Música e Oficina de Marcador de Livro animam o Clubinho deste domingo, no Ilha Plaza

Neste domingo, dia 9 de julho, o Clubinho do Ilha Plaza traz uma oficina de marcador de livro divertido e sessão de musicalização para as crianças. A oficina estimula a mente e a criatividade, individual e em grupo; e a sessão de música promove interação entre os pequenos, traz alegria, leveza e descontração, para o público infantil abrir as férias escolares com chave de ouro.

O Clubinho é gratuito e acontece aos domingos, das 14h às 18h, na entrada principal do Ilha Plaza, piso L2.

Serviço

Clubinho Ilha Plaza

Data e hora: 9 de Julho, das 14h às 18h

Local: entrada principal, piso L2 – Ilha Plaza – Av. Maestro Paulo e Silva, 400 – Ilha do Governador. Mais informações pelo telefone 2468-8100 ou pela página no Facebook: www.facebook.com/ilhaplazashopping

“Salina (a última vértebra)” na CAIXA Cultural

Uma história atemporal e universal, o mais novo projeto do grupo Amok Teatro, Salina (a última vértebra), faz sua estreia na CAIXA Cultural Rio de Janeiro em temporada de 6 a 30 de julho de 2017. Com direção de Ana Teixeira e Stephane Brodt, a peça dá vida ao texto do autor francês Laurent Gaudé e propõe um mergulho numa África ancestral ao abordar o exílio, o ódio e o perdão. As apresentações serão realizadas de quinta a domingo, no horário de 19h nas quintas e sextas e às 18h nos sábados e domingos. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

Salina (a última vértebra) conta a saga da personagem que dá nome ao espetáculo. Casada à força e violada por seu marido, ela dá à luz Mumuyê Djimba, um filho que ela detesta tanto quanto o pai. Quando seu marido se encontra agonizante num campo de batalha, Salina vive isso como uma libertação. Mas, acusada de deixar o esposo morrer, ela é banida de sua cidade e exilada no deserto.  Da sua ira e desejo de vingança, nasce Kwane, que trava uma guerra com seu irmão, Djimba. Uma reviravolta surpreendente acontece no destino de Salina e da areia e das lágrimas, nasce o perdão.

“Inédita no Brasil, a obra propõe um retorno ao conto africano tradicional, onde encontramos o épico, as paixões, o combate e a parte sombria do indivíduo. O texto oferece um campo privilegiado para recriar uma identidade mestiça a partir da experiência dos atores e de elementos da cultura afro-brasileira”, explica Ana Teixeira.

Criado pelo Amok Teatro, o espetáculo foi concebido através da formação de atores com oficinas, pesquisas de linguagem cênica, além de intercâmbio e ensaios. O projeto pretende ultrapassar o âmbito da estética e gerar espaços de reflexão através de uma história que vai da tragédia grega à epopeia africana.

 

Sobre o Amok Teatro:

Dirigido por Ana Teixeira e Stephane Brodt, o Amok Teatro caracteriza-se pela dedicação a um processo contínuo de pesquisa sobre a arte do ator e as possibilidades de encenação. Desde sua fundação em 1998, o grupo tem recebido diversos prêmios do teatro nacional e um grande reconhecimento da crítica e do público por seus espetáculos, sendo considerado, hoje, como uma das companhias de maior prestígio da cena carioca contemporânea.

Os processos de formação e criação estão profundamente ligados nos trabalhos do Amok Teatro. A pedagogia responde à necessidade de promover uma dimensão do teatro que não se limita a produção de espetáculos e busca transmitir valores artísticos que não têm como único objetivo os resultados.

Como marca, os espetáculos do grupo trazem questões contemporâneas sem perder de vista a afirmação da cena como um espaço cerimonial. Merece destaque o trabalho anterior: A Trilogia da guerra. O projeto abordou sobre 3 diferentes guerras com 3 linguagens cênicas distintas, circulou por várias cidades do Brasil e esteve recentemente na China.

 

“O trabalho do Amok Teatro se caracteriza por um rigor formal e uma intensidade que se afirma no corpo do ator, como sendo o lugar em que o teatro acontece. Com Salina (a última vértebra), o Amok abre um novo ciclo de pesquisa, sempre centrada no trabalho do ator, mas desta vez, investigando as relações entre teatro e rito”, conclui Stephane Brodt.

