Divulgado novo vídeo de “A Grande Aposta”

No novo vídeo de ‘A Grande Aposta’ divulgado pela Paramount, o diretor Adam McKay (‘O Âncora’ e ‘Quase Irmãos’) fala sobre o filme, enquanto o elenco e equipe elogiam seu trabalho na direção. O longa conta com Brad Pitt, Christian Bale, Steve Carell e Ryan Gosling no elenco e chegará aos cinemas brasileiros no dia 14 de janeiro. A produção é baseada em uma história real – que deu origem ao livro best-seller ‘A JOGADA DO SÉCULO: The Big Short’, de Michael Lewis (‘Um Sonho Possível’ e ‘Moneyball’).

‘A Grande Aposta’ conta a trajetória de quatro homens fora do mercado financeiro que perceberam de antemão o que os grandes bancos, a mídia e o governo não conseguiram prever: a crise econômica que abateu os Estados Unidos em 2008. Seus ousados investimentos os levam para o lado sombrio do sistema bancário moderno onde devem questionar tudo e a todos.

YOUTUBE: http://bit.ly/1TfCLvW

PARA DOWNLOAD: http://www.paramountpictures.com.br/imprensa/agrandeaposta/featurette/

“Apaixonados” lança trailer oficial

Comédia romântica que aborda histórias de amor que se cruzam em pleno Carnaval carioca, o filme “Apaixonados“, produzido pela Total Filmes, coproduzido pela Miravista e distribuído pela H2O Films, acaba de lançar o trailer oficial: https://youtu.be/fkywExTowzQ.

Na história, três jovens casais se conhecem durante o período de folia no Rio de Janeiro e, entre encontros e desencontros, buscam ficar juntos. Tendo o Carnaval como pano de fundo que une as histórias, a trama teve locações como a quadra da Grande Rio, a Marquês de Sapucaí e a Cidade do Samba.

Sinopse:
Finalmente chega o dia do desfile das escolas de samba do grupo especial. Nesse dia tão importante, muitas histórias vão se cruzar. Cássia (Nanda Costa) está dividida entre sua responsabilidade perante a escola e a preocupação com seu pai (Roberto Bomfim), que está internado; Leonardo (Rafael Vianna) sofre uma grande decepção; Hugo (João Baldesserini) conhece Soraia (Roberta Rodrigues) no carnaval na rua, uma cabeleireira sem papas na língua; Scott (Danilo de Moura) tenta ir embora do Rio, mas tudo dá errado pra ele; Sabine (Paloma Bernardi) é uma rainha de bateria que só quer aparecer para as câmeras e Charles (Saulo Rodrigues), o carnavalesco da escola, precisa lidar com o peso de suas decisões.

Mostra de Cinema na Caixa Cultural

A Caixa Cultural Rio de Janeiro, por intermédio da Lúdica Produções, apresenta entre os dias 1 e 13 de dezembro, a mostra de cinema “O samba pede passagem”, em comemoração ao Dia Nacional do Samba.

O projeto busca ampliar o debate a respeito da relevância sociocultural do gênero, através de longas, médias e curtas metragens de diferentes épocas, passando pela Chanchada, Cinema Novo, Cinema Marginal, e os documentários contemporâneos, que adotam um olhar mais antropológico.

Serão exibidos filmes que revisitam figuras como Cartola, Paulo Vanzolini, Paulinho da Viola e Clementina de Jesus, ajudando a delinear um panorama do samba moderno e suas influências. Películas raras como o curta “Pixinguinha” (1969), de João Carlos Horta, que esboça o retrato vivo daquele que, para muitos, é considerado o maior músico brasileiro de todos os tempos, também estão na programação.

Durante o evento, haverá a distribuição de um catálogo, constituído por sinopses, fotografias, além de artigos inéditos escritos por críticos e pesquisadores do estilo musical, além de sessões de cinema comentadas.

O recorte da mostra é a seleção de obras que buscam entender o valor do samba na constituição de identidade do povo brasileiro, suas transformações e a maneira como os ideais exaltados nas composições são enxergados pela sociedade.

A mostra acontece nos cinemas 1 e 2 da Caixa Cultural, localizada na Avenida Almirante Barroso, 25 – Centro do Rio. Os ingressos custam R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia).

Mesas redondas:

Além dos muitos títulos, a mostra ainda contará com três mesas que traçarão caminhos temáticos distintos.

A primeira, “A História Social do Samba”, com os imprescindíveis Luiz Antônio Simas e Hermínio Bello de Carvalho, faz uma jornada pelas origens. Assim, partimos do quintal de Ciata, passando pela “Santa Trindade” (Pixinguinha, Donga e João da Baiana), pelas histórias da Pequena África, pela polêmica de Pelo Telefone, pela turma do Estácio, pelas primeiras escolas, pelo rádio e seus grandes ícones. Simas contando a história desses e outros momentos, e Hermínio dando seu depoimento de testemunha ocular da convivência com alguns dos personagens mais importantes do nosso compêndio: Clementina, Aracy de Almeida, Paulinho da Viola, Nelson Cavaquinho.

A segunda mesa, “Samba, força de subersão”, conta com a professora de Letras da UERJ, Giovanna Dealtry e com o professor de filosofia da UFRJ, Bernardo Oliveira, para traçar a influência do gênero enquanto força social, representação, paixão, mudança, revolução, arte e construção de arquétipos. Esboça um debate em torno da ideia de nacionalidade, tão difundida nisso tudo. Passando pelos “malandros”, pela fomentação das escolas e sua representatividade no ato de fazer, nascer, ensinar e perpetuar; até chegar aos herdeiros atuais das narrativas de revolta, do sentimento de pertencimento e da mudança social propostas pelo samba seminal. A lapa de hoje, a lapa de outrora, o rap, o funk.

A última mesa, “Noel, a Vila mostrou que faz samba também”, conta com o jornalista e escritor da biografia de Noel Rosa, João Máximo e o cantor e pesquisador Alfredo Del-Penho, para uma descontraída aula cantada, onde serão narradas as peripécias e histórias das canções emblemáticas do Poeta da Vila.

Todas as mesas tem entrada franca.

Sobre o Dia Nacional do Samba:

Segundo a lenda popular, o Dia Nacional do Samba foi criado em homenagem ao sambista Ary Barroso, compositor da música “Na Baixa do Sapateiro”, uma ode à Salvador, capital da Bahia. O vereador baiano Luís Monteiro da Costa foi quem instituiu a data, marcando o dia em que Ary Barroso visitou a Bahia pela primeira vez, em 1940. Desde então, o Dia Nacional do Samba é comemorado principalmente em Salvador e no Rio de Janeiro, onde organizam-se festas e shows em homenagem ao ritmo.

Programação:

1° de dezembro (terça-feira)

Cinema 1

16h – As Aventuras amorosas de um padeiro (1975), Waldir Onofre, 100 min, Brasil, 14 anos.

17h30 – Cartola, música para os olhos (2006), Lírio Ferreira e Hilton Lacerda, 88 min, Brasil, 10 anos.

 

19h – Saravah (1972), Pierre Barouh, 91 min, Brasil, Livre.

Cinema 2

17h – Samba (2000), Theresa Jessouroun, 55 min, Brasil, Livre.

 

2 de dezembro (quarta-feira)

Cinema 1

16h – Damas do Samba (2013) Susanna Lira, 75 min, Brasil, Livre.

17h30 – Amor, carnaval e sonhos, Paulo Cesar Saraceni – 80 min, Brasil, 12 anos.

19h – Tudo é Brasil (1977), Rogério Sganzerla, 82 min, 12 anos.

Cinema 2

18h – Batatinha, o poeta do samba (2009), Marcelo Rabelo, 62 min, Brasil, Livre.

3 de dezembro (quinta-feira)

Cinema 1

16h – Natal da Portela (1988), Paulo Cesar Saraceni, 85 min, Brasil, 12 anos.

17h30 – Nelson Cavaquinho (1969), Leon Hirszman, 13 min, Brasil, 12 anos; Guilherme de Britto (2008), André Sampaio, 21 min, Brasil, Livre; Fala Mangueira! (1981), Frederico Confalonieri, 51 min, Brasil, Livre.

19h – Cartola, música para os olhos (2006) Lírio Ferreira e Hilton Lacerda, 88 min, Brasil, 10 anos.

Cinema 2

18h – Cariocas – Músicos da cidade (1987)Ariel de Bigault, 58 min, Brasil, Livre.

4 de dezembro (sexta-feira)

Cinema 1

16h – Clementina de Jesus – Rainha Quelé (2011), Werinton Kermes, 56 min, Brasil, Livre.

17h – Heitor dos Prazeres (1965), Antônio Carlos Fontoura, 13 min, Brasil, Livre; Pixinguinha (1969), João Carlos Horta, 13 min, Brasil, Livre;Moreira da Silva (1973), Ivan Cardoso, 10 min, Brasil, Livre; Nelson Sargento (1997), Estevão Ciavatta Pantoja, 26 min, Livre.

18h – Mesa: A história social do samba, com Luiz Antônio Simas e Hermínio Bello de Carvalho.

Cinema 2

17h – Aldir Blanc – Dois pra lá, dois pra cá (2004), Alexandre Ribeiro de Carvalho, André Sampaio e José Roberto de Morais, 54 min, Brasil, Livre.

5 de dezembro (sábado)

Cinema 1

15h – Couro de Gato (1961), Joaquim Pedro de Andrade, 12 min, Brasil, Livre; Partido Alto (1982), Leon Hirszman, 22 min, Brasil, Livre; Meu Compadre Zé Ketti (2001), Nelson Pereira dos Santos, 12 min, Brasil, Livre.

 

16h – As Aventuras amorosas de um padeiro (1975), Waldir Onofre, 100 min, Brasil, 14 anos.

17h30 – Paulinho da Viola – Meu tempo é hoje (2003), Izabel Jaguaribe, 85 min, Brasil, Livre.

19h – Madame Satã (2002), Karim Ainouz, 100 min, Brasil, 16 anos.

Cinema 2

15h30 – Damas do Samba (2013) Susanna Lira, 75 min, Brasil, Livre.

17h – Agoniza, mas não morre (2011), Gabriel Meyohas e Maíra Motta, 15 min, Brasil, Livre; Guardiões do Samba (2014), Eric e Marc Belhassen, 96 min, Brasil, Livre.

 

6 de dezembro (domingo)

Cinema 1

15h – Nossa escola de samba (1965), Manuel Horácio Giménez, 29 min, Brasil, Livre; Paulo Moura – Infinita Música (1987), Ariel de Bigault, 56 min, França, Livre.

16h30 – Malandro, termo civilizado (1986), Sylvio Lanna, 25 min, Brasil, Livre; Onde a Coruja Dorme (2006), Simplício Neto e Márcia Derraik, 52 min, Brasil, 12 anos.

18h – Mesa: Samba, força de subversão, com Bernardo Oliveira e Giovanna Dealtry.

Cinema 2

16h30 – O mistério do samba (2008), Carolina Jabor e Lula Buarque de Hollanda, 89 minutos, Brasil, Livre.

8 de dezembro (terça-feira)

Cinema 1

16h – Maxixe, a dança perdida (1980), Alex Viany, 32 min, Brasil, Livre; Paulo Vanzolini – um homem de moral (2009), Ricardo Dias, 84 minutos, Brasil, Livre.

 

18h30 – Alô, Alô, Carnaval (1936), Adhemar Gonzaga, 60 min, Brasil, Livre.

19h30 – Berlim na Batucada (1944), Luiz de Barros, 75 min, Brasil, Livre.

Cinema 2

16h30 – Coração do samba (2002), Theresa Jessouron, 72 min, Brasil, Livre.

18h – Samba (2000), Theresa Jessouroun, 55 min, Brasil, Livre.

9 de dezembro (quarta-feira)

Cinema 1

16h – Madame Satã (2002), Karim Ainouz, 100 min, Brasil, Livre.

18h – Isto é Noel! (1990), Rogério Sganzerla, 46 min, Brasil, 12 anos; Noel por Noel (1981), Rogério Sganzerla, 10 min, Brasil, 12 anos.

 

19h – Paulinho da Viola – Meu tempo é hoje (2003), Izabel Jaguaribe, 86 min, Brasil, Livre.

Cinema 2

16h30 – Paulo Moura – Infinita Música (1987), Ariel de Bigault, 56 min, França, Livre.

17h30 – Batatinha, poeta do samba (2008), Marcelo Rabelo, 62 min, Brasil, Livre.

10 de dezembro (quinta-feira)

Cinema 1

15h00 – Heitor dos Prazeres (1965), Antônio Carlos Fontoura, 13 min, Brasil, Livre; Pixinguinha (1969), João Carlos Horta, 13 min, Brasil, Livre; Moreira da Silva (1973), Ivan Cardoso, 10 min, Brasil, Livre; Nelson Sargento (1997), Estevão Ciavatta Pantoja, 26 min, Livre; Maxixe, a dança perdida (1980), Alex Viany, 32 min, Brasil, Livre.

16h30 – Tudo é Brasil (1977), Rogério Sganzerla, 82 min, 12 anos.

18h00 – Isto é Noel! (1990), Rogério Sganzerla, 46 min, Brasil, 12 anos; Noel por Noel (1981), Rogério Sganzerla, 10 min, Brasil, 12 anos.

19h00 – Mesa cantada e contada: Noel a vila mostrou que faz samba também, com Alfredo Del Penho e João Máximo.

Cinema 2

16h30 – Paulo Moura – Infinita Música (1987), Ariel de Bigault, 56 min, França, Livre.

17h30 – Batatinha, poeta do samba (2008), Marcelo Rabelo, 62 min, Brasil, Livre.

11 de dezembro (sexta-feira)

Cinema 1

16h – O mistério do samba (2008), Carolina Jabor e Lula Buarque de Hollanda, 89 minutos, Brasil, Livre.

17h30 – Paulo Vanzolini – um homem de moral (2009), Ricardo Dias, 84 minutos, Brasil, Livre.

19h00 – Natal da Portela (1988), Paulo Cesar Saraceni, 85 min, Brasil, 12 anos.

Cinema 2

17h00 – Maxixe, a dança perdida (1980), Alex Viany, 32 min, Brasil, Livre; Cariocas – Músicos da cidade (1987)Ariel de Bigault, 58 min, Brasil, Livre.

12 de dezembro (sábado)

Cinema 1

 

16h – Couro de Gato (1961), Joaquim Pedro de Andrade, 12 min, Brasil, Livre; Nossa escola de samba (1965), Manuel Horácio Giménez, 29 min, Brasil, Livre; Malandro, termo civilizado (1986), Sylvio Lanna, 25 min, Brasil, Livre; Partido Alto (1982), Leon Hirszman, 22 min, Brasil, Livre.

17h30 – Agoniza, mas não morre (2011), Gabriel Meyohas e Maíra Motta, 15 min, Brasil, Livre; Guardiões do Samba (2014), Eric e Marc Belhassen, 96 min, Brasil, Livre.

19h – O Rei do Samba (1951), Luiz de Barros, 70 min, Brasil, 12 anos.

Sessão especial com fala de Hernani Heffner

Cinema 2

15h30 – Amor, carnaval e sonhos, Paulo Cesar Saraceni – 80 min, Brasil, 12 anos.

17h – Coração do samba (2002), Theresa Jessouron, 72 min, Brasil, Livre.

13 de dezembro (domingo)

Cinema 1

15h – Nelson Cavaquinho (1969), Leon Hirszman, 13 min, Brasil, 12 anos; Guilherme de Britto (2008), André Sampaio, 21 min, Brasil, Livre; Fala Mangueira! (1981), Frederico Confalonieri, 51 min, Brasil, Livre.

16h30 – Berlim na Batucada (1944), Luiz de Barros, 75 min, Brasil, Livre.

18h – Meu Compadre Zé Ketti (2001), Nelson Pereira dos Santos, 12 min, Brasil, Livre; Rio, Zona Norte (1957), Nelson Pereira dos Santos, 82 min, Brasil, Livre.

Cinema 2

16h – Paulo Moura – Infinita Música (1987), Ariel de Bigault, 56 min, França, Livre; Aldir Blanc – Dois pra lá, dois pra cá (2004), Alexandre Ribeiro de Carvalho, André Sampaio e José Roberto de Morais, 54 min, Brasil, Livre.

Serviço:

Mostra Samba pede passagem

Local: Caixa Cultural Rio de Janeiro – Cinemas  1 e 2

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô: Estação Carioca)

Contato: (21) 3980-3815

Data: 1 a 13 de dezembro (terça-feira a domingo)

Horários: Consultar programação

Ingressos: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes Caixa pagam meia.

Lotação: Cinema 1 – 78 lugares (mais 3 para cadeirantes); Cinema 2 – 80 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Bilheteria: terça a sexta-feira, de 18h às 20h. Finais de semana, de 10h às 20h

Classificação indicativa: Consultar programação

Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Mostra de Cinema Japonês na UFF

O Cine Arte UFF apresenta, de 26 de novembro a 2 de dezembro, a Mostra de Cinema Japonês – clássicos e animês, em comemoração aos 120 anos de amizade Brasil-Japão. A entrada no local é gratuita e o ingresso para assistir aos filmes custa R$ 2.

Na abertura do evento, será promovida uma conferência ilustrada e a palestra “A Vingança do Ator e o Cinema Eclético do Mestre Kon Ichikawa”, por João Luiz Vieira, mestre em cinema; e João Carlos Rodrigues, escritor e crítico. Ao fim, os dois irão promover o debate com o público sobre o filme e a importância da obra na vida do cineasta.

Serão exibidos, com exclusividade, três clássicos de Kon Ichikawa, diretor nipônico premiado em Cannes, além do famoso “Uma Família em Tóquio”. Outra obra bastante esperada é o filme “Era uma vez em Tóquio”, considerado uma das obras-primas do cinema mundial.

As apresentações selecionadas para a mostra são apenas uma pequena parte da extensa história do cinema japonês. Os animês, por exemplo, que alcançaram alto nível de produção e bilheterias milionárias no Japão, são conhecidos ao redor do mundo e encontrados

em formato de longas, séries ou curtas-metragens e podem aparecer no formato cômico, dramático, infantil, terror, entre outros.

A mostra de Cinema Japonês é uma promoção em parceria com o Consulado Geral do Japão e a Fundação Japonesa. A entrada no Cine Arte UFF é franca e os ingressos para os filmes podem ser adquiridos na bilheteria do local, que fica na Rua Miguel de Frias 9 – Icaraí/Niterói.

Programação completa da Mostra de Cinema Japonês – clássicos e animês:

Abertura: “A Vingança do Ator e o Cinema Eclético do Mestre Kon Ichikawa”

Palestrantes: João Luiz Vieira e João Carlos Rodrigues

Data: 26/11

Horário: 10h

Local: Cine Arte UFF

A VINGANÇA DO ATOR

Direção: Kon Ichikawa

1963/113 min

Classificação: 14 anos

26 NOV – 21h10 e 30 NOV – 16h10

UMA FAMÍLIA EM TÓQUIO

Direção: Yoji Yamaa

2013/146 min

Classificação: 14 anos

27 de NOV – 18h20, 29 de NOV – 18h20 e 01 de DEZ – 18h20

MIND GAME

Direção: Massaki Yuasa

2004/103 min

Classificação: 14 anos

27 NOV – 16h10 e 29 NOV – 21h10

O IRMÃO

Direção: Kon Ichikawa

1960/98 min

Classificação: 14 anos

27 NOV – 21h10 e 01 DEZ – 16h10

ERA UMA VEZ EM TÓQUIO

Direção: Yasujiro Ozu

Classificação: 14 anos

28 NOV – 18h20, 30 NOV – 18h20 e 02 NOV – 18h20

PRINCESA ARETE

Direção: Sunao Katabuchi

2000

105 min

Classificação: Livre

28 NOV – 16h10

O TEMPLO DO PAVILHÃO DOURADO

Direção: Kon Ichikawa

1985/ 99 min

Classificação: 14 anos

28 NOV – 21h10 e 02 DEZ – 16h10

AFTER SCHOOL MIDNIGHTERS

Direção: Hitoshi Takeklyo

2012/95 min

Classificação: Livre

29 NOV – 16:10 e 30 NOV – 21h10

GENIUS PARTY

2007/ 105 min

7 animações de curta-metragem

Classificação: 14 anos

01 DEZ – 21h10

GENIUS PARTY BEYOND

2008/90 min

5 animações de curta-metragem

Classificação: 14 anos

02 DEZ – 21h10

Os Tubarões de Copacabana – Eu fui!

“Os Tubarões de Copacabana” fez sua estreia no Odeon no último dia 18, e a temporada é curtíssima. Apenas 2 semanas ficarão em cartaz por lá. Sendo assim, a equipe reuniu mídia e amigos para o lançamento do longa. Afinal, a espera para a data foi de 5 anos, e a expectativa era grande. Vários percalços impediram que o filme fosse lançado antes. O período de 5 anos fez diferença inclusive na aparência de alguns atores. Muitos apareciam muito diferentes em cena que na vida real hoje em dia.

Falando em tempo, o enredo é sobre um grupo de amigos de longa data que costumava pegar onda nas praias de Copacabana. O tempo os afastou, mas uma tragédia os reuniu depois de algum tempo. Quando um dos integrantes do grupo, Neto, morreu, os outros companheiros foram ao enterro dele. O protagonista, Nando (Raul Gazolla), reencontra a viúva – vivida por Alcione Mazzeo -, que já foi sua namorada. Na ocasião também conhece Nicole (Rayanne Moraes), filha do casal, e se apaixona pela moça.

Este é o estopim dos conflitos, pois lógico que a mãe não aceita o relacionamento. A partir de então surgem cenas que lembram episódio de novela: traição, incesto… Isto falando apenas da trama central. O filme também tem vários personagens que fazem participações, mas pouca relevância têm na história. Os próprios demais amigos servem apenas para simbolizar a amizade do grupo, mas têm suas tramas paralelas.

É considerável o esforço da diretora, Rosario Royes, levar seu filme para as telonas. Mas texto, enredo e boa parte do elenco não colaboram para uma aposta de que o filme vá engrenar. Mas serve como um incentivo para que outras produções nacionais sejam realizadas, mas que não levem tanto tempo para entrarem em circuito.

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P.S.: Agradeço ao Alessandro Monteiro pelos convites

4ª Edição do Festival Iguacine

O Iguacine, primeiro festival audiovisual na Baixada Fluminense, chega à sua 4ª edição, com exibições entre os dias 24 e 29/11. As atrações do festival, que são todas gratuitas, prometem movimentar diversos pontos da cidade com programação na Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu (Austin), no Complexo Cultural de Nova Iguaçu (Centro), na Praça de Austin e no Laboratório Cultural (Califórnia). A abertura oficial será no dia 25/11 (quarta-feira), às 20h, no Complexo Cultural de Nova Iguaçu.

A “Mostra Panorama Nacional” exibirá três longas inéditos de grandes diretores, que ainda estrearão no circuito comercial: “Seca”, de Maria Augusta Ramos (25); “O Prefeito”, de Bruno Safadi (26) e “Um Filme de Cinema”, de Walter Carvalho (27). Ambos serão exibidos no Complexo Cultural de Nova Iguaçu. Além da “Mostra Panorama Nacional”, acontecem ainda a “Mostra ELC 10 anos em 10 filmes” e as competitivas “Mostra Competitiva Nacional”, que obteve 224 filmes inscritos de 19 estados, e “Mostra Competitiva Baixada”, que alcançou 37 inscrições.

No sábado (28), o festival reverenciará os quatro homenageados desta edição: O filme “KBela”; o artista plástico local Raimundo Rodriguez; o Ponto Cine (sala de cinema independente de Guadalupe) e Cavi Borges, criador da locadora e produtora Cavídeo. No domingo (29), na Praça de Austin, ocorre a exibição dos premiados das Mostras Competitivas e uma Batalha de Rima do grupo QDN RAP.

Para a coordenadora do Iguacine, Luana Pinheiro, a importância do Iguacine está na mistura de imagens, territórios, práticas e na promoção de encontros. “A Escola Livre de Cinema comemora o retorno do festival e espera contribuir com o cenário de audiovisual da Baixada, estimulando cada vez mais a produção de novas narrativas sobre esse território. O Iguacine será uma demonstração do audiovisual como modo de pensar, sentir e agir nesse lugar”, acrescenta Luana. Confira a programação completa no site http://escolalivredecinemani.com.br/iguacine/

Sobre as mostras

A “Mostra ELC 10 anos em 10 filmes” fará um panorama da produção dos 10 anos da Escola Livre de Cinema e exibirá quatro sessões na ELC, no Laboratório Cultural e no Complexo Cultural de Nova Iguaçu para crianças da Rede Pública de Ensino.
Já a “Mostra Competitiva Nacional” exibirá 27 curtas de nove estados e a “Mostra Competitiva Baixada” terá 13 filmes de seis municípios. As mostras competitivas acontecerão no Complexo Cultural de Nova Iguaçu e a premiação será no dia 28/11 (sábado).

Sobre a Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu

Às vésperas de completar 10 anos, a Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu é a primeira escola de audiovisual da Baixada Fluminense. Sua metodologia articula três conceitos – o corpo, a palavra e o território como elementos de expressão da imagem e do som através de ações artísticas dentro e fora da sala de aula. Seu conteúdo pedagógico aponta para o domínio das técnicas e para o encorajamento estético, no sentido de estimular a criação e a produção audiovisual. Este cenário de ações e de representatividade para o pensamento da educação por meio do Audiovisual é proveniente de um histórico de vivências, de estratégias, de captação e de experimentação no território.

