Terça, dia 12, Joyce Cândido comemora 10 anos de carreira

No repertório do espetáculo, estão presentes canções dos álbuns “Panapaná”, “O bom e velho samba novo”, ” O que sinto”, ” Imaginidade”, além do single “Fino trato”, que dá nome ao seu mais recente show. Alceu Maia e Rildo Hora, que já dirigiram shows da cantora, fazem participação especial ao lado de Carlinhos de Jesus, com quem Joyce dança em seu DVD. A cantora e violonista Badi Assad, referência musical da vanguarda paulistana, os cantores/compositores Toninho Geraes e Fabiano Salek fazem duetos com Joyce, que também toca piano no show. Convida amigos como Wilsinho Soler, cavaquinista de Londrina quem a levou para cantar pela primeira vez numa roda de samba; Guilherme Sá, cavaquinista carioca, com quem tem várias composições; e Léo Bento, seu parceiro no projeto de música para crianças. Compositores como Leandro Fregonesi, Roberto Pontes, Edu Krieger e Deivid Domênico têm músicas inéditas interpretadas por Joyce neste show.

Trajetória

Joyce Cândido vem ganhando prestígio no cenário das cantoras da nova geração. Lançou seu primeiro álbum, Panapaná, em 2006, em Londrina. Em seguida, muda-se para Nova Iorque, onde reside por três anos, estudando na Broadway Dance Center e cantando no circuito de bares novaiorquinos. Em 2010, ganhou o prêmio Press Award 2010 como Melhor Cantora Brasileira nos EUA, retornando ao Brasil no ano seguinte, lançando, pela Biscoito Fino, “O bom e velho samba novo”, produzido por Alceu Maia. O show de lançamento do CD teve direção de Bibi Ferreira.

Na cidade maravilhosa, sua carreira artística ganhou respaldo de Chico Buarque, quem a indicou para a Biscoito Fino; Beth Carvalho e Milton Nascimento, que prestigiaram seus shows; Toquinho, que a convida para seu show de 50 anos de carreira; Jorge Aragão, que a convida para a gravação de seu Sambabook; Bibi Ferreira, sua diretora e amiga; Marília Pêra, Zezé Motta, João Bosco, Elza Soares, Carlinhos de Jesus, Toninho Geraes, que participam de seus shows, entre outros tantos artistas que Joyce vem conquistando amizade, respeito e admiração.

Em 2013, o álbum “O bom e velho samba novo” ganhou versão DVD ao vivo, lançado pela Warner Music, com participações de João Bosco, Elza Soares, Toninho Geraes e Carlinhos de Jesus. Em 2015, lançou o EP ” O que sinto”, também pela Warner. Em 2017, Joyce estreou o espetáculo “Imaginidade”, lançando CD homônimo, seu quinto álbum, produzido de forma independente ao lado do compositor Léo Bento. Além disso, estreou o show  “Fino trato”,  no Circo Voador.

Joyce tem se apresentado em mundo afora: Midem (Cannes), Womex (Budapeste e Santiago de Compostela); projeto Novas Vozes do Brasil (Espanha); shows pela Alemanha, Itália, Portugal, França, República Tcheca, Hungria, Holanda e Canadá. Em 2017, foi convidada a ir ao Japão, pela primeira vez, onde recebeu o prêmio como Embaixadora da Música Brasileira no Mundo, Focus Brasil – Press Award.

Aos 34 anos, a cantora celebra dez anos de carreira, contando a partir do lançamento de seu primeiro CD. Sua a vida musical, porém, começou cedo, na pequena cidade do interior de São Paulo, Maracaí, onde iniciou seus estudos, tocando piano. Formou-se no Conservatório Carlos Gomes de Marília, (SP) e fez Faculdade de Música em Londrina, PR.

