Programação do Clube Manouche

11/02 – Terça, 20h30 Projeto “Quesito Samba Enredo”- os músicos e jornalistas Bernardo Araujo e Luiz Felipe de Lima conversam sobre o tema, de sua história à contemporaneidade

“Os sambas-enredo não são mais o que eram”, lamenta Luis Filipe de Lima, músico, jornalista, jurado do Estandarte de Ouro e um dos violões de sete cordas mais requisitados da música brasileira. “Originalmente, a ala dos compositores era a espinha dorsal das escolas, tudo se originava dela e dos sambas. Hoje, a parte visual tomou conta, e os sambas têm que se adequar aos desfiles, e não o contrário”.

“A forma como as escolas pensam seus sambas de fato mudou, mas isso não afetou os sambas-enredo, que passam por um grande momento”, retruca o jornalista Bernardo Araujo, especialista no universo das escolas de samba e autor do livro “Prazer da Serrinha – Histórias do Império Serrano” (Editora Verso Brasil), sobre sua escola do coração. “Ultimamente tivemos hinos como o ‘Malandro Batuqueiro’ do Salgueiro, ‘História para Ninar Gente Grande’, da Mangueira, vários da Portela e muitos outros”.

De tanto debater este objeto de sua paixão (entre muitos outros), os dois amigos resolveram chamar o povo para um papo e levam ao Clube Manouche, no próximo dia 11 de fevereiro, terça, o projeto “Quesito Samba-Enredo”, em que falam da origem do hino (no início, por exemplo, as canções não tinham a menor relação com o espetáculo visual apresentado), debatem um pouco de sua história e chegam ao debate da contemporaneidade, sempre com muito humor.

Em tempos de pré-carnaval – que nas agendas de Filipe e Bernardo é qualquer momento depois do Desfile das Campeãs – nada como um papo de samba.

 

 

Serviço

EventoProjeto “Quesito Samba Enredo” com os músicos e jornalistas Bernardo Araujo e Luiz Felipe de Lima

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 11 de fevereiro, terça, 20h30

Ingressos: R$ 50,00 (inteira), R$ 30,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 25,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Lotação: 100 lugares (formação com mesas e cadeiras)

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 entram acompanhado dos pais.

Estacionamento no local (tarifado)

12/02 –  Quarta, 21h – Zé Mauricio Machline convida Mônica Salmaso e Zé Renato – Projeto Por Acaso

Zé Maurício Machline, criador do Prêmio da Música Brasileira, volta ao palco do Clube Manouche com a quarta edição do “Por Acaso“, programa de entrevistas que comandou na televisão até 2004, com um encontro de gerações de cantores no palco para um bate-papo informal e números musicais: Mônica Salmaso e Zé Renato.

O projeto, que promove bate-papos e números musicais com grandes representantes da MPB  já reuniu no palco nomes como Zeca Pagodinho e Mariene de Castro; Gal Costa e Alice Caymmi e Ney Matogrosso e Filipe Catto e na primeira edição na casa nova recebeu Zélia Duncan e Moska, Alcione e Ferrugem e, na última edição em janeiro Pedro Luís, João Cavalcanti, Pedro Miranda e Moyseis Marques.

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“A ideia é sair do lugar comum, promover encontros interessantes entre músicos com a mesma linguagem, entremeando a conversa com números musicais que fujam do repertório mais conhecido do artista”, define Machline,

Serviço

Show: Zé Maurício Machline recebe Mônica Salmaso e Zé Renato

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 12 de fevereiro, quarta-feira, 21h

Ingressos: R$ 70,00 (inteira), R$ 50,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 35,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: Livre

Estacionamento no local (tarifado)

13/02 – Quinta, 21h Gabriel Grossi – lançamento de songbook dedicado à sua obra

 “Fiquei muito impressionado com Gabriel Grossi, um gaitista que toca com enorme facilidade, um músico de grande explosão. Também fiquei admirado com suas composições e seu domínio da linguagem brasileira”

 Toots Thieleman

 

“É um gaitista espetacular, um músico de forte personalidade, movido por uma enorme paixão pela gaita e pela música.”

 Mauricio Einhorn, ex- professor

 

O gaitista Gabriel Grossi adentra o tablado vermelho do Clube Manouche em 13 de fevereiro, quinta, para show de lançamento do seu novo projeto: um Songbook que reúne 40 composições de seu vasto repertório instrumental em um lindo trabalho gráfico.

Com onze discos lançados, gravações, shows com grandes nomes da música nacional e internacional (Hermeto Pascoal, Chico Buarque, Ivan Lins, Leila Pinheiro, João Donato, Dave Matthews, Guinga, Lenine, Djavan, Milton Nascimento, Dominguinhos, entre outros) e diversas turnês ao redor do mundo, Gabriel coleciona um extenso currículo e reconhecimento e reverência do público e dos que mais conhecem seu trabalho.

