Elba Ramalho abre série de shows na piscina do Fairmont Copacabana, com transmissão exclusiva do ShowIn

Os shows presenciais aos poucos estão voltando. E as lives vieram para ficar. Unindo as duas formas de diversão, ampliando o alcance da cultura para diferentes pontos do país, o ‘Infinity Summer’ levará para a piscina do Fairmont Copacabana e para onde o público desejar assistir, diferentes espetáculos musicais. As transmissões acontecerão ao vivo no ShowIn, plataforma lançada recentemente do mercado brasileiro. A estreia acontecerá no dia 3 de dezembro, quinta-feira, com a cantora paraibana Elba Ramalho.  Será a primeira apresentação de Elba para uma plateia ao vivo, desde o mês de março.

Em um cenário deslumbrante, a praia de Copacabana, Elba fará um show contagiante, interpretando grandes sucessos que marcaram a sua carreira, como “De volta pro aconchego”, “Bate Coração”, “Ai que saudade de ocê”, “Chão de Giz” , entre outras. A cantora será acompanhado por Marcos Arcanjo ( Violão/ guitarra), Rafael Meninão ( sanfona) e Anjo Caldas ( percussão). 

O evento seguirá todas as medidas de saúde determinadas pelas autoridades locais e os protocolos e certificações  ALL SAFE e Bureau Veritas para evitar a propagação da Covid-19.

Apresentações podem ser vistas presencialmente ou online

Para assistir ao show, que terá limitação de lugares devido às regras de distanciamento social, o público pode escolher. Presencialmente, do hotel, fazendo uma reserva de um quarto ou comprando um passaporte day use, que dá direito a passar o dia no local, com acesso a um apartamento, piscinas e dependências externas. E online, comprando ingresso através do ShowIn. A programação começa às 12h horas, com DJ set, as apresentações têm início a partir das 19h30.

SOBRE O SHOWIN

Fruto da parceria entre o cantor e compositor Orlando Morais e o empreendedor e investidor Dio Trotta, o ShowIn surge no mercado em meio a um cenário de explosão de lives, possibilitando a remuneração através de vendas de ingressos, com variadas opções de preços e formatos. A plataforma apresenta, sempre ao vivo, grandes e pocket shows, teatro, poesia, palestras, stand up comedy, aulas de gastronomia, de yoga, meditação, dança, espetáculos infantis, esportes e muito mais.

O valor dos ingressos e o tamanho das salas de exibição são definidos para cada evento e as transmissões por streaming são acessíveis pelo site, em qualquer computador ou tablet. E também pelo celular, através dos aplicativos disponíveis na Apple Store e no Google Play.

SOBRE ACCOR

A Accor, líder mundial em hotelaria de excelência, proporciona experiências únicas e significativas em mais de 5.000 hotéis e complexos residenciais em 110 países. Com sua expertise de 50 anos no setor, o grupo possui um portfólio incomparável de 39 marcas de hotéis que incluem desde acomodações luxuosas até econômicas e contam com o apoio de um dos programas de fidelidade mais atrativos do mundo.

O ALL, Accor Live Limitless, é um programa personalizado que inclui recompensas, serviços e experiências que agregam valor ao dia a dia dos associados por meio de uma forma completamente nova e ilimitada de viver.

A Accor está altamente comprometida com a criação de valores sustentáveis e desempenha um papel ativo no desenvolvimento do Planeta e da comunidade por meio do seu programa Planet 21 – Acting Here e do fundo de doações Accor Solidarity, que ajuda a combater a exclusão de pessoas desfavorecidas mediante a capacitação profissional e acesso a empregos.

As ações da Accor S.A. são negociadas na bolsa de valores Euronext Paris (código: FR0000120404) e no mercado OTC (código: ACRFY) nos Estados Unidos. Para mais informações, visite accor.com ou nos siga no Twitter e Facebook.

SOBRE FAIRMONT

Fairmont Hotels & Resorts é onde as ocasiões são celebradas e a história é feita. Hotéis com presença incomparável, experiências autênticas e momentos inesquecíveis têm atraído visitantes do Fairmont e seus destinos desde 1907. O Plaza em Nova York, o Savoy em Londres, o Fairmont San Francisco, o Fairmont Banff Springs e o Fairmont Peace Hotel em Xangai são apenas alguns desses hotéis de luxo icônicos, sempre ligados aos lugares especiais onde residem. Famosa por seu serviço envolvente, grandes espaços públicos, cozinha de inspiração local e bares e lounges célebres, a Fairmont promete uma marca especial de luxo que será lembrada muito depois de qualquer visita. Com um portfólio mundial de mais de 75 hotéis, Fairmont também se orgulha de suas profundas raízes comunitárias e liderança em sustentabilidade.

Fairmont faz parte da Accor, um grupo líder mundial em hospitalidade aumentada, oferecendo experiências únicas e significativas em 5.000 hotéis, resorts e residências em 110 países.

SERVIÇO – INFINITY SUMMER, COM ELBA RAMALHO

Data: 03 de dezembro

Horário: 19h30 às 21h

Reserva de quarto: a partir de R$ 850 (day use para duas pessoas, das 11h às 23h), pelo e-mail copacabana.reservations@fairmont.com ou telefone (21) 2525-1232

Informações: https://fairmontrio.com/pacotes/

*ingressos limitados de acordo com os protocolos de saúde

Ingressos para live: R$ 30

Transmissão: www.showin.com.br

Bosque Bar inaugura no Jockey Club, no Rio de Janeiro

Cariocas e turistas acabam de ganhar um novo espaço para encontrar os amigos, ouvir uma boa música e se deliciar com uma gastronomia prática e contemporânea. Localizado no Jockey Club Brasileiro, ao ar livre, com vista para o Cristo Redentor, o Bosque Bar proporciona uma experiência aconchegante e segura.

O empreendimento apresenta uma proposta que conversa com diferentes públicos, dos jovens a quem quer curtir uma tarde em família. Mesclando uma curadoria musical personalizada, programação artística, design, gastronomia contemporânea e drinks exclusivos, o projeto é resultado de uma parceria da agência Vibra Marketing e a cervejaria Stella Artois

O ambiente foi reformulado para abrigar o conceito cool e artístico do Bosque. A arquitetura é toda aberta, mas traz uma sensação de aconchego, com toques de natureza presentes na decoração. Além de longas mesas espalhadas pelo local, há também um palco onde DJs convidados farão a trilha sonora das tardes e noites, de acordo com a programação musical do dia. Às quintas-feiras, a vibe é intitulada “Brasil Cool”, com destaque para as brasilidades mais dançantes e com ginga. Às sextas-feiras, a abordagem segue uma linha que mescla indie, pop, e hip hop, com sucessos atuais. Aos sábados, o pop e indie retrô dominam as pickups, e os domingos dão conta das músicas brasileiras – do samba à MPB, ideal para aproveitar a tarde com mais tranquilidade. O cardápio é assinado por Itamar Araújo, chef que traz no currículo uma estrela Michelin e anos à frente do Mee, restaurante asiático do Hotel Copacabana Palace.

Por ser um projeto com edição limitada, o Bosque Bar tem potencial para ser um marco durante este verão carioca. Até março, o público poderá conferir e criar memórias únicas no espaço, que privilegia a linda vista do Rio de Janeiro em uníssono com a expertise da Vibra Marketing, mestre em proporcionar experiências inesquecíveis em seus eventos, como os festivais Rock the Mountain, Bud Basement e Auê, e as festas Arca de Noé, AdoroFrozen e SubaJovem. A casa segue todos os protocolos de segurança estipulados pelas organizações sanitárias.

Serviço Bosque Bar:

Endereço: Av. Bartolomeu Mitre, 1314- Gávea, Rio de Janeiro- RJ

Horários de funcionamento:

●        Quintas-feiras das 18h às 04h;

●        Sexta-feira das 18h às 04h

●        Sábado das 16h às 04h

●        Domingo das 16h às 01h.

Formas de pagamento: aceita todos os cartões.

Instagram: www.instagram.com/barbosquebar

Site: www.barbosquebar.com.br

“Pá de Cal Ray-Lux)” no CCBB Rio

O Teatro II do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, recebe de 26 de novembro a 20 de dezembro, o espetáculo “Pá de Cal (Ray-lux)”, dramaturgia inédita do premiado autor Jô Bilac, direção de Paulo Verlings, realização da Cia Teatro Independente, com Carolina Pismel, Isaac Bernat, Orlando Caldeira, Pedro Henrique França e Ruth Mariana no elenco. O projeto tem patrocínio do Banco do Brasil através da Lei de Incentivo Federal. As representações acontecem de quinta a sábado, às 18h, e domingo, às 17h. Os ingressos estão a venda exclusivamente pela internet: www.eventim.com.br
A trama de “Pá de Cal (Ray-lux)” parte da morte de um personagem central, ou seja, ele está ausente. O mesmo acontece com suas irmãs que mandam representantes para a reunião “familiar” na qual irá se definir o destino do pai dessa família e também o destino da mãe do morto (uma ex empregada da família), que também manda um representante legal. O morto também é representado por uma pessoa com quem conviveu em terras estrangeiras. Além de uma morte traumática a peça lida com a terceirização de responsabilidades e de como essas representatividades interferem na boa condução das questões. Toda a ação se desenrola na casa onde mora o patriarca, local que é foco de uma disputa pela posse, revelando interesses divergentes entre as partes. Conflitos inesperados emergem a partir desse encontro. Com o passar do tempo, as relações entre pai e seus filhos – representados – se revelam aos espectadores cada vez mais límpidas e latentes.
– O espetáculo narra uma relação “familiar” por uma perspectiva diferente. Através das representatividades discutimos o quanto nós hoje na contemporaneidade terceirizamos nossas relações –, comenta o diretor Paulo Verlings, também responsável pelo argumento e idealização da peça. – Atravessamos questões como culpa, ausência de diálogo e afeto, a partir de um acontecimento trágico.
A expressão “Pá de Cal” quer dizer que fará uma última referência a um assunto não prazeroso. Já “Ray-lux” se refere ao nome de uma urna funerária tão cara, que custa o preço de um automóvel.
Para a escalação do elenco a Cia Teatro Independente pensou em arquétipos bem distintos para formar um elenco brasileiro, com muitas diversidades, personagens reais, pessoas críveis.
Ficha técnica
Dramaturgia: Jô BilacDireção: Paulo VerlingsDiretora Assistente: Mariah ValeirasElenco: Carolina Pismel, Isaac Bernat, Orlando Caldeira, Pedro Henrique França e Ruth MarianaCenário: Mina QuentalFigurinos: Karen BrusttolinIluminação: Ana Luzia Molinari de SimoniTrilha Sonora: Rodrigo MarçalDireção de Movimento: Toni RodriguesAssessoria de Imprensa: Ney MottaProgramação Visual: André SennaFotos de Divulgação: Paula KossatzDireção de Produção: Jéssica SantiagoArgumento e Idealização: Paulo Verlings Realização: Teatro Independente e 9 Meses Produções
Serviço
Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro IIRua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de JaneiroInformações: 21 3808-2020Temporada: 26 de novembro a 20 de dezembro de 2020Apresentações: Quintas, sextas e sábados, às 18h, e domingos, às 17h.Valor do ingresso: R$ 30 (inteira) e R$15 (meia entrada)VENDAS EXCLUSIVAS PELO SITE www.eventim.com.brNão recomendado para menores de 14 anosCapacidade de público: 76 lugaresDuração: 70 minutos
Funcionamento do CCBB
A partir do dia 26 de novembro, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro terá novo horário de funcionamento, das 9h às 18h.  O CCBB RJ está adaptado às novas medidas de segurança sanitária: entrada apenas com agendamento on line, controle da quantidade de pessoas no prédio, fluxo único de circulação, medição de temperatura, uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool gel e sinalizadores no piso para o distanciamento. No teatro a capacidade foi reduzida para 50%, com higienização completa antes de cada apresentação/sessão, além do distanciamento de 2 metros entre as poltronas.

“Prisioneiros do Medo – os bastidores do Isolamento”, até 21 de dezembro

Fica em cartaz até o dia 21 de dezembro, no Youtube, Prisioneiros do Medo – os bastidores do isolamento. Ao todo, a primeira temporada contará com 10 episódios, que entrarão no ar todas às segundas-feiras, sempre às 19h. De acordo com o idealizador do projeto, o ator, roteirista e diretor Ney Ferreira, todas as histórias do projeto, que mistura web teatro com websérie, estão ligadas ao mesmo tema: o enfrentamento do medo ao longo do isolamento social por conta da pandemia da Covid-19. “Cada pequena história tem um título e os artistas podem se revezar e contribuir com outras histórias, inclusive com outras funções, entre as 3 que compõe cada núcleo: ator/atriz, dramaturgo(a) e diretor(a)”, explica Ferreira.

Os primeiros episódios desta temporada reúnem histórias originais de humor refinado e dramas profundos, tais como “Abel Days, uma estória por vez, do jet set português!”, “Agorafobia”, “Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”, “Descobertas ao redor do mundo, será?”, “Dez ave-marias antes do dormir”, “Efeito pandemia cerebral”, “Máquina de lavar”, “Mania de limpeza”, “Minha doce amarga vida”, “Monólogos da vacina”, “Nós voltaremos”, “O ilustre desconhecido”, “O voo do beija-flor”, “Os sonhos não acabam”, “Tem alguém aí?”, “Você não está só” e “Um astro confinado”.

Para colaborar com a produção foi criada uma vaquinha virtual para a compra do ingresso solidário. Cada pessoa paga o valor que puder e achar justo para acompanhar a apresentação, basta acessar o link http://vaka.me/1178558.

Segundo Ney, a ideia de Prisioneiros do Medo – Os Bastidores do Isolamento, é que seja um trabalho artesanal, feito com pouca edição, propositalmente para passar a real percepção de que se trata de algo feito em casa. “No conjunto, é algo que tem todo um valor artístico e humano muito grande, pois aborda este tema universal que é o medo neste momento tão difícil, e reúne artistas veteranos e iniciantes, para mostrar que é possível produzir arte de forma coletiva e independente, assim como trocar experiências mesmo de forma virtual e à distância”, ressalta.

Sinopse – PRISIONEIROS DO MEDO – Os bastidores do isolamento – Trabalho de criação coletiva onde várias histórias se cruzam por uma situação em comum ao longo dos 10 episódios: o  enfrentamento do medo ao longo isolamento social por conta da pandemia da Covid-19.

Sobre o idealizador – Ney Ferreira, idealizador e diretor geral da série Prisioneiros do Medo – Os Bastidores do Isolamento, exibida no canal Dramanet, é também radialista, dramaturgo, roteirista, ator, diretor, publicitário, compositor, produtor, comunicador. Exerceu atividades em diversas emissoras de Brasília, Goiânia, São Paulo e Rio de Janeiro, com mais de vinte mil horas de conteúdo realizado. Iniciou sua vida profissional na TV/Rádio Nacional de Brasília (atual EBC), e fez o primeiro programa de televisão ao vivo para todo o Brasil, no início dos anos 80, o Show da Cidade, que durou mais de 20 anos e foi campeão de audiência. Passou por Record, Band, TV Brasília, Rádio Planalto, Rádio Capital, Rádio Globo, entre outras. Na teledramaturgia, destaque para os trabalhos Uma família em apuros (1997), Geração valente (1998), Serra do Luar, minissérie em 20 capítulos produzida em 1999/2000 e exibida na NET, e a  primeira novela de Brasília, Terra Prometida, em 2002/2003.

Ficha Técnica

Prisioneiros do Medo – Os Bastidores do Isolamento

Elenco: Abel Dias, Andrea Paola, Angelo Mayerhofer, Beth Grandi, Cassia Gentile, Cida Azevedo, Elton Lellis, Jonatas Arone, Juliana Teixeira, Isa D’Morais, Leonardo Arena, Maria Fernanda Gurgel, Morgana Alvares, Ney Ferreira, Nicole Cordery,  Patrick D’Orlando, Ruth Cruz

Dramaturgos: Abel Dias, Andrea Paola, Angelo Mayerhofer, Cassia Gentile, Jean Mendonça, Leonardo Arena, Marco Miranda, Maria Fernanda Gurgel, Morgana Alvares, Ney Ferreira, Nicole Cordery, Patrick D’Orlando, Ruth Cruz

Diretores: Andrea Paola, Angelo Mayerhofer,  Cassia Gentile, Jean Mendonça, Leonardo Arena, Marco Miranda, Maria Fernanda Gurgel, Morgana Alvares, Ney Ferreira, Nicole Cordery, Patrick D’Orlando, Ruth Cruz

Moderação do Zoom e YouTube: Felipe Fonseca

Direção Administrativa: Jean Mendonça

Direção Geral: Ney Ferreira

Apoio Institucional: Sevilha Comunicação

Serviço
Prisioneiros do Medo – Os Bastidores do Isolamento
Gênero: drama e comédia                        
Quando: Segundas – até 21/12

Horário: 19h

Classificação: Livre

Local: YouTube – Canal Dramanet

Assessoria de imprensa: Sevilha Comunicação

Alceu Valença e Lenine estrelam o Viva Recife

Dois ícones da música brasileira estão prestes a voltar aos palcos do Rio de Janeiro. Alceu Valença e Lenine serão as grandes estrelas do Viva Recife, evento ao vivo, dia 04 de dezembro, na Jeunesse Arena, Rio de Janeiro. A noite marcará o reencontro dos artistas pernambucanos com o público, serão seus primeiros shows com plateia desde o início da retomada. O evento acontecerá com capacidade reduzida e respeitando uma série de protocolos para evitar a propagação da Covid-19. O Viva Recife é uma realização da Peck Produções.

Depois de mergulhar no mundo das lives, Alceu Valença volta ao palco prometendo uma noite repleta de sucessos, como Anunciação, Tropicana, Belle de Jour, Coração Bobo, Como Dois Animais Táxi Lunar, Solidão, Girassol, Pelas Ruas que Andei, entre outras. A novidade fica por conta de Eu Vou Fazer Você Voar, lançada no início de 2020.

Os fãs de Lenine também podem esperar um show de muitos hits. O cantor e compositor de 61 anos brindará o público com clássicos como Paciência, Hoje eu Quero Sair Só, Jack Soul Brasileiro, É O Que Me Interessa, Que Baque é Essa? e Leve e Suave, que em 2020 ganhou clipe em homenagem aos 40 anos do projeto Tamar.

A produção do Viva Recife adotará um rigoroso protocolo sanitário e de controle do público, respeitando as orientações da OMS e autoridades do Rio de Janeiro. O público será inferior a ⅓ da capacidade da casa, 100% dos assentos/espaços vendidos serão com lugar marcado, com distanciamento obrigatório entre cadeiras nas arquibancadas, lounges na plateia e camarotes. Cada lounge poderá receber até 4 pessoas, enquanto os camarotes terão capacidade para 8.

A entrada será feita de forma antecipada, por diferentes pontos, para evitar aglomerações. O público só poderá acessar o evento utilizando máscaras, haverá pontos de higienização com álcool em gel e aferição de temperatura em todas as entradas. As equipes de segurança e produção utilizarão máscaras e EPIs. Haverá também controle de acesso e higienização periódica nos banheiros. A equipe de produção e dos artistas envolvidos no evento farão testes rápidos para a Covid-19, realizados pela Top Saúde, empresa referência em prevenção de contágio.

O Viva Recife contará ainda com sistema de serviço de bebidas e alimentos através de aplicativo. Nos lounges e camarotes, os pedidos chegarão até o público através de equipe de garçons reforçada, evitando o deslocamento do público até os bares e caixas. Para os que optarem por cadeiras nas arquibancadas, os pedidos poderão ser feitos pelo app, que avisará ao usuário quando estiverem prontos para retirada.

Serviço:
Viva Recife – Alceu Valença e Lenine: 04/12

Local: Jeunesse Arena

Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ

Abertura dos portões: 20 hrs

Vendas: Ingresso Certo :  https://www.ingressorapido.com.br/home

Setores:

Arquibancada nível 1 –  100,00

Arquibancada nível nível 3 – 80,00

Lounges – 600,00 (para até 4 pessoas)

Camarotes – 1440,00 (para até 8 pessoas)

valores relativos ao primeiro lote, sujeitos a alterações

28° Festival Mix Brasil

De 11 a 22 de novembro, o Festival Mix Brasil, um dos mais importantes e celebrados eventos de cultura dedicados à diversidade do mundo, realiza a sua 28ª edição de forma online e gratuita, podendo ser assistido de qualquer parte do país. Algumas sessões presenciais acontecerão no CineSesc, espetáculos teatrais no Centro Cultural da Diversidade, e exposição em diversos Centros Culturais de São Paulo, com um número limitado de espectadores. Este ano a homenageada com o prêmio Ícone Mix será a drag queen Marcia Pantera, criadora do movimento Bate-cabelo e destaque em diversos filmes do cinema nacional.

Com direção de André Fischer e direção executiva de Josi Geller, a programação do Mix em 2020 traz 101 filmes de 24 países, espetáculos de teatro, música, seminário de literatura, laboratório audiovisual, mesas sobre temas relevantes para comunidade LGBTQIA+,  artes visuais e o Show do Gongo. Tudo num só lugar: a plataforma do MixBrasil (www.mixbrasil.org.br). “Iremos sentir falta do calor humano, dos encontros antes das sessões, mas o lado bom é a democratização do conteúdo do Festival, pois esse ano estaremos em todo Brasil”,  observa Josi Geller.

Para Fischer, a edição deste ano busca trazer uma mensagem de força e sorte como estímulo, para lembrar que tudo que está acontecendo vai passar e que sairemos mais fortes. “Encontramos essa potência na imagem da figa, símbolo-gesto europeu apropriado pelas religiões brasileiras de matriz africana. A comunicação visual desse ano surge a partir de trabalho original de Felippe Moraes, que o reproduziu especialmente para o festival nas mãos de diversas pessoas”, o resultado é uma exposição de fotografias em grandiosos lambe-lambes, que estará em diversos centros culturais de São Paulo.

O  Festival abrirá no dia 11/11, quarta-feira, às 20h, com uma cerimônia totalmente online, que contará com um pocket show da cantora Linn da Quebrada seguido da exibição do  premiado filme argentino, inédito no Brasil e selecionado para a seção  Panorama do festival de Berlim,  “As Mil e Uma” de Clarisa Navas, que ficará disponível na plataforma do Festival a partir do término do show. No longa, em um retrato contemporâneo da periferia da cidade argentina de Corrientes, Iris conhece Renata, uma mulher jovem com um passado difícil, e imediatamente se sente atraída por ela. Iris e seus amigos superam medos e lutam contra a intolerância ao seu redor para viverem seus primeiros amores e experiências sexuais.

A programação de longas-metragens, organizada por João Federici, diretor de programação do Festival, exibirá títulos de diretores e atores consagrados que fizeram parte da Seleção Oficial dos Festivais de Berlim, Veneza, Toronto, Sundance, Cannes e OutFest. Inéditos no Brasil, os destaques são “The World to Come” (EUA) de Mona Fastvold   (Sony Pictures Classics),  que conta com Vanessa Kirby (The Crown) no elenco;  “I Carry You With Me” (EUA, México) de Heidi Ewing (Sony Pictures Classics), vencedor do prêmio do público em Sundance; “Saint-Narcisse” (Canadá) do enfant-terrible Bruce LaBruce; “Lingua Franca” (EUA, Filipinas) de Isabel Sandoval, eleito o melhor filme do Queer Lisboa deste ano; “Verão de 85” (França) de François Ozon, “Suk Suk” (Hong Kong, China) de Ray Yeung Pak; “Shiva Baby” (Canadá) comédia de Emma Seligman; “Pequena Garota”, documentário francês dirigido por Sébastien Lifshitz, “Cured” (EUA) de Bennett Singer, Patrick Sammon, eleito o Melhor documentário pelo público do Frameline, “Ellie & Abbie” (Austrália) de Monica Zanetti , “Emilia” (Argentina) de César Sodero, Seleção oficial em Roterdã,  A Morte Virá e Levará Seus Olhos” (Chile) de José Luis Torres Leiva, que recebeu menção especial do júri em Mar del Plata , “A Cidade Era Nossa” (Países Baixos), de Netty van Hoorn, documentário sobre o movimento lésbico holandês nos anos 7.

Brasileiros

A Mostra Competitiva de filmes nacionais deste ano reúne 9 títulos, em uma seleção fortemente marcada pelas investigações das afetividades e identidades da população LGBTQIA+. Entre os concorrentes ao Coelho de Ouro, a maioria fará a sua première nacional no Festival. Os selecionados são: “A Torre”, de Sérgio Borges (MG);  “Alfabeto Sexual”, de André Medeiros Martins (SP); “Limiar”, de Coraci Ruiz (SP); “Mães do Derick” de Dê Kelm (PR); “Meu Nome É Bagdá” de Caru Alves de Souza (SP); “Para Onde Voam as Feiticeiras”, de Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral (SP); “Valentina” de Cássio Pereira Dos Santos (MG/DF); “Vento Seco”, de Daniel Nolasco (GO) e “Vil, Má”, de  Gustavo Vinagre (SP).

Quatro documentários relatam as vivências de diferentes populações ignoradas ou marginalizadas do nosso país no panorama “Vozes do Brasil Real”:  “Cinema de Amor” de Edson Bastos e Henrique Filho (BA); “Homens Pink” de Renato Turnes (SP/SC); “Prazer em Conhecer” de Susanna Lira (RJ)  e “Quem Pode Jogar?” de Marcos Ribeiro (RJ). Já os curtas metragens contam com uma Mostra Competitiva com 13 filmes de 7 estados, além de outros 48 trabalhos nacionais e 20 estrangeiros. Os 13 programas temáticos de curtas trarão temas como “Corpos Cênicos”, “Golden Girls & Boys”, “Identidade e Política”, “Inconciliáveis”, “Mix Jovem”, “Mulheres Alfa”, “Nós Duas”, “Sagrades”, “Sexy Boyz 2020”, “SP Mix”, “Tensão em Família” e “Crescendo com a Diversidade”, destinado ao público de todas as idades.

A 5ª edição do MixLab Spcine, encontro que visa o intercâmbio de experiências e relações profissionais na área cinematográfica, será totalmente online e abre com uma masterclass do cineasta Esmir Filho. O evento conta ainda com mesas como “Criação e produção de audiovisual LGBTQIA+ independente em tempos de pandemia” e “Produção de conteúdo LGBTQIA+ na cidade de São Paulo”.  A parceria com a Spcine também é representada por uma vitrine exclusiva de destaques do festival, que será exibida dentro da plataforma Spcine Play (www.spcineplay.com.br) durante 90 dias a partir do início do evento.

Um Festival para todes: Teatro, Música, Literatura, MixTalks, Artes Visuais e Show do Gongo

O Mix Music apresenta nesta edição online, shows viscerais, ao vivo, com artistas importantes da cena LGBTQIA+. Linn da Quebrada, cantora, atriz, travesti e ativista que tem alcançado e conquistado territórios em outros países com sua performance combativa, faz o show de abertura do festival no dia 11/11 às 20h30; Martte, cantor e compositor de pop soul, considerado uma das grandes apostas do mercado fonográfico nacional, se apresenta no dia 14/11 às 20h; Bia Ferreira, multi-instrumentista, cantora e compositora que conceitua sua arte como MMP: Música de Mulher Preta, faz seu show no dia 20/11 às 20h;  Jaloo, cantor e compositor com a missão de dialogar com o seu tempo e de expressar as mazelas e alegrias de suas experiências, faz o show de encerramento  do festival no dia 22/11 às 20h.

A parte teatral do Mix traz a primeira edição do prêmio Dramática. Seis textos inéditos, selecionados a partir de um edital, concorrerão ao Coelho de Ouro (Prêmio do Júri) e Coelho de Prata (Prêmio do Público). As apresentações, que seguirão todos os protocolos sanitários, serão ao vivo com presença de público limitado no Centro Cultural da Diversidade e transmitidas para todo o país. Os concorrentes são “Wonder! Vem pra Barra Pesada!” de Rafael Carvalho e Wallie Ruy, espetáculo do teatro Oficina inspirado na trajetória de Claudia Wonder; “Meta-Me – um Dossiê de Ode ao  Júbilo”,  solo de  Bruno Canabarro sobre amor próprio e paixão homoerótica; “MINI-BIUs, BILs, BIOs”, com Andreya Sá e Carlos Jordão e direção de Marina Mathey, repleto de referências pops revisitadas por corpos dissidentes; “O Armário Normando”, que explora as manifestações da pornografia com direção e performance de Janaina Leite e André Medeiros Martins do Grupo XIX ; “Rainha” de Guilherme Gonzalez e atuação de Sérgio Rufino, sobre um septuagenário que decide concorrer ao título de rainha da bateria, e um manifesto de um homem que vive com HIV de “Vírus Manifesto – Onde Estão os Meus Chinelos?!…” de Davi Parizotti e direção de Thiago Sak.  

Por essa ninguém esperava!  Para a alegria de Marisa Orth a plateia enlouquecida ficará mais distante. No momento em que o distanciamento social é necessário, o Show do Gongo será transmitido online e ao vivo no dia 16 de novembro direto do Centro Cultural da Diversidade para todo o Brasil, quiçá para o mundo. A dinâmica continua a mesma, onde desapegados realizadores apresentam seus vídeos para o julgamento do público do Mix Brasil, cabendo à fabulosa Marisa Orth gongar ou não.

O Mix Literário, que conta com curadoria de Alexandre Rabello, chega a sua terceira edição, trazendo mesas com a participação de nomes fundamentais do mercado editorial nacional, autores e editores que discutem o lugar da comunidade LGBTQIA+ na produção literária. Entre os destaques estão “Transmasculinidades em pauta e livro” com Luiz Fernando Prado Uchôa e Jordhan Lessa;  “Djuna Barnes para além das divisões binárias” com Beatriz RGB;  “Olhares queer nordestinos”  com Itamar Vieira Junior e Marco Severo;   “Narrativas antiajuda: saúde mental na literatura queer” com  Francisco Mallmann, Mike Sullivan, Natalia Borges Polesso e Maya Falks. O evento também lança, em parceria com a editora Reformatório, o prêmio Caio Fernando Abreu de Literatura, destinado à publicação em livro inédito focado na diversidade, além de premiar com o troféu Coelho de Prata uma obra publicada em livro físico entre outubro de 2019 e setembro de 2020, cuja narrativa se relacione a vivências e questões específicas da comunidade LGBTQIA+

O Mix Talks, com produção de  Gustavo Koch e mediação de Ali Prando, que também são co-curadores do evento, promove a sexta edição da Conferência que ganha nova roupagem com o objetivo de aproximar o público de discussões muitas vezes restritas a ambientes acadêmicos. A lista reúne convidados como as cantoras Jup do Bairro e Marina Lima e o ativista Victor Di Marco, personalidades como Erika Palomino, atual diretora do Centro Cultural São Paulo (CCSP), e Daniel Nolasco, diretor do longa metragem “Vento Seco” (2020). Ao todo, 18 convidados vão se revezar nas conversas. Entre os temas, questões como decolonialidade na arte, a cultura ballroom e até mesmo a cantora Madonna, que inspira um painel sobre envelhecimento e mídia. “Se Toque: O Corpo Feminino Além da Erotização”, mesa de feminismo que tem a curadoria e produção de Vanessa Siqueira e mediação da Bárbara Falcão, com Gabriela Garcia, Gaia Qav e Márcia Zuliane, completa a programação.

Uma série de fotografias em grandiosos lambe-lambes, desenvolvidas pelo artista, Felippe Moraes, com o gesto da Figa, identidade visual da 28ª edição do Mix, que pela primeira vez não tem uma palavra como tema, estará em exposição espalhada por diversos centros culturais de São Paulo como CCN (Centro de Culturas Negras – Mãe Sylvia de Oxalá), CCJ(Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso) e CCD (Centro Cultural da Diversidade) e Vila Itororó. A exposição gratuita, que abre dia 14 de novembro e vai até 23 de dezembro, das 11h às 15h, traz este símbolo europeu que se fundiu aos cultos de terreiro, disseminando-se popularmente como amuleto de proteção contra forças destrutivas.

Toda a programação online do 28º Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade poderá ser acessada gratuitamente pelo site mixbrasil.org.br. Os filmes poderão ser assistidos pelas plataformas digitais InnSaei (innsaei.tv), Sesc Digital (sesc.digital/home),  Spcine Play  (spcineplay.com.br/).O acesso a alguns filmes será limitado e alguns longas serão exibidos apenas em sessões presenciais (consulte a programação).

O evento é uma realização da Associação Cultural Mix Brasil, Ministério do Turismo e conta com a iniciativa da Lei de Incentivo à Cultura, o patrocínio de Itaú e Mercado Livre, apoio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, apoio cultural de SESC SP e Biblioteca Mario de Andrade;  apoio institucional do Países Baixos, Dot Cine, Ctav, Mistika, Ateliê Bucareste e Vetor Zero e promoção do Canal Brasil, Mubi, E! e Leitura Digital.

A programação completa do 28° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade estará disponível no site www.mixbrasil.org.br e também pode ser acessada através dos seguintes links: Facebook: /FestivalMixBrasil, Instagram: @FestivalMixBrasil, Twitter: @fmixbrasil e Youtube: fmixbrasil.

Serviço – 28° Festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade

11 a 22 de novembro| GRATUITO

Programação completa: mixbrasil.org.br

Gratuito| Cinema, Teatro, Música, Literatura, Talks e Artes Visuais.

