Zé Renato no Teatro Rival Refit

A notícia é boa e fica ainda melhor quando a gente fica sabendo que o convidado para essa reabertura, no próximo dia 26, é Zé Renato, que vai apresentar um show intimista ao lado apenas do filho, o guitarrista João Moschkovich. E, claro, o Teatro Rival Refit vai seguir todos os protocolos de segurança, com apenas 40% da lotação da casa, uso obrigatório de máscara, distanciamento entre as mesas, dispensers de álcool em gel espalhados pela casa e aferição de temperatura na entrada. Além do mais, o teatro montou um posto de arrecadação de alimentos não perecíveis em parceria com a campanha Salve Produção. Assim, quem for se divertir também pode ajudar aos profissionais do setor de entretenimento. Afinal, a resistência cultural é coletiva.

O show traz em seu roteiro novas parcerias com Joyce, Lula Queiroga e Thiago Amud, além do soneto de Sidney Miller, musicado recentemente, com o título de “Ilusão”. Não poderiam ficar de fora canções dos discos mais recentes, debruçados sobre os repertórios de Paulinho da Viola e Orlando Silva, e também do show dedicado a Zé Ketti, que completaria 100 anos em 2021 e a quem Zé Renato dedicou um álbum há 25 anos. A presença do filho no espetáculo vai servir, com certeza, a jogar ainda mais luz em novas versões para sucessos do Boca Livre e da carreira solo de Zé Renato.

PROTOCOLOS DE SEGURANÇA
O Teatro Rival Refit vai abrir para lotação reduzida, 40% de sua capacidade total, a fim de que seja obedecido o distanciamento mínimo obrigatório.
A casa começa a receber o público às 18h30, com som ambiente, ar condicionado e serviço de bar, seguindo, claro, todos os protocolos sanitários para proteger público, artistas e funcionários.
Vale lembrar que, antes de cada show, a casa passa por processos de higienização e sanitização, feitos por empresa especializada. E nossa equipe está treinada para seguir todos os protocolos de segurança indicados pelas autoridades competentes.
Na entrada, todos terão temperatura aferida, e haverá dispensers de álcool 70° em gel distribuídos pelas dependências do teatro.
O uso de máscara é obrigatório para entrar e circular pela casa. Clientes só podem retirar a máscara para o consumo de bebida e comida, sentados em seus devidos lugares.
Cuidar da própria saúde e da saúde dos outros é também uma forma de resistência.
Contamos com a compreensão e a colaboração de todos. Desde já, agradecemos de coração.
 
CAMPANHA SALVE PRODUÇÃO
O Teatro Rival Refit se uniu à campanha Salve Produção para ajudar os profissionais do setor de entretenimento, extremamente afetados pela pandemia e pela parada dos eventos artísticos.
Então, estamos recebendo doações de alimentos não perecíveis para distribuir cestas básicas a esses profissionais da cadeia cultural.
Seria muito bom poder contar com a colaboração de você, cliente amigo, para levar sua contribuição quando for assistir, presencialmente, a qualquer show no Teatro Rival Refit.
A arte agradece.

Serviço: Zé Renato – Participação do guitarrista João Moschkovich.                                           

Local: Teatro Rival Refit                                                      

Dia – 26 de junho – Sábado,  às 19h30  – Abertura da casa: Uma hora antes do show.

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. 

Ingressos: Entre R$47,50 (meia-entrada) a R$ 95 (inteira)

Venda antecipada pela Sympla – https://bileto.sympla.com.br/event/67860/d/99981 

Censura: 18 anos. https://www.teatrorival.com.br/

Informações: (21) 2240-9796

Capacidade: 140 lugares (40% do total da casa, conforme decreto municipal)

Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

Meia-entrada

Estudante; Idoso, Professor da Rede Municipal; Assinante O Globo e funcionário Refit.

“Transe! estreia dia 17 de junho

Quem é você? Você sabe? Ninguém consegue viver em sociedade sem representar. A criação de personas se faz necessária para que o indivíduo se adapte ao mundo e consiga manter relacionamentos saudáveis. O problema é quando sua essência começa a se perder no caminho e você já não sabe mais quem é o seu “verdadeiro eu”. Com roteiro de Pedro Henrique Lopes e direção de Diego Morais, o experimento cênico “Transe”, que estreia dia 17 de junho, põe em cena esses conflitos de personalidade a partir da história de um garoto que cria um personagem de si mesmo ao entrar na prostituição. O roteiro é baseado em relatos reais de garotos de programa e suas experiências na criação de múltiplos personagens para exercer a profissão. É possível sair ileso quando você deixa de ser você?

Disponível para ser assistido no horário em que o espectador preferir, entre 17 de junho e 18 de julho de 2021, “Transe” tem ingressos gratuitos com retirada pelo Sympla (https://www.sympla.com.br/transe__1226473). O projeto tem patrocínio do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

“Transe” é um drama que acompanha o embate entre João (Pedro Henrique Lopes), um jovem inseguro com sua aparência e receoso de seus desejos libertinos, e Nicolas (Oscar Fabião), um “michê” extravagante e cheio de luxúria. Junto com o dinheiro rápido da prostituição começam a vir os remédios psiquiátricos para reverter os danos da vida de excessos de Nicolas. As crises, as vozes, as alucinações e o fato de não se reconhecer afetam o modo de pensar, sentir e agir de João. Numa espécie de transe, eles mergulham um no outro para tentar encontrar sua verdadeira essência. A partir da história, a obra discute tabus que envolvem a sexualidade humana e a saúde mental.

“Quis criar uma trama de embate entre duas personalidades, sem cair no óbvio do conflito maniqueísta entre o anjinho e o diabinho. Colocamos em oposição momentos diferentes da carreira do protagonista, como o começo cheio de pudores, quando ele tinha medo de dar vazão aos desejos, até uma fase mais libertina e liberta. E questionamos o quanto as nossas inseguranças nos impedem de viver como queremos”, analisa o autor e ator Pedro Henrique Lopes”. “O Nicolas é um jovem sem pudores, instintivo, que se joga e não tem medo de consequências. O maior desafio foi ter que me despir das censuras e dos pudores porque o personagem não tem essa trava. Ele não deixa de fazer algo por receio do que os outros vão pensar, o que acaba acontecendo a todos nós em algum momento”, acrescenta o ator Oscar Fabião.

O curta-metragem foi filmado em uma única locação: um apartamento em Santa Teresa. Com os desafios impostos pela pandemia e a consequente pesquisa sobre novas linguagens artísticas, “Transe” se propõe a investigar as possibilidades da união entre o teatro e a tela, na utilização de diferentes enquadramentos, projeções e o jogo cênico entre dois atores.

“O Transe foi um projeto idealizado para o teatro. Quando a gente se deparou com a necessidade de explorar a linguagem do audiovisual, buscamos as interseções possíveis entre as duas artes. A ideia era contar a história através da câmera, mas sem perder a atmosfera de teatralidade e, para isso, a gente usou alguns recursos do palco, como jogos de luz, imagens projetadas sobre o corpo dos atores e movimentos específicos. A câmera acompanha todos como se fosse uma terceira personalidade, alguém de fora invadindo o apartamento do Nicolas. É um filme, mas não se aproxima do cinema no aspecto realista”, descreve o diretor Diego Morais.

Sobre Diego Morais

Nascido no Recife e radicado no Rio de Janeiro, o diretor Diego Morais tem uma carreira premiada no teatro e na televisão. No teatro, dirigiu “Vamp, O Musical” (2017 – indicado como Melhor Diretor de Teatro Musical no Botequim Cultural 2017), “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” (2013), “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças” (2016, indicado como Melhor Diretor no Prêmio CBTIJ 2016 e no Botequim Cultural 2016), “Bituca – Milton Nascimento para Crianças” (2017 – premiado como Melhor Diretor no Botequim Cultural 2017), “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças (2018 – premiado como Melhor Diretor no Botequim Cultural 2018), “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” (2009), “Mojo Mickybo” (2009) e “O Meu Sangue Ferve Por Você” (2009 e 2020). É diretor de dramaturgia na TV Globo, onde dirigiu as novelas “Verão 90” (2019) e “Eta Mundo Bom!” (2016), e o programa de variedades “Simples Assim” (2020). Também integrou a equipe do filme “Os Normais 2”, dos seriados “Toma lá, Dá cá”, “A Vida Alheia” e “SOS Emergência” e das novelas “Malhação”, “Aquele Beijo”, “Guerra dos Sexos” e “Alto Astral”.

Sobre Pedro Henrique Lopes

Mestre em Comportamento do Consumidor pela FGV, Especialista em Narrativas Audiovisuais pela PUC Rio e bacharel em Artes Cênicas pela UNIRIO e em Turismo com ênfase em Gestão do Entretenimento pela UFF, Pedro tem se dedicado à carreira artística desde os 14 anos. Autor, ator e diretor de produção do musical “O Meu Sangue Ferve Por Você” (2009 a 2020) e do projeto “Grandes Músicos para Pequenos” que conta com sete espetáculos premiados e foi assistido por mais de 200 mil pessoas. É autor dos espetáculos infantis “Detetives do Prédio Azul – O Mistério do Teatro” (2019), da sequência de livros “Gêmeos?!” (2020), e assina a adaptação da versão brasileira do espetáculo irlandês “Mojo Mickybo” (2019).

Integrou o elenco dos musicais brasileiros “Chacrinha – O Musical” (2014) como Aberlado Barbosa (jovem) e Benito de Paula, “Vamp – O Musical” (2017) como Gerald Lamas, “Esta é a Nossa Canção” (2009), “Baby” (2011) e, ainda, da versão americana de “Guys and Dolls” (2006). Foi performer da Disney no Brasil (2008) e nos EUA (2005 e 2006). Protagonizou os espetáculos infantis “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” (2013), “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças” (2016) e “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças” (2018). Na TV Globo, viveu Wanderlei em “Aquele Beijo” (2011), Padre Francisco em “Eta Mundo Bom!” (2016) e Ari em “Verão 90” (2019).

Sobre Oscar Fabião

Formado pela Faculdade da Casa das Artes de Laranjeiras, Oscar Fabião protagonizou o espetáculo teatral “Pop Kamikaze”, de Marcos Nauer, integrou o elenco de “O Teatro da Grande Marionete”, com a Artesanal Cia de Teatro, foi Louis em “Angels in America” sob direção de Hermes Frederico e Luca em “Sangue”, de Lars Norén, direção de Marcus Alvisi. Faz parte do projeto “Homens na Dança”, do Centro de Artes Nós da Dança e teve aulas de canto com Carol Futuro, Ester Elias, Ronnie Kneblewski, Alessandra Hartkopf e Kiko do Vale. No Teatro Musical, fez parte do elenco de “Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz – O Musical” e “Godspell”, com direção de João Fonseca, “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”, direção Miguel Falabella, “Vamp – O Musical”, com direção de Jorge Fernando e Diego Morais, “MPB- Musical Popular Brasileiro”, com direção de Jarbas Homem de Mello e “Merlin e Arthur – Um Sonho de Liberdade”, com direção de Guilherme Leme Garcia. Na televisão, participou de “Malhação”, “Clandestinos – O Sonho Começou”, “Caminho das Índias” e “Verão 90”. Atuou em dois curtas metragens, tendo sido indicado a melhor ator no Boston International Film Festival. É integrante do “Coletivo Impermanente” e esteve em cartaz em 2020 com o espetáculo virtual “(in) Confessáveis” sob direção de Marcelo Várzea.

Ficha Técnica:

Roteiro: Pedro Henrique Lopes

Direção: Diego Morais

Elenco: Oscar Fabião e Pedro Henrique Lopes

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção executiva: Oscar Fabião

Direção de Produção: Entre Entretenimento (Pedro Henrique Lopes e Diego Morais)

Serviço:

Transe

Temporada: de 17 de junho a 18 de julho

Dias e horários: Disponível 24h por dia

Ingressos: gratuitos, com retirada pelo Sympla

(https://www.sympla.com.br/transe__1226473)

Tempo de duração: 30 minutos

Classificação etária: 18 anos

Websérie “Rádio Acordar o Tempo”

A websérie musical Rádio Acordar o Tempo, estrelada pela atriz e cantora Luísa Vianna, estreia dia 12 de junho no canal do Sesc Rio no Youtubee segue disponível gratuitamente até o dia 12 de setembroCom criação, direção e roteiro dos poetas cariocas Caio Riscado e Maria Isabel Iorio, a websérie de cinco episódios acompanha as transmissões do programa Rádio Acordar o Tempo, conduzido pela carismática personagem Ernúbia, da sala de sua casa, onde está isolada desde o início da pandemia.

Criado inicialmente para o teatro, o texto ganhou novo formato e foi adaptado especialmente para o Sesc de modo a alcançar seu público em meio à crise sanitária do Covid-19. Trata-se de um lembrete de esperança, conduzido com delicadeza, humor e emoção: “Nossa intenção é prestar uma homenagem às nossas avós, bisavós, mães e madrinhas, parte expressiva e querida do público de teatro que se viu afastada das plateias nos últimos tempos”, afirma Caio. “Ao mesmo tempo”, completa, “Rádio Acordar o Tempo se vale de uma plataforma on-line e converte sua personagem da terceira idade em uma Youtuber, pronta para se comunicar com todas as gerações”.

Ernúbia fala de amor e solidão, interpretando canções da Era de Ouro do rádio brasileiro, como Linda Flor e Que será, de Dalva de Oliveira, e Meu Mundo Caiu, de Maysa.

“A personagem é uma alegoria, um encontro de idades num corpo vivo, querendo continuar. Uma afirmação de que, a qualquer tempo, é hora de estar viva, perto do que nos emociona. A personagem reúne seus pensamentos para dividir suas tardes com seus ouvintes, falando das coisas menos importantes, das coisas que valem ser divididas. É a festa da memória. Sem nostalgia. O tempo é acordado para ser feito agora. Na coragem de tentar estar junto mesmo quando se vive sozinha. Ernúbia faz da sua vida um teatro, dedicado a um público que sonha”, afirma Maria Isabel.

Sinopse:

Ernúbia não pode sair de casa devido a uma crise mundial. Para fugir da tristeza, ela inventa seu próprio programa de rádio transmitido da sala de sua casa. Com isso, ela divide com seus ouvintes seus pensamentos sobre a vida e suas canções favoritas, da Era de Ouro do rádio brasileiro. Ela compartilha um pedacinho do seu coração em cada um dos cinco episódios da websérie original Rádio Acordar o Tempo. Assim, Ernúbia reencontra o mundo a partir da interação com interfaces tecnológicas e, para sua surpresa, se descobre cheia de vida em uma sociedade doente.

 Serviço:

Rádio Acordar o Tempo

Quando: 12 de junho a 12 de setembro

Onde: https://www.youtube.com/portalsescrio

Sesc RJ – YouTubeCom 21 unidades no estado, somos referência nas áreas de Cultura, Educação Social, Saúde, Esporte, Lazer e Turismo. Nossa missão é promover atividades que contribuam para a qualidade de …www.youtube.com

Horário: 24 horas

Faixa etária: 12 anos

Valor: gratuito

Ficha Técnica:

Elenco: Luísa Vianna

Idealização, direção e roteiro: Caio Riscado e Maria Isabel Iorio

Direção de fotografia: André Hawk

Direção musical e arranjos originais: Guilherme Borges 

Direção de arte, cenário e figurino: Julia Deccache

Still, Backstage, Gifs e Ensaio Fotográfico: Bléia Campos

Voz em off e canções: Luísa Vianna

 Edição de som e mixagem: Mari Blue

Edição e montagem: Carinna Arantes 

Finalização e correção de cor: Tuany Rocha

Técnica de Som: Yasmin Lima

Direção de produção: Luísa Vianna

Produção de set: Maíra Garrido 

CAIO RISCADO – diretor, idealizador e roteirista

É professor substituto do curso de Direção Teatral da UFRJ, pós-doutorando em Artes da Cena pelo PPGAC da UFRJ, artista pesquisador, diretor e performer. É membro fundador de MIÚDA, núcleo de pesquisa continuada em artes, e autor das publicações: UMA BICHA (Pipoca Press, 2018) e Com as costas cheias de futuro (Urutau, 2020).

MARIA ISABEL IORIO – diretora, idealizadora e roteirista

Vive e trabalha no Rio de Janeiro. É poeta e artista visual. Publicou “Em que pensaria quando estivesse fugindo” (Urutau, 2016) e “AOS OUTROS SÓ ATIRO O MEU CORPO” (Urutau, 2019). Participa com poemas na antologia “As 29 poetas hoje” (Companhia das Letras, 2021), entre outras.

LUÍSA VIANNA – atriz

É atriz, cantora, produtora e jornalista formada pela UFF. Seu último trabalho no teatro foi O Pescador e a Estrela, no CCBB –RJ, com direção de Karen Acioly. Em 2019, produziu e atuou em sua primeira peça independente, Fonte Ovejuna, com sua companhia Fricta Cia. Esteve no elenco de “Bibi – Um Vida em Musical”, direção Tadeu Aguiar.

João Bosco em live dia 12

Dia dos Namorados vai ser pra lá de romântico! Isso porque o cantor e compositor João Bosco – que está há muito tempo afastado dos palcos por causa da pandemia – vai fazer um show especial no Teatro Rival Refit, com transmissão pelo canal do teatro no YouTube, aberta para todo mundo, justamente no dia 12 de junho.

João Bosco escolheu para sua volta aos palcos a casa que há décadas faz parte de sua história. E selecionou um repertório repleto de sucessos românticos para cantar num formato intimista, acompanhado apenas por seu violão acústico. Vai ser lindo! E solidário também! Artista e teatro se unem em prol da campanha Salve Produção, e toda a doação arrecadada irá para os profissionais que produzem cultura para todos. 

SERVIÇO : 12/06, sábado, às 19h30

DOAÇÃO:

Doação amiga a partir – R$17,50 ( DEZESSETE REAIS  

E CINQUENTA CENTAVOS )

Teatro Rival Refit 

https://www.youtube.com/channel/UCJhwBwkonCUAsd4MYNrbwQQ

LINK: https://www.sympla.com.br/joao-bosco—transmissao-ao-vivo—teatro-rival-refit-abrindo-portas-apresenta__1212318

“Veneza” dia 17 de junho nos cinemas

Miguel Falabella está de volta com Veneza, seu novo projeto como diretor, que será lançado em 17 de junho nos cinemas, com distribuição da Imagem Filmes para todo o Brasil. O longa conta a história de Gringa, interpretada pela espanhola Carmen Maura, uma cafetina cega e obcecada pela ideia de conhecer a famosa “cidade flutuante” e reencontrar nas terras e águas italianas a grande paixão de sua vida. Ao mesmo tempo em que lidam com seus desejos e frustrações, as prostitutas do bordel buscam alguma forma de realizar o último pedido daquela que as acolheu quando mais precisaram.

Dira Paes, Eduardo Moscovis, Carol Castro, André Mattos, Caio Manhente e Danielle Winits compõem o elenco do longa-metragem, baseado na premiada peça teatral homônima do autor argentino Jorge Accame, adaptada pelo próprio Miguel para os palcos brasileiros no início dos anos 2000. Em tom de realismo fantástico, o longa propõe reflexões sobre o significado de família e faz uma ode às mulheres latino-americanas, apresentando também participações da argentina Georgina Barbarossa, da uruguaia Camila Vives e da colombiana Carolina Virgüez.

Produzido por Júlio Uchoa (Ananã Produções), coproduzido pela Globo Filmes e FM Produções e filmado em Montevidéu, no Uruguai, e em Veneza, na Itália, Veneza foi premiado com os Kikitos de melhor direção de arte (Tulé Peake) e melhor atriz coadjuvante (Carol Castro) no Festival de Gramado e recebeu quatro troféus no Los Angeles Brazilian Film Festival – melhor direção de fotografia (Gustavo Hadba), melhor ator (Eduardo Moscovis), melhor ator coadjuvante (André Mattos) e melhor atriz coadjuvante (Carol Castro), além de melhor roteiro (Miguel Falabella) no Brazilian Film Festival of Miami.

Assista ao Spot

Sinopse:
Reencontrar o único homem que amou é o sonho de Gringa (Carmen Maura), dona de um bordel no interior do Brasil. Mesmo cega e muito doente, ela insiste em realizar seu último desejo: ir até Veneza para pedir perdão ao antigo amante, que abandonou décadas atrás. Para levá-la à cidade italiana, Tonho (Eduardo Moscovis), Rita (Dira Paes), Madalena (Carol Castro) e as outras moças que trabalham para Gringa idealizam um fantástico plano.

Elenco/Personagens:
Carmen Maura – Gringa
Dira Paes – Rita
Eduardo Moscovis – Tonho
Carol Castro – Madalena
Caio Manhente – Julio
Georgina Barbarossa – Madame
André Mattos – Mestre
Danielle Winits – Jerusa
Camila Vives – Gringa Jovem
Magno Bandarz – Giacomo
Carolina Virgüez – Dora
Laura Lobo – Mocinha
Maria Eduarda de Carvalho – Janete
Roney Villela – Pai de Julio
Yuri Ribeiro – Ventoinha
Giovanni Venturini – Pequerrucho
Pia Manfroni – Paulina
Bruno Bonelli – Feio
Yamandú Barrios – Jaime
Paula Fernández – Rubia
Alessandra Verney – Cantora Cabaré

Ficha Técnica:
Baseado na peça teatral “Venecia”, de Jorge Accame
Direção e Roteiro: Miguel Falabella
Produção e Produção Executiva: Julio Uchôa
Fotografia: Gustavo Hadba
Direção de Arte: Tulé Peak
Figurino: Bia Salgado
Maquiagem: Martín Macias Trujillo
Elenco: Cibele Santa Cruz
Diretor Assistente: Hsu Chien Hsin
Montagem: Diana Vasconcellos
Música: Josimar Carneiro
Supervisão de Efeitos: Luiz Adriano
Som: Fabian Oliver, Álvaro Rivero
Supervisão de Som: Juliana Lopes
Mixagem: André Tadeu, Carlos Paes
Direção de Produção: Irina Neves
Coordenação Executiva: Vera Melo
Coprodução: Cris D’Amato, Fernando Muniz
Produção Associada: Daniel Filho, Diego Robino, Santiago López
Distribuição: Imagem Filmes
Produção: Ananã Produções
Coprodução: Globo Filmes, FM Produções
Produção Associada: Oriental Features

ANANÃ PRODUÇÕES
Ananã Produções é uma produtora carioca, fundada em 1996 por Júlio Uchôa, que tem entre os principais filmes de seu catálogo os seguintes títulos: “Sem Controle” (2007); “Show de Bola” (2008), coprodução Alemanha-Brasil; “Chico Xavier” (2010), produção executiva; “S.O.S. Mulheres ao Mar” (2014); “S.O.S. Mulheres ao Mar 2” (2015); “Eu Fico Loko” (2017); “Soundtrack” (2017) e “Ricos de Amor” (2020). A Ananã ainda participou das filmagens no Brasil para o longa metragem americano “Capitão América: Guerra Civil” (2016). Além dos filmes para cinema, a Ananã produziu diversos outros trabalhos como documentários, peças publicitárias, programas de TV e eventos.

GLOBO FILMES 
Criada em 1998, a Globo Filmes atua como coprodutora de conteúdo multiplataforma com o propósito de fortalecer a indústria audiovisual nacional. Participou de mais de 300 filmes, levando ao público o que há de melhor do cinema brasileiro. Comédias, romances, documentários, infantis, dramas, aventuras: a aposta é na diversidade de obras que valorizem a cultura brasileira. 

Fazem parte de sua filmografia recordistas de bilheteria, como ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores –, sucessos de crítica como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’ e ‘Carandiru’, até longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. 

FM PRODUÇÕES
Fundada em 2011, pelo Produtor Fernando Muniz, a FM vem participando de projetos audiovisuais brasileiros de excelência, bem como desenvolvendo parcerias internacionais. A FM ganha destaque internacionalmente ao coproduzir o documentário “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, vencedor do Olho de Ouro, prêmio de melhor documentário no Festival de Cannes, em 2016. Em 2017 lança no Brasil e nos EUA o filme “Soundtrack”, com Selton Mello, Seu Jorge e Ralph Ineson. Em 2018 é produtor associado de “O Grande Circo Místico”, dirigido por Cacá Diegues. O filme esteve no Festival de Cannes e representou o Brasil para disputar uma vaga ao Oscar. Em 2019 lança a coprodução Brasil-Uruguai “Meu Mundial”. Em 2020 vai lançar sua coprodução “Veneza”, dirigida por Miguel Falabella e “Human Persons”, uma coprodução entre Brasil, Espanha, Colômbia e Panamá. Em 2020 sua coprodução “Luz nos Trópicos”, dirigida por Paula Gaitán esteve no Festival de Berlin. Também em 2020 abre uma sede em Madrid com foco em vendas, distribuição e coproduções internacionais.

IMAGEM FILMES
Fundada em 1998, a Imagem Filmes é uma empresa nacional que atua no mercado de entretenimento do país como distribuidora de filmes independentes. Comprometida com a qualidade e variedade de produções, a empresa trabalha nos segmentos de cinema, vídeo e televisão, e é responsável pelo lançamento de grandes produções nacionais, onde destacam-se: ‘Sai de Baixo – O Filme’, ’10 Segundos para Vencer’, ‘É Fada!’, ‘O Nome da Morte’ e ‘Crô Em Família’. Além das produções internacionais, Fúria em Alto Mar e Paddington 2, bem como o premiado ‘VICE’ e os recentes ‘Rambo: Até o Fim’ e ‘Maria e João – O Conto das Bruxas’.

Veneza contou com investimento do BB DTVM, patrocínio do Banco Daycoval e apoio da Air Europa.

Mês de Maio no Ettore Cucina Italiana

Em maio, o Ettore Cucina Italiana, na Barra, traz para o cardápio duas delícias das alegres festas da grande família do chef Ettore Siniscalchi, oriunda de Benevento, na Itália. A primeira é o “Fusilli per la Mamma”, receita de família que, além de marcar as comemorações familiares, também encantava os elegantes clientes da Cantina Castelões, antigo restaurante dos avós, em São Paulo. A outra novidade é a Sacrapantina com Morango, sobremesa que reinava nas comemorações especiais. Tudo feito em casa. As lembranças vêm das férias escolares de Ettore, quando tios, primos e avós se reuniam num belo casarão no Brás, reduto de imigrantes italianos na época.

Elaborado com massa artesanal, o “Fusilli per la Mamma” é inspirado em uma das receitas mais leves e saborosas que a avó de Ettore preparava para a família. A iguaria era servida pela “nonna” com um molho de alcaparras, tomate em cubos, cebola em gomos, cebolinha e pimenta dedo-de-moça, tudo isso finalizado com uma porção de ricota defumada por cima. Com uma proposta simples e certeira, o molho da “nonna” é sucesso até hoje no cardápio do antigo restaurante da família em São Paulo, a Cantina Castelões. Este ano, o chef Ettore decidiu compartilhar o segredo. “No mês de maio, os clientes que visitarem o restaurante ou pedirem o ‘Fusilli per la Mamma’ por delivery receberão uma cópia da receita, que também será divulgada nas nossas redes sociais”, explica ele. 

Outra novidade do Mês das Mães é a torta Sacrapantina, sobremesa da família que percorreu gerações até chegar ao Ettore, na Barra. A preparação era por si só uma festa e podia durar uma tarde inteira. A “nonna” reunia as mulheres e crianças na cozinha para fazer o pão de ló, que depois era cortado em camadas e intercalado com creme Pâtissière. Na hora de servir, a torta era coberta com o farelo do próprio pão de ló, que deixava a sobremesa com uma textura levemente crocante e uma aparência bem rústica. De lá para cá, Ettore já visitou e revisitou a receita da Sacrapantina algumas vezes, até encontrar um ingrediente ideal para dar a sua cara à tradicional receita familiar: morangos. Hoje, a “Sacrapantina com Morangos” é preparada com pão de ló, intercalado com recheio de creme patisserie com morangos, cobertura de morangos e farelo de pão de ló. No mês de maio, a torta estará disponível sob encomenda, em dois tamanhos (médio e grande).

SOBRE O ETTORE

O Ettore Cucina Italiana traz em seu DNA o amor à culinária de uma tradicional família napolitana. Os Sinischalchi assinaram ícones da gastronomia em São Paulo – como a Confeitaria Guarany e a Cantina Castelões – e no Rio ­– como a Cantina Sorrento, antigo ponto de encontro de artistas e intelectuais no Leme, e o famoso Tarantella, na Barra. Aberto em 1981, o Ettore nasceu com a responsabilidade de honrar o nome da família. Primeiro era apenas um pequeno pastifício, no Condado de Cascais, na Barra da Tijuca, destinado a vender a autêntica massa artesanal italiana. Em pouco tempo, a lojinha ganhou uma mesa para servir massas prontas aos clientes mais chegados. Daí para virar um restaurante foi um pulo. A loja ao lado acabou incorporada ao pastifício, ganhando ares de cantina italiana – ambientação que se mantém até hoje. Em 2014, o restaurante inaugurou uma segunda unidade, no Cidade Jardim.

Uma refeição no Ettore é uma viagem no tempo, onde se experimentam sabores e atributos cada vez mais difíceis de encontrar. A qualidade da comida, a generosidade das porções, a variedade do cardápio e o atendimento são pontos de honra. A renovação constante também faz parte do menu. Hoje, cerca de 20% do cardápio do Ettore são de pratos vegetarianos, e há também espaguete sem glúten. Identificado com o renomado selo “Ospitalità Italiana”, certificação de qualidade e reconhecimento dos melhores restaurantes italianos no mundo, o Ettore distingue-se também pela constante presença do dono e chef na casa, Ettore Siniscalchi, e pelo serviço dos garçons, alguns em atividade no local desde a inauguração, e amigos de longa data dos clientes.

SERVIÇO

Ettore Barra
End: Av. Armando Lombardi, 800 Lojas C/D/E – Barra da Tijuca – RJ
Restaurante: domingo a quinta-feira, das 10h às 22h; sexta e sábado, das 10h às 23h
Tel: (21) 2495-3316
Lotação: 121 lugares
Comodidades: Wi-fi – Acesso para cadeirantes – Ar-condicionado – Cardápio executivo – Cartões (Visa, Master e Amex)
Entregas: (21) 2493-5611 / 2493-8939
Lojinha: diariamente, das 10h às 22h
Tel: (21) 2493-5611 / 2493-8939

Ettore Cidade Jardim
Funcionamento normal do restaurante: terça a sexta-feira, das 15h às 23h; sábado, das 12h às 23h; domingo, das 12h às 20h
Tel: (21) 2431-4756 / 2431-2395 / 99813-7190
Comodidades: Acesso para cadeirantes – Ar-condicionado – Cartões (Visa, Master e Amex)
Lotação: 46 lugares
End: Av. Vice Presidente José Alencar, 1350 – Loja F – Cidade Jardim – Barra da Tijuca – RJ

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‘MACACO – Relatório a uma academia’

‘MACACO – Relatório a uma Academia’ é uma adaptação do diretor Beto Brown, a partir do conto de Franz Kafka, “Relatório a uma academia”, publicado em seu primeiro livro, em 1917, e interpretada pelo ator Eduardo Andrade. 

O espetáculo com 50 minutos de duração, gravado no Teatro Gláucio Gill,celebra 25 anos de parceria entre o ator e diretor. Criado como montagem teatral, passou a ser pensado como audiovisual, buscando com a nova linguagem, a intensidade do encontro presencial. 

Franz Kafka é um dos nomes importantes na literatura moderna, autor de, entre outros, ‘Metamorfose’ e ‘O Processo’. Mesmo passados cem anos, Kafka escreveu uma história, moderna, contemporânea, com ficção e ironia.

O ator Eduardo Andrade, que levará essa adaptação para a cena, carrega uma vivência de mais de trinta anos como palhaço. Eduardo é ator, cenógrafo, artista plástico e palhaço profissional desde 1988. Membro da primeira formação da Intrépida Trupe e do grupo Irmãos Brothers, ficou conhecido como o palhaço Dudu. Além de formado em Desenho Industrial pela UERJ e mestre e doutor em design pela PUC do Rio de Janeiro, onde atualmente é pesquisador.

“Essa fábula genial e intrigante: publicada em 1917, é hoje revista e montada num cenário caótico e pandêmico, onde a sobrevivência está cada vez mais relacionada a nossa capacidade de adaptação aos novos tempos” explica Eduardo.

O texto conta a história de um macaco que é capturado na África, no começo do século passado, e levado para Hamburgo, a fim de ser exibido num zoológico. Durante sua viagem, dentro de uma pequena jaula num navio a vapor, percebe que, pela primeira vez em sua vida, não tem saída e morrerá se não encontrar uma. Observando os marujos do navio consegue desenhar e construir uma virada que o transformará totalmente. Através de muito esforço consegue uma façanha de que não se tem notícia de outro caso parecido: chega à formação média de um europeu intelectual. 

O diretor Beto Brown contextualiza: “Eu já trabalho com Dudu há 25 anos. Essa peça é então a comemoração bodas de prata da parceria que iniciamos no primeiro espetáculo dos Irmãos Brothers, que eu dirigi. Dudu foi um dos fundadores dos Brothers. Li o conto e resolvi conta-lo com minhas palavras, sem fugir da história original, que foi aos poucos se entranhando em mim e avançando sob meus dedos no teclado e revelando aspectos interessantíssimos e ultra atuais.”

O macaco se viu sem saída e sem saber o que pensar, não pensou, não planejou. Apenas se acalmou o quanto pode e observou o máximo possível. E qual um sapien, sem saber, acumulou e organizou observações e pensamentos. Virou outra coisa jamais antes desejada ou sonhada por ele, que provavelmente nem sabia o que era sonhar. Mas ele foi além. Chegou onde precisava e até mais longe. Uma transição muito bem sucedida”.

“O projeto, que antes se tratava de uma montagem teatral, sofreu mudanças pela pandemia e passou a ser pensado como um produto audiovisual. Esse desafio mobilizou novas formas de pensar e de buscar saídas que mantivessem, nessa nova linguagem, a intensidade do texto presencial”, arremata Eduardo.

 Ficha Técnica –

Texto: Franz Kafka

Adaptação e direção: Beto Brown

Atuação: Eduardo Andrade

Iluminação: Djalma Amaral

Cenário e Figurino: Teca Fichinski

Trilha Sonora: Marcos Kuzka

Direção e preparação corporal: Tatiana France

Visagismo/maquiagem: Rose Verçosa

Direção de produção e Produção executiva: Rosane Cartier – Lumen Produções

Programação visual/Designer: Danielle Martins

Direção de imagens e vídeo: Alonso Martinez

Administração financeira: Marcela Sá – Lumen Produções

Assessoria de imprensa: Luiz Menna Barreto (21) 99872-5534

Assessoria em Redes Sociais: Flavia Brasil

Assistente de direção: Tatiana France

Assistente de figurino: Bella Cardoso

Assistente de maquiagem: Flavia Brasil

Contrarregra: João Elias

Operação de Som: Marcos Paulo do Couto Valle

Assistente e operação de luz: Jorge Raibott

Câmeras: Ulysses Elmer da Costa Moraes e Maurício Cardoso

Fotografia: Alonso Martinez

Montagem:  Sidney da Silva Corrêa e Jorge Raibott

Costureira: Francisca Lima Gomes

Intérprete de Libras: Juliete Viana

Administração Arte5 Produções: Joana Damazio

Realização: Arte Cinco Produções – www.arte5.com.br

A Arte Cinco é uma empresa voltada a arte, educação e cultura.
Criada em 1997 por Eduardo Andrade, atua há mais de vinte anos em diferentes frentes da produção artística. Na área de teatro destaque para os espetáculos:

2012 – Espetáculo Contagem Progressiva (Prêmio Funarte Caixa Carequinha de Estímulo ao Circo).
O projeto O Palhaço Cientista, em parceria com a Secretaria de Cultura de Santo Antônio do Monte/MG, compreendendo 03 etapas: Espetáculo Clowne o Palhaço Cientista; Oficina e divulgação da Cartilha de Educação Ambiental; e Exposição.

2013 – Realização e produção do espetáculo O Esquecimento Global, com o Palhaço Dudu, no Teatro Dulcina.

2003 a 2014 – Agenciamento dos shows do Palhaço Dudu em eventos como: evento anual Fiocruz Para Você; Projeto Conexões Itinerantes SESC Rio.

Realização de 06 apresentações do espetáculo teatral “Dudu, o Palhaço Cientista em O Esquecimento Global”, para o projeto Teatro Escola do SESC em diversas unidades do estado do Rio, o mesmo espetáculo foi contemplado com o edital Circuito SESI Cultural, apresentando-se em 8 unidades.

Nos últimos anos apresentamos duas parcerias, voltadas para a educação, com a PUC-Rio. Uma dentro do programa de pós-graduação em Design no qual confeccionamos bonecos Toy Art com o tema Bate Bolas para o 8° Congresso Internacional de Diseño, na Universidad Iberoamericana Ciudad de México.

2019 – Em parceria com o NEAM, no projeto do almanaque “Tamo Junto Rocinha”.

Original Franz Kafka

Com Eduardo Andrade

Direção e adaptação Beto Brown

temporada gratuita no Canal Dudu Arte5 do youtube

Estreia dia 26 (quarta-feira) às 20h.

Apresentações dos dias 26 a 30 de maio/2021, (de quarta a domingo), às 17h e 20h.

Às 17h. sempre com tradução em libras. 

Link 1min.  https://youtu.be/JNnKx-mzvlI 

E mais:

DEBATE GRATUITO Online – Dia 27 (quinta-feira às 20:50h) – intitulado “A PEÇA E O PERSONAGEM” com convidados após o espetáculo. O debate é composto pelo diretor Beto Brown, o ator Eduardo Andrade e os convidados são Evelin Dizitzer (psicóloga) e César Augusto (ator e diretor).

