Para Onde vão os Corações Partidos

A partir de 06 de outubro o Teatro Ipanema recebe a montagem inédita do espetáculo ‘Para Onde vão os Corações Partidos’, da argentina Cynthia Edul, que estreou em Buenos Aires em 2012. A direção é Guilherme Piva, com tradução de Sérgio Flaksman. No elenco, Clara de Andrade, Cristina Amadeo, Julia Dalavia e João Pedro Zappa.

Projeto idealizado e realizado por Cristina Amadeo através do crowdfunding ‘Vakinha’ – maneira que muitos artistas e produtores vêm recorrendo para viabilizar seus projetos –, traz pela primeira vez ao Brasil um texto de Cynthia Edul, renomada autora, diretora de curadora artística da Argentina. Mas, segundo Cristina, esse formato “na raça” de produzir teatro não pode se perpetuar. A atriz acredita que é uma saída emergencial e que em vários momentos se questionou se o que estava fazendo estava certo e ainda não se sente cem por cento convencida disso. “Precisamos de políticas públicas. E precisamos fazer teatro. Precisamos manter o teatro existindo, vivo. Aqui chamo de teatro qualquer ‘performance alive’ precisamos das experiências ao vivo e sair do celular, encontrar fora do tinder. Estou sendo movida por esse mote, para realizar a produção de ‘Para Onde Vão Os Corações Partidos’”, coloca Amadeo.

Essa peça fala de memórias, laços, laços familiares e cuidado, com isso vieram os agradecimentos no Facebook, que meu colega, Leonardo Netto, me sugeriu. Esses foram os elementos que acabaram se tornando o recheio desses agradecimentos. Estamos desesperadamente precisando uns dos outros para vivermos com alguma dignidade. Precisamos olhar para o melhor do outro. É sobre o tal do amor mesmo. Mas é aí é que mora o perigo! Amor não paga contas. Amor faz a gente pagar as contas com alegria, inteligência e delicadeza. Esse projeto é patrocinado com dinheiro do público, aliás, quase igual a uma peça incentivada pela Lei Rouanet”, completa.

A peça se passa numa praia em frente ao Farol. São as primeiras horas da tarde, o céu está nublado e há poucas pessoas por perto, apenas um grupo de garotos que joga uma partida de futebol. Silvana (Cristina Amadeo) e seus três filhos já adultos, Marina (Clara de Andrade), Santiago (João Pedro Zappa) e Agustina (Julia Dalavia), voltam depois de muitos anos ao lugar onde passavam as férias, num tempo em que viviam com o pai e quando ainda existia o que eles podiam chamar de família. Agora o pai está morto, os laços se transformaram e eles começam a perceber essas mudanças. Já não são mais os mesmos. São adultos, que não compartilham um cotidiano que os vincule e lhes permita se reconhecerem uns nos outros. Encontram-se nesse tempo vazio da praia. Se conhecem? Há uma inquietação. As lembranças são aparentemente “felizes”, mas os sentimentos, desordenados.

Assim passam algumas horas à espera de um familiar que não vem. Uma bola se apresenta como elemento de interferência violenta na peça, um objeto que materializa a agressividade latente daquilo que todos sabem, mas não dizem. A dor, a perda, se materializam na figura da filha menor que é quem dá voz, talvez por todos, a esse passado que, nessa tarde, se torna tão presente. Uma certeza eles têm: esse lugar onde foram felizes já não existe mais e não se pode voltar àquele tempo.

Poderia se dizer que os personagens dessa peça têm pontos nebulosos, obscuros, tempos indefinidos, onde o presente não é só o presente representado por esse eterno entardecer. Quando o sol se puser e a luz do farol, que de alguma maneira também é um dos protagonistas, os iluminar, eles irão embora, atrevendo-se a se despedir de suas lembranças.

SOBRE A CYNTHIA EDUL | Autora

Cynthia Edul (Buenos Aires, 1979) é dramaturga e licenciada em Letras pela Universidade de Buenos Aires.

Em Maio de 2006 recebe o prêmio ‘Primeira Obra’, com a peça ‘Miami’, que estreou em 2008.

