Mariana Volker lança o disco ‘Órbita’

Entrar em “Órbita”, novo álbum da cantora e compositora Mariana Volker, é passear entre sentimentos complexos e profundos numa busca intensa em ser feliz. Feridas e dores de amores curadas (e mal curadas) se misturam a arranjos sensíveis e vibrantes no disco, que terá seu show de lançamento dia 31/1, sexta-feira, às 21h, no Teatro PetroRio das Artes, Shopping da Gávea. No show, Mariana apresentará as oito canções autorais de seu novo disco, acompanhada por sua banda formada por Pedro Sodré (guitarra), Thiago Vivas (baixo), Rudah Guedes (teclado, programações e backing vocal) e João Carrera (bateria).

O disco, que já está disponível em todas as plataformas digitais através da Altafonte, foi produzido por Pedro Sodré com co-produção de Thiago Vivas. Para os mais apegados a rótulos, pode se dizer que é um álbum pop e rock’n roll.

Coeso e notoriamente muito bem planejado desde a capa – com arte de Raphael Tepedino em referência à Elke Maravilha e foto de Julia Assis – até a ordem das faixas, “Órbita” é um deleite aos admiradores da arte ao mesmo tempo que é a vitória de uma batalha contra a depressão.

Os clipes já lançados de “+ Amor” (Mariana Volker e Emerson Leal) e “Montes Claros” (Mariana Volker e Valentina Zanini) ambos com direção de Letícia Pires, comprovam quão cuidadoso é o projeto. No primeiro, Volker pede respeito às diferenças, no outro ela sofre ao se despedir de um grande amor, numa das faixas mais emocionantes de “Órbita”.

“Ela é uma ferida. Uma carta direta, sem maquiagem”, define a cantora.

Já na faixa de abertura, “Labirinto” (Mariana Volker e Valentina Zanini), o eu-lírico está perdido. “Esta canção foi exatamente o início de todo processo de ‘Órbita’. Ela é um questionamento e foi nela que veio o click de que eu precisava mergulhar dentro de mim para me curar, para sair do buraco, para voltar a compor”, lembra.

Segundo ela, o álbum como um todo tem o recado de pegar as angústias, entender que elas existem e dançar em cima delas. “O ponto de partida é estar perdido, não se reconhecer e precisar olhar pra si. Fiz um disco que afirma as emoções e transita entre dois polos que passam pela intensidade à leveza, pela delicadeza ao visceral”, explica.

Sua música está pautada nesse olhar de cuidado, flutuando nas análises das dores e das delícias de si. Nessa pegada ela se uniu a Júlia Branco e Luiza Brina para compor “Cheia de dobras”. “Eu vivo tranquila e sempre ansiosa. Eu acho que a vida é uma coisagostosa e cheia de dobras”, diz os primeiros versos da canção.

O disco passa ainda por outra parceria com Valentina Zanini em “Eu sinto muito”, tem “Um grito”, de César Lacerda – única que Mariana não é compositora – e “Calcula-me” com a equação certa na busca dos sentidos. A última faixa leva o nome do disco e a interpretação é o golpe derradeiro para seguirmos o talento de Mariana Volker por qualquer que seja sua órbita

Download de fotos em alta – Créditos para Júlia Assis:

https://drive.google.com/open?id=1HkEZ0UjEnIu5G2zYYWcfYxVCmKF4I0tE

Ouça ÓRBITA na sua plataforma digital preferida: marianavolker.com.br/orbita

SERVIÇO:

Mariana Volker lança ‘Órbita’

Data: 31 de janeiro, sexta-feira

Horário: 21h.

Local: Teatro PetroRio das Artes (Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52, 2 piso, Gávea, RJ).

Ingressos: R$70 e R$35 (meia-entrada)

Ingressos antecipados em: https://divertix.com.br/teatro/mariana-volker-orbita

Livre. 420 lugares.

Informalções: (21) 2540-6004

*** Meia-entrada para todos os casos previstos em lei.

FICHA TÉCNICA – ‘ÓRBITA’:

Produzido por Pedro Sodré

Co-Produzido por Thiago Vivas

Mixado por Gustavo Krebs

Masterizado por Magic Master

Pedro Sodré – arranjos, guitarra, baixo, synth e programações

Thiago Vivas – arranjos e baixo

Rudah Guedes – metais

João Carrera – bateria

 

SOBRE MARIANA VOLKER:

Mariana Volker é cantora, compositora e instrumentista carioca. Em 2019, lançou quatro clipes e singles, “Finge”, “Gigantesca”, “+Amor” e “Montes Claros”, que marcam um novo momento de seu trabalho. Com banda e repertório novos, ela retorna aos palcos e acaba de lançar o disco “Órbita”.

Volker começou sua carreira aos 17 anos, na Unidade Imaginária, banda com a qual concorreu ao prêmio de música da MTV em 2010, o VMB, e participou de diversos festivais pelo Brasil, como Grito Rock, Unifest Rock de Campinas, Festival Universitário MTV, entre outros. Com o término da banda, a cantora decidiu voar solo e lançou, em 2014, seu primeiro EP, Palafita, que teve a produção, baixos e guitarras assinados por Liminha. O show de lançamento contou com a participação de Clarice Falcão, na Miranda (RJ), pelo projeto PatuÁ.

Em 2015 foi escolhida “Artista Faro” do programa Faro MPB – Rádio MPB FM com a música “Eterno Verão”. Em 2017 participou de dois shows importantes com a banda The Silva’s, composta pelo produtor Liminha, o baterista João Barone e Toni Platão, no Shell Open Air e no Rock in Rio, no palco da Rock District. No final do mesmo ano participou do programa The Voice Brasil, no time de Michel Teló, permanecendo até as quartas de final.

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