OFICINA GRATUITA Online – Dia 30 (domingo às 16h.) intitulada MONÓLOGOS A PARTIR DE TEXTOS LITERÁRIOS, com o diretor Beto Brown. A inspiração para essa oficina foi a sua pratica na montagem do espetáculo. Beto ministrará um workshop online, voltado para atores e atrizes, que constitui de conversa e pratica sobre monólogos a partir de literatura.

Dia Internacional dos Museus traz campanha de incentivo à leitura

Na próxima terça-feira, dia 18 de maio, o mundo celebra o Dia Internacional dos Museus, data que destaca a cada ano um tema específico para reflexão, sob coordenação do Conselho Internacional de Museus. Em 2021, o tema aborda: “O Futuro dos Museus: Recuperar e Reimaginar”. E a Colli Books, sempre atenta aos assuntos culturais e educativos, apresenta aos leitores o recém-lançado livro infantil ‘Incêndio no Museu’, assinado pela autora brasileira Isa Colli. O livro resgata de forma lúdica para as crianças a história de um importante patrimônio histórico cultural: O Museu Nacional.

E, para incentivar a leitura, a Colli Books promove uma campanha em seu e-commerce. Para quem desejar adquirir o livro físico, o selo oferecerá desconto de 20% entre os dias 13 e 21 de maio, na compra direto do site da editora. Além disso, o livro também estará disponível nas plataformas de venda digital Americanas, Shoptime, Submarino, no valor de R$39,90.  

A fábula apresenta uma mistura de realidade e ficção sobre o fatídico incêndio que atingiu o Museu Nacional, trazendo em sua narrativa animais como personagens principais. Na obra, Isa Colli proporciona ao leitor a sensação de passear pelos corredores do museu, com sua narrativa cheia de detalhes sobre os diferentes espaços do local, as peças e relíquias que lá existiam. 

“O livro é uma maneira de mostrar a importância dos museus para a preservação e conhecimento da história. É uma oportunidade para falarmos sobre a valorização da nossa memória e alertar que precisamos cuidar dos nossos bens culturais”, ressalta a escritora. 

Isa conta que soma várias memórias boas do Museu Nacional, já que viveu muitos anos no Rio de Janeiro. A escritora, que também é jornalista, ainda comenta que o livro é revela curiosidades sobre o prédio, Paço de São Cristóvão, ocupado pela família real, entre 1808 a 1889, e onde nasceram o Imperador Dom Pedro II e a Princesa Isabel. 

Para participar da campanha, basta acessar os seguintes links de acesso.

Americanas

https://www.americanas.com.br/produto/3276651218

Submarino

https://www.submarino.com.br/busca/incendio-no-museu?rc=Inc%C3%AAndio+no+museu+

Shoptime

https://www.shoptime.com.br/busca/incendio-no-museu

Colli Books (Desconto de 20%)

Windsor Barra oferecerá Spa Day para as mães em maio

Dia das Mães é sempre uma data muito especial. Pensando nisso, o Windsor Barra resolveu dar um mimo a mais para aquelas que se hospedarem no hotel ao longo do mês de maio. Em parceria com a Clínica Sépua, as mães poderão optar por um pacote especial para o mês delas e ganharão um Spa Day, que inclui escalda pés, revitalização facial, esfoliação corporal e massagem com pedras quentes, disponível no próprio hotel. Além dos serviços especiais, a hospede terá direito a estacionamento para um veículo por apartamento, 20% de desconto no consumo de alimentos e bebidas no hotel, early check-in a partir das 12h e late check-out até às 14h.

Para participar, a cliente precisa realizar a compra do pacote especial do Mês das Mães, de uma diária de segunda a sexta-feira ou de duas diárias nos finais de semana que dão direito a um serviço de Spa Day. As compras devem ser realizadas exclusivamente pelo site da Rede Windsor (windorhoteis.com) e da Central de Reservas (21 2195-7800). A promoção é válida para uma hóspede por apartamento e o benefício estará disponível de 3 a 31 de maio, as informações para agendamento do benefício serão informadas após a realização da reserva.

“Sabemos que todas as mães precisam de um momento de descanso e a Rede Windsor decidiu proporcionar esse tempo durante o mês dedicado a elas. Conseguimos, através da parceria com a Clínica Sépua, trazer um spa para dentro do Windsor Barra e tornar a estadia ainda relaxante”, diz Vitor Almeida, gerente de Marketing da Rede Windsor Hoteis.

A Clínica Sépua montará toda a estrutura em uma área exclusiva no Windsor Barra. Os serviços estarão disponíveis diariamente das 12h às 20h. As sessões duram duas horas, e estarão sujeitas à disponibilidade. Os demais serviços oferecidos pela Clínica Sépua também estarão disponíveis para as clientes que tiverem interesse.

“Estamos muito felizes em participar desta ação junto ao Windsor Barra, principalmente porque um dos pilares da nossa clínica é oferecer bem-estar e atendimento de qualidade à nossa clientela. Aliar os nossos serviços ao conceito de conforto e atendimento que o hotel oferece, faz com que possamos agregar valor à ambos e garantir a satisfação dos hóspedes”, comenta Judite Flor, sócia da Clínica Sépua.

Sobre a Rede Windsor Hoteis

Completando 35 anos em 2021, a Rede Windsor possui 16 hotéis de três a cinco estrelas. Dona de um dos maiores grupos hoteleiros independentes do país, tem 14 unidades no Rio de Janeiro – entre Zona Sul, Barra da Tijuca e Centro –, além de duas unidades em Brasília.

A rede carioca conta ainda com o Centro de Convenções & Hotéis Windsor, o maior centro integrado de hotéis e eventos da capital fluminense, onde estão o Windsor Barra, Windsor Oceanico, além do Centro de Convenções. O espaço tem 24 mil metros quadrados, 100 salões multiúso, a maior plenária comporta até 2.500 pessoas, com capacidade de atender a um público flutuante de até sete mil pessoas. Como reconhecimento por excelência em prestação de serviços de hospedagem, gastronomia e eventos, figura em premiações nacionais e internacionais.Neste momento, a Rede Windsor possui unidades funcionando normalmente com rigoroso padrão de higienização, seguindo as orientações de uma consultoria técnica sanitária profissional. A empresa também tem investido em treinamentos e readequação dos seus serviços. Tudo isso para continuar oferecendo um atendimento de excelência e qualidade a todos os seus hóspedes.

Sobre a Clínica Sépua

Inaugurada em dezembro de 2020, a Clínica Sépua é o resultado da expertise em tratamentos estéticos de Fabiana Garcia e do know how em gestão de negócios de Judite Flor. Mulheres, mães e empreendedoras natas, ambas imprimem um conceito acolhedor e focam, além da beleza, no bem-estar das clientes com tratamentos diferenciados e totalmente elaborados segundo o perfil de cada mulher. Desde o ambiente aconchegante da clínica, localizada na Barra da Tijuca, ao atendimento personalizado, o perfil do empreendimento foi desenhado para quem precisa conciliar carreira, família e vida pessoal, dando o devido cuidado a si mesma. “Nosso objetivo é cuidar das nossas clientes como um todo, o que começa com o tratamento estético, que cuida da parte externa, e vai até a revitalização interna, o que permite que a mulher saia pronta e com as energias recarregadas para enfrentar as dificuldades diárias de quem trabalha, estuda, cuida da casa e dos filhos”, diz Judite, sócia da clínica que atende VIPs como as atrizes Viviane Araújo e Juliana Diniz.

Sound Bullet encerra ciclo de disco com clipe “Phoenix”

Na mitologia, a fênix é um símbolo de términos e recomeços. Com a canção inspirada pela história, “Phoenix” marca o fim de um ciclo para a banda carioca Sound Bullet e seu segundo disco de estúdio, “Home Ghosts”. O trabalho marcou sua estreia pela Sony Music Brasil e um amadurecimento em uma sonoridade desde sempre guiada pelo math rock, post-punk revival, alternativo e indie. Agora, a história de como lidar com solidão e ansiedades do primeiro clipe “Shabby” ganha uma conclusão no vídeo do novo single, dirigido e produzido por Lucas Bellator.

Assista ao clipe “Phoenix”: https://youtu.be/ZqOwTHVdCZI

Assista ao clipe “Shabby”: https://youtu.be/M1iPpEOHML0

Ouça “Home Ghosts (Deluxe Edition)”: https://soundbullet.lnk.to/HomeGhostsDeluxe

“O clipe termina a história que começa em ‘Shabby’, primeiro single do álbum. Nossa personagem principal, Phoenix, espalha o novo, convencendo pessoas em seu caminho a conhecerem também o que ela traz. Ao mesmo tempo, um outro personagem a persegue, não sabemos por qual motivo. Nessa busca – sem saber como chegar a ela – ele vai encontrando os sinais que o levam até seu último local conhecido. Acho que, além da história criada e contada pelo pessoal, serve como uma analogia para como o novo sempre encontra seu lugar, ultrapassando o velho sem ter suas amarras”, resume o vocalista e guitarrista Guilherme Gonzalez.

Um dos focos do novo single, o existir dentro da sociedade, ao lado dos relacionamentos com o mundo e a busca por uma paz interna, dão a tônica de “Home Ghosts”, um passo além nos temas explorados no disco “Terreno”, de 2017, que olhava muito para o mundo externo. Com o primeiro trabalho, a Sound Bullet circulou por diversas regiões do Brasil e venceu o concurso EDP Live Bands, que garantiu uma apresentação no festival português NOS Alive, além de um contrato com a Sony Music. A gravadora lançará também seu próximo disco.

“Acho que esse vídeo é uma boa conclusão para todo o projeto. Ficamos um pouco tristes de não podermos tocar ao vivo o disco, mas um dia conseguiremos com certeza. Agora, nos preparamos para trabalhar um álbum em português e alguns singles no caminho. Ainda não temos um nome ou uma data específica, mas ainda esse ano vamos lançar músicas novas”, antecipa Guilherme.

Além de Gonzalez, a banda conta com Fred Mattos (baixo), Rodrigo Tak-ming (guitarra), Henrique Wuensch (guitarra e synth) e Pedro Mesquita (bateria). Os discos lançados pela Sony integrarão uma discografia que inclui também o EP de estreia, “Ninguém Está Sozinho”, produzido por Diogo Strausz e o single “Mineirinho”, uma releitura indie do sucesso do Só Pra Contrariar lançada em 2019. “Home Ghosts” e os demais lançamentos estão disponíveis em todas as plataformas de música digital. 

Assista ao clipe “Phoenix”: https://youtu.be/ZqOwTHVdCZI

Assista ao clipe “Shabby”: https://youtu.be/M1iPpEOHML0

Ouça “Home Ghosts (Deluxe Edition)”: https://soundbullet.lnk.to/HomeGhostsDeluxe

Crédito: Pedro Guarilha

Ficha técnica

Direção e roteiro – Lucas Bellator

Elenco – Andrezza Mirapalheta e João Ernesto Faria

Assistência de Produção – Reny Souza, Leticia Mirapalheta e Vitoria Galimberti

Consultoria de roteiro – Aline Silva

Produção – CIPHER

Filmado em Cidreira/RS

Letra:

I am afraid of all the things I’ve seem to face these days

Distressing what I’m used to call, a norm and troubles me

Waking up soaked in my sweat

Greeting the boogeyman as a dear old friend

And if every song I ever wrote was about you

But I’m quitting now

These words will last while I get out

And if every song I ever wrote was about you

But I’m quitting now

These words will last while I get out

I get it now

This is me dealing with being lost

For so long I can’t find a home in all my dearest ones

I’m leaving all the windows open

So we breathe again, the same air as before

Take me back to you and I in my old room

In Laranjeiras when I wasn’t like this

Take me back to you and I in my old room

In Laranjeiras when I wasn’t like this, yeah

And if every song I ever wrote was about you

But I’m quitting now

These words will last while I get out

And if every song I ever wrote was about you

But I’m quitting now

These words will last while I get out

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Gero Camilo em “Elixir de Cauim” no Youtube

Depois de ALUCINAÇÃO, em homenagem a Belchior, seu conterrâneo, quando o artista ainda era vivo, Gero Camilo – artista que trafega com desenvoltura por diferentes linguagens – apresenta o novo show ELIXIR DE CAUIM, a ser exibido entre 7, 8 , 9, 14, 15 e 16 de maio 20 horas no ar pelo canal do YouTube de Gero – gerocamilooficial. Com duração de 60 minutos, reúne no repertório 13 músicas de seus dois CDs (Canções de Invento, de 2008, e Megatamainho, de 2014), além de composições inéditas de seu novo álbum, o terceiro da discografia. FRUTO DA BELEZA, ainda em pré-produção, tem lançamento previsto entre final deste ano e começ ;o de 2022.

No show ELIXIR DE CAUIM, a maioria das músicas é de sua autoria. O repertório passeia do rock ao samba, passando pela canção. Com direção musical de Rovilson Pascoal (violões e guitarra), que assina os arranjos ao lado de Ricardo Prado (violão, piano, baixo e sanfona), o show foi gravado durante uma imersão musical feita pelos três no estúdio Canto da Coruja, em Piracaia, interior de São Paulo. O projeto foi realizado com apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa Do Estado de São Paulo, Proac, Governo Federal e a Lei Aldir Blanc. Chamam a atenção no repertório três canções inéditas – Essa vida é um bem, de Gero; Camisa Vermelha, p arceria com Zé Modesto, e Iracema, com Luiz Miranda, em homenagem ao Ceará, estado natal, e ao romance homônimo de seu conterrâneo, o escritor José de Alencar.

Além das três inéditas, o set list traz 10 músicas que também podem ser ouvidas nas plataformas de streaming. Duas não são composições próprias – o forró Chuchuzeiro, de Criolo, e o samba Vem Amor, de Marat Descartes. As outras são próprias ou em parcerias, como Meu Diadorim, com Luiz Caldas; e This is Love, com Rubi. Não poderia faltar Vai Desabar, considerada seu “grande sucesso”, que acumula milhares de visualizações na internet. Em 23 anos de carreira, Gero Camilo mantém em seu acervo shows, discos e peças de teatro, incluindo a apresentação musical em homenagem ao humorista Chico Anysio – “Aos baianos e os novos caetanos” , com Luiz Miranda, e também o show em homenagem a Belchior.

Serviço

Show – Elixir de Cauim. Dias 7, 8 , 9, 14, 15 e 16 de maio às 20h, no ar no canal do YouTube do Gero – gerocamilooficial. Duração: 60 minutos. Indicação: livre.

Ficha Técnica 

Voz – Gero Camilo. Direção Musical: Rovilson Pascoal. Arranjos: Rovilson Pascoal e Ricardo Prado. Violões e guitarra – Rovilson Pascoal. Violão, piano, baixo e sanfona – Ricardo Prado. Técnico de som: Marcelo Ariente e Bruno dos Reis. Direção de fotografia e câmera: Sóstenes Matusalém. Câmera: Thiago Ming. Edição: Sóstenes Matusalém. Produção geral e executiva: Flávia Corrêa. Iluminação: Fabrício Fonseca. Arte e designer: Sato. Gravado, mixado e masterizado no Estúdio Canto da Coruja (Piracaia) por Ricardo Prado e M arcelo Ariente. Assessoria de Imprensa – M. Fernanda Teixeira (Arteplural)

Repertório

  1. Elixir de Cauim (Megatamainho)  –  de Gero Camilo. 
  2. Carta de Puebla (Canções de Invento) –  de Gero Camilo.
  3. Jobinamente (Canções de Invento) –  de Gero Camilo e Cristiano Karnas.
  4. Chuchuzeiro (Megatamainho) –  de Criolo.
  5. Vem amor (Canções de Invento) –  de Marat Descartes. 
  6. Camisa Vermelha  –  de Gero Camilo e Zé Modesto (Inédita).
  7. Megatamainho (Megatamainho) –  de Gero Camilo.
  8. Meu Diadorim (Megatamainho) –  de Gero Camilo e Luiz Caldas.
  9. This Is Love (Megatamainho) –  de Gero Camilo e Rubi.
  10. Iracema –  de Gero Camilo e Luis Miranda (Inédita. 
  11. Eboé – (Megatamainho) –  de Gero Camilo.
  12. Essa vida é um bem (Inédita) –  de Gero Camilo e arranjo de Everson Pessoa 
  13. Vai Desabar (Canções de Invento) –  de Gero Camilo.

Amor, Casamentos e Outros Desastres

Diane Keaton, Jeremy Irons, Maggie Grace e Diego Boneta protagonizam AMOR, CASAMENTOS & OUTROS DESASTRES, uma comédia que revela com muito humor os bastidores dos casamentos, numa história de encontros e desencontros, com personagens sempre em busca do amor verdadeiro. O filme é dirigido por Dennis Dungan, que também atua no longa, e tem em seus créditos de direção “Eu os Declaro Marido e… Larry”, “O Paizão”, e “O Pestinha”). Essa comédia romântica chega aos cinemas brasileiros no dia 20 de maio.
Em AMOR, CASAMENTOS & OUTROS DESASTRES, Maggie Grace (da série “Lost”) interpreta Jessie English, dona de uma loja de flores, que, pouco depois de terminar seu namoro, é convidada por Liz Rafferty (Caroline Portu) a organizar seu casamento com Robert Barton (Dennis Staroselsky), um candidato a prefeitura da cidade. Para a jovem, realizar a cerimonia perfeita pode ser o começo de uma carreira que ela tanto necessita.Para realizar a festa, Jessie trabalha com Lawrence Phillips (Jeremy Irons), um banqueteiro famoso, severo e mal-humorado. Uma amiga dele, por sua vez, arranjou para ele um encontro às cegas com Sara (Diane Keaton), mas não conta que ela é cega, gerando algumas confusões. Enquanto isso, Jessie procura a banda perfeita para tocar na festa do casamento, e quando encontra, acaba se envolvendo com o líder do conjunto, Mack (interpretado pelo cantor e ator mexicano Diego Boneta, de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”). Ao mesmo tempo, Jimmy (Andy Goldenberg), irmão de Robert, participa de um programa de televisão de namoro, e para ganhar, precisa ficar fisicamente ligado à sua companheira, Svetlana (Melinda Hill), pelo maior tempo possível. O outro personagem junto desse grupo é o Ritchie (Andrew Bachelor), guia turístico, que se apaixona por uma passageira do seu tour, mas não sabe o nome, nem onde a encontrar, e a única pista é a tatuagem em forma de sapatinho de cristal no pescoço dela, que sonha encontrar um amor como Cinderela. 
AMOR, CASAMENTOS & OUTROS DESASTRES é uma comédia que reúne vários tipos de romances, repleta de personagens em busca de amor sincero e um final feliz. Porém, nem sempre as coisas saem como planejadas. Por meio de encontros e desencontros, o longa esmiúça as expectativas do romance no mundo contemporâneo. A revista Variety destaca, em especial, as participações de Irons e Keaton, e compara AMOR, CASAMENTOS & OUTROS DESASTRES a “Simplesmente Amor”, com sua estrutura multifacetada e um grupo de personagens representando diversos tipos de comédia e romance. 
AMOR, CASAMENTOS & OUTROS DESASTRES será lançado no Brasil pela Califórnia Filmes. SinopseNessa comédia romântica, um grupo de personagens busca o amor sincero e a felicidade. Jessie é contratada para organizar um casamento grandioso, e vê a chance de sua carreira, finalmente, decolar. Lawrence havia desistido do amor, mas seus amigos arrumam de ele se encontrar com Sara, uma mulher cega e bem espirituosa. Enquanto tentam resolver seus problemas amorosos, esses personagens e todos que os cercam, percebem que não existe o romance perfeito. 
Amor, Casamentos & Outros Desastres | Love, Weddings & Other Disasters
Ficha TécnicaDireção: Dennis Dugan Roteiro: Dennis Dugan, a partir de uma história de Eileen Conn, Larry Miller e Dennis DuganElenco: Maggie Grace, Diane Keaton, Jeremy Irons, Diego Boneta, Jesse McCartney, Andrew Bachelor, Andy GoldenbergGênero: romance, comédia País: EUA Ano: 2020 Duração: 96 min.

Juliana Knust e Cássio Reis protagonizam a comédia romântica “Em Casa a Gente Conversa”

Protagonizado pelo atores Juliana Knust e Cássio Reis, com direção de Fernando Philbert e texto de Fernando Duarte e Tatá Lopes, o espetáculo será exibido dias 22 e 23 de abril, às 21h e dias 24 e 25 de abril,  às 18h e às 21h30, de forma gratuita pelo o sympla.com.br.

“Trazemos o espetáculo em uma versão híbrida com cenas gravadas em estúdio durante a pandemia, seguindo todos os protocolos necessários à segurança da equipe e atores. A ideia é oferecer a você o que o público viu sentado na plateia em conjunto com a captura das lentes das cameras, aproximando a reação dos atores e o seu olhar.” Afirma Fernando Duarte.

Em cena, as aventuras e desencontros de um casal já em processo de separação, que revê a sua própria história durante os encontros para definir detalhes do divórcio, criando sequências de momentos hilários.

Malu e Carlos Alberto, aos olhos de muitas pessoas, formam um casal perfeito, daqueles de comercial de margarina. Mas eles vivem na vida real e enfrentam todas as alegrias e agruras de um jovem casal.

Carlos Alberto é um homem dividido entre o desejo de ascender profissionalmente, a vontade de manter um casamento e o sonho de se manter eternamente livre. Já Malu é uma mulher que se desdobra entre carreira, casamento e a maternidade.

No decorrer da trama, eles falam com muito bom humor sobre assuntos pertinentes a qualquer casal: almoço em família, dia dos namorados, a vida sexual, TPM, o cotidiano da casa, a divisão de tarefas, as brigas, o balanço da relação e de amor.

Abordando questões universais amorosas dos universos masculino e feminino, peça mostra através da ótica do humor, o abismo que separa o mundo da mulher e do homem. Aborda também a forma como os sonhos se constroem e se desfazem ao longo da vida. O casal expõe suas questões com transparência.

 

Em Casa a Gente Conversa estreou dia 1º de setembro de 2018, no teatro Amazonas, em Manaus. Fernando Duarte também é autor dos espetáculos, “Callas” e “Depois do amor”, ambos com direção de Marília Pêra, “Além do que os nossos olhos registram”, protagonizado por Priscila Fantin, Luiza Tomé e Silvia Pfeifer. A direção artística de Fernando Philbert que assinou a direção dos espetáculos “Em nome do jogo” e “O escândalo de Philipe Dussaert”, ambos com Marcos Caruso, “O topo da montanha” com Lazaro Ramos e Taís Araújo, entre outros.

           

Ficha Técnica

Texto – Fernando Duarte e Tatá Lopes – Direção – Fernando Philbert  – Elenco – Juliana Knust e Cássio Reis – Participação em vídeo – Grace Gianoukas  – Figurinos – Bruno Pimentel – Cenário – Mina Quental  – Iluminação – Vilmar Olos  – Trilha sonora original – Danielle Vallejo e Jean Albernaz – Músicos – Gustavo Loureiro – contrabaixo/Igor de Assis – guitarra/ Jean Albernaz – bateria/ Danielle Vallejo –  voz/ gravação e mixagem – Seu Cris – Cinematografia  – Felipe Bredas/Multiphocus arte & comunicação  – Projeções e operação de vídeo – Aníbal Diniz  – Projeto Gráfico – Ronaldo Alves  – Visagismo – Walter Lobato – Fotos e material gráfico – Paulo Reis  – Fotos de Cena – Rubens Cerqueira – Cenotécnico – André Salles e equipe – Costureira – Maria Santina – Operador de som – Bob Nascimento – Operador de luz – Bruno Caverna – Diretor de cena – Ricardo Silva – Produtor associado – Cássio Reis – Prestação de contas – Cavalo Marinho – Coordenação de produção – Fernando Duarte  – Direção de produção – Fabrício Chianello – Produção – Vissi Darte produções Artísticas

Serviço

Em Casa a Gente Conversa

Data: 22 a 25 de abril

Horários: Dias 22 e 23, às 21h / Dias 24 e 25, às 18h e às 21h30

Ingressos gratuitos pelo sympla.com.br  

Duração: 60 minutos. Classificação indicativa: 14 anos

Moyseis Marques estreia Projeto Nosso Samba

Projeto que nasceu para reverenciar o samba e seus criadores, o Sambabook abre espaço para uma série de lives com grandes nomes do gênero, batizada de Nosso Samba.

No momento difícil que vivemos, quando se faz necessário cumprir à risca as medidas de distanciamento social, o projeto Nosso Samba, que tem produção e curadoria de Regina Oreiro e co-produção do Sambabook, estreia no próximo dia 17 de abril, às 21 horas, promovendo uma corrente de solidariedade para valorizar os artistas do samba.

Todas as lives do projeto Nosso Samba acontecerão no canal do Sambabook no YouTube, e a ideia é incentivar a prática do ingresso consciente, um meio justo, democrático e simples de remunerar os artistas impedidos de trabalhar nesse momento da pandemia. Antes e durante as transmissões ao vivo, o público poderá contribuir com o ingresso consciente: toda a receita arrecadada será destinada aos artistas participantes, através da operação do site Sympla.

A estreia será com Moyséis Marques, dia 17, que apresenta sozinho o show “Sambaluz”, fruto da quarentena, e também nome de um samba novo, feito em parceria com o jornalista, escritor e compositor Luis Pimentel. Entre lives e curadorias de festivais online, aulas de música, estudos de novos instrumentos, faxinas domésticas e muito exercício físico, Moyseis resgatou algumas canções, descobriu outras e, ainda, escreveu novas.

Junto com ele, que não anda só, encontramos traços de Wilson das Neves, Ana Costa, Moacyr Luz, João Cavalcanti, Alfredo Del Penho, Pedro Miranda, Vidal Assis, João Martins e Zé Renato muito presentes. Sucessos já conhecidos na voz de Moyseis ganharam roupagem intimista, porém não menos visceral, característica marcante da voz desse mineiro de Juiz de Fora que se estabeleceu no subúrbio do Rio de Janeiro aos 20 dias de nascido. “Dificilmente um ‘Luiz Carlos da Vila’ fica fora do repertório!”, brada Moyseis, referindo-se ao maior poeta do bairro onde se criou: a mesma Vila da Penha de Teresa Cristina, do jogador Romário, de Marcelinho Moreira e Luiza Dionízio, só pra citar algumas personalidades desse simpático lugar no subúrbio da Leopoldina.

A luz dessas obras é o violão de Moyseis, berço da maioria das canções que serão apresentadas no show, mas o cavaquinho também começou a chorar mais alto nessa quarentena, e além das autorais “Poeta é outro lance”, “Panos e Planos” (com Luiz Carlos Máximo) e “Entre os girassóis” (com Edu Krieger), suas lives revelaram versões maravilhosas de “Coração vulgar” (Paulinho da Viola), “Subúrbio” (Chico Buarque) e “Nomes de Favela” (Paulo César Pinheiro).

A live será gratuita pelo canal do Sambabook no YouTube. Contudo, há um incentivo ao ingresso consciente, que é um meio justo, democrático e simples de se remunerar modestamente os artistas, uma vez que estão todos impedidos de trabalhar, por motivos óbvios, e há poucas políticas públicas na direção do subsídio aos profissionais da cultura. No mais, é só tirar os sapatos, escolher sua bebida preferida, chamar quem mora com você, plugar na TV, se possível, e se emocionar, até isso tudo passar.

A próxima atração do projeto será Nilze Carvalho e a live já tem data marcada: será no dia 24 de abril, sempre às 21 horas. Em apresentação solo, acompanhada de seu violão, Nilze prepara um desfile de sambas clássicos e autorais.

Outro grande nome do samba confirmado no projeto é o Moacyr Luz que fará sua apresentação dia 08 de maio, às 21 horas.

Todas as lives do projeto Nosso Samba serão gratuitas, pelo canal do Sambabook no YouTube, mas a ideia é incentivar a prática do “ingresso consciente”, um meio justo, democrático e simples de remunerar os artistas impedidos de trabalhar nesse momento da pandemia.

Nosso Samba – Canal do Sambabook no YouTube.

Moyseis Marques – dia 17/04, às 21 horas

Nilze Carvalho – dia 24/04 às 21 horas

Contribua com o ingresso consciente, antes e durante as transmissões ao vivo

Link para o evento:

https://bileto.sympla.com.br/event/67681/d/97553/s/536923

12° Edição do Rio Dance Lab vai acontecer de 12 a 18 de abril 100% on-line

Evento idealizado pelo coreógrafo Rodrigo Soninho tem como objetivo democratizar o acesso a conteúdos sobre Danças Urbanas/Street Dances. De 12 a 18 de abril de 2021 vai acontecer, 100% online, a 12ª edição do “Rio Dance Lab”: Intensivo de “Street Dances”, oferecendo conhecimentos sobre história, música, fundamentos, técnicas e inovações para jovens e adultos interessados em estudar esta cultura, seja apenas por apreciação, ou para integrar o cenário profissional das Street Dances.

“Em março do último ano tivemos uma edição cancelada um dia antes do evento, devido ao início do isolamento social da pandemia. Durante esse período, conseguimos realizar duas edições online, ambas em 2020. Agora estamos realizando a terceira edição online e a primeira da história do evento com patrocínio público. O nosso foco principal é conseguir continuar proporcionando o máximo de acesso à cultura das Street Dances de maneira consciente: respeitando as orientações de segurança sanitária de controle à pandemia do coronavírus”, explica o diretor do evento Rodrigo Soninho.


Serão 7 dias de aulas, mais de 50 horas, 31 professores, em 3 formatos diferentes: Lab Class, imersões artísticas com 3 horas de duração; Dance Class, aulas com abordagens diversificadas dentro das Street Dances; e a novidade deste ano Foundation Class, com aulas voltadas para a prática dos estilos fundacionais, incluindo Popping, Locking, Hip Hop, House Dance, Passinho, Breaking e outras linguagens.


Os professores que comandarão as aulas são referência em suas áreas de atuação, coreógrafos e bailarinos com histórico nacional e internacional, com carreiras consolidadas no mercado da dança. Entre eles, Arielle Macedo, da equipe da cantora Anitta há mais de 10 anos; Filipi Ursão, que já trabalhou em projetos de sucesso com Deborah Colker; Jaqueline Monteiro, dançarina da cantora Iza, entre outros.

Além disso, o evento contará com um Showcase com a presença dos professores do evento e Cias convidadas; Debates sobre temas que afetam diretamente o cenário das Street Dances e uma Batalha de Hip Hop Dance com convidados.

Fomentando o cenário fluminense e nacional das Danças Urbanas/”Street Dances”, o Rio Lab Dance, desde a sua primeira edição em 2018, cria um espaço de integração social e convivência baseada nos valores positivos estimulados pela Dança, tais como disciplina, integridade, motivação, solidariedade, coletividade. O principal público alvo são dançarinos amadores, jovens ou adultos (a partir de 14 anos), interessados em estudar a Cultura das Danças Urbanas/”Street Dances”, seja apenas por apreciação, ou para integrar o cenário profissional das Street Dances. 

ACESSIBILIDADE E DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO

As aulas do evento não apenas terão valor acessível, como serão oferecidas bolsas para estudantes de escolas públicas e alunos de projetos sociais. Os debates serão transmitidos em perfil aberto na rede social Instagram, e o Showcase e a Batalha serão transmitidos na íntegra em modo público pelo canal do Youtube “Rio Dance Lab”, de forma que um número maior de pessoas possa assistir e participar gratuitamente. Estas transmissões ficarão disponíveis por um período de pelo menos 1 (uma) semana após a realização do evento, de modo que, caso algum espectador tenha imprevistos de conexão com a Internet na hora da apresentação, ainda possa ter acesso ao conteúdo. Haverá intérprete de libras durante todos os debates. A apresentação do Showcase será legendada.

O Rio Dance Lab: Intensivo de “Street Dances” foi contemplado pelo edital “Retomada Cultural RJ”, da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Lei Aldir Blanc.

SOBRE O DIRETOR

Um dos pioneiros do Hip Hop Dance no Rio de Janeiro, está envolvido com as danças urbanas desde 1999. Coreógrafo do RM 9lug (lê-se Plug) e o criador do método Improov.Soninho, trabalhou para diversas marcas,  shows de tv,eventos e performances incluindo o comercial da Tocha Olímpica da Coca Cola; o Flashmob Gigariso pra Trident no Rock in Rio; os dançarinos do entretenimento durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016; diversas ações da Nike e o Vogue’s Fashion Night out para a Diesel. Como dançarino trabalhou no Palco Street dance do Rock in Rio em 2013,2015 e 2017; na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016;para a Rede Globo; Concessionária Ford; Caixa Econômica Federal; Prêmio Multishow e recentemente para Anitta no Rock in Rio. Ministrou workshops por todo o Brasil incluindo o Festival Internacional de Hip Hop; Festival Rio H2K e também na Argentina, Estados Unidos, Holanda e República Tcheca.

ENDEREÇOS ELETRÔNICOS
Email: riodancelab@gmail.com 

Instagram: https://www.instagram.com/riodancelab/

Youtube: www.youtube.com/c/RioDanceLab

SERVIÇO
“Rio Dance Lab”: Intensivo de “Street Dances”

De 12 a 18 de abril de 2021.
100% online, pela plataforma Zoom.
Valores: 

Entre R$60 e R$80 (de acordo com lotes vigentes). 

PROGRAMAÇÃO

Instagram: https://www.instagram.com/riodancelab/

Vozes do Silêncio – Filme não Filme

Com direção e tradução de Fábio Ferreira, o projeto “Vozes do Silêncio – Filme não Filme” reúne três obras curtas (“Não eu”, “Passos” e “Cadência”)do dramaturgo irlandês Samuel Beckett, Nobel de literatura, que dão vozes às mulheres silenciadas pela sociedade. Em cena, a também premiada atriz Carolina Virgüez dá corpo – e voz – a essas personagens por meio de solos que dialogam com diferentes linguagens artísticas. “Vozes do Silêncio” estreia em 2 de abril, com apresentaçõesgratuitas de sexta a domingo, às 19h, até o dia 25, na plataforma Zoom, com retirada de ingressos pela Sympla (www.sympla.com.br/produtor/vozesdosilencio).

Gravado em um casarão da Glória, na Zona Sul no Rio de Janeiro, “Vozes do Silêncio” apresenta três curtas complementares que trazem referências do cinema experimental russo e da artesania teatral, com uma riqueza metafórica intensa. São cenas plásticas e poéticas que transcendem à dramaturgia, mas que conversam com ela numa narrativa oscilante em que as vozes femininas se desdobram criando sombras, reminiscências, deslocamentos ao ponto de questionarmos quem fala e de onde vêm essas vozes. “Brinco com as possibilidades de registrar o momento com câmera por meio de fusões, inversões de sentido e articulações entre trilha e movimento”, revela o diretor Fábio Ferreira, que começou sua carreira artística aos 16 anos como assistente do cineasta Silvio Tendler.

Escritos entre 1972 e 1980, os três textos formam uma trilogia conhecida internacionalmente como Whitelaw, em referência à atriz inglesa Bille Whitelaw, principal intérprete das obras de Beckett. “Embora formem uma trilogia, nenhuma produção se propôs a apresentar os três espetáculos no mesmo programa pela alta complexidade dos textos. Aqui no Brasil, já foram montados, mas separadamente”, conta Fábio Ferreira. “O texto beckettiano tem uma sonoridade própria. A Carolina Virgüez é minha parceira de longa data. É uma atriz completa que tem todas as qualidades técnicas para essa montagem, um desafio que requer virtuose vocal e intensidade física”, elogia.

Os três filmes — “Não eu”, “Passos” e “Cadência” — são dispositivos cênicos que dialogam entre si e revelam existências femininas marcadas pelo tempo, que resistem (ou não) à erosão do dia-a-dia, e que têm em comum a repetição dos hábitos, o cancelamento e outras violências. Estudioso da obra de Beckett, Fábio Ferreira conta que apesar de as protagonistas femininas terem demorado a aparecer nos textos do escritor irlandês, elas surgem de uma forma bastante contundente, interrogando os cancelamentos da presença (e da voz) da mulher na sociedade. “São personagens atuais até hoje, que têm suas vozes e corpos negados. A voz feminina tem sido calada ao longo de séculos na cultura ocidental. Pensar o que se perdeu com todo esse silenciamento e perceber como se deu e se dá até hoje, pode tornar mais claros os caminhos futuros”, propõe. “Digo que ‘Vozes do Silêncio’ é um falso monólogo porque traz muitas vozes. E elas não estão sozinhas. São vozes que ecoam e se multiplicam nas vozes de mãe e filha”, completa.

A parceria entre Fábio Ferreira e Carolina Virgüez começou em 2008, com a encenação de “Mistério Bufo”, de Vladimir Maiakovski, montado pela Companhia Bufomecânica, e seguiu em “Penso Ver o Que Escuto”, de Shakespeare, e “Two Roses for Richard III”, encenado na Inglaterra numa coprodução com a Royal Shakespeare Company. “Vozes do Silêncio” é o quarto projeto em que os dois trabalham juntos. “As três peças, em diferentes aspectos, têm uma relação com a maternidade. Há sempre duas mulheres se olhando, se projetando uma na outra. São mulheres que, de alguma maneira, ficaram presas a situações. Falamos sobre a ausência do ser, sobre negação, silenciamento, servidão, luto e imposição”, conta Carolina Virgüez.

A atriz conta que, para além da grandiosidade da obra, o texto de Beckett traz muitas rubricas técnicas, que são desafiantes, como a marcação de passos e o momento exato de uma ação ou fala. “Não Eu” é um jogo de palavras com 16 minutos, sem pausa, num fôlego só. São palavras que nem passam pelo fluxo do pensamento. É um lampejo, um fragmento de memória, de vidas e tempos sobrepostos e invertidos. Requer uma entrega, um estado de suspensão e um preparo vocal intenso”, revela Carolina. “Essas vozes não são de uma única mulher. São vozes de todas as mulheres. Eu trago também a minha voz. Eu entro nesse trabalho com meu corpo, com a memória dele. E eu também tenho memórias do que eu vivi, do que eu vi, escutei ou sinto, presencio e percebo. E essa memória do corpo vaza para a cena. A palavra é do Beckett, mas o corpo é meu e tudo que está impresso nele vaza para a cena”, completa a atriz.

