Sarau leva artistas africanos ao palco do Sesc Ipiranga no dia 27/10

Artistas imigrantes africanos reúnem todas suas facetas artísticas profissionais e criam o Sarau Afrikanse. Contemplando hábitos e costumes da África, o evento é resultado da poética africana, desde a sua integra oral, musical escrita e falada. O sarau surge para fortalecer a unidade africana presente na diáspora, assim como trazer e expandir a cultura matriz através das suas obras: África do Sul, Angola, República Democrática do Congo, Guiné, Senegal, Togo e Moçambique e outros países de África.

Os participantes da atividade são Chavonga (Angola), Edoh Fiho (Togo), Erick Kalonji (Rep. Democ. Congo), Ermi Panzo (Angola), Hélio Ramalho (Cabo Verde), Lenna Bahule (Moçambique), Mariama Camara (Guiné Conacri), Nduduzu (África do Sul), Prudente Kalambay (Rep. Democ. do Congo) e Shambuyi Wetu (Congo).

Chavonga (Angola) é artista plástico autodidata, grafiteiro, muralista, nascido na província de Benguela. De seu trabalho emergem retratos vívidos e expressões de sua cultura africana, do cotidiano, bem como das profundezas de sua imaginação.

Edoh Fiho (Togo) é percussionista, artista múltiplo autodidata, integrante do grupo Maobé e da banda Cumbia Calavera. Iniciou a carreira artística aos 7 anos. Inspira-se em grandes mestres de percussão e arte tradicional de renome do continente africano. Trabalha com danças tradicionais africanas e a confecção de instrumentos de percussão.

Erick Kalonji (Rep. Democ. Congo) iniciou sua carreira musical aos 9 anos, quando teve suas primeiras noções de canto e piano em um coral. Experimentou vários instrumentos até abraçar o contrabaixo, o violão e a guitarra no estilo congolês de tocar.

Ermi Panzo (Angola) está em São Paulo desde 2015. É coreografo e bailarino, performer, escritor, poeta, estruturador de textos literários. Como cidadão do mundo, a difusão da sua arte de coreografar e a literatura lhe torna um nômade.

Mariama Camara (Guiné Conacri) é dançarina, percussionista, cantora, coreógrafa e professora. Integrou o Les Ballets Africains (1999-2007), dançou com ARASTAS renomados como Youssou N’dour, Youssouf Koumbassa e Salif Keita. De 2007 pra cá ela tem sido convidada por grupos e produtores culturais que desenvolvem seminários, acampamentos internacionais, cursos e oficinas de dança, percussão, canto por diversos países da Europa, Oriente Médio, Ásia e Américas.

Lenna Bahule (Moçambique) é cantora, radicada em São Paulo desde 2012, onde fundamentou e aprofundou sua pesquisa sobre a música vocal e diferentes caminhos para o uso da voz e do corpo como instrumento musical e de expressão artística.

Hélio Ramalho (Cabo Verde) está no Brasil desde 2005. Apaixonado pela musica brasileira traz no seu DNA a musicalidade familiar e a intimidade com os ritmos africanos. Unido pelos fortes laços culturais entre África e Brasil, hoje desfruta em suas composições de deliciosas influencias que transitam entre um estilo muito peculiar em seu dialeto crioulo oferecendo um som feliz e irreverente.

Prudente Kalambay (Rep. Democ. do Congo) É atriz, modelo, palestrante, ativista dos direitos humanos e youtuber. Está no Brasil há 11anos. Como modelo foi miss Bibile 2004 e primeira dama em 2000 em seleção miss elegância. Recentemente participou na abertura da novela Órfãos da Terra.

Serviço:

Sesc Ipiranga – Rua Bom Pastor, 822. Teatro (200 lugares)

Data: 27/10, às 18h

Ingresso: Gratuito, retirada de ingressos 1 hora antes na bilheteria da unidade.

Informações sobre outras programações: http://www.sescsp.org.br/ipiranga

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