Ao lado de Eduardo Faria, teclado, e Xande Figueiredo, bateria, Gabriel apresenta canções que fazem parte do songbook, todas escolhidas a dedo para este show, como “Arapuca” e “#EmMovimento”, faixa que dá nome ao seu recente DVD.

Apesar de jovem, Gabriel tem uma trajetória extensa. Além da carreira solo, é desde 2005 integrante do Hamilton de Holanda Quinteto, vencedor do Prêmio TIM 2007 e finalista do Grammy Latino por três vezes. Sempre envolvido em importantes projetos, Gabriel foi parceiro frequente do saudoso e consagrado clarinetista Paulo Moura, com quem atuou de 2003 até seu falecimento. No ano de 2004, também gravou CD e DVD com as cantoras Zélia Duncan e Beth Carvalho, com as quais trabalhou bastante.

Seu disco de estreia, “Diz Que Fui Por Aí”, recebeu elogios pela concepção musical, composição e arranjos. O segundo, “Afinidade” (em duo com o grande violonista Marco Pereira), e o terceiro, “Arapuca” (inspirado no universo do forró) também conquistaram crítica e público, mostrando que é possível aliar a tradição da música instrumental com o gosto popular.

Em 2009 formou seu trio com os instrumentistas Guilherme Ribeiro, piano e Sergio Machado, bateria, e com essa formação gravou “Horizonte”, álbum preparado durante a turnê que realizou com o lendário trombonista Raul de Souza. Em 2011, lançou o CD “Zibididi” com o guitarrista Diego Figueiredo, álbum composto exclusivamente por temas autorais.

Em 2012 Gabriel lançou mais dois trabalhos: os CDs “Villa Lobos Popular”, em duo com o pianista Amilton Godoy, e “Realejo”, com o acordeonista Bebe Kramer. Em 2013 gravou “Urbano”, com temas autorais e uma proposta moderna dentro do universo da harmônica.

No início de 2015 foi chamado pelo jornalista e produtor francês Remy Kopakopul para a direção musical, produção e arranjos do musical “K Rio K” em Pari,  peça que fala da relação Rio-Paris dos anos 20. Neste mesmo ano grava o disco “Nascente”, lançado em 2016. Em 2016 lança, em parceria com o violonista Felix Júnior, o projeto/disco/show “Nascente”, em homenagem à Guinga e Hermeto Pascoal; além de dar continuidade aos projetos “Urbano”, “Realejo” (com Bebê Kramer), “Villa Lobos Popular (com Amilton Godoy) em homenagem a Villa Lobos e “Fole de Boca” (projeto que busca novos caminhos para o forró). Em 2016 também produziu dois discos em homenagem aos seus mestres da harmônica: Toots Thielemans e Maurício Einhorn. No projeto “We do it out of love ”, Gabriel e seu parceiro Alex Rossi juntaram harmonicistas de vários lugares do mundo para prestar essa homenagem e entregaram o disco pessoalmente ao homenageado Toots Thielemans em seu aniversário de 94 anos.

Já na homenagem “Viva Maurício Einhorn” Grossi se juntou ao seu parceiro Pablo Fagundes e mais de vinte e seis gaitistas brasileiros para gravar um disco duplo brindando a obra do grande Mauricio Einhorn. Mais recentemente, gravou seu quinto disco com Hamilton de Holanda Quinteto, homenageando Milton Nascimento e comemorando os dez anos de existência do grupo. Também gravou na Espanha em Barcelona pelo selo TempsRecords um disco em duo com o violonista e antigo parceiro Jurandir Santana chamado “Conexões“. Em 2017 grava em Brasília o DVD “#Em Movimento”, uma homenagem dele a vários de seus ídolos. Para esse projeto compôs músicas dedicadas a cada um deles e também fez uma reverência aos artistas e colegas de sua geração e aos novos instrumentistas e compositores da música instrumental feita no Brasil, além de fazer turnê pela América Latina e Europa.

Serviço

Show: Gabriel Grossi lança songbook dedicado à sua obra  

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 13 de fevereiro, quinta-feira, 21h

Ingressos: R$ 60,00 (inteira), R$ 45,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 30,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 entram acompanhado dos pais.

Estacionamento no local (tarifado)

14/02 – Sexta, 21hRita Benneditto com seu novo show “Samba de Benneditto”

Rita Benneditto sempre teve, ao longo de 25 anos de carreira, o samba presente na sua vida e voz. E há muito que a cantora queria dedicar um projeto ao gênero, e, aos pouquinhos, foi maturando o seu “Samba de Benneditto, este novo show que trás ao Clube Manouche no dia 14 de fevereiro, após apresentações em São Paulo.

