuais, na linha Poéticas e Técnicas, pela Universidade de São Paulo (USP). Graduado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), com intercâmbio em Artes Visuais no Instituto Politécnico de Bragança (Portugal-IPB). Em 2013, integrou a equipe de curadoria da Mostra Competitiva do IV CachoeiraDoc e, em 2014, juntamente com o Estúdio de Serviços para Cinema, desenvolveu o projeto Caixa Cinematográfica, vencedor do edital Economia Criativa 2013 – 4/2014 da Secretaria de Cultura da Bahia. Atualmente, integrando o grupo de pesquisa LabArteMídia (USP), investiga as possibilidades de uso dos recursos de sistemas computacionais na criação de ambientes virtuais e de conteúdos audiovisuais digitais e interativos. Sobre esse domínio, tem publicado os artigos: “Percepções e proposições para a montagem em obras de realidade virtual/360º: um estudo de caso do filme Step to the Line”, disponível nos Anais do XV ENECULT (Nov., 2019) e “Percepções e proposições sobre interatividade narrativa na Televisão Digital”, disponível na Revista Movimento (Out., 2017). Para além, também possui interesse em debater sobre sistemas opressores, representação e identificação LGBTQIA+ nos meios audiovisuais.

SERVIÇO:

CURTA QUARENTENA

Inscrições de 22/7/2020 a 22/8/2020

Divulgação do vencedor: 19/09/2020

Todos os curtas recebidos serão postados, gradativamente, nas redes sociais do Curta Quarentena. Siga:

– Instagram: https://www.instagram.com/curtaquarentena/

– Facebook: https://www.facebook.com/curtaquarentena/

– YouTube: https://bit.ly/3ekKXvl– Vaquinha Curta Quarentena: http://vaka.me/1219177

Festival de Teatro On-line é sugestão de programa cultural para o final de semana

Durante todo o mês de agosto acontece o 1º Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro. A mostra competitiva, promovida pela Cia Banquete Cultural, conta com 10 apresentações de teatro on-line em tempo real, sendo 5 dramas e 5 comédias. De acordo com Jean Mendonça, diretor do festival, foi muito difícil escolher apenas 8 espetáculos para o evento, como previsto originalmente, devido ao grande volume de projetos, vindos de todas as partes do Brasil, a organização estendeu para 10 selecionados. A escolha foi embasada no critério artístico: presença, precisão, espontaneidade, relevância social e qualidade de som e imagem do vídeo. “Depois de muitos empates, chegamos aos escolhidos. Dramaturgias potentes, contemporâneas e cheias de vigor artístico. Um orgulho ter todas essas experimentações cênicas na web”, explica Jean.

A proposta do Festival surgiu bem no início da pandemia no Brasil, em março, quando a classe artística ainda estava pensando em como seria a retomada das artes cênicas, mas sem esboçar reação. A ideia foi exatamente fomentar a possibilidade de um novo fazer teatral, ao vivo por meio das plataformas digitais, ao que batizaram de teatro-web. Segundo ele, a Cia Banquete Cultural não estava interessada no pioneirismo, embora considere esse ato histórico importante, mas sim na real continuidade das artes cênicas. “Fomos na contramão e arriscamos com uma dramaturgia ambientada neste momento pandêmico, a partir do meu texto inédito Ata-me as mãos aos pés da cela. O resultado ficou acima do esperado, mesmo limitado por falta de recursos e pelo pouco domínio da tecnologia. Isso nos provou que seria um caminho possível, e que outros artistas poderiam avançar conosco nestes estudos”, comenta.  As sessões do Ata-me as mãos aos pés da cela, foram realizadas em julho, pelo YouTube, como um pré-evento do Festival.  

A programação

Entre os dias 1º e 15 de agosto, sempre aos sábado e domingos, serão apresentados ao vivo pela plataforma Zoom, os trabalhos dos artistas e coletivos teatrais selecionados. A sala contará com uma plateia virtual de 90 pessoas, sendo 40 espectadores voluntários, 40 convidados, 5 integrantes do júri técnico e 5 organizadores do Festival. Todos os espectadores vão permanecer ocultos, ou seja, câmeras e microfones desligados. A participação é gratuita e os  interessados em assistir ao vivo, devem enviar um e-mail para  banqueteculturalproducoes@gmail.com. O link e a senha para acesso à sala virtual do Zoom serão enviados por e-mail pela Cia Banquete Cultural.

Já na segunda quinzena de agosto, de 16 a 30, os vídeos gravados das apresentações feitas em tempo real pelo Zoom serão exibidos pelo YouTube, no canal da Cia Banquete Cultural. Nessa etapa todo o público está convidado a participar como espectador e jurado.  “As pessoas terão a oportunidade de assistir gratuitamente a todos os espetáculos do Festival e ainda votar no preferido, apertando o botão do like. Todas as curtidas serão computadas como voto do Júri Popular.”, explica Jean.  O anúncio dos dois premiados, sendo um em cada categoria, será realizado por meio de uma live no canal da Cia Banquete Cultural, no YouTube, na segunda-feira, dia 31 de agosto, às 20h.

Confira a programação completa

Zoom –  01/08 (sábado) / YouTube – 16/08 (domingo)

18h – comédia – Coração de Palhaço, com Grupo Experimental de Pesquisa em Artes

19h30 – drama – Realidade Suicida, com Erick Antoniazzi

Zoom – 02/08 (domingo) / YouTube – 22/08 (sábado)

18h – comédia – Exagerei no rímel, com Maira Cibele e Roberta Chaves

19h30 – drama – Pandas ou Era uma Vez em Frankfurt, com Nicole Cordery, Mauro Schames e Bruno Kott


Zoom –  08/08 (sábado) / YouTube – 23/08 (domingo)

18h – comédia – O manual de como encontrar um bom partido, com Trupe do Fuxico

19h30 – drama – 12 segundos, com Teatro do Dragão


Zoom – 09/08 (domingo) / YouTube – 29/08 (sábado)

18h – comédia – Piruá de Circo, com Rodrigo Bruggemann (Palhaço Piruá)

19h30 – drama – Safe & Comfort, com Carranca Coletivo


Zoom – 15/08 (sábado) / YouTube – 30/08 (domingo)

18h – comédia – As desventuras do Capitão Rabeca, com Damião e Cia de Teatro

19h30 – drama – Cardinal, com Bárbara L. Matias


Ficha Técnica do evento

1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro

Promotora do evento: Cia Banquete Cultural

Realização do Evento: De 1º a 31 de agosto de 2020

Zoom: 1ª a 15 de agosto

YouTube: 16 a 30 de agosto

Premiação: 31 de agosto de 2020

Mais informações do eventobanqueteculturalproducoes@gmail.com

Assessoria de Imprensa: Sevilha Comunicação

Shopping Metropolitano Barra traz novidades na programação online em agosto

As atividades online que o Shopping Metropolitano Barra vem divulgando nas suas redes sociais desde maio continuam entretendo os clientes ainda em este mês. Em agosto, o público poderá contar com uma nova rodada de atividades online de conteúdo e de lazer. Além do Mundinho Kids Online, dedicado às crianças e que vai ao ar aos domingos, às 16h, temas como: jardinagem, aulas de balé, gastronomia e customização de roupas vão ganhar espaço na programação virtual do shopping. Os episódios serão exibidos pelas redes sociais do shopping.

Nas segundas-feiras, ainda seguindo a dinâmica de saúde, afinal é preciso movimentar-se mesmo em casa, a professora Ana Paula Lessa ensinará exercícios de ballet para os futuros bailarinos e bailarinas aprenderam junto com seus familiares, no “Minuto Plié”. Nas quartas, o “MET Garden” continuará na programação trazendo muitas dicas para os novos e antigos amantes da jardinagem. Às quintas, o público poderá colocar a criatividade em dia e assistir a dicas e ideias de costura e customização de peças de roupas e acessórios. Às sextas, o projeto GourMET irá trazer ideias para montar um menu delicioso para o fim de semana com as receitas apresentadas no projeto. Os domingos continuam reservados para a criançada, com o Mundinho Kids Online, no ar desde o início da quarentena.

“Embora muitos clientes já estejam se adaptando ao novo normal, ainda existe uma grande parcela do público que se mantém em casa ou só saem para o necessário, por isso continuamos com as nossas atividades online trazendo sempre novidades para todos”, afirma Eliza Santos, gerente de marketing do Shopping Metropolitano Barra. 

Atividades envolvem nutrição, jardinagem, gastronomia e lazer para crianças

·         Segunda-feira: Minuto Plié

Em parceria com a professora de ballet Ana Paula Lessa, o projeto contará com vídeos para as crianças e adultos aprenderem passos e exercícios da dança.

·         Quarta-feira: MET Garden

Julia Coelho, da @dentrodovidro, sucesso na edição passada volta com mais curiosidades e dicas para ajudar ao público na jardinagem.

·         Quinta-feira: Estilo MET

Um Série de vídeos, em parceria com a loja Arranjos Express, irão trazer dicas de costura e customização de peças para o público reaproveitar aquela peça de roupa largada no armário.

·         Sexta-feira: GourMET

As receitas da semana ficarão por conta do restaurante Delírio Tropical, que irá separar várias opções de pratos para serem feitos durante o mês. 

