Ópera Nacional de Paris, no Circuito Estação

Aída

de Giuseppe Verdi
Com Oksana Dyka, Carlo Cigni, Luciana D’intino

Regência de Philippe Jordan
Direção de Olivier Py
Cenários e Figurinos de Pierre-André Weitz
Iluminação de Pierre-André Weitz
Direção de coro: Patrick Marie Aubert

Orquestra e Coro da Ópera Nacional de Paris

Ópera em 4 atos de Giuseppe Verdi (1813-1901)
Libreto de Antonio Ghislanzoni baseado em Auguste-Édouard Mariette. Estreia: 24 de dezembro de 1871, no Cairo Khedivial Opera House.

Concebida para celebrar a paz entre os povos, Aida é do começo ao fim uma ópera de guerra. Ao mesmo tempo extravagante e hierática, espetacular e intimista, a obra-prima de Verdi volta a ser encenada na Ópera de Paris após mais de meio século de ausência.

PROGRAMAÇÃO

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quinta-feira – 31/7 – 20h
Estação Botafogo

sábado – 02/8 – 10h
Estação Ipanema

domingo – 03/8 – 10h
Estação Botafogo

domingo – 03/8 – 15h
Estação Barra Point

segunda-feira – 04/8 – 20h
Estação Gávea

domingo – 10/8 – 10h
Estação Ipanema

terça – 12/8 – 20h
Estação Gávea
OS PURITANOS (inédita)

de Vincenzo Bellini
Com Dmitry Korchak, Maria Agresta

Regência de Michele Mariotti
Direção e figurinos de Laurent Pelly
Cenários de Chantal Thomas
Iluminação de Joël Adam
Direção de coro: Patrick Marie Aubert

Orquestra e Coro da Ópera Nacional de Paris

Melodramma serio em três partes de Vincenzo Bellini (1801-1835). Libreto de Carlo Pepoli. Estreia: 25 de janeiro de 1835, no Théâtre-Italien, Paris.

Em 1835, nos anos em que a Europa era tomada pelo espírito do romantismo, Bellini assina essa história de amor impossível e de vingança, numa Inglaterra do século XVII entoada pelos cantos dos Puritanos. Seria a última obra da vida do compositor.

PROGRAMAÇÃO

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quinta-feira – 07/8 – 20h
Estação Botafogo

sábado – 09/8 – 10h
Estação Ipanema

domingo – 10/8 – 10h
Estação Botafogo

domingo – 10/8 – 15h
Estação Barra Point

segunda-feira – 11/8 – 20h
Estação Gávea

domingo – 17/8 – 10h
Estação Ipanema

terça-feira – 19/8 – 20h
Estação Gávea
A BELA ADORMECIDA (inédita)

Regência de Fayçal Karoui
Música de Piotr Ilyitch Tchaikovski
Coreografia de Rudolf Noureev, baseado em Marius Petipa
Cenário Ezio Frigerio
Figurino Franca Squarciapino
Iluminação Vinicio Cheli

Estrelas, Primeiros Bailarinos e Corpo de Ballet da Ópera Nacional de Paris

Ballet em três atos e um prólogo, baseado no conto de Charles Perrault

O “balé dos balés”, como dizia Rudolf Noureev, continua sendo uma das maiores jóias do universo da dança. O virtuosismo e a suntuosidade dos cenários e figurinos recriam o esplendor de uma das mais brilhantes obras do repertório clássico.

PROGRAMAÇÃO

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quinta-feira – 21/8 – 20h
Estação Botafogo

sábado – 23/8 – 10h
Estação Ipanema

domingo – 24/8 – 10h
Estação Botafogo

domingo – 24/8 – 15h
Estação Barra Point

segunda-feira – 25/8 – 20h
Estação Gávea

domingo – 31/8 – 10h
Estação Ipanema

terça-feira – 02/9 – 20h
Estação Gávea
A GAROTA DO OESTE (inédita)

de Giacomo Puccini
Com Nina Stemme, Claudio Sgura, Marco Berti

Regência de Carlo Rizzi
Direção de Nikolaus Lehnhoff
Cenários de Raimund Bauer
Figurinos de Andrea Schmidt-Futterer
Iluminação de Duane Schuler
Video Jonas Gerberding
Coreografia Denni Sayers
Direção de coro de Patrick Marie Aubert

