Obscena, um encontro com Hilda Hilst

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 13 a 29 de abril (sexta a domingo), sempre às 19h, o espetáculo Obscena, um encontro com Hilda Hilst, escrito e dirigido pela pernambucana Luciana Lyra. Com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal, o solo poético apresenta a lírica da escritora paulista por meio de uma diversidade de linguagens artísticas, partindo da intersecção entre teatro, música, literatura, vídeo e artes plásticas, numa estética multidimensional. Em cena, a atriz Fabiana Pirro, conterrânea da diretora, dá vida à Líria, uma mulher de 40 anos que transborda de desejo e dialoga com presenças e ausências. Um desejo que se expõe em convergência entre o sagrado e o profano. Como outros narradores-personagens de Hilda Hilst, ela está mergulhada num fluxo de consciência fragmentado, num lugar em que surgem os homens-fantasmas de sua vida: Avô, Pai, Filho e Deus.

A montagem surgiu da inquietação de Fabiana Pirro em adentrar no universo da poetisa, dramaturga e ficcionista Hilda Hilst, reconhecida como um dos principais nomes da literatura brasileira contemporânea. Na peça, o universo masculino é visitado e desejado em cena. As figuras do Pai, do Filho e do Amor são as linhas grossas deste bordado. A vida da escritora é misturada com a da atriz, que se deságua num texto profundamente humano.

“Quando comecei a adentrar na poesia da Hilda, fiquei muito impressionada. Vi que eu tenho muito dessa mulher. Ela veio como uma luz, trazendo em sua obra questões sobre as quais eu queria falar no palco, como a relação com o masculino, Deus, o amor e a loucura”, diz Fabiana Pirro. “Na sua linguagem, muitas vezes considerada hermética, Hilda nos faz perguntas fundamentais, tais como sobre a solidão e estranheza diante do comportamento humano, a perplexidade de pertencer à mesma espécie que abriga simultaneamente vilões, santos, heróis e demasiada truculência. Só por meio da pergunta e do exercício constante na busca do entendimento podemos pretender algum significado”, completa a atriz.

O projeto teve início em janeiro de 2014, com uma minuciosa pesquisa sobre a poética de Hilda Hilst. Intérprete e diretora passaram uma temporada na Casa do Sol – chácara, em Campinas, na qual a escritora viveu e onde hoje funciona o instituto que leva seu nome – e, em seguida, na Mostra Hilda Hilst de Prosa e Poesia, em Recife, imersas no universo hilstiano. Obscena estreou na capital pernambucana em janeiro do ano seguinte e, desde então, já viajou para a Paraíba, Portugal e São Paulo.

Produzida pela Janela Gestão de Projetos em parceria com a Duas Companhias, Obscena, um encontro com Hilda Hilst tem o design de luz criado por Luciana Raposo; direção musical e paisagens sonoras desenvolvidas por Ricardo Brazileiro; figurino de Virgínia Falcão; preparação corporal de Silvia Góes e direção de arte da atriz Nada Menezes.

 

Ficha técnica:

 

Atriz: Fabiana Pirro

Direção e dramaturgia: Luciana Lyra

Design de luz: Luciana Raposo

Operador de luz: Kelson Santos

Paisagem sonora: Ricardo Brazileiro

Operador de som: Ernesto Filho

Técnica de Projeção: Lorena Pirro

Cenotécnico: Mário Almeida

Figurino: Virgínia Falcão

Preparação Corporal: Sílvia Góes

Filmografia: Ernesto Filho e Renata Pires

Design gráfico: Tito França e Dida Maia

Fotografia: Renato Filho (Retouching Studio)

Produção local: Maria Siman (Primeira Página Produções)

Assistente de produção local: Fernanda Silva

Produção executiva: Fernanda Ferrario e Dida Maia (Janela Gestão de Projetos)

Direção de produção: Fabiana Pirro

Concepção: Fabiana Pirro (Duas Companhias)

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

 

Fotos: https://goo.gl/mYhDkg (crédito: Renato Filho – Retouching Studio)

 

Serviço:

Obscena, um encontro com Hilda Hilst

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3980-3815

Lotação: 176 lugares (mais 4 para cadeirantes)

Datas: 13 a 29 de abril de 2018 (sextas, sábados e domingos)

Horários: 19h

Duração: 50 min.

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h

Classificação indicativa: 16 anos

Acesso para pessoas com deficiência

www.facebook.com/ObscenaCaixaRJ

“Tom na Fazenda” no Teatro Leblon

Uma das peças mais aplaudidas e premiadas de 2017, Tom na Fazenda estreia sua sexta temporada no Teatro Leblon em 14 de abril. Idealizado pelo ator e produtor Armando Babaioff, que também assina a tradução, a montagem tem apresentações de quinta a sábado, às 21h, e domingo, às 19h, até 27 de maio. Dirigida por Rodrigo Portella, a peça traz no elenco Kelzy Ecard, Gustavo Vaz e Camila Nhary, além do próprio Babaioff. Desde sua estreia em março do ano passado, Tom na Fazenda fez mais de cem apresentações e já foi vista por cerca de 11 mil pessoas.

A peça é baseada na obra Tom à la Farme, do autor canadense Michel Marc Bouchard. Foi numa conversa com um amigo que Babaioff tomou conhecimento do filme Tom na Fazenda (2013), adaptação da peça homônima, com direção do franco-canadense Xavier Dolan. Arrebatado pela obra, o ator começou a traduzir a peça, que aborda a inabilidade do indivíduo para lidar com o preconceito, a impotência, a violência e o fracasso.

