“Estação Terminal” estreia no Armazém da Utopia

A Companhia Ensaio Aberto completa 25 anos e para comemorar lança o Ano Marx, uma extensa programação homenageando Karl Marx. Iniciando as comemorações, a Companhia volta a falar da República dos Excluídos, revisitando o primeiro texto que montou. Baseado no diário de Lima Barreto, na época que esteve internado em um hospício, “Estação Terminal” estreia nova temporada no dia 25 de fevereiro no Armazém da Utopia.

“Estação Terminal” é uma releitura de Cemitério dos Vivos, texto que lançou a Companhia Ensaio Aberto há 25 anos, em janeiro de 1993. O espetáculo proporciona uma relação não convencional de público e ator. Misturando artes plásticas e teatro numa mesma performance, Tuca Moraes interage com o público e com uma obra da artista plástica Suzana Queiroga (Velatura)  para dar voz aos escritos de Lima Barreto. Tem trilha sonora de Felipe Radicetti e participação da atriz Luiza Moraes.

­­“Por três vezes Lima Barreto foi interno num manicômio. Escritor, alcoólatra, negro, pobre, indignado. Seu diário nos mostra sua experiência de reclusão. Seu relato nos remete aos tempos atuais e a tantas outras vozes marginalizadas. Por isso escolhemos esse texto para abrir a comemoração de 25 anos da Companhia Ensaio Aberto”, conta Tuca Moraes.

Inspirada nos livros “Cemitério dos Vivos” e “Diário do Hospício” de Lima Barreto, a dramaturgia de João Batista nos faz “pensar profundamente sobre nós, sobre o que somos; e perguntar se a cada um de nós está reservado o destino de sermos nós mesmos , com nosso próprio pensamento, nossa própria inteligência, ou se por um desarranjo funcional se a de encarregar o destino de levar- nos a essa quase morte em vida”.

Histórico do espetáculo:

“Estação Terminal” estreou no SPILL Festival/2007, em Londres. No Brasil se apresentou nos Festivais Internacionais Riocenacontemporanea e no Cena Contemporânea, no Rio de Janeiro e em Brasília respectivamente. Fez temporada de maio a novembro de 2007 no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ/ Praia Vermelha, no mesmo prédio onde Lima Barreto foi interno e escreveu o Diário do Hospício. Viajou pelo interior do Estado e em 2013, fez temporada no Armazém da Utopia e participou do Festival Tiradentes em Cena.

Sobre o Ano Marx:

O ano de 2018 será intenso para a Ensaio Aberto.  A companhia faz 25 anos de existência de um trabalho ininterrupto, com 28 criações, sendo algumas com várias edições como a Missa dos Quilombos, que permaneceu em cartaz 10 anos. Para comemorar lança o Ano Marx, uma extensa programação homenageando Karl Marx, um grande companheiro de trabalho. “Estação Terminal” abre o Ano Marx, seguido da reedição de “Que tempos são esses?”, um experimento cênico, multidisciplinar com textos de Brecht, onde o espectador tem a liberdade de entrar e sair quando desejar. O trabalho inédito do Ano Marx será a Exceção e a Regra, que já está em fase de pré-produção e ensaios. Em paralelo às montagens no Armazém da Utopia, o Ano Marx terá muitas oficinas gratuitas de criação, com os principais colaboradores do grupo, várias palestras, oficinas e mesas redondas sobre Karl Marx.

 

FICHA TÉCNICA

Dramaturgia: João Batista, a partir de Lima Barreto

Direção, luz e espaço cênico: Luiz Fernando Lobo

Velatura: Suzana Queiroga

Composições e trilha: Felipe Radicetti

Figurinos: Mauro Leite

Direção de produção: Tuca Moraes

Produção executiva: Cida de Souza e Renata Stilben

Produção do inflável: Air Show

Em cena: Tuca Moraes

Atriz assistente: Luiza Moraes

Operador técnico: Bruno Peixoto

Apoio técnico: Coletivo Artístico Ensaio Aberto

Assessoria de imprensa: Lead Comunicação

SERVIÇO
Estreia: 25 de fevereiro de 2018
Temporada: De 25 de fevereiro até 23 de abril de 2018
Local: Armazém da Utopia – Orla Conde, Armazém 6, Cais do Porto
Tel. 2516-4893 / 98909-2402 (WhatsApp)
VLT: Parada Utopia/ AquaRio
Estacionamento próximo
Horário: Domingos e Segundas às 19h
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
Capacidade: 60 Lugares

Ingressos: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)

Mundinho Kids no Shopping Metropolitano Barra

O Mundinho Kids de fevereiro vai entrar no ritmo da folia. As duas primeiras peças teatrais do mês têm como mote o Carnaval. E para a alegria da criançada ficar completa, o mês também reserva histórias de super-heróis e encontro com princesas.

As apresentações são gratuitas e acontecem no piso L2, próximo ao Cinemark, aos domingos. Em todos os dias de evento, o shopping recebe a visita do mascote: o macaquinho Nico.

Atenção! Com o fim do horário de verão, a partir do próximo dia 18/02, os espetáculos vão acontecer às 17h.

 

25/02, às 17h – Encontro com as princesas (Moana, Bela e Cinderela)

As princesas Moana, Bela e Cinderela estarão no Shopping Metropolitano Barra, a partir das 17h, para tirar fotos com seus pequenos fãs. O atendimento é por ordem de chegada e sujeito à lotação.