Autora dos textos “Família Bonsai” e “A excursão”, Cynthia dirigiu “Para Onde Vão Os Corações Partidos”, que estreou no Centro Cultural Ricardo Rojas, em 2012.

Desde 2008 dá aulas de Literatura Universal, na Universidade de San Andrés. Trabalhou para o Ministério de Cultura do Governo da Cidade de Buenos Aires, entre 2001 e 2004, e para Universidade de Georgia, em 2007.

Em 2014 desenvolveu o programa de capacitação para Projetos Culturais, no ‘Instituto Nacional de Formação Docente’, do Ministério da Educação, em Buenos Aires.

Desenvolveu uma carreira importante na área de literatura e dramaturgia em várias instituições, entre elas no ‘Conservatório de Artes Dramáticas’, nas cadeiras de História do Teatro, Teorias e Estéticas Teatrais.

Em 2009 criou a plataforma de dramaturgia contemporânea, ‘Panorama Sur,’ sendo uma das gestoras, curadoras do projeto e sua diretora acadêmica. Neste festival, entra em contato com a dramaturgia contemporânea brasileira através do trabalho da diretora Christiane Jatahy e do filme “A falta Que Nos Move”, que se apresenta no Festival.

Em 2012 lança sua primeira obra literária, “A Sucessão”, pela editora Conejos.

Em 2014 recebeu bolsas de estudos na ‘Universidade de Iowa’ e na ‘Maison de la Culture’, na França.

Em 2015, recebeu uma bolsa de estudos na ‘Saison Foundation’, de Tokio, para realizar uma investigação nas artes cênicas contemporâneas japonesas.

Desde janeiro de 2016 dirige o ‘Centro de Experimentacion del Teatro Argentino de La Plata’ (TACEC).

FICHA TÉCNINA

Dramaturgia Cynthia Edul

Tradução Sérgio Flaksman

Direção Guilherme Piva

Elenco Clara de Andrade, Cristina Amadeo, Julia Dalavia e João Pedro Zappa

Cenografia Bia Junqueira

Figurinista Antônio Medeiros

Iluminação Renato Machado

Direção Musical Rodrigo Marçal

Fotos Paula Kossatz

Programação Visual Raquel Alvarenga

Textos Projeto Aline Cardoso

Produção Executiva Dayana Lima

Produção de Ensaio Felipe Herculano

Assessoria de Imprensa Daniela Cavalcanti

Direção de produção Tatiana Garcias

 

Sinopse:

Uma mulher e seus três filhos voltam à praia onde costumavam passar a infância, quando o pai ainda era vivo, para colocar a casa de veraneio à venda. Uma tarde de lembranças, de desconfortos e de expectativas. As lembranças são aparentemente felizes, mas os sentimentos desordenados. Agora esses filhos precisam cuidar dessa mãe. Eles esperam um tio que não chega e que, de alguma forma, acaba facilitando esse (des)encontro.

 

SERVIÇO

“Para Onde vão os Corações Partidos”

Estreia para convidados e público: dia 06 de outubro, às 20h30

Temporada: de 06 de outubro a 04 de novembro 

Local: Teatro Ipanema (Rua Prudente de Morais, 824 – Ipanema)

Horário: sábado a segunda, 20h30

Ingresso: R$40,00

Informações: (21) 2267-3750

Capacidade: 222 lugares

Duração: 70 minutos

Classificação:  12 anos

Gênero: drama

Bilheteria: no dia do espetáculo 1 hora antes

 

 

CURRÍCULOS

 

GUILHERME PIVA | Diretor

Ator e diretor. Formado pela Faculdade da Cidade, tem entre seus principais trabalhos em teatro, A Invenção do Amor; Não Vamos Pagar; Todas As Coisas Essa Viagem; De Verdade; A Farsa da Boa Preguiça; A Falecida; Aurora da Minha Vida; O Crime do Dr. Alvarenga; A Luz da Lua; O Submarino; Arlequim – Servidor de Dois Patrões e Carícias; com os diretores Marcelo Valle, Inez Viana, Cristina Moura, Marcio Abreu, João das Neves, João Fonseca, Naum Alves de Souza, Mauro Rasi, Ítalo Rossi, Mauro Mendonça Filho, Luiz Athur Nunes e Christiane Jatahy, respectivamente.