A ELC conta com a parceria do Cineclube Buraco do Getúlio e do Cineclube Mate com Angu, que contribuem com mobilização, produção e metodologia da Escola. A gestão geral é da OSCIP Avenida Brasil Instituto de Criatividade Social. O projeto Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu e o Iguacine tem o patrocínio da Petrobras, do Governo do Rio de Janeiro e da Secretaria de Estado de Cultura, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Terça-feira (24)

Mostra ELC 10 anos em 10 filmes- na ELC, às 14h
Filmes:
A Fofoqueira, de alunos Oficina de Animação ELC – 3’38”- 2006 – animação
As aventuras de Iguaçu e Sua Turma – Comida de Televisão, de alunos Oficina de Animação ELC – 8’38” – 2008 – animação
Autorretratos, de alunos Oficina Audiovisual na Escola ELC – 5′ – 2010 – vídeo arte
Montão de Coisa, de alunos Oficina de Vídeo Dança ELC – 6’59” – 2014 – vídeo dança
Quadradinho de 8, de alunos Oficina Dança e Filma ELC – 2′ – 2015 – vídeo dança

Quarta-feira (25)

Mostra ELC 10 anos em 10 filmes- no Complexo Cultural, às 14h
Filmes:
A Fofoqueira, de alunos Oficina de Animação ELC – 3’38”- 2006 – animação
As aventuras de Iguaçu e Sua Turma – Comida de Televisão, de alunos Oficina de Animação ELC – 8’38” – 2008 – animação
Autorretratos, de alunos Oficina Audiovisual na Escola ELC – 5′ – 2010 – vídeo arte
Montão de Coisa, de alunos Oficina de Vídeo Dança ELC – 6’59” – 2014 – vídeo dança
Quadradinho de 8, de alunos Oficina Dança e Filma ELC – 2′ – 2015 – vídeo dança
Abertura e Mostra Panorama Nacional- no Complexo Cultural, às 20h
Exibição do filme “Seca”, de Maria Augusta Ramos

Quinta-feira (26)

Mostra ELC 10 anos em 10 filmes- no Complexo Cultural de Nova Iguaçu, às 14h
Filmes:
É o Bonde da Rã, Heim!, de alunos Oficina de Animação ELC – 2’19”- 2006 – animação
As aventuras de Iguaçu e Sua Turma – O MegaUltraPowerVideoGame, de alunos Oficina de
Animação ELC – 7’44” – 2008 – animação
Contos Câmara Cascudo – Mata Sete, de alunos Oficina Audiovisual na Escola ELC – 9’24” – 2009 – animação
Autorretratos, de alunos Oficina Audiovisual na Escola ELC – 5′ – 2010 – vídeo arte
Fanque-me, de alunos Oficina Dança e Filma ELC – 2′ – 2015 – vídeo dança
Mostra Competitiva Nacional- no Complexo Cultural de Nova Iguaçu, às 16h
Filmes:
Pedra que Samba, de Camila Agustini e Roman Lechapelier – 11’ – 2015 – documentário – RJ
Serra do Caxambu, de Marcio Brito Neto 16’ – 2015 – documentário – RJ
Canjeré Um Encontro Ancestral, de Alexandre Rosa – 10’30’’ – 2015 – documentário – RJ
Haroldo Costa O Nosso Orfeu, de Silvio Tendler – 26’ – 2015 – documentário – RJ
MC Magalhães, de Marcelo Gularte – 14’43’’ – 2013 – documentário – RJ
Sandrine, de Elen Linth e Leandro Rodrigues – 12’29’’ – 2015 – ficção – AM
Mostra Competitiva Nacional- no Complexo Cultural de Nova Iguaçu, às 18h
Filmes:
Kidchup, de Carolina Giannini Veirano e Guilherme Ghussn – 2’24’’- animação – RJ
Carrosel, de Rafael de Almeida – 3’ – 2013 – experimental – GO
Cartas de Antônio, de Luana Farias, Elena Meirelles, Júlia Meireles, Felipe Fernandes,
Mariana Moron – 13’ – 2015 – documentário – RJ
O Plano do Ano, de Raphael Cruz – 12’10’’ – 2014 – ficção – RJ
Um Dia, de Angelo Defanti – 20’ – 2015 – documentário – RJ
À Festa. À Guerra, de Humberto Carrão Sinoti – 17’ – 2015 – ficção – RJ
Coração de Madeira, de Leonardo Martinelli – 6’40’’ – 2015 – ficção – RJ
Fio Terra, de Ian Capillé – 19’ – 2015 – ficção – RJ
Panorama Nacional- no Complexo Cultural de Nova Iguaçu, às 20h
Exibição do longa “O Prefeito”, de Bruno Safadi

Sexta-feira (27)

Mostra ELC 10 anos em 10 filmes- no Laboratório Cultural, às 14h
Filmes:
É o Bonde da Rã, Heim!, de alunos Oficina de Animação ELC – 2’19”- 2006 – animação
As aventuras de Iguaçu e Sua Turma – O MegaUltraPowerVideoGame, de alunos Oficina de Animação ELC – 7’44” – 2008 – animação
Contos Câmara Cascudo – Mata Sete, de alunos Oficina Audiovisual na Escola ELC – 9’24” – 2009 – animação
Autorretratos, de alunos Oficina Audiovisual na Escola ELC – 5′ – 2010 – vídeo arte
Fanque-me, de alunos Oficina Dança e Filma ELC – 2′ – 2015 – vídeo dança
Mostra Competitiva Nacional- no Complexo Cultural de Nova Iguaçu, às 16h
Filmes:
Voustéquio, de Bruno Nogueira – 3’35’’ – 2015 – animação – ES
Araca O Samba em Pessoa, de Aleques Eiteres – 20’ – 2014 – documentário – RJ
Instante Karma, de Guiwhi Santos – 11’ – 2015 – ficção – RJ
Quintal, de André Novais de Oliveira – 20’ – 2015 – ficção – MG
Cine Paissandú, de Christian Jafas – 15’ – 2013 – documentário – RJ
Mulheres em Luta, de Susanna Lira – 26’ – 2013 – doc – RJ
Mostra Competitiva Nacional- no Complexo Cultural de Nova Iguaçu, às 18h
Filmes:
Amor Objeto, de Helena Ferreira e Rayana França – 1’06’’ – 2014 – animação – PE
A Bordo, de Davi Mello – 22’ – 2015 – ficção – SP
Mãe de Giz, de Almir Correia – 5’ – 2015 – animação – PR
O Corpo É Meu, de Luciana Oliveira – 25’ – 2015 – documentário – SE
Amanhã Já É Outono, de Luciana Bezerra – 16’ – 2014 – ficção – RJ
O Clube, de Allan Ribeiro – 17’ – 2014 – ficção – RJ
Tubarão, de Leo Tabosa – 13’ – 2013 – documentário – PE
Mostra Panorama Nacional- no Complexo Cultural de Nova Iguaçu, às 20h
Exibição do filme “Um Filme de Cinema”, de Walter Carvalho

Sábado (28)

Mostra Competitiva Baixada- no Complexo Cultural de Nova Iguaçu, às 15h
Filmes:
1962 – O Ano do Saque, de Rodrigo Dutra – 20’ – 2014 – documentário – Duque de Caxias
Traços, de Fabiano Mixo – 11’ – 2013 – ficção – Nova Iguaçu/Berlim
Daniel’s Bar Astral, Magia e Você, de Daniel Guerra e Paulo China – 30’ – 2015 – documentário – Nova Iguaçu
Até a China, de Marão – 15’ – 2015 – animação – Nilópolis
Tear, de Taiane Linhares – 15’ – 2014 – documentário – Magé
Mu Ro Ru Mo, de Heraldo HB – 2’ – 2014 – experimental – Duque de Caxias
Mostra Competitiva Baixada- no Complexo Cultural de Nova Iguaçu, às 17h
Filmes:
Donana, de Cacau Amaral – 27’ – 2013 – documentário – Duque de Caxias
Dias e Dias, de Getúlio Ribeiro e Melise Fremiot – 18’ – 2015 – ficção – Nova Iguaçu
Praça do Skate, a Primeira Pista da América Latina, de Paulo China – 20’ – 2013 – documentário – Nova Iguaçu
O Perdão, de Ricardo Rodrigues e Vitor Gracciano – 5’24’’ – 2014 – ficção – São João de Meriti
Hundangbenã – O Ninho da Serpente, de Mazé Mixo – 13’43’’ – 2014 – documentário – Nova Iguaçu
Pó de Arroz, de Lucas Marotelli – 6’ – 2015 – ficção – Itaguaí
As Galeras, de Juliana Portella – 14’10’’ – 2015 – documentário – Nova Iguaçu
Homenagens- no Complexo Cultural de Nova Iguaçu, às 19h
Exibição “KBELA” E “Um Filme Francês” do Cavi Borges
Premiação- a partir das 19h

Domingo (29)

Iguacine na Rua- na Praça de Austin, às 19h
Exibição de filmes e Batalha de Rima com o grupo QND RAP, na Praça de Austin, a partir das 20h
Serviço:
Iguacine- Festival de Cinema da Cidade de Nova Iguaçu
Data: De 24 a 29/11
Entrada gratuita
Classificação: livre

Endereços:
COMPLEXO CULTURAL DE NOVA IGUAÇU
Rua Getúlio Vargas, 51 – Centro, Nova Iguaçu.

ESCOLA LIVRE DE CINEMA DE NOVA IGUAÇU
Rua Cândido Lima,13 – Austin – Nova Iguaçu.

LABORATÓRIO CULTURAL
Rua Rainha Elizabeth, 188 – AP 101 Califórnia – em Frente ao Mercadinho Casal de Ouro – Nova Iguaçu.

PRAÇA DE AUSTIN
Av. Cel. Monteiro de Barros – Austin, Nova Iguaçu.

Estreia de “Os Tubarões de Copacabana”

No dia 18 de novembro, no Cinema Odeon, na Cinelândia, Praça Floriano 7, no Rio de janeiro, às 20h, acontecerá o tão esperado lançamento do longa metragem “Os Tubarões de Copacabana”, dirigido por Rosario Boyer e produzido pela empresa Internacional Produções, com sede no bairro de Copacabana. O filme, protagonizado por Raul Gazolla, Rayanne Morais, Marcos Veras, Alcione Mazzeo, Ricardo Macchi e Guil Silveira e grande elenco, conta a história ficcional de um grupo de surfistas veteranos, que se reúnem depois de 20 anos de afastamento, no velório de um integrante da turma. Nando (Raul Gazolla) o líder do grupo reencontra sua ex namorada (Alcione Mazzeo) e se apaixona loucamente pela filha dela, Nicole (Rayanne Morais) dando início a uma série de conflitos que desencadeiam a tragédia.

         Antes da estréia nacional o filme participou com estrondoso sucesso no circuito de Festivais internacionais, ganhando importantes prêmios: melhor filme, melhor roteiro melhor atriz principal e melhor ator.

        O longa metragem “Os Tubarões de Copacabana” tem no surfe o eixo temático principal, porém não trata especificamente do esporte e sim das pessoas que o praticam, especialmente daqueles que mesmo na maturidade, continuam cultuando tradições e valores peculiares associados ao surfe, e identificando-se por uma série de sinais emblemáticos abraçados por àqueles que escolheram ser surfistas como opção existencial. Ser surfista pressupõe uma entrega total e incondicional, devendo o individuo aderir a uma série de códigos comportamentais coletivos, numa espécie de rituais tribais.

         A estréia de “Os Tubarões de Copacabana” coincide com um momento especialíssimo para a cidade de Rio de Janeiro, escolhida como cenário do filme, que está próxima a sediar os Jogos Olímpicos de 2016.  O bairro de Copacabana, reduto de surfistas,  tem papel destacado   na produção, mostrando não somente sua belíssima praia, como também o espírito de seus moradores, caracterizado pela hospitalidade e o bom humor.

Fomos assistir, veja só!

Como Sobreviver a um Ataque Zumbi – Eu fui!

Semana de Halloween, e uma estreia com a cara da temporada resolve pintar nos cinemas. “Como Sobreviver a um Ataque Zumbi” mexe com um universo muito em voga ultimamente, mas esta mais nova homenagem à classe zumbi não tem o intuito de assustar. A diversão está em primeiro lugar nesta comédia rasgada de Christopher Landom.

O enredo não é lá muita novidade, e repete clichês de outras comédias americanas, com estereótipos parecidos de personagens. 3 adolescentes escoteiros se conhecem desde crianças, mas 2 deles não veem mais graça nisso, e não querem mais ser alvo de chacota dos outros jovens da cidade. Ben – galãzinho – e Carter – com os hormônios à flor da pele – decidem escapar do acampamento para ir a uma badalada festa. Assim, deixam para trás Augie – divertido gordinho – , que se sente traído (e consegue encontrar os dois “ex-amigos” seguindo o que chamou de “cheiro da traição”. Ri muito ahah). Chegando na cidade, veem que o local está tomado por zumbis, e se juntam com Denise – a gostosona – para combater a epidemia.

Apesar do trio matar zumbis sem dó nem piedade e da quantidade de sangue na telona, o filme tem divertidos momentos. Com piadas e cenas que, para uns, podem ser consideradas de mau gosto, o longa faz rir em sua boa parte. Apesar dos clichês já citados, também há várias partes nonsense, que são – para mim – as mais engraçadas.

Se a blogueira que vos fala não fosse tão ignorante em relação a séries americanas – destas em que todos são viciaaaados -, poderia fazer um paralelo entre “Como Sobreviver a um Ataque Zumbi” e elas. Se bem que acho que também não é o caso. A ideia principal mesmo é fazer uma comédia voltada para o público adolescente. Que retrata a libido mais aflorada da fase, e também com um pouco de romance. Quanto a isto, creio que o filme cumpriu seu papel, mas também pode divertir públicos de outras idades (a partir dos 14 anos).

P.S.: Agradeço à Palavra pelos convites

MIMO Festival de 13 a 15/11

O MIMO Festival, o maior evento gratuito de música instrumental do Brasil, desembarca no Rio de Janeiro pela primeira vez entre os dias 13 e 15 de novembro. Além de 20 concertos e 20 workshops com grandes nomes da música, o Festival MIMO de Cinema traz 23 exibições de filmes que têm a música como personagem central. As sessões serão no Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, com entrada gratuita. As senhas já estão disponíveis no site www.mimofestival.com .

Entre os títulos, está o documentário inédito “The Amazing Nina Simone”. O longa-metragem, que será exibido pela primeira vez no Brasil,refaz a trajetória da emblemática cantora, compositora e instrumentista, por meio de suas canções e a partir de 50 entrevistas que mergulham em sua intimidade e destacam o seu importante papel em defesa dos direitos dos negros. O fillme será exibido na abertura do Festival no dia 12 de novembro e terá uma sessão para o grande público  dia 14 de novembro (sábado). As duas exibições contarão com presença do diretor Jeff L. Lieberman. O diretor norte americano também assina os documentários “ Re-emerging: The Jews of Nigeria” e “ In the Mix: 25 Days and Not a Minute More”.

A programação conta com filmes que destacam o universo do samba, rock, frevo, pife e reggae. Entre eles, está “Sem dentes: Banguela Records e a turma de 94”, dirigido por Ricardo Alexandre, que revela a história do selo Banguela Records, liderado por Carlos Eduardo Miranda e pelos Titãs.

O Festival MIMO de Cinema promove ainda as primeiras exibições no Rio de Janeiro de “Premê-Quase lindo”, de Alexandre Sorriso e Danilo Moraes, “Sete corações”, de Dea Ferraz, “Reverberações – Itamar Assumpção”, de Pedro Colombo e Claudia Pucci e “Xingu Cariri Caruaru Carioca”, de Beth Formaggini.

Completam a programação os longas, “82 minutos”, de Nelson Hoineff, “My name is now, Elza Soares”, de Elizabete Martins Campos,  “Yorimatã”, de Rafael Saar e “Eu sou Carlos Imperial”, de Ricardo Calil e Renato Terra. Destaque ainda para os curtas “O Clube” de Allan Ribeiro, “Classic Albums: O Terno”, de Felipe Arrojo Poroger e “Araca- O samba em pessoa”, de Aleques Eiterer. A retrospectiva do ano será dedicada à vida e obra de Ney Matogrosso, com a exibição de “Olho nu”, de Joel Pizzini.

A seleção dos filmes em 2015 ficou a cargo dos jornalistas e críticos Marcelo Janot e Heitor Augusto e da cineasta Rejane Zilles, diretora do Festival MIMO de Cinema .

 

MIMO FESTIVAL

Realizado desde 2004, na cidade de Olinda, o MIMO é um festival intrinsecamente associado ao patrimônio, aos bens culturais e à educação. Ao longo dos anos, reuniu um público de quase um milhão de pessoas, em 300 concertos com grandes nomes da música como Salif Keita, Pinchas Zukerman, Herbie Hancock, Madredeus, Ibrahim Maalouf, Buena Vista Social Club, Toninho Horta, Chick Corea, Chucho Valdés, Gotan Project, Egberto Gismonti, Richard Galliano, Hamilton de Holanda e Nelson Freire. Este ano, o festival já passou pelas cidades históricas de Paraty (RJ), Tiradentes (MG) e Ouro Preto (MG).

 

NÚMEROS DO MIMO FESTIVAL ATÉ 2014

Cerca de um milhão de espectadores

157 filmes exibidos

300 concertos apresentados com entrada franca

600 músicos participantes

18 mil alunos beneficiados na Etapa Educativa

Recebeu artistas do Mali, Cuba, EUA, Argentina, França, Alemanha, Bélgica, Portugal, Itália, Jamaica, Escócia, Índia e Jordânia, entre outros.

 

PROGRAMAÇÃO  COMPLETA

Local: Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro

 

QUINTA-FEIRA, 12/11  *Sessão de abertura para convidados

20h30, MATIZ (Jackson Abacatu)

CLASSIC ALBUMS: O TERNO (Felipe Arrojo Poroger)

THE AMAZING NINA SIMONE ( Jeff L. Lieberman/ EUA)

 

SEXTA-FEIRA, 13/11

14h,     OITO BAIXOS – Ô COISA BONITA DE SE OUVIR! (Arline Lins e Caroline Rangel)

SINTONIZAH (Lecuk Ishida e Willy Biondani)

 

16h,     SETE CORAÇÕES (Dea Ferraz)

18h,     MEU CANTO É SAUDADE: A POESIA DE SEU JUCA DA ANGÉLICA (Diógenes S. Miranda)

CLASSIC ALBUMS: O TERNO (Felipe Arrojo Poroger)

PREMÊ-QUASE LINDO (Alexandre Sorriso e Danilo Moraes)

20h30, SEM DENTES: BANGUELA RECORDS E A TURMA DE 94 (Ricardo Alexandre)

 

SÁBADO, 14/11

14h,     THE AMAZING NINA SIMONE (Jeff L. Lieberman/ EUA)

16h,     YORIMATÃ (Rafael Saar)

18h,     82 MINUTOS (Nelson Hoineff)

20h30, ARACA – O SAMBA EM PESSOA (Aleques Eiterer)

MY NAME IS NOW, ELZA SOARES (Elizabete Martins Campos)

 

DOMINGO, 15/11

14h,     OLHO NU (Joel Pizzini) – * Retrospectiva MIMO Festival

16h,     EU SOU BIXIGA (Adriana Terra)

TOQUE DE SAMBA (Mariana Tavares e Vannessa Resende)

REVERBERAÇÕES – ITAMAR ASSUMPÇÃO (Pedro Colombo e Claudia Pucci)

18h,     MATIZ (Jackson Abacatu)

XINGU CARIRI CARUARU CARIOCA (Beth Formaggini)

20h30, O CLUBE (Allan Ribeiro)

EU SOU CARLOS IMPERIAL (Renato Terra e Ricardo Calil)

Fotos: www.flickr.com/mimofestival

SERVIÇO MIMO

Parque Lage

Rua Jardim Botânico 414, Jardim Botânico

* Não será necessária a retirada de senhas . Espaço sujeito à lotação.

 

Museu da República

Rua do Catete, 153, Catete

* Não será necessária a retirada de senhas . Espaço sujeito à lotação.

 

Cine Odeon

Praça Floriano, 7, Centro

*Retirada de ingressos através do portal www.mimofestival.com

1° lote de ingressos – disponibilizado no dia 9/11, a partir das 10h.

2° lote de ingressos – disponibilizado no dia da atividade, a partir das 10h.

 

Igreja da Candelária

Praça Pio X, s/n, Centro

*Retirada de ingressos através do portal www.mimofestival.com

1° lote de ingressos – disponibilizado no dia 9/11, a partir das 10h.

2° lote de ingressos – disponibilizado no dia da atividade, a partir das 10h.

 

Igreja Nª Sª do Outeiro da Glória

Praça Nossa Senhora da Glória, 26, Glória

*Retirada de ingressos através do portal www.mimofestival.com

1° lote de ingressos – disponibilizado no dia 9/11, a partir das 10h.

2° lote de ingressos – disponibilizado no dia da atividade, a partir das 10h.

 

Igreja da Penha

Estrada da Penha, 19, Penha

*Retirada de ingressos através do portal www.mimofestival.com

1° lote de ingressos – disponibilizado no dia 9/11, a partir das 10h.

2° lote de ingressos – disponibilizado no dia da atividade, a partir das 10h

Sala Cecília Meireles

Rua da Lapa, 47, Lapa

*Retirada de ingressos através do portal www.mimofestival.com

1° lote de ingressos – disponibilizado no dia 9/11, a partir das 10h.

2° lote de ingressos – disponibilizado no dia da atividade, a partir das 10h.

 

Auditório do BNDES

Avenida Chile, 100, Centro

*Retirada de ingressos através do portal www.mimofestival.com

1° lote de ingressos – disponibilizado no dia 9/11, a partir das 10h.

2° lote de ingressos – disponibilizado no local, no dia do evento, a partir das 18h.

CineMaterna no Shopping Metropolitano

O Shopping Metropolitano Barra realiza, na próxima terça-feira, dia 10, às 14h10, mais uma sessão CineMaterna especialmente para as mães levarem seus bebês de até 18 meses. O novo filme do agente secreto mais famoso do cinema há 50 anos, ‘007 Contra Spectre’, foi o escolhido pelas próprias mães por meio de enquete no site da Associação CineMaterna – www.cinematerna.com.br. Após a sessão, haverá um gostoso café com bate-papo na loja Ri Happy Baby, no primeiro piso do shopping.

As sessões Cinematerna são programadas para levar entretenimento às mães no pós-parto, em um ambiente amigável para os bebês, com som e ar condicionado suaves, sala levemente iluminada e tapete emborrachado para que mães e crianças fiquem mais à vontade no chão. Há também trocadores disponíveis nas salas de cinema e um ‘estacionamento’ de carrinhos de bebês. Mães voluntárias recepcionam o público.

“Para as mães no pós-parto, não importa se é o primeiro ou o terceiro filho, este é sempre um momento especial e sensível. O CineMaterna conhece profundamente este universo e promove o retorno dessas mães à vida social, incentivando a troca de experiências sobre diversas questões da maternidade, além de proporcionar entretenimento e cultura. No cinema, elas podem desfrutar de um momento de relaxamento e diversão”, conta Irene Nagashima, co-idealizadora do CineMaterna.

Papais e acompanhantes são sempre bem-vindos nas sessões e não é preciso reservar lugar no cinema previamente. Basta chegar à bilheteria do Cinemark, no segundo piso do Shopping Metropolitano Barra, e adquirir o ingresso.

“O CineMaterna é também um espaço onde a mãe pode se reintegrar socialmente e conhecer outras pessoas no mesmo momento da vida para trocar experiências. Por isso nossa missão é tornar o CineMaterna acessível a cada vez mais mães, tornando o pós-parto mais leve por meio de um programa agradável junto com seus bebês. Estamos muito felizes que o CineMaterna tenha se estabelecido com mais uma sessão no Rio de Janeiro”, enfatiza Taís Viana, co-idealizadora do CineMaterna.

Serviço:
Local: Shopping Metropolitano Barra
Data: 10 de novembro de 2015 (terça-feira)
Horário: 14h10
Endereço – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1.300 – Centro Metropolitano – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro

Um Namorado Para Minha Mulher

A diretora carioca Julia Rezende está filmando em São Paulo a comédia romântica “Um Namorado Para Minha Mulher”, adaptação do maior sucesso de bilheteria argentino de 2009, “Un Novio Para Mi Mujer”, de Juan Taratuto. Com Ingrid Guimarães, Caco Ciocler, Domingos Montagner, Paulo Vilhena, Marcos Veras e Miá Mello, o longa conta a história de Chico (Caco Ciocler) e Nena (Ingrid Guimarães), que estão juntos há 15 anos e vivem uma crise conjugal que parece não ter solução. Sem coragem de pedir o divórcio, Chico, dono de um antiquário, resolve contratar um amante profissional para conquistar Nena – e aí entra em cena Corvo (Domingos Montagner), que causa uma reviravolta na história. Com lançamento previsto para junho de 2016, o filme terá distribuição da Paris Filmes e da Downtown Filmes.

Nena é jornalista mas está sem trabalhar e leva uma vida desprovida de fortes emoções. Todo mundo acha graça em seu humor ácido e olhar super crítico para tudo – menos Chico, que já deixou de se divertir com ela há muito tempo. Vendo a insatisfação de Chico, seus amigos o convencem a tomar uma decisão inusitada: contratar o exótico sedutor Corvo, especialista em conquistas sob encomenda. No plano arquitetado pelos rapazes, Nena se apaixonaria e, por conta própria, terminaria o casamento. A partir daí, todos perdem o controle da situação numa sequência hilária de fatos.

“O filme mostra situações cômicas típicas de um casamento em crise dos pontos de vista do homem e da mulher, com um humor inteligente, ácido e nada histriônico. Mas muito engraçado. A Nena tem um olhar perspicaz e crítico sobre todos os assuntos, e seu mau humor se revela extremamente sagaz”, conta a diretora Julia Rezende, que assina o roteiro junto com Lusa Silvestre (de “Estômago” e “E Aí, Comeu?”) e com colaboração de Ingrid Guimarães.

Entre as pérolas da personagem de Ingrid, há frases como: “Detesto gente que fica procurando coincidências. Também odeio as modelos, aquelas mulheres magérrimas que dizem que comem de tudo e não fazem exercício. Odeio a entonação dos repórteres na televisão. Odeio gente que finge alegria, gente que me inclui em grupo de whatsapp depois magoa se eu saio. Odeio quem fica fazendo selfie em museu.”

Protagonizado por Ingrid Guimarães (que com as comédias “De Pernas Pro Ar” 1 e 2, e “Loucas Pra Casar” levou 11,9 milhões de espectadores aos cinemas) e por Caco Ciocler em seu maior papel cômico, o filme também apresenta Domingos Montagner – que tem formação circense e é fundador do grupo de clown LaMínima – pela primeira vez em uma comédia. “Um Namorado Para Minha Mulher” traz Miá Mello no papel da zen e desencanada Graça, melhor amiga de Nena; tem participações de Paulo Vilhena e Marcos Veras como Gastão e Veloso, amigos de Chico; e Letícia Colin como Mariana, que numa festa se mete em uma briga feia com Nena por causa de astrologia – assunto que ela detesta.

FICHA TÉCNICA:
Direção: Julia Rezende
Elenco: Ingrid Guimarães, Caco Ciocler, Domingos Montagner, Miá Mello
Participações Especiais: Paulo Vilhena como Gastão, Marcos Veras como Veloso e Leticia Colin como Mariana
Roteiro: Lusa Silvestre e Julia Rezende; colaboração de Ingrid Guimarães
Produtora: Diane Maia
Produção: Paris Produções
Distribuição: Paris Filmes, Downtown Filmes

#Garotas – o Filme

Uma forte amizade une três meninas de seus 20 e poucos anos. Elas saem, zoam, bebem, dançam e se divertem como se não houvesse amanhã. Um retrato sem julgamentos de um estilo de vida inconsequente. O tempo, porém, é implacável e alguma hora a vida cobra, é tempo de virar adulto, por bem ou por mal.  #Garotas – o Filme é um drama recheado por diálogos atuais, humor ácido e nem um pouco politicamente correto. Escrito e dirigido por Alex Medeiros e produzido por Rafael Costa com a Accorde Filmes, o filme tem distribuição da Paris Filmes e chega aos cinemas em 12 de novembro de 2015.

Não é comum, na produção cinematográfica brasileira, ver muitas produções como #garotas, que pode suscitar polêmicas ao falar de temas sérios de maneira tão crua,atual e até mesmo um pouco suja. Ao alternar momentos cômicos e dramáticos, exatamente como acontece na vida real, torna-se um retrato realista da juventude. Num filme sobre jovens mulheres rock’n’roll, o elenco majoritariamente feminino traz, entre alguns rostos conhecidos do cinema e da TV, muitas caras novas para as telas brasileiras. O estilo das interpretações é naturalista, fruto de um intenso processo de ensaios e improvisos (registrado numa série de episódios de “making of” disponíveis no canal da Paris Filmes no YouTube). A trilha sonora tem coordenação de Rodrigo Gorky, do Bonde do Rolê, com faixas inéditas do grupo, além de uma canção original executada por Danni Carlos. Matanza, Banda Uó, Mahmundi, Maffalda, Maldit e Painside também estão na trilha. O filme foi rodado em locações no Rio de Janeiro e em Angra dos Reis.

“Eu fiz esse filme porque tenho algo a dizer: ‘Ninguém tem o direito de te dizer o que fazer com a sua vida. Mais ainda, ninguém tem o direito de te julgar pelo modo que você fala, se veste, ou pelo que faz com seu corpo’. Quis contar uma história universal de rito de passagem, mas sei que estes lemas têm uma relevância peculiar no contexto de polarização moral em que vivemos hoje. E, como realizador, tenho interesse pelo futuro” diz Alex Medeiros. E completa: “não acho que a maioria dos jovens fique pensando: ‘Poxa, estou vivendo uma fase incrível, repleta de sonhos e possibilidades’. Acho que a maioria pensa: ‘Crescer é foda!’”, analisa.