Informações à imprensa

ATTi Comunicação e Ideias

Eliz Ferreira / Valéria Blanco

Fones: (11) 3729 1455 / 3729 1456 / 991102442

Email: eliz@atticomunicacao.com.br /atticomunicacao@gmail.com

PROGRAMAÇÃO DE FILMES | CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA

COMPETITIVA BRASIL • LONGAS

A Torre – 14 anos

Alfabeto Sexual – 18 anos

Limiar – Livre

Mães do Derick – 12 anos

Meu Nome É Bagdá – 14 anos

Para Onde Voam as Feiticeiras – 14 anos

Valentina – 14 anos

Vento Seco – 18 anos

Vil, Má – 14 anos

Mostra VOZES DO BRASIL REAL

Cinema de Amor – 16 anos

Homens Pink – 16 anos

Prazer em Conhecer – 16 anos

Quem Pode Jogar? – 12 anos

PANORAMA INTERNACIONAL

7 Minutos – 16 anos

A Cidade Era Nossa. Feminismo radical nos anos 70 – 14 anos

A Morte Virá e Levará Seus Olhos – Livre

As Mil e Uma – 14 anos

Caminhos Esquecidos – 12 anos

Cigarra – 16 anos

Cured – 12 anos

Drag Kids – Livre

Ellie & Abbie – 12 anos

Emilia – 14 anos

I Carry You With Me – 14 anos

Lingua Franca – 16 anos

Os Fortes – 16 anos

Pequena Garota – Livre

Saint-Narcisse – 16 anos

Sempre Amber – 12 anos

Shiva Baby – 14 anos

Suk Suk – 12 anos

The World to Come – 14 anos

Verão de 85 – 14 anos

COMPETITIVA BRASIL • CURTAS 1

Fotos Privadas – 16 anos

Polvorosas – 16 anos

Os Últimos Românticos do Mundo – 14 anos

COMPETITIVA BRASIL • CURTAS 2

Inabitável – 12 anos

Letícia, Monte Bonito, 04 – Livre

Ar – 14 anos

COMPETITIVA BRASIL • CURTAS 3

O Que Pode um Corpo? – Livre

A Vapor – 16 anos

A Mordida – 16 anos

COMPETITIVA BRASIL • CURTAS 4

O Presente – 16 anos

Quase Me Fizeram Acreditar Que Eu Não Existia – 12 anos

Inabitáveis – 14 anos

Pornô Anos 80 – 16 anos

CURTAS MIX BRASIL


programa CORPOS CÊNICOS
Traviatas – Livre

Projeção Queer – 12 anos

A Mais Forte – Livre

Antes do Azul – Livre

Papinha de Goiaba – 14 anos

Venus – 12 anos

Morde & Assopra – 14 anos


programa GOLDEN GIRLS & BOYS
O Babado da Toinha – Livre

A Amante – Livre

Ela Que Mora no Andar de Cima – Livre

Ruth – 14 anos

Me Leve para o Baile – Livre


programa IDENTIDADE & POLÍTICA
SANTATERROR – 18 anos

Rasga Mortalha – 16 anos

Fora de Época – 12 anos

Terra Sem Pecado – Livre


programa INCONCILIÁVEIS
Salvo o Crepúsculo – 10 anos

Dois Homens ao Mar – Livre

Conexões – 14 anos

Próprio – 16 anos


programa MIX JOVEM
Não Vai Ter Sangue – Livre

Flush – 16 anos

Me Falta Tempo para Celebrar teus Cabelos – 16 anos

Karaokê – 12 anos


programa MULHERES ALFA
Anti-corpos: Pedaços de uma Turnê Cúir – 16 anos

A Vida É Curta – 14 anos

Eu Só Preciso de uma Bola – Livre


programa NÓS DUAS
Leo e Alex em Pleno Século 21 – 14 anos

As Últimas Lembranças de Abril – 14 anos

Aonde Vão Os Pés – 12 anos

A Passagem – 14 anos

A Guerra Dentro Dela – 14 anos


programa PANDEMIX
Beat 97 – 14 anos

Abraços, Aline – 12 anos

Ouça – Livre

O Interior – 12 anos

Picumã – 14 anos

Eu Sou Outre Você – 12 anos


programa SAGRADES
Sagradas – Livre

Mulheres de Fé – Livre

Exu Matou um Pássaro – 10 anos


programa SEXY BOYZ 2020
Odisseia – 12 anos

Prelúdio – 14 anos

Cabines – 16 anos

Desconexo – 14 anos

O Príncipe Solitário – 14 anos

Voltando Para Casa – 14 anos


programa SP MIX
Os Cuidados com a Casa – Livre

Não Te Amo Mais – Livre

Modelo Morto, Modelo Vivo – 16 anos


programa TENSÃO EM FAMÍLIA
Até Logo, Paris! – Livre

No Homo – 12 anos

Seu Lindo Rosto – 16 anos


programa CRESCENDO COM A DIVERSIDADE
Cauda de Sereia – Livre

Glitter Model – Season 3 – Livre

PROGRAMAÇÃO TEATRO| CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA

Wonder! Vem pra Barra Pesada – 16 anos

MINI-BIUs, BILs, BIOs –  16 anos

META-ME – um Dossiê de Ode ao Júbilo – 18 anos

 Rainha –  18 anos

Vírus Manifesto – Onde Estão os Meus Chinelos?!… – 16 anos

O Armário Normando – 18 anos

PROGRAMAÇÃO MÚSICA | CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA

Linn da Quebrada  (show abertura) – 16 anos

Martte – 16 anos

Bia Ferreira – 16 anos

Jaloo (show de encerramento) – 16 anos

PROGRAMAÇÃO MIX LITERÁRIO | CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA

Lançamento e debate sobre o livro “Vulgar” – 14 anos

Transmasculinidades em pauta e livro – 14 anos

Distopias queer brasileiras, desviantes no fim do mundo – 14 anos

Dissidências queer na literatura francesa e a liberalização dos costumes– 14 anos

Narrativas antiajuda: saúde mental na literatura queer– 14 anos

Djuna Barnes para além das divisões binárias – 14 anos

Audre Lorde no Brasil – 14 anos

Olhares queer nordestinos – 14 anos

A emergência de publicações da teoria queer – 14 anos

Poesia queer transmidiática  – 14 anos

Printemps Littéraire: Refugiados  e o livro como resistência – 14 anos

PROGRAMAÇÃO MIX TALKS | CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA

Madonna Explícita: envelhecendo em frente às câmeras – 14 anos

Brasil is burning! O poder da cultura ballroom – 14 anos

Pornografia é arte?  – 16 anos

Arte e decolonialidade: novas perspectivas para o Brasil – 14 anos

Corpos 3.0 – Novas subjetividades para pessoas dissidentes – 14 anos

“Se Toque: O Corpo Feminino Além da Erotização”– 16 anos

Evento virtual ‘Arte sem Fronteiras’ começa dia 12 de novembro

A Black Brazil Art realiza de 12 de novembro (quinta) a 8 de março (segunda), o evento virtual e gratuito Arte Sem Fronteiras. Com o tema Cartografia e Hibridismo do Corpo Feminino – Representações Visuais e Afetivas serão apresentadas exposições virtuais, performances, lives, vídeos, painéis e debates. Em 13 encontros ao longo de cinco meses serão apresentados e discutidos temas artísticos voltados à raça e gênero. Com mais de 40 convidados de oito países, o Arte Sem Fronteiras é um programa preparatório para a segunda edição da Bienal Black Brazil Art, prevista para 2021. A curadoria é da museóloga Patrícia Brito. A programação completa está no site black brazilart.com.br.

O Arte Sem Fronteiras foi inicialmente pensado como complemento da primeira Bienal Black realizada em 2019 em Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. “Muita coisa mudou desde então. Em primeiro lugar, a Covid19 transformou a sociedade e seu impacto artístico”, explica Patrícia Brito. “E em segundo, as manifestações por igualdade racial em todo o mundo deixaram marcas, exigindo que fizéssemos a nossa parte, conclui. Para a curadora, conectar artistas de diferentes países, a maior presença de mulheres e diversidade de raça nas artes, assim como a busca por novos mercados estão entre os objetivos do evento.

A programação virtual começa às 19h do dia 12 de novembro, com apresentação da curadora, seguida das performances de Elizia Gomes, Luiza Furtado, Zaika dos Santos e vídeo-arte “Mãos Lavadas” de Fiamma Viola. Uma performance musical de Lizza Dias encerra a noite de abertura. Na sexta (13), às 19h, será apresentado o painel Onde estão os artistas negros na arte com a professora e mestre em antropologia social Patrícia Alves, uma vídeo-performance com Letícia Rodrigues e um painel sobre a mulher latina nas artes com a muralista mexicana Áura. No dia 14 (sábado), a partir das 17h, haverá um debate sobre literatura e teatro no sistema prisional com Aline Campos, Gih Trajano e Vicente Concílio e performance de Anna Cecília Junqueira e Renata Malachias Tavares.

Na sexta (20), às 19h, acontece um painel sobre cultura artística indígena com a comunicóloga Moara Brasil e performance de Jessica Madona. Na mesma data também será aberta uma exposição virtual coletiva. A programação continua com três encontros em dezembro (dias 10, 11 e 12) e janeiro (14, 15 e 16), dois em fevereiro (12 e 13) e uma live final no dia 8 de março. A cineasta afro-canadense Kourtney Jackson, a artista visual estadunidense Jessica Wimbley e a pesquisadora brasileira Jorgete Lemos são alguns dos nomes confirmados para os próximos meses.

Serviço

Arte Sem Fronteiras | Evento gratuito | Programação completa em blackbrazilart.com.br

Programação virtual de 12/11/2020 (qui) a 08/03/2021 (seg) – 13 encontros | Exposições virtuais, performances, lives, vídeos, painéis com um recorte racial e de gênero nas artes | Programa preparatório para a 2ª edição da Bienal Black Brazil Art

Realização: Instituto Black Brazil Art | Colaboradores: Colectivo de Estudios Afrolatinoamericanos da Udelar, Frente Nacional para la Paz do México, Instituto Federal do Rio Grande do Sul – Assessoria de Relações Étnico-Racial e Ver.Sar podcast

Nossos canais de comunicação:

Site oficial: blackbrazilart.com.br | Facebook: /BlackBrazilArt

Instagram: @bienalblackbrazilart | Twitter: @blackbrasilart | YouTube: /BlackBrazilArt

Sobre a 1ª Bienal Black Brazil Art

Realizada de novembro de 2019 a março de 2020, com a temática Mulheres (in) Visíveis – a bienal percorreu as três capitais da região sul do Brasil em 12 espaços de artes, com o propósito de dar visibilidade para mulheres anônimas, principalmente as mulheres negras em espaços de galerias e museus. Ao todo foram apresentadas mais de 320 obras de mais de 160 artistas.

Sobre a Curadora

Curadora independente, museóloga, pesquisadora e gestora cultural, Patrícia Brito foi idealizadora e curadora geral da primeira Bienal Black Brazil Art. Nascida em Porto Alegre (RS) e radicada em Florianópolis (SC), tem vários prêmios nacionais e internacionais – entre eles o Ford Foundation Art Residence Equity e o Prêmio Baobá – todos com a linguagem do recorte racial nas artes. Formada em história e museologia, tem pós-graduação em diversidade de gênero nas artes.

Sustentabilidade musical e Tour Virtual pelo quarto de Van Gogh são atrações para o fim de semana

Seguindo a ideia Maker e de Sustentabilidade, o Ibeu preparou novas atividades para novembro, a partir do dia 6: confecção de instrumentos musicais com material reciclável e execução de uma música (crianças e pré-adolescentes, de 3 a 11 anos), e um tour virtual pelo quarto do pintor Van Gogh com Realidade Aumentada (crianças e adolescentes de 10 a 17 anos). No segundo evento, é importante o participante ter um aparelho para o tour e outro para ingressar no Meet. Além disso, é necessário baixar o aplicativo Arloopa, um pouco antes do início da atividade. Os participantes procurarão objetos através da solução de enigmas simples.  A iniciativa faz parte do “Make it Happen @ Ibeu”, uma série de eventos que, na pandemia, acontece on-line e em tempo real.

Confira os horários e links de inscrições dos dois eventos.

Evento: Confecção de instrumentos musicais com materiais recicláveis
Horário 16h às 17h
Inscrição: http://bit.ly/IbeuInstrumentosMusicais

Evento:  Arte e mistério em tour virtual com Realidade Aumentada
Horário 17h30 às18h30
Inscrição: http://bit.ly/IbeuTourVirtualAR

Caleidoscópio da Cultura 2020 e 1◦ Prêmio Rio de Contos LER & FUNARJ

Nos meses que antecedem a realização da 4ª edição da LER, que será em junho de 2021, o movimento de democratização de acesso à literatura e a cultura não para. Com palestra musical do rapper, compositor e escritor Gabriel O Pensador, baseada nos livros O Diário noturno e Um garoto chamado Rorbeto, e transmissão ao vivo para as redes da LER e da FUNARJ, o Caleidoscópio da Cultura 2020 e o 1◦ Prêmio Rio de Contos LER & FUNARJ serão lançados com as devidas honras e cuidado que um evento em momento de pandemia merece.

 “Precursoras à realização da 4ª Edição da LER, o Caleidoscópio e o 1◦Prêmio foram especialmente pensados para o momento atual de grande necessidade de fomento ao setor da economia criativa, e reabertura gradual dos equipamentos culturais”,  diz Luciana Potsch, diretora da LER.

A oportunidade do acesso à atividades culturais de qualidade, totalmente gratuitas, e a descentralização cultural são os pilares  do Caleidoscópio da Cultura 2020, que este ano ganha força trazendo o 1◦Prêmio Rio de Contos LER & FUNARJ do Estado do Rio de Janeiro, dois movimentos que se complementam.  As iniciativas fazem parte da parceria da LER – Salão Carioca do Livro –  com a FUNARJ – Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro-,  que unidas fomentam o setor da economia criativa do estado.

“Neste ano, a FUNARJ reforça e amplia sua parceria com a LER, expandindo o alcance do Caleidoscópio de Cultura e lançando o concurso literário, idealizado pela escritora Bárbara Caldas. Assim, não apenas amplificamos nossa participação neste importante projeto de troca de conhecimentos e popularização de atividades multiculturais, como também abrimos espaço para novos autores, numa iniciativa inédita na história da FUNARJ”, diz  José Roberto Gifford, presidente da FUNARJ.

Caleidoscópio da Cultura 2020

O projeto são quatro montagens de espetáculos teatrais de dramaturgia a partir de textos literários nacionais. As obras serão encenadas nos equipamentos culturais da rede FUNARJ:

. Teatro Glaucio Gill, no Rio de Janeiro, em Copacabana;

Espetáculo Teatral “ONDE MORAM OS LIVROS”? 

Dias 21 e 22 de novembro (sábado e domingo)

. Teatro Mário Lago, em Vila Kennedy;

Espetáculo Teatral “BRINCANTES DO BRASIL” Adaptado do livro de Daniela Chindler “Brincantes – ô abre a roda”

Dias 27 e 28 de novembro(sexta e sábado)

. Teatro Armando Gonzaga, em Marechal Hermes;

Espetáculo Teatral “As bibliotecas do Mundo”,

Dias 5 e 6 de Dezembro (sábado e domingo)

. Teatro Arthur Azevedo, em Campo Grande

Espetáculo Teatral ERA UMA VEZ..

Dias 12 e 13 de Dezembro (sábado e domingo)

1◦ Prêmio Rio de Contos LER & FUNARJ

Idealizado pela escritora Bárbara Caldas e co-realizado pela empresa Mater Produções, a proposta do 1◦Prêmio Rio de Contos – Ler & FUNARJ é revelar e contribuir na formação de novos talentos literários espalhados e incógnitos no Estado do Rio de Janeiro. Serão selecionados por um corpo de seis jurados atuantes no universo literário brasileiro, 20 textos que apontem para potenciais talentos. As inscrições poderão ser feitas a partir do dia 5 de novembro pelo site www.lersalaocarioca.com.br.

Os escolhidos serão contemplados com:

. Um pacote com aula magna de língua portuguesa, mini cursos de criação literária e literatura contemporânea em língua portuguesa, a serem ministradas por um super time de profissionais, e finalizando com mentorias individuais.

. Participação na publicação do livro Rio de Contos que será lançado na 4ª edição da LER, onde os autores serão verdadeiramente artistas, participando de sessão de autógrafos, debates sobre o projeto, processo criativo e sobre a contribuição do 1◦Prêmio em seus amadurecimentos como autores.

www.lersalaocarioca.com.br

www.funarj.rj.gov.br

Serviço:

Lançamento Caleidoscópio da Cultura 2020 e  1◦ Prêmio Rio de Contos LER & FUNARJ

Casa de Cultura Laura Alvim

Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema, Rio de Janeiro – RJ

5 de novembro de 2020, as 20h

Programação:

.Palestra musical do Gabriel O Pensador, transmissão ao vivo para a parte interna da Casa de Cultura e para a Av. Vieira Souto + transmissão nas redes da LER e FUNARJ

. Dj Mocotó

. Autógrafos  do livros Um garoto chamado Rorberto,  Diario noturno e  O meu pequeno Rubro-

Negro de autoria do Gabriel O Pensador

https://www.youtube.com/lersalaocariocadolivro

https://www.youtube.com/channel/UCOFPMscFDF3Dqss09EmKMnw

Vira Réveillon terá show do cantor Silva e diversas atrações, na Lagoa, Rio de Janeiro

2020 certamente será um ano que ficará na memória. E a virada merece ser especial, ao lado dos amigos mais queridos, ao som de muita música boa e em segurança. Pensando em todas as superações que já vivemos nos últimos meses e unindo as melhores energias para 2021, as agências Vibra e Fábrica trazem o Vira Réveillon, festa que levará para o espaço Lagoon, no Rio de Janeiro, mais de dez atrações. O destaque da noite será o show do cantor Silva.

Em dos mais belos cartões postais do mundo, a Lagoa Rodrigo de Freitas, o evento terá 10 horas de duração e contará também com DJ set da festa Arca de Noé, pista só com DJs mulheres, com nomes como Carol Emmerick, Yasmin Vilhena, Pauly, Glitterada, Bruna Strait e Nicole Nandes, entre outros, que prometem não deixar ninguém parado. Os ingressos, já a venda pelo link http://ingresse.com/virareveillon2021, dão direito a open bar e open food .

Atração principal, o cantor, compositor e multi-instrumentista Silva fará show com repertório variado, com músicas do seu último álbum, “Ao vivo em Lisboa”, lançado em maio desde ano, entre outras novidades. Dono de uma voz suave, o músico interpretará canções românticas e outras para se jogar na pista, a exemplo do seu projeto “Bloco do Silva”, criado no carnaval de 2019. Silva lançou seu primeiro EP em 2012 e desde então vem colecionando cada vez mais fãs. Lançou cinco álbuns de estúdio e gravou parcerias com nomes como Fernanda Takai, Lulu Santos, Anitta, Ludmilla, Ivete Sangalo, Marisa Monte e Daniela Mercury.

O evento seguirá os protocolos de saúde para evitar a proliferação do novo Coronavírus. Entre as medidas incorporadas estão a aferição de temperatura do público na entrada, dispensers de álcool gel distribuídos em pontos estratégicos, uso de máscaras obrigatório nas áreas comuns, circulação limitada de pessoas, distanciamento mínimo obrigatório entre mesas, cozinha de acordo com as normas sanitárias necessárias. Todos os funcionários contratados para a festa estarão com equipamento de proteção individual e passarão por treinamento obrigatório contra a Covid-19.

ATRAÇÕES:

Pista 1
– Silva
– Arca de Noé DJ Set
– AdoroFrozen Crew
– Tucho
– Tammy
– Bahruth
– Cockell
– Bhering

Pista 2
– Carol Emmerick
– Yasmin Vilhena
– Pauly
– Glitterada
– Bruna Strait
– Nicole Nandes

SERVIÇO – VIRA RÉVEILLON
Data: 31 de dezembro de 2020
Horário: a partir das 21h
Local: Lagoon (Av Borges de Medeiros, 1424 – Lagoa – Rio de Janeiro/RJ)
Ingressos: http://ingresse.com/virareveillon2021
Valor: a partir de R$ 450
*Open bar
*Open food

REDES SOCIAIS
Facebook – http://www.facebook.com/events/583358522383496
Instagram – http://www.instagram.com/virareveillon/

LinkedIn, TikTok e os maiores influenciadores do país vão discutir o Marketing de Influência no pós-pandemia na conferência gratuita INFLUENCERS

O marketing de influência não é mais uma tendência, mas sim uma realidade de mercado. A decisão dos consumidores e a própria formação de opinião, hoje, estão profundamente ligados a conteúdos produzidos por influenciadores, especialmente nas redes sociais. E como novos tempos pedem novas discussões, novas soluções e novas influências, entre os dias 18 e 21 de novembro, acontecerá a primeira edição do INFLUENCERS, um evento totalmente digital e gratuito que vai reunir alguns dos maiores influenciadores do Brasil, além de grandes marcas e plataformas de conteúdo em palestras e debates com discussões e insights imperdíveis sobre o mercado.

Estão confirmados: a maior youtuber fitness do Brasil e top 10 global, Carol Borba; Vicente Carvalho, fundador da página Razões para Acreditar; o especialista em filtros Igor Saringer; Ivan Moreira da página pet influencer Bono Surf Dog; a criadora do maior canal sobre deficiência no Brasil, Mariana Torquato; o fundador da Avellar Media, Rapha Avellar; a cool hunting e stylist Josy Ramos; Isabela Reis, que fala sobre política e questões raciais; a criadora do perfil “Uma Linda Janela”, Linda Rojas, entre outros. Outro destaque é o modelo português Ruben Rua, um dos principais influenciadores de Portugal, que vai revelar curiosidades, insights e dar dicas sobre o mercado da influência no país.

Grandes marcas e plataformas de conteúdo também participarão do INFLUENCERS compartilhando importantes visões sobre se envolver de forma legítima com o marketing de influência, sobre o poder de cocriação de produtos e sobre o uso da tecnologia. Estão confirmados: o Customer Success Manager do LinkedIn América Latina, Rudi Solon; a head de Marketing na América Latina do TikTok, Kim Farrell; as executivas da VIU, hub de conteúdo e de projetos digitais do Grupo Globo, Marina Bentes e Tainá Saramago; o publicitário e redator da VIU, Léo Baptista; e o head de Direitos Esportivos e Mídia no C.R. Flamengo, Caetano Mendes.

Os interessados já podem fazer sua inscrição clicando nesse link e a participação é gratuita para todos que assistirem aos conteúdos e debates nos dias e horários da programação. Além disso, INFLUENCERS ainda vai oferecer duas outras opções de participação com vantagens exclusivas. A primeira custa R$ 37 e garante certificado digital de 20 horas de atividades. E a opção premium terá duas palestras de bônus + certificado digital de 20 horas de atividades + acesso a todo o conteúdo do evento por até seis meses por R$ 67. Em ambas as inscrições, parte do valor será destinado a doações para organizações e causas sociais. 

Em formatos diversificados que incluem palestra e entrevistas exclusivas, INFLUENCERS vai promover experiências e debates únicos sobre criação, conteúdo e tendências de um mercado que se transforma constantemente, além de ser uma excelente oportunidade de atualização para os profissionais das áreas de Comunicação, Publicidade e criadores de conteúdo.

O evento é realizado pela Mostarda, renomada agência de eventos, e será transmitido pelo Congresse.me, plataforma referência em conferências digitais.

“Nós seguimos, curtimos, compartilhamos e interagimos com os criadores de conteúdo todos os dias. Os influenciadores são parte fundamental da nossa sociedade atual. Todo profissional de comunicação, marketing e empreendedor deve entender esse segmento e como fazer parte desse movimento. Será incrível contar com a visão daqueles que são referência, além da troca com grandes marcas e plataformas que compõem esse ecossistema”, explica Caio Barreto, sócio e co-fundador da Mostarda, realizadora do evento.

Diferentes tribos e discursos se encontram no INFLUENCERS

Em um formato que vai promover um diálogo entre marcas, influenciadores e plataformas de conteúdo, o INFLUENCERS será uma oportunidade de compartilhar visões de mercado, cases, dados e dicas sobre o segmento, que cresce a passos largos no Brasil e no mundo. Uma pesquisa de 2019 da Viacom feita com jovens de 13 a 25 anos mostrou que cerca de 78% deles acreditam que a influência social será o poder do futuro. 

“Promover esse conhecimento é fundamental para o desenvolvimento profissional dos participantes. Estamos super felizes por saber que vamos impactar positivamente milhares de pessoas pelo país inteiro e esperamos com isso reconhecer ainda mais o segmento, além de contribuir com causas sociais”, ressalta Barreto.

E diante da premissa de um cenário sócio-econômico com profundas mudanças de comportamento a curto, médio e longo prazo em todo o mundo, o conteúdo de qualidade e a influência passam a ter papel-chave na formação de opinião, seja lá qual for o assunto. O INFLUENCERS também vai trazer essa importante diversidade de perspectivas e referências em temas, tais como bem-estar, fitness, positividade, criatividade, pet, conteúdo, inovação, entre outros. Quais são os assuntos que vão impactar os usuários? Quais conteúdos estarão em alta? Como podemos produzir melhor e com mais qualidade daqui pra frente? Descubra no INFLUENCERS.

INFLUENCIADORES CONFIRMADOS

Vicente Carvalho, MA – Fundador do “Razões para Acreditar” (2,5 milhões de seguidores)

Vicente Carvalho nasceu no Maranhão e vive em São Paulo desde 2008. Formado em Publicidade e especialista em Design Estratégico pelo IED. Otimista (racional) por natureza, sempre enxerga o lado bom das coisas, e por isso criou o “Razões Para Acreditar”, em 2012 e mais recentemente a VOAA, plataforma de vaquinhas online para mudar os finais das histórias. Já o “Razões para Acreditar” é uma plataforma de transformação, contando diariamente histórias inspiradoras para milhões de pessoas desde 2012, levando notícias positivas para um público que escolheu perceber a vida de um outro jeito. Faz projetos com grandes marcas, co-cria projetos alinhados com o propósito da empresa, mas principalmente o nosso, que é inegociável. Em 2019 o Razões ganhou um braço, ou melhor, uma asa, da VOAA, uma plataforma de vaquinhas focada em contar histórias e chamar o leitor à ação, participando efetivamente de dezenas de histórias com novos finais.

Carol Borba, PR – Fitness e bem-estar (4,0 milhões de seguidores)

Carol Borba é a maior personalidade fitness do YouTube Brasil com quase 3 milhões de inscritos e uma das 10 maiores de todo o mundo. É youtuber, digital influencer, empresária e profissional de Educação Física.Apaixonada por tudo o que envolve o mundo fitness. Com criatividade, energia e muita alegria em tudo o que faz, Carol é, acima de tudo, uma apaixonada por comunicar-se com as pessoas. Por isso, vai muito além dos exercícios físicos e aborda assuntos como bem-estar, qualidade de vida, autocuidado e as boas experiências da vida, de uma forma geral.Tudo o que envolve a felicidade motiva e inspira o trabalho de Carol Borba!

Igor Saringer, SP (2,8 milhões de seguidores)

Igor Saringer é criador de conteúdo e foi o primeiro influenciador brasileiro a ter um filtro próprio no Instagram. Especialista em criação de filtros, figurinhas e GIFs para as redes sociais, seu canal no YouTube “A Vida que Levo” foi lançado em 2013 e já conta com quase 2 milhões de inscritos e mais de 175 M visualizações. Seu conteúdo diverso sobre viagens, DIY, beauty, música, universo masculino e tecnologia está também no Instagram, rede na qual ultrapassou 1 milhão de fãs na rede depois que Anitta, Pabllo Vittar, Maísa e outras celebridades compartilharam suas criações.

Josy Ramos, RJ – Lifestyle e Moda (180 mil seguidores)

Josy Ramos é coolhunter, stylist, modelo e digital influencer que ama falar sobre autoestima, viagens e a força da mulher. Em seu Instagram, mostra a moda de uma forma descontraída e leve, contextualizando sua personalidade em looks divertidos e estilosos, deixando o básico e o minimalismo de lado. Carioca de 27 anos, Josy que veio de Rocha Miranda, Zona Norte do Rio, inspira principalmente mulheres a saírem da rotina, desde uma mudança mais ousada no cabelo, como num look mais colorido e até mesmo a planejarem viagens pelo mundo. Ao compartilhar suas viagens, ela leva seus seguidores a almejarem grandes sonhos, ajudando não só na autoestima em relação a beleza, mas a grandes realizações também. Josy tem uma linguagem direta e sincera em suas redes, gerando um relacionamento de carinho e confiança com seus seguidores. Tema: A responsabilidade do influencer com marcas parceiras. 

Bono Surf Dog, RJ – perfil pet (162 mil seguidores)

Bono nasceu em 1º de agosto de 2010 e seu início no esporte foi aos cinco meses de idade, quando subiu pela primeira vez em uma prancha de stand-up, para nunca mais descer. Ivan, seu humano, nasceu em 1978 e dedicou sua vida ao esporte: começou a surfar aos cinco anos de idade e atualmente é ex-presidente da Associação de Surfe e Amigos do Leblon (ASAL).  Juntos, conquistaram cinco títulos mundiais consecutivos na Categoria Tandem (cachorro/humano) e em 2016 também na categoria Shredder (solo), e são detentores do Recorde Mundial pelo Guiness World Records como a dupla a surfar a onda mais longa em um rio (a pororoca) com 33 minutos e 7 segundos. 

Rapha Avellar, RJ – fundador da Avellar Media (250 mil seguidores)

Empreendedor em série, Rapha Avellar atualmente é CEO da Avellar, uma agência de publicidade focada em alavancar resultados de negócio através do que existe de mais moderno no mundo em estratégias digitais. Um verdadeiro hacker de crescimento no mundo moderno a companhia não tem nem dois anos de vida e já serve contas como Tinder, Hering, Disney, Ambev, Domino’s, XP Investimentos, Exame, Stone, Universal, MRV, Prudential, Brasil Brokers, Texaco e muitas outras. Em 2020, o empresário fez história ao bater o recorde mundial do Youtube com a maior live do mundo protagonizada pela cantora Marília Mendonça que foi assistida por 3,3 milhões de pessoas simultaneamente. Também foi o responsável por executar a campanha de carnaval do Tinder que levou a cantora Anitta para o aplicativo de paquera e resultou em termos de resultado, na melhor ação da história da marca.

Mariana Torquato, SC – Acessibilidade e inclusão (243 mil seguidores)

Mariana Torquato é a criadora do maior canal sobre deficiência do YouTube Brasil, e usa suas redes sociais para falar com bom humor de temas ainda considerados “tabus” numa sociedade que insistem em ver deficiência antes da pessoa. 

Isabela Reis, RJ – Feminismo, questões raciais e política (68 mil seguidores)

Aos 24 anos, Isabela Reis fala e escreve sobre feminismo, questões raciais e política no Instagram (@belareis). Divide o podcast Angu de Grilo com sua mãe, a jornalista Flávia Oliveira. Escreve na newsletter “Associação dos Sem Carisma” quinzenalmente. Trabalhou na TV Globo e publicou artigos e reportagens no “Projeto Colabora”, no jornal “O Globo”, nas revistas “Marie Claire” e “QuatroCincoUm”.  

Ruben Rua, Portugal – Estilo e fitness (414 mil seguidores)

Ruben Rua é um modelo e apresentador de TV português. Desde 2005, Ruben desfila para grandes marcas como Bottega Veneta, Valentino, Dolce & Gabanna, Jean Paul Gaultier e Intimissimi e já foi clicado para revistas como Vogue, Elle, GQ, Esquire, Men’s Health e Vanity Fair. Formado em Ciências da Comunicação, Ruben dá palestras em universidades e é apresentador de um dos principais canais de televisão de Portugal – a TVI, desde 2015. Foi também concorrente do Dancing with the Stars. Ruben foi várias vezes eleito o “Homem Mais Sexy” de Portugal e ganhou diversos prêmios de Melhor Modelo. Outras realizações incluem: escreveu e publicou uma autobiografia chamada “Podes ser Tudo”; atuou em séries de TV e no longa-metragem “Leviano”, co-desenhou uma coleção de óculos e uma coleção de artigos de couro masculino. Hoje, Ruben é um dos principais Influenciadores das redes sociais portuguesas com quase 400 mil seguidores no Instagram em todo o mundo. Ele é referência em estilo, fitness, mídia e viagens.

Linda Rojas do ‘Uma Linda Janela’, RJSaúde e superação (19 mil seguidores)

Linda Rojas é referência no combate ao câncer. Fundadora do projeto “Uma Linda Janela”, voltado para compartilhar a vivência e as experiências de Linda após ter vivido o câncer de mama por duas vezes antes dos 30 anos. Com um perfil no Instagram com quase 20 mil seguidores e um blog com milhares de acessos em mais de 70 países, fala de maneira irreverente e leve sobre um assunto bastante denso. Com uma linguagem informal, vem conquistando muitos corações, quebrando tabus, levando informação e descomplicando o processo para outros pacientes. Seu nicho muito engajado vem provando o poder da micro-influência e chamando a atenção de grandes marcas como a farmacêutica FQM, a healthtech meuDNA, Brastemp, entre outras. Além das redes sociais, Linda se destaca como palestrante tendo feito mais de 40 apresentações para centenas de colaboradores de empresas de diferentes portes.

PLATAFORMAS E MARCAS CONFIRMADOS

Rudi Solon – Customer Success Manager do LinkedIn América Latina

Rudi Solon começou a carreira profissional como mágico/ilusionista, criando workshops de aprendizagem e desenvolvimento, palestras e shows que usavam a magia como linguagem. “Acredito que a magia é uma ferramenta poderosa para melhorar a comunicação!”. Na atual função, por meio de gerenciamento de projetos, treinamento, workshops, webinars e campanhas, ajuda os usuários a terem sucesso com as ferramentas de recrutamento do LinkedIn e as empresas a contratarem seus funcionários ideais.

Kim Farrell – Head de Marketing América Latina no Tik Tok

Kim Farrell é Head de Marketing da América Latina no TikTok, o app mais baixado no mundo. Norte-americana, nascida e criada em Boston, formou-se em Harvard e recebeu seu diploma em Estudos Latino-Americanos & Políticas Governamentais. Depois de se formar, Kim trabalhou no Google na área de Marketing por oito anos, sendo dois anos na sede na Califórnia e seis anos no escritório do Google Brasil em São Paulo. Ela liderou projetos para a Copa do Mundo, Olimpíadas e várias campanhas da marca e de produtos B2C. Em 2017, foi reconhecida como Young Lion na categoria de Marketer, competição que reconhece os melhores profissionais com menos de 30 anos nas suas respectivas áreas, e representou o Brasil no Festival de Cannes na França. Em 2019, ela aceitou um novo desafio como Head de Marketing da América Latina no Booking.com e se mudou para New York City, mas no começo de 2020 decidiu voltar para Brasil e mergulhar na Bytedance, empresa-mãe do TikTok. Kim é apaixonada pelas causas de igualdade de gênero, diversidade e inclusão e empoderamento feminino, tendo fundado o projeto @GirlGang.BR, uma rede de networking e desenvolvimento pessoal para mulheres.

