Little Room, The Mikes e Jamming Peppers na Audio Rebel

Little Room, The Mikes e Jamming Peppers se unem numa noite de indie rock na Audio Rebel. As apresentações das novas bandas será no dia 25/05 (sábado), às 18h. Os ingressos custam R$ 20.

 

Formada pelos irmãos Ana Júlia e Gabriel Braga, a banda de indie pop e garage rock Little Room vai apresentar as faixas do seu homônimo EP de estreia e composições inéditas que formarão um futuro lançamento do grupo.

Após seu segundo single “Rebel Devil”, o duo indie The Mikes traz letras sobre relacionamentos e interações modernas cheias influências de pop rock e pop punk. Completa a noite The Jamming Peppers, apresentando canções de seu EP “They Are All Degenerate”.

Os shows acontecem na Audio Rebel, casa da cena alternativa no Rio de Janeiro. O sobrado fica na Rua Visconde de Silva, 55.

 

Serviço

Little Room, The Mikes e Jamming Peppers

Data: 25/05/2019 (sábado)

Horário: 18h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

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Ed Motta no Teatro Rival

‘No Meu Coração Você Vai Sempre Estar’, ‘Colombina’, ‘Fora Da Lei’, ‘Manuel’, ‘Caso Sério’, ‘Vamos Dançar’, ‘Vendaval’, ‘Daqui Pro Méier’, ‘Tem Espaço na Van’. Esses são alguns dos grandes sucessos de ED MOTTA que estão no repertório do show solo que ele faz no dia 15 de junho (sábado), às 19h30, no Teatro Rival Petrobras (Cinelândia). Combinando uma variedade de sons vocais, o cantor, compositor, multiinstrumentista, arranjador e produtor de trânsito internacional usa seu “Edmottês” de maneira brincalhona e sonora. É a música sem a “ditadura das letras”, como o artista mesmo diz.

 

Ed Motta carrega uma trajetória de sucesso. Seu estilo tem veia funk-soul, tritura influências que vão do jazz à canção brasileira, das trilhas sonoras de Hollywood ao rock, da música clássica aos standards americanos, da bossa nova ao reggae. O resultado desse amálgama de referências já é reconhecido no mundo todo e confirmado nas turnês que nos últimos anos rodaram a Europa, o Japão, os Estados Unidos e a América do Sul. Ed Motta é um artista que representa o talento brasileiro para o mundo.

 

Suas canções ganham vida no piano e na guitarra, apenas. E assim será neste show solo: no palco do Teatro Rival Petrobras estarão Ed Motta, um piano e sua guitarra. É essa configuração que ajuda a enaltecer no repertório a chance de trazer temas que Ed tem prazer em tocar, músicas que tocam no inconsciente, relembrando baladas nacionais e internacionais de grandes artistas. E assim ele desenvolveu um estilo muito próprio, totalmente seu, único e prazeroso de se ouvir.


Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 15 de junho (Sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 80,00 (Inteira), R$ 40,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim http://bit.ly/EdMottaNoTeatroRival2K5ToR5 Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo.

Ziminino na Audio Rebel

Ziminino é o novo projeto de Rafa Dias e Ricô Santana, dois veteranos da cena musical urbana na Bahia. Integrantes de ÀTTØØXXÁ e OQuadro respectivamente, eles lançaram um álbum homônimo produzido em colaboração com Chief Boima, referência da cena global de música eletrônica dos EUA. O duo apresenta esse repertório no palco da Audio Rebel em noite única em 23/05 (quinta-feira), a partir das 20h.

 

Ziminino é uma força musical pan-africana. O projeto é um veículo para explorar as relações entre diferentes culturas e povos espalhados pela diáspora africana. Raízes afro-brasileiras se encontram com o hip hop, o funk carioca, o violão musical MPB, música eletrônica, afropop e rock.

 

Em março desse ano, Ziminino marcou presença no South By Southwest (SXSW), festival no Texas, e logo em seguida passou pela Califórnia. Lá, participaram da Los Angeles Fashion Week. O primeiro álbum saiu pelo selo International Black e conta com 10 faixas autorais, letras em francês, inglês e português e com referências à diversidade de gêneros rítmicos negros e afrofuturismo.  Ziminino é candomblé, capoeira e carnaval, mas também são 808s, ritmos congolesas e orgulho negro.

 

O show acontece na Audio Rebel, casa da cena alternativa no Rio de Janeiro. O sobrado fica na Rua Visconde de Silva, 55.