A iluminação de Renato Machado, a trilha sonora original de Felipe Storino, o visagismo de Cleber de Oliveira e os figurinos de Luiza Marcier visam, de modos variados, a evidenciar e a reverberar essas vozes que foram esquecidas.

TRADUÇÃO

O interesse do diretor Fábio Ferreira pela obra de Samuel Beckett remonta dos anos 80, e lhe levou a vários escritos críticos, dissertação e tese de doutorado, além de traduções inéditas para o português. Foram dois anos no projeto de tradução de “Não eu”, “Passos” e “Cadência”. Em 2018, ele passou uma temporada de pesquisa em Copenhagen, na Dinamarca, onde encontrou biógrafos e pesquisadores de Beckett para seu projeto de tradução. A investigação se estendeu a Reading, na Inglaterra, cidade cuja universidade mantém os Arquivos Beckett, com os manuscritos, textos datilografados e provas organizadas por James Knowlson, principal biógrafo de Beckett e amigo pessoal do escritor. “Fábio fez um trabalho artesanal na tradução. Ele me mandava os textos e depois me ligava, da Dinamarca, para verificar como o texto soava”, lembra Carolina Virgüez. “Existe uma diferença muito grande quando se traduz literatura e quando se traduz para o teatro. Fábio tem um apuro com a palavra, com a cadência musical do texto, com a palavra e com o silêncio”, elogia.

“Vozes do Silêncio – Filme não Filme” será lançado ainda este ano pela Editora Cobogó, com endosso de especialistas como o professor, poeta e tradutor Paulo Henriques Britto e Fábio de Souza Andrade, considerado o maior tradutor de Beckett do país.

CAROLINA VIRGÜEZ

Com vasta experiência em teatro, a atriz trabalhou com Bia Lessa, Luiz Arthur Nunes, Marco André Nunes (Aquela Cia), Gracindo Júnior, Eryk Rocha, Gabriela Carneiro da Cunha, Antônio Karnewale, Georgette Fadel, Yara Novaes, Adriano Guimarães, Pierre Astriè, Dácio Lima, Cláudio Baltar e Fábio Ferreira, entre outros. Junto à Cia BufoMecânica, participou em Stratford e Londres, na Royal Shakespeare Company, do espetáculo “Two roses for Richard”. Em cinema, trabalhou em Hollywood com Bill Condon no filme “Breaking dawn – Saga crepúsculo”. Entre seus mais recentes filmes estão “Fernando”, “Veneza” e “Casa flutuante”, produção portuguesa com estreia prevista para 2021. Em teatro recebeu os prêmios Molière (“Dois idiotas cada qual no seu barril”); Mambembe (“Cinderela chinesa”); Shell, Questão de Crítica e APTR (“Caranguejo overdrive”). Ainda como atriz, foi indicada aos prêmios Mambembe (“Petruska”), Shell (“Médico à força”), Questão de Crítica (“Penso ver o que escuto”), Coca-Cola (“Cinderela chinesa”).

FÁBIO FERREIRA

Doutor em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC Rio e pela Universidade de Copenhagen e bacharel em Teoria do Teatro pela UNIRIO, Fábio Ferreira é diretor teatral, dramaturgo, tradutor e professor universitário. Escreveu crítica teatral em publicações como o Jornal do Brasil (Caderno B) e as revistas Bravo!, Gesto e Questão de Crítica. É também professor de Artes Cênicas, Letras e Filosofia da PUC Rio. Criou os Festivais riocenacontemporânea e ArtCena: Processos de Criação. Diretor teatral desde 1991, com “Dorotéia, a farsa” (1991/92), de Nelson Rodrigues, “Traço obscuro” (2007) “O idiota – Primeiro dia” (2010), “A dona do fusca laranja” (2011). Junto com o diretor Claudio Baltar, criou a Cia Bufomecânica, com a qual desenvolveu pesquisas que resultaram nas encenações “Mosaico Maiakovski” (2008), “Mistério Bufo” (2009), “Penso ver o que escuto” e “Two roses for Richard III”.

FICHA TÉCNICA

Textos: Samuel Beckett

Tradução: Fábio Ferreira

Direção: Fábio Ferreira

Performance: Carolina Virgüez

Roteiro: Fabio Ferreira

Assistente de direção: Carolina Rocha

Cenografia: Fabio Ferreira

Iluminação: Renato Machado

Assistente de iluminação: Rodrigo Lopes

Visagismo: Cleber de Oliveira

Figurinista: Luiza Marcier

Assistente de figurino: Júlia Roliz

Trilha sonora: Felipe Storino

Participações Especiais:

Gerald Thomas – Contrabaixo

Paulo Passos – Clarone

Direção de movimento: Paulo Mantuano

Supervisão vocal: Jaqueline Priston

Fotografia e edição: André Monteiro

Assistente de câmera: Fernando Rezende

Assessoria de imprensa: Catharina Rocha

Social midia: Thiago Guarabyra

Projeto gráfico: Luiza Marcier

Administrativo e prestação de contas: Patrícia Basílio

Produção executiva: Ártemis e Alex Nunes

Direção de produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela

Realização: SESC

Agradecimentos: Ana Luiza Martins, Miguel Martins Ferreira, Helena Franco Martins, Daniel Scatena, Karl Eric Schollhamer, Juan Manuel Terenzi, James Knowlson, Mark Nikon, Tine Lykke Prado, Paulo Henriques Britto, Flora Sussekind, Rafaela Amodeo, Fabio de Souza Andrade, Gerald Thomas, Paulo Passos, Sassa Samico, Mariana Kaufmann, Ana Paula Rolim, Luisa Espíndola, Irene Monteiro, Paulo Denizot, Daniel Castanheira, Monica Maia e Cia Dos à Deux.

Vozes do Silêncio – Filme não Filme

Temporada: de 2 a 25 de abril de 2021.

Apresentações: de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h.

Ingressos gratuitos: retirada de ingressos pela Sympla (www.sympla.com.br/produtor/vozesdosilencio). 

Capacidade: 260 pessoas. 

Classificação indicativa: 14 anos. 

Duração: 70 min.

“A Despedida” estreia no streaming

Lily, uma mulher espirituosa de quase 60 anos, está se preparando para um fim de semana com seu marido, Paul, e os filhos que estão indo visita-los. Apesar de sua mobilidade prejudicada, Lily insiste em preparar tudo sozinha, o casal espera um dia adorável, mas o clima fica claramente tenso quando os convidados começam a chegar.À medida que o fim de semana vai passando, velhas feridas vêm à tona, separando alguns membros da família e juntando outros. Com ambas as filhas cada vez mais em conflito com o plano de sua mãe, as esperanças de uma despedida pacífica de Lily parecem estar sob ameaça.
A Despedida | Blackbird
Neste retrato otimista da morte, uma mãe reúne sua família para alguns dias na praia após decidir encerrar sua batalha com uma doença. Mas nem todos estão tão tranquilos com a despedida. 
Direção: Roger Michell
Elenco: Susan Sarandon, Kate Winslet, Mia Wasikowska, Sam Neill
Gênero: Drama
País: EUA
Ano: 2019
Duração: 97 min

“Não se Mate” com Leonardo Miggiorin

“Não Se Mate” é o espetáculo que apresenta o ator, diretor e produtor Giovani Tozi na dramaturgia. O titulo faz referência ao poema homônimo de Carlos Drummond de Andrade, lançado em 1962, como parte da “Antologia Poética”, organizada pelo próprio autor. Além de “Não Se Mate”, poemas emblemáticos de Drummond costuram a história, entre eles: “Poema das Sete faces”, “E agora José” e “Uma Pedra”.

Com interpretação de Leonardo Miggiorin, participação especial de Luiz Damasceno, design de luz de Cesar Pivetti e figurino de Fábio Namatame, a peça fará temporada online de 2 de abril a 11 de abril, de sexta a dom ingo, às 20h, com transmissão gratuita pela Sympla. São 70 minutos de duração.

Drummond é um dos mais importantes autores brasileiros e um dos grandes colaboradores para a vanguarda modernista que revolucionou a literatura no Brasil. A semana de Arte Moderna, que completa 100 anos em 2022, foi um marco simbólico para repensar as estruturas dominantes entre os autores nacionais. Seguindo esse lugar de experimentação, Drummond evidenciou seu brilhantismo pela fluência de suas palavras, que conseguem transitar entre frases elaboradas e versos livres, sem deixar de ser popular e elegante. A profundidade alcançada pelo autor é notável, Drummond agregou aspectos existencialistas aos seus poemas, refletindo sobre os avanços tecnológicos e suas implicações como a guerra e a bomba atômica.

Essa fluência entre o erudito e o popular é o primeiro desafio de Leonardo Miggiorin, que busca equilibrar a freqüência dos poemas de Drummond à dramaturgia de Tozi. O autor conta que “os poemas foram sendo incorporados ao texto de forma muito natural. “Tentei fazer com o que a minha vontade pessoal não se sobressaísse ao que a obra me

pedia. Dessa forma, procurei escutar o personagem e, mesmo sendo muito fã dos poemas de Drummond, me contive ao que era necessário na história.”

Na história, Leonardo Miggirion interpreta Carlos, um artista plástico que vive um momento complexo de perdas. Essas ausências  afetam diretamente o seu equilíbrio emocional. Mesmo partindo de um tom humorado, onde o personagem ainda consegue rir de si próprio, o texto propõe um mergulho psicológico, amparado pelos poemas e pela noção de autonomia proposta pelo existencialismo, onde o ser humano é diretamente responsável pelas perdas que coleciona.

A abordagem psicológica do texto ganha força no entendimento e na intimidade de Miggiorin com o tema, que é formado em psicologia. O ator, que já fez atendimento em consultório clinico, aproveitou o tempo disponibilizado pela pandemia para iniciar uma pós graduação (online) em psicodrama. Sobre esse interesse o ator comenta: “Sempre quis estudar psicologia antes mesmo de pensar em ser ator. Mas a carreira na atuação surgiu de surpresa e deu certo, então aproveitei ao máximo, pois é algo que amo e me realiza muito. Neste momento da minha vida, a psicologia está a serviço da arte.”

Parceria com Damasceno

Sinal dos tempos de pandemia, Leonardo Miggiorin divide a cena de forma virtual com o veterano Luiz Damasceno, que completa 80 anos em 2021. Ator consagrado nos palcos, Damasceno interpreta José, um homem misterioso que passa a enviar mensagens ao celular de Carlos. As imagens foram captadas no apartamento do ator, seguindo todos os protocolos, afinal em um ano de comemoração tão importante seria impensável não estar no teatro, mesmo digitalmente.

Damasceno e Tozi já são parceiros de trabalho há tempos. Estrearam em 2009 como pai e filho em “O Colecionador de Crepúsculos”, de Vladimir Capella; interpretaram o mesmo homem, em idades e tempos diferentes, em “Pergunte ao Tempo”, de Otavio Martins; foram dirigidos por Jô Soares quando lutaram em diferentes lados em “Tróilo e Créssida” , de William Shakespeare; e uma porção de outros mais.

Sobre a parceria Tozi comenta: “Os trabalhos de teatro que me fizeram mais feliz, têm sempre a participação do Damasceno. Eu brinco que é o meu pai teatral, porque aprendo tudo com ele. Nunca pensei que um dia eu fosse dirigi-lo e agora que aconteceu percebo que os grandes atores, além dos recursos técnicos e do talento – que lhe és nato – há também uma generosidade imensa e um respeito absoluto em transmitir o essencial desse oficio.”

Não Se Mate estreia em um ano em que as mortes pela COVID 19 alcançam seus mais altos índices. O imperativo do título pode ser um pedido de paciência a todos aqueles que perderam nessa pandemia. Perderam o emprego, um amigo, um ente querido, perderam os sonhos ou a vontade de continuar.

Sobre o momento para realizar essa peça o diretor diz: “Assim como todos, somos incapazes de reverter a dor causada a tantas famílias brasileiras por esse vírus. A única forma da gente tentar se aproximar, com todo nosso respeito e empatia, é oferecer aquilo que dedicamos a vida a fazer, que é o nosso trabalho e, através dele, inspirar fé no que vem por aí”.

Hoje beija, amanhã não beija, depois de amanhã é domingo e segunda-feira ninguém sabe o q ue será.” (Carlos Drummond de Andrade)

Sinopse curta: O ano é 2019. Carlos enfrenta um momento complicado de perdas e não consegue se livrar da sensação de imobilidade. Não se sente motivado nem para pintar, atividade que sempre o estimulou. A partida da mãe, o término com a namorada e a dispensa do trabalho foram gatilhos para um quadro depressivo que quase o fez desistir de tudo. As mensagens inesperadas de um homem misterioso acendem uma nova luz nas perspectivas do jovem. Otimismo, 2020 vem aí.

Ficha Técnica

Texto e direção: Giovani Tozi. Com Leonardo Miggiorin. Participação especial: Luiz Damasceno. Design de Luz: Cesar Pivetti. Figurino: Fábio Namatame. Trilha Sonora Original: DW Ribatski. Videografismo e Videomapping: André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo). Fotografia: Priscila Prade. < /span>Vídeo: Luz Audiovisual. Assistente de iluminação: Rodrigo Pivetti. Produção e administração financeira: Carlos Gustavo Poggio. Assessoria de Imprensa – Maria Fernanda Teixeira – Arteplural. Contadora: Andressa Cherione. Idealização: Giovani Tozi. Realização: Lei Aldir Blanc, Proac SP , Tozi Produções, Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. Agradecimentos: Claudia Colossi, Fulvio Stefanini, Jô Soares e Matinas Suzuki.

SERVIÇO

Temporada online: de 2 a 11 de abril de 2021 | sexta a domingo 20h

Espaço Cultural Bricabraque

Ingressos: https://www.sympla.com.br/espacoculturalbricabraque

Classificação: 10 anos | Duração: 70 minutos.

GRÁTIS

Festival MIMO de Cinema

Um dos eventos mais esperados a cada ano terá uma edição especial em 2021. Com a participação de nomes de vanguarda musical de cinco continentes, o MIMO Festival, que acontece há 16 anos, ocupa espaços do patrimônio cultural de cidades históricas do Brasil e da Europa. Frente aos novos tempos que provocaram o cancelamento das edições em 2020, o festival, com patrocínio da Petrobras, redesenhou seu formato, criando uma nova experiência, o MIMO Digital, dentro do padrão que o consagrou: alta qualidade de som, luz e imagem, produção premiada e artistas de prestígio internacional – com entrada totalmente gratuita.

Shows inéditos e exclusivos, filmes, palestras e workshops serão transmitidos pelo canal do MIMO Festival no YouTube. O festival dedicará um dia para cada cidade que faz parte de seu roteiro presencial: o MIMO São Paulo acontecerá no dia 26 de março (sexta), o MIMO Rio de Janeiro em 27 de março (sábado) e o MIMO Olinda em 28 de março (domingo).

A edição digital priorizará artistas nacionais e contará com uma super atração internacional. Abrindo o festival e agitando a pista entre os shows, o VJ e DJ Montano, figura registrada do MIMO, levará ao palco projeções de imagens e sua mistura de ritmos como o samba-jazz, maracatu, latin groove, Tropicália, soul music, afrobeat, ska, acid jazz e funk. Conhecido na noite carioca, o profissional já discotecou em grandes eventos, como Viradão Carioca, Boulevard Olímpico e Réveillon de Copacabana.

No line-up, abrindo as apresentações do primeiro dia, Duda Brack, artista que já foi eleita pela crítica como artista revelação, traz estrutura e signos do pop de forma totalmente oxigenada. A paulista Cida Moreira aproveita o momento para lançar em primeira mão o álbum “Um copo de veneno”. O cantor Otto, figura central na cultura brasileira, revisita mais de duas décadas de música em seu novo show.

Agitando o segundo dia de festival, Luciane Dom traz seu clima enérgico para o palco e seu estilo, que reúne música brasileira com reggae, sons do candomblé e sua visão moderna do jazz. O carioca Zona Norte Caio Prado traz em seu trabalho atitude, luta,

ideias frescas e um trabalho de música popular brasileira contemporânea, que dialoga com diversos públicos. Pedro Luís chega com sua vigorosa e emotiva interpretação em um show em homenagem a Luiz Melodia, com releituras de suas músicas. Já o trio Tuyo sobe ao palco fundindo organicidade e texturas eletrônicas com temáticas existenciais. Encerrando o segundo dia de apresentações, a cantora baiana Luejdi Luna apresenta seu novo álbum, “Bom mesmo é estar debaixo d’água”, com faixas que transitam entre o jazz e os ritmos africanos e são como um mergulho no mar quente da Bahia.

Iniciando o terceiro e último dia de festival, a pernambucana Natascha Falcão faz a performance de pré-lançamento do álbum “Ave Mulher”, que traz o tradicionalismo orgânico e melódico do coco urbano do Recife – mas também xote, ciranda, boemia e macumba, com texturas, timbres e beats eletrônicos. Almério, que começou sua carreira cantando em bares de Caruaru, sobe ao palco com toda a sua performance irreverente. Dando sequência, Zé Manoel apresenta o álbum “Do meu coração nu”, com produção musical de Luisão Pereira. Encerrando com chave de ouro, o MIMO apresenta um show exclusivo, gravado em Paris, do coletivo francês Nouvelle Vague, que criou um estilo único e conta com uma legião de fãs pelo mundo.

Além das atrações musicais, o evento contará ainda com Workshops, levando conceitos técnicos da área musical, e o Fórum de Ideias, trazendo nomes de peso e temáticas atuais relevantes para o debate.

A curadoria e direção artística é de Lu Araújo, produtora com mais de 30 anos de carreira, e a direção do MIMO digital do experiente Jodele Larcher. Produzido pela Lu Araújo Produções, o MIMO Festival 2021 é uma realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo do Governo Federal. Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio master da Petrobras.

Através da Lei Aldir Blanc, o MIMO São Paulo é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. O MIMO Olinda é uma realização do Governo do Estado de Pernambuco. O MIMO Rio de Janeiro é uma realização do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, com patrocínio Estacio, Trem do Corcovado e Windsor Hotéis.

O festival já realizou mais de 500 concertos, como as apresentações memoráveis dos artistas Philip Glass, Chick Corea, Herbie Hancock, Pat Metheny, Buena Vista Social Club, Gotan Project, Jacob Collier, Goran Bregovic, Emir Kusturica, Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Nelson Freire, Naná Vasconcelos, entre muitos outros grandes nomes.

FESTIVAL MIMO DE CINEMA

Além de tudo isso, a programação não poderia deixar de contar com o Festival MIMO de Cinema, onde serão oferecidos seis (6) filmes durante os três dias de evento através da plataforma Vimeo. Os links serão divulgados e o público poderá assistir a qualquer momento desse período.

● NOUVELLE VAGUE BY NOUVELLE VAGUE

Direção: Marc Collin

DOC | 1h14 | 2017 | França

● ALÔ…TUDO BEM? – BRASIL – A CULTURA EM DELINQUÊNCIA

Direção: Helios Molina

DOC | 1h08 | 2020 | França

● VINYL, POEIRA E GROOVES

Direção: Diego Casanova

DOC | 1h10 | 2018

● ANTES QUE ME ESQUEÇAM, MEU NOME É EDY STAR

Direção: Fernando Moraes

DOC | 1h20 | 2019 | BA

● A HISTORIA DE UM SILVA

Direção: Marcelo Guiarte e Felipe Bretas

DOC | 1h17 | 2019 | RJ

● CLARA ESTRELA

Direção: Rodrigo Alzuguir e Susanna Lira

DOC | 1h12 | 2017

WORKSHOPS

Uma série de workshops, voltada para o universo do áudio nas produções musicais, sob a coordenação de Daniela Pastore, professora universitária de Produção Fonográfica, está sendo oferecida nesta edição especial do MIMO Festival.

Os primeiros 30 alunos que entrarem na sala nos dias do evento poderão interagir com os professores. Os demais poderão assistir à aula, que será transmitida em tempo real no canal do MIMO Festival no Youtube.

26/03 – MIMO SÃO PAULO

● POR DENTRO DA TÉCNICA: O áudio para novos formatos – shows gravados e transmitidos

10h às 12h – Com Daniela Pastore e Igor Ferreira

Técnico de som, iniciou a carreira no AR Studios, em 2003, como assistente e técnico de gravação em discos de O Rappa, Moacir Santos, Adriana Calcanhotto e João Bosco, entre outros. Formado em Técnicas de Gravação e Produção Fonográfica, Igor Ferreira atua

desde 2008 como técnico de gravação, mixagem e masterização em vários estúdios e trabalha atualmente com Caetano Veloso.

27/03 – MIMO RIO DE JANEIRO

● POR DENTRO DA TÉCNICA: Conceitos básicos de áudio

10h às 12h – Com Daniela Pastore

Técnica de som, profissional experiente em estúdios, pós-produção de áudio para filmes, Daniela Pastore opera som ao vivo em shows e eventos, como o Rock in Rio e os Jogos Olímpicos de 2016. Professora universitária, integra a equipe do Arte Sônica Amplificada, que busca a inclusão feminina na área.

● POR DENTRO DA TÉCNICA: Direção técnica para novos formatos

14h às 16h – Com Daniela Pastore e Adriana Viana

Adriana Viana é técnica de som e diretora técnica, trabalha com áudio desde 2007 em casas de shows, grandes empresas e artistas, como Adriana Calcanhotto, Karina Buhr, Rashid, Baleia Mutante e Max B.O., e trabalha como diretora técnica para o Women’s Music Event e Purple Produções.

FÓRUM DE IDEIAS

Curadoria: Lu Araujo e Chris Fuscaldo

26/03 – MIMO SÃO PAULO

● NOVOS FORMATOS E EXPERIÊNCIAS NO MERCADO DA MÚSICA NACIONAL

Das 15h às 16h30

Com Ana Garcia, Lu Araújo, Fabiana Batistela e Brisa Flow

Mediadora: Chris Fuscaldo

27/03 – MIMO RIO DE JANEIRO

● O PAPEL DAS ARTES NO COMBATE AO RACISMO

Das 11h às 12h30

Com Caio Prado, Luciane Dom, Zé Manoel e Margareth Menezes

Mediadora: Chris Fuscaldo

● A MEMÓRIA COMO SALVAÇÃO: POR QUE NÃO ESQUECER ARTISTAS QUE FIZERAM NOSSA HISTÓRIA

Das 15h às 16h30

Com Zeca Baleiro, Odair José, Anastácia e Rodrigo Faour

Mediadora: Chris Fuscaldo

28/03 – MIMO OLINDA

● BIÓGRAFOS E BIOGRAFIAS: OS DESAFIOS E PRAZERES DE SE ESCREVER A VIDA DE ALGUÉM

Das 15h às 16h30

Com Julio Maria, Kamille Viola, Vagner Fernandes e Toninho Vaz

Mediadora: Chris Fuscaldo

ATRAÇÕES

26/03 – MIMO SP

DJ Montano

Cristina Braga, Marcus Ribeiro e Ricardo Medeiros

Duda Brack

Cida Moreira

Otto

27/03 – MIMO RJ

DJ Montano

Duo Santoro

Luciane Dom

Caio Prado

Tuyo

Pedro Luis

Luedji Luna

28/03 – MIMO Olinda

DJ Montano

Ana de Oliveira e Sergio Ferraz

Natascha Falcão

Almério

Zé Manoel

Nouvelle Vague

SOBRE O MIMO

A curadoria e direção artística é de Lu Araújo, produtora com mais de 30 anos de carreira, e a direção do MIMO digital do experiente Jodele Larcher. Produzido pela Lu Araújo Produções, o MIMO é uma realização da Secretaria Especial da Cultura,

Ministério do Turismo do Governo Federal. Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio master da Petrobras.

O festival já realizou mais de 500 concertos, para um público de 1,85 milhão de pessoas, com apresentações memoráveis de Philip Glass, Chick Corea, Herbie Hancock, Pat Metheny, Buena Vista Social Club, Gotan Project, Jacob Collier, Goran Bregovic, Emir Kusturica, Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Nelson Freire, Naná Vasconcelos, entre outros grandes artistas.

O MIMO Festival São Paulo é uma realização do Governo Federal, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, através da Lei Aldir Blanc.

O MIMO Festival Olinda é uma realização Governo Federal e Governo do Estado de Pernambuco, através da Lei Aldir Blanc.

O MIMO Festival Rio de Janeiro é uma realização do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, através da Lei Aldir Blanc e Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS, com patrocínio da Estacio, Trem do Corcovado e Windsor Hotéis.

Pimentinha – Elis Regina para Crianças

O premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’ tem uma trajetória de sucesso ao apresentar os grandes nomes da MPB para as novas gerações, em espetáculos que reúnem toda a família. Depois de Luiz Gonzaga, Braguinha, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Raul Seixas, chegou a vez de uma das melhores cantoras brasileiras ganhar sua homenagem: Elis Regina!

Com direção de Diego Morais, direção musical de Guilherme Borges e texto de Pedro Henrique Lopes, o musical Pimentinha – Elis Regina para Crianças faz uma apresentação gratuita no canal do Youtube do projeto (http://bit.ly/youtubegmpp), dia 28 de março, às 16h. De 03 a 25 de abril, haverá uma temporada virtual com venda de ingressos pelo Sympla (www.sympla.com.br/grandesmusicosparapequenos). As sessões serão aos sábados e domingos, às 16h. Inicialmente, foram previstas apresentações no teatro mas, com o agravamento da pandemia, a equipe optou por filmar uma sessão especial, sem plateia e com todos os protocolos de segurança, para a exibição virtual de sua temporada de estreia. O projeto tem patrocínio do Shopping da Gávea, do Windsor Hotéis, através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS RJ, e do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

“Pimentinha – Elis Regina para Crianças” é a sexta peça do projeto, que já levou mais de 200 mil pessoas ao teatro e soma 14 prêmios de teatro infantil, entre outras cerca de 50 indicações. A história acompanha a infância de Lilica (vivida pela cantora, compositora e atriz Jullie), uma menina apaixonada por música e por suas grandes cantoras, que faz de tudo para sua mãe levá-la a um concurso de jovens talentos no rádio. Chegando lá, a menina de óculos e cabelo desgrenhado se sente intimidada pelo visual que a impõem. Em busca de sua própria essência, vai desafiar os padrões de beleza e mostrar que toda pessoa é linda quando dá espaço para sua real personalidade. A inspiração veio da infância de Elis Regina, que foi uma menina estrábica e tímida que se escondia atrás dos óculos fundo de garrafa, mas que sempre buscou se sentir representada como mulher na sociedade e em seu visual. No elenco, estão, além de Jullie no papel-título, Erika Riba (Dona Ercy), Lucas da Purificação (Jairzinho), Stephanie Serrat (Diva), Layla Paganini (Produtora) e Pedro Henrique Lopes (Adelino Junior e Adelino).

“O projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’ sempre apresenta temas atuais e relevantes para crianças e seus familiares de maneira lúdica e leve. No ‘Pimentinha’, nos inspiramos na história de Elis, em seus primeiros passos como artista, para trazer ao palco a importância de assumir sua personalidade”, comenta o autor Pedro Henrique Lopes. Diego Morais, diretor do espetáculo, complementa: “Misturando uma história cativante de descobertas na infância, dinamismo e agilidade em cena, e muita música incrível, o ‘Pimentinha’ foi pensado para unir todas as gerações em um espetáculo realmente para toda família”.

Na trilha sonora, estão grandes clássicos da MPB imortalizados por Elis Regina, como “Fascinação”, “O Bêbado e a Equilibrista”, “Madalena” e “Como nossos pais”, em arranjos pensados para as novas gerações.

Grandes Músicos para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Depois,vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ – Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações; Bituca – Milton Nascimento para crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações; Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações; e Raulzito – Raul Seixas Para Crianças, de 2019, vencedor do Prêmio Musical Rio de Melhor Espetáculo Infantil.

As cinco peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores.O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

Mais sobre o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

FICHA TÉCNICA:

Direção Geral: Diego Morais

Direção Musical: Guilherme Borges

Roteiro Original: Pedro Henrique Lopes

Elenco: Jullie (Lilica), Erika Riba (Dona Ercy), Lucas da Purificação (Jairzinho), Stephanie Serrat (Diva), Layla Paganini (Produtora) e Pedro Henrique Lopes (Adelino Junior e Adelino).

Coreografias: Natacha Travassos

Cenário e Figurinos: Clivia Cohen

Cenotécnico: André Salles

Iluminação: Paulo César Medeiros

Operador de Luz: Lúcio Bragança Junior

Operação de Som: Leonardo Carneiro

Assessoria de Imprensa: Racca Comunicação (Rachel Almeida)

Assistentes de Produção: Heder Braga e Layla Paganini

Produção e realização: Entre Entretenimento

SERVIÇO:

Pimentinha – Elis Regina para Crianças.

Sessão gratuita: 28 de março, às 16h. No canal do Youtube do projeto Grandes Músicos para Pequenos (http://bit.ly/youtubegmpp).

Temporada: De 03 a 25 de abril de 2021

Dias e horários: Sábados e domingos, às 16h

Ingressos: R$ 25 a R$ 50 (a escolha do valor fica a cargo do espectador).

Vendas de ingressos: www.sympla.com.br/grandesmusicosparapequenos

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre

“A Lua vem da Ásia” no Teatro Petragold

“É preciso gritar. Como artista, é obrigação gritar. O grito foi dado ao homem; é uma forma de defesa como outra qualquer”, explica o ator Chico Diaz sobre o motivo para voltar a encenar a peça “A lua vem da Ásia”, que ele mesmo adaptou do romance homônimo do escritor mineiro Walter Campos de Carvalho (1926-1998). O espetáculo – que teve sua primeira montagem em 2011 – volta em versão mais leve, mais bem-humorada e concisa no dia 28 de março, com transmissão on-line diretamente do Teatro PetraGold, com acessos vendidos a R$ 20.  As sessões aos domingos, às 18h, e a temporada vai até 18 de abril.

A obra surrealista, carregada de humor ácido, levanta questões sobre os limites do poder, das hierarquias e o lugar de cada cidadão na sociedade. “Tudo a ver com o momento que estamos vivendo”, justifica Chico Diaz, que vem aproveitando a pandemia para mergulhar dentro de si mesmo, estudar e preparar um documental que tem a ver com esse espetáculo. É o “Diário dentro da noite”, filmado durante o confinamento ano passado.

Procurando perspectivas, pontos de fuga, por meio da memória, do imaginário e dos afetos, Chico Diaz usa a arte para provocar reflexões e ações. Afinal de contas, o texto fala sobre lucidez e loucura, prisão e liberdade. Para o ator, esta nova versão é mais afiada no diagnóstico dos tempos e se encaixa melhor no atual momento. Ele aproveita a temporada carioca para amadurecer e azeitar a nova montagem que vai levar para Portugal, em julho, para apresentar no Festival de Almada, organizado pela Câmara Municipal de Almada.

Em breve, Chico Diaz também poderá ser visto na produção da HBO norte-americana com direção de Bruno Barreto, “American Guest”, interpretando Marechal Rondon durante uma visita do presidente Theodore Roosevelt, dos Estados Unidos, à Amazônia. Aliás, vem muito mais por aí… Chico Diaz está em vários filmes ainda a serem lançados: “O homem onça“, de Vinicius Reis; Vermelho Monet”, de Halder Gomes; “O ano da morte de Ricardo Reis”, de João Botelho; e “A casa do girassol vermelho”, de Eder Santos.

Mais sobre “A lua vem da Ásia”

O romance de Campos de Carvalho é um livro limite: o que está durante todo o tempo por um fio é a capacidade do homem de ser livre e de pensar livremente. O personagem, encerrado na voz de uma primeira pessoa narrativa, inicia seu ambicioso projeto de libertação a partir da própria linguagem, pois a expressão é o seu único escape. O personagem reflete o complexo comportamento da sociedade ocidental a partir da expansão da cultura de massa, marcado pelo isolamento e perda do sentido de coletivo, pela desmaterialização da realidade e pela fragmentação do indivíduo.

A peça “A lua vem da Ásia”, assim como o livro, levanta questões sobre os limites do poder, das hierarquias e o lugar de cada cidadão na sociedade.

Sinopse

A peça retrata o diário de um homem hospedado em um hotel de luxo – ou talvez um campo de concentração ou um manicômio. Tendo a loucura como tema central, o protagonista enfileira recordações (ou alucinações?) de suas passagens por diversos países, tornando-se o narrador de A peça retrata o diário de um homem hospedado em um hotel de luxo – ou talvez um campo de concentração ou um manicômio. Tendo a loucura como tema central, o protagonista enfileira recordações (ou alucinações?) de suas passagens por diversos países, tornando-se o narrador de um mundo governado pela lei do absurdo, mas que parece assustadoramente semelhante à nossa normalidade.

Histórico da peça

A peça estreou em 2011, no CCBB do Rio de Janeiro, e percorreu também as unidades de Brasília e São Paulo, sempre com sucesso de crítica e público. Voltou a fazer novas temporadas ao longo dos anos, sendo apresentada recentemente no projeto #EmCasaComSesc, criado por ocasião da quarentena.

O livro e o autor

Publicado originalmente em 1956, o livro “A Lua vem da Ásia” marca o nascimento da narrativa surrealista de Walter Campos de Carvalho (1926-1998), escritor mineiro radicado em São Paulo. Autor de pelo menos quatro pequenas obras-primas da literatura brasileira – “A Lua vem da Ásia” (1956), “Vaca de nariz sutil” (1961), “A chuva imóvel” (1963) e “O púcaro búlgaro” (1964) –, faleceu em 1998, após abandonar a literatura como profissão. Apesar de notório mau-humor, o escritor – o primeiro, e talvez o último escritor surrealista do Brasil –  tinha no riso o seu instrumento de crítica. O riso como uma forma de apontar as falhas da sociedade de massa, consumista e belicosa. Em seus textos, pretendia trabalhar a demolição de todos os valores burgueses através do nonsense; a redução do amor à sua forma fisiológica: o sexo; a redução da vida à morte.

Mais sobre Chico Diaz

Chico Diaz tem mais de 40 anos de carreira nas artes audiovisuais – como ator, dramaturgo, diretor e produtor, em mais de 80 filmes, 22 novelas e um sem número de peças. Filho de um intelectual paraguaio e de uma tradutora brasileira, ele nasceu na Cidade do México, tendo sido registrado na Embaixada do Brasil. Chegou ao Rio de Janeiro em 1969 e, aos 14 anos, começou a fazer teatro no Tablado. Seus primeiros trabalhos, ainda como amador, foram entre os anos 1970 e 1980, período em que integrou o grupo Manhas e Manias ao lado de Pedro Cardoso, Andrea Beltrão e Débora Bloch. De lá para cá, dividiu-se entre palcos, estúdios de TV e cinema. Mas também formou-se em Arquitetura e Urbanismo pela UFRJ e sempre encontrou tempo e espaço para a pintura, seu hobby.

Ficha técnica

Texto original: Walter Campos de Carvalho

Adaptação e atuação: Chico Diaz

Vídeos: Eder Santos e Trem Chic

Trilha sonora: Alfredo Sertã

Direção de Produção: Wagner Uchôa

Realização: Teatro PetraGold

Assessoria de Imprensa: Sheila Gomes

Gerenciamento de Redes Sociais – Conte Mais Comunicação – Beatriz Ataide

Serviço

“A lua vem da Ásia”

De 28 de março a 18 de abril

Sessões aos domingos, 18h

Diretamente do Teatro PetraGold – Rua Conde de Bernadote, 26, Leblon / RJ

Ingressos para transmissão ao vivo e on-line a partir de R$ 20

Onde comprar e assistir: https://www.teatropetragold.com.br 

https://www.teatropetragold.com.br/programacao/espetaculo/a-lua-vem-da-asia-online-petragold

Duração: 60 min

Gênero: drama

Classificação: livre 

“27’s” mostra a história do Clube dos 27

Há, na história da música mundial, uma coincidência reincidente – trágica e sem explicação lógica – sobre a morte de ídolos, de diferentes épocas, aos 27 anos. Alguma espécie de falta de controle sobre a pulsão de morte parece atingir seu ápice nessa idade. Escrito por Daniela Pereira de Carvalho, com direção de Vera HoltzGustavo Leme e Guilherme Leme Garcia, “27’s” é uma investigação sobre essa lendária coincidência, conhecida mundialmente como Clube dos 27. Em cena, o ator Gustavo Rodrigues interpretaum famoso roqueirofictício,cuja vida por pouco não se encerra nessa mesma idade. Ao longo do espetáculo, um híbrido entre teatro e audiovisual, a trajetória emocional do personagem é atravessada pelas histórias de cinco de seus ídolos mortos aos 27 anos: Jimi HendrixKurt CobainJanis JoplinAmy Winehouse e Jim Morrison.A dramaturgia passeia pela biografia desses jovens músicos que influenciaram comportamentos e lançaram tendências, numa crítica social que apresenta uma forte conexão com os dias de hoje ao passar por temas como liberdade, feminismo, cultura de consumo, racismo, sexualidade, política e misticismo.

27’s”estreia em 27 de março (sábado), às 19, no YouTube (bit.ly/espetaculo27s) e será apresentado dos dias 28, 29 e 30 (domingo a terça), com sessão dupla às 19h e às 21h; e dia 31 (quarta), às 19h.

Bate-papos no Instagram (@espetaculo27s) com Gustavo Rodrigues e convidados após a peça-filme: dia 27 (diretores), dia 29 (direção de arte e autora) e dia 31 (direção musical e banda).

Gravada no estúdio na casa do ator Gustavo Rodrigues, na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, o espetáculo reúne música, teatro, cinema, ficção, biografias, pulsões de morte e de vida. Uma banda, formada por Tauã de Lorena (guitarra), Laura Lenzi (voz e teclado), Arthur Martau (bateria) e Sandra Nisseli (baixo), acompanha Gustavo Rodrigues (voz e guitarra) em números musicais que se integram à dramaturgia e dão identidade ao personagem.

