“Vice” é um dos principais destaques do Oscar 2019

Após receber seis indicações ao Golden Globes, duas ao SAG Awards e nove ao Critics’ Choice Awards, “VICE” conquista agora oito indicações ao Oscar® 2019, afirmando-se como um dos principais filmes do ano. O longa, que acompanha a história de ascensão de Dick Cheney (Christian Bale) ao se tornar o homem mais poderoso da política mundial, foi destaque nas principais categorias da premiação, sendo indicado a Melhor Filme, Melhor Diretor com Adam McKay, Melhor Ator com Christian Bale, Melhor Atriz Coadjuvante com Amy Adams, Melhor Ator Coadjuvante com Sam Rockwell, Melhor Edição, Melhor Roteiro Original e Melhor Maquiagem.

Essa é a quarta indicação de Christian Bale ao Oscar®, o ator já havia concorrido em 2014 por sua atuação em “Trapaça” e em 2016 por “A Grande Aposta”. Em 2011, ele foi vencedor na categoria de Melhor Ator Coadjuvante por “O Vencedor”. Este ano, depois de faturar os prêmios de Melhor Ator no Golden Globes, no SAG Awards e no Critics’ Choice Awards por sua atuação em “VICE”, Bale se destaca como um dos favoritos a levar para casa o prêmio também no Oscar®, se isso acontecer, será sua segunda vitória na premiação. Amy Adams, que já colecionava cinco indicações ao Oscar®, também foi destaque por sua atuação em “VICE” ao ser indicada à categoria de Melhor Atriz Coadjuvante. Sam Rockwell, que interpreta o ex-presidente George W. Bush no longa, recebe sua segunda indicação consecutiva a Melhor Ator Coadjuvante, mesma categoria em que saiu vitorioso na edição passada por sua atuação em “Três Anúncios Para Um Crime”. Os vencedores serão conhecidos no dia 24 de fevereiro de 2019.

Outra categoria em que o filme dispara como um dos favoritos é a de Melhor Maquiagem, prêmio que já faturou no Critics’ Choice Awards deste ano. Em entrevista ao Hollywood Reporter, o maquiador Greg Cannom, que já venceu o Oscar® três vezes por seus trabalhos em “Uma Babá Quase Perfeita”, “Drácula” e “O Curioso Caso de Benjamin Button”, afirmou que precisou utilizar todas as suas ferramentas para transformar Christian Bale em duas versões do político Dick Cheney, uma com 21 anos e outra com 75. Para os figurinos mais complexos, o maquiador afirma que levava entre duas e três horas para transformar o ator por completo. “Algumas vezes, filmamos com as duas maquiagens no mesmo dia, então eu precisava refazer todo o processo para deixá-lo com outra idade”, conta Cannom. “Eu ficava preocupado em deixar Christian esperando tanto tempo, mas ele nunca teve nenhum problema com isso. Enquanto eu fazia sua maquiagem, ele ficava pesquisando fotos, vídeos e tudo sobre o Dick Cheney”.

Para o diretor Adam McKay, vencedor do Oscar® em 2016 por “A Grande Aposta”, abordar a vida de uma das figuras mais emblemáticas, poderosas e controversas da política americana, não foi uma tarefa fácil. No vídeo exclusivo liberado pela Imagem Filmes, https://youtu.be/eCTWzRlWiis, o diretor conta um pouco mais do processo de retratar Dick Cheney nos cinemas, um político que conseguiu transformar o mundo, mesmo longe dos holofotes. “VICE” conta ainda com Steve Carell e Tyler Perry no elenco e é, sem dúvidas, um dos maiores destaques desta temporada de premiações.

“VICE” chega aos cinemas brasileiros em 31 de janeiro. A Imagem Filmes é a distribuidora responsável pelo lançamento. Saiba mais através do Instagram oficial do filme: @vicefilme.

LINKS DOS MATERIAIS
Vídeo Exclusivo: https://youtu.be/eCTWzRlWiis
Trailer: https://youtu.be/aui34BeH4FM
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Materiais Redes Sociais: http://bit.ly/VicePosts
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SINOPSE
VICE acompanha a ascensão de Dick Cheney (Christian Bale), ao se tornar o homem mais poderoso do mundo. Vice-presidente de George W. Bush (Sam Rockwell), ele remodelou os Estados Unidos e o mundo, gerando mudanças que permanecem até os dias de hoje.

