“O Último Lutador” na Gávea

A partir de 15 de janeiro, comemorando 60 anos de carreira, Stênio Garcia estreia o espetáculo inédito, “O Último Lutador”, de Marcos Nauer e Teresa Frota, com direção de Sergio Módena, no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea. A produção é a primeira no Brasil que utiliza o universo da Luta Livre como ferramenta dramatúrgica, mas, na verdade, a peça busca mostrar que por trás de guerreiros, gladiadores modernos, existe um lado humano e familiar. E como nem sempre é fácil viver em família, como as diferenças podem mudar os destinos das pessoas, mas que nunca é tarde para pedir perdão e ser perdoado. A peça se passa em 1992, ano de importantes mudanças políticas no país e marco para a história do vale tudo, com o surgimento do que irá se chamar de MMA.

Na opinião do diretor Sergio Módena, o aspecto mais interessante do espetáculo é utilizar o universo da luta como metáfora das relações humanas, mais precisamente aquelas que dizem respeito à família. “A luta diária peça aceitação, pelo perdão, pela superação dos limites e pelo amor pode ser facilmente identificada por todos que assistirem ao espetáculo. A família, com todas suas contradições, é a grande protagonista nesse ringue que chamamos vida”, conclui Módena.

Já um dos autores e ator Marcos Nauer conta que foi ao ouvir “Um homem também chora”, de Gonzaguinha, que veio a ideia de escrever O Último Lutador, uma história sobre homens que compreendem o amor através da violência. “Desde a primeira frase escrita ainda na tela em branco do computador foi a voz, as entonações e energia de Stênio Garcia que guiaram minha escrita. É a realização de um sonho contracenar com ele e celebrar com grande alegria seus 60 anos de carreira”, comemora Nauer.

Longe dos palcos há 18 anos (o último espetáculo foi Michelangelo, em 1998, adaptação e direção Wladimir Ponchirolli), Stênio interpreta Caleb, o homem que desafia o destino para reunir seu clã de lutadores. O patriarca tem por sonho e objetivo trazer de volta o neto perdido, Davi ou Titinho (Marcos Nauer), o reaproximar de Tito, seu pai e ex-alcoólatra (Antonio Gonzalez), que, por sua vez, é brigado com o outro filho Daniel (Daniel Villas), ex-

lutador sem sucesso que busca recuperar o respeito de sua esposa Débora (Mari Saade), e com o irmão Enosh (Glaucio Gomes), lutador profissional dos anos 60 que faz tudo por

dinheiro. Para isso, decide criar um campeonato de Luta Livre e levar a família ao ringue para um combate que vai mudar a vida de todos. À beira da morte, passional e visionário, Caleb é o homem que “faz tudo errado, mas dá tudo certo”, como diz sua companheira Diná (Stela Freitas). Completa ainda o elenco Carol Loback, interpretando Madalena, jornalista e apresentadora da luta, que ajuda Caleb a organizar o campeonato.

Para a autora Teresa Frota alguns homens nascem grandiosos, não importa a classe social. Caleb, lindamente interpretado por Stênio Garcia, é um destes homens. “Pressionado pela bomba relógio que lhe devora o corpo e cobra segundos de vida, tem, como único desejo, atrair seus “guerreiros perdidos” e reunir todos em torno de um ideal. Espero ter realizado a última vontade deste sonhador”, acrescenta.

“A proposta da encenação é fazer com que o espaço cênico nos remeta a um grande galinheiro (cenário das cruéis rinhas de galo), onde os inúmeros embates familiares acontecem continuamente, evidenciando assim a violência e aridez que muitas vezes regem as relações humanas.”, explica o diretor.

Stênio subiu ao palco profissionalmente pela primeira vez em 1956, ainda estudante de teatro, quando foi convidado para fazer o espetáculo ‘O ANJO’, de Agostinho Olavo, com direção de José Maria Monteiro, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Era o Festival do Distrito Federal, e cada peça se apresentava por uma semana. No elenco estavam Elza Gomes, Tereza Rachel, Luiza Barreto Leite, entre outros. Em televisão, só na TV Globo, são 43 anos de casa.