Existe um parentesco com comédias americanas como Se Beber, Não Case e Superbad – É Hoje, e também com o cinema de John Hughes, o mestre do filme jovem dos anos 80. Em termos de estilo e fotografia, há paralelos com filmes como À Prova de MorteSpring Breakers – Garotas Perigosas e Bling Ring – A Gangue de Hollywood.

SINOPSE

Beth (Giovana Echeverria), Milena (Barbara França) e Carina (Jeyce Valente) são três amigas universitárias que compartilharam as baladas mais insanas do Rio de Janeiro por diversos semestres. As histórias de suas farras são lendárias entre os amigos e colegas. Após morar um ano em Nova York com sua família, Beth volta na véspera do Ano Novo, decidida a mudar de vida e crescer. Incapazes de aceitar a nova fase “séria” da amiga, Carina e Milena aparecem de surpresa na sua casa, levando uma pequena multidão para celebrar o réveillon, fazendo de tudo para impedir que ela se torne uma menina comportada. Mas a noite guarda muitas surpresas: antes do amanhecer, segredos serão revelados, amizades serão testadas, corações serão partidos e lágrimas (e outros fluidos corporais) serão derramadas

No decorrer de uma narrativa em ritmo frenético, o filme desvenda ainda os acontecimentos do réveillon anterior, na boate “Hades”, de propriedade do odioso empresário Antonio (Nicola Siri), numa noite fatídica que mudou para sempre a vidas destas três meninas. Ao final, passado e presente se encontram numa conclusão surpreendente.

O DIRETOR

Alex Medeiros desempenhou muitos papéis em vinte anos na indústria do entretenimento: diretor, produtor, roteirista, editor, programador, executivo. Atualmente diretor artístico responsável por séries originais do Gshow, já produziu mais de 700 episódios de webséries, com 4 indicações ao International Digital Emmy ®. Dirigiu documentários, videoclipes e a primeira série da Globo criada para a internet, “A Lei de Murphy”. Nos EUA, trabalhou na Walt Disney Company com programação e análise de roteiros para o Disney Channel Latin America, e estudou Cinema na Newhouse School, em Syracuse, Nova York. “#garotas – O Filme” é seu primeiro longa-metragem.

A PRODUTORA

A Accorde Filmes é uma empresa de produção de conteúdo com mais de 20 anos de atuação no mercado brasileiro e internacional, tendo produzido séries para Portugal e Globo Internacional, além de cinco longas metragens, como o premiado “Em Teu Nome”, lançado em vários países, e “A Oeste do Fim do Mundo”, filmado na Cordilheira dos Andes e ganhador de 3 prêmios no Festival de Gramado, assim como Melhor Filme e Atriz no Festival de Toronto (Brafft). Em 2014, produziu “Animal”, a primeira série desenvolvida pela TV Globo exclusivamente para a plataforma de TV por assinatura.

ELENCO PRINCIPAL

GIOVANA ECHEVERRIA (Beth)

Atriz intensa, em franca ascensão. Depois de #garotas, filmou outro longa, A Superfície da Sombra, também da produtora Accorde, no Chuí. Neste filme, precisou falar no dialeto típico da fronteira com o Uruguai. Nascida em Porto Alegre, estreou no curta Céu Azul, da série “Curtas Gaúchos”, da RBS, na adolescência. Com 17 anos, integrou o elenco de Malhação ID. Depois da Globo, fez a novela Vidas em Jogo, na Record. Também teve várias experiências com teatro.

Trabalhou pela primeira vez com o diretor Alex Medeiros e o produtor Rafael Costa no clipe “Reject the Silence”, da banda Painside. Depois, fizeram juntos a websérie A Lei de Murphy.

BARBARA FRANÇA (Milena)

Faz trabalhos como modelo, mas está focada na carreira de atriz. Logo após filmar #garotas, integrou o elenco da série Animal, do GNT. Depois, esteve na novela Os Dez Mandamentos, da Record. Na Globo, fez participações em A Turma do Didi, aos 13 anos, e, mais recentemente, na novela Geração Brasil. Participou das webséries A Lei de Murphy, com o diretor Alex Medeiros, e também de Lembranças do Irajá. Já fez vários comerciais de grande circulação, como da Coca-Cola, Itaú e ENO.

Nascida em Belo Horizonte, mora há muitos anos no Rio e já é essencialmente carioca. Aos 18 anos, foi a “musa do verão” do Jornal do Brasil.

JEYCE VALENTE (Carina)

Formada em artes cênicas, também é autora e diretora de teatro. Encenou sua peça A Pedra de Sueli no Parque das Ruínas, montagem financiada através de crowdfunding, na plataforma Benfeitoria. Todas as sessões lotaram.  Escreveu e lançou um livro de contos, Maria Só, que vende através da internet em exemplares customizados por ela mesma, feitos à mão. Participou da websérie A Lei de Murphy, com o diretor Alex Medeiros, e da série Magnífica 70, na HBO.

Carioca, também é cozinheira, e trabalhou no restaurante Oro, de Felipe Bronze. Participa de vários movimentos feministas.

FICHA TÉCNICA

TÍTULO                                                         #GAROTAS – O FILME

GÊNERO                                                     Comédia/Drama

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA               16 anos

DURAÇÃO                                                  105 minutos

FORMATO DE FILMAGEM                      4K

FORMATO DE LANÇAMENTO               DCP (Digital Cinema Package)

COM                                                             Giovana Echeverria

                                                                       Barbara França

                                                                       Jeyce Valente

                                                                       Ingra Lyberato

Bruno Dubeux

Rafael Canedo

Raphael Logam

                                                                       Erik Vesch

Nicola Siri

Alex Nader

                                                                       Maria Carolina Ribeiro

                                                                       Paulo Giardini

                                                                       Lazuli Galvão

                                                                       Natasha Sierra

                                                                       Pedro Emanuel

                                                                       Mário Terra

                                                                       Philipp Lavra

DIREÇÃO E ROTEIRO                             Alex Medeiros

PRODUÇÃO EXECUTIVA                                   Paulo Nascimento

                                                                       Marilaine Castro da Costa

                                                                       Alex Medeiros

PRODUÇÃO                                                           Rafael Costa

FOTOGRAFIA                                             Alexandre Berra

SOM                                                              André Sittoni

MONTAGEM                                                           Marcio Papel

                                                                       Alex Medeiros

ARTE                                                            Nathalia Siqueira

FIGURINO                                                   Tuca Sodré

                                                                       Dora Bertoni

MAQUIAGEM                                              Maria Inez Moura

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=CF2HxucvNwU

Já vimos, olha só!

“Fome” estreia no Festival de Brasília

Fome, dirigido por Cristiano Burlan, fará sua estreia no 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, no dia 17 de setembro, às 20h30.

Fome encerra a “Tetralogia em preto e branco” do diretor Cristiano Burlan, que se iniciou com Sinfonia de um homem só (2012), Amador (2013) e Hamlet (2014). Os quatro filmes tem a cidade de São Paulo como força motriz, os personagens perambulam por uma metrópole exposta em sua concretude e em perpétuo processo de construção e desconstrução.

Nas veredas da metrópole paulista, um velho homem (Jean-Claude Bernardet) abandona o passado e perambula na invisibilidade. Carrega consigo apenas um carrinho, alguns trapos e o tempo. Depois que se viu a morte é possível morrer de amor por alguém?

Perguntado sobre o que é o Fome, o diretor diz “Morar na rua é um ato de resistência. O perambular é, para mim, não uma busca por chegar em algum lugar, mas a garantia do movimento. Eu já passei fome quando morei ilegalmente na Europa. A única coisa que passava na minha cabeça era a possibilidade do suicídio e a necessidade em andar. Mas o filme não é sobre mim. Acredito que os filmes só falam sobre duas coisas, o amor e a ausência dele e o Fome é sobre isso”.

O elenco conta também com a atriz potiguar Ana Carolina Marinho, com Henrique Zanoni (que protagonizou os filmes Sinfonia de um homem só, Amador e Hamlet), com os atores Adriana Guerra, Rodrigo Sanches, Juão Nin, Gustavo Canovas e com o crítico Francis Vogner.

Cristiano Burlan desenvolveu Fome logo depois de Hamlet, que teve sua estreia nacional nos cinemas em 2015. Antes de realizar a “Tetralogia em preto e branco”, Burlan lançou o documentário Mataram meu irmão, que ganhou os prêmios do júri e da crítica no 18o Festival É Tudo Verdade, o Prêmio do Governo do Estado de São Paulo 2014 e o 40o SESC Melhores Filmes como melhor documentário.

Fome foi realizado de forma independente e com recursos próprios e de parceiros que entraram como produtores associados, assim como toda a Tetralogia.

Sinopse
Nas veredas da metrópole paulista, um velho homem (Jean-Claude Bernardet) abandona o passado e deambula na invisibilidade. Carrega consigo apenas um carrinho, alguns trapos e o tempo. Depois que se viu a morte é possível morrer de amor por alguém?

Cristiano Burlan
Cristiano Burlan nasceu em Porto Alegre em 1975. É diretor de cinema e teatro. Na década de noventa morou em Barcelona, onde dirigiu o grupo de cinema experimental super-8. Em São Paulo, esteve à frente do grupo de teatro a Fúria. Tendo em sua filmografia mais de 15 filmes, entre ficções e documentários. É professor na Academia Internacional de Cinema – AIC, na Escola Superior de Artes Célia Helena e na Universidade do Estado do Amazonas. A maior parte de sua filmografia participou de importantes festivais. Seu documentário mais recente Mataram meu irmão foi o grande vencedor do É Tudo Verdade 2013, do 40o Festival SESC de Melhores Filmes e do Prêmio do Governador do Estado de São Paulo. Em 2015 lançou o filme Hamlet nos cinemas. Atualmente, lança seu novo filme, Fome e realiza a pré-produção de seu novo documentário, Elegia de um Crime, o qual encerra a sua trilogia do luto.

Ficha técnica
Direção: Cristiano Burlan
Roteiro: Cristiano Burlan e Henrique Zanoni
Produção: Cristiano Burlan e Henrique Zanoni
Produção executiva: Simone Paz Hernandez
Fotografia e câmera: Helder Filipe Martins
Montagem: Cristiano Burlan e Renato Maia
Elenco: Jean-Claude Bernardet, Ana Carolina Marinho, Henrique Zanoni, Juão Nin, Gustavo Canovas, Adriana Guerra, Rodrigo Sanches, Francis Vogner
Trilha Sonora: Androide Sem Par
Distribuição: Bela Filmes
Gênero: Drama
Cor: Preto e branco
Duração: 90 minutos

Serviço
Brasília
48o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Dia 17 de setembro.

Festival Internacional Pequeno Cineasta”

A 5ª edição do “Festival Internacional Pequeno Cineasta” (FIPC) vem aí! De 2 a 6 de setembro, o festival irá exibir cerca de 60 curtas, selecionados entre 250 inscritos, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro, com entrada franca. O objetivo é promover o debate sobre o universo infantil, discutindo os conceitos educacionais atuais e os valores dentro da diversidade cultural, através de um panorama da produção audiovisual realizada por crianças e jovens do Brasil e do exterior, entre 8 e 17 anos. Criado em 2010, pela atriz e produtora Daniela Gracindo, além de mostra competitiva o FIPC vai contar com workshop de cinema gratuito, exposição de fotos e exibição de filmes na Arena Dicró, na Penha; mesa redonda com a participação de pequenos cineastas do Rio e da Suécia; além de três mostras não competitivas: “Sustente sua Historia”, com curtas voltados para o meio ambiente; “Pequeno Cineasta”, com filmes criados pelos alunos da oficina homônima; e outra internacional com filmes escandinavos. Toda a programação é gratuita.

 

Em suas quatro edições o festival exibiu em torno de 300 filmes, de aproximadamente 30 países, atingindo um público direto de três mil pessoas. Nessa quinta edição, serão exibidos no total de 60 curtas, sendo 25 deles internacionais de 14 países: Alemanha, Argentina, Austrália, Bélgica, Chile, China, Espanha, Grécia, Inglaterra, Iran, Itália, Suécia, Ucrânia e Venezuela. Já os brasileiros vieram de 12 diferentes estados: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Natal, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. A abertura oficial acontece dia 2, no CCBB do Rio, sob o comando dos mestres de cerimônia, o ator, Caio Blat, e a Pequena Cineasta, Nicole Derin.

 

A mostra competitiva acontece de 3 a 6 de setembro, quando serão exibidos 37 filmes. Ao final de cada sessão o público (apenas crianças de 8 a 17 anos) pode votar em seu preferido nas competitivas nacional e internacional, em duas categorias: de 8 a 12 anos e de 13 a 17 anos. Os filmes também são analisados por um júri formado por dez crianças e jovens cineastas, com perfis representativos de diferentes regiões do estado do Rio, em conjunto com a coordenadora pedagógica do Festival e um representante do mercado audiovisual. Os vencedores levam pra casa o troféu “Pequeno Cineasta”, além de câmeras digitais da marca Nikon, de diversos modelos (Melhor filme pelo Júri Oficial – Câmera Digital Nikon D3200; Melhor filme pelo Júri Popular – Câmera Digital Nikon COOLPIX P530).

 

A programação conta ainda com uma mostra de filmes escandinava com curadoria do sueco Kristoffer Hagelber, coordenador internacional do festival, que vem ao Brasil a convite da diretora, Daniela Gracindo. A mostra será promovida em sessão única, dia 5 de setembro no CCBB. Outro convidado internacional é a atriz e pedagoga espanhola Ana Hernandés Sanchiz, da escola “Lá Bici de E.T”, que vem promover um workshop gratuito, no Instituto Cervantes de Botafogo, para educadores, líderes comunitários e interessados no assunto sobre como utilizar a linguagem cinematográfica dentro das escolas. Ainda fora da competição, o festival irá exibir uma seleção de curtas realizados pelos alunos da oficina “Pequeno Cineasta”, criada em 2009 por Daniela para crianças e jovens. Desde que foi criada, a escola de cinema já formou 24 turmas e realizou 40 filmes. Outra iniciativa do festival é a mostra “Sustente sua História”, que traz 8 curtas que tratam da temática ambiental, promovida também no dia 5, no Museu do Meio Ambiente, do Jardim Botânico.

 

Outro palco do festival será a Arena Dicró, na Penha, onde a mostra competitiva acontece paralelamente ao CCBB, de 4 a 6 de setembro, e também contará com a votação do público mirim da comunidade. Paralelamente a mostra, será aberta na Galeria L, na praça de conveniência da arena, uma exposição de fotos de alunos do projeto “Do Chão da Maré às Nuvens”, realizado pelo Observatório de Favelas em parceria com o projeto Criança Esperança. A exposição homônima traz fotografias realizadas pelas crianças e adolescentes sob a coordenação do fotógrafo AF Rodrigues, durante o ano de 2014, apresentando um recorte da produção desses novos olhares sobre o cotidiano de trocas, de sociabilidades, de criação e de inovação presente no território.

Pela primeira vez, escolas do ensino público do município receberão a programação do festival dentro de seus estabelecimentos de ensino, ampliando o acesso à cultura para essas crianças e jovens do Rio de Janeiro. Os alunos também terão a chance de votar em seus filmes favoritos. E para completar, a tradicional “Mesa Redondinha”, dessa vez, contará com a participação de alunos da escola Sá Pereira e do projeto Imagens e Movimento em videoconferência com as jovens cineastas suecas, Marta e Greta Akeberg. As irmãs autoditadas já arrecadaram alguns prêmios com suas produções (Região Skane bet Sacania Lifts, em 2014, e Pixel Junior, em 2015) O encontro, mediado por Ana Dylon no Instituto Cervantes, é aberto ao público e tem como objetivo proporcionar a troca de experiências sobre o processo de realização de um filme.

O encerramento do festival, dia 6, no CCBB, contará com uma homenagem ao projeto SOM+EU, desenvolvido pela Associação Cultural Amigos da Providência, com direção geral e artística de Moana Viterbo Martins. Além do prêmio, os filmes vencedores ganham vaga na programação do “Programa Pequeno Cineasta” exibido pelo Canal Brasil. O programa, apresentado por Daniela Gracindo, traz os filmes nacionais e internacionais que se destacaram no FIPC com uma “mesa redondinha” formada por pequenos cineastas que analisam os filmes exibidos e debatem sobre a sétima arte, a partir de suas próprias produções.

SOBRE DANIELA GRACINDO: é atriz e produtora. Com curso superior em cinema pela UNESA, se especializou como produtora executiva em 2002 fazendo MBA pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) – RJ. Viveu na Austrália, onde concluiu o curso de “Film Making From Start to Finish”, na Worker’s Educational Association de Sidney. Entre vários trabalhos que realizou, destacam-se o documentário de longa-metragem que homenagem ao ator Paulo Gracindo, seu avô paterno, intitulado “Paulo Gracindo – O Bem Amado” e a versão do musical “Léo e Bia” de Oswaldo Montenegro para as telas de cinema.

 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO FESTIVAL:

 

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL  – CCBB – RJ – Cinema 1

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL E INTERNACIONAL

De 2 a 5 de setembro

Dias 3 e 4 de 10h às 17h; dia 5 de 14h às 17h; Dia 6 de 14h às 16h.

Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – RJ – Tel. 21 3808-2000
Capacidade: 100 lugares (Cinema 1)
Classificação: Livre

Entrada Franca

 

ABERTURA– 2 setembro/2015 – (quarta-feira)

19:30 às 22:00 – Abertura oficial para convidados do festival com a apresentação da programação desta edição pelos Mestres de Cerimônia Caio Blat e a Pequena Cineasta Nicole Derin.

 

Dia 3 setembro/2015 – (quinta-feira)

10:10 – Mostra Oficina Pequeno Cineasta

11:00 – Mostra Nacional – Categoria Crianças

12:00 – Mostra Internacional – Categoria Crianças

14:00 – Mostra Oficina Pequeno Cineasta

15:00 – Mostra Nacional – Categoria Jovens

16:00 – Mostra Internacional – Categoria Jovens

17:00 – Mostra Oficina Pequeno Cineasta

 

Dia 4 setembro/2015 – (sexta-feira)

10:10 – Mostra Oficina Pequeno Cineasta

11:00 – Mostra Nacional – Categoria Crianças

12:00 – Mostra Internacional – Categoria Crianças

14:00 – Mostra Oficina Pequeno Cineasta

15:00 – Mostra Nacional – Categoria Jovens

16:00 – Mostra Internacional – Categoria Jovens

17:00– Mostra Oficina Pequeno Cineasta

 

Dia 5 setembro/2015 – (sábado)

14:00 – Mostra Oficina Pequeno Cineasta

15:00 – Mostra Especial de Filmes Escandinavos

16:00 – Mostra Sustente Sua História

17:00 – Mostra Oficina Pequeno Cineasta

 

Dia 6 setembro/2015 – (domingo)

14:00 – Mostra Oficina Pequeno Cineasta

15:00 – Mostra Sustente Sua História

16:00 – ENCERRAMENTO com exibição dos filmes vencedores e premiação.

 

ARENA CARIOCA DICRÓ

De 4 a 6 de setembro

De 13h às 16h

Endereço: Rua Flora Lobo – Penha Circular – RJ . Telefone: 21 3486-7643

Capacidade: 338 pessoas

Classificação: Livre

Entrada Franca

 

EXPOSIÇÃO DE FOTOS “DO CHÃO DA MARÉ ÀS NUVENS”.

Abertura: dia 4 de setembro, 14h.

Galeria L , na Praça de Convivência da Arena Dicró. 

Visitação: de terças a sextas, de 13h às 21h e sábados e domingos de 10h às 21h. GRÁTIS.

 

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL E INTERNACIONAL

Dia 4 setembro/2015  (sexta)

13:00 – Mostra Nacional – Categoria Crianças

14:00 – Mostra Internacional – Categoria Crianças

15:00 – Mostra Nacional – Categoria Jovens

16:00 – Mostra Interacional – Categoria Jovens

 

Dia 5 setembro/2015 – (sabado)

10:10 – Mostra (não competitiva) Oficina Pequeno Cineasta

11:00 – Mostra Nacional – Categoria Crianças

12:00 – Mostra Internacional – Categoria Crianças

14:00 – Mostra (não Competitiva) Oficina Pequeno Cineasta

15:00 – Mostra Nacional – Categoria Jovens

16:00 – Mostra Internacional – Categoria Jovens

 17:00 – Mostra (não Competitiva) Oficina Pequeno Cineasta

 

Dia 6 setembro/2015 – (domingo)

10:00 – Mostra (não competitiva) Oficina Pequeno Cineasta

11:00 – Mostra (não competitiva) Sustente Sua História

 

 

MUSEU DO MEIO AMBIENTE DO JARDIM BOTÂNICO

MOSTRA SUSTENTE SUA HISTÓRIA (8 curtas sobre meio ambiente)

Dia 5 setembro/2015 – (sábado)

De 11h às 12h
Endereço: Rua Jardim Botânico 1008 – Jardim Botânico – RJ  Telefone: 21 3874-1808)
Capacidade: 50 lugares
Classificação:

Entrada Franca

 

INTITUTO CERVANTES

De 3 a 5 de setembro

Rua Visconde de Ouro Preto 62 – Botafogo   Telefone: 21 3554-5913

Capacidade: 84 pessoas

Classificação:

Entrada Franca

 

Dia 3 setembro/2015 – (quinta-feira)

14:00 às 16:00 00 – Mesa Redondinha “O processo de Realização” –  debate por vídeo-conferência com a Suécia. Participação: alunos da escola Sá Pereira e do projeto Imagens e Movimento em ideoconferência com as jovens cineastas suecas, Marta e Greta Akeberg.

 

Dia 4 setembro/2015 – (sexta-feira)

18:00 às 22:00 – Workshop  “El Cine como Lenguaje” – O cinema como linguagem –  ministrado atriz e pedagoga espanhola Ana Hernandés Sanchiz

 

Dia 5 setembro/2015 – (sábado)

15:00 às 16:00 – Cerimônia de encerramento da 24Oficina Pequeno Cineasta

18:00 às 22:00 – Workshop  “El Cine como Lenguaje” – O cinema como linguagem  -atriz e pedagoga espanhola Ana Hernandés Sanchiz


Site oficial: www.pequenocineasta.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/pages/Festival-Internacional-Pequeno-Cineasta/124148720995407?ref=hl

Canal Youtube: http://www.youtube.com/user/ThePequenocineasta

Pré-estreia gratuita de “Que horas ela volta?”

O filme Que horas ela volta? terá uma pré-estreia gratuita, especialmente para empregadas domésticas no Rio de Janeiro! Será no dia 23 de agosto, domingo, às 11h no cinema Estação NET Botafogo (Rua Voluntários da Pátria, 88, Botafogo).

A sessão contará com a presença das atrizes Karine Teles e Camila Márdila, que interpretam respectivamente as personagens Bárbara e Jéssica.

Para assistir a sessão, qualquer doméstica registrada pode entrar gratuitamente apresentando sua carteira de trabalho na bilheteria do cinema, isso também é válido pra quem não estiver empregada no momento, mas já tenha sido e tenha registro na carteira para comprovar. Para pré-reservar e garantir seu ingresso, pedimos às interessadas que confirmem presença, e de até 01 acompanhante, mandando um email com nome completo para quehoraselavolta.filme@gmail.com, ou mandando mensagem na página do filme no Facebook.

A bilheteria do cinema abrirá a partir das 10h para retirada de ingressos, que estão sujeitos à lotação da sala.

Assista ao trailer: bit.ly/quehorastrailer.

Festival de Cinema “Visões Periféricas”

Começa na próxima quarta-feira, dia 19/08, a 9ª edição do Visões Periféricas, festival de cinema que atualmente é o único a reunir filmes produzidos por pontos de cultura, coletivos, projetos de formação e realizadores independentes localizados nas diversas periferias do Brasil. Este ano o homenageado será o Funk e ninguém mais indicado para falar do assunto que o Mc Marcinho. Considerado o precursor do ritmo e com 20 anos de carreira recém-completados, Marcinho será um dos participantes do primeiro debate do evento e vai bater um papo com o público sobre o tema “Funk, patrimônio cultural da cidade”, às 16h, no Oi Futuro Ipanema.

O festival acontece até o dia 23 de agosto, é gratuito e a programação conta com 96 filmes e realizadores vindos de 13 estados brasileiros e das cidades de Medellín e Bogotá, na Colômbia. Os filmes serão exibidos em salas de cinema, cineclubes e internet. Ao longo do programa também serão ministradas duas oficinas para o público, uma de “Som para Imagem” e outra de “Animação”.

O objetivo do festival, idealizado pela associação cultural Imaginário Digital,  é democratizar o acesso à cultura e integração da cidade, exibindo os filmes da programação em 14 cineclubes de oito bairros, além dos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaguaí, Belford Roxo, Nova Friburgo e Rio das Ostras. A entrada acontece através de distribuição de senhas nos locais de exibição.

Já as inscrições para as oficinas e mesas de debate serão através do site www.imaginariodigital.org.br, onde também se encontra a programação completa do festival. O Oi Futuro fica na Rua Visconde de Pirajá, 54 – Ipanema – Rio de Janeiro.

Cineclube de Nova Iguaçu

A terceira sessão do Cineclube de Nova Iguaçu vai exibir o filme “Os 12 trabalhos” de Ricardo Elias. O filme retrata o cotidiano de Heracles, um jovem negro que ao sair da FEBEM começa trabalhar como motoboy e se depara com dificuldades referentes à inexperiência do novo trabalho e ao preconceito sofrido nas ruas. A sessão será no dia 26/06, às 18h, na sede da Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu.

Seguindo a temática de apresentar filmes que dialoguem com questões relacionadas à juventude e cultura urbana, após o filme, acontecerá um bate papo com o rapper DMT, produtor do evento “Musicação na Pista”, que acontece semanalmente na pista de skate da Via Light. DMT vai falar um pouco sobre sua trajetória no rap, no skate e sobre sua experiência como motoboy.

Sobre a Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu

A Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, fundada em julho de 2006, é a primeira escola de audiovisual da Baixada Fluminense. Localizada no bairro de Miguel Couto em Nova Iguaçu, sob a gestão da OSCIP Avenida Brasil Instituto de Criatividade Social, o projeto é dirigido pelo cineasta e diretor teatral Marcus Vinícius Faustini.

Em 2012, com a mudança para Austin, a ELC iniciou um novo ciclo e agora conta com uma gestão colaborativa na qual o Cineclube Buraco do Getúlio, a ONG Laboratório Cultural, o Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense e o Cineclube Mate com Angu contribuem com mobilização e produção.

Serviço:
Cineclube ELC
Filme: “Os 12 trabalhos”
Dia: 26/06 (sexta-feira), às 18h
Local: Sede da Escola Livre de Cinema – Rua Cândido Lima 13, Austin – Nova Iguaçu (próximo à Estação de trem).

Seminário Internacional Escola de Séries

Estão abertas as inscrições para o Seminário Internacional Escola de Séries. Voltado para empreendedores e criadores de conteúdo do Estado do Rio de Janeiro, o evento vai reunir, entre os dias 29 de junho e 2 de julho , no Hotel JW Marriot, em Copacabana, nomes de destaque na cena audiovisual do Brasil e exterior. As inscrições custam R$80 por dia e podem ser feitas até o dia 26 de junho – ou até terminarem as vagas – no site www.escoladeseries.com.br . O programa conta com a curadoria dos Alquimistas e da Esmeralda Produções , além do patrocínio da Rio Filme e apoio de O Boticário .

