Luiz Lopez, no show “Primal”, dia 30/5 em Botafogo

No dia 30 de maio, 20h, no Audio Rebel, o guitarrista Luiz Lopez apresentará o show “Primal” com o lançamento do Single “Filho Único”, uma releitura da canção de Erasmo Carlos e Roberto Carlos.

Luiz Lopez lança carreira solo depois de ter gravado três álbuns com Erasmo Carlos e um álbum com sua ex-banda, Filhos da Judith. O novo trabalho do músico, o disco intitulado Primal, tem toda musicalidade dos anos 60 e é carregada de fortes influências – entre elas, Beatles e Raul Seixas.

Em turnê com o Tremendão Erasmo Carlos, há cinco anos, já tocou com o Rei Roberto Carlos, Marisa Monte, Arnaldo Antunes, Marcelo Jeneci, Paula Toller, entre outros grandes artistas.

Além do show, vai rolar a pré estreia do vídeo do single, e também a presença ilustre de Guzz the Fuzz, o super baixista dos Beach Combers atacando de DJ tocando Rock purinho antes e depois do show.

 

SERVIÇO

Primal

Local: Audio Rebel – Casa de Shows

Endereço: Rua Visconde de Silva – 55 – Botafogo – Telefone: 3435 2692

Data: 30 de maio de 2015

Horário: 20h

Valor: R$ 15,00

Classificação: 14 anos

Capacidade: 90 Lugares

Horário de funcionamento da bilheteria: De Seg a Sab – De 12 até 20h.

 

FICHA TECNICA

Luiz Lopez: Guitarra/Teclados/Violão

Chris Bastos: Backing Vocals/Baixo

Alan Fontenele: Bateria

 


https://www.youtube.com/watch?v=ZpsMrM2vSfw – Videoclipe da música “ Filho Único”

Borderline, no Espaço Tom Jobim

Bipolaridade, esquizofrenia, desejos, loucura e lucidez. Esses são os temas de “Borderline”, monólogo que estreia dia 22 de maio no Espaço Tom Jobim (Jardim Botânico) e terá Marcello Gonçalves pela primeira vez assinando a direção.
Baseado no conto de Junior Dalberto, o monólogo estrelado pelo ator potiguar Bruce Brandão, será produzido pela Cia. de Arte Nova e apresentado de quinta a sábado, 21h e domingo, 20h, com temporada até 28 de junho.
Rutras, personagem do livro O Cangaço e o Carcará Sanguinolento, posiciona-se diante de questões íntimas relacionadas à família, sociedade, mundo cibernético e sua relação com a geração dos anos 90.

“Comecei a pensar na estética da peça através da obra do pintor Salvador Dali. O texto foi escrito com grande maestria e técnica, o que me levou ao conceito surrealista e as poesias de Vinícius de Moraes e Paulo Leminski. Sempre farejei o ar teatral em busca dos ventos da mudança, sempre tentei estar lá na hora exata em que a velha ordem mudava, fosse pra melhor ou para pior. O desafio de dirigir proposto pelo ator Bruce Brandão, me acendeu em algo que é inerente a todos nós, homens da arte: a necessidade e o comprometimento de levar aos palcos uma obra singular e plural. Suponho que aonde quer que eu vá, levarei comigo os ventos das mudanças, eu estou na onda, no ritmo, marchando nele. O registro, a interpretação, a produção e a direção. Trabalho e luto 24h pela ampliação da experiência humana por veredas poéticas, avessas a normalizações castradoras, imprescindíveis às pessoas que fazem teatro”, diz  Marcello Gonçalves.

Para o ator Bruce Brandão, as leituras sobre o tema Borderline foram fruto do contato com o autor Junior Dalberto em Natal. Encantado com esse universo, fez suas pesquisas e se familiarizou com o tema. “No inicio eu pensava em visitar clínicas psiquiátricas, entrar em manicômios, mas percebi que o ”manicômio” estava dentro de cada indivíduo. O entendimento sobre o transtorno Borderline me fez galgar outros degraus: É o jeito de ser. Quem já não teve medo de rejeição, impulsividade, ciumes, sensação de abandono? Porém quando se trata de um Border, o olhar é outro. Tudo tem intensidade! Olhar poeticamente a doença, é mergulhar no desconhecido.  Estou em um processo extremamente novo, radical e super desafiador como ator. Estou “rasgando” a minha alma para buscar a mais pura verdade nesse processo”, resume Bruce Brandão.

Sobre a Cia. de Arte Nova

A Cia. nasce do encontro entre os atores Marcello Gonçalves e Bruce Brandão, com a necessidade de gerar cultura, arte e o comprometimento com o trabalho de pesquisa, para criar novas formas de se pensar o teatro. Fomentando uma nova economia de gestão e transmissão de conhecimento, a Cia. criada em julho de 2014 pretende ser um centro integrado de arte onde os atores e a equipe formam e constroem um novo olhar sobre o teatro.

A Cia. de Arte Nova tem como integrantes: André Lyma, Bruce Brandão, Bruna Fachetti, Bruna Ferraz, Daniele   Toledo, Desireé Raian, Diego Dantas, Fabiana Sil, Henry Kaminski, Jean Firmo, Karini Oliveira, Marcela Peringer, Marcello Gonçalves, Michele Hayashi e Vinícius Conrad.

FICHA TÉCNICA

Texto: Junior Dalberto
Direção: Marcello Gonçalves
Elenco: Bruce Brandão
Iluminador: Felipe Lourenço
Diretor de Movimento: Márcio Vieira
Direção de Arte: Alex Brollo, Rafael Ronconi e Henrique Neves
Direção de Produção: Aline Mohamad e Rodrigo Turazzi
Produção Executiva: Bruna Fachetti e Danielle Toledo
Assistentes de Produção Executiva: Marcela Peringer, Michele Hayashi e Fabiana Sil
Programador Visual: Carol Vasconcellos
Assistente de Direção: Danielle Toledo e Karini Oliveira
Assistente de Direção de Arte: Desireé Raian e Karini Oliveira
Assistente de Iluminação: André Lyma e Diego Dantas
Administração: Bruna Fachetti e Fabiana Sil
Direção de Palco (Stage Manager): Vinicius Conrad
Fotografia: André Lyma e Vinicius Conrad
Web Designer: Henry Kaminski
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
Realização: Cia de Arte Nova

SERVIÇO

Borderline

Estreia: 22 de maio de 2015
Temporada: Até 28 de junho
Horários: Quinta, sexta e sábado 21h – Domingo, 20h
Valor: R$ 40,00 (Inteira)
Classificação: 16 anos
Capacidade: 60 Lugares
Gênero: Drama
Duração: 60 min.
Local: Espaço Tom Jobim – Galpão das Artes
Endereço: Rua Jardim Botânico – 1008 – Telefone – (21) 2274-7012

Já fomos, confira!

Marco Nanini abre a 4ª edição do Gamboavista

O ano de 2015 já começa agitado no Galpão Gamboa. A 4ª edição do projeto Gamboavista terá início nos dias 09 e 10/01, com o mais recente sucesso de Marco Nanini e a Cia. Teatro Independente, “Beije minha lápide”. Com texto de Jô Bilac e direção de Bel Garcia, o espetáculo evoca o universo de Oscar Wilde. A peça concorre aos prêmios Shell e Cesgranrio 2015 de Melhor Texto e Melhor Cenário (Cesgranrio).

Também no final de semana de abertura, no sábado, dia 10, o Garagem Gamboa receberá o show Tru & Tro com sua corja em: Desfrute ou Frite, projeto musical da cantora Letícia Novaes e do músico e cineasta Arthur Braganti. Essa será a última apresentação pública do show, que une música, teatro, prosa, poesia e manifesto.

No momento em que o Rio de Janeiro completa 450 anos, o Gamboavista, que já teve quatro edições no Galpão Gamboa e serviu de inspiração para a bem sucedida ocupação Dulcinavista, no Teatro Dulcina, no Centro, agora volta para casa: a Zona Portuária. O projeto se consolida no calendário cultural da cidade como o evento que reúne no mesmo palco as peças que mais se destacaram no ano anterior e o melhor, a preços populares.

“Chegamos à 4ª edição do Gamboavista, um dos nossos projetos mais antigos, que nasceu com o intuito de dar vista a espetáculos que tiveram destaque ao longo do ano. E, mais ainda, fazer com que, através deste estímulo, os olhos do espectador se voltem para a Gamboa, lugar tão especial, um dos maiores berços culturais do Rio de Janeiro e, atualmente, o bairro que projeta o Rio para um futuro próspero”, declara o ator e diretor Cesar Augusto, curador do projeto.

Cada vez mais o Gamboavista se faz referência na cena cultural da cidade. Serão cinco meses de programação, repleta de ótimos espetáculos, que certamente contribuem para sinalizar a Zona Portuária como um local com destinação para a arte”, completa Fernando Libonati, diretor do Galpão Gamboa ao lado de Marco Nanini.

A programação irá até o mês de maio, com espetáculos adultos, infantis e shows. Dentre as atrações estarão: “Ricardo III”, uma idealização de Gustavo Gasparani e Sérgio Módena; “Festa de família” e “O Funeral”, direção de Bruce Gomlevsky com a Companhia Teatro Esplendor; “O líquido tátil”, do grupo Espanca! de Belo Horizonte; “Silêncio!”, de Renata Mizrahi, pelo qual Suzana Faini foi indicada a vários prêmios de melhor atriz de 2014; “Adubo ou a sutil arte de escoar pelo ralo”, do Teatro Universitário Candango, de Brasília, com Juliano Cazarré; “Buraco da lacraia cabaré on ice”, show com de Luis Lobianco, Leticia Guimarães, Éber Inácio e Sidnei Oliveira; “Não vamos pagar”, comédia de Dario Fo, dirigida por Inez Vianna; entre outros.

Em sua maior edição desde o lançamento, o projeto apresentará, pela primeira vez, montagens inéditas na cidade, como “BR Trans”, do autor e ator cearense Silvero Pereira, e “Hamlet ou morte”, espetáculo originado da esquete vencedora da última edição do FESTU (Festival de Teatro Universitário).

As crianças também não ficarão de fora. A partir do dia 17/01, o Gamboavista receberá espetáculos destinados para o público infantil, como “No ar com Lasanha e Ravioli”, mais novo trabalho da BB Companhia de Teatro, formada pelas atrizes Ana Barroso e Monica Biel; “Uma peça como eu gosto”, espetáculo com direção de Lúcio Mauro Filho e Duda Maia e texto de Marcelo Morato, que mescla histórias de Shakespeare e cultura popular brasileira; “O moço que casou com a megera”, espetáculo da Cia de Teatro Medieval, que mistura duas histórias: “O moço que casou com mulher braba”, conto do escritor espanhol Don Juan Manuel, e “A megera domada”, também de William Shakespeare; e, para fechar, “Pedro Malazarte e a arara gigante”, com texto de Jorge Furtado, direção de Debora Lamm e George Sauma no elenco.

Abertura: Beije minha lápide + Tru & Tro com sua corja em: Desfrute ou Frite

 

Beije minha lápide

Marco Nanini tinha um antigo desejo de trabalhar com a obra de Oscar Wilde (1854-1900), mas nunca elegeu – entre tantas pérolas – um texto do dramaturgo para levar ao palco. Tampouco cogitava fazer uma biografia teatral, mesmo com a rica e conturbada trajetória do irlandês. O ‘impasse’ foi rompido com “Beije a minha lápide”. A montagem conta a história de Bala (Nanini), ardoroso fã de Wilde que está preso por quebrar a barreira de vidro que isola o túmulo do escritor no célebre cemitério de Père Lachaise, em Paris.

Se o drama de Bala é fictício, a proteção da sepultura é real e foi colocada por conta de um curioso ritual que os fãs de Wilde faziam ao visitar o local, ao beijar a tal lápide. “O texto tem muitas analogias com a vida e a obra de Wilde, com algumas citações mais explícitas e outras que se refletem nas falas e nas histórias das personagens. Quem não conhece Oscar Wilde vai entender perfeitamente e esperamos que saia querendo conhecê-lo mais”, explica Nanini, responsável por convidar Bel Garcia para a direção e o jovem elenco da Cia. Teatro Independente para dividir o palco.

Carolina Pismel, Júlia Marini e Paulo Verlings vem de montagens bem-sucedidas da jovem companhia, como “Cachorro!”, “Rebu” e “Cucaracha”, todas com autoria de Jô Bilac. Já Bel Garcia, cofundadora da Cia. dos Atores, esteve como atriz na montagem de “O bem amado”, protagonizada por Nanini em 2007 e, desde então, desenvolveu carreira de diretora que culminou na premiada “Conselho de classe”, dirigida em parceria com Susana Ribeiro e também escrita por Bilac. Assim como nas montagens do grupo, elenco, direção e autor construíram juntos a dramaturgia em um processo colaborativo.

 

 

Ficha técnica – “Beije minha lápide”

Texto: Jô Bilac

Direção: Bel Garcia

Com: Marco Nanini, Carolina Pismel, Júlia Marini e Paulo Verlings

Produzido por Fernando Libonati

Figurino: Antônio Guedes

Iluminação: Beto Bruel

Cenografia: Daniela Thomas

Trilha sonora: Rafael Rocha

Realização: Pequena Central

Tru&Tro com sua corja em: Desfrute ou Frite

 

O show “Desfrute ou Frite”, com “Tru&Tro com sua corja” é o desdobramento da peça “Vedetty saúda o povo brasileiro e pede passagem”, da atriz e cantora da banda Letuce, Letícia Novaes, junto ao seu amigo músico e cineasta, Arthur Braganti. Convidados pela CIA de Teatro Inominável (RJ) para

realizar uma performance na abertura da ocupação da CIA no Teatro Glaucio Gill, Letícia e Arthur criaram a apresentação musical.

Com repertório autoral e reinvenções de outras canções, nacionais e internacionais, o show cria uma dramaturgia que lança mão do texto falado, do gesto, da presentificação do corpo, da luz, da coreografia, como criadores de sentidos. Para tal empreitada, foram convidados artistas que não têm a música como único e principal meio de expressão, como o ator, cantor e videomaker Paulo Dantas e o músico, economista e filósofo Thiago Vivas.

Nesse drama, a figura da noiva, representada por Letícia Novaes, é trazida em estado lívido ao palco e inicia uma saga do amor ora neurótico, ora romântico, desastroso,  descontrolado, místico.  A ruína de um amor, a falência eminente de um sistema econômico, o colapso de uma opção única e tirana de linguagem: a saga de Tru, Tro e sua corja, de maneira menos ou mais direta, desempenha essa caminhada. Reinvenções de “Take my breath away”, e “Sabiá”, convivem com novas canções, de autoria do grupo.

Num espetáculo onde a improvisação permanece em alerta, o script é seguido como algo que norteia, mas a cada apresentação, a interação com fatores contigenciais pode afetar ou transformar o percurso até o lugar onde se deseja chegar com a cena.

Ficha técnica – “Tru & Tro com sua corja”

Letícia Novaes (voz)

Arthur Braganti (piano e voz)

Paulo Dantas (pandeiro e voz)

Thiago Vivas (guitarra, baixo e voz)

 

Serviço – lançamento Gamboavista:

 

Beije minha lápide

Data: 09 e 10 de janeiro (sexta e sábado)

Horário: 21 horas

Local: Galpão Gamboa

Capacidade: 80 lugares

Endereço: Rua da Gamboa, 279 – Centro – RJ

Telefone: (21) 2516-5929

Ingressos: R$ 20 (inteira)/R$ 10 (meia)/R$ 5 (para moradores dos bairros da Zona Portuária, apresentando comprovante de residência)

Vendas de ingressos:

– No Galpão: Terça a quinta: das 14h às 19h (Nos dias de espetáculo a bilheteria funciona das 14h até a abertura da sala ou até esgotarem os ingressos)

Duração: 80 minutos

Classificação etária: 16 anos

 

Tru & Tro com sua corja

Data: 10/01/2015 (sábado)

Horário: 22h30

Local: Garagem Gamboa

Capacidade: 200 pessoas

Endereço: Rua da Gamboa, 277 – Centro – RJ

Telefone: (21) 2516-5929

Classificação: 14 anos

Ingressos: R$ 20 (inteira) R$ 10 (meia) /R$ 5 (para moradores dos bairros da Zona Portuária, apresentando comprovante de residência)

Vendas de Ingressos:

– Na bilheteria do Galpão: Terça a quinta: das 14h às 19h (nos dias de espetáculo a bilheteria funciona das 14h até a abertura da sala ou até se esgotarem os ingressos)

Classificação etária: 14 anos

*PROMOÇÃO: NO SÁBADO, 10/01, NA COMPRA DO INGRESSO DE “BEIJE MINHA LÁPIDE” O PÚBLICO PODERÁ ASSISTIR AO SHOW TRU & TRO.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA – GAMBOAVISTA

 

BEIJE MINHA LÁPIDE – adulto

Dias 09 e 10 de janeiro (sexta e sábado, 21h)

TRU & TRO COM SUA CORJA: DESFRUTE OU FRITE – show

Dia 10 de janeiro (sábado, 22h30)

NO AR COM LASANHA E RAVIOLI – infantil

Dias 17 e 18 de janeiro (sábado e domingo, 16h)

 

FESTA DE FAMÍLIA – adulto

Dias 24 e 25 de janeiro (sábado e domingo, 19h)

O FUNERAL – adulto

Dias 24 e 25 de janeiro (sábado e domingo, 21h)

RICARDO III – adulto

Dias 31 de janeiro e 01 de fevereiro (sábado, 21h, e domingo, 20h)

ADORÁVEL GAROTO – adulto

Dias 07 e 08 de fevereiro (sábado, 21h, e domingo, 20h)

BURACO DA LACRAIA CABARÉ ON ICE

Dia 07 de fevereiro (sábado, 22h30)

O LÍQUITO TÁTIL – adulto

Dias 28 de fevereiro e 01 de março (sábado, 21h, e domingo, 20h)

UMA PEÇA COMO EU GOSTO – infantil

Dias 07 e 08 de março (sábado e domingo, 16h)

HAMLET OU MORTE – adulto

Dias 07 e 08 de março (sábado, 21h, e domingo, 20h)

PARA OS QUE ESTÃO EM CASA – adulto

Dias 14 e 15 de março (sábado, 21h, e domingo, 20h)

 

BR TRANS – adulto

Dias 21 e 22 de março (sábado, 21h, e domingo, 20h)

SILÊNCIO! – adulto

Dias 28 e 29 de março (sábado, 21h, e domingo, 20h)

O MOÇO QUE CASOU COM A MEGERA – infantil

Dias 04 e 05 de abril (sábado e domingo, 16h)

NÃO VAMOS PAGAR – adulto

Dias 11 e 12 de abril (sábado, 21h, e domingo, 20h)

ADUBO OU A SUTIL ARTE DE ESCOAR PELO RALO – adulto

Dias 25 e 26 de abril (sábado, 21h, e domingo, 20h)

PRÓXIMA PARADA – adulto

Dias 02 e 03 de maio (sábado, 21h, e domingo, 20h)

PEDRO MALAZARTE E A ARARA GIGANTE – infantil

Dias 09 e 10 de maio (sábado e domingo, 16h)

“Festa das Crianças” em favor da Casa de Apoio à Criança com câncer Santa Teresa

A “Festa das Crianças” que já é uma tradição da CACCST será realizada no próximo sábado, 11 de outubro, das 9 até 12h, no Colégio Veiga de Almeida. Nesta celebração, estarão presentes as crianças em tratamento pela instituição, familiares, amigos e pessoas que abraçam a causa como os atores Carlos Bonow, Apollo Lima, Luigi Montez, Victor Frade, Pedro Pedral, Carol Murai entre outros. Os ex BBBs Diego e Fran também parceiros da Casa, estarão presentes no evento.

A Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa (CACCST) atende, atualmente, 61 famílias, porém nestes anos todos mais de 600 famílias carentes que têm crianças portadoras de câncer foram beneficiadas. Ao observar o caso destes pequenos, carentes e vítimas da doença, a instituição identificou importantes questões como a dificuldade das famílias em iniciar e dar continuidade aos tratamentos devido ao alto custo; a dificuldade de oferecê-las uma qualidade de vida adequada dentro de suas casas; a precariedade do transporte público; a falta de uma dieta balanceada, além de outros fatores que prejudicam as crianças e que, consequentemente, afetam a família.

Para dar o apoio a essas famílias, a CACCST oferece hospedagem, alimentação e transporte de suas residências até os locais de tratamento, além de cestas nutricionais e higiênicas mensalmente. As famílias também contam com serviços de assistência social, orientações psicológica, pedagoga, odontológica e de oncologia e atividades culturais. Além disso, algumas mães ficam hospedadas na instituição, recebendo apoio e auxiliando no tratamento de seus filhos, para isso  recebem capacitação profissional para que elas tenham uma renda extra, já que não conseguem um trabalho fixo em função do acompanhamento de seus filhos aqui no Rio de Janeiro.

 O regime de atendimento oferecido pela Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa tem o seu funcionamento de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), no seu artigo 90, seção D, capítulo D, sendo classificado em Orientação e Apoio Sócio-familiar.

SERVIÇO

Festa das Crianças – Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa (CACCST)  – Telefones: (21) 2502-8343 / (21) 2293 2210

Data: 11 de Outubro de 2014

Local: Colégio Veiga de Almeida

Horário: 9h

Endereço: Av. Gen. Felicíssimo Cardoso, 500 – Barra da Tijuca – Telefone (21) 3326-1212

Site: www.caccst.org.br

Facebook: https://www.facebook.com/pages/Casa-de-Apoio-%C3%A0-Crian%C3%A7a-com-C%C3%A2ncer-Santa-Teresa/111875738900348

Classificação Livre

Ingresso: R$ 20,00

Grupo Arruda convida Nelson Sargento, no Rival

O Arruda fará um passeio pelas obras-primas da Estação Primeira de Mangueira, consagrados sambas-enredo, além dos seus eternos compositores como Cartola, Nelson Cavaquinho, Nelson Sargento, Carlos Cachaça, Padeirinho, entre inúmeros outros que lá surgiram ou trilharam sua carreira. Dentro dessa premissa verde-e-rosa, o grupo prepara um show especial inteiramente dedicado à Estação Primeira, em que volta às origens e resgata a essência dos seus primeiros passos: dia 07 de outubro, terça-feira, no Teatro Rival Petrobras.

Serviço:

Teatro Rival Petrobras

Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel.: 2240-4469

Dia 7 de outubro, terça-feira, às 19h30

Preço:

R$ 50 (Inteira)

R$ 35 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)

R$ 25  (Estudante/Idoso/Professor da rede municipal)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Leila Pinheiro e Roberto Menescal, no Rival

Leila Pinheiro e Roberto Menescal sobem ao palco do Teatro Rival Petrobras, no Centro do Rio, na sexta e no sábado, dias 3 e 4 de outubro, à frente do trio formado por: João  Carlos Coutinho (piano), Rômulo Gomes (baixo) e Marcio Bahia (bateria). A dupla está celebrando 25 anos do lançamento do disco “Bênção Bossa Nova”. O repertório inclui os diversos medleys que estão no disco, e outras canções marcantes. “É mais ou menos meio a meio”, descreve Menescal. “São sete medleys e mais alguns clássicos que não gravamos no Bênção.

Leila ressalta a ideia de que o “Bênção Bossa Nova” alcançou uma nova geração, que ouviu então a bossa pela primeira vez, na voz dela. “Muita gente que não viveu aquele tempo conheceu essas pérolas através do nosso disco. Até hoje as pessoas me dizem isso”. A cantora ainda relembra que, ao contrário do próprio movimento original, “que primava pelo som muito íntimo, um banquinho e um violão” – o disco que agora celebra os 25 anos era “muito solar”

Serviço:

Leila Pinheiro & Roberto Menescal

Acompanhados por João Carlos Coutinho no piano, Rômulo Gomes no baixo e Marcio Bahia na bateria, a dupla celebra 25 anos do CD “Bênção Bossa Nova”

Teatro Rival Petrobras

Dias 3 e 4 de outubro, sexta-feira e sábado, às 19h30

Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel.: 2240-4469

Setor A / Mezanino – 120 Lugares / 74 Lugares
R$ 100 (Inteira)
R$ 50 (Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal)
Setor B – 184 Lugares.
R$ 90 (Inteira)
R$ 70 (Os 100 Primeiros Pagantes)
R$ 45(Estudante/Idoso/Professor da Rede Municipal)
Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Mais informações: http://www.rivalpetrobras.com.br

Espetáculos e processos abertos serão apresentados no Teatro Dulcina

Foto: Divulgação

Durante todo o mês de outubro e o início de novembro, o Teatro Dulcina, através do projeto Dulcinavista, será um dos palcos da segunda edição da mostra hífen de pesquisa-cena, uma realização da companhia carioca Teatro Inominável, em parceria com o Instituto Galpão Gamboa. Com apoio cultural da produtora Pequena Central, a mostra levará espetáculos teatrais de novas companhias, processos abertos, performances e encontros com artistas e pesquisadores para diferentes espaços da cidade, como o Teatro Dulcina, Teatro Glaucio Gill, Reduto e Galpão Gamboa. A Cia Teatro Inominável é formada pelos artistas-pesquisadores Adassa Martins, Caroline Helena, Diogo Liberano, Flávia Naves e Natássia Vello.

Desenvolvido pelo Galpão Gamboa, o projeto Dulcinavista vai até o final de novembro, com espetáculos adultos, infantis, leituras e oficinas. A direção artística é de Marco Nanini e Fernando Libonati e curadoria de César Augusto.

mostra hífen de pesquisa-cena

Em sua primeira semana, a mostra hífen levará para o Teatro Dulcina o processo aberto do novo espetáculo da Cia carioca Teatro Voador Não Identificado, “O processo” e a peça “Parasitas”, da vai!cia de teatro, de Porto Alegre.

“O processo” (01/10)
Com estreia prevista para 1º de novembro, na Sede das Cias, “O processo”, da Cia Teatro Voador Não Identificado, abrirá a mostra hífen no dia 1º de outubro. O espetáculo foi criado a partir do romance homônimo de Franz Kafka, no qual o escritor apresenta o personagem principal, Joseph K., preso, mas sem saber os motivos pelos quais foi acusado.

Em cena, a cada apresentação, um ator convidado viverá o papel do protagonista, entrando em cena sem nunca ter ensaiado e sem conhecer o espetáculo, ao lado de um elenco fixo que conhece todas as regras do jogo. Na abertura da mostra hífen, Diogo Liberano (integrante da companhia carioca Teatro Inominável e também curador da mostra) será o ator convidado. Além do ensaio da peça, o processo aberto da mostra hífen realizará discussões sobre o processo de criação e compartilhamento dos processos criativos com o público presente.

Sinopse: Baseado em “O Processo” de Franz Kafka, nesta peça, o protagonista Joseph K é interpretado por um ator diferente a cada apresentação.

Sobre o Teatro Voador Não Identificado
Formado em 2011 por alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Unirio), o Teatro Voador Não Identificado forma-se como um grupo que vêm investigando as múltiplas possibilidades do teatro documentário e das dramaturgias fragmentada, colaborativa e do ator. O grupo é integrado pelos artistas Elsa Romero, Gaia Caatta, Isadora Petrauskas, Julia Bernat, Leandro Romano, Lia Maia e Luiz Antonio Ribeiro, que se dividem entre diversas funções a cada projeto.

Ficha técnica
Texto: Luiz Antonio Ribeiro
Direção: Leandro Romano
Assistência de direção: Julia Bernat
Elenco: Alonso Zerbinato, Amanda Grimaldi, Cirillo Luna, Daniel Passi, Larissa Siqueira da Cunha, Pedro Müller + 1 ator convidado
Cenografia, figurino e iluminação: Elsa Romero, Gaia Catta e Lia Maia
Produção executiva: Renata Giardini
Realização: Teatro Voador Não Identificado

Duração: 120 minutos
Classificação: 18 anos

“Parasitas” (03, 04 e 05/10)
O espetáculo foi criado a partir de um concurso destinado a jovens diretores porto-alegrenses, do Goethe Institut, em 2010, para realização de uma encenação do texto “Parasitas”, do dramaturgo alemão Marius von Mayenburg. Premiado no concurso, o diretor João Pedro Madureira e os outros integrantes da Cia vai! desenvolveram o espetáculo “Parasitas”, o segundo do repertório do grupo.

A peça trata das relações humanas e da maneira como as pessoas se colocam diante umas das outras, buscando exercer sua identidade. Não há espaço para a compreensão, mostrando o ser humano como individualista e solitário, porém, muito dependente do outro. Cinco pessoas aproximadas por circunstâncias com as quais não podem lidar e das quais não podem escapar.

Sinopse: Petrik é casado com Friederike que está grávida e é irmã de Betsi, esposa de Ringo que foi atropelado por Multscher e ficou paraplégico. Ringo quer continuar; Multscher quer alguém; Betsi quer ir à praia; Petrik quer ser uma cobra e Friederike quer morrer.

Sobre a vai!ciadeteatro
A vai!ciadeteatro nasce em agosto de 2008, em Porto Alegre (RS), iniciando pesquisa em torno da temática das opressões sociais. No ano seguinte estreia temporada do seu primeiro espetáculo, “Agora eu era”, contemplado pelo Prêmio Funarte Myriam Muniz de Teatro. Após “Parasitas”, em 2010, no ano seguinte a Cia vence o Prêmio Carlos Carvalho Auxílio-Montagem, levando para os palcos o texto “Cara a tapa”, de Tarcisio Lara Puiati. Em 2013, a companhia desenvolve uma pesquisa sobre a linguagem da performance, financiado pelo FUMPROARTE: “Sincronário – O dia fora do tempo” é realizado em comemoração aos 5 anos da companhia, realizando uma série de performances que envolveu cerca de 50 artistas da cidade durante 12 horas seguidas.

Ficha técnica
Texto: Marius Von Mayenburg
Direção: João Pedro Madureira
Elenco: Francisco Gick, Laura Leão, Leo Maciel, Patrícia Soso e Priscilla Colombi
Cenário: Leonardo Fanzelau
Figurino: Daniel Lion
Iluminação: Casemiro Azevedo
Iluminação Mostra Hífen: Lívia Ataíde
Maquiagem: Taidje Gut
Produção: Laura Leão

Gênero: Drama
Duração: 60 minutos
Classificação: 16 anos

SERVIÇO
Datas:
01/10 (quarta-feira) – “O processo”
03, 04 e 05/10 (sexta, sábado e domingo) – “Parasitas”
Horário: 19 horas
Local: Teatro Dulcina
Capacidade: 300 lugares
Endereço: Rua Alcindo Guanabara, 17 – Centro
Telefone: (21) 2240-4879
Entrada gratuita
Site: http://www.dulcinavista.com.br

​​”Leonardo – O Pequeno Gênio da Vinci”, no Parque Madureira

Foto: Divulgação

A peça ‘Leonardo o Pequeno gênio da Vinci’ com texto e direção de Ivan Fernandes, fará duas sessões gratuitas na Arena Carioca Fernando Torres, no Parque Madureira nos dias 03 e 04 de outubro. O espetáculo concorreu em sete categorias ao Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil, e venceu em quatro delas: melhor ator, melhor texto, melhor direção e melhor espetáculo infantil do ano de 2011.  A montagem recorre à licença poética para contar, através do uso de máscaras, bonecos e sonoplastia, a história do então menino Leonardo Da Vinci. Longe de ser uma biografia, a peça revela um Leonardo jovem e sonhador, com olhar atento à vida e às descobertas do mundo.

O palco nu se transforma no vilarejo renascentista, com panos que viram fundo para projeções e sombras que lembram os velhos desenhos no caderno de Leonardo, instigando a imaginação e a visualização, e investindo na formação de uma sensibilidade poética na criança. O jovem Leonardo é interpretado pelo ator Thiago Magalhães, enquanto Flávia Lopes, Lola Nascimento Borges, Marcelo Dias dos Santos e Claudio Amado, Fábio Felix e Miguel Gama dão vida não só a personagens da história como também a animais e paisagens, recorrendo a máscaras e bonecos.

“As máscaras foram usadas na preparação dos atores, durantes os ensaios, no espetáculo são usadas pelo coro que se desdobra em diversos personagens maiores. Os bonecos foram usados para dar vida aos animais como pássaros, cachorro, burro, borboletas, todos interagindo com o menino Leonardo,” destaca Ivan Fernandes

Criada especialmente para a peça, a trilha sonora de Samanta Renó remete ao univer­so musical renascentista e sublinha os climas dramáticos e cômicos, simbolizando tam­bém a passagem do tempo.

 

Serviço:

“LEONARDO – O PEQUENO GÊNIO  DA VINCI”:

Local: Arena Carioca Fernando Torres

Endereço: Bernardino de Andrade, 200, Parque Madureira

(ref: próximo ao viaduto de Rocha Miranda)

Telefone: 3495-3093 ou 3495-3078

Dias: 03/10 (sexta-feira) às 15h e  04/10 (sábado) às  17h

Duração: 60 minutos

Censura: Livre

Entrada: gratuita

Exposição de Ansel Adams, em 2015

Para celebrar o trabalho pioneiro de Ansel Adams, a exposição “Ansel Adams, Paisagens de Luz e Som” exibirá pela primeira vez na América Latina, durante os meses de julho e agosto de 2015, 180 obras do fotógrafo norte-americano, sendo 70 fotografias pertencentes ao acervo da Galeria Ansel Adams (EUA), 80 fotos de acervos particulares e da família e 30 objetos pessoais do artista, incluindo algumas de suas câmeras fotográficas.

A exposição passará primeiro por São Paulo, no Instituto Tomie Ohtake, com curadoria de Jeanne Adams, nora do fotógrafo e do arquiteto Marco Antonio Ribeiro Alves, um dos sócios da BUMMUB, empresa responsável pela vinda da exposição ao Brasil. Michael, filho de Ansel Adams, e sua esposa Jeanne, virão ao Brasil pela primeira vez, em novembro deste ano, para conhecer o país e o local da exposição e voltarão para a inauguração em julho de 2015.

Depois, a mostra será realizada em Belo Horizonte, de setembro a novembro de 2015, Curitiba durante os meses de janeiro, fevereiro e março de 2016, e encerrará a temporada em Recife, durante abril a maio de 2016.

A exposição apresenta obras primas do fotógrafo, incluindo as mais célebres como: Monolith, The Face of Half Dome (1927), Valley View and Rainbow (1930) e Moon and Half Dome (1960).  Dentre os objetos pessoais, o público poderá ver suas câmeras de grande formato, que faziam de seu estilo único.

Ansel Adams, Paisagens de Luz e Som

Realização: BUMMUB e Instituto Tomie Ohtake.

Em cartaz: julho e agosto de 2015.

Local: Instituto Tomie Ohtake – Rua Coropés, 88 – Pinheiros, São Paulo.

GRATUITA.

“A banda mais bonita da cidade”, no Dulcina

Foto: Divulgação

Nos próximos dias 26 e 27 de setembro, o grupo curitibano A banda mais bonita da cidade levará o show “O mais feliz da vida” para o palco do Teatro Dulcina. As apresentações integram a programação do projeto Dulcinavista, em parceria com o Festival Internacional de Intercâmbio de Linguagens, que esse ano apresenta a sua 12ª edição.

Desenvolvido pelo Galpão Gamboa, o projeto Dulcinavista vai até novembro e conta com espetáculos para o público adulto e infantil. A direção artística é de Marco Nanini e Fernando Libonati e curadoria de César Augusto.

