“Dolores” estreia em 30 de março

DOLORES conta a história de uma mulher de descendência escocesa que retorna à Argentina depois da morte de sua irmã para cuidar de seu sobrinho
de oito anos, mas atraída também pelo amor platônico de seu cunhado Jack. Este amor se desenrola no contexto da Segunda Guerra Mundial, onde os ecos da guerra ficam cada vez mais próximos e a disputa global entre alemães e ingleses começa a se tornar pessoal, quando o descendente de alemães Octavio Brandt passa a seduzir Dolores que, longe de ser o inimigo, torna-se um amor inesperado para ela, que precisa decidir entre dois amores.
SOBRE O FILME

“Dolores”, longa-metragem de época com coprodução Brasil/Argentina é dirigido pelo argentino Juan Eduardo Dickinson e tem no elenco principal os atores brasileiros Roberto Birindelli e Jandir Ferrari e os atores argentinos Emilia Attias, Guillermo Pfening e Mara Bestelli. A coprodução foi realizada entre a produtora brasileira Angelisa Stein, da empresa Valkyria Filmes e pela produtora argentina Dar A Luz Cine, de Fernando Musa. O longa participou da Première Latina no Festival do Rio de 2016.

As filmagens aconteceram entre janeiro e fevereiro de 2016. Para ambientar o filme nos anos 40, elegeu-se uma fazenda na grande Buenos Aires, em Lujan, que guarda os ares da época deste período. Também foram utilizados recursos de computação gráfica, direção de arte, tendo o figurino criado para “Dolores”, sido desenvolvido por Pepe Uria, ganhador do prêmio da Associação de Críticos Argentinos pelo seu figurino para o filme Amapola em 2015. Para a personagem principal Dolores, interpretada pela atriz Emillia Attias, Uria desenvolveu 20 figurinos para as cenas da área rural e da cidade, todas roupas inspiradas em filmes dos anos 40.

SOBRE O DIRETOR – JUAN EDUARDO DICKINSON
Graduado em cinema pela AFI (American Film Institute), é diretor dos longas argentinos “Destino Anunciado”, “Um Dia na Constituição”, “Era uma vez um trem”, “A partir de Átomos”, além do longa britânico “Quebrando o Ciclo”. Por sua série documental “El Diablo de Cumaná, Pintor Campesino e El Rey del Bandolín”, foi agraciado com mais de 20 prêmios em concursos municipais e nacionais da Venezuela, entre eles: Melhor Série, Melhor Direção, Melhor Filme e Melhor Documentário. Premiado ainda no Festival do Réel do Centro Pompidou de Paris e Menção Honrosa no Festival de Leipzig.
NOTA DO DIRETOR
O filme se passa num período em que o peronismo estava se formando. Ele reflete essas comunidades de imigrantes que ainda estavam relacionadas ao seu local de origem, que neste caso é a Europa, os personagens centrais são Octávio imigrante alemão e Jack que tem origem britânica. Quando a guerra acontece, essas comunidades estavam ligadas ao seu país de origem, porque na Argentina a história moderna não havia começado.

ELENCO PRINCIPAL

Emilia Attias – (Dolores)

Atriz, cantora e bailarina argentina, Emilia Attias, tem muitos trabalhos de destaque no teatro, cinema e TV seu país. No Brasil, seu trabalho pode ser visto atualmente na NetFlix Brasil com a série Cromo” de Lucia Puenzo.

Attias fez sua estreia como atriz, em 2004, no telefilme No Hay 2 sin 3”, no Canal 9. Em 2005, Miguel Angel Cherutti e Reina Reech a convidaram para fazer a espetáculo teatral “Inolvidable” (2006), trabalho pelo qual ganhou o prêmio de Atriz Revelação. Emilia fez uma aparição especial em “Dancing with the Stars 6”.

Na televisão, participou de “Gladiadores de Pompéia” Série de TV do  Canal 9 argentino (2006), “Casi Angeles” filme para TV Telefe, Latinoamerica, Europa, Médio Oriente, Ásia; Los Unicos“, filme para a TV argentina Canal 13 (2012), “Viento sur” Mini serie de época para a TV argentina (2012); “Historias de Diván” Ficcion unitário para TV Argentina e Uruguaia. (Adaptação do livro de Gabriel Rolón – 2012); “Vecinos en Guerra” ficção de TV Telefe, Argentina (2013); “Mis Amigos de Siempre” ficção para TV – Canal 13, Argentina (2014); e mais recentemente em Cromo” de Lucia Puenzo, serie para a TV Publica Argentina e Netflix Internacional.