Em cena, o publicitário Tom (Armando Babaioff) vai à fazenda da família para o funeral de seu companheiro. Ao chegar, descobre que a sogra (Kelzy Ecard) nunca tinha ouvido falar dele e tampouco sabia que o filho era gay. Nesse ambiente rural e austero, Tom é envolvido numa trama de mentiras criada pelo truculento irmão (Gustavo Vaz) do falecido, estabelecendo com aquela família relações de complicada dependência. A fazenda, aos poucos, vira

cenário de um jogo perigoso, onde quanto mais os personagens se aproximam, maior a sombra de suas contradições.

“Somos felizardos em poder contar essa história e gratos à trajetória que a peça está realizando sem qualquer recurso vindo de leis de incentivo. Estreamos em março de 2017 no Oi Futuro, com patrocínio da Oi, mas findada a temporada, ficamos sem apoio. A nossa grata surpresa foram as temporadas nos teatros o Teatro SESI Centro e Teatro Dulcina, salas com mais de 300 lugares que, para nosso espanto, ficaram lotadas. Tivemos fôlego ainda para uma temporada no Poeirinha e no Teatro Censgranrio, com ingressos esgotados”, comemora Babaioff. “Manter o espetáculo em cartaz enquanto tiver público para nos assistir se tornou uma regra. Temos que resistir neste tempo em que a cultura é atacada de uma forma muito covarde e cruel”, completa.

A peça conta uma história bastante comum entre jovens de várias gerações, mesmo de culturas diferentes. No Canadá, no Brasil, no Oriente Médio, no Japão ou na África do Sul, homens e mulheres jovens aprendem a mentir antes mesmo de aprenderem a amar. As famílias, guardiãs das normas sobre a sexualidade, garantindo sempre a heteronormatividade, inserem nos próprios membros a semente da homofobia.

“Todo redemoinho que devastará a vida dos que fogem das normas surge no núcleo de suas próprias famílias”, comenta Rodrigo Portella, que opta, mais uma vez por uma encenação com poucos elementos para que as sutilezas das relações propostas pelo texto se sobressaiam. “Bouchard compôs uma obra de estrutura impecável. Ele vai fundo nas contradições dos seus personagens, o que os torna muito próximos de nós”, acredita o diretor.

INDICAÇÕES E PRÊMIOS

· 30º Prêmio Shell de Teatro (5 indicações): Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenografia (Aurora dos Campos) e Música (Marcelo H.). Espetáculo vencedor em duas categorias: Direção (Rodrigo Portella) e Ator (Gustavo Vaz).

· 5º Prêmio Cesgranrio de Teatro (7 indicações): Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenário (Aurora dos Campos), Iluminação (Tomás Ribas), Espetáculo e Especial (Lu Brites, pela preparação corporal). Espetáculo vencedor em três categorias: Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz) e Cenografia (Aurora dos Campos).

· 6º Prêmio Botequim Cultural (10 indicações): Direção, Espetáculo, Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard e Camila Nhary), Figurino (Bruno Perlatto), Cenografia (Aurora dos Campos), Iluminação (Tomás Ribas) e Música (Marcello H). Espetáculo vencedor em sete categorias: Melhor Espetáculo, Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard) e Cenografia (Aurora dos Campos) e Iluminação (Tomás Ribas).

· 12ª Prêmio APTR (6 indicações): Espetáculo, Produção, Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Iluminação (Tomás Ribas) e Cenografia (Aurora dos Campos).

· Espetáculo vencedor do 7º Prêmio Questão de Crítica.

· Prêmio Cenym de Teatro Nacional (17): Espetáculo, Direção, Ator (A. Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Camila Nhary e Kelzy Ecard), Texto Adaptado, Qualidade Artística, Qualidade Técnica, Elenco,Preparação Corporal (Lu Brites), Iluminação, Cenário, Montagem, Cartaz ou Programação Visual (Bruno Dante), Fotografia de Publicidade (José Limongi, Renato Mangolin e Ricardo Brajtman) e Trilha Sonora (Marcello H).

SOBRE MICHEL MARC BOUCHARD (autor)

Michel Marc Bouchard, 58 anos, nasceu em Saint-Coeur-de-Marie, em Quebec, no Canadá. Formado em teatro pela Universidade de Ottawa, fez sua estreia profissional como dramaturgo em 1983 com Contre-nature de Chrysippe Tanguay, Écologist, e, desde então, escreveu mais de 25 peças que foram traduzidas em diversas línguas e apresentadas em muitos países e festivais. Bouchard foi condecorado Cavaleiro da Ordem Nacional de Quebec, em 2012.

Sua obra mais conhecida é Lillies (Les Feluettes ou la Répétition d’un Drame Romantique), que posteriormente foi roteirizada e dirigida por John Greyson em seu filme homônimo. The Painter Madonna foi sua primeira peça traduzida para o inglês. Entre suas obras mais conhecidas, destaque para The Coronation Voyage (Le Voyage du Couronnement), Down Dangerous Passes Road (Le Chemin des Passes-Dangereuses) e Written on Water (Les Manuscrits du Déluge). Sucessos no teatro, as peças The Orphan Muses (Les Muses Orphelines) e Tom at the Farm (Tom à la Farme) também foram adaptadas para o cinema pelos diretores Robert Favreau e Xavier Dolan, respectivamente.

Ao longo de sua carreira, Bouchard foi agraciado com importantes prêmios de artes cênicas no Canadá: Prix Journal de Montreal, Prix du Cercle des Critiques de L’outaouais, Moore Award Dora Mavor for Outstanding New Play, Floyd S. Chalmers Award Canadian Play. Recebeu nove prêmios Jessie Richardson Theatre Awards para as peças Lillies e Les Muses Orphelines.

