Festa Realmente Som 10 em novo local

A Festa Realmente Som, organizada por Luciano Strazzer, mudou de casa e agora aporta num dos points mais bacanas da cidade: o Ganjah Lapa. E lá chega comemorando a Edição 10, no dia 10 de novembro, sábado, com shows de Jaffar Bambirra, cantor, compositor e ator atualmente na novela “Pega Pega”, da Banda Valuá e do duo Luthuli Ayodele & Julia Mestre.

Depois de várias edições no Casarão floresta, com mais de 120 artistas, a Realmente Som segue com o mesmo conceito de misturar estilos em shows ao vivo de bandas independentes. O aconchegante Ganjah Lapa abriga a cena cultural e musical independente da cidade, com arte urbana, bons shows, grafites, moda, exposições  e festas sensacionais. Sem falar na cerveja sempre gelada, comidinhas saborosas e preço honesto. 

Realmente Som é uma festa criada pelo produtor e agitador cultural Luciano Strazzer com principal objetivo o encontro entre músicos, sejam eles de que lugar for, tendo o rock e a música brasileira como foco, mas aberto a todas as tribos e tendências. O projeto nasceu do reencontro da Banda Anjos de Vidro formada por Luciano Strazzer, idealizador e curador do projeto que já segue seu caminho com nove edições e mais de 120 artistas envolvidos. O ingresso é barato e, se você gosta de ouvir, curtir boa música, fazer amigos, conhecer músicos, essa é a festa.

O produtor e “mago” das terapias alternativas, já aos 16 anos montou a banda Anjos de Vidro, que retornou agora aos palcos com disco novo no forno e agendas de shows de lançamentos, tendo feito sua reestreia já na edição 6 da festa e shows no áudio Rebel e Teatro Café Pequeno dentro do Festival Cena Carioca De Música Progressiva, atua como produtor colocando fé que a miscelânea cultural merece um lugar de encontro. Para projetos futuros planeja, além dos shows, o novo disco da banda e muitas outras festas, a foto-biografia de seu pai, Carlos Augusto Strazzer (1945/1993) – um dos grandes atores brasileiros da década de 80 na TV, teatro e no cinema – que está sendo escrita juntamente com o jornalista e escritor Nelson Liano, programada para 2018 pela editora Sextante.

Jaffar Bambirra

Além de atuar e cantar em sua primeira novela, a “Pega Pega” da TV Globo, em que vive Márcio e compõe o casal fofo com Valentina Herszage (a Bebeth), Jaffar Bambirra também é cantor e compositor e está em estúdio gravando seu primeiro disco só com músicas autorais.

Paralelo às gravações da novela, onde também canta e toca violão, Jaffa (como é chamado) tem batido ponto no estúdio Fibra para dar forma ao seu primeiro CD com produção de Pedro Mamed e já está em conversas com gravadoras. “Hoje faço shows, organizo saraus com minha galera”.  Os músicos que o influenciaram (e influenciam até hoje) são Moska, Cazuza, Renato Russo, Cássia Eller, Bob Dylan e Coldplay, mas Moska e Cazuza principalmente. Na Realmente Som 10 vai mostrar algumas músicas de seu repertório autoral como “Fui Seu Par” e “Ilustração”, mais “Idade do Céu” (Moska), “Gravity”, John Mayer, e reggae brasileiro como “Pra Você” (Onze:20).

https://www.youtube.com/watch?time_continue=9&v=mTQOXwoFxY8 – “Pra Você”

 

Banda Valuá – Gênero Rock

Carioca, a banda Valuá começou em meados de 2011 quando seus quatro integrantes ainda estavam no ensino médio. Foi nos corredores do colégio que o vocalista Rodrigo Reis, o guitarrista Bernardo Ibeas e o baixista Carlo Aquino se conheceram e montaram este enérgico projeto musical, completado com chegada do baterista Gabriel Leite.

Nos últimos quatro anos gravaram um LP independente, que incluiu o sucesso “Veja Bem”, e fizeram turnês por todo o estado. Desde casas de shows como a Casa da Matriz, participaram também de eventos como o Mondial de la Bière e Solístico do Som.

Hoje, com uma base leal de fãs e o recente assinado contrato junto a Paravox, selo do músico Carlos Trilha (produziu sucessos de Marisa Monte, Lobão, Renato Russo, por exemplo), 2017 chegou com o início de uma nova etapa de suas carreiras. O primeiro single com a gravadora, “Perguntas” (disponível no iTunes e Spotify), que fará parte do seu novo EP, foi lançado com um videoclipe e reforça a originalidade, versatilidade e potencial da banda, que nega ficar presa a qualquer tipo de rótulo.

