Luiz Lopez, no show “Primal”, dia 30/5 em Botafogo

No dia 30 de maio, 20h, no Audio Rebel, o guitarrista Luiz Lopez apresentará o show “Primal” com o lançamento do Single “Filho Único”, uma releitura da canção de Erasmo Carlos e Roberto Carlos.

Luiz Lopez lança carreira solo depois de ter gravado três álbuns com Erasmo Carlos e um álbum com sua ex-banda, Filhos da Judith. O novo trabalho do músico, o disco intitulado Primal, tem toda musicalidade dos anos 60 e é carregada de fortes influências – entre elas, Beatles e Raul Seixas.

Em turnê com o Tremendão Erasmo Carlos, há cinco anos, já tocou com o Rei Roberto Carlos, Marisa Monte, Arnaldo Antunes, Marcelo Jeneci, Paula Toller, entre outros grandes artistas.

Além do show, vai rolar a pré estreia do vídeo do single, e também a presença ilustre de Guzz the Fuzz, o super baixista dos Beach Combers atacando de DJ tocando Rock purinho antes e depois do show.

 

SERVIÇO

Primal

Local: Audio Rebel – Casa de Shows

Endereço: Rua Visconde de Silva – 55 – Botafogo – Telefone: 3435 2692

Data: 30 de maio de 2015

Horário: 20h

Valor: R$ 15,00

Classificação: 14 anos

Capacidade: 90 Lugares

Horário de funcionamento da bilheteria: De Seg a Sab – De 12 até 20h.

 

FICHA TECNICA

Luiz Lopez: Guitarra/Teclados/Violão

Chris Bastos: Backing Vocals/Baixo

Alan Fontenele: Bateria

 


https://www.youtube.com/watch?v=ZpsMrM2vSfw – Videoclipe da música “ Filho Único”

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Borderline, no Espaço Tom Jobim

Bipolaridade, esquizofrenia, desejos, loucura e lucidez. Esses são os temas de “Borderline”, monólogo que estreia dia 22 de maio no Espaço Tom Jobim (Jardim Botânico) e terá Marcello Gonçalves pela primeira vez assinando a direção.
Baseado no conto de Junior Dalberto, o monólogo estrelado pelo ator potiguar Bruce Brandão, será produzido pela Cia. de Arte Nova e apresentado de quinta a sábado, 21h e domingo, 20h, com temporada até 28 de junho.
Rutras, personagem do livro O Cangaço e o Carcará Sanguinolento, posiciona-se diante de questões íntimas relacionadas à família, sociedade, mundo cibernético e sua relação com a geração dos anos 90.

“Comecei a pensar na estética da peça através da obra do pintor Salvador Dali. O texto foi escrito com grande maestria e técnica, o que me levou ao conceito surrealista e as poesias de Vinícius de Moraes e Paulo Leminski. Sempre farejei o ar teatral em busca dos ventos da mudança, sempre tentei estar lá na hora exata em que a velha ordem mudava, fosse pra melhor ou para pior. O desafio de dirigir proposto pelo ator Bruce Brandão, me acendeu em algo que é inerente a todos nós, homens da arte: a necessidade e o comprometimento de levar aos palcos uma obra singular e plural. Suponho que aonde quer que eu vá, levarei comigo os ventos das mudanças, eu estou na onda, no ritmo, marchando nele. O registro, a interpretação, a produção e a direção. Trabalho e luto 24h pela ampliação da experiência humana por veredas poéticas, avessas a normalizações castradoras, imprescindíveis às pessoas que fazem teatro”, diz  Marcello Gonçalves.