ELENCO
Christian Bale
Steve Carell
Amy Adams
Sam Rockwell
Jesse Plemons
Shea Whigham
Alison Pill
Lily Rabe
Eddie Marsan
Tyler Perry
Justin Kirk
Bill Camp
Fay Masterson
LisaGay Hamilton
Casey Sander

FICHA TÉCNICA
Direção: Adam McKay
Escritor: Adam McKay
Produção executiva: Chelsea Barnard, Jillian Longnecker, Jeff G. Waxman, Robyn Wholey
Música: Nicholas Britell
Direção de Fotografia: Greig Fraser
Edição: Hank Corwin

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“O Gênio e o Louco” estreia em abril

Com direção de Farhad Safinia e roteiro assinado por John Boorman, Todd Komarnicki e pelo próprio diretor, o longa reúne um elenco de peso, encabeçado pelos vencedores do Oscar, Mel Gibson (“Os Mercenários 3”, “Pai Em Dose Dupla 2”) e Sean Penn (“A Vida Secreta de Walter Mitty”, “A Árvore da Vida”) e por Natalie Dormer (“Game Of Thrones”, “Jogos Vorazes”). Em “O Gênio e o Louco”, é explorada a verdadeira história de dois homens que se uniram com o objetivo de criar o primeiro dicionário da língua inglesa. A primeira publicação do livro “O Professor e o Louco”, de Simon Winchester, aconteceu em 1998 e, na mesma época, Mel Gibson adquiriu os direitos do livro para uma futura adaptação aos cinemas.

Uma história extraordinária sobre loucura, genialidade e a incrível obsessão de dois homens notáveis que, juntos, criaram o dicionário Inglês de Oxford, invenção que definiu nosso mundo. O projeto, com início em 1857, foi um dos mais ambiciosos já realizados, onde milhares de definições de palavras foram enviadas para análise do professor James Murray (Mel Gibson). No entanto, um envio específico despertou sua atenção, o do Doutor W. C. Minor (Sean Penn), que havia submetido mais de dez mil definições de palavras para serem analisadas. É quando o comitê decide honrá-lo, que a verdade choca a todos: Doutor Minor é um veterano da Guerra Civil Americana que encontra-se preso em um hospício para criminosos.

O elenco conta ainda com Jeremy Irvine (“Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo”, “Fallen”), Ioan Gruffudd (“Quarteto Fantástico”, “Terremoto: A Falha de San Andreas”), Jennifer Ehle (“Cinquenta Tons de Cinza”, “A Hora Mais Escura”) e Steve Coogan (“Stan & Ollie”, “Uma Noite No Museu”).

Links dos Materiais
Trailer: https://youtu.be/SvCHAKMkfIM
Download Trailer: http://bit.ly/OGenioEOLoucoTrailer
Pôster: http://bit.ly/OGenioEOLoucoPoster
Fotos: http://bit.ly/OGenioEOLoucoCenas

Sinopse
A incrível história real da criação do dicionário inglês de Oxford, projeto que definiu nosso mundo. Durante anos, milhares de definições de palavras foram enviadas para análise do professor James Murray (Mel Gibson), mas um envio em específico despertou sua atenção, o do Doutor W.C. Minor (Sean Penn), que submeteu mais de dez mil definições. Quando o comitê decide honrá-lo, a verdade choca a todos: Doutor Minor encontra-se preso em um hospício para criminosos.

Ficha Técnica
Diretor: Farhad Safinia
Escritores: John Boorman, Todd Komarnicki, Farhad Safinia, Simon Winchester
Produtores: Nicolas Chartier, Bruce Davey, Mel Gibson, Gastón Pavlovich
Produtores Executivos: Zev Foreman, Manu Gargi, Peter McAleese, Dominic Rustam, Tyler Zacharia
Música: Bear McCreary
Direção de arte: Nenazoma McNamee
Edição: John Gilbert, Dino Jonsäter
Elenco: Daniel Hubbard

Elenco
Mel Gibson … James Murray
Sean Penn … Dr. William Chester Minor
Natalie Dormer … Eliza Merrett
Jennifer Ehle … Ada Murray
Ioan Gruffudd … Henry Bradley
Jeremy Irvine … Charles Hall
Aidan McArdle … Defence Attorney Clarke
Adam Fergus … Alfred Minor
Kieran O’Reilly … Minor’s Father
Brendan Patricks … Winston Churchill
Bryan Murray … Henry Liddell
Brian Fortune … Head Board Member
Malcolm Freeman … Colonel
David Crowley … Parfit
Sean Duggan … Tom Coleman

Adriana Calcanhoo no Net São Paulo

O show A Mulher do Pau Brasil, da cantora e compositora Adriana Calcanhotto, faz única apresentação no Theatro Net São Paulo dia 31 de janeiro, quinta, 21h, após percorrer cidades da Europa e do Brasil com sucesso de público e boa recepção da crítica especializada.

A Mulher do Pau Brasil foi idealizado como ‘concerto-tese’, ou seja, uma conclusão da residência artística de Adriana Calcanhotto na Universidade de Coimbra, onde esteve nos últimos dois anos entre cursos e apresentações.

 

Acompanhada por Bem Gil e Bruno di Lullo, Adriana idealizou um roteiro com músicas compostas no período, releituras (a recente As Caravanas, de Chico Buarque, por exemplo) e também reencontra clássicos de seu repertório, como Esquadros, Vambora e Inverno.

 

A inédita canção-título abre o show em tom autobiográfico (Nasceu no Sul / Foi para o Rio / E amou como nunca se viu) e também retoma o nome de um espetáculo do início da carreira de Adriana (A Mulher do Pau Brasil), ainda em Porto Alegre, nos anos 1980. Foi quando começou a ser instigada pelo Manifesto da Poesia Pau Brasil, do modernista Oswald de Andrade, e toda a sua influência no movimento tropicalista décadas depois. Tais temas sempre estiveram presentes na obra de Adriana e ressurgiram com intensidade no período português.

