Silva, BK, MangoLab Calorzão e AdoroFrozen no roteiro da folia carioca

Para aqueles que preferem deixar os desfiles para ver pela televisão e preferem curtir uma boa festa com o clima carnavalesco, o que não faltará neste Carnaval tardio são opções. Abrindo a programação, a queridinha AdoroFrozen volta para edição especial de Carnaval no dia 21/04 (quinta-feira). No line-up estarão os DJs que fazem a festa acontecer, como Locos, Rodrigo Ribeiro, Fatnotronic, DJ A, Bruna Lennon, Whu e Ise, além de apresentação do grupo Sinfônica Ambulante, com muito samba, rock, funk music, forró, maracatu, salsa e jazz. Serão 12 horas de música, tendo o Rio como cenário e fonte de inspiração. Os ingressos já estão à venda no Ingresse e dão direito a open bar. Além da bebida gelada, colorida e gostosa que dá nome ao evento, haverá vodka Absolut, gin Beefeater, cerveja Beck’s, whisky Jameson, energético Red Bull, Tônica, água e refrigerante. A Festa AdoroFrozen é uma realização da Vibra Marketing e Entretenimento e o RP e empresário Leo Marçal.
 

Já na sexta-feira de carnaval (22/04), o balanço será comandado por Silva, em única apresentação no Lagoon, zona sul do Rio de Janeiro, em meio ao cenário deslumbrante da Lagoa Rodrigo de Freitas. Depois de esgotar os ingressos em show na Auê de Carnaval, no início de março, o cantor e compositor Silva volta à cidade maravilhosa. Dono de uma voz suave, o músico promete não deixar ninguém parado e também interpretará canções do repertório do projeto ‘Bloco do Silva’, com hits de Daniela Mercury, Banda Eva, Ara Ketu , Olodum, Gilberto Gil, Caetano Veloso e outros. Os ingressos estão disponíveis no Ingresse. O evento é uma realização das agências Vibra, Fábrica e o RP e empresário Léo Marçal. 
 

Encerrando a folia, no sábado de Carnaval (23/04)  a MangoLab: Calorzão está de volta para não deixar ninguém parado. O baile chega ao espaço NAU CIDADES, no centro do Rio de Janeiro, trazendo novidades e relíquias do funk e do hip hop carioca. O famoso pocket festival que já recebeu nomes como Duda Beat, Letrux, Jaloo, MC Tha, Marcos Valle, Heavy Baile, Julio Secchin e vários outros, agora abre espaço para o melhor da música urbana, unindo trap, funk, bass e dancehall ao pagode baiano. No line-up estão o rapperBK, os artistas mineiros FBC e VHOOR, o coletivo Heavy Baile, a funkeira MC Carol, Furacão 2000, Larinhx, Ebony,  Luisa Viscardi, Ingrid Nepomuceno e MangoDJs. 

O evento é uma realização da plataforma multimídia de visibilidade e desenvolvimento de conteúdo para novos artistas MangoLab e a agência Vibra Marketing e Entretenimento. Ingressos a venda pelo Sympla


SERVIÇOS

ADOROFROZEN CARNIVAL PARTY 2

Data: 21/04 (quinta-feira)

Horário: 18h às 06h

Local: Não divulgado (*haverá vans saindo de São Conrado, em ponto de encontro a ser revelado na véspera do evento)

Ingressos: Ingresse

Valores: A partir de R$ 370 

Classificação: 18 anos

*Open bar


SILVA NO LAGOON

Data: 22 de abril (sexta-feira)

Local: Lagoon (Av. Borges de Medeiros, 1424 – Lagoa)

Horário: 21h às 06h

Valores: a partir de R$ 80 (Lote Promocional)

Ingressos: Ingresse

Classificação: 18 anos


MANGOLAB: CALORZÃO

Data: 23/04 (sábado)

Local: NAU CIDADES (Sacadura Cabra, 154)

Horário: 22h 

Ingressos:  Sympla

Valores: a partir de R$ 50 (3º Lote)

Pessoas trans são VIPs até 00h

Festa Alento com participação especial do DJ Marky

Nova festa da turma do Bailinho, festa que fez história na noite carioca entre 2007 e 2017, ALENTO faz curta temporada no Manouche, usando e abusando também da área ao ar livre da Casa Camolese. Criada pelo DJ e produtor cultural Rodrigo Penna no final de 2019, a festa teve uma belíssima primeira temporada até a chegada da pandemia.  Finalmente, depois de dois anos, a reestreia aconteceu no dia 08 de abril, e foi um sucesso total, com casa lotada. Com uma cenografia onírica e um set cheio de hits e lados B, a pista bombou até 5 da matina.

E na sexta, 22 de abril acontece uma edição mais que especial da festa: um baile de carnaval-off. Verdadeiro alento pra quem prefere fugir da mesmice dos bailes de carnaval espalhados pela cidade. Pra esse baile, Alento convida um dos mais importantes DJs do país pra uma super canja: Marky. Dos mais requisitados DJs da cena eletrônica do mundo, Marky volta às pistas cariocas especialmente pra essa edição da festa. E promete um set só com suas influências; do soul ao hip-hop, do black ao samba-rock, passando pela disco e tantos outros incríveis ritmos da música pop. Além da participação especial do DJ Marky, brindes serão distribuídos, uma rainha do baile será escolhida e, pela pista, correio do amor para ajudar os solteiros e solteiras. Rodrigo Penna e Helen Sancho, DJs residentes da festa, avisam que nada é impossível de rolar nessa noite, nem um axézinho ou aquela marchinha de carnaval inesquecível.

A noite promete!

“A ideia é trazer aquele clima de festa de playground, com empatia e afeto na pista. Alento é abraço, encontros, e a alegria, que tanto precisamos depois de anos tão difíceis”, define o criador, Rodrigo Penna. No repertório, de Marvin Gaye a Baiana System, Black music, mpb,indie-rock, e vez ou outra um setzinho de lentas pro provo dançar coladinho.

Tragam suas fantasias!

SERVIÇO:

ALENTO – A FESTA!

DJs: RODRIGO PENNA e HELEN SANCHO

DJ convidado: MARKY

LOCAL: MANOUCHE – RUA JARDIM BOTÂNICO, 983 – JB (subsolo da Casa Camolese)

DATA: sexta-feira, 22/04. 22H.

INGRESSO: R$ 80,00 (solidário – levando um kilo de alimento não perecível ou um livro que será doado para o Instituto da Criança – e meia entrada) l R$ 160,00 (inteira)

Ingressos (quinto lote de vendas):

R$ 80,00 (solidário – levando um kilo de alimento não perecível ou livro que será doado pra ONG Instituto da criança) ou meia entrada

R$ 160,00 (inteira) 

IMPORTANTE:

*Pedimos que sempre publiquem o valor do ingresso solidário, por favor. É o preço efetivamente pago pelo público, além de uma ação de arrecadação coletiva de alimentos para quem precisa através da arte. 

*Nossos agradecimento à imprensa que, como nós, faz seu papel respectivo no propósito de servir arte ao Brasil como forma de embelezar e desejar um mundo mais bonito para todos nós vivermos. 

Pixinguinha – Diálogos de Sons e Sonhos

Pixinguinha – Diálogos sobre Sons e Sonhos” une música e sapateado pra debater a ideia do homem como “figura sonora”, partindo de um personagem que conta sua trajetória no mundo, tentando entender como somos preenchidos de som e silêncio, como nossas emoções influenciam nossos passos na vida, em cada nota, da voz ao choro, do canto ao riso.

Passeando por músicas consagradas de Pixinguinha como “Carinhoso”, “Rosa” “Benguelê” & “Lamentos”, o espetáculo revela a grandiosidade do compositor que ajudou a construir a música popular brasileira, misturando o estilo de Ernesto Nazareh, Chiquinha Gonzaga e dos primeiros chorões com ritmos africanos, europeus e a música negra americana.

Tendo o sapateado como protagonista, a criação coreográfica traz nomes importantes como Bárbara Pardo, Mariana Castro, Marina Carrijo e Nelson Moura. Promovido pelo Festival Copasetic, as apresentações têm a renda dos ingressos revertida para bailarinos da Ucrânia.

FICHA TÉCNICA

Direção: Pedro Paulo Bravo

Roteiro: Marcelo Albuquerque

Direção Musical e Pianista: Fernando Biral

Elenco: Bárbara Pardo, Mariana Castro, Nelson Moura, Pedro Sousa & Robson Lima.

Coreografias: Bárbara Pardo, Mariana Castro, Marina Carrijo & Nelson Moura.

Design de Luz: Claudio Gutierres e Isadora Gutierres

Produção Executiva: Marina Ramos

Realização: Festival Copasetic

Serviço

Sábado, 30 de abril de 2022

Às 19h e às 20h.

R$ 50,00

Company Dance Center

Alameda dos Tupiniquins, 662 – Indianópolis, São Paulo

Ingressos:

El Efecto celebra 20 anos com shows em SP e RJ

Veterana e destaque da cena independente carioca, a El Efecto celebra em 2022 sua segunda década de história com uma turnê comemorativa onde apresentarão sua mescla única de ritmos, indo do samba ao metal com forte postura política em shows especiais. Com performances confirmadas no Rio de Janeiro (com Trupe Lona Preta e dividindo noite com Maglore, no Circo Voador, no dia 08/04) e em São Paulo (com Trupe Lona Preta e Ilessi, no Palco Bixiga, no dia 14/04).

Atualmente, a banda é formada por Tomás Rosati (voz, cavaquinho e percussão), Cristine Ariel (guitarra, cavaquinho e voz), Ygor Helbourn (bateria), Bruno Danton (voz, violão e viola), Aline Gonçalves (flauta e clarinete e voz) e Vovô Bebê (baixo e voz). O grupo está em estúdio trabalhando em seu novo disco.

A temática com base política é recorrente nas canções do El Efecto, que ficou conhecido no país graças à canção “O Encontro de Lampião com Eike Batista”, em que mistura o rock com a literatura de cordel. Em junho de 2013, El Efecto foi indicado como Melhor Grupo de Rock no Prêmio da Música Brasileira. “Pedras e Sonhos”, álbum da faixa viral, foi considerado um dos três melhores discos do gênero. Desde então, a banda vem expandindo seu público em apresentações por todo o país e algumas incursões internacionais no Equador, Argentina, Portugal e Espanha. 

Seu álbum mais recente é o laureado “Memórias do Fogo”, um convite a conhecer e contar histórias. Com letras que evocam desde tradicionais símbolos de luta, até a ideia do empreendedorismo de faz-de-conta, o disco chama o ouvinte a questionar-se e, porque não, rebelar-se contra as lógicas da opressão.

Ouça “Memórias do Fogo”: http://bit.ly/ElEfectoMemoriasdoFogo

Confira o livro de canções: http://bit.ly/ElEfectoLivro

Na primeira apresentação, em um dos mais icônicos palcos do Rio de Janeiro, eles vão dividir a noite com a banda baiana Maglore, que revisitará toda a sua discografia. A El Efecto se apresentará junto da companhia de teatro, circo e música Trupe da Lona Preta, que também estará no show de São Paulo. Já no Festival Forró da Lua Cheia, no município de Altinópolis, em São Paulo, eles dividirão noite com Baianasystem, francisco el hombre, entre outros.

Cada casa e município tem suas regras sanitárias para eventos e é aconselhável acompanhar os protocolos dos respectivos eventos.

SERVIÇO:

EL EFECTO E MAGLORE NO RIO DE JANEIRO

LOCAL: Circo Voador

ENDEREÇO: R. dos Arcos, s/n – Lapa, Rio de Janeiro – RJ

DATA:  08/04/2022 (sexta-feira)

HORÁRIO: 22h

PREÇO: entre R$ 50 e R$ 140, com meia-entrada solidária disponível

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 18 anos

EL EFECTO EM SÃO PAULO

LOCAL: Palco Bixiga – Teatro Sérgio Cardoso

ENDEREÇO: Rua Rui Barbosa, 153, São Paulo – SP

DATA: 14/04/2022 (quinta-feira)

HORÁRIO: 21h

PREÇO: entre R$ 25 e R$ 70, com ingresso solidário disponível (R$ 35 + doação de 1 kg de alimento não-perecível, exceto sal e açúcar)

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 18 anos

Projeto Mirante abre três exposições inéditas sobre território, trabalho e antropoceno, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói

No dia 2 de abril, sábado, o MAC Niterói recebe o Projeto MIRANTE, com duas exposições coletivas e uma individual, que ocuparão as áreas externas do Museu e a recepção, gratuitamente. A curadoria é assinada pelo artista visual Felippe Moraes e a assistência de curadoria é de Ana Carla Soler.

O público vai poder conferir pautas contemporâneas da jovem produção de arte brasileira e discussões atuais da sociedade como território, o antropoceno – o período mais recente na história do Planeta Terra – e as noções de ruína e trabalho. Segundo o curador da mostra, “o Projeto MIRANTE é construído como forma de fazer o museu pensar sobre si mesmo, seu lugar social, político e sua relação com a cidade. Trazemos vozes que tensionam os discursos e os formatos expográficos. Entendemos que a instituição é mais que um edifício, é programação, é educação e é encontro entre criadores, suas produções e a sociedade. Ao ocorrer na área externa, alcançamos um público que normalmente não entra nas salas de exposição.”

A primeira edição do programa apresenta a exposição individual ‘Retrabalho’, do artista mineiro Juan Casemiro, no pátio; a coletiva ‘Território Vento’, com trabalhos de 6 artistas na rampa do museu; e ‘Antropocênica’, uma mostra de vídeos na recepção. A exposição também acontece, no instagram, com a criação de conteúdos exclusivos no @projeto_mirante.

Sobre as exposições:

Território Vento

Um recorte sobre a jovem produção contemporânea brasileira lidando com a noção de território, a partir da palavra escrita em diversos suportes. Por meio de bandeiras, cangas, pipas, faixas, camisetas e fitinhas do Bonfim, as palavras relacionam-se com o vento, com a paisagem e com os fenômenos meteorológicos da Baía de Guanabara. A exposição aborda a urgência do texto gráfico e sua forte presença na prática artística brasileira da última década, respondendo as convulsões sociais e ameaças à democracia.

Artistas: Julia Saldanha, Marília Scarabelo, OPAVIVARÁ!, Raphael Escobar, Rodolfo Viana e Thiago Ortiz

Retrabalho

A individual ‘Retrabalho’, de Juan Casemiro, se dá, por meio da construção de esculturas e instalações com tijolos modulares e resquícios, detritos e ruínas do MAC Niterói. Com uma forte motivação de discutir a herança do pensamento moderno, a mostra apresenta também fotografias e objetos indiciais da relação do corpo do artista tanto na construção de suas obras, quanto com a cidade e os rastros industriais. Na praça do MAC.

Antropocênica

Apresenta 3 vídeos de Mari Fraga, Patrick Furness e Ricardo de Càstro, que discutem a influência humana no planeta Terra. Cada um a sua maneira apresenta corpos alterando o mundo ao redor em termos poéticos, alegóricos e ficcionais. Seja com pessoas refletindo a luz do Sol com espelhos ou com uma sessão de acupuntura que emula as sessenta e três principais perfurações de petróleo do globo. A presença humana é o substrato poético da mostra. No terceiro vídeo, é mostrada uma Baía de Guanabara pós-apocalíptica em que quase todos os traços dos seres humanos foram apagados pelo tempo e/ou pela manipulação digital de imagens. Na recepção.

Sobre a curadoria:

Felippe Moraes é artista, pesquisador e curador independente desde 2009. Vive e trabalha entre São Paulo e Rio de Janeiro. Sua pesquisa curatorial se baseia na intersecção com a prática artística e na noção de artista-curador. Sua primeira mostra coletiva foi Cidades Invisíveis, na Despina, no Rio de Janeiro, que discutiu as transformações urbanística e mitológicas da cidade na preparação para os Jogos Olímpicos de 2016. No mesmo ano, curou as mostras ‘Tradução Provisória’ e ‘Horizontes Possíveis’, respectivamente, na Fábrica Bhering e no Museu do Amanhã, com artistas refugiados da República Democrática do Congo, Síria e Colômbia. Em 2018, curou o projeto Segundo Ato no Largo das Artes. Em 2021, realizou a curadoria do Projeto Tirante, no Museu de Arte do Espírito Santo, com Clara Sampaio. No mesmo ano, organizou a exposição MITA: Cosmologias da Diversidade, no Centro Cultural da Diversidade, apresentando artistas Mulheres e LGBTQIA+ e reinventando mitologias como formas de habitar o mundo a partir de corpos e experiências dissidentes.

Ana Carla Soler é curadora e pesquisadora. Tem sua pesquisa direcionada à presença das mulheres no ensino e sistema da arte. Busca, por meio de projetos em artes visuais e pesquisa científica, trazer reflexões sobre os apagamentos históricos, diversas possibilidades de releituras e novas narrativas para a história e o sistema no qual a produção artística está inserida. Atuou nas exposições ‘Espaços do Ainda’ (2022), no Paço Imperial-RJ, ‘Ministério da Solidão’ (2021), na Oficina Cultural Oswald de Andrade-SP, ‘Mita: cosmologias da diversidade’, no Centro Cultural da Diversidade, “Ser Paisagem” (2021), no Massapê Projetos, e ‘Forma Temporal’ (2019), no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro. É co-criadora do projeto digital ‘Elas Estão Aqui’ (@elasestaoaquinaarte e http://www.elasestaoaqui.com.br) e consultora de planejamento e comunicação para espaços de cultura e arte. Desde 2020, é bacharel em História da Arte pela UERJ e iniciante em pesquisa científica, sob orientação de Tamara Quírico, pela UERJ. Sua primeira formação, em 2008, foi em Relações Públicas, com pós-graduação em Direção e Gestão de Marketing pela Universidade de Barcelona (Espanha) e especialização em Marketing Digital pela ESPM.

Serviço:

Projeto MIRANTE

Abertura: 2 de abril, sábado

Horário: das 15h às 20h

Visitação: de 3 de abril a 29 de maio de 2022

diariamente, das 9h às 18h

Local: MAC Niterói

Endereço: Mirante da Boa Viagem s/nº – Niterói

Entrada gratuita

Se Rasgum RJ no Circo Voador

Há 15 anos, o Festival Se Rasgum aponta novas tendências da música nacional e, principalmente, da cena paraense. Para celebrar o caminho percorrido até aqui, o evento vem de Belém do Pará para novamente fincar as suas raízes no Rio de Janeiro, depois de uma edição bem sucedida durante as Olimpíadas Rio 2016. Com patrocínio da Petrobras, o retorno à capital fluminense está marcado para o dia 09 de abril, sábado, quando leva diversidade musical e shows inéditos ao Circo Voador, na Lapa. Os ingressos estão à
venda no site da plataforma Eventim.
“Nossa principal linha curatorial é a diversidade musical e a originalidade. Atentamos para isso dentro de um conceito, guiados por uma unidade e não atirando para todos os lados”,
diz Marcelo Damaso, um dos organizadores do evento. “A ideia é sempre inovar com shows exclusivos e participações especiais. No Rio, faremos encontros exclusivos, shows
inéditos e uma Nave do Som com DJs, trazendo um pouco do clima das festas de aparelhagem do Pará. Serão cinco apresentações”, entrega.

Se Rasgum carioca aproveita para anunciar a sua programação completa. Considerado um dos grupos mais prestigiados e representativos do recente cenário musical brasileiro, o Metá Metá – criado em 2008 em São Paulo e formado pelo trio Juçara Marçal, Kiko Dinucci e Thiago França – recebe o guitarrista paraense Lucas Estrela para um momento especial da apresentação. Em seguida, sobe ao palco do Circo o projeto Os Amantes, que junta Jaloo e a banda Strobo e traz ruptura na sonoridade dos artistas dando novos ares aos paraenses. Outro encontro confirmado é o do cantor e compositor pernambucano Otto com a cantora Luê.
O evento conta ainda com o espaço “nave do som”, uma homenagem às Aparelhagens do Pará que será ambientada na temática high tech do tecnobrega. Os DJs João Brasil (RJ) e Ananindeusa (PA) comandam a pista.
Festival Se Rasgum RJ foi selecionado no programa Petrobras Cultural, através da Chamada Música em Movimento 2018, que contemplou 19 propostas de circulação, festivais e produtos especiais entre mais de 2 mil projetos inscritos.

Serviço:
Festival Se Rasgum @ Rio de Janeiro
Data: 09 de abril de 2022 (sábado)
Local: Circo Voador
Endereço: Rua dos Arcos s/n, Rio de Janeiro – RJ
Horário: 22h (primeiro show)
Abertura da Casa: 21h (DJ)

Ingressos: 1o lote:
R$ 50 (meia-entrada para estudantes, menores de 21 anos e maiores de 60 anos)
R$ 50 (ingresso solidário válido com 1 kg de alimento)
Ordem das apresentações:
Os Amantes
Metá Metá e Lucas Estrela
Otto e Luê

Maria Bethânia faz shows em celebração ao documentário “Fevereiros”, de Marcio Debellan, no RJ e em SP

Maria Bethânia sobe aos palcos do Vivo Rio, no Rio de Janeiro, e no Espaço das Américas, em São Paulo, nos dias 10 de abril, domingo, e 16 de abril, sábado, respectivamente, para um show especial em celebração ao documentário “Fevereiros”. O filme, dirigido por Marcio Debellian, transita entre as festas da terra natal da cantora, Santo Amaro da Purificação (BA), e o carnaval carioca e registrou de perto a vitória da Mangueira no carnaval 2016, quando Bethânia foi homenageada. “Fevereiros” foi lançado em circuito em 2019 e foi o documentário brasileiro mais assistido nos cinemas naquele ano. Atualmente, está disponível em diversas plataformas como GloboPlay, GooglePlay e Itunes.

A ideia do show é antiga, marcaria o lançamento do DVD do filme pela gravadora Biscoito Fino em 2020, mas foi adiada por conta da pandemia. Agora se concretiza e é a primeira vez que Bethânia faz um show de pista nas duas casas.

“Quando Bethânia fez 50 anos de carreira, assisti ao show que ela fez em fevereiro, na praça da matriz em Santo Amaro, em frente à Igreja de Nossa Senhora da Purificação. Adorei o clima das pessoas de pé cantando juntas, dançando, namorando. Quis trazer este espírito de “show de rua”, como Bethânia gosta de chamar, para este espetáculo comemorativo ao filme”, conta Marcio Debellian.

Os ingressos de pista têm preços mais acessíveis. Em São Paulo já estão esgotados e no Rio de Janeiro ainda estão disponíveis para venda no site do Vivo Rio.

No repertório, Bethânia reunirá grandes clássicos de sua carreira e canções do “Noturno”, seu álbum mais recente, além de sambas de roda e uma homenagem à Estação Primeira de Mangueira.

Serviços

Show: Maria Bethânia – show comemorativo do documentário “Fevereiros”

Vivo Rio/RJ – Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo – Rio de Janeiro/RJ

Data e horário: Domingo, 10 de abril às 20h.

Valores: Ingressos a partir de R$80,00 no setor pista + 1kg de alimento não-perecível, que será doado a instituições de caridade, demais setores entre R$150,00 e R$480,00.

Vendas: https://vivorio.com.br/eventos/maria-bethania/

» Maria BethâniaShow comemorativo do documentário “Fevereiros” Maria Bethânia. Maria Bethânia sobe ao palco do Vivo Rio no dia 10 de abril para fazer um show especial em celebração ao documentário Fevereiros.vivorio.com.br

Classificação: 18 anos. Menores entram acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Duração: 1h30

Capacidade: 3.600 lugares

Espaço das Américas – Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP

Data e horário: sábado, 16 de abril, às 21h

Valores: Ingressos: Pista – 1º Lote:R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia)|Setor A, B e C:R$ 180,00 (inteira) e R$ 90,00 (meia) | Setor D, E e F:R$ 140,00 (inteira) e R$ 70,00 (meia) |Camarote A: R$ 2600,00 (por pessoa e somente inteira)| Camarote B:R$ 260,00 (por pessoa e somente inteira) | Mezanino: R$ 150,00 (inteira) e R$ 75,00 (meia).

OBS – ingressos esgotados

Classificação: 12 anos. Menores entram acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Duração: 1h30

Abertura da casa:19h

Capacidade:7.038 lugares

OBS: as duas casas de espetáculo casas seguem os protocolos de segurança, sendo necessária a apresentação do comprovante de vacinação e a utilização a máscara de proteção sempre. 

“O Beijo no Asfalto”, clássico de Nelson Rodrigues, estreia temporada no Rio

Um dos mais importantes textos do teatro brasileiro, “O Beijo no Asfalto”, de Nelson Rodrigues, estreia dia 24 de março no Teatro Cesgranrio. A produção do CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical), tem direção cênica de Menelick de Carvalho (de “Yank!”, das práticas de montagem “Os Miseráveis”, “Hoje é dia de Rock”) e direção musical de Tony Lucchesi (de “A cor Púrpura”, “Bibi – a vida em musical”, “Brilha La Luna” e compositor de “Conserto para Dois”). A trilha original é de Claudio Lins. O espetáculo faz temporada até 3 de abril com sessões na quinta e sexta às 19h30, e sábado e domingo com sessão dupla às 19h30 e às 15h.

– O elenco é composto de 23 atores divididos em 3 elencos, nessa composição os alunos aprenderam, durante os ensaios, tanto em cena, quanto ao observarem outros atores representando os mesmos personagens. Mesmo assim, fizemos questão de manter as individualidades de cada ator em cena fazendo com que cada combinação de elenco seja única – ressalta Menelick.

“O Beijo no Asfalto” já foi adaptado para o cinema em três produções de sucesso (1964, 1981 e 2017). Claudio Lins fez a primeira adaptação para o universo do teatro musical. Agora, em 2022, o CEFTEM traz uma nova versão do musical com um elenco jovem de estudantes, trazendo mais uma vez luz a este grande clássico.

SINOPSE: Um atropelamento acontece no centro da cidade do Rio de Janeiro, em 1961. Um homem jovem é atingido por uma lotação e morre no local. Mas na hora da morte, um dos transeuntes segura seu rosto e lhe dá um beijo. E a partir daí a circulação de notícias falsas transforma a vida deste homem, Arandir, num verdadeiro inferno ao mesmo tempo em que mostra como são frágeis os princípios que norteiam a tradicional família brasileira.

– Nossa montagem toma o Rio de Janeiro dos anos 60 como nossa principal referência, mas sempre em sua relação com a contemporaneidade. Montar esta obra com estudantes não apenas os aproxima de uma obra corajosa e cheia de originalidade de nosso teatro musical, mas também é um convite para se aproximarem dos clássicos de nossa literatura teatral e do aprofundamento sobre nossa história. Conhecer melhor outras épocas para expandir seus conhecimentos gerais e aprofundar a sua visão sobre a época em que estamos inseridos – finaliza Reiner Tenente, coordenador geral.

Venda pelo https://bileto.sympla.com.br/event/71870/d/129295

Instagram oficial https://www.instagram.com/obeijonoasfaltomusical/

O Beijo no Asfalto

Local: Teatro Cesgranrio / Rua Santa Alexandrina, 1011, Rio de Janeiro

Temporada: 24 de Março a 3 de Abril

Dias: Quinta, Sexta, Sábado e Domingo às 19h30, Sábado e Domingo às 15h00

Duração: 150 min

Classificação etária: 14 anos

Ingressos: entre R$ 15,00 e R$ 60,00

Ficha Técnica

Elenco: Bianca Oliveira (Selminha); Eduardo Zayit (Amado Ribeiro); Elisa Almeida (Selminha); Flávio Moraes (Aprígio); Gabriela Leonardo (viúva/ Dona Judith); João Gomez (Aruba/ Pimentel/ Morto); Leandro Fróes (Amado Ribeiro); Livia Fraga (Dona Matilde); Luciano Veneu (Cunha/ Werneck/ Comissário Barros); Lucyana Fagundes (Dália); Luiz Leandro (Cunha/ Werneck/ Comissário Barros); Luiza Lewicki (Selminha); Marcelo Alvim (Amado Ribeiro); Mathias José (Aprígio) / Murici Lima (Aprígio); Pedro Ruivo (Arandir); Sidarta Senna (Arandir); Thaís Lima (Dona Matilde); Thalita Floriano (Viúva/ Dona Judith); Thiago Murro (Aruba/ Pimentel/ Morto); Ursula Miranda (Dália); Vitor Louzada (Arandir); Yasmin Tozzi (Dália)

Direção Cênica: Menelick de Carvalho

Direção musical: Tony Lucchesi

Direção Musical Residente: Caio Loureiro

Texto: Nelson Rodrigues

Trilha original: Cláudio Lins

Coordenação Geral: Reiner Tenente

Assistência de Direção: Vitor Louzada e Sidarta Senna

Direção de Produção: Joana Mendes

Produção Executiva: Duda Salles

Assistência de Produção: Eduardo Zayit

Iluminação: Wilson Reiz

Desenho de som: André Breda, Joyce Santiago, Rodrigo Oliveira

Assistente de desenho de som: Breno Lobo e Jorge Baptista

Microfonista: Kelson Santos

Cenografia e Figurino: Jovanna Souza e Rebecca Cardoso

Canhoneiro: Renan Torres, Nina Rabello

Programação visual: Bianca Oliveira

Fotos / vídeo: Bianca Oliveira e Sidarta Senna

Assessoria de Imprensa: Ribamar Filho / Leonardo Minardi / MercadoCom 

Mídias Sociais: Flávio Moraes, Luiz Leandro e Thiago Murro

QUEREMOS! Festival dia 28 de maio

Cinco novas atrações se juntaram ao line-up do Queremos! Festival 2022. O festival, que será realizado no dia 28 de maio na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, está oficialmente em contagem regressiva. Baco Exú do BluesBK’FBCLuedji Luna e Tuyo são os artistas da música brasileira escolhidos para essa festa, que terá uma duração total de 17 horas!

Em sua terceira edição, o festival é, novamente, uma parceria entre Queremos! e Heineken. Os ingressos estão à venda no site, e custam a partir de R$ 200. Além das novas atrações, vale recordar os nomes que já estavam anunciados:  ATTOOXXACéuDrik BarbosaEmicidaGilberto GilMajur e Marina Sena. Além, claro, do premiado saxofonista americano Kamasi Washington, que voltaaos palcos brasileiros, depois de uma turnê antológica no Brasil em 2019.

Os shows se iniciam às 13h, e serão intercalados em dois palcos, instalados numa área ainda maior na Marina da Glória. O espaço estará repleto de experiências gastronômicas e paisagísticas – para que o público possa aproveitar com tranquilidade e conforto a tarde, a noite e a madrugada! A área de alimentação – o Comemos! – será ocupada por cozinhas tipicamente cariocas, voltadas aos mais variados paladares.

Saiba mais sobre as novas atrações confirmadas!

Baco Exú do Blues: reflexões sobre os afetos de um homem preto

O cantor e compositor baiano, vencedor de prêmios nacionais e internacionais com os discos “Esú” e “Bluesman”, lançou, recentemente, seu terceiro álbum de estúdio. “Quantas vezes você já foi amado?” aborda a forma de receber e dar afeto de um homem preto, e é um mergulho mais fundo na cultura dos orixás e na religiosidade africana. Nesse trabalho, trouxe parcerias com Gal Costa, Gloria Groove e Muse Maya.

BK’: rapper carioca mostra ‘o outro lado do rolé’

Em seu EP mais recente, “Cidade do Pecado”, BK’ aborda, em cinco faixas, como as metrópoles são soberanas aos indivíduos. O rapper carioca, em suas palavras, “quis mostrar um outro lado do rolé, a forma que ele afeta nosso psicológico, sem glamourizar a violência, a putaria ou a ostentação”. O trabalho sucede o álbum de 2020 “O Líder do Movimento”.

FBC: das batalhas de rima de BH para o topo das paradas

Criado nas batalhas de rima de Belo Horizonte, FBC fundou a célebre DV Tribo junto com Djonga, Clara Lima, Coyote Beatz, Hot e Oreia. Dividiu os palcos com Djonga durante as turnês dos discos “Heresia” e “O Menino Que Queria Ser Deus”, de 2017 a 2019. O primeiro álbum de estúdio do rapper, “S.C.A.”, foi eleito um dos 5 melhores álbuns brasileiros de 2018 em votação popular. “PADRIM”, de 2019, alcançou o disco de ouro em 2021. Mais recentemente, lançou “Baile”, um retrato da década de 90, quando os raps e melôs evidenciavam o cotidiano dos moradores dos subúrbios, com ritmo inspirado no miami bass.

Luedji Luna: leveza da voz, força das letras, e a África como norte

A cantora e compositora baiana é um dos maiores destaques da música brasileira. Tem dois discos e um EP lançados e contemplados em premiações como Prêmio Afro 2017, Prêmio Bravo 2018 e WME Awards 2020. Tem na bagagem, também, uma nomeação ao Grammy Latino 2021, com o segundo álbum, “Bom Mesmo é estar debaixo d’água”. Mantém, nesse trabalho, suas assinaturas: a coesão entre as canções ligadas a um tema central, a leveza da voz aliada à força das letras, e a África como norte.

Se em “Um Corpo no Mundo”, seu primeiro disco, ela estava presente na diáspora, no mais recente a cantora viaja literalmente ao continente para a sua gravação. Mais precisamente, ao Quênia, onde ela pôde contar com a participação de músicos nacionais, do Burundi, e do Madagascar.

Tuyo: sons e sentimentos para lidar com a complexidade humana

Desde o EP de estreia, “Pra Doer” (2017), passando pelo primeiro disco, “Pra Curar” (2018), a banda cria combinações de sentimentos e de sons guiadas pelas complexidades humanas. Já passaram por festivais como South by Southwest (EUA), Rec-Beat (Pernambuco), Bananada (Goiás), CoMA (Brasíia), Dosol (Rio Grande do Norte), Radioca (Bahia) e Se Rasgum (Pará). Recentemente lançaram o disco “Chegamos Sozinhos em Casa”.

Serviço:

QUEREMOS! Festival:

28/05/2022 – Marina da Glória (Rio de Janeiro)

Ingressos a partir de R$ 200

Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, o Musical

Está em cartaz “Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, o Musical” nova produção do CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical) com temporada até 2 de abril no teatro Imperator, Méier (RJ), com sessões nas quintas às 19h30, sábados às 15h30 e 19h30, nos domingos às 15h e 19h.

O espetáculo com texto de Aloísio de Abreu, direção de Stella Maria Rodrigues, direção musical de Claudia Elizeu e coreografia de Quéops, promete agitar os palcos, tocar o coração dos admiradores e também daqueles que não conhecem tanto da vida do “maior abandonado”.

– As músicas se inserem quase como parte do texto. Estrutura de musical mesmo. Claro que tem momento show, mas a trajetória do Cazuza é contada através das letras e da poesia dele. Tudo no texto ‘faz parte do show – diz Aloísio de Abreu.

Sinopse curta: O musical conta a história do artista Cazuza, avançando pelos momentos mais importantes de sua vida, como a descoberta do teatro, o gosto pelo rock, sua ascensão a cantor e compositor, montar sua banda, o estouro, as brigas, o estrelato solo e a descoberta da doença.

A peça é ambientada no Rio de Janeiro da década de 1980, e contará com hits que marcaram a vida do cantor como “Bete Balanço”, “Exagerado”, “Ideologia”, “O Tempo Não Para”, além de algumas composições que nunca foram gravadas pelo eterno poeta.

Ao todo são mais de 25 números musicais cantados ao vivo, que levam o público a uma montanha russa de emoções intensas como foi a vida de Cazuza.

Da infância à juventude inconsequente, do sucesso musical ao trágico fim do artista, toda a trajetória e as parcerias de Cazuza são interpretadas por um elenco de 21 atores-cantores.

