Ilha Plaza inaugura A Loja Vazia, mais uma ação solidária da campanha Sou + Ilha

O projeto Sou + Ilha, alavancado pelo orgulho do shopping Ilha Plaza em fazer parte da Ilha do Governador, segue rendendo frutos e espalhando a solidariedade pelo bairro. Esta semana foi inaugurada mais uma ação que faz parte do projeto, que consiste em valorizar e enaltecer tudo que o bairro e os insulanos possuem de mais positivo, “A Loja Vazia”.

 

O Ilha Plaza convida o público a visitar o espaço, localizado no piso L3, e levar roupas, calçados e acessórios usados e que estejam em bom estado, para serem doados para a ONG insulana Grupo da Solidariedade. A instituição existe há dez anos e oferece atendimento e acolhimento a cerca de 500 jovens e crianças com necessidades especiais, e a suas famílias.

 

Camila Ourique, coordenadora de marketing do Ilha Plaza, explica a importância de mais essa ação para o reforço da campanha Sou + Ilha: “A conquista desse espaço e de mais essa ação tem um valor incalculável para nós que temos orgulho em ser da Ilha, a nossa proposta é promover a valorização do bairro e o convívio social e, para isso, nada melhor que apoiarmos uma ONG exclusivamente local, que vive de doações e precisa tanto, para propagarmos esse sentimento tão bom, que é a solidariedade”.

 

A Loja Vazia – Ilha Plaza

Local: Piso L3

Horário de Funcionamento: de segunda a sábado, das 10h às 22h, domingos, das 13h às 21h, e feriados das 15h às 21h.

 

Mais informações pelo telefone 2468-8100 ou pela página do Facebook: www.facebook.com/ilhaplazashopping

Para Onde vão os Corações Partidos

A partir de 06 de outubro o Teatro Ipanema recebe a montagem inédita do espetáculo ‘Para Onde vão os Corações Partidos’, da argentina Cynthia Edul, que estreou em Buenos Aires em 2012. A direção é Guilherme Piva, com tradução de Sérgio Flaksman. No elenco, Clara de Andrade, Cristina Amadeo, Julia Dalavia e João Pedro Zappa.

Projeto idealizado e realizado por Cristina Amadeo através do crowdfunding ‘Vakinha’ – maneira que muitos artistas e produtores vêm recorrendo para viabilizar seus projetos –, traz pela primeira vez ao Brasil um texto de Cynthia Edul, renomada autora, diretora de curadora artística da Argentina. Mas, segundo Cristina, esse formato “na raça” de produzir teatro não pode se perpetuar. A atriz acredita que é uma saída emergencial e que em vários momentos se questionou se o que estava fazendo estava certo e ainda não se sente cem por cento convencida disso. “Precisamos de políticas públicas. E precisamos fazer teatro. Precisamos manter o teatro existindo, vivo. Aqui chamo de teatro qualquer ‘performance alive’ precisamos das experiências ao vivo e sair do celular, encontrar fora do tinder. Estou sendo movida por esse mote, para realizar a produção de ‘Para Onde Vão Os Corações Partidos’”, coloca Amadeo.

Essa peça fala de memórias, laços, laços familiares e cuidado, com isso vieram os agradecimentos no Facebook, que meu colega, Leonardo Netto, me sugeriu. Esses foram os elementos que acabaram se tornando o recheio desses agradecimentos. Estamos desesperadamente precisando uns dos outros para vivermos com alguma dignidade. Precisamos olhar para o melhor do outro. É sobre o tal do amor mesmo. Mas é aí é que mora o perigo! Amor não paga contas. Amor faz a gente pagar as contas com alegria, inteligência e delicadeza. Esse projeto é patrocinado com dinheiro do público, aliás, quase igual a uma peça incentivada pela Lei Rouanet”, completa.

A peça se passa numa praia em frente ao Farol. São as primeiras horas da tarde, o céu está nublado e há poucas pessoas por perto, apenas um grupo de garotos que joga uma partida de futebol. Silvana (Cristina Amadeo) e seus três filhos já adultos, Marina (Clara de Andrade), Santiago (João Pedro Zappa) e Agustina (Julia Dalavia), voltam depois de muitos anos ao lugar onde passavam as férias, num tempo em que viviam com o pai e quando ainda existia o que eles podiam chamar de família. Agora o pai está morto, os laços se transformaram e eles começam a perceber essas mudanças. Já não são mais os mesmos. São adultos, que não compartilham um cotidiano que os vincule e lhes permita se reconhecerem uns nos outros. Encontram-se nesse tempo vazio da praia. Se conhecem? Há uma inquietação. As lembranças são aparentemente “felizes”, mas os sentimentos, desordenados.

Assim passam algumas horas à espera de um familiar que não vem. Uma bola se apresenta como elemento de interferência violenta na peça, um objeto que materializa a agressividade latente daquilo que todos sabem, mas não dizem. A dor, a perda, se materializam na figura da filha menor que é quem dá voz, talvez por todos, a esse passado que, nessa tarde, se torna tão presente. Uma certeza eles têm: esse lugar onde foram felizes já não existe mais e não se pode voltar àquele tempo.

Poderia se dizer que os personagens dessa peça têm pontos nebulosos, obscuros, tempos indefinidos, onde o presente não é só o presente representado por esse eterno entardecer. Quando o sol se puser e a luz do farol, que de alguma maneira também é um dos protagonistas, os iluminar, eles irão embora, atrevendo-se a se despedir de suas lembranças.

SOBRE A CYNTHIA EDUL | Autora

Cynthia Edul (Buenos Aires, 1979) é dramaturga e licenciada em Letras pela Universidade de Buenos Aires.

Em Maio de 2006 recebe o prêmio ‘Primeira Obra’, com a peça ‘Miami’, que estreou em 2008.

Autora dos textos “Família Bonsai” e “A excursão”, Cynthia dirigiu “Para Onde Vão Os Corações Partidos”, que estreou no Centro Cultural Ricardo Rojas, em 2012.

