Fora do normal

Se a tua meta do fim de semana é gargalhar, vá ao “Fora do normal”, stand up solo de Fábio Porchat. Ele tira sarro de situações cotidianas, verídicas ou fictícias. Por exemplo, telemarketing, avião, tecnologia em banheiros.

Eu já assisti e confirmo: é pura diversão!

 

Informações:

Horários

Temporada: 10 de Janeiro a 08 de Junho de 2014.
Horário: Sextas e Sábados às 21h/Domingos às 20h30
Preço: Sexta R$80,00 / Sábado e Domingo R$ 100,00

Teatro das Artes – Shopping da Gávea (Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea)

Anúncios

Txutxucão – o Cãopeão

O musical “Txutxucão – o Cãopeão” promete agradar a criançada e os pais, possíveis fãs da Xuxa. O personagem participa de uma competição de dança dos MCs Xuxinha e Guto, dançando sucessos como, “Txutxucão”, “Abecedário da Xuxa” e “Ilariê”. O prêmio? O único é autêntico “Tênis Pé de Valsa”, que faz qualquer um voar na pista. A peça é dirigida por um colega de longa data de Xuxa: Vagner Menezes, o Fly.

 

Informações:

Entrada R$ 80,00 (Meia R$40,00)
Sábados e domingos às 15 e 17 horas

Local: Teatro Clara Nunes (Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52, Gávea)

COMO CHEGAR

Rua Marquês de São Vicente, 52
Gávea, Rio de Janeiro, RJ

Baile d’OSÓCIO no Barzin

No intuito de já esquentar a galera para o fim de semana, o cantor Marquinho Osócio se apresenta no Barzin, em Ipanema, hoje, a partir das 22:30h. No “Baile d’OSÓCIO”, o artista canta sucessos nacionais e internacionais. Inclusive de artistas com os quais já cantou, como Gabriel o Pensador e Sandra de Sá.

Marquinho foi um dos semifinalistas da primeira edição do programa “The Voice Brasil”.

Barzin fica na rua Visconde de Pirajá, em Ipanema.

 

“E aí, comeu?”, no Imperator

Qual mulher não queria ser uma mosquinha para saber o que os homens falam quando elas não estão por perto? A peça “E aí, comeu?” fala sobre isso em uma comédia, girando em torno da vida de três amigos: os personagens de Marcos Pasquim, Mouhamed Harfouch e Renato Rabelo.

O espetáculo procura despertar no espectador o entendimento do novo papel do homem diante da mulher – representada por Leona Cavalli – na sociedade contemporânea.

 

Informações:

Sextas e sábados: 21h

Domingos: 19h30

Local: Teatro

Plateia sentada: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Classificação: 16 anos

Duração do espetáculo: 90 minutos

Texto: Marcelo Rubnes e Direção de Fernando Gomes

Projeto “Som na Gávea”, com os músicos Alamo Leal e Flávio Guimarães

O projeto musical “Som na Gávea”, do Sesc Casa da Gávea, apresenta, dia 8 de abril, Alamo Leal e Flávio Guimarães. Eles lançam o CD “Ain’t no Strangers Here”, um duo acústico dedicado ao blues de raiz. Ambos cantam músicas de Charlie Patton (Moon Goin’ Down), Robert Johnson (Come on in my Kitchen), Jimmy Reed (Big Boss Man) e Willie Dixon (My Baby), que fazem parte do repertório. Além disso, os músicos tocam gaita e violão.

Flávio Guimarães já trabalhou com grandes nomes, como Cássia Eller e Luiz Melodia, e já lançou 21 CDs: 10 álbuns em sua carreira solo, e 11 com a banda Blues Etílicos.

Alamo Leal é um músico de blues que contruiu sua carreira na Europa, onde residiu por mais de 30 anos. Seu primeiro CD “Rythm Oil”, lançado pela “Armadillo-Records” foi escolhido o álbum do ano pela revista inglesa “Blueprint” em 1998.

O “Som na Gávea” é um projeto que visa promover shows quinzenais com músicos de renome na Casa da Gávea. Teca Figueiredo, cantora e produtora, criou o evento com a intenção de levar ao público shows com música de alta qualidade e tendo os ingressos num valor bem acessível.