Na televisão pode ser visto em Xica da Silva, Mandacaru; Porto dos Milagres; Chocolate com Pimenta; O Beijo do Vampiro; Pé na Jaca; Três Irmãs; Insensato Coração; Lado a Lado (vencedora do Emmy 2013); Malhação Sonhos (indicada ao Emmy 2015); e Novo Mundo (Indicada ao prêmio melhores do ano da Rede Globo, prêmio Extra de Televisão, vencedor do prêmio Notícias de TV), entre outras novelas e especiais.

No cinema atuou no longa Madame Satã; Não se Preocupe Nada vai dar Certo; Paraíso aqui vou Eu; e O Sofá.

No teatro Guilherme dirigiu A Mulher que escreveu a Bíblia – uma das 10 melhores peças de 2007 eleita pelo Globo e prêmio Qualidade Brasil de melhor espetáculo – O Pintor; Como É Cruel Viver Assim; Foi Você Quem Pediu pra eu Contar a Minha História; três edições do Prêmio Rio sem Preconceito; o show Luar do Sertão; e o show O Problema é a Velocidade, de Emanuelle Araújo; e, recentemente, a bem-sucedida montagem de ‘Heisenberg – A Teoria da Incerteza, de Simon Stephens, com Bárbara Paz e Everaldo Pontes.

Ao longo de sua carreira Guilherme Piva foi indicado a vários prêmios em teatro e televisão tendo sido agraciado como revelação no prêmio Qualidade Brasil, melhor ator no prêmio Máster Brasil, melhor ator coadjuvante no prêmio Mambembe entre outros.

 

CLARA DE ANDRADE | Atriz 

Atriz, cantora e pesquisadora em teatro. Atuante na cena carioca desde 1993, com doutorado em Artes Cênicas pela UNIRIO. Em 2014, realizou estágio na Universidade Sorbonne Nouvelle, Paris 3, como parte de sua tese sobre o teatro de Augusto Boal na França. Autora do livro “O exílio de Augusto Boal: reflexões sobre um teatro sem fronteiras”, editora 7Letras. Graduou-se em Interpretação Teatral e realizou o seu mestrado em Artes Cênicas pela UNIRIO. Em seu percurso, destacam-se os trabalhos: 

 

Trabalhos em Teatro

– Atriz e co-idealizadora de “Crônicas de Nuestra América”, de Augusto Boal, direção de Gustavo Guenzburger. 

 – Participação no projeto “Exílios e Pertencimentos”, Galpão Gamboa-RJ, em temporada de “Murro em ponta de faca”, de Augusto Boal, com o Grupo Acti, direção de Paulo José, 2012.

– Cantora na inauguração do Instituto Augusto Boal, com músicas dos espetáculos “Opinião” e “Arena Conta Zumbi”, Oi-Futuro, RJ, participações de Fernanda Montenegro, Companhia do Latão, entre outros, 2011.

– Atriz no espetáculo “O Mambembe”, de Artur Azevedo, SESC-Ginástico, direção de Almir Telles, 2010.

– Cantora na série de samba e choro “Onomatopeia Musical”, de Hermínio Bello de Carvalho, CCBB-RJ, 2010.

– Atriz e produtora do Grupo Sarça de Horeb, direção de Almir Telles. Espetáculos: “Torturas de Um Coração” de Ariano Suassuna, “A Via Sacra”, de Henri Ghéon, “Brasil: Nunca Mais” e “O Principezinho do Deserto”.

– Atriz integrante da Cia. Bras. de Mystérios e Novidades, direção de Ligia Veiga. Espetáculos: “A Saga de Jorge” e “A Pajelança”. Temporadas no Museu da República, Espaço Cultural Sérgio Porto, RJ; e SESC-Pompéia, SP.