Mais informações em: http://www.amokteatro.com.br/

FICHA TÉCNICA

Texto: Laurent Gaudé

Direção: Ana Teixeira e Stephane Brodt

Elenco:

Cridemar Aquino: Saro Djimba e Mumuyé Djimba

Ariane Hime: Salina

Graciana Valladares: Sowumba

Luciana Lopes: Mama Lita

Reinaldo Junior: Kwane M’krumba

Robson Feire: Oráculo

Sergio Ricardo Loureiro: Sissoko Djimba

Sol Miranda: Alika

Tatiana Tibúrcio: Khaya Djimba

Thiago Catarino: Kano Djimba

Participação: Tatiana Henrique e André Lemos

Música: Fábio Mukanya Soares

Luz: Renato Machado

Assistente de Direção: Vanessa Dias

Coreografias: Tatiana Tibúrcio

Cenário, objetos e Figurinos: Ana Teixeira e Stephane Brodt

Bonecos: Maria Adélia

Tradução: Ana Teixeira

Revisão do Texto: Sol Miranda

Operação de luz: Andreia Teixeira

Intercâmbio: Mestre Jorge Antonio Dos Santos e Marcio Antonio Dos Santos

Pesquisa: Amok Teatro

Produção executiva: Jfter Paulo

Direção administrativa e financeira: eureka Idias/Sonia Dantas

Divulgação: LEAD Comunicação

SERVIÇO

Salina (a última vértebra)

Datas: de 6 a 30 de julho de 2017 (de quinta a domingo)

Horário: quintas e sextas, às 19h; sábados e domingo, às 18h

Duração: 220 min com 15 min de intervalo

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 10h às 20h

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia

Lotação: 176 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Classificação: 12 anos

Acesso para pessoas com deficiência

Shopping Tijuca traz o conto “A Árvore da Alegria”

Neste domingo, dia 9 de Julho, o Clubinho do Shopping Tijuca recebe a contação de história “A árvore da Alegria”, com a Cia Pé do Ouvido. A atração começa às 15h e promete prender a atenção dos pequenos com a história de uma pequena sementinha que cai do bico de um sabiá e é arrastada para debaixo da barriga de uma grande pedra. No dia seguinte, a voz grita: “Me tirem daqui! Eu quero crescer, eu quero crescer”.  A Pedra e os bichos da floresta se comovem e se mobilizam para salvar a semente e ajudá-la a cumprir o seu destino: se tornar uma grande árvore, com o propósito de levar muita alegria ao todos que vivem ao seu redor.

Serviço

Clubinho Shopping Tijuca

Data e hora: 9 de Julho, às 15h.

Local: espaço Tijuca Play – piso L1 – Av. Maracanã, 987 – Tijuca. Mais informações pelo telefone 3094-6605 ou pelo Facebook: www.facebook.com/shoppingtijuca.com

“Nunca fui canalha” no Teatro Serrador

E aí? Você é canalha? Já foi? Canalha ou não, você vai se divertir com a comédia “Nunca fui canalha”, texto de Tatá Lopes e Martha Mendonça que estreia no próximo dia 7 de julho, sexta-feira, no Teatro Serrador, na Cinelândia.  A temporada vai até o dia 29 de julho, quintas, sextas e sábados, às 19h30

No palco, Tatá dá vida a quatro mulheres canalhas inspiradas nas personagens do livro “Canalha: substantivo feminino”, de Martha Mendonça. Três das personagens estão no livro – Diana, Leila e Rebeca; a exceção é Santinha, criada especialmente para Tatá. Com direção de Victor Garcia Peralta, a peça faz uma análise bem-humorada do caráter humano. É Martha quem conta como surgiu a parceria com Tatá e, depois, com o diretor.

– Conheci Tatá em 2011, quando ela fez conosco o Sensacionalista na TV. Eu já a tinha visto no “Surto” e gostava muito da pegada de humor dela. O tempo passou, e, em 2014, voltamos a trabalhar juntas na redação do “Zorra”. Foi bacana ver que ela, além de ótima atriz, era uma redatora de mão cheia. Foi lá que Tatá começou a conversar comigo sobre fazer um monólogo das “Canalhas” – um desejo que ela tinha, na verdade, desde que lancei o livro. A nós se juntou, um pouco depois, o diretor, Victor Peralta, que trouxe novos rumos para o nosso texto.