SERVIÇO:

Mundinho KidsShopping Metropolitano Barra
Dias 04, 11, 18 e 25 de fevereiro,
Horários: dias 04/02 e 11/02, às 18 horas, e dias 18/02 e 25/02, às 17 horas

Local – Piso L2 – Segundo piso (próximo ao cinema)
Duração – aproximadamente 50 minutos
Evento gratuito

Mais informações: http://www.shoppingmetropolitanobarra.com.br/acontece/
Endereço – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1.300 – Centro Metropolitano – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro.

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

O Shopping Metropolitano Barra foi inaugurado em dezembro de 2013 no Centro Metropolitano. O empreendimento é administrado pela CCP (Cyrela Commercial Properties) e tem  fluxo médio mensal de 650 mil pessoas. Com 202 lojas, o shopping reúne marcas renomadas, voltadas aos mais diferentes públicos: Zara, Zara Home, Centauro, Riachuelo, Renner, Alô Bebê, Lojas Americanas, Casas Bahia, Kalunga, Ri Happy, Camicado, Livraria Leitura, academia Bio Ritmo e os restaurantes Outback, Balada Mix, Delírio Tropical, Benkei Asiático e Gula Gula. Além desses, há diversas satélites conceituadas, como Vivara, Mr. Cat, Maria Filó, Enjoy, Zinzane, Arezzo, Via Mia, Aquamar, L’Occitane En Provence, L’Occitane Au Brèsil, Alphabeto, CVC, O Boticário, Clube Melissa, Scala, Hering e Hering Kids, Hope, Outer, Armadillo, Wollner, Carmen Steffens  entre outras.

“Os Superidosos” iniciam turnê em teatros do Estado

Criado em 2013, na Ilha do Governador, pelo diretor de teatro chileno Loferato, o projeto “Os Superidosos” chega aos cincos anos de existência com fôlego extra. Composto por pessoas acima de 60 anos que desejavam vivenciar novas experiências através da prática das artes cênicas, o grupo vinha se apresentando em palcos de abrigos e casas de repouso de idosos na Tijuca, Cachambi, Bangu e em escolas e associações na Ilha do Governador.

Da parceria inicial de clínicas da família, centros de saúdes, e dos CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) e CREAS (Centor de Referência Especializado de Assistência Social) da Prefeitura, o teatrólogo Loferato conseguiu, agora, o apoio institucional da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, do INEPAC e Funarj. Esse suporte vai permitir que o grupo mostre sua arte em equipamentos de excelência da rede estadual. A turnê começa nesta quarta-feira (21/02), no Teatro Armando Gonzaga, em Marechal Hermes, e depois segue para a Laura Alvim (27/02), o Arthur Azevedo (07/03), Mário Lago (14/04), Glaucio Gill (09/05) e João Caetano (22/08), sempre no horário das 17h.

Com textos de criação coletiva, os atores estendem o processo de reflexão feito pela equipe ao público, com debates ao final de cada apresentação a respeito da peça e de suas vidas, despertando na plateia sentimentos de bem-estar, pensamento crítico e tudo o mais que a arte é capaz de proporcionar. “Os Superidosos” é formado pelos atores: Daysi Câmara, Zelayda Rodrigues, Stela Maria da Silva, Argentina Faustino, Síria Gentil, Francisca Chagas, Maria da Silva Matheus, Mariléa Lopes, Maura Barros, Manoel Tamasceno, Damiana Maria Ramos e Aleida Batista.

Centro de Arte Hélio Oiticica recebe a mostra “Rejuvenesça: Poesia Expandida Hoje”

O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica recebe, do dia 3 de março a 5 de maio, a mostra Rejuvenesça: Poesia Expandida Hoje.  Com curadoria de Pollyana Quintella e produção de Ana Hortides, Rejuvenesça é uma exposição voltada para a produção de poetas e escritores que exploram outros formatos além do livro. 
Ao todo serão exibidos trabalhos de 16 escritores, oriundos de vários lugares do país, que produzem obras em vídeo, objeto, desenho, instalação. Ainda assim, a palavra e a escrita continuam como questões centrais de investigação. Em 1959, Ferreira Gullar fez o ‘poema enterrado’, que consistia na sobreposição de cubos de tamanhos diferentes (vermelho, verde e branco). O leitor-visitante ia levantando um a um e, por fim, encontrava enterrada a palavra “Rejuvenesça”. Dessa forma, a exposição considera o ‘poema enterrado’ como uma experiência emblemática de poema espacial (curiosamente, foi a despedida de Gullar do neoconcretismo), fazendo uma homenagem ao grande poeta.

“Em alguns trabalhos, a recorrência à outras mídias é um modo de dar a narrativa novos complementos visuais, em outros, é um modo de transformar a escrita em algo menos significante, mais absurdo. Em todos, persiste o exercício de materializar, espacializar e performatizar a linguagem escrita, e isso poderá ser visto na exposição de diferentes maneiras. Por isso, trazer a literatura para o meio das artes visuais é um modo de provocar encontros e contaminações entre os dois campos, buscando novos diálogos e soluções entre essas duas manifestações”,  declara a curadora Pollyana Quintella.