A programação do seminário está baseada em três pilares: Canal, cujas discussões vão apresentar o ponto de vista de quem compra; Criador/Produtor , que vai receber realizadores com sucessos no mercado; e Venda Internacional, que vai apresentar os interesses do mercado e como fazer uma série além do seu país de origem. A ideia é promover um espaço de encontro e troca entre realizadores do Rio de Janeiro e do mercado internacional sobre o processo criativo, técnicas e gestão para o desenvolvimento de conteúdo de séries de TV no Brasil.

Na abertura do seminário serão lançadas as inscrições para o Laboratório de Imersão, que acontecerá na primeira semana de dezembro. Trata-se de um laboratório que propiciará a formação e reciclagem de roteiristas e produtores de conteúdo audiovisual para TV, por meio de consultorias especializadas de profissionais internacionais e nacionais. Além dos dez projetos selecionados, a Escola de Séries apresentará outros vinte, selecionados posteriormente, durante o RioContentMarket 2016, a canais nacionais e internacionais. Só poderão se habilitar ao processo de seleção quem participou os dos cursos na ESPM ou no Seminário Internacional e for MEI, micro, pequena ou média empresa do Estado do Rio de Janeiro.

Desde fevereiro deste ano – e até março de 2016 – a Escola de Séries vem oferecendo aos empreendedores e criadores de conteúdo do Estado do Rio de Janeiro a oportunidade de aperfeiçoamento em narrativas e gestão do negócio de séries para TV, por meio de uma plataforma integrada que lhes permite dominar etapas e técnicas para transformar suas ideias em séries e formatos de TV. No seminário de lançamento da Escola de Séries, que aconteceu em fevereiro, durante o warmup do RioContentMarket 2015, estiveram presentes o agente de talentos Eric Rovner, executivo da série americana “East Los High”, além da roteirista de “How to get away with murder” Erika Green. Desde então, ocorreram 18 capacitações (cursos e oficinas) na ESPM.

PROGRAMAÇÃO:

29 de junho
Cerimônia de abertura
17h às 18h30 – Boas vindas por Sebrae / ESPM / Riofilme / O Boticário
18h30 às 20h – Uma conversa sobre a terceira era de ouro da TV dos EUA, com David Levine (HBO), Gary Marenzi (Rapido Entertainment) e Kathleen Bedoya (Wise Entertainment)
20h às 20h30 – Lançamento do regulamento e abertura das inscrições para o Laboratório de Imersão

30 de junho
8h – Credenciamento
8h30 às 10h – Identificação de Conteúdo Original para Séries da HBO nos EUA por David Levine, VP de Programação Original Drama, HBO
10h15 às 12h – Conteúdo e Dramaturgia em Filhos do Carnaval por Elena Soárez, roteirista
12h15 às 13h15 – 60 minutos com Produtor Criativo Adriano Civita, Prodigo Films
14h45 às 16h15 – Case Study Narrativas: Magnífica 70 por Cláudio Torres, Conspiração Filmes
16h30 às 18h – Encomenda Fox por Zico Góes, Diretor de Conteúdo, FOX International Channels do Brasil

1 de julho
8h – Credenciamento
8h30 às 10h – Venda internacional de séries: Formatos que cruzam fronteiras e geram lucros por Gary Marenzi, Cofundador Rapido Entertainment
10h15 às 12h – Diálogos: Roteiro, Direção e Edição por Daniel Rezende, diretor e editor
12h15 às 13h15 – 60 minutos com Produtor Criativo Luiz Noronha, Zola Produções
14h45 às 16h15 – Case Study Narrativas: Irmão do Jorelpor Juliano Enrico, TV Quase/Copa Studio
16h30 às 18h – Encomenda GNT por Daniela Mignani, Diretora, canal GNT/+Globosat

2 de julho
8h – Credenciamento
8h30 às 10h – Bem-vindos ao Mercado Latino nos EUA por Kathleen Bedoya, Produtora Executiva Wise Entertainment
10h15 às 12h – Estrutura Narrativa: ficção e documentário por Luiz Bolognesi, roteirista e diretor
12h15 às 13h15 – 60 minutos com Produtor Criativo Roberto d’Avila, Moonshot Pictures
14h45 às 16h15 – Case Study Narrativas: JunglePilotspor Belisário Franca, Giros
16h30 às 18h – Encomenda Discovery por Mônica Pimentel, VP de Conteúdo, Discovery Networks Brasil

SERVIÇO:
Seminário Internacional Escola de Séries
Data: 29 e 30 de junho e 1 e 2 de julho
Local: Hotel JW Marriot
Endereço: Avenida Atlântica, 2.600 – Copacabana, RJ
Inscrições e informações: http://www.escoladeseries.com.br
Valor: R$80,00 por dia de seminário

“Cobain: Montage of Heck” de 18 a 25 de junho

Documentário sobre o vocalista, guitarrista e compositor Kurt Cobain, líder do Nirvana. Com acesso a arquivos pessoais e depoimentos de familiares de Cobain – inclusive com a participação da filha dele com Courtney Love, Frances -, o filme conta do início até a ascensão de sua carreira, apresentando diversas canções, algumas delas inéditas. O retrato íntimo de um artista que raramente se revelou para a mídia. Exibido no Festival de Berlim 2015

Direção: Brett Morgen
Elenco: Kurt Cobain, Courtney Love, David Grohl
EUA / 135 min

Cinemas e horários:

ESTAÇÃO NET BOTAFOGO 1
De 19/06 (sexta) a 21/06 (domingo)
18h45, 21h30

De 22/06 (segunda) a 25/06 (quinta)
16:00, 18h45, 21h30

ESTAÇÃO NET GÁVEA 2
De 18/6 a 25/6 (quinta a quinta, 8 dias)
16:00, 18h45, 21h30

Ingressos:

R$ 40,00 (Inteira)
R$ 20,00 (Meia)

Assinantes NET tem 50% de desconto em até dois ingressos – titular.

Vendas na bilheteria do cinema ou ingresso.com

Lançamento de “Pequeno Dicionário Amoroso 2”

O sucesso Pequeno Dicionário Amoroso, comédia romântica de Sandra Werneck, lançada em 1997, ganhou uma continuação – Pequeno Dicionário Amoroso 2, que chega aos cinemas no dia 3 de setembro e acaba de lançar seu trailer oficial.

LINK DO TRAILER OFICIAL DO FILME: http://youtu.be/PDnQVLF8lNQ

Com produção da Cineluz e codireção de Mauro Farias, Pequeno Dicionário Amoroso 2 resgata a história de Luiza (Andrea Beltrão) e Gabriel (Daniel Dantas) que se apaixonaram mas se separaram no final do primeiro filme. Como eles estão agora, 18 anos depois?

O filme também visita alguns tipos de relações contemporâneas através das histórias de Alice (Fernanda Vasconcellos), filha de Gabriel e sua ex-mulher Bel (Glória Pires), e Pedro (Miguel Arraes), filho de Luiza e Alex (Marcello Airoldi). Ainda que cheias de novidades, as relações dos jovens do século XXI parecem girar em torno das mesmas questões.

Em Pequeno Dicionário Amoroso 2 o destino reserva uma nova chance para o casal Luiza e Gabriel. Ela casou duas vezes, teve filhos e vive um casamento estável e um tanto quanto monótono com Alex. Luiza agora é dona de uma galeria de arte e está realizada profissionalmente.

Gabriel continua trabalhando no seu laboratório de bichos peçonhentos e namora Jaqueline (Fernanda de Freitas), uma mulher mais nova e cheia de energia. Alice, sua filha com Bel, uma divertida esotérica, é uma jovem aberta a se relacionar com meninos e meninas.

“Muitos anos se passaram e eu fiquei com vontade de pensar o que poderia acontecer 18 anos depois com aquele casal, que se amou tanto e acabou não ficando junto”, comenta Sandra Werneck que, mais uma vez, fez o Rio de Janeiro ser praticamente um personagem do filme, com suas paisagens e locais que o público certamente irá reconhecer.

Pequeno Dicionário Amoroso 2 é coproduzido pela Globo Filmes, Telecine e Paramount Pictures. O lançamento será feito pela Downtown Filmes e Paris Filmes.

/ PequenoDicionarioAmoroso2

ELENCO:
Andrea Beltrão (Luiza)
Daniel Dantas (Gabriel)
GlóriaPires (Bel)
Fernanda Vasconcellos (Alice)
Fernanda de Freitas (Jaqueline)
Eduardo Moscovis (Guto)
Marcello Airoldi (Alex)
Miguel Arraes (Pedro)
Priscila Steinman (Ju)
Camilla Amado (Dona Sônia)
Renato Goés (João)
Elizangela (Lady Jane)

FICHA TÉCNICA:
Produção e Direção: Sandra Werneck
Codireção: Mauro Farias
Roteiro: Paulo Halm e Rita Toledo
Produtora Executiva: Elisa Tolomelli
Fotografia: Luis abramo
Direção de Arte: Valeria Costa
Som Direto: José Moreau Louzeiro
Maquiagem: Rose Verçosa e Uiran de Holanda
Figurino: Kika Lopes e Christina Gross
Editor: Pedro Bronz
Produtor Musical: ViniciusFrança
Trilha Sonora Original: JoãoNabuco
Mixagem: Rodrigo Noronha
Editor de Som: Waldir Xavier
Coordenador de Pos-Produção: Marcelo Pedrazzi

Coprodução: Telecine, Paramount Pictures, Globo Filmes
Produtor Associado: CiaRio
Distribuição: Downtown Filmes e Paris Filmes
Patrocínio/Investimento:Zona Sul, Bayer, Funcine, BNDES, Ativa Investimentos, Coinvalores, Magliano Corretora, Renascença e UBS

“Muitos Homens Num Só” estreia em junho

A primeira pílula para internet do filme ”Muitos Homens Num Só” traz Vladimir Brichta falando sobre seu personagem. ”Ele é um ladrão. Ele vem do submundo e se faz passar por alguém mais aristocrático. Esse personagem existiu e era muito comum na época em que viveu”, define o ator. No longa, que estreia dia 25 de junho, Dr. Antonio aparece como uma releitura de Arthur Antunes Maciel, um célebre ladrão de hotéis que viveu no Rio de Janeiro, no início do século XX, e teve sua história eternizada no livro ”Memórias de Um Rato de Hotel”, escrito pelo cronista e jornalista João do Rio. A obra, que serviu de base para o roteiro, mostra que o bandido usava diversos pseudônimos para cometer seus furtos e frequentava diversos ambientes, inclusive os da aristocracia carioca.

No romance, Dr. Antonio, na pele de um médico cirurgião, se envolve com Eva, vivida por Alice Braga, uma mulher casada que tem seu sonho de ser artista impedido pelo marido. ”O Dr. Antonio do Vlad é chique, cauteloso, delicado de alguma maneira. Eu diria que é um Dr. Antonio apaixonante”, resume a diretora do longa, Mini Kerti. O envolvimento do casal liberta a alma artística de Eva e, ao mesmo tempo, coloca a liberdade do larápio em risco.

Assista ao vídeo aqui:https://youtu.be/aNR-kThIJfw

MÍDIAS SOCIAIS:

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=g9ASr0q1_Rw

Facebook: https://www.facebook.com/MuitosHomensNumSo?fref=ts

Filme “Hamlet” estreia em São Paulo em 11/06

Hamlet, dirigido por Cristiano Burlan, estreia em São Paulo no dia 11 de junho nas salas do Centro Cultural São Paulo, Cine Olido e Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes.

O filme é o segundo lançamento da programação de cinema da Spcine no Circuito São Paulo de Cultura. Além das exibições, o programa promove a oficina Cinema de Guerrilha, com a equipe do longa-metragem, incluindo o diretor Cristiano Burlan, no dia 12 de junho no Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes.

A produção é uma livre adaptação da tragédia de William Shakespeare e aborda temas explorados no original do século XVI, como amor, ódio, traição e vingança. O filme recebeu um novo corte para o lançamento, após exibição no Festival de Cinema Latino-americano de São Paulo 2014.  

O filme se passa na metrópole de São Paulo e conta com as vozes dos próprios personagens e dos atores para conduzir a ficção. Parte daquilo que aconteceu nas coxias do teatro de Shakespeare estão desnudas em frente à lente. A tragédia, outrora ambientada dentro do castelo, acontece também nas ruas de São Paulo e é exatamente nesse espaço público que os impulsos privados afloram.

“Eu já tentei vingar a morte do meu irmão, fiquei de tocaia à espera dos assassinos e fracassei. Guardo até hoje uma bala para matar o assassino de minha mãe, mas nunca serei capaz. Talvez seja sobre isso o filme, sobre esse desejo primitivo que arranca os pensamentos do lugar de abrigo e os destina à fatalidade. E ai, diante da tragédia de cada um, resta decidir o destino fatal”, afirma  Cristiano Burlan.

O elenco conta com Henrique Zanoni como Hamlet, que também protagonizou os filmes Sinfonia de um homem só e Amador, do mesmo diretor; o crítico de cinema Jean-Claude Bernardet, que faz o papel do fantasma do rei morto; a atriz potiguar Ana Carolina Marinho que interpreta Ofélia e no papel do rei Cláudio, o ator Luiz Fernando Resende, que participou do mítico filme Hitler 3o Mundo, de José Agripino de Paula.

Cristiano Burlan, considerado o cineasta mais marginal do cinema paulista, desenvolveu Hamlet logo depois de Amador, que estreou na 17ª Mostra de Cinema de Tiradentes e de Mataram meu irmão, que foi vencedor do 18o É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários; do Prêmio do Governo do Estado de São Paulo 2014 e do 40o SESC Melhores Filmes.

 Hamlet foi realizado de forma independente, com recursos próprios e de parceiros que entraram como produtores associados.

Sinopse

A partir do assassinato de seu pai por seu tio, Hamlet é obrigado a enfrentar suas próprias contradições e as do mundo à sua volta. Originalmente ambientada dentro de um castelo, a tragédia ganha como cenário as ruas da cidade, e é neste espaço onde os impulsos privados afloram e testam os limites da vingança. Em uma desconstrução de si mesmo, Hamlet mergulha na eterna questão sobre o sentido da existência.

Cristiano Burlan

Nasceu em Porto Alegre em 1975. É diretor de cinema e teatro. Na década de noventa morou em Barcelona, onde dirigiu o grupo de cinema experimental Super-8. Esteve à frente do grupo de teatro paulistano, a Fúria. É professor na Universidade do Estado do Amazonas – UEA e na Academia Internacional de Cinema – AIC. A maior parte de sua filmografia participou de importantes festivais como o Festival de Havana, É Tudo Verdade, Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, Málaga, entre outros. Seu documentário mais recente, Mataram meu irmão, foi o grande vencedor do É Tudo Verdade 2013, angariando os prêmios de Melhor Filme do Júri Oficial e da Crítica, também foi vencedor do Prêmio Governador do Estado de São Paulo de 2014 e do 40º Festival Sesc Melhores Filmes. Entre seus principais filmes de ficção estão: Amador, que integrou a 17a Mostra de Cinema de Tiradentes, Sinfonia de Um Homem Só, indicado ao Prêmio Bandeira Paulista na 36ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, Corações Desertos, A Espera, Opus Hamlet Machine, Os Solitários e 4:48 AM. Em 2015, começa a filmar Elegia de um Crime, que encerra sua trilogia do luto, iniciada com Construção e Mataram Meu Irmão. Esta em fase de finalização do longa-metragem de ficção Fome, que tem Jean Claude Bernardet como protagonista.

 

Ficha técnica

Direção: Cristiano Burlan.

Roteiro: Cristiano Burlan e Henrique Zanoni.

Distribuição: Bela Filmes

Codistribuição: Spcine

Produção: Bela Filmes.

Produção Executiva: Simone Paz e Mariana Lamberti de Abreu.

Diretora de produção: Mariela Lamberti de Abreu.

Fotografia: Rafael Nobre.

Montagem: Grace Pinto e Pedro Leite.

Elenco: Henrique Zanoni, Jean-Claude Bernardet, Ana Carolina Marinho, Luiz Fernando Resende, Suia Legaspe, Paulo Bordhin, Gustavo Canovas, Eduardo Bordinhon e Rejane Arruda.

Trilha Sonora: Guilherme Garbato e Gustavo Garbato.

Gênero: Drama.

Cor: Preto e branco.

Duração: 90 minutos.

Serviço

São Paulo

Centro Cultural São Paulo

De 11/06 a 17/06, às 16h e às 20h30.

De 18/06 a 24/06, às 18h30.

De 25/06 a 01/07, às 17h.

 

Cine Olido

11/06, 18/06 e 19/06, às 19h.

12/06, 13/06, 14/06, 17/06, 20/06, 24/06, 26/06 e 28/06, às 17h.

16/06, 21/06, 23/06, 25/06 e 27/06, às 15h. 

 

Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes

Dia 13/06, às 17h.

Dia 14/06, às 17h.

 

Oficina “Cinema de Guerrilha” com Cristiano Burlan 

Data: 12 de junho – das 14h30 às 17h30.

Local: Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes

A oficina abordará aspectos da realização cinematográfica independente em São Paulo, através de uma análise teórica e prática dos pilares da produção cinematográfica: direção, produção, interpretação, montagem e som. 

 

Estreia do projeto Cineclube ECL

A Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu estreia seu novo projeto: o Cineclube ELC. De abril a julho haverá exibição de filmes que dialoguem com a temática de cultura urbana e juventude. Na primeira sessão, dia 24/4, às 18h, será exibido o documentário “Praça do Skate – A Primeira Pista da América Latina”, do VJ e diretor Paulo China. A entrada é gratuita.

O documentário conta a história da “Praça do Skate”, localizada no centro da cidade de Nova Iguaçu, conhecida por ser a primeira pista construída na América Latina. No final da exibição acontecerá um bate-papo com entre o diretor e os espectadores presentes. A ideia do Cineclube é mostrar diversos filmes que tenham como tema a arte urbana e a juventude, já que a 4ª edição do Iguacine – Festival de Cinema da Cidade de Nova Iguaçu, que acontecerá no segundo semestre, abordará esses assuntos.

Sobre a Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu

A Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, fundada em julho de 2006, é a primeira escola de audiovisual da Baixada Fluminense. Localizada no bairro de Miguel Couto em Nova Iguaçu, sob a gestão da OSCIP Avenida Brasil Instituto de Criatividade Social, o projeto é dirigido pelo cineasta e diretor teatral Marcus Vinícius Faustini.

Em 2012, com a mudança para Austin, a ELC iniciou um novo ciclo e agora conta com uma gestão colaborativa na qual o Cineclube Buraco do Getúlio, a ONG Laboratório Cultural, o Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense e o Cineclube Mate com Angu contribuem com mobilização e produção..
Serviço:
Cineclube ELC
Dia: 24/04 (sexta-feira), às 18h
Filme: Praça do Skate – A Primeira Pista da América Latina, de Paulo China
Local: Sede da Escola Livre de Cinema Nova Iguaçu
Rua Cândido Lima, 13, Sobreloja, Austin (próximo à Estação de Trem), Nova Iguaçu.

Cinema antigo com piano ao vivo

Não é todo dia que o público tem o prazer de assistir a dois clássicos gregos mudos com acompanhento musical ao vivo.

Pois terça 14/4 e quarta 15/4, o espectador vai poder se deleitar com o mais antigo longa metragem grego recuperado e rastaurado pela cinema de Atenas (As Aventuras de Vilar) e com as peripécias do músico-mágico Mirka que faz de tudo para conquistar sua amada (O Mágico de Atenas). Raridade na tela e com luxuoso acompanhamento musical ao vivo, com o pianista Fábio Luz. No repertório, Ernesto Nazaré, Camille Saint-Saens, Villa-Lobos e Villani-Cortes.

Os filmes:

“As Aventuras de Vilar” é o mais antigo longametragem grego recuperado e restaurado pela cineteca de Atenas Greek Film Archive. Na verdade é o segundo ato de uma comédia de Joseph Hepp, com o ator cômico Sfakianos (Villar) que teve sua carreira iniciada na França.

“O Mágico de Atenas”, filme de Achiléas Madras, teve sua produção iniciada em 1922 e como primeiro título “A Jovem Cigana de Atenas”, que não chegou a ser completado. Seu roteiro em sua linguagem simples conta a história de um músico-mágico de origens nobres (Mirka) que conquista as mulheres. Quando sua amada o deixa para ficar com um homem rico, ele fará de tudo para reavê-la. As legendas foram traduzidas por Jacob Moe diretamente do grego para o português. Anteriores legendas sobrepoem-se em frances, outras em ingles, que por vezes podem não concordar porque Moe preferiu manter-se fiel à fonte original. Curiosamente há de se notar que Dolly e Lilí são a mesma personagem, que mudou de nome ao longo das diferentes fases de produção.

O pianista:

Fabio Luz é um dos pianistas brasileiros mais aclamados no exterior. Prêmio Internacional Debussy 1978 (França), Mestre em Música Francesa pela Universidade Musical Internacional de Paris, está radicado na Itália há mais de 30 anos onde foi diretor do Instituto Verdi de Asti, coordenador da Accademia Superiore di Penne (Pescara), docente dos Laboratori Musicali Internazionali Estivi al Castello di Cortanze. Conta mais de mil apresentações entre recitais, atuações em música de câmera e como solista de prestigiosas orquestras. Professor do Festival del Golfo de San Marco di Castellabate, coordenador e professor do Paradise Festival em Siros – Grécia, é presidente da Fundação Franz Liszt com sede na França. Sua discografia completa encontra-se no sitewww.fabioluz.com

Jacob Moe, nascido em Nova York, é co-fundador e diretor executivo do festival de verão anual Syros International Film Festival que tem lugar na capital das ilhas Cíclades, na Grécia. O festival é curador da produção cinematográfica regional e valoriza as riquezas arquitetônicas da ilha – estaleiros, docas, cinema ao ar livre e o célebre Teatro Apolo. Estudou Ciências Políticas e Cinema noPomona College de Los Angeles, Califórnia, onde trabalhou inclusive com a Chain Camera Pictures na produção de documentários. Em 2011 realizou em Fortaleza estudos sobre desenvolvimento sustentável. Atnalmente é produtor cinematográfico de documentários e tradutor de literatura grega em Atenas, onde reside, e também tradutor-intérprete do Museu de Fotografia de Tessaloniki.

As sessões fazem parte parte das comemorações de 30 anos do Grupo Estação.

Cinema antigo com piano ao vivo
Terça, 14 de abril, 21h
Quarta, 15 de abril, 17h

ingressos:  R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (Meia).
Censura livre

Filme “Ponte Aérea”

O filme “Ponte Aérea”, de Julia Rezende, estreia nesta quinta-feira, dia 26 de março, nos cinemas do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Brasília, Bahia, Ceará e Pernambuco. Com Caio Blat e Leticia Colin no elenco, o longa mostra o romance a distância vivido por Bruno (Caio Blat) e Amanda (Leticia Colin). Ela é uma publicitária paulista bem sucedida e ele, um promissor artista plástico carioca. O casal se conhece durante um voo Rio-São Paulo que, por causa de uma tempestade, tem a rota desviada e obriga os passageiros a passarem a noite num hotel em Belo Horizonte. Emílio de Mello, Felipe Camargo, Sylvio Zilber e Silvio Guindane também estão no elenco. O filme tem como fonte de inspiração o livro “Amor Líquido”, do filósofo polonês Zygmunt Bauman, que trata da fragilidade das relações humanas nos tempos atuais.

“Ponte Aérea conta a história de jovens que vivem livremente sua sexualidade, mas que, por outro lado, sofrem uma enorme inquietação na busca por um amor verdadeiro. Jovens que querem ter liberdade, dinheiro e sucesso, mas não estão maduros o suficiente para assumir as responsabilidades. Jovens que querem engolir o mundo. Mas que morrem de medo serem engolidos por ele”, conta a diretora Julia Rezende. Esse é o segundo longa da cineasta, que em 2013 levou mais de 3,2 milhões de espectadores aos cinemas com a comédia “Meu Passado Me Condena” – terceiro filme nacional mais visto naquele ano. Ainda em 2015, ela lança a sequência da comédia – rodada em dezembro de 2014 no Brasil e em Portugal. “Ponte Aérea” tem produção de Mariza Leão e Érica Iooty, com coprodução do Telecine e da Paramount Pictures. A distribuição é da Downtown Filmes e Paris Filmes.

LINK PARA TRAILER:

LINK PÍLULA SOBRE ELENCO:

SINOPSE:
Direção de Julia Rezende (Brasil, 2015). Bruno e Amanda se conhecem durante um voo Rio-São Paulo que, por causa de uma tempestade, tem a rota desviada e obriga os passageiros a passarem a noite num hotel em Belo Horizonte. Publicitária bem sucedida, Amanda mora em São Paulo, vive o ápice de sua carreira e nunca teve tempo para se dedicar a um relacionamento sério. Artista plástico sem nenhuma ambição, Bruno é um carioca descompromissado e passional. A forte atração entre eles se transforma em uma paixão arrebatadora, mas cheia de desafios. Com Caio Blat, Leticia Colin, Emílio de Mello, Felipe Camargo, Sylvio Zilber e Silvio Guindane. 100 minutos.

FICHA TÉCNICA:
Direção – Julia Rezende
Produção – Mariza Leão e Erica Iootty
Produção executiva – Tathiana Mourão
Argumento – Julia Rezende e Rafael Pitanguy
Roteiro – L. G. Bayão, Julia Rezende e Rafael Pitanguy, colaboração Patricia Corso
Direção de Fotografia – Dante Belluti
Direção de Arte – Fabiana Egrejas
Montagem – Maria Rezende
Figurino – Mel Akerman
Maquiagem – Martin Macias Trujillo
Som – Felipe Machado
Trilha Sonora – Berna Ceppas
Edição de Som – Waldir Xavier
Mixagem – Rodrigo Noronha e Denilson Campo
Produção de Elenco – Marcela Altberg
Produção de Finalização – Thiago Pimentel

ELENCO:
Letícia Colin – Amanda
Caio Blat – Bruno
Emílio de Mello – Fernando
Felipe Camargo – André
Silvio Guindane – Chicão
Sylvio Zilber – Guido
Martha Nowill – Patrícia
Nicolas Cruz – Edu
Gabriela Rocha – Carol
Silvio Guindane – Chicão
Cris Flores – Maria Eugênia
Marina Rigueira – Joana

Um momento pode mudar tudo

A vencedora do Oscar Hilary Swank (“A condenação”, “Menina de ouro”) interpreta uma pianista recém-diagnosticada com ELA (Esclerose lateral amiotrófica) no longa “Um momento pode mudar tudo” (You’re not you), que estreia nos cinemas no próximo dia 02/04. Ao lado da estrela em ascensão Emmy Rossum (“Shameless” “O dia depois de amanhã”), Swank, que também é uma das produtoras do filme, protagoniza uma história surpreendente sobre a amizade entre duas mulheres. A direção é de George C. Wolfe, a partir de um roteiro de Shana Feste e Jordan Roberts, baseado no romance de Michelle Wildgen. O lançamento é nacional e a distribuição é da H2O Films.

No filme, Hilary Swank interpreta Kate, uma pianista clássica sofisticada e bem-sucedida, que acaba de ser diagnosticada com uma doença terminal. Emmy Rossum é Bec, uma universitária que está meio perdida e não consegue dar conta da desordem que é a sua vida. Na tentativa desesperada de conseguir um emprego, Bec passa a dar assistência a Kate. Enquanto o casamento de Kate e Evan (Josh Duhamel) se deteriora, ambas passam a se apoiar em algo que se torna um laço não convencional. “Kate e Bec entram nas vidas tão diferentes uma da outra, criam um tipo de caos e então encontram uma ligação verdadeiramente profunda e duradoura”, afirma Swank.