 

Influenciados por Led Zeppelin, Pink Floyd e Mutantes, o som maduro destes quatro jovens cabe bem em grandes palcos e até em lugares mais intimistas.

https://www.youtube.com/watch?v=iWW4izySl38 – “Veja Bem”

Luthuli Ayodele & Julia Mestre

O vocalista e compositor Luthuli Ayodele, filho do sambista Maurício Soca, é cantor e um dos principais compositores da banda Sinara, que conta também com um filho de Gilberto Gil (José Gil, no posto de baterista) e dois netos do genial artista baiano (João Gil e Francisco Gil, nas guitarras). Com a cantora Julia Mestre forma um duo no projeto Nós, de voz e violão. 

Veja aqui: https://www.youtube.com/watch?v=Mq-KnrODvUM – “Eu Vou Lutar “

FESTA REALMENTE SOM 10

Local: Ganjah Lapa (Rua do Rezende, 76 – Centro, Rio de Janeiro – RJ – Tel: 2224-4585)

Data: 10 de novembro, sexta

Horário: das 21h30 às 3h da manhã

Ingressos:  Com nome na lista, via mural do evento: R$ 10,00 (nome colocado até às 18h do dia da festa); Sem o nome na lista:  R$ 15,00

———E N T R A D A  AP E N A S  E M  D I N H E I R O ——–

No bar aceita todos os tipos de cartão de crédito e débito, menos bilhete único e voucher https://www.facebook.com/images/emoji.php/v7/f57/1/16/1f609.png
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“O Escândalo de Philippe Dussaert” no Theatro Bangu Shopping

Até então inédito no Brasil, “O Escândalo Philippe Dussaert“, premiado texto do ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot, foi o escolhido por Marcos Caruso para ser seu primeiro trabalho solo, depois de mais de 40 anos de uma sólida e premiada carreira no teatro, na TV e no cinema. Nos dias 4, 5, 11 e 12 de novembro o ator levará o espetáculo para Theatro Bangu Shopping, que será apresentado sábado às 21h e domingo às 20h.

A peça rendeu a Caruso todos os prêmios de teatro existentes no Rio de Janeiro: Prêmios Shell, APTR, Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Ator, além do novo Prêmio do Humor (criado por Fabio Porchat) na categoria Melhor Espetáculo.

 

A peça já foi vista em várias cidades brasileiras como Porto Alegre, Florianópolis, Campinas, Região Serrana do Rio, Recife e Belo Horizonte. Em janeiro de 2018 segue para apresentações nos Estados Unidos (Miami, Orlando, Boston) e na sequência Portugal – um mês em Lisboa e mais um mês viajando por cidades portuguesas para, finalmente, em abril, estrear em São Paulo, no Teatro FAAP.

O Escândalo Philippe Dussaert” é um texto que investiga com fino humor os limites da arte contemporânea e as polêmicas em torno do assunto, através da história de um escândalo do pintor francês Philippe Dussaert.

Vencedor do Prêmio Philippe Avron por esta peça, Jacques Mougenot está há quase uma década em cartaz, ultrapassando a marca das 600 apresentações na França. O autor também ganhou o Prêmio Molière 2016 de Melhor Espetáculo Musical por sua adaptação da peça de Georges Feydeau “Les Fiancés de Loches“, que transformou num musical com a colaboração do compositor e diretor Hervé Devolder.

 

Nesta peça, o dramaturgo francês usa a figura de um pintor contemporâneo e sua polêmica carreira para fazer junto ao público uma reflexão sobre o que é e o que não é arte – o tema é terreno fértil para infindáveis controvérsias e polêmicas.

“Cada vez mais me interesso pelo teatro contemporâneo. Como autor, diretor ou ator, quero cada vez mais me debruçar sobre temas contemporâneos. ‘O Escândalo Philippe Dussaert’ permite uma investigação onde ator e plateia, de maneira divertida e surpreendente, desvendam um dos maiores escândalos da história da arte contemporânea.”, afirma Marcos Caruso.