Para o ator Bruce Brandão, as leituras sobre o tema Borderline foram fruto do contato com o autor Junior Dalberto em Natal. Encantado com esse universo, fez suas pesquisas e se familiarizou com o tema. “No inicio eu pensava em visitar clínicas psiquiátricas, entrar em manicômios, mas percebi que o ”manicômio” estava dentro de cada indivíduo. O entendimento sobre o transtorno Borderline me fez galgar outros degraus: É o jeito de ser. Quem já não teve medo de rejeição, impulsividade, ciumes, sensação de abandono? Porém quando se trata de um Border, o olhar é outro. Tudo tem intensidade! Olhar poeticamente a doença, é mergulhar no desconhecido.  Estou em um processo extremamente novo, radical e super desafiador como ator. Estou “rasgando” a minha alma para buscar a mais pura verdade nesse processo”, resume Bruce Brandão.

Sobre a Cia. de Arte Nova

A Cia. nasce do encontro entre os atores Marcello Gonçalves e Bruce Brandão, com a necessidade de gerar cultura, arte e o comprometimento com o trabalho de pesquisa, para criar novas formas de se pensar o teatro. Fomentando uma nova economia de gestão e transmissão de conhecimento, a Cia. criada em julho de 2014 pretende ser um centro integrado de arte onde os atores e a equipe formam e constroem um novo olhar sobre o teatro.

A Cia. de Arte Nova tem como integrantes: André Lyma, Bruce Brandão, Bruna Fachetti, Bruna Ferraz, Daniele   Toledo, Desireé Raian, Diego Dantas, Fabiana Sil, Henry Kaminski, Jean Firmo, Karini Oliveira, Marcela Peringer, Marcello Gonçalves, Michele Hayashi e Vinícius Conrad.

FICHA TÉCNICA

Texto: Junior Dalberto
Direção: Marcello Gonçalves
Elenco: Bruce Brandão
Iluminador: Felipe Lourenço
Diretor de Movimento: Márcio Vieira
Direção de Arte: Alex Brollo, Rafael Ronconi e Henrique Neves
Direção de Produção: Aline Mohamad e Rodrigo Turazzi
Produção Executiva: Bruna Fachetti e Danielle Toledo
Assistentes de Produção Executiva: Marcela Peringer, Michele Hayashi e Fabiana Sil
Programador Visual: Carol Vasconcellos
Assistente de Direção: Danielle Toledo e Karini Oliveira
Assistente de Direção de Arte: Desireé Raian e Karini Oliveira
Assistente de Iluminação: André Lyma e Diego Dantas
Administração: Bruna Fachetti e Fabiana Sil
Direção de Palco (Stage Manager): Vinicius Conrad
Fotografia: André Lyma e Vinicius Conrad
Web Designer: Henry Kaminski
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
Realização: Cia de Arte Nova

SERVIÇO

Borderline

Estreia: 22 de maio de 2015
Temporada: Até 28 de junho
Horários: Quinta, sexta e sábado 21h – Domingo, 20h
Valor: R$ 40,00 (Inteira)
Classificação: 16 anos
Capacidade: 60 Lugares
Gênero: Drama
Duração: 60 min.
Local: Espaço Tom Jobim – Galpão das Artes
Endereço: Rua Jardim Botânico – 1008 – Telefone – (21) 2274-7012

Já fomos, confira!

Marco Nanini abre a 4ª edição do Gamboavista

O ano de 2015 já começa agitado no Galpão Gamboa. A 4ª edição do projeto Gamboavista terá início nos dias 09 e 10/01, com o mais recente sucesso de Marco Nanini e a Cia. Teatro Independente, “Beije minha lápide”. Com texto de Jô Bilac e direção de Bel Garcia, o espetáculo evoca o universo de Oscar Wilde. A peça concorre aos prêmios Shell e Cesgranrio 2015 de Melhor Texto e Melhor Cenário (Cesgranrio).

Também no final de semana de abertura, no sábado, dia 10, o Garagem Gamboa receberá o show Tru & Tro com sua corja em: Desfrute ou Frite, projeto musical da cantora Letícia Novaes e do músico e cineasta Arthur Braganti. Essa será a última apresentação pública do show, que une música, teatro, prosa, poesia e manifesto.