A banda mais bonita da cidade
Formada em 2009 com a proposta de cantar autores locais, desde então, a banda pesquisou vários compositores, escolheu músicas e passou a rearranjá-las para deixar ao estilo do grupo. “O mais feliz da vida” é o show que contém as canções do segundo álbum d’A banda mais bonita da cidade, lançado em outubro de 2013.

Em performance intensa, o grupo realiza uma nova proposta sonora, mais densa, sem abrir mão do carisma e teatralidade que lhes são característicos. Após obter êxito em apresentações nacionais e internacionais, a banda segue apostando no “corpo a corpo” com o público e pesquisando novas formas de se comunicar, além da web.

Ficha técnica:
Uyara Torrente – Vocalista
Luís Bourscheidt – Baterista
Luciano Aires – Baixista
Thiago Ramalho – Guitarrista
Vinícius Nisi – Tecladista
Rosano Mauro Junior – Iluminador

Duração: 80 minutos
Classificação: 14 anos

Serviço
Datas: 26 e 27/09
Horário: 19 horas
Local: Teatro Dulcina
Capacidade: 300 lugares
Endereço: Rua Alcindo Guanabara, 17 – Centro
Telefone: (21) 2240-4879
Ingressos: R$ 20 (inteira)/R$ 10 (meia)
Bilheteria: de quarta a domingo, das 14h às 19h
Site: www.dulcinavista.com.br

Cantora Gottsha, no Theatro Net Rio

O Theatro Net Rio receberá no próximo dia 1 de outubro a cantora Gottsha com o show super dançante “Discotheque”.

Os anos 70 serão sempre lembrados como os anos da discoteca, das calças boca de sino, sapatos plataforma, de um jeito multi colorido de se vestir, e acima de tudo, para sempre, os anos da Disco Music. Neste show, Gottsha resgata a influência das músicas dos anos 70 tão forte no início de sua carreira, quando se apresentava acompanhada de dois músicos e tinha em seu repertório algumas de suas canções favoritas, como Last Dance, de Donna Summer, e Dancing Queen, do grupo ABBA, antes mesmo de realizar seu primeiro album, “No One To Answer” em meados dos anos 90.

No palco, acompanhada de 4 músicos, a cantora traz um repertório de grandes clássicos como Disco Inferno, Zodiacs, Mac Arthur Park, I Love The Nightlife, The Boss e ainda My Cherrie Amour, Ben, Goodbye Yellow Brick Road e I Will Survive, hino que atravessou gerações.

A década de 70, famosa por artistas como The Tramps, Barry White, Thelma Houston, Bee Gees, Alicia Bridges, Donna Summer e tantos outros que se entregaram com paixão à música das pistas de dança, deixou um legado incontestável que influenciou muitas gerações , e certamente será bem representada no show.

SERVIÇO:

GOTTSHA

Theatro Net Rio – Sala Tereza Rachel. Rua Siqueira Campos, 143 – Sobreloja – Copacabana. (Shopping Cidade Copacabana).

Ingresso: R$ 110,00 (Plateia) R$ 80,00 (balcão)

Direito à meia entrada: Menor ou igual à 21 anos, idosos com 60 anos ou mais, professor da rede pública, estudante, cliente Net (4 ingressos), cliente O Globo (2 ingressos), classe artística com DRT (1 ingresso), cliente Mais Pão de Açúcar, revista Básica (2 ingressos), cartão pré-pago do Metrô (2 ingressos), carteira da Amave (2 ingressos), apresentando a passagem da viação Itapemirim, funcionários da Petrobras (2 ingressos)

Horário: 21h.

Data: 1 de outubro.

Classificação: 12 anos.

Duração: 80 Minutos.

Capacidade do Teatro: 622 lugares.

Telefone do teatro: 21 2147 8060 / 2148 8060

Site: www.theatronetrio.com.br

Vendas: www.ingressorapido.com.br / consulte os pontos de vendas no site.

Horário de funcionamento da bilheteria: 10h. às 22h.

Formas de pagamento: Todos CC / CB

Acessibilidade

Estacionamento no Shopping, entrada pela Rua Figueiredo Magalhães, 598.

“Depois do ensaio”, no Oi Futuro

Foto: Divulgação

Henrik Vogler (Leopoldo Pacheco), um diretor de teatro experiente e perfeccionista, ensaia a peça O Sonho, de August Strindberg. Depois de um tarde de trabalho, Vogler está em um “quase‐cochilo” no palco quando volta ao teatro sua jovem protagonista, Anna (Sophia Reis), com a desculpa de procurar uma pulseira perdida. Durante o que seria uma conversa casual, surge uma avalanche de revelações pessoais. Inseguranças, quereres, desamores vão transformando o texto em obra confessional. Em uma licença poética, ou num devaneio, ou mesmo em um sonho, entra em cena Raquel (Denise Weinberg), mãe de Anna, que em outros tempos interpretou o papel que hoje é da filha. O que houve naquela época? Por que Raquel volta no devaneio de Vogler? Foi um amor? Houve algo que parece se repete agora na figura de Anna. Coisas de sonho. Coisas de teatro…

Eu já fui, sabia?https://palcoteatrocinema.com.br/2014/10/19/depois-do-ensaio-eu-fui/

Ficha Técnica

Direção: Mônica Guimarães

Elenco: Denise Weinberg, Leopoldo Pacheco e Sophia Reis

Tradução: Amir Labaki e Humberto Saccomandi

Música Original: Marcelo Pelegrini

Cenário: Marco Lima

Iluminação: Wagner Freire

Assistente de direção/produção: Pitxo Falconi

Produção RJ – Cláudio Rangel

Produtores Associados: Amir Labaki e Mônica Guimarães

Realização: Oi Futuro

Serviço:

Espetáculo: Depois do Ensaio

Autor: Ingmar Bergman

Tradução: Amir Labaki e Humberto Saccomandi

Direção: Mônica Guimarães

Elenco: Denise Weinberg, Leopoldo Pacheco e Sophia Reis

Local: Oi Futuro Flamengo (Rua 2 de Dezembro, 63 – Flamengo – Tel: 21- 3131-3060)

Gênero: drama

Estreia: dia 11 de outubro, sábado

Horário: de quinta a domingo às 20hs

Duração: 1h20 

Classificação: 16 anos

Capacidade: 72 lugares

Preços: R$ 20,00 (inteira) com meia entrada para idosos e estudantes

Formas de pagamento: dinheiro e cartão de débito ou crédito

Bilheteria do teatro:  terça a domingo, de 14hs às 20hs

RioMarket 2014 tem workshop com roteirista de “The Carrie Diaries” e “Brothers & Sisters”

Seminários, workshops e master classes com grandes nomes da indústria audiovisual ocupam o Armazém 6 do Cais do Porto, sede do Festival do Rio, a partir desta quarta-feira, dia 24 de setembro, durante o RioMarket 2014. Um dos destaques do primeiro dia é o roteirista das séries “The Carrie Diaries”, “Brothers & Sisters” e “The Client List”, Marc Halsey, que comanda um Workshop de Roteiro, de 15h30 às 18h.

Aproveitando também seu trabalho mais recente, a série “Star-Crossed”, do canal americano CW, o jovem Halsey vai abordar seu processo ao escrever um episódio e falará sobre suas experiências escrevendo essas séries. Para participar é preciso se inscrever pelo site do RioMarket: http://www.riomarket.com.br/.

Sobre o RioMarket

Maior evento da indústria audiovisual da América Latina, o RioMarket, área de negócios do Festival do Rio, já se consolidou no calendário de eventos nacional, trazendo todos os anos uma programação intensa, que busca fomentar o setor e capacitar os profissionais da área. Durante 9 dias, produtores, roteiristas, diretores, autoridades, advogados, técnicos e profissionais da indústria audiovisual brasileira e internacional se reunirão para trocar informações e discutir sobre o setor com o público. Mais de 40 mesas de debates e 7 workshops, entre atividades pagas e gratuitas, compõem a programação, que ainda conta com o RioScreenings, as Rodadas de Negócios, o TV Show e o Film Show, reunindo mais de 200 especialistas em produção, figurino, som, animação, marketing e outras áreas. As inscrições para essas atividades já estão abertas no site.

SERVIÇO:
RioMarket 2014
Período: 24 de setembro a 2 de outubro de 2014
Horário: 9h às 19h
Workshop de Roteiro com Marc Halsey
Data: 24/09, às 15h30
Local: Sede do Festival do Rio – Armazém da Utopia – Av. Rodrigues Alves, s/n – Armazém 6 – Cais do Porto, Rio de Janeiro
Inscrições e informações: http://www.riomarket.com.br/

Alice Caymmi, no Bottle´s Bar

Com novo trabalho solo, após dois anos em projetos paralelos, Alice Caymmi faz show de lançamento de “Rainha dos Raios, no próixmo dia 26 de setembro, sexta, no Bottle’s Bar.  O espaço integra a lendária viela próxima à praia de Copacabana, que reunia os bares onde nasceu a bossa nova.

“Rainha dos Raios”, o CD, tem produção artística assinada por Diogo Strausz –  da nova geração de artistas cariocas – e traz a caçula dos Caymmi mostrando versões pops para canções de diferentes épocas e artistas.  Ao todo são nove faixas, com arranjos assinados por Alice e Diogo, todas envoltas no universo da cultura pop como um todo, na música, na imagem, no cinema.  “Por trás de toda a massa padronizada da cultura popular, existe uma crueldade. E é dessa crueldade que brota o drama. Enfim, uma rainha sem realeza no rumo da tempestade. Eu os convido para essa trajetória”,  explica e avisa a cantora, que gravou com os mesmos músicos que a acompanharam nos shows do projeto Dorivália: Gustavo Benjão (baixo), Gabriel Mayall (guitarra), Thiago Silva (bateria) e Thomas Harres (sintetizador), do grupo Lettuce.

A música “Iansã”, de Caetano e Gil, foi a escolhida para dar o pontapé inicial no novo trabalho e começou bem.  Em pouco tempo, já conta com 14 mil execuções no aplicativo soundcloud. Caetano ainda está presente com suas composições “Homem” e “Jasper”.  Completam o repertório “Princesa”, do McMarcinho, “Como vês”, de Bruno Di Lullo e Domenico Lancelloti, “Meu mundo caiu”- clássico de Maysa -, e “Rebelde” , adaptação de uma música em espanhol gravada pela Jeanette. Alice assina as composições “Antes de tudo” e “Meu recado”, a segunda junto com Michael Sullivan.

SERVIÇO

Alice Caymmi  -Rainha dos Raios

Bottle´s Bar (Heineken Beco das Garrafas) – Rua Duvivier, 37 – Copacabana

Dia 26/9 –  Sexta-feira – 22h  | Abertura da casa às 20h

Censura: 18 anos | Capacidade: 80 pessoas

Preço:: R$ 100,00 (inteira) / R$ 50,00 (meia-entrada);

Formas de pagamento: dinheiro e catões Master e Visa (débito)

Acesso a deficientes |  Área externa para fumantes | Ar condicionado

Não tem estacionamento e nem vallet

“Sintonia Suburbana”, no EncontrArte

“Sintonia Suburbana” é uma comédia-melodramática sobre uma rádio comunitária, que dá voz a diversas histórias e personagens. Estão em cena as remoções urbanas, a corrupção, a violência do cotidiano e seus tiroteios banalizados, o transsexualismo, as relações familiares, o funk, a festa, a solidariedade dos vizinhos. A música e o riso surgem em “Sintonia Suburbana” como ato de resistência humana através da arte.

FICHA TÉCNICA

Duração: 80 min

Classificação Etária: 14 anos

Dramaturgia: Renata Mizrahi

Colaboração: Manguinhos em Cena

Assistente de Dramaturgia: Haroldo César

Direção: Luís Igreja

Elenco: Evaldo de Andrade, Haroldo César, Héktor Breno, Jéssica Azeredo, Jorge Wilson Matias, José Roberto Araújo, Leonardo Santana, Lidiane Marinho, Luiz Cassiano, Luiz Estevão, Ronaldo Silva, Sandra Cipriano, Thalyssiane Aleixo, Fábio Silva de Oliveira, Grace Ellen Xavier, Larissa Gomes, Roseany Freitas, Telma Silva, Wilson Netto, Bruna Soares, Anny Coutinho, Deco Bonfa, Rafaela de Andrade, Maycon Barbosa, Linda Marina, Magno Myller, Sirléa Aleixo.

Assistente de Direção: Hektor Breno

Coreografia: Katarine Gama

Pesquisa e Execução da Sonoplastia: Luiz Cassiano

Concepção e Pesquisa de Trilha Sonora e Sonoplastia: Hektor Breno, José Roberto Araújo, Luiz Cassiano

Iluminação: Luís Igreja 

Orientação de Figurinos: Rui Cortez

Orientação de Criação e Confecção de Máscaras: Tania Gollnick

Cenografia: Manguinhos em Cena

Direção e orientação de Produção: Ana Carina

Produção: Karen Kristien, Lidiane Marinho, Haroldo César, Roseany Freitas e Fernando Alves

Produção e Realização: Favela Criativa

Coordenação e Conteúdo: Companhia do Gesto e Zucca Produções

Registro Audiovisual: Bruno Fochi

Fotos: Celso Pereira e Bruno Fochi

 SERVIÇO: SINTONIA SUBURBANA – PROJETO MANGUINHOS EM CENA

Dia 25 de setembro – quinta-feira

Local:  XIII EncontrArte, –  Complexo Cultural de Nova Iguaçu

Endereço: Rua Getúlio Vargas, 51 – Centro, Nova Iguaçu

Telefone: (21) 3066-0054 / 99743-0151

Horário: 15h

Entrada franca –  Retirada de ingressos na bilheteria uma hora antes do início do espetáculo / sujeito à lotação do espaço.
Classificação: 12 anos

Johnny Hooker, no “RIVAL + TARDE”

Do underground ao mainstream, Johnny Hooker tem uma trajetória única no cenário musical nacional. Desde os tempos de Recife, com sua banda Candeias Rock City, até a vitória na segunda temporada do reality Geleia do Rock no canal Multishow. Perpassando sua indicação ao Prêmio Multishow de Música (Artista Revelação), até a recente aclamação de sua canção “Volta”, no premiadíssimo filme Tatuagem (dir. Hilton Lacerda), e sua dupla participação na novela Geração Brasil (TV Globo) como ator e com sua canção “Alma Sebosa” na trilha sonora.

Agora o show que arrebatou plateias e crítica em Recife e em Fortaleza, chega ao histórico Teatro Rival Petrobras no Rio de Janeiro, dentro do projeto Rival+Tarde, com as canções que fazem parte do álbum “Eu vou Fazer uma Macumba pra te Amarrar, Maldito!”, com previsão de lançamento para novembro deste ano. A apresentação segue um arco dramático que o próprio Johnny define como “uma releitura da peça grega Medéia de Erupídes, o abandono e o lado mítico do personagem e um deus do desejo que observa tudo”.

Serviço:

Teatro Rival Petrobras
Dia 27 de setembro, sábado, às 23h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia

Preço:
Setor A /  Setor B / Mezanino

R$ 50 (Inteira)
R$ 35 (Promoção para os 150 primeiros pagantes)
R$ 25 (Meia entrada para estudantes, idosos e professores da rede municipal)

Classificação: 18 anos

Capacidade: 458 lugares

GENETICS, no Teatro Rival

A banda argentina GENETICS se formou em 2011. É especializada em reproduzir fielmente as grandes obras, cenários  e performances criadas e realizadas no período entre 1970 e 1975 pelo lendário grupo inglês GENESIS.

O Genesis foi um dos mais importantes grupos musicais do século XX. Além de revelar talentos de inquestionável qualidade e fama mundial, tais como o cantor e baterista PHIL COLLINS, o cantor e flautista PETER GABRIEL e o guitarrista e violonista STEVE HACKETT, foi um dos mais influentes  dentro do estilo denominado Rock Progressivo.

Apesar dos mais de 40 anos decorridos de seus lançamentos originais, as obras de Genesis continuam influenciando muitos músicos pelo mundo e suas composições já são consideradas por estudiosos como parte da “Música Clássica do Futuro”.

Os músicos de GENETICS são: Daniel Rawsi (batería, percussão e vocais / Ignacio Rodríguez Genta (vocais, percussão e flauta) / Claudio Lafalce (baixo, guitarras e vocais) / Horacio Pozzo (teclados e guitarras) e Diego Chorno (guitarra e vocais)

Serviço:

Teatro Rival Petrobras
Dias 26 de setembro, sexta-feira,   às  19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia

Preço:

Setor A / Setor B / Mezanino
R$ 160 (inteira)
R$   80 (promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$   80 (estudante / idoso / professor da rede municipal)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Guinga & Fátima Guedes, no Rival

Dois anos depois de Guinga lançar seu primeiro disco “Simples e Absurdo” (1991), Fatima Guedes já registrava quatro músicas dele em seu disco “Pra Bom Entendedor”. Ela se encantou pelo lirismo do subúrbio encrustado em suas melodias, pelo surrealismo que brotava das letras de Aldir Blanc, músicas que são um desafio para qualquer intérprete. E em seguida caíram na estrada com um show que rodou o Brasil chamado “Delírio Carioca”.

Vinte anos depois, o reencontro no palco se dá no Teatro Rival, na estreia nacional do show “Nítido e Obscuro”, em apresentação única no dia 25 de setembro, às 19h30, com direção e roteiro de Marcus Fernando.