Os ingressos estão à venda pelo https://bileto.sympla.com.br/event/71750

Cazuza – Pro dia nascer feliz, O Musical

Local: Teatro Imperator | R. Dias da Cruz, 170 – Méier – Rio de Janeiro

Temporada: 10 de março a 02 de abril

Dias: quinta a domingo

Horários: sempre às 19:30h, exceto aos domingos (15h e 19h) e 02/04 (15h30)

Duração: 2h15min com intervalo

Classificação etária: 16 anos

Ficha Técnica:

Elenco: Carol Vasconcelos; Julia Mota; Cleto Araújo; Bela Bárros; Denise Queiroz; Sofia Monti; Edilany Nascimento; Ruan Guimarães; Thiago Nunes; Pedro Aran; Francine Madeje; Laura Bieites; Luan Marques; Leo Machado; Vinicius Gaspar; Antonio Azevedo; Laila Bertholin; Romeo Cesar; Elisa Balbi; Gab Mariquito; Cristian

Texto: Aloísio de Abreu

Coreografia: Quéops

Direção geral: Stella Maria Rodrigues

Assistente de Direção: João Luiz Carneiro

Direção Musical: Cláudia Elizeu

Assistente de Direção Musical: Francine Madeje

Preparação de Atores e Coordenação Geral: Reiner Tenente

Preparação Vocal: Tatiana Sobral

Direção de Produção: Joana Mendes

Produção Executiva:  Duda Salles

Assistente de Produção: Ruan Guimarães

Figurino: Vini Gaspar, Laura Bieites e Bela Bárros

Figurino “Ney Matogrosso Show”: Revs Guedes

Cenografia: Antônio Azevedo, Attila Neves e Celso Alves

Participação Afetiva Cenográfica: Nello Marrese

Assessoria de Imprensa: MercadoCom / Ribamar Filho

Mulheres Mágicas: Reinvenções da Bruxa no Cinema

No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo apresenta a mostra “Mulheres Mágicas: Reinvenções da Bruxa no Cinema“. O evento acontece de 11 a 28 de março de forma híbrida, com sessões presenciais e debates e encontros online.

Com uma seleção de 25 filmes, entre clássicos e contemporâneos, longas e curtas, de ficção, documentário, experimental e performances de países como Islândia, Nigéria, Dinamarca, República Tcheca, Síria, Zâmbia, França, Itália, EUA e América Latina, a mostra traz um olhar de como a figura da “bruxa” foi construída ao longo da história do cinema. 

A programação foi dividida em dois eixos temáticos. De um lado, os principais estereótipos que formam o arquétipo da bruxa no cinema ocidental como os contos de fadas, as releituras históricas da caça às bruxas medieval, as mulheres monstruosas do cinema de horror e a hiper-sensualidade, contendo obras clássicas de mestres do cinema como “Dias de Ira”  de Carl Theodor Dreyer, “O Reino das Fadas” de Georges Méliès, “Suspiria”, de Dario Argento, “Temporada das Bruxas” de George A. Romero, “O Mágico de Oz”, de Victor Fleming, e o lendário filme mudo sueco “Häxan – A feitiçaria através dos tempos”.

Já no segundo eixo, a mostra apresenta contrapontos de reinvenção dessa figura, com destaque para filmes de cineastas mulheres e para uma perspectiva “decolonial”, como releituras dos contos de fada tradicionais; de mulheres que se autodeclaram feiticeiras contemporâneas; e obras marcadas por sensibilidades negras afro-diaspóricas ou que trazem saberes de povos tradicionais e indígenas, com obras de importantes diretoras do cinema mundial como “Covil das Bruxas”, da ucraniana Maya Deren, “Amores Divididos”, da americana Kasi Lemmons, o islandês “A Árvore de Zimbro”, que tem como protagonista a cantora Bjork, “A Bruxa do Amor”, da americana Anna Biller, “A Dupla Jornada”, da brasileira Helena Solberg, “Eu não sou uma feiticeira”, da diretora do Zâmbia Rungano Nyoni, entre outras. 

Destaque para a masterclass virtual, no dia 09 de abril, com a pensadora e escritora italiana Silvia Federici, autora dos livros “Calibã e a Bruxa”, “O Ponto Zero da Revolução” e “Mulheres e Caça às Bruxas”. Radicada nos EUA desde 1967, onde foi cofundadora do International Feminist Collective, a escritora participou da Campanha por um salário para o trabalho doméstico. 

A programação conta ainda com um ciclo de debates com convidados nacionais e internacionais. No dia 11/03, às 17h, o evento abre com debate presencial sobre o filme “Dias de Ira” (1943, de Carl Theodor Dreyer, 97′), com comentários dos(as) pesquisadores(as) Aaron Cutler e Mariana Shellard (Mutual Films). No dia 19/03 (sábado), às 16h30, será exibido “Amores Divididos” (1997, de Kasi Lemmons, 110′), com comentários da prof. Tatiana Carvalho Costa (Una/BH), também no formato presencial. 

Já os debates online acontecem no canal do Youtube da mostra. A Conferência de Abertura – Reinvenções da Bruxa no Cinema [LIBRAS], acontece no dia 12/03 (sábado), às 16h, com a prof. Roberta Veiga e as coordenadoras da mostra Carla Italiano e Tatiana Mitre. No dia 15/03 (terça), às 19h30, acontece a Mesa – Caça às bruxas medieval: releituras históricas, com os(as) pesquisadores(as) Gabriela Müller Larocca (PR) e Leonardo Amaral (MG) e mediação de Glênis Cardoso (Verberenas). No dia 20/03 (domingo), às 16h, a Mesa – Reencantar o mundo: bruxa e perspectivas decoloniais, com a pesquisadora Letícia Bispo (Verberenas), a prof. Milene Migliano (UFRB) e a cineasta indígena Olinda Muniz Wanderley – Yawar; no  dia 22/03 (terça), às 19h30, a Mesa – Mulheres monstruosas e cinema de horror [LIBRAS], com a prof. Laura Cánepa (Anhembi Morumbi) e a pesquisadora Yasmine Evaristo (MG) com mediação de Camila Macedo (PR) e no dia 26/03 (sábado), às 15h30, acontece a Conferência internacional [LIBRAS], uma conversa com Teresa Castro (prof. Paris 3 – Université Sorbonne Nouvelle) 

Uma Sessão Infantil com a exibição do clássico “O Mágico de Oz”, de Victor Fleming (1939) e uma Sessão com medidas de acessibilidade [legendagem descritiva], completam a programação.

A curadoria é assinada pela pesquisadora Carla Italiano, que assina também a coordenação junto com Tatiana Mitre. A realização é da Amarillo Produção Audiovisuais e do Centro Cultural Banco do Brasil.

Programação completa: bb.com.br/cultura

MULHERES MÁGICAS: REINVENÇÕES DA BRUXA NO CINEMA

LISTA DE FILMES Completa

1. O Reino das fadas (Le royaume des fées), George Méliès (1903, França, 16′) | Livre

2. Häxan – A feitiçaria através dos tempos, Benjamin Christensen (1922, Suécia, 105′) | 12 anos

3. O Mágico de Oz (The Wizard of Oz), Victor Fleming (1939, EUA, 101′) | Livre

4. Dias de Ira (Day of Wrath), Carl Th. Dreyer (1943, Dinamarca, 98′) | 12 anos

5. The Witch’s Cradle, Maya Deren (1943, EUA, 12′) | Livre

6. Sortilégio do Amor (Bell, Book and Candle), Richard Quine (1958, EUA, 106′) | 12 anos

7. A Máscara do demônio (Black Sunday), Mario Bava (1960, Itália, 87′) | 14 anos

8. O Martelo das Bruxas (Witches’ Hammer), Otakar Vávra (1969, República Tcheca, 102′) | 14 anos

9. Temporada das bruxas (Season of the Witch/Hungry Wives), George A. Romero (1972, EUA, 104′) | 14 anos

10. A dupla jornada, Helena Solberg (1975, Argentina/Bolivia/México/Venezuela, 53′) | Livre


11. Transformations, Barbara Hirschfeld (1976, EUA, 9′) | Livre

12. Suspiria, Dario Argento (1977, Itália, 98′) | 16 anos

13. A Árvore de Zimbro (The Juniper Tree), Nietzchka Keene (1990, Islândia/EUA, 78′) | 12 anos

14. Praise House, Julie Dash (1991, EUA, 28′) | Livre

15. Amores Divididos (Eve’s Bayou), Kasi Lemmons (1997, EUA, 110′) | 14 anos

16. Feiticeiras, minhas irmãs (Sorcières, mes soeurs), Camille Ducellier (2010, França, 31′) | 14 anos

17. Olá, Rain (Hello, Rain), C.J. Obasi (2014, Nigéria, 30′) | 12 anos

18. La Cabeza Mató a Todos, Beatriz Santiago Muñoz (2014, Porto Rico, 8′)  | Livre

19. A Bruxa do Amor (The love witch), Anna Biller (2016, EUA, 120′) | 14 anos

20. Borderhole, Nadia Granados e Amber Bemak (2017, EUA/Colômbia, 14′)  | 16 anos

21. Eu não sou uma bruxa (I am not a witch), Rungano Nyoni (2017, Zâmbia/Reino Unido, 93′)  | 12 anos

22. Boca de Loba, Bárbara Cabeças (2018, Brasil, 19′) | 14 anos

23. Quem tem medo de ideologia? – Parte 2 (Who is afraid of ideology?), Marwa Arsanios (2020, Líbano/Síria, 38′) | 12 anos

24. Amarração, Hariel Revignet (2020, Brasil, 7′)  | 14 anos


25. Kaapora – o chamado das matas, Olinda Yawar Muniz Wanderley (2020, Brasil, 21′)  | 12 anos

LISTA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

DEBATES PRESENCIAIS

CCBB SÃO PAULO

11 de março (sexta) – 17h

Abertura: Dias de Ira (1943, Carl Theodor Dreyer, 97′)

Com comentários dos(as) pesquisadores(as) Aaron Cutler e Mariana Shellard (Mutual Films)

19 de março (sábado) – 16h30

Exibição de Amores Divididos (1997, Kasi Lemmons, 110′)

Com comentários da prof. Tatiana Carvalho Costa (MG)

DEBATES ONLINE 

[Canal Youtube da mostra]

12 de março (sábado) – 16h

Conferência de abertura – Reinvenções da bruxa no cinema [LIBRAS]

Com a prof. Roberta Veiga e as coordenadoras da mostra Carla Italiano e Tatiana Mitre

15 de março (terça) – 19h30

Mesa – Caça às bruxas medieval: releituras históricas

Com os(as) pesquisadores(as) Gabriela Müller Larocca (PR) e Leonardo Amaral (MG) 

Mediação: Glênis Cardoso (Verberenas)

19 de abril (terça) – 19h

Mesa – Esses corpos insubmissos

Com a realizadora Noá Bonoba (CE), a crítica Lorenna Rocha (PE) e a prof. Ramayana Lira (UNISUL)

20 de março (domingo) – 16h

Mesa – Reencantar o mundo: bruxa e perspectivas decoloniais

Com a pesquisadora Letícia Bispo (Verberenas), a cineasta Olinda Muniz Wanderley – Yawar (Kaapora) e a prof. Milene Migliano (UFRB) 

22 de março (terça) – 19h30

Mesa – Mulheres monstruosas e cinema de horror [LIBRAS]

Com a prof. Laura Cánepa (Anhembi Morumbi) e a pesquisadora Yasmine Evaristo (MG). Mediação: Camila Macedo (UNESPAR)

26 de março (sábado) – 15h

Conferência internacional [LIBRAS]

Uma conversa com Teresa Castro (prof. Paris 3 – Université Sorbonne Nouvelle) 

MASTERCLASS

9 de abril (sábado) – tarde

Masterclass internacional 

Com a pensadora e escritora Silvia Federici (EUA – autora de Calibã e a bruxa)

Mediação: Carla Italiano [tradução simultânea / LIBRAS]

19 de abril (terça) – 19h

Mesa – Esses corpos insubmissos [LIBRAS]

Com a realizadora Noá Bonoba (CE), a crítica Lorenna Rocha (PE) e a prof. Ramayana Lira (UNISUL)

Serviço:

Mostra “Mulheres mágicas: reinvenções da bruxa no cinema” 

Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

Período: 11 a 28 de março

Ingressos: Pelo site bb.com.br/cultura e na bilheteria a preços populares (R$ 10 inteira / R$ 5 meia)

Classificação indicativa: De Livre a 16 anos, consultar programação.

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico, Triângulo SP, São Paulo–SP

Acesso ao calçadão pela estação São Bento do Metrô

Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 19h, exceto às terças

Informações: (11) 4297-0600

Estacionamento conveniado: Rua da Consolação, 228.

Valor: R$ 14 pelo período de até 6 horas. É necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.

Traslado gratuito até o CCBB. No trajeto de volta, a van tem parada na estação República do Metrô. 

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Meu Quintal é Maior Do Que o Mundo

O Teatro Vivo recebe, até 27 de março, o espetáculo “Meu Quintal é Maior Do Que o Mundo”, com Cássia Kis e direção de Ulysses Cruz. As apresentações acontecem sextas-feiras, às 20h, sábados, às 21h e domingos, às 18h. O espetáculo segue uma jornada conduzida por textos extraídos do livro “Memórias Inventadas”, do poeta Manoel de Barros. Cássia abre a cena revelando as fontes de inspiração do poeta: a criança, o passarinho e o andarilho. A montagem se passa em um quintal, representado no palco por um tapete, no qual a atriz interpreta quatro diferentes personagens: um menino com 5 anos, um jovem de 15, um homem de 40 e um idoso de 85. A classificação é livre.

Teatro Vivo

Completamente renovado e com exclusivo sistema de iluminação e sonorização, o Teatro Vivo oferece conectividade, conforto e acessibilidade para todos os espectadores e segue o protocolo destinado aos espaços culturais de São Paulo. Tem sua capacidade máxima de 274 lugares e mantém todos os cuidados para garantir ao público conforto e segurança. Para ter acesso ao Teatro Vivo, é preciso apresentar comprovante de vacinação contra a Covid-19.

Descontos via App Meu Vivo > Vivo Valoriza

Clientes Vivo Valoriza, plataforma de relacionamento da Vivo, tem desconto de 50% na compra de até dois ingressos por CPF, válidos para qualquer espetáculo. Para acessar o benefício, basta acessar o App Meu Vivo, clicar em Vivo Valoriza e realizar o resgate. Os vouchers são limitados. Fazem parte do programa os clientes pós-pago, controle e de serviços residenciais da Vivo, consulte a disponibilidade de benefícios de acordo com cada categoria.

Serviço:

Meu Quintal é Maior Do Que o Mundo

Temporada: 04 a 27 de março| Sex 20h – Sáb 21h – Dom 18h 

Com Cássia Kis

Obra: Manoel de Barros

Direção: Ulysses Cruz

Classificação: Livre| Duração 70 minutos

Ingressos: R$ 60 | Clientes Vivo Valoriza e Colaboradores Vivo tem 50% de desconto na compra de até 2 ingressos.

Teatro Vivo| Avenida Dr. Chucri Zaidan, 2460, Morumbi

“Hamlet: 16 x 8” no Teatro Sérgio Cardoso

O espetáculo Hamlet: 16 x 8, interpretado por Rogério Bandeira, com direção de Marco Antônio Rodrigues, faz temporada presencial e digital no Teatro Sérgio Cardoso, equipamento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerido pela Amigos da Arte. A obra cênica foi concebida a partir de trechos da memória e da experiência relatada pelo diretor e dramaturgo Augusto Boal no livro “Hamlet e o Filho do Padeiro: Memórias Imaginadas”. A peça fica em cartaz até 20 de fevereiro de 2022. A temporada presencial no Teatro Sérgio Cardoso acontece na Sala Paschoal Carlos Magno – já a temporada digital será exibida via plataforma Sympla Streaming.

A programação faz parte da iniciativa Teatro Sérgio Cardoso Digital, que oferece ao público a opção de assistir aos espetáculos de casa a partir de gravações realizadas no próprio espaço. Iniciada em 2021, a proposta se expande em 2022, com a exibição de mais espetáculos e de linguagens artísticas que dialogam com essa nova realidade no setor cultural.

No palco, o escritor e encenador é personagem e figura quase mítica. A cena vai peneirando os achados, os ditos e os quereres de Boal representando toda uma geração do teatro brasileiro refundada no Teatro de Arena. “Boal sempre sonhou, sem fazer o Hamlet no pequeno palco do Arena. Talvez porque duvidar dê sentido a um eterno caminho. Por isso, menos como homenagem, mais como procedimento, este artefato cênico na forma de monólogo dialogado assim se autobatiza”, diz Marco Antonio.

Os ecos vão ganhando materialidade – tempos, geografias e subjetividades são presenças que invadem o imaginário contemporâneo, brasilidades sublinhadas. “Boal é nossa inspiração. Estão em cena através da figura do Rogério Bandeira, inspirações vindas da “teoria” e da “prática” dele, Augusto. A teoria no caso é a memória Hamlet e o filho do Padeiro, que passeia com graça e talento pela vida e obra do Boal em depoimento pessoal e coloquial, sua autobiografia. A prática é o dito e feito no show Opinião: a esfera privada, familiar e hamletiana do ator em tensão dialética com a atuação pública. Boal e Bandeira são intérpretes e personagens “, reitera Marco Antônio.

“Meu contato com o livro, após participar com a Cia. do Latão de seu lançamento pela editora Cosac Naify, fez com que eu mergulhasse por outras vias na literatura de Augusto Boal, que não a pedagógica ou dramatúrgica. Dessa vez, me deliciei com a forma distanciada e poética em que o autor aborda sua vida: família, palcos, professores, ditadura, exílio, medos, mas principalmente, o experimento revolucionário em sua passagem pelo Teatro de Arena”, declara Bandeira.

Um capítulo em especial chamou a atenção do ator, pela ousadia e virada conceitual na trajetória artística de Boal, quando o Arena parte em excursão para o nordeste, como diz o autor: “ (…) Na infatigável busca do povo autêntico: ali, sim estaria o Brasil verdadeiro”.

“No interior de Pernambuco, Boal com sua pesquisa de campo, entra em uma igreja e se impressiona com a homilia de seu líder, cujo o apelido era Padre Batalha, que se unia a um quadro político efervescente. A figura do padre impressiona por sua sabedoria observadora, solidária e religiosa. Existe nela a contradição do amor indignado, empático, porém ríspido em seus diálogos e até violento, nada ingênuo. Uma personagem sedutora com amplo material para pesquisa de qualquer ator”, completa Rogério.

Notas sobre os reencontros e a montagem

Por Rogério Bandeira

Coincidências permeiam esse encontro. Marco Antonio Rodrigues na década de 80 foi ator do Bando, uma das principais referências do teatro de grupo paulistano, liderado pelo dramaturgo Plínio Marcos, muito próximo a minha família: amigo – irmão de meu pai, que era advogado criminalista e liberou alguns de seus textos durante a ditadura militar. Minha mãe também assinou alguns figurinos do Bando. Marco Antonio Rodrigues, parceiro fiel de Plínio Marcos, tornou-se um dos principais e mais combativos diretores do teatro brasileiro.

Mais de uma década depois, em 1995 fui aprovado por Marco Antonio Rodrigues no teste para a produção de um espetáculo com livre adaptação de Reinaldo Maia, inspirada na obra de Thèophile Gautier:  “Le Capitaine Fracasse”, que na década de 90, cinemas no mundo todo lotaram pelo sucesso retumbante que o filme A Viagem do Capitão Tornado, de Ettore Scola, causou. A obra fala sobre as dificuldades e superações de uma trupe ambulante, pelas estradas de terra da França, no século 17, desejosa por se apresentar na capital Paris. Nosso espetáculo não teve o mesmo sucesso retumbante do diretor italiano, mas o público que assistiu comenta até hoje sobre a contundência poética e inspiradora de 4 atrizes e 5 atores em cima de uma carroça. Levava o nome de: Verás que tudo é mentira, e inspirou a formação de outros grupos teatrais paulistanos.

A partir deste trabalho, nossa ligação solidificou-se e em 1997, junto com outros parceiros e parceiras, fundamos a Cia. Folias D’Arte. Ainda hoje, formadora e importante referência como grupo teatral de São Paulo.

Pouco tempo após a fundação do Folias, me afastei para novos rumos e possibilidades, sem perder o cordão umbilical com toda a experiência adquirida, principalmente quanto a importância da coletividade na arte. Marco Antonio continuou por anos como a principal liderança da companhia, inovando e combatendo artística e politicamente o cenário teatral, sem nunca perder o sentido democrático.

Seguimos cada qual seu rumo, mantendo o olhar na mesma direção, através do sonho coletivo e, como ele mesmo diz, re-existência. Marco Antonio Rodrigues se afasta da Cia. Folias D’Arte, e continua semeando sua indignação artística, poética, formando elencos com atores e atrizes brilhantes; gente coletiva.

Entre outros experimentos em palcos e áudio visuais, também continuei buscando aprimorar o conhecimento, sempre junto a grupos formadores:  por 4 anos no CPT (Centro de Pesquisa Teatral), coordenada diretamente por Antunes Filho e entre idas e vindas fiquei 12 anos trabalhando no núcleo central da Cia. do Latão liderada por outro parceiro sensível, potente e amigo em comum, Sérgio de Carvalho.

Assim como Augusto Boal, eu e Marco Antonio Rodrigues nos exilamos, mas para dentro de nós. Durante o exílio, cada um ao seu tempo conhece Cecília Boal, mulher rara, agregadora, guerreira, sonhadora e determinada, qualidades que vão nos reaproximando, até o trio se unir para a realização desse trabalho: Hamlet: 16×8

Faço uma primeira adaptação e converso com Cecília Boal sobre possível montagem. Ela imediatamente cede os direitos autorais. Então convido Marco Antonio Rodrigues para a direção. Após muitos anos, nos juntamos novamente, assim como Padre Batalha, sozinhos em nossos questionamentos, porém saudosos, amorosos e indignados. Mas o capítulo adaptado sobre o padre, não convence o diretor. Ele quer mais.

Marco Antonio Rodrigues inicia outra dramaturgia, cola com parte da minha adaptação para em sala de ensaio deixar espaço para trocas, histórias, pensamentos. Assim, juntos readaptamos o texto. A inspiração central, parte pela constatação da capacidade que a geração do Arena, tinha em somar ideias e coletivamente transforma-las em ação. Como quando o teatro sai da literatura e sobe ao palco.

Dessa forma nosso silencioso exílio tornou-se ação! Aos poucos, com pouquíssima verba, contatamos parcerias conquistadas em nossas trajetórias, que solidariamente compram a briga e unem-se a nós, para colaborar com o projeto. Hamlet 16×8, revela e questiona em cena, solidões que ganham companhia e amparo, mesmo em tempos de exílio, como força motriz para qualquer possível sonho coletivo.

Boal, encenador

Em 1964, dezembro, o primeiro grande ato artístico-cultural realizado como forma de reação a ditadura recém-instalada foi o show “Opinião”, criação de Augusto Boal com Nara Leão, João do Valle e Zé Kéti. O acontecimento é significativo sob vários aspectos: reúne antropofagicamente, o popular e o erudito, é dramático e épico (“Nosso show verdade era diálogo: João lia a carta que escreveu ao pai, ao fugir de casa, menino; lia para Nara, lágrimas rolando, lágrimas que vestiam suas palavras. Nara respondia com ternura, olho no olho, carinhosa: “Carcará, pega, mata e come”. – Augusto Boal), é caseiro e doméstico (foi ensaiado na casa de Nara), é manifesto e show, é morro e Zona Sul do Rio de Janeiro, é o Brasil transcultural: preto e branco.

Em 2018, o ano que não foi parido, o ato artístico-cultural da classe artística é um manifesto burocrático pela manutenção do Ministério da Cultura no governo conservador recém “eleito”. Sensível retrocesso.

Boal e o Teatro de Arena, Zé Celso e o Oficina, Amir Haddad e o Tuca do Rio de Janeiro, Silnei Siqueira e o TUCA de São Paulo. Essa geração de encenadores, cada um deles no seu quintal, faz a diferença.

Voltando um pouquinho no tempo: “[…] embora os escritores de 1922 não manifestassem a princípio nenhum caráter revolucionário no sentido político, e não pusessem em dúvida os fundamentos da ordem vigente, a sua atitude, analisada em profundidade, representa um esforço para retirar à literatura o caráter de classe, transformando-a em bem comum para todos. […]

Mergulharam no folclore, na herança africana e ameríndia, na arte popular, no caboclo, no proletário. Um veemente desrecalque […] “ Essa fala aí em cima é do Antonio Candido.

De certa forma, essa malta de encenadores e coletivos oriundos da metade do século passado, dá sequência ao povo de 22, com radical verticalidade. E com uma sensível diferença: eles trazem pra cena o sentido revolucionário.

O teatro é o carrefour das artes. Por ali passa tudo, literatura, música, poesia, artes visuais e o diabo a quatro. Justamente por isso, teatro extrapola o tablado, junta gentes de todos os tipos, ganha ruas, praças, mexe com costumes e viveres, vira movimento.

Boal tem absoluta consciência e visão disso. Por cada lugar que passa vai ajuntando gente, fazendo movimento, guerrilha cultural, disputa de pensamento. O Arena já é uma federação de artistas, de indivíduos singulares, a Feira de Opinião que cria em 68 junta artes de todas as áreas para responder o que é que cada um pensava do Brasil à época. Dá para imaginar a casa do Boal no exílio, ou as casas, porque a família que a essa altura era em número de quatro: Cecília, Fabian, Julian, Augusto, trocava de pais mais que de sapato. A casa mais parecia um quartel de exilados, militantes, agregados. Quartel é palavra imprecisa, aquilo mais parecia um terreiro encantado, lugar de folguedo onde se brinca e se canta. Lugar de festejo.

Boal não encena exclusivamente espetáculos: encena movimentos mundão afora, dentro ou fora do país. Inventa espetáculos perenes em cartaz hoje e sempre: Teatro do Oprimido, Teatro Jornal, Teatro Fórum, Teatro Legislativo. Boal encena a diversidade, o inconformismo, a utopia: Boal ensaia a revolução.

Boal tem um trunfo poderoso: Cecilia, atriz, psicanalista, personagem perenizada nos Caros Amigos do Chico Buarque. Cecilia está por trás e a frente do Arco Iris dos Desejos do encenador. Hoje e sempre. Cecilia segue, fazendo movimento, animando a massa, juntando tudo daqui e dali.

Tudo somado, aportamos aqui em 2021. Na linha, na senda, na estrada e no caminho dos Machado de Assis que nos deram grandeza, tino e precisão, cabe aqui nessa hora algum pensamento: a cultura brasileira na perspectiva artística tem lugar de ponta por conta do trabalho e da arte dessas gerações. De uma forma muito especial contaminou de um jeito determinante os viveres dessa terra. O Brasil era até 64 uma sociedade em formação: 64 aborta o corpo social. Isto permanece até hoje, com ênfase nesta disformidade que se reatualiza a partir de 2013 numa violência explicitada pelas desigualdades de todas as ordens desde a má distribuição de renda, passando pelas reiterações dos problemas congênitos oriundos da escravidão, do patriarcalismo, da hegemonia do mercado e da indústria cultural como forma de alienação dos conceitos de nação e de povo.

À guerra cultural instalada, o conservadorismo tenta se impor aos costumes. Em luta com as formas libertárias e humanistas consolidadas nos últimos anos. Ambiciosa e modestamente esse universo em disputa é o que tentamos pôr em cena nesse Hamlet: 16 x8.

Sobre o Teatro Sérgio Cardoso Digital

Em 2022, o Teatro Sérgio Cardoso reforça a proposta de transmitir as sessões das temporadas presenciais em cartaz no espaço para que o público assista de casa. O projeto, criado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerido pela Amigos da Arte, tem como objetivo principal democratizar o acesso à cultura a públicos variados, de outras cidades, estados e países, além de oferecer ao público da capital do Estado de São Paulo a alternativa de assistir aos trabalhos de forma remota. A ação também prevê a apresentação de temporadas exclusivamente digitais.

Desde a estreia, o projeto já recebeu quinze temporadas exibidas exclusivamente online duas temporadas híbridas, com sessões presenciais e digitais. A programação trouxe ainda temporadas com recursos de acessibilidade, como audiodescrição, tradução em libras e legendas em português.

A maior parte das gravações são realizadas com antecedência nos palcos do próprio Teatro Sérgio Cardoso, viabilizando as transmissões. Além disso, segue em curso a programação da #CulturaEmCasa, plataforma de conteúdo cultural gratuito, criada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerida pela Amigos da Arte, que oferece centenas de eventos artísticos em diversas linguagens, como dança, teatro, música e performance.

Serviço
Hamlet: 16 x 8

Local: Teatro Sérgio Cardoso – Sala Paschoal Carlos Magno (Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista)
Teatro Sérgio Cardoso Digital – Transmissão pela Sympla Streaming

Temporada: De 28 de janeiro a 20 de fevereiro de 2022

Presencial: sextas, sábados e domingos, 19h

Digital: sábados, 19h

Ingressos:

Presencial – R$ 20 (inteira) – R$ 10 (meia entrada)

Digital – R$ 15, R$ 10 e R$ 5 (contribuição social)

Compras pelo site https://site.bileto.sympla.com.br/teatrosergiocardoso/

Atenção à diferenciação entre os ingressos para a temporada presencial e a digital. A sala de transmissão digital abre com 15 minutos de antecedência. É recomendável acessá-la antes do horário de início da apresentação.


Duração: 90 min
Classificação indicativa:  14 anos


Sobre a Amigos da Arte

A Amigos da Arte, Organização Social de Cultura responsável pela gestão dos teatros Sérgio Cardoso e de Araras e do Museu de Diversidade Sexual (MDS), trabalha em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e iniciativa privada desde 2004. Música, literatura, dança, teatro, circo e atividades de artes integradas fazem parte da atuação da Amigos da Arte, que tem como objetivo difundir a produção cultural por meio de festivais, programas continuados e da gestão de equipamentos culturais públicos. Em seus mais de 15 anos, a entidade desenvolveu 58 mil ações que atingem mais de 25 milhões de pessoas.

Sobre o Teatro Sérgio Cardoso

Localizado no boêmio bairro paulistano do Bixiga, o Teatro Sérgio Cardoso foi inaugurado em 13 de outubro de 1980, com uma homenagem ao ator. Na ocasião, foi encenado um espetáculo com roteiro dele próprio, intitulado “Sérgio Cardoso em Prosa e Verso”. No elenco, a ex-esposa Nydia Licia, Umberto Magnani, Emílio di Biasi e Rubens de Falco, sob a direção de Gianni Rato. A peça “Rasga Coração”, de Oduvaldo Viana Filho, protagonizada pelo ator Raul Cortez e dirigida por José Renato, cumpriu a primeira temporada do teatro. Em 2020, o TSC cumpriu 40 anos de atividades, tendo recebido temporadas importantes de todas as linguagens artísticas e em novos formatos de transmissão, se consolidando como um dos espaços cênicos mais representativos da cidade de SP.

“Eu de Você”, no CCBB

Idealizado e criado pela atriz Denise Fraga, o produtor José Maria e o diretor Luiz Villaça, EU DE VOCÊ mostra histórias reais, costuradas com pérolas da literatura, música, imagens e poesia. “Que seria de nós sem os poetas? E o que seria deles sem a vida comum? É dessa mistura que surge a ideia de nosso Eu de Você. O que tem em comum a Cris, o Paulo Leminski e o Zezé di Camargo? Tchekhov, eu e Francisco? Pelo que a avó do Felipe estava chorando enquanto os Beatles compunham mais uma canção? O que fará o Wagner quando ouvir o que Chico Buarque fez com o seu também coração partido? Costumo dizer que a arte ajuda a gente a viver, que quem lê Dostoievski e Fernando Pessoa, no mínimo, vai sofrer mais bonito. Porque sofrerá com companhia, sofrerá com a cumplicidade dos poetas. Entenderá que fazemos parte de algo maior, que pertencemos à roda da humanidade, seus dilemas eternos e sua fatídica imperfeição” – ressalta Denise Fraga. EU DE VOCÊ fará curta temporada de 2 a 20 de fevereiro, no Teatro 1 do CCBB.
No espetáculo, o humor cotidiano leva o público a rir das situações corriqueiras. A gargalhada costuma ser uma arma poderosa que consegue ampliar a consciência, a sabedoria e trazer uma reflexão. Embora seja um solo, a atriz estará acompanhada de personagens inspirados em histórias reais: Fátima, Bruno, Clarice, Wagner, além de diversos artistas de grande reconhecimento, tecendo um bordado de vida e arte. Não há melhor espelho do que o outro. Sabemos quem somos a partir do que reverberamos. É́ urgente ver o outro, olhar pelo olhar do outro, ser eu de você. O que seria de nós se pudéssemos ser eu de você e você de mim, deixando-nos ambos atravessar por nossas experiências? Esta é a temática do novo espetáculo de Denise Fraga, Eu de Você, que estreou em setembro de 2019 no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, cumpriu temporada em São Paulo, Belo Horizonte e Campinas e teve turnê interrompida pela pandemia da COVID-19. Eu de Você conta com o cineasta, roteirista, criador e diretor Luiz Villaça. A diretora de arte Simone Mina, multiartista, professora, figurinista, artista plástica, cenógrafa, premiada por importantes parcerias na cena teatral também faz parte deste time que tem ainda Rafael Gomes, criador, roteirista, dramaturgo, diretor de teatro e de cinema, responsável por montagens teatrais de reconhecimento nacional e a pesquisadora, encenadora e pedagoga no campo da dança e do teatro Kenia Dias que desenvolve trabalhos com a corporalidade, teatralidade e composição como diretrizes, com o foco nas dinâmicas do movimento e suas relações com a improvisação. Para completar o quadro de profissionais das artes, Fernanda Maia, musicista, diretora musical, extraordinária na composição de vozes para diversos espetáculos.
(Crédito das fotos: Cacá Bernardes)
Preocupada em ampliar a acessibilidade, a produção oferece recursos para deficientes visuais através da audiodescrição e intérpretes em libras, durante as apresentações da temporada. A empresa NIA TEATRO, de Denise Fraga, há mais de dez anos apresenta espetáculos em periferias até em grandes centros urbanos. Neste período, foram mais de 700 mil espectadores, o que revela a força do teatro no país. “O desafio deste espetáculo é o de ressignificar nossa obra nesses tempos de pandemia, voltar a promover os encontros, com afeto e segurança. Contando histórias reais, rompendo a fronteira entre palco e plateia, fato e ficção, pedaços de vida embalados pela arte, pretendendo ampliar o nosso Teatro para uma real experiência de empatia” – conclui Denise, que canta mais de 10 canções do espetáculo, entre elas: O Cordão (Chico Buarque), Suspicious Minds (Elvis Presley) e Yolanda (Chico Buarque e Pablo Milanez). O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro funciona de quarta a segunda de 9h às 20h. A entrada do público é permitida apenas com apresentação do comprovação de vacinação contra a COVID-19 e uso de máscara. Não é necessária a retirada de ingresso para acessar o prédio, os ingressos para os eventos podem ser retirados previamente no site eventim.com.br ou na bilheteria do CCBB.  
SERVIÇO:
Espetáculo: Eu de Você
Temporada: de 2 a 20 de fevereiro de 2022
Dias e horários: de quartas a sábados, 19h, e domingos, 18hSessão extra dia 14 de fevereiro de 2022, 19h
Local: CCBB Rio – Teatro I (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro).
Informações: 3808-2020.
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).
Capacidade: 172 lugares.
Duração: 90 min
Classificação indicativa: 12 anos

“Iolanta – A princesa de vidro” no CCBBRJ

Inspirado na obra russa “Yolanta”, de Pyotr Ilyich Tchaikovsky, a opereta infantojuvenil “Iolanta – A princesa de vidro” apresenta o mundo sensorial de Iolanta, uma princesa cega. Ainda bebê, ela perde a visão devido a um acidente e cresce de uma maneira inusitada: sem saber que é cega. O pai superprotetor, rei de Borgonhópoles, esconde de todos a condição da filha e constrói seu mundo de forma que ela nunca descubra que é cega. Ela, então, cresce isolada no meio das montanhas e longe da maldade humana. É uma história sobre a descoberta dos sentidos e sobre o poder de transformação e cura do amor.