Vencedor duas vezes no Tony Award e lenda do teatro nos Estados Unidos, George C. Wolfe (“Noites de tormenta”) dirige o longa que retrata uma amizade transformadora. “Esta é a história de duas pessoas que confrontam a verdade nelas mesmas,” comenta Wolfe. “Às vezes na vida, quando você vai de encontro a um obstáculo não negociável, qualquer que ele seja, esse obstáculo se torna uma oportunidade para que você se torne outra versão de si mesmo. Isso foi o que achei mais fascinante em “Um momento pode mudar tudo”.”

Ainda segundo o diretor, o título original em inglês You’re not you (Você não é você) surge de algo que Kate diz para Bec, mas em muitos aspectos é sobre cada um dos personagens. “Cada um dos personagens está preso interpretando uma versão de si mesmos – até que começam a ver que há uma versão mais complicada, mais evoluída e profunda de quem eles podem ser dentro de si mesmos. Na jornada do filme, eles se aproximam mais de quem são”.

Juntam-se a Swank, Rossum e Duhamel no elenco, Loretta Devine (vencedora do Emmy por seu papel na série de TV Grey’s Anatomy); Ernie Hudson (Scandall, “A vida secreta de uma adolescente americana”); Frances Fisher (“Os imperdoáveis”, “Titanic”); Marcia Gay Harden (vencedora do Oscar por “Pollock” e vencedora do prêmio Tony por “Deus da carnificina”); Jason Ritter (indicado ao Emmy por seu papel na série de TV Parenthood), Julian McMahon (“Quarteto fantástico e o surfista prateado”, “Red: aposentados e perigosos”), Ali Larter (“Resident Evil 4: Recomeço”, Heroes) e Andrea Savage (“Quase irmãos”).

A direção de fotografia é assinada por Steven Fierberg (“Amor e outras drogas”, “A filha do meu melhor amigo”), a direção de arte é de Aaron Osborne (“Gente grande 2”, “Débi & Lóide 2”), a edição de Jeffrey Wolf (“Quatro amigas e um casamento”) e o figurino de Marie Sylvie-Deveau (“Eu sou o número quatro”, “Paranóia”).

O processo

Quando a produtora Alison Greenspan, da Di Novi Pictures, leu o livro, ela ficou intimamente impactada. Seu pai e uma tia tinham o diagnóstico de ELA e Greenspan foi atraída pelo modo como Michelle Wildgen abordou o tema. “Eu gostei da forma realista como o livro abordou o tema, refletindo sobre a dignidade e o orgulho das pessoas que vivem com a doença. Mas também fui atraída por ser uma história divertida sobre duas mulheres que salvam uma a outra”.

Greenspan compartilhou o livro com a sócia, Denise Di Novi, e as duas imediatamente começaram a conversar sobre quem poderia interpretar o papel de Kate – a instrumentista virtuosa e feroz que se encontra na posição inimaginável de ficar subitamente vulnerável e necessitar de muitos cuidados. Para Di Novi, havia apenas uma atriz que vinha à mente: Hilary Swank, conhecida por se engajar nos papeis com compromisso e profundidade extremos, além de interpretar um rol de mulheres desafiadoras.

Quando Swank teve contato com a história, se comprometeu não somente com o papel, mas veio abordo como produtora. “Minha parceira de produção Molly Smith e eu lemos o livro e nos apaixonamos imediatamente. Não foi necessário pensar muito para nos comprometermos com o projeto. É a jornada de duas pessoas que vivem em mundos completamente opostos, que descobrem que têm muito mais em comum do que pensam”.

Sobre o roteiro a atriz comenta: “O diálogo é irreverente e tivemos dois roteiristas incríveis – Shana Feste e Jordan Roberts – que foram hábeis especialmente em capturar a voz de Bec.”

À medida que os produtores desenvolveram o roteiro, também iniciaram a busca por um diretor que pudesse trazer à tela a combinação característica de sensibilidade, honestidade e irreverência da história. Eles encontraram isso em George C. Wolfe, reconhecido por seu trabalho como dramaturgo e como o diretor de elogiadas produções da Broadway, como Angels in America: Millennium approaches e Bring in da noise/Bring in da funk. Seus filmes incluem a adaptação premiada da HBO de Lackawanna Blue e o drama romântico “Noites de tormenta”, estrelando Richard Gere e Diane Lane, produzido por Di Novi e Greenspan.

Hilary Swank sobre Kate

Desde o início, Hilary Swank foi movida por um desejo de fazer justiça total a Kate. Ela queria ao mesmo tempo retratar de maneira fiel como é viver com ELA, além de mergulhar fundo no vasto pêndulo de emoções e experiências inesperadas que Kate descobre à medida que sua vida se desvia para algo completamente diferente do que ela imaginava.

“Kate sempre foi uma perfeccionista,” observa Swank. “Acho que por muitas razões ela gostava de controlar completamente cada aspecto de sua vida – mas agora esse controle é repentinamente retirado dela. A única coisa que ela ainda pode controlar é como ela escolhe lidar com tudo aquilo que está sendo jogado nela. Para mim, acho que a beleza da sua personagem é vê-la passar por isso passo a passo, ver como isso afeta seus relacionamentos, e como não só ela consegue ver as pessoas ao seu redor com mais clareza, como também ela se permite ser vista de um jeito que jamais fora capaz antes. Isso foi especialmente forte para mim.”

Para representar a personagem completamente, Swank mergulhou em uma pesquisa extensiva sobre como progride a ELA. Em cerca de 10% dos casos, as pessoas conseguem viver com a doença por longos períodos, até décadas, mas a expectativa de vida média após o diagnóstico é de dois a cinco anos. À medida que as células nervosas se degeneram, a fraqueza muscular começa a causar impacto nos membros, depois na fala, deglutição e respiração, geralmente levando à falência respiratória. Ao mesmo tempo, a ELA não afeta a inteligência e mantém os sentidos plenamente operantes.

Encontrar pessoas em vários estágios da ELA abriu os olhos e foi inspirador para Swank. “Parte da realidade da ELA é que você se mantém tão consciente como sempre foi, mas seu corpo está falhando. É como se você estivesse preso em um corpo que não funciona… Então como você se move pela vida desse jeito? Algumas pessoas que tive a oportunidade de conhecer têm companheiros extraordinários.”, destaca a atriz. Um dos grandes desafios foi incorporar à personagem as mudanças vocais que ocorrem à medida que os músculos decaem.

Apesar de ter-se comovido com os casais que conheceu e continuavam juntos, Swank também conseguiu entender porque Kate e Evan implodem quando a pressão sobre eles aumenta.”Quando você recebe um diagnóstico como ELA, uma luz brilhante se derrama sobre tudo,” a atriz comenta. “E todas as fissuras no relacionamento de Kate e Evan são subitamente iluminadas, expondo as linhas falhas. Pessoas que conheci em situações similares, todas reconhecem que a intimidade muda. Em alguns casos, o amor se aprofunda, mas em outras, a luz incide sobre as fissuras e é isso o que acontece com Evan num primeiro momento.”

Sobre o trabalho ao lado de Emmy Rossum, Swank afirma que a atriz sempre foi a sua primeira escolha para Bec. “Seu teste me levou às lágrimas. Ela foi tão comovente… E também como produtora é maravilhoso ler um livro e depois desenvolver o roteiro, ver todas as alterações pelas quais ele passa e então um dia ver uma atriz chegar e ser tudo aquilo que você imaginou e mais. Para mim isso foi Emmy”.

Emmy Rossum sobre Bec

A personagem de Bec, que se candidata por um capricho a ser a cuidadora de Kate, representou um dilema interessante na escolha do elenco. Ela é, no fim das contas, completamente tomada por contradições: mal sucedida, mas inteligente, com baixa autoestima, mas corajosa, uma completa desordem e ao mesmo tempo mais capaz de intuição, força e devoção do que imagina. Uma estudante universitária que tem um caso com um professor casado, enquanto persegue sem sucesso uma carreira de cantora e compositora, ela teria de ser a última pessoa do mundo a parecer apta a cuidar de alguém sofisticado e com altas expectativas como Kate.

Diversos testes aconteceram, mas cessaram quando Emmy Rossum apareceu. Rossum ficou em evidência tanto como atriz como cantora, mais recentemente recebendo elogios por seu papel como Fiona Gallagher, na série Shameless, da Showtime.

Rossum sentiu uma atração magnética pelo roteiro imediatamente. “O roteiro era emocional, mas também era real, corajoso e divertido. Eu realmente gostei de Bec, que tinha meio que perdido seu rumo, mas tudo isso muda quando ela responde ao anúncio de ajuda para Kate,” afirma. “Bec chega armada com todas as suas defesas, seu estranho senso de humor e sua atitude assertiva. Ela não tem realmente a intenção de que esse trabalho signifique nada, mas ele a leva a descobrir a amizade, o amor e a si mesma.”

Rossum diz que trabalhar com Swank tornou os desafios ainda mais empolgantes. “Eu amo a Hilary. Ela é incrivelmente inteligente e muito instintiva. Ela trabalha de um lugar fortemente técnico, mas também muito emocional, e acho que descobrimos que temos abordagens muito parecidas. Foi divertido descobrirmos as personagens juntas.”

Outro atrativo para Rossum foi a oportunidade de trabalhar com Wolfe. “Eu estava muito intimidada só de entrar na sala para o teste com George, porque eu havia ouvido que ele era muito exigente e muito teimoso. E eu sou muito teimosa. Então pensei, vamos nos dar muito bem, ou não vamos nos dar bem de jeito nenhum.”

Um elemento essencial das identidades tanto de Kate quanto de Bec é a música, que se tornou emaranhada com a visão de Wolfe para o filme. O supervisor musical Jonathan Watkins veio abordo para orientar a trilha sonora. Enquanto isso, Emmy Rossum, que é também cantora e compositora, escreveu a canção Falling Forward, que ela canta como Bec no filme. “Ouvimos algumas músicas incríveis escritas por alguns músicos muito talentosos, mas nenhuma parecia soar verdadeira para a personagem de Bec,” lembra Watkins. “Emmy, que tinha conhecimento íntimo das personagens, nos trouxe Falling Forward cerca de duas semanas antes de a cena ser filmada”.

Consultoria

Desde o início, George C. Wolfe fez a base da autenticidade de “Um momento pode mudar tudo” – focar cada elemento da produção na autenticidade das duas mulheres no centro da história, na autenticidade da amizade verdadeira e, especialmente, nas experiências autênticas das pessoas que vivem com ELA. Para ajudar a educar o elenco e a equipe em relação ao tema citado por último, ele trouxe a enfermeira Mary Beth Geise, que tem décadas de experiência de trabalho com pacientes de ELA, como consultora. Geise trabalhou especialmente próxima de Hilary Swank e Loretta Devine (que interpreta Marilyn, também diagnosticada com ELA) para assegurar a verossimilhança, compartilhando seu conhecimento sobre como os pacientes com ELA se movem, falam e mudam com o tempo. Ela também trabalhou com Emmy Rossum, Josh Duhamel e Ernie Hudson para dar-lhes uma visão detalhada dos prós e contras físicos do processo de cuidar. Além disso, Wolfe convidou membros da comunidade da ELA para participar o máximo possível do filme, incluindo usar portadores de ELA como figurantes em uma cena chave.

Sinopse longa

Kate (Hilary Swank) é uma pianista clássica sofisticada, casada, extremamente bem-sucedida e recém-diagnosticada com ELA (esclerose lateral amiotrófica, também conhecida como doença de Lou Gehrig). Bec (Emmy Rossum) é uma estudante impertinente e aspirante a cantora de rock que mal consegue dar conta caos que é a sua vida, tanto no aspecto romântico quanto em outras áreas.

Conforme a doença de kate avança, seu casamento com Evan (Josh Duhamel) se deteriora. Quando Bec consegue o emprego para dar assistência a Kate, ambas passam a se apoiar em algo que se torna um laço não convencional. Como está sem objetivo, Bec está determinada a se tornar uma sombra íntima de Kate, passando por situações confusas e embaraçosamente cômicas.

À medida que a cautelosa e voluntariosa Kate começa a se contagiar com o turbilhão e o espírito livre que é Bec – e vice versa – ambas acabam encarando arrependimentos, explorando novos territórios e expandindo suas ideias sobre quem realmente querem ser.

Sinopse curta

Kate (Hilary Swank) é uma pianista clássica sofisticada, recém-diagnosticada com ELA (esclerose lateral amiotrófica). Bec (Emmy Rossum) é uma estudante impertinente e aspirante a cantora de rock que aceita uma tentativa desesperada de emprego para dar assistência a Kate. Enquanto o casamento de Kate e Evan (Josh Duhamel) se deteriora, ambas passam a se apoiar em algo que se torna um laço não convencional.

FICHA TÉCNICA:

Título em português: Um momento pode mudar tudo
Tìtulo original: You’re not you
Direção: George C. Wolfe
Roteiro: Shana Feste e Jordan Roberts
Elenco: Hilary Swank, Emmy Rossum, Josh Duhamel, Loretta Devine, Ernie Hudson, Frances Fisher, Marcia Gay Harden, Jason Ritter, Julian McMahon, Ali Larter e Andrea Savage
Produtores: Azim Bolkiah (DPP), Alison Greenspan (Di Novi Pictures), Molly Smith e Hilary Swank (2S Films)
Produtores executivos: Rhian Williams, Joanne Podmore, Denise Di Novi e Ellen H. Schwartz
Diretor de fotografia: Steven Fierberg
Diretor de arte: Aaron Osborne
Editor: Jeffrey Wolf
Figurinista: Marie Sylvie-Deveau

Trailer oficial – https://www.youtube.com/watch?v=IBS-agkVYYY

Mais comemorações pelos 450 anos do Rio

Passar um domingo aproveitando as atrações culturais mais concorridas da cidade com entradas e transporte gratuitos. Essa é a iniciativa do Rio Ônibus através do Programa Circulando Cultura. O Circuito Cultural Rio Ônibus – Edição Rio 450, em comemoração aos 450 anos do Rio de Janeiro levará cariocas e turistas aos principais museus do centro da Cidade e ao Theatro Municipal. Nos domingos, dia 22 e 29 de março, o projeto, que é uma realização do sindicato, vai levar os interessados em ônibus com ar condicionado e piso baixo, para facilitar o embarque e desembarque e janelas grandes, permitindo que o passageiro aprecie a vista do Rio durante o passeio. Entre atrações estão o MAR (Museu de Arte do Rio), CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), Museu Nacional de Belas Artes, MHN (Museu Histórico Nacional), Espaço Meu Porto Maravilha, IPN (Instituto Pretos Novos) e o Theatro Municipal. Em suas três edições anteriores, o Circuito Cultural Rio Ônibus realizou mais de 17 mil viagens, a diversos pontos instituições culturais da cidade.

Entre as atrações programadas no dia 22 está a apresentação do Projeto Mobilidade Sonora, com orquestra Projeto Villa-Lobos e as Crianças executando músicas de Villa-Lobos, às 11h, no CCBB. No domingo seguinte (29/03), o projeto se apresenta no Museu Histórico Nacional, às 11h. Já na parte da tarde, MHN recebe as orquestras Violões do Forte Copacabana e SindiRefeiçõesRJ, às 16h.

Entre as principais exposições que poderão ser conferidas estão Kandinsky (CCBB), Galeria de Arte Brasileira e Mostra Candido Portinari (MNBA), Do Valongo à Favela (MAR), Exposição dos bairros da cidade (MNH), Exposição “450 Maneiras de Amar o Rio” (Porto Maravilha), um pouco da história da escravidão no Brasil (IPN) e muitos outros. O Theatro Municipal distribuirá senhas para sua programação.

Os visitantes poderão embarcar e desembarcar em qualquer ponto do roteiro, permanecendo por quanto tempo desejarem em cada atração, que neste dia terão entradas gratuitas para suas principais exposições. Não é preciso inscrição prévia: o evento é aberto a todos. Haverá ainda saída a pé do MAR para o Porto com guias.

Para guiar o circuito, estudantes do curso de Turismo da Faetec estarão presentes nos ônibus e nas instituições. Os estudantes vão orientar os visitantes durante o passeio, com a distribuição de folhetos com o histórico e curiosidades de cada instituição, além das atrações específicas do evento.

Os ônibus, com ar-condicionado, farão o circuito, parando em pontos que estarão sinalizados com placas com a identidade visual do evento, no período entre 10h e 18h. Os veículos têm piso baixo, para facilitar a entrada e saída dos passageiros. O projeto orienta que os passageiros levem filtro solar, chapéu e água e faça sua programação organizando o seu tempo no circuito.
Serviço:
Quando: Domingos, dia 22 e 29 de maio
Atrações:
– Centro Cultural Banco do Brasil
– Museu de Arte do Rio (MAR)
– Museu Histórico Nacional
– Museu Nacional de Belas Artes
– Theatro Municipal
– Espaço Meu Porto Maravilha
– Instituto Pretos Novos
Horário: Das 10h às 18h (horário do último ônibus em cada instituição)
Preço: gratuito​

Mostra de Filmes da Geórgia

A Embaixada da Geórgia e o Centro Cultural Banco do Brasil apresentam a Mostra de Filmes da Geórgia, ciclo composto por cinco filmes marcantes da história do cinema naquele país.

O cinema georgiano foi iniciado em 1908, quando o primeiro documentário sobre a vida da sociedade do país foi filmado, ganhando destaque devido ao alto nível artístico. Na década de 1960, o cinema georgiano viveu seu melhor momento quando a criatividade teve que superar a forte censura imposta pelo regime soviético.

A mostra ainda conta com debate sobre a cinematografia da antiga e nova Geórgia com o Embaixador Otar Berdzenisvhili e a Conselheira Ekaterine Rekhviashili. Dia 05/03, após a exibição do filme “A Minha Avó”.

FILMES
A Minha Avó / My Grandmother, 1929 (Chemi Bebia)
Gênero: Comédia/Drama
Duração: 65 min
Direção: Kota Miqaberidze
Elenco: Aleqsandre Takaishvili, Bella Chernova, E. Ovanov
Classificação indicativa: 14 anos

O filme utiliza a história de um gerente de negócios, recém demitido, que procura formas de se dar bem sem trabalhar, para fazer uma sátira à burocracia soviética. A busca do homem por uma pessoa influente na sociedade que possa apadrinhá-lo é na verdade uma denúncia à forma como o governo de Stalin funcionava.

Pirosmani, 1969 (Pirosmani)
Gênero: Biografia
Duração: 85 min
Direção: Giorgi Shengelaia
Elenco: Avtandil Varazi, Dodo Abashidze, Givi Aleqsandria
Classificação indicativa: 12 anos

O filme narra a impressionante vida de Niko Pirosmani, o grande pintor naif georgiano dos séculos XIX-XX, um gênio que foi negligenciado e acabou morrendo pobre e sem abrigo.

Contrição / Repentance, 1986 (Monanieba)
Gênero: Comédia/Drama
Duração: 156 min
Direção: Tengiz Abuladze
Elenco: Avtandil Makharadze, Merab Ninidze, Zeinab Botsvadze, Ketevan Abuladze
Classificação indicativa: 12 anos

Varlam Aravidze, um membro do alto escalão do governo bolchevique, foi cúmplice na morte de milhares de pessoas inocentes durante o período da repressão. Depois de muitos anos, Ketevan, filha de um casal de vítimas dessa época, desmascara Aravidze e conta sua história para toda a sociedade. O neto de Aravidze, Tornike, descobre toda a verdade sobre os negócios de seu avô, começa a se desentender com a família e pensa em cometer suicídio.

A Outra Margem / The Other Bank, 2009 (Gagma Napiri)
Gênero: Drama
Duração: 90 min
Direção: Giorgio Ovashvili
Elenco: Tedo Bekauri, Galoba Gambaria, Nika Alajaev, Tamara Meshki
Classificação indicativa: 14 anos

O filme conta a história de Luka, um menino de 12 anos que viu seus sonhos e felicidade serem levados pela guerra civil e foi obrigado a sair de onde morava. Mesmo com esses obstáculos, o menino ainda luta para recuperar suas esperanças.

Continue Sorrindo / Keep Smiling, 2012 (Gaigimet)
Gênero: Comédia/Drama
Duração: 60 min
Direção: Rusudan Chkonia
Elenco: Ia Sukhitashvili, Nana Shonia, Tamar Bukhnikashvili, Ela Kartvelishvili, Shorena Begashvili, Olga Babluani, Maka Chichua.
Classificação indicativa: 16 anos

Dez mulheres, sete delas vivendo em situação de extrema pobreza, se inscrevem em um concurso de beleza para mães com mais de três crianças. O motivo para todo o desespero das mulheres em ganhar o concurso é o prêmio: um apartamento e 25 mil dólares.

Programação

04/03 – quarta-feira
16h – Pirosmani
19h – A outra margem

05/03 – quinta-feira
16h- Contrição*
19h- A minha avó *
* Sessão seguida de debate

06/03 – sexta-feira
16h- Continue sorrindo
19h – Pirosmani

07/03 – sábado
16h – A outra margem
19h- Contrição

08/03 – domingo
16h- A minha avó
19h- Continue sorrindo

09/03 – segunda-feira
16h- A minha avó
19h- Contrição

Serviço:

Mostra de Filmes da Geórgia
04 a 09 de março
Exibição em DVD e Bluray.
Entrada Franca
Retirada de senha a partir de uma hora antes da sessão.

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março, 66
Centro – Rio de Janeiro – RJ
CEP 20010-000
http://www.bb.com.br/cultura
twitter.com/ccbb_rj
http://facebook.com/CCBB.RJ

Aberto para o público de quarta à segunda, das 09h às 21h.

“Bob Esponja: Um herói fora d’água” – Eu fui!

Estreou dia 5 de fevereiro no Brasil “Bob Esponja: Um herói fora d’água”. O desenho relata um drama na vida de Patrick, Bob, Lula Molusco e todos os outros habitantes da Fenda do Bikini: a receita do hambúrguer de siri – famosa iguaria preparada pelo protagonista – simplesmente desapareceu. Desesperados, todos se tornam espécie de psicopatas tentando resolver este enorme problema. E lógico que Bob se torna o vilão da história, e não pode confiar em ninguém para ajudá-lo, pois todos estão fora de si pela abstinência da tal comida.

Cheguei atrasada na sessão. Portanto, não sei muito bem como a receita foi perdida. Também nunca havia assistido ao desenho. Mas a primeira impressão que tive do invertebrado foi a melhor possível. Bob Esponja é uma simpatia. O filme tem sacadas criativas e, conforme os mais experientes neste desenho animado diziam na cabine de pré-estreia (que contava até com criança), é bem fiel ao desenho. A receptividade do público adulto na sessão e a da criança presente também era extremamente agradável. O longa agrada fãs e novos fãs do desenho, como eu. Especialmente em relação aos super poderes que os personagens adquirem para recuperar a posse da receita milagrosa.

“Sem direito a resgate” estreia dia 26

A partir do dia 26/02, quinta-feira, entra em cartaz nos cinemas do Brasil “Sem direito a resgate” (Life of crime), filme escrito e dirigido por Daniel Schechter, baseado no romance The smitch (1978), de Elmore Leonard. No longa, Mickey Dawson (Jennifer Aniston) é sequestrada, mas o que os bandidos não previam é que ela e seu rico marido, Frank Dawson (Tim Robbins), estavam à beira do divórcio. Resultado, agora Frank se recusa a pagar seu resgate. Will Forte, Isla Fisher, yasiin bey (Mos Def), John Hawkes  e Mark Boone Jr. também estão no elenco. O filme tem lançamento nacional e distribuição da H2O Films.

No livro, o autor Elmore Leonard apresenta pela primeira vez Ordell Robbie e Louis Gara. O primeiro filme a levar as personagens ao cinema foi “Jackie Brown” (1997), com Samuel L. Jackson e Robert De Niro, dirigido por Quentin Tarantino. O longa foi inspirado no romance Ponche Rum (1992), também de Leonard. O filme de Schechter se passa 20 antes, quando Ordell e Louis se conhecem na prisão. Quando os dois já estão em liberdade, Ordell sugere que eles chantageiem um corrupto empreendedor do ramo imobiliário, sequestrando a sua mulher.

Segundo o diretor Daniel Schechter, “Life of crime é uma história sobre pessoas complexas, que tentam tirar o máximo de um plano simples que deu errado. É a minha carta de amor para o trabalho de Elmore Leonard, que agora e sempre vai me lembrar de que ser honesto e ser divertido não precisam ser mutuamente exclusivos.”

Terceiro longa da trajetória de Schechter (os anteriores foram Goodbye baby e Supporting Characters), o filme foi gravado, em sua maior parte, em Greenwich, no estado de Connecticut. A direção de fotografia é de Eric Edwards e a supervisão musical de Laura Katz. Jennifer Aniston, além de atuar, faz a produção executiva, ao lado do autor Elmore Leonard.

Sinopses
Sinopse curta: Em Detroit dos anos 1970, um corrupto empreendedor do ramo imobiliário tem sua esposa sequestrada por dois criminosos que pretendem extorquir-lhe um milhão de dólares, ameaçando-o com informações privilegiadas sobre o seu negócio ilegal e contas no exterior.

FICHA TÉCNICA:
Título em português: Sem direito a resgate
Título original: Life of crime
Gênero: Comédia/Crime
País: Estados Unidos
Duração: 98 minutos
Ano: 2013
Cor: Colorido
Direção: Daniel Schechter
Roteiro: Daniel Schechter (baseado no romance “The switch”, de Elmore Leonard)
Produtores: Ellen Goldsmith-Vein, Lee Stollman, Liz Destro, Jordan Kessler, Ashok Amritraj, Michael Siegel
Produtores executivos: Elmore Leonard, Jennifer Aniston, Aleen Keshishian, Charles Bonan, Kim Leadford, Tim Nye, Larry Ladove, Jim Garavente, Jacob Pechenik, Christopher Herghelegiu
Diretor de fotografia: Eric Edwards
Supervisão musical: Laura Katz

Elenco:
Jennifer Aniston (Mickey Dawson)
yasiin bey/Mos Def (Ordell Robbie)
Isla Fisher (Melanie)
Will Forte (Marshall Taylor)
Mark Boone Junior (Richard Monk)
Tim Robbins (Frank Dawson)
John Hawkes (Louis Gara)

Mostra de Cinema Russo Contemporâneo

A CAIXA Cultural do Rio de Janeiro apresenta, de 3 a 13 de fevereiro (terça a sexta-feira), a Mostra de Cinema Russo Contemporâneo, com a exibição de 16 filmes representativos do período da “Perestroika” e da produção dos últimos 20 anos do país. O projeto inédito é uma realização da Ars et Vita com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho. Além da programação de filmes, a mostra contará com a participação de convidados, cineastas e críticos especialmente convidados para palestras e atividades durante o evento.

Serão exibidos filmes relevantes para a história do cinema russo e do próprio país como Penitência, de Tengiz Abuladze, considerado marco da Perestroika nas artes visuais; Garota Internacional, de Piotr Todorovskiy, um dos primeiros filmes a abordar o tema da prostituição na União Soviética; O assassino do Czar, de Karen Shakhnazarov, que conta a verdadeira história sobre o assassinato da família imperial russa e O Sol Enganador, de Nikita Mikhalkov, ganhador do Oscar de melhor filme estrangeiro em 1994.

Na abertura, em 3 de fevereiro (terça-feira), às 18h, haverá mesa redonda com a participação da historiadora de cinema da Rússia Elena Plakhova, da cineasta Maria Saakyan, do crítico Andrei Plakhov e do jornalista Irineu Perpétuo, além do curador da mostra, Luiz Gustavo Carvalho. No dia 4 de fevereiro (quarta-feira), às 17h30, Elena Plakhova e a diretora executiva da mostra, Maria Vragova, falam sobre o filme Assa, de Serguei Soloviev, que será exibido em seguida. E no dia 5 (quinta-feira), a cineasta Maria Saakyan comenta o seu filme Farol, às 18h15. Todas as sessões comentadas têm entrada franca.

