“Ocupa Carambola” no Canto da Carambola

Inauguração: 09/04/2016, sábado – 16 às 22h
Visitas: 16/04; 30/04 e 07/05/2016 – sábados – 16 às 20h
 

“Ocupa Carambola” é uma ocupação artística que será realizada no Canto da Carambola – cama e café, em Sta. Teresa, no Rio de Janeiro. Todos os cômodos da casa serão ocupados por 56 artistas que transitam por linguagens como performances, pinturas, fotos, vídeos, transformando-os, por alguns dias, num espaço de convivência entre artistas, obras e público. Artistas como Rosana Ricalde, Felipe Barbosa, Lúcia Avancini, Jozias Benedicto, Caroline Valansi, Xico Chaves, Clarisse Tarran, Raimundo Rodriguez, Sérgio Sal, Fábio Carvalho, Nena Balthar, e outros, instalarão ali obras de arte e engenhosidades provocando o público com questões do mundo e da vida, procurando desmanchar fronteiras ou territórios institucionalizados dando ênfase a temas como compartilhamento, afeto, troca e descobertas.

 Curadoria: Marcio Zardo

 Produção executiva: Miro Mendonça

Local: 

Canto da Carambola, cama & café
Rua do Oriente, 123 – Sta. Teresa
Rio de Janeiro
 
Entrada gratuita
55-21-2210-0289
55-21-99462-4292
 
matéria enviada por: Marcio Zardo     (21) 99361-6264
 

Marcio Zardo – curador

Artista visual, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Graduado em jornalismo, atuou por mais de 20 anos em comunicação corporativa e lecionou na Faculdade de Comunicação da Universidade Gama Filho durante 11 anos. Em 1999 passou a dedicar-se integralmente às artes visuais. Frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. Desde então, realizou 7 exposições individuais e participou  de mais de 50 coletivas no Brasil, EUA e Portugal. Atua, ainda, como curador independente.

www.marciozardo.com 

 

Texto de apresentação

 

 OCUPA CARAMBOLA

Conhecer o espaço…

Respirar o espaço…

Sentir o espaço…

Estes foram meus primeiros desafios, aqui, no “Canto da Carambola – Cama e Café / Espaço Cultural”, a partir do generoso convite que me fizeram Miro Mendonça e Sérgio Sal, proprietários e gestores do espaço, para realizar uma ampla ocupação, transformando-o, por alguns dias, num espaço de convivência entre artistas, obras e público, buscando um certo nomadismo do olhar…

Assim, fizemos a proposição aos artistas que transitam por linguagens como performances, vídeos, fotografias, pinturas e objetos: instalar ali obras de arte e engenhosidades que friccionem o público com questões do mundo e da vida. Artistas com grande trajetória se encontram com artistas em começo de produção, numa atmosfera de afeto e compartilhamento, desmanchando zoneamentos / territórios institucionalizados, dando ênfase a temas como troca, desejos, relacionamento, estar junto, descobertas, lugar, fronteiras…

A apropriação dos cômodos da casa gerou movimentos, conexões, circuitos, superposições e limiares, sugerindo ao visitante que não permaneça no mesmo lugar, deixando que seu olhar flutue por muitos lugares, próximos e remotos, presentes e passados, reais e imaginários.

Deleuze nos lembra que “essas ações nos levam a sair de modos de saber cristalizados, impondo-nos a necessidade de trabalhar com limites conceituais mais flexíveis, menos rígidos”.

Marcio Zardo  – curador

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