Orquestra e Coro da Ópera Nacional de Paris
Ópera em três atos de Giacomo Puccini (1858-1924). Libreto de Guelfo Civinini e Carlo Zangarini baseado na peça de “The Girl of the Golden West”. Estreia: 10 de dezembro de 1910, Metropolitan Opera, New York.
Produzido pela Nederlandse Opera, Amsterdam

“Nessa curiosa época, pessoas vindas de Deus sabe aonde, reuniram suas forças nas longínquas terras do Oeste”. Através das aventuras de Minnie, loucamente apaixonada por um bandido, Puccini oferece à opera seu primeiro western, um teatro de almas nos confins do mundo. Criada em 1910 no Metropolitan Opera de Nova York, essa obra autêntica faz sua estreia no palco da Ópera de Paris.

PROGRAMAÇÃO

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domingo – 07/9 – 10h
Estação Ipanema

terça – 09/9 – 20h
Estação Gávea

quinta-feira – 11/9 – 20h
Estação Botafogo

sábado – 13/9 – 10h
Estação Ipanema

domingo – 14/9 – 10h
Estação Botafogo

domingo – 14/9 – 15h
Estação Barra Point

segunda-feira – 15/9 – 20h
Estação Gávea
AS BODAS DE FÍGARO (inédita)

de Wolfgang Amadeus Mozart
com Ekaterina Syurina e Luca Pisaron

Regência de Phillipe Jordan
Direção de Humbert Camerlo e Don Kent
Cenografia de Ezio Frigerio
Figurinos de Ezio Frigerio e Franca Squarciapino
Iluminação de Vinicio Cheli
Direção de Coro de Alessandro di Stefano
Coreografia de Jean Guizerix
Direção de Palco e Concepção de Luz de Giorgio Strehler

Ópera bufa em quatro atos (1786)
Orquestra e Coral
do Ópera Nacional de Paris
Libreto de Lorenzo da Ponte
Baseado na peça “As Bodas de Fígaro”, de Beaumarchais

Depois de várias apresentações em francês no Opéra-Comique e uma récita em alemão realizada pela Ópera de Viena em 1928, esta ópera foi montada pela primeira vez no seu idioma original no Palais Garnier em 7 de abril de 1973, inaugurando a primeira temporada de Rolf Liebermann como diretor musical do teatro. Essa montagem de Giorgio Stheler teve Sir Georg Solti como maestro e Ezio Frigerio cuidando do cenário e do figurino. No elenco, Gundula Janowitz como a Condessa, Mirella Freni como Susana, Tom Krause como o Conde, José Van Dam como Fígaro e Frederica von Stade como o Querubim.
Essa produção, que foi um sucesso triunfante, já foi remontada várias vezes com outros elencos. Ela foi apresentada pela primeira vez no Opéra Bastille em dezembro de 1990. Os cenários desta montagem vieram do Scala de Milão junto com um grande número de peças do figurino original. Os cenários da produção original foram destruídos depois das últimas apresentações em 2003.

PROGRAMAÇÃO

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quinta-feira – 18/9 – 20h
Estação Botafogo

domingo – 21/9 – 10h
Estação Ipanema

terça-feira – 23/9 – 20h
Estação Gávea

sábado – 11/10 – 10h
Estação Ipanema

domingo – 12/10 – 10h
Estação Botafogo

domingo – 12/10 – 15h
Estação Barra Point

segunda-feira – 13/10 – 20h
Estação Gávea
LA TRAVIATA (inédita)

Giuseppe Verdi
Com Diana Damrau e Anna Pennisi

Regência de Daniel Oren
Direção de Benoît Jacquot
Cenário de Sylvain Chauvelot
Figurinos de Christian Gasc
Iluminação de André Diot
Direção de coro de Patrick Marie Aubert

Orquestra e Coro da Ópera Nacional de Paris

Ópera em três partes de Giuseppe Verdi (1813-1901)
Libreto de Francesco Maria Piave, baseado na peça de Alexandre Dumas Filho A Dama das Camélias. Estreia: 6 de março de 1853, La Fenice, Veneza.