SERVIÇO

Estreia para público: 15 de janeiro (sexta-feira)

Estreia para convidados: 25 de janeiro (segunda-feira)

Temporada: de 15 de janeiro a 07 de março

Local: Teatro dos Quatro

Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 52/2º piso Shopping da Gávea – Gávea Telefone: (21) 2239-1095

Horário: sexta, sábado e segunda, às 21h/ domingo, às 20h

Ingressos: Sexta e Segunda – R$70,00 | Sábado e Domingo – R$90,00

Duração: 80 minutos

Gênero: drama

Capacidade: 402 lugares

Bilheteria: de segunda a sábado das 13 às 21h, domingo das 13 às 20h

Classificação etária: 14 anos

FICHA TÉCNICA

Ideia Original: Marcos Nauer

Texto: Marcos Nauer e Teresa Frota

Supervisão de dramaturgia: Teresa Frota

Direção: Sergio Módena

Elenco: Stênio Garcia, Stela Freitas, Marcos Nauer, Antonio Gonzalez, Glaucio Gomes, Mari Saade, Daniel Villas e Carol Loback

Diretor assistente: André Viéri

Cenário: Aurora dos Campos

Iluminação: Tomás Ribas

Figurino: Antonio Guedes

Música Original: Marcelo Alonso Neves

Fotografia: Milton Menezes

Instrutor de lutas: Milton Vieira – Rio Fighters

Instrutor de jeet kune do: Paulo Oliveira – Kalirio

Preparador corporal para o tango: Edio Nunes

Assessoria de Imprensa: Daniella Cavalcanti

Fotos e Programação Visual: Milton Menezes

Assistente de produção: Luana Simões

Produção: Norma Thiré e Frederico Reder

Realização: Brainstorming Entretenimento e Quarta Dimensão Entretenimento

SERGIO MÓDENA

Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp é também formado pela École Philipe Gaulier em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes como diretor são: “janis”, de Diogo Liberano; “Politicamente Incorretos”, de Ana Velloso; “Ricardo III”, de William Shakespeare; “A Arte da Comédia”, de Eduardo De Filippo; os musicais infantis “Forró Miudinho”; “Bossa Novinha – A Festa do Pijama” e “Sambinha”, ambos musicais de Ana Velloso; “A Revista do Ano – O Olimpo Carioca”, de Tânia Brandão; “As Mimosas da Praça Tiradentes”, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche; e o show “Paletó de Lamê – Os grandes sucessos (dos outros)”. Adaptou o conto “O Soldadinho de Chumbo”, de H. C. Andersen, para o espetáculo “O Soldadinho e a Bailarina”, com Luana Piovani e direção de Gabriel Villela.

Seus últimos trabalhos receberam inúmeras indicações nos principais prêmios do Rio de Janeiro: ‘Ricardo III’, nos prêmios Cesgranrio, Shell, APTR, FITA e APCA-SP; “A Arte da Comédia”, nos prêmios Cesgranrio, Shell, FITA e APCA-SP; e os musicais infantis “Sambinha” e “Bossa Novinha”, prêmios Zilka Salaberry e CEBTIJ.

TERESA FROTA

Jornalista formada pela PUC RJ, é fundadora do Grupo TAPA de teatro, onde atuou por mais de 10 anos.

Roteirista da TV Globo por 18 anos, escreveu 2 docudramas indicados ao EMMY

INTERNATIONAL AWARDS – “Por Toda Minha Vida – Cazuza” e “Por Toda a Minha Vida – Adoniran”, direção geral Ricardo Waddington, em 2010 e 2011. A minissérie “Amores Roubados”, direção José Luiz Villamarin, considerada o melhor produto em dramaturgia de 2014, ganhou todos os prêmios, entre eles o Prêmio APCA, da crítica paulista.

Em Televisão, escreveu também programas impactantes como “Escuderia Le Coq”, “Série Traficantes”, “A Chacina de Vigário Geral” (XXVII Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos), “A Família Canuto”, “Mães do Borel” (incluído no Acervo da Anistia Internacional), “Zé Arigó” e a série “Mistério”, que incluiu o “Caso Joelma”, “Operação Prato” e “EQM.