 

Assista ao clipe “Intermitência”: https://youtu.be/WJQ3aXRFo4c

 

Serviço

Ziminino

Data: 23/05/2019 (quinta-feira)

Horário: 20h

Local: Audio Rebel

Endereço: Rua Visconde de Silva, 55 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Ingressos: R$ 20

Classificação: 16 anos

Capacidade da casa: 90 pessoas (lotação máxima)

Forma de pagamento: para o ingresso, apenas dinheiro; no bar, todos os cartões de crédito

Casa equipada com ar condicionado e wi-fi gratuito

Horário de funcionamento da bilheteria: todos os dias, de 14h às 21h

 

Programação do Imperator – 21 a 26 de maio

21 de maio: JAZZ PRAS SETE recebe ROGÉRIO GUIMARÃES QUARTETO

Evento mensal pautado sempre em uma terça-feira do mês

 

Release:

O guitarrista, violonista e compositor carioca Rogério Guimarães tem 48 anos e começou a explorar o violão de maneira autodidata aos nove anos de idade. Absorvendo as influências musicais de sua infância, Rogério conviveu com os discos de Caetano, Gil, Chico, Milton, Gal e Bethânia em sua casa. Com o amadurecimento, o músico teve seus primeiros contatos com o jazz através de Frank Sinatra, que o levou a mergulhar no mundo das big bands de Count Basie e Duke Ellington.

Atualmente, trabalha na finalização de seu novo disco chamado “Danças Urbanas”, no qual prossegue na pesquisa de ritmos essencialmente brasileiros apoiando melodias inspiradas no lirismo da tradiçao de Villa Lobos, Tom Jobim, Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, suas grandes influências.

 

Serviço:

Evento: JAZZ PRAS SETE recebe ROGÉRIO GUIMARÃES QUARTETO

Data: 21 de maio

Horário: Terça-feira, às 18h50

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Terraço)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Valor do Ingresso: Gratuito. Sujeito a lotação

Classificação: Livre

Duração: 180 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

22 de maio: QUARTAS BRASILEIRAS recebe GOLDEN BOYS

Evento mensal. Pautado em uma quarta-feira do mês

 

Release:

O show é uma viagem no tempo através das canções que foram gravadas pelo grupo vocal, desde a primeira gravação em 1958 até os dias de hoje.

O público pode esperar os sucessos como; “Alguém na Multidão”, “Fumacê, “Erva Venenosa”, “Andança”, e muito mais.

O conjunto, que atua desde a época da jovem guarda, nos anos 1960, foi formado pelos irmãos Roberto, Ronaldo e Renato Correa e seu primo Valdir Anunciação. Atualmente, Ronaldo e Renato se apresentam com outro irmão, Mario Correa, que foi integrante do Trio Esperança.

Serviço:

Evento: QUARTAS BRASILEIRAS recebe GOLDEN BOYS

Data: 22 de maio

Horário: Quarta-feira, 16h | Abertura da casa: 1h antes do evento

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Teatro)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Valor do Ingresso: Plateia inferior e balcão: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural, Terça e Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br

Classificação: Livre

Duração do espetáculo: 90 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

 

23 de maio: ENCONTRO DAS RODAS NO SAMBA DO IMPERATOR: GRUPO ARRUDA E GRUPO FILHOS DA GUANABARA

Release:

O Projeto Encontro das Rodas no Samba do Imperator vem para mostra as rodas de samba que acontecem pela cidade, sua diversidade de músicos talentosos e como cada roda é única e faz a diferença com sua pegada rítmica e levada dos tons diferenciados. Para maio a roda receberá 2 grandes grupos, o Grupo Arruda e o Grupo Filhos da Guanabara.

Grupo Arruda:

Resumir em poucas linhas o Grupo Arruda não é uma tarefa fácil. Quem frequenta os shows e coloca um galhinho de arruda atrás da orelha, marca registrada, garante que não tem como se arrepender de conhecer o som, a batucada diferenciada e envolvente, e a versatilidade do set-list musical que reúne a trajetória do grupo até aqui! O grupo, além de fazer releituras de grandes pérolas do samba e da MPB, apresenta músicas próprias, de seu CD.

Grupo Filhos da Guanabara – FDG:

O Grupo Filhos da Guanabara mantém sua identidade na raiz em tocar um repertório de sambas autênticos de compositores como: Candeia, Almir Guineto, Cartola, João Nogueira, Roberto Ribeiro, Dona Ivone Lara, Nelson Cavaquinho, entre outros… além de tocar também compositores da nova geração do samba, inclusive composições próprias.