Depois de Alexandre Dumas, filho, é a vez de Verdi conferir imortalidade à Dama das Camélias nessa obra-prima cruel e sublime, uma das mais cativantes de seu repertório. O diretor de cinema Benoît Jacquot dirige Diana Damrau nesse espetáculo tocante de amor e sacrifício.

PROGRAMAÇÃO

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quinta-feira – 16/10 – 20h
Estação Botafogo

sábado – 18/10 – 10h
Estação Ipanema

domingo – 19/10 – 10h
Estação Botafogo

domingo – 19/10 – 15h
Estação Barra Point

segunda-feira – 20/10 – 20h
Estação Gávea

domingo – 26/10 – 10h
Estação Ipanema

terça – 28/10 – 20h
Estação Gávea
DUO DE BALÉS: O PALÁCIO DE CRISTAL & DÁFNIS e CLOÉ (BALANCHINE/MILLEPIED) (inédita)

O PALÁCIO DE CRISTAL
Música (Sinfonia em C maior) de Georges Bizet
Coreografia de Georges Balanchine

DÁFNIS E CLOÉ
Música de Maurice Ravel
Coreografia de Benjamin Millepied

Estrelas, Primeiros Bailarinos e Corpo de Ballet da Ópera Nacional de Paris

Orquestra e Coro da Ópera Nacional de Paris
Regência de Philippe Jordan
Direção de coro de Patrick Marie Aubert

Entre semelhanças e dissonâncias, dialogam dois grandes compositors franceses e dois grandes coreógrafos do New York City Ballet: George Balanchine, seu fundador, e Benjamin Millepied, que lá se formou. Trata-se de “O Palácio de Cristal”, uma obra da juventude de Bizet que George Balanchine assina, em 1947, como sua primeira criação para o Ballet de l’Opéra, em homenagem à tradição francesa. Já Millepied assina sua terceira criação para o Ballet de l’Opéra. Com a cumplicidade do artista plástico Daniel Buren, ele se apropria do mito de “Dáfnis e Cloé”. Essas obras-primas da música francesa são dirigidas por Philippe Jordan que acompanha pela primeira vez os dançarinos do Ballet de l’Opéra.

PROGRAMAÇÃO

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domingo – 02/11 – 10h
Estação Ipanema

terça-feira – 04/11 – 20h
Estação Gávea

quinta-feira – 06/11 – 20h
Estação Botafogo

sábado – 08/11 – 10h
Estação Ipanema

domingo – 09/11 – 10h
Estação Botafogo

domingo – 09/11 – 15h
Estação Barra Point

segunda-feira – 10/11 – 20h
Estação Gávea

 
Reapresentação da Temporada 2013

OS CONTOS DE HOFFMANN

de Jacques Offenbach
com Kate Aldrich e Jane Archibald

Libreto de Jules Barbier, segundo drama de Jules Barbier e Michel Carré
Direção Musical de Tomas Netopil
Direção de Cena de Robert Carsen

Orquestra e Coro da Ópera Nacional de Paris

Uma obra de ficção baseada na vida e nos amores do escritor E.T.A. Hoffmann.
Hoffmann, um poeta e filósofo romântico, não consegue se livrar de um espírito maligno que o impede de encontrar o verdadeiro amor. Aos seus companheiros, ele fala do sofrimento que tem passado contando três de suas histórias.

PROGRAMAÇÃO

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domingo – 03/8 – 10h
Estação Ipanema

terça-feira – 05/8 – 20h
Estação Gávea

quinta-feira – 14/8 – 20h
Estação Botafogo

sábado – 16/8 – 10h
Estação Ipanema

domingo – 17/8 – 10h
Estação Botafogo

domingo – 17/8 – 15h
Estação Barra Point

segunda-feira – 18/8 – 20h
Estação Gávea
CARMEN

de Georges Bizet
com Anna Caterina Antonacci e Nikolai Schukoff

Libreto Poema de Henri Meilhac e Ludovic Hale?vy, baseado no livro de Prosper Me?rime?e
Direção Musical de Philippe Jordan
Direção de Cena de Yves Beaunesne

Orquestra e Coro da Ópera Nacional de Paris Mai?trise des Hauts-de-Seine
Coro Infantil da Ópera Nacional de Paris