– Atriz em “Viagem ao Céu”, de Monteiro Lobato, direção de Markus Avalone, Teatro Princesa Isabel, RJ, 1993.

 

Trabalhos em Cinema e Televisão

 – Filme “1972”, de Flávio Tambellini, 2005.

– Novela “Tempos Modernos”, 2010.

– Seriado “Malhação”, 2005.

– Novela “De Corpo e Alma”, 1995.

– Minissérie “Anos Rebeldes”, 1993, todas na Rede Globo. 

CRISTINA AMADEO | Atriz e produtora

Atriz, bailarina, coreógrafa e produtora; Formada pela American Academy of Dramatic Arts NY em 1987/88. Principais trabalhos em teatro: Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues, direção Christiane Jatahy, projeto IN DRAMA, Casa França Brasil 2012; Corte Seco, direção Christiane Jatahy 2008/09/10; A Falta Que Nos Move, direção Christiane Jatahy 2005/06/07/08; Coletivo Improviso, direção Enrique Diaz 2004/05; Strip-Tease e Teatro Irregular, direção Daniel Dantas 2000/2001.

Integrou a Cia de Dança Cia de Deborah Colker como bailarina e assistente de direção durante três anos. Coreografou shows e clipes do ‘Dream Team do Passinho’.

No cinema é protagonista do curta metragem “Tem Alguém Feliz Em Algum Lugar”, de Alvaro e Mario Furloni (2014), no qual recebeu o prêmio de Melhor Atriz, no CineFest Votorantim, em 2016; “Disparos”, de Juliana Reis (2012); “A Falta Que Nos Move”, de Christiane Jatahy (2013); “Mulheres Sexo Verdades Mentiras”, de Euclydes Marinho (2008), entre outros.

Na TV os últimos trabalhos são: Boogie Oogie (TV Globo 2015); A Teia (TV Globo 2013); “Escrito Nas Estrelas” (TV Globo 2011); “Paixões Proibidas” (TV Bandeirantes 2007); “Malhação” (TV Globo 2006); “Celebridades” (TV Globo 2003/2004); entre outros.

Produziu e atuou no espetáculo “Strip-Tease e Teatro Irregular”.

Hoje, é sócia da ‘Mera Semelhança Produções Artísticas’.

JOÃO PEDRO ZAPPA | Ator

João Pedro Zappa é protagonista do longa-metragem “Gabriel e a Montanha”, vencedor dos prêmios “France 4 Visionnaire” e “Fondation Gan para a Distribuição na França”, da Semaine de la Critique 2017 do Festival de Cannes; e do Prêmio da Crítica na Mostra de SP (São Paulo International Film Festival 2017), entre outros.

Atualmente, o ator encarna o papel título da série “Santos Dumont – mais leve que o ar”, para a HBO, e aguarda o lançamento de três longas metragens, dentre os quais se destaca o “Rasga Coração”, roteiro adaptado da peça homônima de Vianninha e dirigido por Jorge Furtado.

Nascido em 1988, o ator iniciou seus estudos de interpretação no Teatro O Tablado em 2002, dando prosseguimento com o bacharelado em teatro na Faculdade da Cidade.

No cinema, o ator protagonizou o longa metragem “Boa Sorte”, de Jorge Furtado, dirigido por Carolina Jabor, ao lado de Deborah Secco e Fernanda Montenegro, vencedor do prêmio de melhor filme pelo júri popular, no Festival de Paulínia em 2014; e que lhe rendeu a primeira indicação ao Prêmio Guarani de Cinema, como “Revelação”, em 2014.

Em 2016, viajou para a África, para as filmagens do longa metragem “Gabriel E A Montanha”, dirigido por Fellipe Barbosa. A produção franco-brasileira foi filmada em quatro países do leste e sudeste do continente africano e finalizada na França. João Pedro atua também como produtor associado do longa, que lhe rendeu a segunda indicação ao Prêmio Guarani de Cinema, desta vez como “Melhor Ator” de 2017.