SOBRE ARMANDO BABAIOFF (Idealizador, tradutor e ator)

Formado pela escola Estadual de Teatro Martins Pena e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO) em Artes Cênicas. Como integrante da Quantum Cia. de Teatro, Babaioff fez de diversas montagens sob a direção de Rodrigo Portella. Em 2004, protagonizou, ao lado de Vera Fischer, A Primeira Noite de um Homem, com direção de Miguel Falabella.

No teatro, participou ainda dos espetáculos O Santo e a Porca (2008), de Ariano Suassuna, com direção de João Fonseca, pelo qual foi indicado ao prêmio de melhor ator coadjuvante pela APTR; A Gota d’Àgua (2009), de Chico Buarque e Paulo Pontes, também com direção de João

Fonseca; Rockantygona (2011), baseado na obra de Sófocles, com direção de Guilherme Leme Garcia; Escola do Escândalo, de Richard B. Sheridan, com direção de Miguel Falabella; A Propósito de Senhorita Júlia, de August Strindberg, dirigida por Walter Lima Jr.; O que Você Mentir Eu Acredito, de Felipe Barenco, com direção de Rodrigo Portella.

Em 2009, criou a produtora ABGV Produções Artísticas, em parceria com o amigo e ator Gustavo Vaz. Pela primeira vez atuou também como produtor de teatro, com a peça Na Solidão dos Campos de Algodão, com texto de Bernard Marie Koltès e direção de Caco Ciocler. O espetáculo lhe rendeu uma indicação ao Prêmio de Melhor Ator pela APTR.

Na TV, estreou na novela Páginas da Vida, de Manoel Carlos, na TV Globo (2006). Na mesma emissora, participou das novelas Duas Caras (2010/2011), Ti-ti-ti (2010), Sangue Bom (2013). Protagonizou a série DOAMOR, ao lado da atriz Maria Flor, no canal Multishow. No cinema, recentemente protagonizou o longa Prova de Coragem, baseado no romance Mãos de Cavalo, do autor gaúcho Daniel Galera e direção de Roberto Gervitz. Participou também de Introdução à Música do Sangue, com argumento de Lúcio Cardoso e direção de Luiz Carlos Lacerda. Atualmente está no ar na novela A Lei do Amor, na TV Globo, de Maria Adelaide Amaral.

SOBRE RODRIGO PORTELLA (diretor)

Natural de Três Rios, interior do Estado do Rio de Janeiro, o autor e diretor Rodrigo Portella dirigiu dezoito espetáculos. Foi indicado aos principais prêmios de artes cênicas: Prêmio Shell 2013 (Melhor Direção por Uma História Oficial e Melhor Texto por Antes da Chuva), Prêmio APTR 2010 (Melhor Iluminação por Na Solidão dos Campos de Algodão, com direção de Caco Ciocler) e Prêmio Cesgranrio 2016 (Melhor Texto por Alice Mandou um Beijo).

Entre 1996 e 2008, Rodrigo morou no Rio de Janeiro, período em que cursou direção teatral na UNIRIO e publicou o livro Trilogia do Cárcere. Em 2009, retornou à sua cidade natal, onde fundou a Cia Cortejo. Realizou cerca de 200 apresentações de Antes da Chuva por todo o país, com o projeto Palco Giratório em 2015, além de duas temporadas em Buenos Aires, na Argentina e Quito, no Equador.

Atualmente, se dedica a pesquisar as experiências de Charles Deemer e o Hiperdrama no Teatro, por meio de uma bolsa da FAPERJ, sob orientação do encenador Moacyr Chaves. Rodrigo é também diretor geral do Off Rio – Multifestival de Teatro de Três Rios, que em 2018 chega à sua sexta edição.

FICHA TÉCNICA

Texto: Michel Marc Bouchard.

Tradução: Armando Babaioff.

Direção: Rodrigo Portella.

Elenco: Armando Babaioff/Leonardo Hinckel, Kelzy Ecard/Analu Prestes, Gustavo Vaz/Gustavo Rodrigues e Camila Nhary.

Cenografia: Aurora dos Campos.

Iluminação: Tomás Ribas.

Figurino: Bruno Perlatto.

Direção Musical: Marcello H.

Guitarras e violões: Jr Tostoi e Marcello H.

Preparação Corporal: Lu Brites.

Coreografia: Toni Rodrigues.

Programação visual: Bruno Dante.

Mídias Sociais: Egídio La Pasta.

Hair Stylist: Ezequiel Blanc.

Assistente de cenografia: Manu Libman.

Assistente de figurino: Luísa Marques.

Assistente de produção: Pri Helena.

Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela.

Produção executiva: Milena Monteiro.

Produção: Galharufa Produções.