 

Informações

NA SOM GÁVEA

Local: Sesc Casa da Gávea

Endereço: Praça Santos Dummont, 116 – Gávea – Tel. (021) 2239-3511

Data: 08 de Abril – Terça-feira – Quinzenalmente

Horário: 21h

Valor: R$ 20,00

Classificação: 10 anos

Capacidade: 80 lugares

 

 

Pinóquio, no Imperator

Estreia dia 5 de abril a montagem “Pinóquio”, no Centro Cultural João Nogueira (Imperator). A peça é baseada na história original “As aventuras de Pinocchio”, de Carlo Collodi, e tem a intenção de mostrar a influência negativa da mentira para as crianças. O espetáculo conta com músicas de Elton John na trilha sonora.

A temporada vai até o dia 27 de abril, e custa R$ 30,00. As apresentações são aos sábados e domingos, às 16h.

Todos os musicais em um só – Eu fui!

Já tiveram a experiência de 90 minutos ouvindo canções de Chico Buarque? Eu tive! Aliás, mais que isso. O espetáculo teatral “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos” , da dupla Claudio Botelho e Charles Möeller, dura cerca de duas horas e faz um passeio por canções de musicais do artista. Dentre eles, “Morte e Vida Severina”, “Roda Viva”, “O Grande Circo Místico”, entre outros.

Além de Chico, a inspiração do musical é o espetáculo inglês “Todas as Peças de Shakespeare em 97 minutos”, do grupo ‘The Shakespeare Reduced Company’, no qual misturam enredos e personagens de William Shakespeare. Na adaptação brasileira, uma companhia mambembe de teatro – liderada por um casal de artistas, Carlos (Claudio Botelho) e Dora (Soraya Ravenle) – viaja apresentando seus espetáculos ‘pelo mundo’. Enquanto isso, acontecem amores, ciúmes, intrigas. Sem deixar muito claro se a turnê ocorre apenas em devaneios de Carlos, atormentado por uma perda de memória.

Mambembe também pode parecer a minha opinião a respeito do cenário e do figurino (rs). O visual austero da cenografia destoa da maior parte do que conhecemos da obra de Chico Buarque. É  formado por partes fixas com linhas ortogonais direcionando o olhar especificamente para o centro do palco. Há também partes móveis com diagonais que, vez por outra, são deslocadas pelos atores e dá a ideia de movimento e remetem a algumas manifestações de estilos arquitetônicos.

Um elemento cenográfico que muito me chamou a atenção foi uma escada de metal colocada no centro do palco na canção “Pedaço de Mim”. Os personagens se movimentavam com lanternas. A soma da iluminação manual com a escada, me pareceram desencontradas em relação aos versos melancólicos entoados pelos artistas.

A brasilidade, tão presente em suas músicas, também não é muito representada no figurino. Confuso e, se não fosse o fato da companhia liderada por Carlos (Botelho) se autodefinir mambembe poderia ser um ponto negativo. Contudo, não chega a comprometer o musical.

Excelentes cantores, muitos já conhecidos de outros musicais, cumprem muito bem seus papeis e emocionam o público. Eles são Soraya Ravenle, como Dora, “A Primeira Dama”; Claudio Botelho vive Carlos, “O Dono da Companhia”; Estrela Blanco, Rita, “A Mocinha”; Felipe Tavolaro é Dito, “O Galã”; Davi Guilherme; Lilian Valeska interpreta Lea, “A Cartomante”; Renata Celidonio é Lia, “A Cigana; e Malu Rodrigues, Margarida.

Muitos dos sucessos da trajetória de Chico são representadas. Inclusive em situações inusitadas, como o dueto em “O meu amor”,  cantada por Tavolaro e Guilherme, música conhecida por interpretações femininas. Em “Ciranda da bailarina”, o elenco se fantasia de bebês e cantam como tais, em imitações perfeitas e divertidíssimas. “Geni e o Zepelin” foi praticamente declamada por Botelho. O restante dos atores mostrava placas, cada um com uma palavra da letra da música. E iam trocando conforme a canção evoluía.

Com arranjos muito bons e remodelados, os “90 minutos” de peça mostram em um espetáculo atemporal que Chico continua ‘paratodos’, sua obra gravada feito tatuagem, contemporâneo, cotidiano, um eterno encantador do meu suburbano coração.

 

“Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 minutos” segue em cartaz no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea, até o dia 27 de abril.