“Suor Angelica”, com ingressos a 1 real

Integrante do repertório de grandes divas operísticas, Senza Mamma é uma das árias mais conhecidas de Suor Angelica, de Giacomo Puccini, que será apresentada em sua versão completa por solistas do Coro do TM no Projeto Domingo no Municipal com ingressos a R$ 1,00, no dia 17 de agosto, às 11h. A Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro – vinculada à Secretaria de Estado de Cultura – leva ao palco um elenco totalmente feminino, caracterizado com figurinos e integrado pelas sopranos Marianna Lima, Gisele Diniz, Eliane Lavigne, Márcia Brandão e Eleonora Reys, as mezzo-soprani Vivian Delfini, Hellen Maximiano, Katya Kazzaz e Beatriz Simões e os contraltos Daniela Mesquita, Andressa Inácio e Rejane Ruas acompanhadas ao piano por Eliara Puggina e ao órgão por Cláudio Ávila. O diretor teatral Rubens Lima Junior assina a encenação, o Maestro Jésus Figueiredo responde pela direção musical e Bruno Furlanetto faz a direção geral deste programa que também é apresentado no Projeto Ópera do Meio-Dia, às quartas-feiras, dias 13, 20 e 27 de agosto e também nos dias 03, 17 e 24 de setembro.

Com excelente receptividade, as três primeiras edições deste projeto – O Elixir do Amor (abril e Maio), La Cenerentola (junho) e As Bodas de Fígaro (julho) – tiveram lotação esgotada. Estão previstas outras duas temporadas neste segundo semestre de 2014, com João e Maria, de Humperdinck (outubro); e Amahl e os Visitantes da Noite, de Menotti (dezembro). O projeto Ópera do Meio-Dia tem a finalidade de divulgar esta forma de arte e oferecer uma opção de lazer a quem trabalha no Centro durante a pausa para descanso. Além disso, é uma oportunidade aos integrantes do Coro atuarem em solo ao público.

Sobre a ópera
A trama, que tem libreto de Giovacchino Forzano é ambientada em um convento na Toscana, no fim do século XVII, e conta a história da jovem Angelica, que é mandada pela família para vida religiosa depois que teve um filho fora do casamento, fato imperdoável para a sociedade naquela época.

Suor Angelica é integrante de um programa que reúne três óperas de um ato, cada, chamado de Il Trittico – no qual também estão Il Tabarro e Gianni Schicchi – que estreou em dezembro de 1918 no Metropolitan, em New York. A ideia de combinar uma reunião de óperas de um ato num único espetáculo tinha povoado os pensamentos de Puccini ao longo de toda a sua carreira, mas seu editor, Giulio Ricordi, discordava do projeto. Após a morte deste, Puccini começou a compor Il Tabarro, extraído de uma peça que havia assistido em 1912 em Paris. A obra ficou pronta em 1916, mas ele ainda não tinha em mente quais seriam as outras duas partes, até que em 1917, o dramaturgo Giovacchino Forzano lhe ofereceu o libreto de um ato passado num convento, Suor Angelica. Na sequência, forneceu outro texto com tema cômico intitulado Gianni Schicchi. Prontamente aceitos, as duas óperas foram finalizadas no início de 1918 e as três estreadas em dezembro do mesmo ano. O Rio de Janeiro foi a 4ª cidade do mundo a ouvir Il Trittico.

O Trittico completo caiu em desuso logo após sua estreia. Somente Gianni Schicchi foi reconhecido, de imediato, como uma obra-prima, e ficou no repertório mundial, sempre combinado com outra ópera de curta duração. Suor Angelica, considerada o patinho feio do trítico, seguiu abandonada pelos teatros. Nos últimos 20 anos, no entanto, voltou com força total ao repertório dos grandes teatros, agora reconhecida como uma obra-prima, não só à altura do Schicchi, mas dentro do cânon pucciniano.