 

Não à toa que Vamos Comer Caetano, composta para o disco Maritmo (1998), foi retomada no repertório e sublinha o conceito antropofágico da apresentação, através da ideia de devorar, se apropriar e reinventar a informação que vem de fora. “Costumavam me perguntar se eu já tinha virado portuguesa e eu sempre respondia que não. Nunca me senti tão brasileira como agora”, conta Adriana Calcanhotto.

 

Por conta do pigmento vermelho extraído de seu tronco, o Pau Brasil se tornou a primeira riqueza nacional exportada/explorada pelos colonizadores. Além de dar nome ao País, a árvore foi responsável por tingir tecidos e objetos na Europa, onde se tornou extremamente valorizada. Mais de cinco séculos se passaram e Adriana refez a travessia da madeira em 2016, quando foi nomeada Embaixadora da Universidade de Coimbra e iniciou uma residência artística no local, através de cursos, concertos e seminários.

 

Desde então, Adriana tem desenvolvido um trabalho de divulgação e estudo da literatura portuguesa junto de diversas Universidades Europeias e Brasileiras, dando-se conta que agora no Brasil é vista como a “Embaixadora da Universidade de Coimbra” e na Europa, sente-se cada vez mais “A Mulher do Pau-Brasil”.

 

Inspirada pelo movimento modernista brasileiro dos anos 20, no seu “Manifesto da Poesia Pau-Brasil”, a sua influência sobre o Tropicalismo (toda a informação externa deve ser devorada e reinventada nos seus próprios termos), e com base na aprendizagem, pesquisa e trabalhos desenvolvidos como professora e Embaixadora da Universidade de Coimbra, Adriana criou este  espetáculo, no qual reflete sobre todas estas novas experiências através de antigos sucessos, novas canções, novas leituras e reinvenções.

 

Trechos de críticas:

 

A Mulher do Pau Brasil desembarcou ontem na terra do índio Araribóia para apresentar o show mais inteligente e modernista feito na República das Bananas neste ano de 2018. (…) A artista sai com fôlego renovado da caminhada por dores pessoais e coletivas feitas neste show moderno e já instantaneamente antológico.” Mauro Ferreira (G1)

 

“A artista mostra que voltou de Portugal com o olhar ainda mais afiado sobre a identidade do país de Macunaíma”. Jan Niklas (O Globo)

“Num espectáculo vibrante e coeso, envolvente do primeiro acorde ao descer do pano, Adriana Calcanhotto esteve ao nível dos seus melhores espectáculos dos últimos anos, Olhos de Onda (2013) e Loucura (2014), mostrando uma versatilidade e uma clareza vocal notáveis. Foi um feliz renascimento, para palco, de uma das cantoras e compositoras mais marcantes no Brasil das últimas décadas.” Nuno Pacheco (Público, de Portugal)

 

Brain + completa 10 anos de mercado sob a gestão criativa de Frederico Reder

Depois de conquistar diferencial em sua área, a Brain+ (que nasceu Brainstorming Entretenimento) completa 10 anos e movimenta o setor da economia criativa no Brasil. Com experiência no mercado de entretenimento, a Brain+ mantém seis teatros e um circo – Theatro NET São Paulo, Theatro NET Rio, Theatro Bangu Shopping (Rio), Theatro Via Sul (Fortaleza), Teatro Iguatemi (Campinas) e Teatro Dr. Botica, no Tatuapé, zona Leste da capital paulista, além do circo em parceria com a marca Patati Patatá, no ABC.

 

A operação dos Net Rio e Net São Paulo é viabilizada por meio de contratos de naming right/patrocínio com a empresa de serviços de telecomunicações e entretenimento via cabo Net.

 

A Brain+ traz ainda em seu catálogo a produção de grandes espetáculos, entre eles, Tango, Bolero e Cha Cha Cha; O Pacto das 3 Meninas; Romeu e Julieta; e, Avenida Q são alguns deles. Além dos mais recentes: Qualquer Gato Vira-Lata Tem a Vida Sexual Mais Sadia Que a Nossa; E Aí, Comeu?; Constellation, O Musical; O Último Lutador; Ou Tudo Ou Nada e 60! Década de Arromba – Doc. Musical – em turnê nacional.

 

Na gestão dos negócios está o CEO Frederico Reder. Seu nome é sinônimo de ousadia no cenário cultural e sua ambição abarca a expectativa de crescer cada vez mais no mercado de entretenimento cultural, com a abertura de novos teatros em breve.

 

Gestão criativa

Apaixonado pelo que faz, Reder acumula com maestria as funções de artista e empresário, aliando arrojo profissional, criatividade e respeito ao público. Ator, diretor, produtor, cenógrafo e figurinista, aos 34 anos Frederico Reder é fã de Walt Disney. Em 2015 recebeu o prêmio APTR, dos produtores teatrais do Rio de Janeiro.