No cinema, fez parte do elenco em 2006, de Matar a Videla“, de Nicolás Capelli; Dias de Vinil” (2011), “El Secreto de Lucia” longa-metragem para cinema e Netflix Internacional (2011) e do policial “Contrasangre” de Nacho Garassino (2015), onde mostrou que tem atitude e talento para papéis desafiadores. Em 2016, atuou nos longas “El Muerto Cuenta su Historia” de Fabian Forte e “Dolores” de Juan Dickinson (coprodução Argentina/ Brasil).

No Teatro: em 2015, fez “OrguYo”; 2006, “Casi Angeles”, de Cris Morena e em 2006, “Inolvidable”, de Miguel Angel Cherutti e Reina Reech.

Em 2017, Emilia tem duas estreias: em abril o longa “Ojala Vivas Tiempos Interesantes” de Santiago Van Dahm, entra em cartaz nas salas argentinas e, no dia 30 de março, “Dolores” entrará em circuito nacional no Brasil, onde a atriz estará presente na sessão de pré estreia do Rio de Janeiro.

Roberto Birindelli– (Octávio Brandt)

Bacharel em Arquitetura e Artes Cênicas, pesquisa desde 1991 a linguagem teatral e a presença cênica do performer. Estudou com: LUME (Unicamp); Jacques Lecoq (Paris); Grupo POTLACH (Itália – Fara Sabina); Thomas Leabhart (Califórnia – USA); Philippe Gaulier; Yoshi Oida e Eugenio Barba (Dinamarca).

No teatro, atuou em: Citta Invisibile – Teatro Potlach em Liverpool, Birkenhead, Estocolmo e Roma, bem como na peça Il Primo Mirácolo, em cartaz há 20 anos, em 8 países e mais de 180 cidades brasileiras. Também fez Amadeus, direção de Naum Alves de Souza, 2010; A História Do Homem Que Ouve Mozart E Da Moça Do Lado Que Escuta O Homem, direção de Luiz Antonio Rocha 2011 – 2012. No Cinema, atuou em 40 filmes, entre curtas e longas-metragens como “Anahy de las Misiones”, de Sergio Silva; “Tolerância”, de Carlos Gerbase; Protagonista do longa argentino “A Quien Llamarías?”, de Martin Viaggio. “Brazil Red”, longa canadense de Sylvan Archambault; Colegas, longa de Maurício Galvão; “O Tempo e o Vento”, de Jayme Monjardim; Simone, de Juan Zapata; “Muitos Homens Num Só”, de Mini Kerti; “Jonas e a Baleia”, de Lô Politi; “Os Senhores Da Guerra II”, longa de Tabajara Ruas; “Trash”, longa de Stephen Daldry; “Em Nome Da Lei”, longa de Sérgio Resende; “Boi Neon”, longa de Gabriel Mascaro; “Dolores”, longa de John Dickinson, Argentina; “Teu Mundo não Cabe nos Meus Olhos¨”, longa de Paulo Nascimento.

Na TV atuou em “Chamas Da Vida” e “Poder Paralelo”, 2009 TV RECORD. Em “Duas Caras”, 2008, “Viver a Vida” e “Passione”, 2010; A Vida Da Gente e “O Astro” 2011, “A Teia” e “Sangue Bom” 2013, “O Caçador” e “Império” 2014, “Além Do Tempo”, 2015. TV GLOBO. “Um Contra Todos”, 2016 FOX TV.

Também em 2017 filma: Crime Da Gávea, longa de André Warwar e Marcílio Moraes; “Humanperson”, coprodução Canada, Colômbia, Brasil, de FRANK SPANO e “Escadinha”, filme sobre o famoso traficante carioca.  Na TV, participa das series: A Vida Secreta dos Casais“, na HBO, e da segunda temporada de Um Contra Todos, na FOX.

Guillermo Pfening – (Jack Hillary)

Guillermo Pfening atuou em mais de 25 filmes argentinos e internacionais, entre eles “Nacido y Criado de Pablo Trapero, “Wakolda” de Lucía Puenzo“El resultado del Amor”, de Eliseo Subiela, “Paco de Diego Rafecas, “El Vestido” de Paula de Luque, “Fontana de Juan Bautista Stagnaro e “El último Verano de la Boyita de Julia Solomonoff. “Il Richiamo” de Stefano Pasetto (Itália) e “Riobamba de Kathie Sebah (França) e “Belgrano, o filme” de Sebastian Pivotto, “Atlântida de Ines Barrionuevo, “El Patron” de Sebastian Shindler, La Parte Ausente” de Galel Maidana, “Los Nadies” Nestor Sotello, “La Valija de Benavidez de Laura Casabe.