O Grupo comemorará 4 anos de sucesso no dia 23 de maio no Imperator e trará como convidada a cantora Cacá Nascimento.

Serviço:

Evento: ENCONTRO DAS RODAS NO SAMBA DO IMPERATOR: GRUPO ARRUDA E GRUPO FILHOS DA GUANABARA

Data: 23 de maio

Horário: Quinta-feira, às 19h30

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Teatro)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Valor do Ingresso: Pista: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia)

Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural, Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br

Classificação: 16 anos

Duração: 210 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

25 de maio: FORRÓ LÁNALAJE com FORRÓ DE CONCHA

DJ RESIDENTE: Edna Carvalho

Evento mensal, pautado sempre em um domingo do mês

 

Release:

Forró de Concha nasce do encontro afetivo de músicos profissionais e amantes da cultura popular brasileira que se unem afim de montar um repertorio clássico e sofisticado do pé de serra tradicional passando por Sivuca, Dominguinhos, Luis Gonzaga e Hermeto Pascoal.

Apreciadores da cultura nordestina, Amora Pêra, Renata Neves, Flavia Belchior e Rodrigo Ramalho se encontram no universo do forró pé-de-serra do Rio de Janeiro, em torno da paixão pelo som e pela dança, nos bailes de forró que voltam a tomar conta do Rio de Janeiro desde os anos 1990. Atualmente Forró de Concha tem se apresentado na praça Tiradentes e Cinelândia e chega ao Imperator trazendo o melhor do forró para a Zona Norte carioca.

Serviço:

Evento: FORRÓ LÁNALAJE com FORRÓ DE CONCHA

DJ RESIDENTE: Edna Carvalho

Data: 25 de maio

Horário: Sábado, às 17h

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Terraço)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Classificação: Livre

Duração do evento: 300 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

Até 02 de junho: CONTOS NEGREIROS DO BRASIL

Release:

O estudante, o gay, o menor infrator, a prostituta e a idosa. Em comum, a cor da pele. São todos negros. Esses personagens ajudam a traçar o panorama histórico-social do projeto “Contos negreiros do Brasil”, um espetáculo-documentário sobre a condição de homens e mulheres cuja pele escura determina a maneira como são vistos, retratados e julgados pela sociedade.

 

Desde a estreia, em maio de 2017, a peça com texto de Marcelino Freire e direção de Fernando Philbert acumula elogios e olhares atentos do público e da crítica. Mexe numa ferida que muitos, ingenuamente, julgavam cicatrizada. Aborda as dores e os medos de parte tão expressiva da população, mas não se esquece também de suas paixões, desejos e alegrias.

 

“Ser negro é ver as madames esconderem a bolsa ao te ver. É chegar a um prédio e te mandarem entrar pelos fundos, mesmo se você veio comprar ali um apartamento. É preciso falar, pois os açoites agora são as balas da polícia. São as faculdades se fechando. São as loucuras, os presídios, a solidão”, ressalta Philbert sobre a urgência do projeto.

 

O espetáculo traz à cena histórias contidas no livro de Marcelino, “Contos negreiros”, mas mistura à ficção estatísticas que dimensionam a realidade experimentada por 54% da população brasileira. Os dados são apresentados pelo ator, sociólogo e filósofo Rodrigo França.

 

“A peça não tem filtro. Tem a poesia do Marcelino, mas nem aí existe um romantismo. As coisas são ditas como elas são. Por outro lado, os números ajudam a refletir sobre o que é dito. O público sai consciente de que não há como negar o racismo”, reforça.

 

A desigualdade é exposta por meio de informações consistentes e atuais, fruto da pesquisa feita por França: “Mulheres negras recebem duas vezes menos do que as brancas. São também as que mais sofrem violência obstétrica. Isso sem contar que, dos 30 mil jovens assassinados por ano no Brasil, 77% são negros”.

 

Assim, parte da missão do espetáculo, ao desconstruir o mito da democracia racial, é expor a carne negra a partir de experiências reais, sociais e culturais. “Há uma falsa ideia no Brasil de que tirar uma mazela de baixo do tapete fará com que ela aumente. Precisamos conversar sobre ela. Isso, sim, pode salvar o país”, defende França, que entende a peça como parte de uma retomada do teatro negro brasileiro.