Fazem parte da exposição os poetas e escritores: Adelaide Ivánova, Carlos Augusto Lima, Catarina Lins e Priscila Fiszman, Dimitri Rebello, Érica Zíngano, Frederico Klumb, Guilherme Zarvos, João Reynaldo, Luca Argel, Lucas Matos, Marília Garcia, Oficina Experimental de Poesia, Reuben da Rocha, Tazio Zambi e Victor Heringer.

A mostra contará também com uma mesa de debates com os poetas e a curadora e um cineclube.
 


A Mostra Rejuvenesça: Poesia Expandida Hoje foi contemplada no I PRÊMIO CULTURA + DIVERSIDADE da Secretaria Municipal de Cultura. 




Serviço: Rejuvenesça: Poesia Expandida Hoje
Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica: Rua Luis de Camões, 68, Centro, Rio de Janeiro. 
De 3 de março a 5 de maio de 2018 
Funcionamento: de segunda a sábado, das 12h às 18h. Fechado aos domingos e feriados 
Tel: (21) 2242-1012 
Metrô: Estação Carioca, Estação Uruguaiana, Estação Presidente Vargas 
Ônibus: Linhas com destino à Central do Brasil e Avenida Passos 
Próximo a Av. Passos e à Praça Tiradentes. 
Evento gratuito. 
Classificação: livre. 

Alexandre Lino retorna com a comédia O Porteiro no Theatro Bangu Shopping

Depois de uma temporada de sucesso de público e crítica em São Paulo, o ator Alexandre Lino retorna ao Theatro Bangu Shopping nos dias 17 e 18 de fevereiro com a comédia O porteiro para duas apresentações. Sábado às 21h e domingo às 19h.

Com direção de Paulo Fontenelle, que também assina o texto, montagem presta uma grande homenagem a todos os porteiros brasileiros ao contar histórias reais desses profissionais. Com muito humor nordestino, texto foi montado a partir de histórias coletadas em entrevistas a vários porteiros nordestinos que deixaram sua cidade natal em busca da realização de seus sonhos no Rio de Janeiro.

Pode-se dizer que “O Porteiro” não é uma peça propriamente dita, é uma experiência interativa em que os espectadores são convidados a participar de um grande e divertido encontro de condôminos.

Personagem “Porteiro” não é novidade para Lino, pois como migrante nordestino considera que esta é uma das possibilidades reais para aqueles que buscam uma chance na “cidade dos sonhos”. Mas se na vida real ele nunca exerceu esse ofício nas artes está se tornando um especialista. Além da peça O Porteiro, Lino integra o elenco da série A Cara do pai, da rede Globo, dando vida a um porteiro.

Segundo Lino, é uma relação de afeto com essas pessoas, tão necessárias nas nossas vidas, que o faz nunca percebê-los da mesma forma quando vai interpretá-los. No entanto, se o ciclo de monólogos será concluído no próximo ano com um texto estrangeiro, que ator prefere não revelar, a saga de os porteiros nos palcos se despede com essa comédia documental.

Montagem dá sequência à linha investigativa da Documental Cia, que nasceu em 2012 com a peça Domésticas e passa por grandes sucessos como O Pastor (2013), Acabou o Pó (2014), Nordestinos (2015), Volúpia da Cegueira  e Lady Christiny (2016), que têm como um de seus pilares, um compromisso com o real e a perspectiva do pertencimento para suas obras.

“No meio de nossa sociedade existe um Brasil notado por poucos. Um grupo formado por pessoas que apesar de conviver conosco, até frequentar nossa casa e fazer parte de seu dia a dia, é como se não estivesse lá. O espetáculo O Porteiro inverte tudo isso, e são eles, os porteiros, os protagonistas. Com sua irreverência e muito humor, deixam a invisibilidade para apresentar a realidade como um grande parque de diversão. Afinal, invisível não são as pessoas, invisíveis são suas histórias.” Conclui Lino

 

Sinopse sugerida: Diante do não comparecimento do síndico a uma reunião de condomínio onde Waldisney trabalha, o porteiro assume o controle da situação.

LINK DE VIDEO: https://vimeo.com/chamon/review/233395372/b49e654165

 

FICHA TÉCNICA:

Texto e Direção: Paulo Fontenelle

Com: Alexandre Lino

Iluminação: Renato Machado

Cenário e Figurino: Karlla de Luca

Assistente de Direção: Rodrigo Salvadoretti

Preparação Corporal e voz: Paula Feitosa

Direção de Arte e Produção: Alexandre Lino

Produção Executiva: Equipe Cineteatro

Programação Visual: Guilherme Lopes Moura

Fotos: Janderson Pires

Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias

 

SERVIÇO

O PORTEIRO

Local: Theatro Bangu Shopping -Rua Fonseca, 240 – Bangu, telefone:  21 2401 3631

Data: 17 e 18 de fevereiro de 2018

Horários: Sábado às 21h e domingo às 19h.

Preço: R$ 60,00 (Plateia) R$ 40,00 (Balcão)

Capacidade: 574 Lugares

Classificação: 16 anos

Duração: 60 minutos

Gênero: Comédia

http://bangushopping.com/pt_br/lazer/theatro-bangu-shopping/

Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais.

Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.

Estacionamento no Bangu Shopping

Reservas para grupos: Guilherme Romeu – guilhermeromeu@brainmais.com / (21) 96629 – 0012

Horário de atendimento – De Segunda a Sábado de 14h às 21h.

