“3 Mulheres 1 Destino…” no Tijuca Tênis Clube

O espetáculo comemora 10 anos, assistido por mais de 100 mil pessoas, realizando temporada em mais de 5 estados ( Bahia, Maceió, Sergipe, Ceará, Minas Gerais, Rio de janeiro…), e mais de 18 salas no Rio de janeiro, em 2014 a convite da editora Bartlebee, o espetáculo virou livro, deixando registrado a história dessas 3 Mulheres em literatura.

Release:

3 Mulheres 1 Destino…

Em tempos de empoderamento feminino, o espetáculo se torna mais atual que nunca, colocando 3 mulheres no palco, que pensam, que falam de política, sexualidade, sociedade, e de suas conquistas desde os anos 80 até os dias de hoje. Amigas que viveram toda transformação política e social dos anos 80 reencontram-se após 30 anos e revivem um passado, quebrando tabus, revelando histórias do passado, todas as descobertas, e compondo um novo presente, numa comédia que navega por questões políticas e históricas do nosso país. Além da expressiva liberdade do universo feminino adquirido e todas as suas conquistas nestas últimas décadas.

No reencontro, Ana Regina ( Dona de casa), Helena ( Bibliotecária , evangélica e assexuada), Bernada Campos ( Um executiva de sucesso para todos, no seu íntimo uma prostituta) , 3 personalidades distintas, e suas verdades, mulher falando de mulher, uma comédia sensível, que emocionado por onde passa, se fazendo de espelho pra uma sociedade cheia de conceitos, e limites quando o assunto é a “mulher e suas conquistas”.

Propondo reflexão e verdades, a comédia, se mantem viva e contemporânea, que em 2018 celebra 10 anos de sucesso, resistência, e auto afirmação, onde o teatro é o fio condutor de um debate social, propondo o público a pensar, rir com as situações da nossa história e suas contradições, falando de mulheres, através de mulheres.

3 Mulheres 1 Destino tem sido recomendadas por terapeutas e sexólogas, devido a liberdade de expressão feminina, e por falar de tabus e conceitos de maneira direta e sem rodeios.

Teatro Henriqueta Brieba

Sábados e domingos ás 19:30h

De 02/06 a 01/07

Ingressos: R$ 40,00 / 20,00 (meia estudantes, professores rede púbica, e sócios do clube Tijuca Tênis Clube)

Telefone: (21) 3294-9300 ou 98246-4006

Bilheteria aceita cartão de CREDITO e DEBITO.

Classificação Livre

Duração 80 min

Texto e Direção: Fabrisio Coelho.

Produção Geral: Clecio Ferreira

Luz: Anauã Carmo

Som: Sandro Martins

Figurino: Denise Veiga

Cenário: Thaysa Carreiro

Arte gráfica: 4 ideias

Elenco:

Flavia Sequeira

Rita Luz

Claudia Cabral

Classificação livre

Redes Sociais: facebook.com.br/3mulheres1destini Email: fabrisiocoelho@hotmail.com

Fone e WhatsApp: (21) 98246-4006

“Viva Raul” no NET São Paulo

O Theatro NET São Paulo, na Vila Olímpia, recebe o ator e músico Renato Ignácio para duas únicas apresentações do show Viva Raul dia 11 de julho, 21h, em homenagem ao cantor e compositor Raul Seixas.

No palco, o artista cover, através da semelhança física e vocal, dos trejeitos e figurinos, cenário e projeções, interpreta clássicos da obra de Seixas como: Gita, Metamorfose Ambulante, Maluco Beleza, Aluga-se, Cowboy Fora da Lei, Medo da Chuva, Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás.

“Apresentamos um repertório organizado entre sucessos e favoritas dos fãs, mostrando as diversas facetas do artista: o roqueiro, o lado rebelde do rock’n’roll dos anos 1950; o filósofo, que misturava Schopenhauer e Baghavad-Gita em busca do segredo do universo; o compositor privilegiado, capaz de gerar mágica com um violão e uma guitarra acústica. Tudo com uma cara de Brasil (e de Nordeste).

A obra e a mística em torno de Raul Seixas (falecido há 25 anos) continuam fortes e impactantes, assim como sua alquimia está mais viva do que nunca. Viva Raul é um passeio por toda a sua carreira, relembrando desde o impacto inicial como artista solo (“Let me sing”, que o baiano defendeu no Festival Internacional da Canção de 1972) até seus últimos hits já no fim dos anos 1980.

A banda do espetáculo Viva Raul é formada por Renato Ignácio (violão, guitarra e voz), (baixo), (percussão), (bateria), (guitarra), (teclados) e (backing vocals).

“O grande desafio foi dar unidade a canções de fases diferentes, mantendo-as fiéis aos arranjos originais dos álbuns clássicos, mas buscando a vitalidade do palco. O clima é completo pelo incrível trabalho de luzes e grafismos, que ajudam a criar os ambientes e os cenários onde os clássicos são executados,” conclui Renato Ignácio.

SERVIÇO:

Viva Raul

Theatro NET São Paulo – Shop. Vila Olímpia, 5º andar – Rua Olimpíadas, 360.

Data: 11 de julho

Classificação: 12 anos

Duração: 60 minutos

Ingressos: R$ 160,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia) – Plateias Central e Lateral

R$ 100,00 – Balcão I – R$ 50,00 (meia)

R$ 70,00 – Balcão II – R$ 35,00 (meia)

Capacidade: 799 lugares

Site: www.theatronetsaopaulo.com.br

Vendas para grupos específicos: 11.94536-6682/ 21.96629-0012

Horário do funcionamento da bilheteria: segunda a sábado, das 10h às 22h; e domingo, das 10h às 20h30.

Formas de pagamento: Todos os cartões de crédito, débito e vale cultura. Não aceita cheques.