Marina Bentes – Social Insights na VIU Hub

Publicitária e atuante no mercado digital há oito anos, especificamente na área de métricas e inteligência de mercado. Já analisou dados de campanhas de mídia de muitos e-commerces, dados de sites de diversas categorias, passando por monitoramento de redes sociais na Vale – quando vivenciou um gerenciamento de crise de nível global – e atualmente, é do time de Social Insights da VIU, área de inovação em plataformas sociais do Grupo Globo. Tema: “Como a pandemia transformou a relação das marcas nos meios digitais”.

Tainá Saramago – Gerente de Produto e Negócio da VIU Hub

Viciada em métricas, números e modelos de negócio. Viu tudo acontecer desde o início e bem de pertinho! Fez parte do desenvolvimento estratégico de projetos como: re-branding dos canais do YouTube do GNT, Prêmio Multishow 2016 e 2017, nascimento do e-sporTV, Lollapalooza, Rock in Rio e um montão de histórias incríveis que aconteceram em várias telas ao mesmo tempo. Sempre com foco em conteúdo, marketing e estratégia atuou também em projetos digitais em empresas como Endemol Beyond, Paramaker, Zoom. Já fez curso de palhaço, se considera uma millennial wannabe e sonha um dia se tornar Youtuber. Tema: “A importância dos influenciadores na propagação de conteúdos e construção de marcas”.

Léo Baptista – Redator publicitário da VIU Hub

Desde 2002 trabalha na indústria da Comunicação em agências no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Já teve comunidade no Orkut, foi OP no Mirc e baixou muita música no Napster para queimar CD no Nero. Hoje, desenvolve conteúdo para as plataformas Globo e desenvolve projetos digitais para canais próprios e diferentes clientes como: Magazine Luiza, Lollapalooza, Sportingbet, Ipiranga, Fiat e Vivo.

Caetano Mendes – Head de Direitos Esportivos e Mídia no C.R. Flamengo

Formado em Gestão Esportiva e Pós Graduado em Gestão de Negócios pelo IBMEC/RJ. Cursos de extensão Mastermind em Liderança, Inteligência Interpessoal e Comunicação. Atualmente cursando pós em Gestão de Negócios com foco em competências comportamentais no BBI of Chicago. Ex-General Manager do RJX Campeão da Superliga de Vôlei, Diretor de Operação de Eventos na AEG / Maracanã e atualmente Head de Direitos Esportivos e Mídia no C.R. Flamengo.

Caio Barreto – Co-fundador da Mostarda

Carioca, empreendedor desde os 18 anos, realizador de causas sociais desde 2010 e apaixonado por sustentabilidade. Acredita que é possível deixar um legado positivo no mundo e se direciona para isso através dos seus negócios e projetos. Co-fundador da Mostarda, agência de eventos que já realizou mais de 1.000 projetos para mais de 1 milhão de convidados de grandes marcas, muitas delas líderes nacionais ou globais em seus segmentos. Também co-fundador do projeto ‘Uma Linda Janela’ que se tornou referência na causa ao combate e informação do câncer de mama tendo impacto em dezenas de milhares de pessoas em mais de 70 países. Tema: “Influenciadores e eventos digitais: o que já era uma relação importante, se tornou vital”.

SIGA – INFLUENCERS:

Instagram: https://www.instagram.com/sigainfluencers/ 

Facebook: https://www.facebook.com/sigainfluencers

LinkedIin: https://www.linkedin.com/showcase/siga-influencers 

EVENTOS:

Confirme presença nos nossos eventos on-line:
      –     LinkedIn: http://bit.ly/LinkedInEvento 

SERVIÇO:

INFLUENCERS – Conferência Nacional de Influenciadores Digitais

De 18 a 21 de novembro

Programação completa e horários em breve!

Cadastro prévio e inscrições no link: https://congresse.me/eventos/influencers 

Conteúdo livre para todas as idades.

INGRESSOS:

  • Gratuito para quem assistir ao conteúdo nos dias e horários da programação;
  • Opção certificado digital: certificado digital de 20h – R$37;
  • Opção Premium: 2 palestras exclusivas de bônus + certificado digital de 20h + acesso aos conteúdos por até seis meses – R$67.

Aprender e ajudar ao próximo! Parte do valor das inscrições do INFLUENCERS será destinado a doações para causas e organizações.

Musicar na Nuvem no CCBB | Duo mexicano Chalanes del Amor, Isadora Canto e Grupo Costurando Histórias são destaques da programação

O Musicar – Festival de Música Infantil continua até 15 de novembro em sua primeira edição on-line e totalmente gratuita, dentro do projeto #CCBBemCASA. Maior festival de música infantil do país, o Musicar na Nuvem vai transmitir mais de 50 atrações voltadas para toda a família. Esta semana, um dos destaques é o grupo mexicano Chalanes del Amor, expoentes da cena popular latino-americana, que promovem a oficina “Jarana y Diversión” no sábado (31/10), às 15h, mostrando os saberes e cantigas infantis mexicanas, caribenhas e latinas. No domingo (1/11), às 17h, o grupo também se apresenta, virtualmente, pela primeira vez num festival brasileiro, numa viagem festiva por ritmos, saltos, versos e sorrisos.

Outro destaque é a paulista Isadora Canto, que apresenta a oficina “Acalanto: Música na Gestação” na sexta (30/10), às 11h. Isadora se inspira na maternidade para compor suas músicas, campeãs das trilhas sonoras de parto. A oficina vai promover um encontro da mulher com o seu bebê antes do nascimento, uma experiência profunda que vai fortalecer a comunicação e o vínculo afetivo “mãe-bebê”. No sábado (31/10), às 17h, tem o podcast “Retalhos de Arrepiar“, com a tradicional trupe carioca Grupo Costurando Histórias. No centro da cantoria e da roda de histórias, criaturas de dar medo! A pedido das crianças, o grupo tem pesquisado monstros que vivem no Brasil e descobriu aspectos que ajudam a enfrentá-los ou fugir deles. Causos e lendas assustadores ganham cor e textura embalados por canções autorais.

As atividades desta semana no Musicar começam na quarta (28/10), às 20h, com o webinar “Educação Musical: um jogo chamado música“, ministrado por Teca Alencar de Brito. Na quinta (29/10), às 15h, tem a oficina “Brincantinho“, com Cris Velasco e Mika Rodrigues. No sábado (31/10), às 11h, tem o show “Meia Volta e Meia” com o Mundo Aflora. O domingo (1/11) vai ficar mais feliz com o show/oficina “Revoada“, de Fê Lelot, às 11h. E no mesmo dia, às 15h, ainda acontecerá a oficina “Ilha da Música“, com os artistas brasilienses Sandra Oakh e Ramiro Marques, um espetáculo sensível para crianças de 0 a 5 anos e família. 

Todas as atividades são gratuitas e serão transmitidas pelo Youtube e pelo Spotify do Musicar. A programação ainda contará com shows, vivências, oficinas, podcasts e webinars e inclui artistas internacionais como a moçambicana Lenna Bahule. O festival conta com o patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Com curadoria de Bebel Nicioli, a programação contempla atrações que vão da música de concerto ao passinho, passando pelo frevo, o samba e o rock. “A proposta é envolver criativamente as crianças e suas famílias pela brincadeira e o prazer da livre expressão”, explica a musicista e educadora, à frente do festival desde 2017. “Fazer música é escutar, dançar, tocar, cantar, desenhar e percutir o corpo. É um processo de experimentação sensível” – completa.

O festival, que já realizou três edições no CCBB Brasília e uma edição no CCBB Belo Horizonte, estrearia neste ano no Rio de Janeiro e em São Paulo. Com o isolamento social e uma programação 100% on-line, as atrações agora poderão ser vistas por crianças e famílias de todo o país. As transmissões serão feitas pelo Youtube (www.youtube.com/musicarfestival) e pelo Spotify (spotify.com/user/musicar.festival) do festival.

Programação dividida em quatro pilares

Os Shows na Nuvem reúnem grupos referência no cenário da música infantil brasileira e internacional. Gravados nas rotundas dos CCBBs Rio de Janeiro e São Paulo e em outras cidades do país, serão transmitidos pelo Youtube para as casas das crianças e suas famílias. Neste bloco, os destaques ficam por conta das apresentações de Bia Bedran, Farra dos Brinquedos, Helio Ziskind, Duo Karma (Cuba), Lenna Bahule (Moçambique) e Chalanes del Amor (México).

Nas Oficinas e Brincadeiras Musicais os artistas propõem às crianças vivências musicais e corporais, em oficinas gravadas especialmente para o festival. O diálogo entre o passinho e o frevo será tema da oficina ministrada pela Passinho Brazil Cia de Dança, enquanto ritmos e instrumentos latino-americanos dão o tom da oficina comandada pelos mexicanos do Chalanes Del Amor. Música para bebês e crianças, música na gestação e percussão corporal também são destaque na programação.

Os Podcasts para Crianças oferecem contações de histórias musicadas que exercitam a escuta e a imaginação das crianças. “Cordel Animado”, com a pernambucana Mariane Bigio, “Passarinho, que som é esse?”, com Hélio Ziskind, e ‘Contos indígenas’, com Marcia Wayna Kambeba, estão na programação.

E as crianças não são o único público bem-vindo no Musicar. O ciclo Webinar para Adultos, voltados para famílias e educadores, reúne conversas com especialistas sobre música, brincadeiras e infância. As entrevistas serão realizadas ao vivo, com transmissão pelo Youtube, mediadas pela curadora do festival Bebel Nicioli.

Sobre o Musicar:

Nascido em 2017, o Musicar é o maior festival de música voltado para crianças do Brasil, com programação para todas as idades. Nele, o público é incentivado a explorar os sons em suas lúdicas manifestações, seja em apresentações ao vivo, vivências, artes, instalações interativas, brincadeiras e oficinas educativas.

É um convite às crianças para voar pelos ares da música: escutar as cores, desenhar as notas, dançar os sons. O Musicar – Festival de Música Infantil foi estruturado para apresentar às crianças uma amostra da multiplicidade e diversidade de linguagens, repertórios e vivências, de forma que possam se envolver criativamente com uma música em constante processo de invenção, exatamente como é a infância. O contato lúdico com uma música que estimule a inteligência e a sensibilidade tem se revelado importante para uma boa relação tanto entre crianças e adultos quanto entre as próprias crianças.

musicar.art.br

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Programação completa:

Dia 28/10 (quarta-feira)

20h – Webinar Educação Musical: um jogo chamado música (Teca Alencar de Brito – SP e Adriana Rodrigues – RJ) – Youtube

Dia 29/10 (quinta-feira)

15h – Oficina Brincantinho (Cris Velasco e Mika Rodrigues – SP) – Youtube

(Atividade com libras e audiodescrição)

Dia 30/10 (sexta-feira)

11h – Oficina Acalanto: Música na Gestação (Isadora Canto – SP) – Youtube

(Atividade com libras e audiodescrição)

Dia 31/10 (sábado)

11h – Show Meia Volta e Meia (Mundo Aflora – SP) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

15h – Oficina Jarana y Diversión (Chalanes Del Amor – México) – Youtube

17h – Podcast Retalhos de Arrepiar (Grupo Costurando Histórias – RJ) – Spotify

Dia 01/11 (domingo)

11h – Show/Oficina Revoada (Fê Lelot – SP) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

15h – Oficina Ilha da Música (Sandra Oakh e Ramiro Marques – DF) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

17h – Show Chalanes Del Amor (Chalanes Del Amor – México) – Youtube

Dia 04/11 (quarta-feira)

20h – Webinar A Música Tradicional da Infância (Lydia Hortelio – BA e Lucilene Silva – MG) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

Dia 05/11 (quinta-feira)

11h – Vivência Desenho, Som e Movimento (Yasmim Flores e Jadde Flores – Projeto “Pintura Viva” – SP) – Youtube

Dia 06/11 (sexta-feira)

15h – Vivência Desenho, Som e Movimento (Yasmim Flores e Jadde Flores – Projeto “Pintura Viva” – SP) – Youtube

17h – Podcast Histórias Brasileiras (Thaiane Leal e Renata Neves – RJ) – Spotify

Dia 07/11 (sábado)

11h – WI-FI SHOW – com a Banda Larga do Bando de Palhaços (Bando de Palhaços – RJ) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

15h – Show O Gigante da Floresta – 20 anos (Hélio Ziskind – SP) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

17h – Oficina Brinquedos e Brincadeiras Cantadas da Infância (Lucilene Silva – BA) – Youtube

Dia 08/11 (domingo)

11h – Show Crianceiras | Canções de Manoel de Barros (Crianceiras – MS) – Youtube –(Atividade com libras e audiodescrição)

15h – Oficina Jugando en Casa con Dúo Karma (Dúo Karma – Cuba) – Youtube

17h – Show Abre La Ventana (Dúo Karma – Cuba) – Youtube

Dia 11/11 (quarta-feira)

20h – Webinar Um Olhar Para o Brincar (Adelsin – MG e Renata Meirelles – SP) – Youtube

Dia 12/11 (quinta-feira)

11h – Oficina Brincadeiras e Cantigas populares e infantis de Moçambique (Lenna Bahule – Moçambique) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

17h – Podcast Histórias de Boca: Jesuína e a Cabaça (Cristiane Velasco e Fernando Bahia – SP) – Spotify

Dia 13/11 (sexta-feira)

15h – Show/Oficina Brincando com a Música com a Palhaça Rubra (Lu Lopes – SP) – Youtube

17h – Podcast Contando Histórias Negras (Grupo Ujima – RJ) – Spotify

Dia 14/11 (sábado)

11h – Show/Oficina A Roda Viva do Brincar (Tião Carvalho – MA) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

15h – Oficina O Ritmo do Meu Corpo (MUSICOPAI – MG) – Youtube

17h – Show Samba de Côco Erêmin (Grupo Samba de Côco Erêmin e Mestre Assis Calixto – PE) – Youtube

Dia 15/11 (domingo)

11h – Show/Oficina Brincando o Brasil – Pernambuco (Histórias de Brincar – RJ) – Youtube- (Atividade com libras e audiodescrição)

15h – Oficina Criaturas Instrumentosas e Máscaras Sonéticas (Adriano Castelo Branco – SP) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

17h – Concerto Projeto Bem Me Quer Paquetá (Orquestra Jovem Paquetá e Tim Rescala – RJ) – Youtube (Atividade com libras e audiodescrição)

Serviço:

Musicar na Nuvem

De 10 de outubro a 15 de novembro de 2020

Youtube – www.youtube.com/musicarfestival

Spotify – spotify.com/user/musicar.festival

Acesso gratuito

Classificação etária: Livre

CCBB nas Redes Sociais:

Belo Horizonte

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Brasília

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Rio de Janeiro

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São Paulo

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D.A Gastronomia inova com menu especial para Halloween

Doce ou travessura? Seja qual for a sua escolha, a D.A Gastronomia lança seu novo menu para quem deseja comemorar a tradicional festa de Halloween em grande estilo. A marca apresenta um kit completo cheio de criativas gostosuras temáticas, que prometem fazer desta data, uma reunião memorável. Informações e encomendas pelo telefone: 21 99477-8641.

Sempre surpreendendo seus clientes, o menu especial de Halloween, pretende resgatar o lado lúdico das famílias, que desejam entreter seus filhos de forma especial, assim como o grupo de amigos que deseja um motivo para se encontrar.

 Como entrada,os Mini hot dog de múmias e as Vassourinhas de queijo prato dão aquele clima comemorativo. Como prato principal, os clientes poderão se lambuzar com as opções do saborosoBobó de camarão, ou Consume de cenoura com gengibre ou ainda da Lasanha à bolonhesa. E, não para por aí. Pensando em cada detalhe, as doces guloseimas, são todas artesanalmente preparadas de forma temáticas. São suspiros decorados, cupcakes de bruxa, aboboras, vassouras e fantasmas, dignos de filmes hollywoodianos. O menu completo para 4 pessoas sai por R$500.

Para Monique Abrantes, gerente de marketing da D.A. Gastronomia, o Halloween é uma data que já conquistou o calendário brasileiro.

“Apesar de não estarmos podendo realizar grandes eventos, levar alegria e diversão para a casa das pessoas tem sido a nossa grande missão. Sugerimos aproveitar o Halloween para fazer em casa uma reunião de família ou com poucos amigos para comer comidas gostosas, doces e muita diversão” ressalta a executiva.

Serviço:

D.A Gastronomia – Menu Especial Halloween

Valor: R$500

Informações: 21 99477-8641

Email: delivery@dagastronomia.com.br

Instagram: @dagastronomia

 www.dagastronomia.com.br

Teatro Riachuelo reabre celebrando a música popular dia 24

Com a retomada da cultura na cidade, com teatros, cinemas e museus reabrindo com público reduzido, o Teatro Riachuelo anuncia as primeiras atrações que subirão em seu palco nos próximos dias. Batizado de “figital”, o novo formato contemplará a presença de uma plateia física, com capacidade para 430 pessoas (ao todo, a casa dispõe de 999 lugares) e outra digital, com transmissão ao vivo, por meio de uma plataforma própria. Em sua reabertura, o Teatro Riachuelo contará com atrações que exaltam a riqueza do patrimônio cultural do país, sobretudo o popular. Na retomada, no sábado, dia 24 de outubro, o grupo Casuarina apresenta um sensível show com sambas de Jackson do Pandeiro, a partir das 20h. Na semana seguinte será a vez da volta das artes cênicas, com o espetáculo A Descoberta das Américas (30/10), seguida de um show com Bruce Gomlevsky cantando Renato Russo, dia 31. A venda dos ingressos presenciais será on-line, já que a bilheteria permanece fechada.

“Esse vai ser o nosso primeiro show desde o início da pandemia, em um formato apenas com quatro integrantes e nós estamos bem empolgados e confiantes de que o Teatro Riachuelo garantirá toda a estrutura para que o público presencial se sinta seguro, além de ainda ter a opção de assistir remotamente, através de uma transmissão de extrema qualidade.” conta o músico e compositor Gabriel Azevedo, fundador do grupo e diretor musical do espetáculo.

Autor de uma obra extensa e influente, o paraibano José Gomes Filho, nascido em 1919, ficou famoso não apenas por sua exímia habilidade com o pandeiro, que lhe renderia um sobrenome, mas também por seu jeito sincopado de cantar, um enorme carisma e a versatilidade de sua obra. E esta faceta do artista será destacada no espetáculo “Casuarina canta os sambas de Jackson do Pandeiro”, dia 24 de outubro, às 20h. “O fio condutor deste projeto é a relação do Jackson com o samba. Apesar de ser mais associado à música nordestina por motivos óbvios, ele também era um grande sambista, tinha orgulho disso, fazia questão de deixar claro que era e se considerava um sambista também. E o show será recheado desses muitos sambas que ele gravou durante a carreira”, explica Gabriel Azevedo. O repertório inclui músicas como Chiclete com banana, Samba do ziriguidum, A ordem é samba e Passe na Lapa. 

Para receber e monitorar artistas, suas equipes, staff da casa e o público presencial, o Teatro Riachuelo Rio está comprometido com todos os protocolos exigidos por decreto municipal, bem como normas criadas pelo setor e outras medidas tomadas pelo teatro, todas seguidas com supervisão geral do infectologista Rodrigo Lins, vice-presidente da Sociedade de Infectologia do Estado do Rio de Janeiro, contratado pelo Instituto Evoé. 

INSTITUTO EVOÉ

Criado em 2019, o Instituto Evoé faz a gestão e a curadoria da programação do Teatro Prudential e do Teatro Riachuelo, ambos no Rio de Janeiro, além de idealizar e comandar a inédita Cia. Teatro Transforma, companhia de formação profissional gratuita, completa e de excelência em teatro musical para jovens de baixa renda do Rio de Janeiro. O Instituto também convidou a artista Rafa Mon para transformar os 300 metros quadrados que ligam o foyer à plateia e backstage do Teatro Riachuelo em um grande painel – em breve o local receberá eventos ao ar livre. Outra novidade, a Galeria Evoé, um novo espaço para arte contemporânea no Teatro Prudential, foi inaugurada com a exposição “Signo, Traço, Atração”, com curadoria de Isabel Portella. 

Programação completa – Reabertura Teatro Riachuelo 

Endereço: Rua do Passeio, 38/40 – Centro, Rio de Janeiro

24/10 – Casuarina canta os Sambas de Jackson do Pandeiro – 20h 

Vendas PRESENCIAL e LIVE: Sympla

Ingresso PRESENCIAL (lotação 430 lugares): Valor único – R$ 60,00 (inteira)

Ingresso LIVE: R$ 20,00

Transmissão pela plataforma própria do Teatro Riachuelo

Classificação: Livre

30/10 – A Descoberta das Américas – 20h 

Vendas PRESENCIAL e LIVE: Sympla

Ingresso PRESENCIAL (lotação 430 lugares): Valor único – R$ 40,00 (inteira)

Ingresso LIVE: R$ 10,00

Transmissão pela plataforma própria do Teatro Riachuelo

Classificação: 14 anos

31/10 – Bruce Gomlevsky canta Renato Russo – 20h 

Vendas PRESENCIAL e LIVE: Sympla

Ingresso PRESENCIAL (lotação 430 lugares): Valor único – R$ 60,00 (inteira) 

Ingresso LIVE: R$ 20,00

Transmissão pela plataforma própria do Teatro Riachuelo

Classificação: 12 anos

Babilônia Feira Hype: Evento volta ao Parque das Figueiras nos dias 24 e 25 de outubro

Hype Arts P&B
Timbrado INBRACULTMODE
   

   

A Babilônia Feira Hype está de volta trazendo sua alegria e toda a criatividade para oferecer um programa AO AR LIVRE com todos os cuidados necessários. Realizando os protocolos de prevenção para receber o público com responsabilidade e respeito, pois Hype é Ser Consciente!

Depois de uma pausa de 10 longos meses, as edições são retomadas nos dias 24 e 25 de outubro, no Parque das Figueiras, com muitas novidades e o lançamento da Primavera 2020.

Um programa ao AR LIVRE para toda a família. Será uma ótima oportunidade de matar a saudade deste evento que faz parte da programação da cidade.  Nossos agentes criativos, especialmente selecionados pela curadoria, prepararam suas criações com muito carinho para este reencontro. Nós da produção do evento também estamos contando os dias e felizes por poder voltar a gerar centenas de empregos diretos e indiretos e a promover a sustentabilidade de dezenas de empreendedores e assim incentivar economia criativa do Rio tão prejudicada nesses meses.

         “Os expositores contam com as edições mensais da BFH para ajudar a manter seus negócios. Nestes quase 24 anos criamos uma relação de cumplicidade com o nosso público, que estabeleceu não somente a vinda ao evento, pôr ser um programa charmoso, mas, a consciência que ao consumir na Feira Hype está comprando diretamente de quem faz e atuando diretamente na sustentabilidade destes agentes criativos. As marcas lançadas na BFH ganham experiência e amadurecimento nas edições do evento e consequentemente o expositor após 2 anos abre sua primeira loja, e o melhor na maioria das vezes conquistam destaque no mercado convencional. Por isso, acreditamos que este momento de retomada seja muito importante, pois a participação do nosso público voltando a consumir na Babilônia Feira Hype é determinante não somente para ajudar a recuperar as perdas e prejuízos da paralização, mas tornar a viabilizar o caminho de desenvolvimento e crescimento destes pequenos empreendedores”. Constata, Robert Guimarães (diretor da BFH).

CAMPANHA HYPE É SER CONSCIENTE E RESPONSÁVEL

Pretendemos com a CAMPANHA HYPE É SER CONSCIENTE promover a CONSCIENTIZAÇÃO DO PÚBLICO e buscar sua cumplicidade. A divulgação de todas as medidas de proteção adotadas pela BFH, busca o comprometimento e o engajamento do público, sensibilizando para o uso de máscaras e cumprir com os outros procedimentos de prevenção adotados pelo o evento, reforçando nossa conduta responsável e ao mesmo tempo minimizar os receios e estimular a vinda do público. Só assim, poderemos voltar nos encontrar na BFH com muita alegria, energia e oportunidades de ótimo negócios.

PROTOCOLO DE PREVENÇÃO  À COVID – 19 NO EVENTO BABILÔNIA FEIRA HYPE

Para montarmos nossas tendas e ocuparmos o Parque das Figueira com a segurança necessária desenvolvemos um protocolo especial de prevenção a COVID 19 em parceria com a Prefeitura do Rio para a proteção de todos na BABILÔNIA FEIRA HYPE.

Em função das características de nossa estrutura operacional criamos uma série de medidas para complementar as Regras de Ouro, da Prefeitura do Rio de Janeiro e, garantirmos assim, o cuidado com a saúde do nosso público, expositores e equipe. São elas:

Medidores de temperatura – Um agente estará aferindo a temperatura do público na entrada do evento. No caso de temperatura superior a 37, 5º C, não será permitida a entrada e a pessoa será orientada a buscar supervisão médica;

Uso obrigatório de máscara para todos – Conforme Decreto Municipal Nº 47.375, publicado no D.O em 18/04/2020, torna-se obrigatório o uso de máscara como medida complementar à redução do contágio pelo Sars-Cov-2. Para a segurança de todos, será exigido o uso de máscaras nas dependências da BFH, tanto para expositores, força de trabalho, profissionais envolvidos na montagem e desmontagem do evento e público;

Acesso aos Estandes – Os expositores receberão os clientes com spray de álcool 70% para higienizar as mãos antes de entrarem nos estandes e os provadores serão higienizados antes e depois do uso;

Totens de álcool 70 em pontos estratégicos do evento para o uso do público;

Lavatórios portáteis para higienização das mãos com água e sabão;

Distanciamento de mesas e cadeiras – Entre as mesas e cadeiras haverá distanciamento de 2m e controle para orientar o público a manter o  correto distanciamento;

Monitores de público para orientarem as pessoas e ajudarem no cumprimento das regras;

Barracas Gourmet com protetor de acrílico – evitando contato entre o público e os produtos;

Banheiros higienizados a cada uso e com reforço de spray de álcool 70% nas áreas de maior manuseio como torneiras e maçanetas;

Equipe de Limpeza  – Os profissionais de limpeza farão uso dos EPIs pertinentes a sua atividade. O uso do uniforme é exclusivo para esta finalidade. Estarão equipados com luvas, face shield, toca de cabelo e cumprindo os procedimentos de higiene;

Face Shield  – Todos os profissionais de equipe de trabalho do evento estarão usando face shield;

 – Banners com todos os procedimentos e as Regras de Ouro da Prefeitura instalados no evento para orientar o público;

Controle de Lotação – haverá na entrada contagem de número de pessoas evitando a aglomerção nasáreas internas do evento.

Pela primeira vez, nos quase 24 anos de BHF, teremos controle de público para evitar aglomeração. Porém garantimos que todos terão acesso ao evento, mas, respeitando o fluxo de entrada e saída.

VIDA INTELIGENTE AO AR LIVRE

com programação  com o melhor da Moda + Design + Arte + Gastronomia

Ao longo da nossa trajetória, lançamos e incentivamos milhares de novos criadores, fomentamos a economia criativa e somos celeiro de inúmeras marcas de sucesso do mercado, oferecemos, ainda, um uso inteligente do PARQUE DAS FIGUEIRAS com um evento especial e ao ar livre com um programa completo para toda a família.

Além do time especialmente selecionado que o público já conhece na Feira Hype a  participação de novos expositores garante sempre ainda mais novidades a cada edição

       A curadoria realizada pelo INBRACULTMODE – Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design  apresentana Babilônia Feira Hype as marcas mais criativas e inovadoras dos segmentos de MODA (vestuário feminino, masculino e infantil), ACESSÓRIOS, DECORAÇÃO, ARTE e DESIGN. Serão dezenas de estandes com expositores já conhecidos e amados pelo nosso público e muitas novidades da COLEÇÃO PRIMAVERA 2020.

Contamos com grifes talentosas como Gávia, TenhoQTer, Mudi, Melty, Beta Araújo, Organic Soul, as bijus, joias e acessórios de Theo Avila, Das Manas, Bianor, Hivah, a fofura das marcas de moda infantis Antoninha, Algo Mais, Bebê de Algodão, Minideias, Os Caetanos e as peças de decoração da Cotton Home, Luciana Cordeiro Cerâmicas, Live Green, Arimatheia entre outros e as ilustrações da artista plástica Ana Luiza Tavares.

Novos Expositores completam o Time Hype

Nessa edição de retomada teremos muitos estreantes como Iandara Guedes, Use Pulse, Miçangas da Ju, Pakatatu, Amo Brisa, Tre Joalheira, Esphera Acessórios, Zen Ateliê e muito mais.  

FESTIVAL GASTRONÔMICO e CERVEJEIRO

Em uma ambientação descontraída, arejada e ao ar livre, o publico encontrará opções variadas com o melhor da GASTRONOMIA INFORMAL e, para o programa ser ainda mais completo, uma seleção de CERVEJAS ARTESANAIS para atender a todos os gostos.

Os nossos operadores de  GASTRONOMIA especialmente selecionados pela curadoria do evento apresentam seus cardápios repletos de variedades em charmosos FOODTRUCKS, FOOD BIKES, BARRACAS GOURMETS (adaptadas para receber o publico com toda segurança). Para harmonizar, várias opções de CERVEJAS ARTESANAIS e DRINKS.

 Entre os destaques estão: a saborosa comida árabe da Casa Síria, as famosas empadas de Nogueira da Pão e Pão Empadas, os acarajés maravilhosos da Chef Lenaide Motta, os deliciosos hambúrgueres veganos do Budas Burgues e os artesanais do Vulcano e Rock Burguer, os hot dogs especiais do Dogaria NY,  os salgados saudáveis da Lulizz Confeito, as cervejas artesanais da Cervejaria Andar de Cima, Barrio e Nossa Artesanal, os drinks refrescantes do Bebericado, os deliciosos frozens da Nusa Frozen, com e sem álcool, o café do La Furguneta,  e isso sem falar nas diversas opções de doces: como os incríveis Brigadeiros da Carol, as criações do confeiteiro  Matheus Santanna (vencedor do programa QUE SEJA DOCE – GNT)  e  muito, muito mais.

PARQUINHO INFANTIL

A garotada terá diversão garantida nos brinquedos Jump, Fazendinha, Pula Pula e Escorrega além das brincadeiras com o Mágico Janjão que ensina os truques para os pequenos e a Oficina Bolhas Mágicas com bolhas de sabão gigantes.

Esperamos compartilhar com nosso público momentos especiais e inesquecíveis com alegria e responsabilidade. Juntos somos mais fortes sempre!

SERVIÇO:

BABILÔNIA FEIRA HYPE

DIAS 24 e 25 de Outubro – DAS 14H ÀS 22H

ENTRADA FRANCA

PARQUE DAS FIGUEIRAS – Av. Borges de Medeiros s/n – Lagoa Rodrigo de Freitas

Estacionamento Rotativo: PARQUE DOS PATINS (Estacionamento com vagas limitadas.  Evite carros. Use táxi, bicicleta, ônibus e skate). 

Produção e Realização: HYPE ART PRODUÇÕES 

Curadoria: INBRACULTMODE- Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design

Programação Completa: www.babiloniafeirahype.com.br  

Facebook https://www.facebook.com/babiloniafeirahype

Instagram:@babiloniafeirahype       

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“Boca de Ouro” estreia em 12 de novembro

Um provérbio chinês diz que “todos os fatos têm três versões: a sua, a minha e a verdadeira”. Em “Boca de Ouro”, uma mesma história é contada por Guigui (Malu Mader) de três diferentes maneiras, de acordo com seu estado emocional. O longa-metragem “Boca de Ouro”, dirigido por Daniel Filho, chega aos cinemas no dia 12 de novembro. A adaptação da peça teatral de Nelson Rodrigues, escrita em 1959, tem roteiro de Euclydes Marinho (“A vida como ela é”), produção da Lereby, coprodução da Globo Filmes e do Canal Brasil e distribuição da Elo Company. “Eu acho filmar peças ótimo. E o Nelson Rodrigues é muito cinematográfico na maneira de escrever as peças e deve ser refilmado sempre. O Boca de Ouro é uma excelente história de paixão e poder”, diz o diretor Daniel Filho.  

O ator Marcos Palmeira interpreta o bicheiro ‘Boca de Ouro’, que já foi vivido por Jece Valadão e Tarcísio Meira. No elenco estão ainda Malu Mader (Guigui), Lorena Comparato (Celeste), Thiago Rodrigues (Leleco), Silvio Guindane (Caveirinha), Fernanda Vasconcellos (Maria Luisa), Anselmo Vasconcelos (dentista), Guilherme Fontes (Agenor), entre outros. “O Nelson foi, é e será sempre relevante e atual. Suas falas são coloquiais, mas revelam com profundidade paixões, ódios, ressentimentos, morbidez, através de uma linguagem única, cheia de estilo e ironia”, dia a atriz Malu Mader, que volta as telonas após dez anos.  

Boca de Ouro conta a história de um temido e respeitado bicheiro, figura quase mitológica no bairro de Madureira (Rio de Janeiro) durante os anos 50. Sua ambição, amores e pecados despertam a curiosidade do jornalista Caveirinha, que procura uma ex-amante do contraventor para colher material para uma reportagem sobre a sua vida. 

Clássico do teatro brasileiro, “Boca de Ouro” estreou nos palcos em outubro de 1960, no Teatro Federação (mais tarde Teatro Cacilda Becker), com direção e atuação de Ziembinski no papel-título. A primeira filmagem ocorreu em 1963, com direção de Nelson Pereira dos Santos e, no elenco, Jece Valadão, Odete Lara e Daniel Filho. 