Em Cinema, foi co-roteirista de “Getúlio”, direção João Jardim, indicado a Melhor Roteiro no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em 2014; roteirista de “Nazareth”, direção Márcio Trigo, curta ganhador em 2015 de Melhor Documentário do Festival Cine del Sur, Colômbia. “Nazareth” foi selecionado no ano de 2015 para exibição em 10 festivais nacionais e internacionais em países como Estados Unidos (3 festivais), Espanha, Portugal, Colômbia, Argentina, Israel. Escreveu o roteiro de “O Campeão”, direção Paulo Thiago, ainda em filmagem.

Em Dramaturgia ganhou mais de 20 prêmios, entre eles: Coca Cola, Mambembe, FUNARTE, SATED, RIOARTE, Ministério da Cultura.

STENIO GARCIA

Um dos grandes nomes da dramaturgia brasileira, Stênio Garcia, possui um currículo de trabalhos inesquecíveis na TV, no teatro e no cinema.

Perfeccionismo – este poderia ser o lema de Stênio Garcia. Quando tem um papel para interpretar, ele não faz concessões. Entrega-se inteiramente a ele. Por isso mesmo, coleciona algumas boas histórias sobre os métodos utilizados na composição de seus personagens.

Aos doze anos, o capixaba de Mimoso do Sul teve que lidar com o seu primeiro desafio, a separação dos pais. O jovem, então, seguiu com a mãe para o Rio de Janeiro, onde começou a trabalhar como auxiliar de escritório e passou a estudar contabilidade. A sua vida, porém, mudou completamente de direção graças a uma namorada, que o incentivou a entrar para um grupo de teatro.

Após compor famosas turmas de interpretação na capital carioca conseguiu espaço na televisão em 1966. A consagrada carreira na TV permitiu a Stênio participar de cerca de 60 trabalhos, entre folhetins, minisséries e especiais.

É Bino o personagem mais querido do ator. “A gente descobriu que o caminhoneiro representa uma das classes mais importantes da sociedade. Ele me deu a consciência de vida muito grande”, disse o ator em entrevista ao “Vídeo Show” em 2009.

Com mais de 150 personagens no currículo, Stênio reconhece que nunca teve a estampa e o carisma de um Antônio Fagundes. Apesar de não fazer o tipo que provoca suspiros por onde anda, o ator já viveu situação parecida em ‘O Dono do Mundo’. Quando interpretou o magnata Herculano na novela de Gilberto Braga, o ator vivia recebendo cartas de fãs com propostas para lá de indecentes. “Um dia, uma menina chegou a dizer que passaria uma noite comigo se eu comprasse um apartamento para ela. Já imaginou?”, ri, arregalando os olhos.

Em 2015 foi homenageado na novela ‘Totalmente Demais’, onde seu personagem de Carga Pesada, Bino, ajuda a protagonista na estrada. Em 2014 fez uma participação especial em ‘Meu Pedacinho de Chão’.

Teatro:

Em 1956, ainda estudante de teatro, ele foi convidado para a peça ‘O ANJO’, de Agostinho Olavo, com direção de José Maria Monteiro, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Era o Festival do Distrito Federal, e cada peça se apresentava por uma semana. No elenco estavam Elza Gomes, Tereza Rachel, Luiza Barreto Leite, entre outros.