SERVIÇO:

Mundinho Kids Online – Shopping Metropolitano Barra

Dias 02, 09, 16, 23 e 30 de agosto

Horário: às 16h

Instagram do Shopping Metropolitano Barra @shoppingmetropolitanobarra

Minuto Plié – Shopping Metropolitano Barra

Dias 3, 10, 24 e 31 de agosto

Instagram do Shopping Metropolitano Barra @shoppingmetropolitanobarra

MET Garden – Shopping Metropolitano Barra

Dias 05, 12 e 26 de agosto

Instagram do Shopping Metropolitano Barra @shoppingmetropolitanobarra

Estilo MET – Shopping Metropolitano Barra

Dias 06, 13 e 27 de agosto

Instagram do Shopping Metropolitano Barra @shoppingmetropolitanobarra

GourMET – Shopping Metropolitano Barra

Dias 07, 14 e 28 de agosto

Instagram do Shopping Metropolitano Barra @shoppingmetropolitanobarra

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

O Shopping Metropolitano Barra foi inaugurado em 2013 numa das áreas que mais cresce no Rio de Janeiro: o Centro Metropolitano. Com amplo estacionamento e cerca de 200 lojas, o shopping é o espaço ideal para passear com a família, encontrar os amigos e ter acesso a ótimas marcas e restaurantes voltados a um público diversificado. Com arquitetura inovadora, o projeto recebeu ainda dois prêmios ouro – um do International Council of Shopping Center (ICSC) e outro da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).Pensando sempre na comodidade de seus clientes, o Shopping Metropolitano Barra foi o primeiro do Rio a lançar uma plataforma exclusiva de e-commerce, o ON Stores (https://loja.shoppingmetropolitanobarra.com.br/). Pioneiro na indústria brasileira de shoppings, o marketplace foi lançado pela CCP, administradora do shopping, para ampliar a conveniência dos clientes e agregar oportunidades de negócios aos lojistas. A inovação foi também premiada pela Abrasce.

Projeto Sambabook lives recebe Jorge Aragão dia 31, às 20 horas

A celebração está no gene da criação do Sambabook, projeto que nasceu para reverenciar e colocar o samba e seus criadores em lugar de excelência, sob o ponto de vista artístico, musical e educativo. Para dar início às comemorações pelos 10 anos do projeto, em 2021, a Musickeria preparou um aquecimento especialíssimo: no próximo dia 31 de julho,  Jorge Aragão comanda uma live dentro do projeto Sambabook Live,que será transmitida pelo canal oficial do  Sambabook no YouTube, com patrocínio da Cerveja Original e Telhanorte.

Como o Sambabook tem a marca da inovação, dez fãs sortudos poderão conversar virtualmente com Jorge Aragão ao final da transmissão, no Camarim Virtual.

Homenageado na edição de 2016 do Sambabook, ano em que se comemorou o centenário do samba e os 40 anos de carreira do compositor, cantor e músico, Jorge Aragão vai homenagear bambas que protagonizaram outras edições do projeto: João Nogueira, Martinho da Vila e Zeca Pagodinho. Um dos fundadores do Fundo de Quintal, já em carreira solo Aragão teve sambas gravados pelos maiores nomes do gênero.

Projeto Inédito e ousado da Musickeria para o mercado em sua estreia, o Sambabook lançou até aqui 5 edições multiplataforma e transmídia, incluindo diversos formatos físicos (CD, DVD, BluRay), acompanhados por fichário de partituras, discobiografia e ambiente na web, com portal, redes sociais e aplicativos especialmente desenvolvidos. Desde a edição inaugural em homenagem a João Nogueira – seguida pelos Sambabooks de Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, Dona Ivone Lara e Jorge Aragão –   foram mais de 100 artistas envolvidos, 125 novas gravações, 300 partituras escritas, indicação a prêmios como o Grammy Latino, uma estatueta do Prêmio da Música Brasileira, além de vários eventos e exposições.

“Nessas cinco edições que a Musickeria produziu até agora, a qualidade do projeto, desde a matéria prima, que são as composições, até o fato de reunirmos diferentes vertentes musicais, faz do Sambabook uma iniciativa única e ao mesmo tempo plural, que mostra que todo mundo bebeu e ainda bebe na fonte do samba. Nada mais natural do que vê-lo ganhar agora o ambiente das lives, uma vez que o Sambabook sempre foi multiplataforma”, pontua Afonso Carvalho, criador, diretor artístico do projeto e um dos sócios da Musickeria.

Com equipe técnica reduzida, as lives serão transmitidas respeitando todos os protocolos de segurança e distanciamento, para a segurança de todos.

Como o Sambabook tem a marca da inovação, dez fãs sortudos poderão conversar virtualmente com Jorge Aragão ao final da transmissão, no Camarim Virtual.

Durante as transmissões, será possível fazer doações ao projeto Mesa Brasil, que destinará itens de primeira necessidade a instituições de todo o território brasileiro. O projeto pretende levar auxílio para as pessoas em estado de vulnerabilidade social, as mais afetadas pela pandemia. As doações poderão ser feitas através do QR Code, que ficará na tela durantes as lives.

(Mais sobre o Mesa Brasil em http://www.sesc.com.br/portal/site/mesabrasilsesc/home/)

Sambabook live:
31.07 – Jorge Aragão

Sempre às 20 horas, no Canal do Sambabook no YouTube 

Patrocínio: Cerveja Original e Telhanorte.

Sobre a Musickeria:

A Musickeria atua em duas frentes. A primeira, criando e realizando projetos como o Sambabook, que homenageia grandes compositores do samba como João Nogueira e Dona Ivone Lara – em um modelo multiplataforma e com interpretações memoráveis de alguns dos maiores artistas do país.  Já na área corporativa a empresa desenvolve soluções criativas e inovadoras – junto às agências de publicidade e ao mercado – com o propósito de promover ativação e posicionamento de marcas através da plataforma de música. Direção artística, curadoria, planejamento e execução de alavancagem editorial, plataformas digitais, experiências de branded content são algumas das suas áreas de atuação. Entre os cases recentes estão o  Re-Colour da canção EX4GERADO, de Cazuza e a reedição do Circo Voador na praia do Arpoador desenvolvidos para a VIVO, a canção “Se Ligaê” para o Bradesco, e ainda a direção artística e alavancagem editorial de “Divas de Amor” e “Prontas pra Divar”, dois singles com participação de Ivete Sangalo e Claudia Leitte para a marca Gillette Vênus. (www.musickeria.com.br )

XV Rio Harp Festival

Nem mesmo a pandemia impediu que o XV RioHarpFestival fosse realizado em 2020. Adiado de maio para agosto, adaptado às circunstâncias que não só impediram a vinda de harpistas previamente acertados como também o cancelamento de eventos em espaços culturais e ainda sem previsão de retorno e, assim, realizando a sua versão virtual, em verdadeira volta ao mundo ao som das harpas. Serão 35 músicos de 27 países incluindo importantes brasileiros e orquestras de projetos sociais apresentam-se em agosto em 62 concertos virtuais no Rio de Janeiro e 10 em São Paulo. O projeto, apoiado pelo Ministério do Turismo – Secretaria Especial de Cultura pela lei de Incentivos Fiscais, é patrocinado pela Eletrobras. Inserido em Música no Museu, nos 23 anos de atividades ininterruptas de janeiro a dezembro de cada ano, atinge o Brasil de norte a sul, além de sua vertente internacional e que há 15 anos dedica um mês à harpa.

Dentre as novidades, a harpista Claire Le Fur que filmou apresentações de harpas no fundo do mar do Caribe, Jacques Vandelvede, da Bélgica, tocando em uma harpa dupla e, no encerramento, dia 31 de agosto, uma harpista da África do Sul tocando música europeia. Todos os concertos são virtuais e divulgados através de mídia social e também pela Rádio Música no Museu (www.radiomusicanomuseu.com).

A HARPA

Há instrumentos de origens arcaicas, com sonoridade delicada, que chegam como mera curiosidade aos nossos ouvidos tão acostumados ao barulho da vida moderna. A harpa, felizmente, vem atravessando milênios sem deixar de se adaptar a diferentes culturas e estilos musicais mantendo os seus adeptos, apesar de não gozar de tantos praticantes ou de um repertório tão amplo quanto os de outros instrumentos clássicos, como o piano ou o violino. Mais que uma excentricidade de épocas passadas, a harpa se mostra relevante nos dias de hoje, e uma prova disso é a chegada da XV edição do RioHarpFestival, evento anual que tem acontecido sem interrupção e sempre conta com recitais lotados. Consolidado no roteiro internacional da harpa, o festival carioca traz apresentações com músicos, vindos de vários países, tocando do clássico ao rock, passando por étnico, jazz e também ritmos brasileiros tocados por dedos ágeis ao pinçar a cordas da harpa só que desta vez virtual.  

DESTAQUES

Muitas são as nacionalidades presentes no rol de atrações: italiana, portuguesa, belga, croata, africana do sul, japonesa, colombiana, argentina, paraguaia, norte-americana, peruana e brasileira são algumas delas e os tipos de harpa igualmente variados, da clássica e céltica às regionais llanera, paraguaia, koto-japonesa, kora-africana,além das indianas e iranianas   da harpa dupla  do belga Jacques Vandelvede, das elétricas do Jonathan Faganello, do Burning Symphony e do italiano Raoul Moretti e outra novidade, o therumim do holandês Thorwald Jørgensen.

Destaque, também, para a inclusão de orquestras de várias comunidades em trabalhos de inclusão social pela música  entrosadas com os harpistas estrangeiros com evidentes ganhos recíprocos.

Cidade importante de outro estado como São Paulo, também entrou no circuito do festival, já na quinta versão – V SPHarpFestival – e que cresce a cada edição, confirmando a potência de um dos mais delicados instrumentos musicais. Talvez seja questão de tempo para que, assim como Música no Museu, possa atingir todo o Brasil.

Enquanto isto já se expandiu em 2019 para a Europa com concertos em Lisboa e Coimbra (Portugal), Madrid (Espanha), Bruges (Bélgica), Porquerolles, Grasse( França), Milão (Itália), Guiana e Caribe, todos com harpistas locais, mostrando assim a sua repercussão internacional que só não se repete em 2020 devido ao Coronavirus mas mesmo assim, realiza em 2020 em Portugal, além de Lisboa,  participa das comemorações dos 730 anos da Universidade de Coimbra.

OUTROS DESTAQUES

Ecos Latinos, de New Orleans apresenta-se com a Orquestra Violões do Forte, um projeto desenvolvido na Comunidade do Pavão-Pavãozinho e na mesa linha, a Camerata do Uerê, da Comunidade da Maré e a Orquestra Música para Todos, do Piaui.  Já os Tambores do Japão, alguns com até 2 metros de altura, apresenta-se com o Grupo Seiha de koto, mostrando a integração da percussão com a harpa e exaltando a cultura japonesa. Já o italiano Enrico Euron apresenta-se em um castelo da Italia.