Sinopse
As freiras acabam suas preces e, alegremente, saem para os seus afazeres, enquanto Angelica tenta disfarçar sua infelicidade pelos sete anos que está no convento e nos quais não teve notícias de sua família. Logo a abadessa anuncia que sua tia, a princesa, chegou para visitá-la. Introduzida, Angelica fica chocada com a atitude gélida com que é tratada pela tia. Da conversa ficamos sabendo que Angelica foi posta no convento pela sua família como castigo de ter tido um filho ilegítimo. A princesa vem exigir-lhe que abra mão de sua herança em favor de sua irmã menor que iria se casar. Angelica pede piedade, mas sua tia, friamente, informa-lhe que seu filho morreu e sai. Sozinha, chora desesperada, desejando que sua infelicidade tenha um fim e que possa juntar-se ao filho no céu (Senza Mamma). As freiras aliam-se a ela numa prece à Virgem Maria. Deixada isolada, bebe um veneno, enquanto canta um alegre adeus à vida. Sua paz, todavia, é quebrada pela realização que, tendo se matado, está amaldiçoada e ficará eternamente separada do filho. Reza desesperadamente à Madonna. As vozes dos anjos se unem à sua oração e a própria Madonna aparece, trazendo a criança que conduzirá sua mãe ao paraíso.

 
SERVIÇO
DOMINGO NO MUNICIPAL**
SUOR ANGELICA      
Música: : Giacomo Puccini
Libreto: Giovacchino Forzano
Solistas
Suor Angelica – Marianna Lima,  soprano
La Zia Principessa – Daniela Mesquita, contralto
Suor Genovieffa – Gisele Diniz, soprano
La Prima Sorella Cercatrice – Eliane Lavigne, soprano
Suor Dolcina / Una Conversa – Márcia Brandão, soprano
La Badessa – Andressa Inácio, contralto
La Suora Zelatrice – Vivian Delfini, mezzo-soprano
La Suora Infermiera – Hellen Maximiano, mezzo-soprano
La Maestra Delle Novizie – Rejane Ruas, contralto
Suor Osmina / Seconda Novizia – Eleonora Reys, soprano
La Seconda Sorella Cercatrice / Seconda Conversa – Katya Kazzaz, mezzo-soprano
Una Novizia –  Beatriz Simões, mezzo-soprano
Piano – Eliara Puggina
Órgão e Regência Interna – Cláudio Ávila
Direção Musical: Jésus Figueiredo
Direção Cênica: Rubens Lima Junior
Direção Geral: Bruno Furlanetto

Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Praça Floriano, s/nº – Centro
Dia 17 de agosto, às 11h
Capacidade: 2.244 lugares
Ingressos populares: R$ 1,00* em todos os lugares
Classificação etária: Livre
Duração: 60 minutos
Informações: (21) 2332-9191
(*) Vendas somente no dia da apresentação, diretamente na entrada principal do Theatro Municipal, a partir das 10h.
(**) Vale lembrar que, mesmo na sessão matinal, não é permitida a entrada de pessoas trajando bermuda, short, top, camiseta sem manga e chinelos, exceto crianças até 10 anos.

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“Zarak Show”, no Teatro Dulcina

A terceira semana da ocupação Dulcinavista segue agitada. Nos próximos dias 16 e 17 de agosto (sábado e domingo), o projeto terá apresentações de “Zarak Show”, espetáculo do Circo Dux que faz uma homenagem à tradição circense. Com números de mágica, faquismo e malabares, a comédia conta com os atores Lucas Moreira e Fabício Dorneles e tem direção de Marcio Libar.

Desenvolvido pelo Galpão Gamboa, o projeto Dulcinavista conta com quatro meses de programação, que inclui espetáculos para o público adulto e infantil. A direção artística é de Marco Nanini e Fernando Libonati e curadoria de César Augusto.

ZARAK SHOW
Em cena, os atores dão vida a Darius Kidrick e Ygor, dois irmãos gêmeos idênticos e siameses que recebem uma importante missão: realizar a turnê mundial do Zarak Show. No palco realizados números de Malabares (bolas e facas), Faquirismo (Cama de pregos), Ilusionismo, palhaçaria e outros.