Clientes NET têm 50% de desconto na compra de até quatro ingressos.

Acessibilidade

Estacionamento no Shopping

Convencional: Até 2 horas – R$ 13,00 / Demais (por hora) + R$ 3,50

Motos: Até 2 horas – R$ 9,00 / Demais (por hora) + R$ 3,50

ORQUESTRA TABAJARA E TEATRO RIVAL PETROBRAS TUDO A VER, OUVIR E DANÇAR

São 84 anos de trajetórias artísticas paralelas, que agora convergem para um projeto mensal unindo as histórias de resistência cultural do Teatro Rival Petrobras e da Orquestra Tabajara. A partir do dia 8 de junho, começa o projeto de bailes mensais da orquestra no teatro. E a convidada especialíssima para essa estreia é a cantora Leny Andrade.

A escolha da diva para abrir a temporada de bailes não foi gratuita. Afinal de contas, foi a Orquestra Tabajara a responsável pela iniciação da cantora nos bailes da vida, quando ela tinha apenas 14 anos. Décadas depois, a Tabajara voltou a fazer parte da vida de Leny porque Dudu, irmão dela, tocava na orquestra.

Juntas, a diva Leny Andrade e a Orquestra Tabajara preparam um repertório especial para o início da série de bailes no Teatro Rival Petrobras: “Rio (Roberto Menescal / Ronaldo Boscôli) ; Dindi (Aluísio de Oliveira / Tom Jobim), Meiga Presença (Paulo Valdez / Otávio de Moraes) e Influência do Jazz (Carlos Lyra).

Sobre a Orquestra Tabajara

A Orquestra Tabajara foi fundada em 1934, em João Pessoa, na Paraíba, por Oliver Von Sohsten, que veio da Holanda para dirigir uma empresa que se instalara na cidade. Em 1937, com a inauguração da Rádio Tabajara na mesma cidade, a orquestra foi contratada para fazer parte de seu elenco. Naquela época, Severino Araújo foi convidado para integrar o naipe de sax da Jazz Tabajara, que já contava com músicos famosos. dos quais destacava-se K-Ximbinho. Com a morte repentina de Luna Freire, Foi então que Severino Araújo assumiu a direção daquela que seria considerada a mais famosa orquestra popular do Brasil. Ele tinha apenas 21 anos. Cantores famosos – como Francisco Alves, Orlando Silva e Ciro Monteiro – excursionavam pelo Nordeste sendo acompanhados pela orquestra. A fama chegou, então, à capital da República, que era, na época, o centro musical do Brasil. A notícia se espalhou e a fama da orquestra chegou ao Rio de Janeiro, que além de ser a capital da República era o centro musical do Brasil.
Em dezembro de 1944, a Orquestra Tabajara recebeu da Rádio Tupi o convite para se apresentar no Rio de Janeiro. A estreia aconteceu no dia 20 de janeiro de 1945 e teve grande repercussão no país, pois foi transmitida por uma cadeia que cobria o Brasil de norte a sul. Sua permanência na Rádio Tupi durou 10 anos.
Além do período na Rádio Tupi, houve cinco anos na Rádio Mayrink Veiga, cinco anos na TV Rio, onde Severino se destacou com a excelente execução da Abertura do Guarani de Carlos Gomes durante o I Festival Internacional da Canção, apresentado pelo emissora. 

A carreira do mestre Severino Araújo

O pai de Severino Araújo era mestre de banda em Limoeiro, em Pernambuco. Foi o pai que deu as primeiras noções de música. Ainda criança, adotou a clarineta como instrumento favorito. Na década de 1930, mudou-se para João Pessoa, onde foi clarinetista da banda da polícia. Em 1936 escreveu o choro “Espinha da Bacalhau”, uma de suas composições mais famosas. Ainda na Paraíba, foi regente da orquestra da Rádio Tabajara, e com alguns integrantes dela partiu para o Rio de Janeiro no final dos anos 1930.

Só em 1945 a Orquestra adotou oficialmente o Rio de Janeiro como sua sede. Inspirada nas big bands norte-americanas, a Tabajara animava bailes, festas e gafieiras desde os anos 1940. De lá para cá já foram mais de 13 mil apresentações. Além de atuar em bailes e festas, a Orquestra Tabajara trabalhava em emissoras de rádio. Com grande popularidade, a Orquestra gravou mais de 100 discos de 78 rpm, batendo recordes de longevidade, além de alicerçar o trabalho de cantores como Jamelão, com quem gravou dois discos-tributos a Lupicínio Rodrigues.

Durante a existência do Circo Voador, no Rio de Janeiro, a Tabajara era a atração tradicional dos domingos, com a Domingueira Voadora. O repertório era composto tanto de clássicos do jazz e da canção norte-americana quanto de temas da música brasileira. Severino Araújo, que foi aluno de Koellreuter, é autor de várias músicas executadas pela orquestra e comemorou seus 80 anos ainda à frente do grupo, regendo e ensaiando.

Atualmente, quem administra a Orquestra Tabajara é Ronaldo Araújo, enquanto a regência é de Francisco Araújo.


Serviço:

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 08 de junho (Sexta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 14 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô/VLT: Estação Cinelândia. Ingressos: Setor A: R$ 80 (inteira), R$ 50 (promoção para os (200 primeiros pagantes), R$ 40 (meia-entrada) | Setor B: R$ 70 (Inteira), R$ 50 (Promoção para os 200 Primeiros Pagantes), R$ 35 (meia-entrada) |   Pista: R$50 Inteira) e R$ 25 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j. Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia-entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários

CLAUDINHA TELLES Cantando o BOM da BOSSA

O Centro da Música Carioca Artur da Távola que fica na rua Conde de Bonfim, 824, na Tijuca tem o prazer de apresentar a cantora CLAUDINHA TELLES Cantando o BOM da BOSSA, na próxima sexta feira, dia

​08​

de junho/2018, as 20h.