Programação de fevereiro do Imperator

20 DE FEVEREIRO – JAZZ PRAS SETE recebe MARCOS NIMRICHTER TRIO Marcos Nimrichter é pianista, acordeonista, compositor, arranjador, produtor musical, professor e apresentador de TV. Durante sua consagrada carreira, Marcos participou em shows, concertos e álbuns de artistas como Chico Buarque, Milton Nascimento, Hermeto Pascoal, Paulo Moura, Michel Legrand, Wynton Marsalis, Al Jarreau, Roberto Menescal, Elza Soares, Martinho da Vila, Cássia Eller e Maria Bethânia.

De 2013 para cá, Marcos põe sua energia no formato clássico piano-contrabaixo-bateria, atuando como líder do Marcos Nimrichter Trio. Gravou o disco “Trio$”(Mills Records, 2016) e em julho de 2017 gravou o álbum “Marcos Nimrichter Trio ao vivo”, gravado no belíssimo Teatro Municipal de Niterói, sua cidade natal, e ainda em fase de acabamento, com lançamento previsto para 2018.

SERVIÇO: JAZZ PRAS SETE recebe MARCOS NIMRICHTER TRIO

DATA: 20/02

LOCAL: Terraço – IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA

www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier

HORÁRIO: 18h50

ENTRADA GRATUITA. Sujeito a Lotação.

CLASSIFICAÇÃO: Livre

INFORMAÇÕES: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

21 DE FEVEREIRO – ANGELA MARIA E AS CANÇÕES DE ROBERTO E ERASMO

A voz de Angela Maria e a obra de Roberto e Erasmo Carlos estão na memória afetiva dos brasileiros há décadas, traduzindo sentimentos bons e relembrando paixões, com uma elegância que não se perde na poeira do tempo. Pontos em comum que fizeram a cantora aceitar a sugestão do produtor Thiago Marques Luiz para seu novo álbum, “Angela Maria e as canções de Roberto e Erasmo”, que marca os invejáveis 67 anos de carreira de Angela.

No show da nova turnê, a artista é acompanhada por uma super banda e interpreta, além dos clássicos de Roberto e Erasmo que escolheu para seu disco, os grandes sucessos que marcaram sua carreira, como Gente Humilde, Babalu, Lábios de Mel, Tango pra Tereza, Falhaste Coração e outros.

SERVIÇO: ANGELA MARIA E AS CANÇÕES DE ROBERTO E ERASMO

DATA: 21/02

LOCAL: Teatro – IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA

www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier

HORÁRIO: 15h

ABERTURA DA CASA: 1h antes do evento.

INGRESSOS:  Balcão e plateia inferior: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

CLASSIFICAÇÃO: Livre

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA BILHETERIA: Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30.

FORMA DE PAGAMENTO PARA O EVENTO: dinheiro e cartões Dinners, Master (débito e crédito), Visa (débito e crédito) e Vale Cultura.

INFORMAÇÕES: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

 

22 DE FEVEREIRO- RIO NOVO ROCK apresenta CIRCUS ROCK e MAIEUTTICA

DJ SUIRÁ e VJs PHOTON DUO

O Rio Novo Rock arranca a porta de Fevereiro com os dois pés juntos! Um dos eventos mais importantes para a nova geração do Rock nacional apresenta as bandas Circus Rock e Maieuttica. Nas pickups, sets da DJ mais charmosa do Rio, Suirá. Com direito a projeções incríveis, o RNR conta com a dupla de VJs Photon DUO. A diversão não para por aqui, o evento conta também com a tradicionalíssima feira rock. Tá preparado? Vem que o bicho vai pegar!

SERVIÇO: RIO NOVO ROCK apresenta CIRCUS ROCK e MAIEUTTICA

DJ SUIRÁ e VJs PHOTON DUO

DATA: 22/02

LOCAL: Teatro – IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA

www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier

HORÁRIO: 20h

ABERTURA DA CASA: 1h antes do evento.

INGRESSOS:  Pista: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)

Meia-entrada solidária, com 1kg de alimento não-perecível.

CLASSIFICAÇÃO: 16 anos

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA BILHETERIA: Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30.

FORMA DE PAGAMENTO PARA O EVENTO: dinheiro e cartões Dinners, Master (débito e crédito), Visa (débito e crédito) e Vale Cultura.

INFORMAÇÕES: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

 

24 DE FEVEREIRO – FORRÓ LÁNALAJE com MAURÍCIO PARAXAXAR

DJ RESIDENTE: EDNA CARVALHO

Maurício Paraxaxar, cantor, compositor e Zabumbeiro completou 18 anos de carreira em dezembro de 2016. Durante essa década e meia levou para o público de todo o Brasil forró da melhor qualidade. Ano passado, lançou seu CD autoral “Não tem briga de artista”, que conta com 10 músicas de sua autoria e algumas de mais de uma década de execução.

Seu show é marcado por uma pegada única: voz potente, zabumbada firme e balanço cadenciado. Tudo adquirido com muito estudo e longo trabalho de pesquisa. Seu repertório é autoral, mas também composto por pérolas dos maiores mestres, interpretes e compositores do gênero, como: Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro, Alceu Valença, Zé Ramalho, entre outros.