Serviço: 

Show Joyce Cândido 10 anos de carreira 
Local: Theatro Net Rio

Data : 12 de dezembro de 2017, terça-feira

Horário : 21h00

Lista amiga : producao@joycecandido.com
Ingressos: R$80,00 (plateia); R$60,00 (balcão)

Clientes NET e lista amiga pagam meia

Informações: (21) 2147-8060

Endereço:  Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro

Cinematerna apresenta “Assassinato No Expresso do Oriente”

O Shopping Metropolitano Barra realiza no dia 12/12, terça-feira, às 14h10, mais uma sessão CineMaterna especialmente para as mães levarem seus bebês de até 18 meses. O filme escolhido por meio de votação no site da Associação CineMaterna –www.cinematerna.com.br, foi “Assassinato No Expresso do Oriente”.

As sessões Cinematerna são programadas para levar entretenimento às mães no pós-parto, em um ambiente amigável para os bebês, com som e ar condicionado suaves, sala levemente iluminada e tapete emborrachado para que mães e crianças fiquem mais à vontade no chão. Há também trocadores disponíveis nas salas de cinema, equipados com fraldas, pomadas e lenços umedecidos – que podem ser usados gratuitamente – e um ‘estacionamento’ de carrinhos de bebês. Mães voluntárias recepcionam o público.

“Para as mães no pós-parto, não importa se é o primeiro ou o terceiro filho, este é sempre um momento especial e sensível. O CineMaterna conhece profundamente este universo e promove o retorno dessas mães à vida social, proporcionando entretenimento e cultura. No cinema, elas podem desfrutar de um momento de relaxamento e diversão”, conta Irene Nagashima, uma das fundadoras do CineMaterna.

Papais e acompanhantes são sempre bem-vindos nas sessões e não é preciso reservar lugar no cinema previamente. Basta chegar à bilheteria do Cinemark, no segundo piso do Shopping Metropolitano Barra, e adquirir o ingresso.

“O CineMaterna é também um espaço onde a mãe pode se reintegrar socialmente e conhecer outras mulheres no mesmo momento da vida para trocar experiências. Por isso nossa missão é tornar o CineMaterna acessível a cada vez mais mães, tornando o pós-parto mais leve por meio de um programa agradável junto com seus bebês”, conclui Taís Viana, co-idealizadora do CineMaterna.

Serviço:

Sessão CineMaterna

Local: Shopping Metropolitano Barra

Data: 12 de dezembro de 2017 (terça-feira)

Horário: 14h10

Endereço – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1.300 – Centro Metropolitano – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

O Shopping Metropolitano Barra foi inaugurado em dezembro de 2013 no Centro Metropolitano. O empreendimento é administrado pela CCP (Cyrela Commercial Properties) e tem  fluxo médio mensal de 650 mil pessoas. Com 202 lojas, o shopping reúne marcas renomadas, voltadas aos mais diferentes públicos: Zara, Zara Home, Centauro, Riachuelo, Renner, Alô Bebê, Lojas Americanas, Casas Bahia, Kalunga, Ri Happy, Camicado, Livraria Leitura, academia Bio Ritmo e os restaurantes Outback, Balada Mix, Delírio Tropical, Benkei Asiático e Gula Gula. Além desses, há diversas satélites conceituadas, como Vivara, Mr. Cat, Maria Filó, Enjoy, Zinzane, Arezzo, Via Mia, Aquamar, L’Occitane En Provence, L’Occitane Au Brèsil, Alphabeto, CVC, O Boticário, Clube Melissa, Scala, Hering e Hering Kids, Hope, Outer, Armadillo, Wollner, Carmen Steffens  entre outras.

Sobre a CCP Shoppings

A CCP (Cyrela Commercial Properties S.A) é uma das principais empresas de desenvolvimento, aquisição, locação, venda e administração de imóveis comerciais do Brasil. Atualmente, tem em seu portfólio de shoppings oito empreendimentos no país, localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Pará. Somados, abrigam mais de 1,5 mil varejistas em ABL (Área Bruta Locável) total superior a 289 mil m², dados que colocam a CCP entre as maiores administradoras de shoppings do Brasil. Desenvolvidos dentro dos mais avançados padrões construtivos, esses empreendimentos se destacam pela arquitetura moderna e funcional, localização privilegiada, potencial de retorno e permanentes práticas de sustentabilidade relacionadas à segurança, saúde e meio ambiente.