Depois do sucesso da apresentação na Sala Baden Powell em Copacabana, CLAUDINHA TELLES volta a revisitar o que há de melhor no gênero bossa nova, no show CANTANDO O BOM DA BOSSA ao lado dos músicos Marcello Lessa (violão), Joe Lima (baixo) e Cassio Accioli (percuteria = percussão + bateria) que acompanharão Claudinha Telles cantando os clássicos ‘Dindi’ (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira), ‘Samba de Uma Nota Só’ (Tom Jobim), Corcovado’, ‘Samba do Avião’, ‘Fotografia’, ‘Reza’, ‘Demais’ (Maysa), ‘Se Todos Fossem Iguais à Você’ (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), ‘Primavera’ (Tim Maia), ‘Lobo Bobo’ (Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli), ‘A Felicidade’ (Tom Jobim e Vínicius de Moraes), ‘Rio’ (Roberto Menescal), ‘Você’ (Roberto Menescal), ‘Amendoim Torradinho’ (Tom Jobim e Henrique Beltrão), ‘Discussão’ (João Gilberto), ‘Zelão’ (Sergio Ricardo), ‘Chuva’ (Baden Powell), ‘Brigas Nunca Mais’ (Tom Jobim), ‘Desafinado’ (Tom Jobim) entre outros sucessos.

Esse, certamente é um espetáculo para pessoas de bom gosto.

Quem é CLAUDINHA TELLES?

Claudia Telles de Mello Mattos, nascida no Rio de Janeiro, em 26 de agosto de 1957, cantora e compositora, filha do violonista Candinho e de uma das precursoras da bossa nova, a cantora Sylvinha Telles.

Biografia

Claudia Telles, ainda menina, foi convidada pela mãe para subir ao palco do Teatro Santa Rosa (RJ) no último show da temporada do espetáculo “Reencontro”, que reuniu Sylvia Telles, Edu Lobo, Trio Tamba e Quinteto Villa-Lobos, para cantar “Arrastão” (de Edu Lobo e Vinicius de Moraes).

Claudia iniciou sua carreira fazendo coro para artistas famosos em suas gravações, entre eles The Fevers, Roberto Carlos, José Augusto, Gilberto Gil,Jerry Adriani, Jorge Ben, Belchior, Simone, Rita Lee, Fafá de Belém, entre vários outros.

Sua chance de “brilhar” veio, entretanto, quando uma amiga do Trio Esperança, Regina, precisou se afastar do grupo por causa da gravidez.

Claudia a substituiu em gravações e shows, ganhando experiência de público, daí para frente ela se dedicaria completamente à arte musical.

Além das gravações em estúdio, Claudia foi crooner do conjunto de Chiquinho do Acordeon, um dos mais conceituados da época, durante um ano.

Saiu quando Walter D’Ávila Filho, ao escutar uma música nova de seu parceiro e também produtor na época da CBS (hoje Sony Music) Mauro Motta.

Se lembrou dela e de sua voz, um pouco parecida com a da mãe, mas com um timbre metálico, diferente das vozes que havia no mercado e deu-lhe, a título de experiência a “tal” música para gravar. O sucesso foi estrondoso.

Claudia Telles “Fim de tarde”:

https://youtu.be/USSvT1CMdjw

A música logo passou aos primeiros lugares das paradas, todos queriam saber de quem era aquela voz suave e vieram os diversos convites para programas de televisão.

O público jovem se identificou imediatamente com aquela menina de cabelos escorridos, tímida, que lhes derramava versos de amor, “Fim de Tarde” foi um dos grandes sucessos daquele ano de 1976 e agora menina-mulher, amadurecida pelo tempo e pelas circunstâncias, conhecia a fama.

Foram vendidas mais de 500 mil cópias do compacto simples, o que lhe valeu o primeiro disco de ouro da carreira, oportunidades para excursionar e também para gravar a música em inglês e espanhol.

Aos 19 anos, Claudia se projetava nos mesmos caminhos antes trilhados com incomparável êxito pela mãe.

Passou então a ser requisitada para shows, cantando do samba ao bolero, mas sua paixão era a Bossa Nova, chegando a ser considerada a mais perfeita intérprete de “Dindi”, uma das muitas músicas que havia feito de sua mãe uma celebridade e unanimidade nacional, ultrapassando as fronteiras do Brasil.

No seu primeiro LP, em 1977, Claudia regrava “Dindi”, de Tom Jobim e Aloysio de Oliveira, grande sucesso na voz de sua mãe, e faz mais dois grandes sucessos, “Eu preciso te esquecer” e “Aprenda a amar”.

Claudia Telles “Eu preciso te esquecer”:

http://www.youtube.com/watch?v=kDh75_g8Lso

Claudia nunca escondeu de ninguém o prazer que sentiu ao gravar “Dindi”, um dos grandes sucessos de Sylvinha Telles: “Foi uma forma de homenageá-la”.

A homenagem foi além, veio em forma de batalha, a mesma batalha empreendida por Sylvinha para mostrar o que queria e do que era capaz, apenas com uma diferença: a dura comparação do seu trabalho com o da mãe, a eterna luta para provar que chegou onde quis sem nunca contar apenas com o fato de ser mais uma filha da mãe famosa.

O LP seguinte, em 1978, também foi produzido por Lincoln Olivetti, e teve como música de trabalho “Miragem” de Mariozinho Rocha, Renato Correa e Paulo Sérgio Valle, essa música seria defendida num festival por Claudia.

Mas acabou não acontecendo, e virou carro chefe dese LP, todas as músicas inéditas, parcerias de Claudia com Peninha, com o próprio Lincoln e Ronaldo Bastos.