No roteiro, canções de Guinga gravadas por Fatima (“Vô Alfredo”, “Samba de um Breque”, “Passarinhadeira”) e outras inéditas em sua voz, entre elas “”maldição de Ravel” e “Orassamba”. Na atmosfera do show, Fatima relembra algumas canções suas como “Silenciosa” e “Faca”

Para Guinga música é feito o ar que ele sorve, o coração na sístole e diástole, a prima e o bordão. Mestre de melodias e harmonias rebuscadas, o compositor carioca tem sua obra reconhecida internacionalmente. Suas parcerias com Aldir Blanc, Paulo Cesar Pinheiro, Chico Buarque, entre outros, já ganharam as vozes de grandes nomes da música brasileira, um universo musical sem limitações, que inclui choro, valsa, bolero, modinha, xote, baião, samba, blues.

 Os artistas terão como convidado o jovem violonista Jean Charnaux, discípulo de Guinga e outros mestres como Marcus Tardelli e Hélio Delmiro.

Preço:

Setor A / Mezanino

R$  70 (Inteira)
R$  35  (Meia entrada para estudantes, idosos e professores da rede municipal)

Setor  B

R$  60  (Inteira)
R$  40  (Promoção para os 200 primeiros pagantes)
R$  30  (Meia entrada para estudantes, idosos e professores da rede municipal)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Tributo ao Led Zeppelin, no Rival

No próximo dia 24 de setembro, o Bulldog Classic Rock, contando com a participação de convidados especiais – o coral Canto do Rio, a cantora Angélica Ribeiro e uma seção de cordas –, vai realizar o seu primeiro show dedicado exclusivamente a uma das maiores bandas da história do rock: o LED ZEPPELIN. Heitor Pitombo (baixo e voz), Nino Grandi (guitarra e voz), Piero Grandi (guitarra), Lourival Franco (teclados) e Sergio Conforti (bateria) irão ocupar o palco do Teatro Rival para tocar clássicos de todas as fases do grupo inglês, com ênfase nos álbuns Led Zeppelin I e Led Zeppelin II que, lançados em 1969, consolidaram de vez o hard rock, que posteriormente se diluiria em inúmeras vertentes que até hoje ditam os rumos da música pop internacional. Durante uma hora e meia de espetáculo, o grupo interpretará canções desses discos, como “Babe I’m Gonna Leave You”, “Whole Lotta Love” e “Good Times Bad Times”, além de clássicos de outras épocas como “Stairway to Heaven”, “Rock’n’Roll”, “Since I’ve Been Loving You” e muitas outras.

Serviço:

Bulldog Classic Rock em tributo ao Led Zeppelin – Convidados especiais – o coral Canto do Rio e a cantora Angélica Ribeiro

Teatro Rival Petrobras
Dia 24 de setembro, quarta feira, às 19h30

Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel:2249-4460

Preço:

Setor A / Setor B / Mezanino:

R$ 50 (Inteira)

R$ 35 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)

R$ 25 (Estudante/Idoso/Professor da rede municipal)

“O gigante egoísta”, no Dulcina

Foto: Divulgação

Nos próximos dias 25, 27 e 28/09, a premiada Cia Artesanal, dirigida por Gustavo Bicalho e Henrique Gonçalves, leva para o palco do Teatro Dulcina o espetáculo “O gigante egoísta“, uma adaptação do texto de Oscar Wilde. As apresentações integram a programação do projeto Dulcinavista, em parceria com o Festival Internacional de Intercâmbio de Linguagens, que esse ano apresenta a sua 12ª edição.

Desenvolvido pelo Galpão Gamboa, o projeto Dulcinavista vai até novembro e conta com espetáculos para o público adulto e infantil. A direção artística é de Marco Nanini e Fernando Libonati e curadoria de César Augusto.

O gigante egoísta

Depois de passar sete anos na casa de seu amigo Ogro, o Gigante descobre que crianças invadiram seu palacete para brincar em seu jardim. Ele expulsa as crianças de sua propriedade e constrói um muro que a separa do resto da cidade. Isolado e sozinho, o Gigante percebe que o inverno hospedou-se definitivamente em sua casa e que a primavera recusa-se a voltar ao seu jardim, agora eternamente coberto pelo gelo e pela neve.

Artesanal Cia de Teatro

O foco do trabalho da Artesanal Cia de Teatro está na pesquisa e na convergência de linguagens narrativas com uso de bonecos, sombras, máscaras, canto, cinema e videografismos, colocando sempre o ator como elemento principal da encenação.

Ficha técnica
Autor: Oscar Wilde
Adaptação: Gustavo Bicalho
Diretor: Gustavo Bicalho e Henrique Gonçalves
Atores: Márcio Nascimento, Marcos Guilhon e Tatá Oliveira
Cenografia: Karlla de Luca
Música: Gustavo Bicalho (pesquisa musical)
Luz: Jorginho de Carvalho
Figurinos: Fernanda Sabino e Henrique Gonçalves
Linguagem: Mix de linguagens

Classificação: Livre
Duração: 50 minutos

Serviço
Datas: 25, 27 e 28/09
Horário: quinta, às 17h; sábado e domingo, às 16h
Local: Teatro Dulcina
Capacidade: 300 lugares
Endereço: Rua Alcindo Guanabara, 17 – Centro
Telefone: (21) 2240-4879
Ingressos: R$ 10 (inteira)/R$ 5 (meia)
Bilheteria: de quarta a domingo, das 14h às 19h
Site: www.dulcinavista.com.br

Darvin anima a Arena Dicró

Rio Cenário Rock, evento conta com novos e conhecidos grupos musicais, volta à Arena Carioca Dicró para movimentar a cena da música na Zona Norte. Nessa edição, que será dia 28 de setembro, a atração especial é a banda Darvin. A abertura do evento será realizada pelas bandas Oslo e Limber, a partir das 18h.

Darvin é uma banda carioca formada em 1997. Os integrantes atuais são Thiago Niemeyer (vocal e guitarra), Thiago Sá (baixo), Vitor Almeida (vocal e guitarra) e Eduardo Souto (bateria). A banda já teve clipe lançado pela MTV e seu primeiro CD lançado por uma grande gravadora, em 2006. Um dos grandes sucessos da banda é a música “Pensa em mim”.

Serviço:
Data: 28/09 (domingo)
Horário: a partir 18h
Local: Arena Carioca Dicró – Carlos Roberto de Oliveira
Endereço: Parque Ari Barroso, Penha (entrada pela rua Flora Lobo)
Telefone: (21) 3486-7643
Ingressos: R$30 (inteira) e R$15 (meia-entrada)
Classificação etária: Livre

Samba Nonsense agita a Arena Dicró

No dia 18/09, quinta-feira, às 19h, o grupo Samba Nonsense se apresenta na Arena Carioca Dicró. A entrada é gratuita e a classificação é livre. A banda é conhecida por misturar o samba com vertentes de jazz, funk, soul, swingueira e groove.

Além de melodias inusitadas na voz de Jefferson Placido, a banda é composta por Daniel Carlos Fernandes (Bateria), André Tertuliano (Voz), Daniel Bento (Baixo), Vitor Barros (Guitarra), Bruno Pereira (Efeitos) e Marcelo Ceará (Cavaco).

Samba Nonsense é colagem de timbres, é partido alto, são texturas que nos rementem a uma musicalidade de vanguarda com espírito conectado ao que há de mais novo, em se tratando de promover uma mistura peculiar de ritmos e instrumentos, com o fim de gerar boa música. Música pra dançar e refletir sobre os caminhos da musicalidade que pode nos tocar e nos emocionar de verdade. Não são canções de fácil digestão, mas de um saboroso requinte e simplicidade para aquele paladar atento ao som feito com esmero e alegria de viver.

Repertório:
Rataria
Ela é de bangu
Shy
Me deixe em paz
Em apruos
Samba pras moças
Minha festa
Cantelope island
Futebol

Serviço:
Data: 18/09 (quinta-feira)
Horário: 19h
Local: Arena Carioca Dicró – Carlos Roberto de Oliveira
Endereço: Parque Ari Barroso, Penha (entrada pela rua Flora Lobo)
Telefone: (21) 3486-7643
Entrada gratuita
Classificação etária: Livre
Duração: 60 minutos

Projeto Travessias 3, na Maré

No próximo sábado, dia 20 de setembro, o Travessias 3 – Arte contemporânea na Maré, uma realização do Observatório de Favelas e da produtora Automatica, promoverá o primeiro de uma série encontros, que serão realizados ao longo da exposição.

O encontro começa no Centro de Artes da Maré e trará o tema “Corpo também é cultura!”. Para debater o assunto, participarão nomes como Carmem Luz, diretora e coreografa da Cia Étnica de Dança; Daniel Tucci, artista e tatuador; Ronald Sheik, dançarino do grupo Na Batalha; e Nayse Lopez, jornalista e crítica de Dança. A apresentação será da artista Dora Longo Bahia.

Na atividade, serão abordadas as seguintes questões: Como nos expressamos por meio do nosso corpo hoje? O corpo é também lugar para transgressão? Corpo é força e beleza? Corpo é um mercado de consumo? Tem arte que liberta o corpo? Tudo isso será debatido com pessoas que pensam e agem sobre o corpo. Um corpo que também é território para o contemporâneo – na dança, na tatuagem, na virilidade, na estética, no consumo.

Logo após, as ações continuarão no Pontilhão Cultural, onde o Travessias promoverá shows das bandas Cão (Dora Longo Bahia, Bruno Palazzo, Maurício Ianês e Ricardo Carioba) e Ágona, além de campeonato de skate, mutirão de grafite, projeções e intervenções

Os eventos são abertos ao público e têm entrada gratuita.

Sobre o Travessias 3

Aberta ao público no dia 23 de agosto, a exposição Travessias – Arte Contemporânea na Maré chega ao seu terceiro ano de atividades se consolidando como um projeto de reflexão e discussão sobre a arte contemporânea e as transformações do espaço urbano na atualidade.

Com organização do artista plástico carioca Daniel Senise, o projeto reúne trabalhos inéditos e de acervo dos artistas Barrão, Dora Longo Bahia, Sandra Kogut, Mauro Restiffe, Jonathas de Andrade, Cao Guimarães, Luiz Zerbini e dos fotógrafos do Imagens do Povo, programa realizado pelo Observatório de Favelas.

Uma realização do Observatório de Favelas e da produtora Automatica, Travessias 3 fica em cartaz, gratuitamente, até 16 de novembro, no Galpão Bela Maré.

Programação 20 de setembro (sábado):

Centro de Artes da Maré (Rua Bittencourt Sampaio, 181 – Entre as passarelas 9 e 10 da Av. Brasil)
16h às 18h: Encontro “Corpo também é cultura”
Performance Passinho

Pontilhão Cultural (Rua Praia de Inhaúma s/n – Maré/ Em baixo do viaduto da Linha Amarela)
19h: Campeonato de Skate
20h: Show Cão (SP)
21h: Ágona (RJ)
Mutirão de Grafite/Projeções/Intervenções

Entrada gratuita

Peça “A Solteirilda”, na Pavuna

No dia 21 de setembro, domingo, a Arena Jovelina Pérola Negra, na Pavuna, recebe o espetáculo infantil “A Solteirilda”. A Cia do Bode traz de volta a peça que foi grande sucesso nos anos 2000, sob mesma direção, mas elenco renovado e com nova pesquisa cênica. Os ingressos custam R$20 (inteira).

“A solteirilda” conta a história de Pompeu, um riquíssimo português atrapalhado que está à procura de uma esposa. Sua empregada Genivalda, uma nordestina bastante arretada, vai ajudá-lo nessa busca, sem descansar de sua principal função: carregar a mala gigantesca de seu patrão. Ela o ajudará a fugir de certas Solteirildas interesseiras e seus cachorrinhos pulguentos, e o fará perceber que o verdadeiro amor não depende de posses e pode estar mais perto do que ele imaginava.

Ficha Técnica:
Texto, direção e encenação: Sidney Guedes
Cenário: Cia. do Bode
Figurino: Luciana Guedes
Sonoplastia: Cia. do Bode
Iluminação: Arthur Souza
Diretor de Produção: Arthur Souza
Assistente de Produção: Lene Gil
Elenco
Adriana Dehoul – Genivalda
Daniel Frazão – Mala
Tamires Guedes – Solteirilda
Umile Romano – Sr. Pompeu
Vinicius Andrade – Laica

Serviço:
Data: 21 de setembro (domingo)
Horário: 16h
Local: Arena Jovelina Pérola Negra
Endereço: Praça Ênio S/N – Pavuna (ao lado da Escola Telêmaco)
Telefone: (21) 2886-3889
Capacidade: 330 pessoas
Ingressos: R$20 (inteira) | R$10 (meia)
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
Gênero: Comédia Infantil

RioMarket 2014 tem workshops gratuitos

O RioMarket 2014, área do Festival do Rio voltada para o mercado audiovisual, que acontece de 24 de setembro a 2 de outubro, no Armazém 6 do Cais do Porto, no Rio de Janeiro, está com inscrições abertas para sua programação gratuita de seminários e workshops. Profissionais e interessados no mercado de cinema e televisão poderão participar de debates sobre os temas mais atuais da indústria audiovisual e de uma programação em parceria com a GloboNews com mostra de filmes, workshops e seminários.

No dia 26 será oferecido um workshop aberto ao público comandado pelo diretor de fotografia, Renato Falcão, responsável pelo trabalho de Camera & Staging em filmes como “Rio”, “Rio 2”, “Era do Gelo 4” e “Reino Escondido”. Para todas as atividades, sujeitas à lotação, é necessário fazer a inscrição pelo site: http://www.riomarket.com.br.

Confira a programação gratuita:

26/09/2014 – 09h = Workshop cinematografia em animação – Câmera e Staging com Renato Falcão

27/09/2014 – 11h = Workshop de roteiro com Gustavo Martinez

27/09/2014 – 15h = RioSeminars – Mostra GloboNews com Fernando Gabeira

27/09/2014 – 17h = RioSeminars – Mostra GloboNews com o Núcleo de Reportagens Especiais

27/09/2014 – 19h30 = RioSeminars – Pré-estreia GloboNews: Documentário Torre de David

28/09/2014 – 10h = Workshop Rolezão GloboNews

28/09/2014 – 19h = RioSeminars – Mostra GloboNews: Expedição Namíbia

SERVIÇO:
RioMarket 2014
Período: 24 de setembro a 2 de outubro de 2014
Horário: 9h às 19h
Local: Sede do Festival do Rio – Armazém da Utopia – Av. Rodrigues Alves, s/n – Armazém 6 – Cais do Porto, Rio de Janeiro
Inscrições e informações: http://www.riomarket.com.br/

“Papo de Música” farejando novos talentos

Depois de dois encontros bem sucedidos, a próxima edição do projeto Papo de Música acontecerá dia 25 de setembro e a pauta será Farejando novos talentos – Um recorte sobre a nova cena musical. O projeto tem o objetivo de aprofundar e estreitar a relação do público com a história e atualidade da música. A intenção é realizar painéis com profissionais da indústria fonográfica, radiofônica, formadores de opinião, estudantes, jornalistas e artistas para uma conversa descontraída sobre o cenário musical atual, suas mudanças, perspectivas e, claro, os novos caminhos deste mercado.
Os encontros estão sendo realizados no Espaço Cultural Furnas, em Botafogo, e o terceiro painel será mediado pela jornalista e apresentadora do programa Faro MPB, na rádio MPB FM, Fabiane Pereira. Os convidados são Leonardo Lichote, crítico musical e repórter de música do Jornal O Globo;  Thiago Vedova, produtor, ativista e curador cultural carioca;  a compositora e cantora Tiê; Marcelo Castello Branco, um dos maiores executivos da música e entretenimento do país e Mariana Egert, gerente de branding e programação visual da Cantão.
Em todo painel, um artista dará uma canja, abrindo e fechando o Papo de Música. A escolha dos artistas se dará de acordo com os temas abordados naquela noite. A cantora e compositora Tiê foi uma das primeiras a receber a chancela de ‘new MPB’, é uma representante da nova cena musical paulista e acaba de lançar seu terceiro disco, intitulado Esmeralda.

O Espaço Furnas Cultural fica na Rua Real Grandeza, em Botafogo, e tem capacidade para 192 pessoas. A entrada é gratuita mediante inscrições prévias feitas através do site do projeto: www.papodemusica.net. Após cada encontro, todos os participantes ganharão um certificado de participação.

Programação Papo de Música

25 de setembro: Farejando novos talentos – Um recorte sobre a nova cena musical.
23 de outubro: Produção Musical – Da produção ao lançamento.
13 de novembro: Música e Setor Privado – Marcas que usam a música para vender seus produtos e criar sua identidade.
17 de dezembro: Música ‘Fora do Eixo’ – Por que artistas considerados de ‘nicho’ demoram para chegar / estourar?

Serviço:

Papo de Música :: Farejando novos talentos – Um recorte sobre a nova cena musical

Dia: 25 de setembro (quinta)
Local: Espaço Furnas Cultural – Rua Real Grandeza, 219 – Botafogo
Horário: 19h
Entrada Gratuita

“Marlene Dietrich”, no Maison de France

No final da vida, já bem idosa, Marlene conhece um jovem que não faz a menor ideia de quem ela seja, e sequer ouviu falar do mito Marlene Dietrich. Já às vésperas de completar 90 anos, ela acaba seduzindo o rapaz de uma forma bem diferente de quando brilhava absoluta no cinema e nos palcos. Se hoje não conta mais com o frescor da juventude nem com as lendárias pernas, seu charme e inteligência estão mais vivos do que nunca, e somados a uma grande aliada: a memória. Ao narrar para o desavisado rapaz sua trajetória, a diva o envolve e o fascina por ter sido testemunha e personagem dos acontecimentos mais marcantes do século XX: desde o crescimento do nazismo na Alemanha dos anos 1920, passando pelo glamour de Hollywood dos anos 30 a 50, sua experiência no front da II Guerra, até os anos 70, pelos palcos do mundo, Nova Iorque, Londres, Rio de Janeiro, Tóquio.

