Gonzaguinha: O Eterno Aprendiz – Especial de Natal Comemora Sucesso em 02 Ultimas Apresentações na Sala Baden Powell.

Depois de um estrondoso sucesso, onde foi aplaudido por quase 15.000 pessoas, em suas apresentações no Teatro João Caetano, durante os meses de setembro e novembro, onde teve diversas vezes LOTAÇÃO ESGOTADA e no Teatro dos Grandes Atores em outubro, o espetáculo musical GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ fará suas 02 ultimas apresentações deste ano de 2018, nos dias 22 e 23 de dezembro/2018, onde tudo começou aqui no RJ, na Sala Municipal Baden Powell, em Copacabana.

A primeira apresentação de GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ na Cidade Maravilhosa, foi na Sala Baden Powell, no dia 28/03. Naquela data, além do teatro Lotado, o espetáculo teve como convidados super especiais os músicos Wagner Tiso, Fredera e o baterista Robertinho Silva que tocaram com o próprio Gonzaguinha, durante sua curta carreira artística.

Foi realmente uma noite especial, certamente uma das noites mais emocionantes da minha vida, lembra o ator Rogério Silvestre, protagonista do espetáculo.

“Nossa primeira apresentação no Rio na sala Baden Powel, era um sonho a ser realizado já que tínhamos passado por várias capitais no Brasil, e minha intuição dizia que eu só iria pro Rio no momento certo. Demorei 6 anos pra apresentar o espetáculo no Rio. Pois, numa noite incrível pra mim, pois eu me formei no Rio como ator e tive que sair daí por problemas pessoais,  eu disse pra mim mesmo que só voltaria ao RJ se fosse pra fazer sucesso, e esse dia chegou naquela noite do dia 28/03, casa cheia com participações especiais, amigos do Gonzaguinha na platéia,  tudo parecia perfeito, foi uma catarse e fiquei em êxtase depois da apresentação foi uma noite cheia de emoções,  um dos momentos mais marcantes da minha carreira e da minha vida”.

E para comemorar esse momento de sucesso do espetáculo aqui no RJ, é que farão essas 02 ultimas apresentações, nos dias 22 e 23 de dezembro, na Sala Municipal Baden Powell, de GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ – ESPECIAL DE NATAL onde apresentarão algumas surpresas e novidades.

“Certamente, tocaremos uma música nova (no roteiro) nessa apresentação. Qual será, só saberá quem for assistir a essas 02 apresentações comemorativas”, informa Rogério Silvestre.

Em janeiro/2019, o espetáculo voltará em cartaz, no mesmo teatro João Caetano, para a mais longa temporada em sua carreira de sucesso: 02 meses – janeiro e fevereiro, de 6af a domingo – em um teatro de 1220 lugares.

O Espetáculo:

O musical GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ mostra a história de um dos maiores compositores e intérpretes brasileiros, que nos deixou há 27 anos e tem como ponto de partida exatamente suas principais ferramentas de trabalho; a música e a palavra.

No palco, o ator Rogério Silvestre dá vida ao personagem central, o próprio Gonzaguinha, interpretando um texto poético que passeia por momentos marcantes da vida do cantor e compositor carioca; como a infância no Morro de São Carlos (RJ), os primeiros passos na carreira artística, os embates com a ditadura militar e a relação conflituosa com o pai, o rei do Baião, Gonzagão.

O espetáculo é uma versão poética da vida e obra do cantor e compositor Gonzaguinha e conta, além do ator Rogério Silvestre, os cantores Bruna Moraes com sua interpretação e voz arrebatadoras, e o mineiro Paulo Francisco (Tutuca), que carrega sua filiação musical não apenas no timbre semelhante ao do homenageado, mas também pelo fato de seu pai, o guitarrista Fredera, e tio, o pianista Wagner Tiso, terem acompanhado Gonzaguinha nos palcos e os experientes instrumentistas Rafael Toledo (Guitarra, violão e voz), Alcione Ziolkowski (bateria), Omar Fontes (teclados), Buga Júnior (sax, flauta e cavaquinho) e Dudu Dias (baixo). Participações esporádicas dos cantores Valdeir Valença, Jack Rocha, Ana Martins e Ninah Jô.