Les Alizes, um quinteto oriundo da França e da Martinica fará apresentações tendo como pano de fundo o lindo mar do Caribe. Destaque, também, para a música libanesa com Al-Nur Kibir e na lista das harpistas clássicos, Sasha Boldachev, da Russia,  Kobie di Plessis, da África do Sul, Elizabeth Jaxon, dos Estados Unidos, Edith Gaeger, da Áustria, Florence Sitruk da Alemanha, Maria Palatine, da Belgica  entre muitos outros.

MÚSICA NO MUSEU

O RioHarpFestival insere-se em Música no Museu, considerada a maior serie de música clássica do Brasil, e que nos seus 23 anos de atividades registra um público superior a 1 milhão de espectadores no Brasil de Norte a Sul, e que se expandiu para cidades de países de todos os continentes levando música e músicos brasileiros para o exterior. Detentor de 30 prêmios nacionais e internacionais, foi tema de Mestrado na Universidade de Berlim. Na sua programação anual, dividida em concertos referentes às estações do ano (Concertos de Verão, Outono, Inverno, Primavera e Natal), a cada mês privilegia um tema ou um naipe. Maio é o mês das harpas.

OUTROS DESTAQUES

O belga Jacques Vandelvede tocará em uma harpa dupla, outra novidade do festival. Já o Ecos Latinos, de New Orleans apresenta-se com a Orquestra Violões do Forte, um projeto desenvolvido na Comunidade do Pavão-Pavãozinho e na mesa linha, a Camerata do Uerê, da Comunidade da Maré. Já os Tambores do Japão, um registro especial do Japão com tambores de 2 metros de altura, apresenta-se mostrando a integração da percussão com a harpa.

Les Alizes, um quinteto oriundo da França e da Martinica fará apresentações tendo como pano de fundo o lindo mar do Caribe. Destaque, também, para a música libanesa com Al-Nur Kibir e na lista das harpistas clássicas, Kobie di Plessis, da África do Sul, Elizabeth Jaxon, dos Estados Unidos, Edith Gaeger, da Áustria e assim por diante. 

Outras novidades: O XV RioHarpFestival participará das festividades dos 730 anos da Universidade de Coimbra

Rio de Janeiro

XV RioHarpFestival

H A R P I S T A S

1-Alemanha- Florence Sitruk – harpa clássica

2 – África do Sul- Kobie du Plessis – harpa clássica

3 – Argentina- Lucas Petroni – harpa paraguaia; 

Walter D´Harpa-harpa paraguaia; 

Duo Portinari – Soledad Ya Ya (harpa clássica) e  CANADA Peter Pas (viola)

4-Áustria – Edith Gaesteiger- harpa clássica

5 – Bélgica – Pia Salvia – harpa clássica; 

Jacques Vandelvede- harpa clássica; 

Gabriela Garcia- harpa clássica; 

Maria Palatine- harpa clássica

6- Brasil –  Burning Symphony – Jonathas Faganello – harpa elétrica;

Nando Araujo – 60 minutos – palestra e musica. – harpa céltica; 

Tatiana Henna – harpa clássica; 

Newton Nazareth – palestra e musica; 

Vanja Ferreira – harpa clássica; 

Orquestra Música para Todos (Piauí) – Maestro Sergei  Eliasar de Carvalho;

Trio D`Ambrosio – Maria Célia Machado, harpa clássica, Maria Helena Andrade, piano e  Orquestra Violões do Forte; 

Jonca Harp – harpa céltica 

7- Bulgária –  Angela Madjarova- em Duo Grecia–Katerina Kitov- harpa clássica

8 – Chile – Christian Rodrigues-harpa céltica

9 – Equador –  Ernesto Guerra-harpa paraguaia/ harpa clássica

10 – Espanha – Yerko Lorca-kora, harpa africana; 

Yerko Lorca e Kuan Kin (Taiwan) – kora, harpa africana;

Maria Rosa Calvo y Manzano – harpa clássica

11- Estados Unidos – Elizabeth Jaxon – harpa clássica; 

Cheyenne Brown.-harpa céltica; 

Ecos Latinos – Patrice Fisher – harpa céltica;

12 – França – Les Alizes- Claire Le Fur, harpa clássica; 

Claire Le Fur minutos (fundo do mar)- harpa clássica/harpa céltica; 

Clemence Boinot- harpa clássica; 

Trio Artemisia – França/Italia – Alessandra Magrini, harpa clássica

13- Holanda – Thoward Jorgensen, theremin, 

14- India – Pre Raman – harpa indiana

15 – Irã – Navayemher Band- harpa iraniana; Nobang Band  

16 – Itália – Enrico Euron-harpa celtica; Raoul Moretti-harpa elétrica

17 – Japão – Grupo Seiha (kora- harpa africana) – Tambores do Japão.

18 – Líbano –  Al Nur Kibir (instrumentos libaneses)

19 – México – Baltazar Juarez – harpa clássica

20-País de Gales – Transtlantic Duo – Bem Creighton – harpa clássica

21-Paraguai –  Lucas/Luis Zaracho – harpa paraguaia; Alcides Sotelo-guitarra e Alcides Sotelo Jr., harpa paraguaia.

22- Peru – Yens Ever – harpa lhanera

23- Portugal –  Beatriz Cortesão – harpa clássica

24 – República Tcheca –  Jana Bouskova – harpa clássica

25- Rússia – Sasha Boldachev – harpa clássica

26 – Slovenia –  Naja Mohoric.- harpa clássica

São Paulo

XV SPHarpFestival

H A R P I S T A S

1-Alemanha – Florence Sitruk – harpa clássica

2-África do Sul – Kobie du Plessis – harpa clássica

3- Argentina – Soledad Ya Ya harpa clássica e CANADA Peter Pas, VIOLA

4-Áustria – Edith Gaesteiger – harpa clássica

5 – Bélgica – Jacques Vandelvede – harpa clássica

6 – Brasil – Nando Araujo – harpa céltica

7- Espanha- Maria Rosa Calvo y Manzano, harpa clássica

8 – Itália- Enrico Euron – harpa céltica

9 – Japão – Grupo Seiha (koto, harpa japonesa) – Grupo Komyo – Tambores do Japão

10 – México – Baltazar Juarez – harpa clássica

11- Slovenia – Naja Mohoric.- harpa clássica

Programa completo nos sites:         

[http://www.rioharpfestival.com.br%20]www.rioharpfestival.com.br

[http://%20www.musicanomuseu.com.br%20] www.musicanomuseu.com.br

Assessoria de Imprensa

JP Assessoria em Comunicação e Produção

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Encontro Poético virtual com Gerald Thomas

A Faculdade Cesgranrio realiza, no próximo sábado (25/07), às 18h, um Encontro Poético virtual com Gerald Thomas. O evento será transmitido ao vivo através do link: bit.ly/EncontroGeraldThomas. O bate-papo sobre oba e carreira do autor e diretor de teatro será mediado por Juliana Pamplona e Maria Assunção, professoras do curso de Teatro da Faculdade Cesgranrio.

Espetáculo “Altissonante” on-line

O espetáculo circense Altissonante, primeiro solo da artista da Cia. Barnabô e co-fundadora do Circo Zanni Lu Menin, realizou no início de 2020 parte do projeto de circulação através do Edital Proac, passando nos meses de fevereiro e março pelas cidades de Piracaia, Sorocaba, Carapicuíba e Botucatu. Com o início da pandemia e a necessidade de isolamento social, o projeto será concluído totalmente online, através de novas atividades, além da apresentação do espetáculo na versão “em casa”.

A programação terá a apresentação do espetáculo Altissonante, solo circense de Lu Menin, com direção de Lu Lopes, na versão domiciliar. A artista fará a apresentação do espetáculo na íntegra e ao vivo através do quintal da sua própria casa.  Esta versão será exibida através do canal do You Tube e Facebook de Lu Menin dia 31 de julho às 18h. Esta apresentação será também gravada e disponibilizada em plataformas virtuais ou redes sociais criadas pelos espaços culturais das cidades onde o espetáculo seria de fato apresentado: Piracicaba, Jundiaí e Campinas.

Está  programada uma live entre a artista Lu Menin e a diretora Lu Lopes no dia 01 de agosto às 18h, em que discutirão esta nova linguagem do circo através das câmeras e do isolamento social, e como se deu a versão on-line deste espetáculo.

Também está prevista a Oficina de Circo: “O Corpo Acrobático no Solo e no Ar”, onde a artista propõe uma adaptação das oficinas que seriam presenciais, ao formato on-line e sendo assim, abrangendo também os aéreos, desde que o artista tenha acesso a seu aparelho nos encontros. A proposta são 3 dias de encontros, 2 horas por dia com estudo de bases acrobáticas, aquecimento integrado com circo, dança e capoeira, e na prática, o que os corpos acrobáticos estão conseguindo realizar neste momento específico. Complementando à prática física, pensamentos e referências de estudo sobre a criação e aprimoramento da percepção corpo mente integrados agregando camadas de intenções ao trabalho físico. Como opções de objetivos, podem ter trabalhos já começados assim como projetos que podem ter nos encontros um início! Pode-se dizer que será um grupo de estudo teórico prático do corpo acrobático criativo se adaptando a essa nova realidade.

Pré requisitos: Artistas circenses profissionais ou em formação já iniciada, assim como artistas cênicos de outras áreas com interesse no trabalho acrobático, maiores de 18 anos, residentes no estado de São Paulo. Necessário acesso a internet e equipamentos de realização da sua técnica.

A Oficina  será realizada através da plataforma Zoom nos dias 27, 28 e 29 de julho, das 15h00 às 17h00 e terá 20 vagas. Os interessados devem se inscrever através do email: ciabarnabo@gmail.com , enviar currículo e carta de intenção até o dia 22 de julho. O resultado dos selecionados será publicado nas redes sociais da Cia. Barnabô e Lu Menin no dia  24 de julho.

Apesar das novas adaptações, as versões on-line destas atividades terão um maior alcance de público, uma vez que um maior número de pessoas serão atingidas com essa programação.

Altissonante estreou em  abril de 2019 no Sesc Pompéia. Também realizou algumas apresentações no Tendal da Lapa, além de ser convidada para a encerrar a V Mostra de Arte Circense de São José dos Campos (SP).