Idealizadora do projeto, Vanessa Dantas assina a dramaturgia ao lado de Ana Paula Secco. Com direção de Daniel Herz e direção musical de Wladimir Pinheiro, a peça estreia em 22 de janeiro, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro, onde ficará em cartaz no Teatro II até 13 de março, com sessões aos sábados e domingos, às 16h. O espetáculo tem patrocínio da Eletrobras Furnas e do Centro Cultural Banco do Brasil. O projeto é realizado pela Lei de Incentivo à Cultura.

O elenco é composto por nove atores-cantores: Caio Passos (Rufino D’Acolá), Chiara Santoro (Martha), Kiko do Valle (Jean D’Além), Leandro Castilho (Sr. Tchaikovsky), Mariah Viamonte (Iolanta D’Aquém), Marino Rocha (Petran D’Aquém), Saulo Vignoli (Almerico), Sofia Viamonte (Laurete) e Tiago Herz (Florian D’Além). Acompanhados pelo músico Pedro Izar, o elenco toca diversos instrumentos em cena, como violão, violino, violoncelo, flauta, flautim, trompete, acordeão e piano.

“Justamente por não saber que lhe falta algo, a Iolanta representa um dom além dos sentidos. Por ser cega, ela explorou profundamente a beleza do mundo invisível. Ela se comunica com natureza, fala a língua dos pássaros, das flores”, conta Vanessa Dantas, que já esteve à frente de bem-sucedidas adaptações de óperas de Gioachino Rossini e Gaetano Donizetti para o teatro infantojuvenil.

Na ópera original, a história se passa no século XV, nas montanhas do sul da França. Nesta adaptação, a peça ganha contornos brasileiros, sendo ambientada no período colonial na região da Serra do Órgãos, no Rio de Janeiro. Os reinos de Borgonhópolis e Provenzópolis foram inspirados nas cidades de Petrópolis e de Teresópolis, respectivamente. O Parnaso é a riquíssima e fértil terra situada entre os dois reinos, disputada pelas famílias reais D’Aquém e D’Além – de onde vêm, respectivamente, os jovens Iolanta e Florian. Em meio às desventuras desta discórdia, os dois acabam se apaixonando.

“A peça traz a ideia de que na diferença você tem a possibilidade de um encantamento amoroso. É na singularidade do outro que você percebe uma outra percepção da vida, possibilitando a paixão. Nesse sentido, acho muito moderno montarmos esse espetáculo agora, nesse momento de tanta polarização”, analisa Daniel Herz. “O que faz o Florian se apaixonar pela Iolanta não é o fato de ela ser cega. Mas a consequência de ela ser cega traz uma sensibilidade, uma percepção diferente sobre a existência, algo que ele não tem”.

Da infância de Tchaikovsky (1840-1893), sabe-se que cedo ele revelou dotes musicais, mas não recebeu educação neste sentido. Seus pais achavam que a música não seria saudável para uma criança tão sensível e até mesmo neurótica. Sua babá costumava chamá-lo de “menino de vidro”, por sua fragilidade. Ao assistir a uma encenação do conto de fadas dinamarquês “Iolanta”, em 1891, Tchaikovsky se identificou tão profundamente com a personagem-título que se sentiu movido a transformá-la em ópera.

Com direção musical de Wladimir Pinheiro (música e letras originais, adaptação musical), o espetáculo explora as mais consagradas obras do compositor russo: os balés “A bela adormecida”, “O quebra-nozes” e “O lago dos cisnes”, além de temas das sinfonias nº 5 e nº 6 e de concertos. “Fizemos uma grande revista da obra Tchaikovsky. São temas conhecidos, já abordados no cinema e em desenhos animados. As pessoas vão reconhecê-los e se surpreender pela forma como foram usados no enredo”, diz Wladimir. Na transposição da história para o Brasil, a modinha imperial foi escolhida como tema musical.

O cenário criado por Glauco Bernardi foi inspirado nas arquiteturas francesa e italiana do século XIX, e no artesanato da cultura popular russa do mesmo período. Um grande realejo, com seus muitos compartimentos e seus bonecos mecânicos, representam os personagens que vão ganhando vida ao se transformarem nos atores.  

Daniel Herz – É fundador e diretor artístico, desde 1992, da Companhia Atores de Laura. Dirigiu espetáculos fora do grupo: “Zastrozzi” (de Georg F. Walker), “Geraldo Pereira, um escurinho brasileiro” (de Ricardo Hofstetter), “Nós no tempo” (de Marcius Melhem), “Otelo da Mangueira” (de Gustavo Gasparani), “Tom e Vinícius” (de Daniela Pereira e Eucanaã), “O Barbeiro de ervilha” (adaptação de Vanessa Dantas), “O elixir do amor”(adaptação de Vanessa Dantas), “Fonchito e a lua” (adaptação de Pedro Brício), “Acorda para cuspir” (de Eric Bogosian), “Tudo que há flora” (de Luiza Prado); “A vida de Galileu” (de Bertold Brecht) e “Valsa nº 6” (de Nelson Rodrigues).

Em 2017, dirigiu “Ubu Rei”, de Alfred Jarry, com Marco Nanini, Rosi Campos e os Atores de Laura; “Perdoa-me por me traíres”, de Nelson Rodrigues; e “Fulaninha e Dona Coisa”, de Noemi Marinho. Em 2018, dirigiu “Conexão: Solidão” (criação coletiva); “Ópera Piedade”, de João Guilherme Ripper; e “Cálculo ilógico”, de Jessica Menkel. Em 2021, dirigiu o filme “A melhor versão”, de Julia Spadaccini. No mesmo ano, dirigiu o documentário “A quarta margem”, assinando também o roteiro.

Vanessa Dantas – Formada atriz pelo Teatro Escola Célia Helena (SP) em 1993. De 2001 a 2008, foi atriz integrante da Cia Atores de Laura. Estreou e viajou com a Cia por diversas cidades brasileiras com os espetáculos: “As artimanhas de Scapino” (de Molière), “Decote” (criação Coletiva da Cia Atores de Laura inspirada na obra de Nelson Rodrigues), “O conto do inverno” (de W. Shakespeare), “N.I.S.E” (criação Coletiva da Cia Atores de Laura em parceria com Maria da Luz sobre a vida da Doutora Nise da Silveira).

Em 2007, fundou a Marcatto Produções Artísticas. Pela empresa, foi a adaptadora dos libretos, criadora das concepções artísticas, produtora e atriz de espetáculos musicais para crianças: “O barbeiro de ervilha” (2010), adaptação da ópera “Il Barbiere di Siviglia”, de Gioacchino Rossini; “O elixir do amor” (2014), adaptação da ópera “L’ Elisir D Amore”, de Gaetano Donizetti – ambos com direção de Daniel Hertz. A peça “A borralheira, uma opereta brasileira” (2012), adaptação da ópera “La Cenerentola”, de Gioacchino Rossini; e “Thomas e as mil e uma invenções” (2018), musical para crianças de Vanessa Dantas e Tim Rescala, foi dirigida por Fabianna de Mello e Souza. Em mais de uma década, os seus projetos somam cerca de 30 indicações, tendo conquistado prêmios, entre as principais premiações de teatro infantil do Rio.

FICHA TÉCNICA
Libreto:
 Vanessa Dantas, Ana Paula Secco e Wladimir Pinheiro

Texto original a partir da ópera russa “Yolanta”, de Tchaikovsky: Vanessa Dantas e Ana Paula Secco
Música e letras originais, adaptação musical: Wladimir Pinheiro
Direção: Daniel Herz
Direção musical e arranjos: Wladimir Pinheiro

Direção de movimento: Daniel Herz e Esther Weitzman
Elenco: Caio Passos, Chiara Santoro, Kiko do Valle, Leandro Castilho, Mariah Viamonte, Marino Rocha, Saulo Vignoli, Sofia Viamonte e Tiago Herz
Músico: Pedro Izar

Cenário: Glauco Bernardi

Figurino: Karen Brustolin

Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni

Desenho de som: João Gabriel Mattos

Preparação vocal: Chiara Santoro

Assistente de direção: Fernando Queiroz

Operador de som: Arthur Ferreira

Microfonista: Adriana Lima

Costureira: Vera Lucia dos Santos Costa

Comunicação visual: Bruno Dante

Assessoria de imprensa: Paula Catunda

Mídias sociais: Guilherme Fernandes

Fotografia: Caique Cunha

Maquiagem: Bruno Alsiv

Direção de produção: Pagu Produções Culturais (Bárbara Galvão, Carolina Bellardi e Fernanda Pascoal)

Produção executiva: Fernando Queiroz

Gestão administrativa – financeira: Natália Simonete – Estufa de Ideias

Assistente financeiro: Pedro Henrique Cavalcante – Estufa de Ideias

Patrocínio: Eletrobras Furnas e Centro Cultural Banco do Brasil
Realização: Marcatto Produções, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal. O projeto conta com a Lei de Incentivo à Cultura

 SERVIÇOEspetáculo: “Iolanta – A princesa de vidro”Temporada: de 22 de janeiro a 13 de março de 2022
Dias e horários: sábados e domingos, às 16hLocal: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) – Teatro IIEndereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – RJInformações: (21) 3808-2020
Ingressos: R$30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)
Ingressos na bilheteria: de quarta a segunda, das 9h às 20h 
Ingressos pelo site: eventim.com.br
Classificação livreDuração: 80 min.Iolanta no Instagram: @marcatto_producoes

Zé Ramalho volta ao palco do Vivo Rio

O ano de 2022 será de muitas novidades e projetos para Zé Ramalho. Distante desde fevereiro de 2020 do Vivo Rio, o artista paraibano retoma a turnê do espetáculo “Show dos Sucessos”, interrompida por conta da pandemia, dia 05 de fevereiro. O público do Vivo Rio vai poder matar as saudades de clássicos do compositor e se encontrar com Zé Ramalho depois do longo intervalo de dois anos.

“Vou partir novamente para minha linha de shows, começando pelo palco do Vivo Rio. É um ponto de partida, uma retomada da turnê que eu estava fazendo quando começou a pandemia”, conta Zé Ramalho. Como o título sugere, o show reúne canções marcantes de seu repertório: “O que um público quer ver e ouvir em um artista que ele gosta, são os seus sucessos. Em qualquer situação. Até hoje, artistas internacionais como Paul McCartney tocam seus grandes sucessos. Pessoalmente, quando eu ia a shows, era o que eu queria ver e ouvir: as músicas dos artistas que eu curtia, tocadas do jeito que foram gravadas. É isso que vai rolar!”, adianta.

Além de “Avôhai”, “Chão de Giz” e “Admirável Gado Novo”, entre outros clássicos de seu repertório, Zé Ramalho incluiu no roteiro canções de outros compositores, como “O que é, o que é?” (Gonzaguinha), “Medo da chuva” (Raul Seixas e Paulo Coelho), “Tá tudo mudando” (versão de Maurício Baia e Gabriel Moura para “Things have changed”, de Bob Dylan) e “Vida de Viajante”(Hervé Cordovil e Luiz Gonzaga), entre outras (repertório completo abaixo).

Além de voltar aos palcos, Zé Ramalho planeja gravar um álbum com canções compostas durante a pandemia. Será o primeiro de inéditas desde “Sinais do Tempos”, de 2012. “Planejo começar a gravar no segundo semestre de 2022. Com a pandemia, me vi tendo que tomar uma atitude diante dos dias que iriam se seguir, e o caminho da criação musical e poética foi o que eu escolhi. Tenho 12 canções 100% de minha autoria (letra e música), mais uma versão de um grande sucesso de Paul Simon”, finaliza.

A Banda Z, que acompanha Zé Ramalho (voz e violão) em cena, é formada por:

TOTI CAVALCANTE – SAX E FLAUTA

VLADIMIR SOUZA – TECLADOS

EDU CONSTANT – BATERIA

ZÉ GOMES – RITMO E PERCUSSÃO

ROGÉRIO FERNANDES – CONTRABAIXO E VOCAIS

Roteiro completo:

1 – O QUE É, O QUE É? (Gonzaguinha)

2 – TÁ TUDO MUDANDO (“Things have changed”. Bob Dylan. Versão: Maurício Baia – Gabriel Moura)

3 – KRYPTÔNIA (Zé Ramalho)

4 – BEIRA-MAR (Zé Ramalho)

5 – ENTRE A SERPENTE E A ESTRELA (“Amarillo by morning”. Terry Stafford – Paul Fraser. Versão: Aldir Blanc)

6 – TÁXI LUNAR (Zé Ramalho – Alceu Valença – Geraldo Azevedo)

7 – A TERCEIRA LÂMINA (Zé Ramalho)

8 – BANQUETE DE SIGNOS (Zé Ramalho)

9 – ETERNAS ONDAS (Zé Ramalho)

10 – AVÔHAI (Zé Ramalho)

11 – VILA DO SOSSEGO (Zé Ramalho)

12 – CHÃO DE GIZ (Zé Ramalho)

13 – GAROTO DE ALUGUEL (Zé Ramalho)

14 – ADMIRÁVEL GADO NOVO (Zé Ramalho)

15 – GITA (Raul Seixas – Paulo Coelho)

16 – MEDO DA CHUVA (Raul Seixas – Paulo Coelho)

17 – FREVO MULHER (Zé Ramalho)

18 – SINÔNIMOS (Cláudio Noam – Paulo Sérgio – César Augusto)

19 – VIDA DE VIAJANTE (Hervé Cordovil – Luiz Gonzaga)

Serviço

Zé Ramalho no Vivo Rio

Dia 05 de Fevereiro

21 horas

Vivo Rio – Av. Infante Dom Henrique, 85/Praia do Flamengo

Ingressos a partir de R$ 120,00

O uso de máscaras e comprovação da vacinação contra a COVID-19 são obrigatórios

Veja lista completa de preços

https://www.eventim.com.br/event/ze-ramalho-vivo-rio-14434620/?affiliate=VI0

Produção Executiva: Jerimum Eventos

Fotos: Leonardo Aversa

Galeria Provisória abre em Ipanema com exposição de Anderson Thives

Idealizada pela arquiteta Aline Araújo em parceria com o artista plástico Anderson Thives, a Galeria Provisória inaugura, temporariamente – como o próprio nome indica -, no  coração de Ipanema. Sua efemeridade estabelece uma analogia com os tempos atuais de pandemia. Esta primeira ocupação fará uma retrospectiva da carreira de Thives: cerca de 40 peças abordando mostras realizadas desde o início de sua carreira, assim como projetos recentes, que abrangem previews de novas exposições e instalações. Tudo isso exibido no mês de permanência, com a proposta de reunir também outros artistas que dialoguem com a proposta do espaço.

Sobre Anderson Thives

Anderson Thives é um dos únicos artistas brasileiros a trabalhar exclusivamente com colagem, em uma técnica que consiste em juntar milhares de quadrados de papel (em torno de cinco mil recortes por metro quadrado) nas mais variadas cores, tons e tamanhos, retirados de revistas e catálogos para formar as imagens.
Com uma grande influência da Pop Art, além de artistas como Pablo Picasso, Andy Warhol, Tom Welsseman e Richard Hamilton, com seu estilo e gosto pela cultura das imagens, específica, direta e fácil de assimilar, o artista retrata através de suas colagens toda sensibilidade, expressão e impacto formado por uma técnica pouco convencional.
Sempre coloridas, alegres e vibrantes, suas obras podem ser vistas em diversos museus e galerias do mundo afora, pois Thives também é representado pela Abraham Art, situada na Holanda, uma das maiores distribuidoras de galerias. Em Paris, depois de trabalhar com duas renomadas galerias da cidade luz e fazer a maior art fair na Bastille, em 2015 o artista fixou uma nova galeria que leva seu nome, em Rueil-Malmaison, situada ao lado do Jóquei Clube de Paris. Nos Estados Unidos, fez exibições em San Francisco e Nova York, com grande sucesso, e desde 2016 faz parte do coletivo GAB Gallery, em Wynwood District. Entre seus clientes, nomes conhecidos como o do empresário Eike Batista, os escritores de novelas Cristianne Fridman e Rui Vilhena, as atrizes Cláudia Raia, Juliana Paes, Lilia Cabral, Regina Duarte, Deborah Secco, Claudia Abreu, Letícia Spiller, Carol Castro, Emanuelle Araújo, Viviane Pasmanter, Leandra Leal, Paloma Bernardi, a socialite Narcisa Tamborindeguy,  o músico Tico Santa Cruz, passando pelas cantoras brasileiras, Ivete Sangalo, Anitta, Vanessa Da Mata, Preta Gil e Ana Carolina, o cantor sírio-Libanês Mika, a pop star Madonna, e, mais recentemente, Mark Zuckemberg, criador do Facebook, só para citar alguns.

Serviço:

Galeria Provisória

Endereço: Rua Visconde de Pirajá, 284, Ipanema.

Abertura: dia 13 de janeiro de 2022 às 17 horas.

Sunset ao som do músico Philip Kelley.

Funcionamento: de segunda a sábado, das 12h às 19h.

Assessoria de imprensa:

BriefCom Assessoria de Comunicação/Bia Sampaio: (21) 98181-8351/biasampaio@briefcom.com.br

As Canções que Você Dançou para Mim

Focus Cia. de Dança por meio do patrocínio da Estácio, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, A Focus Cia. de Dança por meio do patrocínio da Estácio, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, faz uma temporada comemorativa de 10 anos do espetáculo “AS CANÇÕES QUE VOCÊ DANÇOU PRA MIM”, no teatro Firjan Sesi Centro, de 27 a 30 de janeiro, somente 4 apresentações (quinta e sexta às 19h e sábado e domingo às 18h). Para essa edição comemorativa desse emocionante espetáculo, a companhia traz algumas novidades, como cenas inéditas que o público poderá escolher através das redes sociais da Focus.

Sucesso de público, a montagem está há dez anos em cartaz e foi eleita um dos melhores espetáculos de 2011 segundo o jornal carioca O Globo, e de 2012, na opinião dos críticos da Folha de São Paulo. Os trabalhos são dirigidos e coreografados por Alex Neoral.

As canções que você dançou pra mim 

Iê-iê-iê, canções românticas, clássicos de tirar o fôlego, enfim, emoções além do horizonte estão na construção da coreografia “As canções que você dançou pra mim”.  Alex Neoral se inspira na obra do rei Roberto Carlos para criar um espetáculo que visita as décadas de 1960, 1970, 1980 e 1990 através de muito movimento.

“A escolha por Roberto Carlos surgiu em brincadeiras do próprio elenco. Durante as viagens da companhia era comum ouvir os bailarinos cantando as músicas do rei, interrompendo um ao outro a partir de uma palavra comum nas letras”, lembra Neoral.  Da mesma forma, em cena, “uma canção puxa a que vem sem sequência, formando uma grande história. É como se uma perguntasse e a outra respondesse”, completa o diretor e coreógrafo, Alex Neoral.

Mais de 70 trechos das composições, sempre na voz do próprio Roberto, em versões originais de clássicos lançados entre as décadas de 1960 a 1980, compõem “As canções que você dançou pra mim”. Para Alex, o desafio é duplo: além de mergulhar na obra de um artista tão popular, tão presente no cotidiano dos brasileiros, foi preciso colocar tal obra em diálogo com uma arte abstrata como a dança.

“O significado da palavra é muito forte na canção. Procurei usar a literalidade, mas de uma forma inteligente, que não limitasse a dança a uma legenda da letra. Aproveitei as intenções para dar fisicalidade ao movimento e para buscar uma atitude teatral”, destaca.  O resultado é uma apresentação que estabelece comunicação direta com os espectadores, o que cria identificação e conquista plateias de diferentes perfis. 

Para completar o universo de referências à obra de Roberto Carlos, “As canções que você dançou pra mim” traz figurinos em tons de azul, aludindo aos modelos e cortes da época retratada, com toques contemporâneos.  

Sobre a Companhia    

Com 25 obras e 15 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança se consagrou através da crítica especializada e sucesso de público. Apresentou-se em mais de 100 cidades brasileiras e levou sua arte para países como Colômbia, Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha e Panamá. Em 2021, estreou o espetáculo VINTE e to seu primeiro infantil BICHOS DANÇANTES. Em 2020 lançou CORAÇÕES EM ESPERA, criação do grupo, que foi exibida ao vivo, através de streaming, pelo YouTube, indicada ao prêmio APCA na categoria criação, ficando em cartaz por 17 semanas. Em 2019 ganhou o 1o Prêmio Cesgranrio de Dança com a coreografia Keta do espetáculo STILL REICH e teve seu elenco indicado ao prêmio APCA durante a temporada na capital paulista, ainda neste ano recebeu a indicação de melhor coreografia para FOCUS DANÇA BACH pelo 2o Prêmio Cesgranrio de Dança e melhor bailaria Marina Teixeira e melhor bailarino José Villaça. Em 2017 se apresentou na última edição do Rock In Rio, ao lado de Fernanda Abreu. Em 2016 recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura, maior condecoração da cultura brasileira.

Com o espetáculo As canções que você dançou pra mim, que já ultrapassou a marca de 300 apresentações, recebeu diversas indicações a melhor espetáculo do ano, por sua criatividade e originalidade. Em 2012 foi escolhida, através da seleção pública do Programa Petrobras Cultural, a receber o patrocínio durante três anos para desenvolvimento de suas atividades, dando início a uma parceria de manutenção. Mais de 1 milhão de espectadores já se encantaram com a poesia e a capacidade técnica lapidadas nas coreografias inovadoras de Alex Neoral e nos movimentos precisos de seus bailarinos.

Ficha Técnica

Direção, Concepção, Coreografia: Alex Neoral

Direção de Produção: Tatiana Garcias

Produção Executiva: Gisele Ribeiro

Iluminação: Binho Schaefer

Técnico de Iluminação: Anderson Ratto

Direção de Palco: Thiago Merij

Ambientação Cênica:  Marcio Jahú

Visagismo e Figurinos: André Vital

Confecção de Figurinos: Jacira Garcias

Assessoria de Imprensa: Daniella Cavalcanti

Clipping: Supernova

Fotos:  Fernanda Bulgarelli e Manu Tasca

Programação Visual: Barbara Lana

Elenco: Carolina de Sá, Cosme Gregory, Isaias Estevam, José Villaça, Marina Teixeira, Monise Marques, Roberta Bussoni e Vitor Hamamoto

Serviço

AS CANÇÕES QUE VOCÊ DANÇOU PRA MIM

Local: Teatro Firjan SESI Centro (Avenida Graça Aranha, 1 – Centro)

Telefone: 2563-4163 / 2563-4168

Horário: quinta e sexta, às 19h | sábado e domingos, às 18h

Ingressos: R$40,00 (inteira) | R$20,00 (meia)

Capacidade: 338 lugares

Duração: 60 minutos

Classificação: LIVRE

Bilheteria: segunda a sexta, das 12h às 19h. Sábados, domingos e feriados, duas horas antes

Vendas online: www.sympla.com.br

Temporada: 13 de julho a 16 de janeiro de 2022

Até 31 de janeiro o CCBB Rio recebe a MOSTRA TERRY GILLIAM – O ONÍRICO ANARQUISTA, uma importante retrospectiva do cultuado cineasta

O CCBB Rio de Janeiro começará o ano de 2022 com um petardo cinematográfico:  até 31 de janeiro a mostra Terry Gilliam – o oníricoanarquista ocupará o Cinema I, sendo esta a mais abrangente retrospectiva realizada no Brasil sobre o diretor, ator e animador americano naturalizado inglês, e que integrou o importante grupo de humor Monty Python. Além das 28 produções em sessões presenciais, em formato digital, também acontecerão atividades paralelas em formato on-line, e a exibição on-line de 3 filmes, sendo 2 deles com recursos de acessibilidade – toda a programação será gratuita. Ainda este ano mostra acontecerá também nas unidades do CCBB de São Paulo e Brasília.  

Sob curadoria do diretor, produtor, roteirista, escritor e crítico de cinema Eduardo Reginato e do cineasta e editor Christian Caselli, amostra vai contar a história cinematográfica de Terry Gilliam, de 81 anos – um panorama fidedigno pelo olhar de icônicos filmes como “Brazil – o Filme” (1985), “Os doze Macacos” (1995) e “Monty Python em Busca do Cálice Sagrado” (1975), que se juntam aos curtas “Storytime” (1968), “O Milagre do Vôo” (1975) e “The Wholly Family” (2011), entre outros. Documentários assinados por diferentes diretores sobre Terry Giliam completam a programação. A mostra traz ainda um catálogo especial onde cada autor escreveu um texto por filme –a publicação será a primeira no Brasil em língua portuguesa, e estará disponível gratuitamente para download em blgentretenimento.com.br/terrygilliamrj.  A programação será disponibilizada em

Sob curadoria do diretor, produtor, roteirista, escritor e crítico de cinema Eduardo Reginato e do cineasta e editor Christian Caselli, amostra vai contar a história cinematográfica de Terry Gilliam, de 81 anos – um panorama fidedigno pelo olhar de icônicos filmes como “Brazil – o Filme” (1985), “Os doze Macacos” (1995) e “Monty Python em Busca do Cálice Sagrado” (1975), que se juntam aos curtas “Storytime” (1968), “O Milagre do Vôo” (1975) e “The Wholly Family” (2011), entre outros. Documentários assinados por diferentes diretores sobre Terry Giliam completam a programação. A mostra traz ainda um catálogo especial onde cada autor escreveu um texto por filme –a publicação será a primeira no Brasil em língua portuguesa, e estará disponível gratuitamente para download em blgentretenimento.com.br/terrygilliamrj.  A programação será disponibilizada em https://ccbb.com.br/rio-de-janeiro. A produção é da BLG Entretenimento.

Os Doze Macacos

Terry Gilliam é um dos mais cultuados criadores de sonhos e pesadelos no mundo do cinema, uma lenda da cultura pop, um dos realizadores cinematográficos mais cultuados desde o início dos anos 1980, um dos mestres da animação experimental desde o final dos anos 1960 e, por fim, um dos integrantes – o único americano – do grupo inglês de humor Monty Python. Seu trabalho é uma visão assustadora, hilária, dramática, poética e arrebatadora de um mundo carregado de realismo fantástico, flanando entre distopias, loucura, poesia, amor e destruição.

Segundo Eduardo Reginato, Gilliam é fascinado pelo período Barroco por conta da pronunciada luta entre espiritualidade e ecletismo dicotômico. A partir disso, seu cinema é dado a justaposições incongruentes de beleza e fealdade ou antiguidade e modernidade. “Os filmes de Gilliam têm uma aparência distinta, não apenas em mise-em-scène, mas ainda na fotografia para criar uma atmosfera surreal de inquietação psicológica e um mundo fora de equilíbrio, sendo frequentemente usados ângulos incomuns de câmera. O famoso crítico americano Roger Ebert disse que o mundo de Gilliam é sempre alucinatório em sua riqueza de detalhes“, explica.

As influências barrocas não são apenas teóricas; o cinema de Terry Gilliam é o cinema do gigantismo. “São imensos cenários, uma arquitetura abrangente, decadente e opressora, são essas as representações fílmicas de Gillian: dos sistemas infinitos e burocráticos, das instituições que aniquilam a liberdade do indivíduo, mas onde o indivíduo ainda tem uma última possibilidade de sonhar ou lutar tentando destruir um sistema autocrático”, diz Christian Caselli. 

O Pescador de Ilusões

ATIVIDADES PARALELAS ON-LINE

TERRY GILLIAM – O ONÍRICO ANARQUISTA

Palestra

A ANIMAÇÃO DE TERRY GILLIAM

Professor: Christian Caselli

Data e horário: 15 de janeiro, às 15h

Carga horária: 90 minutos

Classificação indicativa 14 anos

Evento gratuito e on-line.

Inscrições a partir de 5 de janeiro pela plataforma Sympla: sympla.com.br/produtor/blgentretenimento

Sinopse:

O curador da mostra Christian Caselli abordará sobre esta importante vertente da fase inicial da carreira do cineasta, que foi fundamental para a construção de seu estilo futuro. Será esmiuçado como ele desenvolvia suas animações através de técnicas mistas (colagens e desenho animado) e a importância que este período teve para criar a identidade visual e conceitual do grupo Monty Python.

Debate :

MOINHOS OU GIGANTES: A GRANDILOQUÊNCIA NA OBRA DE TERRY GILLIAM E OUTROS CINEASTAS

Mediação: Eduardo Reginato

Debatedores: O professor e crítico de cinema Luiz Carlos Oliveira Jr. e o crítico de cinema Sérgio Alpendre

Data e horário: 22 de janeiro, às 19h30

Carga horária: 90 minutos

Classificação indicativa livre

Evento gratuito e on-line.

Exibição via canal do Youtube do Banco do Brasil

Sinopse:

“Gigantismo” é um termo muito usado por críticos e estudiosos de cinema para denominar determinadas produções cinematográficas que se destacaram positivamente ou negativamente pela grandiloquência de sua realização. Por exemplo, Terry Gilliam mandou construir cenários monumentais e minuciosamente detalhados nos estúdios da Cinecittà baseados na arquitetura do Oriente Antigo e da Europa do séc. XIX para o filme As Aventuras do Barão de Munchausen. Não só Gilliam é adepto do “gigantismo”. Cineastas como Jacques Tati que construiu uma cidade funcional inteira para o filme “Playtime” e ou o diretor Victor Fleming que utilizou 1500 figurantes e mais 1000 manequins em uma cena de E o vento levou… para simular a devastação da guerra cívil americana. O time não para, Abel Gance, D. W. Griffith, Charles Chaplin, Francis Ford Coppola, James Cameron, são outros que veem gigantes no lugar de moinhos tal como Terry Gilliam.

Aula Magna:

AS INFLUÊNCIAS E REFERÊNCIAS NA OBRA DE TERRY GILLIAM

Professor: Braulio Tavares

Data e horário: 29 de janeiro, às 15h

Carga horária: 2 horas

Evento gratuito e on-line.

Inscrições a partir de 5 de janeiro pela plataforma Sympla: sympla.com.br/produtor/blgentretenimento

Sinopse:

O tema proposto é a relação da obra de Terry Gilliam com o barroco, gótico, os elementos alegóricos e o realismo fantástico encontrados em seus filmes.

Filme com exibição on-line: Brazil, o filme

Disponível on-line de 21 de janeiro, às 13h, até 24 de janeiro, às 23h59.

O acesso é gratuito via plataforma Wurlak.com.br.

Os interessados deverão se cadastrar, sem custo, para poder conferir o filme.

Aqueles que optarem por assistir via smartphone ou tablet, o recomendado é que faça download do aplicativo do serviço de streaming, que está disponível nas versões para IOS e Android.

Brazil – o Filme

Brazil, 1985, ING/EUA, 122min, cor

Direção: Terry Gilliam

Elenco: Jonathan Pryce, Kim Greist, Michael Palin

Sinopse: Sam Lowry é um pacato funcionário público que vive num Estado totalitário controlado pelos computadores e pela burocracia. Em meio à opressão, Sam acaba se apaixonando pela “mulher de seus sonhos”que, na verdade, é uma terrorista. Classificação: 14 anos.

Filmes com recursos de acessibilidade: AS AVENTURAS DO BARÃO DE MÜNCHAUSEN e OS IRMÃOS GRIMM

As aventuras do Barão de Münchausen – legenda descritiva

Os irmãos Grimm – dublado e com audiodescrição

Disponíveis on-line de 25 de janeiro, às 13h, até 31 de janeiro, às 23h59.

O acesso é gratuito via plataforma Wurlak.com.br.

Os interessados deverão se cadastrar, sem custo, para poder conferir os filmes.

Aqueles que optarem por assistir via smartphone ou tablet, o recomendado é que faça download do aplicativo do serviço de streaming, que está disponível nas versões para IOS e Android.

As Aventuras do Barão de Münchausen

The Adventures of Baron Munchausen, 1988, ING/ITA/ALE/EUA, 126min, cor

Direção: Terry Gilliam

Elenco: John Neville, Eric Idle, Jonathan Pryce, Sarah Polley, Robin Williams, Uma Thurman

Sinopse: O filme conta as fantásticas histórias do Barão de Münchausen, o maior mentiroso de todos os tempos. Enquanto tenta escapar da morte para encontrar seus amigos com habilidades especiais e salvar a cidade de Viena do ataque dos turcos, o Barão relembra uma inusitada aposta com um Califa, a visita à Lua, a dança com a deusa Afrodite, entre outras aventuras. Classificação: Livre.

Os irmãos Grimm

The Brothers Grimm, 2005, TCH/EUA,118min, cor

Direção: Terry Gilliam

Elenco: Matt Damon, Heath Ledger, Jonathan Pryce, Lena Headey, Mackenzie Crook

Sinopse: Wilhelm e Jacob são dois irmãos famosos pelos seus contos de fada, repletos de personagens mágicos. Eles percorrem a Europa comandada por Napoleão Bonaparte enfrentando monstros e demônios falsos em troca de dinheiro rápido. Porém, quando as autoridades francesas descobrem o plano deles, os colocam para enfrentar uma maldição real em uma floresta encantada, na qual meninas desaparecem misteriosamente. Classificação: Livre.

Sobre os curadores

Eduardo Reginato – curador, mediador do debate, professor curso, palestrante

Diretor, produtor, roteirista, escritor e crítico de cinema. É formado, mestre e doutorando em Literatura pela Universidade Federal Fluminense, pesquisando cinema e literatura fantástica, de horror e fantasia. Na televisão foi diretor e roteirista do programa Cinema Mundo (2006) do extinto canal Cine Brasil TV e produtor dos programas (Re)corte Cultural e Arte com Sérgio Britto da TVE (atual TV Brasil). Foi um dos curadores das mostras Bertrand Blier e a Comédia da Provocação (2017) na Caixa Cultural SP, Mel Brooks – Banzé no Cinema (2020), Estúdio Hammer – A Fantástica Fábrica de Horror (2021) no CCBB, entre outras. Foi produtor das mostras O Cinema Total de David Lean (2015), Syberberg, um filme da Alemanha (2016), Aventura Antonioni (2017), Scorsese (2019), Fellini, il Maestro (2020), entre outras.

Christian Caselli – curador, mediador do debate, palestrante

Cineasta, editor e curador. Ganhou retrospectivas de sua obra em 2005 e 2015 em Portugal, em 2013 no Peru e em vários festivais do Brasil. Acumula mais de 10 prêmios e seu curta mais conhecido é “O Paradoxo da Espera do Ônibus”, de 2007. Trabalhou na edição e videografismo no longa “Salto no Vazio” (de Cavi Borges) e em documentários sobre o cantor Serguei e os cineastas Neville de Almeida, Ivan Cardoso e Luiz Rosemberg Filho. Para a TV, dirigiu as séries “Trash!” e “Cinema de Bordas” (Canal Brasil) e os programas “A TV que o Brasil Está Pensando” e “TV e Grandes Autores” (TV Brasil). Presta serviços para eventos de cinema em todo país, tais como Mostra do Filme Livre (desde 2005), Maranhão na Tela (desde 2008), Festival Curta o Curta, entre outros. Nestes, realiza oficinas, vinhetas, curadoria, produção, making ofs, etc.