SERVIÇO: FORRÓ LÁNALAJE com MAURÍCIO PARAXAXAR

DJ RESIDENTE: EDNA CARVALHO

DATA: 24/02

LOCAL: Terraço – IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA

www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier

HORÁRIO: 17h

ENTRADA GRATUITA. SUJEITA A LOTAÇÃO

CLASSIFICAÇÃO: Livre

INFORMAÇÕES: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

 

ATÉ 04 DE MARÇO – DEIXA CLAREAR

Espetáculo musical sobre Clara Nunes

Há mais de quatro anos circulando pelo Brasil, com cerca de 200 mil espectadores na estrada, “Deixa Clarear, musical sobre Clara Nunes” volta ao palco do Imperator – Centro Cultural João Nogueira para sua 22ª temporada carioca. Motivos para celebrar não faltam: o espetáculo permanece em cartaz por quase meia década sem patrocínio, mas sempre com grande sucesso de público, o que motivou o lançamento de um DVD, com selo da Biscoito Fino, que inclui depoimentos de amigos e familiares da cantora (1942-1983) gravados em sua terra natal: Caetanópolis. Com texto de Marcia Zanelatto e direção de Isaac Bernat, o musical, protagonizado pela atriz Clara Santhana no papel de Clara Nunes, fica em cartaz de 16 de fevereiro a 4 de março. Os ingressos custam R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).

Com direção musical de Alfredo Del Penho, o espetáculo mistura música e poesia na construção de um olhar sobre a cantora Clara Nunes e sua carreira que busca incentivar a juventude a valorizar o cancioneiro brasileiro e suas raízes genuínas. “Nossa ideia é apresentar o legado da cantora para as novas gerações”, explica Clara Santhana, idealizadora do projeto e apaixonada pela obra da cantora mineira. Ela se apresenta acompanhada por um quarteto formado por João Paulo Bittencourt (violão), Gustavo Pereira (Cavaco/ percussão), Pedro Paes (clarinete/ sax) e Michel Nascimento (percussão).

No repertório estão clássicos de grandes compositores como “O canto das três raças” (Paulo Cesar Pinheiro/ Mauro Duarte), “Na linha do mar” (Paulinho da Viola), “Morena de Angola” (Chico Buarque), “Um ser de luz” (João Nogueira/Paulo Cesar Pinheiro e Mauro Duarte), “O mar serenou” (Candeia), entre outras.

Ficha técnica:

Idealização e atuação – Clara Santhana

Texto – Marcia Zanelatto

Direção – Isaac Bernat

Direção Musical – Alfredo Del Penho

Músicos: João Paulo Bittencourt (violão)

Gustavo Pereira (Cavaco/ percussão)

Pedro Paes (clarinete/ sax)

Michel Nascimento (percussão)

Direção de Movimento – Marcelle Sampaio

Assistência de Direção – Daniel Belmonte

Iluminação – Aurélio de Simoni

Figurino – Desirée Bastos

Cenário – Doris Rollemberg

Foto divulgação banner – Marcelo Rodolfo

Operação de Luz – Brisa Lima

Operação de Som – Fernando Capão

Contrarregra – Cristiane Morilo

Programação visual – Gabriela Zuquim / Leandro Carvalho

Produção executiva – Lucas Oliveira

Direção de Produção – Sandro Rabello

Realização – Diga Sim! Produções

SERVIÇO: DEIXA CLAREAR

DATA: 16/02 a 04/03

LOCAL: Teatro – IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA

www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier

HORÁRIO: Sextas: 16h | Sábados e domingos: 19h

ABERTURA DA CASA: 1h antes do evento.

INGRESSOS:  Balcão e plateia inferior: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

CLASSIFICAÇÃO: Livre

DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 75 minutos

VENDAS: INGRESSO RÁPIDO E BILHETERIA DA CASA

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA BILHETERIA: Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30.

FORMA DE PAGAMENTO PARA O EVENTO: dinheiro e cartões Dinners, Master (débito e crédito), Visa (débito e crédito) e Vale Cultura

INFORMAÇÕES: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

ATÉ 04 DE MARÇO – ESPELHO, ESPELHO MEU

Um espetáculo lúdico e divertido que tem como narrador o Corvo da personagem Malévola. O Corvo começa apresentando os personagens centrais: Rainha Má, Espelho Mágico, Branca e o Caçador. Em sua narração, ele é interrompido pela terrível Rainha Má que continua a história de forma real até o Espelho Magico lhe dizer que Branca de Neve está viva. Só que dessa vez, a Rainha não quer ficar velha e cheia de rugas. Para executar o seu novo plano, ela muda a história e vai à procura Cinderela, Bela, Elsa e Anna e as enfeitiça, fazendo com que elas levem para Branca de Neve o líquido do verdadeiro amor. Após bebê-lo, todas as princesas adormecem num sono profundo.

A Rainha Má só não esperava ser traída pelo linguarudo Espelho Mágico que, junto ao Caçador e o Corvo, se juntam ao Príncipe da Branca e vão para a floresta salvar as princesas. Após o Príncipe beijar Branca de Neve, todas as outras princesas voltam para suas histórias, a Rainha é expulsa e todos vivem felizes…até a próxima história!

Ficha técnica

 

ELENCO

Rainha Má – Beta Brito

Branca de Neve – Julia Nogueira

Espelho Mágico – Hamilton Dias/Pablo Paleologo

Príncipe Branca de Neve/Fera – Renato Calvet

Caçador/Príncipe Da Cinderela – Rhuan Santos

Bela – Maria Penna Firme

Anna – Tecca Ferreira

Elsa – Giuliana Melito

Cinderela – Sofia Toscano

Corvo – Rennato Cinelli

Ensemble – Ariane Rocha, Gabriela Barbosa, Glauce Canuto, Ivana D Rosevita, Kelly Maurelli e Luna Lima.