 

Serviço:

Evento: CONTOS NEGREIROS DO BRASIL

Data: 17 de maio a 01 de junho

Horário: Sextas e sábados, às 20h

Domingos, às 19h

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Teatro)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Valor do Ingresso: Plateia inferior e balcão: R$ 50 (inteira) / R$ 25 (meia)

Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural, Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br

Classificação: 14 anos

Duração: 70 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

Até 01 de junho: DONA BARATINHA – O MUSICAL

Release:

“Dona Baratinha – O Musical”, inspirado nos grandes musicais da Broadway, faz curta temporada de 18 de maio a 01 de junho no Imperator – Centro Cultural João Nogueira.

A divertida comédia musical conta a história de uma baratinha que depois de falida ganha uma herança de sua avó e muito exigente começa a busca pelo pretendente ideal para o seu grande casamento. Em sua vila, a amiga de Baratinha, Tânia Jura, e uma mosca varejeira muito interesseira, irão ajudá-la nesta difícil missão. Muitos pretendentes irão aparecer para se casar com a mais ‘nova rica’ do pedaço, mas Dona Baratinha terá que escolher apenas um, entre eles: o grilo, o mosquito e o rato. Quem será que Dona Baratinha irá escolher? Será que fará a escolha certa?

Os figurinos inovadores para o teatro chamam muito a atenção da garotada. O conjunto de figurinos e cenários transformam a estética em um verdadeiro desenho animado, muito colorido e brilhoso.

As músicas originais para o espetáculo ganharam novos arranjos de funk, pop, folk, jazz e samba.É tudo muito animado. Uma costura musical rica e diversificada.

“Nosso desafio sempre é entreter desde as crianças até os mais velhos. Fazer, com muito carinho, com que ir ao teatro se torne divertido e prazeroso. Um momento agradável em família”, diz  Allan Ragazzy, diretor e autor do musical.

O espetáculo carrega o selo de qualidade da Cia A’Dovalle que conta uma estrutura impecável de som, luz, figurinos e cenários de primeira qualidade. “Temos o compromisso com a qualidade, tratando de maneira séria o que é coisa de criança!”, explica Deise Reis, diretora de produção.

Serviço:

Evento: DONA BARATINHA – O MUSICAL

Data: 18 de maio a 01 de junho

Horário: Sábados e domingos, às 16h

Local: Imperator – Centro Cultural João Nogueira (Teatro)

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier/RJ

Valor do Ingresso: Plateia inferior e balcão: R$ 40 (inteira) / R$ 20 (meia)

Local de venda: Bilheteria do Centro Cultural, Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30. Ou através do site ingressorapido.com.br

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

Informações: (21) 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

Mombaça em “Tributo a Gilberto Gil”

Conhecido por sua parceria com Mart’nália, cantor e compositor carioca MOMBAÇA faz a estreia de seu novo show “TRIBUTO A GILBERTO GIL” em única apresentação no Projeto 15 PRAS 7, no Teatro João Caetano (Praça Tiradentes – Centro ), no dia 22 de maio/2018, 4af, 18:45h, com ingressos a R$ 40,00 / R$ 20,00 (Meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60).

Fã e parceiro musical do cantor e compositor Gilberto Gil, Mombaça começou sua carreira artística cantando em “barzinhos” do circuito Vila Isabel /Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, nos anos 1990. “Meu maior ídolo na música sempre foi o Gil. Quando eu cantava na noite buscava imitá-lo em tudo: cortava o cabelo igual, brinco, figurino; buscava caprichar nos arranjos originais de sua extensa e elaborado obra; cheguei até a imitá-lo falando! Quase furei alguns LP (Long Play) como Luar (A gente precisa ver o Luar), UmBandaUm, e Extra, de tanto ouvir, ouvir e ouvir.”

Em 2014, na onda do racismo no futebol que antecedeu a Copa do Mundo no Brasil, Mombaça reuniu 28 artistas, de peso, para cantarem no clipe “Vem Vencer” contra o racismo. Convidado, Gil não só encabeçou o elenco, mas tornou-se padrinho do manifesto apresentando a obra!