“A vida de Galileu” no Maria Clara Machado

Um homem, que adorava observar o céu, desafiou a Igreja Católica e acabou enfrentando a Santa Inquisição. E para fugir da fogueira, teve que negar tudo aquilo em que acreditava. A história de Galileu Galilei ​pode ser assistida até o dia 17

de dezembro no palco do Teatro Municipal Maria Clara Machado, no Planetário da Gávea. Baseada no texto “A vida de Galileu” (Leben des Galilei, no título original em alemão), do dramaturgo Bertolt Brecht, a peça homônima ficou em cartaz por mais de um ano no Museu da Vida, da Fiocruz. Na montagem, dirigida por Daniel Herz e João Marcelo Pallotino, cabe a Roberto Rodrigues interpretar o cientista, enquanto oito atores se alternam em outros papéis.  Toda a trama se passa no século 17, mas podia ser nos dias de hoje.

“Naquela época, havia uma força retrógrada muito forte por parte da Igreja, que, por motivos de poder e motivos obscuros não estava aberta ao novo, à diferença. Diria que hoje a gente está vivendo um retrocesso muito grande. Nesse sentindo, essa montagem faz uma dupla leitura: a da época do Galileu e a da homenagem aos cientistas que foram expulsos da Fiocruz durante o regime militar. Mas ainda tem uma terceira camada: que a gente está vivendo hoje, de profundo retrocesso na cultura, no que diz respeito às conquistas que a sociedade obteve em relação à diversidade e às diferenças. É um momento bastante assustador e, infelizmente, o texto mostra-se profundamente atual”, compara Daniel Herz, que foi convidado pela Fiocruz para fazer a encenação do texto, no ano passado, por conta da celebração dos 30 anos da reintegração dos pesquisadores, que puderam retornar à Fiocruz após a injustiça que sofreram. Na época, o governo brasileiro cassou os direitos políticos e a aposentadoria de dez pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), que foram proibidos de entrar em seus laboratórios dentro da instituição.

Para homenageá-los, o espetáculo é entrecortado por depoimentos dos cientistas afastados. A ação se dá em um cenário propositalmente redondo.

“Essa circularidade é inspirada no próprio Galileu, com a ideia de mostrar que a Terra não está no centro do universo. A Terra está circulando, a vida está circulando, os valores estão circulando e o teatro também. O público se identifica com essa história, que tem uma dinâmica moderna, bem contemporânea e traz a ideia de você testemunhar os atores contando uma história, se revezando nos papeis”, defende Daniel.

Durante os ensaios, elenco e direção inseriram elementos para revitalizar a montagem e encaram o desafio de contar uma história não apenas para o público adulto, mas também para os jovens, já que muitos alunos de ensinos fundamental e médio assistiram à peça. Estudantes e professores da rede pública de ensino têm entrada gratuita garantida nas sessões do espetáculo.

“A ciência e o teatro precisam dos jovens: a juventude tem a mudança nos seus hormônios. Essa peça une arte e ciência e isso já vale a aventura de abrir o pano”, conclui Daniel.

A peça está sendo realizada com recursos adquiridos por meio de parcerias feitas com o uso da Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro. Esse projeto conta com patrocínio da Dataprev e do Grupo Seres.

Sinopse

Um homem, que adorava observar o céu, desafiou a Igreja Católica e acabou enfrentando a Santa Inquisição. Baseada no texto homônimo do dramaturgo Bertolt Brecht, a peça “A vida de Galileu” dialoga com os públicos jovem e adulto. Matemático, astrônomo e físico italiano nascido em 1564, Galileu, decidido a explorar aspectos desconhecidos do Universo, construiu um telescópio em 1609 com mais capacidade do que os que existiam à época. Manchas solares e os satélites de Júpiter são algumas de suas descobertas. Galileu defendeu a teoria heliocêntrica de Copérnico, segundo a qual o Sol é o centro do Universo e não a Terra, o que o fez ser perseguido pela Igreja Católica. Para fugir da fogueira, teve que negar aquilo em que acreditava.