Em 2015, na cidade de Nova Iorque, participou do filme “Nobody´s Watchting” de Julia Solomonoff. De retorno para a Argentina filmou “Dolores”, longa de John Dickinson. No Rio de Janeiro filmou Supermax”, primeiro filme de ficção em espanhol produzido pelo Globo para o mercado latino.

Ganhou os prêmios Condor y Sur como melhor ator por Wakolda” de Lucia Puenzo. Como o diretor fez o curta-metragem “Caíto”, pelo qual ganhou o Prêmio George Méliès em 2004 e foi eleito no ano de 2010 como um dos 10 melhores do cinema argentino da última década. O projeto “Caíto virou um filme produzido por Pablo Trapero em 2013, pela qual ganhou a nomeação para o Condor 2014 de prêmios como melhor Opera Prima e Melhor filme no Festival de Lima 2014, participando de inúmeros festivais em todo o mundo. Guillermo estrelou em vários programas de televisão, incluindo: “Campeones”, “Costumbres Argentinas”, “Doble Vida”, “Valientes”, “Condicionados y Farsantes”.

Mara Bestelli– (FLORRIE)

No teatro seus trabalhos mais recentes incluem “Según Roxy”, de Azul Lombardía. Teatro La Comedia en “Vigilia de Noche”, de Daniel Veronese no Teatro Gral. San Martín, que lhe rendeu a indicação ao Prêmio ACE “Mejor Actriz Dramática 2016”.

No cinema, em 1996, participou de Evita”, de Alan Parker, além de inúmeras produções, entre elas: “Invisible”, de Pablo Giorgelli; 2015: “El Invierno”, de Emiliano Torre; 2013: “Historia del Miedo”, de Benjamín Naisthat; 2012: “Tesis sobre un homicidio”, de Hernán Goldfrid; 2008: “Yo Soy Sola”, de Tatiana Mereñuk; 2007: “El vestido”, de Paula de Luque; 2000: “Te besaré mañana”, de Diego Musiak; “Click”, de Ricardo Berreta;1998: “Sólo gente”, de Roberto Maiocco

Na televisão: 2016: “Según Roxy” TV Pública- Netflix; “Jardín de Bronce” Polka “Noche de Paz” Serie Web. Em 2014: “Se trata de nosotros” Canal Encuentro. em 2013: “Historias del corazón” Telefé. 2010: “Caín y Abel” Telefé. Em 2008: “Ciclo Tintas Argentinas”. Em 2005: “Ambiciones” Telefé”, entre outros.

Jandir Ferrari – (Virtuoso)

O ator já participou de diversas novelas na televisão e entre seus trabalhos mais importantes estão a minissérie para TV “Dalva e Herivelto-Uma Canção de Amor” e em cinema “Alma Corsária”. Atualmente está em cena participando da novela “Haja Coração” (TV Globo) e no Musical “Cassia Eller”.

TRILHA SONORA – LEO GANDELMAN

 

Leo Gandelman é um artista múltiplo, compositor, arranjador.

Instrumentista versátil que vai do pop à música clássica com a mesma desenvoltura. Leo escreveu uma grande parte da história da MPB, participando de gravações antológicas de praticamente todos os grandes nomes da música brasileira. Foram participações em mais de 1000 CDs.

Seu álbum “Solar” foi um marco na história da música brasileira, indicado para cinco categorias do Prêmio Sharp (atual Prêmio da Música Brasileira): disco, música, arranjo, instrumentista e produtor e chegou a vender mais de 100 mil cópias, um volume extraordinário para uma obra instrumental no Brasil, o que tornou Gandelman um artista pop.

Com mais de 500 mil discos vendidos até hoje, 30 anos de carreira solo, Leo Gandelman é hoje um dos mais influentes músicos brasileiros, um ícone da nossa boa música.

Leo Gandelman se dedica também a produção audiovisual, já tendo feito diversas trilhas para cinema e TV e é atualmente diretor artístico, roteirista e apresentador do programa “Vamos Tocar”, no canal BIS.

Ficha Técnica

Direção
JUAN DICKINSON
Roteiro
ROBERTO SCHEUER
Empresa Produtora
VALKYRIA FILMES,
DAR A LUZ CINE
Produção
JUAN DICKINSON,
FERNANDO MUSA,
ANGELISA STEIN
Fotografia
MIGUEL ABAL
Montagem
CÉSAR CUSTODIO
Música
LEO GANDELMAN

Elenco

ROBERTO BIRINDELLI
EMILIA ATTÍAS
GUILLERMO PFENING
MARA BESTELLI
JANDIR FERRARI

Distribuição – TUCUMÁN/FÊNIX FILMES