A encenação do espetáculo solo da artista circense Lu Menin expõe suas virtuoses acrobáticas e traz no roteiro importantes temas sobre o feminino. Ela constrói a própria trajetória em um aparelho que chamamos de Aereotório –  uma estrutura autoportante em forma de oratório.

O espetáculo se apropria das artes do circo através das técnicas de parada de mãos e acrobacias aéreas, mas também constrói sua dramaturgia com canto, dança e teatro físico. Todos esses elementos são abraçados pela estética barroca que nos remete aos oratórios e às obras sacras do século XVIII, repletas de rococós, cores e informações visuais.

Não por acaso, a artista que é natural das Minas Gerais, traz no seu imaginário toda a riqueza da arte das cidades históricas, e no momento que decide e se apropria de sua criação solo, todo esse repertório chega com ela pelo olhar feminino de mulher, mãe, esposa e circense.

Sinopse Altissonante: um solo de Lu Menin, traz uma linguagem multifacetária do circo, através das técnicas de parada de mãos, acrodança, junto com o canto, a dança e o teatro físico. Um espetáculo que trata das inquietações da mulher moderna, com todas as batalhas diárias, os ideais e as formas de lidar com essa necessidade de ser várias mulheres em uma só. Tudo isso com uma delicadeza estética e um olhar crítico de como a sociedade lida com essa mulher completa, dona de si e com total controle do mundo em que vive.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO:

Elenco: Lu Menin

Direção artística: Lu Lopes

Assistente de direção: Maíra Campos

Olhar Dramatúrgico: Nereu Afonso

Coreografia: Marina Abib e Letícia Doretto

Preparação vocal: Ju Cassou

Treinador técnico: Paulo Maeda

Direção Técnica: Pablo Nordio

Cenografia: Lu Menin, Lu Lopes, Dodô Giovanetti e Pablo Nordio

Figurino e trilha sonora: Lu Menin e Lu Lopes

Edição de áudio: Arturo Cussen

Produção executiva: Cristiani Zonzini

Assessoria de imprensa: Fabio Camara

FICHA TÉCNICA VERSÃO ON-LINE EM CASA:

Elenco: Lu Menin

Direção artística: Lu Lopes

Assistente de direção: Maíra Campos

Olhar Dramatúrgico: Nereu Afonso

Coreografia: Marina Abib e Letícia Doretto

Cenografia: Lu Menin, Lu Lopes, Dodô Giovanetti e Pablo Nórdio

Figurino e trilha sonora: Lu Menin e Lu Lopes

Edição de áudio: Arturo Cussen

Artes gráficas: Rodrigo Pocidônio

Direção Técnica: Pablo Nordio

Operação de luz: Dodô Giovanetti

Operação de som: Guilherme Diniz

Vídeo:  Cibele Appes, Edu Luz, Gustavo Borges e Rodrigo Fonseca

Produção executiva: Cristiani Zonzini

Assessoria de imprensa: Fabio Camara

SERVIÇO:

Altissonante (versão em casa)

Data: 31 de julho (sexta-feira) 18h00

Instagram: @ciabarnabo

Youtube: Canal Lu Menin

Facebook: Cia. Barnabô (https://www.facebook.com/meninordio02)

Live com Lu Menin e Lu Lopes

Data: 01 de agosto (sábado) 18h00

Instagram: @ciabarnabo

Oficina de Circo – O Corpo Acrobático

Data: 27,28 e 29 de julho (segunda, terça e quarta) das 15h00 às 17h00

Link através da Plataforma Zoom

Inscrições: até o dia 22 de julho: ciabarnabo@gmail.com

A lista com os selecionados será publicada no dia 24 de julho nas redes sociais da Cia Barnabô:

Instagram: @ciabarnabo @luzmenin

Facebook:  Cia Barnabô (https://www.facebook.com/meninordio02)

Este projeto é realizado pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa – Proac, Edital Proac 9/2019 – Produção e Circulação de Espetáculos Circenses.

Sesc e Senac RJ oferecem curso gratuito sobre a Lei Aldir Blanc

O Sesc e o Senac RJ abrem nesta quinta-feira (16/7) as inscrições para o curso gratuito “Por Dentro da Lei Aldir Blanc”, desenvolvido em parceria com a Escola de Políticas Culturais. Ministrado em plataforma digital, o curso vai oferecer um panorama detalhado de cada aspecto da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei 14.017/2020), sancionada em 29 de junho. Além de estender aos trabalhadores da cultura o auxílio emergencial de R$ 600 por três meses, a medida destina recursos financeiros para editais e a manutenção de espaços culturais da sociedade civil em estados e municípios de todo o país.

O curso é voltado para produtores culturais, artistas, gestores de organizações culturais comunitárias, conselheiros (as) de cultura, assim como a gestores públicos do setor. Em cinco módulos, abordará desde o histórico da implementação da lei até o desenho e a modelagem de editais e programas locais, passando por reflexões sobre as emergências culturais no contexto brasileiro e mundial, o histórico do Sistema Nacional de Cultura e a cartografia do setor cultural brasileiro  (confira abaixo a grade completa).

As aulas virtuais acontecem dias 1, 3, 5, 7 e 10 de agosto, das 15h às 18h, sendo que a primeira será aberta ao público e transmitida pelos canais do YouTube do Sesc RJ, Senac RJ e Canal Emergência Cultural. Elas contarão com práticas de encantamento da Pedagogia Griô e serão conduzidas por especialistas, articuladores e gestores que atuaram no processo de elaboração, tramitação e mobilização da lei.

Ministrantes – Entre os nomes confirmados estão Célio Turino (historiador e gestor cultural), Jandira Feghali (deputada federal e relatora da Lei Aldir Blanc), Ana Clarissa Fernandes (analista de Cultura da Confederação Nacional de Municípios), Alexandre Santini (gestor cultural e membro da Escola de Políticas Culturais), Silvana Meireles (secretária executiva de Cultura de Pernambuco), Luisa Cela (secretária executiva de Cultura do Ceará) e Márcio Caires (ex-presidente do Fórum Nacional de Conselhos Estaduais de Cultura e membro da Escola de Políticas Culturais).

Vagas limitadas – As 200 vagas serão ocupadas pessoas selecionadas por uma comissão, que avaliará as informações prestadas no formulário de inscrição, como atividade profissional, capacidade de multiplicação dos conteúdos  e as motivações do interessado. O período de inscrição começa no dia 16/7 e se estende até 24/7. Os selecionados serão comunicados entre os dias 29 a 31/7.

Live no dia 16/7 antecipa discussões do curso – Para quinta-feira (16/7), data em que se inicia o processo de inscrição, está programada uma live, às 11h, onde serão debatidas algumas questões abordadas no curso. Participam do encontro gestores do Sesc RJ, Senac RJ, Escola de Políticas Culturais e uma ministrante. A transmissão será pelos canais do YouTube das instituições. Mais informações podem ser obtidas em www.sescrio.org.br.  

SERVIÇO

Curso “Por dentro da Lei Aldir Blanc”

Inscrições: 16/07 a 24/07 em www.sescrio.org.br

Seleção dos participantes: 25/07 a 28/07

Comunicação aos selecionados: 29/07 a 31/07

Aulas: Dias 1, 3, 5, 7 e 10 de agosto, das 15h às 18h

Live sobre temas do curso: 16/7

Aula inaugural aberta: Dia 1/8

Informações: www.sescrio.org.br

Shopping Metropolitano Barra traz releituras de clássicos infantis

O Mundinho Kids on-line, projeto do Shopping Metropolitano Barra dedicado a atividades infantis em casa no período de quarentena, traz, em julho, releituras de clássicos infantis. Nos episódios da quinta edição do projeto on-line, o shopping contará com a parceira da cia de teatro ‘Mas, que trará duas histórias contadas em quatro episódios com duração de 10 minutos: Chapeuzinho Vermelho os 3 porquinhos e um único lobo mau; e Quarentena na Terra do Nunca. Os episódios seguem aos domingos, sempre às 16h.

“Mesmo com a reabertura do Shopping, sabemos que por enquanto os eventos internos não serão permitidos. Então resolvemos manter o Mundinho Kids no formato online, assim conseguimos levar entretenimento para os pequenos dentro de casa neste momento delicado”, afirma Eliza Santos, gerente de marketing do Shopping Metropolitano Barra.

Confira a programação completa:

12/07 – Episódio 1: Chapeuzinho Vermelho os 3 porquinhos e um único lobo mau
Os pequenos poderão se divertir com as clássicas histórias da Chapeuzinho Vermelho e dos Três Porquinhos contadas de maneira única enfrentando um inimigo em comum.

19/07 – Episódio 2: Chapeuzinho Vermelho os 3 porquinhos e um único lobo mau Crianças e pais poderão acompanhar a continuação da história e descobrir um final muito divertido.

26/07 – Episódio 3: Quarentena na Terra do Nunca

A história da Terra do Nunca foi trazida para os tempos atuais e passará pela quarentena também, uma maneira divertida de mostrar para os pequenos um pouco do que todos estão passando.

02/08 – Episodio 4: Quarentena na terra do nunca (continuação)
Um final surpreendente poderá ser acompanhado por todos na continuação dessa história divertida.

SERVIÇO:

Mundinho Kids Online – Shopping Metropolitano Barra

Dias 12, 19, 26 de julho e 02 de agosto

Horário: às 16h

Instagram do Shopping Metropolitano Barra

Mais informações: https://www.shoppingmetropolitanobarra.com.br/

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

O Shopping Metropolitano Barra foi inaugurado em 2013 numa das áreas que mais cresce no Rio de Janeiro: o Centro Metropolitano. Com amplo estacionamento e cerca de 200 lojas, o shopping é o espaço ideal para passear com a família, encontrar os amigos e ter acesso a ótimas marcas e restaurantes voltados a um público diversificado. Com arquitetura inovadora, o projeto recebeu ainda dois prêmios ouro – um do International Council of Shopping Center (ICSC) e outro da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

Pensando sempre na comodidade de seus clientes, o Shopping Metropolitano Barra foi o primeiro do Rio a lançar uma plataforma exclusiva de e-commerce, o ON Stores (https://loja.shoppingmetropolitanobarra.com.br/). Pioneiro na indústria brasileira de shoppings, o marketplace foi lançado pela CCP, administradora do shopping, para ampliar a conveniência dos clientes e agregar oportunidades de negócios aos lojistas. A inovação foi também premiada pela Abrasce.