A encenação associa a questão do autoritarismo com o episódio que ficou conhecido como Massacre de Manguinhos, quando dez cientistas da Fiocruz tiveram seus direitos políticos cassados e foram forçadamente aposentados durante a ditadura militar. Os cientistas foram proibidos de entrar em seus laboratórios e muitas de suas pesquisam foram paralisadas. Mais informações em https://portal.fiocruz.br/pt-br/content/cartilha-sobre-reintegracao-dos-pesquisadores-cassados]

Em 1970, o Governo Brasileiro decretou a cassação dos direitos políticos e a aposentadoria de dez pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz. Em 15 de agosto de 1986 …

“A peça discute a relação dos cientistas, enquanto intelectuais de uma sociedade, com a sustentação do autoritarismo ou da democracia e da liberdade. Além disso, aborda em muitas cenas porque o cientista deve se aproximar da população. É uma discussão em que a divulgação científica é peça central. Todos esses elementos estão bastante presentes na peça a partir dos dilemas que o próprio Galileu enfrenta”, esclarece Diego Vaz Bevilaqua, um dos idealizadores do projeto.

Ficha Técnica

A Vida de Galileu (de Bertolt Brecht)

Direção geral – Daniel Herz

Direção – Daniel Herz e João Marcelo Pallottino

Diretor assistente – Clarissa Kahane

Tradução – Roberto Schwarz

Adaptação do texto – Daniel Herz, Diego Vaz Bevilaqua, Letícia Guimarães e Wanda Hamilton

Elenco –  Andressa Lameu, Carol Santaroni, Diego de Abreu, Ingra da Rosa, Leandro Castilho, Letícia Guimarães, Pablo Paleologo, Roberto Rodrigues e Sérgio Kauffmann

Direção musical e música original – Leandro Castilho

Cenário – Fernando Mello da Costa

Figurino – Carla Ferraz

Luz – Aurélio de Simoni

Operação de luz – Lívia Ataíde

Operação de som – Rafael Silvestre

Operação de vídeo – Mariluci Nascimento

Direção de movimento – Janice Botelho
​Programação visual – Alana Moreira e Flávia Castro

Assessoria de imprensa: Haendel Gomes (COC/Museu da Vida), Sheila Gomes e Sara Paixão

Produção executiva – Fernanda Avellar e Mariluci Nascimento

Direção de produção – Geraldo Casadei

 

Serviço

Teatro Municipal Maria Clara Machado (dentro do Planetário da Gávea)

Temporada: de 1º a 17 de dezembro, sextas, sábados 21h e domingos, às 20h

Ingresso: Inteira R$20,00 Meia R$10,00 – Gratuidade para professores e alunos da rede pública de ensino

Classificação Indicativa: a partir de 10 anos

Duração: 75 minutos

Gênero: Drama

Endereço: Av. Padre Leonel Franca, 240 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ, 22451-000

Telefone: 2274 7722

E-mail institucional: teatromclaramachado.cultura@gmail.com

Horário de funcionamento: 14h às 22h

Rádio 94FM/Roquette Pinto estreia “Toca Aí”

Em janeiro de 2018, a programação da Rádio 94 FM / Roquette Pinto passará a contar com um programa instrumental de primeira qualidade! O comando estará por conta do bandolinista e compositor Hamilton de Holanda e do maestro, compositor, produtor e arranjador Nando Chagas. É o programa TOCA AÍ, em que a dupla receberá sempre um convidado.
Para lançar a novidade, a rádio 94FM abrirá seu auditório na próxima terça-feira, dia 12, às 16h, para o programa número zero da série TOCA AÍ.
Nando Chagas vai entrevistar Hamilton de Holanda, tendo o presidente da emissora, Fernando Ribeiro, como mestre de cerimônias. Jornalistas estão convidados a participar fazendo perguntas para os artistas, que já gravaram quatro programas, com a participações do violonista Guinga, do gaitista Gabriel Grossi, do baixista Michael Pipoquinha e do multi-instrumentista Arismar do Espírito Santo.
O programa TOCA AÍ vai estrear, pra valer, no dia 11 de janeiro de 2018. Ele será semanal, sempre às quintas-feiras, das 17h às 18h.
Os ouvintes também poderão participar da gravação do programa número zero. Para isso, é preciso que se inscrevam na página da rádio no Facebook: @94fmrio.
Serviço:
Gravação do TOCA AÍ, programa número zero
Dia 12 de dezembro de 2017, às 16h
Auditório da Rádio 94FM / Roquette Pinto
Endereço: Av. Erasmo Braga 118, 11º andar.
Jornalistas que quiserem participar da entrevista devem mandar e-mail para carlapaesleme@gmail.com.
Ouvintes podem se inscrever na página da rádio no Facebook: @94fmrio.