A peça não é uma transposição do livro para o teatro. As personagens da obra são apenas uma parte que costura o texto. O espetáculo é mais direto, menos sutil. O texto ácido é deliciosamente divertido, irreverente e não poupa ninguém. Ou quase ninguém. Afinal de contas, o que mais tem no mundo é gente canalha.

Os espectadores vão identificar muitos deles em suas vidas – ora de passagem, ora tentando roubar a cena mesmo. Alguns vão até se identificar também, mesmo que batam no peito e digam “nunca fui canalha”. Mas a verdade é como descreveu o dramaturgo Nelson Rodrigues: “No Brasil, quem não é canalha na véspera é canalha no dia seguinte”. Para conforto do público, Tatá e Martha fazem de tudo para defendê-lo: “Gente canalha não vai ao teatro. Canalha só fica em casa. Vendo série. Série sobre outros canalhas.”

Em meio a canalhas de todos os tipos – do “canalha ostentação” à canalha religiosa, passando pelo canalha político, claro! –, a peça só poupa o público, a ficha técnica, eu, você e, claro, quem mora em Mauá.

Currículos

Tatá Lopes – Atriz e coautora

Atriz, produtora e roteirista. Formada na CAL, foi produtora na Cia de Ópera Seca de Gerald Thomas e com o diretor João Falcão em diversos espetáculos, como “Homem objeto” e “Clandestinos”. É autora, produtora, diretora e atriz do espetáculo “Surto”, com amis de um milhão de espectadores, e na montagem de “Mamãe não pode saber”, de João Falcão. Participou do espetáculo “Pirou?!”, de Regiana Antonini, com direção de Michel Bercovitch. Atuou em peças da mesma autora, como “Doidas e santas”, com direção de Ernesto Piccolo. Participou dos programas “Oncotô” (TV Brasil), “Vampiro carioca”, “A grande família” (Rede Globo) e “Sensacionalista” (Multishow), do qual foi também corroteirista. Assina também como roteirista (além de atuar) o seriado “Alucinadas”, do Multishow. Participou do filme “E aí, comeu?”, de Bruno Mazzeo. É autora do livro “Crônicas de um blog abandonado”. Assina, juntamente com Adeline Ramalho, o canal de humor “Minutos de sabedoria”, com mais de um milhão de visualizações. Já no teatro, a última foi peça “Apesar de você”, texto de Gabriela Amaral e Celso Taddei, com direção do Henrique Tavares e Márcio Trigo. Atualmente, é roteirista do programa Zorra, da TV Globo.

Martha Mendonça – coautora

Carioca, escritora, roteirista e jornalista. Hoje é redatora da TV Globo, integrando a equipe do humorístico “Zorra”. Esteve nas redações de O Dia e Época, onde escreveu sobre Comportamento e Cultura por 15 anos.  Foi redatora do site Sensacionalista e do Jornal Sensacionalista, do canal Multishow. Lançou os livros “Mulheres no ataque”, pela Editora Planeta, “Eu e você, você e eu”,  “Canalha, substantivo feminino”,  “40, um romance feminino” e “A História Sensacionalista do Brasil, pela Editora Record. O livro “Canalha, substantivo feminino” se transformou em série de TV do canal GNT, com três temporadas. O projeto também foi vendido para o canal americano Hulu, que fará uma versão da série. É coautora do espetáculo teatral “Os Difamantes”.  Atualmente, está em cartar com a peça “Ela é meu marido”, escrita em parceria com Nelito Fernandes.