Para contar a história, a encenação buscou inspiração na estética dos circos tradicionais de lona. Os elementos presentes na peça, como figurinos, cenários, adereços, iluminação e música foram construídos e escolhidos para trazer ao ambiente da sala de teatro e ao espectador a atmosfera desses circos antigos, de extensa tradição familiar.

 
Ficha técnica
Realização: Circo Dux
Texto: Larissa Câmara
Direção: Marcio Libar
Elenco: Circo Dux (Lucas Moreira e Fabricio Dorneles)
Sonoplastia e trilha sonora: Circo Dux
Direção de arte: Raquel Theo
Desenho de luz: Guiga e André Luis Alvim
Duração: 50 min
Classificação: Livre

Serviço
Datas: 16 e 17 de agosto (sábado e domingo)
Local: Teatro Dulcina
Capacidade: 300 lugares
Endereço: Rua Alcindo Guanabara, 17 – Centro
Telefone: (21) 2240-4879
Horários: 16 horas
Ingressos: R$ 10 (inteira)/R$ 5 (meia)
Bilheteria: de quarta a domingo, das 14h às 19h
Site: http://www.dulcinavista.com.br

O bairro do Grajaú celebra 100 anos

O bairro do Grajaú completa 100 anos no dia 15 de agosto recebendo a terceira edição do projeto Parabéns – Encantos do Rio, contemplado pelo Edital de Fomento da Secretaria de Cultura da Cidade. A atração gratuita, comandada pelos Irmãos Intrépidos Alberto Magalhães e Dalmo Cordeiro e participação de Bruno Carneiro, acontece na Praça Edmundo Rego, sábado (16) a partir das 11h.

Para dar início às festividades, os palhaços Lelé, Pancada e Biruta percorrem todos os cantos da praça, ao som de marchinhas, convocando a criançada para o espetáculo. Lelé, munido de um megafone, consegue entreter os espectadores com jargões tradicionais do circo: ‘Hoje tem marmelada, hoje tem goiabada, hoje tem palhaçada’. Biruta e Pancada acompanham o cortejo cantando e tocando bumbo em uma divertida
interação com os moradores do bairro.

Após essa brincadeira, já com a plateia reunida, o trio sobe ao palco para dar início à apresentação. No repertório, seguindo a linguagem clássica do circo, esquetes cômicos com números acrobáticos de destreza física e muito equilíbrio. Em uma das cenas o trio forma uma pirâmide humana. Não irão faltar também as performances de mágicas, malabarismos, monociclo, contorcionismo e música ao vivo. O ator Bruno Carneiro mostra ao público um trecho do espetáculo ‘Tempo, um monólogo de circo’, um solo circense com acrobacia, contorcionismo e trapézio.

“A nossa ideia é promover uma interação entre os moradores do bairro através de uma celebração de aniversário diferente, com números circenses variados e música”, destaca Dalmo Cordeiro, um dos diretores dos Irmãos Intrépidos.

Parabéns – Encantos do Rio é um projeto que tem como proposta celebrar o aniversário de alguns bairros do Rio de janeiro levando atrações gratuitas aos seus moradores.  Ipanema e Madureira foram os primeiros a receber esta homenagem.

Serviço:
Parabéns – Encantos do Rio
100 anos do bairro Grajaú
Atração: Irmãos Intrépidos – participação: Bruno Carneiro
Quando: 16 de agosto de 2014
Local: Praça Edmundo Rego – Grajaú.
Dia: Sábado
Hora: 11h
Faixa Etária: Livre
*Palhaços
Lelé (Alberto Magalhães)
Biruta (Dalmo Cordeiro)
Pancada (Bruno Carneiro)
** Em caso de chuva o evento será transferido para domingo (17) às 11h.

Acervo Digital do Violão Brasileiro

Guinga, Marco Pereira, Marcello Gonçalves, Marcus Tardelli, Caio Cezar e Fabiano Borges dividem o mesmo palco em recital no Rio. Um painel formado por seis entre os mais representativos violonistas da atualidade será mostrado no show de lançamento do projeto Acervo Digital do Violão Brasileiro, que ocorre no Teatro Rival Petrobras, no dia 14 de agosto. O espetáculo homenageia os 130 anos de nascimento de João Pernambuco (1883-1947), considerado o primeiro grande compositor de violão solo do país. A programação reúne no mesmo palco os virtuoses Caio Cezar, Marcus Tardelli, Guinga, Marco Pereira, Marcello Gonçalves e Fabiano Borges, com direção musical de Alessandro Soares.