Um LP com músicas dançantes, o verdadeiro “Funk” dos anos 70 e músicas souls românticos de compositores brasileiros. Mas Claudia mais uma vez homenageia sua mãe, regravando “Primavera” de Carlos Lira e Vinícius de Morais.

Em 1979, Claudia Telles lança seu terceiro LP “Eu Quero Ser Igual a Todo Mundo”, com músicas inéditas como “Esse Amor Existe” (Guilherme Arantes) e regrava, como fazia desde o primeiro LP, mais um sucesso de Sylvinha Telles, “Demais” de Tom Jobim e Aloysio de Oliveira.

Neste disco, Claudia contaria, além de Guilherme Arantes, com as participações de Jane Duboc, Marcio Greick e do Grupo Roupa Nova, na época os Fanks.

Em 1980, grávida de seu primeiro filho, Claudia voltaria as paradas com o sucesso “Eu Voltei”, mais um compacto simples, tema da novela “O Amor é Nosso” (Rede Globo).

Nesse ínterim, muda a direção da gravadora, e embora Claudia ainda tivesse mais 4 anos de contrato, prefere sair, por não concordar com a nova maneira de agir da empresa.

Em 82, á convite de Jairo Pires, seu primeiro diretor artístico e José Vitor Rosa, que foi seu diretor artístico na CBS também, grava mais um compacto simples.

Com as músicas “Tanto amor” e “Pra sempre”, onde se destacou nas rádios a segunda canção, de autoria de Claudia. Jairo Pires e José Vítor.

Haviam aberto uma nova gravadora, chamada “Lança Discos”, e os dois primeiros produtos foram Claudia Telles e Tim Maia.

Ficando sem gravar durante seis anos, Claudia retorna em um LP, “Solidão pra que”, desta vez pela gravadora RGE, do grupo Som Livre.

Neste disco, Claudia mostra mais o seu lado de compositora, das 10 canções gravadas, 5 são de Claudia, só uma de parceria, com Prentice e Paulo César Barros, a música que se destaca é “Solidão pra quê” de Gilson e Joran, compositores de “Casinha Branca”.

Neste LP Claudia não regrava nada de sua mãe, mas diz: “Esse disco é dedicado a minha mãe Sylvia Telles, de quem eu herdei esse amor pela música, e também aos meus amigos, presentes e ausentes, que sempre acreditaram na minha capacidade de receber e transmitir sentimentos, a todos vocês que ajudaram na realização deste trabalho, o meu carinho eterno”.

Afastada do disco desde 89, trabalhou duro para conseguir criar os 2 filhos: Leonardo e João, nesse período fez de tudo um pouco, trabalhou muito em estúdio fazendo vocais, mas não abriu mão dos shows que vinha fazendo e nem de seus sonhos.

Em 1990, com a volta da Bossa Nova à baila, Claudia se incomoda com o muito falar de bossa e o pouco falar sobre a musa primeira da Bossa Nova, Sylvinha Telles, e monta seu primeiro show em homenagem a sua mãe, começou aí o seu resgate do repertório de Sylvinha em shows.

Claudia Telles “Minha namorada”:

http://www.youtube.com/watch?v=Ryxj2mBhQr4

Em 1994, grávida do terceiro filho, é convidada pelo compositor e radialista José Messias, participaria do CD em homenagem aos 40 anos de carreira do amigo.

Cantando 3 faixas: “Olha o Povo Levantando” com Peri Ribeiro, Marcello Lessa e Gisele Martins, “Até Formar um Corpo Só” com Sylvio César e “Empresta o teu Sorriso” com Roberto Menescal, voz e violão.

No lançamento deste CD, Roberto Menescal a convidaria para participar de um projeto que resgatava grandes compositores da música popular brasileira.

Assim, em 1995, a convite de Menescal grava “Claudia Telles Interpreta Nelson Cavaquinho e Cartola”, o mercado viu então, que ela era capaz de cantar algo mais do que apenas os souls românticos que todos imaginavam.

“Folhas Secas”, “As Rosas não Falam”, “O Mundo é um Moinho” e “A Flor e o Espinho” se incumbiram de mostrar que aquela menina de olhos castanhos e sorriso franco havia crescido musicalmente, se transformado em uma mulher de luta e que se via agora pronta para despertar aquele sonho que havia adormecido.

A consagração e o reconhecimento pelo seu trabalho viriam com a indicação ao Prêmio SHARP de Música, como melhor cantora daquele ano.

Em 1997, Claudia grava “Por Causa de Você”, dedicado a Sylvinha Telles, nNeste trabalho, interpreta o melhor do Samba Canção e da Bossa Nova como: “Lobo Bobo”, “Discussão”, “Duas Contas”.

Além das belíssimas faixas nas quais, graças a atual tecnologia, Claudia, envolvida pela voz eterna e terna de Sylvinha interpreta “Dindi” e “Se todos Fossem Iguais a Você”.

Além da magia trazida pela reunião das vozes de mãe e filha, a capa do CD, de uma sensibilidade ímpar, traz a idéia da própria cantora: um retrato em branco e preto de Sylvinha, integrado a foto da filha em cores, segurando o violão da mãe, autografado por nomes como: Tom Jobim, Vinícius, Tito Madi, Chico Buarque, entre outros.

Claudia Telles “Dindi”:

http://www.youtube.com/watch?v=Doc99eDvohE

Nos shows de lançamento deste CD, um dos momentos mais emocionantes era também uma homenagem: uma música que Claudia havia composto para a mãe, seguida pela música feita por Aloysio de Oliveira para Sylvia: “Dindi”, uma verdadeira declaração de amor musicada.

Agora não havia mais as comparações ou a idéia de que se tinha ali apenas mais uma filha da mãe famosa.

Ali estava uma grande intérprete, uma cantora como poucas, capaz de, ainda hoje, chorar de emoção (em lá menor e sem desafinar).