Desde 2008 dá aulas de Literatura Universal, na Universidade de San Andrés. Trabalhou para o Ministério de Cultura do Governo da Cidade de Buenos Aires, entre 2001 e 2004, e para Universidade de Georgia, em 2007.

Em 2014 desenvolveu o programa de capacitação para Projetos Culturais, no ‘Instituto Nacional de Formação Docente’, do Ministério da Educação, em Buenos Aires.

Desenvolveu uma carreira importante na área de literatura e dramaturgia em várias instituições, entre elas no ‘Conservatório de Artes Dramáticas’, nas cadeiras de História do Teatro, Teorias e Estéticas Teatrais.

Em 2009 criou a plataforma de dramaturgia contemporânea, ‘Panorama Sur,’ sendo uma das gestoras, curadoras do projeto e sua diretora acadêmica. Neste festival, entra em contato com a dramaturgia contemporânea brasileira através do trabalho da diretora Christiane Jatahy e do filme “A falta Que Nos Move”, que se apresenta no Festival.

Em 2012 lança sua primeira obra literária, “A Sucessão”, pela editora Conejos.

Em 2014 recebeu bolsas de estudos na ‘Universidade de Iowa’ e na ‘Maison de la Culture’, na França.

Em 2015, recebeu uma bolsa de estudos na ‘Saison Foundation’, de Tokio, para realizar uma investigação nas artes cênicas contemporâneas japonesas.

Desde janeiro de 2016 dirige o ‘Centro de Experimentacion del Teatro Argentino de La Plata’ (TACEC).

FICHA TÉCNINA

Dramaturgia Cynthia Edul

Tradução Sérgio Flaksman

Direção Guilherme Piva

Elenco Clara de Andrade, Cristina Amadeo, Julia Dalavia e João Pedro Zappa

Cenografia Bia Junqueira

Figurinista Antônio Medeiros

Iluminação Renato Machado

Direção Musical Rodrigo Marçal

Fotos Paula Kossatz

Programação Visual Raquel Alvarenga

Textos Projeto Aline Cardoso

Produção Executiva Dayana Lima

Produção de Ensaio Felipe Herculano

Assessoria de Imprensa Daniela Cavalcanti

Direção de produção Tatiana Garcias

 

Sinopse:

Uma mulher e seus três filhos voltam à praia onde costumavam passar a infância, quando o pai ainda era vivo, para colocar a casa de veraneio à venda. Uma tarde de lembranças, de desconfortos e de expectativas. As lembranças são aparentemente felizes, mas os sentimentos desordenados. Agora esses filhos precisam cuidar dessa mãe. Eles esperam um tio que não chega e que, de alguma forma, acaba facilitando esse (des)encontro.

 

SERVIÇO

“Para Onde vão os Corações Partidos”

Estreia para convidados e público: dia 06 de outubro, às 20h30

Temporada: de 06 de outubro a 04 de novembro 

Local: Teatro Ipanema (Rua Prudente de Morais, 824 – Ipanema)

Horário: sábado a segunda, 20h30

Ingresso: R$40,00

Informações: (21) 2267-3750

Capacidade: 222 lugares

Duração: 70 minutos

Classificação:  12 anos

Gênero: drama

Bilheteria: no dia do espetáculo 1 hora antes

Vendas: https://ticketmais.com.br

 

CURRÍCULOS

 

GUILHERME PIVA | Diretor

Ator e diretor. Formado pela Faculdade da Cidade, tem entre seus principais trabalhos em teatro, A Invenção do Amor; Não Vamos Pagar; Todas As Coisas Essa Viagem; De Verdade; A Farsa da Boa Preguiça; A Falecida; Aurora da Minha Vida; O Crime do Dr. Alvarenga; A Luz da Lua; O Submarino; Arlequim – Servidor de Dois Patrões e Carícias; com os diretores Marcelo Valle, Inez Viana, Cristina Moura, Marcio Abreu, João das Neves, João Fonseca, Naum Alves de Souza, Mauro Rasi, Ítalo Rossi, Mauro Mendonça Filho, Luiz Athur Nunes e Christiane Jatahy, respectivamente.

Na televisão pode ser visto em Xica da Silva, Mandacaru; Porto dos Milagres; Chocolate com Pimenta; O Beijo do Vampiro; Pé na Jaca; Três Irmãs; Insensato Coração; Lado a Lado (vencedora do Emmy 2013); Malhação Sonhos (indicada ao Emmy 2015); e Novo Mundo (Indicada ao prêmio melhores do ano da Rede Globo, prêmio Extra de Televisão, vencedor do prêmio Notícias de TV), entre outras novelas e especiais.

No cinema atuou no longa Madame Satã; Não se Preocupe Nada vai dar Certo; Paraíso aqui vou Eu; e O Sofá.

No teatro Guilherme dirigiu A Mulher que escreveu a Bíblia – uma das 10 melhores peças de 2007 eleita pelo Globo e prêmio Qualidade Brasil de melhor espetáculo – O Pintor; Como É Cruel Viver Assim; Foi Você Quem Pediu pra eu Contar a Minha História; três edições do Prêmio Rio sem Preconceito; o show Luar do Sertão; e o show O Problema é a Velocidade, de Emanuelle Araújo; e, recentemente, a bem-sucedida montagem de ‘Heisenberg – A Teoria da Incerteza, de Simon Stephens, com Bárbara Paz e Everaldo Pontes.

Ao longo de sua carreira Guilherme Piva foi indicado a vários prêmios em teatro e televisão tendo sido agraciado como revelação no prêmio Qualidade Brasil, melhor ator no prêmio Máster Brasil, melhor ator coadjuvante no prêmio Mambembe entre outros.