 

Com o primeiro cachê (R$ 70,00), aos 9 anos, comprou um walkman Aiwa. “Foi a melhor sensação. Já me senti útil muito moleque”, diz ele, que ano passado foi indicado a 25ª edição do Prêmio Shell de Teatro na categoria Especial pela reforma e reabertura do teatro Tereza Rachel no Rio. Aos 18, bateu na porta do Teatro Imprensa, de Cintia Abravanel, para trabalhar com teatro infantil.

 

Reder já atuou e dirigiu espetáculos dos mais diversos gêneros, vendeu morango com chocolate e pastel no circo e atuou no programa Sítio do Pica-Pau Amarelo, da TV Globo, em que interpretava o vilão do burrinho falante. “Eu sempre vivi de verdade. Já morei no subúrbio, na roça, num circo. Poder ter passado por tudo isso me torna mais criativo”, conta ele. Fred traz na bagagem a experiência de ter dirigido um circo no deserto da Arábia Saudita, em 2004, com o espetáculo The Big Show, do Marinhos Circus.

 

Situado em Gedah – cidade ultraconservadora a 90 km de Meca – o circo era formado por 40 homens, por conta das restrições religiosas do país, que impedem as mulheres de mostrar o rosto e o corpo em lugares públicos.

 

“A polícia religiosa não permitia nem mesmo música ao vivo em lugares públicos, e nós levamos um circo. Quebramos muitos tabus por lá”, relembra Reder, que tem no circo uma de suas grandes paixões. “Eu gosto muito da comunhão entre as pessoas, e o circo é isso. Eu gosto de gente. Meu escritório não tem paredes porque gosto de ver as pessoas, ouvir, conhecer, sou um apaixonado pelo ser humano.”

 

SERVIÇO:

A Mulher do Pau Brasil – Adriana Calcanhotto

Theatro NET São Paulo – Shopping Vila Olímpia, 5º andar – Rua Olimpíadas, 360.

Apresentação: 31 de janeiro, quinta, às 21h    

Classificação: 12 anos

Duração: 90 minutos

 

Ingressos:

R$ 180 (inteira) e R$ 90 (meia) – Plateia Central

R$ 150 (inteira) e R$ 75 (meia) – Plateia Lateral

R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia) – Balcão 1

R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia) – Balcão 2

 

DESCONTOS:

Desconto NET: 50% de desconto para clientes net na compra de até 04 ingressos por sessão.

Capacidade: 800 lugares

Site: www.theatronetsaopaulo.com.br

Vendas para grupos específicos: 11.94536-6682/ 21.96629-0012

Horário do funcionamento da bilheteria: segunda a sábado, das 10h às 22h; e domingo, das 10h às 20h30.

Formas de pagamento: Todos os cartões de crédito, débito e vale cultura. Não aceita cheques.

Clientes NET têm 50% de desconto na compra de até quatro ingressos.

Acessibilidade

Estacionamento no Shopping

Convencional: Até 2 horas – R$ 13,00 / Demais (por hora) + R$ 3,50

Motos: Até 2 horas – R$ 9,00 / Demais (por hora) + R$ 3,50

 

Última semana da mostra Não Ceder Ao Medo, no Centro de Arte Hélio Oiticica

O Centro Cultural Municipal de Arte Hélio Oiticica apresenta até o dia 28 de janeiro de 2019 a exposição Não Ceder Ao Medo, o mais recente trabalho da artista Elisa Castro. Serão expostas quarenta bandeiras brancas bordadas por estudantes que retratam as suas experiências com a violência diária.

Para esta exposição,  a artista que também é professora, escutou e coletou histórias sobre medos de crianças e professores de uma comunidade violenta em Niterói, ao longo do ano de 2017. Elisa criou dispositivos para  envolver toda a escola e seu entorno, mobilizando o espaço público através de uma urna com a qual coletava medos escritos e com uma grande faixa na entrada da escola. Abrindo lugar para que alunos pudessem verbalizar seus temores mais particulares no espaço escolar, transformando esse material em bandeiras a partir do desenho e do bordado.

Não Ceder Ao Medo tem como questão central a problemática da conexão com o outro nos espaços de violência social, propondo a análise e o diálogo entre arte e educação, como possibilidades de pensar a história, a sociedade, a política e as relações entre sujeito e espaço. A mostra é fruto de um intenso processo de escuta, como é particular em sua obra.

“A mostra é fruto de intervenções artísticas realizadas durante um ano em uma escola pública localizada em uma comunidade violenta em Niterói, na qual frequentemente estudantes sofrem com intervenções policiais justificadas pelo poder público como “combate” à venda e ao tráfico de drogas. Para iniciar o projeto instalei  uma grande faixa com a frase “Não Ceder Ao Medo”na entrada da escola e  uma urna para que crianças e professores pudessem depositar seus medos. Desta forma, desenvolvi um projeto de escuta, no qual os alunos tinham espaço para falar sobre sua experiência com a violência. Durante as aulas, enquanto se escutavam, cada estudante representava seu medo,  através  de  desenhos bordados sobre tecido. A proposta dessa  exposição é que, como uma criança, pulemos o muro do medo que silencia a violência e produz a inércia. Para “Não Ceder ao Medo” devemos levantar nossa bandeira e mostrar nela o que é mais íntimo em nós, avançando sem temer o porvir”, afirma Elisa Castro.