“Samba de Benneditto” mostra o olhar personalíssimo da artista para o gênero. E nesse balaio misturam-se 26 sambas, entre clássicos, autorais e inéditos, alguns confiados a ela por autores consagrados ou da mesma geração da intérprete. Marca também o lançamento do seu novo single, “Benneditto Seja”, composição própria com produção de Luís Filipe de Lima.

Discriminado durante décadas, o samba ficou inicialmente segregado aos terreiros e, tempos depois, às patuscadas de fundo de quintal. No caso do Maranhão, os terreiros são os do Tambor da Mata, cuja maior representatividade está na região do Codó, com as manifestações conhecidas como Terecô. Esse lado da sua ancestralidade está presente no show. Rita ganhou de Nei Lopes “Terecô”, samba em parceria com Everson Pessoa, no qual Lopes, grande conhecedor da história do gênero, faz na letra referências à Encanteria maranhense.

Rita também passeia por outros estados do Nordeste. De Pernambuco, mais exatamente da Ilha do Massangano, ela saúda o tradicional Samba de Véio.  Da Bahia, reverencia dois representantes importantes do coco e do samba de roda: Bule-Bule (nome artístico de Antonio Ribeiro da Conceição) e Roque Ferreira. O primeiro faz-se presente com “Que Moça é Aquela?” e o segundo com “A filha do Macumbeiro” (Roque Ferreira e Dunga).

Rita tem um olho naquilo que fundamenta e outro na modernidade – e seu bem-sucedido projeto “Tecnomacumba” é um exemplo vivo disso. E nesse “Samba de Benneditto” referências e atualidade dão-se as mãos em roda (de samba). Ao mesmo tempo em que resgata pérolas como “Dois de Fevereiro”, de Dorival Caymmi (1914-2008), abre alas à produção de gerações mais recentes, caso de Zeca Pagodinho, de cujo repertório revisita “Minha Fé” (Murilão da Boca do Mato) e “Só Você e Eu” (Jorge Aragão), incluindo compositores da mesma geração da cantora, como João Martins, de quem canta “Lendas da Mata”. E permite-se também (re) encontrar faixas da própria discografia, caso de “Caramba, Galileu da Galileia” (Jorge Ben Jor), gravada por ela no seu terceiro CD, “Comigo” (2001), e “O Que é Dela é Meu” (Arlindo Cruz, Rogê, Marcelinho Moreira), gravado em “Encanto” (2014).

Ainda na seara das reverências/referências, Rita joga luz sobre o legado de duas mulheres, artistas que conseguiram se impor num meio que, durante anos, foi majoritariamente  masculino: Jovelina Pérola Negra (1944-1998) e Dona Ivone Lara (1922-2018). Do repertório da primeira, pescou duas pérolas, “Água de Cachoeira” e “Sorriso Aberto”, e de Dona Ivone, escolheu “Axé de Ianga (Pai Maior)”. E já que o assunto é a força autoral feminina, Rita nos brinda com três de suas composições: além de “Benneditto Seja”, o roteiro traz a também inédita “Rainha do Candomblé” e “7Marias”, single lançado em 2018.

Estarão no palco com Rita, Fred Ferreira, guitarra, violão, baixo e vocais, Leandro Pereira, cavaco, violão 7 cordas e vocais, Beto Lemos, rabeca, viola caipira e vocais, Ronaldo Silva, percussão e vocais, Junior Crispin, percussão e vocais, Pedrinho Ferreira, percussão e vocais, e Fayomi da Encarnação, também na percussão e vocais.

Serviço

Show: Rita Benneditto com o novo show “Samba de Benneditto”

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 14 de fevereiro, sexta, 21h

Ingressos: R$ 120,00 (inteira), R$ 60,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 60,00 (meia) https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 entram acompanhado dos pais.

Estacionamento no local (tarifado)

15/02 – Sábado, 22h – Festa Alento – Edição Especial Carnaval – DJs Rodrigo Penna e Helen Sancho

 

Mais de 12 anos depois do Bailinho recriar a tradição dos domingos dançantes, a “Alento”, festa de Rodrigo Penna, vem reviver as domingueiras, com edições arrebatadoras no Clube Manouche, casa lotada e gente dançando como se não houvesse amanhã. E mais uma edição mais que especial, desta vez carnavalesca, aporta por lá no dia 15/02, sábado, Para abrir o carnaval, os caminhos e o coração. Um último alento da estação.