A homenagem continuou, mas agora com a sensação de batalha vencida, em 1997, Claudia é convidada pela gravadora Polygram para participar do CD “Casa da Bossa” e grava ao lado de Tito Madi o sucesso “Balanço Zona Sul”, cuja venda supera as 100 mil cópias e ganha o Disco de Ouro.

Neste período ainda ao lado de Tito realizaria uma série de shows pelos principais teatros do Rio de Janeiro e do Brasil, interpretando os maiores sucessos da Bossa Nova e do Samba Canção.

No mesmo ano, a convite da TV Cultura, Claudia gravaria o Programa Ensaio, que viria a se transformar num especial sobre a cantora interpretando os sucessos de seus CDs e falando da convivência com Sylvinha.

Em 1998, mais uma vez Claudia estaria presente na trilha sonora de uma novela: “Se Todos Fossem Iguais a Você” extraída do CD “Por Causa de Você”, é incluída na trilha de “Corpo Dourado” (Rede Globo).

No ano seguinte, teria novamente seu talento reconhecido ao gravar “Samba de Uma Nota Só”, do mestre Tom Jobim.

O CD recebe na França, o “PRÊMIO GRAND PRIX DE MÚSICA” e a faixa interpretada por Claudia, chega ao segundo lugar nas paradas francesas.

Ainda no ano de 1999, participa do CD “A Discoteca do Chacrinha” cantando “Fim de tarde”, música que a projetara profissionalmente e recebe no programa do Gugu (SBT) mais um disco de ouro pelas 150 mil cópias vendidas.

O ano de 2000 marcaria a volta de Claudia a Bossa Nova, na sua origem, na pessoa e na poesia de seu maior representante: Vinícius de Moraes.

O CD “Chega de Saudade” veio como mais do que justa homenagem a Vinícius de Moraes, no aniversário de 20 anos de sua morte, acompanhada em estúdio pelo pianista Raimundo Nicioli e nos shows pelo violonista Marcello Lessa, Claudia demonstrou estar em sua melhor fase, com experiência de palco suficiente para cantar o que tem vontade.

Claudia participou em 2006 do Programa Rei Majestade, do apresentador Sílvio Santos. Continua realizando shows por todo o Brasil em casas de espetáculo e em casas noturnas.

Claudia Telles .“Quando a chuva passar”:

http://www.youtube.com/watch?v=JUQ5IjrtjnE

Recentemente Claudia lançou o seu mais novo trabalho “Quem sabe você”, e traz inéditas de Roberto Menescal e Johnny Alf.

Este CD é o primeiro trabalho para a gravadora Lua Music e conta ainda com a participação especial de Emilio Santiago na faixa Biquininho azul (Candinho / Ronaldo Bôscoli).

No repertório a cantora ainda resgatou clássicos como: Reza (Edu Lobo/Ruy Guerra), “Sem você pra que” (Sylvinha Telles / Chico Anysio). Não quero ver você triste (Roberto Carlos / Erasmo Carlos / Mário Telles) que foi a última música gravada pela sua mãe, Juras (Rosa Passos / Fernando Oliveira). Minha namorada (Carlos Lyra / Vinicius de Moraes), Carta ao Tom 74 (Toquinho / Vinicius de Moraes), Tamanco no samba (OrlanDivo / Helton Menezes), Felicidade vem depois (Primeira composição de Gilberto Gil), Só mesmo por amor (Carlos Lyra) e termina com um medley “Solução (Raul Sampaio / Ivo Santos), Mulher de trinta (Luis Antonio), Palhaçada (Haroldo Barbosa / Luiz Reis)” em homenagem ao cantor Miltinho.

Claudia Telles atualmente continua fazendo shows por todo o Brasil, e estará no Centro de Referencia da Musica Artur da Távola, na Tijuca.

Discografia

Álbuns

 “Claudia Telles” (1977, CBS/Sony Music)

 “Miragem” (1978, CBS/Sony Music)

 “Eu quero ser igual a todo mundo” (1979, CBS/Sony Music)

 “Solidão pra que” (1988, RGE)

 “Claudia Telles interpreta Nelson Cavaquinho e Cartola” (1995, CID)

 “Por causa de você” (1997, CID)

 “Chega de Saudade – Tributo a Vinicius de Moraes” (2000, CID)

 “Sambas e Bossas” (2002, CID)

 “Tributo a Tom Jobim” (2004, CID)

 “Quem sabe você” (2009, Lua Music)

Compactos

 “Fim de Tarde” (1976, CBS/Sony Music)

 “Eu Preciso Te Esquecer” (1977, CBS/Sony Music)

 “Aprenda a amar” (1977, CBS/Sony Music)

 “Por eu não saber” (1978, CBS/Sony Music)

 “Eu voltei” (1980, CBS/Sony Music)

 “Tanto amor” (1982, Lança Discos)

 

Serviço:

CLAUDINHA TELLES Canta o BOM da BOSSA

Com os músicos Marcello Lessa (violão), Joe Lima (baixo) e Cassio Accioli (percuteria = percussão + bateria).

Produção e Assessoria de imprensa: João Luiz Azevedo.

Data: Dia

​08​

de Junho/2018

Sexta Feira 20h

Local: Centro da Música Carioca Artur da Távola

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca.

Capacidade: 159 lugares

Preço dos Ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (estudantes, jovens até 21 anos  e acima de  60 anos).

Duração: 60 minutos

Classificação: 14 anos

Gênero: Show Musical

Virada Sustentável Rio 2018

A Praça dos Arcos da Lapa será um dos palcos da Virada Sustentável Rio 2018, o maior festival de cultura da sustentabilidade, que chega à sua 2ª edição carioca. E a grande estrela da noite será ELZA SOARES, a Diva Pop brasileira, apresentando seu moderno show “A Voz e A Máquina”.