Sobre a artista:

Elisa Castro é artista, tem como eixo de principal de seu trabalho a escuta como possibilidade poética e prática artística.Desde 2007, participa de exposições nacionais e internacionais, entre elas estão: a 17 Bienal de Cerveira(Portugal), IV Bienal Internacional da Bolívia (La Paz), 7 Bienal deArte do Mercosul: Grito e Escuta (Porto Alegre-BR). Suas obras estão nas coleções permanentes do Museu de Arte do Rio (MAR), Museu de ArteModerna (MAM-RJ) e Fundação Bienal de Cerveira.

Serviço: Exposição Não Ceder Ao Medo

Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica – Galerias 1 e 2

Rua Luís de Camões, 68 – Centro – Rio de Janeiro, RJ Cep: 20060-040

Telefone: +55 21 2242 1012

Visitação: Até 28 de janeiro de 2019

Funcionamento: de segunda a sábado, das 12h às 18h. Fechado aos domingos e feriados

Email: cmaho.cultura@gmail.com

Facebook: facebook.com/cma.heliooiticica

Instagram: instagram.com/cma.heliooiticica

El Efecto na Fundição Progresso

O pavilhão Teatro de Anônimo, na Fundição Progresso, encerra janeiro celebrando as artes e a liberdade. No dia 31/01 (quinta-feira), o espaço recebe a banda El Efecto, com show de seu elogiado disco “Memórias do Fogo”, além de intervenções circenses e sets do DJ Ivam Cruz (Noites de Parangolé). O evento Trincheira de Som e Circo tem início às 20h, com ingressos entre R$15 e R$40. Os ingressos já estão à venda online: http://bit.ly/IngressoTrincheiraElEfecto

 

Após rodar o sudeste e sul com sua mais recente turnê, os cariocas do El Efecto voltam pra casa com um show ao mesmo tempo poético e incendiário. Considerado um dos melhores discos de 2018 por veículos como Tenho Mais Discos Que Amigos, Pioneiro e Hits Perdidos, “Memórias do Fogo” convida a reflexões que evocam lutas coletivas contra diferentes formas de opressão. O show terá a participação especial de músicos que colaboraram na construção do disco.

 

A temática com base política é recorrente nas canções do El Efecto, que ficou conhecido no país graças à canção “O Encontro de Lampião com Eike Batista”, em que mistura o rock com a literatura de cordel. Em junho de 2013, El Efecto foi indicado como Melhor Grupo de Rock no Prêmio da Música Brasileira. “Pedras e Sonhos”, álbum da faixa viral, foi considerado um dos três melhores discos do gênero. Desde então, a banda vem expandindo seu público em apresentações por todo o país e algumas incursões internacionais no Equador, Argentina, Portugal e Espanha.

 

Inspirado na trilogia de nome semelhante de Eduardo Galeano, que fala sobre a trajetória da América Latina, o novo  álbum evoca a importância de cultivarmos a chama interior. O El Efecto é Tomás Rosati (voz, cavaquinho e percussão), Cristine Ariel (guitarra, cavaquinho e voz), Tomás Tróia (guitarra e voz), Gustavo Loureiro (bateria), Bruno Danton (voz, violão e viola), Aline Gonçalves (flauta e clarinete), Eduardo Baker e Pedro Lima (baixo).

 

A noite será conduzida por Fábio Freitas, integrante do Teatro de Anônimo, grupo que fundamenta sua pesquisa artística no universo da comicidade, da cultura popular e do circo. Adelly Costantini e Bia Sabino participam com suas intervenções circenses.

 

Ocupando a Fundição Progresso, o Teatro de Anônimo foi fundado em 1986 e estrutura sua prática através da montagem e apresentação de espetáculos, da qualificação profissional de outros atores sociais, além do aperfeiçoamento de técnicas e modelos autênticos de gestão e administração coletiva, baseada na solidariedade, criatividade e cooperação.

 

Serviço

Trincheira de Som e Circo com El Efecto e DJ Ivam Cruz

Data: 31/01/2019 (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Fundição Progresso

Endereço: Rua dos Arcos, 24 – Lapa – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: 1º Lote (100 ingressos até 20/01)

R$30 –  Inteira | R$15 – meia entrada*

2º Lote (após 20/01)

R$40 –  Inteira | R$20 – meia entrada *

*Meia entrada válida para estudantes, professores, artistas e com alimento não perecível.