No repertório do TRIBUTO AO GILBERTO GIL, Mombaça passeia pela obra do artista baiano dando ênfase especial aos sucessos produzidos na décadas de 1980 / 90 tais como: “Super Homem – a Canção”, “Drão”, “Extra”, “Se eu quiser falar com Deus”, “Andar com Fé”, “Palco” e tudo que for mais dançante possível, além de canções menos radiofônicas como “Cores Vivas” e “Lady Neyde”. “Torpedo”, samba composto por Gil, Mombaça e Ana Carolina, é a canção inédita do espetáculo.

Segue a programação do Projeto 15 PRAS 7, durante o mês de maio/2019:

 

Dia 22/05 – MOMBAÇA HOMENAGEIA GILBERTO GIL

Dia 23/05 – BANDA DO SÍNDICO no Show ‘Do Leme ao Pontal”

Dia 30/05 – Show “America do Sul” em Homenagem ao NEY MATOGROSSO com o cantor Jerry Kariry

Dia 31/05 – TRIBUTO AO EMÍLIO SANTIAGO com o cantor Aldair Santiago

Dias 05 e 06/06 – TRIBUTO A GONZAGUINHA com Rogério Silvestre e Banda

Dia 12/06 – SESSÃO DAS 10 – Um Tributo a Raul Seixas, Miriam Batucada, Sergio Sampaio com a participação especial de Edy Star 

Dia 13/06 – ANGELA RoRo. 

Vale muito a pena conferir!!!

 

Vale muito a pena conferir…

 

MOMBAÇA no show “TRIBUTO AO GILBERTO GIL”.

Acompanhamento dos músicos Fernando Brandão (violões e guitarra + co-direção musical), Daniel Karin e Felipe Tauil (Percussões e programação acústicas e eletrônicas), Sidão Santos (contrabaixo elétrico).

Direção de produção: Giovanna Pinheiral

Figurino: Edson Alexandre

Foto: George Cambeiro

Direção Musical: Fernando Brandão e Mombaça

Roteiro, argumento e direção geral: Mombaça

Produção executiva: Sarau Preto Produções Artísticas

 

Dia 22 de maio 2019

Quarta Feira 18:45h

Tempo de duração: 90 minutos

Livre para todas as idades

Gênero: Musical.

 

Teatro João Caetano (Praça Tiradentes)

Preço dos Ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (Meia para estudantes, idosos acima de 60 anos e menores de 21 anos)

“O Hétero” no Café Pequeno

Realizando um debate sobre o papel do artista brasileiro na sociedade, sua absorção pelo mercado profissional e a influência da indústria televisiva na formação e naturalização de arquétipos, o ator Zé Wendell escreveu e encena “O HÉTERO”, seu primeiro texto solo que estreia dia 25 de Maio sob a direção de Alice Steinbruck no Teatro Café Pequeno, onde fica em cartaz até17 de Junho. O monólogo autorreferente conta com humor a história de Fulano de Tal, um artista nordestino sonhador que sai pelo mundo em busca de espaço profissional numa jornada de autoconhecimento e autoaceitação. Para isso carrega, além de seus questionamentos e observações, uma potente bagagem cultural, que vai da pluralidade da cultura popular brasileira às influências midiáticas da televisão com suas telenovelas e programas de auditório.

“A necessidade de sobrevivência me levou a escrever este texto para resistir ao mal e existir como artista. Estava numa fase de inquietação interna, com poucos trabalhos e uma necessidade pungente de criar. Nosso país inserido numa tensão política como nunca vi antes, com um discurso deturpado sobre o papel do artista na sociedade. Não queria contar com a sorte ou esperar por convites e quis dar conta do meu papel de ator de forma mais autônoma. Me joguei de cabeça”, afirma Zé, que é integrante da Cia. Omondé há 10 anos. “Eu precisava falar do mundo sob vários aspectos: o mundo do artista, do nordestino imigrante, do LGBTI açoitado diariamente no país que mais mata esta população. Por isso resolvi falar do meu quintal e botei a minha verdade pra jogo”, relata.

A parceria com Alice Steinbruck na direção vem dos tempos em que eram colegas na UNI-RIO, onde se formaram há 14 anos em Artes Cênicas. “O Zé se formou em interpretação e eu em direção e, para este trabalho, criamos uma partitura surrealista para contar de maneira virtuosa esta saga. Por termos algumas experiências reais misturadas com fantasia,fizemos um trabalho delicado, que demandou muita conversa e uma profunda reflexão sobre o que ele, como autor, havia escrito”, revela a diretora. “Para um monólogo com vários personagens ter um ritmo adequado é preciso desapego e humildade na abordagem das narrativas, do tempo e do material humano que você tem.O Zé teve uma escuta fenomenal e se abriu para a abordagem quase psicanalítica que eu usei para desvelar este texto no corpo dele. Com muito rigor técnico nas seis horas diárias de ensaios, conversas profundas, repetições sem trégua e nenhuma procrastinação chegamos ao resultado que poderá ser conferido no palco”, celebra.