No momento em que o Rio de Janeiro completa 450 anos, o Gamboavista, que já teve quatro edições no Galpão Gamboa e serviu de inspiração para a bem sucedida ocupação Dulcinavista, no Teatro Dulcina, no Centro, agora volta para casa: a Zona Portuária. O projeto se consolida no calendário cultural da cidade como o evento que reúne no mesmo palco as peças que mais se destacaram no ano anterior e o melhor, a preços populares.

“Chegamos à 4ª edição do Gamboavista, um dos nossos projetos mais antigos, que nasceu com o intuito de dar vista a espetáculos que tiveram destaque ao longo do ano. E, mais ainda, fazer com que, através deste estímulo, os olhos do espectador se voltem para a Gamboa, lugar tão especial, um dos maiores berços culturais do Rio de Janeiro e, atualmente, o bairro que projeta o Rio para um futuro próspero”, declara o ator e diretor Cesar Augusto, curador do projeto.

Cada vez mais o Gamboavista se faz referência na cena cultural da cidade. Serão cinco meses de programação, repleta de ótimos espetáculos, que certamente contribuem para sinalizar a Zona Portuária como um local com destinação para a arte”, completa Fernando Libonati, diretor do Galpão Gamboa ao lado de Marco Nanini.

A programação irá até o mês de maio, com espetáculos adultos, infantis e shows. Dentre as atrações estarão: “Ricardo III”, uma idealização de Gustavo Gasparani e Sérgio Módena; “Festa de família” e “O Funeral”, direção de Bruce Gomlevsky com a Companhia Teatro Esplendor; “O líquido tátil”, do grupo Espanca! de Belo Horizonte; “Silêncio!”, de Renata Mizrahi, pelo qual Suzana Faini foi indicada a vários prêmios de melhor atriz de 2014; “Adubo ou a sutil arte de escoar pelo ralo”, do Teatro Universitário Candango, de Brasília, com Juliano Cazarré; “Buraco da lacraia cabaré on ice”, show com de Luis Lobianco, Leticia Guimarães, Éber Inácio e Sidnei Oliveira; “Não vamos pagar”, comédia de Dario Fo, dirigida por Inez Vianna; entre outros.

Em sua maior edição desde o lançamento, o projeto apresentará, pela primeira vez, montagens inéditas na cidade, como “BR Trans”, do autor e ator cearense Silvero Pereira, e “Hamlet ou morte”, espetáculo originado da esquete vencedora da última edição do FESTU (Festival de Teatro Universitário).

As crianças também não ficarão de fora. A partir do dia 17/01, o Gamboavista receberá espetáculos destinados para o público infantil, como “No ar com Lasanha e Ravioli”, mais novo trabalho da BB Companhia de Teatro, formada pelas atrizes Ana Barroso e Monica Biel; “Uma peça como eu gosto”, espetáculo com direção de Lúcio Mauro Filho e Duda Maia e texto de Marcelo Morato, que mescla histórias de Shakespeare e cultura popular brasileira; “O moço que casou com a megera”, espetáculo da Cia de Teatro Medieval, que mistura duas histórias: “O moço que casou com mulher braba”, conto do escritor espanhol Don Juan Manuel, e “A megera domada”, também de William Shakespeare; e, para fechar, “Pedro Malazarte e a arara gigante”, com texto de Jorge Furtado, direção de Debora Lamm e George Sauma no elenco.

Abertura: Beije minha lápide + Tru & Tro com sua corja em: Desfrute ou Frite

 

Beije minha lápide

Marco Nanini tinha um antigo desejo de trabalhar com a obra de Oscar Wilde (1854-1900), mas nunca elegeu – entre tantas pérolas – um texto do dramaturgo para levar ao palco. Tampouco cogitava fazer uma biografia teatral, mesmo com a rica e conturbada trajetória do irlandês. O ‘impasse’ foi rompido com “Beije a minha lápide”. A montagem conta a história de Bala (Nanini), ardoroso fã de Wilde que está preso por quebrar a barreira de vidro que isola o túmulo do escritor no célebre cemitério de Père Lachaise, em Paris.