Classificação etária: 16 anos

Compra online: http://bit.ly/IngressoTrincheiraElEfecto

Evento: https://www.facebook.com/events/726559557743169/

 

‘Malditos’, da Renato Vieira Cia, de Dança, terá uma sessão extra nesta quinta-feira, dia 24/01

A literatura e a poesia sempre inspiraram os processos de criação dos espetáculos da Renato Vieira Cia de Dança. Desta vez, na concepção de ‘Malditos’, elas vieram misturadas a uma certa fúria que dialoga com o momento vivido pelo país. Sucesso de público e crítica, a obra encerra temporada no domingo 27/01, no Mezanino do Sesc Copacabana, e faz uma sessão extra na quinta-feira, às 20h. O espetáculo faz parte de uma trilogia que se impôs pela impossibilidade de os coreógrafos trabalharem com outro tema que não o da realidade imediata, ou seja, repercutir através de movimentos o impacto causado pela crise política/econômica/social instalada no Brasil. Se, num primeiro momento, o lamento foi propulsor da criação (‘BLUE bonjour tristesse’, de 2017), a mudança no panorama não atenuou as dificuldades enfrentadas pelos artistas. Da raiva e da angústia começou a nascer o novo espetáculo, que apresenta dois momentos: um coreografado por Renato e que leva o nome do espetáculo, e o solo “Fu”, assinado e interpretado por Bruno Cezario. E é a criação de Bruno que aponta para o novo projeto, a ser realizado em 2020, encerrando a trilogia. Em ‘Vida (aqui estou eu)’, o tempo deverá apaziguar as paixões e definir um novo caminho artístico. Na cena, além de Bruno Cezario, estão os bailarinos Soraya Bastos, Felipe Padilha, Hugo Lopes e Wallace Guimarães.

O ponto de partida para a criação da nova obra foi a aproximação com os “poetas malditos”. Há 150 anos, os simbolistas propunham uma escrita livre, revolucionária, cheia de símbolos e musicalidade. Naquele momento, como agora, havia um desconforto com o mundo. Sentindo-se mergulhado num certo “déjà vu” dos anos de chumbo, Renato Vieira buscou a poesia melódica da época, através de referências muito fortes, que vão de Santana a Janis Joplin. A partir desses nomes consagrados, Felipe Storino partiu para a composição da trilha musical.

“‘Malditos’ bebeu de várias fontes”, sublinha Renato Vieira. “Entre referências poéticas e musicais, surgiu uma obra que passeia pelos grupos vistos como “malditos” que criaram conteúdos “insolentes” e questionadores”.

As mesmas inquietações provocaram Bruno Cezario, mas sua concepção de “Fu” parte de outras premissas resultando numa obra requintada pelo seu despojamento e pela sua apreensão do mundo. Como ele explica, “Fu é um mergulhador perdido no oceano do egoísmo de um aquário caseiro, ouvinte solitário, cego, sensível apenas aos códigos desse universo particular e finito…”.

 

Sobre o processo criativo

Ao longo de 2018, o trabalho foi sendo conceituado por Renato, junto com Bruno, e com contribuições do professor de teatro e escritor Rodrigo Gerstner. Inspirado pelo universo que pesquisava para elaborar todas aquelas ideias em um projeto formal, Gerstner criou a poesia “Perto do que sou”, que passou a integrar a trilha musical de Malditos, composta por Felipe Storino, que também empresta sua voz para este trabalho.

Sou como um corcel em carne viva,

corro para não sentir queimar o meu fulgor.

Tenho pernas que trotam para longe

porque é longe onde me encontro perto do que sou.

Maldito pelas bocas de muitos,

não as que beijei

nem as que comigo conversaram,

mas por todas que proferem maldades,

por aqueles que preferem insultar e ranger os dentes.

Maldito por quem cospe veneno

e não me aceita, não me engole.

Fico atravessado nas gargantas e nas ruas,

habitante das sarjetas e periferias,

convivo com os imundos, impuros, renegados.

É com eles que me afirmo e não lamento,

é deles a voz que dá alento

e sentido ao meu canto belo

e sofrido,

à minha dança leve

e dolorida.

Convoco agora a escória reluzente

em seus talentos e brios,

os vagabundos, as prostitutas,

viados, putas e seus filhos,

os favelados e os indigentes,

quem for canhoto, comigo venha

neste movimento.

Malditos e humanos somos.

Bendita gente.

Rodrigo Gerstner

Sobre a Renato Vieira Cia de Dança

Companhia carioca de dança, em cena desde 1988, com direção geral de Renato Vieira, é reconhecida pela produção contínua de espetáculos que aliam o popular ao erudito, passando pelo experimentalismo, sem abrir mão da qualidade técnica de seus dançarinos. A companhia busca tornar acessível a dança como manifestação artística para todos os públicos, entendendo que assim atrai novos olhares para a dança contemporânea e contribui na formação de novas plateias para as artes em geral.

Renato Viera – Diretor artístico e coreógrafo

 

Renato Vieira é figura presente e atuante em diversas áreas da cena contemporânea. Começou sua carreira com o lendário Lennie Dale, dançou com Dalal Achcar, fundou o Vacilou Dançou com Carlota Portella e, no final dos anos 80, criou a Renato Vieira Cia de Dança, que apresenta regularmente criações inéditas, entre elas Terceira Margem, Ritornelo, Dociamargo, Poeira e Água, Rizoma, Boca do Lobo, No me digas que no, BLUE bonjour tristesse. Suas obras receberam destaque na imprensa, boas críticas e foram apresentadas em diversas cidades do país, além de Costa Rica e Portugal.