Para viabilizar a montagem, Zé realiza parceria com uma equipe de profissionais renomados e entrou num financiamento coletivo, que segue recebendo investimentos. “Em alguns momentos, o texto alude à literatura de cordel e, paralelamente, se vale da linguagem pop e de uma pequena dose de existencialismo filosófico. A peça não é apenas para entreter. Construímos um monólogo performático cheio de representatividade e com um dedo na ferida que convida à reflexão, pois discutimos a questão das minorias abordando estigmas e sendo um espelho da nossa sociedade atual. Falar sobre identidade e preconceito hoje é um ato político, uma quebra de tabu. Falo do direito de poder exercer minhas convicções, minha fala, meu timbre de voz, meu corpo”, desabafa Zé Wendell.

“Infelizmente estamos retrocedendo no tempo e precisamos combater esse tipo de ideologia, que se diz não ideológica. Senti e ainda sinto isso na pele, mas chega de opressão! Acredito que as influências externas nos definem e muito, afinal, somos frutos do meio. Porque podem nos dizer como devemos ser? Que autoridade e que legitimidade possuem para condenar o outro ao inferno de suas próprias convicções? Enquanto  isso não for compreendido, estaremos fadados ao fracasso social. Obviamente nossas instituições contribuem para isso – a religião, a política, a família e até a educação das escolas estão contaminadas dessa mentira. É lamentável e cruel. Mas é real. Decidi encarar, botei minha verdade para jogo. Acredito que precisamos criar e produzir, pois é a única forma de fomentar e fortalecer nossa própria carreira. Então ou você cria, ou você morre. E eu decidi viver”, encerra o a(u)tor.

SINOPSE:

O monólogo conta com muito humor a história de Fulano de Tal, nordestino, artista e sonhador. Um homem comum, que sai pelo mundo numa jornada de autoconhecimento e aceitação de si mesmo, trazendo consigo a pluralidade da cultura popular brasileira e flertando com a cultura do repente, do cordel e das influências midiáticas da televisão na década de 90, chegando até os dias de hoje.

 

 

SERVIÇO:

“O HÉTERO”

Temporada:

25 de Maio a 17 de Junho

Horários:

Sexta-feira a Segunda-feira – 20h30

Local:

Teatro Café Pequeno

Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon – Rio de Janeiro

Tel.: (21) 3111-2011

Ingressos: R$ 40 (Inteira) / R$ 20 (Meia-entrada)

Duração: 60 minutos

Classificação: 16 anos

Gênero: Tragicomédia

 

 

 

FICHA TÉCNICA:

 

Texto e atuação: Zé Wendell

Direção: Alice Steinbruck

Direção de Produção: Zé Wendell

Produção Executiva: Andrea Menezes

Iluminação: Ana Luzia de Simoni

Figurino: Ticiana Passos

Cenário: Mina Quental

Visagismo:rcio Mello

Direção Musical: Marcelo Alonso Neves

Programação Visual: André Senna

Assessoria de Imprensa: Marrom Glacê Assessoria – Gisele Machado & Bruno Morais

Ana Fumaça Maria Memória

Realizada através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, do Governo do Estado do Rio de Janeiro – Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e com patrocínio da Oi, o espetáculo teatral infantil Ana Fumaça Maria Memória estreia estreia no dia 13 de abril no Centro Cultural Oi Futuro, onde permanecerá em cartaz até dia 2 de junho, sempre aos sábados e domingos, às 16h.

 

Recheada de elementos fantásticos na narrativa, da viagem num trem imaginário de memórias a várias interações com desenhos em projeções no cenário, a peça aborda, de forma leve e poética, temas como perda. “Buscamos contar a história pelo ponto de vista de duas crianças: Ana e seu amigo Jonas. Juntos, os dois seguem essa jornada de buscas por respostas para questionamentos que, muitas vezes, os adultos não sabem como responder com palavras.” diz Marcela. O objetivo, segundo ela, é ampliar a identificação com o público infantil e oferecer aos adultos uma oportunidade de debater temáticas delicadas, como a saudade, a partir de uma abordagem lúdica.