Se o drama de Bala é fictício, a proteção da sepultura é real e foi colocada por conta de um curioso ritual que os fãs de Wilde faziam ao visitar o local, ao beijar a tal lápide. “O texto tem muitas analogias com a vida e a obra de Wilde, com algumas citações mais explícitas e outras que se refletem nas falas e nas histórias das personagens. Quem não conhece Oscar Wilde vai entender perfeitamente e esperamos que saia querendo conhecê-lo mais”, explica Nanini, responsável por convidar Bel Garcia para a direção e o jovem elenco da Cia. Teatro Independente para dividir o palco.

Carolina Pismel, Júlia Marini e Paulo Verlings vem de montagens bem-sucedidas da jovem companhia, como “Cachorro!”, “Rebu” e “Cucaracha”, todas com autoria de Jô Bilac. Já Bel Garcia, cofundadora da Cia. dos Atores, esteve como atriz na montagem de “O bem amado”, protagonizada por Nanini em 2007 e, desde então, desenvolveu carreira de diretora que culminou na premiada “Conselho de classe”, dirigida em parceria com Susana Ribeiro e também escrita por Bilac. Assim como nas montagens do grupo, elenco, direção e autor construíram juntos a dramaturgia em um processo colaborativo.

 

 

Ficha técnica – “Beije minha lápide”

Texto: Jô Bilac

Direção: Bel Garcia

Com: Marco Nanini, Carolina Pismel, Júlia Marini e Paulo Verlings

Produzido por Fernando Libonati

Figurino: Antônio Guedes

Iluminação: Beto Bruel

Cenografia: Daniela Thomas

Trilha sonora: Rafael Rocha

Realização: Pequena Central

Tru&Tro com sua corja em: Desfrute ou Frite

 

O show “Desfrute ou Frite”, com “Tru&Tro com sua corja” é o desdobramento da peça “Vedetty saúda o povo brasileiro e pede passagem”, da atriz e cantora da banda Letuce, Letícia Novaes, junto ao seu amigo músico e cineasta, Arthur Braganti. Convidados pela CIA de Teatro Inominável (RJ) para

realizar uma performance na abertura da ocupação da CIA no Teatro Glaucio Gill, Letícia e Arthur criaram a apresentação musical.

Com repertório autoral e reinvenções de outras canções, nacionais e internacionais, o show cria uma dramaturgia que lança mão do texto falado, do gesto, da presentificação do corpo, da luz, da coreografia, como criadores de sentidos. Para tal empreitada, foram convidados artistas que não têm a música como único e principal meio de expressão, como o ator, cantor e videomaker Paulo Dantas e o músico, economista e filósofo Thiago Vivas.

Nesse drama, a figura da noiva, representada por Letícia Novaes, é trazida em estado lívido ao palco e inicia uma saga do amor ora neurótico, ora romântico, desastroso,  descontrolado, místico.  A ruína de um amor, a falência eminente de um sistema econômico, o colapso de uma opção única e tirana de linguagem: a saga de Tru, Tro e sua corja, de maneira menos ou mais direta, desempenha essa caminhada. Reinvenções de “Take my breath away”, e “Sabiá”, convivem com novas canções, de autoria do grupo.

Num espetáculo onde a improvisação permanece em alerta, o script é seguido como algo que norteia, mas a cada apresentação, a interação com fatores contigenciais pode afetar ou transformar o percurso até o lugar onde se deseja chegar com a cena.