“Acredito que as mortes precoces dos músicos do Clube dos 27 tenham acontecido talvez porque, nessa idade, eles não tivessem atingido a maturidade, fato que os tornou mais propícios aos exageros e às pulsões de morte”, acredita a dramaturga Daniela Pereira de Carvalho. “Assim como seus ídolos, o personagem do Gustavo é um roqueiro que passou por uma tragédia aos 27 anos. Ele não morreu, mas sua vida praticamente acabou. Fã de música, ele se projeta nessas estrelas se identifica com esse lugar de morte, considerando-se também um membro do Clube dos 27”, explica.

A ideia de “27’s” surgiu quando Gustavo Rodrigues encenava o espetáculo “Billdog 2” no CCBB Rio, no começo do ano passado, antes da pandemia. Um dos pontos altos daquela montagem era justamente os números musicais, apresentados ao vivo, que se associavam à dramaturgia e à trajetória do personagem.

“Eu toco guitarra desde a adolescência e tive algumas bandas de rock. Fiquei algum tempo longe da música, me dedicando ao teatro, e ‘Billdog’ trouxe de volta essa necessidade de me expressar musicalmente. A dramaturgia da Dani me permitiu inserir um tipo de visceralidade que venho trabalhando em espetáculos como “Trainspotting”, “Laranja Mecânica” e o próprio “Billdog”, diz Gustavo, idealizador do espetáculo. “Sou fã de Hendrix, Jim Morrison e toda essa turma. Vivenciei as mortes de Kurt Cobain, em 1994, e Amy Winehouse, em 2011. Essa mística que envolve o Clube dos 27 sempre me fascinou. Todos foram geniais e viveram, cada um a seu modo, muitas congruências em suas trajetórias, que nos fazem pensar como poderia ter sido diferente se não tivessem nos deixado tão cedo”, imagina.

PEÇA-FILME

Pensado originalmente para os palcos, “27’s” foi adaptado para ser uma peça-filme, reunindo o trabalho artesanal do teatro com os recursos do audiovisual. Para a criação dessa nova linguagem, três diretores foram convidados para o projeto: Vera HoltzGustavo Leme e Guilherme Leme Garcia. Juntos, os três definiram a linguagem do espetáculo, cada qual com uma contribuição diferente. Guilherme é responsável pela encenação; Vera trabalha a interpretação; e Gustavo traz o olhar sobre a lente.

“Vera e eu começamos a fazer leituras online com o Gustavo Rodrigues e, na fase de ensaios, sentimos necessidade de ter um olhar cinematográfico. Não queríamos apresentar uma peça filmada. A ideia era justamente tirar o espetáculo do palco e experimentar algo novo que transitasse no limiar entre teatro e audiovisual. Foi daí que meu irmão (Gustavo Leme), cineasta, entrou para completar essa trinca”, conta Guilherme Leme Garcia.

Para manter um caráter mais teatral, o diretor Gustavo Leme apostou em planos-sequência. “Planos longos conservam a energia do desenvolvimento do personagem sem fragmentar a emoção, o suor e a potência. No plano-sequência do cinema, assim como no teatro, uma cena vai emergindo na outra”, conta Gustavo Leme. “Em ‘27’s’ a câmera nunca para. Ela está sempre dançando em torno do personagem. Ela transita, vai pra banda, volta, mesclando planos muito fechados com macros”, releva o cineasta.

Essa foi a primeira experiência de Vera Hotz na direção remota. Todos os encontros e ensaios com o ator Gustavo Rodrigues foram virtuais.

“Foi um trabalho muito interessante de construção. Gustavo foi me apresentando aos fantasmas que habitam o imaginário do personagem, estabelecendo a relação dele com essas entidades musicais. Apesar da distância física, foi um trabalho bastante próximo e intenso”, conta. “Como é um espetáculo para se assistir de uma tela menor – seja do computador ou celular – não há necessidade de gestos maiores ou de uma determinada impostação vocal. Tivemos que minimizar tudo para caber dentro dessa nova conversa”, explica.

Diretor de produção de “27’s” ao lado de Monique Franco, o produtor teatral Sergio Saboya acompanha de perto o setor que se reinventa durante a pandemia.

“Estamos vivenciando uma nova forma de expressão, muito criativa, que vai além do teatro. Ano passado, tínhamos em mente a ideia do teatro online. Agora, dentro das possibilidades e diante das normas de segurança contra a Covid-19, ampliamos o leque de recursos técnicos e vemos teatro e audiovisual se complementando de uma forma muito inovadora”, analisa Saboya.

CANÇÕES TOCADAS AO VIVO NA PEÇA-FILME

“Sympathy for the devil”, The Rolling Stones

“Voodoo child”, Jimi Hendrix

“Wild thing”, Jimi Hendrix

“Purple haze”, Jimi Hendrix

“Born slippy”, Underworld

“Came as you are”, Nirvana

“Break on through”, The Doors

“Cry baby”, Janis Joplin

“You know I’m no good”, Amy Winehouse

“The man who sold the world”, Nirvana

“Piece of my heart”, Janis Joplin

“Love is a losing game”, Amy Winehouse

“Back to black”, Amy Winehouse

FICHA TÉCNICA

Texto: Daniela Pereira de Carvalho.

Direção: Vera Holtz, Gustavo Leme e Guilherme Leme Garcia.

Elenco: Gustavo Rodrigues (ator, voz e guitarrista), Tauã de Lorena (guitarrista), Laura Lenzi (voz e tecladista), Arthur Martau (baterista) e Sandra Nisseli (baixista).

Direção musical: Ricco Vianna e Tauã de Lorena.

Criação de imagens: Gabriel Junqueira.

Produção de arte e figurino: Ana Roque, Patrício Reinaldo e Pedro Osório.

Iluminação: Adriana Ortiz.

Direção de produção: Monique Franco e Sergio Saboya.

Realização: Procenium Produções Artísticas.

27’s”

Estreia: 27 de março (sábado), às 19h, no YouTube (bit.ly/espetaculo27s).

Apresentações: dias 28, 29 e 30 (domingo, segunda e terça), às 19h e às 21h (sessão dupla) | Dia 31 (qua.), às 19h.

Bate-papos: no Instagram (@espetaculo27s) com Gustavo Rodrigues e convidados após a peça-filme: dia 27 (diretores), dia 29 (direção de arte e autora) e dia 31 (direção musical e banda).

Duração: 65 min. Classificação indicativa: 18 anos. Ingresso: gratuito.

Luis Lobianco atua e dirige “Macbeth 2020”

O filme-teatro Macbeth 2020, com Luis Lobianco e atores convidados da Cia Buraco Show, caminha pela via da comicidade com objetivo de prestar uma homenagem ao teatro e a quem o faz acontecer. Lobianco interpreta 7 personagens arquetípicos da classe teatral. Figuras reconhecíveis do ambiente teatral que relatam suas vivências e infortúnios ocorridos em montagens passadas de Macbeth, em uma espécie de documentário tendencioso e sensacionalista. A estreia será no dia 26 de março.

O projeto nasce da necessidade de ocupação dos espaços teatrais durante a pandemia de Covid-19. Com a impossibilidade de promover aglomerações, os trabalhadores da cultura tiveram na Lei Aldir Blanc a oportunidade de estar em ação e garantir renda emergencial às suas famílias. A via mais natural para contar a história, foi incorporar a linguagem audiovisual.

Macbeth 2020 é um filme-teatro que usa das novas tecnologias para chegar ao público, mas não abre mão de acontecer sob a luz do universal e atemporal teatro de William Shakespeare.

O que instiga especificamente em Macbeth é o fato de a peça ter sido escrita também em um período de quarentena. Para muitos, o caráter sombrio do texto se dá pelo medo da peste bubônica que assolava a Europa nos primeiros anos do século XVII. Desde então, a história tem fama de ser maldita por uma série de infortúnios ocorridos aos que ousaram transformá-la em espetáculo.

– Nosso interesse não é correr esse risco secular com mais uma montagem clássica, mas sim investigar quem são esses trabalhadores do teatro que sofrem as consequências da temida maldição da peça escocesa –, comenta Luis Lobianco. – Criamos uma cartela de personagens a partir das histórias reais de experiências trágicas com temporadas de Macbeth desde a época de Shakespeare.

“Macbeth 2020” ficará disponível gratuitamente, 24 horas por dia, de 26 de março até 30 de maio, na plataforma digital YouTube com acesso exclusivo pelo link http://www.sympla.com.br/macbeth2020.

Personagens arquetípicos da classe teatral

Nesse filme-teatro, Luis Lobianco, que é também idealizador e diretor geral do projeto, interpreta 7 personagens arquetípicos da classe teatral. Figuras reconhecíveis do ambiente teatral que relatam suas vivências em uma espécie de documentário tendencioso e sensacionalista. As referências são os extintos programas de TV dos anos 1980 e 1990 que levavam às últimas consequências temas relacionados ao submundo da madrugada. Os personagens interpretados por Lobianco são:
– Hélio de Gales, apresentador do programa documental. Fala em tom jornalístico e sombrio.
– Little John, ator inglês do teatro elisabetano. Tinha notoriedade por interpretar com maestria personagens femininas num período em que mulheres eram impedidas de atuar.
– Rejane Galdán, diretora de teatro contemporâneo. Sua companhia explora a fisicalidade e o corpo como linguagem principal.
– Melchiades Veronese, ator carioca da geração do Posto 9 e Teatro Ipanema. Conhecido por ser um dos criadores de  uma conhecida Cia da Zona Sul do Rio que fez barulho nos anos 80 “Pancada de Molière Não Dói”.
– Carlo Strazzer, ator paulista pouco expressivo integrante de extintas companhias que montavam clássicos. Sempre viveu à sombra do seu companheiro, Guti Fraga. Esse sim era uma grande estrela, mas interpretar Macbeth o fez enlouquecer e hoje vive sob cuidados de Carlo.
– Brigitte Fausta, atriz portuguesa, grande dama do teatro. Sempre brilhou em palcos lusitanos e brasileiros. Conhecida por uma interpretação definitiva de Lady Macbeth. Depois disso, só foi escalada para personagens mais velhas e, por isso, abandonou o palcos. Abriu uma pousada em Casimiro de Abreu RJ, de onde sai só pra receber homenagens.
– Su Weismann, performer radicado em Nova Iorque. Leva suas performances e ideias muito a sério. Vaidoso, caótico e cosmopolita.
A obra caminha pela via da comicidade, com participação especial de atores da Cia Buraco Show, além de uma primorosa direção de arte

A partir desses personagens acontecem duas narrativas paralelas ao que Lobianco chama de “documentário Macbeth”. Os depoimentos são mesclados a imagens de arquivo onde eles estão em cena executando a peça em si. Os realizadores não abriram mão de que essas cenas obedecessem à cronologia em 5 atos da obra.
Em um momento tão delicado para artistas e público, não soou conveniente aprofundar o aspecto trágico do texto. A obra caminha pela via da comicidade com objetivo de prestar uma homenagem ao teatro e a quem o faz acontecer.
– Como não precisamos de mais tragédia, achamos uma via cômica onde interpreto 7 figuras típicas do ambiente teatral, contando em um documentário infortúnios que acometeram suas vidas enquanto tentavam realizar a obra. O filme Macbeth 2020 é teatro que busca abrigo no audiovisual pra chegar no público. Lá, estou com meus parceiros de palco e equipe prestando homenagem aos trabalhadores da cultura sob a luz atemporal de Willian Shakespeare –, conclui Luis Lobianco.
A peça-filme-documentário tem parceria com o Teatro Poeira, a TV Zero e a Cia Buraco Show, da qual Lobianco foi um dos fundadores, em 2012. Sidnei Oliveira, também do coletivo, assina a direção de arte e é responsável por dar ao filme uma ambiência teatral. Adereços e caracterização são rigorosamente artesanais, confeccionados em material de papelaria. Outros atores do grupo também estão presentes em participações especiais e encorporam as bruxas que amaldiçoam a vida do rei.
A respeito da direção de arte, Sidnei Oliveira comenta que “viajar nessa aventura de Macbeth no formato ‘repórter investigativo’ nos levou a considerer o papel como um material signo para os documentos de uma história e de uma época. A obra de Shakespeare talvez não chegasse em nossas mãos se não fosse o papel. Linha condutora da arte do projeto, ele aparece como forma de escultura se misturando aos outros materiais como o empapelamento, as dobraduras e as texturas vão tomando forma de adereços, perucas, objetos, móveis.”
O projeto Macbeth 2020 foi contemplado pelo edital Retomada Cultural RJ, da Secretaria de Estado de Cultura e produzido por Claudia Marques, sócia-diretora da Fábrica de Eventos.
Ficha técnica

Atuação: Luis LobiancoDireção Geral e Idealização: Luis LobiancoDireção de Produção: Claudia MarquesRoteiro: Rafael Souza-RibeiroDireção de Áudio Visual: Thiago SacramentoDireção de Arte: Sidnei OliveiraDireção Musical e Trilha Original: Lucio ZandonadiDireção de Ator: Tatiana TibúrcioAtores Convidados: Letícia Guimaraes, Simone Mazzer, Pedroca Monteiro e Sidnei Oliveira – Cia Buraco ShowAssistente de Direção: Anax AltamirandaProdução Executiva: Rogerio GarciaAssessoria de Imprensa: Ney MottaProgramação Visual e Artes Gráficas: Rafael PaschoalFotos de Still: Anax AltamirandaFotos: Pablo HenriquesParceria: Teatro Poeira, TV Zero e Cia Buraco ShowRealização: Fábrica de Eventos
Serviço

Macbeth 2020Estreia dia 26 de março de 2021.O espetáculo ficará disponível gratuitamente, 24 horas por dia, até 30 de maio, na plataforma digital YouTube com acesso exclusivo pelo link http://www.sympla.com.br/macbeth2020.Classificação Indicativa: 12 anosDuração: 40 minutos (aproximadamente)

Live Rodrigo Sha e DJ Mam

Nos jardins do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, às margens da Baía de Guanabara, de frente para a vista deslumbrante do Pão de Açúcar, o músico Rodrigo Sha e DJ Mam, personalidades marcantes da cena musical carioca, apresentam seu novo projeto: “Jazz Botânico”. As batidas, os instrumentos e os efeitos sonoros criados pela dupla se fundem à beleza e natureza da cidade neste novo álbum, que traz dez músicas. A transmissão do show acontece pelo Youtube do Blue Note (https://bit.ly/livejazzbotanico), dia 19 de março, às 21 horas. O disco sai pelo selo Sotaque Carregado.

Ative o lembrete do show, garanta seu ingresso consciente e faça o Pré-save do single – https://linklist.bio/jazzbotanico

O PROJETO

“O Jazz Botânico foi concebido com o propósito de comunicar o Meio Ambiente através da música. Ficamos imersos numa galeria de arte no bairro do Jardim Botânico e nos apropriamos desse diálogo com os sons do bairro, regados à exuberante natureza da Mata Atlântica. O álbum, fruto da Mãe Natureza com a arte contemporânea, é parido no MAM-RJ, mesmo local em que nosso duo original, o Brazilian Lounge, nasceu há 20 anos, suspenso em seu Jardim, assinado por Burle Marx”, explica DJ Mam.

“Jazz Botânico é um projeto que consolida minha parceria com o DJ Mam, compomos e produzimos o álbum juntos. Montamos um estúdio provisório no Jardim Botânico, o que nos inspirou muito para essa sonoridade e todo o clima que permeia o disco, de naturalidade musical, despretensioso, somente querendo uma música de qualidade, agradável e com a nossa identidade carioca universal”, completa Rodrigo Sha.

Para o DJ, o álbum fala de um Rio nos primórdios, quando ainda era habitado pelos índios. “Não à toa, estamos à beira da Baía de Guanabara, de onde os indígenas viram e receberam em seu paraíso Botânico os europeus e a diáspora Africana. O nosso disco fala desse Rio, uma das matrizes do Povo Brasileiro”.

Majoritariamente instrumental e com samples da natureza e do cotidiano, o álbum “Jazz Botânico” conta ainda com a música Vai falar com Deus, lançada no festival SOS Rainforest Live, realizado por Sting, tendo uma versão cantada, produzida no período da pandemia, e que conta com Marcos Suzano.

Lançada também na próxima sexta, e apresentada pela primeira vez no Festival Demarcação Já Remix, que tem a curadoria do DJ Mam e foi realizado no dia 1º de março, aniversário do Rio de Janeiro, a música “Do Guarani ao Guaraná” é composta por um trecho da canção “Demarcação Já”, de Carlos Rennó e Chico César. A versão de Sha e DJ Mam conta com a voz do mestre da MPB Gilberto Gil e participação especial de outro grande nome de nossa música, o pernambucano Lenine, além do canto ancestral milenar “Nhanderu tenondeguiae”, do Coral Guarani Tenonderã. A produção musical foi feita em parceria com o trio Manie Gang.

A introdução da faixa traz os dizeres “O Rio de Janeiro é área indígena”, na voz do artista visual indigenista Xadalu, que há um ano hasteou a bandeira “Atenção: área indígena”, no mastro do Museu de Arte do Rio, em plena Praça Mauá. O símbolo ilustra a capa do single, que terá videoclipe lançado no dia 19/03.

LIVE NOS JARDINS DO MUSEU DE ARTE MODERNA DO RIO DE JANEIRO

DJ Mam e Rodrigo Sha. Foto: Simone Kontraluz

O lançamento contará com uma live, no dia 19 de março, a partir das 21 horas, transmitida pelos canais de Youtube do Blue Note, através da iniciativa ‘Lives pela Arte’, desenvolvida pela casa de shows. Além das faixas de “Jazz Botânico”, a apresentação contempla a canção “Redentor”, que ganhou o concurso de música-tema dos 80 anos do Cristo Redentor, em 2011, além da música “Oba Rio”, lançada em parceria com a RioTur.

“Jazz Botânico tem uma sonoridade que combina com ambiente ao ar livre, e fazer uma live no terraço do MAM, às margens da Baía de Guanabara, com Pão de Açúcar ao fundo e Museu a frente, assim como centro da cidade, rodeado de arte natural e contemporânea, foi um momento muito especial, tudo se completou.”, comenta Sha.

Para DJ Mam, a escolha do Blue Note como “palco vitual” da live foi ideal. “Acredito que o Blue Note seja o palco perfeito para destacarmos nosso caráter jazzístico, que no Brasil, e principalmente no Rio, se deu através dos arranjos da Bossa Nova, no Jazz Botânico, magistralmente assinado pelo Sha”.

SERVIÇO: LIVE PELA ARTE – RODRIGO SHA & DJ MAM
Data: 19 de março (sexta-feira)
Horário: 21 horas
Transmissão – Youtube Blue Note: https://bit.ly/livejazzbotanico
Ingresso consciente (opcional): a partir de R$30 (https://bileto.sympla.com.br/event/67630/d/97044/s/528158)

FICHA TÉCNICA – JAZZ BOTÂNICO
Arranjos: Rodrigo Sha
Produção musical: Rodrigo Sha e DJ Mam
Gravado por Rodrigo Sha no estúdio “Colméia Azul” e por DJ MAM no “Brazilian Lounge estúdio móvel”
Mixado por Alex Moreira e Rodrigo Sha
Produção executiva: DJ Mam

FAIXAS

Tropical
(Dj Mam / Rodrigo Sha)
Rodrigo Sha: programação rítmica, violão, baixo, syntetizadores, piano, sax soprano, vocais
Marilia Passos: Voz
Marcos Suzano: Pandeiro
DJ Mam: Scratches e samples

Chega devagar
(DJ Mam/ Rodrigo Sha)
Poesia incidental: DJ MAM
Rodrigo Sha: programação rítmica, violão, baixo, syntetizadores, flauta transversa
DJ Mam: Voz, programação de samples e scratches

Terra Boa
(Dj Mam/ Rodrigo Sha)
Rodrigo Sha: programação rítmica, violão, baixo, syntetizadores, piano, flauta transversa, sax Tenor, vocal
DJ Mam: Vocal, programação rítmica e samples
Marilia Passos: Voz

Nosso Jardim
(DJ Mam / Rodrigo Sha)
Rodrigo Sha: programação rítmica, violão, baixo, syntetizadores, piano, voz e samples
DJ Mam: Voz, programação rítmica, programação de samples e scratches
Percussão: Laudir de Oliveira

Vai falar com Deus
(DJ Mam / Rodrigo Sha)
Rodrigo Sha: programação rítmica, violão, baixo, syntetizadores, piano, sax soprano, vocais e coro
DJ Mam: Vocais, percussão vocal, programação rítmica e programação de samples

Papo de Janela
(DJ Mam/ Rodrigo Sha)
Rodrigo Sha: programação rítmica, violão, baixo, syntetizadores, piano elétrico, sax tenor, sax barítono
DJ Mam: Programação de samples

Renovação
(Rodrigo Sha)
Rodrigo Sha : programação rítmica, baixo, teclados, syntetizadores, flauta transversa
DJ Mam: voz e scrathes

LoungeANDO
(DJ Mam / Rodrigo Sha)
Rodrigo Sha: Rodrigo Sha: programação rítmica, violão, baixo, syntetizadores, Organ, guitarra e vocais
Dj Mam: Vocoder e scrathes

Vai falar com Deus (Tribal Mix)
(DJ Mam / Rodrigo Sha)
Rodrigo Sha: vozes, programação rítmica, Baixo, syntetizadores, piano, coro
DJ Mam: Vocais, percussão vocal, programação rítmica e programação de samples
Marcos Suzano: Percussões

Do Guarani ao Guaraná
Arranjo: Rodrigo Sha
Produzido por: Dj Mam e Rodrigo Sha
Mixagem: Rodrigo Sha
Masterização: Lucio K
Programação rítmica: Manie Gang, DJ Mam
Baixo, violão, teclados, sax soprano, sound design: Rodrigo Sha
Coral: Guarani Tenonderã
Voz falada: Xaladu
Voz: Gilberto Gil
Voz: Lenine

RODRIGO SHA
Cantor, compositor, arranjador, produtor e multi-instrumentista, Rodrigo Sha tem mais de 20 anos de carreira, oito álbuns solo, diversos singles, EP’s e prêmios da música brasileira. Ao da sua trajetória artística, tocou com grandes artistas da música nacional, como Bebel Gilberto, Leo Jaime, Ritchie, Blitz, Kid Abelha, Seu Jorge, entre outros, e já se apresentou em grandes festivais de música, como o Rock In Rio.
DJ MAM
Um dos principais nomes da cena carioca, DJ Mam ganhou o Prêmio Noite Rio de Melhor DJ de MPB/Regional em 2014 e 2012. O artista foi atração de megaeventos como o tradicional Réveillon de Copacabana e as festas de 450 e 451 anos do Rio. Sua pesquisa de sons do Brasil deu origem a seu primeiro álbum autoral, o “Sotaque Carregado”. O álbum foi finalista do Prêmio da Música Brasileira em 2013 e chegou ao top 20 da World Music Charts Europe, a parada musical das rádios europeias. Reconhecimento que o levou para importantes palcos internacionais como o Roskilde Festival e o WOMAD Chile.
Lupa Comunicação

“Quanto a Gente Ama” on-line e gratuito

O musical Quando a gente ama estreia nos dias 19, 20, 21, 27 e 28 de março, às 20h, de forma gratuita e on-line para todo o Brasil. O elenco canta os altos e baixos do amor, a partir do repertório do sambista Arlindo Cruz e parceiros. O público poderá ouvir grandes sucessos como Casal Sem Vergonha, O Show tem que Continuar e O Que é o Amor, entre outros. Baseada na obra do cantor e compositor, a peça foi assistida por mais de 10 mil pessoas ao longo de 6 anos, no Rio de Janeiro. O texto é de João Batista e a produção é de Bruno Mariozz, da Palavra Z. Além das exibições on-line, artistas e direção do elenco participarão de uma coletiva de imprensa com bate-papo para falar sobre o espetáculo no dia 12 de março, às 20h. Tanto o espetáculo quanto a coletiva de imprensa serão exibidos no Canal do Youtube da Palavra Z. A iniciativa tem patrocínio da Lei Aldir Blanc, Governo Federal e Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.

O elenco é acompanhado por cinco músicos que animam uma roda de samba em cena. “Quando a gente ama” tem dez histórias curtas cada uma delas relacionada a uma canção do repertório de Arlindo Cruz, a quem o espetáculo é dedicado. A ideia de levar o repertório dele para os palcos surgiu numa quadra de escola de samba.

 “Quando o grupo que animava a feijoada tocou ‘O que é o amor’, a quadra inteira cantou junto. As expressões de cada pessoa pareciam indicar o que aquela música representava nas suas histórias pessoais. Pensei nessa identificação que se estabelece a partir das canções de Arlindo, e decidi homenageá-lo. A intenção também é lançar um olhar diferente sobre a ideia de musical brasileiro, tendo como ponto de partida o samba”, diz João Batista.

“É um prazer incrível ver a estreia desse musical em São Paulo. Na estreia do Rio de Janeiro eu e o Arlindo assistimos várias vezes e nos emocionamos bastante. Quando acendia as luzes do teatro a gente via o público chorando muito, com muita emoção rolando e o Arlindo ficou muito feliz em ter uma peça em sua homenagem, com a sua discografia. E toda homenagem é bem-vinda quando o artista está vivo. O Arlindo sempre falou: “faça a homenagem enquanto eu estiver por aqui”. E ele está por aqui, pulsando, maravilhoso, lutando, reagindo, vencendo e vamos lá assistir novamente a peça, eu e ele. Parabéns a toda a equipe!”, comemora Babi Cruz, esposa de Arlindo Cruz.

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“Para um povo afetivo como o brasileiro, a linha de musical sugerida por João Batista abre uma vertente importante. Ela consegue unir a arte mais amada pelo povo, o samba das ruas, com o nosso jeito desabrido de amar, explodir o coração, pois quando a gente ama, brilha mais que o sol, como já ensinou a canção”.

Tania Brandão, crítica teatral em http://foliasteatrais.zip.net/

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 “A peça não é apenas para familiares e para fãs de Arlindo Cruz, tão pouco só para interessados em conhecer sua biografia. “Quando a gente ama” é sobre o amor em várias de suas facetas, pontos de vista, possibilidades, momentos e, por isso, é para o homem lembrar-se de que é homem, propondo, assim, arte da melhor qualidade”.

Rodrigo Monteiro, crítico teatral em http://teatrorj.blogspot.com.br

Ficha Técnica: 

Com: Cris Vianna, David Junior, Edio Nunes, Jessica de Souza, Milton Filho, Patricia Costa, Vilma Melo e Wladimir Pinheiro.

Direção Geral: João Batista

Direção Musical: Marcelo Alonso Neves

Direção de Produção: Bruno Mariozz

Produção: Palavra Z Produções Culturais

Serviço: Quando a gente ama

Coletiva de imprensa com bate-papo com os artistas: dia 12 de março, às 20h, no Canal do Youtube da Palavra Z

Temporada on-line e gratuita para todo o Brasil: 19, 20, 21, 27 e 28 de março, às 20h, no Canal do Youtube da Palavra Z

Canal do Youtube Palavra Z: www.youtube.com/palavraz

Duração do espetáculo: 90 minutos

Classificação: 14 anos

Adaptação de ‘Hamlet’ para o teatro de objetos tem exibição on-line nesta quinta pelo Sesc RJ

O Sesc RJ exibe nesta quinta-feira (11/3), em seu canal do YouTube e no perfil do Facebook, “Hamlet à Mesa”, adaptação do clássico de William Shakespeare para o teatro de objetos. A sessão é gratuita e começa às 19h, integrando a programação do Arte em Cena, projeto pelo qual a instituição transmite apresentações artísticas em suas redes sociais.

O espetáculo foi elaborado em 2020 por meia de ferramentas digitais e colaboração a distância em razão da pandemia. Symone Strobel, que assina a direção e a adaptação, conduziu todo o processo criativo por meio de videoconferências no espaço/cenário localizado na casa dos idealizadores e produtores Bruno Paiva e Thiago Monte, responsáveis por toda a parte técnica e montagem. A ação teatral acontece sobre um pequeno teatro construído com a mesa de jantar e ressignifica objetos do domicílio dos artistas.

A adaptação de Symone é marcada por uma linguagem poética narrativa de fácil compreensão, ampliando a identificação do texto para os diferentes públicos, inclusive o infantil. O espetáculo dá destaque aos principais conflitos presentes de “Hamlet”, como a perda do pai; a descoberta de um universo controverso dentro de seu próprio lar; a corrupção que lhe atravessa todos os âmbitos da vida, até mesmo o amor por Ofélia; a sensação de solidão e isolamento diante dos conflitos existenciais; mas também a amizade por Horácio.

Pretende-se dar ênfase à trajetória de um homem despido de todas as facetas heroicas clássicas, apesar da época em que o texto foi escrito, mas que contém em si conflitos profundamente humanos, marcados pela fragilidade, efemeridade e, portanto, beleza do ser diante do mundo e da vida.

“Hamlet à Mesa” teve sua estreia no dia 12 de setembro de 2020, no formato virtual, através do apoio do Edital Emergencial Cultura Presente nas Redes, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (SECEC) do Estado do Rio de Janeiro.

SERVIÇO

“Hamlet à Mesa”

Projeto Arte em Cena do Sesc RJ

Dia 11/03/2021 (quinta-feira) – 19h

Transmissão

YouTube (@portalsescrio) e Facebook (@SescRJ)

Ficha Técnica

Adaptação, Concepção e Direção: Symone Strobel

Elenco: Bruno Paiva e Thiago Monte

Iluminação: Thiago Monte

Trilha pesquisada: Symone Strobel

Idealização: Bruno Paiva

Produção: Bruno Paiva e Thiago Monte

Edição: Thiago Monte e Symone Strobel

Gênero: Teatro de bonecos

Classificação: Livre

Duração: 45 minutos

Realização: Pita Produções

Kylie Minogue é tema de exposição interativa no Rio

Uma das maiores divas do pop internacional, Kylie Minogue ganha uma exposição interativa na Barra da Tijuca sobre sua vida e obra, incluindo o recente álbum “Disco” (2020), entre os dias 25/02 e 11/03. “Kylie Minogue – TIMEline Experience” é um evento gratuito ocupando o Popline.space, no shopping Via Parque e é uma parceria do portal Popline com a BMG Brasil.

Uma linha do tempo retratando os momentos mais importantes da trajetória artística da Kylie guiará os fãs para uma sala multimídia, onde serão exibidos vídeos da artista. Além disso, todos os fãs que visitarem o espaço serão presenteados com um pôster de brinde. Durante o período de exibição da timeline, todo o catálogo de discos da Kylie Minogue em CD e em LP ganharão desconto de 5 a 15% nas compras online ou na loja física da Regards, que fica localizada no mesmo local da exposição.

Com mais de 3 décadas de carreira, 300 semanas com singles no Top 40 britânico e mais de 80 milhões de álbuns vendidos por todo o mundo, Kylie se consolidou como um nome multi premiado nos palcos e telas. Com “Disco”, seu 15° trabalho de estúdio Kylie se tornou a primeira artista mulher da história a ter álbuns #1 em cinco décadas consecutivas.

Ouça e compre “Disco”: https://kylie.lnk.to/DiscoPopline

Inaugurado no fim do último ano, o Popline.space é uma parceria do portal com o grupo Aliansce Sonae. A marca é uma plataforma online e offline para produção de conteúdo e experiências entre os ídolos e os fãs com ações especiais e exclusivas. O POPline.space fica localizado no Via Parque Shopping (Entrada D) na Barra da Tijuca. Visitas podem ser agendadas pelo site: https://popline.space.

Serviço:

Kylie Minogue – TIMEline Experience

Local: POPline.space – Via Parque Shopping (Entrada D)

Endereço: Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ

Data: entre 25/02 e 11/03

Horário: 10h às 22h, durante o período de funcionamento do shopping

Gratuito

Mais informações: https://popline.space

“Te Falo com Amor e Ira” estreia em 20 de março

Experiência teatral inédita, o espetáculo online “Te Falo com Amor e Ira” será transmitido ao vivo pelo Youtube a partir do dia 20 de março (sábado), às 21h. O espetáculo ficará em cartaz até o dia 25 de abril, aos sábados e domingos, no mesmo horário. O solo, com atuação de Branca Messina (“A Divisão” e “Genêsis”) e direção de Fernanda Bond (“A Menina e o Pote”), narra o encontro de uma mulher e um homem através de uma videochamada. A relação atravessa dimensões de tempo e espaço, e expõe as engrenagens das relações homem-mulher ao longo da história. A mulher fala, o homem escuta. O ingresso pode ser adquirido através da plataforma Sympla, a partir de R$ 20 reais.

Da sua casa, através da câmera de seu celular, a personagem convida aquele homem, que é ao mesmo tempo seu interlocutor, a recontar de outra forma suas histórias, apresentando novos pontos de vista sobre temas como família, maternidade, sexo, trabalho e subjetividade. “A personagem é ao mesmo tempo atual e atemporal”, explica Branca Messina. “A dramaturgia percorre os tempos de forma não linear, mesclando o passado mítico, dados antropológicos da pré-história, personagens da antiguidade, com relatos, pensamentos e narrativas contemporâneas e pessoais”, resume a atriz que divide também o texto com a diretora.

Além de trabalhar com as figuras arquetípicas históricas (ora ela é Eva e ele Adão, ora Hera e Zeus e outros), a dramaturgia do monólogo apropria-se das falas e experiências de mulheres contemporâneas, o que inclui também as participantes do projeto. “O relato pessoal se mistura com mitos da nossa história, agora sob a perspectiva das mulheres, que só há muito pouco tempo puderam contá-la na primeira pessoa”, avalia Fernanda Bond. “Transita entre o público/histórico e o privado/pessoal no diálogo com o audiovisual, com o enquadramento da câmera e suas múltiplas possibilidades”, conclui a diretora.

Trecho:

“E me diz, e diz com leveza… E com toda certeza de que eu vou entender… Que eu preciso entender, afinal de contas somos uma família, estamos todos aqui para servir ao nosso senhor, ao nosso patriarca, ao nosso herói. Só que eu não entendo… Porque eu sou uma bruxa, eu sou senhora das feras e eu não aceito esse lugar, da mesma forma quando… Quando Lilith eu não aceitei esse lugar, quando Eva eu também não aceitei o não saber, eu não me conformei, porque eu não me conformo, eu não quero esse lugar para mim, e nem para nenhuma outra mulher.”

Serviço

Peça teatral online ‘Te Falo com Amor e Ira’

Temporada: De 20 de março (sáb), às 21h a 25 de abril (dom), às 21h;

Apresentações: sábados e domingos, às 21h – 20/03 (sáb), 21/03 (dom), 27/03 (sáb), 28/03 (dom), 03/04 (sáb), 04/04 (dom), 10/04 (sáb), 11/04 (dom), 17/04 (sáb), 18/04 (dom), 24/04 (sáb) e 25/04 (dom).

Ingressos: a partir de R$ 20,00, no Sympla: http://bit.ly/3qa8BAq

Instagram: @te.falo.com.amor.e.ira

Ficha Técnica:

Direção e Dramaturgia – Fernanda Bond

Atuação e Dramaturgia – Branca Messina

Direção de Produção – Lia Sarno

Consultoria Dramatúrgica – Julia Myara

Identidade Visual e Design Gráfico – Veronica d’Orey

Fotografia – Ana Alexandrino

Direção Musical – Rodrigo Marçal

Assessoria De Imprensa – Isidoro B. Guggiana

Teaser e colaboração artística – Valentina Homem

Assistente de Direção – Duda Capotorto

Sobre Branca Messina – atuação e dramaturgia

@brancamessina

Formada pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), uma das principais escolas de artes do país, Branca Messina já atuou em diversos longas-metragens, com grande destaque no festival Cine PE 2007, onde foi nomeada Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme “Não por Acaso”, de Philippe Barcinski. Recentemente atuou em três longas-metragens ainda inéditos, “Depois de ser Cinza”, de Eduardo Wannmacher, “Loop” de Bruno Bini, com o qual ganhou o prêmio de melhor atriz no Manchester Film Festival 2020, e “A Queda” de Diego Rocha. Na televisão seus trabalhos mais recentes são a série “A Divisão” no Globoplay e “Amor de Quatro + 1” do Canal Brasil, e “Genêsis”, nova novela da Record. A atriz também atuou em várias peças de teatro com circulação por festivais no Brasil, dentre as principais estão: “Corte Seco” de Christianne Jatahy, “Trabalhos de Amores Quase Perdidos” e “As Palavras e As Coisas”, ambas de Pedro Brício.

Sobre Fernanda Bond – direção e dramaturgia

@fernanda_bond

Fernanda Bond é diretora, dramaturga e acadêmica. Formada em Psicologia pela UFRJ, realizou Mestrado e Doutorado em Artes Cênicas na UNIRIO e Doutorado Sanduíche na Columbia University. Tem como principal objeto de pesquisa o trabalho do ator/performer. Em 2018 assinou a direção e dramaturgia (com Jô Bilac) da Videoinstalação performativa “A Menina e o Pote” em exposição no Oi futuro Flamengo e, no mesmo ano, foi co-diretora (com Luiz Felipe Reis) do espetáculo “Galaxias I” no Espaço SESC Copacabana. É idealizadora, diretora geral e curadora do Microteatro RJ, formato nascido na Espanha, com duas edições no Rio de Janeiro (2014 e 2016). Trabalhou durante dez anos como colaboradora artística e diretora assistente de Christiane Jatahy em espetáculos híbridos de teatro/cinema vencedores de importantes prêmios teatrais e apresentados nos principais festivais de teatro brasileiros e europeus. É coordenadora do curso de Artes Cênicas da PUC-RJ e professora da pós-graduação em História do Teatro da CAL. Participou do projeto Sesc Dramaturgia, ministrando aulas e dirigindo trabalhos no norte do país.–

Yes, Nós Temos Burlesco chega a sexta edição com homenagem ao samba-enredo ‘O amanhã’

Como será o amanhã? A pergunta imortalizada pelo samba-enredo “O Amanhã”, da União da Ilha, é o ponto de partida para a sexta edição do Festival Yes, Nós Temos Burlesco (YNTB). A comunidade burlesca se recusa a sucumbir à sombra do distanciamento e traz uma programação 100% online, de 10 a 13 de março, com alguns dos maiores nomes do burlesco no Brasil e na América Latina. A programação conta com eventos gratuitos e pagos. São shows, workshops, encontro virtual com artistas e rodas de debate. Ingressos e informações estão no site yesnostemosburlesco.com. É possível adquirir passes unitários, combos, e até mesmo um “full pass” que dá acesso livre a todo o conteúdo do festival.