A autora Marcela Andrade, entre 2011 e 2014, vivenciou a perda de memória de sua avó paterna, então com 95 anos. “Em meio a ‘apagões’, ela se esquecia de situações recentes que vivia, mas por outro lado, me contava histórias muito antigas de sua infância e de sua juventude.” Essa experiência aproximou as duas e inspirou a autora a escrever a peça. “Eu passei a valorizar cada momento junto, porque ela já estava bastante velhinha. Minha avó faleceu com quase 98 anos e, quando estava internada no CTI, soube por mim que eu escrevia essa peça pra ela – conta Marcela.”

 

A dramaturgia foi criada a partir dessa memória pessoal da autora em diálogo com a obra “Meninas de Risco”, da artista plástica Adriana Seiffert. “Fui a uma exposição na casa da Adriana e me identifiquei com seus desenhos. Tive um insight ao perceber possíveis uniões entre seus traços, seus espaços vazios, suas meninas e a narrativa que eu desejava escrever.” Inspirada pelo título das ilustrações de Seiffert – “Meninas de Risco” – a autora explora na dramaturgia o duplo sentido da palavra “risco”, que pode denotar tanto um rabisco quanto um perigo. Na história, Ana é uma menina que mora na periferia, próximo à linha do trem, e decide encarar uma aventura no tempo para recuperar as lembranças de sua avó, tentando lidar com diferentes tipos de perdas no caminho, como o apagamento das lembranças da vó Maria ou a ausência do vô Bastião.

 

 “A peça é sobre permanências, principalmente de amores. Essa vida que sempre permanece, mesmo quando se apaga, mesmo quando é rabisco ou quando é como fumaça e fica difícil pegar.” completa a autora.

 

Sinopse
Ana quer recuperar a memória que vó Maria vem perdendo. Através de desenhos, seu avô lhe ensina que a memória é como um trem na cabeça: diversos vagões com pedacinhos de vida. Como vó Maria é velhinha, o trem da cabeça dela ficou enorme e saiu pela orelha! Os vagões estão longe e, com a distância, ela passou a esquecer. Ana, então, parte em uma fantástica aventura no tempo para descobrir como guardar as lembranças para sempre.

 

 

FICHA TÉCNICA

Idealização: Marcela Andrade

Realização: Agência Botão Cultural e Centro Cultural Oi Futuro

Dramaturgia e Direção: Marcela Andrade

Diretor de Produção: Bernardo Schlegel

Produção Executiva: Thiago Monte

Elenco: Cacá Ottoni, Gé Lisboa, Juliana Trimer, Marina Hodecker, Pablo Aguilar

Direção Musical e Trilha Sonora: Rach Araújo

Canções: Filho da Lua (Pablo Aguilar e Raíssa Barbosa), Trenzinho do Sono (Arno Hodecker Jr. e Marina Hodecker) e Colinho do Vovô (Diego de Abreu e Juliana Trimer)

Iluminação: Pedro Struchiner e Thiago Monte

Cenografia: Elsa Romero

Cenotécnica: Fátima de Souza

Figurino: Arlete Rua

Adereços: Arlete Rua e Elsa Romero

Confecção de Figurinos: Kátia Salles

Visagismo: Rodrigo Reinoso

Designer Gráfico: Jaqueline Sampin

Assessoria de Imprensa: Duetto Comunicação

Assistente de Direção: Filipe Codeço

Assistente de Produção: Pedro Pedruzzi

Desenhos: Adriana Seiffert

Animação e Vídeo Mapping: Nicole Schlegel

Mídias Sociais: Agência ePlan

Fotografia: Renato Mangolin

Captação de Apoios: Gloria Dinniz

Intérprete de Libras: David de Jesus e Jadson Abraão – JDL Traduções

Operador de Luz: Thiago Monte

Operador de Vídeo e Som: Edmar da Rocha

Contrarregras: Tiago D’ávila e Leonardo Pessanha

 

 

SERVIÇO
Datas: 13 de abril até 2 de junho de 2019 – sábados e domingos
Horário: 16h
Duração: 70 min

Lotação: 96 lugares

Classificação: Livre – recomendado para crianças a partir de 3 anos
Local: Centro Cultural Oi Futuro
Endereço: Rua Dois de Dezembro, 53 – Flamengo
Ingressos: R$20,00 inteira/ R$10,00 meia
Vendas: http://www.ticketplanet.com.br/