Na biografia musicada, que traz em cena quatro atores/cantores e três músicos, Sylvia Bandeira desfila as memórias de Marlene e utiliza-se de canções interpretadas pela diva para ilustrar seu relato. São canções como Ne me quittes pas de Jacques Brel, Where have all the flowers gone de Pete Seeger, Falling in love again do Anjo Azul, La Vie en Rose, Lili Marlene de Hans Lipe e The Laziest Gal in Town de Cole Porter.

José Mauro Brant é o jovem que Marlene seduz com sua vivência. Marciah Luna Cabral e Silvio Ferrari desdobram-se em vários personagens, dando vida às memórias da atriz – sua relação destemida com amores e família, os produtores e diretores de cinema e teatro, os números musicais dos filmes, peças e shows e cantam canções como Sous le ciel de Paris de Maurice Chevalier, Les feuilles mortes de Jacques Prevert, Je ne regrettes rien.

As grandes canções do repertório de Dietrich são cantadas em inglês, alemão, francês, e até em português.


SERVIÇO

Teatro Maison de France (353 lugares)

Av. Presidente Antônio Carlos, 58 – Centro

Telefone: 25442533

Quinta e Sexta, às 19h30. Sábado, às 20h. Domingo, às 18h.

Ingressos:

Quinta e Sexta: R$ 60,00

Sábado: R$ 80,00

Domingo: R$ 70,00

 

Classificação etária: 14 anos

Duração: 90 minutos

Temporada: até 21 de setembro

“Espalha pra geral!”, no Teatro Dulcina

Um espetáculo que leva a plateia a interagir e fazer parte das histórias que são contadas no palco, “Espalha pra geral!” terá apresentações no Teatro Dulcina, através do Dulcinavista, nos dias 13 e 14 de setembro (sábado e domingo), às 16 horas. Com direção e atuação de Denise Stutz e Felipe Ribeiro, a peça apresenta mudanças rápidas de temas que se costuram, constroem pensamentos e estimulam poesia e a imaginação.

Desenvolvido pelo Galpão Gamboa, o projeto Dulcinavista vai até novembro e conta com espetáculos para o público adulto e infantil. A direção artística é de Marco Nanini e Fernando Libonati e curadoria de César Augusto.

Espalha pra geral!
Um menino que não sabe dançar e uma menina que não conhece o mar. Duas vontades que levam a dupla pelo mundo afora descobrindo e fantasiando situações. As histórias incompletas abrem cada vez mais possibilidades de brincadeiras que começam entre os bailarinos, passam para crianças escolhidas, e por fim invadem toda a plateia, mudando a relação entre o espaço do palco e da arquibancada. As danças fazem uso de objetos cotidianos inusitados: folhas de jornal, rabiolas, material escolar, jogos de vídeo games, objetos reciclados, entre outros.

“Espalha pra geral!”, como o próprio nome diz, é um convite ao público se deixar contaminar pela alegria que a experiência cênica pode criar, e levá-la adiante jogando-a no mundo em forma de poesia, música, vídeo e dança

Ficha Técnica
Roteiro, direção e elenco: Denise Stutz e Felipe Ribeiro
Diretor técnico: Daniel Uryon
Programação visual: Maurício Borges
Fotografia: Renato Mangolin
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos

Serviço
Datas: 13 e 14 de setembro (sábado e domingo)
Horário: 16 horas
Local: Teatro Dulcina
Capacidade: 300 lugares
Endereço: Rua Alcindo Guanabara, 17 – Centro
Telefone: (21) 2240-4879
Ingressos: R$ 10 (inteira)/R$ 5 (meia)
Bilheteria: de quarta a domingo, das 14h às 19h
Site: http://www.dulcinavista.com.br

“A quantas separações uma mulher é capaz de sobreviver?”

O teatro Leblon apresenta a partir de 16 de setembro, 21h, o primeiro monólogo de Renata Tolebem cuja direção é assinada por Guida Vianna com co-direção de Michel Bercovitch . Cria do teatro O TABLADO e ex-aluna de Guida Vianna, em 2011, Renata Tobelem, após passar e testemunhar uma série de relacionamentos mal sucedidos, teve um insight para a composição do seu primeiro texto.

Das desilusões amorosas nasceram “vítimas”, e é justamente desta maneira que Renata transformou o trágico em cômico com uma sinceridade desconcertante e um desespero bem humorado. O texto traz o questionamento do quanto uma mulher consegue suportar as dores de uma ou de várias separações. É uma angustiante comédia que ironiza os momentos mais difíceis das separações.

SINOPSE:

Ana, 33 anos, faz da sua vida uma intensa procura por sua verdadeira alma gêmea.

Após o fracasso de seu último relacionamento, decide gravar em vídeo a sua trajetória transformando seus depoimentos em um hilário e caótico ritual.

 

FICHA TÉCNICA

Texto: Renata Tobelem

Direção: Guida Vianna

Co-direção: Michel Bercovith

Elenco: Renata Tolebem

Assistente de direção: Renata Amaral

Cenário: Lídia Kosovski e Nicole Marengo

Figurino: Sol Azulay

Iluminação: Felipe Lourenço

Trilha Sonora: Michel Bercovitch

Preparação Vocal: Letícia Carvalho

Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias

Fotos: Guga Melgar

Assistente de Produção: Kevin Costa

Direção de produção: Fernando Do Val

Realização: DO VAL PRODUÇÕES ARTÍSTICAS

 

SERVIÇO:

A quantas separações uma mulher é capaz?

Reestreia: 16 de Setembro de 2014

Temporada: Até 29 de outubro de 2014

Horários: Terças e Quartas-feiras, 21h

Local: Teatro Leblon – Sala Tônia Carrero

Endereço: Rua Conde de Bernadote-26 – Leblon – Telefone: (21)2529-7700

Preços: R$ 60,00 (Inteira) R$ 30,00 (Meia)

Duração: 65min

Classificação: 14 anos

Capacidade: 174 lugares

Gênero: Comédia Dramática

VENDAS ANTECIPADAS: www.ingresso.com

Festival “World Rock” na Pavuna

No próximo sábado, dia 13 de setembro, a Arena Jovelina Pérola Negra recebe o Festival World Rock. A partir das 19h o público poderá curtir shows, produções de grafitti ao vivo, tenda de arte urbana, sorteios de camisas e tatuagens.

O festival conta com estande de arte urbana da BXD Graffiti Shop e produções de Graffiti ao vivo com Dante Urban, além de sorteio de Tattoos da Studio Black Heart, camisas Wolrd Rock e muitos outros brindes. Os shows são das bandas Brazilian Maiden e Liga 80, além da participação do DJ Nuno.

Serviço:
Data: 13 de setembro (sábado)
Horário: a partir de 19h
Local: Arena Jovelina Pérola Negra (Praça Ênio S/N – Pavuna – ao lado da Escola Telêmaco)
Capacidade: 1000 pessoas
Telefone: (21) 2886-3889
Classificação: 16 anos
Ingressos: R$20 (inteira) | R$10 (meia e antecipado)
Mais informações: https://www.facebook.com/WorldRockPortal

“A bruxinha que era boa”, na Arena Carioca Dicró

Recriar o clássico do teatro infanto-juvenil, levando para o palco uma linguagem moderna e lúdica, foi o principal desafio do diretor Cico Caseira para a montagem da peça “A bruxinha que era boa“, de Maria Clara Machado, que tem duas apresentações gratuitas na Arena Dicró, nos dias 13 e 14 de setembro.

A ideia do diretor é mostrar como a arte pode ser simples e acessível. “Quero que a criança chegue em casa, depois de assistir ao espetáculo, e monte a sua própria história, aproveitando seus brinquedos e roupas, criando e recriando”, diz Cico, que trabalhou por muitos anos como assistente de Maria Clara Machado e é professor de teatro do Tablado e Nós do Morro.

A partir desse conceito, cenário e figurino ganham objetos reciclados e remontados, que compõem a floresta onde as bruxinhas vivem. “É como se elas estivessem perto da cidade e se aproveitassem do lixo urbano. Uma criança é capaz de transformar cabo de vassoura em cavalo de pau, tirar som de uma lata velha com colher”, acrescenta o diretor, que teve toda a sua formação no lendário Tablado, criado em 1951 por Maria Clara Machado.

Na visão de Cico, “A Bruxinha que Era Boa” é um texto feito para todas as idades, como um filme de Harry Potter, com muito movimento, músicas e brincadeiras, mas sempre valorizando o texto original de Maria Clara Machado, escrito em 1955. A história conta as aventuras e desventuras da bruxinha Ângela, perseguida por não conseguir praticar as maldades que lhe renderiam a tão sonhada vassoura a jato.

Em “A bruxinha que era boa”, mensagens subliminares, como o respeito à diferença, a crítica ao bullying e o poder da superação para transpor o mal, chegam às crianças sob a forma lúdica de uma sala de aulas, onde bruxas são as alunas e a melhor da classe receberá uma vassoura a jato. “Apesar de antiga, a peça levanta um tema muito atual: será que ser bom e legal é sinônimo de ser ‘otário’? Maria Clara sempre mostrou sua preocupação com a criança”, garante Cico.

Uma revolucionária
Encenada pela primeira vez em 1958, a peça “A Bruxinha Que Era Boa” está entre as primeiras montagens da consagrada autora de 27 textos infantis, como “Pluft, O Fantasminha”, “O Rapto das Cebolinhas” e “O Cavalinho Azul”. “De muito poucos, na história do teatro brasileiro, poderá ser dito como se pode a respeito de Maria Clara Machado. Ela revolucionou o teatro ao tratar a criança com respeito e criatividade”, afirma a crítica teatral Barbara Heliodora.

Sinopse:
De autoria de Maria Clara Machado, “A Bruxinha Que Era Boa” conta a fantástica história de uma escola de bruxas onde a mais malvada ganhará como prêmio a tão sonhada vassoura a jato. Angela é uma bruxinha boa que é péssima aluna e por não saber fazer maldades sofre Bullying de suas coleguinhas mazinhas. Em uma das provas aplicadas pelo Bruxo, as bruxinhas têm como primeiro alvo o menino Pedrinho, um lenhador que acaba ficando amigo da bruxinha. Como castigo por ser diferente e não saber fazer maldades, Ângela é trancafiada na torre de piche para sempre. Para fugir do castigo e salvar a floresta das maldades ela contará com a ajuda de seu amigo Pedrinho, que vai enfrentar o terrível bruxo Belzebu III, sua Ruindade Suprema em uma grande aventura.

Ficha técnica:
Texto: Maria Clara Machado
Direção artística: Cico Caseira
Elenco: Danielle Ribeiro, Thábata Tubino, Henrique Sathler, Marcelo Magano, Fernanda Falleiro, Ricardo Fernandes, Carol Barbosa, Ana Paula Quevedo, Rodrigo Santos
Direção musical: Lincoln Vargas
Direção de movimento: Daniele Soares
Iluminação: Djalma Amaral
Direção de Arte: Ateliê Cazzada Costura
Cenário e Figurino: Jorge de Tharso Ramos
Assistente de cenografia e Figurino: Maria Rabelo
Caracterização: Fernanda Santoro
Design gráfico: Victória Scholte
Fotografia: Andrea Rocha – ZBR
Assistente de direção: João Bernardo caldeira
Produção executiva: Thandara Tubino
Direção de produção: Thábata Tubino e João Bernardo Caldeira
Realização: São Bernardo
Apoio institucional: Programa UPP Social, da Prefeitura do Rio de Janeiro

Serviço:
Data: 13 e 14/09 (sábado e domingo)
Horário: 16h
Local: Arena Carioca Dicró – Carlos Roberto de Oliveira
Endereço: Parque Ari Barroso, Penha (entrada pela rua Flora Lobo)
Telefone: (21) 3486-7643
Entrada gratuita
Classificação etária: Livre

“Elefante” tem apresentações Teatro Dulcina

Nos próximos dias 10, 11 e 12 de setembro (quarta, quinta e sexta), o espetáculo “Elefante” terá duplas apresentações no projeto Dulcinavista (às 18h e às 20h). Com direção de Igor Angelkorte e texto de Walter Daguerre, a peça conta a história de uma família que vive numa época onde ninguém mais envelhece. No elenco, Igor Angelkorte, Lívia Paiva, Samuel Toledo, Chandelly Braz e Fernando Bohrer.

Desenvolvido pelo Galpão Gamboa, o projeto Dulcinavista vai até o final de novembro, com espetáculos adultos, infantis, leituras e oficinas. A direção artística é de Marco Nanini e Fernando Libonati e curadoria de César Augusto.

Elefante
A peça conta a história de uma família que vive numa época onde ninguém mais envelhece e, portanto, onde não se morre de causas naturais. A partir dos 25 anos, todos as pessoas passam a tomar um medicamento conhecido apenas como Pílula e assim permanecem jovens e com saúde plena por séculos.

Francisco é um fotógrafo de 65 anos, casado com Lúcia, uma médica geneticista, e filho de César, um alto funcionário do Governo local, e de Cléo, dona de uma clínica de estética. Certo dia, César consegue um contrato para que Francisco viaje até a ilha de Sêneca a fim de fazer fotos para uma campanha do governo a favor da Pílula – Sêneca é o único lugar do mundo em que a população não faz uso da Pílula e onde, portanto, as pessoas ainda envelhecem e morrem de causas naturais. Acontece que Francisco volta de Sêneca transformado por algo que ele não consegue definir, mas que, definitivamente, tem a ver com a opção da ilha pelo não uso da Pílula. Após tentar inutilmente convencer Lúcia a ir embora com ele para Sêneca e de tentar explicar aos pais a razão de sua decisão de lá viver, Francisco rompe com todos e desaparece. 10 anos depois, o fotógrafo volta completamente envelhecido e reencontra as pessoas que deixou para trás. O contato com os pais e a mulher se transforma numa batalha.

“Elefante” resulta, assim, em um drama familiar com ares de ficção científica – gênero raramente explorado nos palcos brasileiros – na qual o progresso da medicina permitirá vencer os sintomas da velhice, rebaixando-a na escala humana de imperativo biológico a mero inconveniente. Tal hipótese serve à Cia Probástica como instrumento lúdico para o questionamento do valor da morte e do envelhecimento para o homem atual. Ao mesmo tempo, trata-se de um grande panorama de vivências refletindo a dificuldade da humanidade em se relacionar com a própria finitude.

Ficha Técnica:
Elenco: Igor Angelkorte, Lívia Paiva, Samuel Toledo, Chandelly Braz e Fernando Bohrer
Direção e argumento: Igor Angelkorte
Dramaturgia: Walter Daguerre
Assistentes de direção: Paula Vilela e Philipp Lavra
Direção de produção: Marcela Casarin
Assistente de produção: Renata Stilben
Cenografia: André Sanches
Iluminação: Renato Machado
Figurino: Ronald Teixeira
Direção musical: Felipe Storino
Classificação: 16 anos
Duração: 80 minutos
Realização: Probástica Companhia de Teatro

Serviço – Elefante
Data: 10, 11 e 12/09/2014 (quarta, quinta e sexta)
Local: Teatro Dulcina
Capacidade: 50 lugares
Endereço: Rua Alcindo Guanabara, 17 – Centro
Telefone: (21) 2240-4879
Horário: 18h e 20h
Ingressos: R$ 20 (inteira) R$ 10 (meia)
Bilheteria: de quarta a domingo, das 14h às 19h
Site: http://www.dulcinavista.com.br

Infantil “Vem nesse trem”, na Pavuna

O espetáculo infantil “Vem nesse trem” terá duas apresentações gratuitas na terça-feira, dia 09/09, na Arena Jovelina Pérola Negra. Na viagem proposta por Carol Futuro, autora e atriz do espetáculo, músicas próprias e de outros autores como Bia Bedran, Vinícius de Moraes e Ronaldo Cotrim se misturam às cantigas populares no decorrer da história. Além das duas apresentações, a atriz Carol Futuro irá oferecer uma oficina de musicalização para 20 crianças.

No palco, um grande trilho de trem, uma maletinha, um maquinista e seu ajudante. Junto com eles, as crianças e seus pais entrarão numa deliciosa e lúdica viagem de trem. Durante o trajeto, as canções de Carol Futuro e cantigas folclóricas se encadeiam, e a memória é resgatada de dentro da maletinha, com pequenos instrumentos, fantoches, acessórios e imagens. As crianças, passageiras deste trem, não só assistirão à viagem, como participarão dela, cantando, tocando instrumentos e aprendendo novas canções.

Para Carol Futuro, diretora e atriz do espetáculo, “é necessário e urgente mostrar a riqueza da cultura brasileira”, sem perder de vista que “ela se modifica com a interferência daqueles que a praticam e se adapta à realidade de seu tempo”. O espetáculo “Vem Nesse Trem” propõe uma relação o mais próxima possível com as crianças, a partir da ideia de que os espectadores, principalmente as crianças, devem ser espectadores ativos, sujeitos da história que está sendo contada pelos atores. Ao contrário da maioria dos espetáculos, as crianças ficarão no palco junto com os atores, participando ativamente da viagem de trem que será proposta.

Ficha técnica:
Concepção, Roteiro e Atuação: Carol Futuro
Violão: Tiago Calderano
Direção Artística: Duda Maia
Direção Musical: Carol Futuro e Tiago Calderano
Figurino e Cenário: Dani Vidal – Espetacular!
Assistente de Produção: Ludmyla Arêas
Produção: Marcelo Cabanas e Camila Martins Ribeiro – BATEIA CULTURA

Serviço:
Data: 09 de setembro (terça-feira)
Horário: 10h e 14h
Local: Arena Jovelina Pérola Negra (Praça Ênio S/N – Pavuna – ao lado da Escola Telêmaco)
Capacidade: 330 pessoas
Telefone: (21) 2886-3889
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
Entrada gratuita
Mais informações: http://www.vemnessetrem.art.br

“Conselho de classe”, no Teatro Fashion Mall

Foto: apetecer.com

O espetáculo “Conselho de classe” da Cia dos Atores, com texto do dramaturgo Jô Bilac e direção de Bel Garcia e Susana Ribeiro, ganha nova temporada no Rio. Dessa vez, fica em cartaz entre os dias 5 de setembro e 19 de outubro no Teatro Fashion Mall, em São Conrado, de sexta a domingo.