Contemplado pela Lei Emergencial Aldir Blanc, o YNTB mostra que a arte da burla está profundamente enraizada na nossa cultura – agora, mais do que nunca, pela força da transformação política. Protagonizado por sujeitos diversos e fora de padrões sociais impostos, o burlesco parte de um lado obscurecido (e constante) nas artes cênicas e no teatro.
O ponto alto do festival são as três noites de gala, ao vivo pelo Zoom. As estrelas burlescas refletem sobre a construção do amanhã – mesmo nas condições mais adversas, o burlesco sempre escreveu história com corpos, desbunde e revolução. Foi com essa premissa que o artista burlesco DFenix, fundador do festival, fez um aceno ao samba da Ilha do Governador, seu bairro de origem.
“Sou insulano e suburbano com muito orgulho. E essa pergunta levantada pelo samba da União da Ilha está no coração de toda a classe artística brasileira nesse momento tão difícil. Afinal, como será o amanhã? Nós vamos desenhar o amanhã”, reflete DFenix.

Fundadora do YNTB, a artista burlesca Miss G. conta que a edição 2021 assume profundamente seu caráter online e cibernético. A atmosfera de futuro da experiência digital se combina a uma grande reverência ao passado.
“Estamos fazendo 100 anos dos anos 1920, que foram tão revolucionários. Estamos de olho no futuro, mas reverenciamos os ícones do nosso passado, reconhecemos a história que nos circunscreve. Hoje, são os nossos corpos e carnes que são revolucionários”, analisa Miss G. 
As três noites de show
No dia 11, às 20h, o show “As Feiticeiras” terá Aline Esha, Miss G., Volúpia, Ewa, Viúva Negra, La Luna Lucyfear e Anita Malcher. A mestre de cerimônia é Miranda Lebrão. 
No dia seguinte (12), “As Furiosas” conta com performances de Chayenne F., Niixe, Nox, Lídia Café da Manhã, Déborah Black, Fairy Adams, Sweetie Bird e Ginger Moon – apresentadas por Maybe Love e Linda Mistakes. 
Por fim, no dia 13, o show “O Amanhã” terá DFenix, Henrique Saidel, Sete de Ouros, Ma.Ma. Horn, Dark Cinnamon, Lírio Negro, Ruby Hoo e Emme Blanche. A apresentação é de Juana Profunda.
Noite de abertura

A abertura oficial, no dia 10 de março, terá a exibição do filme “A senhora que morreu no trailer”, que conta a história da faquiresa Suzy King. A transmissão será gratuita, pelo canal do YNTB no YouTube. Miss G. e DFenix se juntam virtualmente aos diretores do filme, Alberto Camareiro e Alberto de Oliveira, para apresentar o longa-metragem. Um pouco antes, às 19h, será apresentado exclusivamente para portadores do “full pass” o documentário inédito “BURLA ou como fazer um corte barato”, dirigido por Miss G e com participação das estrelas ganhadoras do Prêmio do Público Cannes em 2010, Julie Atlas Muz e Dity Martini.
Diálogos e capacitação
Em 2021, o YNTB reafirma seu protagonismo no burlesco brasileiro e desenha um futuro possível por meio de capacitação profissional. Estudantes bolsistas de diversas áreas do conhecimento estão recebendo aulas online dos fundadores do festival e acompanhando todos os bastidores do evento. O objetivo é preparar novos produtores e realizadores e amplificar as vozes desse gênero artístico no país.
As pontes de diálogo com a cultura não se encerram aí. Serão realizados bate-papos gratuitos com artistas de múltiplas expressões e identidades. As transmissões serão pelo YouTube e gratuitas. No dia 11, o assunto será “Burlesco e educação”. O tema do dia 12 é “Abaixo à quarta parede”, e terá participação da atriz e cantora Natascha Falcão e do ator Eber Inácio, da trupe do Buraco da Lacraia. Por último, no dia 13, a pauta é “Burlesco, Queers, Kings e Queens” – entre os participantes estão a artista e pesquisadora Maria Lucas, o diretor e dramaturgo Fabiano de Freitas, e o drag king e escritor Vicente Van Goth (Puri Matsumoto).
Workshops
Como já é tradição no YNTB, uma agenda de workshops abre possibilidade de treinamento para artistas da burla que querem aperfeiçoar truques e manobras. A paulista Jelly Bunny ministra o workshop “Bumps and grinds: batida e rebolado”. A paraense Anita Malcher fica à frente da oficina “A dança com leques: um ABC para aflorar a criatividade burlesca”. O gingado carioca fica por conta da fluminense Ewa, que dá a aula “De passo em passo: sambando na cara da sociedade”.
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SERVIÇO
Yes, Nós Temos Burlesco 2021Festival onlineEventos pagos e gratuitosVenda de ingressos e programação completa em yesnostemosburlesco.com
Shows ao vivo no Zoom(Ingressos para os shows a partir de R$ 25)11/03, às 20h – As Feiticeiras12/03, às 20h – As Furiosas13/03, às 20h – O Amanhã
Abertura(Gratuito, com transmissão pelo YouTube do YNTB) 10/03, às 21h – exibição do filme “A Senhora que morreu no trailer”

Bate-papo(Gratuitos, com transmissão pelo YouTube do YNTB)11/03, às 11h – “Burlesco e Educação”12/03, às 11h – “Abaixo à quarta parede”13/03, às 11h – “Burlesco, Queers, Kings e Queens”

Sebastião Salgado, Tássia Reis, Chico Cesar, Filmes e Debates no Festival de Direitos Humanos

Diversas temáticas ligadas aos Direitos Humanos entram em cartaz em um novo festival que reúne filmes, performances musicais e debates. Agendado para o período de 7 a 14 de março, o 1º dh fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos acontece de forma online e gratuita, via plataformas e redes sociais.

O acesso ao conteúdo de toda a programação se dá através do endereço www.dhfest.com.br. Informações sobre o evento podem ser acompanhadas através de suas redes sociais: Instagram [www.instagram.com/dh.fest], Twitter [https://twitter.com/dhfest] e Facebook [www.facebook.com/direitoshumanosfest].

No cardápio, estão apresentações musicais exclusivas de nomes como Chico César, Tássia Reis, coletivo Baile em Chernobyl e Kunumi MC. Um ciclo de debates reúne personalidades como o fotógrafo Sebastião Salgado, a romancista Conceição Evaristo, o escritor Ailton Krenak, a cineasta Tata Amaral e o documentarista chileno Patrício Guzmán.


Estão programados 11 longas-metragens recentes, com destaque para “Kunhangue Arandu – A Sabedoria das Mulheres”, de Alberto Alvares e Cristina Flória. Em estreia no evento, o filme foi realizado na Terra Indígena Jaraguá, em São Paulo, e focaliza o universo das mulheres Guarani. Uma realização do SescTV, o documentário entra na programação do canal no dia 19 de abril (sesctv.org.br).   

Também fazem parte da grade títulos inéditos comercialmente no Brasil, como “A Cordilheira dos Sonhos”, de Patrício Guzmán, vencedor do prêmio de melhor documentário no Festival de Cannes;  “Meu Nome é Bagdá”, de Caru Alves de Souza, melhor filme na mostra Generation 14Plus do Festival de Berlim; “Para Onde Voam as Feiticeiras, de Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral, melhor filme no festival Queer Porto 6, em Portugal; e “Selvagem” de Diego da Costa, vencedor do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo.

As exibições cinematográficas trazem ainda 26 curtas-metragens, um deles em pré-estreia mundial: “Finado Taquari”, de Frico Guimarães, que acompanha uma viagem por um rio do Mato Grosso do Sul, ameaçado por assoreamento. Outros filmes curtos se destacaram por premiações e elogios no circuito de festivais. É o caso de “Perifericu”, sobre as adversidades de ser LGBT nas periferias paulistanas, premiado como melhor filme no Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum. Já “A Morte Branca do Feiticeiro Negro” foi selecionado para o Doclisboa – Festival Internacional de Cinema, Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, Entretodos – Filmes Curtos e Direitos Humanos, FestCurtas Fundaj e pelo CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto. Está presente ainda o fenômeno “Carne”, uma animação que conquistou mais de 70 premiações e integrou a shortlist para o Oscar 2021.

A atriz, pesquisadora, produtora cultural e poeta Roberta Estrela D’Alva atua como mestre de cerimônias e apresentadora dos encontros. Nas performances musicais, ela conversa com os artistas, contextualizando as respectivas carreiras com suas lutas sociais. Para esta primeira edição do dh fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos, quatro performances musicais foram desenvolvidas com o objetivo de valorizar artistas engajados e representantes de discursos que inspiram transformações sociais e simbólicas na sociedade. 

Para a noite de abertura, 7/03, às 19h00, está escalado o músico Chico César. Com nove álbuns gravados a partir de 1995, o paraibano é autor de sucessos consagrados pelo público, como “Mama África” e “À Primeira Vista”. Sua obra condensa o infinito cordão umbilical que o une às suas raízes, sendo seu mais recente álbum “O Amor é um Ato Revolucionário” (2019). Chico César já conquistou diversas premiações, como o de melhor compositor pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), melhor música no Troféu Imprensa (por “À Primeira Vista”) e melhor videoclipe de MPB no MTV Video Music Brasil (por “Mama África”), entre outros. Em 2016, foi indicado ao prêmio de melhor livro de poesia no Prêmio Jabuti por “Versos Pornográficos”.

No Dia Internacional da Mulher, 8/03, também às 19h00, é a vez da cantora e compositora Tássia Reis, uma das artistas de maior destaque no atual mercado brasileiro da música independente. Sua carreira soma três álbuns lançados: “Tássia Reis”, “Outra Esfera” e o recente “Próspera”. Ela já se apresentou nos melhores e maiores palco do país, como o festival Lollapalooza Brasil (em participação do show de Liniker e os Caramelows), Museu da Imagem e do Som (SP), Auditório Ibirapuera, em mais de 20 unidades Sesc do interior paulista e na capital do estado, Circo Voador e Itaú Cultural, entre outros. Em sua primeira turnê internacional, se apresentando em seis países, nos principais festivais de verão europeus.

Já na sexta-feira, 12/03, às 19h00, o 1º dh fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos celebra uma festa junto com o coletivo LGBTQIA+ Baile em Chernobyl, no qual o funk é o ritmo e a cultura que emana empoderamento da juventude das periferias. Chernobyl é um coletivo formado e pensado para e por pessoas queer e racializadas, com o intuito de confraternização em um espaço seguro para corpos marginalizados, LGBTQIA+ e pretos.

Finalizando o evento, no domingo, 14/03, igualmente às 19h00, acontece performance de Kunumi MC, rapper indígena que vem aguçando a elaboração das pautas indígenas na arte. Junto com o DJ Tupan, ele é precursor do Rap Nativo, novo segmento do Hip Hop, que nada mais é que a criação musical a partir da visão de um indígena nativo sobre a sua própria cultura. No seu caso, a etnia Mbyá-Guarani. Conhecido mundialmente por ter levantado a faixa “Demarcação Já” na abertura da Copa do Mundo FIFA de 2014, Kunumi MC tem 19 anos e dois álbuns e dois livros lançados. Destaque no site da White Feather Foundation, que apoia comunidades indígenas pelo mundo todo, o artista representou o Brasil – ao lado de Daniela Mercury – no evento de celebração do Dia Internacional dos Direitos Humanos, em dezembro de 2010, promovido pela ONU.

Para aprofundar as discussões suscitadas, o ciclo de debates do 1º dh fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos tem a seguinte programação:

8/03, segunda-feira, às 17h00

“Mulheres e resistência: narrativas para romper silêncios”

com Conceição Evaristo, Maria Clara Araújo e Semayat Oliveira (mediação)

Narrar e criar trajetórias de resistência, para si e como inspiração, são maneiras potentes para romper os muitos silenciamentos vividos pelas mulheres. Silenciamentos esses que se originam no patriarcado, mas também no colonialismo, no etarismo, na pobreza, entre outros recortes das desigualdades. As muitas identidades, resistências e formas de se sentir mulher, compõem movimentos pela ampliação e ocupação de espaços públicos, culturais, institucionais e políticos. É a partir deste cenário e no contexto do Dia Internacional da Mulher que se dá a conversa entre a romancista, contista e poeta Conceição Evaristo, e Maria Clara Araújo, pedagoga e afrotransfeminista. Com mediação da jornalista e escritora Semayat Oliveira, do coletivo “Nós, Mulheres da Periferia”.

9/03, terça-feira, às 17h00

“Aldeias, quilombos e periferias: o poder das palavras na luta por direitos”

com Catarina Guarani, Nêgo Bispo e Bianca Santana (mediação)

Ouvir aqueles que resistem há décadas contra a perseguição de seus territórios, línguas e identidades é imprescindível para ampliar os sentidos das lutas por direitos do tempo presente. A professora indígena Catarina Guarani, do litoral de São Paulo, e o pensador quilombola Nêgo Bispo, do interior do Piauí, se unem em uma conversa sobre o uso das palavras como instrumento de luta para manter viva a cultura de seus ancestrais. A partir de suas diversas cosmologias, como as tradições orais e as linguagens escritas podem atuar em defesa da vida? Com mediação da jornalista e escritora Bianca Santana, autora do livro “Quando me descobri negra”.

10/03, quarta-feira, às 17h00

“Vladimir Herzog e o documentário social: memória e justiça”

com João Batista de Andrade, Tata Amaral e Paula Sacchetta (mediação)

O jornalista Vladimir Herzog tornou-se símbolo dos horrores cometidos pela violência da ditadura militar no Brasil com seu assassinato em outubro de 1975. No entanto, pouco se conhece o papel fundamental que Herzog teve no cenário cinematográfico brasileiro nas décadas de 1960 e 1970. Ele defendia, sobretudo, uma prática audiovisual que tomasse posição diante das desigualdades do país – seja em sua relação com a Cinemateca Brasileira; seja na direção e escrita de seu único filme, o curta-metragem “Marimbás”. João Batista de Andrade, amigo pessoal de Vlado, e Tata Amaral, renomados nomes do cinema nacional e cuja trajetória é pautada pelo respeito aos Direitos Humanos, prestam homenagem à memória do jornalista e ao seu legado para o documentário social. Com mediação da documentarista Paula Sacchetta, especializada em temas ligados aos Direitos Humanos.

11/03, quinta-feira, às 17h00

Entrevista “Meu norte é o sul: retratos latino-americanos no cinema”

com Patricio Guzmán e Luiz Carlos Merten (mediador)

A carreira do cineasta chileno Patricio Guzmán se desdobra ao longo das últimas cinco décadas sobre o trauma coletivo produzido pela ditadura militar de Pinochet em seu país, e sobre memórias e vestígios de prisioneiros e desaparecidos políticos. Seu filme mais recente, “A Cordilheira dos Sonhos”, e o empenho em trabalhar o passado do Chile e por consequência da América Latina, são temas da conversa entre Guzmán e o jornalista e crítico de cinema Luiz Carlos Merten. Este encontro se propõe a pensar como o cinema e a cultura podem produzir uma poesia marcada por discussões do Sul global sobre os Direitos Humanos.

13/03, sábado, às 17h00

“Somos a terra: os direitos da natureza e o futuro da humanidade”

com Ailton Krenak, Sebastião Salgado e Ana Toni (mediação)

É preciso pensar o futuro do planeta e da humanidade como questões profundamente conectadas. Garantir a justiça climática é proteger a dignidade humana, especialmente para as populações mais vulnerabilizadas. Em diálogo inédito, o escritor Ailton Krenak e o fotógrafo Sebastião Salgado, os dois nascidos em Minas Gerais e vizinhos no Vale do Rio Doce, região conhecida pela intensa atividade agropecuária e extrativista, refletem os desafios e a urgência de pensarrmos os direitos da natureza como direitos humanos. Com mediação de Ana Toni, diretora executiva do Instituto Clima e Sociedade.

1º dh fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos é uma realização do Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Pardieiro Cultural, Instituto Vladimir Herzog e do Sesc São Paulo. Correalizado pela Criatura Audiovisual, conta com parcerias com os Jornalistas Livres, Mundo Pensante, Projetemos e com a Ação de Rua – SP. O evento é viabilizado através do Edital ProAC Expresso / Lei Aldir Blanc nº 40/2020. As plataformas digitais parceiras são o Sesc Digital e a Innsaei.TV.

A curadoria do 1º dh fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos é assinada por Leandro Pardí (música), Francisco Cesar Filho (cinema) e pelo Instituto Vladimir Herzog em parceria com o Sesc São Paulo (debates).

Sobre o festival, o diretor regional do Sesc São Paulo, professor Danilo Santos de Miranda, comenta: “Ao propiciar e difundir ações, sejam artísticas ou socioeducativas, que contribuam para a efetivação dos Direitos Humanos em diferentes âmbitos a instituição reafirma seu compromisso na construção de uma sociedade cujos valores da solidariedade e da igualdade estejam presentes nas variadas formas de convivência.”


Rogério Sottili, diretor-executivo do Instituto Vladimir Herzog, afirma que o festival pretende contribuir para a construção de um país mais justo e democrático. “O Instituto Vladimir Herzog, desde sua fundação, aposta na cultura e acredita que a arte pode sensibilizar para o exercício da cidadania. Esta iniciativa reafirma a importância dos Direitos Humanos e responde ao contexto desolador de desmonte das políticas públicas de cultura no Brasil. Vamos seguir na luta por direitos valorizando por meio do diálogo o que temos de melhor: nossa diversidade e nossa cultura”.


Para Leandro Pardí, o evento pretende “desde sua primeira edição valorizar a música enquanto elemento engajador e representante de discursos plurais que inspiram transformações a favor da diversidade”. Ele ressalta que o objetivo do festival é “criar um hub para a cultura cidadã, abordar as temáticas de Direitos Humanos pertinentes ao desenvolvimento cultural e social.”


Segundo Francisco Cesar Filho, o festival pretende “estimular a reflexão sobre as diversas temáticas ligadas aos Direitos Humanos, reunindo obras cinematográficas, apresentações musicais e mesas de discussão que dialoguem com esses temas. Assim, se enriquece um debate que se mostra extremamente necessário na atualidade em nosso país.  

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Destacando o Dia Internacional da Mulher, o festival agrupou uma série de atrações em 8/03, segunda-feira. A programação especial tem início às 15h00, quando são disponibilizados os filmes “À Beira do Planeta Mainha Soprou a Gente “, “A Felicidade Delas”, “Acende a Luz “, “Além de Tudo, Ela”, “Carne”, “Cor de Pele”, “Entre Nós e o Mundo”, “Filhas de Lavadeiras”, “Kunhangue Arandu – A Sabedoria das Mulheres “, “Lora”, “Marimbás”, Mãtãnãg, a Encantada, “Meu Nome é Bagdá”, “Minha História é Outra” e “Torre das Donzelas”.

Às 17h00, acontece a mesa de debate “Mulheres e resistência: narrativas para romper silêncios”, com participação da escritora Conceição Evaristo, da pedagoga Maria Clara Araújo e da jornalista Semayat Oliveira (mediação). A cantora Tássia Reis apresenta sua performance musical às 19h00.

A partir das 20h00, o coletivo Projetemos realiza projeções em empena de prédio na rua da Consolação (São Paulo), a partir das fotografias do livro Heroínas desta História – Mulheres em busca de justiça por familiares mortos pela ditadura”, que apresenta histórias de vida e de luta de 15 mulheres impactadas pela violência de Estado durante a ditadura militar no Brasil (1964-1985). Trata-se de publicação do Instituto Vladimir Herzog e da Autêntica Editorana qual são retratadas camponesas, operárias, indígenas, mulheres de classe média e da periferia, do Sudeste ao Nordeste brasileiro.

(ao final, encontram-se a grade de programação do festival, dados sobre todos os filmes disponibilizados e informações sobre os debatedores e mediadores participantes)


ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável


O festival está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) lançados pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015. Trata-se de uma agenda com 17 objetivos para serem implementados até 2030 por todos os países do mundo: erradicação da pobreza; fome zero e agricultura sustentável; saúde e bem-estar; educação de qualidade; igualdade de gênero; água limpa e saneamento; energia limpa e acessível; trabalho decente e crescimento econômico; inovação e infraestrutura resiliente; redução das desigualdades; cidades e comunidades sustentáveis; consumo e produção responsáveis; ação contra a mudança global do clima; conservação e uso sustentável da água; proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres; paz, justiça e instituições eficazes; e fortalecimento dos meios de implementação e revitalização de parcerias globais para o desenvolvimento sustentável.

serviço:

1º dh fest – Festival de Cultura em Direitos Humanos

de 7 a 14 de março de 2021

online e gratuito

www.dhfest.com.br 

realização:

Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Pardieiro Cultural, Instituto Vladimir Herzog e Sesc São Paulo

correalização:

Criatura Audiovisual

parcerias:

Jornalistas Livres, Mundo Pensante, Projetemos e Ação de Rua – SP

evento viabilizado através do Edital ProAC Expresso / Lei Aldir Blanc nº 40/2020. 

curadoria: Leandro Pardí, Francisco Cesar Filho, Instituto Vladimir Herzog e Sesc São Paulo

assessoria de comunicação:

ATTi Comunicação e Ideias 

Eliz Ferreira e Valéria Blanco (11) 3729.1455 / 3729.1456 / 9 9105.0441

*** PROGRAMAÇÃO ***

7/03, domingo

18h00 cerimônia de abertura

19h00 Chico César (performance musical)

19h00 disponibilização dos filmes “A Cordilheira dos Sonhos”, “A Morte Branca do Feiticeiro Negro”, “Alice Júnior”, “Bonde”, “Egum”, “Entre Imagens (Intervalos)”, “Finado Taquari”, “Gilson”, “Inabitáveis”, “Negrum3”, “Marimbás”, “Nós”, “O Verbo Se Fez Carne “, “O Que Pode um Corpo?”, “Para Onde Voam as Feiticeiras”, “Paradoxos”, “Perifericu”, “Ruivaldo, O Homem Que Salvou a Terra”, “Selvagem’, “Tranças”, “Tuã Ingugu (Olhos D’Água)” e “Vlado – 30 Anos Depois”

8/03, segunda-feira programação especial Dia Internacional da Mulher

15h00 disponibilização dos filmes “À Beira do Planeta Mainha Soprou a Gente”, “A Felicidade Delas”, “Acende a Luz “, “Além de Tudo, Ela”, “Carne”, “Cor de Pele”, “Entre Nós e o Mundo”, “Filhas de Lavadeiras”, “Kunhangue Arandu – A Sabedoria das Mulheres”, “Lora”, “Mãtãnãg, a Encantada”, “Meu Nome é Bagdá”, “Minha História é Outra” e “Torre das Donzelas”

17h00 mesa “Mulheres e resistência: narrativas para romper silêncios”, com Conceição Evaristo, Maria Clara Araújo e Semayat Oliveira (mediação)

19h00 Tássia Reis (performance musical)


20h00 “Heroínas desta História” – projeções em empenas de prédios pelo coletivo Projetemos

9/03, terça-feira

17h00 – mesa “Aldeias, quilombos e periferias: o poder das palavras na luta por direitos”, com Catarina Guarani, Nêgo Bispo e Bianca Santana (mediação)

20h00 “Vladimir Herzog: memória e justiça” – projeção em empenas de prédios de imagens do filme “Marimbás” pelo coletivo Projetemos (seguida de conversa, com acesso pelo www.dhfest.com.br)

10/03, quarta-feira

17h00 – mesa “Vladimir Herzog e o documentário social: memória e justiça”, com João Batista de Andrade, Tata Amaral e Paula Sacchetta (mediação)

11/03, quinta-feira

17h00 – entrevista “Meu norte é o sul: retratos latino-americanos no cinema”, com Patrício Guzmán e Luiz Carlos Merten

12/03, sexta-feira

19h00 Baile em Chernobyl (performance musical)

13/03, sábado

15h00 disponibilização do filme “Atravessa a Vida”

17h00 mesa “Somos a terra: os direitos da natureza e o futuro da humanidade”, com Ailton Krenak, Sebastião Salgado, e Ana Toni (mediação)

14/03, domingo

19h00 Kunumi MC (performance musical)

*** SOBRE OS DEBATEDORES E MEDIADORES ***

Ailton Krenak é escritor e ativista do movimento socioambiental e de defesa dos direitos indígenas. Organizou a Aliança dos Povos da Floresta e contribuiu para a criação da União das Nações Indígenas (UNI). Sua luta nas décadas de 1970 e 1980 foi determinante para a conquista dos “Capítulo dos índios” na Constituição de 1988. É coautor da proposta da Unesco que criou a Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço em 2005. É comendador da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República.

Ana Toni é diretora executiva do Instituto Clima e Sociedade. Economista e doutora em Ciência Política, foi Presidente de Conselho do Greenpeace Internacional (2011 a 2017), diretora da Fundação Ford no Brasil (2003-2011) e da ActionAid Brasil (1998-2003). Foi membra do conselho do GIFE, Fundo Baobá para Equidade Racial e Sociedade e Wikimedia Foundation entre outros. Atualmente é integrante dos conselhos da Gold Standard Foundation, Instituto República, Transparência Internacional- Brasil, e do Instituto Pesquisa Ambiental da Amazônia -IPAM.

Bianca Santana é jornalista e escritora.  Doutora em ciência da informação e mestra em educação pela Universidade de São Paulo. Autora de “Quando me descobri negra” e de uma biografia de Sueli Carneiro, em processo de edição. Pela UNEafro, colaborou com a articulação da Coalizão Negra Por Direitos e agora se dedica à estruturação do Instituto de Referência Negra Peregum. É conselheira do Instituto Vladimir Herzog.

Catarina Guarani é professora. Catarina Delfina dos Santos, em tupi Guarani Nimbopyruá. Moradora das terras indígenas Piáçaguera na aldeia Tapirema, no litoral de São Paulo. Líder Espiritual, dá aula de terapia tradicional. Tem 4 filhos e vai fazer mestrado em antropologia. É da etnia tupi Guarani.

Conceição Evaristo é escritora. Ficcionista e ensaísta. Mestre em Literatura Brasileira pela PUC/Rio, Doutora em Literatura Comparada pela UFF. Sua primeira publicação (1990) foi na série Cadernos Negros do grupo Quilombhoje. 7 livros publicados, entre eles o vencedor do Jabuti, Olhos D’água (2015), 5 deles traduzidos para o inglês, o francês, espanhol e árabe. Prêmio do Governo de Minas Gerais pelo conjunto de sua obra; Prêmio Nicolás Guillén de Literatura pela Caribbean Philosophical Association; Prêmio Mestra das Periferias pelo Instituto Maria e João Aleixo (tudo isso em 2018!). Em 2019, lançou seu “Poemas da Recordação e Outros Movimentos” em edição bilíngue no Salão do Livro de Paris. Foi homenageada pelo Prêmio Jabuti ainda em 2019 como personalidade literária.

João Batista de Andrade é cineasta, escritor e gestor. Dirigiu longas-metragens premiados, como “Doramundo” (1978), eleito melhor filme no Festival de Gramado, “O Homem que Virou Suco” (1980), grande vencedor do Festival de Moscou, e “O Tronco” (1999), prêmio de melhor direção no Cine PE – Festival Audiovisual. Realizou “Vlado – 30 Anos Depois” (2005), documentário sobre seu amigo Vladimir Herzog (1937-1975), jornalista torturado e morto pela ditadura civil-militar do Brasil. Em 2014 foi vencedor do Prêmio Intelectual do Ano. Ocupou os cargos de secretário estadual da cultura de São Paulo (2005-2006), quando criou o Programa de Apoio à Cultura (ProAC), presidente da Fundação Memorial da América Latina e ministro interino da cultura.

Luiz Carlos Merten é jornalista e crítico de cinema, considerado um dos mais importantes profissionais brasileiros em sua área. Atuou em diversos veículos de imprensa, entre eles O Estado de S. Paulo, no qual escreveu ao longo de 31 anos, fazendo reportagens e cobrindo eventos como o Festival de Cannes. É autor dos livros “A Aventura do Cinema Gaúcho” (2002), “Carlos Coimbra um Homem Raro” (2004), “Um Sonho de Cinema” (2004), “Anselmo Duarte o Homem da Palma de Ouro” (2004), “Cinco Mais Cinco. Os Maiores Filmes Brasileiros em Bilheteria e Crítica” (2007) e “Cinema: entre a realidade e o artifício: diretores, escolas, tendências” (2010), entre outros.

Maria Clara Araújo é formada em Pedagogia pela PUC-SP e cursando a Especialización y Curso Internacional en Estudios Afrolatinoamericanos y Caribeños pelo Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO) e pela Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales (FLACSO Brasil). Também está cursando o Certificado en Estudios Afrolatinoamericanos do Instituto de Investigaciones Afrolatinoamericanas de la Universidad de Harvard. Integrante do NIP: Núcleo Inanna de Pesquisa e Investigação de Teorias de Gênero, Sexualidades e Diferenças, coordenado pela Profª Dra. Carla Cristina Garcia (PUC-SP).

Nêgo Bispo é lavrador, poeta, escritor, formado por mestras e mestres de ofícios, morador do Quilombo Saco-Curtume, localizado no município de São João do Piauí. Ativista político e militante de grande expressão no movimento social quilombola e nos movimentos de luta pela terra, atua na Coordenação Estadual das Comunidades Quilombolas do Piauí e na Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas. Faz parte da primeira geração da família de sua mãe que teve acesso à alfabetização.

Patricio Guzmán é um dos cineastas latino-americanos de maior renome internacional. Após o golpe de estado no Chile, permaneceu no Estádio Nacional de Santiago, sofreu confinamento solitário e foi ameaçado de execução. Deixou o país em novembro de 1973. Seu filme “Nostalgia da Luz” recebeu o Grande Prêmio concedido pela Academia de Cinema Europeu em 2010. Com “O Botão de Pérola”, ganhou o Urso de Prata no Festival de Berlim em 2015, e seu filme mais recente “A Cordilheira dos Sonhos” foi eleito melhor documentário no Festival de Cannes em 2019. Guzmán é presidente e fundador do Festival de Documentários de Santiago, FIDOCS. Retrospectivas recentes de sua obra aconteceram no British Film Institute e no FilmArchive de Harvard. Duas de suas obras, “Nostalgia da Luz” e “A Batalha do Chile”, foram incluídas na lista dos melhores documentários de todos os tempos, organizada pela revista britânica Sight and Sound.

Paula Sacchetta é documentarista e é especializada em temas ligados aos Direitos Humanos. Seu segundo longa documental, “Precisamos Falar do Assédio”, foi lançado em setembro de 2016 no 49o Festival de Brasília do Cinema. Dirigiu também duas séries de TV, “Famílias”, sobre jovens LGBT na periferia de São Paulo, e “Eu, Preso”, sobre o sistema carcerário brasileiro. Durante a quarentena do Covid-19 lançou um curta todo feito remotamente sobre a chegada do vírus no sistema carcerário e um curta sobre sexo na terceira idade filmado meses antes, “Acende a Luz”, ambos para o Mov.doc, da UOL.

Sebastião Salgado é formado em economia e começou sua carreira como fotógrafo na França, onde mora desde 1973. Trabalhou para as agências Sigma e Gamma, e desde 1979 faz parte da Magnum. Já recebeu os prêmios mais importantes concedidos ao fotojornalismo, entre eles o de Melhor Repórter Fotográfico do Ano, oferecido pelo International Center of Photography de Nova York, e o Grand Prix da Cidade de Paris. Ao lado de sua esposa, Lélia Wanick, desenvolve o Instituto Terra, instituição dedicada a recuperar o ecossistema florestal da região do Vale do Rio Doce, em Minas Gerais. Salgado é também embaixador da Boa Vontade da UNICEF e membro honorário da Academia de Artes e Ciências dos EUA.

Semayat Oliveira é jornalista, escritora e documentarista formada pela Universidade Metodista de São Paulo e especialista em Cultura, Educação e Relações étnico-raciais pela Escola de Comunicação e Artes da USP. Cofundadora do grupo jornalístico Nós, mulheres da periferia, atua há dez anos com foco em criar novos imaginários e narrativas sobre as mulheres brasileiras, a periferia e a população negra. No âmbito da comunicação estratégica, atuou como coordenadora de comunicação no Instituto Vladimir Herzog entre 2018 e 2019.

Tata Amaral é citada por vários críticos como uma das mais importantes realizadoras do cinema brasileiro a partir da década de 1990. A realizadora assina premiados longas-metragens, como “Um Céu de Estrelas (1996), exibido nos festivais de Toronto, Roterdã e Berlim, “Antonia” (2006), que inspirou a série televisiva homônima indicada ao Prêmio Emmy Internacional, e “Hoje” (2011), o grande vencedor do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Dirigiu ainda as séries “Rua!” (2013), realizada para a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, e “Causando na Rua” (2016).

*** SOBRE OS LONGAS-METRAGENS ***

“A Cordilheira dos Sonhos” – Patrício Guzmán (“La Cordillera de Los Sueños” / “La Cordillère des Songes”, Chile/França 2019, 104 min, 14 anos) – disponível a partir de 7/03, às 19h00, até 9/03, às 18h59, ou até atingir o limite de 200 visionamentos

No Chile, quando o Sol nasce, precisa escalar muros, colinas e cumes até atingir a última rocha no topo dos Andes. A cordilheira está em todo lugar, mas, para os chilenos, é muitas vezes um território desconhecido. Depois de explorar o norte e o sul do país em outros documentários, o diretor Patrício Guzmán se viu tentado a filmar essa imensa construção para explorar seus mistérios, poderosos segredos do passado e do presente chilenos. O filme encerra a trilogia de ensaios memorialísticos e políticos assinados pelo cineasta, formada ainda pelos premiados longas-metragens “Nostalgia da Luz” (2012) e “O Botão de Pérola” (2015).

vencedor do prêmio de melhor documentário no Festival de Cannes

“Alice Júnior” – Gil Baroni (Brasil-PR, 2019, 87 min, 14 anos) – disponível a partir de 7/03, às 19h00, com limite de 300 visualizações

Alice é uma adolescente trans cheia de carisma que investe seu tempo fazendo vídeos para o Youtube. Um dia, seu pai é transferido pela sua empresa no Recife, capital de Pernambuco, para uma cidade no interior do Paraná, e eles precisam se mudar. Na nova escola, Alice enfrenta preconceitos ao se deparar com uma sociedade mais retrógrada do que estava acostumada. O desejo da menina é dar seu primeiro beijo – mas, antes de tudo, quer o direito de ser quem ela é. Com Anne Mota, Emmanuel Rosset e Surya Amitrano.

selecionado para a mostra Generation 14Plus do Festival de Berlim, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Outfest Los Angeles LGBTQ Film Festival, Frameline San Francisco LGBTQ Film Festival e para o Festival de San Sebastián; melhor atriz, melhor atriz coadjuvante, melhor montagem e melhor trilha sonora no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; prêmio do público na Mostra Geração e Prêmio Feliz no Festival do Rio; prêmio do público para longa-metragem brasileiro, melhor interpretação e menção honrosa no Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade; indicado ao Annual GLAAD Media Awards (da Gay & Lesbian Alliance Against Defamation)

“Atravessa a Vida” – João Jardim (Brasil-RJ, 2020, 84 min, 12 anos) – disponível em sessões em 13/03, das 18h00 às 19h25, e em 14/03, das 18h00 às 19h25, com limite de 750 visualizações em cada uma

Enquanto alunos do 3º ano do ensino público no interior do Sergipe se preparam para a prova que pode determinar o resto de suas vidas, o documentário retrata as angústias e os prazeres da adolescência através de seus gestos, inquietações e conquistas.

selecionado para o É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários


“Kunhangue Arandu – A Sabedoria das Mulheres” – Alberto Alvares e Cristina Flória (Brasil-SP, 2021, 73 min, livre) produção: A 2.0 Produções Artísticas; realização: SescTV – a partir de 8/03, às 15h00, até 14/03, às 19h59

Na programação do SescTV a partir de 19 de abril: sesctv.org.br.

As nuances do universo feminino das mulheres Guarani para manter a transmissão e perpetuação de sua cultura, e as formas de resistência para manter o nhandereko, o modo de ser da etnia. Documentário realizado na Terra Indígena Jaraguá, no município de São Paulo, nas aldeias Tekoa Ytu, Tekoa Pyau, Tekoa Itakupe, Tekoa Yvy Porã e Tekoa Ita Endy.

“Meu Nome é Bagdá” – Caru Alves de Souza (Brasil-SP, 2020, 99 min, 14 anos) – disponível a partir de 8/03, às 15h00, até 9/03, às 14h59

Brutalidade policial, violência sexual, homofobia e direito das mulheres vistos no cotidiano de uma skatista de 17 anos que vive em um bairro da periferia da cidade de São Paulo. Ela anda de skate com um grupo de meninos e passa boa parte de seu tempo com sua família e as amigas de sua mãe. Juntas elas formam um grupo de mulheres pouco convencionais. Porém, ela finalmente encontra um grupo de meninas skatistas, e a sua vida muda completamente. Com Grace Orsato, Karina Buhr, Marie Maymone, Helena Luz, Gilda Nomacce e Paulette Pink.

vencedor do prêmio de melhor filme da mostra Generation 14plus do Festival de Berlim; melhor filme e direção no Nordic Film Festival, de Nova York; melhor filme pelo júri jovem do Gender Bender Festival, de Bolonha (Itália); melhor filme latino-americano no Festival de Cine Latinoamericano de La Plata (Argentina); prêmio do público no Cormorán Film Fest (Corunha, Espanha); melhor atriz e menção honrosa para o elenco feminino no Festival de Cine de Lima PucP (Peru); prêmio do júri de estudantes no Ciné Junior – Festival de Cinéma Jeunes Publics de Val-de-Marne (França)

“Nós” – Pedro Arantes (Brasil-SP, 2018, 79 min, 14 anos) – disponível a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

Felipe saiu de casa para visitar um amigo tarde da noite quando sumiu sem deixar rastros. Paulinho estava aproveitando sua liberdade condicional, até que deixou sua residência e nunca mais foi visto. Lula era um guerrilheiro da Ação Libertadora Nacional que, de um dia para o outro, desapareceu. Rolindo lutava para retomar sua Terra Original Guarani no Mato Grosso do Sul antes de desvanecer. São pessoas que não estão vivas e nem mortas: estão desaparecidas. Com Franciele Gomes, Maria José Araújo, Lucineide Damasceno e Amparo Araújo.