Banda Sinara na Festa Realmente Som 11 no Ganjah Lapa

A Festa Realmente Som, organizada por Luciano Strazzer, mudou de casa e agora está num dos points mais bacanas da cidade: o Ganjah Lapa. E chega arrebentando nesta Edição 11, no dia 12 de dezembro, terça, com shows da banda Sinara.

Depois de várias edições no Casarão floresta, com mais de 120 artistas, a Realmente Som, que mistura estilos em shows ao vivo de bandas independentes, chegou na edição passada (a 10) ao aconchegante Ganjah Lapa que abriga a cena cultural e musical independente da cidade, com arte urbana, bons shows, grafites, moda, exposições  e festas sensacionais. Sem falar na cerveja sempre gelada, comidinhas saborosas e preço honesto. 

Realmente Som foi criada pelo produtor e agitador cultural Luciano Strazzer com o objetivo de promover o encontro entre músicos, sejam eles de que lugar for, tendo o rock e a música brasileira como foco, mas aberto a todas as tribos e tendências. O projeto nasceu do reencontro da Banda Anjos de Vidro formada por Luciano Strazzer, idealizador e curador do projeto, que já segue seu caminho com dez edições com ingresso barato  e, se você gosta de ouvir, curtir boa música, fazer amigos e conhecer músicos, essa é a festa.

O produtor e “mago” das terapias alternativas, já aos 16 anos montou a banda Anjos de Vidro, que retornou agora aos palcos com disco novo no forno e agendas de shows de lançamentos, tendo feito sua reestreia já na edição 6 da festa e shows no áudio Rebel e Teatro Café Pequeno dentro do Festival Cena Carioca de Música Progressiva, atua como produtor colocando fé na miscelânea cultural. Para projetos futuros planeja, além dos shows, o novo disco da banda e muitas outras festas, a foto-biografia de seu pai, Carlos Augusto Strazzer (1945/1993) – um dos grandes atores brasileiros da década de 80 na TV, teatro e no cinema – que está sendo escrita juntamente com o jornalista e escritor Nelson Liano, programada para 2018 pela editora Sextante.

Conhecida por sua mistura de ritmos com criatividade e originalidade, a banda Sinara é formada por Luthuli Ayodele (vocalista), nascido e criado na Favela da Rocinha e autor da maioria das letras, o pernambucano Magno Brito (baixo), que traz sua formação acadêmica em música para agregar aos arranjos a riqueza da sua regionalidade e seu conhecimento musical, e Francisco Gadelha Gil (guitarra), João Gil (guitarra) e José Gil (bateria), que carregam no seu DNA o talento e a criatividade.

Em novembro de 2015, quando lançaram o EP “Sol”, a banda mostrou logo de cara talento e autenticidade, conquistando um contrato artístico com a gravadora Sony Music. Um ano mais tarde, depois de viajarem o país abrindo shows de grandes nomes da música nacional, como Skank, Natiruts, Paralamas do Sucesso, entre outros, a banda entrou em estúdio para gravar seu primeiro CD.  O novo disco do Sinara, “Menos é Mais” (cujo single “Sem Ar” esteve na trilha da novela Malhação), foi lançado no ano passado.

FESTA REALMENTE SOM 11

LocalGanjah Lapa (Rua do Rezende, 76 – Centro, Rio de Janeiro – RJ – Tel: 2224-4585)

Data – 12 de dezembro, terça

Horário – das 21h às 3h da manhã – show previsto para 22h30

Lotação –  120 pessoas

Ingressos Com nome na lista, via mural do evento: R$ 20,00 (nome colocado até às 21h30 do dia da festa)
Sem o nome na lista:  R$ 25,00

No bar aceita todos os tipos de cartão de crédito e débito

Espalhe para os amigos.  