Victor Garcia Peralta – Diretor

Formado no “Piccolo Teatro Di Milano”, na Itália. No Brasil, alguns de seus trabalhos: “Decadência”, de S. Berkoff, com Beth Goulart e Guilherme Leme; “Felizes da vida”, de J. Langsner, com Guilherme Leme e Lucélia Santos; “Dorotéia minha”, com Beth Goulart; “Os homens são de Marte, e é pra lá que eu vou”, com Mônica Martelli, (Prêmio Qualidade Brasil de melhor direção); “Não souo feliz, mas tenho marido”, de V. Gomez Thorpe, com Zezé Polessa; “Um marido ideal”, de Oscar Wilde, com Herson Capri, Edwin Luisi e Bianca Byngton; “Quartett”, de H. Müller, com Beth Goulart e Gulherme Leme; “Você está aí?”, de J. Daulte, com Cláudia Ohana; “Alucinadas”, de Bruno Mazzeo, Fábio Porchat e Palatinik, com Luciana Fregolente e Renata Castro Barbosa; “Tudo que eu queria te dizer”, de Martha Medeiros, com Ana Beatriz Nogueira; “Também queria te dizer”, de Martha Medeiros, com Emílio Orciollo; “Sexo, drogas e rock’n roll”, com Bruno Mazzeo; “O submarino”, de Miguel Falabella, com Marcus Melhem e Luciana Braga.

Ficha Técnica

Elenco: Tatá Lopes

Direção: Victor Garcia Peralta

Texto: Martha Mendonça e Tatá Lopes

Direção de Produção: Marcela Casarin

Assistência de Produção: Janyne Sousa

Produção de Apoios: Lívia Machado

Cenografia: Dina Salem Levy

Cenotécnico: Paulo Denizot

Figurino: Luiza Fardin

Visagismo para fotos: Ítalo Santana

Costureira: Marenice Alcântara

Iluminação: Paulo Denizot

Supervisão de Movimento: Cristina Amadeo

Programação Visual: Rico Vilarouca

Fotografia: Leonardo Miranda

Assessoria de Imprensa: Sheila Gomes

Comunicação Digital: Lê Bottino

Produção: Mãe Joana Filmes e Produções

Realização: Os Surtados Produções Artísticas

Serviço:  Nunca fui canalha, de Tatá Lopes e  Martha Mendonça

Teatro Municipal Serrador

De 7 a 29 de julho – Quintas, Sextas e Sábados, às 19h30

Ingressos a R$ 40 (inteira) e R$ 20(meia)

Gênero: Comédia ácida

Classificação: 12 anos

Duração: 60 minutos

“Bandeira 2 – Um Show de Humor e Samba” com Claudio Cinti no Beco das Garrafas

Com este Show, Cláudio Cinti, (atualmente no elenco do novo ZORRA da TV Globo), lança, pela Warner Music, seu primeiro CD, “Bandeira 2”.

O Show “Bandeira 2” cumpriu temporada de sucesso no  CCC – Centro Cultural Carioca, na região da Lapa, e a partir de julho, estará em cartaz, 1 vez por mês, no lendário Beco das Garrafas, em Copacabana, com estreia para o dia 15, às 19h.

Cinti interpreta sambas de sua autoria, sambas em parceria com Zé Maurício e sambas consagrados como Vai Vadiar, Conselho e Sem Compromisso, entre outros. Neste show, Cinti entremeia canções com histórias engraçadas do universo dos taxistas, fazendo o público se sentir dentro da história em vários momentos, pois afinal, quem nunca contou ou ouviu uma boa história durante uma corrida de táxi.

As composições de Cinti têm uma pegada de humor, tais como os sambas “Sou Taxista”, “Vou Passar a Toyota Pro Meu Nonme”, “O Tal do Marajá” e “Tá Tudo Certo Pra Dá Merda”. O Show mistura humor e sambas, a partir de histórias contadas pelo personagem “O Taxista”, baseado em situações vividas pelo próprio Cinti. Para o show do dia 15, Cinti convidou as cantoras e atrizes, Cristiana Pompeo e Renata Ricci, ambas com vasta experiência em musicais, para uma participação especial.

A direção é de Alexandre Régis, mesmo diretor do consagrado espetáculo de humor “Nós na Fita”, com Leandro Hassum e Marcius Melhem.

 

Cláudio Cinti é ator, compositor e intérpreteNascido e criado no Rio de Janeiro, é um sujeito que podemos considerar como típico carioca… “Malandro do Bem, Contador de Histórias. Com vasta experiência, principalmente em programas de humor, Cinti atualmente está no ar no Novo “ZORRA”, na TV Globo.  Além de ter participado de vários outros programas de humor, tais como: “Os Caras de Pau”, “Tá no Ar – A TV na TV”, “Cilada”, “Tapas e Beijos”. “A Grande Família”, “Os Normais”, entres outros.