Alento: Respiração Coragem, ânimo. Alimento. Inspiração. O dicionário é claro. Alento é substantivo masculino, com conotações altamente inspiradoras. Afinal, nos dias de hoje, o que mais precisamos é respirar fundo, ter coragem para enfrentar os percalços da vida, se alimentando de prazer.  “Alento” é uma festa para os românticos. Novos e antigos clássicos se misturam a pequenos sets de música lenta. Dançar soltinho ou juntinho, pode tudo nesse filhote do Bailinho que deu frutos. Nesse momento tão árido da cidade, “Alento” é encontro, gentileza, mansidão.

Com uma ou duas pistas, é festa com gosto de playground, de sala de estar.  Para todas as idades, credo, gosto e sabores, “Alento” é abraço, cafuné, carinho.  “Uma festa para dançar juntinho, meio rosto colado, meio chão rabiscado, música lenta como nos velhos tempos, lembra? Música dancing de hoje e de ontem. A gente precisa de alento.”, diz o DJ e produtor que há mais de uma década está à frente de eventos de sucesso no Rio.

Nesta empreitada Rodrigo Penna divide o som com a DJ Helen Sancho, conhecida na cena musical carioca e paulistana, dona de um estilo livre no comando das pick-ups de festas badaladas.

Quem já foi curtir ao som de Rodrigo e seus convidados ilustres já sabe que vai encontrar diversidade e qualidade na escolha musical, que faz toda a diferença no clima do evento. O DJ queridinho dos famosos dá uma palhinha do que vem: na playlist, Bob Marley, Gilberto Gil, Neil Young, Stevie Wonder, Gal Costa, Dona Ivone Lara, Marvin Gaye, Elvis Presley, Prince, Caetano Veloso, Lauryn Hill, Cartola, Paulinho da Viola, entre muitos outros sucessos. “O nome da festa descreve o que estamos precisando para a cidade e para o país de modo geral. Na pista, reverenciamos a cultura”, conta Rodrigo.

Serviço

Festa: “Alento”- Festa de Rodrigo Penna

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 16 de janeiro, sábado, 22h

Ingressos: R$ 120,00 (inteira, primeiro lote), R$ 60,00 (inteira, segundo lote), R$ 40 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 60,00 (meia)

Há também o passaporte de verão para as quatro festas: R$ 120,00 https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)

17/02 – Segunda, 21h Baile da Orquestra Imperial encerra temporada recebendo Eliane Pittman

Verão, janeiro, fevereiro, calor, samba e os bailes de segundas-feiras da Orquestra Imperial no Clube Manouche, lotados, viraram mais uma vez o point da temporada. A bigband e seus bailes mais cariocas do planeta encerram a temporada no Clube Manouche, renovada e cheia de amor pra dar – como sempre. E recebe Eliana Pittman, que estava de olho na Orquestra desde seu começo, e vai cantar sambas e carimbós pra animar a festa.

Depois de animar as noites cariocas de 2002 a 2018 com direito a diversos bailes e shows em palcos, clubes e festivais por todo o Brasil, Europa, Estados Unidos e América Latina, a Orquestra está de volta com uma formação mesclando integrantes das primeiras formações como Berna Ceppas, Kassin, Nina Becker, Moreno Veloso, Emanuelle Araujo, Felipe Pinaud, Pedro Sá, Marlon Sette, César Bodão, Mauro Zacharias, Bidu Cordeiro e outros mais. E a Orquestra acaba de receber mais dois integrantes: Pedro Miranda e Matheus VK.

Caras novas e da nova cena são presenças surpresas que sempre pintam e DJs convidados, como DJ Malboro já confirmado. No mês de janeiro a orquestra recebeu Matheus VK e DJ Marlboro, Danilo Cutrim do Braza, Ana Frango Elétrico e Pedro Miranda, além do percussionista Leonardo Reis.

A banda preparou novo repertório que tem a ver com o espaço do Manouche, mais acolhedor, pra dançar coladinho. “Caso Sério”, de Rita Lee, é uma delas, e a música “Obsessão”, de Milton de Oliveira e sucesso na voz de Clara Nunes – que está na trilha da novela “Amor de Mãe” da TV Globo – sem abrir mão das músicas mais animadas.

Ouça aqui: https://youtu.be/23m2FkdxIf4“Obsessão”

 

Serviço

Festa: Baile da Orquestra Imperial 

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Datas e horário: 17 de fevereiro, segundas, 21h

Ingressos: R$ 120,00 (inteira), R$ 60 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 60,00 (meia). https://manouche.byinti.com

Classificação: 18 anos. Menores a partir de 14 anos podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.

Estacionamento no local (tarifado)