Concurso revelará canções inéditas e talentos da música brasileira

A história da recente da música brasileira pode ser dividida em dois períodos: antes e depois dos festivais da canção. Criados na segunda metade dos anos 60, os concursos de música popular da radio e da tv revelaram a geração de artistas que hoje forma o Olimpo da nossa música. Agora, seguindo este legado, a Rádio Mood FM apresenta o concurso Draft Mood. O formato também é inspirado pelo Draft da NBA, no qual os times profissionais da liga de basquete podem recrutar jogadores amadores. A linguagem e os formatos da indústria fonográfica se modernizaram, mas a essência permanece intacta: revelar talentos, apresentar ao público uma nova geração de artistas e músicas inéditas. O Draft Mood terá um calendário de etapas online e presenciais, com inscrições abertas entre os dias 20 e 30 de julho, através do site: moodfm.com.br/draft.

A pandemia do novo coronavírus atingiu em cheio a indústria da música. Com a proibição dos shows e eventos, milhares de artistas ficaram sem sua única fonte de receita. O impacto é ainda mais grave para os músicos em início de carreira. É neste contexto, que o Draft Mood surge como oportunidade de dar visibilidade e alavancar a carreira de novos talentos.

Com um corpo de jurados formado por executivos de grandes gravadoras e produtores artísticos, o Draft Mood representa uma porta de entrada para artistas independentes. Cada artista ou banda poderá inscrever uma canção obrigatoriamente inédita e em português. Todas as inscrições serão avaliadas, em seguida serão realizadas as etapas de pré-seleção, fase de grupos, semifinais e a grande final.

O Draft Mood realizará dois grandes objetivos de novos artistas de uma só vez: os selecionados irão se apresentar para lideranças da indústria do showbiz e suas músicas poderão tocar no rádio. O grande campeão ainda ganhará a produção profissional de um single em estúdio, a realização de um videoclipe da música vencedora e o agenciamento artístico da carreira, sendo este último opcional.

Nas fases presenciais do concurso, todas as medidas de prevenção ao Covid-19 serão tomadas, incluindo limite de 30% da capacidade de público do local, uso obrigatório de máscara de todos os presentes, distanciamento dos músicos no palco, medição de temperatura na entrada, disponibilização de álcool em gel nas dependências e desinfecção do local nos intervalos de todas as apresentações.

Confira as etapas do Draft Mood e as informações sobre premiações:

Inscrição:

Podem participar artistas ou bandas independentes, que não possuem contrato com gravadora, e têm obras autorais inéditas, letras de sua autoria/propriedade e que ainda não tocaram em rádio. Os artistas e obras deverão ter identificação com o perfil da Mood FM e o idioma das músicas é obrigatoriamente o português. Antes de preencher a ficha de inscrição leia atentamente o regulamento.

Prazo: de 20 a 30 de Julho

Seleção:

Os artistas e bandas inscritos, assim como sua obras originais, serão avaliados por uma banca técnica. Estarão sendo avaliados tanto o artista ou banda como sua canção principal inscrita. O resultado será divulgado no site e informado diretamente ao responsável pelo inscrição.

Resultado: 07 de Agosto

Fase de grupos:

Os artistas e bandas independentes selecionados serão divididos em grupos e deverão se apresentar no dia e horário informado para as audições. Uma banca formada por grandes profissionais de gravadoras e produtores musicais irão avaliar as apresentações. Cada profissional terá direito a uma escolha, em ordem, através de sorteio.

Período: de 18 a 21 de Agosto

Semifinal:

Na fase semifinal, dois grupos irão se apresentar em dias diferentes para concorrer às 10 vagas para a grande final. A fase de grupos e semifinal serão realizadas no Rio Beach Club, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Todos os participantes poderão levar um número limitado de convidados para curtir as apresentações.

Período: 3 e 4 de Setembro

Pré-final:

Antes da grande final, os finalistas ganharão destaque na programação da Mood FM. As músicas entrarão momentaneamente na grade da rádio.. Além disso, todos os artistas e bandas irão visitar o estúdio da Mood FM para participar de entrevista e cantar ao vivo sua música autoral.

Período: de 05 a 24 de Setembro

Final:

A fase final contará com a apresentação de 10 finalistas. Antes do resultado, haverá show intimista de uma grande revelação da música e só então será revelado a “canção autoral do ano” e o artista ou banda que ganhará o prêmio principal.

Data: 25 de Setembro

Premiação:

O grande campeão terá sua música tocada com destaque na programação da rádio Mood FM por dois meses. Também terá uma música produzida em estúdio profissional, a gravação de um videoclipe e um contrato de agenciamento artístico.

Independente do campeão, qualquer música bem avaliada pelos jurados pode ser executada na programação da rádio Mood FM, gerando oportunidades para diversos artistas.

As informações completas e inscrições para o Draft Mood estão no site moodfm.com.br/draft.

“Arraiá do Nogueira” dia 12 de julho

Nesta quarentena Diogo Nogueira não parou de produzir. Lançou livro digital de culinária com receitas que gosta de fazer, realizou várias lives direto de sua casa – surpreendendo o público com suas habilidades no fogão e cozinhando um prato especial, entre uma música e outra – e prepara lançamento de nova música em breve.

Suas lives batizadas de “Em Casa com Diogo” se tornaram um ponto de encontro mensal, com enorme sucesso e audiência, ótimo retorno do público e participação de amigos e fãs, com direito a pedido de casamento ao vivo na telona, como na última dedicada aos namorados. Cada live vem com um tema diferente, um prato especial, um repertório único preparado por ele e ainda uma platéia VIP de fãs participando através do telão.

A próxima será neste próximo domingo, dia 12/07,também direto de sua casa, o “Arraiá do Nogueira”, através de seu canal do YouTube diogo.no/youtube, às 12h – seu horário escolhido para as lives –  com muito samba, músicas nordestinas,  gastronomia e algumas surpresas para embalar o almoço.

Se nas suas três lives anteriores Diogo preparou receitas deliciosas como a moqueca de camarão, o estrogoNog (sua adaptação do estrogonofe) e espaguete a frutos do mar, desta vez vai para o fogo um “Arroz de Carreteiro”. Então, se quiser pegar umas dicas da receita é só deixar o celular preparado para gravar ou o caderninho no jeito para anotar tudo.

Arraste o sofá para dançar e cantar junto porque o repertório especial nordestino vem com musicas arretadas como “Qui Nem Jiló” (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira), “Frevo Mulher” (Zé Ramalho), “Balancê” (Alberto Ribeiro/Braguinha) e “Banho de Cheiro” (Carlos Fernando), muito samba e seus sucessos. Também terá atrações típicas de festa nordestina que o Brasil todo adora numa cenografia especial, como a Pescaria Musical,com escolha de músicas pra Diogo cantar,  e o Correio do Amor, com fãs mandando mensagens que serão lidas pela jornalista e escritora Thalita Rebouças, ao vivo. Diogo será acompanhado de sua banda, com os cuidados de higiene, testes do Covid 19 e distanciamento recomendado pela OMS.

Suas três apresentações anteriores alcançaram uma audiência de mais de 6.400 milhões de views e tiveram participações de vários amigos como Mart’nália, Zico, Anitta e Maria Rita, entre outros, com mensagens ao vivo. Diogo também tem arrecadado boas doações para comunidades carentes e para profissionais do setor de shows, um dos mais afetados pela pandemia.

Como bom gourmet que é e chef de primeira, que adora cozinhar para os amigos e família, neste isolamento Diogo tem se divertido na cozinha e a ideia de fazer as lives cozinhando, além de cantar, nasceu de suas experiências culinárias, que rendeu também um livro digital, o “Diogo na Cozinha”, com 20 receitas personalíssimas, entre frutos do mar, aves, carnes e sobremesas, que está à venda pelo site http://diogonacozinha.com.br (R$ 24,90).

#EmCasaComSesc apresenta o monólogo TRAGA-ME A CABEÇA DE LIMA BARRETO!

Celebrando três anos em cartaz, sendo assistido por mais de 20 mil pessoas em diferentes cidades do Brasil, o monólogo Traga-me a Cabeça de Lima Barreto! terá inédita apresentação – online e ao vivo – no próximo dia 12 de julho (domingo) às 21h30, no perfil @SescAoVivo no Instagram e na página do SescSP no YouTube, dentro do projeto #EmCasaComSesc. Trata-se de uma iniciativa do Sesc São Paulo que reúne uma série de apresentações com reconhecidos artistas brasileiros que sempre apresentam seus trabalhos nas unidades da instituição e, agora, em tempos de isolamento social por conta da crise causada pelo novo coronavírus, têm a experiência de levar seus repertórios a um número ainda maior de pessoas.

A apresentação se dará no endereço do ator Hilton Cobra, no bairro de Santa Teresa, no centro do Rio de Janeiro, bairro onde se concentra grande população de profissionais da cultura e da arte, cercado por comunidades de favela, o que o faz um bairro majoritariamente negro.

Escrita pelo diretor e dramaturgo Luiz Marfuz, especialmente para comemorar os 40 anos de carreira do ator Hilton Cobra, com direção de Onissajé (Fernanda Júlia), a peça mostra uma imaginária sessão de autópsia na cabeça de Lima Barreto, conduzida por médicos eugenistas, defensores da higienização racial no Brasil, na década de 1930. O propósito seria esclarecer “como um cérebro considerado inferior poderia ter produzido uma obra literária de porte se o privilégio da arte nobre e da boa escrita é das raças tidas como superiores?. A partir desse embate, a peça mostra as várias facetas da personalidade e da genialidade de Lima Barreto, refletindo sobre loucura, racismo e eugenia, a obra não reconhecida e os enfrentamentos políticos e literários de sua época.