 

CLARA DE ANDRADE | Atriz 

Atriz, cantora e pesquisadora em teatro. Atuante na cena carioca desde 1993, com doutorado em Artes Cênicas pela UNIRIO. Em 2014, realizou estágio na Universidade Sorbonne Nouvelle, Paris 3, como parte de sua tese sobre o teatro de Augusto Boal na França. Autora do livro “O exílio de Augusto Boal: reflexões sobre um teatro sem fronteiras”, editora 7Letras. Graduou-se em Interpretação Teatral e realizou o seu mestrado em Artes Cênicas pela UNIRIO. Em seu percurso, destacam-se os trabalhos: 

 

Trabalhos em Teatro

– Atriz e co-idealizadora de “Crônicas de Nuestra América”, de Augusto Boal, direção de Gustavo Guenzburger. 

 – Participação no projeto “Exílios e Pertencimentos”, Galpão Gamboa-RJ, em temporada de “Murro em ponta de faca”, de Augusto Boal, com o Grupo Acti, direção de Paulo José, 2012.

– Cantora na inauguração do Instituto Augusto Boal, com músicas dos espetáculos “Opinião” e “Arena Conta Zumbi”, Oi-Futuro, RJ, participações de Fernanda Montenegro, Companhia do Latão, entre outros, 2011.

– Atriz no espetáculo “O Mambembe”, de Artur Azevedo, SESC-Ginástico, direção de Almir Telles, 2010.

– Cantora na série de samba e choro “Onomatopeia Musical”, de Hermínio Bello de Carvalho, CCBB-RJ, 2010.

– Atriz e produtora do Grupo Sarça de Horeb, direção de Almir Telles. Espetáculos: “Torturas de Um Coração” de Ariano Suassuna, “A Via Sacra”, de Henri Ghéon, “Brasil: Nunca Mais” e “O Principezinho do Deserto”.

– Atriz integrante da Cia. Bras. de Mystérios e Novidades, direção de Ligia Veiga. Espetáculos: “A Saga de Jorge” e “A Pajelança”. Temporadas no Museu da República, Espaço Cultural Sérgio Porto, RJ; e SESC-Pompéia, SP.

– Atriz em “Viagem ao Céu”, de Monteiro Lobato, direção de Markus Avalone, Teatro Princesa Isabel, RJ, 1993.

 

Trabalhos em Cinema e Televisão

 – Filme “1972”, de Flávio Tambellini, 2005.

– Novela “Tempos Modernos”, 2010.

– Seriado “Malhação”, 2005.

– Novela “De Corpo e Alma”, 1995.

– Minissérie “Anos Rebeldes”, 1993, todas na Rede Globo. 

CRISTINA AMADEO | Atriz e produtora

Atriz, bailarina, coreógrafa e produtora; Formada pela American Academy of Dramatic Arts NY em 1987/88. Principais trabalhos em teatro: Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues, direção Christiane Jatahy, projeto IN DRAMA, Casa França Brasil 2012; Corte Seco, direção Christiane Jatahy 2008/09/10; A Falta Que Nos Move, direção Christiane Jatahy 2005/06/07/08; Coletivo Improviso, direção Enrique Diaz 2004/05; Strip-Tease e Teatro Irregular, direção Daniel Dantas 2000/2001.

Integrou a Cia de Dança Cia de Deborah Colker como bailarina e assistente de direção durante três anos. Coreografou shows e clipes do ‘Dream Team do Passinho’.

No cinema é protagonista do curta metragem “Tem Alguém Feliz Em Algum Lugar”, de Alvaro e Mario Furloni (2014), no qual recebeu o prêmio de Melhor Atriz, no CineFest Votorantim, em 2016; “Disparos”, de Juliana Reis (2012); “A Falta Que Nos Move”, de Christiane Jatahy (2013); “Mulheres Sexo Verdades Mentiras”, de Euclydes Marinho (2008), entre outros.

Na TV os últimos trabalhos são: Boogie Oogie (TV Globo 2015); A Teia (TV Globo 2013); “Escrito Nas Estrelas” (TV Globo 2011); “Paixões Proibidas” (TV Bandeirantes 2007); “Malhação” (TV Globo 2006); “Celebridades” (TV Globo 2003/2004); entre outros.

Produziu e atuou no espetáculo “Strip-Tease e Teatro Irregular”.

Hoje, é sócia da ‘Mera Semelhança Produções Artísticas’.

JOÃO PEDRO ZAPPA | Ator

João Pedro Zappa é protagonista do longa-metragem “Gabriel e a Montanha”, vencedor dos prêmios “France 4 Visionnaire” e “Fondation Gan para a Distribuição na França”, da Semaine de la Critique 2017 do Festival de Cannes; e do Prêmio da Crítica na Mostra de SP (São Paulo International Film Festival 2017), entre outros.

Atualmente, o ator encarna o papel título da série “Santos Dumont – mais leve que o ar”, para a HBO, e aguarda o lançamento de três longas metragens, dentre os quais se destaca o “Rasga Coração”, roteiro adaptado da peça homônima de Vianninha e dirigido por Jorge Furtado.

Nascido em 1988, o ator iniciou seus estudos de interpretação no Teatro O Tablado em 2002, dando prosseguimento com o bacharelado em teatro na Faculdade da Cidade.

No cinema, o ator protagonizou o longa metragem “Boa Sorte”, de Jorge Furtado, dirigido por Carolina Jabor, ao lado de Deborah Secco e Fernanda Montenegro, vencedor do prêmio de melhor filme pelo júri popular, no Festival de Paulínia em 2014; e que lhe rendeu a primeira indicação ao Prêmio Guarani de Cinema, como “Revelação”, em 2014.

Em 2016, viajou para a África, para as filmagens do longa metragem “Gabriel E A Montanha”, dirigido por Fellipe Barbosa. A produção franco-brasileira foi filmada em quatro países do leste e sudeste do continente africano e finalizada na França. João Pedro atua também como produtor associado do longa, que lhe rendeu a segunda indicação ao Prêmio Guarani de Cinema, desta vez como “Melhor Ator” de 2017.