SOBRE O CCBB 

O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro ocupa o histórico nº 66 da Rua Primeiro de Março, no centro da cidade, prédio de linhas neoclássicas que, no passado, esteve ligado às finanças e aos negócios.  

 No final da década de 1980, resgatando o valor simbólico e arquitetônico do prédio, o Banco do Brasil decidiu pela sua preservação ao transformá-lo em um centro cultural. O projeto de adaptação preservou o requinte das colunas, dos ornamentos, do mármore que sobe do foyer pelas escadarias e retrabalhou a cúpula sobre a rotunda.  

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil conta com mais de 30 anos de história e celebra mais de 50 milhões de visitas ao longo de sua jornada. O CCBB é um marco da revitalização do centro histórico da cidade do Rio de Janeiro e mantém uma programação plural, regular, acessível e de qualidade.  Agente fomentador da arte e da cultura brasileira segue em compromisso permanente com a formação de plateias, incentivando o público a prestigiar o novo e promovendo, também, nomes da arte mundial. 

O prédio possui uma área construída de 19.243m². O CCBB ocupa este espaço com diversas atrações culturais, como música, teatro, cinema e exposições. Além disso, possui Biblioteca, além de abrigar o Arquivo Histórico e o Museu Banco 

PROGRAMAÇÃO

MOSTRA TERRY GILLIAM – O ONÍRICO ANARQUISTA

CCBB RIO DE JANEIRO

05 de janeiro – quarta-feira

16:30 – The do-it-yourself animation show – Terry Gilliam + Curtas-metragens Terry Gilliam (Storytime; O milagre do vôo; The crimson permanent assurance; Wholly family; A lenda de Hallowdega) – 90 min – 14 anos

19:00 – E agora para algo completamente diferente – 98 min – 12 anos

06 de janeiro – quinta-feira

19:00 – Jabberwocky, um herói por acaso – 105 min – 14 anos

07 de janeiro – sexta-feira

19:00 – Monty Python em busca do cálice sagrado – 91 min – 12 anos

08 de janeiro – sábado

16:00 – Monty Python – O sentido da vida – 107 min – 14 anos

18:30 – Os 12 macacos – 129 min – 14 anos

09 de janeiro – domingo

15:00 – Os bandidos do tempo – 116 min – Livre

18:00 – O pescador de ilusões – 137 min – 14 anos

10 de janeiro – segunda-feira

19:00 – Monty Python’s flying circus – Terry Gilliam’s personal best + Monty Python and holy grail: Revisited – 86 min – Livre

12 de janeiro – quarta-feira

18:30 – Contraponto – 120 min – 14 anos

13 de Janeiro – quintafeira

18:30– Osirmãos Grimm – 118 min – Livre

14 de Janeiro – sexta-feira

16:00 – Teorema zero – 107 min – 14 anos

18:15 – O homem que matou Dom Quixote – 132 min – 14 anos

15 de janeiro – sábado

15:00 – Palestra A ANIMAÇÃO DE TERRY GILLIAM – palestrante Christian Caselli –  evento on-line – 90 min –14 anos

15:30 – E agora para algo completamente diferente – 98 min – 12 anos

18:30 – Monty Python – O sentido da vida – 107 min – 14 anos

16 de Janeiro – domingo

16:00 – Jabberwocky, um herói por acaso – 105 min – 14 anos

18:30 – Monty Python em busca do cálice sagrado – 91 min – 12 anos

17 de janeiro – segunda-feira

19:00 – Life of Python – 57 min – 12 anos

19 de janeiro – quarta-feira

19:00 – Curtas-metragens Terry Gilliam (Storytime; O milagre do vôo; The crimson permanent assurance; Wholly family; A lenda de Hallowdega) – 65 min – 14 anos

20 de janeiro – quinta-feira

18:30 – Contraponto – 120 min – 14 anos

21 de janeiro – sexta-feira

13:00 – Brazil, o filme – 122 min – 14 anos

Disponível on-line de 21 de janeiro, às 13h, até 24 de janeiro, às 23h59, gratuitamente na plataforma wurlak.com.br ou pelo aplicativo disponível para IOS e Android.

15:30 – Medo e delírio – 118 min – 14 anos

18:30 – Teorema zero – 107 min – 14 anos

22 de janeiro – sábado

15:30 – O mundo imaginário do Doutor Parnassus – 123 min – 12 anos

18:30 – Brazil, o filme –122 min – 14 anos

19:30 – Debate MOINHOS OU GIGANTES: A GRANDILOQUÊNCIA NA OBRA DE TERRY GILLIAM E OUTROS CINEASTAS, mediação Eduardo Reginato com os debatedores Luiz Carlos Oliveira Jr. e Sergio Alpendre – Evento on-line com transmissão no canal do Youtube do Banco do Brasil – Livre

23 de janeiro – domingo

14:30 – O homem que matou Dom Quixote – 132 min – 14 anos

18:00 – As aventuras do Barão de Münchausen – 126 min – Livre

24 de janeiro – segunda-feira 

17:15 – Getting Gilliam – 45 min – 14 anos

19:00 – The madness and misadventures of Münchausen – 73 min – Livre

25 de janeiro – terça-feira

Sessões inclusivas: 

AUDIODESCRIÇÃO – OS IRMÃOS GRIMM 

LEGENDA DESCRITIVA – AS AVENTURAS DO BARÃO DE MÜNCHAUSEN

Disponíveis on-line de 25 de janeiro, às 13h, até 31 de janeiro, às 23h59, gratuitamente na plataforma wurlak.com.br ou pelo aplicativo disponível para IOS e Android.

26 de janeiro – quarta-feira

19:00 – The battle of Brazil: A video history – 60 min – 12 anos

27 de janeiro – quinta-feira

18:30 – Medo e delírio – 118 min – 14 anos

28 de janeiro – sexta-feira

15:00 – O pescador de ilusões – 137 min – 14 anos

18:30 – Os bandidos do tempo – 116 min – Livre

29 de janeiro – sábado

15:00 Aula magna AS INFLUÊNCIAS E REFERÊNCIAS NA OBRA DE TERRY GILLIAM – professor e convidado de honra Bráulio Tavares – evento on-line – 120 min – 14 anos

15:00 – O mundo imaginário do Doutor Parnassus – 123 min – 12 anos

18:00 – As aventuras do Barão de Münchausen – 126 min – Livre

30 de janeiro – domingo

15:00 – Os 12 macacos – 129 min – 14 anos

18:00 – Brazil, o filme – 122 min – 14 anos

31 de janeiro – segunda-feira

15:30 – Perdido em La Mancha – 93 min – 12 anos

18:00 – Os irmãos Grimm – 118 min – Livre

Serviço:

Mostra Terry Gilliam – O Onírico anarquista

Local: Centro Cultural Banco do Brasil – Cinema I

Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro – 20010-000 / Rio de Janeiro (RJ)

(21) 3808-2007 | ccbbrio@bb.com.br

Funcionamento:

De quarta a segunda de 9h às 20h. A entrada do público é permitida apenas com apresentação do comprovante de vacinação contra a COVID-19 e uso de máscaras. Não é necessária a retirada de ingresso para acessar o prédio, os ingressos para os eventos podem ser retirados na bilheteria do CCBB ou previamente no site Eventim.

Data: de 5 a 31 de janeiro de 2022

Horários: consultar programação em eventim.com.br

Entrada Gratuita

Lotação: 98 lugares

Todos os ingressos serão disponibilizados no site eventim.com.br

Classificação: ver programação

Acesso para pessoas com deficiência: Sim

Patrocínio: Banco do Brasil

Realização: CCBB

INFORMAÇÕES AO PÚBLICO

SITE: www.bb.com.br

Twitter: twitter.com/CCBB_RJ

Facebook: www.facebook.com/CCBB .RJ

Instagram: @ccbbrj

E-mail: ccbbrio@bb.com.br

Marina Lima estreia novo formato da Festa MUG

Festa que nasceu há nove anos com o objetivo de enaltecer a música brasileira e levá-la para o centro da pista, a MUG está de volta! E no retorno pós-pandemia, o evento surge com uma novidade: o MUG AO VIVO, sempre com um grande nome da MPB. Quem estreia o novo formato da festa é a cantora e compositora Marina Lima, no próximo dia 10 de dezembro, no espaço Nau Cidades, no Santo Cristo, Zona Portuária do Rio de Janeiro.

No palco da MUG, a artista apresentará ao lado de sua banda um show pensado especialmente para o evento. No setlist não faltarão seus maiores hits, como “Fulgás”, “À Francesa”, “Uma noite e meia”, “Charme do Mundo” e “Virgem”, além de  sucessos mais recentes, como “Kilimanjaro” e “Motim”, do álbum homônimo lançado em abril deste ano.

Criada pelos sócios Márcio Lima, Anaterra Freire e Fábio Zambroni, a MUG teve sua primeira edição em 2012, no extinto Studio RJ. Em seguida a festa passou por diversos cartões postais da cidade, como o antigo quiosque da Keka, na Lagoa, Jockey Club, Espaço Rampa, Bella Vista, Cordão do Bola Preta, entre outros. Neste retorno pós-pandemia, o RP e produtor de eventos Léo Marçal chegou para somar ao time dos idealizadores.

Saí do Rio há 11 anos. Por isso fico tão feliz de ver que houve uma renovação de nomes, eventos e lugares para se ir na nossa cidade. Conheço Márcio Lima e Leo Marcal há anos; Leo era um amigo com quem saía muito, e que já adorava a noite. Ele, o Márcio e outros estarem criando eventos para animar a cidade, me deixa contente e animada. Vou cantar no Rio na Mug segura e muito bem acompanhada”, comenta a cantora Marina Lima.

A festa também contará com atrações como os DJs oficiais Marcelo Paes e Dani Vieira, Juliana Schültz (DJ da festa Auê), Maracutaia Sonora (Silvio Maranhão é Marvitto) e o Bloco Transpira, já fazendo um esquenta para o tão aguardado Carnaval de 2022.

SERVIÇO – FESTA MUG

Data: 10 de dezembro de 2021 (sexta-feira)

Horário: a partir das 21h

Local: Nau Cidades (Avenida Professor Pereira Reis, 36 – Santo Cristo)

Ingressos: Vamo App

Valores: R$ 40 (primeiro lote)

R$ 150 (área premium com open de vodka, sucos, cerveja, água e refrigerante)

Atrações:

Marina Lima

Marcelo Paes e Dani Vieira (DJs oficiais da festa)

Juliana Schültz (DJ Auê)

Maracutaia Sonora (Silvio Maranhao é Marvitto)

Bloco Transpira

Roberta Sá apresenta SambaSá

O tão aguardado reencontro de Roberta Sá com o público já tem data marcada. No próximo dia 05/12, a cantora estreia seu mais novo projeto: SambaSá, uma roda de samba onde ela receberá convidados especiais. O evento, idealizado pela artista ao lado do RP e produtor de eventos Léo Marçal e da agência Vibra Marketing e Entretenimento, acontecerá aos domingos de dezembro. O lugar escolhido tem a cara do verão do Rio de Janeiro, o Tuna Beach & Bar, empreendimento da Vibra localizado na Avenida Niemeyer, de frente para o mar da praia do Leblon. A primeira convidada será a cantora e compositora Mariana Aydar, novas participações serão anunciadas em breve.

“Sempre quis fazer uma roda, com o isolamento, ficou claro pra mim o sol que o samba abre na minha vida. Eu sou tão feliz no samba, que o resultado só pode ser fazer quem tá perto feliz também”, conta a artista, animada para os encontros.

Há 18 anos, Roberta Sá impactava o cenário musical brasileiro, desenvolvendo uma sólida trajetória através de trabalhos com forte presença de ritmos e compositores brasileiros. Do regional ao pop, passando por sambas e forrós, Roberta revelou artistas, homenageou clássicos e partiu para shows e turnês com assinatura própria. 

Em 2019 Roberta lançou seu último trabalho “Giro”, com composições inéditas de Gilberto Gil. Durante a pandemia, Roberta realizou 8 lives e a pedido dos fãs lançou oficialmente o disco “Sambas E Bossas”. Gravado em 2004, o trabalho chegou às plataformas digitais no mês de junho. Em agosto  a cantora lançou ainda o single inédito “Esse amor chegou”, parceria com João Cavalcanti que traz um retrato de uma relação de amor que surgiu em tempos de quarentena.

Agora chegou a hora da artista usar todo seu conhecimento de música brasileira e montar uma roda de samba com muita brasilidade e elegância, marca incontestável do seu trabalho. Para o projeto a cantora estará acompanhada dos músicos: Alaan Monteiro (cavaco e bandolim), Gabriel de Aquino (violão), João Rafael (baixo), André Manhães (bateria), Pedrinho Ferreira (pandeiro, congas, caixa, repique de anel, tamborim, efeitos), e Jéssica Araújo (surdo, tantã, pandeiro, tamborim, efeitos).

No repertório, Roberta cantará seus maiores hits, sucessos de outros artistas e muitas surpresas. Entre as músicas, estarão no setlist “Alô fevereiro”, “Samba de um minuto”, “Amanhã é sábado”, “Colabora” (repertório da Beth Carvalho), “Maneiras” (repertório do Zeca Pagodinho) e “Fala Baixinho” (repertório do grupo Revelação).

SERVIÇO – SAMBASÁ

Datas: 05, 12, 19/12 (domingos)

Local: Tuna Beach Bar

Endereço: Av Niemeyer, 101 – Leblon

Ingressos: R$ 40 (feminino) R$ 60 (masculino)

Vendas: Sympla

Abertura da casa: 14h

Antes e depois do show: DJs

‘Hairspray – o musical’ estreia curta temporada no Prudential

A partir de 1 de dezembro o teatro Prudential recebe a versão de ‘Hairspray – O musical’ produzida pelo CEFTEM (Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical). A prática de montagem, com direção de Victor Maia e direção musical de Tony Lucchesi, faz curta temporada até dia 8, com sessões de segunda a sábado às 20h, sábado às 16h e domingo às 15h.

– Nessa versão queremos apresentar uma produção marcada pela excelência e qualidade, atributos adequados a um musical de Thomas Mehhan. Desde a concepção da versão brasileira, feita com excelência por Miguel Falabella, passando pelas etapas de coordenação, desenho de som, cenografia, figurino, iluminação e montagem, o espetáculo expressa toda a sua força cênica que transformou a adaptação brasileira um sucesso em 2009. Nossa montagem reúne totais condições para se transformar num produto cultural de grande sucesso, contribuindo sobremaneira para o enriquecimento da cena cultural carioca – ressalta Reiner Tenente que faz a coordenação pedagógica dessa versão do musical.

Sinopse: A história de Hairspray se passa em Baltimore (Estados Unidos) no ano de 1962 e tem como protagonista Tracy Turnblad, uma grande garota com um grande penteado e um coração maior ainda que tem duas paixões na vida: a dança e o The Corny Collins Show, um programa musical da televisão que é a verdadeira sensação. Mesmo sendo fora dos padrões locais, ela prova o seu talento e conquista uma vaga fixa de dançarina no programa. Tracy torna-se uma celebridade do dia para noite. A identificação do público é imediata e ela começa a ameaçar a hegemonia de Amber Von Tussle, a estrela e filha da produtora do show. A rivalidade entre as duas fica ainda mais acirrada quando elas decidem disputar o mesmo garoto. Tracy ainda vai parar na cadeia ao incentivar uma manifestação contra a segregação racial, seu pai tem de hipotecar a loja da família e sua mãe, deprimida, está desistindo de viver.

Os ingressos já estão à venda pelo https://bileto.sympla.com.br/event/70229/d/116314

Instagram oficial: https://www.instagram.com/musicalhairspray/

Serviço

Local: Teatro Prudential

Rua do Russel, 804, Rio de Janeiro 

Ingressos a partir de R$ 25

Temporada: de 1 a 8 de dezembro

Dias: Segunda a Sábado às 20h, Sábado às 16h e Domingo às 15h.

Duração: 150 min

Classificação etária: 12 anos

Ficha Técnica

Texto: Thomas Meehan e Mark O’Donnell

Músicas: Marc Shaiman

Letra: Marc Shaiman e Scott Wittman

Coreografia original: Jerry Mitchell

Baseado no filme escrito e dirigido por John Waters

Versão Brasileira: Miguel Falabella

Direção geral: Victor Maia

Assistente de Direção: Ariane Rocha e Larissa Landim

Direção Musical: Tony Lucchesi

Coordenação Pedagógica: Reiner Tenente

Direção de Produção: Joana Mendes

Produção Executiva: Duda Salles

Figurino: Alborina Paiva

Cenografia: Rodrigo Melo e Avner Proba

Elenco: Alborina Paiva, Alex Cabral, André Marinho, Ariane Rocha, Avner Proba, Bela Quadros, Carol Donato, Cris Mont, Elis Loureiro, Gabriel Barbosa, Giovanna Sassi, Hellen Cabral, Isadora Foeppel, Larissa Fernandes, Larissa Venturini, Léo Araujo, Léo Villar, Lucia Sanuto, Luiza Lewicki, Marcelo Vittória, Maria Antônia Ibraim, Maria Clara Soledade, Mickael Ramos, Nathan Leitão, Pedro Mondaine, Priscila Araújo, Renata Pinheiro, Roberta Galluzzo, Rodrigo Melo, Ruan Guimarães, Sara Chaves, Suellen Lima, Valléria Freire

“O Silêncio da Chuva” estreia nos cinemas

Projeto do diretor Daniel Filho, o filme “O Silêncio da Chuva”, inspirado no primeiro romance policial do escritor Luiz Alfredo Garcia-Roza, chegará aos cinemas no dia 23 de setembro. Com roteiro de Lusa Silvestre (“Estômago”, “O Roubo da Taça” e “A Glória e a Graça”), produção da Lereby, coprodução da Globo Filmes e distribuição da Elo Company, o filme já lançou trailer e cartaz inédito.

O thriller narra a saga do delegado Espinosa (Lázaro Ramos) e da investigadora Daia (Thalita Carauta) em solucionar o mistério que envolve a morte do executivo Ricardo (Guilherme Fontes), que é encontrado baleado sentado ao volante de seu carro, no bairro da Urca, no Rio de Janeiro. A primeira atitude da dupla é procurar pela viúva, Bia (Cláudia Abreu). Tudo se complica quando ocorre outro assassinato e pessoas envolvidas no caso começam a sumir. O longa-metragem conta ainda com Mayana Neiva, Otávio Muller, Pedro Nercessian, Késia Estacio, Bruno Gissoni e Peter Brandão, com participação especial de Anselmo Vasconcellos, entre outros.

“O trabalho de atualização do filme, realizado pelo Daniel Filho, é sensacional. Principalmente no que diz respeito às mulheres. Como elas são descritas e o perfil das personagens delas. É um filme policial, mas que utiliza muito o humor”, diz Lázaro Ramos. A atriz Thalita Carauta, que interpreta uma investigadora parceira do Espinosa, recebeu o prêmio de melhor atriz no BRICS Film Festival, realizado na Rússia, em 2020.

Publicado em 1996, “O Silêncio da Chuva”, que abre a série de livros do emblemático policial inspetor Espinosa, recebeu os prêmios Nestlé e Jabuti e foi publicado em nove países. Para fazer a transcrição do livro para as telas, Daniel Filho trouxe a história do romântico Bairro Peixoto da década de 90 para o Rio de Janeiro hostil e chuvoso de 2018. “O livro é uma inspiração, fizemos adaptações no roteiro, afinal, muita coisa mudou nestes 22 anos. A participação de mulheres na polícia é um exemplo”, comenta o diretor.

FICHA TÉCNICA

Produção: Daniel Filho / Lereby

Coprodução: Globo Filmes

Distribuição: Elo Company

Direção: Daniel Filho

Roteiro: Lusa Silvestre

Colaboração de roteiro: Renata Correa, Ana Maria Moretzsohn e Pedro Barbalho

Diretor de fotografia: Felipe Reinhemmer

Diretor da segunda unidade de ação: Bruno Garotti

Diretor de fotografia da unidade de ação: Alê Ramos

Diretor de Arte: Mario Monteiro

Som direto: Marcel Costa

Figurino: Kika Lopes

Elenco: Lázaro Ramos, Thalita Carauta, Cláudia Abreu, Mayana Neiva, Otávio Muller, Pedro Nercessian, Bruno Gissoni, Peter Brandão, Raquel Fabbri, Theresa Amayo, Késia Estácio; Participação especial: Guilherme Fontes e Anselmo Vasconcellos;

Sobre a Lereby

Fundada por Daniel Filho em 1998, a Lereby, em mais de vinte anos de existência, traz em seu currículo longas-metragens como “Boca de Ouro” (2020), “Chico Xavier” (2010), “Tempos de paz” (2009), “Se eu fosse você” 1 e 2 (2006 e 2009), “A Dona da História” (2004), “Cazuza – O Tempo Não Pára” (2004) e “A Partilha” (2001). Como produtora associada, foi corresponsável pelos sucessos “2 filhos de Francisco” (2005), “Carandiru” (2003), “Cidade de Deus” (2002) e “O Auto da Compadecida” (2000), entre muitos outros, sempre buscando um cinema capaz de mobilizar platéias e preservando a força de grandes histórias.

Sobre a ELO Company

A Elo Company é uma criadora, produtora e distribuidora de conteúdo audiovisual, que tem a missão de gerar experiências potentes, entreter, emocionar e ampliar a visão de mundo das mais diversas audiências. Há 15 anos no mercado e com mais de 500 títulos lançados, a Elo conta com três unidades de negócio: desenvolvimento e produção de conteúdo; lançamento e programação; licenciamento e vídeo on demand. Durante os últimos anos, a empresa lançou o primeiro Vimeo original LATAM e conteúdo em mais de 40 plataformas em todo o mundo, incluindo estratégias inovadoras como lançamentos 100% digitais de filmes. Entre os títulos mais importantes estão “O Menino e o Mundo”, “S.O.S: Mulheres Ao Mar 2”, “Espaço Além: Marina Abramovic e o Brasil” e “Aos Olhos de Ernesto”.

Sobre a Globo Filmes

A Globo Filmes atua como produtora e coprodutora de filmes brasileiros com foco na qualidade artística e na diversidade de conteúdos que valorizam a nossa cultura, maximizando a audiência no cinema e demais janelas. Desde 1998, participou de mais de 400 filmes, levando ao público o que há de melhor do cinema brasileiro; comédias, romances, documentários, infantis, dramas e aventuras. Fazem parte de sua filmografia recordistas de bilheteria, como ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores –, sucessos de crítica e público como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’ e ‘Carandiru’, e longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes.

Parabéns Sr. Presidente, In Concert

O 45º aniversário do então Presidente John Kennedy, comemorado em 19 de maio de 1962, ficou marcado na mitologia dos anos 1960 com a imagem de Marilyn Monroe cantando um “Happy Birthday” tão sexy quanto histórico. Nessa noite, Maria Callas foi ovacionada ao cantar “Habanera” da ópera “Carmen”.  Callas e Monroe se conheceram rapidamente nos bastidores do Madison Square Garden. Esse encontro é o ponto de partida de Parabéns Sr. Presidente, In Concert que estreia dia 25 de setembro no Teatro dos Grandes Atores, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Com Patrocínio da Eurofarma,  texto de Fernando Duarte e Rita Elmôr, música original de Maíra Freitas e direção de Fernando Philbert, o espetáculo narra o encontro de Maria Callas e Marilyn Monroe nos bastidores da festa do Presidente Kennedy. A história transporta a plateia para o ano de 1962. Quem nunca viu a cena clássica de Marilyn Monroe cantando Happy Birthday Mr. President? A loira fez a versão de “Parabéns pra Você”, entrar para a história. Antes dela subir ao palco, com seu vestido de sereia rosa chá, grandes artistas se apresentaram, entre eles, Maria Callas, a atração mais aplaudida da noite.

O texto organiza um diálogo que expõe, ao mesmo tempo, as distâncias e as proximidades entre as duas, ressaltando a beleza do universo feminino em sua complexidade.  Em cena, dois dos maiores mitos da feminilidade do século XX: Marilyn Monroe, a mais absoluta encarnação da carência afetiva, e Maria Callas, uma voz de diamante em forma de mulher.  Dividindo o mesmo espaço por uma hora, as duas mulheres mais famosas do mundo, conversam e cantam sobre o universo particular de cada uma, sem imaginar que Marilyn iria falecer dois meses depois.

São duas mulheres icônicas que tiveram grande projeção e fins trágicos. A grande questão é como duas pessoas de universos tão distintos se relacionariam e o olhar diferente que tinham sobre uma série de situações.  Mais do que falar de Callas e Monroe, o texto aborda temas relevantes sobre o universo feminino. Em cena, as duas mulheres – independentes e bem-sucedidas – o que era raro nos anos 1960, falam com franqueza sobre assuntos ainda em pauta nos dias de hoje.

O espetáculo explora, graças ao duelo verbal entre as duas, o drama feminino dos tempos recentes, a divisão entre afeto e realização, o conflito diante do papel a desempenhar em um mundo ainda regido pelos homens. A partir da diferença inicial entre as duas, a trama desnuda, com humor, ironia e deliciosas sutilezas de raciocínio o drama único que envolve muitas mulheres em nosso tempo. Fala de nós, hoje e não apenas de figuras célebres. A história está na esquina dos dias de todos os que enfrentam a luta da vida. 

MARIA CALLAS

Fotos: Pino Gomes

A mulher que traduzia fielmente o feminino no que diz respeito à força e fragilidade. Nesta obra teatral, são compartilhados as dúvidas e medos de “La Divina Callas”, a imperatriz do Bel Canto, que nos deixou como herança sua voz imortal. Callas, a diva das divas. Única. Uma força da natureza. A indomável Callas, geniosa, intempestiva, era regida pelos sentimentos. Sua história de vida foi tão dramática quanto às personagens que interpretou nas óperas. A maior soprano da história e um dos maiores mitos do século XX, teve sua vida marcada por glórias e tragédias. Ela revolucionou a história da ópera e ainda hoje é considerada a maior cantora lírica de todos os tempos.

MARILYN MONROE

Fotos: Pino Gomes

A simples menção ao nome Marilyn Monroe desperta o imaginário de muitas formas.  Para alguns, sugere o padrão absoluto da sensualidade feminina. Beleza. Graça. Sofisticação. Para outros, vem à mente insegurança. Infelicidade. Tragédia. Mas para apreciar a vida complexa e fascinante dessa mulher enigmática é preciso deixar de lado quaisquer noções preconcebidas sobre ela, tarefa, com certeza, difícil, considerando o seu status de iconoclasta.  Dizer que nenhuma outra atriz vendeu tanto quanto ela, nem começa a explicar a importância que teve para o mundo do cinema. Ainda hoje é vista nas vitrines da vida como uma referência que nunca sai de moda. No entanto, por trás do sorriso fotogênico, era uma pessoa frágil e vulnerável, tinha uma combinação de esplendor e anseio que a destacava. Longe dos holofotes, sem a maquiagem que a transformava no mito Marilyn Monroe, às vezes, passava despercebida.

FICHA TÉCNICA

Texto: Fernando Duarte e Rita Elmôr. Direção: Fernando Philbert. Elenco: Claudia Ohana e Juliana Knust. Música original: Maíra Freitas. Preparação vocal: Paolla Soneghetti. Cenário e figurinos: Fernando Duarte. Iluminação: Vilmar Olos. Projeções: Aníbal Diniz. Visagismo: Chico Toscano. Perucas: Alessandra Amorim. Fotos: Pino Gomes. Cenotécnico: André Salles e equipe. Operador de som: Bob Nascimento. Operador de luz: Luiz Martins. Diretor de cena: Ricardo Silva. Operação de vídeos: Aníbal Diniz. Designer Gráfico: Thiago Ristow. Coordenação de produção: Fernando Duarte. Direção de produção: Fabrício Chianello. Produção:  Vissi Darte Produções. Realização: Smille Produções Artísticas e Experiência Entretenimento. Assessoria de Imprensa: Carlos Gilberto

SERVIÇO

Estreia: 25 de setembro – Sábado. Horários: 19 e 21h. Local: Teatro dos Grandes Atores – Barra da Tijuca. Temporada: Até dia 4 de dezembro. Endereço: Av. das Américas, 3555. Lotação:  142 lugares.  Devido ao decreto fica estabelecida a capacidade em 40% da lotação. 

Vendas
ANTECIPADAS
: R$ 50,00 – Vendas promocionais pela internet – divertix.com.br

Bilheteria: Ingressos promocionais a partir de R$ 60,00 (apenas em dinheiro) Classificação:  12 anos. Duração: 60 minutos.  Vendas: divertix.com.br 

Juliana Martins faz estreia presencial de O Prazer é Todo Nosso” no Teatro Prudential

Depois de estrear em formato digital, Juliana Martins apresenta pela primeira vez ao público presencial a comédia “O Prazer é Todo Nosso” a partir do dia 11 de setembro. Narrado com ironia e sinceridade, o texto de Beto Brown é inspirado na vida real da atriz. Dirigido por Bel Kutner, o monólogo sobre prazer sexual e liberdade da mulher fará curtíssima temporada no Teatro Prudential aos sábados e domingos até 26 de setembro.   

– Subir no palco é sempre forte e emocionante. Nesse momento, tudo isso se potencializada com a sensação de resistência e retomada. Fiz teatro online e foi difícil, mas tinha que ser da maneira que foi. No online, mesmo com ar condicionado do teatro no mínimo, eu sentia muito frio nas apresentações, achava estranho. Hoje entendo que esse frio era a falta do calor do público – diz Juliana.

A peça mostra uma mulher sozinha em cena contando, com naturalidade e humor, suas experiências sexuais. São confissões pessoais intercaladas com experiências de outras mulheres, relacionando com as conquistas da liberdade e emancipação feminina. Casada por 19 anos, dos 20 aos 39 anos, Juliana conta que depois que se separou, buscou viver intensamente sua liberdade sexual.

– Entre namoros e solteirices conheci muitos homens, me diverti e me apaixonei por quase todos eles, nem que fosse por apenas um dia. Ou por uma noite. E eu contava as peripécias para os amigos, que além de se divertirem, se surpreendiam tanto quanto eu com essa minha nova liberdade – conta Juliana. 

As histórias são entremeadas por reflexões sobre o papel feminino na sociedade, o machismo presente em diversas esferas, histórias de abuso, e sobre o direito da mulher de ter relacionamentos focados na descoberta do prazer sexual.

– Está sendo divertido e importante poder falar de assuntos femininos de uma maneira leve e despretensiosa. Partimos de uma história pessoal para homenagear várias mulheres que construíram o caminho para essa liberdade. – conclui Bel Kutner.

FICHA TÉCNICA:

Atuação: Juliana Martins

Direção: Bel Kutner

Texto: Beto Brown

Direção de Produção: Jorge Elali

Argumento e Idealização: Juliana Martins

Cenário e Figurino: Domingos de Alcântara

Design de Luz: Lara Cunha e Paulo Denizot

Trilha Sonora: Rodrigo Penna

Fotos: Léo Aversa

Projeto Gráfico: Chris Lima

Assessoria de imprensa: Minas de Ideias

Produtores associados: Juliana Martins e Jorge Elali

Realização: Bubu Produções e Jorge Elali Produções

SERVIÇO:

O Prazer é Todo Nosso

Local: Teatro Prudential – R. do Russel, 804 – Glória, Rio de Janeiro. Tel.:21 35542934

Temporada: 11 a 26 de setembro de 2021

Horário: Sábado às 20h | Domingo às 19h 

Ingresso: De R$ 25,00 (meia) a R$ 40,00 (meia)

Vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/68473

Sympla BiletoSympla Biletobileto.sympla.com.br

Duração: 60 minutos

Gênero: Comédia

Classificação: 14 anos

Capacidade: 147 pessoas (40% da capacidade total de público do teatro)

Protocolos: elaborado pelo Dr. Rodrigo Lins, vice-presidente da sociedade de infectologia do Rio de Janeiro. Uso obrigatório de máscaras em todos os espaços do teatro; Aferição de temperatura na entrada; Dispense de álcool 70% em gel nas áreas comuns; Capacidade reduzida de público com distanciamento mínimo obrigatório; Desinfecção e limpeza de todas as áreas intensificas.

Sylvia Bandeira em ‘Charles Aznavour – Um Romance Inventado’ estreia 10 de setembro no Teatro das Artes

Idealizado pela atriz Sylvia Bandeira ‘Charles Aznavour – Um Romance Inventado’, é um musical romântico escrito pelo dramaturgo paraense Saulo Sisnando, que criou um texto com humor e leveza sobre o universo da saudade, das paixões e da passagem do tempo, a partir das músicas mais icônicas do artista francês. Sylvia divide o palco com o ‘formidable’ Mauricio Baduh’, ambos conduzidos pela direção de Daniel Dias da Silva e Liliane Secco, na direção musical e piano

Com o avanço na vacinação e a retomada do teatro presencial no Rio, Sylvia decidiu levar seu projeto aos palcos, e estreia presencial, dia 10 de setembro no tetro das Artes, a temporada terá promoção de 50% para todos e seguindo os protocolos.

Apaixonada pela obra do compositor, Sylvia procurou um texto alegre e comovente, que a partir das canções de Charles Aznavour, contasse uma história para falar sobre o efêmero da juventude, das paixões proibidas e assim proporcionar bons momentos. ‘Charles Aznavour Um Romance inventado é um delicioso bombom recheado com lindas músicas e uma bela história de amor’, adianta a atriz.

O espetáculo embalado por clássicos do compositor, como ‘La Bohème’, ‘She’, ‘Que C’est Triste Venise’, e outras, faz com que cada canção executada espelhe algum momento alegre, triste ou romântico da vida dos personagens e do público. ‘Escrevi uma história sobre quantas ilusões somos capazes de inventar para fazer feliz a quem amamos e quantas canções de Charles Aznavour são necessárias para despertar mais uma vez paixões e novos caminhos em corações inquietos’, contas Sinsnando, que pesquisou a vida e a obra do cantor.

SINOPSE

Trazendo ao público as mais marcantes canções do chansonnier, ‘Charles Aznavour – Um Romance Inventado’ acompanha a história de Isabel, uma conceituada atriz de teatro, que, entediada com a própria vida, mantém-se reclusa por vontade própria. E Heitor, um jornalista tímido, que, às vésperas de perder a mãe, consegue uma entrevista com a estrela. Ambos descobrem que suas vidas se entrelaçam em torno da trajetória de Charles Aznavour e suas canções.

O repórter lhe pede que reconte em detalhes o romance que ela viveu na juventude com Charles Aznavour, então uma série de lembranças emergem dos recantos mais profundos de sua alma e faz com que a plateia mergulhe em seus amores passados.

A história acompanha o encontro dos personagens que têm em comum segredos ligados ao cantor romântico que jamais conseguiram superar. Cartas trocadas entre a atriz e o cantor, descobertas por acaso, são o ponto de partida da peça. Cartas extraviadas, memórias inventadas e mentiras contadas começam a surgir, revelando que a vida da atriz e de seu entrevistador possuem muito mais semelhanças do que eles foram capazes de supor e quando o jornalista revela seu maior segredo, a atriz percebe que Charles Aznavour nunca esteve tão vivo.

A trama traz as mais emblemáticas canções de Aznavour interpretadas por Sylvia Bandeira e Mauricio Baduh acompanhados pelos músicos Liliane Secco no piano e Ulisses Nogueira no violino vai divertir, comover e encantar o público.