A narrativa ganha força com trechos dos filmes “Homo Sapiens 1900” e “Arquitetura da Destruição” – ambos cedidos gentilmente pelo cineasta sueco Peter Cohen – que mostram fortes imagens da eugenia racial e da arte censurada pelo regime hitlerista. O cenário, de Marcio Meirelles – um manifesto de palavras – contribui para a força cênica juntamente com o figurino de Biza Vianna, a luz de Jorginho de Carvalho, a direção de movimento de Zebrinha, a música de Jarbas Bittencourt e a direção de vídeos de David Aynan. Os atores Lázaro Ramos, Caco Monteiro, Frank Menezes, Harildo Déda, Hebe Alves, Rui Manthur e Stephane Bourgade – todos amigos e admiradores do trabalho de Cobra, emprestam suas vozes para a leitura em off de textos de apoio à cena. 

“Não consigo respirar”

Hilton Cobra, que criou a Cia dos Comuns em 2001, com o propósito de trazer à cena uma cosmovisão artisticamente negra especialmente no âmbito das artes cênicas, fala da motivação para encenar Traga-me a cabeça de Lima Barreto!: “É importante e providencial discutir eugenia e racismo a partir de Lima Barreto nesses tempos de pandemia, onde a população negra é a mais atingida e de amplo  debate sobre racismo, principalmente depois do ocorrido com o George Floyd, negro americano que foi assassinado em Minneapolis, no dia 25 de maio de 2020 (dia em que se celebra o dia de África), estrangulado por um policial branco que ajoelhou-se em seu pescoço durante uma abordagem por supostamente usar uma nota falsificada de vinte dólares. Também é um reconhecimento à Lima – um autor tão pisoteado, tão injustiçado, que pensou tão bem esse Brasil, abriu na literatura brasileira ‘a sua pátria estética’, os pisoteados, loucos, os privados de liberdade – esses são os personagens de Lima Barreto. Acredito que ele deve ter sido, se não o primeiro, um dos primeiros autores brasileiros que colocaram esse ‘submundo’ em qualidade e com importância dentro de uma obra literária”. É bom ressaltar que como George Floyd, Lima Barreto nunca consegui respirar livremente, mas ainda assim produziu uma das obras mais geniais e consistentes do Brasil pós-império.

Ficha Técnica:

Hilton Cobra – Ator | Luiz Marfuz – Dramaturgia | Onissajé (Fernanda Júlia) – Direção| Cenário: Vila de Taipa (Laboratório de Investigação de Espaços do Teatro Vila Velha), Erick Saboya, Igor Liberato e Márcio Meireles | Desenho de Luz: Jorginho de Carvalho e Valmyr Ferreira| Figurino: Biza Vianna| Direção de Movimentos: Zebrinha| Direção Musical: Jarbas Bittencourt|Direção de vídeo: David Aynan| Design gráfico: Bob Siqueira e Gá, Produção executiva: Elaine Bortolanza e Júlio Coelho | Fotos: Adeloya Magnoni e Valmyr Ferreira | Op. câmera: Lílis Soares | Op. áudio e vídeo: Duda Fonseca | Operador de luz: Lucas Barbalho.

Participações especiais (voz em off): Lázaro Ramos, Caco Monteiro, Frank Menezes, Harildo Deda, Hebe Alves, Rui Manthur e Stephane Bourgade 

“E foram quase felizes para sempre” dia 11 de julho

“E foram quase felizes para sempre”, espetáculo assinado e estrelado por Heloisa Périssé, está na programação do projeto “Palco Instituto Unimed-BH Em Casa”. Apresentação será no dia 11 de julho (sábado), às 20h30, direto do Teatro Claro Rio, com transmissão ao vivo pelos canais no Youtube do Sesc em Minas (SescemMinasGerais), do Teatro Claro Rio (TeatroClaroRio) e pelo Canal 500 da Claro.

Texto da atriz aborda, de forma divertida, os relacionamentos e coloca em questão a instituição do casamento, gerando uma identificação imediata em todos os casais, sejam eles bem ou mal sucedidos.

“É a primeira vez que me apresento sem uma plateia que esteja dentro do teatro. Nunca fiz uma peça com transmissão simultânea, e acho que é de suma importância essa “reinvenção”! O momento pede isso, novos caminhos, outras perspectivas, e o projeto “Palco Instituto Unimed-BH em Casa” chega justamente com tudo isso”, diz Heloisa Périssé, que subirá ao palco do Teatro Claro Rio para a sua estreia on-line e ao vivo no dia 11 de julho (sábado), às 20h30, com a peça “E foram quase felizes para sempre”. A transmissão será simultânea pelos canais no Youtube do Sesc em Minas (SescemMinasGerais) e do Teatro Claro Rio (TeatroClaroRio) e pelo Canal 500 da Claro.

A proposta do “Palco Instituto Unimed-BH em Casa” é oferecer ao público espetáculos dotados dos mesmos rigores técnicos aplicados nas apresentações presenciais, em um palco especialmente preparado com sistemas especiais de vídeo, iluminação e sonorização, que vão assegurar ao público a melhor experiência, com todo o respeito que o teatro merece. A estreia do projeto ocorreu no dia 27 de junho, com a apresentação da peça “Os Vilões de Shakespeare”, protagonizada por Marcelo Serrado.

O acesso às transmissões será GRATUITO e durante as apresentações o público poderá fazer doações (via QR Code) para o Mesa Brasil Sesc, programa de combate à fome e ao desperdício de alimentos promovido pelo Sesc, em uma edição especial em benefício das campanhas “APTR ao Lado do Trabalhador de Teatro” e “Salve a Graxa BH” que estão oferendo apoio ao sustento de profissionais do setor teatral que estão impedidos de exercer suas funções durante a pandemia. Os espetáculos contarão ainda com tradução simultânea de libras e áudio transcrição para garantir o acesso das pessoas com deficiências auditivas e visuais.

“E foram quase felizes para sempre”
O espetáculo é a primeira comédia solo escrita e encenada pela atriz Heloisa Périssé. A história se passa na noite de autógrafos da escritora Letícia Amado. Ela viajou um ano e meio, atrás dos melhores resorts, melhores praias e hotéis para que as pessoas pudessem viajar com seus amores e curtir uma lua de mel inesquecível. Só que durante o período da procura, por conta de suas diversas viagens, ela se separa do marido, e no dia da sua tão esperada noite de autógrafos, quando ela finalmente está lançando seu livro, CANTINHO PRA DOIS, vê o ex-marido beijando uma nova namorada. E agora? Mas ela confessa que sempre teve um relacionamento muito conturbado com Paulo Vitor. E nessa peça “desabafo”, onde ela vai contar suas desventuras, muita gente vai acabar se identificando. Bom, a identificação pode ser para algumas pessoas, mas a diversão vai ser geral.

Essa não é a primeira vez que a atriz se aventura a escrever e, desta vez ela fala sobre relacionamentos e trabalho, problemas que estão presentes na vida de todas as pessoas, colocando em questão a instituição do casamento. Tudo isso, é claro, com um olhar bem humorado e contemporâneo. Seu texto gera uma identificação imediata em todos os casais, sejam eles bem ou mal sucedidos. Essa é uma questão que, pelo menos em algum momento da vida, atinge a todos, independente de cor, raça ou classe social.

FICHA TÉCNICA
Autor: Heloisa Périssé.
Direção: Susana Garcia.
Cenário: Miguel Pinto Guimarães.
Figurino: Reka Koves.
Iluminação: Maneco Quinderé.
Trilha musical: Alexandre Elias.
Diretor de Palco: Alvaro Donatti.
Operador de Luz: Ge Barbosa.
Operador de Som: Glaucia Maria.
Produção e Administração: Filomena Mancuzo.
Realização: HP Produções Artísticas Ltda.
Link para imagem: https://vimeo.com/71470400/56487b6873

SERVIÇO: “PALCO INSTITUTO UNIMED-BH EM CASA
• Sempre às 20h30
• Gratuito|Transmissão ao vivo, pelos canais no Youtube do Sesc em Minas (SescemMinasGerais) e do Teatro Claro Rio (TeatroClaroRio) e pelo Canal 500 da Claro
• Próxima exibição:
• “E foram quase felizes para sempre”, com Heloísa Perissé – Sábado – Dia 11/07 (classificação: 14 anos)

O “Palco Instituto Unimed-BH em Casa”, uma iniciativa da Pólobh, produtora sediada em Belo Horizonte, MG, tem patrocínio do Instituto Unimed-BH e do Programa Sociocultural Unimed-BH, viabilizado por mais de 5,1 mil médicos cooperados e colaboradores ao, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Tem realização do Ministério da Cidadania e Governo Federal, patrocínio da Pottencial Seguradora e apoio cultural do Sesc em Minas e MIP Engenharia, promoção exclusiva da Rádio Alvorada e apoio da Coreto Cultural, Culturadoria, Fredizak, HBA, Jornal O Tempo, Rádio Super Notícia e SouBH.

Instituto Unimed-BH
Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, desde 2003, desenvolve projetos visando ampliar o acesso à cultura, estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, valorizar espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história, o Instituto destinou R$120 milhões ao setor cultural, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e da Lei Federal de Incentivo à Cultura, viabilizado pelo patrocínio de mais de 5.100 médicos cooperados e colaboradores. No último ano, mais de 850 mil pessoas foram alcançadas por meio de projetos de cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura.
Saiba mais em www.institutounimedbh.com.br

Cuidado rigoroso
A produção dos espetáculos do “Palco Instituto Unimed-BH em Casa” seguirá todos os protocolos e recomendações relacionados à prevenção da Covid-19 tais como a restrição do número de profissionais a trabalho nas montagens, o rigor no controle de circulação nas dependências do teatro (apenas pessoas a trabalho) e a medição da temperatura de todos os profissionais antes do acesso. Além disto, as áreas ocupadas serão frequentemente higienizadas, e haverá a disponibilização de álcool gel em diferentes setores, além da distribuição de máscaras para todos os envolvidos. Outras ações são a higienização do material antes de entrar no teatro (cenários, figurinos etc.), e o impedimento do consumo de alimentos e bebidas no local. Haverá, ainda, a presença de um bombeiro brigadista durante as atividades, para assegurar que todas as medidas serão cumpridas.