Idealização: ABGV Produções Artísticas

TOM NA FAZENDA Temporada: de 14/4 a 27/5 Dias e horários: de quinta a sábado, às 21h. Domingo, às 19h. Não haverá apresentações entre os dias 10 e 13 de maio Local: Teatro Leblon | Sala Marília Pera – Rua Conde de Bernadotte 26. Informações: (21) 3005-4104. Capacidade: 408 lugares. Duração: 110 min. Classificação indicativa: 18 anos. Gênero: Drama. Ingressos quinta e domingo: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). Ingressos sexta e sábado: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia). Lista amiga @tomnafazenda: R$ 30 Horário da bilheteria: Vendas pelo site: http://www.ingressorapido.com.br

Branka lança o álbum “Trilogia das Flores Douradas – A Flor”

Com as bênçãos – e as músicas – de sambistas consagrados, como Moacyr Luz, Nei Lopes, entre outros, chega às lojas neste mês o álbum físico Trilogia das Flores Douradas – A Flor (R$ 19,90), da cantora Branka. O mais recente trabalho da artista, lançado pela Universal Music nas plataformas digitais, consolida sua bem-sucedida opção pelo samba e pela MPB. Branka, o apelido carinhoso que a curitibana Karyme Hass ganhou quando passou a frequentar as principais rodas do Rio de Janeiro, virou o nome artístico neste segundo álbum em sua nova e promissora seara. Barra da Saia (2015), primeiro CD de samba, produzido por Carlinhos Sete Cordas, espécie de mentor e padrinho musical da artista, já mostrou que ela não chegava para brincadeira. De uma só tacada, o álbum foi indicado ao Grammy Latino, ao Pr​êmio Multishow e ao Prêmio da Música Brasileira. O que esperar então do novo disco? Aumentou a pressão?

“De forma alguma! Adoro gravar! Amo estúdio. Cada álbum que crio revela o momento que estou vivendo e na música nunca podemos estagnar. Cada disco é uma evolução, um aprendizado, um amadurecimento. Por isso, não crio um monstro e sim, um filho, cada qual diferente um do outro, com sua  beleza e seu conceito”, garante Branka, que explica a concepção do novo trabalho: “Inspirado na resistência das flores, o Trilogia Flores Douradas traz para o público a diversidade dos ritmos brasileiros  (com sambas, maxixe, xote, forró, congada e ijexá), mostrando força, delicadeza e tradição. Eu sou a terra fresca e pronta para receber. As flores são as canções que recebi dos compositores, que juntas perfumaram e criaram essa essência”.

 

O novo álbum traz nada menos do que 18 faixas, sendo algumas inéditas de nomes considerados no mundo samba. De Nei Lopes, Branka recebeu Sinherê e Estrela Cadente; com Xande de Pilares compôs Amor e Luta; com Toninho Nascimento fez Rio Santo; e com Aluísio Machado e Fernando Negrão a parceria resultou em Astral Superior. Zé Katimba e Roque Ferreira presentearam a cantora com a irresistível Olho de Graúna. Por sugestão de Toninho Geraes, ela gravou Rosário da Dor, composição dele e de Moacyr Luz. O CD traz ainda a luxuosa participação de Arlindo Cruz em Banho de Mar, parceria de Branka e Carlinhos Sete Cordas.

 

“Comecei a compor com 14 anos. Sentia uma vontade imensa de colocar minhas opiniões e sentimentos para fora e isso surgiu naturalmente. Não tenho regra em relação à forma da criação. É tudo muito espontâneo. A ideia vem como uma iluminação. O trabalho maior é lapidar. Mas confesso que me emociono quando finalizo uma música”, explica ela, que fará no dia 3 de maio no Blue Note Rio, na Lagoa, o show de lançamento da turnê Trilogia Flores Douradas – A Flor, também com direção musical de Carlinhos Sete Cordas e participação especial de Xande de Pilares e de Rildo Hora. “O público será a água que regará a planta para que ela floresça!”, convida ela.

 

“A chegada de Branka ao Samba é um advento, do qual este maravilhoso CD faz parte. Trata-se, certamente, do prenúncio e da anunciação de um novo tempo.  Um tempo em que a árvore-mãe da música brasileira haverá de ser realmente respeitada e valorizada como tal. E há de se perpetuar em ramas viçosas, flores deslumbrantes e frutos gostosos e nutritivos.

Que seja bem-vinda!”

Nei Lopes

 

 

Serviço Branka apresenta Trilogia Flores Douradas  – A Flor

Participação especial de Xande de Pilares e Rildo Hora

Blue Note Rio

Dia 3 de maio, quinta-feira, às 22h30

Av. Borges de Medeiros, 1424 – Lagoa, Rio de Janeiro 

Telefone: (21) 3799-2500

Setor Único: R$ 90 (Inteira) | R$ 45 (Meia-entrada)

Classificação: Livre (menores acompanhados dos responsáveis)

Capacidade: 250 lugares

Venda de ingressos pela internet: https://goo.gl/S8ZDA7, na bilheteria do local ou no Shopping Leblon

O CD está disponível para venda na Amazon, Submarino, Mercado Livre e Americanas.com

Facebook: https://www.facebook.com/oficialbranka/

Lyric Video “É D’Oxum”: https://www.youtube.com/watch?v=fPZ5YaNWxek

Shopping Metropolitano Barra inaugura Clube das Figurinhas

Às vésperas da Copa do Mundo da Fifa Rússia 2018, uma febre vem tomando conta do país do futebol. Mais uma vez, crianças, jovens e adultos estão aficionados pelo álbum de figurinhas temático. Pensando em facilitar a interação dos colecionadores, o Shopping Metropolitano Barra agora tem um espaço exclusivo para a troca de figurinhas. Localizado no segundo piso, próximo à loja Renner, o Clube das Figurinhas conta ainda com uma parede interativa para que os clientes sinalizem as figurinhas que ainda precisam para completar seu álbum, trocarem contatos e marcarem próximos encontros entre eles.

O ponto de troca ficará aberto durante o horário de funcionamento das lojas do shopping, até o final da Copa.