Seguranças nos cinemas: As salas de cinema reabriram com toda a proteção que o momento atual exige, como capacidade reduzida, distanciamento entre as poltronas, salas higienizadas antes de depois de cada sessão, inclusive poltronas, corrimãos, entre outros cuidados.  

Prêmios

Daniel Filho recebeu o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cinema Latino-Americano de Trieste, na Itália. Já Lorena Comparato recebeu o prêmio de melhor atriz, por seu papel como Celeste, no 8º Cine Fest Brasil Montevidéu e no 23º Brazilian Film Festival of Miami.  

Elenco:

Marcos Palmeira (Boca de Ouro) 

Malu Mader (Guigui) 

Lorena Comparato (Celeste) 

Thiago Rodrigues (Leleco) 

Silvio Guindane (Caveirinha) 

Fernanda Vasconcellos (Maria Luisa) 

Anselmo Vasconcelos (Dentista) 

Guilherme Fontes (Agenor) 

Raquel Fabri (Patricia) 

Karina Ramil (Heleninha) 

Edmilson Barros (De Paula) 

Léa Garcia (Preta) 

Ficha Técnica:

Direção: Daniel Filho 

Distribuição: ELO Company 

Produção: Lereby Produções 

Coprodução: Globo Filmes e Canal Brasil 

Roteiro: Euclydes Marinho 

Produção Executiva: Angelo Gastal 

Fotografia: Felipe Reinheimer 

Direção de Arte: Mario Monteiro 

Figurino: Kika Lopes 

Montagem: Diana Vasconcellos, ABC 

Música: Berna Ceppas 

Sobre a Lereby

Fundada por Daniel Filho em 1998, a Lereby, em mais de vinte anos de existência, traz em seu currículo longas-metragens como “Chico Xavier” (2010), “Tempos de paz” (2009), “Se eu fosse você” 1 e 2 (2006 e 2009), “A Dona da História” (2004), “Cazuza – O Tempo Não Pára” (2004) e “A Partilha” (2001). Como produtora associada, foi corresponsável pelos sucessos “2 filhos de Francisco” (2005), “Carandiru” (2003), “Cidade de Deus” (2002) e “O Auto da Compadecida” (2000), entre muitos outros, sempre buscando um cinema capaz de mobilizar platéias e preservando a força de grandes histórias.  

Sobre a Globo Filmes

Criada em 1998, a Globo Filmes atua como coprodutora de conteúdo multiplataforma com o propósito de fortalecer a indústria audiovisual nacional. Participou de mais de 300 filmes, levando ao público o que há de melhor do cinema brasileiro. Comédias, romances, documentários, infantis, dramas, aventuras: a aposta é na diversidade de obras que valorizam a cultura brasileira. Fazem parte de sua filmografia recordistas de bilheteria, como ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores –, sucessos de crítica como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’ e ‘Carandiru’, até longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes.  

Sobre o Canal Brasil 

Há 21 anos, o que pauta o Canal Brasil é o compromisso com a cultura brasileira. A liberdade e a diversidade são celebradas nas chamadas, nas campanhas e em cada atração que vai ao ar. Com o cinema como parte expressiva de seu DNA, o Canal Brasil já exibiu mais de 5,3 mil filmes, entre longas e curtas-metragens, além de programas que abordam o tema e suas infinidades. A programação é plural, composta por muitos discursos e sotaques de vários cantos do país, com entretenimento para todo mundo que gosta de cinema e de uma boa história. O Canal Brasil tornou-se o principal coprodutor de cinema brasileiro da América Latina, com 333 longas-metragens coproduzidos em uma década. Além da importância pelo volume de coproduções, a curadoria e o olhar apurado do canal para o cinema independente vêm se destacando, com a presença cada vez mais constante e consistente dos títulos que coproduz nos principais festivais internacionais de cinema do mundo. Com direção geral de André Saddy, o Canal Brasil é uma joint venture entre a Globosat e o Grupo Consórcio Brasil, formado por Luiz Carlos Barreto, Zelito Viana, Marco Altberg, Roberto Farias, Anibal Massaini Neto, Patrick Siaretta, Paulo Mendonça e André Saddy (diretor-geral). 

Sobre a ELO Company 

A ELO Company é uma criadora, produtora e distribuidora de conteúdo audiovisual, que tem a missão de gerar experiências potentes, entreter, emocionar e ampliar a visão de mundo das mais diversas audiências. Há 15 anos no mercado e com mais de 500 títulos lançados, a ELO conta com três unidades de negócio: desenvolvimento e produção de conteúdo; lançamento e programação; licenciamento e video on demand. Durante os últimos anos, a empresa lançou o primeiro Vimeo original LATAM e conteúdos em mais de 40 plataformas em todo o mundo, incluindo estratégias inovadoras como lançamentos 100% digitais de filmes. Entre os títulos mais importantes estão “O Menino e o Mundo”, “S.O.S: Mulheres Ao Mar 2”, “Espaço Além: Marina Abramovic e o Brasil” e “Aos Olhos de Ernesto”. 

1º Festival online POADOC começa dia 14 de outubro

De 14 a 18 de outubro acontece pela internet a primeira edição do POADOCFestival de Documentários de Porto Alegre. O evento exibirá gratuitamente uma seleção de doze documentários gaúchos, produzidos entre 2000 e 2020. A programação inclui longas e curtas aclamados por público e crítica e filmes escolares com temas ligados à representatividade. O evento – primeiro do gênero realizado na Capital gaúcha – também apresentará lives com os realizadores. A programação poderá ser assistida no site poadoc.com.br.

A mostra é dividida em quatro programas que ficarão disponíveis por 24 horas, a partir das 20h até às 20h do dia seguinte. No mesmo horário serão transmitidos os debates virtuais. Cada programa inclui um longa, um curta e um filme escolar. Os filmes de abertura, exibidos de 14 a 15 de outubro, são “Mokoi Tekoá Petei Jeguatá – Duas Aldeias, uma Caminhada” (2008), de Germano Benites, Ariel Ortega e Jorge Morinico, “Antes de Lembrar” (2018), de Vinícius Lopes e Luciana Mazeto, e “Massacre dos Porongos” (2017), produção escolar coletiva.

“Morro do Céu” (2009), de Gustavo Spolidoro, “A Invenção da infância” (2000), de Liliana Sulzbach, e “Contigo Ninguém Acaba” (2018), produzido por estudantes, serão exibidos de 15 a 16. “Cidades Fantasmas” (2017), de Tyrell Spencer, “O Céu da Pandemia” (2020), de Marina Kerber e o coletivo “Dona Bugra, a Periferia Grita” (2018) passam de 16 a 17. Por fim, “O Caso do Homem Errado” (2017), de Camila de Moraes, “Construção” (2020), de Leonardo da Rosa, e o escolar “Respeito às Diferenças” (2017) são os títulos dos dias 17 e 18 de outubro.

“A curadoria teve como foco mostrar a diversidade de olhares. É por isso também que os debates juntam todos os realizadores, sem diferenciar longas, curtas e filmes escolares”, explica a cineasta Thais Fernandes, que integra o grupo de idealizadores do festival. “A ideia é fomentar um debate horizontal desde a nossa primeira edição”, conclui. Também fazem parte da organização do evento: Livia Pasqual, Natasha Ferla, Juliana Costa, Henrique Lahude e Jonatas Rubert. O financiamento é do edital da Secretaria de Estado da Cultura, FAC Digital.

POADOC – Festival de Documentários de Porto Alegre

O que: Evento Online Gratuito – poadoc.com.br

Quando: De 14 a 18 de outubro

Títulos disponíveis por 24 horas, das 20h às 20h do dia seguinte:

14 a 15 de outubro: “Mokoi Tekoá Petei Jeguatá – Duas Aldeias, uma Caminhada” (2008), de Germano Benites, Ariel Duarte Ortega e Jorge Ramos Morinico, “Antes de Lembrar” (2018), de Vinícius Lopes e Luciana Mazeto, e “Massacre dos Porongos” (2017) – EMEF Timbaúva (Porto Alegre/RS).

15 a 16 de outubro: “Morro do Céu” (2009), de Gustavo Spolidoro, “A Invenção da Infância” (2000), de Liliana Sulzbach, e “Contigo Ninguém Acaba” (2018) – EMEF Professor João Carlos Von Hohendorff (São Leopoldo/RS);

16 a 17 de outubro: “Cidades Fantasmas” (2017), de Tyrell Spencer, O Céu da Pandemia” (2020), de Marina Kerber, e “Dona Bugra, a Periferia GritaProjeto Cidade Cinematográfica (Três Passos/RS);

17 a 18 de outubro: “O Caso do Homem Errado” (2017), de Camila de Moraes, “Construção” (2020), de Leonardo da Rosa, e “Respeito às Diferenças” (2017) – EMEF Rio Grande do Sul (Guaíba/RS).

Debates com os realizadores

As lives acontecem nos dias 15, 16, 17 e 18 de outubro às 20h com representante de cada filme exibido.

Nossos canais de comunicação:

Site oficial: poadoc.com.br

Instagram: @poadocfestival

Facebook: /poadocfestival

YouTube: /poadocfestival

“Só acaba quando termina” estreia dia 19

Quantas pessoas se recusam a admitir que idosos também sentem desejo e fazem sexo? O argumento é sempre o mesmo: pais ou avós não fazem mais “esse tipo de coisa”. Para muitos jovens as pessoas mais velhas devem ficar em casa de chinelo assistindo TV. Erotismo? Só no cinema.

A escritora francesa Simone de Beauvoir fez um alerta no livro A Velhice, de 1970: “se os velhos manifestam os mesmos desejos, os mesmos sentimentos, as mesmas reivindicações que os jovens, eles escandalizam”. É como se idosos não tivessem o direito de sentir paixão ou ciúme. E ainda fossem obrigados a dar exemplo de virtude e bom comportamento. “Antes de tudo, exige-se deles a serenidade; afirma-se que possuem essa serenidade, o que autoriza o desinteresse por sua infelicidade”, afirma a escritora.

“Já vi esse filme e não gostei”, comenta a autora Tania Celidonio. “E é contra esse estado de coisas que estamos levantando a poeira da velhice”. Nas janelinhas do Zoom duas atrizes (Anja Bittencourt e Vanja Freitas) e um ator (Roberto Frota) expõem a força e a fragilidade da velhice diante de uma sociedade obcecada por corpos jovens e com um olhar preconceituoso sobre a sexualidade dos idosos. “A peça parte do desejo e do sexo para falar sobre como a sociedade e nós mesmos encaramos a velhice”, explica o diretor Marcos França. “O sexo é um estopim, um mote para discutir outras ideias sobre o envelhecimento”, conclui.

Em 2017 e 2018, a jornalista Tania Celidonio fez uma pesquisa pela internet com 250 idosos sobre a importância do sexo e do desejo para uma geração que foi jovem nos anos 1960 e 1970 e envelhece nestes primeiros anos do século 21. Os depoimentos deram origem ao livro Mistérios da Libido na Velhice (Amazon), uma amostra significativa do que acontece na

realidade e no imaginário de pessoas maduras que raramente falam ou são ouvidas sobre desejo, afeto e sexualidade.

A partir dos depoimentos que recebeu Tania escreveu a peça “SÓ ACABA QUANDO TERMINA – Crônicas do Desejo na Velhice”, que estreia dia 19 de outubro, às 21 horas na plataforma Zoom, ficando em cartaz até o dia 9 de novembro, sempre às segundas-feiras.

Em cena, os três atores falam sobre amor, desejo e sexo com naturalidade, mesmo quando abordam temas mais cabeludos como masturbação, ciúme, tesão ou falta de tesão, impotência, orgasmo e as dificuldades para namorar e transar depois dos 60″. “Precisamos combater o preconceito e a invisibilidade da velhice. Já sabemos que as dúvidas e a falta de serenidade vão nos acompanhar até o último suspiro”, diz Tania.

DIREÇÃO – MARCOS FRANÇA é diretor teatral, ator, produtor cultural e dramaturgo. Realizou os espetáculos musicais AQUARELAS DO ARY (2007/2008); AI, QUE SAUDADES DO LAGO! (2006) e A NOITE É UMA CRIANÇA (2004), sempre com foco em compositores nacionais. Em 2017 escreveu (com Hugo Sukman) e dirigiu DEIXA A DOR POR MINHA CONTA – UM MUSICAL SOBRE A OBRA DE SIDNEY MILLER. Em 2018 encenou COM AMOR, VINICIUS, com direção de Ana Paula Abreu. Em 2019 dirigiu o espetáculo E SE MUDÁSSEMOS DE ASSUNTO? de Renata Mizrahi. Em 2020 dirigiu VIRA VIRA VOLTA, infantil de Renata Mizrahi.

TEXTO – TANIA CELIDONIO é jornalista e roteirista desde 1977. Trabalhou como repórter e editora nas TVs Cultura e Record, e nas rádios Globo e Eldorado, em São Paulo. Dirigiu e roteirizou programas e documentários para emissoras e produtoras de audiovisual de São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2018 publicou o livro digital Mistérios da Libido na Velhice, resultado de uma pesquisa realizada com 250 pessoas em 2017 e 2018. Agora, em 2020, é a autora do espetáculo Só Acaba Quando Termina – Crônicas do Desejo na Velhice, direção de Marcos França.

OS ATORES

ROBERTO FROTA fez sua estreia profissional em 1970 como ator no espetáculo Cemitério de Automóveis, direção de Vitor Garcia. A partir daí, foram cerca de 85 espetáculos como ator, entre eles Bodas de Papel, de Maria Adelaide Amaral, direção de Cecil Thiré; As Três Irmãs, de A. Tchecov, direção de José Celso M. Corrêa e Um beijo, um abraço, um aperto de mão, de Naum Alves de Sousa. Participou de várias novelas e programas na televisão, entre eles Tieta, Pedra sobre Pedra, Riacho Doce, Corpo Santo, Chico Anísio Show, A História de Ana Raio e Zé Trovão, Anjo de Mim, Corpo Dourado, Terra Nostra, Aquarela do Brasil , Mulheres Apaixonadas, Malhação e Prova de Amor, entre outras.

ANJA BITTENCOURT é atriz e já atuou em mais de vinte espetáculos, entre eles Allan Kardec – um olhar para a eternidade, direção de Ana Rosa; A Vida Privada É Uma Comédia, de Luiz Fernando Veríssimo, direção de Cyrano Rosalém e TV Sátira, de Heloísa Périssé, direção de Chico Anysio. Participa de Malhação- Toda Forma de Amar, da Rede Globo. Na Netflix está nas séries O Mecanismo (2 temporadas), com direção de José Padilha. Na internet atua em diversas cápsulas do Porta dos Fundos.

VANJA FREITAS é atriz, produtora e ilustradora. Atuou em Álbum de Família, dirigida por José Possi Neto. Na televisão fez a novela Velho Chico e várias participações em outras novelas da TV Globo, como Muito Além do Paraíso, A Dona do Pedaço e Amor de Mãe. No cinema participou de Sérgio, produzido e estrelado por Wagner Moura. Antes do início da pandemia estava em cartaz com a peça Rugas, Um Espetáculo Sem Botox, dirigida por Amir Haddad.

SINOPSE

A partir de uma pesquisa sobre sexualidade com pessoas de mais de 60 anos, a peça faz um mergulho bem-humorado e emocionante na intimidade de quem envelhece num mundo que ignora e tem medo do erotismo na velhice.

FICHA TÉCNICA

Texto: TANIA CELIDONIO

Direção: MARCOS FRANÇA

Elenco: ROBERTO FROTA, ANJA BITENCOURT E VANJA FREITAS

Trilha sonora e programação visual: MARCOS FRANÇA

Produção Executiva: TANIA CELIDONIO

Fotos: MARIANA CRAVEIRO

Assessoria de imprensa: MARIA FERNANDA GURGEL

SERVIÇO

SÓ ACABA QUANDO TERMINA – Crônicas do Sexo na Velhice

Estreia: 19 de outubro de 2020 – Segunda-feira

Temporada: 19 e 26 de outubro; 02 e 09 de novembro – Segundas-feiras.

Horários: 21 horas

Local: Plataforma ZOOM

Duração: 40 minutos

Classificação: 14 anos

Ingressos: CONTRIBUIÇÃO CONSCIENTE

Capacidade: 100 pessoas

Importante:

O link para o zoom do espetáculo vai estar disponível a partir de 15 de outubro no hotsite da peça: https://soacabaquandotermina.carrd.c

Artistas criam peças radiofônicas inspiradas em histórias dos mais de 40 teatros que existiram na Praça Tiradentes

Foi durante uma conversa em um bar na Lapa que os atores Alex Teixeira e Clarisse Zarvos descobriram alguns interesses em comum, entre eles a curiosidade por lugares abandonados e um fascínio por causos do Rio de Janeiro. Da pergunta “Já parou pra pensar na quantidade de teatros que existiam no Centro e que não fazemos ideia de onde ficavam?” para um mergulho intensivo em livros e sites antigos foi um pulo. 

Assim nasceu o projeto Teatro ao Redor, um podcast com peças radiofônicas criadas pelos artistas a partir de registros, entrevistas e memórias sobre salas de espetáculo ao redor de praças. Na série de estreia — com cinco episódios — eles viajam no espaço e no tempo para contar a história de teatros da Praça Tiradentes. Entre o século XIX e os dias atuais, a região abrigou mais de 40 teatros. Do São Luiz ao Teatro Real São João, passando pelo Teatro Brazilian Garden, Moulin Rouge e o Teatro Maison Moderne, que abrigava peças, roda-gigante, tiro-ao alvo, balões, fotografia, bola ao cesto, pinball e até uma jaula com leões. 

— Descobrimos uma diversidade incrível de histórias sobre a cena brasileira nesses últimos dois séculos. Eu já sabia que o Centro da cidade tinha uma importante tradição teatral, não apenas ligada às salas de espetáculos, como também ao teatro de rua, mas depois que começamos a buscar essas memórias antigas e atuais, as narrativas foram se multiplicando — comenta Clarisse Zarvos, que além de fazer parte do elenco de vozes, assina com Alex Teixeira o roteiro e a direção do podcast.  

Os episódios influenciados por teatralidades do real, radio-drama e teatro épico tratam de temas como a origem da Praça Tiradentes, a demolição de salas de espetáculo, teatro de revista, os remanescentes teatros Carlos Gomes e João Caetano, cafés-concerto, salões de bilhar, incêndios de teatros, os teatros que viram cinema, e os cinemas que viram teatro, arte pública e performances que questionam as estátuas da praça. 

— Buscamos com essa proposta de teatro sonoro remediar a abstinência do palco e da rua em meio a quarentena, e ao mesmo tempo em que falamos do passado, percorremos estratégias para reinventar outros futuros no pós-pandemia — destaca o ator Alex Teixeira. 

O podcast Teatro ao Redor vai ao ar aos sábados, às 10h, através da plataforma Spotify. 

Ficha Técnica:

Texto, direção e vozes: Alex Teixeira e Clarisse Zarvos 

Edição de som: Clarisse Zarvos 

Participação: Jane Di Castro  

Design: Alessandra Teixeira 

Realização: Teatro ao Redor, Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e Fundo Estadual de Cultura

Serviço:

Teatro ao Redor

#1 Tiradentes: Construção e Demolição

#2 Tiradentes: João Caetano e Carlos Gomes

#3 Tiradentes: O teatro, o fantástico e o entorno inebriado

#4 Tiradentes: É fogo! 

#5 Tiradentes: Século 021

Spotify: http://bit.ly/TeatroAoRedor 

Informaçoes: https://instagram.com/TeatroAoRedor 

“Helena Blavatsky, a voz do silêncio” estreia, dia 18 de outubro

Helena Petrovna Blavatsky foi uma das figuras mais notáveis do mundo nas últimas décadas do século 19, tornando-se imprescindível para o pensamento moderno. O monólogo “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”, que estreia, dia 18 de outubro, em ambiente virtual, apresenta ao público a vida e obra desta renomada pensadora russa e instiga uma profunda reflexão sobre a busca do homem pelo conhecimento filosófico, espiritual e esotérico. Escrita pela filósofa Lucia Helena Galvão, a montagem retoma a parceria entre a atriz Beth Zalcman e o encenador Luiz Antônio Rocha, depois do sucesso da peça “Brimas”, pelo qual a atriz foi indicada ao prêmio Shell de melhor texto. As sessões serão aos domingos, às 19h30, e às terças, às 20h30h, com venda de ingressos pelo Sympla e transmissão do espetáculo pela plataforma Zoom (www.sympla.com.br/helenablavatskyavozdosilencio). Logo após cada sessão, haverá um bate-papo com o diretor, a autora e o atriz do espetáculo sobre o legado deixado pela escritora.

Helena Blavatsky foi, antes de tudo, uma incansável buscadora de sabedoria antiga e atemporal, revolucionando o pensamento humano. Sua vasta obra influenciou cientistas como Einstein e Thomas Edison; escritores como James Joyce, Yeats, Fernando Pessoa, T. S. Elliot; artistas como Mondrian, Paul Klee, Gauguin; músicos como Mahler, Jean Sibelius, Alexander Criabrin; além de inúmeros pensadores, como Christmas Humphreys, C. W. Leadbeater, Annie Besant, Alice Bailey, Rudolf Steiner e Gandhi.

“Considerando que vivemos num período de caos mundial, no qual o fundamentalismo, as tecnologias e as crises políticas e climáticas do planeta invadem nossa dignidade com tanta violência, resgatar os pensamentos de Blavatsky é de extrema importância”, afirma o diretor Luiz Antônio Rocha. “Segundo Blavatsky, o universo é dirigido de dentro para fora, pois nenhum movimento ou mudança exterior do homem pode ter lugar no corpo externo se não for provocado por um impulso interno”.

“Se o homem olhasse, não para o céu que é uma figura de retórica, e centralizasse seu ponto de atenção no homem interior, logo logo escaparia dos rolos compressores da grande serpente da ilusão”

“A montagem procura nos levar do irreal ao real, das ilusões à verdade espiritual, da ignorância à sabedoria que ilumina o propósito da existência. Interpretar Helena Petrovna Blavatsky é mergulhar no improvável, no intangível. Nada mais desafiador para uma atriz realizar um texto que demanda extrema sensibilidade, concentração e imaginação e transportar a plateia para um universo de possibilidades”, define a atriz Beth Zalcman.

“Nosso universo é apenas um num infinito números de universos,

todos filhos da necessidade

Este é o primeiro espetáculo teatral da filósofa e poetisa Lucia Helena Galvão. Professora voluntária de filosofia na organização Nova Acrópole do Brasil há 30 anos, possui milhares de seguidores e acumula mais de 15 milhões de visualizações em suas palestras na internet. “Desde o início da minha busca pelo conhecimento através da filosofia, me deparei com pensadores que dedicaram suas vidas a buscar, compilar e transmitir ideias que entrelaçam nossas vidas e compõe parte do que somos. Esta peça é uma forma comovida e contundente para homenagear esta mulher tão especial”, conclui.

A montagem propõe uma dramaturgia inspirada no conceito desenvolvido pelo artista Leonardo Da Vinci em suas obras, conhecido como “sfumato”. Da Vinci descreveu a técnica como: “sem linhas ou fronteiras, na forma de fumaça ou para além do plano de foco”. O ponto de partida para a direção de arte, cenário e figurinos foram baseados em algumas pinturas do artista impressionista Édouard Manet que traduz com beleza a solidão deste último instante de vida de Helena.

Sinopse – “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”

A luz da vela ilumina o cenário e revela um lugar simples no frio de Londres no final do séc. 19. É um recorte do quarto de Helena Blavatsky, que se encontra sozinha, no seu último dia de vida. Ela revisita suas memórias, seu vasto conhecimento adquirido pelos quatro cantos do mundo, se depara com a força de sua mediunidade e as consequências de suas escolhas. Relembra sua forte ligação com a Índia e seu encontro, em Londres, com Gandhi. “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”, é um mergulho no universo que existe dentro de nós.

Programa Criança para o Bem

A equipe doará 20% da bilheteria para o programa Criança para o Bem (PCPB), que beneficia crianças e jovens do Distrito Federal e é mantido pela Nova Acrópole. Criando em 2007, o programa já atendeu mais de 3 mil crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social da periferia do Distrito Federal.  Atualmente, atende 200 crianças na faixa etária de 4 a 16 anos em 500 oficinas artísticas e esportivas por mês, entre outras atividades. São oferecidos também, de forma gratuita e sistemática, transporte, lanche e assistências médica, psicológica e odontológica.  Na pandemia, as oficinas estão sendo realizadas por teleaulas, aulas on-line e entrega de kit de recreação e escolar. Mais informações: https://criancaparaobem.org.br

Ficha técnica:

Texto original: Lucia Helena Galvão

Interpretação: Beth Zalcman

Encenação: Luiz Antônio Rocha

Cenário e Figurinos: Eduardo Albini

Iluminação: Ricardo Fujji

Assistente de Direção: Ilona Wirth

Visagismo: Mona Magalhães

Fotos: Daniel Castro

Consultoria de movimento (gestos): Toninho Lobo

Operador Técnico: Toninho Lobo

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Idealização: Beth Zalcman e Luiz Antônio Rocha

Realização: Espaço Cênico Produções Artísticas e Mímica em Trânsito Produções Artísticas.

Serviço:

Helena Blavatsky, a voz do silêncio – Apresentações virtuais

Monólogo teatral inspirado na trajetória e na obra da escritora russa Helena Blavatsky

Temporada: De 18 de outubro a 10 de novembro. Aos domingos, às 19h30, e às terças-feiras, às 20h30.

Ingressos: a partir de R$ 30

Onde comprar e assistir: www.sympla.com.br/helenablavatskyavozdosilencio

Classificação etária: 14 anos

Monólogo “Minha Amiga John Lennon”, da atriz Tais Luna

Com texto, direção e interpretação da atriz Taís Luna, o experimento cênico Minha Amiga John Lennon estreia dia 9 de outubro, às 20 horas, em linguagem digital, com transmissão via streaming pela plataforma ZOOM, com duração de 30 minutos e sessões às sextas e sábados às 20 horas. No monólogo, a palestrante Karen é a convidada da noite na 21a. Conferência de Depoimentos Inúteis para contar ao público o fato inusitado, que transformou sua vida, vivenciado durante o período de isolamento social. O acontecimento levará Karen por diversas reflexões e paralelos sobre como o chamado “novo normal”, imposto à humanidade pela pandemia do novo Coronavírus, está mexendo com o cotidiano das pessoas, e também sobre as suas intersecções com os nossos comportamentos sociais e afetivos em tempos de sobrecarga de estímulos na Era da Informação.

Taís Luna é artista autoral, atua, escreve e dirige trabalhando nas áreas audiovisual e teatral. Entre seus trabalhos como atriz, destaque para a participação no projeto de Fomento ao Teatro E Se Fez a Humanidade Cyborg em Sete Dias, do grupo Os Satyros, na peça Não Permanecerás, em 2014. Ao lado da Cia Ouro Velho, atuou nos musicais O Lugar de Onde se Vê e O Novo Rei de Beleléu, em circulação pelo estado de São Paulo por meio de editais. Desde 2017 publica suas criações no canal Descontínuo – por Taís Luna, no Youtube, com destaque para a série História do Teatro com Téspis e a websérie A Invejosa. Graduada em 2009 em Comunicação Social, com ênfase em Publicidade e Propaganda, pela Fundação Cásper Líbero, também tem formação de atriz pela Escola de Atores Wolf Maya, em 2013

Ouvinte de Caetano Veloso, Belchior, Milton Nascimento e Alceu Valença, gosta de Pink Floyd e tem na Arte e na Estética assuntos prediletos de suas leituras, que incluem também Filosofia e Linguística, além de flertes com Alquimia e Espiritualidade. Paulistana da zona Norte, cresceu em Santana sonhando em ser atriz e hoje, aos 32 anos, Áries com ascendente em Touro, mantém acesa a chama da inquietude. “Somos bombardeados por informações de todos os lados, convivemos com um volume grande de estímulos através das mídias, o que torna superficial grande parte das referências que nos chegam. Em meio a tantos excessos, nossos sentidos acabam ficando adormecidos. Nosso olhar sensível para o outro, e para o mundo, fica encoberto pelo utilitarismo e pela futilidade. Estamos nos aprofundando a cada dia na cultura do individualismo. E a pandemia escancara essa insensibilidade, mostra que as ações individuais das pessoas têm impacto no coletivo, na nossa sobrevivência como espécie.”  

Taís faz uma quarentena mais rígida e observou, em pequenos passeios perto de casa, a movimentação das pessoas nas ruas. “Observo esse mar de gente, com atitudes diversas, e fico pensando como estão interpretando a realidade da Covid. A peça é uma metáfora sobre o que tem o poder de nos “saltar aos olhos”, de nos fazer enxergar o que está além, e não o que está nas nossas fantasias ou em ideias pré-concebidas.”

Ficha Técnica

Minha Amiga John Lennon – Experimento cênico de Taís Luna. Temporada – De 9 a 31 de outubro, oito sessões, às sextas e sábados às 20 horas, . Ingressos – R$ 22,50 + R$ 2,50 (taxa do serviço da Sympla).

Criação, Texto, Atuação, Iluminação, Figurino, Direção e Produção Artística: Taís Luna. Produção Executiva e Divulgação: Àtrupe Cultura e Marketing. Assessoria de Imprensa – M. Fernanda Teixeira/ Arteplural. Agradecimento: Marcel Soares.

Para acessar a transmissão – IMPORTANTE:

1) Baixar o aplicativo Zoom https://zoom.us. Onde você vai assistir, celular ou computador.

2) Fazer um cadastro e logar no site https://www.sympla.com.br   . Mais perto da estreia o link estará aberto para compra

3) Acessar a área meus ingressos e clicar em ACESSAR TRANSMISSÃO (disponível 15 minutos antes do horário de início do evento).

Qualquer dúvida: Entre em contato, por whatsapp com M. Fernanda Teixeira no (011) 9.9948-5355.

Estreia “Para Dentro”, curta-metragem inspirado na obra de Clarice Lispector

Em plena pandemia, Clarice, uma executiva bem-sucedida e solitária é surpreendida pelo pedido de demissão de sua empregada. Sozinha em casa, inicia uma arrumação do “jeito dela”. Numa tentativa de colocar as coisas no seu devido lugar começa a fazer uma viagem “Para Dentro”, e revisitar a sua própria história.

Em meio à arrumação, o inusitado, o estranho; encontra um ovo, que a desconserta e a faz levantar várias hipóteses sobre sua origem. A cada ato de arrumação uma reflexão sobre questões sociais, amor e morte.

A personagem Clarice traz questões sociais de uma mulher, que emergiu socialmente, se deixou levar pelas convenções sociais, e tem uma empregada 24h por dia. Ao mesmo tempo, reflete sobre sua condição solitária e a sua incapacidade de se relacionar.

Livremente inspirado na atmosfera lírica da obra de Clarice Lispector e no seu romance A Paixão Segundo G. H., e em homenagem ao centenário de

nascimento da escritora, o filme é uma realização conjunta da atriz e produtora Joelma Di Paula e do produtor de comunicação e cineasta Allan Fernando.

A atriz Joelma Di Paula, que já interpretou no teatro a Macabéa, de A Hora da Estrela, percebeu que as questões trazidas pela obra de Clarice são sempre atuais, e que era possível fazer um paralelo com a pandemia:

– Em 2015, eu fiz a Macabéa, da Hora da Estrela. Mas muito antes, eu li A Paixão Segundo G.H em um curso livre na Escola Martins Pena, desde então, fiquei com o livro na cabeça. Como a personagem está sozinha em casa, depois da empregada se demitir, percebi que tinha uma situação análoga ao que estamos vivendo na pandemia, e a partir daí, chamei o Allan Fernando, parceiro de outros trabalhos para criarmos um roteiro, que refletisse o momento atual e que também trouxesse as questões existencialistas tão características da obra de Clarice, como uma singela homenagem ao seu centenário de nascimento.

O cineasta Allan Fernando viu nesta parceria não apenas a possibilidade de homenagear a escritora de quem também é fã, mas também como ter um olhar crítico sobre as questões que a pandemia trouxe:

– A narrativa de Clarice sempre me inspirou, muito além da ficção, eu sou apaixonado por um livro de entrevistas dela, de quando ela trabalhou para o Jornal do Brasil, como repórter. Quando eu ia escrever as sugestões de fala, folheava um livro que tenho dela com fotos e trechos de seus livros, basicamente eu pedia licença e a imaginava comigo, na dúvida, perguntava “o que você acha, Clarice?”, Fico sempre me perguntando, o que ela escreveria ou diria desse momento de pandemia. Talvez esse curta tenha me ajudado com essa questão.

O projeto foi contemplado pelo edital Cultura Presente nas Redes da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro (SESEC), gravado durante a pandemia, respeitando os protocolos de segurança e utilizando apenas o interior de um apartamento como set.

O filme estará disponível no dia 08.10 nas plataformas do YouTube e Instagram dos realizadores Joelma di Paula e Allan Fernando.

Ficha Técnica:

Idealização: Joelma Di Paula

Roteiro: Joelma Di Paula e Allan Fernando

Direção, fotografia,montagem, sonoplastia, edição e arte: Allan Fernando

Elenco: Joelma Di Paula

Produção : Joelma Di Paula e Samuel Belo

Voz off do Ministério da Saúde: Allan Fernando

Voz off Radialista e Repórter: Samuel Belo

Trilha Sonora: Youtube Audio Library

Comunicação, marketing e assessoria de imprensa: Joelma Di Paula e Allan Fernando

Serviço:

Duração: 30min

Estreia: 08.10.2020 às 20h15 na plataforma do youtube

Instagram: @joelmadipaula @allanfernando5

Youtube: Joelma Di Paula

Link para a estreia:

Green Rio 2020 ganha formato digital e promove parcerias internacionais em Bioeconomia

Um dos mais importantes eventos sobre bioeconomia no Brasil, o Green Rio, confirma sua nona edição em 2020, migrando para o mundo digital. Pela primeira vez, o evento terá três etapas: nos dias 8 e 9 de outubro, quando acontecerão as conferências temáticas, a partir das 9h, e a apresentação de soluções para pequenos e médios produtores; nos dias 13 e 14, datas em que serão realizadas rodadas remotas de negócios e, fechando o evento, de 24 a 26, haverá o desafio de inovação. Com inscrições antecipadas, o Green Rio online poderá ser acompanhado gratuitamente no site www.greenrio.com.br.