ROTEIRO MUSICAL

01 – Que C’est Triste Venise

02 – Hier Encore

03 – Comme Ils Disent

04 – Sur Ma Vie

05 – Je T’attends

06 – La Mamma

07 – Les Deux Guitares

08 – Il Faut Savoir

09 – La Bohème

10 – Et pourtant

11 – The Old Fashioned Way

12 – Je Voyage

13 – Les Comédiens

14 – She

FICHA TÉCNICA:

Idealização: Sylvia Bandeira

Texto: Saulo Sisnando

Elenco: Sylvia Bandeira e Mauricio Baduh

Direção: Daniel Dias da Silva

Direção Musical e Arranjos: Liliane Secco

Músicos: Liliane Secco e Ulisses Nogueira

Iluminação: Felício Mafra

Cenário e Figurinos: Gisele Batalha

Assistente de Cenário e Figurinos: Victor Aragão

Direção de Movimento: Marluce Medeiros

Fotos: Luciana Mesquita

Artes gráficas: Cacau Gondomar

Produção executiva: Nicholas Bastos

Coordenação de E.P.I.: Cleiton Belmiro

Direção de Produção: Cacau Gondomar e Sandro Rabello

Produção Associada: Minouskine Produções – CLG Produções – Diga Sim Produções

Assessoria em Comunicação: Alberto Bardawil e Luiz Menna Barreto 21 99872-5534

SERVIÇO:

Teatro das Artes – Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente 52 – 2º Piso tel: 2540-6004

Sextas e sábados, 20h. Domingos, 19h.

Temporada de 10 de setembro a 31 de outubro.

Ingresso: R$120 (meia-entrada para todos)

Duração: 70 minutos

Link: https://divertix.com.br/teatro/charles-aznavour-um-romance-inventado

O Teatro das Artes, segue as normas de saúde determinadas pelo governo local. Com  capacidade reduzida, álcool gel espalhados em pontos estratégicos, uso de máscaras nas áreas comuns, distanciamento mínimo obrigatório entre o público e sanitização do teatro, entre as sessões, de acordo com as normas vigentes. 

SOBRE

CHARLES AZNAVOUR, considerado o cantor francês mais conhecido no mundo, vendeu mais de 100 milhões de discos e conquistou o público com a canção “Tous les visages de l’amour” (ou “She”). Começou a atuar aos nove anos de idade e logo assumiu o nome artístico Charles Aznavour. Seu grande estouro aconteceu quando a cantora Édith Piaf o ouviu cantar e o levou consigo numa turnê pela França e Estados Unidos. Escreveu musicais e mais de mil canções, gravou mais de 100 álbuns e apareceu em 60 filmes, incluindo ‘Atirem no pianista e ‘O Tambor’. Nos anos 70, sua canção “She,” saltou para o número um nas paradas de sucessos. Aznavour canta em muitas línguas, o que o ajudou a se apresentar nas mais prestigiadas casas de espetáculos mundo, inclusive em turnês vitoriosas no Brasil.

SYLVIA BANDEIRA atuou em diversas peças teatrais como: “Brasil da Censura à Abertura”, de Jô Soares, Manoel Costa e José Luiz Arcanjo – direção de Jô Soares; “Calúnia”, de Lillian Helmann – direção de Bibi Ferreira; “Eu Posso”, de Reynaldo Loy, direção de Luiz Carlos Ripper, “Não Explica que Complica”, de Alan Ayckbourn, direção de Bibi Ferreira, “Se Eu Fosse Você”, de Maria Adelaide Amaral, direção de Roberto Frota, “Vita & Virginia”, de Eileen Atkins – direção de Ítalo Rossi; “Divinas Palavras”, de Ramón del Valle Inclán – direção de Moacyr Góes; “O Doente Imaginário”, de Molière – direção de Moacyr Góes; “Rádio Nacional – As Ondas que conquistaram o Brasil” – direção de Fábio Pillar e supervisão de Bibi Ferreira, “Marlene Dietrich – As Pernas do Século”, texto de Aimar Labaki e direção William Pereira, “, entre outras. Por sua atuação como Marlene Dietrich, Sylvia Bandeira recebeu o Prêmio Heloneida Studart da ALERJ de Melhor Atriz e foi indicada ao Prêmio Shell. No cinema, ganhou o Prêmio Kikito de Melhor Atriz Coadjuvante no Festival de Gramado pelo filme “Bar Esperança”. Na TV Globo atuou em novelas como: “Um Sonho a Mais”; “Roda de Fogo”; “Suave Veneno”; “Bebê a bordo”,”História de amor” e “Sol Nascente”, na Record trabalhou em “Balacobaco”, “Escrava Isaura”, “Vidas Opostas” e “Amor e Intrigas”, entre outras.

MAURICIO BADUH é hoje o nome mais representativo da Canção Francesa no Rio de Janeiro. Viveu em Paris na década de 70 onde foi alfabetizado no idioma de Molière que o levou a apresentar seu espetáculo solo FORMIDABLE. Com ele, até 2019, lotou teatros como Maison de France, Prudential, Imperator, NET Rio e das Artes. Entre outros trabalhos significativos está “Sinatra – Olhos Azuis”, assistido por mais de 80 mil pessoas entre 2004 e 2005. Em 2006 atuou na “Ópera do Malandro”, em sua temporada em Portugal. Participou de telenovelas como “Pé na Jaca”, “Paraíso Tropical” e “A Favorita”.. Atuou no espetáculo “4 Faces do Amor” em 2012 no Teatro das Artes, com canções de Ivan Lins. Em 2015 integrou o elenco do Musical “Andança” em homenagem a Beth Carvalho. Atuou em São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro ao lado de Françoise Forton nos espetáculos ‘Um Amor de Vinil” de Flávio Marinho e “Nós Sempre Teremos Paris” de Arthur Xexéo. Integrou o elenco de ‘Estúpido Cupido” de Flávio Marinho que encerrou temporada em 27 maio de 2018 no Rio e “Marlene Dietrich – As Pernas do Século” em temporadas no Rio de Janeiro e São Paulo em 2019.

SAULO A. SISNANDO é escritor, dramaturgo, ator e diretor teatral. Nasceu no Ceará, mas, ainda na infância, mudou-se com a família para Belém, tornando-se um dos mais populares dramaturgos do estado do Pará. Autor de mais de uma dezena de peças, dentre elas “Susto”, “Desertos” e “A outra irmã”, e premiado diversas vezes, Saulo A. Sisnando também publicou romances e teve vários de seus contos premiados. Em 2016, ganhou o prêmio de melhor direção no Festival Internacional do Rio de Janeiro – Rio Webfest pela Webserie “A Solteirona”. No mesmo ano, ganhou o Prêmio Literário do Estado do Pará pela dramaturgia “O Príncipe Poeira e a flor da cor do coração”. Vencedor do Premio Botequim Cultural de 2019 pelo texto e direção do espetáculo “O Príncipe Poeira e a flor da cor do coração”. Atualmente faz parte do grupo Teatro de Apartamento com sede em Belém do Pará.

DANIEL DIAS DA SILVA – Formado pelo Curso de Arte Dramática, da Universidade Federal do Ceará, estudou dramaturgia, no Instituto Dragão do Mar. Radicado no Rio, trabalhou como Diretor Assistente de Walter Lima Junior, Gracindo Junior, Luiz Arthur Nunes, Marcus Vinícius Faustini, entre outros. Dirigiu diversas peças, como “Cara a Tapa”, “A Moratória”, “Depois Daquele Baile” e “Dirigir- se aos Homens” e infantis tais como “Êta, Seu Bonequeiro”, “Caqui – Uma Fábula Circense”, “Boi da Cara Preta” e “O Duende Rumpelstiltiskin” Como ator, esteve no elenco de diversas novelas, séries e filmes, alem de espetáculos teatrais.  Foi indicado ao Prêmio CBTIJ 2019 de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação no infantil “O Príncipe Poeira e a Flor da Cor do Coração”, de Saulo Sisnando. É autor de peças, roteirista e tradutor. Durante sete anos ocupou o cargo de diretor do Teatro João Caetano, um dos mais antigos e importantes teatros do Rio de Janeiro, paralelamente com sua carreira artística. É um dos criadores da Lunática Companhia de Teatro, onde se reveza nas funções de ator, diretor e produtor de elogiados espetáculos, como “Matador”, de Rodolfo Santana; “Esse Vazio”, do argentino Juan Pablo Gómez, com direção de Sergio Módena, “O Princípio de Arquimedes”, do catalão Josep Maria Miró. O mais recente espetáculo do grupo foi “O Cego e o Louco”, de Claudia Barral com direção de Gustavo Wabner.

LILIANE SECCO graduou-se “Summa Cum Laude” em composição pela Berklee College of Music. Na função de pianista, compositora, arranjadora, orquestradora, regente e diretora musical, montou diversos musicais no Rio de Janeiro e São Paulo. Foi três vezes vencedora do Prêmio Shell de teatro na categoria “melhor música”. Venceu também o 4o prêmio Ceará Encena na categoria “melhor trilha sonora”, pela composição de trilha original para o musical “A Hora da Estrela”. Foi produtora musical do programa Vídeo Show e Vídeo Show Festa na Rede Globo. Exerceu também, na mesma emissora, a função de diretora da academia do programa musical “FAMA”. É responsável pelos arranjos e orquestração do musical “Ópera do Malandro”, com músicas de Chico Buarque, cujo CD foi lançado pela “Biscoito Fino”. Compôs trilhas sonoras para alguns projetos de audiovisual de longa e curta metragens. Fez a direção musical, preparação coral, arranjos e regência de produções de diversos artistas como Miguel Fallabela, Marília Pêra, Flávio Marinho, Diogo Vilela, Wolf Maya, Tadeu Aguiar, Maurício Sherman, Cláudio Botelho e Charles Möeller, José Possi Neto, entre outros. Alguns de seus trabalhos no teatro musical são: “As Noviças Rebeldes”, “Marília Pêra canta Carmem Miranda”, “Cauby, Cauby”, “Ópera do Malandro”, “Quase Normal”, “Se Eu Fosse Você”, “Como Eliminar Seu Chefe”, “Love Story”. Atualmente também se dedica intensamente a trabalhos de composição clássico-contemporânea, tendo vencido o “Cum Laude Music Awards”, concurso internacional de composição para música de câmara realizado na Espanha.

GISELE BATALHA – Cenógrafa, 3D Artist, Diretora de Arte e Produtora de Eventos. Bacharel em Cenografia, com aperfeiçoamento Científico em Arquitetura Cênica. Com carreira sólida atuando no audiovisual, teatro, música e eventos diversos, que lhe conferem expertises em criação e montagem nas mais diversas áreas do mercado criativo. Entre seus trabalhos: Direção de arte do curta “Meu Amigo Real” (vencedor do Gerafuturo Minc 2018, 2º lugar, em fase de produção 2019/2020) e do longa-metragem “Pretérito Perfeito”. Produtora e Coordenadora de Montagem da Série do Canal Multishow – “Treme, Treme na Paulista”; Cenógrafa e Coordenadora de Montagem da Série do Canal Multishow – “Vai Que Cola” (3ª Temporada, campeã em audiência; Projeto expográfico e cenografia da exposição “Signo, Traço, Atração” na galeria Evoé no hall do Teatro Prudential(RJ/2020); produção de cenografia “Arte Rupestre e Realidade Virtual” e “História de Jogos” no Sesc Quitandinha em Petropolis (2019); Projeto Expografico e Produção de Cenografia da exposição “Rios do Rio, as aguas doces cariocas, ontem e hoje” no Museu Histórico Nacional (RJ/2019); Cenógrafa Executiva do espetáculo musical “A Cor Púrpura” (2019), do “Circus Reder” (2018), do musical “70? Um Doc Musical”; Cenógrafa e Produtora de Montagem do Stand Multishow para Rock In Rio 2017. Foi Cenógrafa e Coordenadora de Montagem em eventos importantes: OLIMPIADAS RIO 2016 com a construção de stands e espaços temáticos, entre eles o maior quiosque da America Latina (MC Donalds) e a NBA HOUSE RIO – Boulervard Olímpico, eleita favorita do público no Prêmio “Casa de Hospitalidade Rio 2016”. Em teatro e música assinou cenografias, também como Cenógrafa Assistente e coordenação de montagem para Bibi Ferreira, Sergio Brito e Moacyr Góes, em espetáculos: “Tango, Bolero e Chá Chá Chá”. sShows de Maria Bethânia (Noite Luzidia e Maricotinha); Djavan (Ária). Também o musical “Alabê de Jerusalém” no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e as Óperas “Rigolletto”, “O Pescador de Pérolas” e “O Elixir do Amor”, dentre muitos outros.

“Helena Blavatsky, a voz do silêncio” estreia nova temporada virtual dia 22 de agosto

Helena Petrovna Blavatsky foi uma das figuras mais notáveis do mundo nas últimas décadas do século 19, tornando-se imprescindível para o pensamento moderno. A vida e obra desta renomada personalidade russa inspirou o monólogo “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”, que estreou no ano passado com grande sucesso de público no país, e agora inicia nova temporada com apresentações ao vivo, a partir de 22 de agosto. Visto por mais de 7 mil pessoas, o espetáculo, estrelado por Beth Zalcman sob a direção de Luiz Antonio Rocha, mexe com os espectadores ao instigar uma profunda reflexão sobre a busca do homem pelo conhecimento filosófico, espiritual e esotérico. Este é o primeiro texto teatral da filósofa e poetisa Lucia Helena Galvão, cujas palestras na internet são acompanhadas por milhões de admiradores. As sessões do espetáculo serão aos domingos, às 19h30, e às terças, às 20h, com venda de ingressos pelo Sympla (www.sympla.com.br/produtor/helenablavatskyavozdosilencio) e transmissão pelo Zoom. Logo após cada sessão, haverá um bate-papo com o diretor, a autora e a atriz do espetáculo sobre o legado deixado pela escritora. 

Helena Blavatsky foi, antes de tudo, uma incansável buscadora de sabedoria antiga e atemporal, revolucionando o pensamento humano. Sua vasta obra influenciou cientistas como Einstein e Thomas Edison; escritores como James Joyce, Yeats, Fernando Pessoa, T. S. Elliot; artistas como Mondrian, Paul Klee, Gauguin; músicos como Mahler, Jean Sibelius, Alexander Criabrin; além de inúmeros pensadores, como Christmas Humphreys, C. W. Leadbeater, Annie Besant, Alice Bailey, Rudolf Steiner e Gandhi.

“Considerando que vivemos num período de caos mundial, no qual o fundamentalismo, as tecnologias e as crises políticas e climáticas do planeta invadem nossa dignidade com tanta violência, resgatar os pensamentos de Blavatsky é de extrema importância”, afirma o diretor Luiz Antônio Rocha. “Segundo Blavatsky, o universo é dirigido de dentro para fora, pois nenhum movimento ou mudança exterior do homem pode ter lugar no corpo externo se não for provocado por um impulso interno”.

“A montagem procura nos levar do irreal ao real, das ilusões à verdade espiritual, da ignorância à sabedoria que ilumina o propósito da existência. Interpretar Helena Petrovna Blavatsky é mergulhar no improvável, no intangível. Nada mais desafiador para uma atriz realizar um texto que demanda extrema sensibilidade, concentração e imaginação e transportar a plateia para um universo de possibilidades”, define a atriz Beth Zalcman. “Desde o início da minha busca pelo conhecimento através da filosofia, me deparei com pensadores que se dedicaram a buscar, compilar e transmitir ideias que entrelaçam nossas vidas e compõe parte do que somos. Esta peça é uma forma comovida e contundente para homenagear esta mulher tão especial”, conclui a autora Lucia Helena Galvão, professora voluntária de filosofia na organização Nova Acrópole do Brasil há 30 anos.

O monólogo retoma a parceria entre a atriz Beth Zalcman e o encenador Luiz Antônio Rocha, depois do sucesso da peça “Brimas”, pelo qual a atriz foi indicada ao prêmio Shell de melhor texto. A encenação propõe uma dramaturgia inspirada no conceito desenvolvido pelo artista Leonardo Da Vinci em suas obras, conhecido como “sfumato”. Da Vinci descreveu a técnica como: “sem linhas ou fronteiras, na forma de fumaça ou para além do plano de foco”. O ponto de partida para a direção de arte, cenário e figurinos foram baseados em algumas pinturas do artista impressionista Édouard Manet que traduz com beleza a solidão deste último instante de vida de Helena.

Sinopse – “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”

A luz da vela ilumina o cenário e revela um lugar simples no frio de Londres no final do séc. 19. É um recorte do quarto de Helena Blavatsky, que se encontra sozinha, no seu último dia de vida. Ela revisita suas memórias, seu vasto conhecimento adquirido pelos quatro cantos do mundo, se depara com a força do comprometimento com sua missão de vida e as consequências de suas escolhas. Relembra sua forte ligação com a Índia e seu encontro, em Londres, com Gandhi. “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”, é um mergulho no universo que existe dentro de nós.

Depoimentos sobre o espetáculo

“Fiquei impactada e muito emocionada com esse espetáculo inspirador. Mesmo sendo por transmissão online, a força do teatro estava presente. Espetáculo imprescindível, necessário, mais do que nunca nesse momento tão delicado. Encontrar essa luz que vocês acendem em cada um de nós é fundamental para que o ser humano encontre o caminho de volta, o caminho do crescimento para o processo evolutivo do verdadeiro amor. As palavras de Blavatsky ditas por vocês, atriz, texto, direção… tocam a nossa mente e o nosso coração para o despertar da consciência desse novo tempo” – Beth Goulart (atriz).

“Linda a integração Helena Blavatsky/Beth Zalcman no palco. Onde começa o amor de uma, o amor de outra, difícil dizer. Estão amalgamadas. A gente entende e admira a dimensão do trabalho de Blavatsky, na entrega de corpo e alma de Zalcman. Lindo de ver.” – Clarice Niskier, atriz

“Exuberante, traz a possibilidade de um vislumbre do Himalaia espiritual, uma delicadeza de sentimentos. O texto e a atriz transportam a gente para voos onde é possível enxergar os silêncios da alma. Esse trabalho é essencial num momento tão embrutecido” – Bruna Lombardi, atriz e escritora

“Uma peça com qualidades ímpares, uma grande personagem para uma grande atriz, uma direção delicada e um texto arrebatador, mesmo para os que nunca ouviram falar ou desconhecem a história” – Caio de Andrade, autor e diretor de teatro

“A arte salva, não é?! Como diria o querido Ferreira Gullar, a vida não basta apenas, se não fosse a arte, seria mais difícil! O bonito no trabalho de vocês, em meio a essa pandemia, é mostrar que a resistência não vem através do radicalismo, mas do valor à vida. E a vida, sobretudo, se manifesta através da arte” – Carlos Vereza, ator

“Grandiosa e comovente a interpretação de Beth Zalcman. Cada palavra é legitimada pelo gesto, pela presença espiritual. A encenação de Luiz Antônio Rocha é de uma sensibilidade admirável. Não é a câmera que produz o close, é a personagem que se aproxima do interlocutor. O texto da professora Lúcia Helena é primoroso, construído de forma a privilegiar na medida correta tudo o que é relevante na história da personagem” – Paulo Figueiredo, ator.

Programa Criança para o Bem

A equipe doará 20% da bilheteria para o programa Criança para o Bem (PCPB), que beneficia crianças e jovens do Distrito Federal e é mantido pela Nova Acrópole. Criando em 2007, o programa já atendeu mais de 3 mil crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social da periferia do Distrito Federal.  Atualmente, atende 200 crianças na faixa etária de 4 a 16 anos em 500 oficinas artísticas e esportivas por mês, entre outras atividades. São oferecidos também, de forma gratuita e sistemática, transporte, lanche e assistências médica, psicológica e odontológica.  Na pandemia, as oficinas estão sendo realizadas por teleaulas, aulas on-line e entrega de kit de recreação e escolar. Mais informações: https://criancaparaobem.org.br

Ficha técnica:

Texto original: Lucia Helena Galvão

Interpretação: Beth Zalcman

Encenação: Luiz Antônio Rocha

Cenário e Figurinos: Eduardo Albini

Iluminação: Ricardo Fujji

Assistente de Direção: Ilona Wirth

Visagismo: Mona Magalhães

Fotos: Daniel Castro

Consultoria de movimento (gestos): Toninho Lobo

Operador Técnico: Toninho Lobo

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Idealização: Beth Zalcman e Luiz Antônio Rocha

Parceria: Nova Acrópole

Realização: Espaço Cênico Produções Artísticas e Mímica em Trânsito Produções Artísticas.

Serviço:

Helena Blavatsky, a voz do silêncio – Apresentações virtuais

Monólogo teatral inspirado na trajetória e na obra da escritora russa Helena Blavatsky

Temporada: De 22 de agosto a 28 de setembro. Aos domingos, às 19h30, e às terças-feiras, às 20h.

Ingressos: a partir de R$ 30

Duração: 1h

Onde comprar e assistir:

 www.sympla.com.br/produtor/helenablavatskyavozdosilencio

Classificação etária: 14 anos

“Alma Despejada” com Irene Ravache

O espetáculo Alma Despejada, solo protagonizado pela atriz Irene Ravache, segue em temporada online no Teatro WeDo!, sala virtual da plataforma Sympla, até o dia 31 de julho, às sextas e aos sábados, com sessões abertas às 12 horas. Ingressos a partir de R$ 10,00.

Ao adquirir o ingresso, o espectador pode de acessar a exibição a qualquer momento pelo período de 24 horas. A gravação, realizada durante temporada no Teatro Porto Seguro com presença de público, proporciona a experiência de ver a peça em casa, com proximidade de detalhes, além de imagem e som em HD, aproximando ainda mais o espectador da encenação no palco.

Com texto de Andréa Bassitt e direção de Elias AndreatoAlma Despejada está indicada ao Prêmio Bibi Ferreira nas categorias de melhor Atriz, Texto e Iluminação. O enredo conta a história de Teresa, uma senhora com mais de 70 anos que, depois de morta, visita pela última vez a casa onde viveu e relembra passagens de sua vida.

Já falecida, Teresa visita a casa onde morou a maior parte de sua vida. O imóvel foi vendido e sua alma foi despejada. Teresa era professora de classe média, apaixonada por palavras, que teve dois filhos com Roberto, seu marido, homem simples, trabalhador, que se tornou um empresário bem-sucedido e colocou sua família no ranking de uma classe média emergente.

Na peça, escrita especialmente para Irene Ravache, em 2015, a personagem transita entre o passado e o presente, do outro lado da vida, sempre de maneira poética e bem-humorada. Teresa relembra histórias e pessoas importantes em sua existência, como Neide, sua funcionária por mais de 30 anos, e Dora, sua melhor amiga.

A teatralidade do texto de Andrea Bassitt (que também escreveu as peças As Turca e Operilda na Orquestra Amazônica) instiga o espectador a seguir uma história aparentemente trivial, mas com uma trajetória surpreendente. “Essa mulher é apresentada diante de sua própria vida, e, a partir dessa visualização, ela encontra o entendimento da sua existência. É como se precisássemos abandonar a matéria para sermos conscientes de nós mesmos”, reflete o diretor Elias Andreato.

“Eu fiquei fascinada com esse texto e sua poesia. É muito delicado e fala da memória de uma mulher na minha faixa etária. Mesmo sabendo que a personagem está morta, não é uma peça triste, pesada ou rancorosa, fala muito mais de vida que de morte. Eu adoro esse tipo de possibilidade que o teatro oferece. E não tenho medo de misturar essas coisas, porque isso faz parte da vida. Nossa vida não é linear. Ela tem essas nuances”, confessa Irene Ravache.

Alma Despejada estreou em São Paulo, em setembro de 2019, no Teatro Porto Seguro, e estava em cartaz até março de 2020, no Teatro Folha, quando os teatros foram fechados devido à pandemia do coronavírus. No último ano, foram duas sessões virtuais, uma para o Sesc São Paulo e outra para o Instituto Usiminas, além de uma temporada recente em Portugal.

FICHA TÉCNICA – Texto: Andréa Bassitt. Direção: Elias Andreato. Interpretação: Irene Ravache. Cenário e figurino: Fabio Namatame. Iluminação: Hiram Ravache. Música: Daniel Grajew e George Freire. Cinegrafia: Paulo Arizati. Fotos: João Caldas Filho.  Produção/realização: Oasis Empreendimentos Artísticos.

Serviço

Espetáculo: Alma Despejada

Temporada online: 2 a 31 de julho

Sexta e sábado, a partir das 12h – ingresso válido por 24h.

Local: Sympla / Teatro WeDo!

Ingressos: R$ 40,00, R$ 20,00 e R$ 10,00 – Vendas: www.sympla.com

Classificação: 14 anos. Duração: 80 minutos. Gênero: comédia dramática.

“Conselho de Classe” em 23/07

A vontade de refletir sobre a precariedade do ensino público no país e as relações de poder nas escolas levou o dramaturgo Jô Bilac a escrever o espetáculo “Conselho de Classe”, que estreou em 2013 com a Cia dos Atores, ganhou diversos prêmios de teatro e inúmeras montagens ao longo dos anos. O texto também inspirou a criação da série “Segunda Chamada”, exibida pela TV Globo, que vai lançar sua segunda temporada. A partir de 23 de julho, a consagrada peça ganha uma adaptação virtual, com direção de Fabio Fortes, que situa a história no contexto da pandemia, com aulas e reuniões em formato online. Com sessões ao vivo de sexta a domingo, às 20h, o espetáculo será exibido gratuitamente no Youtube do festival Niterói em Cena (https://bit.ly/2YU6VzI), com possibilidades de contribuição voluntária.

A trama acompanha uma reunião de conselho escolar, em uma escola pública carioca, depois de uma diretora ser agredida por alunos e entrar em licença médica. A briga é tema de reunião virtual com as professoras Célia, de Matemática (Jacqueline Lobo), Edilamar, de Educação Física (Vivian Sobrino), Mabel, de Artes (Dárdana Rangel), e Paloma, da Biblioteca (Carmen Frenzel) e o novo diretor, João Rodrigo (Fábio Enriquez).

“A peça une dois elementos fundamentais da experiência humana: arte e educação. Eu e todo o elenco somos professores, além de atores, e queremos refletir como a educação no nosso tempo está ultrapassada. Com a montagem do espetáculo, a gente consegue tirar essa discussão do âmbito escolar e passa para o social na luta pela melhoria da educação”, observa o diretor Fabio Fortes. “Eu e os atores adaptamos a peça para o ambiente virtual, levando em conta os novos desafios enfrentados pelos professores e alunos durante a pandemia, com aulas virtuais e o uso da tecnologia. Não foi nada fácil dar vida a personagens tão complexas através das telas de computador, mas temos que trabalhar para encontrar novas formas de teatro neste momento tão difícil”, acrescenta.

O dramaturgo Jô Bilac conta que sempre gostou de participar de conselhos de classe, quando era permitida a presença de estudantes, para entender os mecanismos de poder dentro das escolas. “Com essa peça, eu comecei a fazer teatro político mais diretamente ao falar das condições de alunos e professores em um país desequilibrado”, lembra o autor. “Queria refletir sobre essa instituição que ensina o verbo “to be”, mas não ensina os direitos e deveres de um deputado estadual, um senador, os limites de poder de um presidente, por exemplo. E o que faz ainda esse lugar ser ainda tão conservador?”, reflete.

Sobre Fabio Fortes

Fabio Fortes é criador e diretor do Festival Niterói em Cena, realizado há 13 anos no município fluminense, com atrações plurais que traçam um panorama do teatro contemporâneo. Formado pela UniRio, dirigiu os espetáculos “Terror e Miséria no Terceiro Reich”, de Bertolt Brecht, e “O quintal de Manoel”, infantil inspirado em poemas de Manoel de Barros. “Conselho de Classe” é a sua primeira direção de teatro virtual.

Sobre Jô Bilac

Dramaturgo e roteirista carioca de 36 anos, Jô já participou do Salão do Livro em Paris, França; Feira do Livro em Frankfurt, Alemanha; Feira do Livro em Gotemburgo, Suécia; Festival Ibero Americano Bogotá, Colômbia; e Literatura e Arte, de Bolonha, Itália. Suas peças já ganharam montagens internacionais em Bogotá, Nova York, Suécia, Itália, Londres e seus livros já foram adotados por escolas e universidades como UNIRIO e USP. Entre suas dramaturgias de destaque estão “Os Mamutes”, “Savana Glacial”, “Conselho de Classe”, “Beije minha lápide, “Cachorro!”, “Rebú”, “fluxograma” “Insetos”, “P.I”, entre outras. Como autor ganhou os prêmios prêmio Shell, APCA, APRT, Cesgranrio e Aplauso Brasil. Criador da série “Segunda Chamada”, da TV Globo, inspirada na sua peça teatral “Conselho de Classe”.

Ficha Técnica:

Texto: Jô Bilac

Direção e adaptação: Fabio Fortes

Participação Especial (voz em off): Teuda Bara

Elenco e adaptação: Carmen Frenzel, Dárdana Rangel, Fábio Enriquez, Jacqueline Lobo e Vivian Sobrino.

Direção de Arte: Renata Egger

Iluminação: Bruno Henrique Caverninha

Programação Visual: Marcos Ácher

Edição Audiovisual: Tairone Vale.

Produção Executiva e Operação da Plataforma Digital: Rodrigo Sundin

Produção Executiva: Moreno Almeida

Assistente de Produção: Anna Clara Almeida

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Direção de Produção: Fabio Fortes

Produção: F2 Produções Artísticas

Serviço:

Conselho de Classe

Temporada: de 23 de julho a 1º de agosto

Dias e horários: 6ª a dom., às 20h.

Onde assistir: Canal do Youtube do Niterói em Cena

(https://www.youtube.com/channel/UCDogXa3n4rtuBVg23M5CEhg)

Ingressos: Gratuitos, com opção de contribuição voluntária

Tempo de duração: 45 minutos

Classificação etária: 12 anos

Zé Renato no Teatro Rival Refit

A notícia é boa e fica ainda melhor quando a gente fica sabendo que o convidado para essa reabertura, no próximo dia 26, é Zé Renato, que vai apresentar um show intimista ao lado apenas do filho, o guitarrista João Moschkovich. E, claro, o Teatro Rival Refit vai seguir todos os protocolos de segurança, com apenas 40% da lotação da casa, uso obrigatório de máscara, distanciamento entre as mesas, dispensers de álcool em gel espalhados pela casa e aferição de temperatura na entrada. Além do mais, o teatro montou um posto de arrecadação de alimentos não perecíveis em parceria com a campanha Salve Produção. Assim, quem for se divertir também pode ajudar aos profissionais do setor de entretenimento. Afinal, a resistência cultural é coletiva.

O show traz em seu roteiro novas parcerias com Joyce, Lula Queiroga e Thiago Amud, além do soneto de Sidney Miller, musicado recentemente, com o título de “Ilusão”. Não poderiam ficar de fora canções dos discos mais recentes, debruçados sobre os repertórios de Paulinho da Viola e Orlando Silva, e também do show dedicado a Zé Ketti, que completaria 100 anos em 2021 e a quem Zé Renato dedicou um álbum há 25 anos. A presença do filho no espetáculo vai servir, com certeza, a jogar ainda mais luz em novas versões para sucessos do Boca Livre e da carreira solo de Zé Renato.

PROTOCOLOS DE SEGURANÇA
O Teatro Rival Refit vai abrir para lotação reduzida, 40% de sua capacidade total, a fim de que seja obedecido o distanciamento mínimo obrigatório.
A casa começa a receber o público às 18h30, com som ambiente, ar condicionado e serviço de bar, seguindo, claro, todos os protocolos sanitários para proteger público, artistas e funcionários.
Vale lembrar que, antes de cada show, a casa passa por processos de higienização e sanitização, feitos por empresa especializada. E nossa equipe está treinada para seguir todos os protocolos de segurança indicados pelas autoridades competentes.
Na entrada, todos terão temperatura aferida, e haverá dispensers de álcool 70° em gel distribuídos pelas dependências do teatro.
O uso de máscara é obrigatório para entrar e circular pela casa. Clientes só podem retirar a máscara para o consumo de bebida e comida, sentados em seus devidos lugares.
Cuidar da própria saúde e da saúde dos outros é também uma forma de resistência.
Contamos com a compreensão e a colaboração de todos. Desde já, agradecemos de coração.
 
CAMPANHA SALVE PRODUÇÃO
O Teatro Rival Refit se uniu à campanha Salve Produção para ajudar os profissionais do setor de entretenimento, extremamente afetados pela pandemia e pela parada dos eventos artísticos.
Então, estamos recebendo doações de alimentos não perecíveis para distribuir cestas básicas a esses profissionais da cadeia cultural.
Seria muito bom poder contar com a colaboração de você, cliente amigo, para levar sua contribuição quando for assistir, presencialmente, a qualquer show no Teatro Rival Refit.
A arte agradece.

Serviço: Zé Renato – Participação do guitarrista João Moschkovich.                                           

Local: Teatro Rival Refit                                                      

Dia – 26 de junho – Sábado,  às 19h30  – Abertura da casa: Uma hora antes do show.

Teatro Rival Refit – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. 

Ingressos: Entre R$47,50 (meia-entrada) a R$ 95 (inteira)

Venda antecipada pela Sympla – https://bileto.sympla.com.br/event/67860/d/99981 

Censura: 18 anos. https://www.teatrorival.com.br/

Informações: (21) 2240-9796

Capacidade: 140 lugares (40% do total da casa, conforme decreto municipal)

Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

Meia-entrada

Estudante; Idoso, Professor da Rede Municipal; Assinante O Globo e funcionário Refit.

“Transe! estreia dia 17 de junho

Quem é você? Você sabe? Ninguém consegue viver em sociedade sem representar. A criação de personas se faz necessária para que o indivíduo se adapte ao mundo e consiga manter relacionamentos saudáveis. O problema é quando sua essência começa a se perder no caminho e você já não sabe mais quem é o seu “verdadeiro eu”. Com roteiro de Pedro Henrique Lopes e direção de Diego Morais, o experimento cênico “Transe”, que estreia dia 17 de junho, põe em cena esses conflitos de personalidade a partir da história de um garoto que cria um personagem de si mesmo ao entrar na prostituição. O roteiro é baseado em relatos reais de garotos de programa e suas experiências na criação de múltiplos personagens para exercer a profissão. É possível sair ileso quando você deixa de ser você?

Disponível para ser assistido no horário em que o espectador preferir, entre 17 de junho e 18 de julho de 2021, “Transe” tem ingressos gratuitos com retirada pelo Sympla (https://www.sympla.com.br/transe__1226473). O projeto tem patrocínio do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

“Transe” é um drama que acompanha o embate entre João (Pedro Henrique Lopes), um jovem inseguro com sua aparência e receoso de seus desejos libertinos, e Nicolas (Oscar Fabião), um “michê” extravagante e cheio de luxúria. Junto com o dinheiro rápido da prostituição começam a vir os remédios psiquiátricos para reverter os danos da vida de excessos de Nicolas. As crises, as vozes, as alucinações e o fato de não se reconhecer afetam o modo de pensar, sentir e agir de João. Numa espécie de transe, eles mergulham um no outro para tentar encontrar sua verdadeira essência. A partir da história, a obra discute tabus que envolvem a sexualidade humana e a saúde mental.

“Quis criar uma trama de embate entre duas personalidades, sem cair no óbvio do conflito maniqueísta entre o anjinho e o diabinho. Colocamos em oposição momentos diferentes da carreira do protagonista, como o começo cheio de pudores, quando ele tinha medo de dar vazão aos desejos, até uma fase mais libertina e liberta. E questionamos o quanto as nossas inseguranças nos impedem de viver como queremos”, analisa o autor e ator Pedro Henrique Lopes”. “O Nicolas é um jovem sem pudores, instintivo, que se joga e não tem medo de consequências. O maior desafio foi ter que me despir das censuras e dos pudores porque o personagem não tem essa trava. Ele não deixa de fazer algo por receio do que os outros vão pensar, o que acaba acontecendo a todos nós em algum momento”, acrescenta o ator Oscar Fabião.