Como coreógrafo convidado assinou peças para o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o Teatro Guaíra, o Teatro Municipal de Niterói, o Balé da Cidade de São Paulo, para a Cia de Dança de São José dos Campos, onde acumulou o cargo de Diretor. Ministrou cursos no Japão e na Alemanha, e, durante vários anos, deu aulas formando bailarinos e marcando, com seu estilo, uma geração.

Pioneiro na direção de movimento para teatro, televisão e cinema, assinou mais de 40 espetáculos, em parcerias com Gustavo Gasparani, Pedro Brício, Claudio Botelho e Charles Moeller, Wolf Maya, entre outros. Entre as produções mais recentes que contaram com sua contribuição destacam-se  Bem Sertanejo, o Musical, Zeca Pagodinho, uma História de Amor ao Samba,  Lili,  S’imbora – O Musical,  SamBra, o musical – 100 anos de Samba, Gilberto Gil – Aquele Abraço, o Musical, Samba Futebol Clube (pelo qual recebeu o Prêmio Cesgranrio 2014 na Categoria Especial), As Mimosas da Praça Tiradentes, O Som da Motown (que dirigiu), Sassaricando, Sassariquinho, Cole Porter – Ele Nunca Disse que me amava, South American Way entre muitos outros. Recebeu o prêmio Coca-Cola de melhor coreografia pelo infantil A Coruja Sofia. Assinou a coreografia de Abertura dos Jogos Pan Americanos, foi durante dez anos o coreógrafo da Comissão de Frente da Escola de Samba Grande Rio, coreografou a Comissão de Frente da Portela e da São Clemente. Pelo conjunto de sua obra recebeu, em 2004, o Prêmio Icatu Holding, com uma residência de seis meses na Cité des Arts, em Paris, França.

Bruno Cezario – Codiretor, Bailarino e coreógrafo

 

Bailarino de expressão internacional, Bruno estreou profissionalmente, aos 16 anos, em Romeu e Julieta, uma adaptação do original de Shakespeare concebida e dirigida por Sergio Britto e coreografada por Renato Vieira, passando a fazer parte de todas as criações da Renato Vieira Cia de Dança. Integrou paralelamente o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob as direções de Jean-Yves Lormeau e Dalal Achcar, estreando nesse palco, aos 17 anos de idade, o L’après-midi D’un Faune, de Nijisky, voltando a interpretá-lo como Bailarino Convidado na comemoração do aniversário de 100 anos da obra, em 2013.

Viveu em Genebra onde dançou com o Ballet du Grand Théâtre de Genève; em Estocolmo com o Cullberg Ballet; na França no Ballet de l’Opéra de Lyon; e em Madrid, onde recebeu de Nacho Duato o título de Primeiro Bailarino na Compañía Nacional de Danza. Dançou peças de mais de 40 coreógrafos internacionais e nacionais, dentre eles William Forsythe, Jiří Kylián, Sasha Waltz, Lucinda Childs, Rachid Ouramdane, Philippe Decouflé, Natalia Makarova, Tatiana Leskova e Matz Ek.

Voltando ao Rio de Janeiro, criou em parceria com Renato Vieira todas as obras da companhia desde então, além de assinar figurinos e trilhas sonoras. Entre 2014 e 2017, retomou a parceria com a Cia Gilles Jobin, dançando os balés Quantum e A+B=X em diversos países (Japão, Israel, Rússia, França, Estados Unidos, entre outros). Foi coreógrafo convidado da Cia de Ballet da Cidade de São José dos Campos, da Compañía Nacional de Danza (Costa Rica). Criou uma das peças coreográficas que constituem o espetáculo Peh Quo Deux, da PeQuod / Companhia de Teatro de Animação, que tem direção geral de Miguel Vellinho de quem assinou, recentemente, a direção de movimento de A Última Aventura é a Morte. Fez a direção de movimento da peça Tãotão, texto de Pedro Kosowski e direção de Cacá Mourthé, pela qual recebeu o prêmio de Melhor Coreografia no 3o Prêmio CBTIJ de Teatro para Crianças. É dele também a direção de movimento de Isaac no Mundo das Partículas. Participou como ator dos longas-metragens Ensaio, de Tania Lamarca, e Exilados do Vulcão e Noite de Paula Gaitan. Como melhor bailarino recebeu os prêmios: Rio Dança 2001 e Você E A Dança.

Ficha técnica:

Direção Geral e coreografia: Renato Vieira

Solo “Fu”: Concepção, coreografia e interpretação de Bruno Cezario

Bailarinos: Bruno Cezario, Soraya Bastos, Felipe Padilha, Hugo Lopes, Wallace Guimarães

Iluminação: Binho Schaefer

Trilha sonora: Felipe Storino

Fotografias: Bruno Veiga

Direção de Produção: Taty Ribeiro

Programação Visual: Cristhianne Vassão

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida

Assistente de ensaio e operação de som: Denise Mendes

Operação de luz: Jon Thomaz

Figurinos: Acervo da Cia

Idealização e elaboração do projeto: Renato Vieira e Rodrigo Gerstner

 

Serviço:

Malditos

Datas: 4 a 27 de janeiro de 2019

Horário: 6ª a domingo, às 20h. Sessão extra dia 24/01, às 20h.