Em 1958, forma-se no Conservatório Nacional de Teatro, no Rio de Janeiro, e ganha uma bolsa de estágio no Teatro Cacilda Becker (TCB), companhia recém-criada. Essa é sua principal escola, sobretudo porque passa a colaborar com o conjunto nas áreas técnica e administrativa, antes de fazer sua estreia profissional como ator em Maria Stuart, de Schiller, com direção de Ziembinski, também em 1958. No ano seguinte, participa dos espetáculos: ‘Os Perigos da Pureza’, de Hugh Mills, interpretando o filho de Cacilda Becker; ‘A Dama das Camélias’, de Alexandre Dumas Filho, dirigido por Benedito Corsi, no papel de Saint-Gaudens; ‘Auto da Compadecida’, de Ariano Suassuna, no papel de Bispo, com direção de Cacilda. Atua em ‘O Santo e a Porca’, mais um texto de Suassuna, agora sob a direção de Ziembinski, em 1960. No mesmo ano, ingressa no elenco do Teatro Brasileiro de Comédia – TBC, em sua última fase, atuando em ‘Um Panorama Visto da Ponte’, de Arthur Miller, dirigido por Alberto D’Aversa; e em ‘O Pagador de Promessas’, de Dias Gomes, com direção de Flávio Rangel; e ‘A Semente’, de Gianfrancesco Guarnieri, ‘As Almas Mortas’, de Nikolai Gogol, e ‘A Escada’, de Jorge Andrade, todos em 1961; ‘A Morte do Caixeiro Viajante’, de Arthur Miller, ‘Yerma’, de Federico García Lorca, e ‘A Revolução dos Beatos’, ambos em 1962. Nesses espetáculos é também assistente de direção de Flávio Rangel. Ainda no TBC é dirigido por Antunes Filho em ‘Yerma’, de Federico García Lorca. Volta por um ano ao TCB, trabalhando com o diretor Ziembinski, em César e Cleópatra, de Bernard Shaw, ‘O Santo Milagroso’, de Lauro César Muniz, e ‘Onde Canta o Sabiá’, de Gastão Tojeiro, 1963. No ano seguinte, de volta ao TBC, participa do espetáculo de despedida da companhia, ‘Vereda da Salvação’, de Jorge Andrade, onde faz o papel de Geraldo e é assistente de Antunes Filho. Dirigido por Antônio Abujamra, faz ‘As Fúrias’, de Rafael Alberti, no Teatro Ruth Escobar; e, por Ademar Guerra, tem repercussão no desempenho em ‘Oh, Que Delícia de Guerra!’, de Joan Littlewood, ambos em 1966. Pelo conjunto desses dois trabalhos recebe o Prêmio Saci e o Prêmio Governador do Estado. Volta a trabalhar com Antunes em ‘Black-Out’, de

Frederick Knott, 1967, e em ‘A Cozinha’, de Arnold Wesker, 1968, onde colabora com o encenador na direção do trabalho de atores. Na companhia de Altair Lima faz dois musicais: ‘Hair’, de Rado e Ragni, mais uma encenação de Ademar Guerra, 1969; e ‘Jesus Cristo Superstar’, direção do próprio Altair, 1972. Dois anos antes está em ‘Rito do Amor Selvagem’, de José Agrippino de Paula, importante realização do Grupo Sonda, sob a direção de Maria Esther Stockler e José Agrippino. Em 1971, mais uma vez sob a direção de Antunes, alcança um dos pontos altos de sua carreira, protagonizando ‘Peer Gynt’, de Henrik Ibsen, em desempenho que lhe vale o Prêmio Molière.

Em 1972, muda-se para o Rio de Janeiro e se engaja no mercado de trabalho na televisão.

Yan Michalski avalia seu trabalho: “Ator excepcionalmente vigoroso, dotado de um explosivo potencial corporal e de uma notável intuição de composição cênica, burilada nos seus primeiros anos de ofício pela sua persistente colaboração com alguns dos melhores diretores de São Paulo, Stênio Garcia foi uma das sérias perdas que o teatro sofreu para a televisão”.

Em 2015 Stênio Garcia completou 83 anos e após um longo jejum nos brinda com sua volta aos palcos dia 08 de janeiro de 2016, com o espetáculo O ÚLTIMO LUTADOR, no Teatro dos Quatro no Shopping da Gávea – RJ.

CURIOSIDADES:

Ao completar 70 anos ganhou da escritora Rosângela Guarçoni uma biografia “Trilhas… Pegadas no Palco e Pegadas na Vida”, patrocinada pelo governo do Espírito Santo, o estado natal do ator.

No final dos anos 90, sua cidade natal, Mimoso do Sul – ES o homenageou com um teatro com seu nome o Cine Teatro Stênio Garcia, com capacidade para 270 espectadores.

Em 2010 ousou novamente ao participar do quadro “Dança dos Famosos”, do Domingão do Faustão.