“Para Onde Voam as Feiticeiras” – Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral (Brasil-SP, 2020, 89 min, 14 anos) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

As encenações e improvisos de sete artistas pelas ruas do centro da cidade de São Paulo em uma experiência que torna visível a persistência de preconceitos arcaicos de gênero e raça no imaginário comum. No centro desta narrativa polifônica está a importância da resistência política através das alianças de luta comum entre coletivos LGBTQIA+, negritude, indígenas e trabalhadores sem teto.

vencedor do prêmio de melhor filme no festival Queer Porto 6 (Portugal); melhor filme e melhor direção no Festival de Vitória; filme de abertura do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

“Selvagem” – Diego da Costa (Brasil-SP, 2019, 95 min, 12 anos) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

Sofia tem um objetivo muito claro: passar no vestibular, achar um emprego e sair de casa. Porém, quando a escola onde estuda é ocupada pelos seus amigos e colegas de classe, ela se vê em um dilema entre continuar estudando sozinha ou compartilhar seu conhecimento na transformação da escola. Com Fran Santos, Kelson Succi, Paulo Pinheiro, Juliana Gerais, Erica Ribeiro, Lucélia Santos e Rincon Sapiência.

vencedor do prêmio de melhor filme no Festival de Cinema Latino-Americano

“Torre de Donzelas” – Susanna Lira (Brasil-RJ, 2018, 97 min, 12 anos) – a partir de 8/03, às 15h00, até 14/03, às 19h59

Há desejos que nem a prisão e nem a tortura inibem: liberdade e justiça. Há razões que nos mantêm íntegros mesmo em situações extremas de dor e humilhação: a amizade e a solidariedade. O filme traz relatos inéditos da ex-presidente Dilma Rousseff e de suas ex-companheiras de cela do Presídio Tiradentes, em São Paulo, e remonta, como um exercício lúdico de memória, os dias no cárcere durante a ditadura civil-militar brasileira (1964-1985).

vencedor dos prêmios de melhor documentário brasileiro, melhor direção de documentário, prêmio do público para longa-metragem documentário e Prêmio Canal Curta no Festival do Rio; prêmio do público para documentário brasileiro na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; prêmio especial do júri no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; melhor documentário no ATLANTIDOC – Festival de Documentários do Uruguai; menção honrosa no Festival de Santiago del Estero (Argentina)

“Tranças” – Livia Sampaio (Brasil-BA, 2019, 75 min, 14 anos) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

De acordo com o Conselho Nacional de Justiça, a alienação parental atinge cerca de 17 milhões de jovens e adolescentes no Brasil. Eles são impedidos por pais, mães e, via de regra, por toda a família do alienador de ter contato com o outro genitor e seus familiares. O filme questiona a efetividade das legislações e do próprio Poder Judiciário, nem sempre preparados para lidar com as particularidades dos casos.

vencedor de menção honrosa para filme de caráter humanitário no Santos Film Fest; troféu Cacto de Prata de melhor roteiro no Festival de Cinema dos Sertões de Floriano (PI); melhor filme de família/crianças no Festival Tagore (Índia)

“Vlado – 30 Anos Depois” – João Batista de Andrade (Brasil-SP, 2005, 85 min, 14 anos) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

No dia 25 de outubro de 1975, o jornalista Vladimir Herzog acorda de manhã e se despede da mulher, Clarice: ele deve se apresentar ao DOI-Codi, órgão de repressão política do regime militar brasileiro, para prestar depoimento. Clarice questiona se ele deve se apresentar: vários amigos estão presos e sabe-se que são torturados. Mas Vlado se recusa a fugir; pondera que é um homem transparente, alheio à clandestinidade. No fim da tarde do mesmo dia, sua família e amigos recebem a terrível notícia: o jornalista está morto e, segundo fonte oficial, suicidou-se na prisão. O filme revela a trajetória de Herzog, desde a infância na Iugoslávia até sua posse como diretor de jornalismo da TV Cultura de São Paulo. A reação de Clarice, dos amigos e da sociedade, recusando a farsa montada para justificar a morte do jornalista, tornou o fato um marco na luta pela redemocratização do país.

selecionado para o Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo

*** SOBRE OS CURTAS-METRAGENS ***

“À Beira do Planeta Mainha Soprou a Gente” – Bruna Barros e Bruna Castro – a partir de 8/03, às 15h00, até 14/03, às 19h59

Através de imagens de arquivo pessoal e reflexões sobre as ambivalências que às vezes
se imprimem em relações cheias de amor, o filme apresenta recortes de afeto entre duas sapatonas e suas mães.

selecionado para o Fest Tabatinga – Festival Tabatinga de Cinema e para o Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

“A Felicidade Delas” – Carol Rodrigues (Brasil-SP, 2019, 14 min, 14 anos) – a partir de 8/03, às 15h00, até 14/03, às 19h59

Ivy e Tamirys fogem juntas da polícia depois da Marcha Mundial das Mulheres do 8 de março. Durante a fuga, vão parar em um prédio abandonado, onde amadurecem o desejo que sentem uma pela outra desde o primeiro momento em que se viram na manifestação. A polícia chega e elas se escondem. O espaço daquele aquário de concreto é muito apertado e seus corpos ficam muito próximos. A tensão da violência que se aproxima, anunciada pelo barulho que aumenta cada vez mais no cômodo ao lado, prenuncia a explosão.

vencedor do prêmio de melhor filme brasileiro e menção honrosa do Prêmio ABD/APECI no Recifest – Festival de Cinema de Diversidade Sexual e de Gênero; prêmio de melhor fotografia e prêmio da crítica no For Raimbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade sexual (Recife); selecionado para a Mostra de Tiradentes, Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade e para o FestCurtasBH – Festival Internacional de Curtas-Metragens de Belo Horizonte

“A Morte Branca do Feiticeiro Negro” – Rodrigo Ribeiro (Brasil-SC, 2020, 10 min, 14 anos) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

Memórias do passado escravista brasileiro transbordam em paisagens etéreas e ruídos angustiantes. Através de um poético ensaio visual, uma reflexão sobre o silenciamento e invisibilização do povo preto em diáspora, numa jornada íntima e sensorial.

vencedor do prêmio de melhor direção e Prêmio Canal Brasil no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; Prêmio Revelação no Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum; selecionado para o Doclisboa – Festival Internacional de Cinema, Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, Entretodos – Filmes Curtos e Direitos Humanos, FestCurtas Fundaj e CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto

 
“Acende a Luz” – Paula Sacchetta e Renan Flumian (Brasil-SP, 2020, 11 min, 12 anos) – a partir de 8/03, às 15h00, até 14/03, às 19h59

A gente vem com prazo de validade? O sexo na terceira idade, através da história de Isabel Dias, de 64 anos. Ela foi casada por 32 anos e decidiu se separar quando soube que foi traída. Após o divórcio, ela vive uma jornada de redescoberta do sexo e do próprio corpo.

“Além de Tudo, Ela” – Mickaelle Lima Souza, Pâmela Kath, Lívia Zanuni e Pedro Vilo (Brasil-PR, 2020, 10 min, 10 anos) – a partir de 8/03, às 15h00, até 14/03, às 19h59

Estamos nos anos 1930 e Enedina Alves Marques se torna a primeira mulher negra a se formar em engenharia civil na Universidade Federal do Paraná. Trata-se não apenas de um ambiente extremamente machista e também essencialmente racista. A partir de três depoimentos, conhecemos um pouco sobre sua trajetória e como ela se torna uma referência para várias outras mulheres negras.

selecionado para o Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

Bonde” – Asaph Luccas / coletivo Gleba do Pêssego (Brasil-SP, 2019, 18 min, 14 anos) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

Três jovens amigos negros da favela de Heliópolis partiram em busca de refúgio na vida noturna LGBT + do centro da cidade de São Paulo.

vencedor do prêmio de melhor curta-metragem no Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade; selecionado para o Festival do Rio; Prêmio Canal Brasil e Troféu “Borboleta de Ouro” no Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum

“Carne” – Camila Kater (Brasil-SP/Espanha, 2019, 12 min, 12 anos) – a partir de 8/03, às 15h00, até 14/03, às 19h59

Documentário animado sobre as transformações do corpo feminino, cujo título faz alusão à objetificação vivenciada pelas mulheres ao longo da vida. E entre os depoimentos presentes há relatos da atriz e cineasta Helena Ignez e da cantora Raquel Virgínia (da banda As Baías).

vencedor do prêmio do público para curta-metragem no Festival do Rio; melhor curta-metragem e melhor roteiro no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; Destaque ABCA – Associação Brasileira de Cinema de Prêmio para melhor animador(a) / Troféu O Kaiser no Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum; Prêmio ABCA de melhor animação e Prêmio Canal Brasil na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo; melhor documentário internacional em animação no Festival de Animação de Londres; melhor filme dirigido por mulher no Festival de Curtas-Metragens Aguilar de Campoo (Espanha); menção honrosa do júri jovem no Festival de Locarno; selecionados para o, Festival de Toronto, Festival de Animação de Annecy, D’A – Festival de Cinema de Barcelona, Festival de Curtas-Metragens de Tampere e para o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

“Cor de Pele” – Larissa Barbosa (Brasil-MG, 2020, 3 min, 10 anos) – a partir de 8/03, às 15h00, até 14/03, às 19h59

Um filme-poema-manifesto-performance que reflete sobre o passado, presente e futuro de mulheres negras, que mesmo com diferentes identidades, historicamente são marginalizadas dentro da estrutura social brasileira. Em meio a imagens que convocam alegorias e metáforas, o filme fala sobre o cotidiano de violência, repressão e exploração para com essas milhões de mulheres, que também levam consigo marcas de dores que não viveram, como aponta um dos versos do poema narrado.

selecionado para o Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba e para a Mostra Ecofalante de Cinema

“Egum” – Yuri Costa (Brasil-RJ, 2020, 23 min, 14 anos) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

Após anos afastado devido à violenta morte do irmão, um renomado jornalista retorna para a casa de sua família para cuidar de sua mãe, que sofre uma grave e desconhecida doença. Numa noite, ele recebe a visita de dois estranhos, que têm negócios desconhecidos com seu pai. Esse encontro, juntamente com acontecimentos que o levam a desconfiar que algo sobrenatural se abateu sobre sua mãe, fazem-no temer uma nova tragédia.

vencedor do prêmio de melhor filme na mostra Foco da Mostra de Cinema de Tiradentes; selecionado para o Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum

“Entre Imagens (Intervalos)” – Andre Fratti Costa e Reinaldo Cardenuto (Brasil-SP, 2016, 22 min, livre) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

A vida de um artista em intervalos. A história de um país entre imagens. Antonio Benetazzo foi assassinado pela ditadura militar no Brasil e deixou suas obras espalhadas pelas casas de amigos.

“Entre Nós e o Mundo” – Fabio Rodrigo (Brasil-SP, 2019, 17 min, 12 anos) – a partir de 8/03, às 15h00, até 14/03, às 19h59

Erika teve um de seus dois filhos, Theylor, de 16 anos, recentemente assassinado em uma abordagem policial e está preocupada com o outro, Nicolas, de 17. Ela está grávida. Medo, dor e felicidade se misturam demais na periferia da cidade de São Paulo.

selecionado para o Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum e para a Mostra de Cinema de Tiradentes

“Filhas de Lavadeiras” – Edileuza Penha de Souza (Brasil-DF, 2019, 22 min, 14 anos) – a partir de 8/03, às 15h00, até 14/03, às 19h59

Histórias de mulheres negras que, graças ao trabalho árduo de suas mães, puderam ir para a escola e refazer os caminhos trilhados por suas antecessoras. Suas memórias, alegrias e tristezas se fazem presentes como possibilidade de um novo destino, transformando o duro trabalho das lavadeiras em um espetáculo de vida e plenitude.

vencedor do prêmio de melhor curta-metragem brasileiro no É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários

“Finado Taquari” – Frico Guimarães (Brasil-SP, 2021, 23 min, 12 anos) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

O assoreamento do rio Taquari, no Mato Grosso do Sul, dificulta a navegação e circulação de famílias moradoras de uma região onde o rio é estrada. Everton e os tripulantes do “20 de Janeiro” são um dos poucos que se atrevem a subir o rio até o limite para entregar suplementos e proporcionar transporte na área afetada. A equipe do filme acompanhou a tripulação numa viagem pelo rio por dez dias vivenciando toda essa saga.

“Gilson” – Vitória Di Bonesso (Brasil-SP, 2020, 5 min, livre) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

A desigualdade social e concentração de renda são vistos através da trajetória de um entregador de aplicativo de delivery que precisa trabalhar durante a pandemia da covid-19.

vencedor do Prêmio Rede Sina de melhor curta-metragem com temática social no ROTA Festival de Roteiro Audiovisual; premiado na categoria Estética de Curta Internacional no Festival de Cinema em Balneário Camboriú; selecionado para o Primeiro Plano – Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades e para a Mostra de Curtas-Metragens San Rafael en Corto (Ilhas Canárias)

“Inabitáveis” – Anderson Bardot (Brasil-ES, 2019, 25 min, 16 anos) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

Uma companhia contemporânea de dança está prestes a estrear seu mais novo espetáculo, que aborda como tema a homoafetividade negra. Paralelamente aos ensaios, o Coreógrafo constrói uma amizade com Pedro, um jovem menino negro que não se identifica como menino.

vencedor dos prêmios de melhor curta-metragem e melhor fotografia no For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual e de Gênero; melhor roteiro, melhor interpretação, menção honrosa e Prêmio Canal Brasil no Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade; melhor direção de fotografia e melhor trilha sonora no Festival Santa Cruz de Cinema; selecionado para o Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum e para a Mostra de Cinema de Tiradentes

“Lora” – Mari Moraga (Brasil-SP/Portugal, 2020, 17 min, 14 anos) – a partir de 8/03, às 15h00, até 14/03, às 19h59

Na maior cidade do Brasil, Lora é uma mulher livre e plena de presença, que apresenta outra forma de pensar sobre pessoas em situação de rua.

vencedor do Prêmio TV Cultura no Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum; prêmio do público para curta-metragem documental no Encontro Nacional de Cinema e Vídeo dos Sertões; selecionado para o É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários

“Marimbás” – Vladimir Herzog (Brasil-RJ, 1962, 12 min, livre) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

Produzido no estilo do “cinéma vérité” (cinema verdade), o filme mostra a presença dos marimbás, intermediários entre a pesca e as sobras do produto, em oposição aos pescadores e aos banhistas cariocas do Posto 6, na praia de Copacabana. Único filme do jornalista Vladimir Herzog (1937-1975), a obra é resultado do curso de cinema ministrado pelo documentarista sueco Arne Sucksdorf no Brasil, em 1962.

“Mãtãnãg, a Encantada” – Shawara Maxakali e Charles Bicalho (Brasil-MG, 2019, 14 min, livre) – a partir de 8/03, às 15h00, até 14/03, às 19h59

A índia Mãtãnãg segue o espírito de seu marido, morto picado por uma cobra, até a aldeia dos mortos. Juntos eles superam os obstáculos que separam o mundo terreno do mundo espiritual. Falado em língua Maxakali e legendado, o filme se baseia em uma história tradicional do povo Maxakali.

vencedor de menção honrosa no Destaque ABCA – Associação Brasileira de Cinema de Animação para melhor animador(a) / Troféu O Kaiser no Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum; melhor animação no FestCurtas Fundaj; selecionado para o Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

 
“Minha História é Outra” – Mariana Campos (Brasil-RJ, 2019, 22 min, 16 anos) – a partir de 8/03, às 15h00, até 10/03, às 14h59

O amor entre mulheres negras é mais que uma história de amor? Niázia, moradora do Morro da Otto, em Niterói (RJ), abre a sua casa para compartilhar as camadas mais importantes na busca por essa resposta. Já a estudante de direito Leilane nos apresenta os desafios e possibilidades de construir uma jornada de afeto com Camila.

selecionado para o Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba e para a Mostra de Cinema de Tiradentes

“Negrum3” – Diego Paulino (Brasil-SP, 2018, 22 min, 12 anos) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

Entre melanina e planetas longínquos, o filme propõe um mergulho na caminhada de jovens negros da cidade de São Paulo. Um ensaio sobre negritude, viadagem e aspirações espaciais dos filhos da diáspora.

vencedor do Shortcup World Film Festival; prêmio do público e Prêmio Canal Brasil na Mostra de Cinema de Tiradentes; prêmio da crítica no FestCurtasBH – Festival Internacional de Curtas-Metragens de Belo Horizonte; melhor curta-metragem documentário e melhor fotografia no Encontro de Cinema e Vídeo do Sertões; selecionado para o Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade e Festival Taquatinga de Cinema

“O Que Pode Um Corpo?” – Victor Di Marco e Márcio Picoli (Brasil-RS, 2020, 14 min, livre) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

Um bebê nasce, mas não chora. Um corpo grita e não é ouvido. As tintas que escorrem em um futuro prometido, não chegam em uma pessoa com deficiência. Victor faz de si a própria tela em um universo de pintores ausentes.

vencedor do prêmio de melhor direção e Prêmio SescTV no Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade; melhor direção no Festival Santa Cruz de Cinema; prêmio especial do Troféu “Borboleta de Ouro” no Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum; selecionado para o Festival de Gramado

“O Verbo Se Fez Carne” – Ziel Karapotó (Brasil-PE/Colômbia, 2019, 7 min, 14 anos) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

A invasão dos europeus em Abya Yala (sinônimo de América na língua do povo Kuna) nos deixou cicatrizes. Ziel Karapotó utiliza seu corpo para denunciar a imposição da língua do colonizador aos povos indígenas, uma face do projeto colonialista.

vencedor do Concurso Curta Ecofalante da Mostra Ecofalante de Cinema; selecionado para a Mostra de Cinema de Tiradentes e para o Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

“Paradoxos” – Vitor Blotta e Fabrício Bonni (Brasil-SP, 2020, 27 min, 14 anos) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

Documentário sobre os 30 anos do Núcleo de Estudos da Violência na trajetória da redemocratização. Trata-se de um centro de apoio à pesquisa científica voltada para a discussão de temas relacionados à violência, democracia e Direitos Humanos fundado em 1987 e situado na Universidade de São Paulo.

“Perifericu” – Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira (Brasil-SP, 2020, 20 min, 16 anos) – a partir de 7/03, às 19h00 – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

Luz e Denise cresceram em meio às adversidades de ser LGBT no extremo sul da cidade de São Paulo. Entre o vogue e as poesias, do louvor ao acesso à cidade. Os sonhos e as incertezas da juventude inundam suas existências.

vencedor do prêmio de melhor filme da mostra competitiva brasileira e menção honrosa do Troféu “Borboleta de Ouro” no Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum; melhor curta-metragem no ARCHcine – Festival Internacional de Cinema de Arquitetura; melhor curta-metragem de ficção no Festival de San José (Costa Rica); prêmio João Neri (para produções que abordam essencialmente a militância LGBT e o reflexo dessa atuação na vida das pessoas) no For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual e de Gênero; melhor filme no Festival Santa Cruz de Cinema

“Ruivaldo, O Homem Que Salvou a Terra” – Jorge Bodansky e João Farkas (Brasil-MS, 2019, 45 min, 12 anos) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

Fazendeiro no Pantanal do Mato Grosso, Ruivaldo Nery de Andrade ganhou destaque como um soldado na linha de frente da batalha pela proteção do meio ambiente. Acompanhando o dia a dia de esforços para sobreviver de Ruivaldo, o documentário aborda as consequências do assoreamento do rio Taquari.

selecionado para a Mostra Ecofalante de Cinema

“Tuã Ingugu (Olhos D’Água)” – Daniela Thomas (Brasil-RJ/Itália/Suíça, 2019, 11 min, livre) Produção: Syndrome Films, coprodução: Sesc São Paulo; o curta integra o Projeto Interdependence (uma iniciativa da ONG – Art For The World) – a partir de 7/03, às 19h00, até 14/03, às 19h59

Na cosmogonia dos Kalapalo, etnia que vive no parque indígena do Xingú, a água é tão antiga quanto os humanos e é a fonte da vida. É dali que vem todo o sustento dos originários, seu alimento, sua bebida, seu banho, sua alegria. A ideia de usar a água como lixeira, de envenenar a água é uma distopia. No filme, o cacique Faremá – da aldeia Caramujo, nas margens do rio Kuluene – conta sobre o nascimento da água e nos adverte sobre as consequências de desrespeitá-la.

selecionado para o Festival do Rio, Mostra Ecofalante de Cinema e para o Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo – Curta Kinoforum

MAM Rio transmite Festival Corpos da Terra

Após passar pela Caixa Cultural do Rio de Janeiro e pelo Espaço Front, o Festival Corpos da Terra chega a sua terceira edição, desta vez totalmente on-line, entre os dias 5 e 14 de março, com exibições gratuitas no canal do Vimeo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) (@mamrio) durante todo o período do evento. 

O projeto realizado pela Lúdica Produções com patrocínio da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa (SECEC), por intermédio da Lei Aldir Blanc, conta com a curadoria da jornalista, produtora e roteirista Renata Tupinambá, que selecionou 12 curtas-metragens e quatro longas, a maioria deles dirigidos por mulheres indígenas. Em destaque “Equilíbrio” (2020), da cineasta Olinda Muniz Silva Wanderley, que com um olhar sensível mostra problemas ambientais e uma crítica ao antropoceno. Já “Fôlego Vivo” (2021), da Associação dos Cariris do Poço de Dantas, apresenta uma realidade indígena cultural que desconstrói estereótipos. O curta “Kunhangue – Universo de um Novo Mundo” (2020), de Graciela Guarani, e o longa “Yãmĩyhex: As Mulheres-Espírito” (2019), de Isael Maxakali e Sueli Maxakali, foram aclamados em diversas mostras brasileiras, entre elas o Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte (forumdoc.bh) e a Mostra de Cinema de Tiradentes. 

Além dos filmes, o festival vai promover ao vivo, sempre às 19h, no corposdaterra.com.br, uma série de debates mediados pela curadora Renata Tupinambá e pelo antropólogo Idjahure Kadiwel: “Protagonistas na pedagogia da mãe terra”, com Yakuy Tupinambá (BA), Juma Xipaya (PA), Avelin Bunicá Kambiwá (MG) e Daiara Tukano (DF), na sexta-feira, dia 5; “Decolonização do corpo, arte e moda”, com Dayana Molina (RJ) e Sallisa Rosa (GO), no sábado, dia 6; “Cinematografia indígena feminina”, com Olinda Muniz Tupinambá (BA), Graciela Guarani (PE) e Lian Gaia (RJ), no domingo, dia 7; “Uma conversa sobre arte”, com Uyra Sodoma (AM) e Juão Nÿn (SP), na quinta-feira, dia 11; “Territórios e direitos originários”, com Arassari Pataxó (BA) e Tereza Arapium (PA), na sexta-feira, dia 12; e “Música contemporânea e etnotransmídia nas redes”, com Katu Mirim (SP) e Kaê Guajajara (MA), no sábado, dia 13. 

Fechando a programação no domingo, dia 14, às 16h, o site do Festival Corpos da Terra vai transmitir sets da DJ e curadora Renata Tupinambá, além de shows com a cantora e compositora Kaê Guajajara e a rapper Katu Mirim. Tanto os debates como as apresentações musicais serão interativas, e o público poderá fazer perguntas e comentários através do facebook (@corposdaterra) do evento. 

“Preparamos para essa terceira edição uma programação valorizando a pluralidade brasileira indígena de diferentes regiões e contextos. O público vai poder conhecer esses vários Brasis invisíveis em um panorama contemporâneo. Mostraremos a energia feminina matriarcal com destaque para realizadoras e lideranças mulheres, além de um feminino que todos possuem além dos gêneros, como filhos e corpos da natureza”, comenta a curadora Renata Tupinambá. 

A identidade visual desta terceira edição do Corpos da Terra foi desenvolvida pelo artista Denilson Baniwa, que buscou refletir sobre a cosmologia indígena, onde tudo está conectado ao corpo do planeta. Em 2019, Baniwa foi indicado ao Prêmio Pipa, a principal premiação de arte contemporânea do Brasil, sendo vencedor na categoria on-line. O ilustrador coleciona oito exposições individuais, além de participações em mais de 30 coletivas e cinco internacionais. 

Mais informações sobre o Festival Corpos da Terra podem ser obtidas através do site  corposdaterra.com.br.

SERVIÇO:  

Festival Corpos da Terra 

Data: 5 a 14 de março

Local da exibição dos filmes: Vimeo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) 

Local dos debates e shows: corposdaterra.com.br  

Horário dos debates: 19h 

Horários dos shows: 16h, 17h e 18h30

Ingresso: Gratuito

Informações: corposdaterra.com.br / facebook.com/corposdaterra / instagram.com/corposdaterra  

PROGRAMAÇÃO:

FILMES

Sessão 1 

Jeroky Gwasu – Grande Canto (2021), de Michele Perito Concianza, Brasil, 12 min, Digital, Livre.

Teko Haxy – ser imperfeita (2018), de Patrícia Ferreira Pará Yxapy e Sophia Pinheiro, Brasil, 40 min, Digital, Livre.

Mãtãnãg, a Encantada (2019), de Shawara Maxakali e Charles Bicalho, Brasil, 14 min, Digital, Livre.

Sessão 2 

Equilíbrio (2020), de Olinda Muniz Silva Wanderley, Brasil, 11 min, Digital, Livre.

Kunhangue – Universo de um Novo Mundo (2020), de Graciela Guarani, Brasil, 20 min, Digital, Livre.

Yãmĩyhex: As Mulheres-Espírito (2019), de Isael Maxakali e Sueli Maxakali, Brasil, 76 min, Digital, 12 anos.

Sessão 3

Yarang Mamin (2019), de Kamatxi Ikpeng, Brasil, 21 min, Digital, Livre.

Opy’i Regua (2019), de Júlia Gimenes e Sérgio Guidoux, Brasil, 20 min, Digital, Livre.

Mitos Indígenas em Travessia (2019), de Julia Vellutini e Wesley Rodrigues, Brasil, 21

min, Digital, Livre.

Mandayaki e Takino (2020), de Yariato e Dadiwa Juruna, Brasil, 10 min, Digital, Livre.

Sessão 4

Fôlego Vivo (2021), de Associação dos Índios Cariris do Poço do Dantas, Brasil, 28 min, Digital, Livre.

O último sonho (2019), de Alberto Alvares, Brasil, 60 min, Digital, 12 anos.

Sessão 5

Ka’a zar ukyze wà – Os donos da floresta em perigo (2019), de Flay Guajajara, Edivan dos Santos Guajajara e Erisvan Bone Guajajara, Brasil, 14 min, Digital, 14 anos.

Nũhũ yãgmũ yõg hãm: essa terra é nossa! (2020), Isael Maxakali, Sueli Maxakali,

Carolina Canguçu e Roberto Romero, Brasil, 70 min, Digital, Livre

Sessão 6

Apiyemiyekî? (2020), de Ana Vaz, Brasil, 27 min, Digital, Livre. 

O índio cor de rosa contra a fera invisível: a peleja de Noel Nutels (2019), de Tiago Carvalho, Brasil, 80 min, Digital, 12 anos.

DEBATES

Sexta-feira, dia 5 de março 

19h – Protagonistas na pedagogia da mãe terra, com Yakuy Tupinambá (BA), Juma Xipaya (PA), Avelin Bunicá Kambiwá (MG), Daiara Tukano (DF) e mediação de Renata Tupinambá 

Sábado, dia 6 de março 

19h – Decolonização do corpo, arte e moda, com Dayana Molina (RJ), Sallisa Rosa (GO) e mediação de Idjahure Kadiwel

Domingo, dia 7 de março 

19h – Cinematografia indígena feminina, com Olinda Muniz Tupinambá (BA), Graciela Guarani (PE), Lian Gaia (RJ) e mediação de Renata Tupinambá

Quinta-feira, dia 11 de março 

19h – Uma conversa sobre arte, com Uyra Sodoma (AM), Juão Nÿn (SP) e mediação de Renata Tupinambá

Sexta-feira, dia 12 de março 

19h – Territórios e direitos originários, com Arassari Pataxó (BA), Tereza Arapium (PA) e mediação de Idjahure Kadiwel

Sábado, dia 13 de março 

19h – Música contemporânea e etnotransmídia nas redes, com Katu Mirim (SP), Kaê Guajajara (MA) e mediação de Renata Tupinambá

APRESENTAÇÕES MUSICAIS 

Domingo, dia 14 de março 

16h – DJ Renata Tupinambá

17h – Kaê Guajajara

18h30 – Katu Mirim

Memórias Póstumas de Brás Cubas

Após temporadas de sucesso de crítica e público no formato presencial em São Paulo, o ator Marcos Damigo faz uma temporada online e gratuita do solo cômico-musical Memórias Póstumas de Brás Cubas, na página do Facebook @memoriaspostumasmusical dias 18 e 19 de março (quinta e sexta-feira), às 14h e 20 a 28 de março (aos sábados e domingos), às 20h.

O espetáculo teve indicação dos Prêmios APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) e Aplauso Brasil, como Melhor Ator, em 2017, para Marcos Damigo. O texto, adaptado pela diretora Regina Galdino e interpretado por Damigo, destaca a trajetória do anti-herói Brás Cubas, símbolo do homem burguês, sem escrúpulos e sem ética, um comportamento oportunista que persiste no Brasil atual.

Essas transmissões do espetáculo foram viabilizadas através da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei 14.017/20 do Governo Federal), através do PROAC (Programa de Ação Cultural) do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

O MUSICAL

Brás Cubas, o “defunto autor”, é um aristocrata medíocre, mas mesmo assim consegue, através do riso e da sedução, conquistar a empatia do público. Ele pertence a uma elite aventureira, dividida entre o desejo liberal e a prática escravocrata. A montagem traz uma visão moderna do romance baseada na carnavalização, salientando seu aspecto cômico-fantástico. A encenação realiza uma “conversa” entre quatro artes: o teatro, a literatura, a dança e a música, estas duas últimas especialmente ligadas à alma e à cultura brasileira.

Marcos Damigo vive um Brás Cubas bem-humorado, irreverente, egoísta e amoral. Com uma narrativa não linear e fiel à obra original, o personagem dialoga com a plateia, canta, dança, discorre sobre seus envolvimentos amorosos e episódios de sua vida enquanto passeia pelas agruras da sociedade de seu tempo.

O monólogo traz à tona toda a atualidade do livro de Machado de Assis, oferecendo ao público um olhar agudo sobre a sociedade brasileira do século XIX. A equipe conta com profissionais já conhecidos da cena paulistana: Damigo, que protagonizou Dom Casmurro em outra peça adaptada de Machado de Assis; o diretor musical e arranjador Pedro Paulo Bogossian; Mário Manga, que assina a música original; e Fábio Namatame na criação do figurino. Regina Galdino assinou e dirigiu, em 1998, uma montagem desta mesma adaptação da obra do célebre escritor carioca que repete a parceria de sucesso com Manga, Bogossian e Namatame. Interpretado por Cassio Scapin, o espetáculo recebeu vários prêmios e elogios da crítica.

“O espetáculo respeita e valoriza ao extremo as palavras de Machado, e Marcos Damigo reafirma talento. Surpreende como um bom interlocutor para a mensagem da obra-prima, publicada em 1881, e a confirma como assustadoramente atual. (…) O desafio superado por Damigo só se tornou ainda maior e, em uma composição que apresenta Brás Cubas como misto de clown e fantasma, o intérprete valoriza o trabalho corporal em uma linha cínica que conversa plenamente com os tipos da sociedade dos nossos tempos. ”

Dirceu Alves Jr., jornalista e crítico de teatro da Veja São Paulo.

FICHA TÉCNICA

Texto: Machado de Assis

Elenco: Marcos Damigo

Direção e Adaptação de Texto: Regina Galdino

Música Original: Mário Manga

Direção Musical, Arranjos e Trilha Sonora: Pedro Paulo Bogossian

Figurino: Fábio Namatame

Coreografia: Marcos Damigo

Consultoria de Movimento: Roberto Alencar

Iluminação e Cenografia: Regina Galdino

Execução Cenográfica: Luis Rossi

Fotos: Alex Silva Jr

Realização: Oasis Empreendimentos Artísticos

SERVIÇO

Memórias Póstumas de Brás Cubas

Gratuito | no Facebook @memoriaspostumasmusical

Duração: 85 min Classificação etária: 14 anos Gênero: Comédia musical

Dias 18 e 19 de março de 2021

Quinta e sexta-feira, às 14h

Dias 21, 22 e 27, 28 de março de 2021

Sábados e domingos, às 20h

Após cada sessão será aberto um camarim virtual para conversar com o ator.

La Botella – Bar a vin em Ipanema completa 21 anos

Localizado em Ipanema, o wine-bar chega a sua maioridade com algumas novidades. O local ganhou mais espaço e mesas, além de uma varanda agradável na frente da loja. “Tivemos que fazer algumas adaptações devido às normas sanitárias, mas que no fim ficaram ótimas e os clientes adoraram”, afirma Guilhermo Enrique, proprietário da loja.

O La Botella conta com quase mil rótulos de bebidas e quase 600 de vinhos do mundo todo com preços para agradar a todos os bolsos. Além dos vinhos, a casa também comercializa acessórios para bebidas, tais como decantes, taças, abridores, rolhas de vácuo, termômetros para adega e baldes.

Lá o sommelier Gilmar Barcelos, formado pela ABS do Rio, garante o bom serviço, com boas taças, decantes e todo o aparato necessário para os apaixonados pelo Baco.

Boas novas também no cardápio

O cliente pode saborear aperitivos como queijos e frios, além de iguarias como sanduíches, saladas, pratos quentes, sobremesas e um cardápio executivo de bistrô alterado semanalmente na hora do almoço, sempre com novidades.

Em comemoração aos 21 anos da casa, que tem um cardápio inspirado na tradicional gastronomia alemã,

pratos tradicionais que fazem sucesso desde sua inauguração permaneceram e muitas saborosas novidades foram acrescentadas, como os Triângulos crocantes de costela c/Gruyère – R$ 38,00 (massa crocante de wonton, recheada com costela, gruyère e agrião, servida com molho de pimenta à parte), a Salada de Frango com Mel – R$35,00 (alface crespa, alface americana, gomos de laranja, finas fatias de peito de frango laqueado no mel), assim como o Risoto de Quinoa Peruana – R$49,00 (risoto de quinoa com bifinhos de filet mignon, recheados de alho poro e manteiga de limão siciliano) e o Filet aperitivo La Botella – R$49,00 (filet mignon fatiado, tomate, cebola roxa, pimentão e molho especial da casa), ambos inspirados na gastronomia peruana e preparados com especiarias Andina.

Há também a opção de encomendas personalizadas, que podem levar frios, queijos, wraps e pequenos sanduíches para festas, que servem duas ou mais pessoas.

Outra novidade de aniversário é o lançamento do La Botella Club, um clube exclusivo de vantagens para os clientes da casa cadastrados que recebem um cartão vip e com ele tem acesso a descontos, novidades, brindes, promoções e muito mais.

SERVIÇOS

La Botella fica na Rua Paul Redfern, 72 – Ipanema – Rio de Janeiro – RJ – Tel. (21)2512-8614

Funciona de segunda a sábado das 10h às 00h. Aceita todos os cartões de débito e crédito.

Cartas para Gonzaguinha – Em Concerto

Esta semana, o Teatro Riachuelo Rio recebe em seu palco o show “Cartas para Gonzaguinha – Em Concerto”, que faz uma breve passagem pelo ano de 1981, ainda sob um regime ditatorial e diante de uma grave crise econômica no Brasil. Na história que será contada por um talentoso elenco em transmissões online entre os dias 04 e 07 de março (qui-sáb: 20 / dom: 19h), trabalhadores de uma fábrica lutam por melhores condições de vida e emprego, e mandam cartas para Gonzaguinha respondendo à pergunta “O que é a vida?”, com a promessa de contribuírem para a letra da música que se tornou, posteriormente, um dos maiores sucessos de toda a sua carreira e um marco na luta por direitos. Os profissionais relembram conflitos vividos durante os últimos anos da ditadura no Brasil, interpretando outras canções do cantor e compositor.

Serviço:

Cartas para Gonzaguinha – Em concerto (Live)

Datas: De 04 a 07 de Março, quinta a sábado às 20h e domingo às 19h 
Transmissão pela plataforma do Teatro Riachuelo

Vendas Online: https://site.bileto.sympla.com.br/teatroriachuelorio/ 

Valor: R$ 10,00

Classificação: 14 anos
 Duração: 90m

Instalação tecnológica propõe reflexão sobre a interação com diferentes ambientes e contextos

Uma experiência capaz de despertar reflexões sobre a maneira como as pessoas interagem com o micro e o macro, em diferentes ambientes e contextos. Assim é “im.fusion”, instalação tecnológica e interativa, que chega ao MAC Niterói, na sexta-feira, dia 5 de março de 2021. As visitas seguem protocolos das autoridades sanitárias no combate à pandemia e podem ser feitas de terça-feira a domingo, das 10h às 18h.