Il faut méditerraniser la musique. É preciso “mediterranizar” a música. Foi o que escreveu Nietzsche – em francês! – após ouvir Carmen pela vigésima vez. Era grato a Bizet por ter composto, dez anos após “Tristão e Isolda”, a antítese, e até o antídoto daquela ópera. Longe dos vapores do ideal wagneriano, havia encenado no palco da Opéra Comique uma paixão fatal, violentamente iluminada e esmagada pelo sol da Espanha. O filósofo via nisso uma revelação e uma liberação. “De Mérimée, a obra conservou a lógica na paixão, a concisão do traço, o rigor implacável; tem, sobretudo, o que é próprio dos países quentes, a sequidão do ar. Nela, fala outra sensualidade, outra sensibilidade, outra alegria serena. Essa música é alegre, mas não é alegria francesa ou alemã. É alegria africana. O destino cego pesa sobre ela, sua felicidade é breve, repentina, impiedosa. Enfim o amor, o amor retransposto na natureza original! O amor pensado como fatum, fatalidade, o amor cínico, inocente, cruel! O amor tendo como meios a guerra, e como princípio o ódio mortal dos sexos.” Philippe Jordan dirige a obra-prima de Bizet na sua volta aguardada à Ópera de Paris.

PROGRAMAÇÃO

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domingo – 24/8 – 10h
Estação Ipanema

terça-feira – 26/8 – 20h
Estação Gávea

domingo – 31/8 – 10h
Estação Botafogo

quinta-feira – 04/9 – 20h
Estação Botafogo

sábado – 06/9 – 10h
Estação Ipanema

domingo – 07/9 – 15h
Estação Barra Point

segunda-feira – 08/9 – 20h
Estação Gávea
DOM QUIXOTE

de Rudolf Noureev
com Ballet da Ópera Nacional de Paris

Ballet baseado em alguns episódios do romance de Miguel de Cervantes

Música de Ludwig Minkus
Arranjos de John Lanchbery
Coreografia de Rudolf Noureev d’apre?s Marius Petipa (Ópera Nacional de Paris, 1981)
Direção Musical de Kevin Rhodes

Estrelas, Primeiros Bailarinos e Corpo de Baile da Orquestra da Ópera Nacional de Paris

“O Cavaleiro da triste figura” e o seu fiel escudeiro, Sancho Pança, envolvidos nos amores tumultuados da estonteante Kitri e do sedutor Basilio, num balé rico em cores, humor e virtuosismo. Dom Quixote de Marius Petipa foi criado em Moscou em 1869 com uma partitura de Ludwig Minkus e teve, desde a estreia, um imenso sucesso. A novidade residia na ruptura com o universo sobrenatural do balé romântico. Pensada como uma peça de teatro, a obra contava com heróis bem reais, trama e cenas firmemente construídas. O libreto e a coreografia foram transmitidos ininterruptamente na Rússia, mas a versão de Petipa ficou muito tempo desconhecida no Ocidente. Em 1981, Rudolf Noureev faz incluir o balé no repertório da Ópera de Paris na sua própria versão. Retomando as grandes páginas clássicas e as fogosas danças de caráter, o coreógrafo acentua ainda a parte de comédia, imaginando um espetáculo particularmente vigoroso e alegre. Em 2002, Alexandre Beliaev e Elena Rivkina são convidados para criar novos cenários e figurinos especialmente para a Ópera Bastille. Inspirados nas pinturas de Goya, desenvolvem uma série de quadros deslumbrantes, iluminados pelos figurinos de cores quentes e policromas da Espanha e os tutus iridescentes do mundo feérico das dríades.

PROGRAMAÇÃO

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quinta-feira – 28/8 – 20h
Estação Botafogo

sábado – 30/8 – 10h
Estação Ipanema

domingo – 31/8 – 15h
Estação Barra Point

segunda-feira – 01/9 – 20h
Estação Gávea

domingo – 07/9 – 10h
Estação Botafogo

domingo – 14/9 – 10h
Estação Ipanema

terça-feira – 16/9 – 20h
Estação Gávea
FALSTAFF

de Giuseppe Verdi
com Ambrogio Maestri, Artur Rucinski e Svetla Vassileva

Libreto de Arrigo Boito d’après The Merry Wives of Windsor et des scènes de Henri IV de William Shakespeare
Direção Musical de Daniel Oren
Direção de Cena de Dominique Pitoiset

Orquestra e Coro da Ópera Nacional de Paris

Na Inglaterra Medieval o jovem príncipe herdeiro tem como companheiro de bebedeira Sir John Falstaff, soldado covarde, glutão e fanfarrão. Mas à medida que o príncipe se aproxima do trono, a relação entre eles muda.
Para a sua última obra-prima, Verdi encontra na história do velho senhor arruinado e pançudo o tema para a comédia com que sempre sonhou: uma grande gargalhada que, um século mais tarde, continua ecoando em nós.