Paço Imperial, no Rio de Janeiro, recebe pela primeira vez a exposição “A União Soviética através da câmera”

A exposição “A União Soviética através da câmera”, com curadoria de Luiz Gustavo Carvalho e Maria Vragova, é composta por obras de seis fotógrafos da antiga União Soviética, de diversas regiões deste “país fantasma”. Através do olhar de diferentes artistas de grande renome internacional, de formações e estéticas distintas, o público carioca poderá fazer uma viagem a uma cultura longínqua, conhecendo os seus habitantes e a história deste país. As fotografias retratam a vida cotidiana na Rússia pós-Stalinista, iniciando em 1956, ano em que Nikita Khruschev denuncia os crimes cometidos por Josef Stalin (morto em 1953) e, 1991, quando ocorre a dissolução da União Soviética.

Por meio de um registro visual da mais alta qualidade, além de mostrar a estética soviética da fotografia e a riqueza da escola russa e soviética de fotografia, são abordados diversos temas de grande importância histórica para o entendimento do regime soviético tais como educação, saúde, esporte, moda, juventude comunista, cultura, ciência e indústria. Assim, com o auxílio destes tópicos, a exposição pretende proporcionar ao espectador um entendimento profundo sobre a vida cotidiana na União Soviética durante estas quatro décadas, estética artística, documentando tais acontecimentos para a posteridade. Para retratar este ambiente, a curadoria da exposição selecionou obras de alguns dos mais importantes fotógrafos da ex-URSS: Vladimir Lagrange, Leonid Lazarev, Vladimir Bogdanov, Yuri Krivonossov, Victor Akhlomov e Antanas Sutkus.

Através da escolha de diferentes fotógrafos, a exposição pretende mostrar também a complexa relação entre o indivíduo e o Estado, apresentando cada um dos temas retratados por diferentes artistas, conseguindo penetrar no fino espaço deixado para a interpretação individual pela censura soviética. Desta forma, o espectador poderá observar a vasta nuance de olhares sobre o mesmo país, segundo a região retratada pelo artista, o posicionamento político e o grau de conformismo ou subversão de cada respectivo artista.

Os curadores explicam a linha da mostra: “Através do olhar de seis fotógrafos diferentes, a exposição propõe uma reflexão sobre a vida cotidiana deste “país fantasma”, do Degelo de Khruschev à Perestroika de Gorbatchev, assim como sobre o papel singular exercido pela fotografia na sociedade soviética pós-stalinista”.

Sobre os fotógrafos:

Leonid Lazarev nasceu em Moscou, em 1937. Depois de receber o Segundo prêmio no concurso internacional entre jovens e estudantes em 1957 decide dedicar à fotografia a sua vida. Em 1962 foi considerado um dos melhores fotógrafos do mundo pela «PhotographyYearBook» pela imprensa internacional. Ao longo dos anos, trabalhou com as princioais revistas e jornais da antiga União Soviética. Hoje o Leonid Lazarev continua trabalhando preparando o livro “Moscou de mil nacionalidades”.

Vladimir Lagrange nasceu em Moscou, em 1939 e é considerado um dos principais fotógrafos do país. Desde a sua primeira exposição internacional, realizada em Budapeste, em 1963, os seus trabalhos vêm conquistando renomados prêmios pela sua arte. Formado em jornalismo pela Universidade Lomonossov de Moscou, trabalhou como foto-jornalista, contribuindo durante vários anos com o jornal Pravda, assim como com jornais estrangeiros, como o Freie Welt. Vencedor do maior prêmio atribuído à fotografia na Rússia, “Olho Dourado”. As fotografias de Vladimir Lagrange integram as coleções de importantes centros de fotografia europeus.

