Festival O Boticário na Dança – Eu fui!

Foto: apetecer.com

Existente desde 1968, o Balé da Cidade de São Paulo foi o meu escolhido para prestigiar meu primeiro Festival O Boticário na Dança. O grupo encerrou a temporada do Rio de Janeiro, levando para o palco 2 números: “Cantata” e “Cacti”, nesta ordem. “Cantata”, como o nome já indica, homenageia a cultura italiana, com repertório neste idioma, que inclui serenatas e até

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canções de ninar. Na coreografia, os bailarinos capricham em gestos fortes, reproduzindo cenas de paixão e brigas. A sensualidade está presente tanto nos movimentos como no figurino. Ambos também fazem lembrar um quê gypsy, que empolgou mais o público que o número seguinte.

Criado há cerca de três anos para o Netherlands Dans Theater, em Haia, “Cacti” mostra os bailarinos em uma coreografia mais rígida e coordenada, exigindo muita concentração dos artistas em cena. Também fazem uso de um telão para contar um pouco da história. O trabalho é mais questionador, levando para o público a discussão acerca da crítica de arte, e em como isto pode afetar o trabalho dos artistas. Também contesta a necessidade das pessoas de entenderem o que está sendo transmitido. Talvez tenha mesmo sido esta a sensação para os que assistiram a este número de arte moderna.

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P.S.: Agradeço à RPM Comunicação pelos convites.

 

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