Com Lourival Prudêncio (substituindo Cesar Augusto), Leonardo Netto, Marcelo Olinto, João Rodrigo Ostrower (no lugar de Paulo Verlings) e Thierry Trémouroux no elenco, o espetáculo gira em torno de uma escola pública do Centro carioca e, com isso, problematiza as questões macro e micropolíticas da educação. Em cena, uma reunião de professores é desestabilizada pela chegada de um novo diretor. Esse encontro faz eclodir dilemas éticos e pessoais em meio a decisões que se confundem nas relações de poder da instituição escolar.

O texto faz uma abordagem realista do ambiente escolar, a fim de gerar um diálogo a respeito da educação no Brasil e da atual situação no mundo. Hoje, quem deseja trabalhar em uma escola pública? No hospital público? Se o professor é mal remunerado e trabalha sob condições difíceis, que tipo de sociedade está sendo construída?

“Conselho de classe” já fez quatro temporadas de sucesso – no Espaço SESC, em Copacabana; na Sede das Cias, na Lapa; no Sérgio Porto, na Zona Sul carioca; e no SESC Belenzinho, em São Paulo. O espetáculo estreou em outubro de 2013, em comemoração aos 25 anos da Cia dos Atores (projeto do qual também faziam parte os espetáculos “LaborAtorial” e “Como estou hoje”). Aclamado por público e crítica, o espetáculo foi o grande vencedor do prêmio Cesgranrio (Melhor espetáculo, Melhor direção, Melhor cenário e Melhor texto), um dos líderes em indicações aos prêmios Shell (Autor, Direção e Cenário) e APTR (Autor, Direção, Cenografia, Ator Protagonista – César Augusto e Marcelo Olinto, Espetáculo e Produção), além de ter sido indicado para o prêmio Questão de Crítica (Cenário e Ator – Marcelo Olinto).

CIA DOS ATORES
Formada em 1988 no Rio de Janeiro pelos atores Bel Garcia, Drica Moraes, César Augusto, Gustavo Gasparani, Marcelo Olinto, Marcelo Valle e Susana Ribeiro, em torno do diretor e também ator Enrique Diaz, a Cia dos Atores foi criada com o objetivo de suprir uma necessidade de estudar e experimentar novas possibilidades da cena teatral.

A partir de 2004, com uma sede de trabalho localizada na Lapa, esse caminho de pesquisa e renovação permanente de linguagem artística se fez possível e frutificante. São mais de uma dezena de espetáculos montados, diversos prêmios e uma carreira nacional e internacional reconhecida pela imprensa especializada.

Ficha técnica – “Conselho de classe”
Texto: Jô Bilac
Direção: Bel Garcia e Susana Ribeiro
Assistência de direção: Raquel André
Elenco: Lourival Prudêncio, Leonardo Netto, Marcelo Olinto, João Rodrigo Ostrower e Thierry Trémouroux
Figurino: Rô Nascimento e Ticiana Passos
Cenário: Aurora dos Campos
Iluminação: Maneco Quinderé
Trilha original: Felipe Storino
Direção de produção: Tárik Puggina
Produção: Nevaxca Produções
Coprodução: Treco
Realização: Cia dos Atores

Serviço:
Conselho de Classe
De 05 de setembro a 19 de outubro de 2014
Horário: Sexta e sábado, às 21h30; domingo, às 20h
Local: Teatro Fashion Mall – Sala 1
Endereço: Estrada da Gávea, 899 – São Conrado.
Capacidade: 490 lugares
Telefone: (21) 2111-4444
Classificação: 12 anos
Duração: 60 minutos
Gênero: Comédia dramática
Ingressos: R$ 60,00 (inteira)/ R$ 30,00 (meia)

“Piquenique e sua turma”, em Mal. Hermes

A partir do dia 6 de setembro, o Teatro Armando Gonzaga apresenta o espetáculo Piquenique e sua turma. A peça, voltada para o público infantil, fará apresentações nos dias 07, 07, 13 e 14 de setembro, aos sábados e domingos, às 16h.

Com texto e direção de Rudson Dias, a trama se desenvolve numa floresta encantada onde a bruxa má vive por aterrorizar todos que por lá passam. Certo dia, sassaricando pela floresta, Piquenique, um palhaço de sorriso encantador, encontra com a megera que com inveja lança um feitiço roubando-lhe seu sorriso.

Em meio a esta confusão, Tuca e Mel encontram o palhaço assustado e descobrem que a lenda da bruxa é real. A partir daí os jovens aventureiros traçam um plano para pegar a malvada da floresta. Com muita confusão, Piquenique e sua turma armam um plano para pegar a danada da bruxa e recuperar tudo que foi roubado por ela.

Toda essa história mágica contada com pitadas de humor coloca no palco que não precisamos pegar dos outros o que julgamos não termos. Na verdade basta olhar pra si mesmo e descobrir um zilhão de coisas boas que todo mundo tem. Basta querer!

 

SERVIÇO

Piquenique e sua turma

Reestreia: 06 de Setembro de 2014

Local: Teatro Armando Gonzaga (Marechal Hermes)

Endereço: Av. Gen. Osvaldo Cordeiro de Farias, 511 – Mal. Hermes, Telefone – (21) 2332-1040

Duração: 60 min.

Temporada: De 06 até dia14 de Setembro ás 16:00

Valores: R$ 10,00 inteira / R$ 5,00 meia

Classificação indicativa: Livre

Gênero: Infantil

Grupo: PIPA

Autor: Rudson Dias

Elenco: Rudson Dias, Isaías Nascimento, Priscila Figueira e Daniel Assumpção

Direção: Rudson Dias

Produção: Pintinhos Produções Artísticas

13ª edição do Festival EncontrArte, em Nova Iguaçu

A 13ª edição do Festival de Teatro EncontrArte, que acontecerá de 18 a 27 de setembro em Nova Iguaçu, é um marco na história do evento, pois trará um grupo internacional, da Argentina. Além da Compañia La Caravana, vão participar grupos da Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, companhias cariocas e uma iguaçuana. Todos os 23 espetáculos adultos e infantis serão gratuitos e apresentados em praças de bairros, no teatro SESC Nova Iguaçu e no Complexo Cultural de Nova Iguaçu.

A arte que se faz nas ruas, que quebra barreiras e propõe uma aproximação entre público e artistas é a tônica desta edição do festival, através da homenagem aos diretores Augusto Boal e Amir Haddad. Boal criou o Teatro do Oprimido e Amir fundou o grupo Tá na Rua. O ator Marco Nanini, internacionalmente conhecido por seu trabalho no teatro, no cinema e na televisão, e a atriz Eve Penha, que é ligada à região, completam a lista dos que receberão o troféu do festival.

A maratona teatral, um dos eventos mais importantes do Estado, é um projeto realizado e administrado por Claudina Oliveira, Fábio Mateus e Tiago Costa, com o patrocínio da Petrobras. Este ano, o Festival de Teatro EncontrArte recebeu o prêmio Funarte para Festivais, o que possibilitou as apresentações nos bairros.

Mostrando que a arte derruba todos os limites, inclusive os geográficos, o EncontrArte receberá grupos da Bahia – Grupo Território Sírius Teatro e Grupo Salto Alto Investigações Cênicas-; Minas Gerais – Grupo Maria Cutia -; do Paraná – Cia Miiller de Teatro de Bonecos -; Rio Grande do Sul – Grupo Trompim Teatro-; São Paulo – Grupo Lamini CAC, Cia Teatral Amado Amado e Palhaço Bisgoio; da Argentina – Compañia La Caravana.

Os realizadores vão convidar o público para escolher o nome da mascote do festival. No ano passado os espectadores votaram pela internet e presencialmente decidindo a figura que representa o festival. E para comemorar os 13 anos ininterruptos do evento, acontecerá também a exposição fotográfica “Retratos do EncontrArte”, com curadoria da empresa EncontrArte, realização do SESC RJ e parceria da Funarte.

Alziro Xavier, Marcele Pontes, Mazé Mixo, Getúlio Ribeiro e Paulo César Rega, profissionais que cobriram o evento ao longo de mais de uma década, escolheram fotografias que mostram a visão particular de cada um sobre alguns dos mais de 200 espetáculos que passaram pelo EncontrArte. A exposição fotográfica “Retratos do EncontrArte” acontecerá ao mesmo tempo nas galerias do SESC e do Complexo Cultural de Nova Iguaçu, de 18 de setembro a 26 de outubro. De terças a sábados – Das 9 às 20h – Domingos e Feriados, das 9 até às 18h.

Os realizadores comemoram o interesse crescente das companhias em participar do evento em uma região ainda carente de iniciativas culturais de peso. Houve 112 inscrições, inclusive do Rio Grande do Norte e de Mato Grosso, além dos outros estados citados. Serão oferecidas oficinas de Cenografia, Atuação e Treinamento Acrobático, para artistas e estudantes de teatro, e um seminário sobre Arte Pública.

O projeto visa movimentar o mercado dos espetáculos e produções, pois proporciona trabalho e renda para artistas, técnicos e profissionais prestadores de serviço diretamente ligados ao setor. Os espetáculos selecionados passaram pelo crivo de um júri altamente qualificado e conhecido no meio artístico. Os grupos apresentam peças que vão do drama ao imaginativo, da comédia ao circo, tudo para encantar a plateia.

 

OFICINAS

 

Cenografia

O iguaçuano Anderson Dias, um dos cenógrafos da novela Meu Pedacinho de Chão, na TV Globo, é o professor. Ele abordará desde a história da cenografia no teatro, a busca pelo conceito, pesquisas, até croqui com rascunho da ideia e mapa com disposição dos elementos no espaço cênico. Dias 19, 20 e 21 de setembro na sala multiuso do SESC Nova Iguaçu.

 

O Ator e o Gesto Consciente

Ator e diretor, Renato Neves vai ministrar a oficina. Ela tem como objetivo principal proporcionar ao participante a oportunidade de observar que seu corpo é um instrumento de trabalho em função da arte. Que a consciência de seus gestos e atos cênicos trarão verdade e formas mais claras na construção de suas personagens. Dias 23, 24 e 25 de setembro, à tarde, na sala multiuso do SESC Nova Iguaçu.

 

Maquiagem Artística e Caracterização

O curso de Maquiagem Artística e Caracterização oferecerá ao aluno a possibilidade de aprender e criar os mais diversos efeitos de maquiagem, podendo exercitar seu potencial criativo e conhecer todas as técnicas de aplicação de cada um dos produtos que compreendem esse maravilhoso mundo da maquiagem artística.

 

A ideia é desenvolver as habilidades e a criatividade dos artistasna arte de maquiar e na caracterização de personagens. A oficina será ministrada por Alessandro José Curty Nascimento.

 

Treinamento Acrobático

A atriz argentina Cora Alfiz vai realizar com os estudos treinamentos físicos específicos para o trabalho acrobático: exercícios para estimular a força, resistência e flexibilidade; exercícios de postura; trabalho técnico pontual em parada de mão, rolamentos, pontes, e outros movimentos. Dias 23, 24 e 25 de setembro, durante a manhã, na sala multiuso do SESC Nova Iguaçu.

 

Seminário Teatro de Rua e Arte Pública

A relação que existe entre o teatro feito nas ruas e os artistas que se apresentam nas ruas como malabaristas, músicos e estátua viva representam o que atualmente é considerado Arte Pública e será o tema de discussão do seminário Teatro de Rua e Arte Pública. O debate acontecerá dia 17 de setembro, às 14h, na sala multiuso do SESC Nova Iguaçu e será aberto ao público.

 

Com mediação de LickoTurle, doutor em Artes Cênicas e autor do livro Teatro de Rua no Brasil – A Primeira Década do terceiro Milênio, terá participação de representantes dos grupos Tá na Rua, Centro de Teatro do Oprimido (CTO), Boa Praça, festival EncontrArte e Sindicato dos Artistas e Técnicos do Estado(Sated/RJ)

https://www.youtube.com/watch?v=nOlAGUofu3g&feature=share

 

Toda a programação, detalhes e informações através do site:

www.encontrarte.com.br

Telefones: 21 – 3066-0054 e 99743-0151

 

SERVIÇO

13º Festival de Teatro EncontrArte de Nova Iguaçu

Data: 18 a 27 de setembro de 2014

Locais: SESC Nova Iguaçu e no Complexo Cultural de Nova Iguaçu

SESC Nova Iguaçu – Rua Dom Adriano Hipólito, 10, Moquetá. Tel 2797 – 3001

Complexo Cultural de Nova Iguaçu – Rua Getúlio Vargas, 51, Centro, Nova Iguaçu – RJ. Tel 2667 – 2157

ENTRADA FRANCA

Primeira edição do Overload Music Fest, no Rival

No início de setembro, está programado para o Rio de Janeiro a primeira edição do “Overload Music Fest”, evento que reunirá bandas de heavy metal e post rock. O festival trará à cidade quatro atrações inéditas: o grupo instrumental irlandês “God is an Astronaut”, o cultuado duo francês “Alcest” e os filandeses do “Swallow the Sun”. Além deles, se apresenta o “Fates Warning”, ícone americano do heavy metal progressivo que em sua única visita ao Brasil, há dois anos, tocou somente em São Paulo.

Os shows acontecem em duas noites separadas: em 4 de setembro o Teatro Rival receberá “God is an Astronaut” e “Alcest”, no dia 5, sobem ao palco “Fates Warning” e “Swallow the Sun”. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do teatro e pela internet em http://www.ticketbrasil.com.br. Informações completas estão disponíveis em www.overload.com.br/fest.

Serviço:  Primeira edição do “Overload Music Fest”

Teatro Rival Petrobras
Dia 4 e 5 de setembro, às 20h
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia

Horário: 20h

Abertura da casa: 19h

Primeiro show: 20h

Segundo show: 21h45

Preço:

Ponto de venda (sem taxa de conveniência): bilheteria do Teatro Rival Petrobras

Venda online (com taxa de conveniência): www.ticketbrasil.com.br

Pista –   promoção antecipado: R$ 130,00

Mezanino – promoção antecipado: R$ 190,00

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

“O confete da índia” – Eu Fui!

Foto: Divulgação

Alguns doutos ditosos acreditam que o homem não seja regido por condições inatas que descrevem e estabelecem seus comportamentos. Eles crêem em um processo de endoculturação, onde este mesmo homem é capaz de aprender, por meio do convívio com seus semelhantes todo um código de conduta que será usado pela vida. Estes alguns e também alguns outros propagam que, o que diferencia a espécie humana de outros animais é a capacidade de passagem do conhecimento e a elaboração de instrumentos que possam servir como extensão de seu corpo e, com isso, um ser que seria, no ponto de vista biológico, considerado frágil, domina o mundo e se torna senhor dele.

No espetáculo “O confete da índia”, o coreógrafo e performer André Masseno interpreta um ser antropomórfico antropófago, não no sentido de se alimentar da carne de um outro da mesma espécie, mas no sentido de destruir qualquer tipo de pensamento ou crença sobre o comportamento humano. Assim sendo, ele está pronto para aniquilar tudo o que se escreveu no primeiro parágrafo do texto. Ele exprime um ser de forma humana, desprovido desta programação (com acepção computacional mesmo) e, com isso, devora todo e qualquer forma de paradigma que possa ser entendido como ser humano em sociedade. Ele, em cena, está num estado superprimitivo ou superevoluído, onde nem mesmo as reações conhecidas como instintivas podem ser claramente observadas, pelo menos foi desta forma que os meus olhos contemplaram.

Meu texto é alegórico, sim. É exatamente o olhar do outro. É a forma de como presenciei a convincente performance de Masseno em cena. Para este olhar anterior, mesmo os primeiros hominídeos que engendraram as mais incipientes ferramentas, ele canibalizaria. Ele come o homem moderno, quase o descome e, após tudo: deita e rola. Ele choca o espectador acostumado com padrões e regras preestabelecidas mostrando-nos uma forma humana agindo como um ser que não conseguiria nomear. Contudo, após a apresentação de ontem eu posso dizer que tenho uma quase certeza: tudo o que eu ler ou o que me disserem será pequeno comparado ao que vi.


 

A apresentação de ontem foi única, na SEDE das Cias. Quem quiser assistir a André Masseno em “O confete da índia” poderá, no Galpão Gamboa, conforme abaixo:

SERVIÇO
Data: 06 e 07/09 (sábado e domingo)
Horário: Sábado, às 21; domingo, às 20h
Local: Galpão Gamboa – Teatro
Capacidade: 80 lugares
Endereço: Rua da Gamboa, 279 – Centro – RJ
Telefone: (21) 2516-5929
Ingressos: R$ 20 (inteira)/R$ 10 (meia)/R$ 5 (para moradores dos bairros da Zona Portuária, apresentando comprovante de residência)
Vendas de ingressos:
– No Galpão: Terça a quinta: das 14h às 19h (Nos dias de espetáculo a bilheteria funciona das 14h até a abertura da sala ou até esgotarem os ingressos)

Chico Salles no Imperator

Chico Salles faz seu primeiro show de lançamento do álbum Sergio Samba Sampaio, uma releitura da obra do cantor e compositor capixaba Sérgio Sampaio. A apresentação será no Imperator, no dia 06 de setembro, sábado e contará com participações especiais de Moacyr Luz e Renato Piau.