Ao todo, atuou em onze longas metragens (cinco deles como protagonista) dentre os quais ainda se destacam “Disparos” (Juliana Reis), “Éden” e “O Sofá” (ambos de Bruno Safadi) e “Ressaca” (Bruno Vianna), pelo qual ganhou o Prêmio de Melhor Ator no Festival Cine-Esquema-Novo, de Porto Alegre, em 2009. Participou de diversos curtas metragens, sete dos quais como protagonista, incluindo o curta “Os Mortos-Vivos” (Anita Rocha da Silveira), selecionado para a Quinzena de Realizadores do Festival de Cannes em 2012.

No teatro, foi indicado ao prêmio de “Melhor Ator” na FITA 2014 (Festa Internacional de Teatro de Angra) pela premiada montagem da peça homônima de Oscar Wilde, “A Importância de Ser Perfeito”, dirigida por Daniel Herz (2013-2014). Também foi indicado ao prêmio CBTIJ de Teatro para Criança 2014, na categoria “Ator coadjuvante” por “Pedro Malazarte e a Arara Gigante” de Jorge Furtado, dirigido por Débora Lamm.

Em 2016, estreou seu primeiro monólogo, “Guia Afetivo da Periferia”, escrito e dirigido por Marcus Faustini.

Além disso, atuou nos espetáculos adultos “O diário de Anne Frank”, dirigido por Robert Castle (2010); “Querida Helena Sergueiêvna”, dirigido por Isaac Bernat (2012-2013); “Sonhos de um Sedutor”, de Woody Allen, dirigido por Ernesto Piccolo (2015); “O Processo”, da Cia TVNI, inspirado no romance filosófico de Franz Kafka (2015); e nos espetáculos infantis “O Dragão Verde”, de Maria Clara Machado (2007); e “Um Garoto Chamado Rorbeto”, de Gabriel O Pensador (2008-2009).

Na televisão, deu vida ao personagem “Serginho” na super série de sucesso, “Os Dias Eram Assim” (2017); foi indicado na categoria “Revelação de TV” do “Prêmio Contigo” pelo personagem “Greg” que interpretou no seriado “Segunda Dama” (2014); participou de “A Grande Família” (2012), “Tapas e Beijos” (2014); viveu o personagem “Gabriel” na minissérie “Cinquentinha” (2009); e a fase jovem do personagem “Bento” na novela “Além do Tempo” (2015). Todos produtos da TV Globo.

Atuou também em diversas séries do canal Multishow, dentre elas, “Morando Sozinho” (2010). Deu vida ao Personagem “Pedro Vieira”, o Tatu da “Turma Do Pererê”, de Ziraldo, para a TV Brasil (2009) e participou das séries “Questão de Família” e “Os Homens São De Marte E É Pra Lá Que Eu Vou”, do canal GNT (2014 e 2015).

 

JULIA DALAVIA | Atriz

Julia Dalavia nasceu no Rio de Janeiro em 9 de fevereiro de 1998. Estudou em O Tablado e fez cursos de Vídeo e Cinema, com Cibele Santa Cruz, e de Teatro, na Casa de Cultura Humaitá, com Daniela Pessoa e supervisão de Pedro Vasconcelos. Estreou no teatro, em 2006, na peça A Fuga das Galinhas. Em 2012, estreou nos cinemas nacionais na trilogia de filmes Até que a Sorte nos Separe de 2012, Até que a Sorte nos Separe 2 de 2013] e Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final de 2015.Em 2014 interpretou a personagem Helena na primeira fase da novela Em Família, de Manoel Carlos, e participou do elenco da novela Boogie Oogie (2014). Em 2016, participou da primeira fase de Velho Chico (2016). E em seguida, atua na minissérie Justiça. Em 2017, vive a jovem Nanda na supersérie Os Dias Eram Assim que ao decorrer na trama descobre ser portadora do vírus da aids, e no mesmo ano, interpreta Adriana em O Outro Lado do Paraíso. Em 2019, protagonizará ao lado de Renato Góes a novela das 18h sobre refugiados sírios, Filhos da Terra.

Rolé Carioca Jardim Botânico

O Rolé Carioca vai mostrar o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, um dos mais importantes centros de pesquisa e desenvolvimento da História do Brasil. Foi fundado, assim como o Museu Nacional, por D. João VI e tinha um objetivo muito diferente do que as pessoas imaginam hoje: seu fim era econômico.  Seu objetivo era constituir centros de estudo e desenvolvimentos em que os novos cientistas pudesse catalogar, organizar, e estudar a melhora do desenvolvimento da botânica e agricultura.

O passeio a pé é gratuito e guiado pelos professores da Estácio Rodrigo Rainha e William Martins, que contam as curiosidades do bairro. O roteiro começa no Jockey Clube do Brasil  e passa pelos seguintes pontos: Museu do Meio Ambiente, Sitio arqueológico Casa dos Pilões, Portal e Ruínas da Antiga Casa de Pólvora, Portal da Real Academia de Belas Artes, Chafariz das Musas, Instituto Antônio Carlos Jobim. professores da Estácio Rodrigo Rainha e William Martins, responsáveis pelo passeio, contam as curiosidades do bairro conhecido

Realizado pelo Estúdio M’Baraká, o Rolé Carioca passará ainda esse ano pelo bairros: Aterro do Flamengo, Rua Primeiro de Março e Andaraí.