Ficha técnica – “Tru & Tro com sua corja”

Letícia Novaes (voz)

Arthur Braganti (piano e voz)

Paulo Dantas (pandeiro e voz)

Thiago Vivas (guitarra, baixo e voz)

 

Serviço – lançamento Gamboavista:

 

Beije minha lápide

Data: 09 e 10 de janeiro (sexta e sábado)

Horário: 21 horas

Local: Galpão Gamboa

Capacidade: 80 lugares

Endereço: Rua da Gamboa, 279 – Centro – RJ

Telefone: (21) 2516-5929

Ingressos: R$ 20 (inteira)/R$ 10 (meia)/R$ 5 (para moradores dos bairros da Zona Portuária, apresentando comprovante de residência)

Vendas de ingressos:

– No Galpão: Terça a quinta: das 14h às 19h (Nos dias de espetáculo a bilheteria funciona das 14h até a abertura da sala ou até esgotarem os ingressos)

Duração: 80 minutos

Classificação etária: 16 anos

 

Tru & Tro com sua corja

Data: 10/01/2015 (sábado)

Horário: 22h30

Local: Garagem Gamboa

Capacidade: 200 pessoas

Endereço: Rua da Gamboa, 277 – Centro – RJ

Telefone: (21) 2516-5929

Classificação: 14 anos

Ingressos: R$ 20 (inteira) R$ 10 (meia) /R$ 5 (para moradores dos bairros da Zona Portuária, apresentando comprovante de residência)

Vendas de Ingressos:

– Na bilheteria do Galpão: Terça a quinta: das 14h às 19h (nos dias de espetáculo a bilheteria funciona das 14h até a abertura da sala ou até se esgotarem os ingressos)

Classificação etária: 14 anos

*PROMOÇÃO: NO SÁBADO, 10/01, NA COMPRA DO INGRESSO DE “BEIJE MINHA LÁPIDE” O PÚBLICO PODERÁ ASSISTIR AO SHOW TRU & TRO.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA – GAMBOAVISTA

 

BEIJE MINHA LÁPIDE – adulto

Dias 09 e 10 de janeiro (sexta e sábado, 21h)

TRU & TRO COM SUA CORJA: DESFRUTE OU FRITE – show

Dia 10 de janeiro (sábado, 22h30)

NO AR COM LASANHA E RAVIOLI – infantil

Dias 17 e 18 de janeiro (sábado e domingo, 16h)

 

FESTA DE FAMÍLIA – adulto

Dias 24 e 25 de janeiro (sábado e domingo, 19h)

O FUNERAL – adulto

Dias 24 e 25 de janeiro (sábado e domingo, 21h)

RICARDO III – adulto

Dias 31 de janeiro e 01 de fevereiro (sábado, 21h, e domingo, 20h)

ADORÁVEL GAROTO – adulto

Dias 07 e 08 de fevereiro (sábado, 21h, e domingo, 20h)

BURACO DA LACRAIA CABARÉ ON ICE

Dia 07 de fevereiro (sábado, 22h30)

O LÍQUITO TÁTIL – adulto

Dias 28 de fevereiro e 01 de março (sábado, 21h, e domingo, 20h)

UMA PEÇA COMO EU GOSTO – infantil

Dias 07 e 08 de março (sábado e domingo, 16h)

HAMLET OU MORTE – adulto

Dias 07 e 08 de março (sábado, 21h, e domingo, 20h)

PARA OS QUE ESTÃO EM CASA – adulto

Dias 14 e 15 de março (sábado, 21h, e domingo, 20h)

 

BR TRANS – adulto

Dias 21 e 22 de março (sábado, 21h, e domingo, 20h)

SILÊNCIO! – adulto

Dias 28 e 29 de março (sábado, 21h, e domingo, 20h)

O MOÇO QUE CASOU COM A MEGERA – infantil

Dias 04 e 05 de abril (sábado e domingo, 16h)

NÃO VAMOS PAGAR – adulto

Dias 11 e 12 de abril (sábado, 21h, e domingo, 20h)

ADUBO OU A SUTIL ARTE DE ESCOAR PELO RALO – adulto

Dias 25 e 26 de abril (sábado, 21h, e domingo, 20h)

PRÓXIMA PARADA – adulto

Dias 02 e 03 de maio (sábado, 21h, e domingo, 20h)

PEDRO MALAZARTE E A ARARA GIGANTE – infantil

Dias 09 e 10 de maio (sábado e domingo, 16h)

“Festa das Crianças” em favor da Casa de Apoio à Criança com câncer Santa Teresa

A “Festa das Crianças” que já é uma tradição da CACCST será realizada no próximo sábado, 11 de outubro, das 9 até 12h, no Colégio Veiga de Almeida. Nesta celebração, estarão presentes as crianças em tratamento pela instituição, familiares, amigos e pessoas que abraçam a causa como os atores Carlos Bonow, Apollo Lima, Luigi Montez, Victor Frade, Pedro Pedral, Carol Murai entre outros. Os ex BBBs Diego e Fran também parceiros da Casa, estarão presentes no evento.

A Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa (CACCST) atende, atualmente, 61 famílias, porém nestes anos todos mais de 600 famílias carentes que têm crianças portadoras de câncer foram beneficiadas. Ao observar o caso destes pequenos, carentes e vítimas da doença, a instituição identificou importantes questões como a dificuldade das famílias em iniciar e dar continuidade aos tratamentos devido ao alto custo; a dificuldade de oferecê-las uma qualidade de vida adequada dentro de suas casas; a precariedade do transporte público; a falta de uma dieta balanceada, além de outros fatores que prejudicam as crianças e que, consequentemente, afetam a família.

Para dar o apoio a essas famílias, a CACCST oferece hospedagem, alimentação e transporte de suas residências até os locais de tratamento, além de cestas nutricionais e higiênicas mensalmente. As famílias também contam com serviços de assistência social, orientações psicológica, pedagoga, odontológica e de oncologia e atividades culturais. Além disso, algumas mães ficam hospedadas na instituição, recebendo apoio e auxiliando no tratamento de seus filhos, para isso  recebem capacitação profissional para que elas tenham uma renda extra, já que não conseguem um trabalho fixo em função do acompanhamento de seus filhos aqui no Rio de Janeiro.

 O regime de atendimento oferecido pela Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa tem o seu funcionamento de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), no seu artigo 90, seção D, capítulo D, sendo classificado em Orientação e Apoio Sócio-familiar.

SERVIÇO

Festa das Crianças – Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa (CACCST)  – Telefones: (21) 2502-8343 / (21) 2293 2210

Data: 11 de Outubro de 2014

Local: Colégio Veiga de Almeida

Horário: 9h

Endereço: Av. Gen. Felicíssimo Cardoso, 500 – Barra da Tijuca – Telefone (21) 3326-1212

Site: www.caccst.org.br

Facebook: https://www.facebook.com/pages/Casa-de-Apoio-%C3%A0-Crian%C3%A7a-com-C%C3%A2ncer-Santa-Teresa/111875738900348

Classificação Livre

Ingresso: R$ 20,00

Grupo Arruda convida Nelson Sargento, no Rival

O Arruda fará um passeio pelas obras-primas da Estação Primeira de Mangueira, consagrados sambas-enredo, além dos seus eternos compositores como Cartola, Nelson Cavaquinho, Nelson Sargento, Carlos Cachaça, Padeirinho, entre inúmeros outros que lá surgiram ou trilharam sua carreira. Dentro dessa premissa verde-e-rosa, o grupo prepara um show especial inteiramente dedicado à Estação Primeira, em que volta às origens e resgata a essência dos seus primeiros passos: dia 07 de outubro, terça-feira, no Teatro Rival Petrobras.

Serviço:

Teatro Rival Petrobras

Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel.: 2240-4469

Dia 7 de outubro, terça-feira, às 19h30

Preço:

R$ 50 (Inteira)

R$ 35 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)

R$ 25  (Estudante/Idoso/Professor da rede municipal)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Leila Pinheiro e Roberto Menescal, no Rival

Leila Pinheiro e Roberto Menescal sobem ao palco do Teatro Rival Petrobras, no Centro do Rio, na sexta e no sábado, dias 3 e 4 de outubro, à frente do trio formado por: João  Carlos Coutinho (piano), Rômulo Gomes (baixo) e Marcio Bahia (bateria). A dupla está celebrando 25 anos do lançamento do disco “Bênção Bossa Nova”. O repertório inclui os diversos medleys que estão no disco, e outras canções marcantes. “É mais ou menos meio a meio”, descreve Menescal. “São sete medleys e mais alguns clássicos que não gravamos no Bênção.