 

SINOPSE

 

A peça conta a história do pintor Philippe Dussaert, nascido no norte da França em 1947, que perseguiu obstinadamente em sua trajetória o sentido mais profundo do “Nada”. Sua proposta inicial é inusitada: reconhecido pelo seu talento de exímio copista, reproduz quadros famosos de pintores como Da Vinci, Manet, Cézanne, Vermeer, porém exclui da imagem quaisquer personagens humanos ou animais, e preserva fielmente o cenário ao seu fundo. Causando surpresa e inquietude no mundo das artes, ele segue radicalizando sua proposta e, pouco a pouco, vai ganhando o mercado de arte contemporânea – suas obras se tornam cada vez mais valiosas e disputadas por grandes museus e colecionadores. A trajetória de Dussaert chega ao ápice quando sua derradeira exposição deflagra uma reviravolta que ficou conhecida como “O Escândalo Philippe Dussaert”.

 

FICHA TÉCNICA

Texto: Jacques Mougenot

Tradução: Marilu de Seixas Corrêa

Direção: Fernando Philbert

Interpretação: Marcos Caruso

Cenário e Figurino: Natalia Lana

Iluminação: Vilmar Olos

Trilha Original: Maíra Freitas

Projeções e Vídeo Mapping: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca

Assistente de Direção: Vinicius Marins

Fotos: Paula Kossatz

Design Gráfico; Bruno Dante e Fernando Nicolau

Mídias Sociais: Ramon de Angeli

Administração: Priscila Fialho

Direção de Produção: Carlos Grun – Bem Legal Produções

Realização: Galeria de Arte CorMovimento Ltda

Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany

O AUTOR – JACQUES MOUGENOT

Formado na Escola de Engenharia de Lilles, o ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot resolveu dedicar-se exclusivamente à arte dramática. Para isso, estudou com o ator e professor de teatro Jean Laurent Cochet, antigo integrante da Comédie Française. Desde 1989, Mougenot interpretou vários papéis clássicos, principalmente de Molière, Marivaux, Victor Hugo, Labiche e Sacha Guitry.

Começou então a escrever e interpretar seus próprios espetáculos – peças de teatro e recitais de poesia. Escreveu uma dezena de peças entre as quais “Ainsi soit je”; “La carpe du Duc de Brienne”; “Corot”; “Le maître-chanteur”; “L’affaire Dussaert” (“O Escândalo Philippe Dussaert”); “Le cas Martin Piche”; “Deux timides à la clé” (comédia musical baseada em Labiche); “Les fiancés de Loches” (comédia musical inspirada em Feydeau); “La princesse moche” (comédia musical), das quais seis já foram produzidas em Paris.

Em 2011, recebeu o Prêmio Philippe Avron por sua peça “L’affaire Dussaert” (O Escândalo Philippe Dussaert”), que interpretou mais de 600 vezes.

O ATOR – MARCOS CARUSO

Marcos Caruso atuou em mais de 35 peças teatrais, entre elas os grandes sucessos “Intimidade Indecente” , de Leilah Assumpção (inicialmente ao lado de Irene Ravache, e depois com Vera Holtz) e “Em Nome do Jogo” de Antony Shaffer (inicialmente ao lado de Emilio de Mello, e depois com Erom Cordeiro) .

É autor de 10 textos, entre eles o fenômeno “Trair e Coçar é só Começar”, este ano completando 30 anos em cartaz. A peça integrou várias edições do Guinness Book como recordista da temporada mais longa, e já foi adaptada para o cinema com direção de Moacyr Goes, e para a TV em série com roteiro do próprio Caruso, exibida pelo canal Multishow.

Por “Sua Excelência o Candidato” ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor em 1993, e por “Porca Miséria” o Prêmio Mambembe de Melhor Autor em 1994.

Dirigiu as peças “S.O.S. Brasil” e “Brasil S.A.”, ambas de autoria do empresário Antônio Ermírio de Moraes (1928-2014). Mais recentemente dirigiu “Família Lyons”, de Nicky Silver, indicada aos Prêmios Shell e Cesgranrio, com Rogerio Fróes e Suzana Faini à frente do elenco; e “Selfie”, peça de enorme sucesso com Mateus Solano e Miguel Thiré, que depois de longa temporada carioca e viagens pelo Brasil, estreia em setembro deste ano em São Paulo.