 

Serviço Clube das Figurinhas:

 

Local: Shopping Metropolitano Barra – Piso L2, próximo à Renner – Loja 239B

Quando: A partir de 13/04, segunda a sábado das 10h às 22h e domingos, das 13h às 21h

Endereço – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1.300 – Centro Metropolitano – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro

 

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

O Shopping Metropolitano Barra foi inaugurado em dezembro de 2013 no Centro Metropolitano. O empreendimento é administrado pela CCP (Cyrela Commercial Properties) e tem  fluxo médio mensal de 650 mil pessoas. Com 202 lojas, o shopping reúne marcas renomadas, voltadas aos mais diferentes públicos: Zara, Zara Home, Centauro, Riachuelo, Renner, Alô Bebê, Lojas Americanas, Casas Bahia, Kalunga, Ri Happy, Camicado, Livraria Leitura, academia Bio Ritmo e os restaurantes Outback, Balada Mix, Delírio Tropical e Benkei Asiático. Além desses, há diversas satélites conceituadas, como Vivara, Mr. Cat, Maria Filó, Enjoy, Zinzane, Arezzo, Via Mia, Aquamar, L’Occitane En Provence, L’Occitane Au Brèsil, Alphabeto, CVC, Clube Melissa, Hering e Hering Kids, Hope, Outer, Armadillo, Wollner, Carmen Steffens  entre outras.

 

Sobre a CCP Shoppings

A CCP (Cyrela Commercial Properties S.A) é uma das principais empresas de desenvolvimento, aquisição, locação, venda e administração de imóveis comerciais do Brasil. Atualmente, tem em seu portfólio de shoppings oito empreendimentos no país, localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Pará. Somados, abrigam mais de 1,5 mil varejistas em ABL (Área Bruta Locável) total superior a 289 mil m², dados que colocam a CCP entre as maiores administradoras de shoppings do Brasil. Desenvolvidos dentro dos mais avançados padrões construtivos, esses empreendimentos se destacam pela arquitetura moderna e funcional, localização privilegiada, potencial de retorno e permanentes práticas de sustentabilidade relacionadas à segurança, saúde e meio ambiente.

Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro exibe duas mostras até o início do segundo semestre

O Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro, que fica dentro do Parque da Cidade, na Gávea, exibe até o início do segundo semestre as mostras Imagens do Rio Oitocentista e Os Múltiplos Olhares de Augusto Malta.

A exposição Imagens do Rio Oitocentista, localizada no 3º andar do Pavilhão de Exposições Temporárias, presenteia o seu visitante com uma viagem pelo Rio antigo. Reunindo gravuras de desenhistas, aquarelistas, pintores e fotógrafos, a mostra apresenta a cidade de outrora, permitindo a visitação de seus espaços e construções, alguns dos quais não resistiram às mudanças do tempo como, por exemplo, o prédio da Academia de Belas Artes. É possível ir do terraço do Passeio Público aos Arcos da Lapa; de São Cristóvão ao Jardim Botânico. São registros do Rio de Janeiro e de cenas do seu cotidiano, captadas e apresentadas por artistas residentes ou de passagem pela urbe carioca do século XIX. Seja pelo olhar de Maria Graham, de Victor Frond e de tantos outros.

Já a mostra Os Múltiplos Olhares de Augusto Malta, localizada no 1º e 2º andar do equipamento, é composta por 48 imagens e objetos, divide-se em dois eixos: locais, vistas e paisagens; e solenidades e cotidiano, remetendo as memórias da nossa cidade e de sua gente. Pelas lentes de Augusto Malta, a mostra permite uma conexão com o passado e a reconstrução da história do Rio de Janeiro.

A gestão e produção é assinada pela Arte Cultura Gestão & Produção Cultural.

 

Sobre o MHCRJ

O Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro/MHCRJ foi criado como reflexo da expansão dos museus no século XIX e suas origens estão ligadas ao princípio da República no Brasil e ao papel de centro político que o Rio de Janeiro representava nesse contexto.

Desde 1891, as autoridades do governo recém-instalado manifestavam preocupação em recolher objetos representativos, que interessassem à história da cidade. Contudo, sua criação só ocorreu na administração do Prefeito Pedro Ernesto através do Decreto Nº 4989 de 11 de julho de 1934.

O MHCRJ sempre mostrou uma tendência a manter-se nos limites de seu objeto: a cidade do Rio de Janeiro. Entretanto, seu vasto acervo documental, arquivístico e museológico, com cerca de 24.000 peças, que significa um importante registro sobre a cidade do Rio de Janeiro e que abrange diferentes categorias, apresenta caráter nacional. Nele encontram-se também obras de artistas consagrados como Visconti, Thomas Ender, Antônio Parreiras, Armando Vianna, Augusto Malta e Marc Ferrez, além dos acervos dos prefeitos Pereira Passos, Pedro Ernesto, Carlos Sampaio e César Maia.

Ao pensarmos num museu de cidade, afora o aspecto cultural, vem a lembrança a questão daquela cidade onde está inserido, o espaço urbano, a memória e a importância do museu para a cidade, por ser o único que tem como propósito preservar e conservar a memória da cidade, que foi capital da colônia, império e república, através do seu acervo e principalmente ser um ponto de referência e discussão das transformações culturais, sociais, econômicas e urbanas da cidade do Rio de Janeiro ao longo de sua história.

O MHCRJ, por meio de um acervo artístico e documental acessível a todos, é um museu em que nossa história e nossa identidade urbana podem ser analisadas e explicadas.

Serviço: Mostras Imagens do Rio Oitocentista e Os Múltiplos Olhares de Augusto Malta

Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro: Estrada Santa Marinha s/nº. Parque da Cidade. Gávea. RJ.

Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 17h. Funciona nos feriados.

E-mail para agendamento de visitas monitoradas: visitasmhc@gmail.com

Entrada gratuita.

Classificação livre.

Site: http://museudacidadedorio.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/MuseuHistoricodaCidadeRJ/

Thomas e as Mil e Uma Invenções

Na Zona Norte do Rio, Thomas Edison da Silva mora com os pais, a avó e o gato. Aos nove anos de idade, ele tem a mente fervilhando de ideias, sempre inventando engenhocas de todos os tipos. Seu pai, o eletricista Edison da Silva, tem como ídolo um dos maiores inventores de todos os tempos: o norte-americano Thomas Alva Edison (1847–1931). Ao batizar o filho, fez uma homenagem ao cientista na esperança que o menino trilhasse os mesmos passos do xará famoso. “Thomas e as Mil e Uma Invenções” é o novo musical infantil idealizado pela atriz, produtora e autora Vanessa Dantas. Com direção de Fabianna de Mello e Souza e direção musical de Tim Rescala, a peça estreia em 21 de abril, no Oi Futuro, onde fica em cartaz até 10 de junho (sábados e domingos, às 16h).

Conhecida por suas adaptações bem-sucedidas de óperas para o teatro infantil, Vanessa Dantas teve a ideia de abordar o universo do inventor Thomas Edison há três anos, após assistir a um documentário sobre a sua trajetória. “O filme mostrava da sua infância até a velhice, com seus acertos e enganos, de forma muito humana. Ele não deixou que aquela curiosidade da infância se apagasse com os passar dos anos, tinha uma criança curiosa dentro dele, mesmo na velhice”, conta a autora. “Essa chama da curiosidade não deve morrer. Devemos sempre prestar atenção nela, sem deixar o olhar curioso ficar empoeirado. Gosto muito de escrever sobre temas com os quais crianças e adultos possam se identificar”.

A história se passa na casa da família Silva, no Grajaú, Zona Norte do Rio, onde Thomas Edison da Silva, o Thominhas (Hugo Kerth), mora com o pai, Seu Edinho (Gabriel Stauffer), a mãe, Dona Nancy, a avó, Dona Madá (as duas interpretadas por Letícia Medella), e o gato de estimação, Petit Gâteau. No porão da casa fica o “Laboratório de Coisas Geniosas”, onde as invenções de Thominhas ganham vida, como a árvore de chiclete com sabores exóticos e o ideômetro – uma espécie de capacete com uma lâmpada que acende quando surge uma ideia. Na escola, Thominhas é convidado para a festa de aniversário de Marion, menina por quem ele é apaixonado e, coincidentemente, irmã gêmea da melhor amiga dele, Mina (ambas interpretadas por Thais Belchior). Ele é desafiado por Marion a presenteá-la com uma invenção eletrizante e terá apenas uma semana para criar algo incrível para conquistar o coração da garota dos seus sonhos – mas as coisas não vão sair exatamente como ele esperava.

Durante uma semana, Thominhas vai pesquisar e inventar engenhocas de todos os tipos, mas todas serão um fiasco. Na parede do laboratório, um retrato de Thomas Alvas Edison ganha vida e salta para a cena. A visita imaginária do grande inventor mostra ao menino que é preciso persistir para alcançar seus objetivos: como ele mesmo dizia, “o gênio é 1% de inspiração e 99% de transpiração.” A partir desse momento, uma tela de cinema desce no palco e um curta-metragem produzido especialmente para a peça conta a vida do cientista. Esse encontro mágico amplia os horizontes de Thominhas e o faz perceber a possibilidade de trilhar novos caminhos.

Acompanhados da banda formada por Daniel Ganc (violão), David Ganc (flauta), Léo Pereira (cavaquinho) e Oscar Bolão (percussão), os atores interpretam ao vivo as treze canções originais criadas por Tim Rescala. Vanessa já tinha trabalhado com o diretor musical em “Blim-Blem-Blom” (2013) – uma rádio novela sobre música clássica na rádio MEC FM. “Na época, disse a ele que, quando eu fizesse um espetáculo inédito, o chamaria para fazer as músicas”, lembra a idealizadora. “As canções do Tim foram fonte de inspiração para mim. Foi uma troca mágica construir a dramaturgia junto com ele”.

A parceria também se repete com a diretora Fabianna de Melo e Souza, que dirigiu outro projeto infantil idealizado por Vanessa, a peça “A Borralheira – Uma Opereta Brasileira” (2012). “É um espetáculo para toda a família. Contar essa história nos dá a certeza que imaginar é um caminho. É fundamental apostar em caminhos improváveis, mas possíveis, usando a imaginação. A gente só faz teatro bom se a gente pensar nisso”, acredita a diretora. “Na trama desse espetáculo tem uma família muito participativa. Tem a expectativa dos pais que o Thominhas seja um inventor, mas tem a amizade, a compreensão e o respeito pelas escolhas dele.”

Como parte do projeto, Vanessa concebeu a inciativa “Pequenos Grandes Inventores”, na qual propôs que crianças entre sete e dez anos, da Escola Municipal Senador Corrêa respondessem à pergunta: “O que você inventaria para deixar as pessoas mais felizes?”. É a mesma indagação que acompanha Thominhas durante a peça. As respostas das crianças sugerindo novas invenções vieram em forma de desenhos. Idealizador da cenografia e dos objetos cênicos da montagem, o cenógrafo, artista plástico e escultor Glauco Bernardiselecionou três projetos para ganharem forma em cena: “Máquina do Abraço”, “Pica-Pau Despertador” e “Carro que Anda à Luz do Sol e da Lua”. Os objetos foram construídos por Glauco e inseridos na dramaturgia.