Leila ressalta a ideia de que o “Bênção Bossa Nova” alcançou uma nova geração, que ouviu então a bossa pela primeira vez, na voz dela. “Muita gente que não viveu aquele tempo conheceu essas pérolas através do nosso disco. Até hoje as pessoas me dizem isso”. A cantora ainda relembra que, ao contrário do próprio movimento original, “que primava pelo som muito íntimo, um banquinho e um violão” – o disco que agora celebra os 25 anos era “muito solar”

Serviço:

Leila Pinheiro & Roberto Menescal

Acompanhados por João Carlos Coutinho no piano, Rômulo Gomes no baixo e Marcio Bahia na bateria, a dupla celebra 25 anos do CD “Bênção Bossa Nova”

Teatro Rival Petrobras

Dias 3 e 4 de outubro, sexta-feira e sábado, às 19h30

Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel.: 2240-4469

Setor A / Mezanino – 120 Lugares / 74 Lugares
R$ 100 (Inteira)
R$ 50 (Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal)
Setor B – 184 Lugares.
R$ 90 (Inteira)
R$ 70 (Os 100 Primeiros Pagantes)
R$ 45(Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal)
Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Mais informações: http://www.rivalpetrobras.com.br

Espetáculos e processos abertos serão apresentados no Teatro Dulcina

Foto: Divulgação

Durante todo o mês de outubro e o início de novembro, o Teatro Dulcina, através do projeto Dulcinavista, será um dos palcos da segunda edição da mostra hífen de pesquisa-cena, uma realização da companhia carioca Teatro Inominável, em parceria com o Instituto Galpão Gamboa. Com apoio cultural da produtora Pequena Central, a mostra levará espetáculos teatrais de novas companhias, processos abertos, performances e encontros com artistas e pesquisadores para diferentes espaços da cidade, como o Teatro Dulcina, Teatro Glaucio Gill, Reduto e Galpão Gamboa. A Cia Teatro Inominável é formada pelos artistas-pesquisadores Adassa Martins, Caroline Helena, Diogo Liberano, Flávia Naves e Natássia Vello.

Desenvolvido pelo Galpão Gamboa, o projeto Dulcinavista vai até o final de novembro, com espetáculos adultos, infantis, leituras e oficinas. A direção artística é de Marco Nanini e Fernando Libonati e curadoria de César Augusto.

mostra hífen de pesquisa-cena

Em sua primeira semana, a mostra hífen levará para o Teatro Dulcina o processo aberto do novo espetáculo da Cia carioca Teatro Voador Não Identificado, “O processo” e a peça “Parasitas”, da vai!cia de teatro, de Porto Alegre.

“O processo” (01/10)
Com estreia prevista para 1º de novembro, na Sede das Cias, “O processo”, da Cia Teatro Voador Não Identificado, abrirá a mostra hífen no dia 1º de outubro. O espetáculo foi criado a partir do romance homônimo de Franz Kafka, no qual o escritor apresenta o personagem principal, Joseph K., preso, mas sem saber os motivos pelos quais foi acusado.

Em cena, a cada apresentação, um ator convidado viverá o papel do protagonista, entrando em cena sem nunca ter ensaiado e sem conhecer o espetáculo, ao lado de um elenco fixo que conhece todas as regras do jogo. Na abertura da mostra hífen, Diogo Liberano (integrante da companhia carioca Teatro Inominável e também curador da mostra) será o ator convidado. Além do ensaio da peça, o processo aberto da mostra hífen realizará discussões sobre o processo de criação e compartilhamento dos processos criativos com o público presente.

Sinopse: Baseado em “O Processo” de Franz Kafka, nesta peça, o protagonista Joseph K é interpretado por um ator diferente a cada apresentação.