EQUIPE

Texto e Direção: Anacleto Carindé

Músicas: Pablo Paleologo

Direção Musical: Jonas Hammar

Coreografias: Victor Maia e Ariane Rocha

Assistente De Direção: Renato Calvet

Figurinos: Paulo Kandura

Cenário: Mário Pereira e Studio Alfa

Programação Visual: Renato Calvet

Produção Musical/Gravação De Trilha: Rafael Garrafa

Mixagem de Trilha: Julius Brito

Fotos: Kaio Caiazzo e Mariana Esberard

Produção Executiva: Beta Brito

Direção de Produção: Roy Peres

Assessoria de imprensa: BriefCom Comunicação/Bia Sampaio

SERVIÇO: ESPELHO, ESPELHO MEU

DATA: 17/02 a 04/03

LOCAL: Teatro – IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA

www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier

HORÁRIO: Sábados e domingos: 16h

ABERTURA DA CASA: 1h antes do evento.

INGRESSOS:  R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)

CLASSIFICAÇÃO: Livre

DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 55 minutos

VENDAS: INGRESSO RÁPIDO E BILHETERIA DA CASA

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DA BILHETERIA:Quarta: 13h às 20h30; Quinta a sábado: 13h às 21h30; Domingo: 13h às 19h30.

FORMA DE PAGAMENTO PARA O EVENTO: dinheiro e cartões Dinners, Master (débito e crédito), Visa (débito e crédito) e Vale Cultura

INFORMAÇÕES: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

*A sessão do dia 03 de março contará com acessibilidade (legendagem e audiodescrição)

 

PROGRAMAÇÃO FIXA DA CASA

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COM BIANCA BARBOZA

Realizada gratuitamente, a Contação de Histórias é um programa que recebe um número expressivo de crianças da região.  Nessa ação, são desenvolvidas a criatividade e a imaginação, aproximando o universo literário, musical e interpretação de texto junto ao público infantil.

SERVIÇO: CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COM BIANCA BARBOZA

DATA: TODOS OS DOMINGOS

LOCAL: Térreo – IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA

www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier.

HORÁRIO: 11h às 12h

INGRESSOS:  Gratuito

CLASSIFICAÇÃO: Livre

INFORMAÇÕES: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados

 

TROCA-TROCA DE LIVROS

Realizada aos domingos, em paralelo à “Contação de Histórias”, a atividade incentiva a troca de livros (sem custo), ampliando a formação literária de forma sustentável, visando amadurecer o conceito de coletividade. O programa é para todas as idades.

SERVIÇO: TROCA-TROCA DE LIVROS

DATA: TODOS OS DOMINGOS

LOCAL: Térreo – IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA

www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier.

HORÁRIO: Domingos – das 10h às 14h

INGRESSOS:  Gratuito.

CLASSIFICAÇÃO: Livre

INFORMAÇÕES:2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

AULÃO DE TAI CHI CHUAN

O Tai Chi Chuan é uma das artes tradicionais da China antiga. Os movimentos do Tai Chi Chuan, lentos, encadeados, contínuos, harmônicos, associados a uma respiração profunda, suave e ritmada propiciam ao praticante um estado de relaxamento e serenidade interior, trabalhando de forma integrada a manutenção do equilíbrio e da harmonia física, mental e emocional.

SERVIÇO: AULÃO DE TAI CHI CHUAN

DATA: TODOS OS DOMINGOS

LOCAL: Terraço – IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA

www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier.

HORÁRIO: Domingos – das 10h30

INGRESSOS:  Gratuito.

CLASSIFICAÇÃO: Livre

INFORMAÇÕES:2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

ATÉ 25 DE FEVEREIRO – EXPOSIÇÃO PANMELA CASTRO

Entre os anos de 1946 e 1947, a importante artista franco-americana Louise Bourgeois criou a série de pinturas Femme Maison que abordava a questão da identidade feminina. A artista carioca Panmela Castro percebe a violência contra as mulheres como um problema de identidade feminina e – diante dos alarmantes números brasileiros, mesmo em 2017 – ainda uma questão a ser debatida. Apropriando-se deste título, cria seu primeiro trabalho da série, construído durante os meses de maio, junho e julho em seu atelier no bairro do Catete e montado em agosto no Sesc de Sorocaba para o Frestas Trienal de Artes. Nesta primeira obra, Panmela encomenda para sua mãe a decoração de uma casa de boneca nos moldes do seu antigo quarto no bairro da Penha. Cumprida a missão e instalada a obra, o público pode adentrar no espaço, experimentando apetrechos e se fotografando. Para o espaço da Galeria do Imperator, Panmela Castro monta a sua segunda instalação #FemmeMaison, onde os visitantes poderão entrar em um pomposo e exagerado vestido.  Nesta nova série, a artista aborda o ridículo feminino, questionando a obrigatoriedade de certas características femininas para a legitimação do ser enquanto mulher, visto que acredita que a não aceitação de outras/novas possibilidades resulta na violência. Além da instalação participativa, na exposição no Imperator o público poderá conferir um conjunto de obras entre pintura, fotografia, objetos e vídeos que foram precursores desta sua pesquisa artística.