Yuri Krivonossov nasceu em 1926 em Moscou. Ele participou na segunda guerra mundial, e depois da guerra trabalhou na revista Ogonek. A primeira foto dele publicada na revista Ogonek em 1953 era uma fotografia histórica que retratou o funeral do Iosef Stalin. Desde este momento histórico, o Yuri Krivonossov virou foto-jornalista. Os temas principais das suas reportagens são várias situações extremas. Entre os anos 1979-1988 ele trabalhou na revista “A foto soviética” aonde ele era chefe do departamento do fotojornalismo. A revista era a principal publicação do país dedicada à sociedade e à política, publicada em 21 línguas e distribuída em mais 130 países.

Victor Akhlomov nasceu em 1939. Ele foi um dos mais famosos foto jornalistas da antiga União Soviética e a Rússia atual. Ao longo da sua vida o Victor Akhlomov recebeu vários prêmios importantes, como o primeiro prêmio da União dos fotógrafos da Rússia. Victor Akhlomov recebeu 4 vezes o prêmio do «World Press Photo» e ele foi vencedor do maior prêmio atribuído à fotografia na Rússia, “Olho Dourado”. Victor Akhlomov faleceu neste ano.

Vladimir Bogdanov nasceu em 1937 em Leningrado (hoje: São Petersbrugo). Em 1969 ele muda para Moscou. Entre anos 1960 e 1976 ele trabalha nos jornais “Komsomolskaya Pravda” e “Sovetskaya Rossiya” e de 1976 a 1999, no jornal “Literaturnaya gazeta”. O seu gênero preferido na fotografia é a reportagem social.

Antanas Sutkus é um dos mais expressivos fotógrafos da atualidade. Antanas Sutkus foi o fundador da escola de fotografia na Lituânia, dando assim um grande impulso à fotografia em todos os países bálticos. Em 1969, sob sua iniciativa, foi fundada a Sociedade da Arte da Fotografia em Vilnius que reunia todos os fotógrafos com talento da Lituânia que tinham as mesmas aspirações. Durante o período Soviético a maior parte da produção fotográfica de Antanas Sutkus foi logo para os arquivos, sem nem mesmo ser

mostradas ao público. As fotografias do Antanas Sutkus mostravam o dia-a-dia das pessoas e não poderiam ser aprovadas pela censura ideológica vigente neste momento na União Soviética. Entretanto algumas fotografias que chegaram à outros países atraíram grande interesse e em 1976 Antanas Sutkus foi condecorado com um prêmio da Associação Internacional de Fotografia Artística, associação da qual ele até hoje é membro. Desde 1996 ele é o presidente da Associação Lituana de Fotógrafos. Exposições por todo o mundo são consagradas à sua obra e suas fotos são representadas em diversos prestigiados museus tais como o Victoria e Albert Museu (Londres), Nicephore (Nice), Museu de Fotografia (Helsinki) e o Instituto de Arte (Chicago). Na exposição serão apresentadas as fotografias inéditas do fotógrafo

Serviço

A União Soviética através da câmera

Abertura: 14 de dezembro de 2017, às 18h30

Em cartaz até 25 de fevereiro de 2018

Visitação: de terça a domingo, da 12h às 18h

Entrada franca

Paço Imperial

Praça XV de Novembro, 48

Centro – Rio de Janeiro

Mais informações: (21) 2215 2093 http://www.amigosdopacoimperial.org.br

Panorama apresenta programação especial em dezembro

Uma instalação numa das mais concorridas bibliotecas da cidade, uma tarde de performances numa escola de cinema e uma maratona de leituras em público. Em dezembro o Panorama provoca os sentidos com corpos que compartilham conhecimento. No mundo do share constante a um clique, o festival propõe interromper o cotidiano para de fato compartilhar a experiência da leitura no que ela tem de mais física, mais corporal.

Vivemos um país dividido entre ideologias e textos de cabeceira. Mas em todos os campos ideológicos, reina a ideia de que a palavra (ou a Palavra) contém as soluções e deve nos dizer como seguir. Será mesmo? É possível encontrar novos caminhos em velhos livros? Como reinventar nossa capacidade de ler, interpretar e a partir daí imaginar o mundo? O que pode o corpo que lê? E o que pode o corpo que fala?