 

Serviço – “Bandeira 2” – Um Show de Humor e Samba:

Local: Beco das Garrafas, Rua Duvivier, 37, Copacabana

 

Data: 15 de julho, sábado

Horário: às 19h

 

Duração do show: 1h20

Telefone: 2543-2962 / 99697-1752

 

Valor: R$ 40 (antecipado R$ 30)

 

Classificação etária: 16 anos

Capacidade: 80 lugares

Ficha Técnica – “Bandeira 2” – Um Show de Humor e Samba:

Show

Roteiro e Produção: Cláudio Cinti

Compositor, Cantor e Comediante: Cláudio Cinti

Direção Musical: Zé Maurício

Direção Geral: Alexandre Régis

 

Banda

 

Contra baixo e Violão – Zé Maurício

Cavaco – João do Cavaco

Sax e Flauta – Vitor Neto

Percussão – Mauro Oliveira

Bateria – Miro

                                    

“Pescadores de Almas” no Parque das Ruínas

Através da própria biografia Walkiria Kaminski narra o início do contato mediúnico que a levou a vivenciar o suicídio da pintora Jeanne Hébuterne: esse é o fio condutor para a dramaturgia de um dos livros espíritas mais lidos da atualidade. Pescadores de Almas, inédito nos palcos, é a mais nova produção da Dendrobates Cultura, com direção de Daniel Archangelo e a atuação de Tatiana Sobral. O espetáculo fará sua primeira temporada a partir de 01 de Julho no Teatro do Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas (Rua Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa).

 

Entre os livros espíritas mais vendidos da atualidade Pescadores de Almas apresenta uma narrativa arrebatadora. Através de caminhos pessoais levanta questões fundamentais sobre o suicídio. Em todo mundo as doenças emocionais têm se multiplicado, e muitas situações limites são enfrentadas com a solidão: O sofrimento enlouquece, nos diz Walkiria Kaminski.

 

A história contada no livro vai além da religião. Estamos diante um depoimento biográfico que se cruza com muitas outras vidas e histórias. Que traz em detalhes o momento da morte de uma personalidade histórica. Além disso todo processo de construção da dramaturgia é repleto de poesia visual. O resultado será um lindo espetáculo construído com extrema delicadeza. Explica o diretor Daniel Archangelo.

 

Pescadores de Almas traz em ótima performance a atriz Tatiana Sobral, além de um trabalho visual extremamente cuidadoso. Como uma forma de construir laços culturais, um dos objetivos da Dendrobates Cultura é buscar textos inéditos com novos pontos de vista, um movimento fundamental para compreender nossa própria realidade.

 

A escolha em adaptar uma obra literária tem a ver com a história que ela conta e com o ponto de vista que ela defende. A história de uma médium brasileira que conta com presença de vários pintores históricos, que se mescla a história da vida de Amedeo Modigliani e se choca com o suicídio de Jeanne Hébuterne precisa ser levada aos palcos. É um depoimento único que traz consigo um ponto de vista pouco presenciado em cena. Argumenta Archangelo

 

 

A conferir: Pescadores de Almas no Teatro do Parque das Ruínas – Rio de Janeiro – de 01 a 29 de Julho.

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais Sobre Walkiria Kaminski:

Walkiria Kaminski é paranaense, graduada em Letras pela Unicentro do Paraná, mestre em Teoria Literária pela PUC Paraná e pós-graduada em Arte Terapia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Com mestrado e doutorado na área de saúde mental, Walkiria atua como voluntária em ações terapêuticas nas favelas brasileiras atendendo a crianças esquizofrênicas, psicóticas e autistas. Médium psicopictográfica, Walkiria é a iniciadora do movimento Arte Cura no Brasil. Aos 65 anos de idade, ministra palestras e apresentações de arte mediúnica em 20 estados brasileiros.