SERVIÇO: EXPOSIÇÃO PANMELA CASTRO

DATA: DE TERÇA A DOMINGO, ATÉ 25/02

LOCAL: Sala de Exposições – IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA

www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier.

HORÁRIO: das 13h às 22h

INGRESSOS:  Gratuito. Sujeito a lotação.

CLASSIFICAÇÃO: Livre

INFORMAÇÕES: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

INTERVENÇÃO SAMBA&SAL

Ilustração: Paula Jardim

A arte é inspirada em Tia Ciata e na sua contribuição artística na cultura do samba, desde a religiosidade, gastronomia, vestimentas e fantasias. Tia Ciata era cozinheira, mãe de santo, baiana e brasileira, considerada por muitos como uma das figuras influentes para o surgimento do samba carioca. Era na comida que a baiana expressava suas convicções religiosas, ou seja, a sua fé no candomblé, religião proibida e perseguida naqueles tempos. Além dos doces, Tia Ciata alugava as roupas de baiana para os teatros para que fossem usados como figurinos de peça e para o carnaval dos clubes. Com este comércio, muita gente da Zona Sul da cidade, da alta sociedade, ia à casa da baiana, passando a frequentar as suas festas. Foi nessas festas que Tia Ciata passou a dar consultas com seus Orixás. Ela também ficou marcada como uma das principais animadoras da cultura negra nas nascentes favelas cariocas. Em sua casa, onde os sambistas se reuniam, foi criado o primeiro samba gravado em disco – “Pelo Telefone” -, uma composição de Donga e Mauro de Almeida.

SERVIÇO: INTERVENÇÃO SAMBA&SAL

DATA: DE SEGUNDA A DOMINGO

LOCAL: Galeria de Acesso – IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA

www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier.

HORÁRIO: Segunda a sábado – das 13h às 22h | Domingo – das 10h às 22h.

INGRESSOS:  Gratuito.

CLASSIFICAÇÃO: Livre

INFORMAÇÕES: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

NÓ NA MADEIRA

ACERVO PERMANENTE JOÃO NOGUEIRA

Depois de 6 meses ocupando a sala de exposições, o acervo de João Nogueira tornou-se uma instalação permanente no andar térreo do centro cultural, que homenageia a vida e obra desse grande artista. A exposição Nó na Madeira reúne fotos, discografia interativa em TV e objetos pessoais do sambista.

SERVIÇO: NÓ NA MADEIRAACERVO PERMANENTE JOÃO NOGUEIRA

DATA: DE SEGUNDA A DOMINGO

LOCAL: Térreo – IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA

www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier.

HORÁRIO: Segunda a sábado – das 13h às 22h | Domingo – das 10h às 22h.

INGRESSOS:  Gratuito.

CLASSIFICAÇÃO: Livre

INFORMAÇÕES:2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

#GRAFFITI LÁNALAJE
GRAFFITI CRIADO PELA ARTISTA PANMELA CASTRO

Panmela Castro (Rio de Janeiro, 1981) possui como objeto de pesquisa artística o corpo feminino em diálogo com a paisagem urbana, a alteridade e as percepções trazidas pelas experiências na rua, na produção de arte pela urbe. A artista investiga criticamente a construção da mitologia do feminino surgida a partir de imposições sociais sobre a mulher na sociedade contemporânea.

SERVIÇO: #GRAFFITI LÁNALAJE

DATA: DE TERÇA A DOMINGO

LOCAL: Terraço – IMPERATOR – CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA

www.imperator.art.br

ENDEREÇO: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier.

HORÁRIO: Terça a sábado – das 13h às 22h | Domingo – das 10h às 22h.

INGRESSOS:  Gratuito. Sujeito a lotação.

CLASSIFICAÇÃO: Livre

INFORMAÇÕES: 2597-3897 (das 9h às 12h/13h às 18h). Exceto Feriados.

“A Peça Escocesa” no Nelson Rodrigues

O Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues recebe, de 3 de março a 1º de abril de 2018 (de quinta a domingo), sempre às 19h, o espetáculo A Peça Escocesa, obra original livremente inspirada na mais curta e mais contundente tragédia de Shakespeare: Macbeth. Em cena, Carolina Pismel e Paulo Verlings são acompanhados pela Banda Dagda (teclado, guitarras, baixo e bateria), criando uma espécie de “Word Concert”. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.
 
A Peça Escocesa traz à tona, em uma dramaturgia original assinada por Marcia Zanelatto, vozes subterrâneas criando uma polifonia que transcende a ideia de personagem. O jogo exige deslocamentos diversos dos atores Carolina Pismel e Paulo Verlings, que dão vozes desde os corcéis do Rei Duncan, decepcionados com a humanidade, até o vozerio sobrenatural das bruxas, passando pelos protagonistas da obra original.
 
Concebido pelo ator, diretor e produtor Paulo Verlings, o espetáculo trata de ambição, jogos de poder, compensação e cobiça, dando um ponto de vista contemporâneo às personagens Macbeth e Lady Macbeth. Verlings irá lançar-se em uma investigação na busca de uma cena fundida entre a “palavra e a música”, pesquisando um ponto de vista contemporâneo sobre a espetacularização da monarquia. Uma arena de gladiadores contemporâneos se instaurará e o público se deliciará com um arrojado recorte de um épico contemporâneo.
 