O curta-metragem foi filmado em uma única locação: um apartamento em Santa Teresa. Com os desafios impostos pela pandemia e a consequente pesquisa sobre novas linguagens artísticas, “Transe” se propõe a investigar as possibilidades da união entre o teatro e a tela, na utilização de diferentes enquadramentos, projeções e o jogo cênico entre dois atores.

“O Transe foi um projeto idealizado para o teatro. Quando a gente se deparou com a necessidade de explorar a linguagem do audiovisual, buscamos as interseções possíveis entre as duas artes. A ideia era contar a história através da câmera, mas sem perder a atmosfera de teatralidade e, para isso, a gente usou alguns recursos do palco, como jogos de luz, imagens projetadas sobre o corpo dos atores e movimentos específicos. A câmera acompanha todos como se fosse uma terceira personalidade, alguém de fora invadindo o apartamento do Nicolas. É um filme, mas não se aproxima do cinema no aspecto realista”, descreve o diretor Diego Morais.

Sobre Diego Morais

Nascido no Recife e radicado no Rio de Janeiro, o diretor Diego Morais tem uma carreira premiada no teatro e na televisão. No teatro, dirigiu “Vamp, O Musical” (2017 – indicado como Melhor Diretor de Teatro Musical no Botequim Cultural 2017), “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” (2013), “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças” (2016, indicado como Melhor Diretor no Prêmio CBTIJ 2016 e no Botequim Cultural 2016), “Bituca – Milton Nascimento para Crianças” (2017 – premiado como Melhor Diretor no Botequim Cultural 2017), “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças (2018 – premiado como Melhor Diretor no Botequim Cultural 2018), “Raulzito Beleza – Raul Seixas para Crianças” (2009), “Mojo Mickybo” (2009) e “O Meu Sangue Ferve Por Você” (2009 e 2020). É diretor de dramaturgia na TV Globo, onde dirigiu as novelas “Verão 90” (2019) e “Eta Mundo Bom!” (2016), e o programa de variedades “Simples Assim” (2020). Também integrou a equipe do filme “Os Normais 2”, dos seriados “Toma lá, Dá cá”, “A Vida Alheia” e “SOS Emergência” e das novelas “Malhação”, “Aquele Beijo”, “Guerra dos Sexos” e “Alto Astral”.

Sobre Pedro Henrique Lopes

Mestre em Comportamento do Consumidor pela FGV, Especialista em Narrativas Audiovisuais pela PUC Rio e bacharel em Artes Cênicas pela UNIRIO e em Turismo com ênfase em Gestão do Entretenimento pela UFF, Pedro tem se dedicado à carreira artística desde os 14 anos. Autor, ator e diretor de produção do musical “O Meu Sangue Ferve Por Você” (2009 a 2020) e do projeto “Grandes Músicos para Pequenos” que conta com sete espetáculos premiados e foi assistido por mais de 200 mil pessoas. É autor dos espetáculos infantis “Detetives do Prédio Azul – O Mistério do Teatro” (2019), da sequência de livros “Gêmeos?!” (2020), e assina a adaptação da versão brasileira do espetáculo irlandês “Mojo Mickybo” (2019).

Integrou o elenco dos musicais brasileiros “Chacrinha – O Musical” (2014) como Aberlado Barbosa (jovem) e Benito de Paula, “Vamp – O Musical” (2017) como Gerald Lamas, “Esta é a Nossa Canção” (2009), “Baby” (2011) e, ainda, da versão americana de “Guys and Dolls” (2006). Foi performer da Disney no Brasil (2008) e nos EUA (2005 e 2006). Protagonizou os espetáculos infantis “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” (2013), “O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças” (2016) e “Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças” (2018). Na TV Globo, viveu Wanderlei em “Aquele Beijo” (2011), Padre Francisco em “Eta Mundo Bom!” (2016) e Ari em “Verão 90” (2019).

Sobre Oscar Fabião

Formado pela Faculdade da Casa das Artes de Laranjeiras, Oscar Fabião protagonizou o espetáculo teatral “Pop Kamikaze”, de Marcos Nauer, integrou o elenco de “O Teatro da Grande Marionete”, com a Artesanal Cia de Teatro, foi Louis em “Angels in America” sob direção de Hermes Frederico e Luca em “Sangue”, de Lars Norén, direção de Marcus Alvisi. Faz parte do projeto “Homens na Dança”, do Centro de Artes Nós da Dança e teve aulas de canto com Carol Futuro, Ester Elias, Ronnie Kneblewski, Alessandra Hartkopf e Kiko do Vale. No Teatro Musical, fez parte do elenco de “Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz – O Musical” e “Godspell”, com direção de João Fonseca, “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”, direção Miguel Falabella, “Vamp – O Musical”, com direção de Jorge Fernando e Diego Morais, “MPB- Musical Popular Brasileiro”, com direção de Jarbas Homem de Mello e “Merlin e Arthur – Um Sonho de Liberdade”, com direção de Guilherme Leme Garcia. Na televisão, participou de “Malhação”, “Clandestinos – O Sonho Começou”, “Caminho das Índias” e “Verão 90”. Atuou em dois curtas metragens, tendo sido indicado a melhor ator no Boston International Film Festival. É integrante do “Coletivo Impermanente” e esteve em cartaz em 2020 com o espetáculo virtual “(in) Confessáveis” sob direção de Marcelo Várzea.

Ficha Técnica:

Roteiro: Pedro Henrique Lopes

Direção: Diego Morais

Elenco: Oscar Fabião e Pedro Henrique Lopes

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção executiva: Oscar Fabião

Direção de Produção: Entre Entretenimento (Pedro Henrique Lopes e Diego Morais)

Serviço:

Transe

Temporada: de 17 de junho a 18 de julho

Dias e horários: Disponível 24h por dia

Ingressos: gratuitos, com retirada pelo Sympla

(https://www.sympla.com.br/transe__1226473)

Tempo de duração: 30 minutos

Classificação etária: 18 anos

Websérie “Rádio Acordar o Tempo”

A websérie musical Rádio Acordar o Tempo, estrelada pela atriz e cantora Luísa Vianna, estreia dia 12 de junho no canal do Sesc Rio no Youtubee segue disponível gratuitamente até o dia 12 de setembroCom criação, direção e roteiro dos poetas cariocas Caio Riscado e Maria Isabel Iorio, a websérie de cinco episódios acompanha as transmissões do programa Rádio Acordar o Tempo, conduzido pela carismática personagem Ernúbia, da sala de sua casa, onde está isolada desde o início da pandemia.

Criado inicialmente para o teatro, o texto ganhou novo formato e foi adaptado especialmente para o Sesc de modo a alcançar seu público em meio à crise sanitária do Covid-19. Trata-se de um lembrete de esperança, conduzido com delicadeza, humor e emoção: “Nossa intenção é prestar uma homenagem às nossas avós, bisavós, mães e madrinhas, parte expressiva e querida do público de teatro que se viu afastada das plateias nos últimos tempos”, afirma Caio. “Ao mesmo tempo”, completa, “Rádio Acordar o Tempo se vale de uma plataforma on-line e converte sua personagem da terceira idade em uma Youtuber, pronta para se comunicar com todas as gerações”.

Ernúbia fala de amor e solidão, interpretando canções da Era de Ouro do rádio brasileiro, como Linda Flor e Que será, de Dalva de Oliveira, e Meu Mundo Caiu, de Maysa.

“A personagem é uma alegoria, um encontro de idades num corpo vivo, querendo continuar. Uma afirmação de que, a qualquer tempo, é hora de estar viva, perto do que nos emociona. A personagem reúne seus pensamentos para dividir suas tardes com seus ouvintes, falando das coisas menos importantes, das coisas que valem ser divididas. É a festa da memória. Sem nostalgia. O tempo é acordado para ser feito agora. Na coragem de tentar estar junto mesmo quando se vive sozinha. Ernúbia faz da sua vida um teatro, dedicado a um público que sonha”, afirma Maria Isabel.

Sinopse:

Ernúbia não pode sair de casa devido a uma crise mundial. Para fugir da tristeza, ela inventa seu próprio programa de rádio transmitido da sala de sua casa. Com isso, ela divide com seus ouvintes seus pensamentos sobre a vida e suas canções favoritas, da Era de Ouro do rádio brasileiro. Ela compartilha um pedacinho do seu coração em cada um dos cinco episódios da websérie original Rádio Acordar o Tempo. Assim, Ernúbia reencontra o mundo a partir da interação com interfaces tecnológicas e, para sua surpresa, se descobre cheia de vida em uma sociedade doente.

 Serviço:

Rádio Acordar o Tempo

Quando: 12 de junho a 12 de setembro

Onde: https://www.youtube.com/portalsescrio

Sesc RJ – YouTubeCom 21 unidades no estado, somos referência nas áreas de Cultura, Educação Social, Saúde, Esporte, Lazer e Turismo. Nossa missão é promover atividades que contribuam para a qualidade de …www.youtube.com

Horário: 24 horas

Faixa etária: 12 anos

Valor: gratuito

Ficha Técnica:

Elenco: Luísa Vianna

Idealização, direção e roteiro: Caio Riscado e Maria Isabel Iorio

Direção de fotografia: André Hawk

Direção musical e arranjos originais: Guilherme Borges 

Direção de arte, cenário e figurino: Julia Deccache

Still, Backstage, Gifs e Ensaio Fotográfico: Bléia Campos

Voz em off e canções: Luísa Vianna

 Edição de som e mixagem: Mari Blue

Edição e montagem: Carinna Arantes 

Finalização e correção de cor: Tuany Rocha

Técnica de Som: Yasmin Lima

Direção de produção: Luísa Vianna

Produção de set: Maíra Garrido 

CAIO RISCADO – diretor, idealizador e roteirista

É professor substituto do curso de Direção Teatral da UFRJ, pós-doutorando em Artes da Cena pelo PPGAC da UFRJ, artista pesquisador, diretor e performer. É membro fundador de MIÚDA, núcleo de pesquisa continuada em artes, e autor das publicações: UMA BICHA (Pipoca Press, 2018) e Com as costas cheias de futuro (Urutau, 2020).

MARIA ISABEL IORIO – diretora, idealizadora e roteirista

Vive e trabalha no Rio de Janeiro. É poeta e artista visual. Publicou “Em que pensaria quando estivesse fugindo” (Urutau, 2016) e “AOS OUTROS SÓ ATIRO O MEU CORPO” (Urutau, 2019). Participa com poemas na antologia “As 29 poetas hoje” (Companhia das Letras, 2021), entre outras.

LUÍSA VIANNA – atriz

É atriz, cantora, produtora e jornalista formada pela UFF. Seu último trabalho no teatro foi O Pescador e a Estrela, no CCBB –RJ, com direção de Karen Acioly. Em 2019, produziu e atuou em sua primeira peça independente, Fonte Ovejuna, com sua companhia Fricta Cia. Esteve no elenco de “Bibi – Um Vida em Musical”, direção Tadeu Aguiar.

João Bosco em live dia 12

Dia dos Namorados vai ser pra lá de romântico! Isso porque o cantor e compositor João Bosco – que está há muito tempo afastado dos palcos por causa da pandemia – vai fazer um show especial no Teatro Rival Refit, com transmissão pelo canal do teatro no YouTube, aberta para todo mundo, justamente no dia 12 de junho.

João Bosco escolheu para sua volta aos palcos a casa que há décadas faz parte de sua história. E selecionou um repertório repleto de sucessos românticos para cantar num formato intimista, acompanhado apenas por seu violão acústico. Vai ser lindo! E solidário também! Artista e teatro se unem em prol da campanha Salve Produção, e toda a doação arrecadada irá para os profissionais que produzem cultura para todos. 

SERVIÇO : 12/06, sábado, às 19h30

DOAÇÃO:

Doação amiga a partir – R$17,50 ( DEZESSETE REAIS  

E CINQUENTA CENTAVOS )

Teatro Rival Refit 

https://www.youtube.com/channel/UCJhwBwkonCUAsd4MYNrbwQQ

LINK: https://www.sympla.com.br/joao-bosco—transmissao-ao-vivo—teatro-rival-refit-abrindo-portas-apresenta__1212318

“Veneza” dia 17 de junho nos cinemas

Miguel Falabella está de volta com Veneza, seu novo projeto como diretor, que será lançado em 17 de junho nos cinemas, com distribuição da Imagem Filmes para todo o Brasil. O longa conta a história de Gringa, interpretada pela espanhola Carmen Maura, uma cafetina cega e obcecada pela ideia de conhecer a famosa “cidade flutuante” e reencontrar nas terras e águas italianas a grande paixão de sua vida. Ao mesmo tempo em que lidam com seus desejos e frustrações, as prostitutas do bordel buscam alguma forma de realizar o último pedido daquela que as acolheu quando mais precisaram.

Dira Paes, Eduardo Moscovis, Carol Castro, André Mattos, Caio Manhente e Danielle Winits compõem o elenco do longa-metragem, baseado na premiada peça teatral homônima do autor argentino Jorge Accame, adaptada pelo próprio Miguel para os palcos brasileiros no início dos anos 2000. Em tom de realismo fantástico, o longa propõe reflexões sobre o significado de família e faz uma ode às mulheres latino-americanas, apresentando também participações da argentina Georgina Barbarossa, da uruguaia Camila Vives e da colombiana Carolina Virgüez.

Produzido por Júlio Uchoa (Ananã Produções), coproduzido pela Globo Filmes e FM Produções e filmado em Montevidéu, no Uruguai, e em Veneza, na Itália, Veneza foi premiado com os Kikitos de melhor direção de arte (Tulé Peake) e melhor atriz coadjuvante (Carol Castro) no Festival de Gramado e recebeu quatro troféus no Los Angeles Brazilian Film Festival – melhor direção de fotografia (Gustavo Hadba), melhor ator (Eduardo Moscovis), melhor ator coadjuvante (André Mattos) e melhor atriz coadjuvante (Carol Castro), além de melhor roteiro (Miguel Falabella) no Brazilian Film Festival of Miami.

Assista ao Spot

Sinopse:
Reencontrar o único homem que amou é o sonho de Gringa (Carmen Maura), dona de um bordel no interior do Brasil. Mesmo cega e muito doente, ela insiste em realizar seu último desejo: ir até Veneza para pedir perdão ao antigo amante, que abandonou décadas atrás. Para levá-la à cidade italiana, Tonho (Eduardo Moscovis), Rita (Dira Paes), Madalena (Carol Castro) e as outras moças que trabalham para Gringa idealizam um fantástico plano.

Elenco/Personagens:
Carmen Maura – Gringa
Dira Paes – Rita
Eduardo Moscovis – Tonho
Carol Castro – Madalena
Caio Manhente – Julio
Georgina Barbarossa – Madame
André Mattos – Mestre
Danielle Winits – Jerusa
Camila Vives – Gringa Jovem
Magno Bandarz – Giacomo
Carolina Virgüez – Dora
Laura Lobo – Mocinha
Maria Eduarda de Carvalho – Janete
Roney Villela – Pai de Julio
Yuri Ribeiro – Ventoinha
Giovanni Venturini – Pequerrucho
Pia Manfroni – Paulina
Bruno Bonelli – Feio
Yamandú Barrios – Jaime
Paula Fernández – Rubia
Alessandra Verney – Cantora Cabaré

Ficha Técnica:
Baseado na peça teatral “Venecia”, de Jorge Accame
Direção e Roteiro: Miguel Falabella
Produção e Produção Executiva: Julio Uchôa
Fotografia: Gustavo Hadba
Direção de Arte: Tulé Peak
Figurino: Bia Salgado
Maquiagem: Martín Macias Trujillo
Elenco: Cibele Santa Cruz
Diretor Assistente: Hsu Chien Hsin
Montagem: Diana Vasconcellos
Música: Josimar Carneiro
Supervisão de Efeitos: Luiz Adriano
Som: Fabian Oliver, Álvaro Rivero
Supervisão de Som: Juliana Lopes
Mixagem: André Tadeu, Carlos Paes
Direção de Produção: Irina Neves
Coordenação Executiva: Vera Melo
Coprodução: Cris D’Amato, Fernando Muniz
Produção Associada: Daniel Filho, Diego Robino, Santiago López
Distribuição: Imagem Filmes
Produção: Ananã Produções
Coprodução: Globo Filmes, FM Produções
Produção Associada: Oriental Features

ANANÃ PRODUÇÕES
Ananã Produções é uma produtora carioca, fundada em 1996 por Júlio Uchôa, que tem entre os principais filmes de seu catálogo os seguintes títulos: “Sem Controle” (2007); “Show de Bola” (2008), coprodução Alemanha-Brasil; “Chico Xavier” (2010), produção executiva; “S.O.S. Mulheres ao Mar” (2014); “S.O.S. Mulheres ao Mar 2” (2015); “Eu Fico Loko” (2017); “Soundtrack” (2017) e “Ricos de Amor” (2020). A Ananã ainda participou das filmagens no Brasil para o longa metragem americano “Capitão América: Guerra Civil” (2016). Além dos filmes para cinema, a Ananã produziu diversos outros trabalhos como documentários, peças publicitárias, programas de TV e eventos.

GLOBO FILMES 
Criada em 1998, a Globo Filmes atua como coprodutora de conteúdo multiplataforma com o propósito de fortalecer a indústria audiovisual nacional. Participou de mais de 300 filmes, levando ao público o que há de melhor do cinema brasileiro. Comédias, romances, documentários, infantis, dramas, aventuras: a aposta é na diversidade de obras que valorizem a cultura brasileira. 

Fazem parte de sua filmografia recordistas de bilheteria, como ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores –, sucessos de crítica como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Aquarius’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘O Palhaço’ e ‘Carandiru’, até longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes. 

FM PRODUÇÕES
Fundada em 2011, pelo Produtor Fernando Muniz, a FM vem participando de projetos audiovisuais brasileiros de excelência, bem como desenvolvendo parcerias internacionais. A FM ganha destaque internacionalmente ao coproduzir o documentário “Cinema Novo”, de Eryk Rocha, vencedor do Olho de Ouro, prêmio de melhor documentário no Festival de Cannes, em 2016. Em 2017 lança no Brasil e nos EUA o filme “Soundtrack”, com Selton Mello, Seu Jorge e Ralph Ineson. Em 2018 é produtor associado de “O Grande Circo Místico”, dirigido por Cacá Diegues. O filme esteve no Festival de Cannes e representou o Brasil para disputar uma vaga ao Oscar. Em 2019 lança a coprodução Brasil-Uruguai “Meu Mundial”. Em 2020 vai lançar sua coprodução “Veneza”, dirigida por Miguel Falabella e “Human Persons”, uma coprodução entre Brasil, Espanha, Colômbia e Panamá. Em 2020 sua coprodução “Luz nos Trópicos”, dirigida por Paula Gaitán esteve no Festival de Berlin. Também em 2020 abre uma sede em Madrid com foco em vendas, distribuição e coproduções internacionais.

IMAGEM FILMES
Fundada em 1998, a Imagem Filmes é uma empresa nacional que atua no mercado de entretenimento do país como distribuidora de filmes independentes. Comprometida com a qualidade e variedade de produções, a empresa trabalha nos segmentos de cinema, vídeo e televisão, e é responsável pelo lançamento de grandes produções nacionais, onde destacam-se: ‘Sai de Baixo – O Filme’, ’10 Segundos para Vencer’, ‘É Fada!’, ‘O Nome da Morte’ e ‘Crô Em Família’. Além das produções internacionais, Fúria em Alto Mar e Paddington 2, bem como o premiado ‘VICE’ e os recentes ‘Rambo: Até o Fim’ e ‘Maria e João – O Conto das Bruxas’.

Veneza contou com investimento do BB DTVM, patrocínio do Banco Daycoval e apoio da Air Europa.

Mês de Maio no Ettore Cucina Italiana

Em maio, o Ettore Cucina Italiana, na Barra, traz para o cardápio duas delícias das alegres festas da grande família do chef Ettore Siniscalchi, oriunda de Benevento, na Itália. A primeira é o “Fusilli per la Mamma”, receita de família que, além de marcar as comemorações familiares, também encantava os elegantes clientes da Cantina Castelões, antigo restaurante dos avós, em São Paulo. A outra novidade é a Sacrapantina com Morango, sobremesa que reinava nas comemorações especiais. Tudo feito em casa. As lembranças vêm das férias escolares de Ettore, quando tios, primos e avós se reuniam num belo casarão no Brás, reduto de imigrantes italianos na época.

Elaborado com massa artesanal, o “Fusilli per la Mamma” é inspirado em uma das receitas mais leves e saborosas que a avó de Ettore preparava para a família. A iguaria era servida pela “nonna” com um molho de alcaparras, tomate em cubos, cebola em gomos, cebolinha e pimenta dedo-de-moça, tudo isso finalizado com uma porção de ricota defumada por cima. Com uma proposta simples e certeira, o molho da “nonna” é sucesso até hoje no cardápio do antigo restaurante da família em São Paulo, a Cantina Castelões. Este ano, o chef Ettore decidiu compartilhar o segredo. “No mês de maio, os clientes que visitarem o restaurante ou pedirem o ‘Fusilli per la Mamma’ por delivery receberão uma cópia da receita, que também será divulgada nas nossas redes sociais”, explica ele. 

Outra novidade do Mês das Mães é a torta Sacrapantina, sobremesa da família que percorreu gerações até chegar ao Ettore, na Barra. A preparação era por si só uma festa e podia durar uma tarde inteira. A “nonna” reunia as mulheres e crianças na cozinha para fazer o pão de ló, que depois era cortado em camadas e intercalado com creme Pâtissière. Na hora de servir, a torta era coberta com o farelo do próprio pão de ló, que deixava a sobremesa com uma textura levemente crocante e uma aparência bem rústica. De lá para cá, Ettore já visitou e revisitou a receita da Sacrapantina algumas vezes, até encontrar um ingrediente ideal para dar a sua cara à tradicional receita familiar: morangos. Hoje, a “Sacrapantina com Morangos” é preparada com pão de ló, intercalado com recheio de creme patisserie com morangos, cobertura de morangos e farelo de pão de ló. No mês de maio, a torta estará disponível sob encomenda, em dois tamanhos (médio e grande).

SOBRE O ETTORE

O Ettore Cucina Italiana traz em seu DNA o amor à culinária de uma tradicional família napolitana. Os Sinischalchi assinaram ícones da gastronomia em São Paulo – como a Confeitaria Guarany e a Cantina Castelões – e no Rio ­– como a Cantina Sorrento, antigo ponto de encontro de artistas e intelectuais no Leme, e o famoso Tarantella, na Barra. Aberto em 1981, o Ettore nasceu com a responsabilidade de honrar o nome da família. Primeiro era apenas um pequeno pastifício, no Condado de Cascais, na Barra da Tijuca, destinado a vender a autêntica massa artesanal italiana. Em pouco tempo, a lojinha ganhou uma mesa para servir massas prontas aos clientes mais chegados. Daí para virar um restaurante foi um pulo. A loja ao lado acabou incorporada ao pastifício, ganhando ares de cantina italiana – ambientação que se mantém até hoje. Em 2014, o restaurante inaugurou uma segunda unidade, no Cidade Jardim.

Uma refeição no Ettore é uma viagem no tempo, onde se experimentam sabores e atributos cada vez mais difíceis de encontrar. A qualidade da comida, a generosidade das porções, a variedade do cardápio e o atendimento são pontos de honra. A renovação constante também faz parte do menu. Hoje, cerca de 20% do cardápio do Ettore são de pratos vegetarianos, e há também espaguete sem glúten. Identificado com o renomado selo “Ospitalità Italiana”, certificação de qualidade e reconhecimento dos melhores restaurantes italianos no mundo, o Ettore distingue-se também pela constante presença do dono e chef na casa, Ettore Siniscalchi, e pelo serviço dos garçons, alguns em atividade no local desde a inauguração, e amigos de longa data dos clientes.

SERVIÇO

Ettore Barra
End: Av. Armando Lombardi, 800 Lojas C/D/E – Barra da Tijuca – RJ
Restaurante: domingo a quinta-feira, das 10h às 22h; sexta e sábado, das 10h às 23h
Tel: (21) 2495-3316
Lotação: 121 lugares
Comodidades: Wi-fi – Acesso para cadeirantes – Ar-condicionado – Cardápio executivo – Cartões (Visa, Master e Amex)
Entregas: (21) 2493-5611 / 2493-8939
Lojinha: diariamente, das 10h às 22h
Tel: (21) 2493-5611 / 2493-8939

Ettore Cidade Jardim
Funcionamento normal do restaurante: terça a sexta-feira, das 15h às 23h; sábado, das 12h às 23h; domingo, das 12h às 20h
Tel: (21) 2431-4756 / 2431-2395 / 99813-7190
Comodidades: Acesso para cadeirantes – Ar-condicionado – Cartões (Visa, Master e Amex)
Lotação: 46 lugares
End: Av. Vice Presidente José Alencar, 1350 – Loja F – Cidade Jardim – Barra da Tijuca – RJ

Delivery pelo IFood ou pelos telefones:
– Jardim Oceânico: 2493 5611 • 2493 8939
– Cidade Jardim: 2431 4756 • 2431 2395 • 9 9813 7190
Entregas diariamente na Barra, Jacarepaguá, São Conrado e adjacências. Aos fins de semana, também no Leblon e Gávea.

www.ettore.com.br
clientes@ettore.com.br

‘MACACO – Relatório a uma academia’

‘MACACO – Relatório a uma Academia’ é uma adaptação do diretor Beto Brown, a partir do conto de Franz Kafka, “Relatório a uma academia”, publicado em seu primeiro livro, em 1917, e interpretada pelo ator Eduardo Andrade. 

O espetáculo com 50 minutos de duração, gravado no Teatro Gláucio Gill,celebra 25 anos de parceria entre o ator e diretor. Criado como montagem teatral, passou a ser pensado como audiovisual, buscando com a nova linguagem, a intensidade do encontro presencial. 

Franz Kafka é um dos nomes importantes na literatura moderna, autor de, entre outros, ‘Metamorfose’ e ‘O Processo’. Mesmo passados cem anos, Kafka escreveu uma história, moderna, contemporânea, com ficção e ironia.

O ator Eduardo Andrade, que levará essa adaptação para a cena, carrega uma vivência de mais de trinta anos como palhaço. Eduardo é ator, cenógrafo, artista plástico e palhaço profissional desde 1988. Membro da primeira formação da Intrépida Trupe e do grupo Irmãos Brothers, ficou conhecido como o palhaço Dudu. Além de formado em Desenho Industrial pela UERJ e mestre e doutor em design pela PUC do Rio de Janeiro, onde atualmente é pesquisador.

“Essa fábula genial e intrigante: publicada em 1917, é hoje revista e montada num cenário caótico e pandêmico, onde a sobrevivência está cada vez mais relacionada a nossa capacidade de adaptação aos novos tempos” explica Eduardo.

O texto conta a história de um macaco que é capturado na África, no começo do século passado, e levado para Hamburgo, a fim de ser exibido num zoológico. Durante sua viagem, dentro de uma pequena jaula num navio a vapor, percebe que, pela primeira vez em sua vida, não tem saída e morrerá se não encontrar uma. Observando os marujos do navio consegue desenhar e construir uma virada que o transformará totalmente. Através de muito esforço consegue uma façanha de que não se tem notícia de outro caso parecido: chega à formação média de um europeu intelectual. 

O diretor Beto Brown contextualiza: “Eu já trabalho com Dudu há 25 anos. Essa peça é então a comemoração bodas de prata da parceria que iniciamos no primeiro espetáculo dos Irmãos Brothers, que eu dirigi. Dudu foi um dos fundadores dos Brothers. Li o conto e resolvi conta-lo com minhas palavras, sem fugir da história original, que foi aos poucos se entranhando em mim e avançando sob meus dedos no teclado e revelando aspectos interessantíssimos e ultra atuais.”

O macaco se viu sem saída e sem saber o que pensar, não pensou, não planejou. Apenas se acalmou o quanto pode e observou o máximo possível. E qual um sapien, sem saber, acumulou e organizou observações e pensamentos. Virou outra coisa jamais antes desejada ou sonhada por ele, que provavelmente nem sabia o que era sonhar. Mas ele foi além. Chegou onde precisava e até mais longe. Uma transição muito bem sucedida”.

“O projeto, que antes se tratava de uma montagem teatral, sofreu mudanças pela pandemia e passou a ser pensado como um produto audiovisual. Esse desafio mobilizou novas formas de pensar e de buscar saídas que mantivessem, nessa nova linguagem, a intensidade do texto presencial”, arremata Eduardo.

 Ficha Técnica –

Texto: Franz Kafka

Adaptação e direção: Beto Brown

Atuação: Eduardo Andrade

Iluminação: Djalma Amaral

Cenário e Figurino: Teca Fichinski

Trilha Sonora: Marcos Kuzka

Direção e preparação corporal: Tatiana France

Visagismo/maquiagem: Rose Verçosa

Direção de produção e Produção executiva: Rosane Cartier – Lumen Produções

Programação visual/Designer: Danielle Martins

Direção de imagens e vídeo: Alonso Martinez

Administração financeira: Marcela Sá – Lumen Produções

Assessoria de imprensa: Luiz Menna Barreto (21) 99872-5534

Assessoria em Redes Sociais: Flavia Brasil

Assistente de direção: Tatiana France

Assistente de figurino: Bella Cardoso

Assistente de maquiagem: Flavia Brasil

Contrarregra: João Elias

Operação de Som: Marcos Paulo do Couto Valle

Assistente e operação de luz: Jorge Raibott

Câmeras: Ulysses Elmer da Costa Moraes e Maurício Cardoso

Fotografia: Alonso Martinez

Montagem:  Sidney da Silva Corrêa e Jorge Raibott

Costureira: Francisca Lima Gomes

Intérprete de Libras: Juliete Viana

Administração Arte5 Produções: Joana Damazio

Realização: Arte Cinco Produções – www.arte5.com.br

A Arte Cinco é uma empresa voltada a arte, educação e cultura.
Criada em 1997 por Eduardo Andrade, atua há mais de vinte anos em diferentes frentes da produção artística. Na área de teatro destaque para os espetáculos:

2012 – Espetáculo Contagem Progressiva (Prêmio Funarte Caixa Carequinha de Estímulo ao Circo).
O projeto O Palhaço Cientista, em parceria com a Secretaria de Cultura de Santo Antônio do Monte/MG, compreendendo 03 etapas: Espetáculo Clowne o Palhaço Cientista; Oficina e divulgação da Cartilha de Educação Ambiental; e Exposição.

2013 – Realização e produção do espetáculo O Esquecimento Global, com o Palhaço Dudu, no Teatro Dulcina.

2003 a 2014 – Agenciamento dos shows do Palhaço Dudu em eventos como: evento anual Fiocruz Para Você; Projeto Conexões Itinerantes SESC Rio.

Realização de 06 apresentações do espetáculo teatral “Dudu, o Palhaço Cientista em O Esquecimento Global”, para o projeto Teatro Escola do SESC em diversas unidades do estado do Rio, o mesmo espetáculo foi contemplado com o edital Circuito SESI Cultural, apresentando-se em 8 unidades.

Nos últimos anos apresentamos duas parcerias, voltadas para a educação, com a PUC-Rio. Uma dentro do programa de pós-graduação em Design no qual confeccionamos bonecos Toy Art com o tema Bate Bolas para o 8° Congresso Internacional de Diseño, na Universidad Iberoamericana Ciudad de México.

2019 – Em parceria com o NEAM, no projeto do almanaque “Tamo Junto Rocinha”.

Original Franz Kafka

Com Eduardo Andrade

Direção e adaptação Beto Brown

temporada gratuita no Canal Dudu Arte5 do youtube

Estreia dia 26 (quarta-feira) às 20h.

Apresentações dos dias 26 a 30 de maio/2021, (de quarta a domingo), às 17h e 20h.

Às 17h. sempre com tradução em libras. 

Link 1min.  https://youtu.be/JNnKx-mzvlI 

E mais:

DEBATE GRATUITO Online – Dia 27 (quinta-feira às 20:50h) – intitulado “A PEÇA E O PERSONAGEM” com convidados após o espetáculo. O debate é composto pelo diretor Beto Brown, o ator Eduardo Andrade e os convidados são Evelin Dizitzer (psicóloga) e César Augusto (ator e diretor).

OFICINA GRATUITA Online – Dia 30 (domingo às 16h.) intitulada MONÓLOGOS A PARTIR DE TEXTOS LITERÁRIOS, com o diretor Beto Brown. A inspiração para essa oficina foi a sua pratica na montagem do espetáculo. Beto ministrará um workshop online, voltado para atores e atrizes, que constitui de conversa e pratica sobre monólogos a partir de literatura.

Dia Internacional dos Museus traz campanha de incentivo à leitura

Na próxima terça-feira, dia 18 de maio, o mundo celebra o Dia Internacional dos Museus, data que destaca a cada ano um tema específico para reflexão, sob coordenação do Conselho Internacional de Museus. Em 2021, o tema aborda: “O Futuro dos Museus: Recuperar e Reimaginar”. E a Colli Books, sempre atenta aos assuntos culturais e educativos, apresenta aos leitores o recém-lançado livro infantil ‘Incêndio no Museu’, assinado pela autora brasileira Isa Colli. O livro resgata de forma lúdica para as crianças a história de um importante patrimônio histórico cultural: O Museu Nacional.

E, para incentivar a leitura, a Colli Books promove uma campanha em seu e-commerce. Para quem desejar adquirir o livro físico, o selo oferecerá desconto de 20% entre os dias 13 e 21 de maio, na compra direto do site da editora. Além disso, o livro também estará disponível nas plataformas de venda digital Americanas, Shoptime, Submarino, no valor de R$39,90.  

A fábula apresenta uma mistura de realidade e ficção sobre o fatídico incêndio que atingiu o Museu Nacional, trazendo em sua narrativa animais como personagens principais. Na obra, Isa Colli proporciona ao leitor a sensação de passear pelos corredores do museu, com sua narrativa cheia de detalhes sobre os diferentes espaços do local, as peças e relíquias que lá existiam. 

“O livro é uma maneira de mostrar a importância dos museus para a preservação e conhecimento da história. É uma oportunidade para falarmos sobre a valorização da nossa memória e alertar que precisamos cuidar dos nossos bens culturais”, ressalta a escritora. 

Isa conta que soma várias memórias boas do Museu Nacional, já que viveu muitos anos no Rio de Janeiro. A escritora, que também é jornalista, ainda comenta que o livro é revela curiosidades sobre o prédio, Paço de São Cristóvão, ocupado pela família real, entre 1808 a 1889, e onde nasceram o Imperador Dom Pedro II e a Princesa Isabel. 

Para participar da campanha, basta acessar os seguintes links de acesso.

Americanas

https://www.americanas.com.br/produto/3276651218

Submarino

https://www.submarino.com.br/busca/incendio-no-museu?rc=Inc%C3%AAndio+no+museu+

Shoptime

https://www.shoptime.com.br/busca/incendio-no-museu

Colli Books (Desconto de 20%)

Windsor Barra oferecerá Spa Day para as mães em maio

Dia das Mães é sempre uma data muito especial. Pensando nisso, o Windsor Barra resolveu dar um mimo a mais para aquelas que se hospedarem no hotel ao longo do mês de maio. Em parceria com a Clínica Sépua, as mães poderão optar por um pacote especial para o mês delas e ganharão um Spa Day, que inclui escalda pés, revitalização facial, esfoliação corporal e massagem com pedras quentes, disponível no próprio hotel. Além dos serviços especiais, a hospede terá direito a estacionamento para um veículo por apartamento, 20% de desconto no consumo de alimentos e bebidas no hotel, early check-in a partir das 12h e late check-out até às 14h.