Do micro ao macro, três cenários são explorados por “im.fusion”. A experiência começa pelo ‘contato’ com moléculas, depois segue para a diversidade de uma floresta e, por fim, explora a imensidão do universo. Em 12 minutos, os visitantes estão imersos em formas coloridas, interagindo por meio de sensores com projeções plenas de efeitos especiais – gráficos e sonoros. A tecnologia utilizada não requer contato físico.

Tudo acontece em uma sala escura, com 5,7 metros de largura, 4 metros de altura, e 10,4 metros de profundidade. Câmeras e sensores captam a movimentação das pessoas que passam a interferir casualmente nas exibições. Trata-se de uma metáfora da interação do Homem com a natureza.

“Estamos muito animados por receber a Im.Fusion no MAC como a primeira atividade dentro do Museu desde o início da pandemia. A mostra une arte e tecnologia, caminho que pretendemos seguir ao longo do ano”, afirma Victor De Wolf, Diretor do MAC Niterói.

“O desenvolvimento de novas tecnologias e as conquistas científicas têm impactado a forma como nos relacionamos com a natureza. Ao mesmo tempo que manipulamos formas diminutas, como vírus e bactérias, exploramos imensidões como a Lua ou Marte. Essas relações inspiraram a criação de im.fusion ”, conta Felipe Reif, um dos idealizadores da experiência, criada por mais de dez pessoas entre Brasil, Chile e Estados Unidos.

Sem contato

Para respeitar o distanciamento social, imposto pela pandemia, apenas seis pessoas são admitidas por sessão. Uma cortina de tecido, com tratamento antibacteriano, e equipamentos de filtragem do ar também são parte dos cuidados. Desde o princípio, a instalação previa a interação do público sem necessidade de contato físico num trajeto de sentido único para os visitantes, impedindo o retorno ao início.

“Diante da pandemia, essas características foram essenciais para a escolha do projeto, que é produzido pela Dellarte e co-realizado pela BM Produções”, aponta Steffen Dauelsberg, diretor executivo da Dellarte.

Para a visitação no MAC foram estabelecidos protocolos para preservar a saúde dos visitantes, funcionários e demais colaboradores do espaço. São obrigatórios o uso de máscara, cobrindo nariz e boca, aferição da temperatura na entrada do Museu, uso de álcool em gel para higiene das mãos e distanciamento de dois metros.

Terceira etapa

Esta é a terceira cidade que recebe a instalação. im.fusion. Estreou no Rio de Janeiro, em dezembro, e depois seguiu para Belo Horizonte. “Temos observado que as pessoas se divertem e se sentem seguras com as medidas adotadas”, afirma Byron Mendes, da BM Produções.

‘im.fusion’ é apresentada pelo Ministério do Turismo e Lei Estadual de Incentivo à Cultura – Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado Rio de Janeiro. Tem patrocínio Master da Enel Distribuição Rio e patrocínio da Youse, com apoio da On Projeções. Criada pela Deeplab Project e realizada pela Dellarte Soluções Culturais, permanece no MAC até 28 de março.

SERVIÇO

Im.Fusion

Data: de 5 a 28 de março de 2021

Local: MAC Niterói

Endereço: Mirante da Boa Viagem, sem número

Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h

A bilheteria fecha 15 minutos antes

Ingressos: R$ 12 (inteira). Estudantes, professores e pessoas acima de 60 anos pagam meia (R$ 6). Entrada gratuita para estudantes da rede pública (ensino médio), crianças de até 7 anos, portadores de necessidades especiais, moradores ou nascidos em Niterói (com apresentação do comprovante de residência) e visitantes de bicicleta. Na quarta-feira, a entrada é gratuita para todos.

Venda na bilheteria do MAC ou on-line no site da Sympla. No dia do evento, levar o ingresso impresso ou dispositivo móvel (celular, tablet), com o ingresso visível na tela para que possa ser efetuada a leitura do QR Code para validação da entrada.

Informações: (21) 2722-1543 | mac@macniteroi.com.br | | facebook.com/macniteroi.oficial

CONTATOS:

Rafael Henrique Sousa

Diretor de Comunicação Social

Secretaria Municipal das Culturas / Fundação de Arte de Niterói

Tel: (21) 99835-3171

E-mail: rafaelhsousa@gmail.com

Focus Cia de Dança lança “Corações em Espera.doc”

Em CORAÇÕES EM ESPERA.doc, documentário da Focus Cia de Dança, o público poderá conferir todo processo de ensaios e bastidores vivenciados pela companhia durante as 17 semanas da temporada do espetáculo “CORAÇÕES EM ESPERA”, a mais nova criação do grupo, que foi exibida ao vivo, através de streaming, pelo YouTube, entre 05 de julho a 25 de outubro. Na ocasião, o público comprava seus ingressos e recebiam um link personalizado. O documentário, que traz ainda importantes depoimentos de muitos dos participantes do projeto, será disponibilizado de forma aberta e gratuita, através do canal no YouTube (www.youtube.com/focusciadedanca), a partir do dia 06 de março, às 18h.

Em meio à pandemia, a Focus Cia de Dança buscou modos de dar continuidade ao seu trabalho, adequando-se e utilizando-se do formato virtual de reuniões, onde aconteceram encontros diários de aulas, conversas e ensaios. Pouco a pouco, os bailarinos foram se familiarizando com a possibilidade de uma nova criação artística nesta configuração virtual, se adaptando e aproveitando do novo que aparecia, lidando com limites e ainda rasos conhecimentos das ferramentas disponíveis no momento. A ideia de documentar este intenso processo surge da vontade de perpetuar esse momento singular do mundo, das artes e da dança, que mesmo sendo feita virtualmente, aconteceu em tempo real e com características totalmente efêmeras como: elenco se apresentado simultaneamente (mesmo cada um em suas casas e muitos em cidades distintas), edição em tempo real, dificuldades com qualidade de internet, música chegando na casa dos intérpretes com delay, acidentes ou intervenção espontâneas de familiares, bebês, animais de estimação e inúmeras pessoas que habitavam as casas naquele momento, que também pertenciam a vida e ao espaço de cada integrante, que se tornaram parte da obra. A cada dia era um novo passeio real através do veículo virtual do streaming.

Durante o espetáculo, o público entra em contato com uma inventividade baseada na readaptação do espaço/tempo, e na valorização de algo que é efêmero, um momento presente, que se torna especial e único por estar acontecendo no “agora”. É através das janelas dos celulares, computadores e smart tvs, que o espectador encontra o cenário principal da encenação: o lar, que guarda as memórias e intimidades, ali também ressignificado, e que abriga o corpo, que é uma verdadeira casa. As portas, embora podendo ser abertas, ainda estão fechadas e, pelas janelas, vemos ruas vazias. Vemos um mundo realmente em espera, reconstrução e ressignificação.

O público também se depara e se identifica com questões literais como ausência e solidão; alegria e esperança; e a oportunidade do autoconhecimento.

“CORAÇÕES EM ESPERA significou um respiro quando não parecia se ter ar, a resiliência se concretizou e pudemos transformar um momento tão árido em uma obra tão fértil, que não só emocionou quem a fez, mas quem a assistiu. Afinal a arte alimenta o público e o artista. Certamente sairemos desse momento mais fortes e certos de que a união faz a diferença e que a arte é essencial para a saúde do mundo”, afirma Alex Neoral.

Serviço

Data de lançamento: 06 de março, às 18h

Local: canal da Focus Cia de Dança no YouTube

www.youtube.com/focusciadedanca 

Duração: 70 minutos

Acesso gratuito

Equipe CORAÇÕES EM ESPERA.doc

Direção artística e coreografia ALEX NEORAL

Direção de produção TATIANA GARCIAS

Roteiro ALEX NEORAL, JOSÉ VILLAÇA e MARINA TEIXEIRA

Edição JOSÉ VILLAÇA

Criado e dançado originalmente com CAROLINA DE SÁ, COSME GREGORY, JOSÉ VILLAÇA, MARCIO JAHÚ, MARINA TEIXEIRA, MONISE MARQUES e ROBERTA BUSSONI, com participações especiais de companhias, diretores e bailarinos convidados

Equipe espetáculo CORAÇÕES EM ESPERA

Direção artística e coreografia ALEX NEORAL

Direção de produção TATIANA GARCIAS

Pesquisa e execução de streaming JOSÉ VILLAÇA

Figurino ROBERTA BUSSONI

Criado e dançado com CAROLINA DE SÁ, COSME GREGORY, JOSÉ VILLAÇA, MARCIO JAHÚ, MARINA TEIXEIRA, MONISE MARQUES e ROBERTA BUSSONI

Link teaser: https://vimeo.com/511957051/7ca78f7cd3

Link Fotos: https://drive.google.com/drive/folders/17P0UR7nYuPtmCqItKtB0Db6n8pYvY3QU?usp=sharing

Sozinho no Sotão lança clipe de “Quero Festa”

Sozinho no Sótão transcende e transborda no single e clipe “QUERO FESTA”. O título solar não entrega o lado sombrio e metafórico do vídeo, estrelado pelos atores Eduardo Gorck e Luíza Reolon. Circulando por uma Brasília desértica, eles se encontram no que têm de comum: um sangue que brota dos poros, mancha as roupas e colore tudo de vermelho. 

Assista a “QUERO FESTA”:  https://youtu.be/DsmF7pXRePI 

Ouça “QUERO FESTA”: https://ditto.fm/quero-festa

Este é o último single e clipe do EP de estreia de Sozinho no Sótão, projeto musical brasiliense que mescla vertentes do rock e do metal, da PC music e do trap, do pop e do experimental em faixas cantadas em português – uma combinação ainda pouco explorada. Depois de “ACHO Q VC VAI GOSTAR”, “OH MDS FAZ ISSO PARAR” e “E EU BEBO MAIS”, “QUERO FESTA” traz um novo caminho para o projeto – mas não com menos peso.

Assista ao clipe “OH MDS FAZ ISSO PARAR”: https://youtu.be/m7R0Jutfblw

Assista ao clipe “ACHO Q VC VAI GOSTAR”: https://youtu.be/lBf3HOesWUE 

Assista ao clipe “E EU BEBO MAIS”: https://youtu.be/-RlyMH_bUxA

“Essa música, na minha visão, é a que mais representa o projeto como um todo, com um clipe bem simbólico e metafórico. Ela fala sobre achar reconhecer seus problemas e buscar soluções rápidas para a dor, um processo muito intenso, assim como a sonoridade da música, com toques de modernidade”, revela o artista.

O clipe usa uma metáfora para dar forma à perda, e traduz o desejo de escapismo em um “dia de fúria”, com um personagem dando vazão a tudo o que o atormenta.

“Após um doloroso término, o protagonista encontra-se preso em um pesadelo. A dor que há em seu peito projeta-se para fora, e se torna uma ferida com a qual ele não consegue lidar”, entrega o diretor Danyel Galvão

Sozinho no Sótão é um trabalho solo autoral que surgiu durante uma transição entre bandas e a busca por uma identidade sonora como artista. Após uma série de vídeos no YouTube e versões, o músico se uniu ao produtor Ricardo Ponte (vencedor do Grammy Latino pelo álbum “Éter”, da banda Scalene), responsável também por gravar, mixar e masterizar as quatro faixas do EP de estreia.

Após os três primeiros singles, “QUERO FESTA” completa o trabalho e já está disponível nas plataformas de música.

Assista a “QUERO FESTA”: https://youtu.be/DsmF7pXRePI 

Ouça “QUERO FESTA”: https://ditto.fm/quero-festa

Ficha técnica

Direção e Roteiro: Danyel Galvão

Fotografia: Leonardo Hladczuk

Direção de arte: Luli

Produção: sozinho no sótão

Montagem e Edição: Enzo Correia

Elenco

Ele: Eduardo Gorck

Ela: Luíza Reolon

Agradecimentos especiais: Pedro Tristão, Matheus Luiz, Henrique Vyleno, Jonas Damasceno

Steve McQueen – The King of Cool

De 3 de março a 5 de abril, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro apresenta a mostra Steve McQueen – The king of cool, que abaliza a trajetória de um dos principais fenômenos da indústria cinematográfica de todos os tempos, influenciando uma leva de atores e também artistas da música e da animação, e que comemoraria 91 anos (dia 24 de março) – a mostra seria inicialmente em 2020 para celebrar os 90 anos do ator, mas por conta da pandemia não ocorreu. Sob curadoria do jornalista, crítico e diretor de cinema Mario Abbade e produção da BLG Entretenimento, a mostra exibirá 29 produções, entre filmes e documentários, sobre o astro. Além da filmografia, apresentada em sessões presenciais no formato digital, haverá também na programação atividades on-line como debate, aula magna, palestra, lives e sessões com recursos de acessibilidade (audiodescrição, legenda descritiva e interpretação em libras).  E ainda um plus: playlist no app spotify com as músicas dos filmes estrelados por McQueen. Todas as sessões presenciais, as atividades on-line e o o acesso aos filmes com acessibilidade serão gratuitos. A mostra ainda passa pelos CCBBs Brasília e São Paulo, o projeto é patrocinado pelo Banco do Brasil. 

Apelidado de ‘The king of cool’ (em português seria algo como ‘rei dos descolados’), Steve McQueen (04/03/1930 – 07/11/1980) é lembrado por seus personagens icônicos e seu estilo único. O ator ficou marcado por papéis de anti-heróis no cinema, como o ladrão de luxo Thomas Crown, o policial Frank Bullitt e o jogador de poker Cincinnati Kid. Desta forma, virou uma espécie de símbolo da contracultura nos Estados Unidos, em oposição aos mocinhos tradicionais do cinema. O talento de McQueen, porém, não se limitava a atuar: ele foi um grande ícone da moda masculina que influenciou milhões de homens ao longo de décadas. 

Realizar uma mostra que reunirá os 26 filmes estrelados por McQueen – com direito a 3 documentários sobre sua vida e obra – é proporcionar ao público carioca a chance de (re)ver, analisar e discutir a importância de Steve McQueen e seu estilo de atuação para o cinema e outras artes. Entre os filmes que serão exibidos estão ‘Sete homens e um destino’, ‘Fugindo do Inferno’, ‘Crown, o magnífico’, ‘Bullit’, ‘Papillon’, ‘Inferno da torre’, entre outros petardos. Os documentários ‘Steve McQueen’ (Steve McQueen: Man on the edge), de Gene Feldman, ‘Eu sou Steve Mcqueen’ (I am Steve Mcqueen), de Jeff Renfroe, e ‘Steve McQueen: A essência do formidável’ (Steve McQueen: The essence of cool), de Mimi Freedman estão na programação. A importância da mostra se mede não só pelo grande público fã de McQueen no mundo, mas também admiradores de cinema em geral, haja vista que o ator foi dirigido por importantes cineastas como Robert Wise, Sam Peckinpah, Peter Yates, Norman Jewison, John Sturges, Don Siegel, entre outros. 

Segundo o curador, a mostra Steve McQueen – The king of cool serve tanto ao estudo da arte cênica quanto à análise de um fenômeno da cultura. “O ator faz parte de uma linhagem de nomes que constituem marcos da arte dramática, e é preciso que a sua filmografia seja observada e analisada sob essa perspectiva”, avalia Mário Abbade. Nomes do cinema como Colin Farrell, Kevin Costner, Pierce Brosnan e Bruce Willis o apontam como herói e inspiração para se tornarem atores. A lista de citações sobre McQueen vai longe: inclui longa de Tarantino e muitos outros filmes, livros, a animação “Os Simpsons” e o seriado “House”. O ator foi citado em listas de importantes revistas como a Premiere e a Empire como uma das maiores estrelas do cinema de todos os tempos. “McQueen era um ícone tão forte que se sentiu à vontade para dizer não a diretores como Coppola, Spielberg e Milos Forman, recusando convites milionários e papéis com que outros profissionais sonhavam, como os de Apocalypse Now e Um estranho no ninho”, diz Abbade.

O reflexo da influência de Steve McQueen na cultura também pode ser medido no mundo da música. Os Rolling Stones falam dele em “Star star”. Sheryl Crow compôs a canção “Steve McQueen” homenageando o ator. Outra letra em tributo ao king of cool, que também leva seu nome, é a da banda Drive-By Truckers, que anuncia o que ele significou para muita gente: “Quando eu era menino, eu queria crescer para ser Steve McQueen”, diz a letra. McQueen também é citado em músicas de artistas consagrados como Leonard Cohen, R.E.M., Beastie Boys, Blur, Boy George e Elton John, entre muitos outros, e deu nome a um disco da banda Prefab Sprout. 

ATIVIDADES EXTRAS 

Proporcionar ao público uma maior proximidade com o ícone Steve McQueen é uma das premissas da mostra que terá as seguintes atividades extras de forma virtual: Debate sobre a vida e a obra do homenageado; aula magna com o tema “Steve McQueen – O Arquétipo do Anti-Herói de Poucas Palavras”, com o curador Mario Abbade e o ator Eriberto Leão; palestra “A narrativa cinematográfica em imagens – O que está por trás de cada cena”; e a exibição de dois filmes com recursos de acessibilidade: audiodescrição, legenda descritiva e interpretação em Libras, com acesso gratuito pela plataforma Wurlak.com.  A programação contará também com lives mediadas por Abbade e playlist com as trilhas sonoras dos filmes estrelados por McQueen.

LIVES

Dia 03/03, às 19h, com a crítica de cinema Ana Carolina Garcia

Dia 17/03, às 19h, com o crítico de cinema Ricardo Largman

Todas as Lives serão mediadas pelo curador Mario Abbade e irão acontecer no perfil @blgentretenimento no Instagram.

DEBATE: STEVE MCQUEEN, VIDA E OBRA

Dia 20/03, às 19h, no canal da BLG Entretenimento no Youtube

Com os críticos de cinema Ana Rodrigues e Ricardo Cota 

Mediação do curador Mario Abbade.

PALESTRA: A NARRATIVA CINEMATOGRÁFICA EM IMAGENS – O QUE ESTÁ POR TRÁS DE CADA CENA

Dia 06/03, às 14h, com o curador Mario Abbade.

Inscrições gratuitas na plataforma Sympla, com transmissão via Zoom. Vagas limitadas. Duração 60 minutos. Aos participantes será oferecido certificado. 

A palestra pretende mostrar a importância da imagem desde clássicos do cinema até filmes mais herméticos, até porque alguns cineastas escolhem não desenvolver a trama por meio de diálogos, e sim por imagens e mise-en-scéne (expressão francesa que está relacionada com encenação ou o posicionamento de uma cena), deixando espectador menos atento em dúvida sobre o que está acontecendo na narrativa.

AULA MAGNA: STEVE MCQUEEN – O ARQUÉTIPO DO ANTI-HERÓI DE POUCAS PALAVRAS

Dia 20/03, às 14h.

Inscrições gratuitas na plataforma Sympla, com transmissão via Zoom. Vagas limitadas. Duração 120 minutos. Aos participantes será oferecido certificado.

A atividade, ministrada pelo curador Mario Abbade em parceria com o ator Eriberto Leão, tem como proposta abordar os diferentes métodos de interpretação. Por meio de exercícios teóricos e práticos, o aluno poderá descobrir e vivenciar essas escolas de pensamento sobre a arte de atuar.

FILMES COM RECURSOS DE ACESSIBILIDADE: A BOLHA ASSASSINA E FUGINDO DO INFERNO

Dia 24/03, às 13h.  Os filmes ficarão disponíveis para visualização até as 23h59 do dia 30/03.

“A bolha assassina”, primeiro trabalho de Steve McQueen no cinema, e “Fugindo do inferno”, um dos filmes mais famosos do ator, serão programados na plataforma de streaming Wurlak.com com os 3 recursos de acessibilidade juntos: Interpretação em Libras, Legenda Descritiva e Audiodescrição. O acesso é gratuito.

Os interessados deverão se cadastrar, sem custo, para poder conferir os filmes. 

OBS.: Aqueles que optarem por assistir via smartphone ou tablet, o recomendado é que faça download do aplicativo do serviço de streaming, que está disponível nas versões para IOS e Android.

SOBRE A REABERTURA DO CCBB 

O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro funciona de quarta a segunda (só fecha nas terças) de 9h às 18h.  

O CCBB RJ está adaptado às novas medidas de segurança sanitária: entrada apenas com agendamento on line, controle da quantidade de pessoas no prédio, fluxo único de circulação, medição de temperatura, uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool gel e sinalizadores no piso para o distanciamento. No cinema a capacidade foi reduzida para 1\3, com higienização completa antes de cada apresentação/sessão, além do distanciamento de 2 metros entre as poltronas.  

A bilheteria presencial está proibida, todos os ingressos serão disponibilizados no site eventim.com.br 

Serviço:

Mostra Steve McQueen – The king of cool 

Local: Centro Cultural Banco do Brasil – Cinema I

Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – 20010-000 / Rio de Janeiro (RJ)

(21) 3808-2007 | ccbbrio@bb.com.br

Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 21h.

Datas: De 3 de março a 5 de abril de 2021

Horários: consultar programação

Entrada Gratuita 

Lotação: 49 lugares

Todos os ingressos serão disponibilizados no site eventim.com.br

Classificação: 14 anos 

Acesso para pessoas com deficiência: Sim

Patrocínio: Banco do Brasil

Realização: CCBB

Programação completa: http://www.bb.com.br/portalbb

INFORMAÇÕES AO PÚBLICO

SITE: www.bb.com.bra

Twitter: twitter.com/CCBB_RJ

Facebook: http://www.facebook.com/CCBB .RJ

ccbbrio@bb.com.br

Assessoria de Imprensa da mostra:

Alexandre Aquino: – (21) 98842-3199

imprensa.alexandreaquino@gmail.com 

Assessoria de imprensa CCBB

Bianca Mello – (21) 38082326

biancamello@bb.com.br

PROGRAMAÇÃO: 

Steve McQueen – Rio de Janeiro 03 de março a 5 de abril

03/03 – quarta-feira

14h30 A bolha assassina (The blob). 91 min

17h30 O canhoneiro do Yang-Tsé (The Sand Pebbles). 182 min

19h Live com Mario Abbade e Ana Carolina Garcia

04/03 – quinta-feira

14h30 A máquina do amor (The honeymoon machine). 87 min 

17h30 Império de gangster (Never love a stranger). 91 min

05/03 – sexta-feira

14h30 O grande roubo de St. Louis (The great St. Louis Bank robbery). 89 min

17h30 Inferno na torre (The towering inferno). 165 min

06/03 – sábado

14h Palestra: A narrativa cinematográfica em imagens – O que está por trás de cada cena. 60 min

15h Steve McQueen  (Steve McQueen: Man on the edge). 60 min

17h30 Tom Horn, O cowboy (Tom Horn). 98 min

07/03 – domingo

15h00 O inferno é para os heróis (Hell is for heroes) 90 min

17h30 O amante da guerra (The war lover). 105 min

08/03 – segunda-feira

14h30 O preço do prazer (Love with the proper stranger) 102 min

17h30 A mesa do diabo (The Cincinnati kid). 102 min

10/03 – quarta-feira

14h30 O gênio do mal (Baby the rain must fall). 100 min.

17h30 Nevada Smith. 128 min

11/03 – quinta-feira

14h30 As 24 horas de Le Mans. 106 min

17h30 Papillon. 151 min

12/03– sexta-feira

14h30 O inimigo do povo (An enemy of the people). 103 min

17h30 Os implacáveis (The getaway). 123 min

13/03 – sábado

15h Eu sou Steve McQueen (I am Steve McQueen). 90 min

17h30 Caçador implacável (The hunter). 97 min

14/03 – domingo

15h Quanto vale um homem (Soldier in the rain). 88 min

17h30 Crown, o magnífico (The Thomas Crown affair). 102 min

15/03 – segunda-feira

14h30 Dez segundos de perigo (Junior Bonner). 100 min

17h30 Quando explodem as paixões (Never so few). 125 min.

17/03 – quarta-feira

14h30 O grande roubo de St. Louis (The great St. Louis Bank robbery. 89 min.

17h30  Fugindo do inferno (The great escape). 172 min.

19h Live com Mario Abbade e Ricardo Largman

18/03 – quinta-feira

15h00 A bolha assassina (The blob). 91 min.

17h30 Inferno na torre (The towering inferno). 165 min

19/03 – sexta-feira

15h00 Império de gangster (Never love a stranger). 91 min

17h30 Sete homens e um destino (The magnificent seven), de John Sturges (EUA, 1960). 128 min

20/03 – sábado

14h Aula magna: Steve McQueen – O arquétipo do anti-herói de poucas palavras 120 min

15h30 A máquina do amor (The honeymoon machine. 87 min

17h40 O canhoneiro do Yang-Tsé (The Sand Pebbles). 182 min

19h Debate Steve McQueen, vida e obra

21/03 – domingo

14h30 O preço do prazer (Love with the proper stranger) 102 min.

17h30 Bullitt. 114 min

22/03 – segunda-feira

15h Quanto vale um homem (Soldier in the rain). 88 min

17h30 O inferno é para os heróis (Hell is for heroes. 90 min.

24/03 – quarta-feira 

13h A bolha assassina e Fugindo do Inferno na plataforma Wurlak.com. (inserir os 3 símbolos de acessibilidade: legenda descritiva, interpretação em Libras e audiodescrição)

14h30 A mesa do diabo (The Cincinnati kid). 102 min.

17h30 Os implacáveis (The getaway). 123 min

25/03 – quinta-feira

14h30 Tom Horn, O cowboy (Tom Horn). 98 min.

17h30 Nevada Smith. 128 min.

26/03 – sexta-feira

14h30 O amante da guerra (The war lover). 105 min.

17h30 Crown, o magnífico (The Thomas Crown affair). 102 min

27/03 – sábado

15h Steve McQueen: A essência do formidável (Steve McQueen: The essence of cool). 87 min

17h30 Os rebeldes (The reivers). 107 min

28/03 – domingo

14h30 As 24 horas de Le Mans. 106 min

17h30 O inimigo do povo (An enemy of the people). 103 min

29/03 – segunda-feira

14h30 Tom Horn, O cowboy (Tom Horn). 98 min.

17h30 Caçador implacável (The hunter), de Buzz Kulik (EUA, 1980). 97 min.

31/03 – quarta-feira

17h30 Sete homens e um destino (The magnificent seven). 128 min

01/04 – quinta-feira

17h30 Os rebeldes (The reivers). 107 min


02/04 – sexta-feira

17h30 Bullitt. 114 min

03/04 – sábado

17h30 O gênio do mal (Baby the rain must fall). 100 min.

04/04 – domingo

17h30 Dez segundos de perigo (Junior Bonner). 100 min

05/04 – segunda-feira

17h30 Papillon. 151 min

Beethoven Fest na Cidade das Artes

Dando continuidade às comemorações pelos 250 anos de nascimento do célebre compositor Ludwig van Beethoven,completados em 2020, a Orquestra Rio Sinfônica apresenta o Beethoven Fest, uma série de concertos a preços populares, nos sábados de março, na Grande Sala da Cidade das Artes. À frente da recém-criada Orquestra Rio Sinfônica e idealizador do Beethoven Fest, o pianista Nivaldo Tavares tem o intuito de proporcionar um mergulho na obra do mestre alemão, (re)apresentando suas obras mais populares ao público em concertos dinâmicos. Devido ao período de isolamento social, a capacidade da sala, originalmente de 1.234 lugares, receberá 617 espectadores (50% da lotação). O Beethoven Fest tem patrocínio do Ministério do Turismo e da Innospec.

“Beethoven revolucionou a música e deixou um legado que até hoje influencia compositores dos mais diversos estilos. Sua obra transcende o clássico e alcança pessoas que talvez nunca cheguem a saber quem ele foi”, conta Nivaldo, solista dos dois primeiros concertos do Beethoven Fest. “Sua música é ouvida no cotidiano, como Für Elise, por exemplo, nas esperas de telemarketing e caminhões de gás. Já a introdução da Sinfonia Nº 5 remete a filmes de suspense, enquanto Ode à Alegria, amomentos vitoriosos nos esportes. No cinema, estão em trilhas sonoras, como Laranja Mecânica e Duro de Matar”, exemplifica.

No concerto de abertura, em 6 de março, a Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro se apresenta com o solista Nivaldo Tavares ao piano, sob a regência de Mario Barcelos. No programa, estão o Concerto para Piano No. 1, Op. 15 e a Sinfonia No. 1, em Dó Maior, Op. 21. No segundo concerto, em 13 de março, sob a regência do português Osvaldo Ferreira, diretor da Filarmônica de Lisboa, a Orquestra Rio Sinfônica e o solista Nivaldo Tavares executam o Concerto para Piano No. 5, Op. 73, “Imperador”, e a Sinfonia No. 6, em Fá Maior, Op. 68, “Pastoral”. No dia 20, a Rio Sinfônica recebe o pianista Eduardo Monteiro,com regência de Tobias Volkmann. No programa estãoo Concerto para Piano No. 3, Op. 37 e a Sinfonia No.7, em Lá Maior, Op. 92.

Fechando a programação, em 27 de março, sobem ao palco, junto com a Rio Sinfônica, a pianista argentina Karin Lechner, a violinista paulistana Ana de Oliveira, spalla da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, e o violoncelista gaúcho Hugo Pilger, spalla do naipe na Orquestra Petrobras Sinfônica; sob a regência de Mario Barcelos. No programa, o Concerto Tríplice, em Dó Maior, Op. 56 e a Sinfonia No.5, em Dó Menor, Op. 67

ORQUESTRA RIO SINFÔNICA

Formada por importantes músicos do cenário nacional, a Orquestra Rio Sinfônica foi criada em 2020 com o objetivo de ampliar a plateia de música clássica, apresentando concertos mais enxutos com repertório familiar ao grande público. Pode se apresentar em formação sinfônica e camerística abrangendo programação clássica e contemporânea.

“Queremos quebrar esse tabu de que a música clássica é algo elitista e inacessível. Ir a um concerto pode ser tão simples quanto ir ao sambódromo e, na maioria dos casos, até mais em conta”, defende Nivaldo Tavares, que escolheu Beethoven para começar essa missão justamente pela popularidade do compositor alemão. 

A Rio Sinfônica fez sua estreia em fevereiro de 2020, na Cidade das Artes, na primeira edição do Beethoven Fest, pouco antes do começo da pandemia do novo coronavírus. As apresentações e ensaios tiveram que ser suspensos e retomaram no final do ano passado, respeitando às medidas de distanciamento social. Mais informações: Facebook @riosinfonica | Instagram: @rio_sinfonica.

LUDWIG VAN BEETHOVEN

Ludwig van Beethoven nasceu em 17 de dezembro de 1770, na cidade de Bonn, na Alemanha. Filho de um tenor da corte, Beethoven começou cedo sua relação com a música, através do pai, que o submetia a horas de estudo no piano. Começou a se apresentar aos sete anos. Aos dez anos, já dominava a obra completa de Bach.

Com 21 anos, Beethoven se mudou definitivamente para Viena, na Áustria, cidade onde se tornou um respeitado compositor. Aos 26 anos, os primeiros sintomas da surdez que o acompanhou por toda vida se manifestaram. Entretanto, o problema de saúde não o impediu de criar suas mais famosas obras.

Aos 44 anos, Beethoven viu toda a música de sua vida ser substituída pelo mais absoluto silêncio. O compositor perdeu completamente a habilidade de escutar nessa idade, passando a se comunicar por meio de pequenos cadernos. Mas foi incapaz de abandonar a música. Apesar da redução na quantidade de suas composições, aumentou a qualidade de sua produção. Foi neste período que compôs três de suas obras mais famosas: o Quarteto para Cordas (Opus 131), a 9ª Sinfonia e a Missa Solene.

Beethoven morreu em 26 de março de 1827. Não há certeza da causa da morte do compositor. Algumas versões apontam que ele morreu por problemas relacionados ao consumo de álcool. Outras apontam para morte por envenenamento com anuência de seu médico. Em suas últimas palavras, ele teria dito “aplaudam, amigos, a comédia terminou”. Verdade ou não, a despedida de Beethoven, em Viena, teve um público de cerca de 20 mil pessoas que aplaudiram uma trajetória que não acabou com a sua morte.

Fonte: Agência Brasil.

PROGRAMAÇÃO BEETHOVEN FEST

06/03 – 19h

Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro

Nivaldo Tavares, piano

Mario Barcelos, regência

Programa:

Concerto para Piano No. 1, Op. 15

Sinfonia No. 1, em Dó Maior, Op. 21

13/03 – 19h

Orquestra Rio Sinfônica

Nivaldo Tavares, piano

Osvaldo Ferreira, regência

Programa:

Concerto para Piano No. 5, Op. 73, “Imperador”

Sinfonia No. 6, em Fá Maior, Op. 68, “Pastoral”

20/03 – 19h

Orquestra Rio Sinfônica

Eduardo Monteiro, piano

Tobias Volkmann, regência

Programa:

Concerto para Piano No. 3 Op. 37

Sinfonia No.7, em Lá Maior, Op. 92

27/03 –19h

Orquestra Rio Sinfônica

Karin Lechner, piano

Ana Maria Oliveira, violino

Hugo Pilger, cello

Mario Barcelos, regência

Programa:

Concerto Tríplice, em Dó Maior, Op. 56

Sinfonia No.5, em Dó Menor, Op. 67 

BEETHOVEN FEST

Concertos: sábados de março – dias 6, 13, 20 e 27/3, às 19h.

Local: Cidade das Artes | Grande Sala – Av. das Américas 5300, Barra da Tijuca. Tel.: (21) 3325-0102.

Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada).

Bilheteria: de terça a domingo, das 10h às 18h.

Venda online: www.sympla.com.br

Lotação: 617 lugares

Classificação indicativa: livre.

Informações: Instagram @beethoven.fest | Facebook @festivalbeethoven

“A Árvore” on-line no Teatro FAAP

Atriz familiarizada com as linguagens do teatro, cinema e televisão, Alessandra Negrini decidiu, junto com os criativos de seu mais novo trabalho, o híbrido A ÁRVORE, transformar a inquietação em arte e pensar em coisas além da pandemia. Criada durante o isolamento social, a obra de ficção poética estreia dia 26 de fevereiro para 24 apresentações na plataforma digital Tudus de sexta a domingo, integrando a programação online do Teatro FAAP. Produção de Alessandra Negrini e Gabriel Fontes Paiva, texto de Silvia Gomez, criação e roteirização de Ester Laccava, que assina direção com João Wainer. De 26 de fev a 18 de abril, sextas e sábados às 20h e domingos às 19h.

Em seu primeiro solo e segunda produção (a primeira foi Uísque e Vergonha),  Negrini encarna a personagem que, progressivamente, vê seu corpo passar por uma metamorfose e se transformar em uma estrutura vegetal. A atriz enxerga várias camadas dramatúrgicas na história de A, mulher que faz uma espécie de relato de viagem da própria transformação, reinventando assim um estado de espírito. “A Árvore é um relato. Um relato de amor. A personagem A nos conta a sua história, a sua aventura mais íntima e nos oferece o testemunho de ver o seu corpo se transformando em algo outro. As angústias a as alegrias dessa viagem viram palavras e imagens potentes que ela mesma cria. É uma escrita performática, um filme, uma página, uma peça, uma narrativa dessa metáfora de virar algo que não é mais si mesmo. A ideia de virar uma árvore lhe parece bela e necessária e não ha mais como escapar”, elabora Negrini.

Alessandra Negrini costuma brincar dizendo que A Árvore é “a peça que nasceu filme, um produto muito interessante, um produto da pandemia.” Antes da obra estrear, Alessandra pode ser vista no streaming na nova série da Netflix, Cidade Invisível, que mistura thriller e folclore, em oito episódios. Para dar corpo ao trabalho em A Árvore, a atriz uniu-se a Gabriel Fontes Paiva para produzir e ambos aguardaram a escrita do texto proposto por Silvia Gomez, a partir de uma pesquisa da autora – Prêmios APCA e Aplauso Brasil de melhor dramaturgia em 2015 por & ldqu o;Mantenha fora do alcance do bebê” – sobre anomalias, metamorfoses, estranhamentos e delírios, tema de texto anterior escrito para o Centro de Pesquisa Teatral (CPT) em 2019.

Para a direção, Alessandra havia convidado Ester Laccava, com quem trabalhara em Uísque e Vergonha (direção de Nelson Baskerville, 2019)“Conhecia o gênio criativo de Ester, sabia que estaria em boas mãos. Aí veio a pandemia. Ficamos com o projeto parado e Ester topou fazer a peça online.” Um artista nunca vai deixar de se expressar. A pandemia nos obrigou a seguir caminhos fora do planejado e do que estamos acostumados. Isso irá refletir nas pesquisas dos criadores. Foi muito bom trabalhar em novas linguagens e com artistas de outras áreas”, comenta o produtor Gabriel Fontes Paiva

Da biologia à literatura fantástica

O primeiro monólogo da Silvia Gomez, trata de um movimento vertical da personagem, uma mulher que, após uma grande perda, vê seu corpo transformar-se em uma estrutura vegetal. Uma das inspirações de Silvia Gomez veio na forma de imagem. “Um dia, regando uma planta na estante, vi um fio do meu cabelo preso a ela. Pedi para meu filho fotografar e transformei o episódio em textos. Nesta peça, ele disparou a cena da metamorfose, elaborando a sensação de certa forma delirante (ou não, rs) de ter sido agarrada por aquela planta, como se ela tivesse algo a dizer.” Ao sopro da ideia, juntou-se a pesquisa em livros como “Revolu&c cedi l;ão das plantas”, do biólogo Stefano Mancuso. Para Silvia, a peça pergunta sobre nossa relação de amor e ruínas com esta casa, o planeta. “O Mancuso fala sobre como precisamos adotar a metáfora das plantas para pensar nosso futuro coletivo. E talvez tentar sentir como árvore, pensar como árvore e agir como árvore seja uma forma de buscar novas perguntas – e respostas – para essa relação”.