Sobre o Teatro Voador Não Identificado
Formado em 2011 por alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Unirio), o Teatro Voador Não Identificado forma-se como um grupo que vêm investigando as múltiplas possibilidades do teatro documentário e das dramaturgias fragmentada, colaborativa e do ator. O grupo é integrado pelos artistas Elsa Romero, Gaia Caatta, Isadora Petrauskas, Julia Bernat, Leandro Romano, Lia Maia e Luiz Antonio Ribeiro, que se dividem entre diversas funções a cada projeto.

Ficha técnica
Texto: Luiz Antonio Ribeiro
Direção: Leandro Romano
Assistência de direção: Julia Bernat
Elenco: Alonso Zerbinato, Amanda Grimaldi, Cirillo Luna, Daniel Passi, Larissa Siqueira da Cunha, Pedro Müller + 1 ator convidado
Cenografia, figurino e iluminação: Elsa Romero, Gaia Catta e Lia Maia
Produção executiva: Renata Giardini
Realização: Teatro Voador Não Identificado

Duração: 120 minutos
Classificação: 18 anos

“Parasitas” (03, 04 e 05/10)
O espetáculo foi criado a partir de um concurso destinado a jovens diretores porto-alegrenses, do Goethe Institut, em 2010, para realização de uma encenação do texto “Parasitas”, do dramaturgo alemão Marius von Mayenburg. Premiado no concurso, o diretor João Pedro Madureira e os outros integrantes da Cia vai! desenvolveram o espetáculo “Parasitas”, o segundo do repertório do grupo.

A peça trata das relações humanas e da maneira como as pessoas se colocam diante umas das outras, buscando exercer sua identidade. Não há espaço para a compreensão, mostrando o ser humano como individualista e solitário, porém, muito dependente do outro. Cinco pessoas aproximadas por circunstâncias com as quais não podem lidar e das quais não podem escapar.

Sinopse: Petrik é casado com Friederike que está grávida e é irmã de Betsi, esposa de Ringo que foi atropelado por Multscher e ficou paraplégico. Ringo quer continuar; Multscher quer alguém; Betsi quer ir à praia; Petrik quer ser uma cobra e Friederike quer morrer.

Sobre a vai!ciadeteatro
A vai!ciadeteatro nasce em agosto de 2008, em Porto Alegre (RS), iniciando pesquisa em torno da temática das opressões sociais. No ano seguinte estreia temporada do seu primeiro espetáculo, “Agora eu era”, contemplado pelo Prêmio Funarte Myriam Muniz de Teatro. Após “Parasitas”, em 2010, no ano seguinte a Cia vence o Prêmio Carlos Carvalho Auxílio-Montagem, levando para os palcos o texto “Cara a tapa”, de Tarcisio Lara Puiati. Em 2013, a companhia desenvolve uma pesquisa sobre a linguagem da performance, financiado pelo FUMPROARTE: “Sincronário – O dia fora do tempo” é realizado em comemoração aos 5 anos da companhia, realizando uma série de performances que envolveu cerca de 50 artistas da cidade durante 12 horas seguidas.

Ficha técnica
Texto: Marius Von Mayenburg
Direção: João Pedro Madureira
Elenco: Francisco Gick, Laura Leão, Leo Maciel, Patrícia Soso e Priscilla Colombi
Cenário: Leonardo Fanzelau
Figurino: Daniel Lion
Iluminação: Casemiro Azevedo
Iluminação Mostra Hífen: Lívia Ataíde
Maquiagem: Taidje Gut
Produção: Laura Leão

Gênero: Drama
Duração: 60 minutos
Classificação: 16 anos

SERVIÇO
Datas:
01/10 (quarta-feira) – “O processo”
03, 04 e 05/10 (sexta, sábado e domingo) – “Parasitas”
Horário: 19 horas
Local: Teatro Dulcina
Capacidade: 300 lugares
Endereço: Rua Alcindo Guanabara, 17 – Centro
Telefone: (21) 2240-4879
Entrada gratuita
Site: http://www.dulcinavista.com.br