“Faz todo sentido, neste momento de polarização ideológica e de tanta dificuldade de diálogo, retomar uma atividade vital para a vida em sociedade, que é o ato de ler e compartilhar leituras. Temos a sensação de fazer isso diariamente nas redes, mas a experiência de ler junto, ou ler para o outro, é física, coreográfica e profundamente transformadora. As palavras incorporadas mudam de natureza”, diz a curadora Nayse López.

Destaque da programação deste segundo módulo, “The Quiet Volume” explora a tensão particular que se encontra em qualquer biblioteca: uma combinação de silêncio e concentração na qual se desenrolam experiências de leitura diferentes para cada um. Dois espectadores sentam-se lado a lado e recebem indicações de palavras escritas ou sussurradas, abrindo um caminho improvável entre uma pilha de livros. Em cartaz de 9 a 17 de dezembro, na biblioteca do Centro Cultural Banco do Brasil.

No dia 10 o festival promove uma maratona de leituras públicas na rotunda do CCBB. Em “Você tem um minuto para ouvir a palavra?”, teóricos, artistas, estudantes de arte e pessoas comuns leem textos sobre liberdade de expressão, arte e política. Uma maratona de leitura de livros para recuperar a potência do corpo que lê.

“Passamos os dias hoje lendo e compartilhando textos na internet, sozinhos e em silêncio. Raramente podemos ouvir um texto saído da boca de alguém e lido como um presente, como algo verdadeiramente compartilhado com os outros. Vamos fazer isso durante 12 horas seguidas no térreo do CCBB”, pontua Nayse.

Parte do programa educativo do festival, em parceria com a produtora Espiral, este ano o Panorama realiza uma oficina imersiva com um dos mais importantes nomes da dança contemporânea, Angel Vianna. A proposta sintetiza sua didática e técnica desenvolvidas ao longo de 89 anos de vida e 66 anos de carreira, com um laboratório de investigação do corpo, identidade e criatividade. Gratuita, a atividade acontece dia 2 de dezembro, na Cidade das Artes.

Estudar o corpo, estudar a imagem. Trocas de conhecimento, de ideias, de mundos imaginados. Um sábado para celebrar o corpo. Com curadoria do artista, performer e professor Nadam Guerra, os alunos do curso de performance da Escola de Artes Visuais do Parque Lage ocupam diversos espaços do histórico prédio da Escola de Cinema Darcy Ribeiro com 10 performances e instalações, no dia 9 de dezembro.

A programação do Panorama continua dias 14 e 15 de janeiro com o módulo Panorama.tec.

Em 2017 o Panorama passou a ser apresentado pela Petrobras, com apoio institucional da Secretaria Municipal de Cultura, e conta com a parceria do Centro Cultural Banco do Brasil, British Council, Goethe Institut e ProHelvetia.

 

Festival Panorama 2017 – Edição 25 + 1

Módulo II – Corpos que leem

2 a 17 de dezembro

 

Oficina Imersiva com Angel Vianna

2 de Dezembro

14h às 18h

Cidade das Artes

Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca

Gratuita

 

The Quiet Volume, de Ant Hampton e Tim Etchells

De 9 a 17 de dezembro (exceto 12/12)

Duração: 55 minutos

Sessões de 20 em 20 minutos para até 6 pessoas (3 duplas)

Biblioteca do Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro

R. Primeiro de Março, 66 – Centro

De quarta a segunda, das 9h às 21h

Entrada franca sujeita à lotação

Classificação etária: Livre

 

Intervenções da Arte Viva

Curadoria: Nadam Guerra

9 de Dezembro

17h às 20h

Escola de Cinema Darcy Ribeiro

Rua da Alfândega, 05 – Centro

Verifique a classificação indicativa na programação

Entrada Franca

 

Você tem um minuto para ouvir a palavra?

Maratona de leituras públicas

10 de Dezembro

9h às 21h
Centro Cultural Banco do Brasil – Rotunda (térreo)
R. Primeiro de Março, 66 – Centro

De quarta a segunda, das 9h às 21h
Livre
Entrada franca