A Virada Sustentável acontece de 7 a 10 de junho, reunindo mais de 530 atrações pela cidade, todas gratuitas. Na sexta-feira, dia 8, o Palco Lapa recebe atrações musicais a partir das 18h.

A noite começa com a apresentação da banda carioca Afrojazz. Criada em 2012 como uma continuidade ao movimento de jazz que tomava conta das ruas, o grupo explora as mutações culturais da música afro-brasileira.

Na sequência, às 19h30, o Baque Mulher, criado pela primeira mestra de Maracatu, Joana, sobe ao palco e apresenta o maracatu de forma remodelada. Uma das manifestações mais tradicionais de Pernambuco, que era representada exclusivamente por homens, hoje supera preconceitos através do grupo, formado só por mulheres.

A cantora Júlia Vargas, aclamada pela crítica como uma das vozes mais potentes da nova geração, apresenta às 20h10, seu show Pop Banana. No repertório, Júlia propõe releituras de artistas como João Bosco, Aldir Blanc, Jorge Mautner e Tom Zé.

Elza Soares, a grande atração da noite, sobe ao palco às 21h30 com o show  “A voz e a máquina”. Seu repertório, de caráter sociopolítico, terá releituras descoladas de “Computadores fazem arte”, “A carne” e “Mulher do fim do mundo”, entre outros sucessos. Sua força e representatividade reforçam a defesa da Igualdade de Gênero através de suas músicas, um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que norteiam o festival Virada Sustentável.

Foto: Divulgação/Patricia Lino

2ª Virada Sustentável Rio de Janeiro

De 7 a 10 de junho de 2018
Em diversos espaços pela cidade
Toda a programação gratuita

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#viradasustentavel
#viresuacidade
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Junho no CCBB

Durante o mês de junho, entram em cartaz as exposições Museu do Futebol na Área e Construções Sensíveis: A Experiência Geométrica Latino-Americana na Coleção Ella Fontanais – Cisneros. No teatro, dois espetáculos iniciam as suas temporadas: A Peste e Lugar Nenhum. Já no cinema, duas mostras em exibição: 7º Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo e o 4º Cinefoot Extraordinário. Acontece também a VII Cena Brasil Internacional, a estreia do espetáculo Tchekhov é um Cogumelo, e o ciclo de debates internacional A Palavra Fora do Lugar: Escritores Refugiados e em Risco.

Exposição
FILE – A ARTE ELETRÔNICA NA ÉPOCA DISRUPTIVA
Térreo e 1º andar – 13/04 a 04/06
Quarta a segunda

As novas tecnologias marcam as atuais dinâmicas de comportamento: com a possibilidade de compartilhar impressões de forma veloz, e em rede, as ideias se propagam e rapidamente rompem com padrões instaurados. A disruptividade é a inovação que vem através da quebra de dispositivos obsoletos, é o novo que surge de maneira abrupta. Pensando neste contexto, O FILE traz a mostra DISRUPTIVA, onde artistas nacionais e internacionais se reúnem em criações que compartilham o digital e o tecnológico. Como ocorre a criação artística em uma época disruptiva? Como as obras se comunicam com a sociedade contemporânea? A exposição pretende alavancar essas questões e instigar o público diante destas novas formas de ver, pensar e interagir com a arte e as mídias tecnológicas.
Curadoria: Paula Perissinotto e Ricardo Barreto

Classificação indicativa: livre

MUSEU DO FUTEBOL NA ÁREA
2º andar – 13/06 a 30/07
Pela primeira vez em seus dez anos de história, o Museu do Futebol levará para fora do Estado de São Paulo uma parte da experiência que já encantou mais de três milhões de pessoas. A mostra itinerante “Museu do Futebol Na Área” chega ao Rio de Janeiro no período da Copa do Mundo, quando as atenções se voltam ainda mais para o esporte mais popular do planeta.

Curadoria: Daniela Alfonsi e equipe de conteúdo do Museu do Futebol

Classificação indicativa: livre

CONSTRUÇÕES SENSÍVEIS: A EXPERIÊNCIA GEOMÉTRICA LATINO-AMERICANA NA COLEÇÃO ELLA FONTANAIS – CISNEROS
1º andar – 27/06 a 17/09
Quarta a segunda
A exposição traz ao Brasil um recorte da abstração em nosso continente. Junto ao importante legado do concretismo e neoconcretismo brasileiros, são apresentadas as poéticas abstratas que prosperaram em outros países a partir dos anos 1930.
Exposição foi pensada especialmente para o Brasil e presta uma sutil homenagem à mostra “Arte Agora III, América Latina: Geometria sensível”, destruída num trágico incêndio em 1978, quando ocupava o MAM Rio de Janeiro. Diversos artistas apresentados naquela histórica ocasião estão presentes, junto a artistas contemporâneos que apontam para os rumos da abstração atual.
Curadoria: Rodolfo de Athayde e Ania Rodriguez

Classificação indicativa: livre

Cinema
7º PANORAMA DO CINEMA SUÍÇO CONTEMPORÂNEO
Cinema I – de 30/05 a 18/06
Quarta a segunda
A edição de 2018 é dedicada aos deslocamentos humanos, às transitividades e às construções de identidades individuais e coletivas. O cinema contemporâneo, com um intenso trânsito de cineastas, atores, produtores e filmes sendo viabilizados através de coproduções, fica cada vez mais internacional e multi-identitário. Realizado em parceria com o Consulado Geral da Suíça em São Paulo e com o CineSesC, o projeto apresenta documentários e ficções recentes, convidando o público brasileiro a mergulhar na diversidade e linguagem do cinema suíço e traz ao Brasil convidado internacional para um debate com o público.
Confira a programação no fôlder da mostra e no site bb.com.br/cultura.
Curadoria: Célia Gambini
Classificação indicativa de acordo com o filme.