Local: Mezanino do Sesc Copacabana

Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ

Ingressos: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia), R$ 30 (inteira)

Informações: (21) 2547-0156

Bilheteria – Horário de funcionamento: Segundas – de 9h às 16h | Terça a Sexta – de 9h às 21h; Sábados – de 13h às 21h | Domingos – de 13h às 20h.

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 50 minutos

Lotação: 80 pessoas

Gênero: Dança contemporânea

“Pangeia” no Oi Futuro

O Oi Futuro apresenta a estreia nacional do espetáculo infantojuvenil Pangeia, que ficará em cartaz de 26 de janeiro a 24 de março, com sessões aos sábados e domingos sempre às 16h. A peça, que originalmente foi montada em Portugal, ganha sua versão brasileira com os atores João Velho e Priscila Maia nos papéis de dois pesquisadores que investigam objetos icônicos presentes em vários contos dos Irmãos Grimm. Nessa investigação, ganham voz – literalmente – o sapato da Cinderela, o espelho da Branca de Neve, o chapéu da Chapeuzinho Vermelho, as migalhas de João e Maria, entre outros. A criação e a instalação visual são assinadas pelo dramaturgo e diretor português Tiago Cadete.

PANGEIA é uma viagem sonora e visual pelo universo dos irmãos Grimm na qual o palco se transforma num museu imaginário de objetos curiosos que remetem ao universo dos contos fantásticos, como a floresta cheia de armadilhas, a magia negra da bola de cristal ou os feitiços da bruxa má. Na primeira fase do espetáculo, as crianças estão sentadas na plateia, onde os investigadores-arqueólogos lhes apresentam um mistério que precisa ser resolvido em uma espécie de caça ao tesouro. Numa segunda fase, o grupo sobe para o palco e, com a ajuda de fones de ouvido e mp3 que contém várias pistas sonoras, vai sendo revelada a história dos irmãos Grimm sob o ponto de vista do objeto representativo de cada conto.

“Para este projeto foram lidos os 200 contos dos irmãos Grimm e, posteriormente, foi criada uma base de dados que reúne características comuns aos vários contos, tais como personagens, locais, objetos representativos dos contos, número de páginas, finais felizes, etc. Com esta base de dados foi criado um discurso paralelo às histórias que de outra forma seria impossível. É com esta análise metodológica que o espetáculo Pangeia se constrói”, afirma Tiago, acrescentando que a montagem reúne várias linguagens como o teatro, a dança e as artes visuais, recuperando assim a ideia dos Gabinetes de Curiosidades criados no século XVI, considerados os precursores dos museus de arte.

Entre os artistas convidados para dar voz aos objetos estão Enrique Diaz, José Loreto, Mateus Solano, Cissa Guimarães, Vera Holtz.  

O espetáculo é realizado por meio do patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e da Oi, com apoio cultural do Oi Futuro.

Serviço

Pangeia

Temporada: 26 de janeiro a 24 de março de 2018 (sábados e domingos às 16h)

Local: Oi Futuro – Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo

Telefone: (21) 3131-3050

Capacidade: 63 lugares

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$10 (meia)

Duração: 45 minutos

Classificação indicativa: 08 anos

FICHA TÉCNICA:

Criação e Instalação visual/sonora – Tiago Cadete

Pesquisa de projeto – Tiago Cadete, Jonas Lopes, Leonor Cabral e Bernardo Almeida

Interpretação – João Velho e Priscila Maia

Voz off: Alessandra Colasanti, Cesar Augusto, Cissa Guimarães, Dani Lima, Denise Stutz, Enrique Díaz, Fabiano de Freitas, Felipe Rocha, Isabél Zuaa, Jefferson Schroeder,  José Loreto, Luciana Fróes, Mateus Solano, Nanda Felix, Paulo César Pereio, Pedro Henrique Müller, Pedroca Monteiro, Poliana Paiva, Raphael Logam, Renato Linhares, Stella Rabello, Vera Holtz

Figurinos – Carlota Lagido

Produção de figurino e objetos – Carla Ferraz

Assistência produção de objetos – Marcio Newlands

Coordenação de Produção – Julia Baker

Produtor – Gustavo Canella

Assistente de produção – Juliana Pontigo

Programador Visual – Marcello Talone

Assistente de comunicação – Larissa Vaz

Assessoria de imprensa – Lyvia Rodrigues\ Aquela Que Divulga

Fotografo – Elisa Mendes

Filmagem e teaser – Luis Guilherme Guerreiro

Operador de som – Thiago Kropf

Operador de luz – Giulia Del-Penho

Coordenação financeira e administrativa: Renata Pimenta

Formação de público – Juliana Pereira

Realização: Bomba Criativa Produções