A pandemia influenciou não só o modelo do evento, mas também as temáticas que serão abordadas. Segurança alimentar, saúde e rastreabilidade de produtos, com foco nas tendências pós-Covid-19, ganharão destaque na edição deste ano.

“À medida que a população global continua a crescer, cresce também a urgência da buscar soluções para garantir um fornecimento seguro e sustentável aos consumidores em todo o mundo” afirma Maria Beatriz Costa, organizadora do Green Rio online.

Pelo quarto ano consecutivo, o Green Rio contará com uma delegação da Alemanha para realizar o “German-Brazilian Bioeconomy Workshop”. No primeiro dia de evento, 8 de outubro, haverá  uma chamada bilateral Brasil-Alemanha, abordando dois temas abrangentes: biomassa (incluindo o uso de bioinsumos) e plantas medicinais e aromáticas. Representando o Ministério da Educação e Pesquisa da Alemanha, Andre Noske ainda apresentará o programa de bioeconomia da Alemanha, do qual constam parcerias internacionais. Além disso, especialistas da Alemanha e do Brasil discutirão a preservação do solo e proteção das abelhas.

Outra parceria internacional a ser celebrada no Green Rio será a do Sesc/Mesa Brasil e Food Nation, que é uma iniciativa do governo da Dinamarca, que promove segurança alimentar em todos os elos da cadeia, reconhecida por sua inovação e compromisso com sustentabilidade. A sinergia entre Mesa Brasil e Food Nation será apresentada dia 9, no painel “Saúde Planetária”, no qual o presidente da Fecomércio, Antonio Florêncio Queiroz e a gestora do Programa Food Nation assinarão uma carta de intenções.Ainda no dia 9, ocorrerá o lançamento do desafio para pequenos agricultores, explorando possibilidades de conexão entre bioeconomia e agricultura familiar. Também será dedicado um espaço especial à Amazônia, no qual serão discutidos temas como Bioeconomia da Floresta em Pé, Como garantir cadeias de abastecimento sem desmatamento e Pan-Amazônia.

Entre os palestrantes confirmados estão o secretário Fernando Schwanke (Ministério da Agricultura), Maritta Koch-Weser (Rainforest Business School), Ingo Plöger (empresário) e Carlos Nobre (Amazônia 4.0).

O Green Rio online também precisou fazer adaptações para contemplar os expositores. Com importante papel no fomento ao setor de orgânicos, o evento promoverá, nos dias 13 e 14, uma interação entre expositores e compradores, além de apresentação de vídeos para que o consumidor conheça os produtos e escolha o que comprar.

Já estão confirmadas para o encontro de negócios parceria com SindRio (restaurantes); compradores de lojas de varejo e farmácia de São Paulo e Rio; e polos de gastronomia e hotelaria. Representantes internacionais farão parte do networking digital.

Para fechar o evento, será realizado o desafio de inovação, de 24 a 26 de outubro, em parceria com o Sebrae. A iniciativa funcionará como uma maratona online, buscando soluções para a cadeia produtiva da bioeconomia e do pequeno produtor rural, através de temas como inovação em produtos florestais, irrigação e planejamento de produção.

Reconhecido como plataforma relevante para negócios sustentáveis, desde maio, mês em que tradicionalmente o evento ocorreria, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, os organizadores do Green Rio vêm promovendo webinars com temáticas do evento. “A janela virtual tem um potencial enorme a ser explorado. O excelente resultado que alcançamos com essas prévias, nos dá a certeza de que o Green Rio online será um sucesso”, prevê Beatriz.

Sobre o Green Rio

 O Green Rio teve sua primeira edição em 2012, quando foi um side-event da Rio+20. Ao longo desses oito anos, o evento se firmou como plataforma de negócios sustentáveis que reúne expositores, palestrantes e representantes da economia verde e do setor orgânico. Em rodadas de negócios, o Green Rio já movimentou até hoje mais de R$ 8 milhões.

Confira a programação das conferências:

8 de Outubro, 2020

Tradução simultânea / Transmissão simultânea

Este workshop será gravado

8:30 – Abertura, Boas vindas e Lançamento Chamada Conjunta Bioeconomia Brasil-Alemanha 2020

– Green Rio 2020 – Maria Beatriz Martins Costa (10’)

– German Federal Ministry for Food and Agriculture – Director General Dr. Eva Müller (10’)

– Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Secretário Fernando Schwanke (10’)

– Ministério da Ciência,Tecnologia e Inovações – Secretário Marcelo Morales  (10’)

Declarações dos Ministérios Federais da Alemanha sobre a Estratégia de Bioeconomia da Alemanha renovada e sua implementação e sobre a Chamada Conjunta e seu valor para a Cooperação em Bioeconomia Alemanha / Brasil

– Dr. Andrea Noske, German Federal Ministry for Education and Research (10’)

– Dr. Hans Jürgen Froese, German Federal Ministry for Food and Agriculture (10’)

09:40 – Apresentação da Chamada Conjunta (incluindo especificações para os requisitos do programa)

– FINEP – Representante da FINEP (10’)

– PtJ – Dr. Veronika Jablonowski (10’)

– FNR – Carina Lemke (10’)

FIM DA CHAMADA CONJUNTA

Obsv: As perguntas deverão ser encaminhadas por e-mail e serão respondidas após o evento.

Sessões Temáticas Conjuntas

Obvs: Cada painel não poderá exceder 40 minutos

10:15 – Uso Industrial da Biomassa

Estado da arte e benefícios da cooperação  

– Brazil – Eduardo Couto – Diretor do Laboratório Nacional de Biorenováveis  (15’)

– Alemanha – Prof Unkelbach, Fraunhofer Center for Chemical-Biotechnological Processes (tbc) (15’)

– Instituição convidada – Cleber Soares – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (10’)

11:00 – Plantas Medicinais e Aromáticas

Estado da arte e benefícios da cooperação   

– Brasil – UNISC – Prof. Dr. Sandro Hillebrand (15’)

– Alemanha – Dr. Frank Marthe, Julius-Kühn-Institute (15’)

– Instituição convidada: Dr. Roberto Fontes Vieira – Embrapa Recursos Genéticos (10’)

11:45 – Saúde do Solo

Estado da arte e benefícios da cooperação   

– Brasil – Rachel Bardy Prado (15’)

– Alemanha – Dr. Nendel, Leibniz Centre for Agricultural Landscape Research (ZALF) (tbc) (15’)

– Prof. Dr. Kornelia Smalla Julius-Kühn-Institute, (15’)

– Instituição convidada – Luiz Demattê – Câmara Técnica Agricultura Orgânica       

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (10′)

13:00 – Cadeia de cosméticos e Objetivos do Desenvolvimento

14:00 – Desenvolvimento Regional e Bioeconomia

– MAPA – Marco Pavarino (10’)

– MCTI – Cadeias produtivas da Bioeconomia – Bruno Nunes (10’)

– Itu e Região Metropolitana de Sorocaba- Prefeito de Itu, Guilheme Gazzola (10’)

– Mato Grosso do Sul Case – Secretário Jaime Verruck (tbc) (10’)

– Paraná – Ramiro Wahrhaftig, Presidente da Fundação Araucária (tbc) (10’)

9 de Outubro, 2020

Tradução simultânea / Transmissão simultânea

09:00 – Agenda Temática – Proteção das Abelhas

Estado da Arte e Benefícios da Cooperação  

– Brasil – Osmar Malaspina – UNESP (15’)

– Alemanha – Dr. Jens Pistorius, Julius Kühn Institute (15’)

– Instituição convidada – Ana Lúcia Assad – Associação Brasileira de Estudo das Abelhas (A.B.E.L.H.A.) (10’)

09:50 – Desafio de Soluções Tecnológicas para a Bioeconomia e SocioBiodiversidade

– MAPA – Marco  Pavarino (10’)

– MCTI – Bruno Nunes (10’)

– SEBRAE – Luiz Carlos Rebelatto dos Santos (10’)

– EMBRAPA – Maria Clara Valadares Inglis (tbc) (10’)

10:40 – Amazônia e a Bioeconomia da Floresta em Pé

– Rainforest Business School Maritta Koch-Weser (10’)

– UEA – Universidade do Amazonas – Reitor Cleinaldo Costa (10’)

– Amazonia 4.0 – Carlos Nobre (10’)

– BMEL – Ensure deforestation-free supply chains – Thomas Baldauf (10’)

– Fundação Amazônia Sustentável – Virgilio Viana (10’)

– FINEP – Marcelo Bortolini (10’)

11:50 – Amazônia: Bioeconomia, Agronegócio e Agregação de Valor

– GIZ – Frank Kraemer (10’)

– Amazonas State Secretary of Science and Technology – Tatiana Schor (10’)

– ABAG – Marcello Brito (10’)

– CEAL – Ingo Plöger (10’)

– Instituto SEBRAE AMAZONAS (10’)

– Instituto Escolhas – Sérgio Leitão (10’)

13:00 – Segurança Alimentar – Custos Sociais e Ambientais do Desperdício de Alimentos – Saúde Planetária

– MESA BRASIL/SESC and Food Nation / Denmark (20’)

– Universidade de São Paulo (USP) – Antonio Saraiva (10’)

– Instituto Brasil Orgânico – Rogério Dias (10’)

13:50 – Investimentos Sustentáveis (40′)

Bar Bukowski reabre com novidades

Boa nova para os cariocas: o Bar Bukowski, em Botafogo, reabre para o público na próxima sexta-feira (2 de outubro) com várias novidades, além, é claro, de um rígido protocolo de higiene e distanciamento social. Todos os ambientes serão monitorados para não haver aglomeração.  Em uma ação inédita no Rio, o Bukowski criou seis pistas de dança exclusivas no primeiro e segundo andares da casa para grupos de até seis amigos.

É a primeira casa noturna do Rio que reabre durante a pandemia com esta iniciativa. Os frequentadores do bar poderão dançar por 30 minutos ao som dos DJs da casa e convidados. Em seguida, as pistas serão higienizadas por um serviço especializado antes de receberem os próximos grupos. Os espaços de dança devem ser reservados com antecedência.

— Desenvolvemos protocolos de cuidados para cada situação e cada um dos ambientes do Bukowski. O bar receberá menos de um terço da capacidade da casa, sendo que 70% serão reservas, para evitar filas. Os clientes poderão beber, ouvir música e dançar, mas serão cercados de rígidos controles e cuidados sanitários. Na parte externa da casa, os lugares sentados também são exclusivos, evitando o compartilhamento de cadeiras, diz Pedro Berwanger, fundador e proprietário do Bar Bukowski.

A casa que abriga o mais antigo bar de rock and roll do Rio agora abrirá segunda, quarta, quinta, sexta-feira e sábado. Outra novidade é a carta de bebidas, que ganha o reforço de exóticas caipivodkas: manga com pimentão amarelo, melão com caramelo salgado e frutas vermelhas.

História de amor durante a pandemia

O escritor Charles Bukovski, que inspirou o bar, disse em certa ocasião: “Às vezes você acha bondade no meio do inferno”.  E foi isso que aconteceu. No momento mais difícil, onde todos apostavam no fim do Bukowski, o bar recebeu propostas de apoio financeiro de clientes e amigos.

— Lançamos, então, a ação “Nosso bar por 200 reais”, que transforma o cliente em vip vitalício e ele nunca mais terá que pagar entrada nem enfrentar filas. A campanha foi um sucesso. E com isso, não demitimos nenhum funcionário e ainda fechamos um patrocínio com a Heineken, explica Pedro Berwanger. Ele vê nesse sistema colaborativo um sinal positivo dos novos tempos.

O bar abre segunda, quarta, quinta, sexta-feira e sábado; de 17h a 1h. Durante a pandemia será cobrada uma entrada simbólica (R$ 5,00), totalmente revertida para diferentes causas, escolhidas pelos clientes em votação na Internet.

SERVIÇO

Reabertura do Bar Bukowski

Sexta-feira (2 de outubro)

Rígido protocolo de higiene e distanciamento social. Todos os ambientes serão monitorados para não haver aglomeração.  

Novidade: seis pistas exclusivas de dança para grupos de até seis amigos. É necessário reservar.

Funcionamento: segunda-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira e sábado Horário: 17h à 1h

Rua Álvaro Ramos, 270 – Botafogo

Reservas: 21 2244-7303

Entrada: R$ 5,00 (revertida para causas)

Exposição Francisco Coculilo: a repetição e a reinvenção da paisagem carioca, na Galeria Evandro Carneiro Arte

Baía da Guanabara com Pão de Açúcar.jpg

A Galeria Evandro Carneiro Arte, na Gávea, de 26 de setembro a 20 de outubro a EXPOSIÇÃO FRANCISCO COCULILO: A REPETIÇÃO E A REINVENÇÃO DA PAISAGEM CARIOCA. Filho de europeus, mas carioca de nascença, o artista residiu boa parte de sua vida em Niterói. Sua paixão pela Cidade Maravilhosa é observada em todo o acervo exposto. Das 47 telas que serão exibidas, 43 retratam a Baía da Guanabara, contempladas entre as décadas de 1930 a 1950,  a partir da terra de Araribóia. A curadoria é de Evandro Carneiro. Destacam-se as pinturas da Baía da Guanabara com o Corcovado e o Pão de Açúcar ao fundo, bem como os crepúsculos avermelhados sobre a topografia carioca.

A mostra será aberta ao público SEM VERNISSAGE devido à pandemia, durante o horário de visitação da galeria, de segunda a sábado, das 10h às 19h.

O shopping Gávea Trade Center está funcionando com obrigatoriedade do uso de máscaras e fornece álcool em gel e medição de temperatura para quem entra. Não há necessidade de agendar a visita, pois o espaço é grande e sem aglomerações.

Sobre o artista:

FRANCISCO COCULILO: A REPETIÇÃO E A REINVENÇÃO DA PAISAGEM CARIOCA

Francisco Coculilo nasceu no Rio de Janeiro em 13 de fevereiro de 1893. Filho de europeus, seus pais haviam chegado ao Brasil com os primeiros imigrantes que aportaram aqui desde a proclamação da República, quatro anos antes. Escolheu o Rio de Janeiro para residência fixa, mas a Revolta da Armada, no fim daquele ano, fez com que o pequenino Francesco, antes de completar um ano, se mudasse para o outro lado da baía. Junto com o endereço, o artista mudou também seu nome: do original italiano Francesco Coculichi, passou a ser conhecido como Francisco Coculilo.

Foi aluno do pintor catalão Luis Graner Y Arrufi no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro, quando o mesmo esteve por aqui entre viagens à América do Sul, de 1927 a 1929. Granner teve em Coculilo seu único pupilo brasileiro e ambos se dedicaram principalmente à paisagem de valor iconográfico.

Adulto, o artista fixou residência em Niterói, na Vila Pereira Carneiro 24, na Ponta da Areia, local que sempre foi um dos principais pontos escolhidos por artistas plásticos. Sylvio Pinto, Pancetti e Aluízio Valle foram apenas alguns dos nomes que eternizaram aquela humilde vila de operários, mas que possui o charme peculiar de uma das vistas mais bonitas do planeta.

Coculilo se notabilizou entre os anos 1930 e 50 por retratar a paisagem iconográfica do Rio de Janeiro, a partir Niterói. É provável que ninguém tenha apreciado mais essa vista do que ele que a pintou exaustivamente. A repetição paisagística na obra de Francisco Coculilo é uma característica típica e parte de uma experiência sensorial com os elementos da composição. Quando a percebemos quase obsessivamente em seus quadros, nem sempre atentamos para o fato de que o pintor buscava uma equação entre os elementos da pintura para descobrir o produto real diante de apenas uma constante: a Baía de Guanabara. Estudando-a sob as diversas variações luminosas, descobria as várias possibilidades que um mesmo espaço pode conter e fornecer ao artista. Não a mesma paisagem, mas sempre uma outra perspectiva do natural. Afinal, quando a natureza é transferida para um suporte, está sofrendo uma transformação em sua essência. Na representação não há somente aquilo que o pintor vê, mas coexiste nessa percepção uma interferência que transfere ao objeto a transvaloração de si mesmo. Nesta intenção, o olhar do pintor se renova e aperfeiçoa o que mira, limpando a topografia daquilo que julga ser incorreções, tornando mais belo o cenário em que repousa.

Esta volta do olhar sobre os mesmos motivos pode parecer monótona ao espectador viciado na velocidade moderna e representa o retorno constante do pintor ao mesmo cenário em dias e horas diferentes, tal qual a experiência monetiana com a catedral de Rouen. Coculilo retrata uma paisagem onde o homem está apenas insinuado na pintura, através da cidade que cintila à distância, dos pequenos barcos pousados como nuvens sobre a superfície da baía. O artista soma ao conjunto de elementos observados uma harmonia que insistia em buscar e, ao repeti-la continuadas vezes, é como se integrasse a natureza a uma sinfonia que não cansa aos ouvidos, servindo de música ambiente aos temas que desenvolve, completando a criação daquilo que ela está destituída. Pretensão? Cabe ao espectador formar sua opinião. Verdadeiro? Com a mais absoluta certeza.

Essa exposição contém uma pequena amostra da produção desse surpreendente artista que olhou o Rio como poucos e o pintou como ninguém. Desde as pinceladas criticáveis de Francisco no início dos anos 1920, ao seu amadurecimento artístico, cujo ápice se deu em meados dos anos 1940 e início dos 50, as suas paisagens juntavam no mesmo horizonte elementos topográficos impossíveis de conviver em uma mesma vista.

Já maduro, Coculilo vendia suas telas em frente ao Copacabana Palace, no auge da efervescência turística e do glamour que o bairro representava para o imaginário mundial nos anos 1950. Graças a isso, grande parte de sua obra correu o mundo pelas mãos de milhares de turistas anônimos que visitaram a Cidade Maravilhosa no pós-guerra. Até hoje é comum encontrar suas paisagens na Europa e nos Estados Unidos, tendo essa origem algumas das peças dessa coleção.

O acervo exposto foi sendo adquirido cuidadosamente desde o ano de 2005 e, ironicamente, o fator que mais chamou a atenção para o início desse colecionismo não foi estético ou pictórico, mas sim antropológico: o olhar curioso do artista quanto à recriação da paisagem, o viés “cenográfico” de Coculilo que, assim como os cenários das produções cinematográficas da era de ouro do cinema, criou uma realidade modificada e aperfeiçoada em seus quadros, como um pano de fundo no qual nenhum detalhe que possa diminuir a paisagem deve ser retratado, seus pontos fortes devem ser exaltados e, quando necessário, modificados e acrescidos de um detalhe que valorize a própria criação da natureza.

Hoje, quase 50 anos após sua morte, seu espaço entre os grandes paisagistas brasileiros está marcado, não como o melhor ou como o mais virtuoso, mas, com certeza, como um pintor que foi extremamente honesto com sua pintura, fiel à sua paleta e notoriamente sincero em suas pinceladas. Um pintor que amou o Rio e Niterói, e eternizou a Baia de Guanabara como poucos. Faleceu em 9 de julho de 1971, injustamente esquecido no Instituto de Pneumologia de Niterói, e essa exposição é uma das maneiras de lembrá-lo, apresentando 47 telas do pintor.

Bruno Perpétuo

Setembro de 2020.

Serviço: EXPOSIÇÃO FRANCISCO COCULILO: A REPETIÇÃO E A REINVENÇÃO DA PAISAGEM CARIOCA

Galeria Evandro Carneiro Arte: Rua Marquês de São Vicente, 124 (Shopping Gávea Trade Center). Salas 108 e 109.

De 26 de setembro a 20 de outubro de 2020.

Visitação: de segunda a sábado, das 10h às 19h.

Telefone: (21) 2227.6894

Estacionamento no local.

Site: http://www.evandrocarneiroarte.com.br/

Instagram: @galeriaevandrocarneiro

“Leituras” estreia on-line em 20 de setembro

Livremente inspirado na obra “A Menina de Papel”, de Julián Fuks, o curta-metragem “Leituras” estreia em 20 de setembro (domingo, às 18h)e pode ser assistido no site www.celacanto.art, com acesso livre e gratuito. Idealizado pela atriz, cenógrafa, professora e pesquisadora Marília Misailidis, o filme foi todo gravado durante a quarentena no apartamento em que mora com o marido Seblen Mantovani, que também assina a câmera e a fotografia da produção.

Voltado para o público infanto-juvenil, o curta de 12 minutos mistura live action, desenho, recortes e animação para contar a história de duas leitoras que pertencem, cada uma a seu modo, tanto ao plano da ficção quanto ao plano da realidade.  No desenrolar da trama, elas tomam consciência de si mesmas e de onde estão inseridas enquanto desempenham com o público uma mesma ação: ler. 

“Embora exista uma diversidade imensa de textos e possibilidades de leitura, é comum nos depararmos com esforços que acabam por reduzir essa ação a um gesto passivo, onde o leitor é visto como alguém destituído de capacidade e desejo, alguém que se submete a leituras por acreditar que um dia esse ato voluntário de submissão e anulação será recompensado com o poder do conhecimento e do controle”, analisa a autora. “Diante disso, acho fundamental lembrarmos e apresentarmos outras imagens, em especial aquelas que lembram que a leitura pode ser também um ato de criação, encontro e afeto. Ou ainda, um lugar paradoxal onde o encontro com uma voz alheia só é possível se o leitor for capaz de retomá-la e fazê-la ecoar dentro de si com a sua própria voz”, explica Marília Misailidis.

Em “Leituras”, Marília desenhou mais de 40 ilustrações que compõem a arte do curta-metragem. Tendo como referência estética o artista italiano Virgilio Villorese, ela presta homenagem à antiga tecnologia do cinema usando recursos de animação, que convivem em harmonia com elementos contemporâneos. Marília e Seblen gravaram ao longo de 15 dias em diversos ambientes do apartamento do casal e até no corredor do prédio onde moram, no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. Ao todo, foram três meses de trabalho, contando com a pré e pós-produção.

“Esse filme fez meus olhos brilharem. Quero dar continuidade às coisas que acredito, principalmente neste momento em que os livros podem ser taxados e podem se tornar algo raro e cada vez mais elitista”, conclui.

O curta-metragem foi contemplado pelo Edital Cultura Presente nas Redes da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, de caráter emergencial para o fomento de produções culturais em tempos de pandemia.

MARÍLIA MISAILIDIS é professora, pesquisadora, atriz e cenógrafa. Como professora, tem experiência com o ensino de língua portuguesa para o Ensino Fundamental e Médio e língua inglesa para todas as idades. Como pesquisadora, se dedicou ao estudo da tragédia grega clássica e das possibilidades de diálogo entre a literatura e o teatro, criando adaptações e fazendo estudos de caso. Como atriz, trabalhou com os diretores Naum Alves de Sousa, Ivan Sugahara e Diogo Liberano. Como cenógrafa, em 2019, participou da mostra de estudantes brasileiros na “Quadrienal de Praga de espaço e desenho da performance”, principal evento internacional que engloba áreas como cenografia, figurino, iluminação cênica, sonoplastia, visagismo e arquitetura teatral.

SEBLEN MANTOVANI é montanhista, fotógrafo e cineasta. Como cineasta, busca revelar para o público um pouco de tudo o que vive a partir de sua experiência em ambientes naturais. Ganhou, em 2016, o prêmio de melhor fotografia pelo Cine Amazônia com o curta documental “Jegues”.  Dirigiu e fotografou o documentário “Geração Lendária”, que retrata o desenvolvimento do montanhismo brasileiro nos anos 80 por meio de figuras emblemáticas do esporte. Viajou pelos quatro continentes gravando as séries “Montanhistas e Escaladores de Vulcões” para o Canal OFF.

Sinopse:

Num momento em que os livros podem se tornar objetos ainda mais raros, o curta-metragem “Leituras” oferece um olhar poético sobre as inúmeras trocas que podem acontecer entre realidade e ficção enquanto ainda existirem leitores e leituras.

Leituras

Curta-metragem de Marília Misailidis

Estreia: 20 de setembro, domingo, às 18h, em www.celacanto.art

Duração: 12 min. Classificação etária: livre.

Ficha Técnica:

Roteiro, ilustrações, direção de arte e produção: Marília Misailidis 

Operador de câmera e direção de fotografia: Seblen Mantovani 

Trilha original: Luis Henrique Misailidis

Edição: Fábio Cardoso

Arte de divulgação: Isabella Castro

Programação do Sesc RJ homenageia mulheres do samba

O Sesc RJ apresenta neste sábado (19/9), às 11h, “As bambas”, contação de história encenada pela atriz Paulinha Cavalcanti, que homenageia mulheres do samba. A atividade será transmitida ao vivo no YouTube (@portalsescrio) e no Facebook (@SescRJ) da instituição dentro da programação do Arte em Cena, projeto em que o Sesc RJ exibe conteúdos artísticos em suas redes sociais.

“As Bambas” conta histórias sobre a sambista, intérprete e cantora Clementina de Jesus, que foi empregada doméstica e, aos 63 anos, conquistou notoriedade na música, trazendo ao público as músicas africanas e afro-brasileiras que aprendeu na infância e interpretando diversos sambas e canções da cultura popular e de terreiro. Na apresentação, Paulinha Cavalcanti também faz uma singela homenagem a outras estrelas do gênero, como Dona Ivone Lara, Jovelina Pérola Negra e Lecy Brandão.

SERVIÇO

Contação de histórias “As Bambas”

Com Paulinha Cavalcanti

Dia 19/9/2020 – 11h

YouTube (@portalsescrio) e Facebook (@SescRJ)

Classificação: livre

Grátis

Espetáculo “A Protagonista” estreia em ambiente virtual nesta sexta-feira

Previsto para estrear no Sesc Tijuca em 20 de março deste ano, mas cancelado por conta da pandemia da Covid-19, o espetáculo “A Protagonista” ganha temporada on-line a partir desta sexta-feira (18/9) dentro da programação do projeto Arte em Cena, do Sesc RJ.  Encenado pelo Coletivo Paralelas e transmitido pela plataforma Zoom, o espetáculo levanta a reflexão sobre os agentes que limitam a livre atuação da mulher na sociedade, tomada por vigilância e opressão.

A peça foi adaptada pelo grupo para ser realizada na plataforma virtual. Além da mudança de formato do ambiente presencial para o digital, o espetáculo teve seu enredo atualizado ao contexto pandêmico. Nessa nova versão, passa a contemplar a opressão ao gênero feminino no que se refere à exposição e espetacularização da mulher, a sobrecarga no acúmulo de funções e o controle sobre as decisões de sua vida, agora de modo virtual, em que suas escolhas e ações passam ainda mais pela vigilância social.

O enredo mostra um jogo que mistura ficção e realidade. Uma atriz convidada, que não ensaiou o espetáculo, chega para viver a experiência de uma nova funcionária em um ambiente de trabalho virtual. No decorrer da peça, ela se relaciona com as funcionárias antigas da empresa, vividas pelas atrizes fixas do espetáculo. Essas mulheres entrelaçam suas histórias a partir de questões que perpassam esse momento de relações e trabalhos remotos.

Colaboração de Miwa Yanagizawa – “A Protagonista” é o terceiro espetáculo do Coletivo Paralelas. Ele surge como uma expansão das pesquisas desenvolvidas em “Piranha não dá no mar”, peça participante do projeto Mostra Regional de Artes Cênicas, do Sesc RJ, no qual nomes consagrados das artes cênicas do país contribuem com elementos para espetáculos de companhias de diferentes localidades do estado. No caso do Coletivo Paralelas, a colaboração foi de Miwa Yanagizawa, vencedora do último prêmio Shell na categoria direção com o trabalho “Nastácia”. Para “A Protagonista”, a parceria com a atriz e diretora se mantem, e o grupo decide aprofundar a investigação do jogo como instrumento cênico e a reflexão sobre os agentes que limitam a livre atuação da mulher na sociedade.

SERVIÇO

“A Protagonista”

Temporada: de sexta a domingo, às 20h, de 18/9 a 11/10

Gratuito

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 60 minutos

Formulário para participação: disponível na “Bio” do Instagram do Coletivo Paralelas (@coletivoparalelas) ou por meio de solicitação ao e-mail contato.coletivoparalelas@gmail.com.

OBS: No formulário, espectador informar o dia que deseja assistir. O link/ID de chamada na plataforma Zoom será disponibilizado 1 hora antes de cada apresentação.

FICHA TÉCNICA

Criação: Carol Babosa, Juliana Soure e Tatiane Santoro

Direção: Juliana Soure

Orientação artística: Miwa Yanagizawa

Direção audiovisual: Laís Dantas

Dramaturgia: Juliana Soure e Renata Sofia

Roteiro audiovisual: Renata Sofia

Elenco: Aliny Ulbricht, Carol Barbosa, Rosa Nogueira, Tatiane Santoro

Atrizes convidadas: Bárbara Assis, Bárbara Jordão, Caju Bazerra, Dani Anatólio,

Débora Crusy, Fernanda Dias, Gabriella Cristina, Gabriela Estolano, Geandra Nobre,

Lidiane Oliveira, Rebecca Gotto e Vika Flôr

Orientação teórica: Pâmela Carvalho

Preparação corporal: Camila Rocha

Iluminação: Nina Balbi

Figurino: Carla Costa

Mídias, design gráfico e fotografia: Franco Albuquerque

Direção de produção: Mariana Rego

Produção executiva: Julia Abreu

Assessoria de imprensa: Duetto Comunicação

Realização: Coletivo Paralelas

SINOPSE

Uma atriz convidada, que não ensaiou o espetáculo, chega para viver a experiência de uma nova funcionária em um ambiente de trabalho virtual. No decorrer da peça ela se relaciona com as funcionárias antigas da empresa, vividas pelas atrizes fixas do espetáculo. Em um jogo que mistura ficção e realidade, essas mulheres entrelaçam suas histórias a partir de questões atravessadas por esse momento de relações e trabalhos remotos.

1ª Feira Literária de Tiradentes – FLITI de 8 a 11 de outubro

A 1ª Feira Literária de Tiradentes – FLITI é 100% gratuito cuja proposta principal é o incentivo à leitura e ao hábito de ler através do contato com autores, programações lúdicas e atividades artísticas literárias para todas as faixas etárias.

O tema principal da 1ª edição da FLITI será a diversidade cultural mineira: A herança deixada  pelos africanos e indígenas. A dança, a culinária e a arte barroca também serão destaque na programação com participação de escritores locais e nacionais, editoras e livreiros.

A FLITI pretende estimular a participação dos moradores de Tiradentes e cidades próximas com atividades para diversos públicos e faixas etárias.

“A partir da leitura de um livro é possível experimentar papéis, descobrir possibilidades nunca pensadas, refletir sobre determinadas situações coletivas e individuais e ser impulsionados a sonhar e recriar suas vidas. O livro é um objeto transformador, que torna possível transportar o leitor para o mundo fictício, onde se pode encontrar respostas para muitas das perguntas do

mundo real. Neste sentido a Feira Literária de Tiradentes – FLITI é um importante elo articulador de atividade cultural, que vem a contribuir para que os espaços públicos voltem a ser lugares onde a sociedade se expressa e também onde pode adquirir  conhecimento na diversidade de ofertas culturais e literárias”, diz a idealizadora da FLITI Cristina Figueiredo da Korporativa. 

Acessibilidade e Democratização

A maior parte das atividades será realizada na praça principal da cidade de Tiradentes que possui em seu entorno acesso facilitado e prioritário para o público PNE. Alguns eventos da FLITI contarão com a presença de um intérprete de LIBRAS para atender aos deficientes auditivos.

Todos os eventos na FLITI serão gratuitos. O acesso aos lugares onde ocorrerão as atividades artísticas literárias, assim como os encontros com autores, sessões para autógrafos e contação de histórias serão totalmente gratuitos. As atividades da FLITI ocorrerão em espaços públicos. Vale ressaltar que crianças e adolescentes da rede pública de ensino estarão diretamente convidadas e vinculadas à feira literária. Os conteúdos produzidos ao longo da FLITI serão disponibilizados em mídia digital e, ainda, através das redes sociais do evento (instagram e facebook)

Flexibilização das medidas de isolamento social de forma responsável

A FLITI  esta seguindo todos os protocolos baseado no Minas Consciente. Ação do governo  destinado orientação  de forma responsável, da flexibilização das medidas de isolamento social em cada município, permitindo a retomada parcial da economia e observando o impacto no sistema de saúde. (https://www.mg.gov.br/minasconsciente)

https://www.facebook.com/feiraliterariadetiradentes/

https://www.instagram.com/flitifeiraliterariatiradentes/

1ª Edição da FLITI Feira Literária de Tiradentes

Data: 8 a 11 de outubro de 2020

Locais:  Praça central da cidade de Tiradentes – MG

Horário:

“Cardinal”, peça que aborda o feminicídio no Sertão do Ceará, faz sessão única no YouTube

Dia 20 de setembro, às 19h, reestreia, em sessão única, a peça Cardinal, vencedora na Categoria Drama – Juri Técnico, do 1º Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro, promovido pela Cia Banquete Cultural. Segundo a jurada Luciana Bicalho, trata-se de um trabalho instigante, que mescla o cotidiano recente pelo qual passamos e uma interpretação cênica forte, consolidada na temática proposta. “O espetáculo se dá em cortes entre a repetição do dia a dia, que ainda tem possibilidade cênica de se pesquisar mais nuances nos gestos, e o extra-cotidiano, muito bem encenado e que emerge a partir da problemática denunciada: o feminicídio no sertão do Ceará”, comenta Luciana.
De acordo com o diretor do Festival, Jean Mendonça, Cardinal é um convite a adentrar no universo feminino em pleno sertão cearense. “Uma mulher desdobrável em tantas que já habitaram o lugar, o sanatório, aquela casa e vizinhança. Aproximação e distanciamento na ótica de uma câmera que penetra fundo no íntimo de uma mulher”, ressalta ele.
Sinopsede Cardinal: A ancestralidade feminina indígena está posta nos corpos que compõem esta obra. O texto, escrito pela atriz/performer/dramaturga Bárbara L. Matias, tenta entender como pensar a relação entre o índice de feminicídio no Estado do Ceará, e sua existência quanto mulher cidadã. Como uma obra artística fictícia, pode ser totalmente influenciada pela realidade da intérprete. Cardinal está dentro de uma produção cênica que transita pela hibridação das linguagens do teatro, performance e cinema, assim o espetáculo traz e faz um recorte do que está sendo exercitado e pensado na criação cênica contemporânea em suas dimensões expansivas. Enquanto poética, o espe tá ;culo suscita que o espectador, por meio dos sentidos sensoriais,  tenha a oportunidade de vivenciar uma criação que o desperte a pensar possibilidades outras de entrecruzar linguagens.
De acordo com a jurada Silvana Stein,  Bárbara L. Matias tem atuação envolvente durante toda apresentação, onde o canto da atriz também atua. Ela conta que do início ao fim, a água é um elemento primordial na dramaturgia: a água que higieniza, que acalenta no banho, que hidrata seres e plantas, a água que aparece em forma de sangue sobre uma mesa e na segunda pele da atriz como mancha de sangue no vestido.
Para a apresentação foi criada uma Vakinha virtual para a compra do ingresso solidário. Cada pessoa paga o valor que puder e achar justo para acompanhar a apresentação. Basta acessar o link: http://vaka.me/1356388. Cardinal terá sessão única, dia 20 de setembro, domingo, às 19h, no Canal da Cia Banquete Cultural, no YouTube.