4º CINEFOOT EXTRAORDINÁRIO
Cinema I – de 28/06 a 15/07
Quinta a domingo
Pioneiro na América Latina, o festival é o único do Brasil voltado para o cinema de futebol. Esta edição extraordinária chega às telas do CCBB durante a Copa do Mundo de 2018 e apresenta filmes de diferentes países, que lançam olhares variados sobre o tema, em conexão com outros aspectos da vida social e cultural.
Confira a programação no fôlder da mostra e no site bb.com.br/cultura.
Curadoria: Antonio Leal
Classificação indicativa de acordo com o filme.

Teatro
DOSTOIÉVSKI-TRIP
Teatro I – até 03/06
Quinta a sexta – 19h
Sábado e domingo – 17h e 19h
Um grupo de viciados em literatura aguarda a chegada de um comerciante que fornece mercadorias que provocam alucinações associadas a grandes autores da literatura mundial. Com autoria de Sorókin, um dos nomes mais radicais da literatura russa atual, a peça lança personagens e espectadores numa viagem tensa e intensa pelo universo de Dostoiévski, transcendido para as formas do mundo contemporâneo.
Direção: Cibele Forjaz. Texto: Vladimir Sorókin. Elenco: Aury Porto, Edgar Castro, Guilherme Calzavara, Luah Guimarãez, Lúcia Romano, Marcos Damigo, Sergio Siviero e Vanderlei Bernardino.
Duração: 90 min
Classificação: 16 anos

VII CENA BRASIL INTERNACIONAL
Teatros I, II e III, rotunda, salas A e B (2º andar) e área externa – 06 a 17/06
Quarta a segunda
Com espetáculos de teatro e dança, peça-instalação, performances e show de música, o festival traz dez atrações, sendo quatro espetáculos brasileiros e seis estrangeiros, de quatro países: Argentina, Chile, Estados Unidos e França.
Confira a programação completa nos sítios www.cenabrasilinternacional.com.br e no bb.com.br/cultura.
Idealização e direção geral: Sérgio Saboya. Curadoria: Luiz Felipe Reis e Sergio Saboya.
Classificação indicativa: de acordo com o espetáculo.

TCHEKHOV É UM COGUMELO
Teatro I – 20/06 a 22/07
Quarta a domingo – 19h
A peça combina múltiplas linguagens para retratar a vida de três mulheres presas em suas memórias de um tempo passado, acuadas por um mundo em transformação. Em cena, atrizes de gerações distintas, criam um jogo cênico que embaralha os diversos tempos: serão as três irmãs ou a mesma mulher em três momentos da vida?
Direção, concepção e adaptação: André Guerreiro Lopes. Texto: Extratos de “As Três Irmãs” de Anton Tchekhov. Elenco: Djin Sganzerla, Helena Ignez, Michele Matalon, Roberto Moura (cantor), Samuel Kavalerski e Fernando Rocha (dançarinos) e André Guerreiro Lopes.
Duração: 100 minutos
Classificação: 14 anos

A PESTE
Auditório 4º andar – 21/06 a 30/07
Quinta a segunda – 19h30
Construída a partir do romance homônimo de Albert Camus, a peça é uma obra de resistência em todos os sentidos. Nela, o bacilo da peste é o motivo usado para alertar o público dos fatos absurdos de uma sociedade alegoricamente egoísta.
Texto: Albert Camus; Provocação artística: Guilherme Leme Garcia; Supervisão: Vera Holtz; Elenco: Pedro Osório.
Duração: 80 minutos.
Classificação: Livre

LUGAR NENHUM – uma peça-ensaio da Companhia do Latão
Teatro III – 27/06 a 06/08
Quarta a domingo – 19h30
Em comemoração aos seus 20 anos, a Companhia do Latão apresenta espetáculo inédito inspirado em escritos de Anton Tchekhov. A peça dialoga  com as primeiras encenações da companhia, tanto por adotar a forma livre de uma peça-ensaio como por refletir novamente sobre os desajustes ideológicos na experiência cultural brasileira.
Direção e dramaturgia: Sérgio de Carvalho. Elenco: Companhia do Latão e artistas convidados.
Duração: 1h40
Classificação Etária: 16 anos

Ideias
A PALAVRA FORA DO LUGAR: ESCRITORES REFUGIADOS E EM RISCO
Auditório (4º andar) – 13 de junho
Quarta – 18h

Diferentes contextos levam escritores ao exílio, impactando a escrita, sobretudo quando se cria na língua do país de adoção. Participação de 5 escritores que viveram a experiência por contingência política e de intelectuais que analisam a dimensão existencial da perda e da desterritorialização. O convidado desta primeira edição, Atiq Rahimi é um escritor e cineasta afegão nascido em Cabul, Afeganistão, e que vive atualemtne na França.
Curadoria: Clarisse Fukelman

Programa Educativo
1º andar
Quarta a segunda – 09h às 21h
O programa Arte & Educação desenvolve ações que estimulam experiência, criação, investigação e reflexão através de processos pedagógicos, artísticos e curatoriais. Essas partilhas acontecem por meio de trocas culturais e metodologias de educação que garantem acesso amplo e inclusivo ao patrimônio e sua diversidade e se destina a todos os públicos, com ações inclusivas e afirmativas. Agendamentos para grupos, escolas, instituições e pessoas com deficiência podem ser realizados pelo email agendamentorj@ccbbeducativo.com. Acompanhe a programação no site bb.com.br/cultura.

Destaque do Mês – Lugar de Criação: especial futebol – 16 e 17/06
Os finais de semana do Programa CCBB Educativo são dedicados às crianças e suas famílias e, em tempos de Copa do Mundo, planejamos dois dias inteiros de atividades relacionadas ao tema e à exposição itinerante do Museu do Futebol.