HISTÓRICO DO PROJETO

Realizado desde 2013, o Rolé Carioca atingiu a marca de 150 km percorridos em mais de 40 passeios gratuitos, promovendo as histórias da cidade para um público estimado em 20 mil participantes. No ano de estreia passou pelos seguintes bairros: Urca, Cinelândia/Lapa, Madureira, Praça Tiradentes/Largo da Carioca, Rio Comprido, Gamboa e Vila Isabel. Em 2014, os passeios foram realizados em Botafogo, Méier, Praça XV/Castelo, Região Portuária, São Cristóvão e Tijuca. Em 2015, quando o evento fez parte das comemorações oficiais do 450º aniversário do Rio de Janeiro, o Rolé visitou o quadrilátero de fundação da cidade formado pelos morros do, de Santo Antônio, de São Bento e da Conceição; Niterói, Catete, Santa Cruz, Catumbi, Paquetá, Penha e Saara. O Rio de Janeiro sediou os Jogos Olímpicos em 2016 e o Rolé Carioca incluiu em seu roteiro o novíssimo Circuito Porto, além dos bairros Maracanã, Engenho de Dentro, Copacabana, Del Castilho e Laranjeiras.

2016 também foi o ano de expansão do roteiro. Assim, o Rolé ganhou uma versão nacional com passeios em cinco capitais brasileiras. O Rolé Brasil levou centenas de pessoas a dois roteiros distintos em cada uma das cinco capitais visitadas. Em duas ocasiões Fortaleza, Salvador, Curitiba, São Paulo e Florianópolis receberam o Rolé Brasil. Neste ano o projeto ganhou também uma exposição, realizada no Museu do Amanhã.

Em 2017 o Rolé realizou uma edição especial na véspera do Dia dos namorados, o Rolé do Amor. O projeto promoveu um roteiro pelo bairro da Glória passando pelo Palácio do Catete, Igreja Nossa Senhora da Glória do Outeiro, Aterro do Flamengo, Marina da Glória, Memorial Getúlio Vargas, entre outros pontos importantes. Além da retomada do Rolé Brasil, que retornou a São Paulo e Salvador – cidades que abraçaram o projeto por completo, e chegou pela primeira vez a Manaus, Vila Velha, Recife e Aracaju.

SOBRE O BAIRRO DO JARDIM BOTANICO 

O Jardim Botânico está na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, um dos bairros mais nobres, em um conjunto que junto com Ipanema, Leblon e Gávea, é a região de maior renda per capta do Rio de Janeiro.   Notabiliza-se pelo limite com o Alto da Boa Vista e região do Horto.  Enquanto centro, o Jardim Botânico continua cumprindo sua dupla função: um dos mais importantes centros de pesquisa botânica do Brasil, de outro lado, um dos mais belos recantos do Rio de Janeiro, criando um ambiente turístico, histórico e de lazer a cidade do Rio de Janeiro.

 

PONTOS DO ROTEIRO

Jockey Clube do Brasil

Mais conhecido como local onde se realizam os páreos ou corridas de cavalos, o Hipódromo da Gávea é também uma das mais belas construções do início do século 20 no Rio. Sua construção marcou época na cidade, tanto sob o ponto de vista arquitetônico como de engenharia. A tribuna de honra se destaca, com a arquibancada coberta pela longa marquise cuja extensão em balanço (sem suporte ou pilares) foi a maior da América Latina em sua época.  Do outro lado da tribuna, a fachada de sede se volta para a Praça Santos Dumont e lembra o Grand Trianon de Versalhes.

Museu do Meio Ambiente

Inaugurado em 2008, ano da comemoração do bicentenário do Jardim Botânico, o museu foi o primeiro da América Latina dedicado integralmente à temática socioambiental. O espaço abriga exposições, programas educativos e de debates dedicados à sustentabilidade da vida e das atividades humanas.

Sitio arqueológico Casa dos Pilões

A edificação foi uma das unidades de produção da Real Fábrica de Pólvora da Lagoa Rodrigo de Freitas, responsável pela produção do explosivo que abastecia todo o mercado brasileiro. Na Oficina do Moinho dos Pilões realizava-se a etapa mais perigosa do processo de produção do explosivo – a compactação da pólvora. Além do próprio prédio, onde uma maquete simula o funcionamento da oficina, uma exposição permanente apresenta objetos e fragmentos encontrados nas escavações arqueológicas.

Portal e Ruínas da Antiga Casa de Pólvora

Em 1808, diante da preocupação em defender o território da colônia de um possível ataque do império francês, após a fuga da corte portuguesa para o Brasil, D. João VI ordenou a imediata criação de uma Fábrica de Pólvora e Fundição de Artilharia. A área escolhida, no Jardim Botânico, representava água em abundância para o fabrico da pólvora e a necessária distância do centro urbano e de São Cristóvão – local de residência da família real –em virtude do perigo do manuseio dos componentes explosivos.

Portal da Real Academia de Belas Artes

Do prédio original da antiga Real Academia de Belas Artes, restou apenas a fachada, preservada e transportada para o parque nos anos 40, por insistência do arquiteto Lúcio Costa, então, diretor da Escola Nacional de Belas Artes. Projetado pelo francês Grandjean de Montigny e construído próximo à Praça Tiradentes, o edifício é considerado o primeiro prédio neoclássico no Brasil. Abrigou o ensino das Belas Artes até 1908, quando a academia foi alocada no atual Museu Nacional de Belas Artes.

Chafariz das Musas

A fonte em ferro fundido é de autoria do inglês Herbert W. Hogg, da cidade de Derby, no final do século XIX. Foi trazido ao Jardim Botânico em 1895 pelo então diretor do parque, o botânico Barbosa Rodrigues. Destaque para as quatro estátuas no alto do chafariz que representam a poesia, a música, a ciência e a arte.

Instituto Antônio Carlos Jobim

O acervo completo do compositor e maestro Antônio Carlos Jobim (1927-1994) se encontra dentro do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O local foi escolhido para abrigar a memória do músico pelo amor que Tom Jobim sempre demonstrou pelo que chamava de “meu querido Jardim Botânico”. Além do acervo original e digitalizado, o espaço mantém uma exposição permanente com fotos, partituras originais, objetos pessoais e vídeos de apresentações do compositor. O Instituto desenvolve projetos de catalogação, conservação e disponibilização de acervos digitais de outros artistas, como Lucio Costa, Dorival Caymmi, Chico Buarque e Gilberto Gil.