Antes do recital, haverá breve exposição sobre o acervo digital, que pretende reunir o mais completo acervo sobre violão brasileiro, com acesso gratuito. Contemplado pelo PROGRAMA PETROBRAS CULTURAL 2012, o portal é composto de dicionário de violonistas, rádio digital, discografia, biblioteca, videoteca, banco de imagens, agenda de shows, blog e linha do tempo.

O Show
O violonista Marcello Gonçalves é o primeiro a subir ao palco, interpretando temas que ampliam o repertório do violão 7 cordas solo. Mais conhecido por integrar o Trio Madeira Brasil e o grupo Rabo de Lagartixa, Gonçalves desenvolve sonoridade singular nos graves do vioão, com arranjos especiais de músicas compostas originalmente para outros instrumentos, a exemplo de Oia Eu Aqui de Novo (baião de Antônio Barros, que fez sucesso com Luiz Gonzaga e composta orginalmente para sanfona), além de Correnteza (Luiz Bonfá e Tom Jobim) e Formosa (Baden Powell e Vinícius).

Em seguida, Caio Cezar interpreta os temas autorais Violado e Quipapá Maraial e relembra temas do seu primeiro disco, dedicado a João Pernambuco, e de Canhoto da Paraíba. A obra do compositor paraibano foi resgatado no CD Saudades de Princesa, com Caio Cezar à frente do Trio de Câmara Brasileiro, e que rendeu o Prêmio Música Brasileira na categoria instrumental em 2011.

Terceira atração do show, Guinga apresenta músicas inéditas em disco, como Roendo Pinho e Anjo de Candura, além de Passos e Assovio, feito em parceria de Paulo Cesar Pinheiro. Consagrado na Europa, o violonista carioca vem recebendo elogios também de grandes jazzistas norte-americanos e recentemente fez show em duo com o lendário saxofonista David Liebman e a cantora Esperanza Spalding.

Por sua vez, Marcus Tardell mostra arranjos originais sobre os temas Valsa de Euridice (Vinicius de Moraes), Zanzando em Copacabana (Radames Gnattali) e Bebê (Hermeto Pascoal), utilizando sua técnica revolucionária do polegar esquerdo utilizado na frente do braço do violão. Tardelli também impressiona ao criar harmonias singulares por meio do uso de pestanas ao contrário, ou seja, com a parte frontal do dedo esquerdo. São recursos técnicos que permitem maior amplitude na criação de acordes e riqueza sonora nunca antes observada em violão solo.

Nos momento finais do show, Fabiano Borges interpreta o clássico Pedacinho do Céu (Waldir Azevedo) e Camino a Santiago, de sua autoria, fortemente influenciada pela música andina e latinoamericana, misturada ao choro e seu violão 7 cordas. No encerramento, Marco Pereira fará uma suíte com temas de Baden Powell e Ary Barroso, marcado pelo virtuosismo e pelos improvisos característicos do seu estilo. A produção e iluminação do espetáculo são de Patrícia Ferraz.

O portal
O Acervo Digital do Violão Brasileiro busca reunir o mais completo conjunto de documentos e informações sobre o instrumento, com acesso gratuito e dirigido a todos os públicos. Contemplado pelo Programa Petrobras Cultural 2012, o portal cataloga, resgata, analisa, lança novidades editoriais e fonográficas e divulga a obra de compositores e intérpretes.

O portal é formado por biblioteca, discoteca, videoteca, banco de partituras, galeria de fotos, linha do tempo, blog, agenda de shows, rádio digital sobre violão e um dicionário de verbetes biográficos. É o primeiro no gênero produzido no país.