PROGRAMAÇÃO

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sábado – 20/9 – 10h
Estação Ipanema

domingo – 21/9 – 10h
Estação Botafogo

domingo – 21/9 – 15h
Estação Barra Point

segunda-feira – 22/9 – 20h
Estação Gávea

quinta-feira – 09/10 – 20h
Estação Botafogo

domingo – 12/10 – 10h
Estação Ipanema

terça-feira – 14/10 – 20h
Estação Gávea
TERCEIRA SINFONIA DE GUSTAV MAHLER

de Gustav Mahler
com Ballet da Ópera Nacional de Paris

Coreografia, Cenário e Luz de John Neumeier
Direção Musical de Simon Hewett

Estrelas, Primeiros Bailarinos e Corpo de Baile da Orquestra e Coro da Ópera Nacional de Paris Mai?trise des Hauts de Seine
Coro Infantil da Ópera Nacional de Paris

Ballet apresentado por Brigitte Lefèvre, Diretora de Dança da Ópera Nacional de Paris.

Toda a obra de John Neumeier é baseada numa profunda sensibilidade musical. Mas é provavelmente em Gustav Mahler – de quem coreografou várias sinfonias -, que o coreógrafo, em constante questionamento sobre a condição humana, encontra as correspondências às próprias preocupações humanistas.
A Terceira Sinfonia pretende refletir “toda a criação” e penetra no universo atormentado e contrastado do compositor para esculpir imagens de um lirismo poderoso e profundo. Osmose entre música e dança, a peça é permeada por uma paleta de emoções, indo da angústia existencial à esperança mística. Os coros e a solista acompanham os bailarinos em seu gestual elegante, de linhas desviadas e com sustentações vertiginosas, revelando novamente a riqueza de inspiração do coreógrafo.

PROGRAMAÇÃO

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domingo – 19/10 – 10h
Estação Ipanema

terça-feira – 21/10 – 20h
Estação Gávea

domingo – 26/10 – 10h
Estação Botafogo

quinta-feira – 30/10 – 20h
Estação Botafogo

sábado – 01/11 – 10h
Estação Ipanema

domingo – 02/11 – 15h
Estação Barra Point

segunda-feira – 03/11 – 20h
Estação Gávea
JOÃO & MARIA (HÄNSEL & GRETEL)

de Engelbert Humperdinck
com Jochen Schmeckenbecher e Irmgard Vilsmaier

Libreto de Adelheid Wette, segundo conto dos Irmãos Grimm
Direção Musical de Claus Peter Flor
Direção de Cena de Mariame Clément

Orquestra e Coro da Ópera Nacional de Paris Maîtrise des Hauts-de-Seine
Coro Infantil da Ópera Nacional de Paris

Influenciada pela música de Wagner, que foi seu mestre, alimentada de melodias populares, a ópera de Humperdinck transpõe a lenda da bruxa da casa de pão de mel e resgata uma parte esquecida da nossa infância.

PROGRAMAÇÃO

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quinta-feira – 23/10 – 20h
Estação Botafogo

sábado – 25/10 – 10h
Estação Ipanema

domingo – 26/10 – 15h
Estação Barra Point

segunda-feira – 27/10 – 20h
Estação Gávea

domingo – 02/11 – 10h
Estação Botafogo

domingo – 09/11 – 10h
Estação Ipanema

terça-feira – 11/11 – 20h
Estação Gávea
LA SYLPHIDE

de Pierre Lacotte
com Ballet da Ópera Nacional de Paris

Ballet segundo Philippe Taglioni
Libreto de Adolphe Nourrit
Música de Jean Madeleine Schneitzhoeffer
Adaptação e Coreografia de Pierre Lacotte
Direção Musical de Ermanno Florio

Estrelas, Primeiros Bailarinos e Corpo de Baile da Orquestra e Coro da Ópera Nacional de Paris

Ballet apresentado por Brigitte Lefèvre, Diretora de Dança da Ópera Nacional de Paris.