Sobre Vanessa Dantas (idealizadora e autora)

Nascida na cidade de São Vicente, litoral de São Paulo. Iniciou seus estudos teatrais no Teatro Escola Célia Helena, em São Paulo (1991). Em 1996, recebeu o convite do diretor Wolf Maia para atuar na novela “Salsa e Merengue” e, em 1998, para participar da novela “Pecado Capital”, ambas na TV Globo.

Em 1999, mudou-se definitivamente para o Rio de Janeiro. Participou de diversos cursos de teatro até chegar à Casa de Cultura Laura Alvim, onde começou a estudar com os diretores Susanna Kruger e Daniel Herz. De 2001 a 2008, sob direção da dupla, foi atriz da Companhia Atores de Laura. Com o grupo, viajou por diversas cidades com os espetáculos: “As Artimanhas de Scapino” (de Moliére), “Decote” (criação coletiva da Atores de Laura inspirada na obra de Nelson Rodrigues), “O Conto do Inverno” (de William Shakespeare) e “N.I.S.E” (criação coletiva da Atores de Laura em parceria com Maria da Luz sobre a vida e obra da Doutora Nise da Silveira).

Foi assistente de direção de Daniel Herz nos espetáculos musicais: “Geraldo Pereira, um escurinho brasileiro” (de Ricardo Hofstette), “Otelo da Mangueira” (de Gustavo Gasparani) e “Tom e Vinícius” (de Daniela Pereira e Eucanaã Ferraz). Em 2007, fundou a Marcatto Produções Artísticas. Pela produtora, foi a idealizadora, adaptadora dos libretos, atriz e produtora dos espetáculos para crianças: “O Barbeiro de Ervilha” (2010), “A Borralheira – Uma Opereta Brasileira” (2012) e “O Elixir do Amor” (2014). Em mais de uma década, os seus projetos somam 28 indicações, tendo conquistado 9 prêmios, entre as principais premiações de teatro infantil do Rio. Em 2017, escreveu o texto original do musical “Tra-La-Lá” – projeto idealizado pela atriz e produtora Anna Bello.

Em 2013, foi convidada pelo criador e diretor musical Tim Rescala para escrever, em sua parceria, a rádio novela “Blim-blem-blom”, programa semanal de música clássica para crianças da Rádio MEC FM. Em 2014, o programa recebeu Menção Honrosa na Bienal de Rádio do México.

Sobre Tim Rescala (diretor musical)

Estudou na Escola de Música da UFRJ e na Escola de Música Villa-Lobos. Com Han-Joachim Koellreutter estudou composição, contraponto e arranjo. Licenciou-se em música pela UNI-RIO em 1983. Compositor e diretor musical de várias peças de teatro, recebeu diversos prêmios Mambembe, Shell, Coca-Cola e APTR. Faz música para cinema e TV, trabalhando para a TV Globo desde 1989. Atuou como compositor e regente em muitos festivais de música contemporânea no Brasil e no exterior.

Autor de óperas, musicais, música de câmera e eletroacústica. Sua peça “Pianíssimo” foi o primeiro texto infantil apresentado na Comédie-Française. Recebeu as bolsas Vitae e Rio-Arte. Foi diretor da Sala Baden Powell, RJ, em 2005 e 2006. Escreve e apresenta o programa “Blim-blem-blom”, na rádio MEC FM desde 2011. Seu “Quarteto Circular” foi indicado ao Grammy Latino de 2011. Sua ópera “O Perigo da Arte” estreou em Buenos Aires em 2013, e sua montagem brasileira, em 2014, foi escolhida como um dos dez melhores espetáculos do ano pelo jornal “O Globo”. Seus trabalhos mais recentes em TV tiveram ampla repercussão: as novelas “Meu Pedacinho de Chão” e “Velho Chico”, e a minissérie “Dois Irmãos”, todas com direção de Luiz Fernando Carvalho. Atualmente, trabalha na música do filme “Pluft”, com direção de Rosane Svartman.

Roteiro Musical

“Quando uma Lâmpada Aparece”

“Meu Filho Vai Ser o que Eu Não Pude Ser”

“Valsa da Luz”

“Eu Sou Pequeno, Mas Penso Grande”

“Tudo Já Foi Inventado”

“Meu Primeiro Amor É um Inventor”

“Madeleine”

“O que Está Acontecendo com a Gente?”

“O Calendário de Petit Gateau”

“Quando Nascem os Filhos, Nascem os Pais”

“Tá Ligado?”

“Deu-se a Luz”

“Em Qualquer Tempo e Lugar”

Ficha Técnica

Espetáculo – “Thomas e as Mil e Uma Invenções”

Direção – Fabianna de Mello e Souza

Dramaturgia e Texto – Vanessa Dantas

Músicas, Direção Musical e Arranjos – Tim Rescala

Direção de Movimento – Eléonore Guisnet

Consultoria Dramatúrgica – Evelyn Disitzer

Colaboração Dramatúrgica e de Pesquisa – Tiago Herz e Thais Velloso

Elenco – Gabriel Stauffer (Thomas Alva Edison/Seu Edinho), Hugo Kerth (Thomas Edison da Silva), Letícia Medella (Dona Nancy/Dona Madá) e Thais Belchior (Mina/Marion)

Músicos – Daniel Ganc (violão), David Ganc (flauta), Léo Pereira (cavaquinho) e Oscar Bolão (percussão)