“O cinema russo foi, com certeza, sempre um dos mais expressivos do mundo e o país contribuiu de maneira singular para o desenvolvimento da sétima arte no século XX, por meio de filmes de realizadores como Serguei Eisenstein, Andrey Tarkovsky e Alexander Sokurov, que são conhecidos internacionalmente. O cinema russo atual e os realizadores responsáveis pela continuação desta grande escola são, ao contrário, desconhecidos de grande parte do público. A mostra de cinema russo contemporâneo tem o objetivo de proporcionar a mudança dessa situação, apresentando ao público brasileiro alguns dos melhores exemplos do cinema russo após a queda da União Soviética”, explica Luiz Gustavo.

Programação:

3 de fevereiro (terça-feira)

Cinema 1

15h – Penitência (1984), Tenguiz Abuladze, 153 min, URSS, livre

18h – Mesa redonda com a participação da historiadora de cinema da Rússia Elena Plakhova, da cineasta Maria Saakyan, do crítico de cinema Andrei Plakhov e do curador Luiz Gustavo Carvalho (Entrada Franca)

19h15 – Querida Elena Sergueevna (1988), Eldar Ryazanov, 94 min, URSS, livre

4 de fevereiro (quarta-feira)

Cinema 1

15h30 – Melodias das noites brancas (1976), Serguei Soloviev, 97 min, URSS/Japão, livre

17h30 – Sessão comentada pela historiadora de cinema da Rússia Elena Plakhova e pela diretora executiva da mostra, Maria Vragova do filme Assa (1987), Serguey Soloviev (Entrada Franca)

18h30 – Assa (1987), Serguey Soloviev, 153 min, URSS, 14 anos

5 de fevereiro (quinta-feira)

Cinema 1

16h – Essa não sou eu (2012), Maria Saakyan, 102 min, Rússia/Armenia, livre

18h15 – Sessão comentada pela cineasta Maria Saakyan do filme Farol (2006), Maria Saakyan (Entrada Franca)

19h15 – Farol (2006), Maria Saakyan, 98 min, Rússia/Armênia/Holanda, livre

Cinema 2

16h – Melodias das noites brancas (Serguei Soloviev) 97 min – livre

6 de fevereiro (sexta-feira)

Cinema 1

17h – Entropia (2012), Maria Saakyan, 75 min, Rússia, 14 anos

19h30 – Mercadoria 200 (2007), Alexei Balabanov, 90 min, Rússia, 18 anos

Cinema 2

15h – Querida Elena Sergueevna (1988), Eldar Ryazanov, 94 min, URSS, livre

18h – Idade meiga (2000), Serguei Soloviev, 130 min, Rússia, 14 anos

7 de fevereiro (sábado)

16h – A branca e o malhado (1986), URSS, 95 mins, Serguei Soloviev, livre

18h – O sol enganador (1994), Nikita Mikhalkov, 151 min, Rússia/França, 14 anos

Cinema 2

16h30 – Essa não sou eu (2012), Maria Saakyan, 102 min, Rússia/Armenia, livre

19h – Melodias das noites brancas (1976), Serguei Soloviev, 97 min, URSS/Japão, livre

8 de fevereiro (domingo)

Cinema 1

15h – Rosa preta – emblema da tristeza, rosa vermelha – emblema do amor, Serguei Soloviev , 139 min, URSS, livre

18h – O assassino do Czar, Karen Shakhnazarov, 104 min, Rússia, livre

Cinema 2

16h30 – O país dos surdos, Valery Todorovskiy, 105 min, Rússia, 14 anos

19h – Melodias das noites brancas, Serguei Soloviev, 97 min, URSS, livre

10 de fevereiro (terça-feira)

Cinema 1

16h – Rosa preta – emblema da tristeza, rosa vermelha – emblema do amor (1989), Serguei Soloviev, 139 min, URSS, livre

18h45 – A casa sobre o céu estrelado (1991), Serguei Soloviev, 121 min, URSS, 14 anos

Cinema 2

17h – Assa (1987), Serguey Soloviev, 153 min, URSS, 14 anos

11 de fevereiro (quarta-feira)

Cinema 1

16h30 – Entropia (2012), Maria Saakyan, 75 min, Rússia, 14 anos

18h30 – Garota internacional (1989), Piotr Todorovsky, 151 min, Suécia/URSS, 16 anos

Cinema 2

18h – Idade meiga (2000), Serguei Soloviev, 130 min, Rússia, 14 anos

12 de fevereiro (quinta-feira)

Cinema 1

17h – O assassino do Czar (1991), Karen Shakhnazarov, 104 min, Rússia, livre

19h – Farol (2006), Maria Saakyan, 98 min, Rússia/Armênia/Holanda, livre

Cinema 2

16h – A branca e o malhado, Serguei Soloviev, 95 min, livre

18h – Penitência (1984), Tenguiz Abuladze, 153 min, URSS, livre

13 de fevereiro (sexta-feira)

Cinema 1

15h30 – O sol enganador (1994), Nikita Mikhalkov, 151 min, Rússia/França, 14 anos

18h30 – Garota internacional (1989), Piotr Todorovsky, 151 min, Suécia/URSS, 16 anos

Cinema 2

16h – A casa sobre o céu estrelado (1991), Serguei Soloviev, 121 min, URSS, 14 anos

Serviço:
Mostra de Cinema Russo Contemporâneo
Data: 3 a 13 de fevereiro
Horário: Consultar Programação
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 1 e 2
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Classificação Indicativa: Consultar Programação
Ingressos: R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Top 5 – “Eu fui!”: Filmes

Isto não é o Oscar, mas temos 5 nomeações.

Segue meu Top 5 dos melhores:

 

1 – “Hoje eu quero voltar sozinho”

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Nosso líder do ranking não é vencedor de Oscar, nem é um filme muito comercial. Mas é o representante do Brasil na disputa pelo Oscar de melhor filme estrangeiro em 2015. Escolha muito bem feita, inclusive, na minha modesta opinião. “Hoje eu quero voltar sozinho” conta a história do adolescente cego Leo, que acaba vivendo um triângulo amoroso com seus amigos Giovana e Gabriel. O enredo é lindo, muito bem feito e de grande sensibilidade. Indicamos e desejamos boa sorte no prêmio.

Foi também o primeiro filme da nossa colina “Eu fui!”. Segue o link:

https://palcoteatrocinema.com.br/2014/04/20/o-amor-e-cego-o-cego-e-o-amor-eu-fui-hoje-eu-quero-voltar-sozinho/

2 – 12 Anos de Escravidão

Este, sim, é vencedor de Oscar! A história se passa na segunda década do século XIX, nos EUA ainda sob o regime Divulgaçãode escravidão. Solomon é um homem negro e livre, músico, e, traficado, passa a ser escravizado durante 12 anos. Baseado em fatos reais, o filme é premiado também com o Oscar de melhor atriz coadjuvante, para Lupita Nyong’o, em um excelente desempenho.

 

 

 

 

 

Segue o post completo sobre o filme:

https://palcoteatrocinema.com.br/2014/03/08/12-anos-de-escravidao/

3 – “Homens, Mulheres & Filhos”

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O filme, baseado no livro homônimo de Chad Kultgen, intercala história de vários adolescentes e seus respectivos membros da família. Os temas são vários, mas sempre tocando no assunto do relacionamento familiar e usando a internet como uma espécie de elo. Fala-se de anorexia, solidão, abandono, crise em casamento. Adam Sandler é o responsável por interpretar a trama com este último tema, vivendo um papel diferente daqueles a que está acostumado. Vale conferir!

 

Veja o post completo sobre o filme:

https://palcoteatrocinema.com.br/2014/12/07/homens-mulheres-filhos-eu-fui/

4 – “A Recompensa”

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O humor politicamente incorreto do filme dirigido por Richard Shepard mostra um Jude Law bem diferente do perfil galã a que estamos acostumados a ver. Após ter passado 12 anos na prisão, seu personagem, Dom Hemingway, tenta se reaproximar de sua família e recomeçar a vida. O filme agrada não apenas pelo desempenho de Law, como por alguns detalhes na edição. Assistam e vejam o link!

 

 

Veja o post completo sobre o filme:

https://palcoteatrocinema.com.br/2014/05/07/humor-da-terra-da-rainha-em-a-recompensa-eu-fui/

5 – “Saint Laurent”

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

É o representante da França no Oscar de melhor filme estrangeiro de 2014. O luxo do figurino e o bom desempenho do protagonista, Gaspard Ulliel, são o que mais chamam a atenção no filme.

 

 

 

Veja o link!

https://palcoteatrocinema.com.br/2014/11/09/saint-laurent-eu-fui/

“Homens, Mulheres & Filhos” – Eu fui!

Difícil falar sobre um filme em que tantos temas são tratados. Fico querendo fazer uma reflexão sobre cada um deles, mesmo que seja com um olhar de fora de qualquer das situações. Anorexia, solidão, abandono, gravidez, controle, descontrole… “Homens, Mulheres & Filhos” fala sobre tudo isto, mas sempre falando sobre como eles afetam o relacionamento familiar.

O filme, que estreou em 4 de dezembro, é baseado no livro homônimo de Chad Kultgen. Confesso que na correria do cotidiano, só consegui chegar até o 4º capítulo, mas o pouco que li completei de forma muito rápida, pois é viciante e bem reproduzido na telona.

“Homens, Mulheres & Filhos” foi levado para o cinema pelo diretor Jason Reitman, conhecido pelo adorável “Juno” (2008). Desde já, ele mostrava intimidade com o universo adolescente, que é a temática principal do filme.

No elenco, nomes conhecidos, como a “De repente 30” Jennifer Garner – cumprindo o papel do controle citado acima – com sua Patricia, obcecada por vigiar o comportamento de sua filha. Ansel Elgort – galãzinho que já derramou muitas lágrimas em “A Culpa é das Estrelas” – repete a dose neste longa, só que com mais sorte quanto ao roteiro (os fãs de “a culpa” podem me matar).

A grande surpresa fica em torno de Adam Sandler. Conhecido no papel do bobão de comédias, desta vez não faz o espectador esboçar nenhum sorriso como Don Truby, marido em crise no casamento. Mas não que as tentativas sejam frustradas. Realmente seu papel é denso e diferente de seus personagens anteriores. Admito que sempre tive preconceito quanto a ele, mas não posso deixar de valorizar este seu trabalho.

Quando vejo este tipo de filme consigo observar as vantagens que certa maturidade traz. Já consigo me enxergar tanto na pele dos pais, quanto na dos filhos. Entendo certos exageros de zelo e controle dos mais velhos, mas também lembro dos conflitos da adolescência e como a inocência pode atrapalhar a sanidade em alguns momentos.

“Homens, Mulheres & Filhos” definitivamente não é mais um besteirol americano. Não é sequer um filminho água com açúcar adolescente. É uma história com vários momentos densos, que retratam conflitos pessoais e familiares, que podem fazer parte da vida de cada um de nós.

P.S.: Agradeço à Palavra Online pelo convite.

Número 3 no nosso Top 5 2014:

https://palcoteatrocinema.com.br/2014/12/07/top-5-eu-fui-filmes/

Muito cinema em dezembro, no CCBB

O mês de dezembro começa com a “Mostra Cinema Atual Espanhol” que reúne uma seleção do produtivo ano de 2012, quando foram lançados filmes de Pablo Berger, León Siminiani, Paco León, Pablo Bergerr, Fernando Cortizo, entre outros.

“Pequenas Histórias da Vanguarda: Downtown New York” é a mostra de cinema que resgata um dos movimentos cinematográficos mais emblemáticos dos Estados Unidos e apresenta o legado da famosa cena underground No Wave, que aconteceu entre 1976 e 1987, desafiando abordagens convencionais do modo de se fazer cinema. De Basquiat a Jim Jarmusch, as mais diversas manifestações culturais se cruzam entre documentários, ficções e filmes experimentais.

No teatro, “Hora Amarela” traz Deborah Evelyn, Isabel Wilker e Emílio de Mello na direção de  Monique Gardenberg. Na primeira montagem no Brasil de ‘Through the Yellow Hour’, do dramaturgo norte-americano Adam Rapp, cuja ação se passa em uma Nova York sitiada e arrasada por uma guerra misteriosa e violenta.

A 4º Edição Brasil Vocal CCBB chega à etapa final, quando são apresentados os arranjos finalistas e onde júri e público votam nos seus favoritos.

Em janeiro, o CCBB Rio traz Kandinsky e Augusto Boal nas salas de exposição, Nelson Rodrigues e Myriam Muniz no teatro.

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março, 66
Centro – Rio de Janeiro – RJ
CEP 20010-000
http://www.bb.com.br/cultura
twitter.com/ccbb_rj
http://facebook.com/CCBB.RJ
Aberto para o público de quarta à segunda, das 09h às 21h.

Videodança “Montão de Coisa”

No próximo dia 29 de novembro, a Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu apresenta a videodança “Montão de Coisa”, fruto da Oficina de Vídeo e Arte. As imagens recolhidas durante todo o período letivo serviram de base para a produção de uma coreografia em sala de aula, e posteriormente refilmada nas ruas do bairro e agora estará disponível para o público. No filme, o tradicional bairro da região, Austin, foi catalogado em representações, filtrando gestos, cores, sensações e discursos. A entrada é gratuita e a exibição será realizada em looping. No mesmo dia, outras duas oficinas da ELC (Audiovisual para Educadores e Produção Audiovisual) irão exibir os seus projetos.
Ao longo das atividades, os alunos foram motivados a colecionar e catalogar o bairro de Austin, a cada aula um grupo de imagens diferentes, divididos entre seres vivos, materialidades, grupos sociais, objetos, sensações, lugares, gestos e sons. Todo o material recolhido foi remontado em sala de aula para a composição de coreografias da videodança, com a orientação das bailarinas Priscila Maia e Luisa Coser. Após a elaboração coreográfica, os alunos refilmaram todas as cenas no bairro de Austin. “Montão de coisa” é uma representação estética da região através de gestos. A videodança conta ainda com uma trilha sonora original, produzida pelo músico Marcelo Peregrino, com mixagem e masterização da gravadora independente Pirão Discos, que também é da cidade de Nova Iguaçu.

A inspiração para a produção do projeto são as mais diversas, passando pelos gestos das obras de Carvaggio e as coreografias realizadas pela bailarina alemã Pina Bausch. Outros projetos que influenciaram foram os filmes do diretor americano, Busby Berkeley, que revolucionou o gênero musical no cinema, através de suas coreografias extravagantes e o filme de Ettore Scola, “O Baile”, que ajudou na compreensão da construção da gestualidade como um discurso.

A Oficina de Vídeo Arte tem o objetivo de iniciar os alunos no campo da arte contemporânea, com referência de artistas plásticos e videoartistas. A metodologia da ELC, consolidada ao longo de seus 8 anos, trabalha com os eixos palavra, corpo e território como elementos de expressão artística. A oficina tem coordenação metodológica do Diego Bion. A oficina é destinada a jovens entre 12 e 18 anos, oriundos de escolas da rede pública de ensino, com quatro turmas de em média 25 alunos cada uma.

Ficha técnica:
Realização:Alunos da Oficina de Vídeo Arte
Coordenação Metodológica: Diego Bion
Monitoria: Diana Vieira
Colaboração: Priscila Maia e Luisa Coser
Trilha Sonora: Marcelo Peregrino / Pirão Discos
Coordenação de Produção: Luana Pinheiro
Produção: Beatriz Stassen
Coordenação do Projeto:Valquiria Oliveira
Idealização: Marcus Faustini
Duração: 5 minutos

Serviço:
Data: 29 de novembro (sábado)
Horário: 18h
Local: Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu
Endereço: Rua Cândido Lima, 13 (sobreloja) – Austin – Nova Iguaçu
Telefone: (21) 2763.7570
A entrada é gratuita
Classificação: Livre

Mostra Polo Audiovisual – MOPA

O cinema do Rio de Grande de Sul está num período fértil nos últimos anos, com um crescente número de produções cinematográficas integrando festivais do Brasil e exterior. Para levar ao público um panorama deste cenário, a Pironauta Produções organizou a Mostra Polo Audiovisual – MOPA, que acontece de 19 de novembro a 01 de dezembro, no CCBB Rio, e depois segue para Porto Alegre, de 04 a 10 de dezembro.

Fazem parte da mostra, 14 longas e 28 curtas-metragens lançados a partir de 2000 foram selecionados pela curadoria entre os filmes inscritos pelo site http://www.mopars.com.br. Tendo como mote a pluralidade, a programação reúne diversos gêneros e diferentes gerações de cineastas, contando ainda com filmes convidados de diretores consagrados.

A primeira semana tem como destaque debates com diretores e produtores dos longas, e na semana seguinte, a oficina de roteiro aberta a interessados nos dias 24, 26, 27 e 28 de novembro, com aulas das 14h às 17h.

“A Oeste do Fim do Mundo” (2013), de Paulo Nascimento, abre as sessões de debate pós-exibição, sempre às 19h30, na quarta, dia 29, seguido de “Walachai” (2009), de Rejane Zilles (quinta, 20), “3 Efes” (2007), de Carlos Gerbase (sexta, 21), “Mais Uma Canção” (2013), documentário sobre o músico Bebeto Alves, de Rene Goya Filho e Alexandre Derlam, que faz sua estreia nacional (sábado, 22), “Porto dos Mortos”,  terror de Davi de Oliveira Pinheiro com baixo orçamento e sem leis de incentivo que integrou 80 festivais, com 14 prêmios (domingo, 23) e “Simone” (2013), de Juan Zapatta (segunda, 22).

Completam a seleção de longas “Netto Perde Sua Alma” (2001), de Tabajara Ruas e Beto Souza; “Quase um Tango…”, (foto) último filme de Sergio Silva, com Marcos Palmeira e Viviane Pasmanter, “O Cárcere e a Rua” (2004), de Liliana Sulzbach, todos premiados no Festival de Gramado, e ainda “Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes” (2013), de Bruno Polidoro e Cacá Nazario, “Extremo Sul” (2005), de Monica Schmiedt e Sylvestre Campe; “A Última Estrada da Praia” (2010), de Fabiano de Souza (2009), de Rejane e “Dyonélio” (2012), de Jaime Lerner, e “Balões, Lembranças e Pedaços de Nossas Vidas” (2013), de Frederico Pinto, que também participaram de festivais no Brasil e exterior.

Os filmes convidados são “Houve Uma Vez Dois Verões” (2002), de Jorge Furtado, “Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’Roll” (2006), de Otto Guerra, “Ainda Orangotangos” (2008), de Gustavo Spolidoro, “Antes que o Mundo Acabe” (2009), de Ana Luiza Azevedo, e “A Festa de Margarette” (2003), de Renato Falcão.

Curadoria

O crítico de cinema carioca Rodrigo Fonseca, Beth De Sá Freire, diretora adjunta do Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, e Roger Lerina, jornalista gaúcho, formam a curadoria dos longas-metragens. Eliana Oliveira, programadora do cinema Santander, em POA, Francisco Marshall, professor do Departamento de Artes Visuais da Faculdade Federal do Rio Grande do Sul, e Ivone Bentes, presidente da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul ficaram responsáveis pelos curtas.

Programação

Dia 19, quarta

15h:  “Balões, Lembranças e Pedaços de Nossas Vidas” (2013, 70 min, livre.), de Frederico Pinto,

17h: Programa 4 de Curtas metragens (74m, 16 anos):  “Amores Passageiros” (2012, 23m), de  Augusto Canani, “Hotel Farrapos” (2014, animação, 12 min), de Lisandro Santos, “Uma Vida Feita de Outras”(2012, ficção, 15 min), de  Denise Marchi, “Por Mais Que Eu Te Leve Pelos Caminhos” (2014, documentário, 10 min), de  Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, e “De Lá Pra Cá”, (2011, ficção, 14 min) de Frederico Pinto

19h30: Exibição e debate – “A Oeste do Fim do Mundo” (2013, 104 m, 14 anos), de Paulo Nascimento. Participação de Leonardo Machado, ator e co-produtor do longa.

Dia 20, quinta

15h: Programa 1 de Curtas metragens (68m/14 anos):  “O Branco”, de Ângela Pires e Liliana Sulzbach, “O Limpador de Chaminés”, de Rodrigo John, “DJs do Busão”, de Evandro Berlesi”, “Hoje Tem Felicidade”, de Lisiane Cohen,  e “A Pequena Vendedora de Fósforos”, de Kyoko Yamashita

17h: “A Última Estrada da Praia” (2010, ficção, 93m, 16 anos), de Fabiano de Souza

19h30: Exibição e debate – “Walachai” (2009, documentário, 84m, livre),  de Rejane Zilles. Participação da diretora.

Dia 21, sexta

15h: Programa 5 de curtas-metragens (65m/10 anos): “A Linha Imaginária” (2014, 20m) de Cíntia Langie e Rafael Andreazza, “Um Animal Menor” (2010, 20m), de Pedro Harres e Marcos Contreras, “Caçador” (2014, 19m), de Rafael Duarte e Taísa Ennes Marques, e  “Um Dia Como Hoje” (2011, 9m) de Eduardo Wannmacher e “A Linha Imaginária” (2014, 20 min), de Cíntia Langie e Rafael Andreazza.

17h: “Netto Perde sua Alma” (2001, ficção, 103m, 14 anos), de Tabajara Ruas e Beto Souza

19h30: Exibição e debate – “3 Efes” (2007, ficção, 100m, 16 anos), de Carlos Gerbase. Participação do diretor

Dia 22, sábado

15h: Programa  3 de curtas- metragens (64m/16 anos):  “Cafeka” (2012, 12 anos), de Nicholas da Silva Paim, “O Cão” (2011, 10min), de Abel Roland e Emiliano Cunha,

“Os Desconhecidos” (2012, 13m), de Eduardo Teixeira. 13 min, “Ed” (2013, 14m), de Gabriel Garcia, “Os Filmes Estão Vivos (2013, 25m), de Fabiano de Souza e Milton do

Prado

17h: “Quase Um Tango…” (2009, ficção, 100m, 12 anos), de Sérgio Silva

19h30h: Exibição seguida de debate – “Mais uma Canção” (2013, documentário, 93min,

livre), de Rene Goya Filho e Alexandre Derlan

Dia 23, domingo

15h: Programa 6 de curtas-metragens (68m/18 anos): “Casa Afogada (2011, 14m), de Gilson Vargas, “Céu, Inferno e outras Partes do Corpo” (2011, 8min), de Rodrigo

John (8 min., 12 anos.), “Messalina” (2004, 14m), de Cristiane Olivieira, “A Pequena Vendedora de Fósforos” (2014, 9m), de Kyoko Yamashita, “Rigor Mortis” (2013,

20m), de Marcello Lima e Fernando Mantelli,  e “Sorry” (2013, 3m), de The Wolfpack.

17h: “Extremo Sul” (2005, documentário, 92min, livre) de Monica Schmiedt  e Sylvestre  Campe

19h30h: Exibição e debate – “Porto dos Mortos” (2001, terror, 89m, 18anos), de Davi

de Oliveira Pinheiro. Participação do diretor

Dia 24, segunda

14h às 17h30: Oficina de roteiro ministrada pelo roteirista Leo Garcia

15h: “Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes” (2013, documentário, 74m, 12anos), de Bruno Polidoro e Cacá Nazario

17h: Programa 2 de curtas-metragens 68 min / 12 anos) (: “A Cidade” (2012, 25m), de Liliana Sulzbach, “Céu, Inferno e outras Partes do Corpo (2011, 8 m), de Rodrigo

John, “Livros no Quintal” (2009, 20m), de Vinícius Cruxen, “Três Vezes Por Semana”  (2011, 15min), de Cris Reque.

19h30h:  Exibição e debate – “Simone” (2013, ficção, 73m, 16 anos), de  Juan Zapatta. Participação do diretor

O CCBB não abre às terças

Dia 26,  quarta-feira

14h às 17h30: Oficina de roteiro ministrada pelo roteirista Leo Garcia

15h: Programa 2 de curtas-metragens (68 m/ 12 anos): “A Cidade” (2012, 25m), de Liliana Sulzbach, “Céu, Inferno e outras Partes do Corpo” (2011), de Rodrigo John

( 8 min. 12 anos), “Livros no Quintal” (2009), de Vinícius Cruxen (20 min e 12 anos)  e “Três Vezes Por Semana (2011), de Cris Reque, (15 min. Livre).

17h: Filme convidado: “Ainda Orangotangos”, (2008, ficção, 81m, 14 anos), de Gustavo Spolidoro

19h30: “Dyonélio” (2012, documentário, 72m, livre), de Jaime Lerner

Dia 27, quinta-feira

14h às 17h30: Oficina de roteiro ministrada pelo roteirista Leo Garcia

15h – Filme convidado: “Houve uma Vez dois Verões” (2002, ficção,75m, 12 anos),  e Jorge Furtado

17h: “Netto Perde Sua Alma” (2001, ficção, 103m, 14 anos), de Tabajara Ruas e Beto Souza

19h30: “Quase um Tango…”, (2009, ficção, 100m, 12 anos),  de Sergio silva

Dia 28, sexta-feira

14h às 17h30: Oficina de roteiro ministrada pelo roteirista Leo Garcia

15h:  Filme convidado: “Antes que o Mundo Acabe” (2009, ficção,104m, 10 anos) de Ana Luiza Azevedo

17h – Programa 4 de Curtas metragens (74m, 16 anos):  “Amores Passageiros” (2012, 23m),

de  Augusto Canani, “Hotel Farrapos” (2014, animação, 12 min), de Lisandro Santos, “Uma Vida Feita de Outras” (2012, ficção, 15 min), de  Denise Marchi, “Por Mais Que

Eu Te Leve Pelos Caminhos” (2014, documentário, 10 min), de  Marcio Reolon e Filipe Matzembacher, e “De Lá Pra Cá”, (2011, ficção, 14 min) de Frederico Pinto

19h30h:  “Extremo Sul” (2005, doc, 92m, livre), de Monica Schmiedt e Sylvestre Campe

Dia 29, sábado

Programa 1 de Curtas metragens (68m/14 anos):

15h: “O Branco”, de Ângela Pires e Liliana Sulzbach, “O Limpador de Chaminés”, de Rodrigo John, “DJs Do Busão”, de Evandro Berlesi”, “Hoje Tem Felicidade”, de

Lisiane Cohen, “A Pequena Vendedora de Fósforos”, de Kyoko Yamashita

17h: Filme convidado: “A Festa de Margarette” (2003, ficção, 90m, 10 anos), de Renato Falcão

19h30: “Balões, Lembranças e Pedaços de nossas Vidas” (2013, 70 min, livre), de Frederico Pinto

Dia 30, domingo

15h: Programa 3 de curtas- metragens (64m/16 anos):  “Cafeka” (2012, 12 anos), de Nicholas da Silva Paim, “O Cão” (2011, 10m), de Abel Roland e Emiliano Cunha,

“Os Desconhecidos” (2012, 13m), de Eduardo Teixeira, “Ed” (2013, 14m), de Gabriel Garcia, “Os Filmes Estão Vivos (2013, 25m), de Fabiano de Souza e Milton do Prado

17h: “Wood & Stock” (2006, animação, 81m, 16 anos), de Otto Guerra

19h30h:  “Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes” (2013, doc, 74m, 12 anos), de Bruno Polidoro e Cacá Nazario

Dia 01, segunda

15h: Programa 5 de curtas-metragens (65m/10 anos): “A Linha Imaginária” (2014, 20m) de  Cíntia Langie e Rafael Andreazza, “Um Animal Menor” (2010, 20m),

de Pedro Harres e Marcos Contreras, “Caçador” (2014, 19m), de Rafael Duarte e Taísa Ennes Marque, e  “Um Dia Como Hoje” (2011, 9m) de Eduardo Wannmacher,

e “A Linha Imaginária” (2014, 20 min), de Cíntia Langie e Rafael Andreazza

15h: Programa 6 de curtas-metragens (68m/18 anos): “Casa Afogada” (2011, 14m), de Gilson  Vargas, “Céu, Inferno e outras Partes do Corpo” (2011, 8 min.