Criada na Ópera em 1832, La Sylphide de Philippe Taglioni marcou o advento do romantismo no balé. Marie Taglioni, bailarina aérea e etérea, encarnava a alma sonhada insondável, ao lado de Joseph Mazilier. Sublimada pelas sapatilhas de pontas e os longos tutus vaporosos, a bailarina estava se tornando, com La Sylphide, uma silhueta emblemática. Escrito por Adolphe Nourrit, o libreto é inspirado na literatura romântica, narrando o amor impossível de um humano com uma criatura sobrenatural. O jovem James, de alma atormentada, está dilacerado entre a promessa de uma vida confortável que lhe oferece o futuro casamento com Effie e a liberdade encarnada pela sílfide, ideal inacessível, que lhe aparece em sonho. Já na estreia, o espetáculo foi aplaudido pela crítica, notadamente por Théophile Gautier, futuro libretista de Giselle. Este balé emblemático, que ficou fora do repertório durante mais de um século, é apresentado na Ópera de Paris na reconstituição fiel de Pierre Lacotte realizada em 1972. Com sua imensa cultura coreográfica, é capaz de adivinhar e reinventar os sortilégios do grande estilo romântico francês.

PROGRAMAÇÃO

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quinta-feira – 13/11 – 20h
Estação Botafogo

sábado – 15/11 – 10h
Estação Ipanema

domingo – 16/11 – 10h
Estação Botafogo

domingo – 16/11 – 15h
Estação Barra Point

segunda-feira – 17/11 – 20h
Estação Gávea

domingo – 23/11 – 10h
Estação Ipanema

terça-feira – 25/12 – 20h
Estação Gávea
LA GIOCONDA

de Amilcare Ponchielli
com Violeta Urmana, Luciana D’Intino e Orlin Anastassov

Libreto de Arrigo Boito d’après Angelo, tyran de Padoue de Victor Hugo
Direção Musical de Daniel Oren
Direção de Cena, Cenário e Figurino de Pier Luigi Pizzi

Orquestra e Coro da Ópera Nacional de Paris Mai?trise des Hauts-de-Seine
Coro Infantil da Ópera Nacional de Paris
Em co-produção com Gran Teatre del Liceu, Barcelona e Teatro Real, Madrid.

“O drama precisa ser grande, o drama precisa ser verdadeiro.” Assim escreve Victor Hugo no prefácio de Ângelo, tirano de Pádua, um dos seus raros dramas em prosa. Ao transpô-lo para a cena lírica, Amilcare Ponchielli e Arrigo Boito foram fieis a Hugo e a Gioconda deles, criada na Scala de Milão em 1876, é uma das óperas mais esplendorosas do repertório. Naquela época não era fácil, para um compositor, existir na sombra de Verdi, e Ponchielli foi um dos raros a encontrar o seu lugar e a sua identidade, nem sempre distante do Mestre, embora bastante diferente. Ao lado dele, Boito, que já comprovara seu talento de compositor com Mefistofele, mostra que é ainda maior dramaturga e é, aliás, ao lado de Verdi que logo vai passar a atuar. Entre grande ópera à francesa e drama verdiano, La Gioconda rasga corações e quebra destinos na Veneza do século 17. Poder e amor, sacrifício e traição, veneno e vingança: todos os elementos do melodrama estão reunidos e levados por um grandioso sopro lírico. Violeta Urmana, Luciana D’Intino, Marcelo Alvarez e Sergey Murzaev estão reunidos sob a direção de Daniel Oren e numa encenação de Pier Luigi Pizzi nessa obra prima rara e espetacular.

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domingo – 16/11 – 10h
Estação Ipanema

terça-feira – 18/11 – 20
Estação Gávea

quinta-feira – 20/11 – 20
Estação Botafogo

sábado – 22/11 – 10h
Estação Ipanema

domingo – 23/11 – 10h
Estação Botafogo

domingo – 23/11 – 15h
Estação Barra Point

segunda-feira – 24/11 – 20h
Estação Gávea

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