SERVIÇO

Data: 30 de Setembro de 2018

Local de Encontro: Jockey Clube do Brasil
Endereço: Praça Santos Dumont 31, Gavea

Horário: 9h

Duração: 3h

GRÁTIS

www.rolecarioca.com.br

INFORMAÇÃO PARA IMPRENSA

LEAD Comunicação

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Sonho de Uma Noite de Verão

Após sucesso no Teatro Riachuelo, o espetáculo “Sonho de Uma Noite de Verão”, estreia curta temporada dia 20 de setembro, no Serrador. A peça, realizada pelo Centro de Estudos e Formação em Teatro Musical (CEFTEM), é uma adaptação inédita da clássica comédia de Shakespeare, com músicas originais.

O musical tem direção de João Fonseca, direção musical de Tony Lucchesi e direção de movimento de Bella Mac, e ficará em cartaz de 20 a 29 de setembro, de quinta a sábado, às 19h30.

Sinopse: Às vésperas do casamento do Duque de Atenas, um casal de apaixonados (Hérmia e Lisandro) adentra a mata para tentar escapar de um destino terrível. Também entram Demétrio, apaixonado por Hérmia, e Helena, apaixonada por Demétrio. O caos está instalado na floresta por causa de uma disputa ciumenta entre os deuses Titãnia e Oberon, que não conseguem controlar os espíritos da floresta, e seu líder, Puck. Feitiços são lançados e os jovens apaixonados acabam se encantando pelas pessoas erradas, numa noite de perseguições amorosas confusas e cansativas. Nesta mesma floresta, uma trupe de atores amadores ensaia uma lamentável comédia de muito mal gosto para apresentar no casório que se dará em breve. Um deles é arrastado para o caos dos feitiços, quando é transformado em burro por Puck, e capturado pela rainha das fadas, que se apaixona profundamente por suas orelhas peludas. Em uma noite que mais parece um sonho, o amor é feitiço e todos vivem experiências misteriosas e memoráveis.

Sonho de uma Noite de Verão – O Musical

Temporada: de 20 a 29 de setembro

De quinta a sábado

Horário: 19h30

Teatro Serrador – Cinelândia (Rio de Janeiro/RJ)

Duração: 120 minutos

Classificação: 12 anos

Valor: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia-entrada)

Teatro Serrador

R. Sen. Dantas, 13 – Centro, Rio de Janeiro – RJ

Tel: (21) 2220-5033

Lotação: 276 lugares

Elenco:

Alina Cunha – Hérmia/Fada

Anderson Rosa – Egeu/Quina/Fada

Caio Lisboa – Lisandro/Sanfona

Carol Groetaers – Hérmia/Fada

Clara Equi – Hipólita/Titânia/Fada

Gabriel Lara – Puck

Hamilton Dias – Teseu/Oberon

Julia de Aquino – Helena/Justine

Luiz Filipe Carvalho – Puck

Maria Clara Cristóvão – Helena/Justine

Mateus Penna Firme – Demétrio/Sanfona

Milene Cauzin – Hipólita/Titânia/Fada

Rhuan Santos – Lisandro/Bicudo

Sidarta Senna – Demétrio/Bicudo

Vitor Louzada – Bobina

Ficha Técnica:

Realização: CEFTEM

Direção: João Fonseca

Assistência de Direção: Lyv Ziese e Luiz Filipe Carvalho

Direção Musical e Músicas Originais: Tony Lucchesi

Assistência de Direção Musical: Flávio Moraes

Direção de Movimento: Bella Mac

Assessoria de imprensa: MercadoCom

10 Segundos Para Vencer

Com estreia nos cinemas marcada para 27 de setembro, ’10 Segundos Para Vencer’ revela a incrível história do brasileiro Éder Jofre (Daniel de Oliveira), um dos maiores lutadores de todos os tempos, que desafiou seus próprios limites até se tornar bicampeão mundial de boxe. Emocionante e ao mesmo tempo eletrizante, a trajetória de superação é narrada a partir da relação do atleta com seu pai e obstinado treinador, o ex-pugilista argentino Kid Jofre (Osmar Prado – vencedor do Kikito de Melhor Ator no Festival de Cinema de Gramado2018), que nunca deixou a ternura se sobrepor à austeridade com que conduzia a carreira do filho. Com cenas espetaculares que reconstituem, dentro e fora dos ringues, a atmosfera das lutas de boxe nos tempos áureos do esporte – entre os anos 60 e 70 –, ‘10 Segundos Para Vencer’ também aponta para a vida de Éder Jofre em família, seus conflitos, dilemas e paixões.

O paulistano que teve uma infância pobre nos anos 40 no Peruche e que abriu mão do sonho de ser arquiteto para seguir a tradição da família de pugilistas conquistou seu primeiro cinturão de ouro no peso galo aos 24 anos, em 1960, em Los Angeles, Estados Unidos. Logo, o Galinho de Ouro, como ficou conhecido, ganhou fama, tornando-se um herói nacional. Depois de cinco anos de glória, defendendo o título sem nunca ter sofrido um nocaute, em 1966 ele decide parar de lutar para levar uma vida comum, longe dos ringues e perto da mulher, Cida, e dos filhos pequenos. Mas a paixão pelo esporte o chama de volta e, mesmo após um longo período parado, ele recupera a antiga forma e conquista mais um cinturão de ouro, em 1973, aos 37 anos. Do alto de seus 82 anos, Éder esteve, no último dia 10 de setembro, na pré-estreia do longa e assistiu ao filme ao lado dos filhos, Marcel e Andrea Jofre. O ex-atleta se emocionou ao rever passagens de sua infância, as dificuldades enfrentadas e, principalmente, a relação intensa com o pai. Ao fim da sessão, o boxeador brasileiro mais conhecido no mundo foi aplaudido de pé.