Ao todo, atuou em onze longas metragens (cinco deles como protagonista) dentre os quais ainda se destacam “Disparos” (Juliana Reis), “Éden” e “O Sofá” (ambos de Bruno Safadi) e “Ressaca” (Bruno Vianna), pelo qual ganhou o Prêmio de Melhor Ator no Festival Cine-Esquema-Novo, de Porto Alegre, em 2009. Participou de diversos curtas metragens, sete dos quais como protagonista, incluindo o curta “Os Mortos-Vivos” (Anita Rocha da Silveira), selecionado para a Quinzena de Realizadores do Festival de Cannes em 2012.

No teatro, foi indicado ao prêmio de “Melhor Ator” na FITA 2014 (Festa Internacional de Teatro de Angra) pela premiada montagem da peça homônima de Oscar Wilde, “A Importância de Ser Perfeito”, dirigida por Daniel Herz (2013-2014). Também foi indicado ao prêmio CBTIJ de Teatro para Criança 2014, na categoria “Ator coadjuvante” por “Pedro Malazarte e a Arara Gigante” de Jorge Furtado, dirigido por Débora Lamm.

Em 2016, estreou seu primeiro monólogo, “Guia Afetivo da Periferia”, escrito e dirigido por Marcus Faustini.

Além disso, atuou nos espetáculos adultos “O diário de Anne Frank”, dirigido por Robert Castle (2010); “Querida Helena Sergueiêvna”, dirigido por Isaac Bernat (2012-2013); “Sonhos de um Sedutor”, de Woody Allen, dirigido por Ernesto Piccolo (2015); “O Processo”, da Cia TVNI, inspirado no romance filosófico de Franz Kafka (2015); e nos espetáculos infantis “O Dragão Verde”, de Maria Clara Machado (2007); e “Um Garoto Chamado Rorbeto”, de Gabriel O Pensador (2008-2009).

Na televisão, deu vida ao personagem “Serginho” na super série de sucesso, “Os Dias Eram Assim” (2017); foi indicado na categoria “Revelação de TV” do “Prêmio Contigo” pelo personagem “Greg” que interpretou no seriado “Segunda Dama” (2014); participou de “A Grande Família” (2012), “Tapas e Beijos” (2014); viveu o personagem “Gabriel” na minissérie “Cinquentinha” (2009); e a fase jovem do personagem “Bento” na novela “Além do Tempo” (2015). Todos produtos da TV Globo.

Atuou também em diversas séries do canal Multishow, dentre elas, “Morando Sozinho” (2010). Deu vida ao Personagem “Pedro Vieira”, o Tatu da “Turma Do Pererê”, de Ziraldo, para a TV Brasil (2009) e participou das séries “Questão de Família” e “Os Homens São De Marte E É Pra Lá Que Eu Vou”, do canal GNT (2014 e 2015).

 

JULIA DALAVIA | Atriz

Julia Dalavia nasceu no Rio de Janeiro em 9 de fevereiro de 1998. Estudou em O Tablado e fez cursos de Vídeo e Cinema, com Cibele Santa Cruz, e de Teatro, na Casa de Cultura Humaitá, com Daniela Pessoa e supervisão de Pedro Vasconcelos. Estreou no teatro, em 2006, na peça A Fuga das Galinhas. Em 2012, estreou nos cinemas nacionais na trilogia de filmes Até que a Sorte nos Separe de 2012, Até que a Sorte nos Separe 2 de 2013] e Até que a Sorte nos Separe 3: A Falência Final de 2015.Em 2014 interpretou a personagem Helena na primeira fase da novela Em Família, de Manoel Carlos, e participou do elenco da novela Boogie Oogie (2014). Em 2016, participou da primeira fase de Velho Chico (2016). E em seguida, atua na minissérie Justiça. Em 2017, vive a jovem Nanda na supersérie Os Dias Eram Assim que ao decorrer na trama descobre ser portadora do vírus da aids, e no mesmo ano, interpreta Adriana em O Outro Lado do Paraíso. Em 2019, protagonizará ao lado de Renato Góes a novela das 18h sobre refugiados sírios, Filhos da Terra.