Salles estará acompanhado de músicos como Nizo Jeremias (acordeom), Alessandro Cardoso (cavaquinho), Tiago Prata (violão de 7 cordas) e Beto Cazes e Durval Pereira (percussão). No roteiro, além das músicas do álbum, como “Odete”, “O que Pintar, Pintou”,História do Boêmio” e “Cada Lugar na Sua Coisa”, a banda tocará também forró. Renato Piau participa interpretando “Meu Pobre Blue” e Moacyr Luz com “Nem Assim”, as duas de Sampaio, e outros sambas de sua autoria. O final junta o grande sucesso de Sérgio, “Eu quero é botar meu bloco na rua” com um cordel escrito por Chico Salles que resume a trajetória do homenageado.

Serviço

Show -– Sérgio Samba Sampaio por Chico Salles, com participação de Moacyr Luz e Renato Piau

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Rua Dias da Cruz, 170 – Méier)

Informações: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h) – www.imperator.art.br
Data: 06 de setembro, sábado

Horário: 21hs

Classificação: 16 anos
Preços: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Ingressos: Plateia sentada -vendas: ingresso.com e bilheteria da casa
Horário da bilheteria: terças e quartas, das 13h às 20h; quintas e sextas, das 13h às 21h30; sábados, das 10h às 21h30; e domingos, das 10h às 19h30.
Formas de pagamento: dinheiro e cartões Dinners, Master (débito e crédito), Visa (débito e crédito) e Vale Cultura.

Grupo argentino Machado, na Arena Dicró

Com texto escrito pelo dramaturgo brasileiro Augusto Boal durante seu exílio na Argentina no final dos anos 1960, o grupo portenho Machado encena “O grande acordo internacional de Tio Patinhas” na Arena Dicró, no dia 31 de agosto. A direção é de Diego Ernesto Rodriguez e a entrada da apresentação que acontece às 19h é gratuita.

O espetáculo conta a história de Tio Patinhas, que a fim de aumentar sua já vasta fortuna, viaja a terras distantes. Para conseguir explorar os nativos desses locais, deverá se aliar com funcionários e embaixadores e enfrentar estranhas criaturas de outros planetas. Esses seres, que são confundidos por trabalhadores e estudantes, tentam acabar com o sonho capitalista de Tio Patinhas, mas o tio encontrará grandes aliados para ajudá-lo a alcançar o sucesso em seu negócio.

O texto se revela uma grande análise crítica bastante contemporânea, sobre os mecanismos de dominação e manipulação cultural. Fazendo uso do bem colocado e irônico humor, cenas como a de devoção ao “Deus-Dinheiro”, se destacam em meio às duras reflexões do contexto econômico e social.

Sobre o Grupo Machado:
O Grupo Machado iniciou suas atividades em 2012 no Machado Teatro. A sala integra o movimento Escena, conjunto de 22 espaços cênicos autônomos que promovem a cena experimental e alternativa na cidade de Buenos Aires. O grupo de dez artistas tem no teatro e na música suas principais linguagens. Seu primeiro trabalho foi o espetáculo Luzazul, de Rakhal Herrero. No mesmo ano, apresentou a montagem de A Possível Relevância de Brecht e, em 2013, estreou com grande sucesso O Grande Acordo Internacional de Tio Patinhas, de Augusto Boal. Sob direção de Diego Ernesto Rodriguez, o grupo é formado por Marina Kamien, Camila Dougall, Magdalena Casas, Laura Silberberg, Esteban Bisio, Bernardo Gonzalez, Luz Santomauro, Federico Buscarons e Cora Fairstein.

Serviço:
Data: 31 de Agosto (domingo)
Horário: 19h
Local: Arena Carioca Dicró – Carlos Roberto de Oliveira
Endereço: Parque Ari Barroso, Penha (entrada pela Rua Flora Lobo)
Telefone: (21) 3486-7643
Entrada Gratuita
Classificação etária: 14 anos
Capacidade: 410 Lugares
Duração: 90 minutos

Arena Black anima a Pavuna

No dia 31/08, domingo, a Arena Jovelina Pérola Negra recebe a partir das 16h o Arena Black. O evento é um baile charme na Arena, com dois Djs tocando black music de todas as épocas até a atualidade. Além dos DJs Rjay e Junior, haverá um pocket show da banda JetSamba Black para animar mais o evento. Os ingressos custam R$10.

O objetivo do Arena Black é apresentar ao público a black music, um ritmo envolvente que cativa pelas danças e proporcionar encontros de amigos, ao som de DJs e uma banda tocando pagodes e sambas com “sotaque” black.

Pocket show – JetSamba Black
O JetSamba Black nasceu em 2006, da vontade dos músicos Ricardo Mariano e Silvio Sanuto de mostrar um som de qualidade, misturando MPB e pagode com a pegada black music. Atualmente, o grupo é formado pelos cariocas Ricardo Mariano (sax e flauta); Silvio Sanuto (piano e voz); Iuri Campos (bateria); e Binho Santos (contra baixo). Em 2013, o JetSamba Black gravou seu primeiro CD, cujo carro chefe é a música “Beija Bem”. No novo trabalho, a banda ainda apresenta as músicas “Tá Tudo Errado”, “Vem Dançar”, “Tudo Lindo” e “A Vida me Ensinou”.
O JetSamba Black tem como prioridade balançar as noites carioca com um som original, tocando desde Djavan aos mais consagrados pagodes, com o verdadeiro “sotaque” black.

Serviço:
Data: 31 de Agosto (domingo)
Horário: 16h às 21h
Local: Arena Jovelina Pérola Negra (Praça Ênio S/N – Pavuna – ao lado da Escola Telêmaco)
Telefone: 2886-3889
Capacidade: 1000 pessoas
Classificação: Livre
Ingressos: R$10 (inteira) | R$5,00 (meia)

“Maratona” reestreia no Sérgio Porto

Assistimos ao espetáculo e recomendamos! Clique aqui e leia.

O Centro Cultural Municipal Sérgio Porto apresenta a partir do dia 29 de agosto, 20h, a reestreia da comédia dramática “Maratona” cuja inspiração vem do romance “Mas não se mata cavalo?” de Horace McCoy. O livro retrata as maratonas americanas de dança realizadas após a crise de 29, quando a fome levou milhares de pessoas a competirem por prêmios oferecidos em concursos de dança que podiam durar até quatro meses.

Muito atual, “Maratona” estabelece um paralelo entre os maratonistas pós-crash da bolsa e os competidores do Clube Oásis, no Rio de Janeiro – salão fictício onde a peça é ambientada. Neste ano em que o Rio de Janeiro passa por sensíveis transformações por conta da Copa e da recepção dos Jogos Olímpicos de 2016, os atletas do Oásis, habitantes da cidade ‘Quase-Maravilhosa’, são submetidos a todo tipo de provação em busca do Grande Prêmio.

Com direção de Diego de Angeli e Gabriela Carneiro da Cunha, MARATONA tem início, após 300 horas de competição, na realização de uma prova que os participantes precisam realizar para continuar na disputa: trata-se de uma corrida bastante peculiar, mostrando que a competição de dança também é de resistência.

O time reúne os atores Daniel Kristensen, Diana Beherens, Gabriel Salabert, Gabriela Carneiro da Cunha, Izadora Mosso Schettert, João Marcelo Iglesias, Nara Parolini, Pedro Florim, Ramon de Angeli, Thiago Ristow e fica em cartaz de sexta a domingo, sempre às 20h.

Sinopse: Competição de dança ininterrupta criada no Clube Oásis, na cidade Quase – Maravilhosa. O público entra, a sirene toca, o juiz dita as regras, a música começa. A partir daí não se pode mais parar de dançar. Música após música, durante horas, dias, meses, até restar o vencedor.

Teaser do espetáculo:

 

FICHA TÉCNICA

Maratona

Direção: Diego de Angeli e Gabriela Carneiro da Cunha

Dramaturgia: Diego de Angeli, Gabriela Carneiro da Cunha, Julia Ariani, Lisa Dias Borges, em colaboração com o elenco.

Elenco: Daniel Kristensen, Diana Behrens, Gabriel Salabert, Gabriela Carneiro da Cunha, Izadora Mosso Schettert, João Marcelo Iglesias, Nara Parolini, Pedro Florim, Ramon de Angeli, Thiago Ristow.

Direção de Movimento: Maíra Maneschy

Preparação Corporal: Diana Behrens e Ramon de Angeli

Iluminação: João Gioia e Wagner Azevedo

Cenário: Joana Passi

Figurino: Tarsila Takahashi

Consultoria de Visagismo: Diego Nardes

Trilha Sonora: Diego de Angeli, Gabriela Carneiro da Cunha e Letto.

Pesquisa Musical: Letto

SERVIÇO

Reestreia: 29 de Agosto de 2014

Temporada: De 29 de agosto a 14 de setembro

Horários: Sexta a domingo – 20h

Horário: 20h

Ingresso: R$ 20 (inteira) / R$ 10 (meia)

Classificação: 14 anos

Duração: 120 minutos

Gênero: Comédia dramática

Local: Espaço Cultura Municipal Sérgio Porto, Rua Humaitá, 163 – Informações: (21) 2535 3846

Texto de Pedro Kosovski, no Dulcina

No próximo dia 28 de agosto, às 19 horas, o dramaturgo Pedro Kosovski apresentará seu novo texto no projeto Dulcinavista. Ainda em processo de criação, o trabalho, denominado “Caranguejo Overdrive em processo”, traz à cena Aquela Cia de Teatro, com direção de Marco André Nunes e direção musical de Felipe Storino. Também estão previstas apresentações nos dias 3 e 4 de setembro. A entrada é gratuita.

Caranguejo Overdrive em processo
Este processo criativo é uma imersão na estética e pensamento do Mangue. Para isso, vale-se de duas referências que orientarão a criação: a primeira é uma pesquisa histórica sobre a antiga região do Mangue, do Rio de Janeiro (atual Cidade Nova), e a construção da primeira grande obra de saneamento da cidade, o Canal do Mangue, que se iniciou em meados do século XIX. A segunda referência é a estética do Mangue Beat, criada por Chico Science e outros artistas de Recife, que se apoia no pensamento do geógrafo Josué de Castro e desenvolveu uma sonoridade que funde a batida eletrônica, os tambores do maracatu e a guitarra elétrica. O mangue é o território fértil, composto de matéria orgânica, plural e que tudo regenera. Esta alegoria nos permite pensar que abaixo dos aterros e concretos da cidade, subsiste o terreno movediço e lodoso que de tempos em tempos, após uma tempestade tropical, emerge com violência à superfície.

A apresentação integra a Mostra Cena Carioca, que faz parte da programação do Dulcinavista, e faz um panorama sobre a nova dramaturgia do Rio de Janeiro, através de apresentações de quatro autores: Pedro Kosovski, Walter Daguerre, Daniela Pereira de Carvalho e Renata Mizrahi. Desenvolvido pelo Galpão Gamboa, a nova ocupação artística do Teatro Dulcina conta com quatro meses de programação, que inclui espetáculos para o público adulto e infantil. A direção artística é de Marco Nanini e Fernando Libonati e curadoria de César Augusto.

Ficha técnica – Caranguejo Overdrive em processo
Com: Aquela Cia. de Teatro
Texto: Pedro Kosovski
Direção: Marco André Nunes
Direção musical: Felipe Storino
Músico: Felipe Storino e Mauricio Chiari
Produção: Verônica Prates

Serviço
Data: 28/08, 03 e 04/09
Horário: 19 horas
Local: Teatro Dulcina
Capacidade: 300 lugares
Endereço: Rua Alcindo Guanabara, 17 – Centro
Telefone: (21) 2240-4879
Entrada gratuita
Site: http://www.dulcinavista.com.br

Banda Sinfônica do Exército, no Municipal

Vencedora do Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), na categoria Melhor Projeto de Música Erudita, em 2008, a Banda Sinfônica do Exército (BSE) vem conquistando plateias em várias capitais brasileiras com seu repertório eclético que inclui música de concerto e clássicos da MPB. Fundado há 12 anos, o grupo orquestral com 82 integrantes já se apresentou em Porto Alegre, Curitiba, Cuiabá, Fortaleza e Brasília, além da capital paulista, onde fica sua sede. No Rio, a BSE participou da Cerimônia de Abertura dos Jogos Mundiais Militares, no Estádio Engenhão, em 2011, executando a trilha sonora do espetáculo, e realizou concerto no Theatro Municipal há um ano. A Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro – vinculada à Secretaria de Estado de Cultura – tem a satisfação de levar ao palco a Banda Sinfônica do Exército para apresentar um concerto em Homenagem ao Dia do Soldado como a próxima atração do projeto Domingo no Municipal. A BSE voltará à cidade em 24 de agosto, às 11h, com ingressos a R$ 1,00. O espetáculo terá como regente o Maestro Benito Juarez e contará com a participação do Quinteto de Sopros da BSE e do Grupo de Percussão da BSE.

 

No variado programa estão Marcha do Toreador (Georges Bizet), Bela do Baile (Leroy Anderson), O Cisne (Camille Saint-Saëns), Tico-Tico No Fubá (Zequinha de Abreu), Brasileirinho (Waldir Azevedo) e A Máscara do Zorro (James Horner).

SERVIÇO**

DOMINGO NO MUNICIPAL

BANDA SINFÔNICA DO EXÉRCITO

Regência: Benito Juarez

 

Programa:

Georges BizetMarcha do Toreador

Leroy AndersonBela do Baile

Camille Saint-SaënsO Cisne

Zequinha de AbreuTico-Tico No Fubá ***

Waldir AzevedoBrasileirinho***

James HornerA Máscara do Zorro***

 

(***) Participação do Quinteto de Sopros e do Grupo de Percussão da Banda Sinfônica do Exército

 

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano, s/nº – Centro

Dia 24 de agosto, às 11h

Ingressos populares: R$ 1,00*

Classificação etária: Livre

Duração: 70 minutos

Informações: (21) 2332-9191

(*) Vendas somente no dia da apresentação, diretamente na entrada principal do Theatro Municipal, a partir das 10h.

(**) Vale lembrar que, mesmo na sessão matinal, não é permitida a entrada de pessoas trajando bermuda, short, top, camiseta sem manga e chinelos, exceto crianças até 10 anos.

Salomé, de Richard Strauss, no Municipal

Terceira ópera de Richard Strauss, Salome provocou escândalo proporcional ao enorme sucesso que a levou, em pouco tempo, a se tornar uma das obras do gênero mais encenadas no mundo, despertando o entusiasmo de artistas como o compositor Gustav Mahler, que a descreveu como “uma obra forte e genial, que definitivamente está entre as mais significativas que a nossa época criou”. A Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, vinculada à Secretaria de Estado de Cultura (SEC), celebra os 150 anos de nascimento de Richard Strauss, levando ao palco a obra-prima do compositor alemão em montagem inédita a partir do dia 22 de agosto, criada pelo diretor brasileiro André Heller-Lopes, que também elaborou a cenografia. Ausente há 16 anos do Theatro Municipal, onde estreou no Brasil em 1910, Salome terá cinco apresentações até 29 de agosto, na temporada que integra a programação artística sob a responsabilidade do Maestro Isaac Karabtchevsky. Solista especialmente convidada, a soprano Eliane Coelho se reveza no papel-título com a soprano italiana Cristina Baggio, ao lado do tenor irlandês Paul McNamara (Herodes), o baixo-barítono Licio Bruno (Jochanaan), a mezzo-soprano Carolina Faria (Herodiades) e o tenor Ivan Jorgensen (Narraboth), entre outros. O Maestro Silvio Viegas, que assina ainda a Direção Musical do espetáculo, conduzirá a Orquestra Sinfônica do TMRJ.

 

“A música belíssima e a temática impactante fazem desta obra de Strauss um marco especial do gênero. Teremos ainda o privilégio de contar com grande elenco e a participação especialíssima de Eliane Coelho, papel no qual tem brilhado em mais de uma centena de récitas ao redor do mundo”, comenta Carla Camurati, presidente da Fundação TMRJ.

Salome é uma ópera em um ato, com libreto baseado na peça homônima do inglês Oscar Wilde, em tradução alemã de Hedwig Lachmann, e que, por sua vez, é inspirado em passagens dos Evangelhos de São Mateus e de São Marcos. O Rei Herodes Antipas, da Judeia, no banquete de seu aniversário, embriagado e apaixonado, pede à bela Salomé, sua sobrinha e enteada, que dance para ele, oferecendo o que ela quisesse como recompensa. Salomé, instada pela mãe, Herodíades, pede-lhe a cabeça do prisioneiro João Batista em uma bandeja. Salomé, que nutre uma paixão não correspondida pelo profeta, mostra então toda a sua sensualidade na conhecida “Dança dos Sete Véus”, selando assim o destino de João Batista.

Salome estreou no Brasil em 25 de julho de 1910 no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, cinco anos depois de sua triunfante estreia mundial, em 9 de dezembro de 1905, em Dresden. Mesmo provocando escândalo e sendo considerada indecente e blasfema, proibida em diversas cidades, a ópera teve fulminante carreira, com apresentações em 50 teatros de ópera pelo mundo em apenas dois anos.

Salome é uma partitura simplesmente perfeita do ponto de vista psicológico dos personagens. Strauss consegue transportar para a música exatamente o caráter, humor e momento vivido por cada um dos indivíduos que compõem este drama. Além de uma obra-prima orquestral, essa ópera é um exemplo da perfeita transposição de uma peça de teatro para a linguagem operística”, afirma o Maestro Silvio Viegas, diretor musical e regente da ópera.