Na TV, atuou em mais de 30 produções, entre elas as novelas “Avenida Brasil”, “A Regra do Jogo”, “Mulheres Apaixonadas”, “Páginas da Vida”, “Cordel Encantado”, “Jóia Rara”, a nova versão da “Escolinha do Professor Raimundo” (como Seu Peru, personagem de Orlando Drummond na versão original); as séries “Chapa Quente”, “O Canto da Sereia”, entre outras tantas, na TV Globo. Escreveu a novela “Ana Raio e Zé Trovão” (a primeira e única novela itinerante da teledramaturgia brasileira, exibida na extinta TV Manchete), e dirigiu o programa “Fala Dercy”, no SBT, com Dercy Gonçalves.

No cinema, atuou em mais de 10 filmes, entre eles “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Andre Klotzel; “Polaroides Urbanas”, de Miguel Falabella; “Irma Vap – o retorno”, de Carla Camurati; e recentemente em “Obra Prima”, de Daniel Filho; “Operações Especiais”, de Tomás Portella; e “O Escaravelho do Diabo”, de Carlo Milani. Escreveu quatro roteiros, entre eles “O Casamento de Romeu e Julieta”, dirigido por Bruno Barreto.

O DIRETOR – FERNANDO PHILBERT

Fernando Philbert é diretor do programa “Arte do Artista”, apresentado por Aderbal Freire-Filho  na TV Brasil.

Foi codiretor dos espetáculos “Em Nome do Jogo”, com Marcos Caruso e Emílio de Melo; “No topo da montanha”, com Lázaro Ramos e Taís Araujo; “Campo de Batalha”, com Rodrigo dos Santos e Aldri Anunciação.

Dirigiu os espetáculos “O Corpo da Mulher Como Campo de Batalha” e “Silêncios Claros”, com Ester Jablonski; “Cabras Cabras”, com Priscilla Balio e Flávio Vindaurre; “Quero ser Ziraldo”, com João Velho.

Foi diretor assistente dos espetáculos “Incêndios” com Marieta Severo, Macbeth, com Daniel Dantas e Renata Sorrah, e “Hamlet”, com Wagner Moura – os três com direção de Aderbal Freire-Filho. Também foi diretor assistente da peça “Do Fundo do Lago Escuro” com texto, direção e atuação de Domingos Oliveira.

 

SERVIÇO:

 

O ESCÂNDALO PHILIPPE DUSSAERT

Theatro Bangu Shopping – Rua Fonseca nº 240 Shopping Bangu, Bangu

Horário: Sábado às 21h / Domingo às 20h

Data: 4, 5, 11 E 12 de Novembro.

Classificação: 14 anos.

Duração: 70 minutos.

Ingresso: R$ 60,00 (plateia e frisas), R$ 50,00 (balcão).

Capacidade do Teatro: 574 lugares.

Telefone do teatro: 21 2401 3631

Mais informações: https://www.facebook.com/TheatroBanguShopping

Horário de funcionamento da bilheteria: De segunda a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.

Reservas para grupos: Guilherme Romeu – guilhermeromeu@brainmais.com / (21) 96629 – 0012

Horário de atendimento – De Segunda a Sábado de 14h às 21h.

Acessibilidade: Elevadores, rampas de acesso e assentos especiais

Estacionamento no Bangu Shopping

Grandes nomes da música se apresentam no palco do Bar Santo Graal em São Caetano do Sul

o Bar Santo Graal, foi inaugurado em 2016, e atualmente é considerado um dos principais points da região de São Caetano do Sul, no município que integra o Grande ABC, em São Paulo, sendo atraído por frequentadores de todas as regiões.

Com um espaço climatizado que reserva o melhor do conforto, qualidade e descontração, o Bar que é literalmente uma casa de shows, já foi palco para grandes nomes da música se apresentarem, entre eles os cantores Péricles, Dudu Nobre, Xande de Pilares, Chrigor, assim como a dupla Thaeme e Thiago, e os Grupos Doce Encontro, Pixote, Exaltasamba, Art Popular, Samprazer, Nuwance entre outros.

De quarta a domingo, o Santo Graal é um espaço onde as pessoas podem conversar tomando bons drinks, ou mesmo saborear deliciosos pratos e harmonizá-los com a carta de vinhos e cervejas disponíveis, tudo isso apreciando uma boa música.

Mais do que bebidas diversificadas, cardápio bem elaborado e um ótimo atendimento, o Santo Graal tem como compromisso proporcionar ao cliente uma experiência de consumo única formada por elementos da cultura estadunidense e paulistana.

Venha você também desfrutar de um momento de muita descontração e curtir de perto um grandioso show com músicas ao vivo.