12 anos), de Rodrigo John, “Messalina” (2004, 14m), de Cristiane Olivieira, “A Pequena Vendedora de Fósforos” (2014, 9m), de Kyoko Yamashita, “Rigor Mortis” (2013,

20m), de Marcello Lima e Fernando Mantelli, e  “Sorry” (2013, 3m), de The Wolfpack.

19h30: “O Cárcere e a Rua” (2004, doc, 80m, 12 anos), de Liliana Sulzbach)

Informações do workshop de roteiro
Datas: De 24 a 28 de novembro, com aulas das 14h às 17h, gratuito
Ministrante: Leo Garcia, roteirista com mestrado em roteiro de ficção para televisão e cinema na Universidade Pontifícia de Salamanca, Espanha, e fundador  e fundador da produtora de roteiros Coelho Voador
Público: 20 pessoas – os 20 primeiros interessados que mandarem email para produção@pironauta.com.br. Emissão de certificados aos participantes.

SERVIÇO:
MOPA – Mostra Pólo Visual
CCBB Rio – R Primeiro de Março, 66, centro – Tel: 3808-2020
De 19 de novembro a 01 de dezembro
Sala de cinema 1 – 98 lugares
Sala de cinema 2 – oficina de roteiro
Entrada gratuita – retirada de ingresso a partir de uma hora antes da exibição

Dia da Consciência Negra, na Arena Dicró

Oficinas, exposição de fotos, shows, feira de artesanato, exibição de filmes, desfile de moda, batalha de passinho e muito mais. Em homenagem ao Dia da Consciência Negra, a Arena Carioca Dicró, na Penha, realizará o Festival da Cor da Gente, que contará com uma programação intensa e irá acontecer nos dias 20, 21, 22 e 23 de novembro.

Entre as atividades do primeiro dia do festival, estarão a feira de artesanato, que contará com a presença das marcas Criolês, Páprica e Udama e o trabalho de Gabi Mazepa e Glória Regina; exibição da animação Kirikou, sobre uma lenda africana, em que um recém-nascido superdotado será responsável pela salvação da sua aldeia; apresentação do espetáculo “Beleza Negra”, uma comédia musical sobre a união dos povos que também presta uma homenagem a grandes personalidades negras da história nacional e mundial; desfile de moda; oficinas de percussão e turbante.

Já na sexta-feira, a Arena Dicró será palco do show da banda AR21 (AfroReggae 21), com repertório que mistura pop, reggae e rock. O cineclube irá exibir o longa-metragem “Prezado Mandela”, o filme retrata a trajetória do maior movimento de moradores de favelas da África do Sul e sua luta contra remoções e o direito de acesso e permanência nas cidades. Após a exibição do longa, será realizado um debate com o historiador Mario Brum e a cientista política Kalinca Copello.

No sábado, o boteco do Parque Ary Barroso terá um cardápio voltado para a Bahia, região do Brasil com mais influência africana. No mesmo dia, o Coletivo CRUA realizará uma edição especial do Cinegrada e irá exibir filmes que valorizem a identidade negra. O Fotoclube Alemão fará a inauguração da exposição de imagens produzidas nos últimos quatro anos dentro do Complexo do Alemão.

No último dia do festival, 23 de novembro, a Arena Dicró contará com o projeto da HTCE/UFRJ “A história da Mulher Pássaro”, que consiste em breves contos que misturam ciências e fantasia, com intuito de estimular a imaginação do público. Para encerrar o festival, será apresentado também o documentário de Emilio Domingos, “A Batalha do Passinho”, que acompanha de perto esse fenômeno e mostra a evolução dessa cultura, após a exibição, será realizado um Baile de Passinho. O encerramento ainda contará com a tradicional roda de choro com os professores, alunos e convidados da Escola Portátil de Música.

Festival da Cor da Gente – Programação:
Dia 20/11
10h às 21h – Feira de artesãos
10h – Cineclube Infantil – “Kirikou”
11h30 – Espetáculo Beleza Negra
14h – Oficina de Percussão
16h – Oficina de Turbante
18h – Desfile

Dia 21
10h – Rodada Hacker
16h30 – Cineclube (Prezado Mandela) e debate com Mario Brum e Kalinca Copello
19h – Roda de Danças Populares – Grupo Dandalua
21h – Banda AR21

Dia 22
8h30 – Espetáculo Amas de Leite
10h às 21h – Feira de artesãos
10h – Oficina de Dança Afro
10h – Contação de Histórias
12h – Boteco especial Bahia
14h – Cinegrada
16h – Malícia Urbana Crew
16h – FotoClube Alemão

Dia 23
10h – A História da Mulher Pássaro
12h – Boteco especial Bahia
14h – Cinegrada
15h – Roda de Choro
17h – Documentário “Batalha do Passinho”
18h30 – Passinho Carioca

Serviço:
Data: de 20 a 23 de novembro (quinta a domingo)
Entrada gratuita (*com exceção do show AR21, que custa R$ 10 – inteira e R$ 5 – meia)
Classificação etária: Livre
Endereço: Av. Brás de Pina S/N. Parque Ary Barroso – Penha (Acesso pela Rua Flora Lobo)
Telefone: (21) 3486-7643

“O estopim”, no Observatório

Na próxima segunda-feira, dia 17/11, às 18 horas o DIÁLOGOS ESPOCC, série de debates promovidos pela Escola Popular de Comunicação Crítica, receberá o diretor e roteirista Rodrigo Mac Niven. Logo após a exibição do documentário “O estopim”, que retrata o caso do sumiço do pedreiro Amarildo, o cineasta participará de debate sobre segurança pública no Rio de Janeiro, mercado audiovisual e os desafios de fazer cinema no Brasil.

O encontro será aberto ao público, gratuito, e acontecerá na sede do Observatório de Favelas, na Maré. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas através do link: http://migre.me/mLzrK

Exibido na última edição do Festival do Rio, o documentário “O estopim” mistura depoimentos reais e cenas com atores. A intenção é não só investigar o ocorrido, mas debater a conduta policial nas favelas e a questão da segurança pública do país.

O estopim

Sinopse:
A coragem da família e de amigos de Amarildo, assassinado por policiais militares dentro da sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha em julho de 2013, se transformou em símbolo de resistência e luta da sociedade civil contra a violência do Estado. O caso foi o estopim não apenas para a mobilização de outras comunidades, mas principalmente para expor as fragilidades de um projeto de segurança pública militarizado.

Ficha técnica:
Documentário
Duração: 84 minutos
País/ano: Brasil/2014
Direção, roteiro e montagem: Rodrigo Mac Niven
Empresa Produtora: TVA2 Produções
Produção: Mariana Genescá
Fotografia: Neto de Oliveira
Música: Fernando Moura
Documentário com: Brunno Rodrigues

Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=nZBfu8uMZCY&feature=youtu.be

Serviço – DIÁLOGOS ESPOCC
Data: 17 de novembro
Horário: 18 horas
Local: Observatório de Favelas
Endereço: Rua Teixeira Ribeiro, 535, Maré, Rio de Janeiro
Informações: espocc@observatoriodefavelas.org.br

“Experiências do diálogo urbano”

Dia 19 de novembro (quarta) é a última chance para quem quiser assistir à mostra de filmes “Experiências do diálogo urbano” (curadoria de Leandro Almeida). E para fechar o evento em grande estilo, cinco curtas serão oferecidos, gratuitamente, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, neste dia, às 15h.

A programação – que propicia ao público uma reflexão sobre contextos urbanos e experiências de vida nas cidades, provocando olhares e conexões entre arquiteturas, geografias, cultura, arte, cidadania e história – é uma atividade complementar à exposição “Espaços deslocados – futuros suspensos”, em cartaz no museu.

Programação do dia 19 de novembro:

O Corpo da Cidade (Direção – Thiago Saldanha / videodança / 12min / 2014 / RJ) Experimentação de vídeodança que busca dialogar com o corpo dançante da bailarina clássica com uma cidade em plena transformação urbana, o Rio de Janeiro. A Zona Portuária carioca transformada em canteiro de obras surge como gancho que conduz a história.

Distraída para morte (Direção Jeferson De / Fic / 14min / 2001 / SP)

Três adolescentes negros caminham na metrópole. O que pensam? Sem destino, “distraídos”, perambulam por vilas, ruas e grandes avenidas. Os dois meninos riem de suas próprias piadas racistas, enquanto a moça os observa calada.

Multiplicadores (Direção Renato Martins e Lula Carvalho / doc / 20min / 2006 / RJ)

Multiplicadores é um documentário sobre a cultura do Grafite, e tem como foco principal o seu caráter de mobilização e inclusão social no estado do Rio de Janeiro.

Seu Pai já Disse que Isso Não é Brinquedo (Direção Kiko Mollica / Fic / 15min / 2003 / SP)

Conheça a história de Vamberto e sua namorada Jéssica, por meio das inúmeras câmeras espalhadas pela cidade de São Paulo. Descubra porque privacidade hoje em dia é uma questão de sorte.

Angelo anda sumido (Direção Jorge Furtado / Fic / 18min / 1997 / RS)

Dois amigos tentam chegar a um restaurante para jantar e se perdem no labirinto de grades, muros e cercas de uma cidade.
Serviço:
Mostra de filmes “Experiências do diálogo urbano”, a partir da exposição em cartaz “Espaços deslocados – futuros suspensos”
Entrada gratuita
Último dia: 19 de novembro, quarta, às 15h
Livre
MAC de Niterói
Mirante da Boa Viagem sem número – Niterói
Informações: 2620-2400

“Saint Laurent” – Eu fui!

Em tempos de São Paulo Fashion Week, um filme sobre um dos maiores nomes da moda de todos os tempos está prestes a estrear. “Saint Laurent” entra em cartaz nos cinemas brasileiros dia 13 de novembro, mas o filme já é reconhecido lá fora, sendo o escolhido para representar a França na disputa pelo Oscar de melhor filme estrangeiro em 2015. Fui conferir a pré-estreia que aconteceu dia 3 de novembro.

O filme conta a vida de Yves Saint Laurent de 1967 a 1976, mas isto não significa que o diretor Bertrand Bonello tenha escolhido que a história fosse contada de forma cronológica. Os amores, os sucessos, as polêmicas são exibidos avançando e voltando no tempo a todo o momento, mas sempre identificando para o espectador em que ano a cena está se passando.

A timidez que o ator principal, Gaspard Ulliel, exibiu em seu discurso pouco antes da exibição do filme não condiz com sua performance em cena. Ele se despiu – literalmente – de qualquer pudor em cenas ousadas, mostrando ótimo desempenho na pele de Yves Saint Laurent. Sinceramente não conheço os trejeitos do estilista, morto em 2008, na vida real. Mas Ulliel construiu um belo e crível personagem.

Não poderia ser diferente, mas a sofisticação do cenário é bonito de se ver. O capricho do figurino, tanto dos personagens da história, quanto dos desfiles, é um espetáculo à parte. As roupas de sua grife, Yves Saint Laurent, com seus estilo, cores e cortes tão característicos, são bem reproduzidas, dando veracidade às cenas.

Como era uma pré-estreia em uma noite de segunda-feira e fui sem saber a duração do filme, confesso que as duas horas e meia me cansaram um pouco. Mas é sempre divertido saber sobre as loucuras que todo bom e grande gênio carrega em sua particularidade. E também, claro, contemplar a elegância de um filme francês. Ainda mais quando se trata de moda.

P.S.: Agradeço à Cinnamon Comunicação pelo convite.

 

Número 5 no nosso Top 5 2014:

https://palcoteatrocinema.com.br/2014/12/07/top-5-eu-fui-filmes/

Exibição de filme na Arena Dicró

“Hotel da Loucura – Gênese” é um documentário que retrata o “Ocupa Nise” promovido pela Universidade Popular de Arte e Ciência, que acontece desde 2011 no Instituto Municipal Nise da Silveira, no Rio de Janeiro. O filme terá uma única exibição na Arena Dicró, na Penha, no dia 07 de novembro. A entrada é gratuita e a classificação etária é livre.

O “Ocupa Nise” desenvolve práticas diferenciadas para o tratamento de doenças psíquicas, que incluem trabalhos coletivos, peças de teatro, arte e estudos. No teatro DyoNises, que fica dentro das instalações do “Hotel da Loucura”, os usuários e funcionários são convidados a encenarem peças e exercitarem sua capacidade de se comunicar através da narrativa. O projeto propõe a não diferenciação de pessoas e em cima do palco, todos são tratados como iguais, todos são atores de uma mesma peça.
Ficha técnica:
Direção: Mariana Campos e Raquel Beatriz.
Produção executiva: Luiz Antonio Pilar
Realização: Lapilar Produções Artísticas
Duração: 72 minutos

Serviço:
Data: 07/11 (sexta-feira)
Horário: 19h
Local: Arena Carioca Dicró – Carlos Roberto de Oliveira
Endereço: Parque Ari Barroso, Penha (entrada pela rua Flora Lobo)
Telefone: (21) 3486-7643
Entrada gratuita
Classificação etária: Livre
Capacidade: 338 pessoas

O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos

Preparando-se para o lançamento de “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”, uma produção da New Line Cinema e Metro-Goldwyn-Mayer Pictures (MGM), o mais ardoroso e apaixonado fã brasileiro está bem perto de viver uma aventura na Nova Zelândia que somente em sonhos seria possível.

Alguns fãs de todo o mundo terão a oportunidade de conhecer pessoalmente Sir Peter Jackson e assistir a uma pré-estréia do terceiro filme “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”, no estúdio particular do diretor, na cidade de Wellington. Assistir à última fantasia se desdobrando na tela certamente causará um impacto forte aos fãs, que terão recentemente visitado as locações reais escolhidas para a trilogia O Hobbit.
O sortudo Leonardo Salles Santana é o vencedor brasileiro entre cerca de 75 fãs no mundo, em um concurso promovido pela Warner Bros. Pictures, Air New Zealand – a companhia aérea oficial da Terra-Média – e Tourism New Zealand, responsável em receber os fãs no país.

“Acompanho as incríveis produções do Peter Jackson desde pequeno, começando pela trilogia de O Senhor dos Anéis, e agora, a trilogia de O Hobbit. Conhecer o Condado, a cidade dos Hobbits, será incrível. É a realização de um sonho de criança. Quem nunca quis ir ao Condado? Será inexplicável visitar cada pedaço da Terra Média eos lugares onde foram filmadas as cenas de todos os filmes. Vai ser o momento de maior felicidade na minha vida!”, se emociona Leonardo.

“Estamos muito emocionados por poder conhecer fãs de vários lugares do mundo” diz Sue Kroll, presidente global de Mkt e Distribuição Internacional da Warner Bros. Pictures. “São fãs apaixonados, que têm muita vontade de viver grandes aventuras, e nós estamos muito felizes de convidá-los para esta viagem e lhes proporcionar uma experiência incrível de viajar à Terra-Média com o Sir Peter Jackson em pessoa na Nova Zelândia” completa.

Mais de 140 mil pessoas, de aproximadamente 30 países, se inscreveram no concurso que tornou possível encontrar os mais ardorosos fãs da trilogia O Hobbit. Uma série de desafios foi imposta, incluindo enviar um postal ao diretor Sir Peter Jackson explicando porque deveria ganhar, responder um ‘quiz’ com temas sobre os Hobbits e fazer um vídeo dizendo o que mais gostam nos filmes.

Cada vencedor poderá escolher um amigo-fã que embarcará nessa jornada que começa quando pisarem no avião com destino à Terra-Média. Todos chegarão em Auckland no início de novembro para uma expedição de cinco dias. Além de conhecer Peter Jackson, o grupo também visitará as locações e paisagens que se tornaram famosas graças aos filmes O Senhor dos Anéis e O Hobbit de norte ao sul das ilhas. A viagem vai mostrar que os cenários vistos nas telas também são ótimos destinos para férias.

Sobre a viagem
O exército multinacional vai aterrissar em Auckland,eleita uma das três melhores cidades do mundo para se viver, e ir até Rotorua, tradicional destino turístico, onde serão recebidos com uma típica performance cultural Maori e o tradicional “hangi” (um banquete cozido em um autêntico forno subterrâneo). Na próxima parada, na locação do filme perto de Matamata, na região de Waikato, os fãs serão guiados em um tour privado pelo local e poderão ver de perto as44 casinhas dos Hobbits. Todos serão convidados a participar de uma verdadeira festa de anões antes de continuar a jornada até Queenstown, ao sul da ilha, no dia seguinte.

Queenstown é a capital da aventura da Nova Zelândia e cenário de incontáveis batalhas da trilogia. O exército de fãs não apenas terá a chance de seguir os passos de seus heróis através do Paraíso, como também visitar o Pilar dos Reis, casa da tirolesa KawerauBungy.

A jornada termina em Wellington, capital da Nova Zelândia e cidade onde Peter Jackson mora, para uma exibição privada do último filme “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”. Mais conhecida como “Wellywood”, é onde Sir Peter construiu seu império e parada obrigatória para todos fã da Terra-Média. A viagem será acompanhada por cerca de 40 profissionais da imprensa documentando os pontos altos da aventura para as televisões, jornais e sites de todo o mundo.

Entre os apoiadores da jornada estão a New Line Cinema, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures e a Warner Bros. Pictures, que vão distribuir o filme ainda neste ano, junto com a MGM nos países escolhidos.

Para mais informações sobre o The Hobbit Fan Fellowship Contest visite:TheHobbitFanContest.com

Sobre O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos
Dirigido por Peter Jackson, O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos tem roteiro assinado por Fran Walsh, Philippa Boyens, Peter Jackson e Guillermo del Toro, baseado no romance de J.R.R. Tolkien. Jackson também produziu o longa-metragem, em parceria com Carolynne Cunningham, Zane Weiner e Fran Walsh. Os produtores executivos são Alan Horn, Toby Emmerich, Ken Kamins e Carolyn Blackwood. Philippa Boyens e Eileen Moran assinam a coprodução. A produção foi realizada nos estúdios de Jackson em Miramar, Wellington, e em locações pela Nova Zelândia. A pós-produção foi realizada no Park Road Post Production, em Wellington.

New Line Cinema e Metro-Goldwyn-Mayer Pictures apresentam O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos, uma produção Wingnut Films. Assim como os dois primeiros filmes da trilogia, O Hobbit: Uma Jornada Inesperada e O Hobbit: A Desolação de Smaug, o último filme é uma produção do New Line Cinema e Metro-Goldwyn-Mayer Pictures (MGM), com coordenação de produção da New Line. A Warner Bros. Pictures é responsável pela distribuição mundial do filme nos cinemas. A MGM é responsável pela distribuição do filme em territórios específicos e pela distribuição para TV mundialmente.

Mais informações:
TOURISM NEW ZEALAND
http://www.newzealand.com/br/

Democracia em Preto e Branco

A música de abertura, “Núcleo Base”, clássico do grupo paulista Ira!, e a locução de Rita Lee dão indícios do que está por vir: “Democracia em Preto e Branco”, uma coprodução TV Zero, Miração Filmes e ESPN dirigida por Pedro Asbeg, retrata um momento único da história do País: como a Democracia Corinthiana – movimento revolucionário futebolístico do início da década de 80, capitaneado pelos jogadores Sócrates, Casagrande e Wladimir -, o nascimento das bandas de rock brasileiras e a campanha das “Diretas Já” estiveram diretamente ligados entre si na busca por um Brasil mais livre e democrático. Seu lançamento coincide com os 50 anos do golpe militar e 30 anos das “Diretas Já” e as eleições de 2014.

Desde seu início fundamentado em uma ação coletiva, é o primeiro longa-metragem brasileiro a ser parcialmente financiado com crowdfunding. Na tela, entrevistas exclusivas com os protagonistas do movimento, entre elas uma das últimas feitas por Sócrates antes de seu falecimento, além de um luxuoso time de personalidades, como os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva, e Marcelo Rubens Paiva, Marcelo Tas, Edgar Scandurra, Frejat, Serginho Groisman e Paulo Miklos. Serginho Groisman dá o tom da época – “Para mim estavam colocadas as três principais questões na minha vida: política, futebol e rock´n´roll, não necessariamente nessa ordem.”

O filme conta ainda com emocionantes imagens de arquivo, como as manifestações que levaram multidões espalhadas pelo Brasil em busca do voto direto para presidente da República. Realizado ao longo de quatro anos, “Democracia em Preto e Branco” leva o espectador a uma viagem pelas principais histórias e personagens que ilustram um singular período de sonhos, conquistas, utopias e desilusões na história do Brasil.

Sinopse
“Tendo como pano de fundo a lendária Democracia Corinthiana, o nascimento das bandas de rock brasileiras e a campanha das diretas já, “Democracia em Preto e Branco” mostra, com locução de Rita Lee e entrevistas exclusivas de Sócrates, Casagrande, os ex presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso e Marcelo Rubens Paiva, Marcelo Tas, Edgard Scandurra, Frejat, Serginho Groisman e Paulo Miklos, entre outros, como o esporte, a política e a música se encontraram para mudar o rumo da história do País nos anos 80.”

Ficha Técnica
Direção: Pedro Asbeg
Produção executiva: Gustavo Gama Rodrigues e Rodrigo Letier
Locução: Rita Lee
Texto e redação: Arthur Muhlenberg
Edição: Renato Martins, edt.
Direção de fotografia: Rodrigo Graciosa
Som direto: Rene Brasil
Pesquisa: Marcio Selem
Videografismo: Renato Vilarouca e Rico Vilarouca
Identidade visual: Tiago Peregrino
Trilha sonora original: Lucas Marcier e Fabiano Krieger
Edição de som e mixagem: Damião Lopes
Correção de cor: Daniel Canela
Pós-produção: Anna Julia Werneck
Duração: 1h30’

Musical “Branca de Neve”, no Bradesco

O musical Branca de Neve, montagem baseada no clássico dos Irmãos Grimm, com direção geral de Billy Bond – que já encantou quase 300.000 espectadores em nove cidades brasileiras e outras tantas na Argentina, Chile e Peru – chega ao Teatro Bradesco Rio para temporada de 01 a 16 de novembro, aos sábados e domingos.

Branca de Neve tem os diálogos e músicas cantadas em português, além de muitos efeitos especiais e de iluminação. A produção conta com mais de 50 profissionais, entre eles 27 atores e 23 técnicos. O espetáculo, uma adaptação escrita por Billy Bond e Lilio Alonso, conta ainda com mais de 180 figurinos, 35 trocas de cenários, 28 toneladas de equipamentos, muita pirotecnia e efeitos visuais deslumbrantes.

No palco Branca de Neve, o Príncipe, os anões, a Bruxa Má e o Rei vão dançar, cantar e atuar, num espetáculo que tem ainda recursos de gelo seco, telões em 3D, levitações, ilusionismo, explosões e um sem fim de equipamentos que fazem a plateia ter a sensação de estar dentro da peça. Uma das surpresas é o chamado 4D: elementos sensoriais que vão fazer ventanias, neve e chuva, para a diversão de toda a família.

Personagens
Rainha
Bruxa
Branca de Neve
Espelho Mágico
Príncipe
Rei
Sete Anões
Caçador
Soldados
Príncipe do Mal
Corte
Rainha Boa

Serviço:
Espetáculo: Branca de Neve
Datas: 01 a 16 de novembro – sábados e domingos às 15hs
Gênero: musical infantil-juvenil
Duração: 100 minutos
Classificação: livre
Capacidade: 1060 lugares
Ingressos: Frisas: R$ 40,00; Balcão Nobre: R$ 80,00; Plateia Alta: R$ 120,00; Plateia Baixa: R$ 175,00 e Camarote: R$ 135,00
– 25% de desconto para Clientes Bradesco e guichê exclusivo na bilheteria do Teatro Bradesco. Desconto limitado a 4 ingressos por sessão para o titular do cartão. Venda limitada de 200 ingressos por sessão.
– 20% de desconto para assinante O Globo. Desconto limitado a 2 ingressos por sessão para o titular do cartão. Venda limitada de 200 ingressos por sessão.
– 50% desconto para os 100 primeiros titulares Cartão Alelo na compra de 01 ingresso com Vale Cultura, e 10% desconto para os demais.
*Crianças até 24 meses que fiquem sentadas no colo não pagam
*Descontos não cumulativos.

Pontos de venda:
Bilheteria Teatro Bradesco: Av. das Américas, 3.900/Lj 160- Tel: 3431-0100
Sujeito à taxa de conveniência:
Site: http://www.ingressorapido.com.br (a compra pode ser feita até duas horas antes do evento)
Call Center: 4003-1212 (de segunda a sábado, das 9h às 22h, e domingo, das 12h às 18h)
FNAC Barra Shopping: Av. das Américas, 4.666 Loja B 101/114 (Segunda a sábado, das 10h às 20h, domingo das 13h às 18h e feriado das 15h às 18h)
Saraiva Mega Store Shopping Rio Sul: Av. Lauro Muller, 116 (Segunda a sábado das 10h às 22h, domingo e feriado das 14h às 21h)
Saraiva Mega Store Norte Shopping: Av. Dom Helder Câmara, 5080 (Segunda a sábado, das 10h às 22h, domingo e feriado das 14h às 21h)
Loja South Centro: Avenida Rio Branco, 103 (Segunda a sexta das 09h às 17h a sábado, das 09h às 14h)
Theatro Net Rio: Rua Siqueira Campos, 143 (Segunda a domingo das 10h às 18h)
Loja Vivo Ipanema: Rua Visconde de Pirajá, 443 (Segunda a sexta das 13h às 19h)
Posto BR Piraquê: Av. Borges de Medeiros, s/nº (Todos os dias das 09h às 20h)
Loja Vivo Shopping Leblon: Av Afrânio de Melo Franco, 290 Loja 106 N (Segunda a sábado, das 14h às 20h)
Posto Burgão: Estrada dos Bandeirantes, 3300 (Segunda a sábado das 08h às 18h)
Posto BR Bougainville: Rua Uruguai esquina com a Rua Maxell (Segunda a sábado das 09h às 20h, domingo e feriado, das 09h às 16h)
Forma de Pagamento: Cartão de crédito em uma parcela, cartão de débito e dinheiro

VI Semana dos Realizadores

A VI Semana dos Realizadores será realizada entre os dias 19 e 26 de novembro. O festival já fechou a sua lista de filmes selecionados e vai exibir mais de 50 obras neste ano. Também haverá uma retrospectiva de Kleber Mendonça Filho e uma homenagem a Luiz Rosemberg Filho, diretor de obras emblemáticas desde os anos 60/70 e que acaba de finalizar seu novo filme. A programação também inclui uma mostra especial de novos realizadores portugueses e um laboratório itinerante. A mostra competitiva será composta de 12 longas e 12 curtas ou médias-metragens brasileiros que foram selecionados entre 100 longas e 500 curtas e médias inscritos.