Os textos são autorais e atualizados a partir de exaustiva pesquisa, abrangendo violonistas dos mais variados estilos, épocas e regiões, com biografia, musicografia, fotos inéditas, dicas de partituras e playlist de vídeos disponíveis na internet. O dicionário também tira do anonimato dezenas de artistas que, apesar da grande importância que exerceram na história do violão no Brasil, até agora nunca tinham sido revelados em verbete.

Equipe – O projeto é dirigido e idealizado pelo jornalista e pesquisador musical Alessandro Soares, que estuda a história do violão há cerca de 15 anos e já desenvolveu projetos sobre o tema, a exemplo do festival de violão Acordes do Rádio e o livro Violões do Nordeste, que será lançado em 2015. O portal foi concebido em parceria com o pianista e pesquisador Alexandre Dias, co-idealizador deste portal e com vasta experiência em acervos digitais, como os de Ernesto Nazareth, Chiquinha Gonzaga e de Marcello Tupynambá.

A equipe de pesquisadores inclui o violonista, compositor e biógrafo Jorge Mello – autor dos livros “Gente Humilde: Vida e Música de Garoto” e “Caminhos Cruzados: A Vida e a Música de Newton Mendonça”, este último em parceria com Marcelo Camara. Outro pesquisador do projeto é o virtuose, professor e doutor em violão Gilson Antunes, biógrafo de Américo Jacomino (Canhoto). O violonista e cavaquinista Carlos Chaves, integrante do Maogani, é o revisor geral das partituras.

De acordo com Alessandro Soares, todo este trabalho representa uma maneira de registrar e lançar o que há de mais novo no cenário do violão. “Neste sentido, o acervo cuidará não apenas de preservar documentos e pesquisar a história do instrumento. Vamos também criar um ambiente propício à produção atual”.

Serviço:

Show de lançamento do Acervo Digital do Violão Brasileiro
Atrações: Marcello Gonçalves, Caio Cezar, Marcus Tardelli, Guinga, Fabiano Borges e Marco Pereira
Teatro Rival Petrobras
Dia 14 de agosto, quinta-feira, às 19h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia
Preço:
Setor A / Setor B / Mezanino
R$ 20 (Inteira)
R$ 10 (Meia entrada para estudantes, idosos e professores da rede municipal)
Classificação: 16 anos
Capacidade: 458 lugares

Cassino dos Gatunos – Vem Karaokê

Nota do Palco: Estivemos lá na primeira edição do evento. Clique e confira!

O projeto “Cassino dos Gatunos – Vem Karaokê” chega à quarta edição no dia 13 de agosto, quarta-feira, e cumpre o prometido: virar point da diversão no pós-expediente, no Centro do Rio.  O programa é perfeito para quem sonha em pisar num palco de verdade e soltar a voz, com acompanhamento de uma grande banda tocando clássicos de vários gêneros: rock, brega, romântico, MPB, além de sucessos internacionais. Quem se aventurar no microfone vai receber recadinhos sobre suas performances exibidos no telão.

“A ideia é reunir pessoas, pós-expediente, com muita diversão e irreverência, num clima bem intimista, assim como sempre foi o Rival”, empolga-se Ângela Leal.  A empolgação, aliás, foi a mesma da cantora Rosanah, madrinha do projeto, ao fim da primeira edição: “Quero participar sempre! Me chama que venho correndo. Adorei a energia da banda e a interação com o público.  Andre Gabeh é o convidado especial no próximo dia 13.

O evento acontece uma vez por mês, às quartas-feiras, a partir das 18h30, estilo happy hour. Como muita gente quer aproveitar a oportunidade de se apresentar no tradicional palco do Rival, é bom ficar esperto, chegar cedo e colocar o nome na lista para cantar, porque as inscrições são limitadas.

Há três anos na estrada, a banda Gatunos do Rocha é formada pelos atores Anna Markun (integrante do reality show “A Fazenda 4” da Rede Record), Mario Hermeto (“Avenida Brasil” e “Amor à vida”, da Rede Globo), Rodrigo Candelot (o Coronel Formoso do filme “Tropa de Elite 2”) e pelos músicos D’Alessandro Mangueira, Felipe Magalhães e Marcos de Oliveira. E, se na estreia a banda recebeu o ator André Ramiro (do filme “Tropa de elite”), o convidado especial na terceira edição será surpresa.

