Instituto TEAR ocupa o Museu da República com A Festa Literária Museu de Histórias

A Festa da Rua é um evento público realizado, anualmente, desde 1980 pelo Tear, e destina-se à ocupação dos espaços públicos da cidade para o compartilhamento de fazeres e saberes de mestres, brincantes, artistas populares e a comunidade.  A edição de 2018 renderá homenagens ao Museu Nacional, que sofreu um incêndio de grandes proporções no início de setembro de 2018.

 

Festa Literária Museu de Histórias começa às 9h e vai até às 14h. A abertura do evento começa com a Folia Mirim do Morro da Formiga. Tudo acontece simultaneamente! São diversas oficinas artísticas e  apresentações culturais.

 

Entre os destaques desta edição estão: o grupo Dandalua e grupo Roseira D´água de danças e cantos populares; Aulão de dança Afro com Afroconexões e Trio Percussivo Dembaia; roda de samba Moça Prosa; pintura corporal com Corpo Cria; Sonorização com DJ Bieta; AYÓ Encontro Negro de Contação de Histórias, Coral Guarani entre outras atividades. O encerramento será com “chave de ouro” com o Rio Maracatu, numa culminância de alegria e união.

 

A proposta da programação é agregar afetos pela troca de experiências e pensamentos.

 

“Todo ano o Tear realiza esse grande evento de resistência cultural. Um gesto público de amor e de celebração à arte e à cultura! Este ano, vamos homenagear os 200 anos do Museu Nacional, por todo seu valor simbólico, afetivo e cultural no Brasil. Iremos reviver as lembranças das galerias, exposições, coleções e personagens com atividades literárias e oficinas artísticas” conta Patricia Freitas, Mediadora Cultural do Tear.

 

O encontro anual realizado pelo o TEAR além de agregar crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos, mobiliza também artistas locais, escolas, Pontos de Cultura, grupos culturais, moradores e comerciantes local. Nessa ocupação, a participação política se efetiva na disseminação da cultura viva e pulsante.

 

Sobre o Instituto Tear

O Tear atua no Rio de Janeiro, desde 1980, em Educação, Arte e Cultura, com a missão de promover o desenvolvimento humano, nas dimensões ética e estética, através da arte/educação. Em 37 anos de existência, consolidou uma metodologia própria, denominada Artes Integradas, com a arte e a cultura eixos centrais do trabalho, fontes de expressão, criação, comunicação e produção. 

 

Elabora e realiza diversas ações para crianças, jovens e educadores, como: cursos de formação nas várias linguagens da arte e em arte/educação, seminários, eventos culturais e comunitários, espetáculos artísticos, assessorias e consultorias, e de formação de voluntariado corporativo.

 

Em 2002 criou seu braço social, o Instituto de Arte Tear, responsável pela execução dos programas socioeducativos, formação artístico cultural e mobilização comunitária, com o objetivo de contribuir ao direito, à democratização e ao acesso à arte, cultura e educação.  Como tal, o Tear foi reconhecido como Ponto de Cultura pelo Minc (2005), pela SEC RJ (2010) e passou a integrar a Rede Carioca de Pontos de Cultura como Pontão Cultura e Educação (2015).

 

Desde sua fundação, o Tear produz, anualmente, eventos artístico-culturais em espaços públicos das cidades do Rio, como culminância de seu programa de formação artístico cultural Ciranda Brasileira, destinado a crianças, adolescentes e jovens, moradores de comunidades do entorno da Grande Tijuca.

 

São ocupações literárias e temáticas que buscam ativar as forças poéticas, ambientais e patrimoniais desses espaços, através da interação entre público, mediadores de leitura, contadores de histórias, artistas e livros. Sua programação, destinada a todas as idades, promove oficinas, contação de histórias, conversas com autores e ilustradores, rodas de música, dança, Pés de Livros, intervenções e apresentações artísticas, compartilhando a força do encontro entre livros, histórias, brincadeiras e a riqueza da arte em suas múltiplas linguagens.

 

As quatro últimas edições realizadas foram:

-Em 2014, tendo mobilizado duzentos profissionais, entre artistas, educadores, equipe técnica e de apoio, a ocupação literária “ArvoreSer de Manoel de Barros” realizada nos jardins do Museu da República.

-Em 2015, a ocupação literária “Um Rio de Histórias” foi realizada na Quinta da Boa Vista, com centralidade nas histórias do Rio de Janeiro, celebrando os 450 anos da cidade. Com a presença de vários contadores de histórias e autores consagrados da literatura infanto-juvenil.

-Em 2016, “Rio de Chita”, ocupação literária realizada na Praça S. Pena revelou as histórias do Rio à luz de sua mais popular estamparia. Contou com a participação de cinco bibliotecas comunitárias da Grande Tijuca, encerrando com o espetáculo Riojaneirices da Cia Folclórica da UFRJ.

-Em 2017, “Rio de Histórias a Céu Aberto”, que ao povoar o Campo de Santana com experiências estéticas que a literatura propicia, ampliou a significação do ato de ler, em um dos espaços livres mais tradicionais da cidade, com a diversidade de seus contextos históricos.

 

institutotear.org.br

 

Serviço

Festa literária Museu de Histórias

25 de novembro de 2018 (em caso de chuva o evento será transferido para o dia 02/12)

9H às 14h

Jardim do Palácio do Catete (Museu da República)

R. do Catete, 153 – Catete, Rio de Janeiro – RJ, 22220-000

Evento gratuito

Censura livre

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