Stand-in músicos – Gabriel Leite e Jayme Vignoli

Participação especial (Curta Metragem) – Arthur Thaumaturgo

Iluminação – Aurélio de Simoni

Cenário, Objetos Cênicos e Exposição Pequenos Grandes Inventores: Glauco Bernardi

Figurinos – Espetacular Produções e Artes – Ney Madeira e Dani Vidal Visagismo – Mona Magalhães

Criação e Confecção de Adereços (bonecos e barriga) – Bruno Dante

Assistente de direção musical e pianista ensaiador – Tibor Fittel

Preparação vocal – Marcello Sader

Assistente de figurino – Rafaela Rocha

Assistente de produção – Juliana Soares

Operação de luz – Ana Luzia de Simoni e João Gioia

Alfaiataria – Renato Nascimento Costura – Railda Costa

Ilustrações e comunicação visual – Bruno Dante

Roteiro (Curta Metragem e Pílulas) – Vanessa Dantas e Leo Miranda

Direção Geral Audiovisual – Guilherme Fernandes

Designer de som e operador – Branco Ferreira

Assessoria de imprensa – Paula Catunda e Bianca Senna

Mídias sociais – Rafael Teixeira

Fotografia artística – Dalton Valério

Administração financeira – Natália Simonete

Serviços Contábeis – Cris Consult e Hiper Serviços

Assessoria jurídica – Reinoso e Canedo Advogados

Direção de Produção – Pagu Produções Culturais

Idealização do Projeto – Vanessa Dantas

Realização – Marcatto Produções Artísticas e Pagu Produções Culturais

Patrocínio – Oi e Eletrobras Furnas

Apoio cultural – Oi Futuro

SERVIÇO Espetáculo: “Thomas e As Mil e Uma Invenções”

Temporada: 21 de abril a 10 de junho de 2018. Local: Oi Futuro (Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo). Telefone: 3131-3060. Dias e horário: Sábado e domingo, às 16h. Sessões com libras nos dias 12/05 e 02/06. Sessão com audiodescrição no dia 26/05. Ingressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia). Classificação: Livre. Duração: 70 minutos. Bilheteria: Terça a domingo, das 14h às 20h. Capacidade: 63 lugares. Venda pela internet: http://www.ticketplanet.com.br

Shopping Metropolitano Barra realiza promoção no aplicativo ON

O Shopping Metropolitano Barra realiza até o dia 27 de junho, em parceria com o Cinemark, a promoção exclusiva “2 por 1 + estacionamento grátis” no aplicativo web ON. A ação é válida de segunda a quarta-feira, exceto feriados.

Para participar, o cliente deve apresentar, no Espaço do Cliente, o banner da promoção no ON e retirar os vouchers que dão direito a um ingresso de cinema na compra de outro e estacionamento grátis no período de cinco horas.

“Reunir esses dois benefícios em um mesmo pacote é sempre garantia de sucesso. Esse é o tipo de promoção que atrai nossos clientes”, diz a gerente de marketing do shopping, Luciane Treigher.

O período máximo de permanência no estacionamento para participar da promoção é de 5 horas. Após este período, será cobrado o valor do tempo integral de permanência no shopping. Clientes Conect Car e Sem Parar devem apertar o botão da cancela e retirar o ticket para que sua entrada não seja registrada pela TAG.

O Espaço do Cliente funciona de segunda a sábado, de 10h às 22h, e domingos e feriados, de 13h às 21h. O regulamento completo da promoção encontra-se no espaço e no site do shopping.

Data: até 27/06
Horário: de segunda a quarta-feira, exceto feriados
Local de retirada dos vouchers: Espaço Cliente – Piso L2

Endereço – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1.300 – Centro Metropolitano – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro.

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

O Shopping Metropolitano Barra foi inaugurado em dezembro de 2013 no Centro Metropolitano. O empreendimento é administrado pela CCP (Cyrela Commercial Properties) e tem  fluxo médio mensal de 650 mil pessoas. Com 202 lojas, o shopping reúne marcas renomadas, voltadas aos mais diferentes públicos: Zara, Zara Home, Centauro, Riachuelo, Renner, Alô Bebê, Lojas Americanas, Casas Bahia, Kalunga, Ri Happy, Camicado, Livraria Leitura, academia Bio Ritmo e os restaurantes Outback, Balada Mix, Delírio Tropical e Benkei Asiático. Além desses, há diversas satélites conceituadas, como Vivara, Mr. Cat, Maria Filó, Enjoy, Zinzane, Arezzo, Via Mia, Aquamar, L’Occitane En Provence, L’Occitane Au Brèsil, Alphabeto, CVC, Clube Melissa, Hering e Hering Kids, Hope, Outer, Armadillo, Wollner, Carmen Steffens  entre outras.

 

Sobre a CCP Shoppings

A CCP (Cyrela Commercial Properties S.A) é uma das principais empresas de desenvolvimento, aquisição, locação, venda e administração de imóveis comerciais do Brasil. Atualmente, tem em seu portfólio de shoppings oito empreendimentos no país, localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Pará. Somados, abrigam mais de 1,5 mil varejistas em ABL (Área Bruta Locável) total superior a 289 mil m², dados que colocam a CCP entre as maiores administradoras de shoppings do Brasil. Desenvolvidos dentro dos mais avançados padrões construtivos, esses empreendimentos se destacam pela arquitetura moderna e funcional, localização privilegiada, potencial de retorno e permanentes práticas de sustentabilidade relacionadas à segurança, saúde e meio ambiente.