Visita virtual ao Museu Nacional gratuita acontece este domingo

Dando sequência à programação virtual – que tem contado com lives semanais sobre a história e sobre o cotidiano da cidade – o Projeto Rolé Carioca oferecerá uma visita virtual ao Museu Nacional no próximo domingo, dia 12 de julho, às 10h, pela plataforma Zoom. Guiado pelo coordenador nacional do curso de História da Estácio, Rodrigo Rainha, o passeio lembrará o aniversário do Museu – que agora em junho completou 202 anos – e a necessidade de valorização deste patrimônio da cidade. 

“O incêndio que destruiu boa parte do acervo do Museu Nacional foi um momento de profunda tristeza não só para os cariocas como para todos os brasileiros. O Rolé visitou o Museu em 2018, pouco antes do incêndio, reunindo cerca de 600 pessoas. Foi um dos nossos passeios mais memoráveis porque muitas pessoas nunca tinham entrado no prédio do museu, mesmo sendo frequentadoras da Quinta da Boa Vista. Voltar lá, ainda que virtualmente, é uma forma de reforçar a importância da preservação do patrimônio histórico, políticas públicas de fomento e salvaguarda e valorização da memória, considerando também seus apagamentos. O Rolé é, afinal, sobre isso”, afirma o professor Rodrigo Rainha.” 

O Projeto Rolé Carioca conta com patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, ONS e Estácio, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, além do apoio da Lecca, Invest e 27º congresso Mundial de Arquitetos – UIA 2021 e Copatrocínio First RH Group e Shift Gestão de Serviços.  

Atuante em projetos que contribuem para o desenvolvimento social e cultural do País, a Estácio promove o Programa de Responsabilidade Social Corporativa Educar para Transformar. O programa, que apoia iniciativas em cinco pilares – Esporte, Escola, Cidadania, Cultura, Inovação e Empreendedorismo – reflete o compromisso da Estácio de oferecer uma educação acessível e de qualidade e, assim, gerar um impacto positivo para a construção de uma sociedade mais justa. 

SERVIÇO 

Rolé Virtual Visita: Museu Nacional 

Data: 12 de Julho (domingo) 

Hora: 10 horas 

Como participar: um link de acesso ao Zoom será liberado às 09h50 nos perfis do projeto no Facebook e Instagram 

Gratuito – Não é necessário fazer inscrição 

Duração: aproximadamente 2 horas Site: www.rolecarioca.com.br 

Facebook: /RoleCarioca 

Instagram: @rolecarioca 

Live Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças será apresentada neste domingo, dia 12 de julho, às 16h

O premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’ apresenta a sua terceira livezinha: Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’, dia 12 de julho, às 16h. Com direção de Diego Morais e roteiro de Pedro Henrique Lopes, o programa vai reunir trechos pré-gravados do musical infantil homônimo e quadros inéditos para toda a família. A apresentação faz parte do projeto Diversão em Cena e vai ser exibida em suas redes sociais, Facebook (facebook.com/DiversaoEmCena), Instagram (@diversaoemcena) e Youtube (bit.ly/diversaoemcena).

‘Tropicalinha’ conta a história do Reino de Pindorama, governado por uma rainha autoritária (Martina Blink), que toma o poder e baixa decretos proibindo a música e as cores no lugar. Dois amigos, Cae (Pedro Henrique Lopes) e Gil (Orlando Caldeira), se unem para trazer sons e cores de volta ao reino, em alusão ao movimento tropicalista. Também estão no elenco, Flora Menezes (Pobo), Hamilton Dias (Lindoneia) e Rafael de Castro (Juca). O musical não é biográfico, mas é inspirado em momentos vividos por Caetano Veloso e Gilberto Gil na juventude. No repertório, estão músicas como “Tropicália”, “Força estranha”, “Alegria, alegria”, “Vamos fugir”, “Andar com fé”, “Divino Maravilhoso”, “Expresso 2222” e “Você é linda”.

A programação online inédita do Grandes Músicos para Pequenos já contou com duas lives em junho, que ainda podem ser assistidas: ‘Luiz e Nazinha – Luiz Nazinha para Crianças’ (https://www.youtube.com/watch?v=wq5srKtw-WI) e ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’ (https://www.youtube.com/watch?v=UK-JRF8MRoc). O carismático personagem Mêlo, do espetáculo ‘Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças’, interpretado por Pedro Henrique Lopes, é o cicerone das três apresentações. A ideia do projeto é despertar a curiosidade das crianças sobre os artistas e sua obra com atividades temáticas e informações sobre os músicos homenageados. Outras atividades estão disponíveis no canal do Youtube do Grandes Músicos para Pequenos (YouTube.com/grandesmusicosparapequenos).

“Agora, temos mais um canal de interação com as famílias que acompanham o projeto. Com os teatros fechados, é importante que se criem atividades virtuais atraentes que estimulem as crianças. Nosso objetivo é iniciar uma nova fase, com conteúdos audiovisuais elaborados para unir todas as gerações”, explica o diretor Diego Morais.

Contemplado na Categoria Especial no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2016 pela sua relevância ao teatro infantil, o projeto Grandes Músicos para Pequenos foi criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Assistido por quase 200 mil pessoas, seus espetáculos somam juntos 13 prêmios de teatro infantil, entre outras 42 indicações.

As exibições ao vivo são transmitidas pelas redes sociais, Facebook (facebook.com/DiversaoEmCena) e Instagram (@diversaoemcena), e Youtube (bit.ly/diversaoemcena) do “Diversão em Cena”, projeto que democratiza o acesso ao teatro infantil, criado e mantido pela ArcelorMittal.

Grandes Músicos Para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Foi premiado no CBTIJ 2015 (melhor Atriz), além de outras 5 indicações. Depois,vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ – Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações; Bituca – Milton Nascimento para Crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações; Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações; e Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças, em 2019, vencedor do Musical Rio 2019 como Melhor Espetáculo Infantil, tendo recebido outras 3 indicações.

Nilze Carvalho em live do Sesc RJ

A sambista Nilze Carvalho apresenta nesta quarta-feira (8/7), às 19h, uma live no canal do Sesc RJ no YouTube (@portalsescrio) em que cantará sucessos dos seus 40 anos de carreira. Intercalando violão, cavaquinho e bandolim, a artista apresenta clássicos autorais e de grandes compositores como “Banho de Manjericão” (Paulo Cesar Pinheiro/João Nogueira), “Barracão” (Luiz Antônio/Oldemar Magalhães), “Brasileirinho” (Waldir Azevedo), “Verde Amarelo Negro Anil” (Nilze Carvalho/Marceu Vieira) e “Roda Baiana” (Vitor Martins e Ivan Lins).

A artista está completando quatro décadas de carreira tendo apenas 51 anos de idade. Em 1974, aos 5 anos, foi flagrada pelo irmão mais velho empunhando o cavaquinho e tocando com desenvoltura.  Em 1981, aos 12 anos, veio o primeiro álbum, “Choro de Menina”, um sucesso absoluto que resultou em uma série de 4 LPs. De lá para cá, sua trajetória perpassa longas temporadas internacionais, 15 anos à frente do renomado grupo Sururu na Roda, indicações ao Grammy Latino, Prêmio da Música Brasileira e shows ao lado de grandes estrelas, como Dona Ivone Lara, Zeca Pagodinho, Mart’nália, Monarco, Hamilton de Holanda, Roberta Sá, Cristóvão Bastos, entre outros.

Arte em Cena – A apresentação abre o projeto Arte em Cena, do Sesc RJ, com programação musical às quartas-feiras, às 19h, e infantil aos sábados, às 15h. Entre as próximas atrações musicais estão nomes como Fernanda de Paula e os convidados Mariana Pereira, Pedro Corrêa, Luiza e Mariana Savattone; Daúde convida Lia de Itamaracá; Simone Mazzer com o projeto ANT + ART; e o Duo Bruna Souza e Bebel Nunes. Já a programação infantil será aberta dia 11 com os “Contos para contar histórias”, do grupo Ih, Contei!. Na sequência, o projeto traz contações de historias com Silvia Castro, Ana Luiza França e a Cia. Mimos Brasil.

SERVIÇO

Live de Nilze Carvalho – 40 anos de carreira

Dia 8/6 – 19h

YouTube do Sesc RJ (@portalsescrio)

PRÓXIMAS ATRAÇÕES CONFIRMADAS

MÚSICA – quartas-feiras, às 19h

15/7 – Fernanda de Paula e Mariana Pereira
22/7 – Daúde e Lia de Itamaracá

29/7 – Bruna Souza

5/8 – Fernanda de Paula e Pedro Corrêa
12/8 – Simone Mazzer ANT+ART

19/8 – Nilze Carvalho
26/8 – Fernanda de Paula, Luiza e Mariana Savattone

2/9 – Bruna Souza e Bebel Nunes

9/9 – Fernanda de Paula

INFANTIL – Sábados, às 15h

11/7 – Contos para contar histórias – Ih, Contei!

18/7 – Iauretê – Histórias de onça e outros bichos – Silvia Castro

25/7 – A menina que saiu da ilha e outras histórias – Ana Luiza França

1/8 – Histórias de Tanta Alegria – Ih, Contei!

8/8 – Histórias pra Boi Dormir – Contos do Mar – Cia. Mimos Brasil

15/8 – ‘Bicho! Que história!’ Histórias que os bichos contam – Ana Luiza França

Portela realiza live beneficente com bambas e torcedores ilustres da escola

Portelenses e amantes do samba em geral têm um encontro marcado para o próximo sábado, dia 04 de julho. A partir das 15 horas, a Azul e Branco de Madureira, Zona Norte do Rio de Janeiro, apresentará uma live beneficente na Portela TV, o canal oficial da escola no Youtube: youtube.com/portelatv.