Para participar, a cliente precisa realizar a compra do pacote especial do Mês das Mães, de uma diária de segunda a sexta-feira ou de duas diárias nos finais de semana que dão direito a um serviço de Spa Day. As compras devem ser realizadas exclusivamente pelo site da Rede Windsor (windorhoteis.com) e da Central de Reservas (21 2195-7800). A promoção é válida para uma hóspede por apartamento e o benefício estará disponível de 3 a 31 de maio, as informações para agendamento do benefício serão informadas após a realização da reserva.

“Sabemos que todas as mães precisam de um momento de descanso e a Rede Windsor decidiu proporcionar esse tempo durante o mês dedicado a elas. Conseguimos, através da parceria com a Clínica Sépua, trazer um spa para dentro do Windsor Barra e tornar a estadia ainda relaxante”, diz Vitor Almeida, gerente de Marketing da Rede Windsor Hoteis.

A Clínica Sépua montará toda a estrutura em uma área exclusiva no Windsor Barra. Os serviços estarão disponíveis diariamente das 12h às 20h. As sessões duram duas horas, e estarão sujeitas à disponibilidade. Os demais serviços oferecidos pela Clínica Sépua também estarão disponíveis para as clientes que tiverem interesse.

“Estamos muito felizes em participar desta ação junto ao Windsor Barra, principalmente porque um dos pilares da nossa clínica é oferecer bem-estar e atendimento de qualidade à nossa clientela. Aliar os nossos serviços ao conceito de conforto e atendimento que o hotel oferece, faz com que possamos agregar valor à ambos e garantir a satisfação dos hóspedes”, comenta Judite Flor, sócia da Clínica Sépua.

Sobre a Rede Windsor Hoteis

Completando 35 anos em 2021, a Rede Windsor possui 16 hotéis de três a cinco estrelas. Dona de um dos maiores grupos hoteleiros independentes do país, tem 14 unidades no Rio de Janeiro – entre Zona Sul, Barra da Tijuca e Centro –, além de duas unidades em Brasília.

A rede carioca conta ainda com o Centro de Convenções & Hotéis Windsor, o maior centro integrado de hotéis e eventos da capital fluminense, onde estão o Windsor Barra, Windsor Oceanico, além do Centro de Convenções. O espaço tem 24 mil metros quadrados, 100 salões multiúso, a maior plenária comporta até 2.500 pessoas, com capacidade de atender a um público flutuante de até sete mil pessoas. Como reconhecimento por excelência em prestação de serviços de hospedagem, gastronomia e eventos, figura em premiações nacionais e internacionais.Neste momento, a Rede Windsor possui unidades funcionando normalmente com rigoroso padrão de higienização, seguindo as orientações de uma consultoria técnica sanitária profissional. A empresa também tem investido em treinamentos e readequação dos seus serviços. Tudo isso para continuar oferecendo um atendimento de excelência e qualidade a todos os seus hóspedes.

Sobre a Clínica Sépua

Inaugurada em dezembro de 2020, a Clínica Sépua é o resultado da expertise em tratamentos estéticos de Fabiana Garcia e do know how em gestão de negócios de Judite Flor. Mulheres, mães e empreendedoras natas, ambas imprimem um conceito acolhedor e focam, além da beleza, no bem-estar das clientes com tratamentos diferenciados e totalmente elaborados segundo o perfil de cada mulher. Desde o ambiente aconchegante da clínica, localizada na Barra da Tijuca, ao atendimento personalizado, o perfil do empreendimento foi desenhado para quem precisa conciliar carreira, família e vida pessoal, dando o devido cuidado a si mesma. “Nosso objetivo é cuidar das nossas clientes como um todo, o que começa com o tratamento estético, que cuida da parte externa, e vai até a revitalização interna, o que permite que a mulher saia pronta e com as energias recarregadas para enfrentar as dificuldades diárias de quem trabalha, estuda, cuida da casa e dos filhos”, diz Judite, sócia da clínica que atende VIPs como as atrizes Viviane Araújo e Juliana Diniz.

Sound Bullet encerra ciclo de disco com clipe “Phoenix”

Na mitologia, a fênix é um símbolo de términos e recomeços. Com a canção inspirada pela história, “Phoenix” marca o fim de um ciclo para a banda carioca Sound Bullet e seu segundo disco de estúdio, “Home Ghosts”. O trabalho marcou sua estreia pela Sony Music Brasil e um amadurecimento em uma sonoridade desde sempre guiada pelo math rock, post-punk revival, alternativo e indie. Agora, a história de como lidar com solidão e ansiedades do primeiro clipe “Shabby” ganha uma conclusão no vídeo do novo single, dirigido e produzido por Lucas Bellator.

Assista ao clipe “Phoenix”: https://youtu.be/ZqOwTHVdCZI

Assista ao clipe “Shabby”: https://youtu.be/M1iPpEOHML0

Ouça “Home Ghosts (Deluxe Edition)”: https://soundbullet.lnk.to/HomeGhostsDeluxe

“O clipe termina a história que começa em ‘Shabby’, primeiro single do álbum. Nossa personagem principal, Phoenix, espalha o novo, convencendo pessoas em seu caminho a conhecerem também o que ela traz. Ao mesmo tempo, um outro personagem a persegue, não sabemos por qual motivo. Nessa busca – sem saber como chegar a ela – ele vai encontrando os sinais que o levam até seu último local conhecido. Acho que, além da história criada e contada pelo pessoal, serve como uma analogia para como o novo sempre encontra seu lugar, ultrapassando o velho sem ter suas amarras”, resume o vocalista e guitarrista Guilherme Gonzalez.

Um dos focos do novo single, o existir dentro da sociedade, ao lado dos relacionamentos com o mundo e a busca por uma paz interna, dão a tônica de “Home Ghosts”, um passo além nos temas explorados no disco “Terreno”, de 2017, que olhava muito para o mundo externo. Com o primeiro trabalho, a Sound Bullet circulou por diversas regiões do Brasil e venceu o concurso EDP Live Bands, que garantiu uma apresentação no festival português NOS Alive, além de um contrato com a Sony Music. A gravadora lançará também seu próximo disco.

“Acho que esse vídeo é uma boa conclusão para todo o projeto. Ficamos um pouco tristes de não podermos tocar ao vivo o disco, mas um dia conseguiremos com certeza. Agora, nos preparamos para trabalhar um álbum em português e alguns singles no caminho. Ainda não temos um nome ou uma data específica, mas ainda esse ano vamos lançar músicas novas”, antecipa Guilherme.

Além de Gonzalez, a banda conta com Fred Mattos (baixo), Rodrigo Tak-ming (guitarra), Henrique Wuensch (guitarra e synth) e Pedro Mesquita (bateria). Os discos lançados pela Sony integrarão uma discografia que inclui também o EP de estreia, “Ninguém Está Sozinho”, produzido por Diogo Strausz e o single “Mineirinho”, uma releitura indie do sucesso do Só Pra Contrariar lançada em 2019. “Home Ghosts” e os demais lançamentos estão disponíveis em todas as plataformas de música digital. 

Assista ao clipe “Phoenix”: https://youtu.be/ZqOwTHVdCZI

Assista ao clipe “Shabby”: https://youtu.be/M1iPpEOHML0

Ouça “Home Ghosts (Deluxe Edition)”: https://soundbullet.lnk.to/HomeGhostsDeluxe

Crédito: Pedro Guarilha

Ficha técnica

Direção e roteiro – Lucas Bellator

Elenco – Andrezza Mirapalheta e João Ernesto Faria

Assistência de Produção – Reny Souza, Leticia Mirapalheta e Vitoria Galimberti

Consultoria de roteiro – Aline Silva

Produção – CIPHER

Filmado em Cidreira/RS

Letra:

I am afraid of all the things I’ve seem to face these days

Distressing what I’m used to call, a norm and troubles me

Waking up soaked in my sweat

Greeting the boogeyman as a dear old friend

And if every song I ever wrote was about you

But I’m quitting now

These words will last while I get out

And if every song I ever wrote was about you

But I’m quitting now

These words will last while I get out

I get it now

This is me dealing with being lost

For so long I can’t find a home in all my dearest ones

I’m leaving all the windows open

So we breathe again, the same air as before

Take me back to you and I in my old room

In Laranjeiras when I wasn’t like this

Take me back to you and I in my old room

In Laranjeiras when I wasn’t like this, yeah

And if every song I ever wrote was about you

But I’m quitting now

These words will last while I get out

And if every song I ever wrote was about you

But I’m quitting now

These words will last while I get out

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Gero Camilo em “Elixir de Cauim” no Youtube

Depois de ALUCINAÇÃO, em homenagem a Belchior, seu conterrâneo, quando o artista ainda era vivo, Gero Camilo – artista que trafega com desenvoltura por diferentes linguagens – apresenta o novo show ELIXIR DE CAUIM, a ser exibido entre 7, 8 , 9, 14, 15 e 16 de maio 20 horas no ar pelo canal do YouTube de Gero – gerocamilooficial. Com duração de 60 minutos, reúne no repertório 13 músicas de seus dois CDs (Canções de Invento, de 2008, e Megatamainho, de 2014), além de composições inéditas de seu novo álbum, o terceiro da discografia. FRUTO DA BELEZA, ainda em pré-produção, tem lançamento previsto entre final deste ano e começ ;o de 2022.

No show ELIXIR DE CAUIM, a maioria das músicas é de sua autoria. O repertório passeia do rock ao samba, passando pela canção. Com direção musical de Rovilson Pascoal (violões e guitarra), que assina os arranjos ao lado de Ricardo Prado (violão, piano, baixo e sanfona), o show foi gravado durante uma imersão musical feita pelos três no estúdio Canto da Coruja, em Piracaia, interior de São Paulo. O projeto foi realizado com apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa Do Estado de São Paulo, Proac, Governo Federal e a Lei Aldir Blanc. Chamam a atenção no repertório três canções inéditas – Essa vida é um bem, de Gero; Camisa Vermelha, p arceria com Zé Modesto, e Iracema, com Luiz Miranda, em homenagem ao Ceará, estado natal, e ao romance homônimo de seu conterrâneo, o escritor José de Alencar.

Além das três inéditas, o set list traz 10 músicas que também podem ser ouvidas nas plataformas de streaming. Duas não são composições próprias – o forró Chuchuzeiro, de Criolo, e o samba Vem Amor, de Marat Descartes. As outras são próprias ou em parcerias, como Meu Diadorim, com Luiz Caldas; e This is Love, com Rubi. Não poderia faltar Vai Desabar, considerada seu “grande sucesso”, que acumula milhares de visualizações na internet. Em 23 anos de carreira, Gero Camilo mantém em seu acervo shows, discos e peças de teatro, incluindo a apresentação musical em homenagem ao humorista Chico Anysio – “Aos baianos e os novos caetanos” , com Luiz Miranda, e também o show em homenagem a Belchior.

Serviço

Show – Elixir de Cauim. Dias 7, 8 , 9, 14, 15 e 16 de maio às 20h, no ar no canal do YouTube do Gero – gerocamilooficial. Duração: 60 minutos. Indicação: livre.

Ficha Técnica 

Voz – Gero Camilo. Direção Musical: Rovilson Pascoal. Arranjos: Rovilson Pascoal e Ricardo Prado. Violões e guitarra – Rovilson Pascoal. Violão, piano, baixo e sanfona – Ricardo Prado. Técnico de som: Marcelo Ariente e Bruno dos Reis. Direção de fotografia e câmera: Sóstenes Matusalém. Câmera: Thiago Ming. Edição: Sóstenes Matusalém. Produção geral e executiva: Flávia Corrêa. Iluminação: Fabrício Fonseca. Arte e designer: Sato. Gravado, mixado e masterizado no Estúdio Canto da Coruja (Piracaia) por Ricardo Prado e M arcelo Ariente. Assessoria de Imprensa – M. Fernanda Teixeira (Arteplural)

Repertório

  1. Elixir de Cauim (Megatamainho)  –  de Gero Camilo. 
  2. Carta de Puebla (Canções de Invento) –  de Gero Camilo.
  3. Jobinamente (Canções de Invento) –  de Gero Camilo e Cristiano Karnas.
  4. Chuchuzeiro (Megatamainho) –  de Criolo.
  5. Vem amor (Canções de Invento) –  de Marat Descartes. 
  6. Camisa Vermelha  –  de Gero Camilo e Zé Modesto (Inédita).
  7. Megatamainho (Megatamainho) –  de Gero Camilo.
  8. Meu Diadorim (Megatamainho) –  de Gero Camilo e Luiz Caldas.
  9. This Is Love (Megatamainho) –  de Gero Camilo e Rubi.
  10. Iracema –  de Gero Camilo e Luis Miranda (Inédita. 
  11. Eboé – (Megatamainho) –  de Gero Camilo.
  12. Essa vida é um bem (Inédita) –  de Gero Camilo e arranjo de Everson Pessoa 
  13. Vai Desabar (Canções de Invento) –  de Gero Camilo.

Amor, Casamentos e Outros Desastres

Diane Keaton, Jeremy Irons, Maggie Grace e Diego Boneta protagonizam AMOR, CASAMENTOS & OUTROS DESASTRES, uma comédia que revela com muito humor os bastidores dos casamentos, numa história de encontros e desencontros, com personagens sempre em busca do amor verdadeiro. O filme é dirigido por Dennis Dungan, que também atua no longa, e tem em seus créditos de direção “Eu os Declaro Marido e… Larry”, “O Paizão”, e “O Pestinha”). Essa comédia romântica chega aos cinemas brasileiros no dia 20 de maio.
Em AMOR, CASAMENTOS & OUTROS DESASTRES, Maggie Grace (da série “Lost”) interpreta Jessie English, dona de uma loja de flores, que, pouco depois de terminar seu namoro, é convidada por Liz Rafferty (Caroline Portu) a organizar seu casamento com Robert Barton (Dennis Staroselsky), um candidato a prefeitura da cidade. Para a jovem, realizar a cerimonia perfeita pode ser o começo de uma carreira que ela tanto necessita.Para realizar a festa, Jessie trabalha com Lawrence Phillips (Jeremy Irons), um banqueteiro famoso, severo e mal-humorado. Uma amiga dele, por sua vez, arranjou para ele um encontro às cegas com Sara (Diane Keaton), mas não conta que ela é cega, gerando algumas confusões. Enquanto isso, Jessie procura a banda perfeita para tocar na festa do casamento, e quando encontra, acaba se envolvendo com o líder do conjunto, Mack (interpretado pelo cantor e ator mexicano Diego Boneta, de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”). Ao mesmo tempo, Jimmy (Andy Goldenberg), irmão de Robert, participa de um programa de televisão de namoro, e para ganhar, precisa ficar fisicamente ligado à sua companheira, Svetlana (Melinda Hill), pelo maior tempo possível. O outro personagem junto desse grupo é o Ritchie (Andrew Bachelor), guia turístico, que se apaixona por uma passageira do seu tour, mas não sabe o nome, nem onde a encontrar, e a única pista é a tatuagem em forma de sapatinho de cristal no pescoço dela, que sonha encontrar um amor como Cinderela. 
AMOR, CASAMENTOS & OUTROS DESASTRES é uma comédia que reúne vários tipos de romances, repleta de personagens em busca de amor sincero e um final feliz. Porém, nem sempre as coisas saem como planejadas. Por meio de encontros e desencontros, o longa esmiúça as expectativas do romance no mundo contemporâneo. A revista Variety destaca, em especial, as participações de Irons e Keaton, e compara AMOR, CASAMENTOS & OUTROS DESASTRES a “Simplesmente Amor”, com sua estrutura multifacetada e um grupo de personagens representando diversos tipos de comédia e romance. 
AMOR, CASAMENTOS & OUTROS DESASTRES será lançado no Brasil pela Califórnia Filmes. SinopseNessa comédia romântica, um grupo de personagens busca o amor sincero e a felicidade. Jessie é contratada para organizar um casamento grandioso, e vê a chance de sua carreira, finalmente, decolar. Lawrence havia desistido do amor, mas seus amigos arrumam de ele se encontrar com Sara, uma mulher cega e bem espirituosa. Enquanto tentam resolver seus problemas amorosos, esses personagens e todos que os cercam, percebem que não existe o romance perfeito. 
Amor, Casamentos & Outros Desastres | Love, Weddings & Other Disasters
Ficha TécnicaDireção: Dennis Dugan Roteiro: Dennis Dugan, a partir de uma história de Eileen Conn, Larry Miller e Dennis DuganElenco: Maggie Grace, Diane Keaton, Jeremy Irons, Diego Boneta, Jesse McCartney, Andrew Bachelor, Andy GoldenbergGênero: romance, comédia País: EUA Ano: 2020 Duração: 96 min.

Juliana Knust e Cássio Reis protagonizam a comédia romântica “Em Casa a Gente Conversa”

Protagonizado pelo atores Juliana Knust e Cássio Reis, com direção de Fernando Philbert e texto de Fernando Duarte e Tatá Lopes, o espetáculo será exibido dias 22 e 23 de abril, às 21h e dias 24 e 25 de abril,  às 18h e às 21h30, de forma gratuita pelo o sympla.com.br.

“Trazemos o espetáculo em uma versão híbrida com cenas gravadas em estúdio durante a pandemia, seguindo todos os protocolos necessários à segurança da equipe e atores. A ideia é oferecer a você o que o público viu sentado na plateia em conjunto com a captura das lentes das cameras, aproximando a reação dos atores e o seu olhar.” Afirma Fernando Duarte.

Em cena, as aventuras e desencontros de um casal já em processo de separação, que revê a sua própria história durante os encontros para definir detalhes do divórcio, criando sequências de momentos hilários.

Malu e Carlos Alberto, aos olhos de muitas pessoas, formam um casal perfeito, daqueles de comercial de margarina. Mas eles vivem na vida real e enfrentam todas as alegrias e agruras de um jovem casal.

Carlos Alberto é um homem dividido entre o desejo de ascender profissionalmente, a vontade de manter um casamento e o sonho de se manter eternamente livre. Já Malu é uma mulher que se desdobra entre carreira, casamento e a maternidade.

No decorrer da trama, eles falam com muito bom humor sobre assuntos pertinentes a qualquer casal: almoço em família, dia dos namorados, a vida sexual, TPM, o cotidiano da casa, a divisão de tarefas, as brigas, o balanço da relação e de amor.

Abordando questões universais amorosas dos universos masculino e feminino, peça mostra através da ótica do humor, o abismo que separa o mundo da mulher e do homem. Aborda também a forma como os sonhos se constroem e se desfazem ao longo da vida. O casal expõe suas questões com transparência.

 

Em Casa a Gente Conversa estreou dia 1º de setembro de 2018, no teatro Amazonas, em Manaus. Fernando Duarte também é autor dos espetáculos, “Callas” e “Depois do amor”, ambos com direção de Marília Pêra, “Além do que os nossos olhos registram”, protagonizado por Priscila Fantin, Luiza Tomé e Silvia Pfeifer. A direção artística de Fernando Philbert que assinou a direção dos espetáculos “Em nome do jogo” e “O escândalo de Philipe Dussaert”, ambos com Marcos Caruso, “O topo da montanha” com Lazaro Ramos e Taís Araújo, entre outros.

           

Ficha Técnica

Texto – Fernando Duarte e Tatá Lopes – Direção – Fernando Philbert  – Elenco – Juliana Knust e Cássio Reis – Participação em vídeo – Grace Gianoukas  – Figurinos – Bruno Pimentel – Cenário – Mina Quental  – Iluminação – Vilmar Olos  – Trilha sonora original – Danielle Vallejo e Jean Albernaz – Músicos – Gustavo Loureiro – contrabaixo/Igor de Assis – guitarra/ Jean Albernaz – bateria/ Danielle Vallejo –  voz/ gravação e mixagem – Seu Cris – Cinematografia  – Felipe Bredas/Multiphocus arte & comunicação  – Projeções e operação de vídeo – Aníbal Diniz  – Projeto Gráfico – Ronaldo Alves  – Visagismo – Walter Lobato – Fotos e material gráfico – Paulo Reis  – Fotos de Cena – Rubens Cerqueira – Cenotécnico – André Salles e equipe – Costureira – Maria Santina – Operador de som – Bob Nascimento – Operador de luz – Bruno Caverna – Diretor de cena – Ricardo Silva – Produtor associado – Cássio Reis – Prestação de contas – Cavalo Marinho – Coordenação de produção – Fernando Duarte  – Direção de produção – Fabrício Chianello – Produção – Vissi Darte produções Artísticas

Serviço

Em Casa a Gente Conversa

Data: 22 a 25 de abril

Horários: Dias 22 e 23, às 21h / Dias 24 e 25, às 18h e às 21h30

Ingressos gratuitos pelo sympla.com.br  

Duração: 60 minutos. Classificação indicativa: 14 anos

Moyseis Marques estreia Projeto Nosso Samba

Projeto que nasceu para reverenciar o samba e seus criadores, o Sambabook abre espaço para uma série de lives com grandes nomes do gênero, batizada de Nosso Samba.

No momento difícil que vivemos, quando se faz necessário cumprir à risca as medidas de distanciamento social, o projeto Nosso Samba, que tem produção e curadoria de Regina Oreiro e co-produção do Sambabook, estreia no próximo dia 17 de abril, às 21 horas, promovendo uma corrente de solidariedade para valorizar os artistas do samba.

Todas as lives do projeto Nosso Samba acontecerão no canal do Sambabook no YouTube, e a ideia é incentivar a prática do ingresso consciente, um meio justo, democrático e simples de remunerar os artistas impedidos de trabalhar nesse momento da pandemia. Antes e durante as transmissões ao vivo, o público poderá contribuir com o ingresso consciente: toda a receita arrecadada será destinada aos artistas participantes, através da operação do site Sympla.

A estreia será com Moyséis Marques, dia 17, que apresenta sozinho o show “Sambaluz”, fruto da quarentena, e também nome de um samba novo, feito em parceria com o jornalista, escritor e compositor Luis Pimentel. Entre lives e curadorias de festivais online, aulas de música, estudos de novos instrumentos, faxinas domésticas e muito exercício físico, Moyseis resgatou algumas canções, descobriu outras e, ainda, escreveu novas.

Junto com ele, que não anda só, encontramos traços de Wilson das Neves, Ana Costa, Moacyr Luz, João Cavalcanti, Alfredo Del Penho, Pedro Miranda, Vidal Assis, João Martins e Zé Renato muito presentes. Sucessos já conhecidos na voz de Moyseis ganharam roupagem intimista, porém não menos visceral, característica marcante da voz desse mineiro de Juiz de Fora que se estabeleceu no subúrbio do Rio de Janeiro aos 20 dias de nascido. “Dificilmente um ‘Luiz Carlos da Vila’ fica fora do repertório!”, brada Moyseis, referindo-se ao maior poeta do bairro onde se criou: a mesma Vila da Penha de Teresa Cristina, do jogador Romário, de Marcelinho Moreira e Luiza Dionízio, só pra citar algumas personalidades desse simpático lugar no subúrbio da Leopoldina.

A luz dessas obras é o violão de Moyseis, berço da maioria das canções que serão apresentadas no show, mas o cavaquinho também começou a chorar mais alto nessa quarentena, e além das autorais “Poeta é outro lance”, “Panos e Planos” (com Luiz Carlos Máximo) e “Entre os girassóis” (com Edu Krieger), suas lives revelaram versões maravilhosas de “Coração vulgar” (Paulinho da Viola), “Subúrbio” (Chico Buarque) e “Nomes de Favela” (Paulo César Pinheiro).

A live será gratuita pelo canal do Sambabook no YouTube. Contudo, há um incentivo ao ingresso consciente, que é um meio justo, democrático e simples de se remunerar modestamente os artistas, uma vez que estão todos impedidos de trabalhar, por motivos óbvios, e há poucas políticas públicas na direção do subsídio aos profissionais da cultura. No mais, é só tirar os sapatos, escolher sua bebida preferida, chamar quem mora com você, plugar na TV, se possível, e se emocionar, até isso tudo passar.

A próxima atração do projeto será Nilze Carvalho e a live já tem data marcada: será no dia 24 de abril, sempre às 21 horas. Em apresentação solo, acompanhada de seu violão, Nilze prepara um desfile de sambas clássicos e autorais.

Outro grande nome do samba confirmado no projeto é o Moacyr Luz que fará sua apresentação dia 08 de maio, às 21 horas.

Todas as lives do projeto Nosso Samba serão gratuitas, pelo canal do Sambabook no YouTube, mas a ideia é incentivar a prática do “ingresso consciente”, um meio justo, democrático e simples de remunerar os artistas impedidos de trabalhar nesse momento da pandemia.

Nosso Samba – Canal do Sambabook no YouTube.

Moyseis Marques – dia 17/04, às 21 horas

Nilze Carvalho – dia 24/04 às 21 horas

Contribua com o ingresso consciente, antes e durante as transmissões ao vivo

Link para o evento:

https://bileto.sympla.com.br/event/67681/d/97553/s/536923

12° Edição do Rio Dance Lab vai acontecer de 12 a 18 de abril 100% on-line

Evento idealizado pelo coreógrafo Rodrigo Soninho tem como objetivo democratizar o acesso a conteúdos sobre Danças Urbanas/Street Dances. De 12 a 18 de abril de 2021 vai acontecer, 100% online, a 12ª edição do “Rio Dance Lab”: Intensivo de “Street Dances”, oferecendo conhecimentos sobre história, música, fundamentos, técnicas e inovações para jovens e adultos interessados em estudar esta cultura, seja apenas por apreciação, ou para integrar o cenário profissional das Street Dances.

“Em março do último ano tivemos uma edição cancelada um dia antes do evento, devido ao início do isolamento social da pandemia. Durante esse período, conseguimos realizar duas edições online, ambas em 2020. Agora estamos realizando a terceira edição online e a primeira da história do evento com patrocínio público. O nosso foco principal é conseguir continuar proporcionando o máximo de acesso à cultura das Street Dances de maneira consciente: respeitando as orientações de segurança sanitária de controle à pandemia do coronavírus”, explica o diretor do evento Rodrigo Soninho.


Serão 7 dias de aulas, mais de 50 horas, 31 professores, em 3 formatos diferentes: Lab Class, imersões artísticas com 3 horas de duração; Dance Class, aulas com abordagens diversificadas dentro das Street Dances; e a novidade deste ano Foundation Class, com aulas voltadas para a prática dos estilos fundacionais, incluindo Popping, Locking, Hip Hop, House Dance, Passinho, Breaking e outras linguagens.


Os professores que comandarão as aulas são referência em suas áreas de atuação, coreógrafos e bailarinos com histórico nacional e internacional, com carreiras consolidadas no mercado da dança. Entre eles, Arielle Macedo, da equipe da cantora Anitta há mais de 10 anos; Filipi Ursão, que já trabalhou em projetos de sucesso com Deborah Colker; Jaqueline Monteiro, dançarina da cantora Iza, entre outros.

Além disso, o evento contará com um Showcase com a presença dos professores do evento e Cias convidadas; Debates sobre temas que afetam diretamente o cenário das Street Dances e uma Batalha de Hip Hop Dance com convidados.

Fomentando o cenário fluminense e nacional das Danças Urbanas/”Street Dances”, o Rio Lab Dance, desde a sua primeira edição em 2018, cria um espaço de integração social e convivência baseada nos valores positivos estimulados pela Dança, tais como disciplina, integridade, motivação, solidariedade, coletividade. O principal público alvo são dançarinos amadores, jovens ou adultos (a partir de 14 anos), interessados em estudar a Cultura das Danças Urbanas/”Street Dances”, seja apenas por apreciação, ou para integrar o cenário profissional das Street Dances. 

ACESSIBILIDADE E DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO

As aulas do evento não apenas terão valor acessível, como serão oferecidas bolsas para estudantes de escolas públicas e alunos de projetos sociais. Os debates serão transmitidos em perfil aberto na rede social Instagram, e o Showcase e a Batalha serão transmitidos na íntegra em modo público pelo canal do Youtube “Rio Dance Lab”, de forma que um número maior de pessoas possa assistir e participar gratuitamente. Estas transmissões ficarão disponíveis por um período de pelo menos 1 (uma) semana após a realização do evento, de modo que, caso algum espectador tenha imprevistos de conexão com a Internet na hora da apresentação, ainda possa ter acesso ao conteúdo. Haverá intérprete de libras durante todos os debates. A apresentação do Showcase será legendada.

O Rio Dance Lab: Intensivo de “Street Dances” foi contemplado pelo edital “Retomada Cultural RJ”, da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Lei Aldir Blanc.

SOBRE O DIRETOR

Um dos pioneiros do Hip Hop Dance no Rio de Janeiro, está envolvido com as danças urbanas desde 1999. Coreógrafo do RM 9lug (lê-se Plug) e o criador do método Improov.Soninho, trabalhou para diversas marcas,  shows de tv,eventos e performances incluindo o comercial da Tocha Olímpica da Coca Cola; o Flashmob Gigariso pra Trident no Rock in Rio; os dançarinos do entretenimento durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016; diversas ações da Nike e o Vogue’s Fashion Night out para a Diesel. Como dançarino trabalhou no Palco Street dance do Rock in Rio em 2013,2015 e 2017; na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016;para a Rede Globo; Concessionária Ford; Caixa Econômica Federal; Prêmio Multishow e recentemente para Anitta no Rock in Rio. Ministrou workshops por todo o Brasil incluindo o Festival Internacional de Hip Hop; Festival Rio H2K e também na Argentina, Estados Unidos, Holanda e República Tcheca.

ENDEREÇOS ELETRÔNICOS
Email: riodancelab@gmail.com 

Instagram: https://www.instagram.com/riodancelab/

Youtube: www.youtube.com/c/RioDanceLab

SERVIÇO
“Rio Dance Lab”: Intensivo de “Street Dances”

De 12 a 18 de abril de 2021.
100% online, pela plataforma Zoom.
Valores: 

Entre R$60 e R$80 (de acordo com lotes vigentes). 

PROGRAMAÇÃO

Instagram: https://www.instagram.com/riodancelab/

Vozes do Silêncio – Filme não Filme

Com direção e tradução de Fábio Ferreira, o projeto “Vozes do Silêncio – Filme não Filme” reúne três obras curtas (“Não eu”, “Passos” e “Cadência”)do dramaturgo irlandês Samuel Beckett, Nobel de literatura, que dão vozes às mulheres silenciadas pela sociedade. Em cena, a também premiada atriz Carolina Virgüez dá corpo – e voz – a essas personagens por meio de solos que dialogam com diferentes linguagens artísticas. “Vozes do Silêncio” estreia em 2 de abril, com apresentaçõesgratuitas de sexta a domingo, às 19h, até o dia 25, na plataforma Zoom, com retirada de ingressos pela Sympla (www.sympla.com.br/produtor/vozesdosilencio).

Gravado em um casarão da Glória, na Zona Sul no Rio de Janeiro, “Vozes do Silêncio” apresenta três curtas complementares que trazem referências do cinema experimental russo e da artesania teatral, com uma riqueza metafórica intensa. São cenas plásticas e poéticas que transcendem à dramaturgia, mas que conversam com ela numa narrativa oscilante em que as vozes femininas se desdobram criando sombras, reminiscências, deslocamentos ao ponto de questionarmos quem fala e de onde vêm essas vozes. “Brinco com as possibilidades de registrar o momento com câmera por meio de fusões, inversões de sentido e articulações entre trilha e movimento”, revela o diretor Fábio Ferreira, que começou sua carreira artística aos 16 anos como assistente do cineasta Silvio Tendler.

Escritos entre 1972 e 1980, os três textos formam uma trilogia conhecida internacionalmente como Whitelaw, em referência à atriz inglesa Bille Whitelaw, principal intérprete das obras de Beckett. “Embora formem uma trilogia, nenhuma produção se propôs a apresentar os três espetáculos no mesmo programa pela alta complexidade dos textos. Aqui no Brasil, já foram montados, mas separadamente”, conta Fábio Ferreira. “O texto beckettiano tem uma sonoridade própria. A Carolina Virgüez é minha parceira de longa data. É uma atriz completa que tem todas as qualidades técnicas para essa montagem, um desafio que requer virtuose vocal e intensidade física”, elogia.

Os três filmes — “Não eu”, “Passos” e “Cadência” — são dispositivos cênicos que dialogam entre si e revelam existências femininas marcadas pelo tempo, que resistem (ou não) à erosão do dia-a-dia, e que têm em comum a repetição dos hábitos, o cancelamento e outras violências. Estudioso da obra de Beckett, Fábio Ferreira conta que apesar de as protagonistas femininas terem demorado a aparecer nos textos do escritor irlandês, elas surgem de uma forma bastante contundente, interrogando os cancelamentos da presença (e da voz) da mulher na sociedade. “São personagens atuais até hoje, que têm suas vozes e corpos negados. A voz feminina tem sido calada ao longo de séculos na cultura ocidental. Pensar o que se perdeu com todo esse silenciamento e perceber como se deu e se dá até hoje, pode tornar mais claros os caminhos futuros”, propõe. “Digo que ‘Vozes do Silêncio’ é um falso monólogo porque traz muitas vozes. E elas não estão sozinhas. São vozes que ecoam e se multiplicam nas vozes de mãe e filha”, completa.

A parceria entre Fábio Ferreira e Carolina Virgüez começou em 2008, com a encenação de “Mistério Bufo”, de Vladimir Maiakovski, montado pela Companhia Bufomecânica, e seguiu em “Penso Ver o Que Escuto”, de Shakespeare, e “Two Roses for Richard III”, encenado na Inglaterra numa coprodução com a Royal Shakespeare Company. “Vozes do Silêncio” é o quarto projeto em que os dois trabalham juntos. “As três peças, em diferentes aspectos, têm uma relação com a maternidade. Há sempre duas mulheres se olhando, se projetando uma na outra. São mulheres que, de alguma maneira, ficaram presas a situações. Falamos sobre a ausência do ser, sobre negação, silenciamento, servidão, luto e imposição”, conta Carolina Virgüez.

A atriz conta que, para além da grandiosidade da obra, o texto de Beckett traz muitas rubricas técnicas, que são desafiantes, como a marcação de passos e o momento exato de uma ação ou fala. “Não Eu” é um jogo de palavras com 16 minutos, sem pausa, num fôlego só. São palavras que nem passam pelo fluxo do pensamento. É um lampejo, um fragmento de memória, de vidas e tempos sobrepostos e invertidos. Requer uma entrega, um estado de suspensão e um preparo vocal intenso”, revela Carolina. “Essas vozes não são de uma única mulher. São vozes de todas as mulheres. Eu trago também a minha voz. Eu entro nesse trabalho com meu corpo, com a memória dele. E eu também tenho memórias do que eu vivi, do que eu vi, escutei ou sinto, presencio e percebo. E essa memória do corpo vaza para a cena. A palavra é do Beckett, mas o corpo é meu e tudo que está impresso nele vaza para a cena”, completa a atriz.

A iluminação de Renato Machado, a trilha sonora original de Felipe Storino, o visagismo de Cleber de Oliveira e os figurinos de Luiza Marcier visam, de modos variados, a evidenciar e a reverberar essas vozes que foram esquecidas.