O diretor José Alvarenga Jr. conta que, para as lutas mais emblemáticas de Éder Jofre, lançou mão de recursos cinematográficos para tornar as cenas interessantes até mesmo para quem não acompanha o esporte. “O atleta que entra no ringue está lutando para as pessoas que estão na platéia e o que vai instigar o espectador são as reações e sensações de quem está assistindo, mais do que os golpes”, diz o cineasta, que reproduziu locuções originais de rádio para dar mais emoção às cenas.

O filme foi rodado ao longo de sete semanas, entre julho e agosto de 2016. O elenco também conta com Sandra Corveloni (Angelina, mãe de Éder), Ravel Andrade (Doga, irmão), Keli Freitas (Cida, esposa), Ricardo Gelli (Zumbanão, tio) – vencedor do Kikito de Melhor Ator Coadjuvante no festival de Cinema de Gramado -, Luti Angelelli (Abraão) e Victor Laplace (Parnassus).

Produzido por Flávio Ramos Tambellini, coproduzido pela Globo Filmes e Canal Brasil, ‘10 Segundos Para Vencer’ estreia no dia 27 de setembro, com distribuição da Imagem Filmes.

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SINOPSE CURTA

10 SEGUNDOS PARA VENCER. O filme revela a extraordinária trajetória de Éder Jofre (Daniel Oliveira) até se tornar um dos maiores boxeadores da história. Um homem dividido entre a paixão pelo esporte e a vida em família. Pai (Osmar Prado) e filho na busca de um sonho: o de ser um verdadeiro campeão. Com Daniel de Oliveira, Osmar Prado, Kelli Freitas, Ricardo Gelli e Sandra Corveloni. Direção: José Alvarenga Jr..  114 minutos.

 

ELENCO PRINCIPAL – PERSONAGENS

Daniel de Oliveira – Éder Jofre

Osmar Prado – Kid Jofre

Ricardo Gelli – Zumbanão

Kelli Freitas – Cida

Sandra Corveloni – Angelina

Ravel Andrade- Doga

Luti Angelelli – Abraão

Victor Laplace – Parnassus

 

FICHA TÉCNICA

Direção – José Alvarenga Jr.

Roteiro – Thomas Stavros, Patricia Andrade, José Alvarenga Jr. e Marcio Alemão

Produção – Flávio Ramos Tambellini – Tambellini Filmes

Coprodução – Globo Filmes e Canal Brasil

Produção Executiva – Fernando Zagallo e Tânia Leite

Produtores – Breno Silveira, Chico Abreia, Thomas Stavros

Produtor Associado –  José Alvarenga Jr.

Direção de Produção – Amanda Haddad

Direção de Fotografia – Lula Carvalho

Direção de Arte – Claudio Domingos

Figurino – Marcelo Pies

Maquiagem – Martin Macias

Produção de Elenco – Ciça Castello

Banda Drenna no Porão do Rock

Drenna tem origem na favela do Complexo do Alemão, bairro de Inhaúma no Rio de Janeiro. A história da banda possui vários marcos desde a sua ascensão, em 2009. Os músicos movimentaram ativamente a cena local por fazer parte do movimento #ACenaVive, cujo objetivo era reunir o cenário alternativo do Rio. Drenna também foi convidada a participar do programa “Vida de Roqueira” produzido pelo canal BIS, permitindo a cantora a ter uma projeção nacional. Até agora, já foram dois álbuns lançados (“Drenna” 2010 e “Desconectar” 2016) , um EP (“Verdades” 2013), seis clipes e muitos festivais como Circuito Banco do Brasil, Ponto CE e Rock In Rio.

Em 2018 a banda participa pela primeira vez do Porão do Rock. A apresentação acontecerá no Palco II e os ingressos estão à venda no site Sympla (https://www.sympla.com.br/festival-porao-do-rock-20-anos__332497) pelo valor de R$ 20 (por dia) para todos que doarem um 1kg de alimento não perecível, que será entregues ao programa Mesa Brasil, do Sesc. Quem for de bicicleta para o Porão tem desconto e paga R$ 15 na bilheteria. Também estão disponíveis para compra duas modalidades de combo: o primeiro inclui ingressos e pulseira de acesso ao camarote para os dois dias de festival, camiseta e copo oficiais do evento; e o segundo vem com ingressos e pulseira de acesso ao camarote para os dois dias, camiseta oficial e o livro “Historias do Porão”.

O evento, que comemora 20 anos, conta com 46 atrações que se apresentam em três palcos nos dois dias de programação. Além da apresentação da Drenna, o evento também conta com Barão Vermelho (RJ), Braza (RJ), Cordel do Fogo Encantado (PE), CPM 22 (SP), Devotos (PE), Francisco El Hombre (SP), Gangrena Gasosa (RJ), Korzus (SP), Krisiun (RS), Letrux (RJ), Matanza (RJ), Orquestra Brasileira de Música Jamaicana – OBMJ (SP), Pavilhão 9 (SP), Plebe Rude (DF), Project 46 (SP), entre outros.

SERVIÇO

Drenna no Porão do Rock

Data: 29/09/2018 (sábado)

Abertura dos portões: 16h

Horário do show: 17h40

Local: Palco II – Estacionamento do Estádio Nacional de Brasília (Mané Garrincha)

Informações: www.poraodorock.com.br

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VÍDEOS:

Clipe “Roda Viva”: https://www.youtube.com/watch?v=OCGfl_tf_F0

Clipe “Andar Sozinho”: https://www.youtube.com/watch?v=EjXqivM7xuU

Clipe “Desconectar”: https://www.youtube.com/watch?v=oBi7b4fcKwc

Clipe “Lumiar”: https://www.youtube.com/watch?v=gUQDxlpjnAg

Show ao vivo no Circuito Banco Do Brasil: https://www.youtube.com/watch?v=7IyWxq2ZSWE

Show ao vivo no Imperator Novo Rock : https://www.youtube.com/watch?v=BqpF4qYFUCA

DoSol TV Sessions: https://www.youtube.com/watch?v=jMaQQe-oN7A

OUÇA “DESCONECTAR”:

Spotify: https://open.spotify.com/artist/7Km2oqSGqY9nTSnyY4QVyf

‘Primavera da Dança’ com Ballet do Theatro Municipal na Cidade das Artes

Pela primeira vez o Ballet do Theatro Municipal se apresentará na Cidade das Artes em programa popular durante um único final de semana, criado por suas diretoras Ana Botafogo e Cecília Kerche, composto de trechos dos ballets de repertório, entre eles três ballets com música de Tchaikowsky, um dos maiores compositores de música para ballet

O espetáculo tem os trechos mais amados do público carioca: O lago dos Cisnes, A Bela Adormecida, O Quebra-Nozes, Sheherazade e Raymonda.