 

 

 

Ficha Técnica:

Autora: Walkiria Kaminski

Direção: Daniel Archangelo

Elenco: Tatiana Sobral

Cabine: Daniele de Deus

Comunicação: Aline Peres

Assistência de Produção: Gabriel Piedro

Arte Designer: Pedro Amaro

Fotos: Lia Ximenes

Teaser e Filmagem: Charlote Produções

Realização: Dendrobates Cultura

 

 

 

 

Serviço:

Pescadores de Almas

Temporada: de 01 a 29 de Julho de 2017

Horários: 16Hs (sábados)

Local: Teatro do Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas (Rua Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa).

Capacidade: 70 lugares
Bilheteria: Tel.: (21) 3916-2600

Ingressos: R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia entrada para os casos previstos em lei)

Duração: 55 minutos

Classificação: 14 anos

 

 

Gastro Beer Rio leva cervejarias para loja temporária no Norte Shopping

Após dez edições na Quinta da Boa Vista, o Gastro Beer Rio leva, pela primeira vez, para o NorteShopping uma experiência cervejeira diferenciada. Uma loja temporária do Gastro Beer Rio, aberta até o dia 9 de julho, coloca à disposição do público as cervejas Therezópolis, Paulistânia, Erdinger, Noi e Capa Preta e, para complementar, há também o espaço com os queijos e embutidos do Empório São Roque que servirá os petiscos nos finais de semana. Além dos chopes e garrafas, o público encontrará também kits cervejeiros, canecas e souvenir. A programação conta ainda com jogos cervejeiros e rodas de bate-papo sobre o universo das cervejas especiais.

“A ideia é apresentar um pouco das atrações do evento para que mais pessoas possam sentir o clima do Gastro Beer levando o mundo das cervejas especiais para a Zona Norte do Rio”, explicam Ana Paula Gomes e Adriana Jordan, diretoras da AAposta, empresa organizadora do Gastro Beer Rio.

 

Quiz e jogos cervejeiros

Localizada no Pátio do NorteShopping, em frente à tenda cultural, a loja recebeu cenografia temática. As atrações que o público está acostumado a aproveitar no Gastro Beer também estão disponíveis na loja. Aos sábados e domingos serão realizados quiz e jogos cervejeiros como beer pong, T-Rex Run Beer e Basket Pong.

Nos finais de semana, os dez primeiros clientes que fizerem check in no Bar Gastro Beer Rio e mostrar para a equipe de produção ganharão uma caneca exclusiva do Gastro Beer Rio.

SERVIÇO:

Gastro Beer Rio no NorteShopping

Data: até 9 de julho

Horário: Domingo a quarta: de 12h às 22h. Quinta a Sábado: de 12h às 22h

Local: NorteShopping: Av. Dom Hélder Câmara, 5474 – Cachambi.

Entrada franca

Cervejarias e gastronomia

Capa Preta  –  a cervejaria  foi premiada com medalha de ouro no Concurso Brasileiro de Cervejas 2017, o maior concurso de cervejas do país, que acontece anualmente em Blumenau, Santa Catarina. A English Pale Ale recebeu a medalha de OURO no estilo Ale Styles – Extra Special Bitter e a Tropical Blonde a medalha de BRONZE no estilo Ale Styles – Golden or Blonde Ale, sendo esta a única cerveja a conquistar a pontuação necessária para a premiação nesta categoria.

Tropical Blonde – R$12 (300ml)   –  R$18 (500)

English Pale Ale – R$14 (300ml) –  R$20 (500)

Melon Collie IPA R$14 (300ml) – R$20 (500)

Confraria Paulistânia

Chopes Paulistânia e Erdinger

Cervejas em garrafas ou latas:

– Hofbräu Oiginal

– Erdinger Dunkel

– Erdinger Pikantus

– Erdinger Sommerweisse

– Erdinger Alkoholfrei (sem álcool)

– Warsteiner Premium Verum

– Warsteiner Double Hopped

– La Trappe

Kits:

– Paulistânia

– Erdinger

– Hofbräu

– Warsteiner

– La Trappe

Canecas:

– Erdinger

– Hofbräu

– Warsteiner

Cervejaria Therezópolis  terá disponível todos os rótulos em chope e garrafas além de kits a partir de R$ 40,00.

Cervejaria Nói – Diversos rótulos, kits copos e os rótulos premiados como a Noi Avena e Noi Cioccolato, medalhas de Prata.

Empório São Roque – queijos e embutidos