Sobre o Festival
Segundo o diretor do Festival, Jean Mendonça, o 1º Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro, realizado de maio a agosto de 2020, foi uma catarse coletiva, do primeiro ao último espetáculo a se apresentar em tempo real pelo Zoom na primeira fase, quanto online pelo YouTube na segunda fase. “A experiência de ver o acontecimento cênico se dando aos nossos olhos em tempo real através de uma tela de celular ou de um computador, foi mais uma confirmação de que essa forma de fazer teatro é mesmo possível e que a conexão da presença atores X público realmente é mantida, mesmo que de uma forma diferente da tradicional. Muito interessante ver os artistas se reinventando e tornando a experiência cada vez mais agradável”, explica. < br /> Para Jean, a história do nosso tempo está sendo reescrita. O cenário pandêmico, como outros eventos catastróficos da humanidade, vem para rearranjar as estruturas, mostrar novos valores, novas visões, novos fazeres. “Não podemos só nos apegar aos fatos ruins que são notícias verdadeiras e que tanto nos atormentam diariamente. Precisamos fazer alguma coisa, apesar disso tudo. Precisamos re-existir! Este Festival nos mostra que somos todos vencedores!”, finaliza.
Serviço
Espetáculo:Cardinal
Gênero: drama                        
Quando: 20/09 (domingo)
Classificação: 14 anos
Horário: 19h
Local: YouTube – Canal da Cia Banquete Cultural
Organizador do evento: Cia Banquete Cultural
Assessoria de imprensa: Sevilha Comunicação

Ficha Técnica do espetáculo
Direção e Iluminação: Jamal Corleone
Atuação e Dramaturgia: Bárbara L Matias
Cenotécnica e Operação de Som: Francisco Francieudes
Produção: Equipe Cardinal

A pesquisa de “Narrativas” e o nascimento do Teatro e Jardim

NARRATIVAS surgiu no contexto da Pandemia de 2020. Na procura por alternativas ao fechamento dos teatros e a paralização das atividades no campo da cultura, o artista André Roman remexendo alguns de seus escritos resolveu contar algumas histórias pessoais que remontam a sua infância e ancestralidade, ambas ligadas à terra, ao cultivo de subsistência em pequena escala e ao modo de vida simples do interior. Criado para o Edital Cultura Presente nas Redes da SECEC RJ, NARRATIVAS propõe uma experimentação inspirada nas rupturas espaciais e temporais já operadas nas artes cênicas e busca fazer um trânsito entre a linguagem teatral e performática e o audiovisual, servindo-se de procedimentos modernos da produção artística do século XX, como a montagem e a colagem, a foto-performance e a vídeo-performance. O processo de criação fez uso de textos de diferentes momentos da vida do artista para contar parte de sua história, e em suas rupturas temporais e espaciais, ganhou uma significação universal, pela compreensão de que nossas histórias também dizem do outro. Toda a espacialidade foi concebida a partir da apropriação espacial do mini jardim e da mini horta do artista que compõe o Mini Horto do André e, faz uso de plantas comestíveis cultivadas por ele, uma outra dimensão, oculta e particular, deste ato performático chamado NARRATIVAS.

A equipe reúne um pequeno time de craques em torno do seu nascimento. A direção artística foi capitaneada pela diretora teatral Chía Rodriguez, responsável pela direção de Consertam-se Imóveis, espetáculo que Roman produziu a partir de 2016, estabelecendo desde então uma sólida parceria com a artista. A dramaturgia de Roman teve orientação dramatúrgica de Luciana Zule, parceira de longa data, com quem o artista trabalha desde 2012. A montagem, edição e efeitos sonoros, são assinadas por Augusto Rodrigues, artista por quem Roman se encantou,

após conhecer a produção criada na parceria Augusto Rodrigues, Dora Abreu & Maria Magnólia, com a performance Euletrônico.

A pesquisa de NARRATIVAS marca o nascimento de uma outra ideia, o TEATRO DE JARDIM. Nascido dentro do Mini Horto do André, o TEATRO DE JARDIM propõe a apropriação da sua espacialidade e de seus elementos naturais como plantas e flores cultivadas pelo artista, nas suas criações cênicas. O TEATRO DE JARDIM é uma ideia que visa o fomento da produção artística local, a transmissão online de eventos artísticos, saraus, palestras, encontros e apresentações realizadas nas suas dependências, bem como futuramente, apresentações presenciais para pequenos grupos de 10 pessoas, com degustação gastronômica temática e ainda, ações de arte e natureza, com foco no atendimento a escolas públicas do próprio bairro onde funciona. No mês de outubro, o Teatro de Jardim vai estrear O Menino que Plantava Flores, uma singela encenação com bonecos feita numa parceria com o ator e manipulador de bonecos Márcio Nascimento.

Para acompanhar o TEATRO DE JARDIM basta acessar o instagram @minihorto_teatrodejardim.

SINOPSE

NARRATIVAS é um mergulho nas lembranças de infância de um menino do campo. A encenação reelabora algumas situações da vida do menino e do homem artista aos 42 anos de idade. No processo, o público passeia visualmente pela espacialidade da horta e do jardim, enquanto vai construindo junto a cena apresentada, a sua produção de sentido pessoal, a partir deste trabalho que visa resgatar a importância benfazeja do contato do homem com a natureza e de como podemos ser melhores e mais felizes criando pequenos espaços de cura e beleza em nosso cotidiano.

FICHA TÉCNICA

Direção Geral: Chia Rodríguez

Argumento e Dramaturgia: André Roman

Espetáculo virtual “Memórias de um Suicida” no mês setembro amarelo

Neste espetáculo inédito baseado na grande obra de Yvonne A. Pereira, Camilo Cândido Botelho – pseudônimo de autor Camilo Castelo Branco – descreve a famosa médium Yvonne A. Pereira e sua dolorosa experiência pós-morte pelo suicídio. O espetáculo traz não somente um “apelo à valorização pela vida” mas também trata da grandeza da Misericórdia Divina para com os suicidas. Esta obra nos oferece a oportunidade de conhecer o Universo e a vida em sua plena concepção.

A imortalidade da alma e  a moral cristã são temas confortadores aos corações em sofrimentos, bem como outros temas relevantes estudados para a compreensão de que “nenhuma tentativa para o reerguimento moral será eficiente se continuarmos presos à ignorância de nós mesmos”.
A morte não é o fim e há um caminho de reconstrução para todos.

Um belíssimo espetáculo que proporcionará ao público uma imersão nos valores cristãos e nos ensinamentos da Caridade e o Amor.
UMA GRANDE HISTÓRIA, UMA LINDA MONTAGEM TEATRAL, DIRETO EM SUA CASA!

Garanta já o seu ingresso:
https://www.sympla.com.br/espetaculo—memorias-de-um-suicida__917681

Cininha de Paula lança curso on-line para o público maior de 60 anos

A CN Artes, escola de atores dirigida pela atriz e diretora Cininha de Paula, abre uma programação de cursos on-line totalmente voltada para o público com mais de 60 anos.  “Cante, Dance e Atue” tem como proposta ensinar, de forma lúdica e divertida, as várias linguagens do universo artístico por meio da internet. “A nossa intenção é trazer alegria, união, inclusão social e digital para essas pessoas tão afetadas pela pandemia. Queremos brincar. E brincar não tem idade”, argumenta Cininha de Paula.

Quem sabe, para muitos idosos, seja esse o momento de revisitar sonhos antigos e dar vazão aos seus desejos, após cumprir etapas da vida como ver os filhos criados, realização profissional e padrão de vida estabilizado. Investir num curso, sem qualquer pretensão de se tornar profissional, pode ser muito satisfatório. Está provado que a arte proporciona saúde física e mental, desenvolvendo a capacidade cognitiva, melhorando o raciocínio, a concentração e a memória – o antídoto para aqueles que veem o ato de envelhecer como sinônimo de demência.

No formato online, o aluno tem a oportunidade de fazer o curso de qualquer lugar. O palco é a sua sala de estar; o professor, a tela do computador, celular ou tablet, com total interação. As aulas terão no mínimo 10 e no máximo 20 participantes e serão realizadas uma vez por semana pelo aplicativo Zoom, durante 4 ou 5 meses, dependendo do curso. Ao final, os alunos farão uma apresentação, que poderá ser assistida pelo canal da CN Artes no Youtube.

Programação dos cursos

Musical: atividades de canto, dança e teatro. Duração: 5 meses. Carga horária: 3 horas semanais. Turmas: sextas-feiras, das 18h às 21h; sábados, das 14h às 17h. Início do curso: 18 de setembro (sexta) e 19 de setembro (sábado).

Audiovisual: apresenta a linguagem da interpretação para a câmera, com cenas e memorização de textos. Duração: 5 meses. Carga horária: 2 horas semanais. Turmas: segundas-feiras, das 19h às 21h. Início do curso: 21 de setembro.

Roteiro: construção de uma história, a partir de uma ideia do aluno. Duração: 4 meses. Carga horária: 2 horas semanais. Turmas: quartas-feiras, das 20h às 22h.Início do curso: 23 de setembro.

Comédia- serão trabalhados exercícios do humor. Duração: 4 meses. Carga horária: 2 horas semanais. Turmas: quintas-feiras, das 20h às 22h.Início do curso: 24 de setembro

Inscrições e mais informações pelo WhatsApp (21) 99742-2693  e

(11) 96315-6914.

Investimento mensal: R$ 350,00.

Todos os cursos terão a supervisão geral de Cininha de Paula.

“Cante, Dance e Atue” conta com o apoio de parceiros do segmento 60 + (Filha & Cia -Gestão de Idosos,  Raizes.etc,  Núcleo 60+, Aging 2,  Ativen Envelhecimento Ativo e Unibes Cultural).

Museu Janete Costa de Arte Popular abre a exposição “Entre Fragmentos e Frestas”

O Museu Janete Costa de Arte Popular abre, no dia 9 de setembro (quarta-feira), a exposição ‘Entre Fragmentos e Frestas’, com cerca de 80 obras, de 50 artistas, como Izabel Mendes, Agnaldo Santos, Itamar Julião, Chico Tabibuia, Jadir João Egídio, Mestre Didi, Mestre Guarany, Wuelyton Ferreiro, Maurino Araújo, Benedito, entre outros, cujas descendências africanas, além do alto nível de criação plástica, se manifestam, por meio da arte. Os trabalhos fazem parte das Coleções de Jorge Mendes e Jorge Guedes, Irapoan Cavalcanti e Galeria Pé de Boi. Curadoria e cenografia de Jorge Mendes.

Logo na entrada da mostra, o público vai poder ver uma escultura de Dona Izabel Mendes, ceramista e símbolo de resistência, que transformou o barro em arte, abrindo caminhos para que as pessoas de sua comunidade tivessem um ofício e uma melhor qualidade de vida. “O nosso propósito é apresentar mestres da arte brasileira, onde a negritude, ancestralidade africana e contemporaneidade se manifestam através de suas obras e propõe um diálogo com o momento atual do Brasil, onde tentativas de censura, racismo e intolerância religiosa são diariamente vivenciados”, explica o curador.

‘Entre Fragmentos e Frestas’ representa artistas populares de diversas regiões do Brasil, que se unem, por meio da arte. Assim, através de suas esculturas em barro, traduzem momentos de sofrimento, de superação e de resgate de suas raízes. O público vai poder ver, ainda, trabalhos em madeira e pinturas em tela, que representam memórias da relação entre homens e animais. A natureza é representada, mesclando realidade e encantamento.

A sonorização também está presente, provocando uma imersão dos visitantes na exposição. Sons de atabaques, que ecoam em potes de barros, dão um tom especial à mostra. Neste espaço, há, ainda, esculturas dos mestres Didi e Wuelyton Ferreiro, com suas vivências relacionadas ao Candomblé e ao axé. Em paralelo, em outro ambiente, o público pode observar, entre frestas, pórticos de igrejas projetadas por Aleijadinho e referências ao barroco mineiro, presentes nos trabalhos de Maurino Araújo. Obras estas que dialogam com a religiosidade popular, de matrizes diversas.

Importante ressaltar que para garantir a segurança e a saúde dos visitantes e funcionários, por conta da pandemia da Covid-19, serão seguidos protocolos sanitários como a higienização das mãos com álcool em gel, aferição de temperatura,

obrigatoriedade do uso de máscaras e controle de acesso. A recepção do museu ganhou também um painel de acrílico para proteção dos visitantes e funcionários.

Serviço:

Exposição “Entre Fragmentos e Frestas”

Curadoria e cenografia de Jorge Mendes

Abertura: 9 de setembro (quarta-feira), a partir das 10h

Visitação: de 9 de setembro de 2020 a 28 de fevereiro de 2021

Local: Museu Janete Costa de Arte Popular

Endereço: Rua Presidente Domiciano, 178, Ingá, Niterói-RJ

Telefone: (21) 2705-3929

Visitação: de terça a domingo, das 10h às 18h

Entrada gratuita

O espetáculo “Nefelibato” terá exibição on-line nos dias 12, 19 e 26 de setembro, às 21h

Pelas ruas da cidade, Anderson oscila entre a lucidez e a loucura – ele hoje é apenas a sombra de um homem outrora bem-sucedido, mas que perdeu tudo: sua empresa, todas as suas economias, o grande amor da sua vida e um parente querido. Na fronteira com o delírio, mas ainda capaz de lampejos de sabedoria, essa pungente figura é interpretada pelo ator Luiz Machado no solo “Nefelibato”. Escrito por Regiana Antonini, dirigido por Fernando Philbert e com supervisão artística de Amir Haddad, o monólogo, que está há quatro anos percorrendo os palcos do país, terá três sessões este mês a partir de material pré-filmado: dias 12, 19 e 26 de setembro, às 21h. Os ingressos estarão disponíveis na plataforma IClubbe; para comprar, basta acessar www.iclubbe.com/nefelibato na data e horário da sessão escolhida e fazer o seu login. O ingresso é válido apenas para um login por compra.

A trama é ambientada na década de 90, mas dialoga muito com o Brasil de hoje. Em cena, os efeitos devastadores do Plano Collor, que levaram Anderson a se tornar morador de rua. O país voltava a ter um governo eleito democraticamente e a inflação galopante exigia medidas drásticas. A saída da nova equipe econômica foi confiscar parte da caderneta de poupança da população, o que levou milhares de brasileiros ao desespero e à bancarrota. Muitos enlouqueceram. Esse é o caso de Anderson, que ainda amarga outras perdas em sua vida.

Com 25 anos de carreira (incluindo teatro, TV e cinema), Luiz Machado tem em “Nefelibato” o primeiro monólogo. “Anderson é alguém que vive situações limite. Um equilibrista no fio tênue entre lucidez e loucura, vida e poesia”, diz o ator. O quanto de loucura é necessário para o ser humano não perder a própria vida? Essa pergunta acompanhou o diretor Fernando Philbert ao longo do processo da montagem. “Quis tratar do instinto de sobrevivência que o ser humano tem e esquece que tem. Viver na rua é o caminho que ele encontrou para continuar vivo”, destaca o diretor.

Trechos de críticas

Luiz emociona com o olhar. Penetra na alma e nos faz questionar, em plena área de cracolândia paulistana, onde Nefelibato está em cartaz, toda a realidade que tentamos fazer invisível está ali e coexiste com a cidade. – Kyra Piscitelli, site Aplauso Brasil

“Nefelibato” é um espetáculo que, através da admirável atuação de Luiz Machado, dialoga eficientemente com a consciência de um personagem que mantém-se íntegro em valores, mesmo que lançado ao despenhadeiro emocional pela indiferença da nossa sociedade. – Renato Mello, site Botequim Cultural

Luiz Machado

Com 25 anos de carreira, Luiz Machado formou-se ator pela Universidade do Rio de Janeiro (Uni-Rio) em 1994. No teatro, trabalhou em 37 peças, tendo produzido quatro delas. Trabalhou com diretores como João Bethencourt (de quem foi também assistente em “Como matar um playboy”), Maria Clara Machado, Domingos Oliveira, João Fonseca, entre outros. Em 2016, estreou “Nefelibato”, seu primeiro solo, no Porão da Casa de Cultura Laura Alvim.

Na TV, fez parte da série “Z4” (Netflix) e integrou a segunda temporada da série “Magnifica 70” (HBO), com direção de Claudio Torres. Protagonizou a série “Família imperial”, coprodução do Canal Futura com a TV Globo, com direção de Cao Hamburguer. Na TV Globo, atuou em mais de 30 produções, como as novelas “Flor do Caribe” e “América” e os humorísticos “Zorra total”, “A grande família”, “A diarista” e “Sob nova direção”. Atuou também em cinco novelas da Rede Record, entre elas, “Poder paralelo” e “Chamas da vida”.

No cinema, fez “Paixão e acaso”, de Domingos Oliveira, “Transeuntes”, de Eric Rocha, e “Nosso lar”, de Wagner de Assis.

Ficha técnica:

Texto – Regiana Antonini

Supervisão artística – Amir Haddad

Direção – Fernando Philbert

Interpretação – Luiz Machado

Cenografia e figurino – Teca Fichinski

Iluminação – Vilmar Olos

Música – Maíra Freitas

Direção de movimento – Marina Salomon

Preparação vocal – Edi Montecchi

Design gráfico – Cláucio Sales

Assessoria de imprensa – Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Assistente de direção – Alexandre David

Assistente de cenário – Juju Ribeiro

Direção de produção – Joaquim Vidal

Realização – LM Produções Artísticas

Serviço:

Nefelibato – Exibições virtuais

Homem oscila entre a lucidez e a loucura após perder tudo e ser obrigado a viver nas ruas

Temporada: 12, 19 e 26 de setembro, às 21h.

Ingressos: R$ 20

Onde comprar e assistir: IClubbe (www.iclubbe.com/nefelibato).  

Classificação etária: 14 anos

Nas redes sociais:

Facebook: facebook.com/espetaculonefelibato/

Instagram: @espetaculonefelibato

RESÍDUO (pares no luxo e no lixo)

RESÍDUO (pares no luxo e no lixo) é o tema desta versão do espetáculo em vídeo, criado para o Edital Cultura Presente nas Redes da SECEC RJ. RESÍDUO é também um tema que contorna as inquietações criativas dos artistas Rocio infante e Mario Silva desde 2016. Rocio Infante vem abordando esse assunto direcionando o tema de várias formas e sempre com um novo formato sob direção de Lu Grimaldi e em parceria com Mário da Silva que é músico, compositor e performer. Nessa versão inédita para vídeo, o projeto tem a participação especial, de João Vitti e Valéria Alencar na interpretação de textos poéticos. As vozes, o som e a imagem na dança colocam na cena da casa, um casal no seu isolamento social, com os elementos que lhes restam, tanto de diálogo como de objetos. A solidão a dois é retratada por movimentos e por imagens projetadas. O que contorna de forma potencial é a direção de Lu Grimaldi que direcionou todas as cenas bem como a edição que foi executada por Thiago Monteiro. Um trabalho minucioso dirigido através de um celular e dentro da plataforma zoom. A sugestão de inserir mais uma vez e trabalhar com o tema foi de André Roman, ator e produtor que é um fã e articulador de trabalhos com temas que desloquem o olhar para a conscientização ambiental, preservação e valorização da natureza e de suas riquezas, tão necessárias ao nosso bem estar. O figurino de Benedito Netto é composto pelo aproveitamento total do tecido sem deixar resíduo – aliás é parceiro de longa data e sempre assina os figurinos dos trabalhos de Rocio e acompanha os projetos que tem propostas semelhantes. A filmagem de RESÍDUO em casa abrigou um novo momento e questionamento. Uma experiência nova e revigorante. Um aprendizado para todos nesse novo momento.

Sobre a Artista Rocio Infante

Bailarina, coreógrafa. Pós-Graduada Preparação Corporal nas Artes Cênicas na Faculdade Angel Vianna. Formação em Dança pela Nikolais/Louis Foundation for Dance NY. Especialização em Dança NY na Jennifer Muller e Alexander Technique. Foi professora da Fundação UNICENTRO, da Pós-Graduação em Performance FAV, Corpo de Baile da Fundação Teatro Guaira.  Graduada em Educação Física.  Obras coreografadas, 29 delas encontram-se no endereço do www.youtube.com/rocioinfante1. Oficinas de corpo e movimento para músicos. Professora de dança pela FAV. Autora do livro Fundamentos da Dança. Experiência como bailarina internacional entre Europa e Estados Unidos. Técnica vocal por Gabriela Geluda. Residência no Centro Coreográfico pela Cia Independente com Monica Pimenta e Suzana Rosa. Trabalho atual Resíduo com Mario da Silva, Direção Lu Grimaldi. Link: https://www.youtube.com/watch?v=hW64oxe3tBU&feature=youtu.be

Ficha Técnica

Direção Geral: Lu Grimaldi

Elenco e Idealização: Rocio Infante e Mario Silva

Interpretação de Poemas e Colaboração Artística: Valéria Alencar e João Vitti

Edição de Vídeo: Thiago Monteiro

Figurino: Benedito

Drone: Drone Somart

Produção e Assessoria de Comunicação: André Roman

Serviço

09 de setembro as 20h pela plataforma Zoom

Acesso Gratuito.

Para solicitar o link de acesso, enviar mensagem para o instagram @infante.rocio ou o e-mail para infanterocio@hotmail.com

Duração: 20 minutos

Livre para todos os públicos.

Exposição de Valorização e Atenção ao Meio Ambiente

As formas das flores, traços das cores e beleza do Meio Ambiente que nos encanta gratuitamente e ainda não estamos satisfeitos, talvez se ele cobrar, iremos valorizar. 48 Artistas de todo Brasil em prol da Preservação e Conservação do Meio Ambiente nas mais diversas linguagens e técnicas, como: fotografia, desenho, pintura, escultura, performance, colagem entre outras.Uma valorização do bem natural que temos e que precisa de atenção. O nosso mês de Setembro será VERDE, para que todos possam repensar suas ações e atitudes na Fauna, Flora e com os Animais. Poderão desfrutar e respirar Arte de 48 Artistas e suas Belezas.
O CAWCINE é um Festival Nacional de Cinema Independente e tem 9 anos, realizado pela CAW produções (@cawproducoes), que visa incentivar e estimular obras audiovisuais de todo Brasil que tenham temáticas de Preservação e Conservação Ambiental,  porém com programação variada, além de fortalecer produções realizadas com o celular, enriquecendo a criação cinematográfica Nacional e de Língua Portuguesa, incentiva também que as produções possam ser mais Sustentáveis. Em 2020 como um alívio e respiro de novos tempos, resgatando todo o fôlego perdido durante o tempo de isolamento social com Exposição de Arte, Exibição de Filmes Online, Oficinas, Bate Papo com Diretores e Roteiristas e Exibição de Filmes no Cinema Drive-in.

Serviço:Exposição Virtual Formas da Beleza

De 02 – 07 de Setembro 

Gratuito

Local: Instagram @cawproducoes

Microficção “Amor de Quarentena” reúne Reynaldo Gianecchini, Mariana Ximenes, Débora Nascimento e Jonathan Azevedo em experiência inédita via Whatsapp

Nem todos vivenciaram a quarentena da mesma maneira, mas o certo é que ela nos trouxe mudanças repentinas, rotinas desconhecidas e novos hábitos. Afastados da correria do dia a dia, tivemos mais tempo para refletir e relembrar histórias, encontros, pessoas. Na esfera das relações, amores se romperam pela falta de espaço na convivência diária ou pelo distanciamento social. E se, neste contexto, alguém importante do seu passado te procurasse? O que aconteceria se um ex-amor reaparecesse na sua vida?

Foi este o mote que o autor e cineasta argentino Santiago Loza utilizou para escrever Amor de Quarentena, uma microficção que estreia no dia 14 de setembro via Whatsapp, com direção de Daniel Gaggini. Ao comprar o ingresso, o público (de qualquer parte do país) escolhe um dos artistas do elenco – Reynaldo Gianecchini, Mariana Ximenes, Débora Nascimento ou Jonathan Azevedo – para guiá-lo ao longo da experiência de 13 dias. São mais de 60 mensagens de voz e de texto, além de áudios, vídeos, canções e fotos, que reconstruirão esse vínculo amoroso imaginário. Os ingressos já estão disponíveis no site www.sympla.com.br.

Amor de Quarentena é uma experiência que brinca com os limites difusos da ficção, com as formas de relato propostas pelos novos meios de comunicação. E, nesse jogo de papéis, quem recebe as mensagens pode seguir as pistas de uma relação passada para reconstruí-la. “Gosto da ideia do amor que volta em um momento em que há tantas más notícias circulando e o futuro se torna tão frágil. Nos faz lembrar de que somos finitos, que não existe eternidade e que sentimos a necessidade de nos aferrar ao amor. Assim, a cada dia, uma nova mensagem nos espera, nos distrai, nos renova a ilusão”, observa o autor Santiago Loza.

A obra já estreou na Argentina, Espanha, Uruguai, Chile, Equador e Paraguai e, em breve, chegará à Alemanha, Austrália, México, Peru, Colômbia, Holanda, França e Portugal. As produções internacionais contam com nomes como Cecila Roth (Tudo Sobre Minha Mãe), Leonardo Sbaraglia (Relatos Selvagens), Dolores Fonzi (Plata Quemada) e Jaime Lorente (Casa de Papel), entre outros.

No Brasil, sob a direção de Daniel Gaggini, os atores foram além da concepção de seus personagens, produziram também as fotos e vídeos e escolheram as canções que são envidas ao público. A ideia foi criar um vínculo do passado a partir das experiências pessoais dos atores, usando suas próprias casas como locações e os diversos sons e ruídos que o cotidiano produz. Isto provoca uma sensação de intimidade, uma experiência única”, diz Gaggini, que, juntamente com Luciana Rossi e Juliana Brandão, trouxe o projeto para o Brasil.

Um aspecto importante do projeto é que, em todos os lugares onde estreou, parte da arrecadação com os ingressos é destinada a uma entidade que auxilia artistas e técnicos das artes cênicas, atualmente sem trabalho por conta da pandemia. No Brasil, o fundo escolhido foi o Marlene Colé, gerido pela APTI – Associação de Produtores Teatrais Independentes, com sede em São Paulo/SP.

Como funciona – Ao comprar o ingresso pelo site www.sympla.com.br, o espectador deve escolher com qual ator/atriz deseja vivenciar a experiência e informar seus dados (nome, e-mail e telefone). O site é 100% seguro e não expõe os dados coletados. É possível também comprar ingressos para outras pessoas. O espectador recebe uma mensagem via WhatsApp com informações básicas sobre a experiência informando, por exemplo, que eventuais respostas às mensagens não serão respondidas, que utilize fones de ouvido, que salve o contato com o nome de uma pessoa especial, que não compartilhe as mensagens e que relaxe de suas atividades cotidianas para disfrutar melhor da experiência. Durante 13 dias seguidos e em diferentes horários, as mensagens desse amor do passado, interpretado pelo artista escolhido, chegarão por meio do WhatsApp.

Sinopse – Um antigo amor comunica-se em tempos de isolamento. Escutamos sua voz e a reconhecemos; e, de alguma maneira estranha, ela nos faz companhia. Todos os dias, chegam novas mensagens. Também algumas imagens ou canções. O amor como um rastro a seguir. Uma presença, uma espera. O espectador/ouvinte/amado pode escolher a voz que o guiará no trajeto. As atrizes e atores que participam da obra contribuem com aspectos de sua cotidianidade, são mais que intérpretes, são membros ativos na construção do relato amoroso.

Ficha técnicaAutor:Santiago Loza. Tradução:Luciana Rossi. Direção:Daniel Gaggini.Elenco: Reynaldo Gianecchini, Mariana Ximenes, Débora Nascimento e Jonathan Azevedo. Produção de elenco: Juliana Brandão. Ideia Original e Produção Internacional: Ignacio Fumero. Edição de Som e Música Original: Adriano Nascimento. Programação Visual e Teaser: Fernando Sanz. Assessoria de Imprensa: Eliane Verbena. Assistente de produção: Victor Hugo Góes. Realização:MUK. Produtores associados:  Daniel Gaggini,  Débora Nascimento,  Ignacio Fumero, Jonathan Azevedo, Juliana Brandão, Luciana Rossi, Mariana Ximenes, Reynaldo Gianecchini e Santiago Loza.

Serviço

Microficção: Amor de Quarentena

Temporada: 14 de setembro a 5 de novembro de 2020

Local: Aplicativo WhatsApp

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 13 dias (a partir do envio da primeira mensagem). 