Admiradora do fantástico, conta que tenta fazer com esta peça um agradecimento à literatura fantástica, ao teatro do absurdo e a outras escritas vertiginosas, fontes de formação e alimentação artística, entre elas nomes como Kafka, Murilo Rubião, Ionesco, Clarice Lispector e Silvina Ocampo. “As personagens que escrevo são essas que, de repente, olham para a realidade, mas não cabem mais nela, adentrando então um espaço de delírio que, para mim, é na verdade, extr ema lucidez. Justamente como o real sempre me pareceu – e agora terrivelmente mais – delirante”, completa Silvia Gomez, indicada ao Prêmio Shell de dramaturgia em 2019 por “Neste mundo louco, nesta noite brilhante”. 

Serra da Mantiqueira, um teatro e Centro de São Paulo

Durante os primeiros quatro meses de ensaio, Ester Laccava concebeu, ainda sozinha, a encenação para a câmera, e debruçou-se sobre a criação e a roteirização, e os outros quatro meses seguintes, regeu toda a equipe criativa para a realização e finalização do trabalho. “Fico impressionadíssima com a imaginação da Ester”, elogia Alessandra, ressaltando o trabalho da encenadora. “O processo começou já numa fotossíntese imediata dentro de mim, revendo filmes com outro olhar, já não de espectadora. Foram oito meses intensos de trabalho, sabendo que não poderia ter Tim Burton como referência (risos), e que o teatro viria como origem de tudo, mas não como manifestação re al nesse momento. Deixei meus cavalos soltos para correr nessas duas vias (teatro/cinema) e busquei revelar em imagens, intensões, conexões, fluxos de narrativa, inserções metafóricas, a transformação de um ser humano ao se dar conta que é só no espelho da mãe natureza que nós humanos podemos fazer ainda algum sentido neste planeta”, detalha Ester.  Como numa peça, foram levantados cenário e figurino, além de Ester fazer questão de usar um teatro como locação, o da FAAP, desafiando ainda mais esse híbrido. As externas foram captadas na mata da Serra da Mantiqueira e nas ruas do Centro de São Paulo.

Direção a quatro mãos

Como a intenção não era fazer uma peça filmada, seria fundamental ter o olhar de um diretor de cinema. Assim entrou na equipe criativa João Wainer, “um profissional em quem confio, um artista brilhante, também com sua genialidade.” A partir daí, Ester e João trabalharam juntos na direção. “João Wainer chega para ser o “através” entre encenação e plateia, pois é por meio da câmera que poderemos ter mais público nesse momento, o público seguro em suas casas. Pela primeira vez criei pensando na câmera como moldura da cena, enquadramento detalhado daquilo que entende s er o mais importante para o espectador olhar”, diz Ester, 39 anos de carreira, indicada a Melhor Atriz para o prêmio APCA 2019 por Ossada e indicada ao Shell de Melhor Atriz por A Festa de Abigaiú.

João Wainer conta que entrou no processo como um tradutor para a linguagem do cinema do que estava sendo concebido para o teatro. “Elas me explicavam o que tinham imaginado para a cena e eu apresentava soluções para funcionar na tela do cinema. A parte conceitual, a construção das cenas, foi toda feita nos ensaios pela Ester”, afirma João. O cineasta acredita na qualidade de um produto dirigido a quatro mãos. “Eu e Ester viemos de experiências diferentes e, ao mesmo tempo, absolutamente complementares. Dirigir a quatro mãos é um aprendizado muito interessante,” diz ele, que fez seu primeiro longa de ficção 4X4, com Chay Suede, Mariana Lima e Alexandre Nero, e está na segunda te mporada da série documental sobre o PCC, Primeiro Cartel da Capital.

Para roteiro

Espetáculo – A ÁrvoreIdealização e interpretação – Alessandra Negrini. Texto de Sílvia GomezCriação e roteirização – Ester Laccava.  Direção – Ester Laccava e João Wainer. Direção de Produção – Gabriel Fontes Paiva. Realização: Fontes Realizações Art ísticasProdutores Associados: Alessandra Negrini e Gabriel Fontes Paiva. Assessoria de Imprensa – M. Fernanda Teixeira (Arteplural). Na programação online do Teatro FAAP pela plataforma Tudus. Ingressos – R$30,00.  Duração – 70 min. Classificação etária – 14 anos. Em plataforma digital no Teatro FAAP http://www.teatrofaap.com.br na plataforma da Tudus. http://www.tudus.com.br

De 26 de fev a 18 de abril, sextas e sábados às 20h e domingos às 19h.

Inscrições abertas para o Festival Digital Curta Campos do Jordão

Estão abertas as inscrições para o Festival Digital Curta Campos do Jordão até o dia 25 de fevereiro de 2021. Produzido pela Associação Cultural Cineclube Araucária, o FDCCJ acontecerá de modo totalmente virtual com Mostras Competitivas de Curtas-Metragens, entre os dias 21 e 28 de abril, além de sessões especiais e Oficinas de Produção Audiovisual.

Curtametragistas de todo o território nacional, interessados em inscrever seus filmes, devem acessar o site do evento, www.festivaldigitalcurtacj.com.br, onde estão disponíveis as informações: datas, regulamento, formulário de inscrição, condições para participação e detalhes da premiação.

Além do troféu, todos os vencedores receberão prêmios em dinheiro da ordem de R$ 3.000,00 como estímulo para o incremento da produção audiovisual brasileira com qualidade técnica e artística. No total, a premiação atingirá a casa dos R$ 30.000,00. Um dos destaques do festival é o Prêmio Regional para o Melhor Curta produzido na Mantiqueira, Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo, tanto para os eleitos pelo Júri Oficial quanto pelo Júri Popular.

Júri Popular – por votação online – vai escolher o Melhor Curta Nacional e o Melhor Curta Regional. O Júri Oficial também vai eleger o Melhor Curta Regional e aindaserá responsável pela premiação dos melhores curtas nacionais nas categorias: FicçãoDocumentárioAnimaçãoExperimentalInfantil, além da Melhor Direção e Melhor Roteiro Original.

A programação completa do FDCCJ prevê uma Sessão Especial para as pessoas atendidas pela APAE de Campos do Jordão e a realização de Oficinas de Formação na área do audiovisual (grátis e online), abertas a todos os interessados, ministradas por renomados profissionais brasileiros, como o cineasta Jeferson De, a roteirista e produtora Cristiane Arenas e o diretor e professor de cinema Ralph Friedericks.

A partir da sede da Associação Cultural Cineclube Araucária que, em março de 2021, completa 10 anos de atividades ininterruptas em Campos do Jordão e Região, o Festival Digital Curta Campos do Jordão – FDCCJ acontece graças a recursos provenientes da aplicação da Lei Federal 14.017 de 29 de junho de 2020 – Lei Aldir Blanc – por ser uma das propostas selecionadas pelo Programa de Ação Cultural da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo – Edital ProAC Expresso LAB 40/2020 – para ser produzida pelo Cineclube Araucária em março / abril de 2021, com o apoio da Prefeitura de Campos do Jordão (SP), através de sua Secretaria de Valorização da Cultura, e do Convention Bureau de Campos do Jordão e Região.

O Cineclube Araucária

No dia 26 de março de 2011, no restaurante Sabor da Província, em Campos do Jordão, SP, aconteceu a Assembleia de Fundação do Cineclube Araucária. Nos 10 anos que se seguiram, o Cineclube promoveu diversas atividades e projetos lincando o cinema com outras artes: Mostras Temáticas de Cinema, CineMúsica, Cine Literatura, exposições, lançamentos de filmes, oficinas profissionalizantes, encontros, palestras, workshops, produção de dezenas de curtas metragens, Festival Curta Campos do Jordão (seis edições) e Cinema Peregrino (este último, criado em 2019 para exibir gratuitamente os filmes vencedores do FCCJ nas associações de bairros da periferia da cidade e em outros municípios da região). Em 2020, por conta da pandemia que se espalhou pelo planeta, foi instituído o programa Cineclube Online que disponibiliza clássicos da filmografia universal pelo YouTube em sessões gratuitas seguidas de debates também online. Em 2021, o Festival Digital Curta Campos do Jordão vem para celebrar os 10 anos de existência da Associação Cultural Cineclube Araucária de Campos do Jordão.

Barba Ruiva lança “Praia” via Caravela/Warner

A banda carioca Barba Ruiva sente saudade de ir tranquilamente para a orla. E a nostalgia é tanta, que eles sentem falta até dos lados ruins e da confusão de um litoral superlotado. Isso é apresentado no clipe “Praia”. Gravado um pouco antes do impacto da pandemia, o vídeo ficou guardado esperando dias melhores e, com a esperança da vacina, o registro bem humorado e irônico vira uma meta para o ano que começou. O lançamento chega como um single lançado pelo selo Caravela e a Warner e disponível em todas as plataformas de streaming.

Assista ao clipe “Praia”: https://youtu.be/AEa4PV7pcj0 

Ouça o single: https://lnk.to/Praia 

O moderno e o vintage, intensidade e leveza se encontram no som do power-trio Barba Ruiva. Melodias e arranjos cheios de texturas revelam inspirações que vão do jazz ao psicodélico, do indie ao samba, do rock n’ roll ao blues. Composta por Rafael Figueira (lead vocal e guitarra), Leonardo de Castro (baixo e voz) e Aline Vivas (bateria e voz), a banda marca presença nos palcos do Rio de Janeiro desde meados dos anos 2000, quando os músicos retornaram ao Brasil após uma longa residência nos Estados Unidos. Desde então, os integrantes atuam como compositores, escritores, atores e realizadores culturais. Com o lançamento de seu primeiro disco no fim de 2017, o trio buscou sedimentar seu lugar na cena independente. “Praia” surgiu pela primeira vez neste trabalho.

“‘Praia’ é a primeira parceria minha com o Rafael gravada pelo Barba Ruiva. É uma celebração da natureza e ao mesmo tempo uma exposição dos problemas que passamos numa cidade como o Rio de Janeiro. Com muito humor, a gente escracha a vida real como ela é”, conta Aline Vivas.

Produzido pela BERRO INC., o vídeo buscou ir além do descrito na letra e trouxe inspirações nas alegrias e tristezas que marcam um dia de caos na praia. Curiosamente, a banda passou por um perrengue digno do que a própria música conta. “No fim do dia de filmagem, fomos ‘contemplados’ com o furto dos nossos estimados instrumentos, de dentro de um carro, em Copacabana. Não, isto não é ficção. Aconteceu mesmo”, relata Leonardo.

Com esperança de dias melhores, saudade do mar e dos instrumentos que ganharam seu último registro, “Praia” está disponível em todas as plataformas de música digital via Caravela e Warner Music Brasil.

Assista ao clipe “Praia”: https://youtu.be/AEa4PV7pcj0 

Ouça o single: https://lnk.to/Praia 

Ficha Técnica:

Letra: Rafael Figueira

Música: Rafael Figueira e Aline Vivas

Câmera, Design, Direção, Finalização e Still – Mendes Öjwlio

Edição, Figurino e Roteiro – Priscila Martinho

Produção Executiva – Barba Ruiva, Caravela e BERRO INC.

Colaboradores – Alexandre da Caipirinha de Copa, Dudu Oliveira, Igor Keller, Milene Venter, Erika Yamada

Figurantes – Maya Rocha Silva, Juan Vivas de Castro, Luisa Vivas Cotta, Kaio Anthonio Silva de Souza, Mirella Beatriz Araújo Lima, Ian Yamada Ichihara e Alexandre da Caipirinha de Copacabana

Letra:

Acordo cedo e saio com fome, procuro uma vaga por horas

Sento na areia suja, sou torrado pelo sol

Entro na água poluída, as crianças correm

E me jogam areia, os adultos andam e falam alto

Os vendedores gritam, a barraca voa

Eu corro e me sujo na areia

Entro na água poluída, me lavo pra ir embora

As crianças correm e me jogam areia

O trânsito permanece, e em casa não tem almoço

Eu tô cansado e com fome, mas o meu dia foi ótimo:

Eu fui à praia, eu fui à praia

Festival Viruosi leva concertos, palestras e oficinas de música clássica à casa dos brasileiros

Um dos festivais de música erudita mais importantes do Brasil, o XXIII FESTIVAL VIRTUOSI, capitaneado pela produtora e pianista Ana Lúcia Altino ganhou versão virtual, no Youtube, Facebook e Instagram do festival. Com data de início marcada para o dia 16 de março, o festival estreia o seu formato digital com uma maratona de apresentações de concertos gratuitos, dos principais nomes da música erudita mundial até o dia 28 de março. Doze concertos inéditos serão exibidos para os amantes da música clássica apreciarem de casa. Além disso, o festival também traz seis Palestras, cinco Masterclasses e o Virtuosi Diálogos Virtuais, para aqueles que desejam conhecer mais sobre um dos gêneros musicais mais antigos do mundo.

A abertura será com o bailarino Thiago Soares, um dos grandes destaques da programação, o carioca é professor, coreógrafo e ocupou a posição de primeiro bailarino do Royal Ballet de Londres.  Ao lado do músico Rafaell Altino (Viola), o artista apresentará para o público que acompanha de suas casas, uma coreografia inédita para a Chaconne de Bach, que será tocada por Rafaell.

O Meu Sangue Ferve Por Você – Nas Telas

Embalado por clássicos do cancioneiro brega, como “Alma Gêmea”, “Sandra Rosa Madalena”, “Garçom”, “Escrito nas Estrelas”, “Você Não Vale Nada, Mas Eu Gosto De Você” e “Evidências”, o espirituoso espetáculo O Meu Sangue Ferve Por Você volta ao cartaz, agora em temporada online, de 26 de fevereiro a 21 de março, com sessões gratuitas de sexta a domingo, às 20h.

Sucesso de público e crítica há mais de 10 anos, o musical estava em cartaz em março do ano passado e teve sua temporada interrompida devido à pandemia. Com roteiro de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Tony Lucchesi, a comédia lotou os teatros por onde passou, ao contar a história de um quadrilátero amoroso que vive intensamente as alegrias e as dores do amor. Nas apresentações atuais, será exibida uma gravação do espetáculo feita no teatro, com opção de assistir também com audiodescrição e intérprete de libras. A nova temporada contará com lives com os atores, oficina sobre criação de projetos culturais e masterclass de humor. O projeto O Meu Sangue Ferve Por Você – Nas Telas tem patrocínio do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

Em cena, os atores Ana Baird, Cristiana Pompeo, Pedro Henrique Lopes e Victor Maia dão vida a quatro personagens: a mocinha virgem, o canalha, a mulher da vida e o bom moço rejeitado, que cantam as alegrias e dores de viver um amor intensamente. Com o espírito das grandes chanchadas, a trama acompanha a inocente Creuza Paula e o cafajeste Elivandro, que vivem uma relação tranquila até a chegada do ex-namorado da moça, Fernando Sidnelson, que vai se meter na vida do casal. A amante de Elivandro, Sandra Rosa Madalena, completa o quarteto que vai passar por momentos românticos, desentendimentos e reconciliações. Uma mistura que faz o público torcer pelo canalha, ter raiva da mocinha e chorar de rir do início ao fim.

O repertório foi atualizado pelo autor Pedro Henrique Lopes e pelo diretor Diego Morais, que incluíram outras canções consagradas de décadas passadas e músicas mais atuais. “A gente tentava brincar só com as músicas do passado, mas as pessoas não se cansam de sofrer por amor e cantar sobre isso, então tivemos que atualizar o roteiro. E tem coisa mais brega e mais atual que dor de cotovelo?”, questiona Pedro.

A temporada contará também com duas “lives” com o elenco nas redes sociais do espetáculo, lembrando casos irreverentes dos 10 anos de história com o espetáculo; a Masterclass “A atriz e o humor”, com Ana Baird, que terá duração de 2 horas (80 vagas); e a Oficina de Criação de Projetos Culturais, com Pedro Henrique Lopes, com duração de 6 horas, em 2 dias (40 vagas).

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

Ficha técnica:

Texto: Pedro Henrique Lopes

Narrações: Cristiana Pompeo

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Tony Lucchesi

Elenco: Ana Baird (Sandra Rosa Madalena), Cristiana Pompeo (Creuza Paula), Pedro Henrique Lopes (Elivandro) e Victor Maia (Fernando Sidnelson).

Design de Luz: Pedro Henrique Lopes eLúcio Bragança Junior

Design de Som: Leonardo Carneiro e Bernardo Nadal

Cenário: Clivia Cohen

Figurinos: Clivia Cohen,Ana Baird e Cristiana Pompeo

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção e Realização: ENTRE Entretenimento

Patrocínio: Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

Serviço:

O Meu Sangue Ferve por Você – Nas Telas

Temporada: de 26 de fevereiro a 21 de março

Dias e horários: Sexta a domingo, às 20h

Ingressos: gratuitos, com retirada pelo Sympla: https://www.sympla.com.br/omeusangueferveporvoce

Duração: 75 minutos

Classificação: Livre

Lives: dias 25/02 e 18/03, às 20h no Instagram @omeusangueferveporvocee

Masterclass: “A atriz e o humor”, com Ana Baird (80 vagas): dia 28/03, 15h às 17h. Inscrições pelo link www.omeusangueferveporvoce.com.br

Oficina: Criação de Projetos Culturais, com Pedro Henrique Lopes (40 vagas): dias 23 e 25 de março, às 18h. Inscrições pelo link www.omeusangueferveporvoce.com.br

Zélia Duncan em live no sábado de carnaval

A cantora e compositora Zélia Duncan apresenta uma live, neste sábado (13/2), dentro da programação do Sesc Verão 2021, projeto do Sesc RJ que leva programações para praias do estado e que este ano está sendo realizado on-line por conta da pandemia. O show, com início às 19h, será transmitido pelo YouTube (/portalsescrio) da instituição.

No espetáculo, a artista apresentará sucessos dos seus 40 anos de carreira, incluindo do novo álbum (“Minha voz fica”), lançado este mês. Fazem parte do setlist “Beijos longos”, “Breve canção de sonho”, “Verbos sujeitos”, “Tudo sobre você”, “Pagu”, “Não vá ainda”, entre outros hits.

Confira a programação do Sesc Verão 2021 em www.sescrio.org.br e nos perfis do Sesc RJ e das suas unidades de Barra Mansa, Nova Friburgo, Campos e Niterói no Instagram.

SERVIÇO

Sesc Verão 2021

Live de Zélia Duncan – 13/02/2020 – 19h

YouTube Sesc RJ (/portalsescrio)

Classificação: Livre

O Carnaval do Monobloco

Esse ano não vai ser igual aquele que passou. A frase da tradicional marchinha carnavalesca nunca soou tão atual. Com o distanciamento social imposto pela pandemia, o Carnaval de rua vai ter que esperar – afinal, é tempo de redobrar os cuidados e protocolos de segurança. Mas se os foliões não podem ir às ruas, o Monobloco resolveu levar a alegria de seus desfiles para dentro de suas casas, para que todos brinquem de forma segura no Carnaval 2021. Vai ser um arrastão de alegria, com direito a muitos repetecos.

O Carnaval do Monobloco começa dia 9 e se despede no dia 13 de fevereiro, com um desfile virtual que acontecerá na plataforma Cidade Alta RP, o maior servidor brasileiro de GTA.

Terça-feira, dia 9, 10 vídeos inéditos estreiam no canal do Monobloco no YouTube, gravados de forma remota. Diretores e integrantes das baterias do Monobloco, além de convidados que participaram do Japão e de Portugal, gravaram temas que vinham sendo ensaiados nas oficinas de percussão do bloco, que seguiram acontecendo de forma remota durante a pandemia.

“Até para mantermos a conexão com os nossos batuqueiros e com o fazer musical, a gente adaptou emergencialmente as nossas oficinas para o formato online, pensando em construir alguns arranjos que desembocassem no carnaval virtual’, conta Celso Alvim, maestro das baterias e um dos fundadores do Monobloco. Não foi um processo fácil, mas Celso aplaude o desempenho dos alunos: “O presencial é uma parte muito forte do nosso trabalho, mas a galera se adaptou bem à distância. Escolhemos músicas para cima, otimistas, que façam a gente olhar para o futuro com otimismo, com uma energia bacana, que é o que a gente precisa neste momento”, conclui Alvim.

Um time poderoso de canários – apelido que se dá aos cantores do bloco – se reveza nos vocais dos videoclipes. São eles: Pedro Luis, Renato Biguli, Pedro Quental, João Biano, Mariá Pinkusfeld, Igor, Thais Macedo e Gui Valença, além de Cachaça na guitarra, Carlos Chaves nos cavacos e os batuqueiros de ouro do Monobloco, é claro.

E para ficar ainda melhor,no próximo dia 13, a partir das 20h30, o Monobloco vai animar foliões de todo o Brasil no primeiro carnaval gamer brasileiro. O evento acontecerá na plataforma Cidade Alta RP, o maior servidor brasileiro de GTA, que permite aos gamers interpretar personagens e vivenciar experiências sociais em diferentes ambientes virtuais. A plataforma contará ainda com trio elétrico, abadás, um circuito virtual de OOH, festa de abertura e encerramento, eventos, além da participação de 100 influenciadores que farão livestreaming nas principais plataformas de streaming para milhares de seguidores. A iniciativa do projeto é da Druid e da Outplay e conta com patrocínio de Trident e Engov.

A transmissão do desfile virtual do Monobloco também acontecerá nas mídias sociais do bloco, dando a chance para que gamers e não gamers possam aproveitar a festa, ao mesmo tempo.

Já os 10 vídeoclipes foram integralmente concebidos, produzidos e editados pela equipe do Monobloco. Confira o repertório:

NÃO DEIXE O SAMBA MORRER

SAMBA DE ARERÊ

MUITO OBRIGADO AXÉ

TÁ ESCRITO

TODA FORMA DE AMOR

DO SEU LADO

FESTA NO MORRÃO

PESCADOR DE ILUSÕES

FAVELA CHEGOU/EVOLUIU

SAIDEIRA

Mostra de cinema “De Portugal para o Mundo”

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) propõe um olhar de conjunto sobre a produção do cinema português na última década, que vem obtendo enorme êxito internacional. Com curadoria de Pedro Henrique Ferreira, a mostra “De Portugal para o mundo” traz ao público brasileiro uma seleção de 28 filmes, entre longas e curtas-metragens, dos mais aclamados cineastas lusitanos contemporâneos. A estreia é dia 3 de fevereiro, no CCBB Rio de Janeiro, com o premiado “Vitalina Varela”, de Pedro Costa, inédito no circuito comercial do Brasil. A mostra fica em cartaz até 1o. de março, com entrada franca. O evento inclui também debates com especialistas e bate-papos com diretores. Depois, a retrospectiva segue para São Paulo (em abril) e Brasília (maio).

“De Portugal para o mundo” apresenta filmes de cineastas de projeção internacional, que já são considerados alguns dos maiores diretores vivos na atualidade. A curadoria concentrou-se principalmente nas produções que obtiveram premiações e sucesso no exterior. É uma oportunidade de assistir a filmes emblemáticos, como “A portuguesa” (2019), de Rita Azevedo Gomes; “Tabu” (2012), de Miguel Gomes; “O estranho caso de Angélica” (2010), de Manoel de Oliveira; entre outros. A programação completa estará disponível no site do CCBB.

A mostra propõe também uma discussão em torno do cinema português, como a visão das ex-colônias pelos filmes ou a herança do salazarismo. Para isso, haverá debates temáticos, unindo pesquisadores brasileiros e portugueses; e bate-papos com diretores. Serão eventos via videoconferência, online, abertos e gratuitos. “A ideia é entender os elementos que possibilitaram a emergência de um período tão exitoso no cinema português, num diálogo com a experiência cultural e cinematográfica brasileira hoje”, diz Pedro Ferreira. O projeto conta, ainda, com a confecção de um catálogo com textos inéditos, reproduções e entrevistas, assinados por pesquisadores, críticos de cinema, técnicos e produtores portugueses e brasileiros.

O CCBB RJ está adaptado às novas medidas de segurança sanitária: entrada apenas com agendamento on-line, controle da quantidade de pessoas no prédio, fluxo único de circulação, medição de temperatura, uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool gel e sinalizadores no piso para o distanciamento. No cinema, a capacidade foi reduzida para 1/3, com higienização completa antes de cada apresentação/sessão, além do distanciamento de dois metros entre as poltronas. A bilheteria presencial está proibida, todos os ingressos serão disponibilizados no site eventim.com.br

FICHA TÉCNICA

Curadoria: Pedro Henrique Ferreira

Coordenação Geral: Eduardo Cantarino

Produção Executiva: Pedro Nogueira

SERVIÇO

Mostra de cinema
De Portugal para o Mundo
Data: 3 de fevereiro até 1o. de março de 2021
Local: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) Rio de Janeiro
End.: R. Primeiro de Março, 66 – Centro, Rio de Janeiro – RJ
Programação: site do CCBB – RJ

CINDERELLA volta em cartaz em São Paulo

Com coreografias adaptadas ao protocolo de ações contra a Covid-19, atores com máscara e a realidade do cotidiano da pandemia inserida no espetáculo, tanto na encenação como no texto, o clássico musical Cinderella reestreia dia 20 de fevereiro de 2021, aos sábados e domingos, em duas sessões, 15h e 18h30, no Teatro Bradesco. Responsável pela direção geral e adaptação, Billy Bond tratou de incluir, em algumas cenas, de forma sutil, marcações ressaltando a importância do uso do álcool gel e do distanciamento social.

O Teatro Bradesco se adaptou ao novo momento e reduzirá sua lotação em conformidade com orientações dos governos municipal e estadual de São Paulo, que originalmente é de 1.459 lugares para 580 pessoas por sessão. A sanitização é feita por uma empresa credenciada e especializada, com produtos específicos sugeridos nos protocolos das autoridades antes dos espetáculos. O protocolo do teatro prevê lugares especialmente reservados para famílias sentarem juntas de forma segura. Serão realizadas sessões acessíveis com Libras dias 20 e 27/2 às 15h.

Uma das histórias de amor mais famosas de todos os tempos ganha uma roupagem contemporânea para encantar todas as gerações. Realização da Campo da Produção e Black & Red Produções. Os ingressos já estão à venda. Confira o serviço completo abaixo.

Sinopse – Depois da morte da mãe, a jovem Cinderella vai viver com o pai na casa da madrasta e suas duas filhas, as três invejosas de sua beleza. Maltratada e obrigada a fazer os serviços domésticos, ainda era alvo de deboches e malvadezas até que encontra sua fada madrinha. Um encanto leva Cinderella ao baile promovido pelo príncipe, que está à procura de uma princesa entre as moças do reino.

Com 26 atores, 16 pessoas no corpo de baile e orquestra ao vivo, o musical tem 180 figurinos e quatro cenários principais. Em Cinderella, em média, 48 profissionais trabalham durante a sessão – do maquiador à produtora, passando por técnicos, atores e bilheteiros. O musical é uma adaptação de Billy Bond e Lilio Alonso para o livro dos Irmãos Grimm. Cinderella tem os diálogos e as músicas cantadas em português, além de efeitos especiais e de iluminação. Para criar o clima e envolver o público no mundo da fantasia, o espetáculo lança mão de recursos como gelo seco, ilusionismo e aromas diferenciados. Telões exibem tecnologia de última geração (como 4D) com o intuito de fazer a plateia se sentir parte do espetáculo. Entre os truques, os destaques são a levitação e o vôo de um fantasma, num recurso ilusionista.

São 37 músicas especialmente compostas para ilustrar as cenas. “Sempre tentamos contar a história como foi escrita originalmente pelo autor. A tecnologia moderna, como os telões de LED, os efeitos especiais, os cenários e figurinos e a música ajudam a narrar a história e a prender o espectador, principalmente as crianças, que são muito inteligentes”, afirma Billy Bond. Billy revela que a partir dos anos 2000 sedimentou seu formato de encenar espetáculos musicais com total liberdade de criação. Italiano naturalizado argentino, o aclamado diretor é também responsável pela encenação de Mágico de Oz, Natal Mágico, Peter Pan, Cinderella e Os Miseráveis, entre outros.

Sobre Billy Bond – O diretor Billy Bond é um dos mais importantes encenadores de musicais para a família em atividade no Brasil. Nome de destaque no cenário do showbizz, o diretor Billy Bond – que morou muitos anos na Argentina – fez carreira no Brasil. É responsável também por produções como O Mágico de Oz, Peter Pan, Branca de Neve, After de Luge, Rent, Les Miserables e O Beijo da Mulher Aranha, entre muitas outras. Billy também foi cantor e produtor de rock. No fim dos anos 60, lotava espaços em meio à ditadura do país com o grupo de hard rock Billy Bond Y La Pesada. Também produzia espetáculos pop. Alguns duramente reprimidos pela polícia, como o que fez em 1972 no Luna Park. Chegou a ter mais de 100 músicas censuradas na época da Ditadura. No Brasil, conheceu a banda Secos & Molhados através do Willie Verdaguer, baixista deles, que era argentino. Quando Ney Matogrosso deixou o grupo, Billy o produziu em carreira solo (por volta de 1975). Na época também atuou como vocalista da banda Joelho de Porco. Produtor responsável pela vinda da banda Queen aos Brasil, nos anos 80. Hoje, à frente da Black & Red Produções descobriu nova fórmula para produzir e dirigir musicais de sucesso que arrebatam cerca de 900 mil espectadores pelo Brasil, sendo mais de 100 mil desses no Teatro Bradesco, nos diversos espetáculos que leva ao centro cultural.

PERSONAGENS

MADRASTRA  –Yasmine Mahfuz. CINDERELLA –Vanessa Ruiz.  PRINCIPE HENRY  – Diego Luri. O REI RUPERT – Luiz  Pacini. IRMà CRISELDA- Luana Marthins. IRMà ANASTÁCIA – Ana Luiza. A FADA BOA- Paula Canterini. NEMESIO ASSISTENTE DO REI – Marcio Yacoff. GUARDA / MENSAJEIRO –Italo Rodrigues.

A CORTE – Corpo de Baille

Alessandra Lorena, Alvaro de Padua, Amanda Portela, Camyla Gimenes, Carla Ribeiro, Luan Oliveira, Luiza Madureira, Marcia Souza, Mayla Betti, Nicole Peticov, Willian Rodolpho.

Crianças do Baile – Clarinha Jordão e Davi Okabe. Ratos – Denis Pereira, Luana Oliveira, Marcia Souza, Willian Rodolpho.

Ficha técnica:

Direção de Dramaturgia: Marcio Yacoff. Arranjos e direção musical: Vila/Bond. Adereços e próteses: Gilbert Becoust. Diretor Vocal: Thiago Lemmos. Designer de Coreografia: Italo Rodrigues. Realização Cenográfica: Cyrus oficinas. Designer de figurinos:  Carlos Alberto Gardin. Designer make up artist: João Boccaletto. Direção Técnica: Angelo Meireles. Fotos:  Henrique Tarricone. Assessoria de Imprensa – Arteplural. Direção Geral de Produção: Andrea Oliveira.

Direção Geral: Billy Bond. ​Realização: Black & Red Produções.

Serviço

CINDERELLA. Dias 20, 21, 27 e 28 de fevereiro, com duas sessões por dia, sábados e domingos, sempre às 15h e 18h30. – Sessões de libras dias 20 e 27/02 às 15h. Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo). Classificação: Livre. Duração: 90min.

http://www.teatrobradesco.com.br

Ingressos

Camarote: R$ 160,00. Camarote Popular: R$ 74,00.

Plateia: R$ 160,00. Plateia Popular: R$ 74,00.

Plateia Superior: R$ 140,00. Plateia Superior Popular: R$ 74,00.

Balcão Nobre: R$ 80,00. Balcão Nobre Popular: R$ 74,00.

Frisa VIP: R$ 80,00. Frisa VIP Popular: R$ 74,00. Frisa: R$ 70,00.

Lei Federal de Incentivo à Cultura

Patrocínio: Cielo. Apoio: Ticket e Coperalcool.

Realização: Campo da Produção, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal – Pátria Amada Brasil

PROTOCOLOS DE SEGURANÇA DO TEATRO BRADESCO

O Teatro Bradesco, em São Paulo, reabriu a partir do dia 7 de novembro seguindo rigorosamente todos os protocolos de distanciamento e higiene sugeridos por órgãos de saúde estaduais e municipais. As medidas adotadas visam maior segurança e serão acatadas tanto pelo público quanto por profissionais do teatro e público.

Confira algumas das medidas de monitoramento, higiene, sanitização, distanciamento e comunicação adotadas:

– sinalizações e demarcações no chão, informando o distanciamento correto;

– medição de temperatura;

– orientação do público sobre chegada antecipada e saída escalonada para sessões com a finalidade de evitar aglomerações;

– álcool em gel disponível em todo interior do teatro;

– higienização dos espaços internos de forma mais frequente e intensa antes, durante e após as sessões;

– espaçamento entre assentos e setores para garantir distanciamento seguro entre o público;

– uso de equipamentos individuais de proteção pelos profissionais que estarão trabalhando;

– uso obrigatório de máscaras faciais para todos que estiverem dentro do teatro.

Além disso, bebedouros podem ser utilizados somente para encher recipientes de uso pessoal. As vendas de alimentos e bebidas no foyer do espaço, bem como o serviço de chapelaria não estão em funcionamento. As sessões de fotos e autógrafos entre artistas e público após os shows ou antes das apresentações, assim como os intervalos dos espetáculos, estão igualmente suspensos por período indeterminado.

A bilheteria física local segue fora de funcionamento. As vendas seguem ocorrendo exclusivamente de forma online e por totens de auto-atendimento na área comum do Shopping. A equipe do teatro, que trabalha nas apresentações, também seguirá protocolos de segurança e higiene, bem como o uso de equipamentos individuais de proteção, troca e descarte adequado.

Tanto em ambientes internos, backstage e salas, quanto nos espaços acessados pelo público, nova comunicação foi feita visando a orientação e atenção aos novos procedimentos e cuidados. As novas sinalizações estão presentes nas tvs, telas, banheiros, mas também para artistas e profissionais que estarão trabalhando no local.

DISTANCIAMENTO SOCIAL DINÂMICO

O distanciamento social dinâmico é adequado e ajustado para cada compra. O mecanismo foi criado para garantir, por meio do sistema no mapa de plateia, o distanciamento adequado entre o público. O sistema utilizado pela plataforma Uhuu (canal de comunicação, venda de ingressos, produtos e serviços) funciona sempre que uma nova compra é feita. Por exemplo, ao se adquirir dois assentos, automaticamente, o sistema fará o bloqueio do entorno dos lugares adquiridos, limitando a venda a nova capacidade da casa.

O SHOPPING

Na fase amarela do Plano São Paulo,  o shopping pode funcionar por 10h, das 12h às 22h.

Lenine em live do Sesc Verão 2021

O cantor e compositor Lenine é a atração musical deste fim de semana do Sesc Verão 2021, projeto do Sesc RJ que leva programações para praias do estado e que este ano está sendo realizado on-line por conta da pandemia. O show, neste sábado (6/2), às 21h, terá transmissão pelo YouTube (@portalsescrio) da instituição.

Acompanhado do seu violão multifônico e percussivo, o artista apresentará um compilado de sucessos da carreira, incluindo canções do álbum mais recente, “Lenine em Trânsito” (2018). O trabalho foi premiado com o Grammy Latino na categoria melhor álbum de rock ou música alternativa em língua portuguesa. No  repertório da live estão “Chão”, “De onde vem a canção”, “Leve e suave”, “O último pôr do sol”, “Jack soul brasileiro” e “Hoje eu quero sair só”, entre outros hits.

SERVIÇO

Sesc Verão 2021

Live de Lenine – 06/02/2020 – 21h

YouTube Sesc RJ (@portalsescrio)

Classificação: Livre

A programação completa pode ser consultada em www.sescrio.org.br e nos perfis do Sesc RJ e das suas unidades de Barra Mansa, Nova Friburgo, Campos e Niterói no Instagram.

Shopping Metropolitano Barra faz promoção de verão e promove o Sunset Picnic, apresentando o Terraço Met A pro

O Shopping Metropolitano Barra lança mais uma campanha ‘Comprou no Met, ganhou bem-estar’. Os clientes que realizarem compras no valor de R$ 250 nas lojas físicas ou pela plataforma ON Stores do shopping ganharão um tapete de piquenique impermeável, que pode ser usado em qualquer lugar, e vagas limitadas para o Sunset Picnic, ação que marca a apresentação do Terraço Met para o público, no rooftop do shopping.

Gratuito, exclusivo e somente para participantes da promoção, a ação vai levar diversão ao ar livre, com direito a por do sol, música ao vivo, cesta de piquenique individual com comidinhas, pensado da maneira mais sustentável possível, com garfinhos de  madeira de reflorestamento, guardanapos de pano, copinhos bpa free (que podem ser reaproveitados em casa) e frutas orgânicas, ambiente instagramável, além de distanciamento social garantido. Cada família deverá levar seus tapetes de piquenique para estreá-los em grande estilo. O Sunset Picnic acontecerá nos dias 28, 29 e 31 de janeiro e 4, 5 e 7 de fevereiro, às 17h.  

Para participar da promoção, basta realizar a compra tanto no meio físico quanto online. As notas poderão ser apresentadas pelo whatsapp (11 94232-7782) ou através do QR CODE, presente em vários pontos do shopping e na campanha. O brinde poderá ser retirado no stand localizado no piso L2, próximo ao Cinemark, apresentando o comprovante da troca na tela do celular.

“Desde o início da pandemia, procuramos realizar iniciativas que prezam pela saúde e bem-estar dos nossos clientes. Com o tapete piquenique, queremos fomentar a diversão ao ar livre e dar oportunidade das famílias fazerem mais programas agradáveis juntos. A ação foi toda pensada levando em consideração o período de distanciamento. Sem dúvida, serão fins de tarde inesquecíveis, com muita música, recreação para toda a família e um pôr do sol espetacular”, diz Eliza Santos, gerente de marketing do Met.

A promoção é válida até o dia 07 de fevereiro ou enquanto durar o estoque de brindes, o que ocorrer primeiro. As vagas para conhecer o Terraço Met são limitadas e exclusivas aos clientes que retirarem o brinde. O regulamento completo da promoção estará disponível no local e no site do shopping.