Dentre os longas metragens em competição, serão exibidos: A VIZINHANÇA DO TIGRE, de Affonso Uchoa; BATGUANO, de Tavinho Teixeira; COM OS PUNHOS CERRADOS, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti; SINFONIA DA NECRÓPOLE, de Juliana Rojas; DROMEDÁRIO NO ASFALTO, de Gilson Vargas; A MISTERIOSA MORTE DE PÉROLA, de Guto Parente; ELA VOLTA NA QUINTA, de André Novais Oliveira; VENTOS DE AGOSTO, de Gabriel Mascaro; BRASIL S/A, de Marcelo Pedroso; URIHI HAROMATIPË: CURADORES DA TERRA-FLORESTA, de Morzaniel ƚramari Yanomami; FLUTUANTES, de Rodrigo Savastano; e NOITE, de Paula Gaitán. Em sessões Hors Concours, serão exibidos A HISTÓRIA DA ETERNIDADE, de Camilo Cavalcanti; BRANCO SAI. PRETO FICA, de Adirley Queirós; HOMEM COMUM, de Carlos Nader.

Dentre os curtas e médias, os selecionados foram A MÁQUINA DO TEMPO, de Gustavo Jahn e Melissa Dullius; AQUELE CARA, de Dellani Lima; ARQUIPÉLAGO, de Gustavo Beck; KARIOKA, de Takumã Kuikuro; NADA É, de Yuri Firmeza; NOVA DUBÁI, de Gustavo Vinagre; RETRATO N. 1 POVO ACORDADO E SUAS 1000 BANDEIRAS, de  Edu Ioschpe; RUA DE MÃO ÚNICA, de  Tiago Mata Machado e Cintia Marcelle; SI NO SE PUEDE BAILAR, ESTA NO ES MI REVOLUCIÓN, de Lillah Halla; VAILAMIDEUS, de Ticiana Augusto Lima; VERTIÈRES I,II,III, de Louise Botkay; e VISTAS E VISÕES, de André Francioli da Conceição, e OS CEGOS, de Bruno Risas.

Segundo a coordenadora do festival, Lis Kogan, as obras representam olhares bastante particulares de seus criadores, e serão em sua grande maioria projetadas pela primeira vez no Rio de Janeiro. Um dos principais objetivos da Semana dos Realizadores é promover a aproximação do público com as obras de cineastas contemporâneos através da exibição de filmes e de encontros presenciais, e por isso quase todos os filmes serão seguidos de debates com os diretores.

Retrospectiva e Homenagem

Kleber Mendonça Filho, diretor de “O Som ao Redor” – que foi o escolhido brasileiro para concorrer a uma vaga no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro deste ano –, terá uma retrospectiva na qual serão exibidos filmes menos vistos de sua carreira, como o longa documental “Crítico” e vídeos produzidos nos anos 1990, até hoje pouco conhecidos. O diretor estará presente no festival para ministrar uma Master Class, e comentar as primeiras sessões de sua retrospectiva. As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas até dia 13 de novembro pelo site da Semana dos Realizadores.

O homenageado na sessão “Mestres” desta edição é o diretor Luiz Rosemberg Filho, representante do chamado Cinema de Invenção, responsável por filmes como “Assuntina das Amérikas” e “Crônica de um Industrial”. Realizador fértil e constante, há muito não apresentava um longa-metragem de ficção. “Dois Casamentos”, que acaba de ser finalizado, tem produção de Cavi Borges e terá sua estreia na Semana. Rosemberg também é o tema central no curta de Renato Coelho, em seu “O Cinema Segundo Luiz Rô”, que será exibido na mesma sessão.

Realizadores Portugueses

Além das homenagens, a VI Semana também proporcionará ao público sua primeira Mostra Internacional, curada especialmente pelos diretores do IndieLisboa, um festival parceiro que, assim como a Semana dos Realizadores, objetiva apoiar e promover um cinema inovador e independente. Ao todo, serão exibidos oito filmes de novos realizadores portugueses ao longo da programação.

Percursos do Cinema Brasileiro Contemporâneo – Laboratório Itinerante Gratuito

Seguindo a tradição de construir uma experiência de aproximação coletiva entre o público e os diretores, a VI Semana dos Realizadores também vai promover durante todo o mês de novembro um laboratório que servirá como espaço de discussão sobre questões vitais para o cinema brasileiro de invenção. O evento será itinerante e, a cada novo encontro, a ideia será investigar as linhas comuns entre as imagens, propondo, a partir delas, leituras do presente, dentro e fora dos filmes.

Os quatro encontros foram desenvolvidos por Aline Portugal e Juliano Gomes e serão realizados com as seguintes temáticas: 01/11 – Corpo: ocupação e performance; 08/11 – A memória é uma ilha de invenção; 15/11 – Apropriação e precariedade; 22/11 – Formas e desformas da ficção.

As inscrições estão abertas e terminam no dia 29 de outubro. Para participar, basta enviar um e-mail para inscricoes@semanadosrealizadores.com.br com o assunto “Inscrição Laboratório”, e as seguintes informações: nome completo, motivo do interesse em participar, disponibilidade nas datas indicadas. As vagas são limitadas e cada participante receberá um certificado, mediante a presença em ao menos 3 dos 4 dos encontros. Aqueles com disponibilidade para frequentar todas as aulas terão preferência. Os selecionados receberão a confirmação por e-mail até o dia 30 de outubro.

Mais informações sobre o festival pelo e-mail: semana@semanadosrealizadores.com.br

Dia Internacional da Animação

Prepare-se para embarcar nessa aventura animada. No dia 28 de outubro, o Dia Internacional da Animação (DIA) chega a 240 cidades do Brasil, revelando novos e já consagrados nomes da animação nacional e do mundo. Neste ano, mais de 100 curtas-metragens de vários estados do país foram inscritos para o evento, que comemora a primeira projeção pública de imagens animadas, por Émile Reynaud, em 1892, em Paris. O evento acontece em 51 países dos cinco continentes, como EUA, França, Portugal, Canadá, Estônia, Romênia, Camarões, Rússia, Egito, Bulgária, Austrália, África do Sul e Coréia do Sul. No Brasil, a organização é da Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA) e visa difundir o cinema de animação no país, formando plateia e revelando novos talentos. A mostra foi criada pela Associação Internacional do Filme de Animação (ASIFA) e chega este ano à 11ª edição no Brasil. Apesar de ter uma mostra infantil, o Dia Internacional da Animação é essencialmente uma atração para os adultos. A entrada é gratuita.

“O intuito principal do DIA é a formação de público, por isso o evento vai a lugares que muitas vezes nem têm cinema ou mostras de cinema. Este ano, o evento acontece em 240 cidades nas cinco regiões do Brasil”, ressalta um dos idealizadores do DIA, Marcelo Marão.

Foram selecionados 30 curtas para as mostras Nacional, Internacional e Infantil. Completando a lista de filmes nacionais e, com o objetivo de resgatar a história do cinema de animação brasileiro, a coordenação de júri selecionou o filme ‘Frivolitá’ (1930), de Luiz Seel, que abrirá o programa brasileiro. “Frivolitá’ conta a história de uma mocinha que, querendo dormir até mais tarde, tem de enfrentar o despertador, o gramofone e um bando de gatos. Apesar de ter sido produzido há 84 anos, o curta é inédito no DIA. “O filme esteve perdido por quase setenta anos e foi restaurado no ano passado. Esta será a primeira exibição pública do curta após sete décadas desaparecido. O filme tem apenas três minutos e foi animado em técnica tradicional 2D, desenhado no papel e finalizado em acetato, filmado com truca, montado na moviola e finalizado em película”, descreve Marão . O evento traz ainda, uma Mostra Ambiental online no site oficial, para despertar o interesse pela preservação do meio ambiente. “Cada cidade também tem liberdade para oferecer oficinas criativas e fazer suas mostras”, conta Marão.

O DIA traz um panorama da animação brasileira, apresentando não só curtas-metragens de diferentes locais do Brasil, como também produções que utilizam diferentes técnicas de animação, como massinha de modelar, desenho a mão, stop motion de objetos, computação gráfica 2D, animação direto na película e animação de areia.

Para informações sobre locais de exibição, oficinas, mostras, horários e assistir à Mostra Ambiental, já no ar no site do DIA, basta acessar http://www.diadanimacao.com.br

Vinheta promocional DIA: http://migre.me/lQnhp

Algumas capitais que receberão DIA:

Local SP

Senac Lapa
Rua Scipião 67 – Lapa São Paulo – SP
Dia 28.10 – AUDITÓRIO
19h30 – Sessão Internacional
20h30 – Sessão Nacional
Dia 29.10 – AUDITÓRIO
Masterclass – Roteiro para séries de animação com Pedro Aguilera e Camila Targino
Horário: 19h30
Sala: 208 – 120 participantes
Dia 31.10 – SALA 208
Masterclass – Processos criativos (2D  tradicional ) com Rosana Urbes *trabalhou na Disney e tem o curta mais premiado da história do Anima Mundi, “Guida”, selecionado para o DIA
Horário: 19h30 – 60 participante

Locais Rio

28.out – 19h30min – Sessões Nacional e Internacional – Arte SESC – Rua Marquês de Abrantes 99, Flamengo
29.out – 10h30min – Sessão Infantil – Universidade Veiga de Almeida – Unidade Marapendi
30.out – 18h30min – Sessão Infantil – Universidade Veiga de Almeida – Campus Tijuca
03.nov – 14h – Reprises das Mostra Nacional e Infantil – ESPM – Centro

Local BH:
Sesc Palladium – Cine Prof. José Tavares de Barros
Av. Augusto de Lima, 420 – Centro.

Local Brasília:
Cine Brasília
Endereço: EQS 106/107 (Asa Sul)

Local Fortaleza:
Casa Amarela Eusélio Oliveira – UFC
Endereço: Av. da Universidade, 2591 – Bairro Benfica

Local Porto Alegre:
Sala Redenção – Cinema Universitário UFRGS
Endereço: Av. Eng. Luiz Englert, s/n – Bairro Farroupilha

Locais Salvador:
Espaço Cultural Alagados
Rua Direta do Uruguai, s/no – Final de Linha do Uruguai
Teatro SESI
Rua Borges dos Reis, 9 – Rio Vermelho

19:30 SESSÃO OFICIAL – MOSTRA INTERNACIONAL (56 min)

– Villa Antropoff – Dir. Kaspar Jancis e Vladimir Leschiov – Estônia, 2012, 13 min, 2D
– Electric Soul – Dir. Joni Männistö – 5 min – Finlândia e Coréia do Sul, 2013 – Stop Motion
– Fight – Dir. Steven Suboyinick – EUA – 4min – 2D.
– Fly Mill – Dir. Anu-Laura – Estônia, 7 min 30 seg – Stop Motion
– My Name Is Maria – Dir. Elio Quiroga Rodriguez – 04min – Espanha – 2010 – 2D
– I Look & Move – Dir. Irina Neustroeva – 1min 30seg -Rússia, 2012 – Pixilation
– La Funambola – Dir. Roberto Catani – 6 min – Itália, 2002 – 2D
– Niespodzianka – Dir. Tereza Badzian – 10 min30seg – Polônia, Stop Motion – 1965
– Camera Takes Five – Dir. Steven Woloshen – 03min -Canadá, 2002 – Direto na película
– En La Opera – Dir. Juan Pablo Zaramella – Argentina, 1 min – Stop Motion de massinha

20:30 SESSÃO OFICIAL – MOSTRA NACIONAL – (58min)

– Frivolitá, de Luis Seel – 1930 (03’00″)
– Erros – Dir. Rodrigo Soldado (9’19”)
– Lambada com Farinha – Dir. Thomate (4’37”)
– Jam – Piscar de Olhos – Dir. Cesar Cabral (2’29”)
– Fluxos – Dir. Diego Akel (2’42”)
– A Pequena Vendedora de Fósforos – Dir. Kyoko Yamashita (9’12”)
– Nightmare on Cork Street – Dir. Lucas Paio (1’00”)
– Super Plunf – Dir. Camila Kauling Rumpf e Henrique Luiz Pereira Oliveira (8’41”)
– O Sapato – Dir. Leandro Angare (3’59”)
– Estrela – Dir. David Mussel (1’49”)
– Guida – Dir. Rosana Urbes (11’20”)

MOSTRA INFANTIL (48 min)

– Dalivincasso – Dir. Marcelo Castro e Marlo Tenório (11’)
– Andar de Trem – Dir. Jon Russo (3’28”)
– Ode a Sujeira – Dir. Guilherme Alvernaz (2’18”)
– Sistema Digestório – Dir. Simon Pedro Brethé (2’08”)
– Polvo Paul – Dir. Thomate (3’29”)
– Erros – Dir. Rodrigo Soldado (9’19”)
– Vida – Dir. Gordeeff (2’59”)
– Ninja – Dir. Marão (3’43”)
– Super Plunf – Dir. Camila Kauling Rumpf e Henrique Luiz Pereira Oliveira (8’41”)

A obra do diretor Pasolini, no CCBB

A mostra de cinema Pasolini, ou quando o Cinema se faz Poesia e Política de seu Tempo levará para o Cinema I do Centro Cultural Banco do Brasil do Rio (16/10 a 10/11) uma retrospectiva completa da obra do diretor italiano em película 35mm. Serão exibidos vários filmes inéditos no Brasil, incluindo documentários filmados na Índia e na África, com uma particular visão sobre o Terceiro Mundo, pouco conhecida em terras brasileiras, mas com grande aproximação e diálogo com as ideias de Glauber Rocha e outros cineastas e intelectuais contemporâneos dos anos 1960 e 1970.  Além das obras cinematográficas, a mostra contará com uma exposição de fotos nunca antes exibidas e debates. Mais duas cidades estão no roteiro da mostra do CCBB: São Paulo (22/10 a 17/11) e de Brasília (05 a 24 de novembro).

Sob curadoria do pesquisador e professor de cinema da PUC-RJ Flávio Kactuz, especialista em Pasolini, a mostra terá desdobramentos fora da sala de cinema com uma exposição fotográfica inédita e original contendo imagens do continente africano e asiático produzidas por Pasolini, e ainda vídeo com depoimento exclusivo do ator Ninetto Davoli sobre este material.  As fotos são do acervo pessoal que estão sob a guarda de sua herdeira, Graziella Chiarcossi, apresentando um olhar diferenciado  sobre o Terceiro Mundo, em suas viagens pela África e a Ásia. “Em 1969 Pasolini faz um texto-poema chamado ‘Notas para um poema sobre o Terceiro Mundo’ em que descreve a vontade de filmar nestas regiões. Era um projeto para filmar no Brasil, na Índia, na Africa e nos EUA, nos guetos americanos. Foi ai que vi que tinha um recorte que nos interessava”, conta Kactuz.

A retrospectiva exibirá toda a obra cinematográfica em 35mm, o que torna o evento um prato cheio para os amantes do trabalho do cineasta, que ainda contará com a exibição de importantes documentários (em DVD) feitos sobre ele, tais como Pasolini Prossimo Nostro (2007), de Giuseppe Bertolucci; A Futura Memoria (1986), de Ivo Barnabò;  Via Pasolini (2005), de Igor Skofic, e La Voce di Pasolini (2005), de Matteo Cerami. Para deleite dos fãs, Ninetto Davoli, o principal ator dos filmes de Pasolini, estará presente no dia 20 de outubro para um encontro especial com o público, onde irá compartilhar suas recordações do mestre do cinema italiano. Uma exposição de poemas da época em que Pasolini esteve no Brasil também está na programação. São textos em que o poeta reforçam o desejo de filmar em países de Terceiro Mundo. “Em um poema ele fala de Recife e um outro do Rio de Janeiro, da Rocinha. Ele fala exatamente das condições de pobreza , do universo que ele estava vendo”, diz o curador.

Pier Paolo Pasolini assistiu ao nascimento do neorrealismo na tentativa de se criar um novo cinema no pós-guerra, possibilitando o florescimento de novas e instigantes cinematografias, que desabrocharam na Itália, no Brasil, na França, Polônia, República Tcheca, Alemanha e até mesmo nos Estados Unidos, inconformadas com os padrões ditados por Hollywood. Segundo Flávio Kactuz, aquela  época trouxe à cena importantes reivindicações e contestações na luta pela igualdade de direitos e todas as rebeliões comportamentais que explodiram em vários cantos do Ocidente. “Como se não bastasse, o poeta italiano também assistiu ao desenfreado processo desigual de industrialização e a febre incessante de consumo que dominou a Itália nesse mesmo período”, completa.

Pasolini como poeta e crítico contumaz de seu tempo, comunista e homossexual, sofreu inúmeros processos ao longo de sua vida e contínuas perseguições por frentes conservadoras, desde a sua expulsão do Partido Comunista Italiano em 26 de outubro de 1949 por razões morais, ou no célebre caso do filme A Ricota, em 1963, quando foi condenado por blasfêmia. Entretanto, foi várias vezes premiado, inclusive pela Igreja Católica, que acaba de conclamar seu filme O Evangelho de São Mateus – que inicia a mostra nas três cidades – elegendo a obra como a que melhor traduz o espírito do Cristianismo.  Pasolini também dividiu opiniões em 1968, quando polemizou com os estudantes por conta de seu poema-manifesto O PCI aos Jovens,  ou quando declarou ser contra o aborto, até provocar a ira remanescente fascista que havia ainda na Itália na época de seu último filme Saló, ou 120 dias de Sodoma, em 1975, culminando em uma morte até hoje pouco explicada no dia 2 de novembro do mesmo ano, quando seu corpo foi encontrado em Óstia, balneário próximo a Roma.

Filmes nacionais que se assemelham à estética de Pasolini também estarão na mostra: “A Idade da Terra”, de Glauber Rocha, “Tatuagem”, de Hilton Lacerda, “Orgia, ou o homem que deu cria” e “Contestação”, de João Silvério Trevisan, e “Dramática”, de Ava Rocha. Estão programados mesas e debates com significativos pesquisadores, críticos, professores e realizadores de cinema como  Hilton Lacerda (cineasta e roteirista), João Silvério Trevisan (cineasta e escritor), Roberto Chiesi (diretor da Fondazione Archivio Pasolini, sediada na cidade italiana de Bologna), Mariarosaria Fabris (USP), Miguel Serpa Pereira (PUC-Rio) e Flávio Kactuz (Curador da Mostra e Professor da PUC-Rio).

Filmes de Pasolini que serão exibidos na mostra:

Salò o le 120 giornate di Sodoma (1975)  Saló ou 120 dias de Sodoma 116’

Il Fiore delle mille e una notte (1974)  As mil e uma noites 130’

Le Mura di Sana (1974) 13’

I Racconti di Canterbury (1972) Os contos de Canterbury 110’

Il Decameron (1971)  Decamerão 110’

Appunti per un’Orestiade africana (1970)  73’

Medea (1969)  Medéia 111’

Porcile (1969)  Pocilga 98’

La sequenza del fiore di carta (Amore e rabbia) (1968) 11`

Teorema (1968)  Teorema 98’

Appunti per un film sull’india (1968)  34’

Edipo re (1967)  Édipo Rei 104’

Che cosa sono le nuvole? (Capriccio all’italiana) (1967) 22’

La Terra vista dalla Luna (1966) episódio do filme As Bruxas 31’

Uccellacci e uccellini (1966)  Gaviões e passarinhos 86’

Il Vangelo secondo Matteo (1964)  O Evangelho segundo São Mateus 137’

Sopralluoghi in Palestina per il vangelo secondo Matteo (1965) 52’

Comizi d’amore (1964)  92’

La Rabbia (1963) (part I) 53’

La Ricotta, Ro.Go.Pa.G. (1963) A Ricota 35’

Mamma Roma (1962) Mamma Roma 115’

Accattone (1961) Desajuste social 116’

Filmes Sobre Pasolini:

A Futura Memoria (1986, 115’) de Ivo Barnabò Micheli

Via Pasolini (2005, 70’) de Igor Skofic

Pasolini Prossimo Nostro (2006, 58’) de Giuseppe Bertolucci.

Pasolini un delitto Italiano (1995, 100’) de Marco Túlio Giordana

La Voce di  Pasolini (2005, 60’) de Matteo Cerami.

Filmes Brasileiros:

A Idade da Terra (1980, 160’), de Glauber Rocha

Tatuagem (2013, 110’) de Hilton Lacerda

Orgia, ou o homem que deu cria  (1970, 90’) de João Silvério Trevisan

Contestação (1969, 12’) de João Silvério Trevisan

Dramática (2005, 20’) de Ava Rocha

Debatedores:

Ninetto Davoli (ator italiano)

Miguel Serpa Pereira ( Professor e Crítico de Cinema – PUC-RIO)

Roberto Chiesi (Fondazione Archivio  Pasolini)

João Silvério Trevisan (escritor e realizador)

Hilton Lacerda (Realizador e Roterista)

Flávio Kactuz (Curador da Mostra e Professor da PUC-Rio)

Serviço:
Mostra de cinema e exposição “Pasolini, ou quando o Cinema se faz Poesia e Política de seu Tempo”
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro > Cinema I
Exposição fotográfica e vídeo: 4° andar – Sala 26
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro  – Rio de Janeiro (RJ)
(21) 3808-2007 | ccbbrio@bb.com.br
Funcionamento: de quarta a segunda, das 9h às 21h.
Datas:  16/10 a 10/11
Horários: consultar programação (ainda em definição)
Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia-entrada), por sessão
Lotação: 102 lugares
Horários da Bilheteria: Das 9h as 21h. (tel.: 3808-2052)
Classificação: consultar programação por filme
Acesso para pessoas com deficiência: Sim
Patrocínio: Banco do Brasil
Realização: CCBB
Programação completa: http://www.bb.com.br/portalbb
INFORMAÇÕES AO PÚBLICO
SITE:  http://www.bb.com.bra
Twitter: twitter.com/CCBB_RJ
Facebook: http://www.facebook.com/CCBB.RJ
ccbbrio@bb.com.br

“Dólares de Areia” estreia em dezembro

“Dólares de Areia”, estrelado por Geraldine Chaplin, será lançado em dezembro no Brasil. O filme também será exibido no encerramento da 38ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, no dia 29 de outubro, com a presença da atriz.

Dirigido por Laura Amelia Guzmán e Israel Cárdenas, o longa é baseado na obra “Les Dollars des Sables”, de Jean-Noël Pancrazi, e é uma coprodução entre República Dominicana, México e Argentina.

Na trama, Geraldine interpreta Anne, uma senhora francesa que escolheu a República Dominicana para passar o resto de sua vida e que se envolve com a jovem Noeli. Tudo começa a mudar quando Yeremi, namorado da garota, traça um plano para que ela convença Anne a levá-la para Paris, mas os sentimentos acabam se tornando ambíguos na medida em que a data da viagem se aproxima.

Filme “Mão na Luva” estreia em novembro

Mão na Luva, primeiro longa-metragem co-dirigido por José Joffily e Roberto Bomtempo, estreia no dia 06 de novembro em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Este é o segundo filme dirigido por Roberto Bomtempo, sendo a sexta vez que ele atua em um filme de José Joffily.
Vencedor dos prêmios de Melhor Atriz e Melhor Diretor no FestNatal 2013, o filme também foi bem recebido pelo público no Festival do Rio 2013 e no 9º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, em 2014.

Baseado na aclamada peça “Mão na Luva”, do dramaturgo brasileiro Oduvaldo Vianna Filho, o longa é uma homenagem aos 40 anos da morte de Vianninha, como era conhecido. O filme conta a história de Lúcio e Silvia, casal que decide se separar depois de 13 anos. Nos papéis principais Miriam Freeland, vencedora do prêmio de Melhor Atriz no FestNatal, e Roberto Bomtempo, contracenam intensamente e dão vida a uma obra prima de Vianninha.

Sinopse

Lúcio e Sílvia decidem se separar depois de treze anos de vida em comum. A última noite sob o mesmo teto é marcada por acusações, revelações e também pelas lembranças de um casal tão apaixonado que, pelo entendimento perfeito, lembrava o encaixe de uma “mão na luva”. Eles vivem em uma noite o dilema dos grandes apaixonados: não conseguem viver juntos e tampouco separados.

Ficha técnica
Baseado na obra teatral “Mão na Luva”, de Oduvaldo Vianna Filho.
Direção: José Joffily e Roberto Bomtempo.
Produção: André Carreira, Hélio Martins e Roberto Bomtempo.
Produção Executiva: André Carreira.
Roteiro: Susana Schild.
Empresa Produtora: Movimento Carioca, Camisa Listrada e Guarda-chuva.
Direção de Produção: André Carreira.
Direção de Fotografia: Luís Abramo.
Direção de Arte: Adriane Lemos Mroninski.
Montagem / Edição: Karen Akerman.
Trilha Sonora: David Tygel e Flavia Ventura.
Figurino: Ricca.
Produtor de Elenco: Daniela Pricken.
Elenco: Miriam Freeland, Roberto Bomtempo, Chico Pelúcio, Mario Cezar Camargo, Eduardo Moreira, Alexandre de Sena, Chico Anibal e Fernanda Vianna.
Distribuição: FESTIVAL FILMES (Suzy Capo).
Duração: 70 min.
Gênero: Ficção.

Arena Dicró exibe filme “Eu estava lá”

“Eu estava lá” narra a vida do ex-morador do centro de hanseníase (doença popularmente conhecida como Lepra) localizado no interior de Minas Gerais. O menino José Corsino Filho que, depois de ficar internado na unidade, aos 12 anos de idade, conseguiu superar a tal doença (até então sem cura) e mais tarde se tornou um dos maiores médicos do assunto no Brasil. O média metragem tem única exibição na Arena Dicró, no dia 03 de outubro. A entrada é gratuita e a classificação etária é livre.

O filme é baseado no livro escrito pelo próprio Corsino com o título “Eu estava lá”, em que ele conta sua incrível história de superação e conquistas. Roteirizado e dirigido por Abelardo Carvalho tem produção da Cavídeo e do próprio Corsino, que ao longo do processo se mostrou também um ótimo produtor.

Todo cuidado para retratar a época em que o doutor José Corsino esteve internado por causa da doença, em meados dos anos 40, foi pensado. Desde as roupas até um automóvel da época. Além de contar o começo da história de sua internação em diversos leprosários, e que só foi revelado para muitos parentes e amigos 55 anos depois – um segredo que dividiu anos somente com a sua mãe.

Sobre o personagem (José Corsino Filho):
Nasci na cidade de Viçosa (26 de março de 1933), de lá saindo com 03 anos de idade para morar na roça; aos 09 anos mudei-me para São João Nepomuceno; aos 12 anos (janeiro de 1946) fui internado na Colônia Padre Damião (também conhecida por Leprosário Padre Damião), lá permanecendo por 20 meses, quando fugi para o Rio de Janeiro, para onde minha família havia se mudado.

No Rio de Janeiro fui internado no Hospital Frei Antonio (também conhecido por Hospital dos Lázaros), local em que estive por 02 anos (outubro de 1947 até setembro de 1949), quando fui expulso para a Colônia de Curupaiti; estive em Curupaiti até janeiro de 1952, quando fugi para prestar o Serviço Militar.

Após a baixa do Exército, voltei a trabalhar e a estudar (o que não fazia desde 1944), conseguindo formar-me em Medicina na Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, atual UNIRIO; exerci a profissão como perito do antigo INPS e posteriormente INSS, no INAMPS, professor-assistente em duas Faculdades, médico do Município do Rio de Janeiro, sendo 25 anos no Centro Municipal de Saúde Augusto Amaral Peixoto da XXII RA,como Chefe do Serviço de Epidemiologia,vindo a ser seu Diretor posteriormente, e com consultório no Bairro de Acari desde a década de 60, estando, ainda, em atividade.

Serviço:
Data: 03/10 (sexta-feira)
Horário: 19h
Local: Arena Carioca Dicró – Carlos Roberto de Oliveira
Endereço: Parque Ari Barroso, Penha (entrada pela rua Flora Lobo)
Telefone: (21) 3486-7643
Entrada gratuita
Classificação etária: Livre