Valor: R$ 40,00 – ingressos online pelo www.sympla.com.br

Mais informações: www.amordequarentena.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/amor_de_quarentena_br/

Facebook: https://www.facebook.com/amordequarentena

Sementes: Mulheres Pretas no Poder

Com estreia online marcado para o dia 07 de setembro, “SEMENTES: MULHERES PRETAS NO PODER” dirigido por Éthel Oliveira e Júlia Mariano, poderá ser visto gratuitamente no site embaubafilmes.com.br. O filme acompanha, escuta e revela quem são algumas das mulheres pretas na política do Brasil, que emergiram após o brutal assassinato de Marielle Franco. Em um país com a menor representação parlamentar feminina na América do Sul e com menos de 10% de cadeiras, existentes na câmara dos deputados, ocupadas por mulheres – responder politicamente ao assassinato de Marielle Franco significou candidatar-se a cargos de deputadas federal e estadual nas eleições de 2018, disputar o espaço da política institucional do qual Marielle foi brutalmente arrancada. No Rio de Janeiro em 14/03/2018, a vereadora Marielle Franco é brutalmente executada. Tristeza e indignação inundam os dias posteriores ao assassinato. Milhões de brasileiros saem às ruas, em todo país e no resto do mundo, para cobrar justiça e uma resposta que até hoje não temos: quem mandou matar Marielle Franco?A tentativa de silenciamento da vereadora se transformou em força e luta. Marielle era semente. Seus assassinos não imaginavam que seu legado se multiplicaria em novas forças políticas femininas, em sua maioria de mulheres pretas e periféricas como ela, que vieram em forma de organização política e anunciaram suas candidaturas aos cargos de deputada federal e estadual nas eleições de 2018. Houve um aumento de 93% em candidaturas autodeclaradas pretas em 2018. “SEMENTES: MULHERES PRETAS NO PODER” foi rodado no Rio de Janeiro, durante o primeiro turno das eleições de 2018 no Brasil, acompanhando seis candidatas: Mônica Francisco,  Renata Souza, Talíria Petrone, Rose Cipriano, Tainá de Paula e Jaqueline Gomes e mostra como é o processo de construção dessas mulheres como figuras políticas, como driblam as dificuldades financeiras e trazem de volta às urnas eleitores desacreditados que desistiram do voto. O longa foi feito com baixo orçamento, e sempre teve uma equipe majoritariamente feminina e com paridade entre mulheres brancas e pretas. Sua equipe técnica é formada por mulheres pretas na direção, roteiro, direção de fotografia e trilha sonora, o que garantiu a elas estar em posições de chefia e, mais que nada, que o olhar do filme fosse pelas perspectivas diversas dessas mulheres pretas, assim como as retratadas em frente às câmeras.  “SEMENTES: MULHERES PRETAS NO PODER”  é o primeiro longa da co-diretora Éthel Oliveira, da fotógrafa Marina Alves e da roteirista Lumena Aleluia. Uma escolha da produtora executiva e co-diretora Júlia Mariano, que coloca em perspectiva o próprio cinema brasileiro e toda a produção de memória e história que vem com ele. Um cinema fundado no fazer de pessoas brancas, que desconsidera outras perspectivas e olhares de mundo. Esse mono-olhar branco, que constrói nosso imaginário coletivo, é redutor e empobrecedor. Mas para além disso, é também constitutivo do racismo estrutural brasileiro. É só se perguntar como o corpo feminino negro é trabalhado no cinema nacional – para se ter o tamanho do problema. “SEMENTES: MULHERES PRETAS NO PODER” nasce do desejo de contar como a barbárie da morte de Marielle Franco se transformou no maior levante político conduzido por mulheres negras que esse país já viu e nasce também, com o objetivo de quebrar, de certa forma, essa cultura no audiovisual, e mostrar uma história sobre lideranças negras, contadas por profissionais negras. AS PERSONAGENSMÔNICA FRANCISCO, 48 anosEx- assessora de Marielle Franco, é pastora evangélica e militante do movimento de favelas no Rio de Janeiro. Se define como “mulher, negra e defensora da Comunicação Comunitária e Popular”. Durante muitos anos atuou no Movimento de Rádios Comunitárias e é fundadora da Rede de Instituições do Borel e do Grupo Arteiras. Integrou a equipe da Mandata da vereadora Marielle Franco na equipe de Favelas. É natural do Morro do Borel, está filiada ao PSOL RJ e foi eleita deputada estadual em 2018 com 40.631 votos. ROSE CIPRIANO, 45 anosÉ professora da rede municipal de Duque de Caxias. Nascida na Vila Cruzeiro e criada na Figueira, comunidades icônicas do Rio de Janeiro, ingressa no Instituto de Educação Roberto Silveira em 1989. Se gradua em Matemática e se especializa em educação especial. Na juventude, atuou na Pastoral do Negro, em São João de Meriti e Caxias, e no PVNC (Pré-Vestibular para Negros e Carentes). Foi professora da rede estadual entre 1992 e 1996 e desde 1997 ensina na rede municipal de Duque de Caxias mesclando suas atividades com as do SEPE-Caxias, órgão do qual faz parte desde 2006. Esse é o lugar e o olhar de Rose: a periferia, a luta das mulheres e dos negros e negras, a educação pública e de qualidade para todos. Foi candidata a deputada estadual pelo PSOL-RJ, obteve 17.483 votos em 2018.  TAINÁ DE PAULA, 35 anosÉ arquiteta e urbanista, ativista feminista, atua nas áreas de habitação popular, planejamento urbano e arquitetura pública. Coordenadora Regional da Plataforma Brasil Cidades, integrante da Comissão para a Equidade de Gênero no CAU/RJ e presta assistência técnica para o Movimento dos Trabalhadores sem Teto (MTST) do Rio de Janeiro. Integra os coletivos #partidA Feminista e Intelectuais Negras Zacimba Gaba. Tainá de Paula foi candidata a deputada estadual pelo PcdoB em 2018, obtendo um pouco mais que 8500 votos.  JAQUELINE GOMES, 40 anosJaqueline é mulher negra e a primeira trans a ser candidata pelo Partido dos Trabalhadores no Rio de Janeiro a uma vaga na câmara legislativa no Rio de Janeiro. Jaque também é professora na Baixada Fluminense, pesquisadora, comprometida com os direitos humanos e a luta contra o racismo, o machismo, as LGBTfobias e quaisquer outras intolerâncias. Sua bandeira é construir um mandato coletivo a serviço da justiça, da educação pública, dos direitos das mulheres, da igualdade e da efetiva valorização da diversidade. Reconhecendo sua trajetória única, a vereadora Marielle Franco lhe concedeu a Medalha Chiquinha Gonzaga em 2017. Jaqueline foi candidata a deputada estadual pelo PT RJ, obtendo um pouco mais que 2200 votos.  RENATA SOUZA, 36 anosJornalista e cria da Maré, foi eleita como deputada estadual com mais de 60.000 votos. Renata se define como mulher, negra e feminista. Parceira de Marielle Franco desde 2000, quando se conheceram no Censo da Maré, pré vestibular comunitário frequentado por ambas. Pós-doutoranda em Comunicação pela UFF, Renata atua desde 2006 na política institucional, quando junto com Marielle, compôs a comissão de direitos humanos da ALERJ, presidida pelo deputado estadual Marcelo Freixo. Desde então, a pauta da Segurança Pública é central em suas ações, seja na militância nos movimentos sociais, na política partidária e também na universidade. Renata já conhece a máquina do estado por dentro e teve uma base partidária mais sólida para sua candidatura. Em 2018, foi eleita deputada estadual pelo PSOL RJ e desde o princípio do seu mandato preside a comissão de direitos humanos da ALERJ, colidindo de frente com a política de segurança do governador Wilson Witzel. TALÍRIA PETRONE, 33 anosEleita deputada federal, em 2018, com mais de 100.000 votos, havia sido a vereadora mais votada, em Niterói, em 2016. Desde o início de seu mandato Talíria enfrenta ameaças e a intolerância, principalmente nas redes sociais. Mensagens de ódio, recobertas de violência como “tem que voltar pra senzala”, “tem que meter uma bala na cara” são constantes nas redes sociais da, hoje, deputada. Talíria enfrentou a animosidade de vereadores da Câmara de Niterói, onde diariamente, precisou responder aos insultos e atos de intolerância cometidos por seus “colegas de trabalho”. Desde a execução de Marielle vive sob escolta policial, só se locomovendo em carro blindado. Diz que a única resposta possível a tudo isso é seguir firme e em frente na luta e na política, disputando ainda mais estes territórios institucionais. “Não vão nos calar!” reafirma.
SINOPSE:Em resposta à execução de Marielle Franco, as eleições de 2018 se transformaram no maior levante político conduzido por mulheres negras que o Brasil já viu, com candidaturas em todos os estados. No Rio de Janeiro, Mônica Francisco, Rose Cipriano, Renata Souza, Jaqueline de Jesus, Tainá de Paula e Talíria Petrone se candidataram aos cargos de deputada estadual ou federal. O documentário acompanhou essas mulheres, em suas campanhas, mostrando que é possível uma nova forma de se fazer política no Brasil, transformando o luto em luta.
FICHA TÉCNICA:Direção: Éthel Oliveira e Júlia MarianoProdução Excutiva: Júlia Mariano |  Noix CulturaRoteiro: Éthel Oliveira, Helena Dias, Júlia Mariano e Lumena AleluiaDireção de Fotografia: Marina AlvesDireção de Arte: Julia RochaCoordenação de Produção: Helena DiasMontagem: Mariana Penedo, edt.Montagem Adicional: Gabriela Paschoal, edt.Som direto: Anne Santos, Irla Franco e Vitória ParenteEdição de Som: Simone Alves
Trilha Sonora Original: Maíra FreitasMixagem: Daniela PastoteAssistente de Produção Executiva: Júlia AraújoProdução Brasília: Camilla ShinodaFotografia Adicional (Brasília): Carol Matias, David AlvesSom direto Adicional (Brasília): Juciele FonsecaDistribuição: Embaúba FilmesDistribuição de Impacto: Taturana Mobilização SocialAno: 2020País: BrasilGênero: DocumentárioDuração: 100Classificação: 14 anosSobre a NOIX CULTURA:Produtora audiovisual com foco em documentários, a Noix Cultura foi fundada por Júlia Mariano em 2016. Com dez anos de experiência em realização de documentários e programas de TV, atuando tanto em direção como em roteiro e produção, Júlia Mariano funda a Noix Cultura com o objetivo de realizar documentários engajados em temáticas de defesas de direitos humanos. Em 2017, recém criada, a Noix realiza em co-produção com a Jurubeba Produções a série documental Desde Junho, que revisita 2013 pela perspectiva do midiativismo, com financiamento via FSA/ANCINE, exibida pela Rede EBC e, em segunda janela pelo canal CinebrasilTV, incluindo VOD. Desde 2018 a produtora se dedica ao desenvolvimento, captação e realização realização do documentário “Sementes: mulheres pretas no poder”. Sobre ÉTHEL OLIVEIRA (co-diretora)Documentarista, cineclubista e montadora. Estudou Ciências Sociais na UFF onde desenvolveu inúmeras pesquisas junto ao Laboratório do Filme Etnográfico com povos guaranis do Rio e de Mato Grosso do Sul. Por dez anos anos residiu em Olinda onde foi atravessada por todo universo da cultura popular pernambucana e junto de alguns grupos desenvolveu projetos em torno do comunicação popular e dos direitos humanos. Seus últimos trabalhos são Terceira Diáspora e Vinte de Novembro (2011), Arremate (2017) e a Mostra Baobá de Cinemas Africanos do Recife (2018).Sobre JÚLIA MARIANO (co-diretora e produtora executiva)Julia Mariano atua como diretora, produtora e roteirista. Formada em direção na Escola de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños (EICTV), em Cuba (2005), entre 2008 e 2009 foi estudante convidada da Baden-Württemberg Filmakademie, Stuttgart, Alemanha, onde dirigiu o documentário Gegen den Strom (Contra-Corrente). Trabalhou como pesquisadora e roteirista em diversos programas de televisão, tais como Vai Pra Onde? (MSW)Viver para Contar (Discovery Channel), Revista do Cinema Brasileiro (TV Brasil) e Conexões Urbanas (MSW). Em 2012, produziu e roteirizou o longa-metragem A Batalha do Passinho, (Melhor Documentário na Mostra Novos Rumos no Festival do Rio, 2013). Em 2014 Júlia Mariano dirige Ameaçados – Prêmio do Público no festival Curta Cinema (Rio de Janeiro, 2014); Prêmio do Público no 25º Kinoforum (São Paulo, 2014), Melhor Direção no Festival Guarnicê (Maranhão, 2016). Em 2016 produziu e roteirizou Deixa na Régua (Prêmio Especial do Juri, Festival do Rio, 2016). Em 2017 funda a NOIX CULTURA e dirige a série documental Desde Junho. Atualmente realiza o longa documentário SEMENTES, produzido pela Noix Cultura.Sobre a EMBAÚBA FILMES http://embaubafilmes.com.brA Embaúba Filmes é uma distribuidora especializada em cinema brasileiro, criada em 2018 e sediada em Belo Horizonte. A empresa é dirigida por Daniel Queiroz, que vem de uma experiência prévia de mais de 10 anos como programador de cinema. Queiroz é um dos coordenadores da Semana de Cinema, que acontece no Rio de Janeiro e trabalhou anteriormente no Cine Humberto Mauro, no Cine 104, no Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte e no Festival de Brasília, dentre outros. A Embaúba possui, em seu catálogo, premiados filmes como Arábia, de Affonso Uchôa e João Dumans, Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de João Salaviza e Renée Nader Messara; Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes e No Coração do Mundo, de Gabriel Martins e Maurílio Martins. A distribuidora busca se diferenciar pela qualidade dos filmes lançados, apostando em obras de grande relevância cultural e política.

Galeria Evandro Carneiro apresenta Exposição Manuel Messias dos Santos, na Gávea

A Galeria Evandro Carneiro Arte, na Gávea, apresenta de 29 de agosto a 23 de setembro a Exposição Manuel Messias dos Santos.  A mostra conta com 30 gravuras do artista, que nasceu em Sergipe, mas que fincou suas raízes no Rio de Janeiro. Nordestino, pobre e doente, acabou vagando pelas ruas do Rio de Janeiro sem o sucesso merecido. Sua arte evidencia expressões das mazelas sociais que nos assombram historicamente. Além da força imagética de seu trabalho, a narrativa em linguagem própria nos deixa um legado de mistério, ainda a ser revelado, que também compõe a sua obra. Em destaque na exposição encontram-se as obras O que tem na fala do Cão da lua?, Por que me abandonaste; Fuga, entre outros. 

“Não preciso de côr – afirma – ela diminui a agressividade da gravura. Me basta o conflito do preto e do branco.” 

Manuel Messias dos Santos ao crítico Frederico Morais para o Diário de Notícias (1968).

“Outro dia cruzei com Manoel Messias num dos corredores da Funarte. Trazia debaixo do braço um rolo com suas gravuras. Nervoso, ao mesmo tempo tímido e agressivo, atento e desligado, rosto encovado, os olhos ameaçando explodir. Ali mesmo no chão abriu suas gravuras, enormes, verdadeiros cartazes. Entretanto, o que ele anuncia não são amenidades ou veleidades, nem slogans ou mercadorias. Anuncia a dor e a revolta, abre a boca, cospe sangue, exala o protesto, espuma raiva. Finca o mastro, abre a bandeira e como um Messias condena o erro e antecipa a palavra final. Sua gravura, em que sobram os espaços brancos e o vermelho e o azul são as únicas cores empregadas, tem algo de bíblico. E apesar da rigorosa economia de recursos, é uma gravura sofrida, amarga e de forte impacto visual. (…) Sobram qualidades em sua gravura. Qualidades que já deveriam ter sido notadas pelas galerias e organismos culturais.” 

FREDERICO MORAIS, “Gravura de Manoel Messias. Galeria de Arte em casa”, In. Coluna Artes Plásticas, O Globo 28/02/1979.  

A mostra será aberta ao público SEM VERNISSAGE devido à pandemia, durante o horário de visitação da galeria, de segunda a sábado, das 10h às 19h. 

O shopping Gávea Trade Center está funcionando com obrigatoriedade do uso de máscaras e fornece álcool em gel e medição de temperatura para quem entra. Não há necessidade de agendar a visita, pois o espaço é grande e sem aglomerações. 

Sobre o artista: 

Em sua coluna Artes Plásticas no Diário de Notícias de 07 de agosto de 1968, Frederico Morais dedicava-se à Gravura de Manuel dos Santos e dizia o seguinte, a propósito de uma exposição do artista que inaugurava naquela ocasião:

“Manuel dos Santos, ou Manuel Messias para alguns amigos, é de Sergipe, onde viveu até os cinco anos de idade, acostumando-se a uma paisagem de extrema penúria. Na sua descida para o sul, o que fêz com sua tia e sua avó, de caminhão, parou primeiro na Bahia, onde ficou uns 2 anos. Após o que se mandou de trem para o Rio. E enquanto sua tia trabalhava como doméstica na casa do ex-diretor do MAM Leonidio Ribeiro, Manuel dos Santos fazia alguns rabiscos e ensaiava seus primeiros contatos com a pintura. Chegou mesmo a frequentar, como ouvinte, a Escola Nacional de Belas Artes, inclusive assistindo as aulas de Abelardo Zaluar. Acabou sendo notado, e pelas mãos de Marilu Ribeiro foi levado a Ivan Serpa, em 62, que contudo, achou ruim seus pastéis e pinturas. Manuel dos Santos, porém, não desanimou e foi ficando, olhando, lendo alguns livros recomendados por Ivan Serpa. Até que decidiu fazer xilogravura, devido, talvez, à presença de Mirian Cerqueira. E o professor que não aprovara sua pintura não teve dúvidas em elogiar a sua gravura. A partir de então, Manuel dos Santos jamais pegou em pincéis ou fêz uso das côres.” 

Conforme resumiu o próprio artista em entrevista ao jornalista crítico de arte para a matéria: “ – ‘Não preciso de côr – afirma – ela diminui a agressividade da gravura. Me basta o conflito do preto e do branco.’ E Manuel dos Santos explica a evolução de sua gravura: ‘primeiro, era preciso dominar a linguagem. Conseguindo isto era preciso dizer. Foi quando então senti vontade de falar da fome e da miséria que eu vi na minha infância lá no Nordeste. Mulher virando boi é uma das gravuras dessa época. Finalmente, a descoberta da madeira e seu domínio. O tema, hoje, é de importância relativa, pelo menos em relação ao próprio ato de gravar. É por isso que o fantástico vai tomando o lugar da realidade. A realidade da gravura: eis o que importa. Ou ainda, o desenho é puro pretexto para cavar a madeira. O objetivo não é gravar o desenho, mas dar ao corte um sentido de autonomia, como que um valor próprio’.” 

Frederico Morais finaliza a crítica daquela semana, contando-nos sobre o desafio do artista quanto à tiragem: “Manuel dos Santos gostaria de ampliar o tamanho de sua gravura e eliminar o preconceito da tiragem. Fazer gravuras de dois metros ou mais e tirar 50, 100 cópias para baratear o preço individual. Só assim, entende, a gravura poderá atualizar-se e romper com suas origens medievais.” (FREDERICO MORAIS, “A gravura de Manuel dos Santos”, In. Coluna Artes Plásticas, Diário de Notícias, 07/08/1968).         

Alguns anos antes, na mesma década em que Frederico Morais escreveu a matéria acima, reproduzida quase na íntegra aqui, Evandro Carneiro frequentara o curso de Ivan Serpa no MAM a que Frederico se refere, tendo sido colega e amigo de Messias. Evandro relembra que o trabalho pictórico inicial do artista “era realizado com pasteis oleosos e carregava uma grande influência de Van Gogh”. Tratava-se de “um jovem bastante talentoso e de grande curiosidade intelectual. Ele adorava Dostoievski exatamente devido àquele clima pesado com o qual se identificava. Em 1974 Evandro organizou na Bolsa de Arte uma exposição de Messias, Goeldi e Grassmann, pela semelhança temática e da gravura dos artistas.” E acrescenta: 

“Alguns artistas têm a sua obra indissociável de sua biografia. No caso do Messias, para conhecer a sua obra, é importante notar que ele entrou num agudo e irreversível processo de esquizofrenia, com algumas internações e muita resistência quanto à institucionalização. Fugia sempre, não tomava os remédios e usava drogas na rua, onde vivia com sua mãe. Após o falecimento da mesma, seu quadro clínico se agravou. Mas ainda assim ele produzia sem parar e houve um período em que ele construiu um vocabulário próprio, com um alfabeto que se tornava cada vez mais presente em sua obra. As letras tinham origens diferentes, sendo uma grega, outra do latim antigo, e ele misturava tudo numa linguagem própria, cujo sentido é difícil decifrar. Eu tenho um álbum com uma série de gravuras e esse código ao final, no entanto é impossível entender.” (EVANDRO CARNEIRO, Entrevista oral realizada em 19/05/2018).

Retornando a Frederico Morais, já em outro jornal onde tinha sua coluna de artes plásticas e uma década depois da primeira crítica citada aqui, ele relata um caso sobre o artista que revela algo sobre a confusão psíquica de Messias: 

“Outro dia cruzei com Manoel Messias num dos corredores da Funarte. Trazia debaixo do braço um rolo com suas gravuras. Nervoso, ao mesmo tempo tímido e agressivo, atento e desligado, rosto encovado, os olhos ameaçando explodir. Ali mesmo no chão abriu suas gravuras, enormes, verdadeiros cartazes. Entretanto, o que ele anuncia não são amenidades ou veleidades, nem slogans ou mercadorias. Anuncia a dor e a revolta, abre a boca, cospe sangue, exala o protesto, espuma raiva. Finca o mastro, abre a bandeira e como um Messias condena o erro e antecipa a palavra final. Sua gravura, em que sobram os espaços brancos e o vermelho e o azul são as únicas cores empregadas, tem algo de bíblico. E apesar da rigorosa economia de recursos, é uma gravura sofrida, amarga e de forte impacto visual. (…) Sobram qualidades em sua gravura. Qualidades que já deveriam ter sido notadas pelas galerias e organismos culturais.” (FREDERICO MORAIS, “Gravura de Manoel Messias. Galeria de Arte em casa”, In. Coluna Artes Plásticas, O Globo 28/02/1979).  

De fato, desde 1965 o artista apresentou seus trabalhos em alguns espaços, mas permaneceu sempre a espera de reconhecimento: coletivas que incluíram os Salões de Arte Moderna (1965/1968) e de Artes Plásticas (1966). Participou de importantes eventos internacionais, como a Bienal de Desenho e Gravura da cidade do México (1979), onde  conquistou o prêmio de sua área, a I Bienal Iberoamericana de Arte (1980), além de salões regionais pelo Brasil. Realizou ainda algumas mostras individuais nos anos 1980/ 1990 e após a sua morte. Nos últimos anos de sua vida, amigos, marchands e artistas tentaram ajudá-lo a sair das ruas e a promover sua obra, mas Messias era resistente e insistia em não se tratar. Faleceu em 2001 já completamente envolvido pela mendicância.  

Esta exposição na Galeria Evandro Carneiro Arte reúne 30 gravuras de duas coleções de amigos de Manuel Messias. Procuramos o Frederico Morais, crítico de arte icônico que também conheceu bastante o artista, para referenciar o talento e a importância de sua obra, a partir de textos originais sobre o artista. No fundo, a história de Messias diz muito sobre o nosso país: nordestino, pobre e doente, acabou vagando pelas ruas do Rio de Janeiro sem o sucesso merecido. Sua arte evidencia expressões das mazelas sociais que nos assombram historicamente. Além da força imagética de seu trabalho, a narrativa em linguagem própria nos deixa um legado de mistério, ainda a ser revelado, que também compõe a sua obra. 

Laura Olivieri Carneiro  

Agosto de 2020  

Serviço: Exposição Manuel Messias dos Santos

Galeria Evandro Carneiro Arte: Rua Marquês de São Vicente, 124 (Shopping Gávea Trade Center). Salas 108 e 109.

De 29 de agosto a 23 de setembro de 2020. 

Visitação: de segunda a sábado, das 10h às 19h.

Telefone: (21) 2227.6894

Estacionamento no local.

Site: http://www.evandrocarneiroarte.com.br/

Instagram: @galeriaevandrocarneiro

“O Menino que Visitou a Lua” dia 29 de agosto

O Menino que visitou a Lua” é um filme ao vivo para ser visto de casa. Isso mesmo, é teatro, é cinema e é TV, tudo junto e misturado e livre para todos os públicos.

No contexto da pandemia, o Cegonha Bando de Criação, sempre afeito à mistura entre arte e tecnologia, aventura-se por novos experimentos. Descortinando a ideia de apresentação online com transmissão ao vivo, os atores, cada um de sua casa e a diretora com uma mesa de controle fazendo os cortes de câmera e inserts de vídeo, operam a realização e transmissão do espetáculo em tempo real. 

Desse modo o filme ao vivo mistura live action, cinema de animação e teatro de bonecos. Assim, contam a poética história de “O Menino que visitou a Lua”, texto de Tauã Delmiro, vencedor do Prêmio Jovens Dramaturgos SESC 2011. Vida Oliveira assina a direção geral e Miguel Araujo a confecção e direção dos bonecos. O elenco conta com Pedro Ivo Maia (que também assina a trilha sonora) e Brisa Rodrigues. Além de atores e bonecos, o espetáculo conta animações em vídeo criadas pelo artista Renato Vilarouca. O Cegonha Bando de Criação surgiu em 2017 e trabalha com teatro, tv e cinema misturando arte, teatro de animação e tecnologia em todos os seus trabalhos. Em 2019 o grupo trabalhou em uma pesquisa sobre cinema ao vivo no Visgraf, laboratório do IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) que deu origem a inspiração para este trabalho.

Sinopse

A peça apresenta três personagens: Pedro, Maria e a Lua. Pedro e Maria são amigos e matam as saudades durante o isolamento social, por meio de uma vídeo-chamada. Na conversa entre momentos divertidos, contam sobre suas vidas, seus problemas, e reelaboram o bullying vivido por Maria na escola entre as outras crianças e as dificuldades de ser aceita pela cor da sua pele. Entre os assuntos, Pedro vai relatando suas visitas míticas à complexa e encantadora Lua e a relação complicada que os dois mantém, servindo esta relação de metáfora aos conflitos familiares no mundo real.

Ficha Técnica

Encenação: Vida Oliveira

Texto: Tauã Delmiro

Idealização e confecção das formas animadas: Miguel Araujo

Elenco: Brisa Rodrigues, Miguel Araujo e Pedro Ivo Maia

Vídeos animados: Renato Vilarouca

Trilha sonora original: Pedro Ivo Maia

Identidade visual: Guilherme Borges | GB Design

Assessoria em Comunicação: André Roman

Produção: Leana Alcântara

Direção de produção: Vida Oliveira

Realização: Cegonha – Bando de Criação

Ficha Técnica no Instagram: @cegonha_bandodecriacao | @vida_oliveira_ | @migoleu | @andreromaninfante | @tauadelmiro | @renatovilarouca | @gbdesign.art.br | @le_alcantara | @brisarod

Serviço:

Última apresentação através da Youtube

Sábados dia 29/08/2020 às 16h.

Duração: 25 min.

Classificação etária: Livre para todos os públicos, uma proposta para a família.

Acesso

R$ 15,00 com acesso ao vivo e link disponível por mais 48h após a sessão ou,

R$ 10,00 para acesso ao vivo.

Link para compra de ingressos | Como funciona?

Através do link https://www.sympla.com.br/cegonha-bandodecriacao o espectador poderá realizar a compra do ingresso e após a confirmação, o mesmo receberá por e-mail todas as informações e o link para acesso ao espetáculo no Youtube.

“Tempestuosa Depressagem” no Canal do Sesc RJ

Nesta quinta, 27, em que se comemora o Dia da e do profissional atuante em Psicologia, a atriz Flavia Souza apresenta o solo Tempestuosa Depressagem no Canal do Sesc RJ, no YouTube.Flavia Souza, atriz, coreógrafa, coordenadora da Associação Cultural Grupo Afrolaje leva à cena esta temática com enfoque na população negra que diante de uma estrutura social racista, vive o problema de forma invisibilizada, tornando-se ainda mais vulnerável num contexto pandêmico. A montagem tem participação especial da cantora e jongueira Daniella Gomes (Grupo Afrolaje) e direção de Tatiana Tiburcio.

 A apresentação será seguida de uma mesa sobre o tema, ao vivo, com Flavia Souza, Tatiana Tiburcio e a psicóloga clínica Claudina Damasceno Ozório, co-fundadora do PapoPreta: saúde e bem estar da mulher negra.

 Sinopse: Com elementos da performance, dança e artes visuais, Tempestuosa Depressagem discorre sobre as subjetividades da saúde mental a partir de um recorte racial, com especial foco nas mulheres e suas dificuldades em identificar e tratar essa questão.

  Serviço:

O Que? Tempestuosa Depressagem, apresentação acompanhada de uma roda de conversa com Flavia Souza Tatiana Tiburcio e a psicóloga Claudina Damasceno Ozório

Quando? 27 de agosto, quinta -feira – 19h

Onde? Canal do Sesc RJ – youTube

Sesc RJ – YouTubeCom 21 unidades no estado, somos referência nas áreas de Cultura, Educação Social, Saúde, Esporte, Lazer e Turismo. Nossa missão é promover atividades que co…www.youtube.com

Duração: 30 minutos \\ Classificação: Livre

Flavia Souza: atriz, cantora, coreógrafa, escritora, coordenadora da Associação Cultural Grupo Afrolaje. Atuou em mais de 20 montagens de teatro e musicais. No cinema, integrou o elenco de Um Suburbano Sortudo, de Roberto Santucci, Pequena África, de Zòzimo Bulbul, Medida Provisória, de Lazaro Ramos, Cidade dos Homens, de Fernando Meirelles. Na Rede Globo, fez participação na novela Viver a Vida. Bacharel em Dança pela UFRJ, pós graduada em Docência no Ensino Fundamental e Médio pela AVM/ Universidade Cândido Mendes.  Realizou temporadas internacionais com grupos diversos por países da Europa e América Latina.

Tatiana Tiburcio: atriz, diretora e coreógrafa. Idealizadora do projeto Negro Olhar – Ciclo de Leituras Dramatizadas com Autores e Artistas Negros, pelo qual ganhou o Prêmio Movimentos Criativos Itaú Cultural em 2014. Produziu, dirigiu e roteirizou o curta A FACE NEGRA DO AMOR, exibida no Cine Odeon, no Encontro Internacional de Cinema Negro Zózimo Bulbul, 2019. Atuou como preparadora de elenco do filme MEDIDA PROVISÓRIA (a ser lançado) com direção de Lázaro Ramos e, ao lado do mesmo, assinou a direção do espetáculo O MÉTODO GRONHOLM.

 Ficha Técnica

Texto e atuação: Flavia Souza

Direção: Tatiana Tiburcio

Roteiro: Flavia Souza e Tatiana Tiburcio

Participação Especial: Daniella Gomes

Assistente de Produção e Projeção de Vídeo: Ivan Karu

Figurino: Nina Monteiro

Iluminação: Zindi Gonzaga

DJ: Bieta

Apresentação online:

Câmera e Edição: Leonardo Souza

Iluminação: Rubens Gonzaga

Intervenção do vídeo:

Roteiro e direção: Flavia Souza

Direção de Fotografia: Natália Rodrigues

Luz e som: Nathalia Sarro

Participantes: Rosane de Assis, Xandy Carvalho, Vanda Ferreira Pedagoga, Marta Oliveira, Gessica Justino, Ruth Pinheiro, Edmeire Exaltação, Rachel Nascimento.

Colaboração na Pesquisa: Gustavo Melo, Kelly Regina e Rosane Assis

O Menino que Visitou a Lua

O conceito de espetáculo online e o grupo “O Menino que visitou a Lua” é um filme ao vivo para ser visto de casa. Isso mesmo, é teatro, é cinema e é TV, tudo junto e misturado e livre para todos os públicos.

No contexto da pandemia, o Cegonha Bando de Criação, sempre afeito à mistura entre arte e tecnologia, aventura-se por novos experimentos. Descortinando a ideia de apresentação online com transmissão ao vivo, os atores, cada um de sua casa e a diretora com uma mesa de controle fazendo os cortes de câmera e inserts de vídeo, operam a realização e transmissão do espetáculo em tempo real.

Desse modo o filme ao vivo mistura live action, cinema de animação e teatro de bonecos. Assim, contam a poética história de “O Menino que visitou a Lua”, texto de Tauã Delmiro, vencedor do Prêmio Jovens Dramaturgos SESC 2011. Vida Oliveira assina a direção geral e Miguel Araujo a confecção e direção dos bonecos. O elenco conta com Pedro Ivo Maia (que também assina a trilha sonora) e Brisa Rodrigues. Além de atores e bonecos, o espetáculo conta animações em vídeo criadas pelo artista Renato Vilarouca. O Cegonha Bando de Criação surgiu em 2017 e trabalha com teatro, tv e cinema misturando arte, teatro de animação e tecnologia em todos os seus trabalhos. Em 2019 o grupo trabalhou em uma pesquisa sobre cinema ao vivo no Visgraf, laboratório do IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) que deu origem a inspiração para este trabalho.

Sinopse

A peça apresenta três personagens: Pedro, Maria e a Lua. Pedro e Maria são amigos e matam as saudades durante o isolamento social, por meio de uma vídeo-chamada. Na conversa, contam sobre suas vidas, problemas e momentos divertidos. Entre os assuntos, Pedro vai relatando suas visitas míticas à complexa e encantadora Lua e a relação complicada que os dois mantém, servindo esta relação de metáfora aos conflitos familiares no mundo real.

Ficha Técnica

Encenação: Vida Oliveira

Texto: Tauã Delmiro

Idealização e confecção das formas animadas: Miguel Araujo

Elenco: Brisa Rodrigues, Miguel Araujo e Pedro Ivo Maia

Vídeos animados: Renato Vilarouca

Trilha sonora original: Pedro Ivo Maia

Identidade visual: Guilherme Borges | GB Design

Assessoria em Comunicação: André Roman

Produção: Leana Alcântara

Direção de produção: Vida Oliveira

Realização: Cegonha – Bando de Criação

Ficha Técnica no Instagram

@cegonha_bandodecriacao | @vida_oliveira_ | @migoleu | @andreromaninfante | @tauadelmiro | @renatovilarouca | @gbdesign.art.br | @le_alcantara

Serviço:

Apresentações através da plataforma Streamyard

Sábados dias 22 e 29/08/2020 às 16h.

Duração: 25 min.

Classificação etária: Livre para todos os públicos, uma proposta para a família.

Ingressos

R$ 15,00 com acesso ao vivo e link disponível por mais 48h após a sessão ou,

R$ 10,00 para acesso ao vivo.

Link para compra de ingressos | Como funciona? Através do link https://www.sympla.com.br/cegonha-bandodecriacao o espectador poderá realizar a compra do ingresso e após a confirmação, o mesmo receberá por e-mail todas as informações e o link para acesso ao espetáculo na plataforma Streamyard.

Mariene de Castro homenageia Clara Nunes

A cantora baiana Mariene de Castro vai celebrar o aniversário de vida de Clara Nunes, uma das maiores sambistas da história do Brasil, com um show online e exclusivo intitulado “Ser de Luz, uma homenagem a Clara Nunes”. 

Acompanhada do violonista Lula Gazineu, Mariene vai se apresentar num evento digital que será transmitido com exclusividade pela plataforma Zoom, às 20h desta quarta-feira, 12 de agosto, quando Clara Nunes completaria 78 anos.

“Ser de luz é um chamado e, com muita clareza e amor, dedico meu canto para essa homenagem no dia do seu aniversário. Daqui eu me emociono e agradeço pela oportunidade de cantar esse repertório que passou a fazer parte da minha vida. Salve a Claridade! Salve Clara Salve sua luz!”, ressalta Mariene de Castro.

Os ingressos podem ser adquiridos pelo link bit.ly/MarieneClaraNunes, com contribuições de R$15, R$30 ou R$60.

SERVIÇO:

O quê: Show da cantora Mariene de Castro em homenagem a Clara Nunes

Quando: 12 de agosto, às 20h

Onde: transmissão online via Zoom

Ingressos: contribuições de 15, 30 ou 60 reais pelo link bit.ly/MarieneClaraNunes

FOTOS: Cris Gomes

Festival CURTA QUARENTENA vai premiar obras de até 5 min produzidas no distanciamento social

Estão abertas até 22/8 as inscrições para o festival Curta Quarentena, uma mostra virtual que vai receber inscrições de curtas-metragens de até cinco minutos, produzidos em casa, por qualquer um que queira compartilhar a sua visão autoral da quarentena. Todos os vídeos recebidos serão publicados nas redes sociais do festival (Facebook e Instagram) e no canal do YouTube. O vencedor escolhido por um júri técnico receberá como prêmio o valor arrecadado na vaquinha virtual do Curta Quarentena. O valor de meta da vaquinha é de R$1.000,00.

Integram o júri a atriz Miriam Freeland, o ator e diretor Roberto Bomtempo, a roteirista Renata Sofia, o cineasta Lufe Steffen, o cineasta e pesquisador baiano Bruno Machado, e o diretor Henrique Alqualo. As inscrições estarão abertas até 22/8 e os vídeos selecionados serão postados gradativamente nas redes sociais (Facebook, Instagram e YouTube) do Curta Quarentena. Os dez finalistas escolhidos pelo júri serão divulgados no dia 12/9 e o curta vencedor no dia 19/9.

O Curta Quarentena é um dos projetos contemplados no edital de emergência Cultura Presente Nas Redes, que selecionou 1.500 projetos virtuais de idealizadores e produtores de cultura do estado do Rio de Janeiro. O festival é idealizado pelo jornalista Mario Camelo, realizado pela Prisma Colab, com patrocínio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro e apoio da Movimento Carioca Produções.

“Além de incentivar o distanciamento social e a criatividade nesse período, o Curta Quarentena se transformará num memorial virtual de histórias e olhares da quarentena, pois todos os vídeos recebidos serão postados nas redes do evento e no YouTube. Com a vaquinha, ainda apoiaremos os realizadores do curta, incentivando a arte e a produção artística nesse período tão difícil”, explica Mario Camelo, idealizador do projeto.