O espetáculo inicia com o Grand Pas de Quatre, de Cesare Pugni, que desde 1845 mantém seu sucesso inalterado, sendo veículo para o virtuosismo das quatro bailarinas em cena.

Segue-se o Adagio da Rosa do 1º ato de “A Bela Adormecida”, que acontece quando a Princesa Aurora é cortejada por quatro príncipes pretendentes à sua mão em seu 16º aniversário.

Em sequência, com Música de Vassily Soloviev, do ballet Taras Bulba, o solo masculino intitulado Gopak. Esta dança popular da Ucrânia tem origem no verbo hopati, que significa saltar e corresponde a exclamação Hop!, entoada durante a dança. Geralmente, é uma dança masculina e de muitos saltos acrobáticos.

O 4º Ballet é um trecho do 3º ato d’O Lago dos Cisnes que representa a Hungria  com suas típicas Czardas,  dançadas pelo Corpo de Baile nos festejos de aniversário do Príncipe Siegfried.

De ‘O Quebra-Nozes’ teremos o famoso Pas de deux, que exige dos dois bailarinos a mais alta técnica em dança para fazer jus à música de Tchaikovsky, talvez a melhor que ele tenha composto para um balé.

Finalmente, o Pas Hongrois, extraído do último ato de “Raymonda”, passa-se no Século XIII e encena o casamento dos dois heróis, no qual todos os bailarinos do Theatro tomam parte, com música de Glazunov.

 O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado e Cultura do Rio de Janeiro 

Corpo de Baile do Theatro Municipal

Direção Ana Botafogo e Cecilia Kerche

PROGRAMA

Pas de Quatre de Pugni.

Música: Cesare Pugni

Coreografia: segundo Jules Perrot

Marie Taglioni: Claudia Mota ou Deborah Ribeiro

Lucile Grahan: Juliana Valadão ou Rachel Ribeiro

Carlotta Grisi: Fernanda Martiny ou Renata Tubarão

Fanny Cerrito: Carla Carolina ou Viviane Barreto

 

Adágio da Rosa.

Música: P. I. Tchaikovsky

Coreografia: Marius Petipa

Bailarinos: Claudia Mota ou Fernanda Martiny ou Juliana Valadão, Alysson Trindade, Bruno Fernandes, Carlos Cabral, Edifranc Alves, Ivan Franco, Saulo Finelon, Yitzhack Davi

Gopak

Solo do ballet Taras Bulba

Música: Vassily Soloviev

Coreografia: Ygor Mosseyev

Bailarino: Cícero Gomes

Czardas

Música: P. I. Tchaikovsky

Coreografia: Marius Petipa

Solistas: Carla Carolina, Fernanda Martiny, Viviane Barreto, Melissa Oliveira, Aloani Bastos, Rachel Ribeiro, Edifranc Alves, Saulo Finelon, Santiago Jr., Wellington Gomes

CB: Ana Paula Siciliano, Bianca Lyne, Elida Brum, Flávia Carlos, Margherita Tostes, Melissa Oliveira, Monica Barbosa, Thais Danello, Vanessa Pedro, Alysson Trindade, Bruno Fernandes, Mateus Dutra, Paulo Ricardo, Saulo Finelon, Sergio Martins, Yitzhack Davi, Michael Willian (EEDMO)

 

O Quebra Nozes – Pas de deux 

Música: P.I.Tchaikovsky

Coreografia: Marius Petipa

Claudia Mota e Filipe Moreira

Renata Tubarão e Alef Albert 

 

Intervalo

 

Sheherazade

Música: Nicolai Rimsky-Korsakov

Coreografia: Michel Fokine

Deborah Ribeiro e Cicero Gomes

Renata Tubarão e Filipe Moreira

Raymonda

Música: Alexander Glazunov

Coreografia: Marius Petipa

Cláudia Mota e Cícero Gomes ou Juliana Valadão e Alef Albert, Aloani Bastos, Carla Carolina, Fernanda Martiny, Flavia Carlos, Margheritta Tostes, Rachel Ribeiro, Thaís Danello, Viviane Barreto Alyson Trindade, Bruno Fernandes, Edifranc Alves, Ivan Franco, Santiago Jr., Saulo Finelon, Wellington Gomes, Yitzhack Davi

Substitutos: Marcella Borges e Michael Willian (EEDMO)

Quarteto Masculino: Edifranc Alves, Wellington Gomes, Alyson Trindade, Yitzhack Davi

Quarteto Feminino: Carla Carolina, Rachel Ribeiro, Aloani Bastos, Thaís Danello

DATAS E HORÁRIOS

ESTREIA: SEXTA-FEIRA 28 DE SETEMBRO – 20h

APRESENTAÇÕES:

Sábado – 29 de setembro, 20h

Domingo – 30 de setembro, 17h

PREÇOS DOS INGRESSOS

PLATEIA – R$120,00

FRISA e CAMAROTES 1 e 2 –  R$80,00

GALERIAS e CAMAROTES 7 e 8 –  R$50,00

Ingressos na bilheteria da Cidade das Artes ou no site Ingresso Rápido

Cidade das Artes – Av. das Américas 5.300 – Barra da Tijuca-RJ

Lotação – 1.222 lugares

Censura Livre

Duração: 1h30