“Medo Viral” estreia em dezembro

“Medo Viral” é um filme de terror sobrenatural escrito e dirigido pelos irmãos Abel e Burlee Vang. O elenco conta com Saxon Sharbino (‘Poltergeist: O Fenômeno‘), Brandon Soo Hoo (da série ‘Um Drink no Inferno‘), Alexis G. Zall (‘Ouija: Origem do Mal‘), Bonnie Morgan (a Samara de ‘O Chamado 3‘) e  Victory Van Tuyl (‘Zumbilândia’). A história gira em torno de um grupo de jovens que instala um aplicativo em seus telefones sem saber que se trata de uma entidade sobrenatural que se alimenta dos medos de seus usuários. 
Sinopse

Um grupo de amigos baixa um aplicativo que, no início, parece uma maneira inofensiva de receber direções ou recomendações de restaurantes. Mas a natureza sinistra do ‘app’ logo se revela. O aplicativo não só conhece os medos mais profundos e sombrios de cada pessoa, como é capaz de manifestar esses medos no mundo real para literalmente assustar os jovens até a morte.

Elenco

 Saxon Sharbino ….. Alice Gorman
Bonnie Morgan … Grandmother
Brandon Soo Hoo …Dan
Alexis G. Zall …Nikki
 Robyn Cohen …Patricia Gorman
 Aaron Hendry … Mr. Difilipo
 Kate Orsini … Susan
 Victory Van Tuyl …Haley Davis
 Matty Finochio …Samuel Price
 Brett Wagner …Fat Clown

Camden Toy …Tall Clown
Mitchell Edwards …Cody
Billy Mayo …Lt. Campbell

Ficha técnica

Direção e Roteiro …………. Abel Vang e Burlee Vang
Produção ……….. Kirk Roos
Produção Executiva …….Stephen Stanley e Brad Brizendine
Direção de Arte ……….. Wade Morrison, Daniel O’Reilly, Jen Oliver
Música ………. David C. Williams
Montagem ………. Cole Duran
Produção de Arte ………. Samantha Nicoletti
Efeitos Especiais …. Robert Hall
Maquiagem ….. Jessica J. Eisenman, Robert Hall, Dezzy Hartley, Morgan McDonnell, Lisette Santana, Norelle Soriano

“Uma pilha de pratos na cozinha” no Espaço Cênico Oswald de Andrade

Peça que marcou a estreia do ator Alexandre Borges como diretor teatral estreia em São Paulo dia 9 de novembro no Espaço Cênico Oswald de Andrade, no Bom Retiro. “Uma pilha de pratos na cozinha”, escrita em 2007 por Mário Bortolotto, narra o drama em que quatro amigos reunidos em um apartamento falam sobre a vida e morte ao som de muito rock’n roll, drogas e bebidas. A peça fica em cartaz de quinta a sexta, 20h e aos sábados, 18h, com entrada franca, até dia 18 de novembro.

Montagem que estreou no Rio de Janeiro em 2014, circulou pelo interior de São Paulo, fez uma única apresentação na capital paulista, participou do Festival de teatro de Tiradentes, Minas Gerais, foi uma oportunidade para comemorar os 30 anos do grupo Cemitério de Automóveis criado por Bortolotto.

Considerado um dos melhores textos de Bortolotto, Uma pilha de pratos na cozinha é um drama em que Júlio (Rodrigo Rosado), um jovem avesso às relações com outros seres humanos está enclausurado em seu apartamento, enquanto sua pilha de pratos cresce na pia. Chegam três presenças em série que mexem com essa monotonia: Daniel (Akin Garragar), um amigo sanguessuga fracassado; Breno (Fioravante Almeida), o síndico do prédio e Cristina (Silvana D’lacoc), ex-namorada de Júlio e doente terminal. A peça é marcada por tiradas ácidas, sarcásticas, inteligentes e entremeadas com a inação das personagens que sabem bem analisar suas próprias vidas, mas não conseguem se mover. “Uma Pilha de Pratos na Cozinha” é uma peça que naturalmente faz com que o espectador saia do teatro pensando sobre a vida. Como é a sua vida? O que você faz dela, ou não faz? Enfim, não existe certo nem errado. É tudo um grande ensaio.

A estreia de Alexandre Borges como diretor teatral aconteceu pela admiração que ele tem pelo autor, um de seus contemporâneos. A dupla já havia trabalhado nos cinemas e agora renova a parceria nos palcos.