Televisão:

1966 – As Minas de Prata – José

1967 – Os Fantoches – Torquato

1968 – A Muralha – Aimbé

1968 – O Terceiro Pecado – Tomás

1969 – Dez Vidas – Silvério dos Reis

1969 – Os estranhos – Daniel

1971 – Hospital – Maurício

1972 – Na Idade do Lobo – Chico

1973 – Cavalo de Aço – Brucutu

1973 – O Semideus – Lorde José

1975 – Gabriela – Felismino

1976 – Saramandaia – Geraldo

1979 – Carga Pesada – Bino

1981 – O Amor é Nosso – Leonardo

1981 – Terras do Sem Fim – Amarelo Joaquim

1982 – Final Feliz – Mestre Antônio

1983 – Bandidos da Falange – Lucena

1984 – Corpo a Corpo – Amauri Pelegrini

1984 – Padre Cícero – Padre Cícero

1986 – Hipertensão – Chico

1986 – Selva de Pedra – Pedro

1988 – O Pagador de Promessas – Dedé

1989 – O Sexo dos Anjos – padre Aurélio

1989 – Que Rei Sou Eu? – Corcoran

1990 – Rainha da Sucata – Sérgio

1990 – Boca do Lixo – Ciro

1990 – Meu Bem, Meu Mal – Argemiro

1991 – O Dono do Mundo – Herculano Maciel

1992 – De Corpo e Alma – Domingos Bianchi

1993 – Agosto – Ramos

1993 – Olho no Olho – Armando

1994 – A Madona de Cedro (minissérie) – padre Estêvão

1994 – Tropicaliente – Samuel

1995 – Decadência – Tavares Branco Filho

1995 – Engraçadinha… seus amores e seus pecados – Carlinhos

1995 – Explode Coração – Pepe

1996 – O Rei do Gado – Zé do Araguaia

1998 – Hilda Furacão (minissérie) – Tonico Mendes

1998 – Labirinto – Jonas

1998 – Torre de Babel – Bruno Maia

1998 – Asas Pra que te quero (Especial de Natal)

2000 – A Muralha – Caraíba

2001 – A Padroeira – Antônio Cabral

2001 – O Clone – Tio Ali

2001 – Os Maias – Manuel Monforte

2002 – Pastores da Noite- Chalub

2003 – Kubanacan – Rubio Montenegro

2003/2007 – Carga Pesada – Bino

2005 – Hoje é dia de Maria – Asmodeu

2005 – Hoje é dia de Maria – Segunda Jornada – Asmodeu

2006 – O Profeta – Jacó de Oliveira

2007 – Duas Caras – Barreto (Paulo de Queirós Barreto)

2008 – Ó Paí, Ó – Seu Jerônimo

2009 – Caminho das Índias – Dr. Castanho

2010 – Malhação – Prof. Ramon (participação especial)

2011 – Batendo Ponto – Nestor

2011 – A Vida da Gente – Laudelino

2012 – Salve Jorge – Arturo

2014 – Meu Pedacinho de Chão – Delegado (participação especial)

2015 – Tomara que Caia – Participação especial

2015 – Totalmente Demais – Bino (participação especial)

Planeta dos Homens – Nos anos 70, interpretou o divertido Chuchu no quadro “Kika e Chuchu”, um dos maiores sucessos do humorístico. Quem interpretava Kika era justamente

a atriz Clarice Piovesan.

Cinema

1964 – O vigilante contra o crime

1964 – Vereda de salvação

1967 – Vigilante em missão secreta

1968 – As amorosas

1969 – A mulher de todos

1970 – A guerra dos pelados

1970 – O pornógrafo

1973 – Em compasso de espera

1975 – Ana, a libertina

1976 – O esquadrão da morte

1977 – As três mortes de Solano

1977 – Morte e vida severina

1977 – O crime do Zé Bigorna

1978 – Tudo bem

1987 – Leila Diniz

1989 – Kuarup

1989 – Solidão, uma linda história de amor

1990 – Mais que a terra

1991 – Brincando nos campos do Senhor

1997 – Os matadores

1998 – Hans Staden

1998 – O menino maluquinho 2 – A aventura

2000 – Eu, tu, eles

2000 – O circo das qualidades humanas

2004 – Redentor

2005 – Casa de areia

2005 – O beijo no asfalto

2007 – Ó Paí, Ó

2012 – O Inventor de Sonhos

2014 – O Beijo no Asfalto

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