Galeria de Valores
Museu Banco do Brasil
Quarta a segunda – 9h às 21h
Exposição de longa duração que mostra a trajetória da moeda no Brasil e no mundo, com cerca de duas mil peças do acervo numismático do Banco do Brasil.
Na coleção, destacam-se raros exemplares como moedas obsidionais cunhadas pelos holandeses no século XVII e a moeda de ouro lançada para comemorar a coroação de D. Pedro I.
Curadoria: Denise Mattar

O Banco do Brasil e sua história
Museu Banco do Brasil
Quarta a segunda– 9h às 21h
Exposição de longa duração que apresenta a história do Banco do Brasil e sua contribuição para o desenvolvimento da sociedade e do País. Nas  quatro salas recentemente reinauguradas com nova cenografia, mostra a linha do tempo de 1808 até os dias atuais destacando objetos, documentos e móveis de época. Outros três ambientes apresentam a sala do secretário, a sala do presidente e a biblioteca utilizadas pela Direção Geral do Banco do Brasil até a transferência da capital do Rio para Brasília, em 1960.
Curadoria: M’Baraká e CCBB Rio

Biblioteca
5º andar
Quarta a segunda– 9h às 21h
Acervo bibliográfico disponível gratuitamente para consulta.
Entrada franca

Arquivo Histórico
6º andar
Segunda, quarta, quinta e sexta – 10h às 19h
Acervos arquivístico e audiovisual do Banco do Brasil e da Memória do CCBB para pesquisa e consulta dos estudantes e público em geral.

Serviços
Confeitaria Colombo – Casa de chá
2° andar
Quarta a segunda
Novo espaço da Colombo, que traz em seu cardápio, os produtos que fazem parte da história da confeitaria, e um tradicional Chá da tarde que recebeu o nome do Centro Cultural. O chá CCBB é acompanhado de torrada Petrópolis, mel, geleia, bolo, doce, suco, pães e biscoitos leque, todos os produtos feitos na sede da casa centenária.

Restaurante e Cafeteria Verso
Térreo
Quarta a segunda
A cafeteria oferece opções de lanches doces e salgados para os visitantes durante todo o funcionamento do CCBB e a partir do meio dia, o restaurante traz opções de almoço, chá da tarde e jantar.

Livraria da Travessa
Térreo
Quarta a segunda
É possível encontrar catálogos de mostras atuais e anteriores, além de centenas de títulos em livros nacionais, livros importados, eBooks, AudioBooks, DVDs e Blu-Rays.

Mais Informações
Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março, 66, Centro – Rio de Janeiro – RJ
Quarta a segunda, das 9h às 21h.
Bilheteria: Quarta a segunda, das 9h às 21h.

Caravela Escarlate lança seu segundo CD

Mais um grande espetáculo vai engrossar o cenário do rock progressivo em Niterói, que vem recebendo ícones do gênero, desde bandas internacionais, como Focus e Locanda Delle Fate, a brasileiras de alta extirpe, como os paulistas do o Som Nosso de Cada Dia e os cariocas do Vitral. Desta vez, no sábado, dia 09 de junho, o palco do Teatro Municipal de Niterói vai receber a banda Caravela Escarlate, que estará lançando seu segundo CD (homônimo). O show é uma realização da recente parceria entre as produtoras cariocas Vértice Cultural e a Beprog. O grupo é uma concepção do multi-instrumentista e compositor David Caravelle, formada no Rio de Janeiro no início da década de 1990.  A base do som do grupo é a confluência da musicalidade do rock progressivo europeu com o lirismo da música brasileira.

Com formações inconstantes em seus primeiros anos, a banda surge de forma fixa a partir da parceria com o tecladista Ronaldo Rodrigues (ex-Massahara, ex-Módulo 1000, atual Arcpelago), em 2011. Depois de contar com diversas formações em trio, o line-up da banda se estabiliza em 2016 com o veterano baterista Élcio Cáfaro, reconhecido músico acompanhante de grandes nomes da MPB (já tocou com Cássia Eller, Chico Buarque, MPB4, Boca Livre, Edu Lobo e muitos outros).

Como duo, David e Ronaldo gravaram no primeiro semestre de 2016 o primeiro álbum, intitulando “Rascunho”, explorando a faceta acústica de sua musicalidade e as fortes influências da música do Clube da Esquina. Já em 2017, o repertório em trio da banda é registrado no Estúdio Mata (Niterói, RJ), com todas as bases gravadas ao vivo, apresentando toda a parafernália de sintetizadores e poderosas interações entre bateria e baixo. O trabalho de gravação se concluiu em cerca de 40h, sob a engenharia de som do produtor Sergio Filho, e o lançamento em CD contou com a parceria na produção executiva da produtora carioca Vértice Cultural. O disco vem ganhando fortes elogios da crítica especializada no Brasil e no exterior e nos próximos meses o CD será lançado internacionalmente pelo selo europeu Karisma Records, da Noruega. Uma das poucas bandas brasileiras com um importante selo europeu dando suporte ao trabalho da banda.

SERVIÇO:

 

09/06, sábado     Teatro Municipal João Caetano em Niterói

Endereço: Rua XV de Novembro, 35 – Centro – Niterói

Horário: 20h

Informações: 2620-1624

Classificação etária: Livre

 

Ingressos:

Setor Verde: R$ 80,00

Setor Amarelo: R$ 60,00

Setor Vermelho: R$ 30,00

Comprar online:

https://www.ingressorapido.com .br/event/7150/d/30431

 

Youtube – Caravela Escarlate – música “Cosmos”

https://www.youtube.com/watch? v=1UH6S1MSMBo&feature=youtu.be

 

Vértice Cultural: https://www.facebook.com/verti ceculturaleartistica/

BeProg – http://beprogrock.com/

 

Realização: TEATRO MUNICIPAL JOÃO CAETANO, VÉRTICE CULTURAL E BEPROG

 

Produção: VÉRTICE CULTURAL