Diretor cênico e autor dos cenários do espetáculo, André Heller-Lopes reverencia nesta produção a soprano brasileira Eliane Coelho, solista especialmente convidada: “A montagem foi criada em torno da Eliane, que é uma cantora-fetiche de muitos diretores de ópera, como eu. É uma homenagem a ela, que está cantando pela última vez este papel que interpretou centenas de vezes pelas mais renomadas casas de ópera do mundo”, destaca Heller. Para esta montagem, o diretor procurou entender e humanizar a personagem central: “Ela é uma adolescente descobrindo o desejo sexual, é instintiva, não uma ninfomaníaca”, acredita. O número três, recorrente em diversas passagens da ópera, se materializa na forma de um triângulo, figura central da cena: “Criei cenários a partir dos símbolos mais fortes da ópera, emoldurando o talento das duas Salomés, com centenas de lâmpadas árabes, metros e metros de véus e uma verdadeira bandeja de prata como piso. Queria uma atmosfera exótica, de um oriente noturno e obsessivo, como imaginado por Oscar Wilde”, detalha. André já havia assinado cenários, com sucesso, em Montevidéu, Buenos Aires, Manaus, Lisboa e Salzburg, mas é sua primeira vez no Theatro Municipal do Rio.

Sucesso desde sua estreia em Aida, no ano passado, o projeto Falando de Ópera terá mais uma edição nesta temporada. São palestras grátis com uma hora de duração sobre o espetáculo a ser apresentado – aos moldes das opera talks realizadas em teatros europeus –, com início uma hora e meia antes do começo da sessão, no Salão Assyrio. As palestras serão apresentadas pelo Maestro Silvio Viegas, regente titular da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, que falará sobre a história de Salome e abordará também detalhes específicos desta montagem, da qual ele é também faz a direção musical e a regência.

 

SINOPSE – Ato único

No terraço do palácio do tetrarca Herodes Antipas, na Galiléia, o capitão sírio da guarda, Narraboth, olha para a sala de banquetes, fascinado pela beleza da jovem Salomé, filha da segunda mulher de Herodes, Herodíades, de seu primeiro casamento. O pajem de Herodíades o adverte que algo de terrível pode acontecer se ele continuar olhando Salomé daquela forma. Dois soldados guardam a cisterna abaixo do terraço onde o profeta Jochanaan está preso por denunciar o casamento de Herodíades com o irmão de seu marido. Ouvem sua voz dizendo profecias. Salomé deixa o banquete para se livrar dos olhares lascivos do padrasto, das brigas religiosas dos judeus e dos romanos que ela odeia. Ouvindo a voz de Jochanaan, seduz o apaixonado  Narraboth a desafiar as ordens de Herodes, trazendo o profeta à sua presença.

Jochanaan lança insultos contra Herodes e sua mulher. Quando Salomé lhe revela de quem é filha, ele também a insulta, mas ela está fascinada pela sua voz e deseja tocar o seu corpo, seus cabelos e beijar-lhe a boca. Neste ponto Narraboth, horrorizado pela conduta de Salomé e por sua desobediência, suicida-se, fato que ela nem percebe. O profeta diz-lhe para procurar a salvação com o Filho do Homem e, voltando para a cisterna, a amaldiçoa.

Herodes, Herodíades e demais convidados sobem ao terraço. O tetrarca está perturbado , escorrega no sangue de Narraboth, manda recolher o cadáver e diz que está com frio. Sua mulher diz que ele está doente. Oferece frutas e vinho a Salomé, que recusa. Ouve-se a voz de Jochanaan, ao que Herodíades pede que ele seja entregue aos judeus. Herodes replica-lhe que ele é santo e viu Deus. Explode uma discussão  entre os judeus sobre poder ver, ou não, a Deus. Dois nazarenos contam a Herodes os milagres do Messias o que alarma o rei. Herodíades se queixa que Jochanaan a está insultando. “Ele não disse o teu nome” responde o tetrarca.

 Herodes ordena que Salomé dance para ele. Ela se recusa, apesar dos presentes que lhe são prometidos, mas cede quando ele diz que ela poderá ter o que quiser. Terminada a dança cobra o seu preço: a cabeça de Jochanaan numa bandeja de prata. Herodíades exulta, mas Salomé diz que o quer por seu prazer e não pelo da mãe. Herodes tenta tudo para dissuadi-la, mas ela, obsessivamente, repete o pedido. Herodes cede e o carrasco desce e volta com o pedido executado da forma ordenada. Salomé se apossa da cabeça e, num longo monólogo, escarnece dele por estar impossibilitado de responder-lhe. Herodes, enojado, se recusa a ficar e, vendo Salomé perdida num êxtase enquanto beija a boca de Jochanaan, ordena aos soldados matá-la. Eles a esmagam debaixo de seus escudos.

Serviço:

SALOME

ORQUESTRA SINFÔNICA DO THEATRO MUNICIPAL

 

Música: Richard Strauss

Libreto: Hedwig Lachmann

Direção cênica e cenografia: André Heller-Lopes

Assistentes de direção: Menelick de Carvalho e Caetano Pimentel

Iluminação: Fabio Retti

Figurinos: Marcelo Marques

Regência: Silvio Viegas

No elenco:

 

Salomé: Eliane Coelho (solista especialmente convidada), soprano

              (dias 23 e 29)

              Cristina Baggio, soprano

              (dias 22, 24 e 27)

Jochanaan (João Batista): Licio Bruno, baixobarítono

Herodes: Paul McNamara, tenor

Herodiades: Carolina Faria, mezzosoprano

Narraboth: Ivan Jorgensen, tenor

Dias 22, 23, 27 e 29 de agosto, às 20h

Dias 24 de agosto, às 17h

 

Preços:                   

  • Frisas e camarotes – R$ 504,00
  • Plateia e balcão nobre – R$ 84,00
  • Balcão superior – R$ 60,00
  • Galeria – R$ 25,00

Desconto de 50% para estudantes e idosos

Classificação etária: 14 anos

Duração: 110 minutos, sem intervalo

Capacidade: 2.244 lugares

Palestra Falando de Ópera

Apresentação: Maestro Silvio Viegas

Salão Assyrio / Avenida Rio Branco, s/nº – Centro

Entrada Franca, mediante a apresentação do ingresso (todos os dias da temporada, com início sempre 1h30 antes do espetáculo)

Duração: 60 minutos

Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Praça Floriano s/n° – Centro

 Informações: (21) 2332-9191

 

Vendas na Bilheteria, no site da Ingresso.com ou

por telefone 21 4003-2330 

“Acontecimento em Vila Feliz”, na Penha

Integrando o Festival Internacional de Teatro, o espetáculo da Companhia Pierrot Lunar, “Acontecimento em Vila Feliz”, tem única apresentação, no dia 22/08, na Arena Carioca Dicró.

Versão teatral da Cia. Pierrot Lunar para o conto homônimo de Aníbal Machado, que revela uma fictícia vila mineira, que se vê às voltas com a suposta gravidez de uma de suas personagens mais ilustres e controversas: Helena, jovem bonita e sedutora, amada pelos homens da cidade e invejada pelas mulheres, casa-se com um forasteiro, gerando intrigas e maledicências por parte dos moradores, transformando sua vida num caos irreversível. Utilizando o recurso da ironia, Aníbal Machado compõe, a partir de um microuniverso, um painel da vida em sociedade, explorando as singularidades da cultura mineira, seus tipos, hábitos, costumes e comportamentos.

Ficha técnica:
Texto: Versão teatral do conto homônimo de Aníbal Machado
Direção: Léo Quintão
Dramaturgia: Juarez Guimarães
Direção musical: Luiz Rocha
Elenco: Cristiano Diniz; Léo Quintão; Mariana Câmara;
Neise Neves; Priscilla Cler; Ronaldo Jannotti
Figurinos: Ricca
Cenário: Cia Pierrot Lunar
Orientação cenográfica: Ed Andrade
Direção de produção: Léo Quintão; Neise Neves
Apoio técnico: Pedro Amparo
Realização: Cia. Pierrot Lunar

Serviço:
Data: 22 de Agosto (sexta-feira)
Horário: 16h
Local: Arena Carioca Dicró – Carlos Roberto de Oliveira
Endereço: Parque Ari Barroso, Penha (entrada pela rua Flora Lobo)
Telefone: (21) 3486-7643
Entrada Gratuita
Classificação etária: Livre
Capacidade: 410 Lugares
Duração: 55 minutos

Show de Eric Gales, no Rival

Eric Gales retorna Brasil em Agosto de 2014 para mais uma tour acompanhado por Ugo Perrotta (Baixo), Alexandre Papel Loureiro (Bateria) e Fred Sunwalk (Guitarra), a mesma banda que sempre o acompanhou nas últimas duas vezes que veio ao Brasil. A abertura ficará por conta do Guitarrista Gaúcho Cristiano Crochemore e Blues Groovers executando músicas de seu recente álbum Freeman Blues.

Serviço:

Abertura Cristiano Crochemore & Blues Groovers

Teatro Rival Petrobras

Dia 21 de agosto, quinta-feira, às 19h30

Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel: 2240-4469

Preço:

Setor Mezanino

R$ 180 (Inteira)

R$ 90 (Estudante / Idoso / Professor da Rede Municipal)

Pista:

R$120 (inteira)

R$ 60 (Estudante / idoso / professor da rede Municipal)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

“Black Bird Beatles Cover”, no Rival

Mais do que um grupo de amigos que tocam juntos, a Black Bird Beatles Cover é um trabalho sério e profissional de entretenimento. Uma das bandas cover de Beatles mais conceituadas do Brasil tem em seu repertório músicas de todas as fases do grupo, incluindo sucessos das carreiras solo de John, Paul, George e Ringo.

Na estrada desde 1998, tocou em diversas ocasiões importantes, como nas comemorações do aniversário da Rainha Elizabeth II na Comunidade Inglesa do Rio de Janeiro, que condecorou a banda como “The Number One Beatles Cover Band in Brazil”. Já se apresentou nos palcos mais famosos do Rio de Janeiro e em eventos como o Fifa Fan Fest, além do renomado “ International Beatle Week Festival” em Liverpool.

Serviço:

Teatro Rival Petrobras
Dia 20 de agosto, quarta-feira, às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel: 2240-4469

Preço:

R$ 50 (Inteira)
R$ 35(Promoção para os 200 primeiros pagantes)
R$ 25 (Estudante / idoso / professor da rede municipal)

Classificação: 16 anos

Capacidade: 458 lugares

Mais informações: http://www.rivalpetrobras.com.br/

“Vem transar com a gente”, em Campo Grande

A peça ‘Vem transar com a gente’ é uma comédia que trata das relações sexuais dos casais de uma forma bem engraçada. Entre histórias cômicas contadas no palco, o espetáculo dá dicas de performance para atingir o ponto G na hora H! Nos dias 22, 23 e 24 de agosto a peça chega a Campo Grande para apresentações no Teatro Arthur Azevedo. Sexta e sábado às 21h, e domingo às 20h.

“Sexo é uma arte e a gente não para nunca de aperfeiçoar. Tem sempre uma coisa nova para aprender”, conta o ator Nizo Neto, que divide a cena com a esposa Tatiana Presser.

Junto há dez anos, o casal leva experiências próprias para o palco. “A gente vive a maior parte do que os casais vivem e leva coisas novas. A gente desmistifica bastante o sexo e conta várias experiências que podem apimentar bastante a relação”, diz Tatiana.

Funcionando como uma espécie de palestra, ‘Vem transar com a gente’ usa muito humor para ensinar a melhorar o desempenho na cama. “A peça diverte e instrui. Sexo é muito importante nas relações e faz com que elas se tornem mais longas. É uma chance muito legal de se divertir”, afirma Nizo.

Ficha Técnica:
Elenco: Nizo Neto e Tatiana Presser
Autor: Nizo Neto e Tatiana Presser
Direção: Fernando Ceylão
Iluminação: João Gioia
Som: Frederico Rigor

SERVIÇO

Apresentações: de 22 a 24 de agosto de 2014.
Horários: Sexta e sábado às 21h; Domingo às 20h.
Local: Teatro Arthur Azevedo
Endereço: Rua Victor Alves, 454 – Campo Grande – Tel (21) 2332-7516
Ingressos: R$ 30,00 Inteira – R$ 15,00 Meia

Classificação: 16 anos
Duração: 90 min.

Exposição Travessias – Arte Contemporânea na Maré

A exposição Travessias – Arte Contemporânea na Maré chega ao seu terceiro ano de atividades se consolidando como um projeto de reflexão e discussão sobre a arte contemporânea e as transformações do espaço urbano na atualidade. Travessias 3 – Arte Contemporânea na Maré será aberta ao público no dia 23 de agosto no Galpão Bela Maré, localizado na Comunidade Nova Holanda, Zona Norte do Rio de Janeiro, e ficará em cartaz, gratuitamente, até 16 de novembro.

Com organização do artista plástico carioca Daniel Senise, o Travessias 3 reunirá trabalhos inéditos e de acervo dos artistas Barrão, Dora Longo Bahia, Sandra Kogut, Mauro Restife, Jonathas de Andrade, Cao Guimarães, Luiz Zerbini e dos fotógrafos do Imagens do Povo, programa realizado pelo Observatório de Favelas.” Partimos do nome do projeto, Travessias, que sugere integração, para convidar artistas cujas obras têm a possibilidade de criar relações com o local onde serão expostas. Considerar o contexto para escolha dos artistas se tornou uma das orientações primeiras da curadoria. Sob este olhar local, a instalação MIOLO vai envolver os fotógrafos do Imagens do Povo, da própria Maré, na criação de um relato afetivo baseado em histórias dos habitantes das favelas da região. Esta relação vem sendo aprofundada desde a segunda edição do projeto com a construção da maquete do Complexo da Maré, coordenada pelo arquiteto Pedro Évora e produzida em uma oficina no Travessias 2″, explica Daniel Senise, organizador da exposição Travessias 3.

A proposta de integrar criações artísticas de linguagens múltiplas – audiovisual, pintura, instalação, fotografia, objetos – e gerar um espaço de diálogo, de circulação democrática de informações e novas possibilidades de pensamento no Complexo da Maré, com a participação ativa da população local, é a mola propulsora do Travessias – Arte Contemporânea na Maré. Para potencializar as reflexões e trocas de experiências sobre a arte e a complexidade dos territórios físicos e simbólicos que se entrecruzam no ambiente urbano, o Travessias promove uma série de debates no decorrer da mostra de arte. Os encontros reúnem artistas, acadêmicos, gestores públicos, ativistas e jornalistas com o intuito de aguçar o pensamento e criar um ambiente fértil de discussão entre os moradores da Maré, os visitantes e os artistas.

O Travessias 3 acontece dentro do Galpão Bela Maré e é uma realização do Observatório de Favelas e da produtora Automatica. Em 2011, a iniciativa surgiu com a primeira edição da exposição Travessias, reunindo 16 artistas plásticos e um coletivo. No ano seguinte, foi promovida a experiência LABE, plataforma que estimulou debates sobre espaço urbano, arte contemporânea e cultura digital e, em 2013, a segunda exposição Travessias 2 ocupou o Galpão, com a participação de 10 artistas, lançando um olhar mais profundo sobre o complexo de favelas da região e ampliando o mapa da arte contemporânea nacional. “A arte é uma condição humana, uma oportunidade de encontro entre as pessoas. E só a partir desses encontros podemos gerar uma sociedade mais justa e mais fraterna. Com o Travessias temos a chance de gerar novas discussões simbólicas a partir da Maré e chamar a atenção para a complexidade de uma favela e de uma cidade”, afirma Jailson Souza e Silva, co-fundador e diretor do Observatório de Favelas.

A exposição contará com um programa educativo para expandir a experiência da visitação do público e atender ao grande número de estudantes das escolas da região. Uma equipe multidisciplinar de educação e arte também fará visitas guiadas com agendamento prévio para grupos e instituições de ensino.

Os seminários Travessias 3 acontecem no decorrer da exposição e propõe debater questões do mundo contemporâneo – da subjetividade do corpo às indagações do urbano; das construções de novas narrativas à estética pujante da periferia. Desta forma, o projeto amplia o diálogo com o público e chama a todos para a reflexão em encontros com a participação de ativistas, artistas e personalidades de diversas áreas do conhecimento. Veja programação de temas abaixo:

Seminários Travessias 3

(os participantes das mesas de debate ainda estão em definição)

Tema 1: Corpo também é cultura!
Data: 20 de setembro, sábado
Como nos expressamos por meio do nosso corpo hoje? O corpo é também lugar para transgressão? Corpo é força e beleza? Corpo é um mercado de consumo? Tem arte que liberta o corpo?
Tudo isso será debatido com pessoas que pensam e agem sobre o corpo. Um corpo que também é território para o contemporâneo – na dança, na tatuagem, na virilidade, na estética, no consumo…

Tema 2: Narrativas inventam a vida e a vida inventa narrativas
Data: 11 de outubro, sábado
Como contamos histórias hoje? Aonde realidade e representação se encontram nos livros, na TV, na internet e nos games? Criar uma narrativa é uma forma de poder?
Criar, inventar e produzir uma história – este debate é com quem faz e com quem quer fazer.

Tema 3: Quando as cidades ficam prontas?
Data: 01 de novembro, sábado
A cidade contemporânea é palco e ator de quase tudo. Mas será que chegaremos a um modelo de cidade? Quais intervenções e relações sociais e econômicas deixam marcas na cidade? Como as cidades e, mais especificamente o Rio de Janeiro, estão permanentemente se transformando neste contexto?

Tema 4: As estéticas da periferia são centrais para cultura contemporânea?
Data: 15 de novembro, sábado
Qual o lugar da periferia na estética contemporânea? É o lugar da “cultura negra”, do “alternativo”? Como o contemporâneo e a arte se relacionam com estas estéticas? Que tensões e aproximações existem entre os mercados tradicionais de arte e a arte da periferia?

Serviço:

Travessias 3 – Arte Contemporânea na Maré
http://www.travessias.org.br

Exposição Travessias 3
Abertura: 23 de agosto de 2014
Duração: 23 de agosto a 16 de novembro de 2014
Terça, quarta, sábado e domingo – das 10hs às 18hs.
Quinta e sexta – das 10hs às 20hs.
Entrada gratuita
Local: Galpão Bela Maré (Rua Bittencourt Sampaio, 169, Maré – Entre as passarelas 9 e 10 da Av. Brasil)
Informações: (21) 3105-1148