“Os clássicos de William Shakespeare continuam presentes no imaginário artístico e universal. Seus enredos, epopeias mirabolantes, personagens construídos meticulosamente e munidos de real humanidade, fascinaram o mundo e atravessaram os séculos. Todos esses desejos e questionamentos sobre o humano, na obra de Shakespeare, são o que nos inspiram e movem a nos debruçarmos nesse projeto para criarmos uma obra original”, comenta Verlings.
 
Mas não é a história de Shakespeare que os atores estão encenando e não é a história de Shakespeare que os espectadores vão assistir. Com A Peça Escocesa eles procuram dizer o que Shakespeare não disse, não pode dizer ou disse nas entrelinhas, nos “espaços”, nas ausências de Lady Macbeth. A dramaturga considera que o bardo pode ter sido censurado.
 
“Creio que o melhor trabalho que posso fazer, ao lidar com uma obra prima como Macbeth, é ouvir as vozes subterrâneas, revelar o que não foi dito no clássico – seja por questões sociopolíticas referentes ao Reino Unido do Século 17 ou por opções de estrutura dramatúrgica – e assim transmiti-lo na atualidade. Não quero contar a história ou adaptá-la. Eu quero fazer ouvir a vida interior e arquetípica dos personagens à luz do nosso tempo, uma espécie de peep show da alma, como fizemos em Tristão e Isolda, que marca meu encontro com o Paulo Verlings, sob direção de Guilherme Leme Garcia. Por exemplo, há na estrutura emocional da peça de Shakespeare, além do problema da ambição desmedida, que reinscrevo como uma necessidade de compensação pelo que não se tem (já que a peça está na transição do feudalismo para o capitalismo – o tempo do “Ter”), uma forte questão de gênero, na medida em que todo poder é do homem, Macbeth, mas toda potência é da mulher, Lady Macbeth”, comenta Marcia Zanelatto.
 
“Meu processo de trabalho foi examinar, em Macbeth, a gênese do homem militar, bélico, talhado para a guerra, chegando ao governo com sua marca de matador profissional e completamente paranoico. E reinscrever Lady Macbeth no lugar feminista, levantando a hipótese de sua ação derivar da caça às bruxas: alçar-se à condição de rainha pode ter sido uma estratégia para escapar da fogueira da inquisição. Ou você acha que a relação de Lady Macbeth com as bruxas começa quando ela recebe a carta de Macbeth dizendo que recebeu a predição de que seria rei? Pra mim, e o que quero apresentar ao público, é a hipótese de que Lady Macbeth era da linhagem das bruxas e sua ação foi de resistência. Agora, o que temos a examinar em A Peça Escocesa é o que ocorre quando a resistência feminina decide jogar o jogo patriarcal”, completa a autora.
 
A equipe de artistas criadores conta ainda com Ricco Viana (direção musical), Mina Quental (cenário), Flavio Souza (figurinos), Vini Kilesse (visagismo), Tiago e Fernanda Mantovani (iluminação) e a Banda Dagda, composta pelos músicos Antonio Fischer-Band (teclado), Arthur Martau e Kim Fonseca (guitarras), Pedro Velho (baixo) e Victor Fonseca (bateria).
 
A Peça Escocesa consolida a parceria entre a dramaturga Marcia Zanelatto e o diretor Paulo Verlings. A dupla iniciou sua ligação no espetáculo Fatal (2016), com o qual Marcia foi indicada ao Prêmio Shell de Melhor Texto. O trabalho mais recente de ambos, o espetáculo ELA (2017), está indicado ao Prêmio Shell, concorreu ao Prêmio Cesgranrio de Melhor Texto e Botequim Cultural de Melhor Diretor, sendo vencedor do Prêmio Botequim Cultural de Melhor Texto.
 
Ficha técnica

Texto: Marcia Zanelatto 
Direção e Concepção: Paulo Verlings 
Elenco: Carolina Pismel e Paulo Verlings 
Diretor Assistente: Flávio Souza 
Assistência de Direção: Orlando Caldeira 
Músicos Banda Dagda: Antonio Fischer-Band (teclado); Arthur Martau e Kim Fonseca (guitarras); Pedro Velho (Baixo) e Victor Fonseca (Bateria)
Direção Musical: Ricco Viana  
Cenário: Mina Quental 
Figurinos: Flavio Souza
Desenho e técnico de Som: Luciano Siqueira
Visagismo: Vini Kilesse
Iluminação: Tiago e Fernanda Mantovani
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Fotos: Paula Kossatz
Vídeo: Eduardo Chamon
Projeto Gráfico: Raquel Alvarenga
Produção Executiva e Marketing Cultural: Heder Braga
Direção de Produção: MS Arte & Cultura | Aline Mohamad e Gabriel Salabert
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
 
Serviço
CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
Av. República do Chile, 230, Centro, Rio de Janeiro / Entrada pela Av. República do Paraguai 
(próximo ao Metrô e VLT Estação Carioca)
Telefone: (21) 3509-9600 / 3980-3815
Lotação: 400 lugares (mais 08 para cadeirantes)
Datas: 3 de março a 1º de abril de 2018 (quinta a domingo)
Horário: 19h
Duração: 60 min
Ingressos: Plateia – R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) / Balcão: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). 
Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia 
As vendas de ingressos iniciam na terça-feira, dia 27 de fevereiro, na bilheteria do Teatro
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação indicativa: 14 anos
Acesso para pessoas com deficiência