Não serão permitidos vídeos com imagens feitas na rua, a não ser que sejam imagens entrepostas (antigas), mas é preciso que o uso esteja justificado na inscrição do vídeo. Qualquer sinal de aglomeração na produção ou nas imagens automaticamente desclassificará o curta. As obras podem ser de ficção, experimentais ou documentários. Não serão consideradas obras de animação. A ficha de inscrição e regulamento de participação estão disponíveis neste endereço virtual.

“Não é necessário nenhum equipamento técnico e nem recursos primorosos de edição. O que queremos é que as pessoas se sintam à vontade para compartilhar conosco o seu olhar sobre a quarentena. Pode usar celular, câmera de vídeo… O que tiver em casa. Só um curta será premiado, mas vamos postar todas as inscrições recebidas. Já estamos ansiosos para ver como cada um vê o seu recolhimento e para deixar esse legado audiovisual sobre uma época que vai marcar a nossa história”, conclui Camelo.

Jurada do festival, a roteirista Renata Sofia aposta na criatividade e na diversidade de projetos. “Se tem uma coisa que ficou posta nesses últimos meses é que a experiência do isolamento não é igual ou democrática para todo mundo. Pude perceber as diversas estratégias de cada um para passar por esse momento do jeito que conseguiu: se fez bolo, se jogou nas lives, se partiu para leitura, se afogou em cursos, se virou pra criar uma renda do caos… A proposta do Curta Quarentena nos permite olhar pra si e pro outro também. A gente vai demorar a entender esse fenômeno todo que estamos passando e estamos criando esse registro diverso”.

O Curta Quarentena também incentiva a produção de vídeos com mensagens positivas sobre o distanciamento social. Participe! Inscreva o seu curta!

SOBRE

IDEALIZADOR:

MARIO CAMELO: Mario Camelo é jornalista, assessor de imprensa e produtor cultural. Já atuou como repórter no jornal O Globo, no jornal Extra e foi editor de conteúdo na TV Globo, além de produtor no Disney Channel Argentina. Tem passagem pela comunicação institucional da Unasul, OAB Nacional e da Ancar Ivanhoe. É o criador da Prisma Colab, agência de Assessoria de Imprensa e produção de conteúdo especializada em Música, Teatro e Arte.

JURADOS:

MIRIAM FREELAND: Miriam Freeland estreou profissionalmente aos 15 anos. Sua formação foi no tradicional Teatro O Tablado/RJ e é graduada em História da Arte pela UERJ e em Artes Cênicas pela CAL. Como atriz se destacam os seguintes trabalhos: “Tomo suas mãos nas minhas”, de Carol Rocamora, direção Leila Hipólito (Indicada ao Prêmio Shell 2010 de melhor atriz) que também produziu; “Hedda Gabler”, direção Michel Bercovitch e Floriano Peixoto; a premiada montagem de “Pluft, o Fantasminha”, direção Cacá Mourthé; “Espia uma mulher que se Mata”, direção de Daniel Veronese e Marcelo Subiotto e “Um Sopro de Vida”, de Clarice Lispector, direção de Roberto Bomtempo e Daniel Dias da Silva, onde ambas também esteve como diretora de produção. Na televisão seus principais trabalhos são: “Poder Paralelo” de Lauro Cesar Muniz; “Um Só Coração” de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, “Esperança” de Benedito Ruy Barbosa e “Cravo e a Rosa” de Walcyr Carrasco. Sua estreia no cinema foi o longa metragem “Cine Holliúdy” de Halder Gomes (indicada na categoria Melhor Atriz do Prêmio Quem) e “Mão na Luva”, de Oduvaldo Vianna Filho, com direção de Roberto Bomtempo e José Joffily que lhe render o Prêmio de Melhor Atriz no FestNatal.

SOBRE ROBERTO BOMTEMPO: Roberto Bomtempo é um ator, diretor e produtor que desde o início de sua carreira transita constantemente entre o teatro, o cinema e a televisão, tendo sido premiado diversas vezes em festivais nacionais e internacionais ao longo de seus trinta anos de profissão. Em teatro dirigiu, entre outras, as peças:  “Besame Mucho” de Mario Prata, “Um Sopro de Vida” de Clarice Lispector, “Barrela” de Plínio Marcos, “Capitães de Areia” de Jorge Amado. Sua estreia como diretor de cinema foi no premiado longa metragem “Depois daquele Baile”, com Lima Duarte, Irene Ravache e Marcos Caruso e dirigiu também o longa “Mão na Luva” onde ganhou ao lado de José Joffily o Prêmio de melhor direção no Festival de Cinema de Natal. Na televisão dirigiu as novelas: “Chamas da Vida”, “Luz do Sol” e “Bicho do Mato” na TV Record e os documentários “Barretos” e “Moda Country” para o canal Multishow. Fundou e dirigiu por 5 anos a Oficina de Atores da Rede Record de Televisão. Como ator, participou de mais de 30 longas, dezenas de novelas e peças de teatro. Formou-se em Artes Cênicas pela Faculdade CAL.

SOBRE RENATA SOFIA: Roteirista da TV Globo. Autora e roteirista do longa original “MC Estrela”, em produção pela Kromaki. Roteirista colaboradora da série infantil “Detetives do Prédio Azul” (12 e 13 temporadas); das séries de ficção em desenvolvimento “Ladrão que Rouba Ladrão”, “Paixão FC”, “Sonhos Suburbanos” e “Dissonantes”; e das séries animadas “Arabela”, “Get Along Gang” e do desenvolvimento do Núcleo Criativo da 2Dlab. Participou do painel “Afrobrasilidades” com o projeto original de série infantil “O Laboratório do Porão” no Rio Content Market 2017. Selecionada para o 1º Laboratório de Narrativas Negras para o Audiovisual – Flup, Film2B e TV Globo. Formada pela UERJ em Comunicação Social, trabalhou por quatro anos na TV Globo como produtora de conteúdo web.

SOBRE LUFE STEFFEN: Cineasta, jornalista, escritor, ator e cantor, formado em Comunicação – Rádio & Televisão na Universidade Metodista, além de formação técnica como ator na Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Como cineasta, escreveu e dirigiu 10 curtas-metragens ficcionais e 2 longas documentais, os premiados “São Paulo em Hi-Fi” (2016) e “A Volta da Pauliceia Desvairada” (2012), ambos sobre a noite LGBT paulistana. Roteirizou e dirigiu “Cinema Diversidade”, série documental para TV em 10 episódios, sobre o cinema brasileiro LGBT do século XXI, exibida pelo canal Prime Box Brazil em 2018, e inspirada em seu próprio livro “O Cinema que Ousa Dizer Seu Nome” (2016, Editora Giostri). Publicou ainda o livro “Tragam os Cavalos Dançantes” (2008). Acaba de rodar seu 1º longa de ficção, o musical queer “Nós Somos o Amanhã”. Atualmente ministra oficinas de cinema, versando sobre temas como Cinema x Teledramaturgia, LGBTs no Cinema Brasileiro e Cinema Queer Mundial. Em 2018 criou e realizou o 1º Workshop de Roteiro Audiovisual para Pessoas Trans, produzido em parceria com a Codorna Filmes. Mantém o canal Naftalufe, no YouTube, onde apresenta programas semanais sobre a cultura pop vintage do século XX.

SOBRE BRUNO MACHADO: Pesquisador de Cinema e de Mídias Digitais, com foco em ensaios audiovisuais e documentários. Mestre em Meios e Processos Audiovisuais, na linha Poéticas e Técnicas, pela Universidade de São Paulo (USP). Graduado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), com intercâmbio em Artes Visuais no Instituto Politécnico de Bragança (Portugal-IPB). Em 2013, integrou a equipe de curadoria da Mostra Competitiva do IV CachoeiraDoc e, em 2014, juntamente com o Estúdio de Serviços para Cinema, desenvolveu o projeto Caixa Cinematográfica, vencedor do edital Economia Criativa 2013 – 4/2014 da Secretaria de Cultura da Bahia. Atualmente, integrando o grupo de pesquisa LabArteMídia (USP), investiga as possibilidades de uso dos recursos de sistemas computacionais na criação de ambientes virtuais e de conteúdos audiovisuais digitais e interativos. Sobre esse domínio, tem publicado os artigos: “Percepções e proposições para a montagem em obras de realidade virtual/360º: um estudo de caso do filme Step to the Line”, disponível nos Anais do XV ENECULT (Nov., 2019) e “Percepções e proposições sobre interatividade narrativa na Televisão Digital”, disponível na Revista Movimento (Out., 2017). Para além, também possui interesse em debater sobre sistemas opressores, representação e identificação LGBTQIA+ nos meios audiovisuais.

SERVIÇO:

CURTA QUARENTENA

Inscrições de 22/7/2020 a 22/8/2020

Divulgação do vencedor: 19/09/2020

Todos os curtas recebidos serão postados, gradativamente, nas redes sociais do Curta Quarentena. Siga:

– Instagram: https://www.instagram.com/curtaquarentena/

– Facebook: https://www.facebook.com/curtaquarentena/

– YouTube: https://bit.ly/3ekKXvl– Vaquinha Curta Quarentena: http://vaka.me/1219177

Festival de Teatro On-line é sugestão de programa cultural para o final de semana

Durante todo o mês de agosto acontece o 1º Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro. A mostra competitiva, promovida pela Cia Banquete Cultural, conta com 10 apresentações de teatro on-line em tempo real, sendo 5 dramas e 5 comédias. De acordo com Jean Mendonça, diretor do festival, foi muito difícil escolher apenas 8 espetáculos para o evento, como previsto originalmente, devido ao grande volume de projetos, vindos de todas as partes do Brasil, a organização estendeu para 10 selecionados. A escolha foi embasada no critério artístico: presença, precisão, espontaneidade, relevância social e qualidade de som e imagem do vídeo. “Depois de muitos empates, chegamos aos escolhidos. Dramaturgias potentes, contemporâneas e cheias de vigor artístico. Um orgulho ter todas essas experimentações cênicas na web”, explica Jean.

A proposta do Festival surgiu bem no início da pandemia no Brasil, em março, quando a classe artística ainda estava pensando em como seria a retomada das artes cênicas, mas sem esboçar reação. A ideia foi exatamente fomentar a possibilidade de um novo fazer teatral, ao vivo por meio das plataformas digitais, ao que batizaram de teatro-web. Segundo ele, a Cia Banquete Cultural não estava interessada no pioneirismo, embora considere esse ato histórico importante, mas sim na real continuidade das artes cênicas. “Fomos na contramão e arriscamos com uma dramaturgia ambientada neste momento pandêmico, a partir do meu texto inédito Ata-me as mãos aos pés da cela. O resultado ficou acima do esperado, mesmo limitado por falta de recursos e pelo pouco domínio da tecnologia. Isso nos provou que seria um caminho possível, e que outros artistas poderiam avançar conosco nestes estudos”, comenta.  As sessões do Ata-me as mãos aos pés da cela, foram realizadas em julho, pelo YouTube, como um pré-evento do Festival.  

A programação

Entre os dias 1º e 15 de agosto, sempre aos sábado e domingos, serão apresentados ao vivo pela plataforma Zoom, os trabalhos dos artistas e coletivos teatrais selecionados. A sala contará com uma plateia virtual de 90 pessoas, sendo 40 espectadores voluntários, 40 convidados, 5 integrantes do júri técnico e 5 organizadores do Festival. Todos os espectadores vão permanecer ocultos, ou seja, câmeras e microfones desligados. A participação é gratuita e os  interessados em assistir ao vivo, devem enviar um e-mail para  banqueteculturalproducoes@gmail.com. O link e a senha para acesso à sala virtual do Zoom serão enviados por e-mail pela Cia Banquete Cultural.

Já na segunda quinzena de agosto, de 16 a 30, os vídeos gravados das apresentações feitas em tempo real pelo Zoom serão exibidos pelo YouTube, no canal da Cia Banquete Cultural. Nessa etapa todo o público está convidado a participar como espectador e jurado.  “As pessoas terão a oportunidade de assistir gratuitamente a todos os espetáculos do Festival e ainda votar no preferido, apertando o botão do like. Todas as curtidas serão computadas como voto do Júri Popular.”, explica Jean.  O anúncio dos dois premiados, sendo um em cada categoria, será realizado por meio de uma live no canal da Cia Banquete Cultural, no YouTube, na segunda-feira, dia 31 de agosto, às 20h.

Confira a programação completa

Zoom –  01/08 (sábado) / YouTube – 16/08 (domingo)

18h – comédia – Coração de Palhaço, com Grupo Experimental de Pesquisa em Artes

19h30 – drama – Realidade Suicida, com Erick Antoniazzi

Zoom – 02/08 (domingo) / YouTube – 22/08 (sábado)

18h – comédia – Exagerei no rímel, com Maira Cibele e Roberta Chaves

19h30 – drama – Pandas ou Era uma Vez em Frankfurt, com Nicole Cordery, Mauro Schames e Bruno Kott


Zoom –  08/08 (sábado) / YouTube – 23/08 (domingo)

18h – comédia – O manual de como encontrar um bom partido, com Trupe do Fuxico

19h30 – drama – 12 segundos, com Teatro do Dragão


Zoom – 09/08 (domingo) / YouTube – 29/08 (sábado)

18h – comédia – Piruá de Circo, com Rodrigo Bruggemann (Palhaço Piruá)

19h30 – drama – Safe & Comfort, com Carranca Coletivo


Zoom – 15/08 (sábado) / YouTube – 30/08 (domingo)

18h – comédia – As desventuras do Capitão Rabeca, com Damião e Cia de Teatro

19h30 – drama – Cardinal, com Bárbara L. Matias


Ficha Técnica do evento

1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro

Promotora do evento: Cia Banquete Cultural

Realização do Evento: De 1º a 31 de agosto de 2020

Zoom: 1ª a 15 de agosto

YouTube: 16 a 30 de agosto

Premiação: 31 de agosto de 2020

Mais informações do eventobanqueteculturalproducoes@gmail.com

Assessoria de Imprensa: Sevilha Comunicação

Shopping Metropolitano Barra traz novidades na programação online em agosto

As atividades online que o Shopping Metropolitano Barra vem divulgando nas suas redes sociais desde maio continuam entretendo os clientes ainda em este mês. Em agosto, o público poderá contar com uma nova rodada de atividades online de conteúdo e de lazer. Além do Mundinho Kids Online, dedicado às crianças e que vai ao ar aos domingos, às 16h, temas como: jardinagem, aulas de balé, gastronomia e customização de roupas vão ganhar espaço na programação virtual do shopping. Os episódios serão exibidos pelas redes sociais do shopping.

Nas segundas-feiras, ainda seguindo a dinâmica de saúde, afinal é preciso movimentar-se mesmo em casa, a professora Ana Paula Lessa ensinará exercícios de ballet para os futuros bailarinos e bailarinas aprenderam junto com seus familiares, no “Minuto Plié”. Nas quartas, o “MET Garden” continuará na programação trazendo muitas dicas para os novos e antigos amantes da jardinagem. Às quintas, o público poderá colocar a criatividade em dia e assistir a dicas e ideias de costura e customização de peças de roupas e acessórios. Às sextas, o projeto GourMET irá trazer ideias para montar um menu delicioso para o fim de semana com as receitas apresentadas no projeto. Os domingos continuam reservados para a criançada, com o Mundinho Kids Online, no ar desde o início da quarentena.

“Embora muitos clientes já estejam se adaptando ao novo normal, ainda existe uma grande parcela do público que se mantém em casa ou só saem para o necessário, por isso continuamos com as nossas atividades online trazendo sempre novidades para todos”, afirma Eliza Santos, gerente de marketing do Shopping Metropolitano Barra. 

Atividades envolvem nutrição, jardinagem, gastronomia e lazer para crianças

·         Segunda-feira: Minuto Plié

Em parceria com a professora de ballet Ana Paula Lessa, o projeto contará com vídeos para as crianças e adultos aprenderem passos e exercícios da dança.

·         Quarta-feira: MET Garden

Julia Coelho, da @dentrodovidro, sucesso na edição passada volta com mais curiosidades e dicas para ajudar ao público na jardinagem.

·         Quinta-feira: Estilo MET

Um Série de vídeos, em parceria com a loja Arranjos Express, irão trazer dicas de costura e customização de peças para o público reaproveitar aquela peça de roupa largada no armário.

·         Sexta-feira: GourMET

As receitas da semana ficarão por conta do restaurante Delírio Tropical, que irá separar várias opções de pratos para serem feitos durante o mês. 

SERVIÇO:

Mundinho Kids Online – Shopping Metropolitano Barra

Dias 02, 09, 16, 23 e 30 de agosto

Horário: às 16h

Instagram do Shopping Metropolitano Barra @shoppingmetropolitanobarra

Minuto Plié – Shopping Metropolitano Barra

Dias 3, 10, 24 e 31 de agosto

Instagram do Shopping Metropolitano Barra @shoppingmetropolitanobarra

MET Garden – Shopping Metropolitano Barra

Dias 05, 12 e 26 de agosto

Instagram do Shopping Metropolitano Barra @shoppingmetropolitanobarra

Estilo MET – Shopping Metropolitano Barra

Dias 06, 13 e 27 de agosto

Instagram do Shopping Metropolitano Barra @shoppingmetropolitanobarra

GourMET – Shopping Metropolitano Barra

Dias 07, 14 e 28 de agosto

Instagram do Shopping Metropolitano Barra @shoppingmetropolitanobarra

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

O Shopping Metropolitano Barra foi inaugurado em 2013 numa das áreas que mais cresce no Rio de Janeiro: o Centro Metropolitano. Com amplo estacionamento e cerca de 200 lojas, o shopping é o espaço ideal para passear com a família, encontrar os amigos e ter acesso a ótimas marcas e restaurantes voltados a um público diversificado. Com arquitetura inovadora, o projeto recebeu ainda dois prêmios ouro – um do International Council of Shopping Center (ICSC) e outro da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).Pensando sempre na comodidade de seus clientes, o Shopping Metropolitano Barra foi o primeiro do Rio a lançar uma plataforma exclusiva de e-commerce, o ON Stores (https://loja.shoppingmetropolitanobarra.com.br/). Pioneiro na indústria brasileira de shoppings, o marketplace foi lançado pela CCP, administradora do shopping, para ampliar a conveniência dos clientes e agregar oportunidades de negócios aos lojistas. A inovação foi também premiada pela Abrasce.

Projeto Sambabook lives recebe Jorge Aragão dia 31, às 20 horas

A celebração está no gene da criação do Sambabook, projeto que nasceu para reverenciar e colocar o samba e seus criadores em lugar de excelência, sob o ponto de vista artístico, musical e educativo. Para dar início às comemorações pelos 10 anos do projeto, em 2021, a Musickeria preparou um aquecimento especialíssimo: no próximo dia 31 de julho,  Jorge Aragão comanda uma live dentro do projeto Sambabook Live,que será transmitida pelo canal oficial do  Sambabook no YouTube, com patrocínio da Cerveja Original e Telhanorte.

Como o Sambabook tem a marca da inovação, dez fãs sortudos poderão conversar virtualmente com Jorge Aragão ao final da transmissão, no Camarim Virtual.

Homenageado na edição de 2016 do Sambabook, ano em que se comemorou o centenário do samba e os 40 anos de carreira do compositor, cantor e músico, Jorge Aragão vai homenagear bambas que protagonizaram outras edições do projeto: João Nogueira, Martinho da Vila e Zeca Pagodinho. Um dos fundadores do Fundo de Quintal, já em carreira solo Aragão teve sambas gravados pelos maiores nomes do gênero.

Projeto Inédito e ousado da Musickeria para o mercado em sua estreia, o Sambabook lançou até aqui 5 edições multiplataforma e transmídia, incluindo diversos formatos físicos (CD, DVD, BluRay), acompanhados por fichário de partituras, discobiografia e ambiente na web, com portal, redes sociais e aplicativos especialmente desenvolvidos. Desde a edição inaugural em homenagem a João Nogueira – seguida pelos Sambabooks de Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, Dona Ivone Lara e Jorge Aragão –   foram mais de 100 artistas envolvidos, 125 novas gravações, 300 partituras escritas, indicação a prêmios como o Grammy Latino, uma estatueta do Prêmio da Música Brasileira, além de vários eventos e exposições.

“Nessas cinco edições que a Musickeria produziu até agora, a qualidade do projeto, desde a matéria prima, que são as composições, até o fato de reunirmos diferentes vertentes musicais, faz do Sambabook uma iniciativa única e ao mesmo tempo plural, que mostra que todo mundo bebeu e ainda bebe na fonte do samba. Nada mais natural do que vê-lo ganhar agora o ambiente das lives, uma vez que o Sambabook sempre foi multiplataforma”, pontua Afonso Carvalho, criador, diretor artístico do projeto e um dos sócios da Musickeria.

Com equipe técnica reduzida, as lives serão transmitidas respeitando todos os protocolos de segurança e distanciamento, para a segurança de todos.

Como o Sambabook tem a marca da inovação, dez fãs sortudos poderão conversar virtualmente com Jorge Aragão ao final da transmissão, no Camarim Virtual.

Durante as transmissões, será possível fazer doações ao projeto Mesa Brasil, que destinará itens de primeira necessidade a instituições de todo o território brasileiro. O projeto pretende levar auxílio para as pessoas em estado de vulnerabilidade social, as mais afetadas pela pandemia. As doações poderão ser feitas através do QR Code, que ficará na tela durantes as lives.

(Mais sobre o Mesa Brasil em http://www.sesc.com.br/portal/site/mesabrasilsesc/home/)

Sambabook live:
31.07 – Jorge Aragão

Sempre às 20 horas, no Canal do Sambabook no YouTube 

Patrocínio: Cerveja Original e Telhanorte.

Sobre a Musickeria:

A Musickeria atua em duas frentes. A primeira, criando e realizando projetos como o Sambabook, que homenageia grandes compositores do samba como João Nogueira e Dona Ivone Lara – em um modelo multiplataforma e com interpretações memoráveis de alguns dos maiores artistas do país.  Já na área corporativa a empresa desenvolve soluções criativas e inovadoras – junto às agências de publicidade e ao mercado – com o propósito de promover ativação e posicionamento de marcas através da plataforma de música. Direção artística, curadoria, planejamento e execução de alavancagem editorial, plataformas digitais, experiências de branded content são algumas das suas áreas de atuação. Entre os cases recentes estão o  Re-Colour da canção EX4GERADO, de Cazuza e a reedição do Circo Voador na praia do Arpoador desenvolvidos para a VIVO, a canção “Se Ligaê” para o Bradesco, e ainda a direção artística e alavancagem editorial de “Divas de Amor” e “Prontas pra Divar”, dois singles com participação de Ivete Sangalo e Claudia Leitte para a marca Gillette Vênus. (www.musickeria.com.br )

XV Rio Harp Festival

Nem mesmo a pandemia impediu que o XV RioHarpFestival fosse realizado em 2020. Adiado de maio para agosto, adaptado às circunstâncias que não só impediram a vinda de harpistas previamente acertados como também o cancelamento de eventos em espaços culturais e ainda sem previsão de retorno e, assim, realizando a sua versão virtual, em verdadeira volta ao mundo ao som das harpas. Serão 35 músicos de 27 países incluindo importantes brasileiros e orquestras de projetos sociais apresentam-se em agosto em 62 concertos virtuais no Rio de Janeiro e 10 em São Paulo. O projeto, apoiado pelo Ministério do Turismo – Secretaria Especial de Cultura pela lei de Incentivos Fiscais, é patrocinado pela Eletrobras. Inserido em Música no Museu, nos 23 anos de atividades ininterruptas de janeiro a dezembro de cada ano, atinge o Brasil de norte a sul, além de sua vertente internacional e que há 15 anos dedica um mês à harpa.

Dentre as novidades, a harpista Claire Le Fur que filmou apresentações de harpas no fundo do mar do Caribe, Jacques Vandelvede, da Bélgica, tocando em uma harpa dupla e, no encerramento, dia 31 de agosto, uma harpista da África do Sul tocando música europeia. Todos os concertos são virtuais e divulgados através de mídia social e também pela Rádio Música no Museu (www.radiomusicanomuseu.com).

A HARPA

Há instrumentos de origens arcaicas, com sonoridade delicada, que chegam como mera curiosidade aos nossos ouvidos tão acostumados ao barulho da vida moderna. A harpa, felizmente, vem atravessando milênios sem deixar de se adaptar a diferentes culturas e estilos musicais mantendo os seus adeptos, apesar de não gozar de tantos praticantes ou de um repertório tão amplo quanto os de outros instrumentos clássicos, como o piano ou o violino. Mais que uma excentricidade de épocas passadas, a harpa se mostra relevante nos dias de hoje, e uma prova disso é a chegada da XV edição do RioHarpFestival, evento anual que tem acontecido sem interrupção e sempre conta com recitais lotados. Consolidado no roteiro internacional da harpa, o festival carioca traz apresentações com músicos, vindos de vários países, tocando do clássico ao rock, passando por étnico, jazz e também ritmos brasileiros tocados por dedos ágeis ao pinçar a cordas da harpa só que desta vez virtual.  

DESTAQUES

Muitas são as nacionalidades presentes no rol de atrações: italiana, portuguesa, belga, croata, africana do sul, japonesa, colombiana, argentina, paraguaia, norte-americana, peruana e brasileira são algumas delas e os tipos de harpa igualmente variados, da clássica e céltica às regionais llanera, paraguaia, koto-japonesa, kora-africana,além das indianas e iranianas   da harpa dupla  do belga Jacques Vandelvede, das elétricas do Jonathan Faganello, do Burning Symphony e do italiano Raoul Moretti e outra novidade, o therumim do holandês Thorwald Jørgensen.

Destaque, também, para a inclusão de orquestras de várias comunidades em trabalhos de inclusão social pela música  entrosadas com os harpistas estrangeiros com evidentes ganhos recíprocos.

Cidade importante de outro estado como São Paulo, também entrou no circuito do festival, já na quinta versão – V SPHarpFestival – e que cresce a cada edição, confirmando a potência de um dos mais delicados instrumentos musicais. Talvez seja questão de tempo para que, assim como Música no Museu, possa atingir todo o Brasil.

Enquanto isto já se expandiu em 2019 para a Europa com concertos em Lisboa e Coimbra (Portugal), Madrid (Espanha), Bruges (Bélgica), Porquerolles, Grasse( França), Milão (Itália), Guiana e Caribe, todos com harpistas locais, mostrando assim a sua repercussão internacional que só não se repete em 2020 devido ao Coronavirus mas mesmo assim, realiza em 2020 em Portugal, além de Lisboa,  participa das comemorações dos 730 anos da Universidade de Coimbra.

OUTROS DESTAQUES

Ecos Latinos, de New Orleans apresenta-se com a Orquestra Violões do Forte, um projeto desenvolvido na Comunidade do Pavão-Pavãozinho e na mesa linha, a Camerata do Uerê, da Comunidade da Maré e a Orquestra Música para Todos, do Piaui.  Já os Tambores do Japão, alguns com até 2 metros de altura, apresenta-se com o Grupo Seiha de koto, mostrando a integração da percussão com a harpa e exaltando a cultura japonesa. Já o italiano Enrico Euron apresenta-se em um castelo da Italia.

Les Alizes, um quinteto oriundo da França e da Martinica fará apresentações tendo como pano de fundo o lindo mar do Caribe. Destaque, também, para a música libanesa com Al-Nur Kibir e na lista das harpistas clássicos, Sasha Boldachev, da Russia,  Kobie di Plessis, da África do Sul, Elizabeth Jaxon, dos Estados Unidos, Edith Gaeger, da Áustria, Florence Sitruk da Alemanha, Maria Palatine, da Belgica  entre muitos outros.

MÚSICA NO MUSEU

O RioHarpFestival insere-se em Música no Museu, considerada a maior serie de música clássica do Brasil, e que nos seus 23 anos de atividades registra um público superior a 1 milhão de espectadores no Brasil de Norte a Sul, e que se expandiu para cidades de países de todos os continentes levando música e músicos brasileiros para o exterior. Detentor de 30 prêmios nacionais e internacionais, foi tema de Mestrado na Universidade de Berlim. Na sua programação anual, dividida em concertos referentes às estações do ano (Concertos de Verão, Outono, Inverno, Primavera e Natal), a cada mês privilegia um tema ou um naipe. Maio é o mês das harpas.

OUTROS DESTAQUES

O belga Jacques Vandelvede tocará em uma harpa dupla, outra novidade do festival. Já o Ecos Latinos, de New Orleans apresenta-se com a Orquestra Violões do Forte, um projeto desenvolvido na Comunidade do Pavão-Pavãozinho e na mesa linha, a Camerata do Uerê, da Comunidade da Maré. Já os Tambores do Japão, um registro especial do Japão com tambores de 2 metros de altura, apresenta-se mostrando a integração da percussão com a harpa.

Les Alizes, um quinteto oriundo da França e da Martinica fará apresentações tendo como pano de fundo o lindo mar do Caribe. Destaque, também, para a música libanesa com Al-Nur Kibir e na lista das harpistas clássicas, Kobie di Plessis, da África do Sul, Elizabeth Jaxon, dos Estados Unidos, Edith Gaeger, da Áustria e assim por diante. 

Outras novidades: O XV RioHarpFestival participará das festividades dos 730 anos da Universidade de Coimbra

Rio de Janeiro

XV RioHarpFestival

H A R P I S T A S

1-Alemanha- Florence Sitruk – harpa clássica

2 – África do Sul- Kobie du Plessis – harpa clássica

3 – Argentina- Lucas Petroni – harpa paraguaia; 

Walter D´Harpa-harpa paraguaia; 

Duo Portinari – Soledad Ya Ya (harpa clássica) e  CANADA Peter Pas (viola)

4-Áustria – Edith Gaesteiger- harpa clássica

5 – Bélgica – Pia Salvia – harpa clássica; 

Jacques Vandelvede- harpa clássica; 

Gabriela Garcia- harpa clássica; 

Maria Palatine- harpa clássica

6- Brasil –  Burning Symphony – Jonathas Faganello – harpa elétrica;

Nando Araujo – 60 minutos – palestra e musica. – harpa céltica; 

Tatiana Henna – harpa clássica; 

Newton Nazareth – palestra e musica; 

Vanja Ferreira – harpa clássica; 

Orquestra Música para Todos (Piauí) – Maestro Sergei  Eliasar de Carvalho;

Trio D`Ambrosio – Maria Célia Machado, harpa clássica, Maria Helena Andrade, piano e  Orquestra Violões do Forte; 

Jonca Harp – harpa céltica 

7- Bulgária –  Angela Madjarova- em Duo Grecia–Katerina Kitov- harpa clássica

8 – Chile – Christian Rodrigues-harpa céltica

9 – Equador –  Ernesto Guerra-harpa paraguaia/ harpa clássica

10 – Espanha – Yerko Lorca-kora, harpa africana; 

Yerko Lorca e Kuan Kin (Taiwan) – kora, harpa africana;

Maria Rosa Calvo y Manzano – harpa clássica

11- Estados Unidos – Elizabeth Jaxon – harpa clássica; 

Cheyenne Brown.-harpa céltica; 

Ecos Latinos – Patrice Fisher – harpa céltica;

12 – França – Les Alizes- Claire Le Fur, harpa clássica; 

Claire Le Fur minutos (fundo do mar)- harpa clássica/harpa céltica; 

Clemence Boinot- harpa clássica; 

Trio Artemisia – França/Italia – Alessandra Magrini, harpa clássica

13- Holanda – Thoward Jorgensen, theremin, 

14- India – Pre Raman – harpa indiana

15 – Irã – Navayemher Band- harpa iraniana; Nobang Band  

16 – Itália – Enrico Euron-harpa celtica; Raoul Moretti-harpa elétrica

17 – Japão – Grupo Seiha (kora- harpa africana) – Tambores do Japão.

18 – Líbano –  Al Nur Kibir (instrumentos libaneses)

19 – México – Baltazar Juarez – harpa clássica

20-País de Gales – Transtlantic Duo – Bem Creighton – harpa clássica

21-Paraguai –  Lucas/Luis Zaracho – harpa paraguaia; Alcides Sotelo-guitarra e Alcides Sotelo Jr., harpa paraguaia.

22- Peru – Yens Ever – harpa lhanera

23- Portugal –  Beatriz Cortesão – harpa clássica

24 – República Tcheca –  Jana Bouskova – harpa clássica

25- Rússia – Sasha Boldachev – harpa clássica

26 – Slovenia –  Naja Mohoric.- harpa clássica

São Paulo

XV SPHarpFestival

H A R P I S T A S

1-Alemanha – Florence Sitruk – harpa clássica

2-África do Sul – Kobie du Plessis – harpa clássica

3- Argentina – Soledad Ya Ya harpa clássica e CANADA Peter Pas, VIOLA

4-Áustria – Edith Gaesteiger – harpa clássica

5 – Bélgica – Jacques Vandelvede – harpa clássica

6 – Brasil – Nando Araujo – harpa céltica

7- Espanha- Maria Rosa Calvo y Manzano, harpa clássica

8 – Itália- Enrico Euron – harpa céltica

9 – Japão – Grupo Seiha (koto, harpa japonesa) – Grupo Komyo – Tambores do Japão

10 – México – Baltazar Juarez – harpa clássica

11- Slovenia – Naja Mohoric.- harpa clássica

Programa completo nos sites:         

[http://www.rioharpfestival.com.br%20]www.rioharpfestival.com.br

[http://%20www.musicanomuseu.com.br%20] www.musicanomuseu.com.br

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Encontro Poético virtual com Gerald Thomas

A Faculdade Cesgranrio realiza, no próximo sábado (25/07), às 18h, um Encontro Poético virtual com Gerald Thomas. O evento será transmitido ao vivo através do link: bit.ly/EncontroGeraldThomas. O bate-papo sobre oba e carreira do autor e diretor de teatro será mediado por Juliana Pamplona e Maria Assunção, professoras do curso de Teatro da Faculdade Cesgranrio.