TRADUÇÃO

O interesse do diretor Fábio Ferreira pela obra de Samuel Beckett remonta dos anos 80, e lhe levou a vários escritos críticos, dissertação e tese de doutorado, além de traduções inéditas para o português. Foram dois anos no projeto de tradução de “Não eu”, “Passos” e “Cadência”. Em 2018, ele passou uma temporada de pesquisa em Copenhagen, na Dinamarca, onde encontrou biógrafos e pesquisadores de Beckett para seu projeto de tradução. A investigação se estendeu a Reading, na Inglaterra, cidade cuja universidade mantém os Arquivos Beckett, com os manuscritos, textos datilografados e provas organizadas por James Knowlson, principal biógrafo de Beckett e amigo pessoal do escritor. “Fábio fez um trabalho artesanal na tradução. Ele me mandava os textos e depois me ligava, da Dinamarca, para verificar como o texto soava”, lembra Carolina Virgüez. “Existe uma diferença muito grande quando se traduz literatura e quando se traduz para o teatro. Fábio tem um apuro com a palavra, com a cadência musical do texto, com a palavra e com o silêncio”, elogia.

“Vozes do Silêncio – Filme não Filme” será lançado ainda este ano pela Editora Cobogó, com endosso de especialistas como o professor, poeta e tradutor Paulo Henriques Britto e Fábio de Souza Andrade, considerado o maior tradutor de Beckett do país.

CAROLINA VIRGÜEZ

Com vasta experiência em teatro, a atriz trabalhou com Bia Lessa, Luiz Arthur Nunes, Marco André Nunes (Aquela Cia), Gracindo Júnior, Eryk Rocha, Gabriela Carneiro da Cunha, Antônio Karnewale, Georgette Fadel, Yara Novaes, Adriano Guimarães, Pierre Astriè, Dácio Lima, Cláudio Baltar e Fábio Ferreira, entre outros. Junto à Cia BufoMecânica, participou em Stratford e Londres, na Royal Shakespeare Company, do espetáculo “Two roses for Richard”. Em cinema, trabalhou em Hollywood com Bill Condon no filme “Breaking dawn – Saga crepúsculo”. Entre seus mais recentes filmes estão “Fernando”, “Veneza” e “Casa flutuante”, produção portuguesa com estreia prevista para 2021. Em teatro recebeu os prêmios Molière (“Dois idiotas cada qual no seu barril”); Mambembe (“Cinderela chinesa”); Shell, Questão de Crítica e APTR (“Caranguejo overdrive”). Ainda como atriz, foi indicada aos prêmios Mambembe (“Petruska”), Shell (“Médico à força”), Questão de Crítica (“Penso ver o que escuto”), Coca-Cola (“Cinderela chinesa”).

FÁBIO FERREIRA

Doutor em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC Rio e pela Universidade de Copenhagen e bacharel em Teoria do Teatro pela UNIRIO, Fábio Ferreira é diretor teatral, dramaturgo, tradutor e professor universitário. Escreveu crítica teatral em publicações como o Jornal do Brasil (Caderno B) e as revistas Bravo!, Gesto e Questão de Crítica. É também professor de Artes Cênicas, Letras e Filosofia da PUC Rio. Criou os Festivais riocenacontemporânea e ArtCena: Processos de Criação. Diretor teatral desde 1991, com “Dorotéia, a farsa” (1991/92), de Nelson Rodrigues, “Traço obscuro” (2007) “O idiota – Primeiro dia” (2010), “A dona do fusca laranja” (2011). Junto com o diretor Claudio Baltar, criou a Cia Bufomecânica, com a qual desenvolveu pesquisas que resultaram nas encenações “Mosaico Maiakovski” (2008), “Mistério Bufo” (2009), “Penso ver o que escuto” e “Two roses for Richard III”.

FICHA TÉCNICA

Textos: Samuel Beckett

Tradução: Fábio Ferreira

Direção: Fábio Ferreira

Performance: Carolina Virgüez

Roteiro: Fabio Ferreira

Assistente de direção: Carolina Rocha

Cenografia: Fabio Ferreira

Iluminação: Renato Machado

Assistente de iluminação: Rodrigo Lopes

Visagismo: Cleber de Oliveira

Figurinista: Luiza Marcier

Assistente de figurino: Júlia Roliz

Trilha sonora: Felipe Storino

Participações Especiais:

Gerald Thomas – Contrabaixo

Paulo Passos – Clarone

Direção de movimento: Paulo Mantuano

Supervisão vocal: Jaqueline Priston

Fotografia e edição: André Monteiro

Assistente de câmera: Fernando Rezende

Assessoria de imprensa: Catharina Rocha

Social midia: Thiago Guarabyra

Projeto gráfico: Luiza Marcier

Administrativo e prestação de contas: Patrícia Basílio

Produção executiva: Ártemis e Alex Nunes

Direção de produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela

Realização: SESC

Agradecimentos: Ana Luiza Martins, Miguel Martins Ferreira, Helena Franco Martins, Daniel Scatena, Karl Eric Schollhamer, Juan Manuel Terenzi, James Knowlson, Mark Nikon, Tine Lykke Prado, Paulo Henriques Britto, Flora Sussekind, Rafaela Amodeo, Fabio de Souza Andrade, Gerald Thomas, Paulo Passos, Sassa Samico, Mariana Kaufmann, Ana Paula Rolim, Luisa Espíndola, Irene Monteiro, Paulo Denizot, Daniel Castanheira, Monica Maia e Cia Dos à Deux.

Vozes do Silêncio – Filme não Filme

Temporada: de 2 a 25 de abril de 2021.

Apresentações: de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h.

Ingressos gratuitos: retirada de ingressos pela Sympla (www.sympla.com.br/produtor/vozesdosilencio). 

Capacidade: 260 pessoas. 

Classificação indicativa: 14 anos. 

Duração: 70 min.

“A Despedida” estreia no streaming

Lily, uma mulher espirituosa de quase 60 anos, está se preparando para um fim de semana com seu marido, Paul, e os filhos que estão indo visita-los. Apesar de sua mobilidade prejudicada, Lily insiste em preparar tudo sozinha, o casal espera um dia adorável, mas o clima fica claramente tenso quando os convidados começam a chegar.À medida que o fim de semana vai passando, velhas feridas vêm à tona, separando alguns membros da família e juntando outros. Com ambas as filhas cada vez mais em conflito com o plano de sua mãe, as esperanças de uma despedida pacífica de Lily parecem estar sob ameaça.
A Despedida | Blackbird
Neste retrato otimista da morte, uma mãe reúne sua família para alguns dias na praia após decidir encerrar sua batalha com uma doença. Mas nem todos estão tão tranquilos com a despedida. 
Direção: Roger Michell
Elenco: Susan Sarandon, Kate Winslet, Mia Wasikowska, Sam Neill
Gênero: Drama
País: EUA
Ano: 2019
Duração: 97 min

“Não se Mate” com Leonardo Miggiorin

“Não Se Mate” é o espetáculo que apresenta o ator, diretor e produtor Giovani Tozi na dramaturgia. O titulo faz referência ao poema homônimo de Carlos Drummond de Andrade, lançado em 1962, como parte da “Antologia Poética”, organizada pelo próprio autor. Além de “Não Se Mate”, poemas emblemáticos de Drummond costuram a história, entre eles: “Poema das Sete faces”, “E agora José” e “Uma Pedra”.

Com interpretação de Leonardo Miggiorin, participação especial de Luiz Damasceno, design de luz de Cesar Pivetti e figurino de Fábio Namatame, a peça fará temporada online de 2 de abril a 11 de abril, de sexta a dom ingo, às 20h, com transmissão gratuita pela Sympla. São 70 minutos de duração.

Drummond é um dos mais importantes autores brasileiros e um dos grandes colaboradores para a vanguarda modernista que revolucionou a literatura no Brasil. A semana de Arte Moderna, que completa 100 anos em 2022, foi um marco simbólico para repensar as estruturas dominantes entre os autores nacionais. Seguindo esse lugar de experimentação, Drummond evidenciou seu brilhantismo pela fluência de suas palavras, que conseguem transitar entre frases elaboradas e versos livres, sem deixar de ser popular e elegante. A profundidade alcançada pelo autor é notável, Drummond agregou aspectos existencialistas aos seus poemas, refletindo sobre os avanços tecnológicos e suas implicações como a guerra e a bomba atômica.

Essa fluência entre o erudito e o popular é o primeiro desafio de Leonardo Miggiorin, que busca equilibrar a freqüência dos poemas de Drummond à dramaturgia de Tozi. O autor conta que “os poemas foram sendo incorporados ao texto de forma muito natural. “Tentei fazer com o que a minha vontade pessoal não se sobressaísse ao que a obra me

pedia. Dessa forma, procurei escutar o personagem e, mesmo sendo muito fã dos poemas de Drummond, me contive ao que era necessário na história.”

Na história, Leonardo Miggirion interpreta Carlos, um artista plástico que vive um momento complexo de perdas. Essas ausências  afetam diretamente o seu equilíbrio emocional. Mesmo partindo de um tom humorado, onde o personagem ainda consegue rir de si próprio, o texto propõe um mergulho psicológico, amparado pelos poemas e pela noção de autonomia proposta pelo existencialismo, onde o ser humano é diretamente responsável pelas perdas que coleciona.

A abordagem psicológica do texto ganha força no entendimento e na intimidade de Miggiorin com o tema, que é formado em psicologia. O ator, que já fez atendimento em consultório clinico, aproveitou o tempo disponibilizado pela pandemia para iniciar uma pós graduação (online) em psicodrama. Sobre esse interesse o ator comenta: “Sempre quis estudar psicologia antes mesmo de pensar em ser ator. Mas a carreira na atuação surgiu de surpresa e deu certo, então aproveitei ao máximo, pois é algo que amo e me realiza muito. Neste momento da minha vida, a psicologia está a serviço da arte.”

Parceria com Damasceno

Sinal dos tempos de pandemia, Leonardo Miggiorin divide a cena de forma virtual com o veterano Luiz Damasceno, que completa 80 anos em 2021. Ator consagrado nos palcos, Damasceno interpreta José, um homem misterioso que passa a enviar mensagens ao celular de Carlos. As imagens foram captadas no apartamento do ator, seguindo todos os protocolos, afinal em um ano de comemoração tão importante seria impensável não estar no teatro, mesmo digitalmente.

Damasceno e Tozi já são parceiros de trabalho há tempos. Estrearam em 2009 como pai e filho em “O Colecionador de Crepúsculos”, de Vladimir Capella; interpretaram o mesmo homem, em idades e tempos diferentes, em “Pergunte ao Tempo”, de Otavio Martins; foram dirigidos por Jô Soares quando lutaram em diferentes lados em “Tróilo e Créssida” , de William Shakespeare; e uma porção de outros mais.

Sobre a parceria Tozi comenta: “Os trabalhos de teatro que me fizeram mais feliz, têm sempre a participação do Damasceno. Eu brinco que é o meu pai teatral, porque aprendo tudo com ele. Nunca pensei que um dia eu fosse dirigi-lo e agora que aconteceu percebo que os grandes atores, além dos recursos técnicos e do talento – que lhe és nato – há também uma generosidade imensa e um respeito absoluto em transmitir o essencial desse oficio.”

Não Se Mate estreia em um ano em que as mortes pela COVID 19 alcançam seus mais altos índices. O imperativo do título pode ser um pedido de paciência a todos aqueles que perderam nessa pandemia. Perderam o emprego, um amigo, um ente querido, perderam os sonhos ou a vontade de continuar.

Sobre o momento para realizar essa peça o diretor diz: “Assim como todos, somos incapazes de reverter a dor causada a tantas famílias brasileiras por esse vírus. A única forma da gente tentar se aproximar, com todo nosso respeito e empatia, é oferecer aquilo que dedicamos a vida a fazer, que é o nosso trabalho e, através dele, inspirar fé no que vem por aí”.

Hoje beija, amanhã não beija, depois de amanhã é domingo e segunda-feira ninguém sabe o q ue será.” (Carlos Drummond de Andrade)

Sinopse curta: O ano é 2019. Carlos enfrenta um momento complicado de perdas e não consegue se livrar da sensação de imobilidade. Não se sente motivado nem para pintar, atividade que sempre o estimulou. A partida da mãe, o término com a namorada e a dispensa do trabalho foram gatilhos para um quadro depressivo que quase o fez desistir de tudo. As mensagens inesperadas de um homem misterioso acendem uma nova luz nas perspectivas do jovem. Otimismo, 2020 vem aí.

Ficha Técnica

Texto e direção: Giovani Tozi. Com Leonardo Miggiorin. Participação especial: Luiz Damasceno. Design de Luz: Cesar Pivetti. Figurino: Fábio Namatame. Trilha Sonora Original: DW Ribatski. Videografismo e Videomapping: André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo). Fotografia: Priscila Prade. < /span>Vídeo: Luz Audiovisual. Assistente de iluminação: Rodrigo Pivetti. Produção e administração financeira: Carlos Gustavo Poggio. Assessoria de Imprensa – Maria Fernanda Teixeira – Arteplural. Contadora: Andressa Cherione. Idealização: Giovani Tozi. Realização: Lei Aldir Blanc, Proac SP , Tozi Produções, Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. Agradecimentos: Claudia Colossi, Fulvio Stefanini, Jô Soares e Matinas Suzuki.

SERVIÇO

Temporada online: de 2 a 11 de abril de 2021 | sexta a domingo 20h

Espaço Cultural Bricabraque

Ingressos: https://www.sympla.com.br/espacoculturalbricabraque

Classificação: 10 anos | Duração: 70 minutos.

GRÁTIS

Festival MIMO de Cinema

Um dos eventos mais esperados a cada ano terá uma edição especial em 2021. Com a participação de nomes de vanguarda musical de cinco continentes, o MIMO Festival, que acontece há 16 anos, ocupa espaços do patrimônio cultural de cidades históricas do Brasil e da Europa. Frente aos novos tempos que provocaram o cancelamento das edições em 2020, o festival, com patrocínio da Petrobras, redesenhou seu formato, criando uma nova experiência, o MIMO Digital, dentro do padrão que o consagrou: alta qualidade de som, luz e imagem, produção premiada e artistas de prestígio internacional – com entrada totalmente gratuita.

Shows inéditos e exclusivos, filmes, palestras e workshops serão transmitidos pelo canal do MIMO Festival no YouTube. O festival dedicará um dia para cada cidade que faz parte de seu roteiro presencial: o MIMO São Paulo acontecerá no dia 26 de março (sexta), o MIMO Rio de Janeiro em 27 de março (sábado) e o MIMO Olinda em 28 de março (domingo).

A edição digital priorizará artistas nacionais e contará com uma super atração internacional. Abrindo o festival e agitando a pista entre os shows, o VJ e DJ Montano, figura registrada do MIMO, levará ao palco projeções de imagens e sua mistura de ritmos como o samba-jazz, maracatu, latin groove, Tropicália, soul music, afrobeat, ska, acid jazz e funk. Conhecido na noite carioca, o profissional já discotecou em grandes eventos, como Viradão Carioca, Boulevard Olímpico e Réveillon de Copacabana.

No line-up, abrindo as apresentações do primeiro dia, Duda Brack, artista que já foi eleita pela crítica como artista revelação, traz estrutura e signos do pop de forma totalmente oxigenada. A paulista Cida Moreira aproveita o momento para lançar em primeira mão o álbum “Um copo de veneno”. O cantor Otto, figura central na cultura brasileira, revisita mais de duas décadas de música em seu novo show.

Agitando o segundo dia de festival, Luciane Dom traz seu clima enérgico para o palco e seu estilo, que reúne música brasileira com reggae, sons do candomblé e sua visão moderna do jazz. O carioca Zona Norte Caio Prado traz em seu trabalho atitude, luta,

ideias frescas e um trabalho de música popular brasileira contemporânea, que dialoga com diversos públicos. Pedro Luís chega com sua vigorosa e emotiva interpretação em um show em homenagem a Luiz Melodia, com releituras de suas músicas. Já o trio Tuyo sobe ao palco fundindo organicidade e texturas eletrônicas com temáticas existenciais. Encerrando o segundo dia de apresentações, a cantora baiana Luejdi Luna apresenta seu novo álbum, “Bom mesmo é estar debaixo d’água”, com faixas que transitam entre o jazz e os ritmos africanos e são como um mergulho no mar quente da Bahia.

Iniciando o terceiro e último dia de festival, a pernambucana Natascha Falcão faz a performance de pré-lançamento do álbum “Ave Mulher”, que traz o tradicionalismo orgânico e melódico do coco urbano do Recife – mas também xote, ciranda, boemia e macumba, com texturas, timbres e beats eletrônicos. Almério, que começou sua carreira cantando em bares de Caruaru, sobe ao palco com toda a sua performance irreverente. Dando sequência, Zé Manoel apresenta o álbum “Do meu coração nu”, com produção musical de Luisão Pereira. Encerrando com chave de ouro, o MIMO apresenta um show exclusivo, gravado em Paris, do coletivo francês Nouvelle Vague, que criou um estilo único e conta com uma legião de fãs pelo mundo.

Além das atrações musicais, o evento contará ainda com Workshops, levando conceitos técnicos da área musical, e o Fórum de Ideias, trazendo nomes de peso e temáticas atuais relevantes para o debate.

A curadoria e direção artística é de Lu Araújo, produtora com mais de 30 anos de carreira, e a direção do MIMO digital do experiente Jodele Larcher. Produzido pela Lu Araújo Produções, o MIMO Festival 2021 é uma realização da Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo do Governo Federal. Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio master da Petrobras.

Através da Lei Aldir Blanc, o MIMO São Paulo é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. O MIMO Olinda é uma realização do Governo do Estado de Pernambuco. O MIMO Rio de Janeiro é uma realização do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, com patrocínio Estacio, Trem do Corcovado e Windsor Hotéis.

O festival já realizou mais de 500 concertos, como as apresentações memoráveis dos artistas Philip Glass, Chick Corea, Herbie Hancock, Pat Metheny, Buena Vista Social Club, Gotan Project, Jacob Collier, Goran Bregovic, Emir Kusturica, Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Nelson Freire, Naná Vasconcelos, entre muitos outros grandes nomes.

FESTIVAL MIMO DE CINEMA

Além de tudo isso, a programação não poderia deixar de contar com o Festival MIMO de Cinema, onde serão oferecidos seis (6) filmes durante os três dias de evento através da plataforma Vimeo. Os links serão divulgados e o público poderá assistir a qualquer momento desse período.

● NOUVELLE VAGUE BY NOUVELLE VAGUE

Direção: Marc Collin

DOC | 1h14 | 2017 | França

● ALÔ…TUDO BEM? – BRASIL – A CULTURA EM DELINQUÊNCIA

Direção: Helios Molina

DOC | 1h08 | 2020 | França

● VINYL, POEIRA E GROOVES

Direção: Diego Casanova

DOC | 1h10 | 2018

● ANTES QUE ME ESQUEÇAM, MEU NOME É EDY STAR

Direção: Fernando Moraes

DOC | 1h20 | 2019 | BA

● A HISTORIA DE UM SILVA

Direção: Marcelo Guiarte e Felipe Bretas

DOC | 1h17 | 2019 | RJ

● CLARA ESTRELA

Direção: Rodrigo Alzuguir e Susanna Lira

DOC | 1h12 | 2017

WORKSHOPS

Uma série de workshops, voltada para o universo do áudio nas produções musicais, sob a coordenação de Daniela Pastore, professora universitária de Produção Fonográfica, está sendo oferecida nesta edição especial do MIMO Festival.

Os primeiros 30 alunos que entrarem na sala nos dias do evento poderão interagir com os professores. Os demais poderão assistir à aula, que será transmitida em tempo real no canal do MIMO Festival no Youtube.

26/03 – MIMO SÃO PAULO

● POR DENTRO DA TÉCNICA: O áudio para novos formatos – shows gravados e transmitidos

10h às 12h – Com Daniela Pastore e Igor Ferreira

Técnico de som, iniciou a carreira no AR Studios, em 2003, como assistente e técnico de gravação em discos de O Rappa, Moacir Santos, Adriana Calcanhotto e João Bosco, entre outros. Formado em Técnicas de Gravação e Produção Fonográfica, Igor Ferreira atua

desde 2008 como técnico de gravação, mixagem e masterização em vários estúdios e trabalha atualmente com Caetano Veloso.

27/03 – MIMO RIO DE JANEIRO

● POR DENTRO DA TÉCNICA: Conceitos básicos de áudio

10h às 12h – Com Daniela Pastore

Técnica de som, profissional experiente em estúdios, pós-produção de áudio para filmes, Daniela Pastore opera som ao vivo em shows e eventos, como o Rock in Rio e os Jogos Olímpicos de 2016. Professora universitária, integra a equipe do Arte Sônica Amplificada, que busca a inclusão feminina na área.

● POR DENTRO DA TÉCNICA: Direção técnica para novos formatos

14h às 16h – Com Daniela Pastore e Adriana Viana

Adriana Viana é técnica de som e diretora técnica, trabalha com áudio desde 2007 em casas de shows, grandes empresas e artistas, como Adriana Calcanhotto, Karina Buhr, Rashid, Baleia Mutante e Max B.O., e trabalha como diretora técnica para o Women’s Music Event e Purple Produções.

FÓRUM DE IDEIAS

Curadoria: Lu Araujo e Chris Fuscaldo

26/03 – MIMO SÃO PAULO

● NOVOS FORMATOS E EXPERIÊNCIAS NO MERCADO DA MÚSICA NACIONAL

Das 15h às 16h30

Com Ana Garcia, Lu Araújo, Fabiana Batistela e Brisa Flow

Mediadora: Chris Fuscaldo

27/03 – MIMO RIO DE JANEIRO

● O PAPEL DAS ARTES NO COMBATE AO RACISMO

Das 11h às 12h30

Com Caio Prado, Luciane Dom, Zé Manoel e Margareth Menezes

Mediadora: Chris Fuscaldo

● A MEMÓRIA COMO SALVAÇÃO: POR QUE NÃO ESQUECER ARTISTAS QUE FIZERAM NOSSA HISTÓRIA

Das 15h às 16h30

Com Zeca Baleiro, Odair José, Anastácia e Rodrigo Faour

Mediadora: Chris Fuscaldo

28/03 – MIMO OLINDA

● BIÓGRAFOS E BIOGRAFIAS: OS DESAFIOS E PRAZERES DE SE ESCREVER A VIDA DE ALGUÉM

Das 15h às 16h30

Com Julio Maria, Kamille Viola, Vagner Fernandes e Toninho Vaz

Mediadora: Chris Fuscaldo

ATRAÇÕES

26/03 – MIMO SP

DJ Montano

Cristina Braga, Marcus Ribeiro e Ricardo Medeiros

Duda Brack

Cida Moreira

Otto

27/03 – MIMO RJ

DJ Montano

Duo Santoro

Luciane Dom

Caio Prado

Tuyo

Pedro Luis

Luedji Luna

28/03 – MIMO Olinda

DJ Montano

Ana de Oliveira e Sergio Ferraz

Natascha Falcão

Almério

Zé Manoel

Nouvelle Vague

SOBRE O MIMO

A curadoria e direção artística é de Lu Araújo, produtora com mais de 30 anos de carreira, e a direção do MIMO digital do experiente Jodele Larcher. Produzido pela Lu Araújo Produções, o MIMO é uma realização da Secretaria Especial da Cultura,

Ministério do Turismo do Governo Federal. Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio master da Petrobras.

O festival já realizou mais de 500 concertos, para um público de 1,85 milhão de pessoas, com apresentações memoráveis de Philip Glass, Chick Corea, Herbie Hancock, Pat Metheny, Buena Vista Social Club, Gotan Project, Jacob Collier, Goran Bregovic, Emir Kusturica, Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Nelson Freire, Naná Vasconcelos, entre outros grandes artistas.

O MIMO Festival São Paulo é uma realização do Governo Federal, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, através da Lei Aldir Blanc.

O MIMO Festival Olinda é uma realização Governo Federal e Governo do Estado de Pernambuco, através da Lei Aldir Blanc.

O MIMO Festival Rio de Janeiro é uma realização do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, através da Lei Aldir Blanc e Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS, com patrocínio da Estacio, Trem do Corcovado e Windsor Hotéis.

Pimentinha – Elis Regina para Crianças

O premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’ tem uma trajetória de sucesso ao apresentar os grandes nomes da MPB para as novas gerações, em espetáculos que reúnem toda a família. Depois de Luiz Gonzaga, Braguinha, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Raul Seixas, chegou a vez de uma das melhores cantoras brasileiras ganhar sua homenagem: Elis Regina!

Com direção de Diego Morais, direção musical de Guilherme Borges e texto de Pedro Henrique Lopes, o musical Pimentinha – Elis Regina para Crianças faz uma apresentação gratuita no canal do Youtube do projeto (http://bit.ly/youtubegmpp), dia 28 de março, às 16h. De 03 a 25 de abril, haverá uma temporada virtual com venda de ingressos pelo Sympla (www.sympla.com.br/grandesmusicosparapequenos). As sessões serão aos sábados e domingos, às 16h. Inicialmente, foram previstas apresentações no teatro mas, com o agravamento da pandemia, a equipe optou por filmar uma sessão especial, sem plateia e com todos os protocolos de segurança, para a exibição virtual de sua temporada de estreia. O projeto tem patrocínio do Shopping da Gávea, do Windsor Hotéis, através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS RJ, e do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

“Pimentinha – Elis Regina para Crianças” é a sexta peça do projeto, que já levou mais de 200 mil pessoas ao teatro e soma 14 prêmios de teatro infantil, entre outras cerca de 50 indicações. A história acompanha a infância de Lilica (vivida pela cantora, compositora e atriz Jullie), uma menina apaixonada por música e por suas grandes cantoras, que faz de tudo para sua mãe levá-la a um concurso de jovens talentos no rádio. Chegando lá, a menina de óculos e cabelo desgrenhado se sente intimidada pelo visual que a impõem. Em busca de sua própria essência, vai desafiar os padrões de beleza e mostrar que toda pessoa é linda quando dá espaço para sua real personalidade. A inspiração veio da infância de Elis Regina, que foi uma menina estrábica e tímida que se escondia atrás dos óculos fundo de garrafa, mas que sempre buscou se sentir representada como mulher na sociedade e em seu visual. No elenco, estão, além de Jullie no papel-título, Erika Riba (Dona Ercy), Lucas da Purificação (Jairzinho), Stephanie Serrat (Diva), Layla Paganini (Produtora) e Pedro Henrique Lopes (Adelino Junior e Adelino).

“O projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’ sempre apresenta temas atuais e relevantes para crianças e seus familiares de maneira lúdica e leve. No ‘Pimentinha’, nos inspiramos na história de Elis, em seus primeiros passos como artista, para trazer ao palco a importância de assumir sua personalidade”, comenta o autor Pedro Henrique Lopes. Diego Morais, diretor do espetáculo, complementa: “Misturando uma história cativante de descobertas na infância, dinamismo e agilidade em cena, e muita música incrível, o ‘Pimentinha’ foi pensado para unir todas as gerações em um espetáculo realmente para toda família”.

Na trilha sonora, estão grandes clássicos da MPB imortalizados por Elis Regina, como “Fascinação”, “O Bêbado e a Equilibrista”, “Madalena” e “Como nossos pais”, em arranjos pensados para as novas gerações.

Grandes Músicos para Pequenos

Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças marcou a estreia do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, criado com o intuito de apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações. Depois,vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ – Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes), além de outras 12 indicações; Bituca – Milton Nascimento para crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino), além de outras 11 indicações; Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças, de 2018, vencedor dos prêmios Brasil Musical 2018 de Melhor espetáculo Infantil, Musical Rio 2018 como Melhor Espetáculo Infantil, e Botequim Cultural de Melhor Direção Infanto Juvenil, além de outras 8 indicações; e Raulzito – Raul Seixas Para Crianças, de 2019, vencedor do Prêmio Musical Rio de Melhor Espetáculo Infantil.

As cinco peças juntas já foram vistas por mais de 200 mil espectadores.O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

Mais sobre o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social. Saiba mais em www.entreentretenimento.com.br.

FICHA TÉCNICA:

Direção Geral: Diego Morais

Direção Musical: Guilherme Borges

Roteiro Original: Pedro Henrique Lopes

Elenco: Jullie (Lilica), Erika Riba (Dona Ercy), Lucas da Purificação (Jairzinho), Stephanie Serrat (Diva), Layla Paganini (Produtora) e Pedro Henrique Lopes (Adelino Junior e Adelino).

Coreografias: Natacha Travassos

Cenário e Figurinos: Clivia Cohen

Cenotécnico: André Salles

Iluminação: Paulo César Medeiros

Operador de Luz: Lúcio Bragança Junior

Operação de Som: Leonardo Carneiro

Assessoria de Imprensa: Racca Comunicação (Rachel Almeida)

Assistentes de Produção: Heder Braga e Layla Paganini

Produção e realização: Entre Entretenimento

SERVIÇO:

Pimentinha – Elis Regina para Crianças.

Sessão gratuita: 28 de março, às 16h. No canal do Youtube do projeto Grandes Músicos para Pequenos (http://bit.ly/youtubegmpp).

Temporada: De 03 a 25 de abril de 2021

Dias e horários: Sábados e domingos, às 16h

Ingressos: R$ 25 a R$ 50 (a escolha do valor fica a cargo do espectador).

Vendas de ingressos: www.sympla.com.br/grandesmusicosparapequenos

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre

“A Lua vem da Ásia” no Teatro Petragold

“É preciso gritar. Como artista, é obrigação gritar. O grito foi dado ao homem; é uma forma de defesa como outra qualquer”, explica o ator Chico Diaz sobre o motivo para voltar a encenar a peça “A lua vem da Ásia”, que ele mesmo adaptou do romance homônimo do escritor mineiro Walter Campos de Carvalho (1926-1998). O espetáculo – que teve sua primeira montagem em 2011 – volta em versão mais leve, mais bem-humorada e concisa no dia 28 de março, com transmissão on-line diretamente do Teatro PetraGold, com acessos vendidos a R$ 20.  As sessões aos domingos, às 18h, e a temporada vai até 18 de abril.

A obra surrealista, carregada de humor ácido, levanta questões sobre os limites do poder, das hierarquias e o lugar de cada cidadão na sociedade. “Tudo a ver com o momento que estamos vivendo”, justifica Chico Diaz, que vem aproveitando a pandemia para mergulhar dentro de si mesmo, estudar e preparar um documental que tem a ver com esse espetáculo. É o “Diário dentro da noite”, filmado durante o confinamento ano passado.

Procurando perspectivas, pontos de fuga, por meio da memória, do imaginário e dos afetos, Chico Diaz usa a arte para provocar reflexões e ações. Afinal de contas, o texto fala sobre lucidez e loucura, prisão e liberdade. Para o ator, esta nova versão é mais afiada no diagnóstico dos tempos e se encaixa melhor no atual momento. Ele aproveita a temporada carioca para amadurecer e azeitar a nova montagem que vai levar para Portugal, em julho, para apresentar no Festival de Almada, organizado pela Câmara Municipal de Almada.

Em breve, Chico Diaz também poderá ser visto na produção da HBO norte-americana com direção de Bruno Barreto, “American Guest”, interpretando Marechal Rondon durante uma visita do presidente Theodore Roosevelt, dos Estados Unidos, à Amazônia. Aliás, vem muito mais por aí… Chico Diaz está em vários filmes ainda a serem lançados: “O homem onça“, de Vinicius Reis; Vermelho Monet”, de Halder Gomes; “O ano da morte de Ricardo Reis”, de João Botelho; e “A casa do girassol vermelho”, de Eder Santos.

Mais sobre “A lua vem da Ásia”

O romance de Campos de Carvalho é um livro limite: o que está durante todo o tempo por um fio é a capacidade do homem de ser livre e de pensar livremente. O personagem, encerrado na voz de uma primeira pessoa narrativa, inicia seu ambicioso projeto de libertação a partir da própria linguagem, pois a expressão é o seu único escape. O personagem reflete o complexo comportamento da sociedade ocidental a partir da expansão da cultura de massa, marcado pelo isolamento e perda do sentido de coletivo, pela desmaterialização da realidade e pela fragmentação do indivíduo.

A peça “A lua vem da Ásia”, assim como o livro, levanta questões sobre os limites do poder, das hierarquias e o lugar de cada cidadão na sociedade.

Sinopse

A peça retrata o diário de um homem hospedado em um hotel de luxo – ou talvez um campo de concentração ou um manicômio. Tendo a loucura como tema central, o protagonista enfileira recordações (ou alucinações?) de suas passagens por diversos países, tornando-se o narrador de A peça retrata o diário de um homem hospedado em um hotel de luxo – ou talvez um campo de concentração ou um manicômio. Tendo a loucura como tema central, o protagonista enfileira recordações (ou alucinações?) de suas passagens por diversos países, tornando-se o narrador de um mundo governado pela lei do absurdo, mas que parece assustadoramente semelhante à nossa normalidade.

Histórico da peça

A peça estreou em 2011, no CCBB do Rio de Janeiro, e percorreu também as unidades de Brasília e São Paulo, sempre com sucesso de crítica e público. Voltou a fazer novas temporadas ao longo dos anos, sendo apresentada recentemente no projeto #EmCasaComSesc, criado por ocasião da quarentena.

O livro e o autor

Publicado originalmente em 1956, o livro “A Lua vem da Ásia” marca o nascimento da narrativa surrealista de Walter Campos de Carvalho (1926-1998), escritor mineiro radicado em São Paulo. Autor de pelo menos quatro pequenas obras-primas da literatura brasileira – “A Lua vem da Ásia” (1956), “Vaca de nariz sutil” (1961), “A chuva imóvel” (1963) e “O púcaro búlgaro” (1964) –, faleceu em 1998, após abandonar a literatura como profissão. Apesar de notório mau-humor, o escritor – o primeiro, e talvez o último escritor surrealista do Brasil –  tinha no riso o seu instrumento de crítica. O riso como uma forma de apontar as falhas da sociedade de massa, consumista e belicosa. Em seus textos, pretendia trabalhar a demolição de todos os valores burgueses através do nonsense; a redução do amor à sua forma fisiológica: o sexo; a redução da vida à morte.

Mais sobre Chico Diaz

Chico Diaz tem mais de 40 anos de carreira nas artes audiovisuais – como ator, dramaturgo, diretor e produtor, em mais de 80 filmes, 22 novelas e um sem número de peças. Filho de um intelectual paraguaio e de uma tradutora brasileira, ele nasceu na Cidade do México, tendo sido registrado na Embaixada do Brasil. Chegou ao Rio de Janeiro em 1969 e, aos 14 anos, começou a fazer teatro no Tablado. Seus primeiros trabalhos, ainda como amador, foram entre os anos 1970 e 1980, período em que integrou o grupo Manhas e Manias ao lado de Pedro Cardoso, Andrea Beltrão e Débora Bloch. De lá para cá, dividiu-se entre palcos, estúdios de TV e cinema. Mas também formou-se em Arquitetura e Urbanismo pela UFRJ e sempre encontrou tempo e espaço para a pintura, seu hobby.

Ficha técnica

Texto original: Walter Campos de Carvalho

Adaptação e atuação: Chico Diaz

Vídeos: Eder Santos e Trem Chic

Trilha sonora: Alfredo Sertã

Direção de Produção: Wagner Uchôa

Realização: Teatro PetraGold

Assessoria de Imprensa: Sheila Gomes

Gerenciamento de Redes Sociais – Conte Mais Comunicação – Beatriz Ataide

Serviço

“A lua vem da Ásia”

De 28 de março a 18 de abril

Sessões aos domingos, 18h

Diretamente do Teatro PetraGold – Rua Conde de Bernadote, 26, Leblon / RJ

Ingressos para transmissão ao vivo e on-line a partir de R$ 20

Onde comprar e assistir: https://www.teatropetragold.com.br 

https://www.teatropetragold.com.br/programacao/espetaculo/a-lua-vem-da-asia-online-petragold

Duração: 60 min

Gênero: drama

Classificação: livre