– Essa estreia como diretor veio por acaso. O Mário liberou um de seus textos para uma montagem carioca. A conversa inicial aconteceu em 2013 e a produção achou que eu seria um cara legal para acompanhar a produção desde o começo e prestar uma homenagem aos 30 anos do Cemitério de Automóveis que aconteceu em 2014. Topei pelo entusiasmo! – celebra Borges.

SINOPSE SUGERIDA: Quatro amigos encaram uma longa jornada noite adentro num apartamento com uma pia lotada de louça suja, metáfora do texto de Mario Bortolotto sobre o submundo de São Paulo. Eles falam sobre a vida e morte ao som de muito rock’n roll, drogas e bebidas. É neste contexto que acontece o drama “Uma Pilha de Pratos na Cozinha”, texto de Mário Bortolotto que encerra a trilogia da Praça Roosevelt e marca a primeira direção teatral do ator Alexandre Borges

LINK DE VIDEO: https://www.youtube.com/watch?v=bLRUFIudgZQ

SERVIÇO

Estreia: Dia 9 de novembro – 20h

Temporada: De 9 até 18 de novembro de 2017

Local: Espaço Cênico Oswald de Andrade

Endereço: Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro – Telefone: (11) 3222 4683

Horários: Quinta e sexta-feira, 20h, sábado, 18h
Duração: 40 min.
Classificação: 14 anos.
Capacidade: 50 Lugares
Gênero: Drama
Preço: Gratuito

FICHA TÉCNICA
Texto: Mário Bortolotto
Direção: Alexandre Borges
Elenco: Akin Garragar (Daniel), Fioravante Almeida (Breno), Rodrigo Rosado (Julio), Silvana D’lacoc (Cristina)

Iluminação: Aurélio di Simoni
Cenografia e figurino: Daniele Geammal
Programação Visual: Thiago Ristow
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
Produção: Fábio Amaral
Produção executiva: Candice Frederico

Idealização: Rodrigo Rosado e Silvana D’Lacoc

Sala Carlos Couto apresenta exposição de arte “Palhaçada”

A partir de quarta-feira, 18 de outubro de 2017, a Sala Carlos Couto, anexa ao Teatro Municipal de Niterói, abre as portas para a exposição “Palhaçada”,  do artista plástico e cenógrafo Joel D´Castro, que retrata a sua paixão pelo mundo mágico dos palhaços.

Sua versatilidade viaja entre obras e materiais reciclados, característica marcante de seu trabalho.  Telas em aquarela, pastel, óleo com esculturas,  um misto encantador  da arte,  onde a pedra, o violão, o vinil e uma mala de viagem viram tela. O toco de madeira torna-se um belo palhaço e o trapézio nos traz o Chaplin numa verdadeira e atraente acrobacia de arte.

SERVIÇO:

Data de abertura: 17 de outubro

Data de visitação: 18 de outubro a 12 de novembro.

Horário: Terças a Sextas das 10h às 18h. Sábados e Domingos das 15h às 18h

Entrada Franca

Local: Sala Carlos Couto

Teatro Municipal de Niterói 
Rua XV de Novembro 35, Centro 
Tel: (21) 2620-1624

“Miguel, o Invisível” no Teatro Municipal Gonzaguinha

Em sua sétima temporada entre o Rio e Niterói, a peça “Miguel, o Invisível” inicia nova temporada Teatro Municipal Gonzaguinha, no Centro do Rio, no dia 11 de novembro, às 17h. O espetáculo tem atraído a atenção de uma plateia diversificada, onde crianças, jovens, adultos e idosos riem e se divertem nos momentos de interação com o elenco.

Com uma linguagem leve e descontraída, o texto retrata situações cotidianas do universo escolar como o bullying, as questões do coração, os medos e inseguranças vivenciados durante a infância e adolescência.

Miguel, um garoto que não se enquadra em nenhum dos grupos sociais formados no colégio onde estuda, se apaixona pela garota mais popular daquele pequeno universo. Será que ele consegue se livrar da timidez, do estigma de invisível e ter a chance de ser correspondido pela garota, conquistando o respeito e admiração de todos?

Serviço

Peça “Miguel, o Invisível”
Temporada: 11 a 25 de novembro
Sábados: dias 11 e 25, às 17h
Domingo: dia 19, às 17h
Valor: R$ 40 (Inteira) e R$ 20,00 (Meia)
Classificação: Livre

Teatro Municipal Gonzaguinha
Rua Benedito Hipolito, 125 – Praça Onze
Estacionamento próprio