Durante a transmissão ao vivo, Serginho Procópio, vocalista e cavaquinista da Velha Guarda da Portela, e Gilsinho, interprete oficial da escola, ambos filhos de ex-integrantes da Velha Guarda – Osmar do Cavaco e Jorge do Violão – interpretarão sambas clássicos da agremiação, a maior campeã do carnaval carioca. A live portelense terá também a participação do mestre de bateria Nilo Sérgio. Já a apresentação ficará a cargo de Lucinha Nobre, que há mais de três décadas desfila na Marquês de Sapucaí e é a 1ª Porta-Bandeira da agremiação desde 2018.

A transmissão terá a participação virtual de portelenses ilustres como Monarco, Tia Surica, Mauro Diniz e Marquinhos de Oswaldo Cruz, que darão seus depoimentos ao público direto de suas casas. O time se completa ainda com Teresa Cristina, Toninho Geraes, dentre outras surpresas.

A ação arrecadará doações para a campanha Águia Solidaria, que apoia moradores de comunidades carentes em Madureira e Oswaldo Cruz. Lançada em abril, a iniciativa já distribuiu mais de 1600 cestas básicas para moradores da região e mais de 800 refeições para pessoas em situação de rua.

As doações podem ser feitas através do link: http://bit.ly/portelapicpay

Ou via transferência bancária:

Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela

Banco Bradesco

Agência 3469

Conta Corrente 026838-0

CNPJ: 42.255.075/0001-63

Shopping Metropolitano Barra promove festa junina “drive in”

Se depender do Shopping Metropolitano Barra, o arraiá de 2020 está garantido. O estabelecimento vai promover nos dias 4 e 5 de julho o Drive Junino. Será uma festa típica de São João, com direito a barraquinhas de comidas e bebidas tradicionais, além de show de forró, com uma banda ao vivo. A diferença é que o público participará do evento de dentro do carro, por conta da exigência da OMS de evitar aglomerações a fim de conter a disseminação de Covid-19. O Drive Junino é gratuito e acontece das 17h às 21h, no estacionamento do Shopping Metropolitano Barra, e será realizado com toda a segurança.

Para comprar as delícias juninas, como salsichões, canjicas e quentão, os clientes vão contar com duas formas de atendimento: uma é o já consagrado sistema drive thru, no qual eles poderão comprar seus quitutes favoritos nas barraquinhas e sair com o carro. Já quem quiser aproveitar o evento, poderá solicitar o cardápio por Whatsapp e, com o auxílio de atendentes vestidas a caráter, receberão os pedidos dentro de seus veículos, enquanto curtem um bom show de forró, seguindo todo o protocolo de higiene e prevenção.

Aqueles que estiverem com saudades de ouvir um forrozinho poderão se dirigir para perto do palco montado no estacionamento Leste e parar o carro nos espaços delimitados. Para cumprir o distanciamento social, os veículos ficarão estacionados em vagas intercaladas. Nos dois dias de evento, a primeira atração, a partir das 17h30, será voltada para a criançada. A cantora e compositora Tia Gê, já conhecida pelo público infantil por conta do Mundinho Kids online, fará um show com músicas típicas, que vai agradar toda a família. No sábado, a partir das 18h30, será a vez do “Sotaque do Nordeste” subir o palco e comandar a festa.  E, no domingo, a animação fica por conta do grupo “Maria Filó”, também às 18h30.


Ti Gê será atração infantil do Drive Junino

“O arraial do Shopping Metropolitano já é bem tradicional e esperado pelos clientes. Por isso não queríamos deixar passar em branco e decidimos adaptar a ideia do drive in para este momento. Estamos contentes de conseguir reproduzir aqui no shopping um pouco do clima junino,  atendendo a todos os cuidados que as autoridades sanitárias recomendam”, afirma Eliza Santos, gerente de marketing do Shopping Metropolitano Barra.

 SERVIÇO:

Drive Junino – Shopping Metropolitano Barra

Dias 4 e 5 de julho

Horário: das 17h às 21h

Local: Estacionamento Leste Shopping Metropolitano Barra

Evento gratuito

Instagram do Shopping Metropolitano Barra: @shoppingmetropolitanobarra

Mais informações: https://www.shoppingmetropolitanobarra.com.br/

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

O Shopping Metropolitano Barra foi inaugurado em 2013 numa das áreas que mais cresce no Rio de Janeiro: o Centro Metropolitano. Com amplo estacionamento e cerca de 200 lojas, o shopping é o espaço ideal para passear com a família, encontrar os amigos e ter acesso a ótimas marcas e restaurantes voltados a um público diversificado. Com arquitetura inovadora, o projeto recebeu ainda dois prêmios ouro – um do International Council of Shopping Center (ICSC) e outro da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

Pensando sempre na comodidade de seus clientes, o Shopping Metropolitano Barra foi o primeiro do Rio a lançar uma plataforma exclusiva de e-commerce, o ON Stores (https://loja.shoppingmetropolitanobarra.com.br/). Pioneiro na indústria brasileira de shoppings, o marketplace foi lançado pela CCP, administradora do shopping, para ampliar a conveniência dos clientes e agregar oportunidades de negócios aos lojistas. A inovação foi também premiada pela Abrasce.

Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura cria programação cultural para adultos e crianças -on-line gratuitos no mês de julho

O Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura, localizado no bairro da Vila Madalena ao lado do Beco do Batman é um espaço  que busca conectar pessoas interessadas em arte e cultura popular.
Inaugurado em Janeiro 2020 (Antes da pandemia do Covid-19), o Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura é também o Teatro Sede do Grupo Trapo (Cia. De Teatro com 20 anos de trabalho e resistência na cidade de São Paulo fundado e dirigido por Muriel Vitória).  Devido à pandemia do COVID- 19 o atendimento presencial está suspenso, porém o Espaço e seus profissionais se reinventaram e está movimentando uma programação on-line em suas redes sociais com a colaboração de vários artistas da cena cultural paulistana e atrações para todos os públicos e idades. A programação também conta com diversos cursos artísticos também online de teatro, dança e canto para todas as idades.

Sobre o Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura
Grupo Trapo que completa 20 anos de trabalhos ininterruptos, inaugura em Janeiro o seu teatro-sede: NOSSO CANTO ESPAÇO DE ARTE E CULTURA situado na Vila Madalena ao lado do Beco do Batman. O Espaço busca promover o diálogo com diversas expressões artísticas como: o teatro, a dança, a música, a fotografia, vídeo-arte, a poesia a performance. Além de fomentar uma programação mensal com preços acessíveis e atividades diárias de Iniciação Teatral, Dança, Canto Popular e Workshops para todos os tipos de públicos.
www.facebook.com/nossocantoteatrowww.instagram.com/nossocantoteatro

Ficha Técnica

Supervisão Geral e Direção: Muriel Vitória
Curadoria de Programação Nosso Canto: Priscilla Rosa, Marília Pacheco, Diego Britto e Natália Codo
Setor de Comunicação Nosso Canto: Mariana Figueiredo , Rodrigo Marcoz, Victor Menezes, Márcio Lima e Layana Cattoni

Serviço

NOSSO CANTO ESPAÇO DE ARTE E CULTURA
Programação de julho

INSTAGRAM @nossocantoteatro
FACEBOOK @nossocantoteatro

Rua Medeiros de Albuquerque 357, Jardim das Bandeiras-  São Paulo – Ao lado do Beco do Batman.

Contribuição Consciente:
https://pagseguro.uol.com.br/checkout/nc/nl/donation/sender-identification.jhtml?t=8d2065310a54ab7b39d0d181d3bf668e428e8a8053fbd9525c6da0c67d69d0c5&e=true#rmcl

Peça on-line “Ata-me as mãos aos pés da cela” estreia dia 4 de julho

Para comemorar 7 anos, a Cia Banquete Cultural apresenta nos dias 04, 11, 18 e 25 de julho, das 19h às 20h10, pelo seu canal no YouTube, seu primeiro espetáculo on-line em tempo real: a leitura dramatizada de Ata-me as mãos aos pés da cela. Com autoria e direção de Jean Mendonça, o espetáculo inédito, tem no elenco Rose Abdallah, Beth Grandi e Elton Lellis, supervisão de Silvana Stein, produção e fotografia de Marcia Otto e direção de arte de Alexandra Arakawa.
 
De acordo com o autor e diretor da peça, Jean Mendonça,  Ata-me as mãos aos pés da cela é um experimento teatral online do mito de Medeia, encenado em tempo real. Tudo se passa através de imagens e sons captados pelos notebooks e celulares das duas protagonistas e do ator. O espetáculo é livremente inspirado nas “Medeias” de Eurípedes e Heiner Müller, no romance “As leis da gravidade” de Jean Teulé, e nos poemas, ensaios, escritos e entrevistas de Adélia Prado e Simone de Beauvoir.

Sinopse 

No tempo-futuro do presente, Medeia adverte sobre sua real identidade e justifica suas ações do passado. No tempo-presente, há uma pandemia lá fora. Medeia realiza uma vídeo-chamada para Delegada. Entre delírios e lembranças, está prestes a fazer uma confissão. A Delegada, mais preocupada com o que se passa em sua delegacia, esforça-se para compreender os relatos de Medeia.

Para assistir a leitura dramatizada, acesse o canal da Cia Banquete Cultural, no YouTube, todos os sábados de julho, a partir das 19h. Nesta temporada online, será exibida a gravação da leitura dramatizada, vídeos e áudios do espetáculo, feitos em tempo real com elenco e técnicos, cada um em seu espaço físico, distante um do outro, conectados apenas virtualmente. Para acessar o canal, clique aqui.

Serviço

Ata-me as mãos aos pés da cela – Um experimento teatral online

Estreia online: 04 de julho de 2020 – 19h

Apresentação: 04, 11, 18 e 25 de julho, sábados, das 19h às 20h10 (fuso de Brasília)

Local: Youtube – canal da Cia Banquete Cultural (l ink)


Ficha Técnica

Elenco: Beth Grandi, Elton Lellis e Rose Abdallah

Dramaturgia e Direção: Jean Mendonça

Supervisão cênica: Silvana Stein

Direção de arte: Alexandra Arakawa

Trilha sonora original: Betto Marque e Paula Pardón

Produção executiva e fotográfica: Marcia Otto

Assessoria de Imprensa: Sevilha Comunicação

Produção e Realização: Cia Banquete Cultural