E tem mais: quem se arrisca participando do karaokê leva para casa a lembrança de seu desempenho com o microfone e aparece nas redes sociais do teatro. Todas as performances são gravadas e disponibilizadas no YouTube no dia seguinte do evento. Para ficar por dentro de tudo tudo, é só acessar o site do teatro: http://www.rivalpetrobras.com.br/. Além disso, os três melhores candidatos ganham prêmios, como convites para shows na casa, camisetas, kits e vales para tratamentos de beleza.

Na abertura do evento, a banda Gatunos do Rocha conduz o Karaokê com um pocket-show de cinco músicas para descontrair e criar o clima para as apresentações da plateia.  A banda comanda a noite com humor, descontração e interação, encorajando até mesmo o mais tímido a mostrar seu talento, realizar sonho ou, quem sabe, tornar-se um novo pop star.

Um “cardápio musical” com diversos sucessos fica disponível nas mesas para a escolha dos candidatos. Já as letras de todas as músicas ficam numa pasta no palco para que ninguém precise se preocupar em decorar.

A evento já virou point dos amantes da música. Afinal de contas, nas edições passadas atraiu muito cantores profissionais, mostrando que o Rio de Janeiro está sem espaço para esses talentos, como foi de Nancy Alves, de 67 anos, que abalou as estruturas do palco cantando “Malandragem”, de Cássia Eller.  “Achei o projeto maravilhoso!  Cantar acompanhando de banda é um ótimo exercício para o cantor profissional que está sem trabalho”, declarou a vencedora da noite.  Mas o evento não é só para cantores soltarem a voz; serve também para reunir os amigos, como disse a frequentadora Cristina Barbosa, de 26 anos, que esteve na estreia com colegas de trabalho: “Achei sensacional a ideia. Gosto de cantar, mas tenho muita vergonha. Os amigos me incentivaram e subi com a cara e a coragem. Acho que a banda dá confiança para cantar. Com a ajuda dela, acho que fui bem”.

No primeiro “Cassino dos Gatunos – Vem Karaokê” no Rival, a atriz e dona do teatro Ângela Leal não subiu para cantar, mas acompanhou tudo ao vivo e pelas redes sociais.  Twittou direto na página da banda Gatunos do Rocha e revelou: “Estou me divertindo muito. Foi bem como imaginei, irreverente como o Rival sempre foi”. Vale destacar que a ideia de inovar com um Karaokê no palco do Rival foi da própria empresária.
PREMIAÇÃO
As três melhores apresentações serão premiadas com os seguintes itens:
Primeiro  Lugar
·        2 cortesias para show da programação da casa
·         Vale Wanda K Coiffeur  (salão de beleza)
·         Kit Granfino
·         Camiseta Gatunos do Rocha
Segundo Lugar
·         Vale Wanda K Coiffeur  (salão de beleza)
·         Kit Granfino
·         Camiseta Gatunos do Rocha
Terceiro Lugar
·         Kit Granfino
·         Camiseta Gatunos do Rocha

 
SERVIÇO:

Cassino dos Gatunos – Vem Karaokê –  convidado especial André Gabeh
Teatro Rival Petrobras
Dia 13, quarta-feira, a partir das 18h30
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia – Tel: 2240-4469
Abertura da casa: 18h30
Início do Karaokê: 19h30 (inscrições para cantar limitadas)
Término do Karaokê: 21h30
Transmissão ao vivo dos jogos da rodada
VALORES:
R$ 40 (inteira)
R$ 20 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)
R$ 20 (Estudante/Idoso/Professor da rede municipal)
Classificação: 16 anos
Capacidade: 458 lugares

Espetáculo “O Destino das Flores”

O Destino das Flores, espetáculo franco-brasileiro idealizado pelo grupo carioca Circondríacos e dirigido por Raquel Rache, co-diretora artística do grupo francês CREAC – ARCHAOS, conta a história de um escritor que, atormentado pelo trabalho e suas ideias, tranca-se em seu escritório e se isola do mundo. Imerso em suas obras e ao processo criativo, ele começa a confundir realidade com imaginação dando vida aos personagens de seu subconsciente.