O espetáculo apresenta 16 canções assinadas pelo próprio Gonzaguinha – “Explode Coração”, “Recado”, “Começaria Tudo Outra Vez”, “Moleque”, “Sangrando”, “O Que é o Que é?”, “Ponto de Interrogação”, “Eu Apenas Queria Que Você Soubesse”, “Com a Perna no Mundo”, “Grito de Alerta”, “De Volta ao Começo”, “Palavras”, “É”, “Diga Lá, Coração”, “Espere por Mim, Morena” e “Vamos a Luta” – que misturam xote, samba, baião e música romântica que foram gravadas pelos maiores nomes da nossa MPB, como Maria Bethânia, Simone, Joanna, Zizi Possi, Raimundo Fagner, Ângela Maria, Cauby Peixoto  e o próprio Wagner Tiso que já participou algumas vezes do espetáculo, inclusive no dia da morte da cantora Angela Maria, no domingo, dia 30/09, homenageou a cantora, tocando ao teclado a canção “Começaria Tudo Outra Vez” que foi gravada por ele, com ela e seu maior parceiro musical, Cauby Peixoto, em 1991.

Com o intuito de preservar a memória desse ícone da MPB, o espetáculo apresenta passagens da vida do artista que iniciou sua trajetória na década de 60 em meio aos tropeços da ditadura militar e seguiu cantando seus amores e anseios pela vida.

Os temas que integram o musical também evidenciam como o compositor, numa constante busca, foi um dos poucos a falar com tanto domínio poético e olhar crítico sobre o morro, as questões sociais e o amor, recorrendo sempre a diferentes linguagens e ritmos, como o samba, o bolero e o baião.

Sua música – de refinada composição, mas sem perder de vista a rica cultura popular que lhe serviu de base – deu voz tanto às angústias de um país, durante os anos de chumbo sob a Ditadura Militar, quanto às paixões arrebatadoras que fazem o coração explodir.

Seus sambas, de inspiração contagiante, à exemplo de “O Que é, o Que é?”, são um retrato fiel da alma brasileira.

Como bem escreveu o crítico do jornal O Globo, Leonardo Bruno:

“Gonzaguinha é um personagem que gera um fascínio impressionante. Morto aos 45 anos, em 1991, deixou obra extensa e alinhada com os anseios de sua geração, mas que ainda encontra eco quase três décadas depois — prova disso é que, nos últimos seis anos, sua figura virou peça de teatro, filme/série, enredo de escola de samba e ganhou homenagem no Prêmio da Música. O musical “Gonzaguinha — O eterno aprendiz”, demonstra profunda admiração e respeito pela obra e pelo artista.

A concepção de Kleber Lincoln e Amaury Vieira propõe dois espetáculos independentes: em um deles, um ator vive Gonzaguinha em monólogo; no outro, três cantores e uma banda revivem os sucessos do compositor.

O espetáculo ganha com a entrada em cena da banda, que relembra com competência o inspirado repertório de Gonzaguinha. Os cantores Rafael Toledo e Paulo Francisco Tiso conseguem bons momentos de comunicação com a plateia, mas é a voz de Bruna Moraes que eleva a eletricidade no palco. A ela coube tarefa desafiadora: reler canções que ficaram marcadas nas interpretações de Elis Regina e Maria Bethânia. A cantora mostra presença de palco e sobressai como o grande destaque do musical.

A intenção de homenagear Gonzaguinha é louvável, e a execução de seu repertório já garante momentos de catarse. “Gonzaguinha — O Eterno Aprendiz” é bem-sucedido como um show-tributo ao compositor.”

Só pra saber…

Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, mais conhecido como Gonzaguinha, está no time dos maiores artistas brasileiros.

Nasceu no RJ no dia 22/09/1945 e nos deixou, aos 45 anos após sofrer um acidente de carro, na madrugada do dia 29/04/1991, quando voltava pra casa depois de um dos seus muitos shows pelo interior do país.