“É um espetáculo que fala da vida, da intimidade e de muitas coisas que não queremos falar na frente de todos, permitindo ao espectador ser testemunha do intimo de um escritor e de seus personagens, desejos e fantasias, como se de repente pudéssemos ler os pensamentos de alguém”, revela Raquel Rache.

A montagem, produzida em parceria com a Escola Nacional de Circo do Rio de Janeiro e o grupo francês CREAC – ARCHAOS, leva ao palco a arte circense a serviço da dramaturgia através de três atores que exploram o corpo como linguagem, fazendo uso de acrobacias, trapézios e contorcionismos no desenrolar da trama, e revelando ao público um circo contemporâneo voltado para as questões adultas. O drama deste escritor leva à tona conflitos ligados à sexualidade, amor, relações de poder, preconceito e princípios éticos.

O Destino das Flores estreou em 2012 durante a programação do segundo maior festival de circo da França, o 13º Festival du Cirque Janvier Dans les Étoiles, e tem por finalidade não só sensibilizar a plateia através de um texto carregado de emoção e leve comicidade, mas também mostrar outras possibilidades do circo que ainda tem sua imagem fortemente ligada ao universo infantil.

Serviço:        
Espetáculo: O Destino das Flores
Gênero: Drama – circo.

Local: Arena Carioca Dicró
Dia 17 de agosto
Domingo
Hora: às 19h
Endereço: Parque Ary Barroso, Penha. (Entrada pela Rua Flora Lobo)
Telefone: 3486-7643
Valor: Gratuito
Faixa etária: 16 anos.
Duração: 60min
Ficha Técnica
Elenco: Bruno Carneiro, Guilherme Mouro e Patrícia de Sousa
Direção: Raquel Rache
Roteiro: Bruno Carneiro

Rio Música Contemporânea, no Imperator

O projeto Rio Música Contemporânea, que estreia no dia 14 de agosto, no palco do Imperator, é quase autoexplicativo: a música que se faz hoje na cidade é o foco do recorte proposto. Encabeçado pela reunião de cinco produtores culturais (Bernardo Mattos, Julianna Sá, Rick Yates, Thiago Vedova e Qinho), o projeto, porém, não pretende se restringir ao que é comumente apontado como a “nova cena carioca”. A proposta vai além e prevê trocas horizontais entre artistas que fazem parte da produção contemporânea da cidade.
Esse panorama se configura em um único show, que na estreia levará ao palco a cantora Mart’nália, as bandas Tono e Séculos Apaixonados, MC Sant e o cantor, compositor e produtor cultural Qinho, que assina a direção artística do projeto, à medida que conduz essa rede.
Além do show, o projeto conta ainda com discotecagem antes das apresentações (A partir das 20h). Para essa edição o Dj Rajão (Leão Etíope) comanda o som. Depois, os cinco artistas que vão compor a estreia oficial do projeto se revezarão no palco interpretando canções autorais e promovendo duetos, enquanto uma banda base conduz a parte instrumental, numa amostra da mais recente produção musical do Rio.

SERVIÇO:
RIO MÚSICA CONTEMPORÂNEA
DATA: 14/08
LOCAL: IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA
http://www.imperator.art.br
ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
HORÁRIO: Quinta-feira, às 21h
INGRESSOS: Plateia sentada e pista – R$ 10 (inteira) / R$ 5 (meia)
CLASSIFICAÇÃO: 16 anos
VENDAS: INGRESSO.COM E BILHETERIA DA CASA
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA BILHETERIA: terças e quartas, das 13h às 20h; quintas e sextas, das 13h às 21h30; sábados, das 10h às 21h30; e domingos, das 10h às 19h30.
INFORMAÇÕES: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h)
FORMA DE PAGAMENTO PARA O SHOW: dinheiro e cartões Dinners, Master (débito e crédito), Visa (débito e crédito)