Gonzaguinha era filho do cantor e compositor pernambucano Luiz Gonzaga, ‘o rei do baião’ e de Odaléia Guedes dos Santos, cantora do Dancing Brasil. Teve 04 filhos: Daniel Gonzaga, Fernanda, Amora Pêra e Mariana.

Em 2017 foi tema do carnaval da Estácio de Sá, com o enredo “É! O Moleque desceu o São Carlos, pegou um sonho e partiu com a Estácio!” e no próximo Carnaval, a escola de samba Império Serrano escolheu como enredo para seu desfile no Grupo Especial em 2019, o sucesso de Gonzaguinha O Que é, o Que é ?. Será emocionante, cantar Gonzaguinha na passarela do Samba.

 Abaixo, o comentário postado nas redes sociais pelo Júlio Cesar Farias após assistir o espetáculo:

“Fui assistir à excelente peça “GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ – O MUSICAL”, o espetáculo mostra, por intermédio de algumas de suas canções mais famosas, as várias facetas de um artista singular da nossa MPB. Mais notório como compositor do que cantor, Gonzaguinha forneceu um manancial de belas letras a grandes vozes do nosso cancioneiro, como Maria Bethânia, Simone, Nana Caymmi, Joanna e Fagner, entre outros. A grandeza de sua personalidade e obra não pode ser posta num único espetáculo, contudo nessa montagem musical especial ambas se fazem presentes com didatismo e grande força dramática. O que diferencia esse musical dos outros está no protagonismo de suas ideias nas canções de sua autoria, visto que o talentoso ator Rogério Silvestre incorpora a pessoa e não o cantor em si como fazem todos os outros musicais, nos quais os atores-cantores cantam as músicas do saudoso artista homenageado procurando dar o timbre o mais parecido na composição do personagem. Rogério só canta a canção de encerramento “O que é, o que é?”, numa apresentação conjunta apoteótica com os músicos e a plateia. O figurino do ator, todo de branco e com chinelo franciscano – o qual deixa de calçar a peça inteira – remete à doutrina espírita, como se o artista estivesse ali, realmente reencarnado no ator, sob um apropriado foco de luz. Tal observação pode ser constatada na interpretação comovente de Rogério Silvestre, que passa todos os sentimentos de Gonzaguinha, mostrando sua personalidade enigmática, forte, intensa e contestadora. Por várias vezes o ator se emociona e vai às lágrimas ao contar os principais fatos ocorridos na vida do homenageado, revelando toda a alegria e angústia de Gonzaguinha como se estivesse acontecendo com ele mesmo. A entrega do ator é impressionante ao mergulhar na alma do cantor. Uma banda profissional de primeira qualidade e um casal de primorosos cantores, que tecem o fio narrativo interpretando as canções ilustrativas em consonância com a performance do ator, completam a tocante dramaturgia intimista solo musical que vale muito a pena assistir!”

 

Certamente, GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ merece ser visto e revisto pelos fãs do Gonzaguinha e principalmente, pelos amantes do bom teatro.

Confiram…

GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ – ESPECIAL DE NATAL

Concepção do espetáculo: Dr Kleber Lincoln e Maestro Amaury Vieira.

Texto: Gildes Bezerra.

Com o ator Rogério Silvestre, os cantores Paulo Francisco ‘Tutuca’ e Bruna Moraes e os músicos Rafael Toledo (Guitarra, violão e voz), Alcione Ziolkowski (bateria), Omar Fontes (teclados), Buga Júnior (sax, flauta e cavaquinho) e Dudu Dias (baixo). Participações esporádicas dos cantores Valdeir Valença, Jack Rocha, Ana Martins e Ninah Jô.

Diretor Musical: Rafael Toledo.

Diretor Teatral: Breno Carvalho.

Produção, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo

Realização: Boca Fechada Produções Artísticas e Rogério Silvestre Produções.

Duração: 80 minutos

Classificação: 14 anos

Gênero: Show Musical

Sala Municipal Baden Powell

Av. Nossa Senhora de Copacabana 360

Dias 22 e 23 de Dezembro/2018

Sábado 20h e Domingo 19h

Preço dos Ingressos: R$ 60,00 / 30,00

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